Os colegas de elenco Tom Holland e Zendaya concederam a entrevista mais fofa recentemente, para um pequeno fã de ‘Homem-Aranha‘, durante um junket na Inglaterra.
Durante a divertida entrevista, a dupla respondeu perguntas separadamente e o mini Homem-Aranha ainda aproveitou a oportunidade para pedir dicas a Holland sobre como convidar a Zendaya pra sair. Na ocasião, ele ainda deu um buquê de flores para a atriz.
O astro de Dylan O’Brien vai estrelar a produção ‘The Education of Fredrick Fitzell‘, assumindo o papel homônimo. O jovem vai contracenar com Maika Monroe, de ‘Independence Day: O Ressurgimento’.
O drama será dirigido e roteirizado por Christopher MacBride, o mesmo responsável pelo terror ‘The Conspiracy‘.
A trama conta a história de Fred, que metafórica e literalmente faz uma viagem ao seu passado, em busca de uma oportunidade para se encontrar com um homem esquecido dos tempos de sua infância. Gradativamente ele acaba desvendando um antigo mistério que envolve uma garota desaparecida, uma droga chamada Mercúrio e uma criatura assustadora que o acompanhou até sua vida adulta. Passado, presente e futuro começam a se entrelaçar, à medida que Fred passa a explorar todas as possibilidades de vida que ele pode ter.
Fred, personagem de O’Brien, é um cara comum chegando aos 30 anos, que está enfrentando uma crise existencial conforme se aproxima genuinamente da fase adulta. A descrição oficial ainda afirma que ele não é “um detetive, nem agente secreto ou filósofo”.
Com a estreia de ‘CapitãMarvel‘, a dupla Brie Larson e Samuel L. Jackson está percorrendo o mundo, divulgando a chegada da produção aos cinemas.
E durante uma participação no talk show The Jonathan Ross Show, os astros deram uma palinha para o público, cantando o hit de ‘Nasce Uma Estrela‘, “Shallow”.
Fora de tom e sem lembrar a letra da música, o resultado acabou ficando inesperado e hilário!
Assista:
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
A nova minissérie da plataforma Hulu, intitulada ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’, segue a todo vapor com muito drama e a produção ganhou uma novo teaser, que indica o que os fãs podem esperar nos próximos episódios.
A intensa promo ainda revela detalhes do passado de Mia (Kerry Washington).
‘Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.
O 12º episódio da 4ª temporada de ‘The Good Doctor‘, intitulado “Teeny Blue Eyes“, ganhou uma nova e misteriosa prévia, que explora as dificuldades de Shaun e Lea de lidar com uma inesperada gravidez.
Confira:
A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.
Cortes cirúrgicos como o de uma afiada faca e uma montagem enérgica – que simula o frenético pensamento humano em uma fração de segundos – fazem de O Urso uma experiência impactante em seus primeiros cinco minutos de episódio piloto. Entre cenas de relance da agitada cidade de Chicago e a fervilhante atmosfera de uma cozinha caótica e desorganizada, a nova série original da emissora FX, também disponível na plataforma Star+, é como um inesperado choque anafilático, uma descarga de adrenalina que trava nossa mente e rapidamente nos consome para o tumultuado universo de Carmen. Aqui um dos melhores chefs de cozinha do mundo, o jovem vivido por Jeremy Allen White abre mão de seu estrelato para assumir a lanchonete bairrista de seu irmão mais velho, que tirou sua própria vida. Logo ele descobrirá que consertar as coisas dá muito mais trabalho do que construí-las do zero.
A incansável mente de Carmy, suas memórias angustiantes e a vida real que lhe batem à porta todos os dias são trazidos aqui por uma ótica espetacular e bem apurada, que convida a audiência para uma experiência catártica e sensorial. Criada por Christopher Storer, O Urso é uma série de comédia dramática bem temperada, que sabe equilibrar o humor sombrio e o drama de forma que haja sempre uma delicada reflexão em meio à intensidade dos assuntos abordados. Com Jeremy Allen brilhando em tela de forma arrebatadora, a produção original da Disney é um sopro de originalidade, identidade visual e autenticidade narrativa. Explorando o submundo do submundo da gastronomia – nos átrios de uma lanchonete de baixa categoria, ela é o supra sumo do que todo e qualquer filme ou série desse subgênero deveria ser.
Hiperrealista em alguns momentos, a produção intercala o dia-a-dia da cozinha com constantes lapsos mentais e emocionais, em que acompanhamos Carmy lidando e fugindo de seus problemas familiares, traumas e passado. Em episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, Storer e sua equipe de roteiristas conseguem nos absorver para a insanidade de O Urso, explorando personagens tão díspares que formam esse pequeno aglomerado disfuncional. Sabendo tratar os arcos dos coadjuvantes sempre com um certo viés protagonista, vemos os papéis de apoio de destacarem à medida em que orbitam ao redor de Jeremy. De um jeito ou de outro, todos possuem seu momento – que constante acrescenta uma boa dose de profundidade à própria narrativa do personagem principal, bem como à essência da trama, que é esse problemático restaurante e suas peculiares figuras.
Entre pratos bem executados, que exalam seu perfume em direção ao paladar da audiência, e circunstâncias dramáticas que sempre escalonam a trama, O Urso é um presente dado pela Disney. Com um elenco poderoso formado por Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Oliver Platt e Jon Bernthal, a série eleva os nossos sentidos, os aguçando a todo momento – enquanto abre nosso apetite. Abordando a síndrome do pânico e o transtorno pós-traumático com perspicácia e precisão, a dramédia nos permite entrar na mente de seu protagonista e perceber o mundo por sua ótica. Essa perspectiva intimista e onipresente garante ao público a rara oportunidade de viver toda e qualquer emoção. Ainda assim, seu ótimo ritmo nos impede de enxergar os fatos apenas a partir de seu campo de visão.
Com um roteiro dinâmico, ainda mais valorizado sob uma montagem excelente e uma trilha sonora que acompanha o caos que rege os personagens, a série original da Star+ ainda é escrita e dirigida em formatos distintos. Além da onipresença que frequentemente entra em cena, a produção é também dirigida na 3ª pessoa, mantendo um certo distanciamento para que acompanhemos a narrativa por um prisma mais amplo. Mantendo o otimismo a todo momento – até nos piores cenários -, O Urso é uma surpresa que chegou timidamente no Brasil. Com personagens identificáveis e um sentimento de familiaridade, carinho, amor e mutualidade que salpicam todos os seus oito episódios, a nova dramédia é um prato principal de sabor inestimável, que promete um cardápio ainda mais rico em sua 2ª temporada.
