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‘The Flash’: Ben Affleck deve filmar suas cenas com Batman em setembro

A adaptação de ‘The Flash‘, do diretor Andy Muschietti (‘It – A Coisa’), segue em fase de produção e o astro Ben Affleck deve retornar em breve para gravar novas cenas, trajando o uniforme do Batman. A informação foi revelada por Umberto Gonzalez, reporter do site The Wrap e editor chefe do portal Heroic Hollywood.

Vale lembrar que ambos os veículos são conhecidos por terem acesso à exclusivas e informações sigilosas do cenário hollywoodiano.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, o jornalista compartilhou a novidade, revelando que o astro deve filmar as cenas no mês de setembro.

Confira:

“Uma pequena novidade pra todos vocês. Ben Affleck deve retornar para se vestir novamente como o Batman no filme The Flash, em setembro”. 

Por enquanto, ainda não se sabe qual será a importância do Bruce Wayne de Affleck na trama, mas considerando sua proximidade com Barry Allen (Ezra Miller), pode ser que ele seja o mentor do herói velocista.

Anteriormente, o jornalista John Campea disse que o Bruce Wayne de Michael Keaton será um dos protagonistas do longa, e sua participação será tão importante quanto a de Sean Connery em ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘.

“Seu personagem terá uma grande participação, tão importante quanto a de Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada. É muito maior do que o imaginado”, afirmou.

As filmagens do aguardado ‘The Flash’ continuam e foi divulgada uma imagem de Michael Keaton filmando como Bruce Wayne em Londres, Inglaterra.

Confira, com outras fotos do set:

Lembrando que as gravações começaram nos estúdios Warner Bros. em abril. Em maio, as cenas foram rodadas em Stamford, Lincolnshire, utilizando a Casa Burghley como a Mansão Wayne.

Vale lembrar que Ben Affleck vai reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa, cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, Andy explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Sing Sing’: Com Colman Domingo, indicado ao Oscar estreia no streaming; Saiba onde assistir!

Sing Sing, aclamado drama estrelado por Colman Domingo (‘Rustin’) e indicado ao Oscar, já está disponível no streaming.

O longa-metragem teve sua estreia na última quarta-feira (30) na grade de programação da Prime Video.

Confira o novo trailer promocional:

O filme é dirigido por Greg Kwedar, que co-assina o roteiro ao lado de Clint Bentley.

Sing Sing acompanha a história de Divine G (Domingo), um homem preso por um crime que não cometeu, que encontra propósito ao atuar em um grupo de teatro ao lado de outros homens encarcerados, incluindo um novo e desconfiado integrante (Clarence Maclin). Baseado em uma emocionante história real de resiliência, humanidade e o poder transformador da arte, o filme conta com um elenco inesquecível composto por atores que já foram encarcerados.

Sean San JoséPaul Raci, David GiraudyPatrick GriffinJon-Adrian VelazquezSean Johnson completam o elenco.

‘Covil de Ladrões’: Muita ação no trailer do thriller policial com Gerard Butler

A Diamond Films divulgou o primeiro trailer de Covil de Ladrões, thriller policial com Gerard Butler, dirigido por Christian Gudegast. O longa promete muita ação e roubos.

Confira o trailer legendado:

A trama mostra um grupo de ladrões planejando um assalto e Butler como um policial pouco ortodoxo que está indo atrás do grupo.

O elenco é composto por Pablo Schreiber (‘American Gods), O’Shea Jackson Jr. (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’), Brian van Holt (A Casa de Cera) e Curtis “50 Cent” Jackson.

Covil de Ladrões tem previsão de estreia para 19 de janeiro de 2018 nos Estados Unidos.

‘Os Jovens Titãs’ rebate alfinetada de ‘Deadpool’ nos filmes da DC

Parece que o Deadpool não é o único filme zueiro do ano! Em seu último trailer, o Mercenário Tagarela alfinetou os filmes da DC Comics e acabou recendo uma resposta à altura, vinda da animação Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’.

No vídeo, Deadpool diz para Cable: “Tão sombrio… Tem certeza de que você não é do Universo DC?”. E o Lanterna Verde respondeu no Twitter, marcando Ryan Reynolds com um GIF e a seguinte frase: “Existe um filme do Lanterna Verde, mas que ninguém fala sobre isso”.

“Hey, Ryan Reynolds. Vimos o novo trailer de ‘Deadpool 2’. Nunca se esqueça, antes de ser um herói da Marvel, você era parte do universo da DC”

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas estreia em 26 de julho.

Confira o novo trailer:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

‘The Walking Dead’ vai ganhar universo expandido com novas séries e filmes

Parece que a franquia The Walking Dead ainda está muito longe de acabar. Pelo menos foi o que garantiu o CEO da AMC uma nova reportagem do Bloomberg, onde contou que o universo da trama deve ser expandido com novas séries e filmes para os cinemas.

Ainda segundo o site, a emissora planeja mergulhar ainda mais nos quadrinhos de Robert Kirkman em projetos que custariam centenas de milhões de dólares. A emissora ainda levaria a franquia para outros locais do planeta, com ao menos uma série se passando em outro país e filmes baseados nos quadrinhos. Scott Gimple, ex-showrunner de The Walking Dead, estaria supervisionando esses novos projetos.

Recentemente, o presidente da emissora também indicou que o seriado principal pode durar mais 10 anos no ar, mesmo com a saída dos protagonistas.

Enquanto isso, a AMC divulgou um novo trailer da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘, que finalmente reconhece a saída de Rick da trama.

