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‘Skeleton Crew’: Série do universo ‘Star Wars’ deve ter estreia adiada em um ano

Intitulada ‘Skeleton Crew‘, a vindoura série da saga ‘Star Wars‘ foi anunciada como uma espécie de ‘Os Goonies‘ no espaço, apresentando um grupo de crianças numa intrigante aventura.

Embora a série não tenha ganhado uma data de estreia, ela estava programada para o último trimestre de 2023.

No entanto, o Bespin Bulletin divulgou que a Lucasfilm decidiu adiar o lançamento por praticamente um ano, o que significa que ‘Skeleton Crew‘ pode estrear apenas no fim de 2024.

Também foi dito que outras séries, como ‘The Acolyte’ e ‘Andor‘, devem sofrer alterações no cronograma devido às greves de atores e roteiristas.

Apesar do estúdio não ter se pronunciado sobre o assunto, o portal tem um histórico positivo ao trazer informações privilegiadas dos bastidores da saga.

Quanto à ‘Skeleton Crew‘, mesmo com uma premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.

“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”

Mesmo com um elenco mais jovem, que conta com Ravi Cabot-Conyers, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith e Ryan Kiera Armstrong, Ford deixou claro que:

“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”

Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘AhsokaeO Livro de Boba Fett.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fette agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Confira a entrevista:

“‘Skeleton Crew‘ é uma história sobre um grupo de crianças, de cerca de 10 anos, de um pequeno planeta que acidentalmente se perdem na vasta galáxia de Star Wars. E é a história de sua jornada tentando encontrar o caminho de casa… Nós gostamos da ideia de usar crianças para dar uma perspectiva diferente e ver a galáxia através de um par de olhos diferentes”, disse Watts.

A trama se passa após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, e é descrita como “uma versão intergaláctica dos filmes de aventura dos anos 80 da Amblin“, produtora responsável por sucessos como ‘E.T – O Extraterrestre‘ e ‘Os Goonies‘.

‘Grey’s Anatomy’: Eric Dane revela o que motivou sua DEMISSÃO da série

Eric Dane deu vida ao Dr. Mark Sloan em ‘Grey’s Anatomy‘ entre 2006 e 2012, até que o personagem acabou morrendo na 9ª temporada devido aos ferimentos de um acidente de avião.

Para o público, foi uma surpresa e tanto, dada a popularidade de Sloan, considerado um dos galãs mais cobiçados da atração.

Acontece que Dane foi demitido e, na época, muitos acreditaram que o motivo foi por conta de seu vício em álcool e drogas.

Agora, mais de dez anos após sua saída da série, Dane conversou com o podcast Armchair Expert with Dax Shepard e comentou sobre os bastidores de seu afastamento da produção.

“Eu não saí tanto quanto acho que fui dispensado. Eles não me dispensaram por causa disso [do vício], embora eu definitivamente não ajudasse. Se você considerar os oito anos que estive na série, eu estava mais tempo embriagado do que sóbrio, e foi quando as coisas começaram a dar errado para mim.”

Ele continuou, dizendo que sua presença na série estava custando cada vez mais caro devido ao ganho de popularidade e acredita que este foi o principal motivo de sua saída.

“Eu estava começando a me tornar mais caro para emissora, é o que acontece com muitos dos atores que passam tempo significativo em uma série. E emissoras sabem que uma série vai continuar independente de quem está no elenco – desde que tenham sua Grey, tudo está bem. Eu não era o mesmo cara que eles contrataram, então eu entendi quando fui demitido. Shonda [Rhimes, criadora da série] foi realmente ótima comigo. Ela me protegeu com unhas e dentes, publicamente ou em privado. Eu a amo por isso.”

Lembrando que ‘Grey’s Anatomy’ está se encaminhando para sua 21ª temporada na ABC. Por enquanto, não há data confirmada para a transmissão dos novos episódios no Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

Quentin Tarantino revela o que JAMAIS colocaria em seus filmes

Quentin Tarantino, renomado diretor de cinema, revelou em entrevista à Variety que jamais irá maltratar animais ou insetos em seus filmes. Segundo ele, essa é uma linha que ele se recusa a cruzar, pois acredita que o público não tem interesse em presenciar mortes reais nas telas.

“Eu tenho um grande problema com matar animais em filmes. Essa é uma ponte que não quero atravessar. Insetos também. A menos que eu esteja pagando para ver algum documentário bizarro, eu não estou querendo ver mortes reais. Parte da maneira como tudo isso funciona é que tudo é apenas fazer crer. É por isso que eu aguento as cenas violentas, porque estamos todos fingindo”, disse Tarantino.

O diretor explicou que a essência do cinema é baseada na ilusão e no faz de conta, e é por isso que ele tolera cenas violentas em seus filmes. No entanto, ele ressalta que não tem interesse em ver ou retratar mortes reais. Para Tarantino, é essencial que as cenas sejam encenadas e simuladas, pois isso faz parte da magia do cinema.

“Algum animal, cachorro, lhama, mosca, rato, nenhum dá a mínima para o seu filme. Eu mataria um milhão de ratos, mas não quero necessariamente matar um em um filme ou ver um morto em um longa, porque não estou pagando para ver morte real”, completou o diretor.

Recentemente, o diretor deu mais detalhes sobre o filme que marcará sua despedida da cadeira de diretor.

‘The Movie Critic’ será baseado na história de um jornalista que escrevia críticas de cinema para uma revista pornográfica, algo que Tarantino descobriu durante seu trabalho como repositor de máquinas de venda automática.

“Todas as outras coisas eram muito nojentas para ler, mas havia essa revista pornô que tinha uma página sobre cinema realmente interessante”, relembrou o diretor. “Ele escrevia sobre filmes convencionais e era um crítico de segunda linha. Acho que ele era um crítico muito bom. Ele era cínico como o inferno. Suas críticas eram um cruzamento entre o início da carreira de Howard Stern e o que Travis Bickle poderia ser se fosse um crítico de cinema. Pense nas anotações do diário de Travis.”

Anteriormente, havia sido relatado que Margot Robbie estaria cotada para ser a protagonista do filme. No entanto, Tarantino já afirmou que está buscando um ator que nunca havia trabalhado com ele anteriormente para este novo projeto.

Apesar do projeto ainda não ter um estúdio definido, o site indica que a Sony Pictures é uma das principais possibilidades. A Sony já havia colaborado anteriormente com o cineasta em ‘Era uma Vez em… Hollywood‘, que arrecadou US$ 377 milhões mundialmente e recebeu 10 indicações ao Oscar – tendo ganhado 2 delas.

Relembre o trailer da produção:

Em 1969, Rick Dalton é um ator de TV em declínio que tenta voltar à vida de fama e sucesso em Hollywood ao lado de seu amigo e dublê, Cliff Booth. No processo, eles cruzam com muitas pessoas influentes da indústria cinematográfica, como os novos vizinhos de Rick, o casal Sharon Tate e Roman Polanski, e acabam se envolvendo involuntariamente com a família Manson.

‘Pânico 7’: Jasmin Savoy Brown fala sobre saida dos colegas de elenco

Após as recentes controvérsias em torno de Pânico 7, que resultaram na demissão da atriz Melissa Barrera e na saída da atriz Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon, o filme encontra-se em um verdadeiro impasse.

Sobre esse cenário, a atriz Jasmin Savoy Brown, intérprete de Mindy, comentou sobre o filme expressando seu carinho pelo elenco e pelo trabalho realizado.

Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz afirmou:

“Acredito que tudo o que fizemos, o ‘Core Four’, é incrível e importante e deve ser celebrado para sempre. E estou feliz por termos capturado isso na tela, e tenho orgulho de termos quatro pessoas negras nesse filme de terror.”

“Foi tão aleatório e divertido [nos reunirmos]. Não planejamos isso. Jenna [Ortega] é meu coração e alma, vou protegê-la para sempre. Amo ela, amo Melissa [Barrera], amo Jack [Quaid], amo Mason [Gooding]. Eles apenas me fazem feliz. É divertido vê-los.”

Não foi revelado se, com a saída de Christopher Landon, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett vão reassumir a direção.

Mesmo com o sucesso de ‘Pânico 6‘ nas bilheterias (US$ 169 milhões mundialmente), a franquia não vai conseguir seguir com a narrativa envolvendo a personagem principal vivida por Melissa Barrera, a Samantha, após a Spyglass demitir a atriz por seu posicionamento contra o genocídio que está acontecendo com o povo Palestino na Faixa de Gaza.

A demissão da atriz não pegou bem com o público, que se revoltou com a atitude do estúdio de tomar a drástica decisão somente pelo fato da atriz fazer posts em suas redes sociais pedindo para que eles parassem com a guerra que está matando crianças Palestinas.

Com a saída de Barrera, Jenna Ortega e – agora – do diretor Christopher Landon, a Splyglass parece estar pisando em campo minado e ainda não se pronunciou sobre o que pretende fazer com a amada franquia.

Falamos sobre a saída do diretor e o que deve acontecer com a franquia:

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Lionel Messi lança produtora de cinema e TV: 525 Rosario

A estrela global do futebol, Lionel Messi, anunciou o lançamento de sua própria produtora de filmes e TV, chamada 525 Rosario, em homenagem à sua cidade natal, na Argentina.

De acordo com o Deadline, a produtora foi criada em parceria com a Smuggler Entertainment, responsável por sucessos como ‘A Copa do Mundo de Messi – A Ascensão da Lenda’ e ‘Messi meets America’.