Nunca antes o Festival de Cannes selecionou tantas diretoras em uma competição oficial. Este ano, são sete, contra 14 homens, ou seja, um terço na disputa pela Palma de Ouro. Uma delas pode se tornar a terceira mulher a obtê-la dois anos depois da francesa Julia Ducournau e 30 anos depois de Jane Campion. Guarde na memória os nomes abaixo!
Grande nome do cinema francês por quase 50 anos, Catherine Breillat dirigiu filmes de sucesso de crítica como Parfait amour! (1996) e Romance (1999). Versátil na profissão e polêmica pela temática sexual, ela já atuou como atriz, romancista e roteirista, contribuindo com Federico Fellini (E la Nave Va, 1983) e Maurice Pialat (Polícia, 1985).
Esta é sua segunda apresentação em Cannes, a primeira foi com o controverso A Última Amante, em 2007. Desta vez, Breillat apresenta O Último Verão (L’Été Dernier), uma história de amor entre uma mulher e seu enteado.
Segunda francesa da lista, Justine Triet concorre pela segunda vez à Palma de Ouro. Em 2019, ela subiu os degraus do Palácio do Festival grávida de oito meses ao lado de Virginia Elfira, Adèle Exarchopoulos e o saudoso Gaspard Ulliel, para a promoção do elogiado Sibyl.
Dessa vez, a diretora de 44 anos apresentará Anatomia de uma Queda (Anatomie d’une Chute), um drama policial que conta o julgamento de uma mulher acusada do assassinato do marido.
Catherine Corsini é a sétima mulher na corrida pela Palma de Ouro 2023
Inicialmente demitida devido a acusações de assédio moral no set de seu último filme, Catherine Corsini foi adicionada à lista aos 45 minutos do segundo tempo. A terceira francesa na competição é presença habitual na Croisette, desde que foi membro do júri de curtas-metragens em 2004 e presidente do júri da Caméra d’Or em 2016.
Em 2021, ele ganhou a Palma Queer, por melhor filme LGBTQIA + na Seleção Oficial, com a comédia A Fratura. Sua obra mais conhecida é o romance Um Amor Impossível, no qual Virginia Elfira e Niels Schneider contracenaram juntos e tornaram-se um casal na vida real. Desta vez em competição, com O Retorno (Le Retour), ela se prepara para responder às polêmicas do drama envolvendo cena de sexo com um menor de idade.
Nascida na Áustria, Jessica Hausner alcançou notoriedade internacional em 2000 com Lovely Rita, o retrato de uma jovem pouco à vontade no meio familiar. Em seguida, a diretora lança o thriller psicológico Hotel (2004).
Após participar da seleção oficial em Cannes com o filme Little Joe(2019), a austríaca foi membro do júri em 2021, presidido por Spike Lee. Este ano, a cineasta compete com o suspense Club Zero, no qual uma professora cria um misterioso clube fechado de educação alimentar numa escola do Ensino Médio.
Conhecida da Croisette, Alice Rohrwacherjá ganhou dois prêmios em competição em Cannes. O primeiro foi o Grand Prix do Júri por As Maravilhas (2014), em seguida o prêmio de roteiro por Feliz como Lázaro (2018).
Irmã da atriz Alba Rohrwacher, ambas trabalharam juntas no curta-metragem Le Pupille (2022) [disponível no Disney +] nomeado ao Oscar. Membro do júri em 2019,Alice Rohrwacher apresentará La Chimera na disputa pela Palma de Ouro. O elenco conta com a brasileira Carol Duarte e narra a trajetória de ladrões de sepultura e sítios arqueológicos.
Ascensão do cinema mundial,Kaouther Ben Haniatornou-se a primeira tunisiana indicada ao Oscar de filme estrangeiro, por O Homem que Vendeu sua Pele, em 2021. Ex-aluna da Escola de Artes e Cinema de Tunis, a cineasta deu seus primeiros passos na apresentação do angustiante A Bela e os Cães, em 2017 na seção Un Certain Regard.
Após esse dois sucesso, discutindo o contexto político de seu país depois da Primavera Árabe, Kaouther Ben Hania mostra na Croisette o documentário As Filhas de Olfa (Les Filles d’Olfa), no qual a mãe de quatro meninas luta para encontrar duas delas desaparecidas.
Ramata-Toulaye Sy
Após várias figurinhas repetidas, o Festival abre espaço para novatas como Ramata-Toulaye Sy. A senegalesa concorre à Palma de Ouro com seu primeiro filme, Banel & Adama, cujo roteiro é retirado de seu trabalho de graduação em La Fémis, famosa escola de cinema de Paris.
Antes de ir para trás das câmeras, Ramata-Toulaye Sy trabalhou como roteirista. Em particular ao lado de Atiq Rahimi, membro do júri este ano, com quem colaborou para a adaptação cinematográfica do romance Notre-Dame du Nil.
No total, o Festival de Cannes selecionou 19 filmes dirigidos por mulheres na Seleção Oficial.
A Marvel Studios está completando 10 anos e para comemorar divulgou uma série de belíssimos pôsteres individuais do heróis mais famosos. Confira nossa galeria:
Com o sucesso de ‘Pantera Negra’, o mais recente filme da Marvel Studios, a “casa das ideias” ultrapassou a incrível marca de US$ 14,22 bilhões apenas em bilheteria com seus filmes, em 10 anos.
Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.
O reboot ‘O Predador’ enfrentou problemas em suas exibições-teste, e passou por mais refilmagens. Com sua estreia marcada para setembro, a produção voltou para o Canadá para dois dias de regravações.
Agora, em entrevista ao Collider, o diretor Shane Black revelou o real motivo das refilmagens: deixar o longa mais assustador.
Segundo ele, as cenas haviam sido gravadas durante o dia. Ao reverem o corte original, perceberam que o material não estava assustador como deveria. Por conta disso, refizeram toda ação dos humanos contra os vilões durante a noite.
Recentemente, o terceiro ato já havia sido inteiro refilmado após o filme não agradar o público em uma exibição teste.