Confira:

O primeiro episódio da 9ª temporada de The Walking Dead terá cerca de 90 minutos de duração, sendo um dos mais longos da série. Além disso, a Fox também divulgou a sinopse oficial do nono ano.

“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.

Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.

Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada


Confira algumas fotos:

Artigo | Cerca de 18 anos depois, ‘Wall-E’ segue mais atual – e necessário – do que nunca

Lançado em 2008, Wall-E é uma das ficções científicas mais espetaculares dos anos 2000. Porém, por se tratar de uma animação da DisneyPixar, muitos não encaram desse jeito, vendo o filme como “apenas” mais uma aventura animada do estúdio do camundongo. No entanto, ao revisitar esse filme, é possível encará-lo por diferentes óticas, principalmente no que diz respeito à “Fórmula Pixar, que foi do céu ao inferno nos últimos anos, com uma possível fadiga do público a seu respeito.

Para quem não conhece, a tal fórmula foi moldada ao redor de cerca de 20 pontos que marcam todas as produções do estúdio, sendo a principal delas a ideia de que os filmes devem ser feitos para que os pais queiram levar os filhos aos cinemas, e não o contrário. E isso é construído por meio de personagens disfuncionais, “excluídos” da sociedade em que vivem, moldados de forma empática. Tudo isso embalado pela mais avançada tecnologia de animação, sempre inovando e buscando ao máximo o fotorrealismo, que foi o que deu ao estúdio suas maiores glórias.

E parte importante da narrativa do estúdio é mostrar que a vida nem sempre é ditada pelos sucessos e que os sonhos são importantes, mas quase nunca se realizam. Porém, a genialidade da Pixar ao abordar esse tema foi conseguir mostrar ao público, geralmente de forma muito emocionante, que está tudo bem se os sonhos não se realizarem, porque a vida encontra um meio de se desenvolver ante as frustrações. E talvez se não der para corresponder às expectativas, esses caminhos alternativos escondem recompensas tão boas quanto, quiçá melhores do que as sonhadas previamente.

Foi seguindo essa ideia que o Relâmpago McQueen perdeu sua primeira Copa Pistão, mas descobriu o amor verdadeiro e a paixão pelas corridas em Radiator Springs, que o levaram a um heptacampeonato da Copa Pistão nos anos seguintes. Foi assim que Carl Fredricksen descobriu que nunca ter levado sua esposa, Ellie, para o Paraíso das Cachoeiras – fazendo com que ele mergulhasse em um estado constante de luto, após a perda do amor de sua vida – não poderia impedi-lo de viver novas aventuras. Foi assim que Flick, após estragar acidentalmente a “oferenda” para os gafanhotos, mostrou a todo o formigueiro que eles eram explorados e viviam sob um regime de medo mascarado de normalidade, e que era possível eles tomarem o controle sobre a própria colônia, contanto que unissem forças. São filmes que dão esse choque no dia a dia dos personagens, mostrando que se as coisas não derem certo “como deveriam”, sempre haverá alternativas.

No entanto, Wall-E se destaca por seguir um caminho narrativo contrário em meio ao auge da Fórmula Pixar nos cinemas. A divulgação do filme foi toda voltada para o público infantil, com cenas do robozinho dançando e brincando por aí, apostando no visual simpático e divertido do protagonista e de sua relação com a baratinha de estimação. No entanto, o que se viu no filme foi algo completamente diferente do estilo de histórias contadas pelo estúdio. A começar pelo protagonista, que não tem muitas falas. Por isso, é um longa com pouquíssimo diálogo, algo praticamente impensável para uma animação dos anos 2000. Mais do que isso, ele mistura a animação 3D com cenas em live-action do ator Fred Willard. Algo inédito e nunca mais repetido pela Pixar nos cinemas. Por fim, o filme mostra um sonho frustrado que é retomado como solução após o surgimento deste pequeno e novo sonhador.

A trama se passa nos anos 2800. Após séculos de exploração capitalista desenfreada, a Terra “pediu arrego”. Diante do consumismo exacerbado, os recursos naturais se exauriram, os mares ficaram poluídos e uma nuvem de poluição bloqueou a incidência da radiação solar no planeta, impedindo a fotossíntese e, por consequência, a renovação ambiental natural. Sem o nascimento de novas plantas e com a vida marinha praticamente extinta, o ar ficou tóxico e a humanidade teve de deixar o planeta para viver provisoriamente em uma nave planetária no espaço, enquanto robôs de limpeza, os Wall-E, foram deixados para compactarem o lixo e recuperarem ao menos a superfície da Terra.

Porém, as coisas saem de controle e a humanidade passa nada menos que sete séculos na expectativa de voltar para casa. Nesse tempo, com gerações nascidas no espaço, a Terra vira apenas uma vaga lembrança nos registros do computador de bordo, fazendo com que a humanidade viva tranquila sob comando das máquinas, que fazem todas as atividades na espaçonave. É algo tão “confortável” que as pessoas sequer precisam andar, perambulando por aí em cadeiras automatizadas flutuantes.

Enquanto isso, na Terra, o projeto dos Wall-E deu errado, restando apenas um robozinho funcionando no planeta. E aí que nasce o nosso protagonista. Com o avanço dos dias, o Wall-E ‘sobrevivente’ desenvolveu uma rotina pautada não apenas em seguir seu protocolo de limpeza, mas pela curiosidade. Em um mundo abandonado pelos humanos, a curiosidade da máquina se sobressai, coletando e explorando a cultura, que foi o que restou da humanidade no planeta em meio ao lixo.