A produtora se concentrará no desenvolvimento e produção de programas familiares, filmes, eventos esportivos ao vivo e iniciativas comunitárias, além de criar conteúdo e comerciais para atletas, incluindo Messi.

Tim Pastore atuará como CEO sob a supervisão da família Messi.

“Entretenimento sempre foi uma paixão para mim, tanto dentro de campo quanto em outras áreas”, afirmou Messi, que atualmente joga pelo Inter Miami. “Estou entusiasmado com a oportunidade de continuar o projeto que iniciamos com a Smuggler Entertainment e expandi-lo para criar conteúdo e experiências em escala global”.

Pastore destacou que a 525 Rosario “realçará e desenvolverá tudo o que Leo Messi representa, não apenas por meio de conteúdos premium em larga escala, mas também através de ações comunitárias e iniciativas voltadas para a família”.

‘Shutout’: Robert De Niro e Jenna Ortega estrelarão longa de sinuca de David O. Russell

Os aclamados atores Robert De Niro (‘O Irlandês’) e Jenna Ortega (‘Wandinha’) unirão seus talentos em ‘Shutout’, um novo longa-metragem sobre o universo da sinuca, com a direção de David O. Russell.

Segundo informações da Variety, a trama acompanhará Jake Kejeune (De Niro), um dos últimos expoentes de uma arte em declínio: o jogo profissional de sinuca. Sua vida toma um novo rumo ao conhecer Mia (Ortega), uma jovem prodígio cujo talento reacende sua paixão pelo esporte. Juntos, eles mergulham no implacável mundo da sinuca de alto nível, onde a fronteira entre a riqueza e a ruína é tênue. À medida que o talento de Mia floresce, Jake se depara com o dilema de guiá-la rumo à grandeza ou permitir que sua própria ambição a consuma.

A produção do filme está a cargo de David O. Russell, Joe Roth e Jeff Kirschenbaum, da RK Films, e Mark Bomback.

Jon M. Chu detalha a pressão de dirigir ‘Wicked’: “Senti as facas apontadas”

O cineasta Jon M. Chu, diretor da aguardada adaptação musical Wicked, falou recentemente sobre a sequênciaWicked: Parte 2’, revelando a intensa pressão por trás do projeto.

Chu enfatizou que, para ele, a adaptação é uma obra unificada:

“Para mim, é um único filme. Quando eu pensava em cada arco, víamos tudo como um grande bloco”, disse Chu à Variety.

‘Wicked: Parte 2’: Sequência ganha novo teaser em formato LEGO; Confira!

O diretor, que dedicou mais de cinco anos ao projeto, descreveu o processo de despedida como inesperadamente emocional, apesar do alívio:

“Quando você convive com algo por mais de cinco anos, sonha com isso e acorda com pesadelos diante de você, isso fica com você”, contou, meio em tom de brincadeira. “Ainda não consegui processar tudo”.

Chu reconheceu a enorme pressão de adaptar uma história tão amada:

“Todo mundo tem uma opinião sobre Wicked, disse Chu, rindo. “Todo mundo tem uma opinião sobre O Mágico de Oz, sobre as diferentes versões, de The Wiz ao original, cada um tem sua própria visão. E com a internet, todo mundo tem um microfone. Então, eu senti as facas apontadas para mim”.

A pressão foi exacerbada pelo fato de o projeto ter sido aprovado durante a pandemia da COVID-19, uma época em que musicais cinematográficos e comédias românticas eram vistos como investimentos arriscados.

“Houve momentos em que eu me deitava no chão da cozinha, depois de um dia de preparação, e pensava: ‘Eu não sei… espero que tudo dê certo'”, admitiu.

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Chu promete queWicked: Parte 2’ será o desfecho emocional e visualmente grandioso da história construída no primeiro filme.

“Depois que você assistir ao segundo filme, não vai conseguir esquecê-lo. Ele estará sempre ligado à sua experiência com o primeiro”, provoca o diretor.

Ele promete um tom mais profundo e maduro para a conclusão: “É o momento em que tudo o que construímos, a amizade, o coração partido, a magia, colide. Quando chegamos à última canção, For Good, vai atingir como um trem de carga. Vivi com essa história por cinco anos, e ainda choro toda vez”.

Apesar do apego emocional, Chu diz estar pronto para encerrar esse capítulo: “Para mim, é uma grande história. E agora, finalmente, posso deixá-la ir”.

‘Wicked: Parte 2’: Dorothy será vista apenas de costas e à distância na sequência

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Rodrigo Santoro e Johnny Massaro vão estrelar adaptação de ‘O Diário de um Mago’ para a Netflix

Os atores Rodrigo Santoro (‘300’) e Johnny Massaro (‘Emergência Radioativa’) foram escalados para estrelar a adaptação de Vicente Amorim de O Diário de um Mago, obra de Paulo Coelho, para a Netflix. As filmagens do longa já estão em andamento, conforme informou o Deadline.

O longa-metragem traz Johnny Massaro (‘Emergência Radioativa’) no papel de Paulo, um homem que percorre o Caminho de Santiago de Compostela em uma profunda peregrinação. Em sua jornada por montanhas e campos, ele é guiado pelo enigmático Petrus, interpretado por Rodrigo Santoro (‘300’). Juntos, mestre e discípulo enfrentam desafios que transcendem o físico, fundindo a busca pelo autoconhecimento com forças invisíveis e mistérios espirituais.

O projeto, anunciado originalmente em meados de 2024, promete equilibrar o dinamismo de um road movie com o realismo mágico que tornou a obra de Coelho um fenômeno global, o livro já foi traduzido para mais de 70 idiomas.

A direção de Amorim é acompanhada por um roteiro assinado pelo próprio cineasta em parceria com Luiso Berdejo e Gustavo Bragança. A produção é de Gullane, Fabiano Gullane, Caio Gullane e Miguel Ángel Faura.

O elenco conta ainda com Lara Tremouroux (Clara), Julia Konrad (Marina Astrain), Silvio Guindane (Roberto), Fabiana Gugli (mãe de Paulo), Emílio de Melo (pai de Paulo), Thelmo Fernandes (pai de Clara), Isabel Guéron (mãe de Clara) e Roberto Birindelli (Mestre).

Já o elenco europeu inclui Manuel Manquiña (Ermitão), Albert Pla (Mago), Gonçalo Diniz (Martim) e Elisabeth Bonjour (Madame Lourdes).

Ainda não há uma data confirmada para o lançamento da produção na plataforma de streaming.

Surpresa! ‘Vingadores: Apocalipse’ terá personagem MUITO conhecido da Marvel

Vingadores: Apocalipse‘ tem gerado grandes expectativas entre os fãs do UCM, já que reunirá diversos heróis e introduzirá o temível Doutor Destino neste universo.

Com Robert Downey Jr. interpretando o vilão, os fãs estão curiosos para conhecer esta nova versão do personagem da icônica editora de quadrinhos.

Aumentando ainda mais o hype, o insider Daniel Richtman revelou que a Marvel Studios está, supostamente, preparando uma surpresa em Vingadores: Apocalipse’. O filme deverá introduzir um personagem secreto que é “muito conhecido pelos fãs da Marvel”.

Segundo o insider, o personagem em questão terá um papel importante em Vingadores: Guerras Secretas’. 

Com direção dos Irmãos Russo, ‘Vingadores: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e, sua sequência direta, ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

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Ezra Miller em nova polêmica! Agora ele abriga três crianças em uma fazenda cheia de ARMAS

De acordo com a Rolling Stones, Ezra Miller estaria abrigado três crianças em uma fazenda repleta de armas. Algumas imagens mostram 8 armas de fogo na sala de estar, e um bebê de 1 ano, que teria até uma bala na boca.

E para não restar dúvidas que tudo realmente se trata de um caso grave, o pai dos meninos afirmam que as crianças estão em perigo, e ele está tentando recuperá-las desde abril.

A mãe, que também mora na fazenda, afirma que a casa de Ezra tem sido um “refúgio de cura” para os seus filhos pequenos, de 1 a 5 anos. Fontes afirmam que as condições de vida na fazenda da estrela não são seguras para crianças, alegando que há armas por aí e que uma criança de um ano colocou uma bala perdida em sua boca.

Novamente, Ezra está envolvido em uma polêmica e dessa vez de forma grave. A mãe de 25 anos está no local que por muitos é considerado hostil, não só por conter as armas, mas também maconha e as munições. Ainda não há nenhum pronunciamento oficial quanto a situação, mas tudo indica que o pai está tentando tirar os filhos de lá.

Lembrando que Miller está se escondendo dos policiais depois que Chase Iron Eyes e Sara Jumping Eagle receberam uma ordem de proteção contra o ator em nome de sua filha de 18 anos, Tokata Iron Eyes.

A ordem de proteção impede que o ator entre em contato com Tokata por 30 dias ou fique a menos de 100 metros de distância da casa da família.

Se Miller não se apresentar no tribunal até o dia 12 de julho, a ordem será concedida sem que o ator tenha direito a defesa.

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. Discovery planeja descartar Ezra Miller (‘Animais Fantásticos’) dos futuros projetos da DC após ‘The Flash‘ por conta de suas polêmicas nos últimos meses.

Que horas deve ser lançado o trailer de ‘Pânico 7’ hoje?