‘O Predador’ será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Lançada em 1989, a primeira adaptação do conto dinamarquês A Pequena Sereia, feita pela Disney, foi um marco importantíssimo para a história das animações, já que representou uma virada de chave magnífica para a empresa, que vinha de uma década sombria de filmes com pegadas mais adultas que não fizeram tanto sucesso quanto suas obras anteriores. Foi nessa época que vieram longas animados como O Caldeirão Mágico (1985), As Peripécias de Um Ratinho Detetive (1986) e Oliver e sua Turma (1988). Apesar de serem considerados clássicos Cult atualmente, esses filmes deram bastante dor de cabeça para a Disney, que se viu superada em um ramo que ela praticamente ajudou a popularizar. Então, quando A Pequena Sereia se tornou um fenômeno de críticas e bilheteria, fazendo lembrar os velhos tempos, os executivos entenderam que aquele era o caminho que deveria ser seguido pela empresa nos anos seguintes. E assim foi feito. O sucesso veio, inaugurando uma fase histórica de animações da Disney, que a permitiram virar o século sendo referência para os filmes animados.
Seu sucesso deixou claro para a Disney que o público estava pronto para protagonistas femininas, filmes mais coloridos e aventuras clássicas. Além disso, as premiações mostraram uma mudança de pensamento, já que as canções originais foram elogiadas e premiadas. Resultado: a década de 1990 do estúdio foi toda pautada nesses conceitos. Não é absurdo dizer que foiA Pequena Sereia que tirou a Disney da fossa, porque ditou os caminhos a serem trilhados na época boa.
Por isso, quando anunciaram uma adaptação em live action desse filme, houve um certo frenesi, não só pela importância histórica da animação, mas também porque a Ariel se tornou uma das princesas mais amadas de toda a Disney. Então, era um daqueles casos em que não poderia haver erro. Era uma aventura que precisaria marcar época para talvez enfim consolidar esse projeto capenga da Disney de fazer versões live action de seus clássicos das animações. Algo revolucionário, de qualidade inquestionável para fazer o público levar fé nessa ideia. Infelizmente, não foi dessa vez.
Com direção de Rob Marshall, do fraco Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011), o novo filme já começou com uma polêmica absurda acerca da mudança de etnia da protagonista Ariel. Houve um burburinho desproporcional na internet, cheio de comentários racistas, sobre terem escalado uma atriz negra para interpretar uma sereia. No caso, não existem sereias na vida real, então é meio absurdo que as pessoas aceitem uma criatura 50% mulher 50% peixe, mas achem inaceitável que a metade humana da personagem seja vivida por uma mulher negra. Então, é melhor começar a crítica já dizendo o óbvio: a cor da atriz Halle Bailey não afetou em nada sua caracterização da Ariel. E o motivo é mais do que claro para qualquer pessoa razoável: a cor de uma sereia pouco importa para a construção da personagem. Qualquer crítica tecida nesse ponto é puramente preconceito velado.
Dito isso, vamos ao que realmente importa na construção da Ariel: a atuação. E nesse ponto, infelizmente, o filme deixou a desejar. Nas canções, Halle deu show. Sua voz impressiona com um timbre lindo e uma excelente interpretação das músicas clássicas da animação. O problema é sua atuação nas cenas que não envolvem músicas. Não dá para saber se é por conta de uma maquiagem pesada, algum procedimento estético ou apenas falta de expressões faciais, mas a atriz não consegue passar emoções simples com seu rosto. E como a direção dá bastante destaque a cenas mais fechadas nos rostos dos atores, isso acaba sendo um grande problema. Ela passa grande parte do filme com a mesma expressão, completamente engessada, como se não soubesse muito bem para onde levar a Ariel e tentasse contornar tudo com um grande “sorria e acene”, quase como um personagem de animação 3D. O que é uma pena, porque o estilo de animação usado no filme de 1989 fez da Ariel justamente uma das princesas mais expressivas do estúdio.
E essa inexpressividade não se resume a ela, porque o já consagrado Javier Bardem, que interpreta o Rei Tritão, passa longe de mostrar sua expressividade habitual em um papel também engessado e bem distante do trabalho que ele costuma realizar em tela. É uma pena também, porque seu personagem é tão mal explorado que sequer dá para entender se ele está apenas tentando ser um bom pai, como o da animação, ou se é um caso de paternidade egocêntrica, em que ele quer apenas provar que está certo e que os seres da superfície não prestam. E é aquela história: se um ator está mal no filme, o problema é com ele. Se dois atores ou mais estão mal, aí já dá para culpar o diretor.
O trabalho de Rob Marshall aqui é bem covarde. Para falar a verdade, é o grande problema do filme. Ele não consegue decidir se vai contar sua própria história ou se vai adaptar fielmente a animação. O resultado disso é um copia e cola do desenho dos anos 80, com cenas idênticas às da animação. Só que o filme original tinha 1h22 de duração. Esse aqui tem 2h20. Nessa “hora excedente”, ele tenta trazer algumas novidades, que sinceramente pouco agregam à trama e mais parecem estar enchendo linguiça para cumprir desejo dos diretores.
O que, novamente, é uma pena, porque são bons personagens que poderiam ter ganho um desenvolvimento bem melhor do que aquilo mostrado na animação, mas que por uma fidelidade desmedida, acabam tendo um papel bem similar ao do desenho animado, sendo relegados ao mero papel de coadjuvantes. Poxa, se tem uma hora a mais de filme, dava para explorar mais do passado do Tritão ou como sua relação com a vilã Úrsula se estremeceu. Em vez disso, o único personagem a ganhar uma lapa a mais de desenvolvimento é o Príncipe Eric.
Interpretado por Jonah Hauer-King, o príncipe ganha mais tempo de tela, com direito a uma melosa canção própria, que também passa a sensação de só ter entrado no corte final para bater um tempo mínimo exigido pelo estúdio. O trabalho do ator também carece de expressividade, mas considerando que a primeira opção para o papel era o cantor Harry Styles, que recusou o papel, percebe-se que poderia ser bem pior.
Por fim, falando do elenco, a Úrsula de Melissa McCarthy também é afetada pelo infeliz compromisso do diretor com a fidelidade à animação de 1989. Seu visual convence, mas a atuação explicita que ela não está compondo a personagem por si só, mas sim tentando imitar a vilã da animação. E isso incomoda. Afinal, se a ideia é ver um filme igual ao de 1989, é mais fácil (e barato) entrar no Disney+ ou colocar o DVD e assistir A Pequena Sereia no conforto do lar.