Brinquedos, obras, música e cinema marcam o dia a dia do simpático robozinho, que enxerga o amor retratado nos musicais como um sonho distante. Afinal, sua única companheira no dia a dia é uma baratinha atrapalhada que se alimenta dos bolinhos que ele resgatou – em uma ótima piada visual sobre a artificialidade dos alimentos ultraprocessados postos à venda nos mercados. E aí que entra a grande questão do filme. A Terra aflorou a humanidade em seu único habitante, mesmo que ele seja uma inteligência artificial, enquanto os humanos, que agora habitam o espaço sideral, ficaram cada vez mais automatizados, fazendo apenas aquilo que as máquinas os permitem fazer.

O grande ponto que distancia Wall-E dessa Fórmula Pixar, porém, é a quebra de expectativas. Enquanto os outros filmes carregam um tom otimista, que é quebrado pela frustração das coisas não se desenharem “como deveriam”, até encontrarem uma solução no inesperado, Wall-E já começa com um tom agridoce, mas vê o plano de recolonização da Terra sair exatamente como fora planejado nos anos 2100 – apesar de uma atualização secreta no meio do caminho.

O longa começa com um tom bastante melancólico, mostrando a Terra destruída pelo lixo, com “prédios” formados por entulhos e um clima estranho embalado pela trilha de Alô, Dolly!, musical dos anos 1960 que acaba tendo uma importância absurda na vida do protagonista.  Além disso, é possível ouvir uma versão de La vie en rose, interpretada por Louis Armstrong. É uma trilha musical majoritariamente romântica, escolhida para ambientar o último traço de humanidade que sobreviveu ao lixo das grandes corporações: o amor. Mesmo que não seja entre humanos, mas entre duas máquinas que sequer deveriam saber o que são sentimentos, muito menos o amor.

E é por meio desse amor, não apenas o romântico, mas pela curiosidade, que o filme se desenha em uma aventura. Até onde você iria por quem ama? O pequeno Wall-E, com sua curiosidade, otimismo e amor pela exploradora EVA, vai literalmente salvar o mundo por ela. Não porque ele acha que é certo, mas é que o ele, em meio aos seus circuitos ultrapassados, sente. E é o que basta. Nesse caminho, ele faz com que os moradores da Axiom, a nave planetária que detém a população de humanos sobrevivente, acordem do transe das facilidades da automatização da vida, descobrindo que eles podem andar e podem desafiar as ordens das máquinas que determinam quando eles acordam, quando eles dormem e até mesmo quando eles se reproduzem.

O longa se constrói com base no plano de recolonização elaborado pelos próprios responsáveis pelo fim do mundo, a Buy N’ Large. A ideia era tirar a humanidade do planeta enquanto os robôs limpariam a superfície. Assim que fossem registrados nascimentos de vegetação, sinal de que a luz solar teria voltado a incidir sobre a terra e a renovação do ar fosse possível novamente, a raça humana voltaria para retomar o controle da Terra. Porém, é revelado posteriormente que a própria BNL desistiu secretamente dessa ideia, mandando a humanidade para viver no espaço pela eternidade, já que eles consideravam impossível a recuperação do planeta. É daí, inclusive, que nasce o grande conflito do filme, entre o capitão da nave e A.U.T.O., o piloto automático que recebeu essa diretriz secreta de não permitir a volta ao planeta Terra.

A grande sacada da trama, que começa dessa forma sem muita esperança, é justamente mostrar que o sonho e a esperança são as chaves. Por meio do sonhador Wall-E, eles encontram uma plantinha, provando que é possível voltar para casa. É por conta do robozinho que os moradores da Axiom se desligam das telas e descobrem, mesmo que brevemente, que existe uma vida além daquela imposta pelas máquinas do local. Por meio dele, eles conseguem deter o A.U.T.O. e traçar o caminho para a Terra. E ao chegarem no planeta, por mais que ainda em meio a montanhas de lixo empilhado, eles descobrem que aquele plano idealista e – para os próprios criadores – impossível era, na verdade, muito possível.

E nesse ponto, Wall-E é um filme que mexe diretamente com a imaginação do próprio público. Ele termina com você se questionando sobre todo esse universo apresentado. Como a humanidade fez para reverter a perda óssea? Como foi a adaptação ao ar, ainda poluído, nos pulmões ambientados ao oxigênio artificial da Axiom? Como foi a reconstrução desse planeta e a construção de uma nova sociedade adaptada às máquinas com inteligência própria? É ficção científica pura e simples, da mais alta qualidade.

Então, chegamos aos créditos finais, que talvez sejam a parte mais incrível do filme, justamente por sintetizarem com maestria tudo o que faz de Wall-E essa obra tão única. Ao som de “Down To Earth”, do Peter Gabriel, os cards vão mostrando que a humanidade se readaptou ao planeta Terra. E que mesmo com a fisiologia humana alterada pela gravidade artificial, a “volta ao lar” foi melhor do que a esperada. Conforme os créditos avançam, é possível ver a retomada da agricultura, a limpeza e reexploração dos oceanos e a volta da vida marinha. Com isso, as estruturas sociais se restabelecem, com novas formas de comércio de peixes, trabalhos de replantio e reconstrução das moradias afetadas por 700 anos de deterioração. A nova humanidade, por sinal, não é obesa, mas também não é marcada pela magreza extrema. São seres humanos de estrutura corporal mais larga, com mais músculos, com torso, pernas e braços largos, dada a necessidade de maior “trabalho braçal”.