Após o lançamento do novo cartaz com o elenco reunido, rumores apontam que a aguardada sequência ‘Pânico 7‘ deve ter seu novo trailer divulgado hoje (15) pela Paramount Pictures.

Seguindo o padrão do estúdio, caso realmente seja publicado, o vídeo deve ser lançado às 14h (horário de Brasília).

Vale destacar, no entanto, que a informação não foi confirmada.

Além disso, o insider Daniel Richtman, que revelou que o filme ganharia um comercial na terça, um cartaz na quarta e o trailer hoje, afirmou que o trailer pode ter sido adiado. Será?

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Confira o novo cartaz e siga o CinePOP no YouTube:

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Dwayne Johnson e Vince Vaughn vão estrelar filme sobre luta livre

Dwayne Johnson anunciou em seu Instagram nesta terça-feira (14) que Vince Vaughn estará no elenco da cinebiografia ‘Fighting With My Family’.

Além de anunciar o ator na produção, Johnson comentou sobre a amizade entre os dois e o papel que ele interpretará no drama:

“Nosso @sevenbucksprod está animado para dar as boas-vindas a Vince Vaughn ao nosso elenco #FightingWithMyFamily. Ele amou o roteiro e cravou seus dentes nele para personificar esse personagem. Ele interpretará um homem que eu conheço muito bem e aqueles de vocês que seguem a história da luta livre também sabem.
A estrela de luta livre dos anos 80 que desperdiçou seu dinheiro e oportunidades porque não teve a capacidade de segurar sua fama. Uma decisão ruim após outra, mas hoje ele admite suas ações passadas e faz tudo o que pode para retribuir ao ramo de luta livre que ele ama.
Vince tem sido um amigo meu há anos e estou empolgado para ver o que ele trará para esse papel.
Eu cresci e adoro este mundo selvagem, louco e imprevisível deste esporte. Nosso pequeno projeto de paixão está se formando muito bem”.

Confira o post na íntegra:

Our @sevenbucksprod is excited to welcome Vince Vaughn to our #FightingWithMyFamily cast. He loved the script and sank his teeth into it embodying this character. He’s playing a man who I know all too well and those of you who follow wrestling history know well too. The 80’s wrestling star who squandered his money and opportunities because he didn’t have the capacity to handle his fame. One bad decision after another, but these days he owns his past actions and does everything he can to give back to the wrestling business he loves. Vince has been a buddy of mine for years and I’m fired up to see what he brings to this role. I grew up in and love this wild, crazy and unpredictable world of pro wrestling. Our little passion project is coming together nicely. More casting news to come. Production starts tomorrow. Let’s shoot! #FightingWithMyFamily #VinceVaughn #SevenBucksProds #MisherFilms #Film4 #WWEFilms #SquaredCircleDNA

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O trabalho mais recente de Vaughn foi em ‘Até o Último Homem’. Futuramente o ator poderá ser visto no thriller dramático ‘Brawl In Cell Block 99’ e no drama ‘The Forgiven’.

O elenco de ‘Fighting With My Family‘ já conta também com Lena Headey (‘Game of Thrones‘), o comediante Nick Frost, além de Florence Pugh e Jack Lowden – que interpretarão os irmãos Paige e Zack.

Fighting With My Family’ está sendo roteirizado por Stephen Merchant, que também será o produtor executivo. A produtora de Johnson vai supervisionar o filme, se unindo a Misher Films, WWE Studios e Film4 para as filmagens. O ator também será produtor executivo junto com Dany Garcia e Hiram Garcia. Michael Luisi e Kevin Misher produzirão também.

Sobre a trama:

“O filme segue a história do ex-gângster e ex lutador Ricky, sua esposa Julia, seus filhos Saraya e Zak que ganham a vida lutando em locais minúsculos ao redor do país. Ricky e Julia querem uma vida melhor para seus filhos e quando os irmãos tem a chance de fazer um teste para ingressar no WWE, parece que o sonho da família está se tornando realidade e todos os seus problemas serão resolvidos. No entanto, Saraya e Zak estão prestes a aprender que se tornar um lutador de WWE exige muito mais do que eles jamais imaginaram”.

 

‘House of Cards’ continua sem Kevin Spacey; Filmagens recomeçam em 2018!

Após inúmeras especulações, os rumos da série ‘House of Cards’ foram finalmente definidos.

A Netflix anunciou que as filmagens da sexta e última temporada serão retomadas em no início de 2018.

O novo ciclo terá outra alterações. Ao contrário dos demais anos, este contará com apenas oito episódios. Vale relembrar que Kevin Spacey não retorna para o seu papel, deixando Robin Wright como a única protagonista.

Kevin Spacey é demitido da Netflix e não fará mais parte de ‘House of Cards’

Kevin Spacey estaria obcecado por ator de ‘House of Cards’; Saiba detalhes!

Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles e Eric Roth.

 

‘Supernatural’: Castiel aparece machucado em nova imagem da 14ª temporada

A próxima temporada da popular série ‘Supernatural’ ganhou uma nova imagem, que traz Castiel (Misha Collins) machucado, ao lado de Sam Winchester (Jared Padalecki).

Confira:

 

 

O showrunner de ‘Supernatural‘, Andrew Dabb, revelou que a 14ª temporada da série terá um episódio inspirado nos clássicos slashers dos anos 80.

“Sam e Dean e todo a equipe se envolveram em uma homenagem aos slashers dos anos 80. Nós teremos algumas cenas bastante sangrentas planejadas para este episódio.”

O episódio em questão será o quarto da próxima temporada, ainda sem título.

Dabb também falou sobre os desafios de desenvolver episódios sem o Dean. Apesar de Jensen Ackles continuar na série, ele estará interpretando o arcanjo Michael.

“A série foi construída sobre dois pilares: Sam e Dean. Nós tiramos alguns pedaços do Sam em alguns momentos, mas nunca de uma forma completa. Ele esteve sem alma e coisas do tipo, mas sempre esteve presente. O Dean demônio só durou um episódio, e passou a maior parte do tempo fora da tela.”

Ele continua, “Um dos pilares do programa não estará presente. E, de algumas formas, torna nosso trabalho muito difícil, porque ele é uma parte essencial da série. Mas isso também é emocionante para o Jensen e para nós ter a oportunidade de desenvolver este novo personagem.”

A 14ª temporada de ‘Supernatural‘ estreará no dia 11 de outubro, na CW.

Crítica TIFF | Meu Nome é Dolemite – A redenção de Eddie Murphy

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Irreverência, carisma e improviso sempre foram algumas das mais fortes características de Eddie Murphy. De raciocínio rápido, ele percorre por frases de efeito cômicas como quem se sente à vontade, como quem absorve o mundo ao seu redor e sabe transformá-lo em uma boa piada. Sua percepção caricata do mundo nos presenteou com clássicos modernos como Um Tira da Pesada e Um Príncipe em Nova York. Sua postura unapologetic o consagrou como um dos ícones do humor oitentista.

E mais de 30 anos depois da sua fagulha instantânea de encanto com o público ele está de volta, rompendo com o silêncio de pouco mais de uma década de fracas performances, nos lembrando o porquê nos apaixonamos por ele no auge de sua juventude. Saindo de um hiato em direção à pré-lista de indicados às grandes premiações de 2020, Murphy faz de Meu Nome é Dolemite a redenção de um gênio que jamais deveria ter se afastado de sua primorosa essência.

Dolemite é uma figura caricata por natureza. Extravagante e bocudo, ele é a personificação hiperbólica da comunidade afro-americana. Com suas frases cheias de palavrões, muita vulgaridade em sua linguagem comunicativa e uma completa sensação de grandiosidade, o personagem é também o retrato humorístico de seu próprio povo e de suas histórias familiares. Representando a negritude com um humor que funciona mesmo, o sketch criado por Rudy Ray Moore se tornou maior que a própria vida, sendo imortalizado como a resposta para a falta de representatividade cultural e artística na indústria cinematográfica no auge dos anos 70. E aqui, na obra dirigida por Craig Brewer, esse sentimento de pertencimento social, racial e cultural são resgatados e abordados, a partir de uma trama inspiradora que apresenta um dos mais emblemáticos personagens do gênero Blaxploitation para gerações que sequer estavam vivas à sua época para desfrutar de seu sucesso e crescimento.

Com uma estética colorida e que explora as padronagens, texturas e tecidos mais comuns da moda setentista, Meu Nome é Dolemite é completo em sua totalidade, apresentando um visual cativante desde seu design de produção aos figurinos, que enaltecem a beleza negra em tons fortes e chamativos. Trazendo Murphy como o frontman de toda essa plasticidade, ele caminha com passos ritmados como se sempre estivesse dançando, usa uma bengala estratégica para garantir o seu mojo e traja chapéus performáticos e que acrescentam um vigor diferente à caricatura de seu personagem.

Visivelmente acima do peso, ele nunca esteve tão confortável em sua própria pele, não tem medo de suas curvas acentuadas e ainda consegue extrair um certo charme de sua barriga saliente, se despindo – literalmente – diante do público, como quem está disposto a encarar toda a irreverência de Dolemite. Com uma postura impecável, sua persona valoriza ainda mais toda a estética da produção, fazendo da comédia original da Netflix um espetáculo que compete em nível de igualdade com tantas outras produções apresentadas no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2019.