Não dá para entender o motivo de privarem o elenco de ousar e trazer coisas novas em um projeto tão ambicioso quanto esse. É um caso em que a direção aposta tanto na segurança da fidelidade que acaba criando uma obra tão carente de personalidade que pode irritar alguns. Por falar nisso, a duração de 2h20 pode passar voando em um filme bem trabalhado, mas por se tratar de uma aventura genérica, é bem provável que grande parte do público sinta bem essas horas passarem e se incomode por dar a sensação de ser mais longo do que o necessário. Em outras palavras: é um filme cansativo.
Mas ainda que seja completamente carente de personalidade, o filme consegue trazer pontos o bastante para impedir que ele seja um mau filme. Entretanto, também não são o suficiente para colocá-lo na categoria de um bom filme. É um longa “ok”, que surpreende justamente em alguns pontos que foram previamente criticados pela imprensa especializada e pelo público.
Assim que saíram os primeiros materiais promocionais, a falta de cor no filme, que trazia aquele famoso filtro cinza/ azulado nos trailers, foi um ponto que incomodou a todos. Porém, o potencial visual do fundo do mar foi bem explorado aqui, criando um visual bem interessante, principalmente nas cenas musicais. O uso das cores vivas casa bem com as canções e entretém com um visual diferente dos demais live action de clássicos Disney. Mais do que isso, a mudança de uma ilha nórdica para um reino quase caribenho permitiu que as cenas na superfície fossem visualmente mais bonitas também, explorando elementos culturais interessantes nos números musicais.
Outro ponto que causou calafrios no material promocional foram os amigos animais da Ariel, principalmente o caranguejo Sebastião e o peixinho Linguado, que pareciam buscar um realismo desnecessário e já ativou o gatilho de muitos ao lembrar daqueles animais inexpressivos de O Rei Leão (2019). O Linguado, infelizmente, ficou meio tosco mesmo. Talvez seja por isso que ele tem pouquíssimas cenas ao longo do filme. O que é uma pena, porque acabou desperdiçando o talentoso Jacob Tremblay. Já o Sebastião, surpreendentemente, ficou muito carismático. A equipe de CGI inseriu uma famosa “boquinha de siri” na criatura e usou o formato incomum de seus olhinhos para dar um jeito mais cartunizado para o animalzinho, que contou ainda com uma interpretação espetacular de Daveed Diggs, que dá um show no personagem, não apenas nas sequências musicais.
Ele também consegue ter muita química com a gaivota Sabidão, que é interpretada pela rapper, comediante e atriz Awkwafina. Não que ela vá muito além daquele papel que ela faz em todo filme, mas ela desempenha esse tipo de personagem tão bem que consegue convencer até mesmo como gaivota. A dupla brilha tanto em cena que ganha até uma música própria. Sim, o famoso rap que muitos comentaram. Particularmente, não me incomodou, porque é uma canção bobinha e divertida que casa com o momento em que é inserida na trama, mas é possível que não agrade a todos.
Ah sim, vale ressaltar que os números musicais são praticamente todos irretocáveis. Digo “praticamente” porque a música do Príncipe e a canção nova da sereia, feita para “burlar” o momento em que a Ariel perde a voz, são realmente abaixo do resto. Fora elas, a tradicional “Beije a Moça” e “Aqui no Mar” enchem os olhos, tanto pela execução vocal dos intérpretes quanto pela direção das sequências. Nesse ponto, não há do que reclamar.
Também vale o destaque para a sequência em que Ariel e Eric vão conhecer a ilha de carruagem, que consegue divertir bastante e é um dos momentos que mostram o quanto esse filme poderia ser incrível caso a direção tivesse o compromisso apenas de mostrar sua visão própria da história.
No fim das contas, A Pequena Sereia certamente dividirá opiniões. Aqueles que esperavam que o filme fosse um bela porcaria provavelmente se surpreenderão positivamente, enquanto quem esperava algo fantástico deve se decepcionar. É triste que não tenha funcionado tão bem quanto a animação em tela, justamente pela falta de ousadia do diretor em querer contar sua própria história e não tentar fazer um remake quadro a quadro de uma animação cultuada há décadas. É realmente uma pena que um título com o peso de A Pequena Sereia termine sendo apenas mais um filme que não acredita no próprio potencial.
Mas isso só reflete o posicionamento da Disney acerca dessas adaptações de seus clássicos em live action. Parece que o estúdio não quer criar novos clássicos com algumas de suas franquias mais incríveis. A impressão que dá é que, para a Disney, o importante é tentar emplacar um sucesso fabricado, mesmo que isso aumente as chances de criar uma série de projetos esquecíveis e genéricos, se opondo às inovações que as animações adaptadas trouxeram quando foram lançadas. Uma pena.
Tem coisa que a paranoia na cabeça dos roteiristas adora escrever a respeito: o universo conspiratório em que todo mundo está contra os interesses do “governo”, seja ele qual for. Geralmente centrado no eixo Europa-Estados Unidos, uma produção de ação com suspense e conspiração geralmente envolve mocinhos versus bandidos, sendo estes geralmente oriundos dos países não ocidentais. Seguindo esse molde, estreou na virada do ano como uma das apostas da Netflix a minissérie ‘Traição’, uma boa opção para os assinantes que gostam desse tipo de produção.
Em um dia comum, Sir Martin Angelis (Ciarán Hinds), diretor geral da MI6 (o serviço de inteligência secreto do Reino Unido e das Nações Amigas), está almoçando no clube que sempre frequenta quando, de repente, percebe que algo está errado: ele fora envenenado. Com o diretor afastado no hospital, Adam Lawrence (Charlie Cox), um homem jovem e cheio de energia, é indicado para ocupar a vaga de diretor geral da MI6. Sob pressão mas disposto a dar seu melhor, Adam se debruça a fundo para investigar quem estaria interessado no envenenamento de Adam, porém, aos poucos sua própria vida começa a correr risco, e também a de sua esposa Maddy (Oona Chaplin) e seus filhos Callum (Samuel Leakey) e Ella (Beau Gadsdon). Isto porque Kara (Olga Kurylenko), sua ex-namorada russa, volta de seu passado para cobrar respostas sobre uma missão em que os dois estiveram envolvidos anos antes.
Dividido em cinco episódios de cerca de quarenta minutos cada, ‘Traição‘ é o tipo de história que busca entregar ao menos uma grande reviravolta por episódio, de modo a engajar o espectador a continuar assistindo. Neste sentido, consegue seu objetivo, afinal, sendo uma minissérie, o espectador já tem mais predisposição para assistir, ciente de que terá o final da história quando a minissérie acabar.