Mais do que isso, é mostrado que os robôs atuaram junto aos humanos nessa reconstrução social, inserindo essas máquinas na nova sociedade. Só que o detalhe que mais chama atenção é como essa história da “nova humanidade” é contada nos créditos. A equipe fez uma pequena viagem pela história da arte, utilizando técnicas de diferentes eras para trazer esses capítulos posteriores ao filme. Começa com a arte grega, com o estilo geométrico das cerâmicas adaptado aos créditos, para contar sobre o replantio. Posteriormente, técnicas de pintura, como o pós-impressionismo e o pontilhismo, aparecem para mostrar épocas mais voltadas ao desenvolvimento social de humanos e robôs. Mostrando como não apenas a humanidade se desenvolveu, mas também como a arte renasceu e ajudou a reconstruir a Terra após anos de abandono.

Em meio a essa retomada, Wall-E e EVA vivem sua paixão, explorando um mundo cada vez mais verde e apreciando a pomposa árvore que sua grande aventura espacial virou.

Quase 18 anos depois de seu lançamento, Wall-E é uma mensagem cada vez mais necessária de como a humanidade deve se sobrepor às facilidades tecnológicas. Após a pandemia, o mundo pôde sentir na pele a importância da arte e como ela tem esse poder de mudar vidas. Mais recentemente, a questão do uso da Inteligência Artificial na arte vem tomando as rodas de debate, com diversas violações da moral e ética mundial. Esse tema já foi abordado no filme, que ressalta a todo momento a importância de mantermos a essência do ser humano em vez de vendê-la para as facilidades de uma vida automatizada.

Wall-E está disponível no Disney+.

Polêmica! Ator de ‘Bohemian Rhapsody’ desabafa sobre problemas nos bastidores

Bohemian Rhapsody‘ foi uma das produções mais complicadas do passado recente. Com diversas polêmicas incluindo a perda do diretor Bryan Singer no meio da produção, o filme impressionou por conquistar grande parcela do público.

Ainda assim, as feridas deixadas pelos problemas nos bastidores do filme ainda afetam alguns dos atores. Em entrevista para a People Tv, o ator Joe Mazzelo que interpreta o baixista John Deacon, revelou que foi muito “esquisita” a saída de Bryan Singer:

“Foi tudo esquisito. Fazer uma minissérie como ‘The Pacific’ ajudou muito, pois tínhamos diversos diretores para fazer diferentes episódios. Tentamos encarar desse modo. Quando (o novo diretor) Dexter Fletcher chegou e trouxe sua energia, aquele cara deve ter tomado dez cafés por dia, porque ele é um homem maravilhoso. Ele tem um coração excelente e uma grande voz que nos animou a voltar ao trabalho. Muitas das cenas que ele fez eram algumas das divertidas bem no início do filme e foi muito bom. Todo mundo se dedicou ao máximo.”

Apesar de tudo isso, ‘Bohemian Rhapsody‘ já está nos cinemas e faturando bastante nas bilheterias, apesar de todas as suas polêmicas.

‘Better Call Saul’: Ator diz que spin-off de ‘Breaking Bad’ irá acabar na sexta temporada

Enquanto os fãs aguardam para o filme-sequência de Breaking Bad chegar às telonas, eles podem, ao menos por enquanto, se contentar com a série derivada Better Call Saul, que já caminha para sua quinta temporada.

Em entrevista ao site Collider, um dos astros do show, Giancarlo Esposito, discutiu sobre seus futuros projetos e aproveitou para nos fazer uma revelação chocante: “[a série] terá seis temporadas. Parece mais confortável terminar deste jeito o show”.

O ator também aproveitou o espaço para dizer que Better Call Saul irá lhe oferecer mais oportunidade colaborativas para influenciar no grande series finale, principalmente na construção do arco de como Jimmy McGill (Bob Odenkirk) se transformou totalmente em Saul Goodman, e como ele percebeu que estava na palma da mão do tirano Gus Fring (Esposito).

Na próxima temporada, que tem estreia prevista apenas para 2020, ainda sem data confirmada, os fãs poderão ver mais relações do spin-off com a série original.

‘Maid’: Margot Robbie irá produzir nova série para a Netflix

Margot Robbie irá colaborar ao lado da dupla John WellsMolly Smith Metzler (Shameless) na cinebiografia Maid para a Netflix. As informações são da Variety.

A série será baseada no romance não-ficcional de Stephanie Land, intiulado Maid: Hard Work, Low Pay, and a Mother’s Will to Survive’. O livro de memórias gira em torno de uma mãe solteira que trabalha como dona de casa e luta para sobreviver contra a pobreza, o prospecto de perder sua casa e uma burocracia mortal.

Metzler será a roteirista, a showrunner e a produtora-executiva. Wells e Erin Jontow também ficarão a encargo da produção, com Robbie supervisionando o projeto.

Robbie é mais conhecida por ter interpretado Arlequina em Esquadrão Suicida, cujo papel ela irá reprisar no reboot-sequência dirigido por James Gunn. A atriz ganhou aclame internacional por sua interpretação em ‘Eu, Tonya’ e em ‘Era Um Vez Em Hollywood’.

Seus próximos projetos incluem o drama O Escândalo, ao lado de Charlize TheronNicole Kidman, e Aves de Rapina, filme no qual volta como Arlequina e que tem estreia marcada para fevereiro de 2020.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘SCOOBY! O Filme’: Charlie Puth e Ava Max na tracklist oficial da animação; Confira!