Recriando algumas das cenas mais inusitadas do primeiro Dolemite, a cinebiografia é categórica e fez seu dever de casa, copiando quadro a quadro as tomadas, estabelecendo os mesmos figurinos usados na produção, à medida que também mostra os bastidores de um longa de baixíssimo orçamento, onde a falta de estrutura e conhecimento técnico imperavam. Com uma mensagem otimista e inspiradora, Meu Nome é Dolemite ainda instiga os sonhadores peculiares, que almejam carreiras suntuosas de tão difíceis de serem alcançadas. Divertido e envolvente, o longa ainda traz uma série de personagens coadjuvantes que ajudam a ditar o humor e o soul da produção, tornando-a uma bela homenagem ao gênero Blaxploitation, conforme também se torna um deleite ao público negro, que ainda peleja em se ver representado nos cinemas.

Bem dirigido, o filme ainda conta com um roteiro pontual, que aborda apenas o início da jornada de sucesso de Dolemite, instigando a audiência mais alheia à sua história a descobrir a fundo sua extensa trajetória cinematográfica, bem como o que fez com que ele se transformasse em um ícone capaz de conquistar públicos das mais diversas raças.

Roteirizado por Scott Alexander e Larry Karaszewiski (autores de outra produção cultuada no mesmo estilo: Ed Wood, de Tim Burton), Meu Nome é Dolemite segue com uma narrativa linear simples, o que de maneira alguma impacta em seu poder narrativo. Trazendo todos de forma instantânea, o longa nos leva pelo ritmo da belíssima atuação de Eddie Murphy – que retoma sua essência humorística com maestria, fazendo suspirar por seu tão aguardado e caricato retorno. Com uma trilha sonora que vai a fundo na funky music dos anos 70, sob uma plasticidade que explora as cores e estilos vivos do período, Meu Nome é Dolemite ainda promete se destacar nas grandes premiações no ano seguinte, com honrarias dignas. E se ainda assim sua indicação ao Oscar não vier, Murphy pelo menos inicia 2020 com uma bela indicação ao Globo de Ouro. Amém?! Amém baby!

‘Superman & Lois’: Elizabeth Tulloch faz teste de Coronavírus para iniciar as filmagens da série; Confira o vídeo!

Para garantir a segurança de todo o elenco e de sua equipe de apoio, a emissora The CW está realizando uma bateria de testes de Coronavírus nos bastidores da série ‘Superman & Lois‘, antes de iniciar as filmagens da produção.

E a atriz Elizabeth Tulloch compartilhou um rápido vídeo onde ela é submetida a novos testes, para que então possa ingressar no set de gravações.

Confira:

“Representando meu time durante meu primeiro teste de Covid de hoje, para Superman & Lois”. 

Recentemente, a CW divulgou um novo teaser do universo compartilhado da DC nas telinhas, agora chamado ‘CWVerse’.

O vídeo recapitula alguns momentos marcantes desde o início da jornada apresentada em ‘Arrow‘ até chegar às mais novas produções da emissora, incluindo ‘Stargirl‘.

Ao final, há um breve teaser de ‘Superman & Lois‘, que estará disponível em janeiro de 2021.

Confira, junto com a sinopse e os cartazes individuais:

“Em Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.

Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Tyler HoechlinElizabeth Tulloch vivem os personagens titulares, respectivamente. Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh completam o elenco.

Vale lembrar que a CW já encomendou uma temporada completa da atração.

A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.

O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.

‘Intrusion’: Thriller com Freida Pinto e Logan Marshall-Green já está disponível na Netflix

O thriller de invasão domiciliar ‘Intrusion‘, estrelado por Logan Marshall-Green (‘Upgrade: Atualização’) e Freida Pinto (‘The Path’), já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (22) na grade de programação.

A trama gira em torno de um casal que se muda para uma cidade pequena e acabam sofrendo uma invasão domiciliar que deixa a esposa traumatizada e desconfiada que todos ao seu redor não sejam o que parecem.

Assista ao trailer:

Adam Salky é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo‘).

 

‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada traz “acerto de contas” para Paul, diz Scott Porter

Na nova temporada de ‘Ginny e Georgia‘, disponível na Netflix, o prefeito Paul Randolph (Scott Porter) se vê no olho do furacão — literalmente. Envolvido no julgamento por assassinato de sua esposa Georgia Miller (Brianne Howey), o personagem enfrenta o que o ator descreve como uma “temporada de acerto de contas”.

“Tenho repetido essa palavra várias vezes para definir a 3ª temporada: acerto de contas”, disse Porter em entrevista ao Deadline. “Muitos personagens ignoraram coisas que deveriam ter enfrentado, tomaram decisões impensadas, não buscaram ajuda quando precisavam. E agora, tudo isso cobra seu preço”.

No final da segunda temporada, Georgia revela parte de seu passado turbulento a Paul, incluindo o histórico de abusos com o ex-marido Gil. Mas, como Porter ressalta, ela ainda escondeu outras verdades — o que se torna central no novo arco dramático do casal.

“Paul precisa se proteger, tanto na relação quanto politicamente. Se sua parceira continua mentindo para você, em algum momento, é preciso se preservar”, afirmou o ator. “E se sua relação começa a prejudicar sua carreira, você tem que pensar em si”.

Descrito por Georgia como seu “cavaleiro de armadura brilhante”, Paul chega ao ponto de ruptura nesta temporada. Segundo Porter, seu personagem enfrenta um momento decisivo que testará sua integridade pessoal e profissional — e isso inclui até reflexões em uma cena significativa ao lado de Ginny (Antonia Gentry) durante uma corrida.

O ator, também conhecido por seu papel em ‘Friday Night Lights‘ e ‘Hart of Dixie‘, ainda comentou sobre o que pode estar reservado para Paul na já confirmada quarta temporada.

Fora das telas, Porter também se reuniu recentemente com seu grupo vocal VoicePlay para gravar uma versão de Until I Found You, de Stephen Sanchez — canção que embala a entrada de Georgia no casamento na 2ª temporada. O clipe foi lançado hoje no canal oficial do grupo no YouTube.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

Chris Pratt e Bryce Dallas Howard revelam novos detalhes sobre a trama de ‘Reino Ameaçado’

Durante uma entrevista com a Ellen DeGeneres, os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas Howard revelaram novos detalhes sobre a trama de Jurassic World: Reino Ameaçado’. 

No vídeo, Howard revelou que o filme começa após um evento que ameaça a vida de todos os dinossauros e Pratt acrescentou que um dos dinossauros matará muitas pessoas e causará muito caos. Assista a entrevista:

O novo vídeo de Jurassic World: Reino Ameaçado está cheio de cenas inéditas, além de mostrar o aguardado retorno de Jeff Goldblum como o Dr. Ian Malcolm. Assista:

O novo trailer será liberado na próxima quinta-feira (07/12), durante a CCXP 2017, e acaba de ganhar uma prévia estendida.

CCXP 2017: J.A. Bayona e Colin Trevorrow virão ao Brasil para painel de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’

Assista:

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona. James Cromwell, Ted Levine, Rafe Spall, Toby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de Jurassic World) e Derek Connolly (Kong: A Ilha da Caveira).

A estreia no Brasil acontece dia 22 de Junho de 2018.

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

‘Bohemian Rhapsody’: Cinebiografia de Freddie Mercury ganha teaser; Trailer sai amanhã!

A cinebiografia de Freddie Mercury, ‘Bohemian Rhapsody‘, ganhou seu primeiro pôster. A arte está circulando pela internet após ter sido exibida em um cinema nos EUA. Confira, junto com o teaser anunciando o primeiro para amanhã (15):

Após a saída de Bryan Singer do longa, Dexter Fletcher, diretor de ‘Voando Alto‘, retomou a direção da cinebiografia.

Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.

Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.

 ‘Bohemian Rhapsody ainda tem estreia prevista para 02 de Novembro de 2018 nos cinemas americanos.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

De 2008 pra cá o Universo Cinematográfico Marvel foi bastante modificado. Iniciado com uma proposta mais pé no chão, sua realidade de hoje envolve uma guerra espacial contra um déspota alienígena roxo. Porém, uma coisa que sempre esteve lá, conectando os mais diversos heróis, são as Joias do Infinito. Seis artefatos mais antigos que o próprio universo, que juntos são capazes de dar o poder sobre tudo ao seu portador.

Mas você sabe quais são e onde estão as Gemas no UCM? Explicaremos tudo sobre elas no post. Confira!

Origem

A primeira vez que o termo “Joia do Infinito” foi usado nos cinemas data de 2013, na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio. Nela, Lady Sif (Jaimie Alexander) e os Três Guerreiros entregam o Éter ao Colecionador (Benicio Del Toro) para que o mesmo guarde a joia em sua coleção.

Em Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo Colecionador explica que antes da criação do universo, as Entidades Cósmicas condensaram alguns aspectos fundamentais da futura existência universal em seis singularidades sencientes. Espaço, Mente, Realidade, Poder, Tempo e Alma viraram as tão faladas joias do infinito. Cada uma dá ao seu portador habilidades especiais, quando reunidas, elas proporcionam o controle absoluto.

Peraí, Entidades Cósmicas? O que é isso?