O roteiro de Mark Charman e Amanda Duke faz o eixo do enredo girar a cada fim de arco narrativo. Em um primeiro momento temos a história centrada no protagonista Adam, que é um sujeito meio sem sal que não justifica estar na posição em que está; em seguida mudamos para Kara e esse passado negado, que eventualmente explica o porquê das coisas; por fim, ficamos em Maddy, a esposa que começa sem muito espaço na história mas que acaba como protagonista. Para rechear as tramas, muito suspense conspiratório envolvendo agentes-duplos, agentes infiltrados, FBI, MI6, vilões russos e heroísmo em território árabe. Ou seja, um roteiro que bebe e reforça a construção dessa imagem de árabes e russos como os grandes maus e os ingleses-estadunidenses como os bonzinhos, mesmo que entre eles mesmos haja muita puxada de tapete.
A direção compartilhada entre Louise Hooper e Sarah O’Gorman promove dinamismo para a história, alternando os holofotes do vilão versus herói de modo que o espectador é constantemente enganado, sem saber em quem acreditar – tal como os personagens na história. As diretoras realizam um competente trabalho na construção do suspense e das cenas de luta e tiroteio, tornando-as bastante convincentes, que é o que os fãs de ação querem ver.
‘Traição’ é uma boa minissérie de ficção com um quê de real, que se baseia no imaginário coletivo do eixo nórdico do globo de estar constantemente buscando traidores. Não traz nada de novo, mas é bem feito, e é isso que importa no entretenimento.
Batman está se tornando uma parte grande do universo ‘Titãs’, da DC, como mostrando em uma imagem dos bastidores trazendo o icônico personagem na batcaverna.
A foto foi divulgada no site Reddit pelo usuário thomasp003. Na foto, é bem possível ver o Cavaleiro das Trevas em pé dentro de seu quartel-general com suas costas voltadas para a câmera.
À sua direita, Dick Grayson/Asa Noturna pode ser visto. Entre os dois, o diretor de um dos episódios da próxima temporada também dá as caras, mas certos rumores surgiram acerca a quem a identidade pertence – e pode ser que Alfred Pennyworth também apareça no próximo ano da série.
A CW divulgou o novo trailer oficial da 8ª e última temporada de ‘Arrow’.
Confira:
Confira os títulos dos sete primeiros episódios do próximo ciclo:
08×01: “Starling City”
08×02: “Welcome to Hong Kong”
08×03: “Leap of Faith”
08×04: “Present Tense”
08×05: “Prochnost”
08×06: “Reset”
08×07: “Purgatory”
Lembrando que a oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.
Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.
A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.
Segundo a Variety, a Sony Pictures suspendeu as filmagens de um de seus mais aguardados projetos: a adaptação do game‘Uncharted’.
O longa começaria a ser rodado em Berlim no próximo mês, mas, devido ao surto pandêmico do Coronavírus, os executivos da companhia acharam melhor adiar o início da produção por tempo indeterminado.
Lembrando que a estreia do longa foi adiada de 18 de dezembro de 2020 para 05 de março de 2021.
Após a saída do diretor Travis Knight, a Variety divulgou que Ruben Fleischer é o novo cineasta à frente da produção.
Fleischer é responsável pelo sucesso ‘Venom’, que arrecadou mais de US$850 milhões nos cinemas, além de ter trazido às telonas a franquia ‘Zumbilândia’ e o filme de ação ‘Caça aos Gangstêres’.
O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.
O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.
Em uma recente entrevista ao Collider, Seth Rogen confirmou que está produzindo um novo filme da franquia ‘As Tartarugas Ninja’. Entretanto, ao contrário dos live-actions, o longa-metragem será realizado totalmente em CGI (computação gráfica) e em parceria com a Nickelodeon Animation Studios.
“Como alguém que adora produções adolescentes e como alguém que já trabalhou em várias delas, a ideia de honrar esse elemento no novo filme é bastante empolgante. Foi o principal ponto das discussões [com o estúdio]”, ele disse.
Jeff Rowe, conhecido por seu trabalho na aclamada animação ‘Gravity Falls’, entra como diretor. Brendan O’Brian’ assina o roteiro.
Vale lembrar que, de acordo com o WGTC, A ParamountPictures também estaria produzindo um reboot da saga, o qual terá um tom bastante sombrio e mais fiel aos quadrinhos originais.
A informação veio da mesma fonte que revelou o retorno de Han Lue (Sung Kang) em ‘Velozes e Furiosos 9‘ antes de sua confirmação.
Foi dito que os produtores queriam um filme para maiores de 18 anos, mas após o fracasso de ‘Aves de Rapina‘, parece que o longa terá uma classificação mais branda, ainda que a história seja para o público mais maduro.
Kevin Eastman, o co-criador da franquia, disse ao Comic Book que uma versão mais adulta das Tartarugas poderia ser uma boa opção para aNetflix.
“Eu sinto que essa é a direção que podemos ir e haverá bastante audiência para apoiar uma série de TV para maiores. Muitos fãs vêm até nós perguntando quando as ‘Tartarugas Ninjas‘ terão aquela intensidade da Netflix, ao mesmo tempo, você pode equilibrar isso com uma série de desenhos animados tão maravilhosa como ‘O Despertar das Tartarugas Ninja’. Então eu espero que no futuro… Bom, eu adoraria ver isso, realmente.”
Apesar dos planos, parece que a ideia ainda está nos estágios iniciais e ainda pode haver novas discussões quanto à classificação do filme.
Maiores detalhes não foram revelados, então não há informação sobre enredo, elenco, direção e previsão de estreia.
Como a Paramount não se pronunciou sobre o assunto, considere como rumor.
Originalmente, as ‘Tartarugas Ninja‘ foram criadas para um público mais adulto, na década de 1980, mas acabou conquistando as crianças e a franquia se adaptou a versões mais leves e humoradas.
A VH1anunciou recentemente as drag queens participantes da 2ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race UK’, spin-off do aclamado e premiado reality show.
Com estreia marcada para o dia 14 de janeiro, duas semanas depois do lançamento da 13ª temporada da competição original, as novas competidoras são: Tayce, Lawrence Chaney, Cherry Valentine, Tia Kofi, Bimini Bon Boulash, Ginny Lemon, Veronica Green, Sister Sister, Joe Black, Ellie Diamond, Asttina Mandella e A’Whora.
A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.
Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.
A HBO MAX divulgou hoje (29) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Love Life’, que tem estreia marcada para o dia 28 de outubro.