Warner Bros. divulgou a tracklist oficial de SCOOBY! O Filme, que traz nomes bastante promissores da indústria fonográfica ao longo de 12 faixas.

Confira:

O longa-metragem, que será lançado diretamente em VOD, ficará disponível para compra (US$ 24.99) e aluguel (US$ 19.99) a partir do dia 15 de maio.

Confira o trailer:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3020902261274470/?vh=e&d=n

 

SCOOBY! O Filme‘ revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua gangue encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo. Enquanto eles se apressam para impedir esse “apocãolipse”, a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar.

Zac Efron e Amanda Seyfried vão emprestar suas vozes para Fred e Daphne, respectivamente. O elenco de dubladores ainda conta com Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma). O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.

 Tracy Morgan, de 30 RockWill Forte, dubla o Capitão Caverna, icônico personagem da companhia Hannah-Barbera que aparecerá nesse universo compartilhado. 

Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado reúne inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série Corrida Maluca’.

A volta de Scooby-Doo e sua turma para as telonas já está em desenvolvimento desde 2013. A última vez que apareceram foi em 2004 com Scooby-Doo: Monstros À Solta’, continuação do filme Scooby-Doo de 2002 que trouxe em seu elenco nomes como Sarah Michelle Gellar, Freddie Prinze Jr.Matthew LillardLinda Cardellini.

‘The Last Shift’: Mundos opostos colidem em um restaurante no trailer oficial da comédia; Confira!

Sony Pictures divulgou o trailer oficial de ‘The Last Shift’, comédia escrita e dirigida por Andrew Cohn que entrou para a seleção oficial do Festival de Sundance.

Confira:

‘The Last Shift’ é uma história tipicamente estadunidense sobre dois homens que enfrentam problemas na mesma cidade, enquanto pertencem a mundos totalmente distintos. Stanley (Richard Jenkins), um trabalhador idoso, planeja se demitir depois de 38 anos trabalhando no restaurante Chicken and Fish. Seu último final de semana, entretanto, sofre mudanças bruscas quando ele é designado para treinar seu substituto, Jevon (Shane Paul McGhie), um talentoso e estagnado escritor cujas provocações políticas o colocam em perigo. Stanley, que abandonou a escola e observou a vida passar por sua janela impotentes, orgulhosamente detalha as nuances do trabalho, enquanto Jevon, um colunista que é inteligente demais para fritar hambúrgueres, comenta que seu trabalho é ser explorado. A partir daí, uma centelha de camaradagem surge através das noites que dividem na silenciosa cozinha.

Da’Vine Joy Randolph, Birgundi Baker, Allison Tolman e Ed O’Neill completam o elenco.

‘The Last Shift’ estreia nos cinemas internacionais em 21 de setembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Mundo em Caos’: Adaptação com Tom Holland e Daisy Ridley ganha novos cartazes NACIONAIS; Confira!

A Paris Filmes divulgou novos cartazes nacionais da ficção científica ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking).

Confira, junto ao mais recente trailer:

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

O filme será lançado nos cinemas brasileiros em 04 de março de 2021.

Netflix e CD Projkt anunciam a primeira edição da WitcherCon, focado na saga ‘The Witcher’

Netflix parou o coração dos fãs de The Witcher no dia de hoje ao anunciar a primeira edição da WitcherCon.

O evento, que seguirá os passos da Comic-Con, incluirá tanto a série da plataforma de streaming quanto a saga de games da CD Projkt Red e os livros assinados por Andrzej Sapkowski.

Confira:

O evento apresentará novidades da 2ª temporada da adaptação seriada e é bem provável que o público seja presenteado com o primeiro trailer dos próximos episódios. É possível encontrar mais informações no site oficial.

WitcherCon acontecerá no dia 09 de julho, com transmissões online e ao vivo marcadas para as 14h e para as 22h.

Lembrando que a 2ª temporada será lançada no quarto trimestre de 2021.

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Crítica | Britney Spears faz sua estreia impactante na música com o lendário álbum ‘…Baby One More Time’

Britney Spears é um dos nomes mais célebres da história do entretenimento e, mesmo hoje, continua a influenciar inúmeros artistas contemporâneos – como, por exemplo, a lendária Lady Gaga, que já a citou como principal inspiração. E, na iminência de seu 40º aniversário e da importância que representa no cenário fonográfico, resolvemos mergulhar densamente em sua discografia, começando com o icônico e revolucionário ‘…Baby One More Time’.

Lançado em 1999, o disco foi recebido com críticas mistas à época, mas não demorou muito até que os especialistas revisitassem a exuberância e a originalidade de faixas vibrantes e colocassem-no em um merecido patamar e compreendendo o reconhecimento que sempre mereceu. Afinal, o début de Spears reavivou os ânimos do teen pop e a consagrou como a rainha da música adolescente, através de letras simples, mas memoráveis, e de uma produção envolvente que seria imediatamente reconhecida apenas nos primeiros toques. Conversando com Billboard ainda em 1998, meses antes da estreia oficial da produção, Spears revelou que levou um tempo a encontrar um sucesso que gritasse sua estética – e foi logo depois de se reunir com o famoso produtor Max Martin, que, anos mais tarde, trabalharia ao lado de nomes como Katy Perry e Taylor Swift.