(As Entidades Cósmicas retratadas nas paredes do Cofre de Morag, em Guardiões da Galáxia)

As Entidades Cósmicas são “materializações” de conceitos abstratos responsáveis por reger tudo que existe. Todas são oniscientes e onipresentes. Extremamente poderosas, são imbatíveis e interdependentes. No Universo Cinematográfico Marvel, elas são resumidas a quatro forças fundamentais:

Eternidade: Essa entidade existe em todos os planos, realidades e universos. Representando o Tempo, ela personifica todos os seres existentes no Universo Marvel e sua constante evolução. Seus poderes incluem o controle sobre o tempo, matéria, energia, realidade e magia. Após raptar a Morte, há uma série de acontecimentos que o fazem ser considerado por Thanos o causador de todas as mazelas de sua vida.

Infinito: Entidade retratada quase sempre em conjunto com seu irmão, a Eternidade, ela representa o Espaço. Seus poderes são muito parecidos com os da Eternidade, mas em vez de se relacionar à evolução, seu propósito é expandir a vida no universo.

Entropia: Filho da Eternidade, a Entropia tem objetivos opostos ao de seu pai. Ao personificar a destruição de tudo e todos, ela vai contra a expansão e a evolução. Porém, é fundamental, pois sem a destruição não haveria a possibilidade de novas vidas.

Morte: Acho que esse personagem não necessita de muita explicação. Ela costuma ser representada como um ceifador sinistro, com a capa preta, o rosto de caveira e uma foice. Sua habilidade é retirar a vida de todos os seres existentes, até mesmo os ditos “imortais”. Ela é o interesse amoroso de Thanos e a principal motivação, nos quadrinhos, para o Titã reunir as seis joias. Ela já deu uns pegas no Deadpool, que foi punido por Thanos com a imortalidade para não conseguir ficar perto de sua amada.

As Joias do Infinito

O poder das joias é tão extenso que fazem delas intocáveis por seres ordinários. Para tentar contê-las e evitar maiores danos, as gemas foram guardadas em compartimentos especiais e enviadas para diferentes cantos do universo. A primeira a se revelar no UCM foi a do Espaço. As outras foram despertando ao longo do tempo.

Espaço – Azul:

(primeira aparição do Tesseract, em Homem de Ferro 2, nas anotações de Howard Stark)

Aprisionada no Tesseract, a Joia do Espaço foi trazida à Terra por Odin (Anthony Hopkins) em 965. O Cubo ficou guardado em uma igreja de Nuremberg até 1942, quando o líder da HIDRA, o Caveira Vermelha (Hugo Weaving), matou seu guardião e tomou posse do artefato.

Nas mãos do nazista, a Joia do Espaço serviu como fonte de energia para armamentos de ponta. Antes de cair no mar, o Tesseract transportou o Caveira para um lugar desconhecido durante confronto com o Capitão América (Chris Evans). Encontrado por um submarino das Indústrias Stark, a gema passou décadas sob estudo, chegando até a influenciar no reator arc que viria a alimentar a armadura do Homem de Ferro (Robert Downey Jr). No começo dessa década, ele foi novamente utilizado como fonte de energia até ser roubado da SHIELD por Loki (Tom Hiddleston), que o usou para causar muita morte e destruição. Após alguns confrontos com os Vingadores e o Thor (Chris Hemsworth), o Deus da Mentira chegou até a perder a posse da joia, mas ele a roubou – de novo – durante os eventos de Thor: Ragnarok (2017).

Habilidades: Abrir portais para acesso imediato a qualquer canto do universo. Também pode ser usado como fonte de energia.

Localização Atual: Nave asgardiana com os sobreviventes do Ragnarok e fugitivos de Sakaar.

Aparições: Homem de Ferro 2 (2010), Thor (2011), Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), Os Vingadores (2012) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Mente – Amarela:

(A Joia da Mente no Cetro do Loki e na testa do Visão)

Guardada em uma cápsula, a Joia da Mente está ligada a história dos Vingadores de forma íntima. Ela foi adaptada para energizar um cetro e emprestada por Thanos para que Loki conquistasse a Terra e trouxesse a Joia do Espaço para ele. O Deus da Mentira passou a controlar a mente de pessoas importantes, como o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), auxiliando no plano de dominação mundial.

Depois de Loki ser derrotado pelos Heróis Mais Poderosos da Terra, a SHIELD/ HIDRA tomou posse do cetro e passou a fazer experimentos em pessoas, criando Pietro e Wanda Maximoff (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, respectivamente). O programa de “aprimoramento” de seres humanos teria continuado a todo vapor, mas os Vingadores invadiram a base e levaram o cetro consigo.

Durante toda aquela confusão envolvendo Ultron (James Spader), o robô homicida constrói um corpo de vibranium, quebra a cápsula e usa a Joia da Mente para dar vida e permitir que sua “consciência” fosse transferida para o novo corpo. Acontece que os Vingadores interrompem seu plano e transferem JARVIS para dentro da estrutura de metal. Assimilando o mordomo computadorizado com a Joia, nasceu o Visão (Paul Bettany). Agora, o herói é a unidade de contenção e guardião da Gema.

Habilidades: Controle e manipulação mental, aprimoramento humano e criação de Inteligência Artificial.

Localização Atual: Testa do Visão.

Aparições: Os Vingadores (2012), Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Os Vingadores: A Era de Ultron (2015) e Capitão América: Guerra Civil (2016).

Joia da Realidade – Vermelha:

(Jane Foster observa a Joia da Realidade no formato de Éter, em Thor: O Mundo Sombrio)

A Joia da Realidade foi aprisionada em forma de éter. Sem ter um formato sólido, essa contenção foi tomada dos Elfos Negros pelo avô de Thor, Bör, e ficou adormecida desde então. Em 2013, durante a Convergência, a Doutora Jane Foster (Natalie Portman) acaba absorvendo o Éter e pondo sua vida em risco. O Elfo Malekith retira a Joia do corpo dela e começa a trabalhar em seu plano de trazer a Escuridão para todo o universo, colocando sua raça no controle de tudo, como era antes da invasão de Bör.

Thor o derrota e leva o Éter para Asgard. Como o Tesseract estava guardado nos cofres de Odin, Lady Sif e os Três Guerreiros levam a Gema da Realidade para o Colecionador. Afinal, não é sábio ou seguro ter mais de uma Joia do Infinito no mesmo lugar.

Habilidades: Moldar a realidade de acordo com o desejo de seu portador.

Localização Atual: Cofre do Colecionador, em Luganenhum.

Aparições: Thor: O Mundo Sombrio (2013).

Joia do Poder – Roxa:

(Peter Quill observa o Orbe antes de roubá-lo do Cofre em Morag, em Guardiões da Galáxia)

Apresentada em uma das melhores cenas de abertura da Marvel, a Joia do Poder é guardada em um Orbe metálico, prontamente surrupiado pelo lendário fora da lei, Senhor das Estrelas (Chris Pratt). Sua missão é muito simples, roubar a peça e vendê-la para o Corretor (Christopher Fairbank). Porém, o xandariano desiste do negócio ao saber que Ronan, o Acusador (Lee Pace) está atrás do artefato. Peter é feito de trouxa e o filme se desenrola mostrando o surgimento dos Guardiões.

Em um dado momento, descobrimos que Ronan tinha um trato com Thanos parecido com o de Loki. Depois de conseguir o Orbe, o Acusador quebra seu pacto e toma a gema do Poder para si. Pela primeira vez na história, vemos alguém tocar diretamente numa Joia do Infinito e sobreviver a isso. Ele usa seu martelo como um “adaptador” para a pedra e tenta concluir seu juramento de destruir Xandar.

Os Guardiões conseguem derrotá-lo dividindo o poder da gema entre os quatro e decidem entregá-la para a Tropa Nova.

Habilidades: Destruir qualquer coisa que o portador desejar, até mesmo um planeta, uma lua ou estrela.

Localização Atual: Cofre da Tropa Nova, em Xandar.

Aparições: Guardiões da Galáxia (2014).

Joia do Tempo – Verde:

(O Doutor Estranho usa o Olho de Agamotto para refazer as páginas de um livro sagrado)

A Joia do Tempo, diferentemente das outras, foi enviada originalmente para a Terra. O Mago Agamotto criou um invólucro em forma de cordão para conseguir utilizar as habilidades da pedra. Protegido por várias gerações de Magos, o amuleto nos foi apresentado em posse da Anciã (Tilda Swinton). Em suas aulas no Kamar-Taj, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) passou a usá-lo sem permissão. Com a morte da Anciã e a ameaça de Dormammu, ele se tornou o novo guardião do Olho de Agamotto.

Em seu grande “teste”, Strange utilizou a Joia para voltar no tempo e prender Dormammu num loop temporal infinito. Com a dominância sobre o vilão, o Doutor Estranho o convence a desistir da Terra e ir embora. Atualmente, ele protege o planeta das ameaças interdimensionais que possam aparecer.

Habilidades: Manipular o tempo de acordo com o desejo do portador.

Localização Atual: Sanctum de Nova York, com o Doutor Estranho.

Aparições: Doutor Estranho (2016) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Alma – Laranja:

A única Joia que ainda não despertou. Não se sabe onde está aprisionada e nem quem a está guardando. Especula-se que ela esteja na armadura de Heinmdall (Idris Elba), mas algumas artes promocionais dão a indicação de que o Homem de Ferro está envolvido diretamente no arco da Gema da Alma.

Habilidades: Controlar a alma de todos os seres do universo.

Localização Atual: Não se sabe.

Aparições: Não apareceu.

Teoria do T.H.A.N.O.S.