Confira:
A série continuará ambientada na cidade de Nova York, mas agora a narrativa se concentrará na jornada do personagem Marcus Watkins, vivido pelo ator William Jackson Harper.
Harper viverá o protagonista que sai de uma relação de muitos anos com uma mulher, e retorna para o mundo dos solteiros. O personagem se vê mergulhado de volta na busca pela realização romântica que ele pensava que já havia encontrado.
As personagens da primeira temporada, interpretadas pelas atrizes Anna Kendrick, Zoë Chao, Peter Vack, Sasha Compére e Nick Thune, também aparecerão nos novos episódio.
A narração fica sob responsabilidade do ator Keith David.
Através das redes sociais, o diretor e roteirista Matt Reeves divulgou um novo single oficial da trilha sonora do aguardado ‘Batman’, composta pelo lendário Michael Giacchino.
A faixa em questão é intitulada “Catwoman” e serve como música-tema de Selina Kyle/Mulher-Gato, interpretada por Zoë Kravitz.
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de março.
Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.
“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”
“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”
Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).
A 3ª temporada de ‘Sintonia’, um dos maiores sucessos da Netflix, finalmente estreou!
Os novos episódios chegaram à plataforma de streaminghoje,13 de julho.
Quando os sonhos se realizam, é hora de acordar! Nando, Rita e Doni seguem crescendo, cada um em sua caminhada, e agora precisam lidar com escolhas que podem prejudicar tudo o que já conquistaram, inclusive a amizade dos três.
A produção brasileira, o show segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.
Enquanto os novos episódios não são lançados, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional elencando os melhores momentos da temporada de estreia.
Em 1717, o Capitão Bonnet é um aristocrata de família inglesa nascido em Barbados que abandona sua família e vida confortável para se tornar um pirata durante a Era de Ouro da Pirataria, apesar de não haver nenhuma aptidão para o trabalho. Viajando abordo de seu navio, o Revenge, o Capitão Bonnet e sua tripulação disfuncional lutam para sobreviver contra ameaças como a marinha britânica e outros piratas sedentos de sangue.
A Blumhouse divulgou o trailer e os cartazes oficiais da vindoura de ‘Five Nights at Freddy’s‘, baseada no popular jogo de terror.
O longa estreará oficialmente no dia 27 de outubro – bem a tempo do Halloween.
Confira:
Na trama…
“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”
O elenco ainda contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) eMary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).
Anteriormente, o produtor Jason Blum, da Blumhouse Productions, havia revelado que estava trabalhando em múltiplos enredos para a aprovação de Scott Cawthon, criador dos games originais.
“Nós escrevemos múltiplos roteiros e nos vimos em uma corda bamba, em que precisamos fazer justiça a ‘Five Nights at Freddy’s’ e deixar Scott feliz”, ele comentou. “A única forma que conseguiríamos fazer isso era agradá-lo… Não quero fazer algo que o Scott não queira. Deixe-me dizer de uma forma diferente: não tenho o direito de fazer nada que Scott não queira. Basicamente, Scott tem o equivalente ao ‘corte final’ e tem levado mais tempo do que eu gostaria para acertar a história”.
Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.
Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.
‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.
‘B.A.: O Futuro Está Morto’, nova série nacional distópica, já está disponível na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional reunindo o elenco protagonista – que revela como foi o primeiro beijo de cada um.
Confira:
Lembrando que os três primeiros episódios da produção, baseada na graphic novel de Rafael Coutinho, estão disponíveis na plataforma.
Ariel é um adolescente comum: tímido, desajeitado, solitário. De sua vida pacata, ele se vê lançado ao centro de uma conspiração que envolve marcas famosas, video games, uma cidade tomada por gangues, celebridades instantâneas, consumo. Em meio a tudo isso, adolescentes começam a ser assassinados por monstros terríveis que só os jovens parecem enxergar. Um dos grandes artistas do quadrinho brasileiro, Rafael Coutinho criou uma verdadeira ópera psicodélica para tocar nos grandes temas da adolescência.
O Collider divulgou, com exclusividade, um vídeo inédito do vindouro terror ‘Abigail’, que acompanha uma jovem vampira bailarina em sua caçada a um grupo de sequestradores.
No featurette, Melissa Barrera traz detalhes sobre a personagem que interpreta no longa, Joey.
Confira:
Lembrando que o longa estreia na próxima quinta-feira (18), mas já conquistou aclamação da crítica no Rotten Tomatoes – abrindo com 80% de aprovação baseada em 20 avaliações.
Os críticos elogiam o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.
Confira alguns trechos das avaliações:
“Abigail tem humor, ação e muito, MUITO sangue. É difícil se destacar em um mar vermelho de filmes de vampiros, mas este consegue.”, Kelly McClure – Salon.com
“Com um compromisso insano com a pulverização arterial e um conjunto entusiasmado, Abigail acaba sendo outro prazer para todos os fãs de Bettinelli-Olpin e Gillett. É uma explosão sangrenta.”, Bloody-Disgusting.
“O filme não é de todo ruim, mas Abigail, a pequena vilã pirueta, poderia usar alguns sérios… ensaios”, disse Alison Foreman do IndieWire.
“Há pontos de Abigail que parecem muito com o horror pintado por números, cheio de despejos de exposição que efetivamente me tiraram da narrativa sangrenta em sua necessidade de cortar a tensão”, disse Maggie Boccella do Collider.
“No que pode se tornar um dos maiores filmes de vampiros de todos os tempos, Abigail oferece uma visão extremamente sangrenta, divertida e bem-humorada do subgênero”, disse Jordan Williams do Screen Rant.
“‘Abigail’ define a fasquia como a mais divertida que se pode ter com um filme de terror do ano. Em outras palavras, “Abigail” é horror na ponta”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.
“Não é mal feito, apenas desinspirado e jogado”, disse Simon Abrams do Roger Ebert.
“Um longa ensanguentado faz um bom momento. Um giro inteligente no gênero vampiro cheio de cenários selvagens e gore, alimentado ainda mais por um conjunto elétrico perfeitamente fundido”, disse Perri Nemiroff do canal Perri Nemiroff no YouTube.
“Abigail é um bom momento divertido, sinuoso e sangrento. Encontra o equilíbrio perfeito entre humor e horror. E o conjunto de personagens se equilibra bem”, disse Sean Chandler do Sean Chandler Talks About.
“Radio Silence provou ser uma das vozes mais emocionantes, e crucialmente, divertidas do gênero de terror e Abigail leva isso para o próximo nível”, disse Rosie Fletcher do Den of Geek.