Aliás, foi aqui que Martin tornou-se um rosto conhecido, emprestando suas habilidades para a faixa homônima do álbum – uma das canções-assinatura da performer. “…Baby One More Time” emergiu como o lead single do disco e como a primeira música da carreira de Spears, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-pop, dancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

A track é a base de todas as inflexões seguintes, incluindo a sedutora rendição de “(You Drive Me) Crazy” (ambas as versões): o bubblegum pop solidificou a recém-estreada Spears como um dos ícones do final dos anos 1990 e a rainha teen da Geração Z, trazendo referências do soft-rock e girando, mais uma vez, em uma narrativa romântica com induções ambivalentes que nos cativam dos primeiros toques ao final. Mais para a frente, temos a divertida e subestimada “Soda Pop”, que a alia aos vocais de Mikey Bassie em um dancehall com todos os ingredientes necessários para alcançar mercados ainda pouco explorados (mas que, eventualmente, foi deixada de lado); a versatilidade da cantora ganha um capítulo interessante com o cover de “The Beat Goes On”, clássico da dupla Sonny & Cher que recebe uma roupagem em bossa nova e trip-hop; ora, há inclusive uma aplaudível homenagem a Natalie Imbruglia com a ótima “I Will Be There”, um pop-rock que usa e abusa de sua baby voice e de uma firme progressão.

Não lidamos somente com a explosividade de ícones da pista de dança no álbum, mas com aguardadas baladas em que Spears digladia com vocais sinceros e uma pessoalidade que vai para além do que a mídia a pintava. “Born to Make You Happy”, apostando mais fichas nas questões do coração, traz uma protagonista que cometeu erros no passado e que está pronta para dar mais uma chance; ao lado de “From the Bottom of My Broken Heart”, cuja façanha se restringe essencialmente ao inesquecível chorus, e da inocência irretocável de “Sometimes”, há um claro apreço de Britney para se mostrar o mais sutil possível sem desaparecer em um panorama efervescente – e colhendo frutos de sua sagacidade até hoje.

A artista sabe muito bem como brincar com a nostalgia sem cair no exagero mimético e cuidando para colocar sua identidade única e refrescante a um momento crucial do cenário criativo. Em contraposição às baladas mencionadas no parágrafo acima, encontramos a ode à disco music de “Deep In My Heart”, as mensagens evocativas de “Thinkin’ About You” e a momentânea regressão de “I’ll Never Stop Loving You”. Apesar da temática repetitiva, que não passa muito longe da obviedade dos relacionamentos (decepções, sonhos e amor verdadeiro), o resultado é muito maior que nossas expectativas e reitera o motivo desse álbum ser tão importante e marcante – e que jeito melhor de terminá-lo com o electro-dance oitentista de “Autumn Goodbye”?

Há 22 anos, Britney Spears começava seu reinado como a princesa do pop com uma das maiores estreias de todos os tempos, talvez na mesma medida de seus predecessores Michael Jackson e Madonna. A partir de ‘…Baby One More Time’, Britney ficaria conhecida no mundo inteiro, quebrando recordes de vendas, ganhando um tardio aclame e conquistando qualquer um que desse uma chance para suas reconfortantes e animadoras canções.

Nota por faixa:

1. …Baby One More Time – 5/5
2. (You Drive Me) Crazy – 4/5
3. Sometimes – 4,5/5
4. Soda Pop (feat. Mikey Bassie) – 4/5
5. Born to Make You Happy – 4,5/5
6. From the Bottom of My Broken Heart – 3/5
7. I Will Be There – 5/5
8. I Will Still Love You (com Don Philip) – 4/5
9. Deep In My Heart – 5/5
10. Thinkin’ About You – 4/5
11. E-Mail My Heart – 3,5/5
12. The Beat Goes On – 4/5
13. I’ll Never Stop Loving You – 3,5/5
14. Autumn Goodbye – 5/5

‘Elite’: 5ª temporada já está disponível na Netflix!

A 5ª temporada da adorada série ‘Elite finalmente estreou na Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 08 de abril, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 6ª temporada.

‘Elite’ acompanha o dia a dia em Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola da Espanha, frequentada somente por filhos de famílias ricas e influentes. Tudo começa a mudar quando três alunos do ensino público são transferidos para lá, como consequência de um terremoto que destruiu seu antigo colégio. Christian (Miguel Herrán), Nadia (Mina El Hammani) e Samuel (Itzan Escamilla) se consideram sortudos pela mudança, mas logo se tornam alvos de uma esmagadora diferença de classe. Alunos como Marina (Maria Pedraza), Lu (Danna Paola) e Polo (Álvaro Rico), que estão acostumados a fazer tudo do seu jeito, vão dificultar ainda mais a permanência dos recém-chegados. E não são apenas as condições sociais que se chocam; a rotina de Las Encinas é, de fato, marcada por tensões, intrigas e muitas emoções conflitantes. Esse contraste entre menos favorecidos e abastados culmina em um misterioso assassinato. Agora resta saber: quem está por trás do crime? O assassino é um dos novatos? Ou há algo mais sombrio se escondendo nos corredores?

‘Ruído Branco’: Filme CATÁSTROFE com Adam Driver e Greta Gerwig ganha data de estreia na Netflix

Netflix divulgou o cronograma de suas próximas estreias – e aproveitou para revelar a data de estreia do aguardado Ruído Branco.

O suspense, que é dirigido pelo aclamado cineasta Noah Baumbach (‘História de um Casamento’), chega à plataforma de streaming no dia 30 de dezembro.