Uma teoria de fãs ganhou força em 2014, quando confirmaram que o Cetro do Loki portava uma Joia do Infinito. Eles repararam que as iniciais dos receptáculos das gemas formavam o nome do Titã Louco. Por muito tempo, essa história foi tratada apenas como teoria. Hoje em dia, ela é levada a sério. Vejam se não faz sentido:

  • Tesseract – o Cubo Cósmico, de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
  • H* – Joia da Alma, ainda não revelada.
  • Aether – o Éter, de Thor: Mundo Sombrio (2013)
  • Necklace – o colar do Olho de Agamotto, de Doutor Estranho (2016)
  • Orb – o Orbe, de Guardiões da Galáxia (2014)
  • Scepter – o Cetro do Loki, de Vingadores (2012)

*Pelo receptáculo faltante começar com “H” e ser o responsável por proteger a Joia que controla e encontra qualquer alma no universo, os fãs começaram a teorizar que o guardião dela seria Heinmdall, responsável por ver todas as pessoas e criaturas em qualquer lugar. Além disso, seus olhos são da mesma cor da gema da Alma.

Outra teoria afirma que a Joia da Alma está com Hela (Cate Blanchett), a deusa da Morte. Além de seu nome também começar com “H”, é (h)ela quem ceifa as vidas e tira as almas dos corpos das pessoas. Algo que a pedra também é capaz de fazer.

Mudança de Cores

Houve uma mudança de cores na adaptação das Joias do Infinito para os cinemas. Não se sabe ao certo o motivo dessa decisão, mas acredito ter sido para dar certa liberdade semiótica para os diretores – você conseguiria pensar em “Força da Amizade” se os Guardiões da Galáxia fossem encobertos por uma energia vermelha na hora de derrotar o vilão? Outro fator é evitar spoilers na hora da divulgação dos filmes.

Nos filmes, as cores são designadas a essas pedras:

Azul: Espaço

Amarelo: Mente

Vermelho: Realidade

Roxo: Poder

Verde: Tempo

Laranja: Alma

Nos quadrinhos, as cores eram designadas a essas pedras:

Azul: Mente

Amarelo: Realidade

Vermelho: Poder

Roxo: Espaço

Verde: Alma

Laranja: Tempo

A Manopla:

(Thanos e a Manopla do Infinito completa)

Muita gente se pergunta se a Manopla do Infinito sozinha tem algum tipo de poder. Bem, a menos que tirar bolos quentes do forno seja considerado “poder especial”, ela não tem qualquer utilidade sem as joias.

Brincadeiras à parte, ela foi projetada e construída por Thanos, que precisava colher as gemas do infinito e matar metade do universo para conquistar a Morte. Ao ver como era difícil, trabalhoso e perigoso utilizar todas elas ao mesmo tempo, o Titã Louco pensou numa forma de canalizar a energia das joias para um artefato só, deixando seu uso mais prático.

No filme Thor (2011), a Manopla completa aparece na Sala de Tesouros de Odin. Não sabemos se os planos para Thanos conseguir as Joias do Infinito eram diferentes do que são hoje, mas tudo se complicou com a cena pós-créditos de Os Vingadores: A Era de Ultron (2015), que mostra o gigante roxo pegando uma Manopla vazia e chamando a responsabilidade para si.

Na época, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a dizer que haviam duas Manoplas no UCM. De fato, se você reparar bem, a que Thanos usa na pós-créditos e a da Sala de Tesouros formavam um par. Então os fãs começaram a teorizar loucamente.

Recentemente, os roteiristas de Guerra Infinita disseram que não foram consultados na realização da indigesta cena extra da sequência de Vingadores. Para evitar qualquer acusação de furo de roteiro, eles resolveram isso em Thor: Ragnarok (2017). Em dado momento, a vilã do filme diz que a peça em Asgard é uma cópia fajuta e a destrói.

A próxima aparição das Joias do Infinito é em Os Vingadores: Guerra Infinita, que estreia em 26 de abril de 2018.

Até lá, acompanhe as notícias e nossos especiais sobre o filme aqui no CinePOP!

Crítica | Juntos Para Sempre – A Missão dos Doguinhos é Amar Incondicionalmente

Há amizades que transcendem uma vida, diz a sinopse do filme ‘Juntos Para Sempre’. Mas a verdade é que é o amor, o verdadeiro amor, que nos faz atravessar todas as dificuldades e nos impulsiona a completar a missão que cada um de nós tem em todas as oportunidades que ganhamos para reencarnar. É disso que se trata ‘Juntos Para Sempre’.

Continuação do sucesso ‘Quatro Vidas de um Cachorro’ (2017), neste novo capítulo, a saga do cãozinho Bailey (novamente com a voz de Josh Gad, na versão original) continua com a família de seu tutor, Ethan (Dennis Quaid, bem carismático já entrando na 3ª idade) e a esposa deste, Hannah (Marg Helgenberger, a famosa investigadora Catherine, de CSI Las Vegas, irreconhecível como uma senhora de sessenta anos). Mas a configuração da família que vive na fazenda mudou, e agora conta com a presença de Glória (Betty Gilpin) e da bebê CJ, neta do casal principal. Quando Bailey parte novamente para o céu dos doguinhos, Ethan lhe pede que, da próxima vez, que ele reencarne e busque proteger sua neta, CJ. Eis aí a nova missão de Bailey, que não poupará esforços para cumprir o que lhe é incubido.

A direção de Gail Macuso consegue manter o mesmo ritmo e fofurice do primeiro filme, que neste segundo capítulo faz o espectador ficar o tempo todo participando da jornada pelo ponto de vista e pela narrativa do animalzinho, que não deixa a peteca cair nem mesmo nos momentos mais difíceis (e estes, novamente, são retratados de forma alegórica, sem carregar o drama mais do que o necessário). Tudo isso é reforçado pelo roteiro escrito a quatro mãos (W. Bruce Cameron, Maya Forbes, Cathryn Michon e Wallace Wolodarsky), que intercala as falas dos humanos encaixando em um timing perfeito com as reflexões de Bailey.

Embora a trama principal seja centrada no catioro, em ‘Juntos Para Sempre’ todos os personagens têm suas jornadas particulares, dificuldades que devem superar para que cada algum atinja o seu próprio final feliz. Para isso, o filme debate questões pertinentes ao mundo dos humano-cachorro, como, por exemplo, mostrar a situação de hiper lotação dos abrigos para animais, que, com tantos bichinhos, às vezes precisa “abrir espaço à força” para que novos bichanos possam sem acolhidos (se é que vocês me entendem).

Para quem curte um filme redondinho, com todos os clichês que existem para aquecer o coração, e para aqueles que curtem filmes com bichinhos fofinhos, ‘Juntos Para Sempre’ é um entretenimento cheio de carinho, para toda a família, que faz você ir para casa correndo abraçar seu catioro.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Roteiro do filme fez jornalistas chorarem

Guardiões da Galáxia Vol. 3′ tem sido alvo de diversas incertezas desde a saída de James Gunn da direção. E com seu futuro ainda turvo, muitos fãs temem que a aguardada continuação nem chegue a ser produzida.

Segundo o jornalista de Slash Film, Peter Sciretta, um roteiro já pronto fez alguns sortudos jornalistas chorarem ao concluírem a leitura.

Confira o tweet:

“Se eu tivesse falado com duas pessoas diferentes, que de algum modo leram o roteiro de James Gunn para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e os dois tivessem me dito que o texto os fizeram chorar, não poderia dizer nada mais além disso.”

Para Karen Gillan, intérprete de Nebula, a sequência vai acontecer e ela está entusiasmada em fazer mais um filme para os fãs.

“Nosso diretor não estará mais conosco, mas estamos empolgados por continuar a história de ‘Guardiões da Galáxia‘, entregando ainda mais para os nossos fãs. Essa é a coisa mais importante. Eu não tenho nenhum detalhe sobre quando o filme vai sair, mas já existe um roteiro”.

Por enquanto, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ não possui data de estreia.

‘Duna’: Warner Bros. divulga primeira arte promocional do filme

Warner Bros. divulgou ontem, 30, a primeira arte promocional de seu novo projeto, Duna.

Confira:

Em entrevista ao THR, o produtor Joshua Grode confirmou que a adaptação de ‘Duna‘, baseada no livro homônimo escrito por Frank Herbert, deverá ser dividida em duas partes.

“Esse é o plano. Há uma narrativa que é aludida em um dos livros que nós expandimos. Além disso, quando você lê o livro, há um momento lógico para encerrar o filme que ocorre antes do livro terminar.”

Ele continua, “Nosso objetivo é fazer dois filmes, talvez mais.”

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

A Warner Bros. lançará o longa nos cinemas no dia 20 de novembro de 2020.

Duna‘ já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch.

‘Thor: Ragnarok’ ganha trailer SENSACIONAL no estilo de ‘Mulher-Maravilha 1984’; Confira!

O canal EMM divulgou recentemente um incrível trailer mash-up em que transforma o longa Thor: Ragnarok numa homenagem ao recém-lançado vídeo de Mulher-Maravilha 1984.

Confira:

Mulher-Maravilha 1984 traz o retorno de Gal Gadot para as telonas, com Patty Jenkins assumindo a direção. O filme estreia no dia 05 de junho de 2020.