“Um festival de diversão absolutamente insano, sangrento, cheio de gore. Provavelmente o melhor momento do cinema este ano inteiro. Vejo em um teatro lotado!”, disse Tessa Smith da Mama’s Geeky.
“Abigail trouxe tudo o que eu quero em um filme de vampiros: grandes personagens, grandes risadas e galões de sangue. Alisha Weir é uma explosão para assistir enquanto brinca com sua comida no melhor e mais divertido filme de Radio Silence até agora”, disse Cody Leach do canal Cody Leach no YouTube.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
‘Abigail‘ marca a reunião entre a atrizMelissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.
Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘ – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
O universo ‘Batman’ ganhou mais um capítulo recentemente com a estreia de ‘Pinguim’, série derivada estrelada por Colin Farrell.
Com o lançamento da atração, vários fãs começaram a se perguntar se o filme original ganharia mais spin-offs, com rumores indicando narrativas sobre o Departamento de Polícia de Gotham e sobre o Asilo Arkham. Agora, segundo o idealizador Matt Reeves, conversas sobre mais produções estão evoluindo consideravelmente.
“As coisas sobre o que estamos conversando são versões evoluídas desses projetos”, ele disse em entrevista à EW. “Não é como se isso não funcionasse. […] Precisamos evoluir tudo isso. Eu descreveria [os projetos] não como alguma coisa que não funcionou, e sim como algo que está em vias de chegar a seu destino”.
Lembrando que ‘Pinguim’ está disponível na Max.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
O Hulu divulgou um novo vídeo promocional da série ‘The Handmaid’s Tale‘.
O material faz um grande resumo das cinco primeiras temporadas antes da estreia do sexto e último ciclo – agendado para 08 de abril nos EUA e 09 de abril no Brasil (através da Paramount+).
Na sexta temporada, o espírito inflexível e a determinação de June a puxam de volta para a luta para derrubar Gilead; Luke e Moira se juntam à resistência; Serena tenta reformar Gilead enquanto o Comandante Lawrence e a Tia Lydia avaliam o que fizeram; e Nick enfrenta testes desafiadores de caráter.
Vale lembrar que todas as cinco iterações continuam disponíveis no catálogo do Disney+.
As gravações da nova adaptação cinematográfica de ‘Resident Evil’, estrelada por Austin Abrams, promete “honrar” a icônica franquia de jogos original da Capcom.
Durante uma recente entrevisa ao ComicBook.com, o diretor Zach Cregger (‘Noites Brutais’) trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou o motivo pelo qual queria contar essa história.
“Porque eu amo os jogos”, ele contou. “Eu joguei todos os jogos. Joguei ‘Resident Evil 4’ centenas de vezes. Sou obcecado [pela franquia]. E, então, só queria contar uma história que esteja honrando a experiência que nós temos quando jogamos os games”.
Ele continuou, revelando que não conferiu as outras adaptações: “não assisti aos filmes, não é minha praia. Mas os jogos são. É um parquinho que eu amo… E acho que o filme vai arrasar. Acho que vai arrasar”.
Anteriormente, conversando com a SFX Magazine, Cregger confirmou que o longa-metragem não será “completamente fiel” aos jogos.
O cineasta ressaltou a importância de desenvolver uma boa adaptação, ressaltando querer resgatar a sensação de terror dos primeiros jogos:
“Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”.
Ele completa: “não acredito que estou quebrando regras importantes, mas também reconheço que, não importa o que eu faça, algumas pessoas ficarão irritadas. Então, eu só quero me concentrar em fazer um bom filme e contar uma história interessante. Sei que ficarei satisfeito com a adaptação, então espero que outras pessoas também sintam o mesmo.”
O reboot está programado para estrear no dia 18 de setembro de 2026.
Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
“Sou um grande fã desses jogos por décadas e ter a chance de trazer este título para as telonas é uma verdadeira honra,” declarou o cineasta.
A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.
‘Avengers: Doomsday’ teve seu título nacional confirmado oficialmente nos últimos dias, chegando aos cinemas brasileiros ano que vem como ‘Vingadores: Doutor Destino’. E é claro que os fãs não poderiam estar mais ansiosos para conferir os múltiplos teasers do longa-metragem dos Irmãos Russo.
Ainda que o conteúdo completo não tenha vazado, o áudio do segundo teaser viralizou nas redes sociais. E, para aqueles que não se recordam, o material apresenta Thor (Chris Hemsworth) rezando na floresta para seu falecido pai, Odin (Anthony Hopkins), provavelmente antes dos heróis mais poderosos da terra enfrentarem o temível Doutor Destino (Robert Downey Jr.).
“De todas as coroas, reinos e orgulhos, não peço nada. Pai, ouça seu filho. Não sou digno da vida, mas ainda assim imploro que deixe o fio se alongar. Não para trovões, não para guerras… Deixe-me permanecer tempo suficiente para ver meu amor mais uma vez”, diz a transcrição do áudio (via CBM).
O “amor” a que Thor se refere pode ser tanto uma mulher com quem se casou ou com quem teve um relacionamento desde a última vez que o vimos em ‘Thor: Amor e Trovão’. Todavia, a probabilidade mais palpável é que o Deus do Trovão se refira à filha ressuscitada de Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que ele eventualmente adotou e deu o nome de Love.
A personagem, interpretada por India Rose Hemsworth, não deve ter presença marcante em ‘Doutor Destino’, mas acredit-ase que ela terá relevância para o andamento da narrativa.
Em uma recente sessão de perguntas e respostas do The Cosmic Circus, o jornalista e insider Alex Perez afirmou que Love será “aquela que alertará Thor sobre a batalha iminente, já que ela está conectada ao ser cósmico Eternidade, que está sendo ameaçado pela situação atual”.
Em resposta a Perez, o designer gráfico, ilustrador e artista de efeitos visuais James Mack acrescentou: “esse ‘amor’ é sobre a nova filha [de Thor], é ela quem sente e avisa Thor sobre a ameaça que está chegando, as incursões e Destino. Ela é deixada em Nova Asgard com Valquíria [Tessa Thompson] enquanto Thor se une aos Vingadores mais uma vez”.
This “Love” is about his new daughter, she is the one who senses and warns Thor about the threat that is coming, the incursions and Doom.
She is left in New Asgard with Valkyrie while Thor joins the Avengers once again https://t.co/3IFMdCmNar
O longa-metragem, dirigido pelos Irmãos Russo, abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno deRobert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.