Confira o primeiro teaser:

O filme é baseado no livro de mesmo nome do escritor Don DeLillo, lançado em 1985, e narra a história de um professor que vive tranquilamente com a família em uma pequena cidade norte-americana, cuja rotina é interrompida após um acidente industrial misterioso.

Vale destacar que o elenco principal conta com Adam Driver (‘Star Wars: O Despertar da Força‘) e Greta Gerwig, atriz e diretora conhecida por ‘Lady Bird‘.

André 3000Don CheadleJodie Turner-Smith e outros também fazem parte do projeto.

O lendário compositor Danny Elfman fica responsável pela trilha sonora, que também conta com a faixa original “New Body Rhumba”, do grupo LCD Soundsystem.

Crítica | ‘My 21st Century Blues’ marca a espetacular e oficial estreia de RAYE no mundo da música

A cantora e compositora britânica RAYE começou sua carreira no mundo da música em 2014, com o lançamento do ótimo EP ‘Welcome to the Winter’; desde então, ganhou proeminência no cenário mainstream com as canções “By Your Side” e “You Don’t Know Me” – mas não seria até 2023 que ela faria seu début oficial com o aguardado ‘My 21st Century Blues’. O compilado de originais, que discorre sobre temas como abuso sexual, vício em drogas, insegurança, relacionamentos tóxicos e até mesmo transtornos corporais, foi lançado através da Human Re Sources recentemente e, em pouco tempo, consagrou-se não apenas como um dos melhores álbuns do ano, mas uma das maiores estreias da década.

Ao longo de quinze faixas e breves quarenta e seis minutos, RAYE constrói uma emocionante e íntima jornada que amalgama elementos sonoros que vêm tomando espaço no escopo mainstream, à medida que utiliza incursões mais conceituais para arquitetar cada uma das faixas. O glorioso resultado ecoa em uma beleza pungente que não tem papas na língua e que não pensa duas vezes antes de entregar-se a uma indesculpável denúncia da podridão que existe no show business – e de que forma ela conseguiu lidar com os traumas e transformar os fantasmas de um passado não muito longínquo em pura poesia. Não é surpresa, pois, que o disco nos chame a atenção por seu caráter irônico e por uma estruturação metadiegética que quebra a quarta parede da música e convida os ouvintes a serem agentes ativos nessa delicada e vibrante trajetória.

A obra se inicia com um clássico prelúdio intitulado “Introduction”, pegando elementos emprestados do recente ‘Dawn FM’, de The Weeknd, que parte da mesma ideia metalinguística. E, imaginando RAYE subindo aos palcos, somos introduzidos à antêmica semi-balada “Oscar Winning Tears”, que funde incursões orquestrais ao trap-hop e ao R&B, discorrendo sobre um ex-amante que trouxe muita dor à sua vida e que tentou se transformar na vítima (“Baby, siga em frente e chore suas lágrimas dignas de Oscar” tem tudo para se tornar uma das tendências de 2023, principalmente por seu teor sarcástico). E, enquanto a acética composição é um dos pontos altos, são os vocais da artista que explodem em uma rendição impecável e arrepiante.

A primeira metade do álbum é irretocável, explorando e unindo estilos bem diferentes em um microcosmos envolvente, recheado de homenagens aos pioneiros que vieram antes de RAYE. “Hard Out Here”, fincado no hip hop, traz referências de Salt-N-Pepa e TLC para uma análise sobre as dificuldades enfrentadas ao longo da vida e como, não importa quantas vezes caiamos, é sempre possível se levantar e recomeçar; “Black Mascara” já se apoia num soft-dance que dá espaço a uma remodelagem minimalista do dancehall e do microhouse, apostando fichas numa proposital repetição que nos envolve em um abraço inescapável; “Escapism”, a faixa mais conhecida da produção, funciona como um imponente resumo das mensagens que RAYE promove ao público, falando sobre um período pós-término que a levou a buscar jeitos de lidar com a tristeza através do álcool, das drogas e de qualquer coisa que a fizesse escapar da realidade (“eu não quero me sentir como me senti noite passada”) – uma crua constatação pela qual boa parte de nós já deve ter passado.

É notável como, nas devidas proporções, a performer consegue se conectar com um público abrangente, que não necessariamente se restringe apenas à nova geração. Os motes que guiam as tracks são universais, transformados em acepções particulares; dessa forma, a artista humaniza o que poderia facilmente ceder a um academicismo calculista e distante, permitindo que cada verso se transforme em uma metáfora para vivências palpáveis. Nesse âmbito, temos a exuberância do funk de “The Thrill Is Gone” (considerada por este que vos escreve como a melhor faixa do álbum), navegando em movimentos de contração e dilatação e em uma narrativa de um relacionamento tóxico que precisa acabar – além de fazer uma reverência a Prince em cada uma das notas tocadas; “Ice Cream Man” se volta para os sintetizadores e o R&B experimental para falar sobre um predador sexual que abusou de RAYE, lançando-a em uma caminhada de superação e empoderamento que a fez ser obrigada a amadurecer; e “Body Dismorphia” discorre sobre transtorno dismórfico em uma cíclica e angustiante construção (“tenho me escondido, tenho chapado e tenho dormido com fome”).

“Buss It Down” auxilia a alimentar a espetacular versatilidade artística da cantora, retornando para as semi-baladas em uma celebração do gospel, acompanhada de um coro aplaudível e dando espaço a uma humilde despedida (“Fin”) que não encerra só um álbum, mas uma apresentação meticulosamente detalhada que, com certeza, a antecipa como uma das grandes artistas da nova geração.