Enquanto isso, Thor retornará para o quarto filme da franquia com ‘Thor: Amor e Trovão’Natalie Portman reprisa seu papel como Jane Foster e assume a manta do icônico herói, enquanto Taika Waititi volta para comandar o projeto.

O longa tem estreia marcada para 05 de novembro de 2021.

‘Rick e Morty’: Adult Swim divulga vídeo oficial de “Don’t Look Back”, música original da série

Adult Swim divulgou o single “Don’t Look Back”, música oficial do último episódio da 4ª temporada de ‘Rick e Morty’.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

Crítica | Antologia da Blumhouse começa com o pé esquerdo com o previsível suspense ‘The Lie’

A Blumhouse é conhecida por algumas das produções mais interessantes dos últimos anos, apostando suas fichas principalmente em obras de terror e de suspense que se mesclam a narrativas sólidas o bastante para nos deixar à beira de um ataque de nervos. Temos, por exemplo, o vencedor do Oscar ‘Corra!’, a adorada sequência direta de ‘Halloween’ e a franquia escrachada ‘A Morte Te Dá Parabéns’. Entre mais acertos do que erros, é inegável dizer que a produtora, supervisionada por Jason Blum, revitalizou enredos considerados datados demais para serem levados a série pelos apreciadores de cinema contemporâneos com reviravoltas inteligentes e de tirar o fôlego. E é claro que, em plena comemoração de Dia das Bruxas, ela não deixaria de nos presentear com peças audiovisuais ousadas – nesse caso, unindo-se numa antologia sem precedentes intitulada ‘Welcome to Blumhouse.

Aliando-se à Amazon Studios, os quatro filmes episódicos viriam para salvar um mês de outubro entregue ao isolamento social e a uma pandemia derradeira, talvez para nos fazer esquecer de tantos problemas – e, ainda que com seus defeitos, o capítulo inicial ganhou forma como The Lie, um drama psicológico com toques de suspense estrelado por ninguém menos que Joey King (que não é estranha a obras do gênero, visto que participou de ‘Invocação do Mal’ e ‘Sete Desejos’). A trama é simples o suficiente para não se perder ao longo do caminho, mas convencional demais para ser ousada, limitando-se às fronteiras que se autoimpõe e esbarrando em certas fórmulas monótonas até explodir em um finale chocante. King dá vida à jovem aspirante à bailarina Kayla, que está em viagem com o pai, Jay (Peter Sarsgaard), para uma espécie de retiro artístico. No meio do caminho, os dois cruzam com Brittany (Devery Jacobs), sua melhor amiga – e, depois de um acesso de raiva, Kayla a empurra de uma ponte para um rio.

Não demora muito para que Jay faça o que tem de ser feito: proteger a filha a qualquer custo. Kayla tem apenas quinze anos e, levando em conta as turbulências adolescentes e os desentendimentos, ele tem certeza de que ela não fez aquilo de propósito. A jovem também conta o que aconteceu para a mãe, Rebecca (Mireille Enos), e os pais se jogam de cabeça numa jornada claustrofóbica para impedir que alguém descubra o que aconteceu – e, mais do que tudo, proteger a filha de pessoas que desejam vingança. O problema é que, no final das contas, o filme se volta para qualquer melodrama novelesco de baixo orçamento que é centrado mais na dinâmica familiar do que naquilo que se esconde no exterior, esquecendo-se das forças que ameaçam destruir uma estrutura outrora sólida.

Veena Sud comanda o longa-metragem e tenta trazer alguns elementos de trabalhos anteriores para uma perspectiva interessante do quão longe os pais estão dispostos para protegerem seus filhos. Temos a frieza da paleta de cores de ‘The Killing’ estendendo-se através de um bairro enevoado e uma floresta congelada que são marcados pela sobriedade escassa do azul – e que se transforma num narcótico cosmos de opressão e mentiras; temos a veia criminal investigativa que nos mostra dois lados: Jay e Becca fazendo de tudo para esconder evidências e culpar o pai de Brittany, Sam (Cas Anvar), inventando desculpas de que ele abusava fisicamente da filha e a maltratava, eventualmente colocando a polícia em seu encalço. Quando as coisas esquentam, Sam até mesmo chega a ameaçá-los, culpando-os pelo desaparecimento da filha e encontrando sua ruína em uma sequência arrepiante e muito bem conduzida.

Como se pode ver, as partes funcionam melhor de modo separado do que quando unificadas em uma narrativa de três atos. O começo, o meio e o fim parecem aglutinados forçosamente em um convulsionado panorama regado a lágrimas falsas e a certas atitudes e foreshadowings que não condizem com o que nos é apresentados – nem mesmo King, que sai de uma performance surpreendente em ‘The Act’, parece à vontade até a segunda metade, rendendo-se à canastrice. A única que utiliza de construções mais recuadas e ofegantes é Enos, que centra cada uma das emoções em seus olhos e numa trêmula boca que se recusa ao explícito e opta pela consternação imagética. E, enquanto a história fala sobre um amor incondicional, ela também abre margens para discussões interessantes sobre hipocrisia, cumplicidade e traição que são coesos em sua completude, mas não fogem muito daquilo a que estamos acostumados.

A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.

The Lie se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.

‘Black Is King’: Filme dirigido por Beyoncé é indicado a uma categoria do ADG Awards 2021

Black Is King tornou-se um dos filmes mais aclamados do ano passado e continua colhendo frutos de seu sucesso crítico e comercial.

Dirigido por Beyoncé, o longa-metragem conquistou uma indicação ao ADG Awards 2021, destinado ao impecável trabalho pelos designers artísticos Hannah BeachlerCarlos LaszloSusan LinssMiranda LorenzBrandon MendezRika NakanishiEthan Tobman.

Confira o anúncio:

Lembrando que Black Is King está disponível na plataforma do Disney+.

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | Beyoncé prova novamente que é uma artista imbatível com o majestoso ‘Black Is King’

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

‘Obi-Wan Kenobi’: Atriz de ‘Pequenos Grandes Heróis’ será a jovem Princesa Leia na série, aponta site

Segundo o site Cinelinx, a atriz-mirim Vivien Lyra Blair (‘Bird Box’, ‘Pequenos Grandes Heróis’) foi escalada para a aguardada série Obi-Wan Kenobi e dará vida à versão mais jovem da Princesa Leia Organa de Alderaan (interpretada por Carrie Fisher na saga original).

As informações indicam que Leia terá um grande papel na trama, sendo descrita como “o ímpeto para toda a produção, que leva Obi-Wan [Ewan McGregor] em direção a outra aventura”.

Lembrando que além de McGregor, a série também vai contar com o retorno de Hayden Christensen (Anakin Skywalker), e Joel Edgerton e Bonnie Piesse como Owen e Beru, tios de Luke Skywalker.

O elenco ainda é formado por Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Rupert Friend (‘Homeland’), O’Shea Jackson Jr. (‘Covil de Ladrões’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos 9’), Simone Kessell (‘Reckoning’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’) e Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’).

Indira Varma (‘Game of Thrones’) também já havia sido anunciada previamente.

Lembrando que a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.

Novo trailer de ‘Matrix Resurrections’ será lançado AMANHÃ; Confira o anúncio!

Durante o painel da CCXP Worlds 2021, a Warner Bros. anunciou que o aguardado filme Matrix Resurrections’ ganhará um novo trailer oficial amanhã, 06 de dezembro.

Confira o anúncio:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.

Na trama, Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

O longa também conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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As 10 Melhores Músicas de Melanie Martinez

Se você já assistiu à 4ª temporada de ‘American Horror Story’, subtitulada ‘Freak Show’, provavelmente deve ter conferido os vídeos promocionais e ouvido uma divertida e diabólica canção chamada “Carousel”. Bom, a faixa, que se tornou bastante conhecida depois de ter sido selecionada para a antologia de Ryan Murphy, foi escrita por Melanie Martinez – que completa 27 anos de vida no dia de hoje, 28 de abril.

Melanie ganhou notoriedade depois de ter participado do reality de competição ‘The Voice’, começando uma carreira recheada de músicas potentes e com múltiplos significados. A cantora e compositora adotou uma persona bastante reconhecível desde o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio oficial, Cry Baby, com um cabelo bicolor e uma paixão por composições controversas e chocantes.

Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com dez de suas melhores músicas, desde o EP Dollhouse ao recente After School.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “ORANGE JUICE”

Devo admitir que, quando K-12 foi lançado, “Orange Juice” passava longe de ser uma das minhas faixas favoritas. Entretanto, com o passar do tempo, a canção mostrou que envelheceu de uma maneira bem interessante, principalmente pelo modo como Melanie articulou uma atmosfera sinestésica a uma narrativa pungente sobre a bulimia – utilizando-se de uma metáfora inesperada para falar sobre bulimia e sobre problemas de autoimagem.

9. “BRAIN & HEART”

Álbum: After School (EP)

Pouco depois de K-12Melanie Martinez voltou com o breve EP After School, que se tornou sua produção mais coesa desde sua recente estreia na indústria fonográfica. Mantendo-se em uma estrutura digna do final dos anos 2010, com as batidas quebradas e uma atmosfera quase onírica, “Brain & Heart” é uma das faixas que resume exatamente o que e quem Melanie representa para a música contemporânea.