O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
A LEGOanunciou recentemente que irá lançar uma nova linha de brinquedos inspirada na franquia cinematográfica da Sony Pictures. A trilogia, que teve início em 2018 e se estendeu até 2024, faturou US$1,8 bilhão nas bilheterias mundiais, apesar das críticas mistas para negativas.
De acordo com o The Brick Fan, o set será lançado nas lojas dos Estados Unidos em 3 de julho, com preço sugerido de US$49,99 e 413 peças. Esta será a primeira vez que o personagem, eternizado por Tom Hardy nas telonas, ganhará uma minifigura da icônica marca.
Ainda não se sabe quando e se a linha chegará ao Brasil.
Confira as imagens:
Vale lembrar que a trilogia está disponível na HBO Max, com o último filme sendo ‘Venom: A Última Rodada’.
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
Temendo o futuro do Homem-Aranha no cinema após o fim do acordo entre a Marvele a Sony, os fãs do personagem estão protestando nas redes sociais.
Através da tag #BoycottSony, usuários do Twitter e Instagram estão ameaçando boicotar qualquer produto da marca Sony, como filmes, jogos e até aparelhos eletrônicos.
#boycottSony Spider-Man has been amazing in the MCU far from home made a billion dollars Tom Holland is Incredible as Spider-Man Why would Sony not let them make anymore movies after Spider-Man 3 pic.twitter.com/816eEF4VhY
“Homem-Aranha tem sido incrível MCU. ‘Longe de Casa‘ fez 1 bilhão de dólares. Tom Holland é incrível como Homem-Aranha. Por que a Sony não os deixaria fazer mais filmes depois de ‘Homem-Aranha 3’?”
peter will never meet shuri
peter will never meet morgan
peter cant interact with happy
peter cant interact with nick fury
peter is out of the mcu#BoycottSony fuck you
“Peter nunca vai conhecer Shuri
Peter nunca vai conhecer Morgan
Peter não pode interagir com feliz
Peter não pode interagir com Nick Fury
Peter está fora do MCU # BoycottSony”
No ano que vem, oSnyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ finalmente será lançado na HBO Max, para a alegria dos fãs que apoiaram a campanha #ReleaseTheSnyderCut.
Mas o que isso pode significar para o futuro do DCEU? Será que o sucesso do filme pode impulsionar os planos para investirem em uma trilogia da equipe de super-heróis?
Após o fracasso do filme nas telonas, Zack Snyder provocou os fãs apresentando várias ideias sobre as possíveis sequências, inclusive o 2º filme seria lançado em junho de 2019.
Em seu perfil no Vero, o cineasta deu alguns detalhes sobre seus planos para a trilogia, como a introdução da Tropa dos Lanternas Verdes e dos Novos Deuses, concluindo a trama com uma grande guerra contra Darkseid e as forças de Apokolips.
Agora que o público terá acesso à versão completa do que Snyder havia planejado, será que a Warner Bros. dará continuidade à ideia?
O estúdio está disposto a gastar entre US$ 20 e 30 milhões com o lançamento previsto para o ano que vem, e se a recepção for positiva o bastante, pode ser um bom sinal.
Vale lembrar que o Universo Compartilhado da DC só fracassou por conta das críticas à versão oficial de ‘Liga da Justiça’, mas a Warner continua interessada em expandir a franquia com ‘Mulher-Maravilha 1984‘, ‘Aquaman 2‘ e com o filme solo do ‘Flash‘.
Caso o Snyder Cut seja recebido como os executivos do estúdio esperam, essa seria a oportunidade perfeita para investir na trilogia.
Mesmo antes do lançamento de ‘WandaVision‘, diversos rumores apontaram que o demônio Mephisto seria o grande vilão da atração.
Para quem não sabe, Mephisto é um demônio capaz de atravessar dimensões paralelas e é capaz de criar distorções na realidade.
Inclusive ele foi o responsável por criar uma realidade fantasiosa nos quadrinhos, na qual Wanda dá à luz os gêmeos Wiccano e Célere, também introduzidos na série daDisney+.
Pensando nisso, o ilustrador Raf Grassetti compartilhou em seu perfil do Instagram uma bizarra fan art imaginando Evan Peters como intérprete do personagem.
Na série, Peters reprisa seu papel como Pietro, mas alguns fãs acreditam que ele seja o demônio brincando com os sentimentos de Wanda.
Na publicação, o artista escreveu:
“Mephisto. ‘WandaVision’ é a melhor surpresa deste ano, até agora. Eu amo a série e mal posso esperar para ver aonde ela nos levará. Aqui está minha visão rápida sobre Mephisto, muito divertido, espero que o vejamos em breve”.
Apesar de não haver nada confirmado sobre a presença do demônio, faz todo sentido que seja ele o arquiteto da ilusão que Wanda está vivendo na série… Algo que deve ser explicado mais tarde.
Inclusive uma linha de brinquedos indica que o personagem deve ser apresentado até o fim da trama.
Confira:
“Alerta de SPOILER! Minifiguras da Walgreens revelam o visual do vilão Mephisto em ‘WandaVision‘.”
Os acessórios usados pelo Vingadores são sonhos de consumos de muitos fãs, como o capacete do Homem de Ferro, o Mjolnir do Thor e o escudo do Capitão América.
E esse sonho está mais próximo de se tornar realidade para quem tiver conseguir de desembolsar uma fortuna pelo escudo usado por Chris Evans em ‘Vingadores: Ultimato’.
O acessório do herói está será leiloado pelo Hake’s Auctions e o lance atual está em torno de US$ 45.000, o equivalente a R$ 250.400.
Quem estiver interessado deve dar seu lance até o dia 03 de novembro, quando será realizada a venda.
O escudo de 24 polegadas de diâmetro também vem com um certificado de autenticidade assinado por Russell Bobbitt, supervisor de objetos cenográficos daMarvel Studios.
A descrição oficial do produtor diz o seguinte:
“O Hake’s Auctions tem o orgulho de apresentar o escudo do Capitão América usado por Chris Evans em ‘Vingadores: Ultimato‘ em nosso no 233º leilão. Construído pelo Mestre de Objetos Sênior Russel Bobbitt, daMarvel Studios, o escudo é tem 24 polegadas de diâmetro, com interior feito em espuma de alta densidade coberto por alumínio fiado e alças de couro feitas à mão. No filme, foram usados de 30 a 40 escudos, que acabaram sofrendo danos, mas este foi usado por Evans na cena final da adaptação e permanece intacto.”
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