8. “PACIFY HER”

Álbum: Cry Baby

Cry Babydébut oficial de Melanie no cenário fonográfico, é considerado por diversos especialistas como a melhor entrada de sua carreira. E, ao longo de uma jornada completamente bizarra sobre os problemas que existem na atualidade, são várias as faixas que despontam e nos chamam a atenção – como é o caso de “Pacify Her”. Aqui, temos a presença enervante do trip-hop, do indie pop e do electro em um enredo arromântico que denuncia relacionamentos de fachada e jogos de submissão e dominação.

7. “CAROUSEL”

Álbum: Cry Baby

A música que, de fato, deu fama mundial a Melanie Martinez não poderia ficar de fora da nossa lista. “Carousel” se tornou um ícone da carreira da performer depois de ‘AHS’, mas não é apenas por esse motivo que ela caiu no gosto do público: através de uma produção singela e profunda, marcada pela repetição, Martinez construiu uma narrativa cíclica inquebrável, descrita pela própria artista como a constante busca por um amor não correspondido, como se ela estivesse presa em um carrossel infinito.

6. “THE BAKERY”

Álbum: After School (EP)

Melanie é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais peculiares do cenário mainstream – e, por essa razão, não é compreendida por todos. “The Bakery”, dessa forma, é a canção que resume a carreira dessa cantora, compositora e diretora única, usando um respaldo trip-hop para falar de sua experiência em uma padaria para juntar dinheiro e investir em sua arte.

5. “TAG, YOU’RE IT”

Álbum: Cry Baby

Antes de Billie Eilish se consagrar dentro do pop-noir, Martinez já vinha promovendo algumas incursões dentro do subgênero com experimentações divertidas e envolventes – como é o caso da narcótica “Tag, You’re It”. Provavelmente tendo passado longe de seu radar, a faixa merece ser apreciada em sua completude, seja pelo uso demasiado e proposital das distorções vocais, seja pela condução dos instrumentos que culmina em um dos melhores refrãos da década passada.

4. “PITY PARTY”

Álbum: Cry Baby

Electro-indie e pop alternativo bradam suas vozes em “Pity Party”, terceiro single do álbum de estreia oficial de Melanie Martinez. Produzida por CJ Baran, a faixa pega elementos vistos na clássica “It’s My Party”, de Leslie Gore, em uma homenagem modernizada que premeditaria a utilização excessiva dos sintetizadores alguns anos mais tarde. Os versos tratam de forma contraditória as consequências da solidão e do não-pertencimento.

3. “MRS. POTATO HEAD”

Álbum: Cry Baby

Melanie sempre trouxe narrativas muito analíticas à sua carreira, aproveitando o espaço que tinha para se deslanchar em críticas e mais críticas às imposições sociais que as minorias enfrentam. “Mrs. Potato Head” é um desses exemplos: respaldada no estilo indie que dominava meados da década de 2010, a canção serve como reflexo dos padrões impossíveis a que as mulheres são submetidas, obrigadas, ainda que sem perceberem, a mudarem quem são para agradar opressores insaciáveis.

2. “BITTERSWEET TRAGEDY”

Álbum: Dollhouse (EP)

Martinez não é conhecida exatamente por seu apreço gigantesco por baladas – mas, quando ela se volta para as sutilezas de produções menos frenéticas e exageradas, cria mágica, como é o caso de “Bittersweet Tragedy”. Perdida em meio a músicas mais famosas, a canção faz parte do EP Dollhouse e usa e abusa de vocais poderosos, de progressões retumbantes e um sentimento que beira o épico.

1. “SHOW & TELL”

Álbum: K-12

Tudo bem, pode ser um tanto quanto inesperado ver esta música em primeiro lugar, mas “Show & Tell” não pode ser descrita de outro jeito além de “obra-prima”. Pertencente ao álbum K-12, a faixa consegue amalgamar de forma perfeita o minimalismo de uma produção sarcástica e recheada de críticas sociais e visuais exagerados e que apenas alguém como Melanie conseguiria fazer.

Crítica | ‘Mais que Amigos’ usa as fórmulas a seu favor e entrega uma divertida rom-com

Poucos gêneros cinematográficos encontraram tanto sucesso quanto as comédias românticas. Servindo como válvulas de escape por construírem histórias que fogem da realidade concreta, as rom-coms se tornaram muito populares nos anos 1990 e conquistaram o público ao redor do mundo – ainda que, desde então, tenham sofrido com a repetição excessiva de convencionalismos narrativos e estéticos. Com exceção de alguns títulos que descontruíram essa engessada estrutura (como o recente ‘Megarrromântico’, estrelado por Rebel Wilson), já fazia tempo desde que não víamos histórias de fato comoventes e envolventes – mas Billy Eichner conseguiu usar todos os elementos conhecidos para dar vida ao ótimo Mais que Amigos.

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor. Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. Afinal, sua carreira de sucesso fala por conta própria, considerando que ele é diretor do vindouro museu LGBTQIA+ de Nova York, além de comandar um podcast que abarca discussões queer e fala com abertura invejável sobre o que bem quiser (indesculpável e descaradamente).

Mesmo posando como uma pessoa independente, ele sente falta de alguma coisa – não a companhia de outro alguém, mas algo que o ajude a preencher os vazios que não percebe. Bobby tem encontros casuais com vários homens e continua a se isolar em uma inóspita sensação de frivolidade, em que o sexo não é o suficiente para deixá-lo satisfeito. As coisas começam a mudar quando ele cruza caminho com Aaron (Luke Macfarlane), um advogado testamentário que tem o “corpo perfeito” dentro dos padrões perpetuados. Os dois começam a conversar e se lançam em uma jornada de autodescoberta de importância ímpar para compreender a complexidade da comunidade queer e que é destinado a seus membros (o que já vem causando certa euforia patética por parte dos homofóbicos).

O filme se vale de inúmeras fórmulas imortalizadas pelo cinema mainstream: temos duas pessoas de mundos diferentes que cruzam caminho e se apaixonam; temos os apoios morais que servem como coadjuvante; e os obstáculos enfrentados pelos personagens para que cresçam, amadureçam e se reencontram de maneira espetacular e incrível. Entretanto, a sagacidade de Mais que Amigos vem num entendimento autoconsciente que beira a metalinguagem, na medida em que ambos os aspectos são mencionados no enredo. Bobby é apaixonado por obras clássicas que se tornaram ícones LGBTQIA+ e solta referências constantes para Aaron, como se procurasse entender seu comportamento evasivo; tudo fica mais claro quando Eichner imprime uma visão antropológica ao andamento dos protagonistas, em que, dentro da fugaz sociedade em que vivemos, nada é o bastante para nos manter satisfeitos por muito tempo.

Considerando que as rom-coms sofrem de um mal intrínseco há muitos anos, Stoller não tem muito o que fazer em relação à condução. Para aqueles que não conhecem o estilo do diretor, é só nos lembrarmos de ‘Ressaca de Amor’ e ‘Cinco Anos de Noivado’ (duas de suas incursões mais conhecidas) – e, aqui, o cineasta parece se divertir da mesma maneira que fazia tempos atrás. Porém, é notável como ele se inspira mais na construção das cenas, oferecendo algo para além das construções imagéticas e garantindo que cada engrenagem funcione com maestria e nos conduza até uma prática e previsível conclusão (não que isso seja um problema). E, cultivando o sentimento nostálgico da familiaridade, há sequências hilárias e relacionáveis, desde um jantar de festividades natalinas até um épico reencontro musical.

É claro que essa não é a primeira rom-com gay que vemos; ora, neste ano mesmo tivemos ‘Orgulho & Sedução’, estrelado por Joel Kim Booster e celebrando a cultura asiática; porém, a ambientação do longa é mais inalcançável do que a vista aqui, visto que ela depende da história para ocorrer. Eichner e Stoller unem forças para oferecer um lado diferente das investidas queer no cinema, construindo uma trama que seja relacionável àqueles que a vivenciam, e não àqueles que sempre foram retratados. De fato, ainda há um longo caminho a percorrer, mas introduzir um elenco totalmente LGBTQIA+ em um estúdio mainstream é um passo considerável para que conquistemos nosso merecido espaço ao lado de quem já é representado desde o início do cinema.

O elenco coadjuvante tem mais força que obras similares, guiado por performances estelares que se equiparam às de Eichner e Macfarlane. Temos Ts Madison como Angela, uma das dirigentes do museu que não passa a mão na cabeça de ninguém; Jim Rash como Robert, que não acredita que os bissexuais tenham voz o suficiente; Miss Lawrence como Wanda, símbolo da calma e da empatia que é mais forte do que aparenta; Dot-Marie Jones em uma espetacular rendição de Cherry, cujas convicções entram em conflito admirável com as de Robert; e Eve Lindley como a esperta e avoada Tamara, representante da Gen-Z e com um coração de ouro.

Apesar dos pontuais problemas de ritmo, Mais que Amigos é uma ótima e bem-vinda comédia romântica que vai para além das obviedades superficiais e consegue abraçar os convencionalismos de gênero sem se valer de arquétipos vencidos ou resoluções sem sentido. O resultado ultrapassa nossas expectativas e se consagra como uma divertida e comovente surpresa que vale a pena e vale seu ingresso.

‘The Last of Us’: Vídeo nos leva aos bastidores do 8º episódio da série; Confira!

A HBO Max divulgou um novo vídeo promocional da aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

featurette nos leva aos bastidores do 8º episódio, intitulado “When We Are In Need”.

Confira:

Lembrando que o nono e último episódio da temporada de estreia vai ao ar neste domingo, 12 de março.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.