Encantador, surpreendente e dilacerante são apenas alguns dos adjetivos que definem ‘My 21st Century Blues’. Em sua estreia oficial no cenário mainstream, RAYE nos convida para uma melancólica travessia muito mais profunda do que aparenta – e que merece ser apreciada desde os primeiros minutos até seu encerramento.

Nota por faixa:

1. Introduction. – 5/5
2. Oscar Winning Tears. – 5/5
3. Hard Out There. – 5/5
4. Black Mascara. – 5/5
5. Escapism., feat 070 Shake – 5/5
6. Mary Jane. – 4,5/5
7. The Thrill Is Gone. – 5/5
8. Ice Cream Man. – 5/5
9. Flip A Switch. – 4/5
10. Body Dysmorphia – 4,5/5
11. Environmental Anxiety. – 5/5
12. Five Star Hotels., feat. Mahalia – 4,5/5
13. Worth It. – 5/5
14. Buss It Down. – 5/5
15. Fin. – 5/5

’50 Tons de Liberdade’ reestreia no Prime Video!

O último capítulo da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘, intitulado ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, reestreou no catálogo do Prime Video do Brasil.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 07 de julho.

Na trama, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

Relembre o trailer:

James Foley (House Of Cards) comanda a produção.

Niall Leonard, marido da autora E.L. James, é o responsável pelo roteiro.

Dakota JohnsonJamie DornanEric JohnsonRita OraEloise MumfordLuke Grimes e outros fizeram parte do elenco.

Apesar das críticas negativas (11% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa-metragem se tornou um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$370 milhões ao redor do mundo contra um orçamento de US$55 milhões.

Fãs de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ estão AMANDO a adaptação do Disney+; Confira as reações!

A aguardada adaptação seriada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, baseada na saga literária homônima de Rick Riordan, já está disponível no catálogo da Disney+ – e os fãs que já assistiram aos dois primeiros episódios estão rasgando inúmeros elogios à produção.

Confira:

A primeira temporada conquistou 97% de aprovação dos críticos do Rotten Tomatoes, com 29 reviews publicadas.

Alguns críticos chamaram a série de “a melhor podução já lançada no Disney+“.

Confira as críticas:

“Pela primeira vez, o sucessoque era uma série de livros simples, porém robusta, foi realmente capturado na tela.”, Chase Hutchinson – Collider

“Agradável não apenas para fãs estabelecidos e jovens recém-chegados, mas também para pessoas de todas as idades, a série é um feito maravilhoso de adaptação e narrativa de gênero.”, Fletcher Peters, Daily Beast.

Percy Jackson e os Olimpianos está no seu melhor ao lidar com as amizades e lutas pessoais de Percy, estabelecendo-o rapidamente como um protagonista engraçado e identificável.”, Gavia Baker-Whitelaw

“A segunda vez é o charme, e esta série tem alguma magia real – do tipo que, se pegar, pode se tornar uma grande obsessão dos fãs.”, Kyle Wilson

Percy Jackson e os Olimpianos começa com um estrondo. Os personagens principais combinam muito bem e a história é bem ritmada e intrigante.”, Mae Abdulbaki – Screen Rant

Percy Jackson e os Olimpianos é uma encantadora aventura de fantasia para toda a família. Com a eletrizante construção de mundo e performances de destaque da série, você vai querer ficar atento para o resto da temporada e se juntar a Percy em sua busca.”, Breeze Riley – Multiverse of Color

A trama gira em torno de Percy (Walker Scobell), um adolescente que descobre ser filho de Poseidon (Toby Stephens), deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood (Aryan Simhadri), um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase (Leah Sava Jeffries), filha de Atena.

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Scobell, Jeffries e Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Ultraman: A Ascensão’ estreia com 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

Com estreia marcada para 14 de junho na Netflix, a animação Ultraman: A Ascensão’ já está se provando um grande sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.40/10 baseada em 8 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

Ultraman: A Ascensão’ é um filme de animação comovente que oferece uma mistura perfeita de ação, drama e momentos emocionantes. Quer você seja um fã de longa data de Ultraman ou novo na franquia, definitivamente vale a pena assistir a este filme” – The Movie Blog.

“Uma peça de entretenimento infantil divertida, sincera e cuidadosamente concebida” – IndieWire.

Ultraman: A Ascensão’ apresenta temas importantes, uma animação impressionante, um elenco de voz incrível, uma ótima história e um vilão inesquecível” – Mama’s Geeky.

“[O filme] captura uma atmosfera interessante de heroísmo em muitas formas, mantendo Ken um personagem com muitas camadas que lida com as responsabilidades mais incomuns” – Blu-ray.com.

“É uma animação maravilhosa explosiva movida a ação, coração e sinceridade” – Flickering Myth.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Shannon Tindle e John Aoshima, conhecidos por seu trabalho em ‘Kubo e as Cordas Mágicas’, o filme é fruto da colaboração entre a Netflix e a Tsuburaya Productions.

Baseado nos personagens de Eiji Tsuburaya, o longa representa um projeto independente, distinto da série animada Ultraman, que conquistou três temporadas no serviço de streaming.

“De volta ao Japão, a estrela do baseball Ken Sato assume o papel de Ultraman para defender o planeta. No entanto, com as reviravoltas do destino, acaba tomando conta de um Kaiju bebê, filho de seu maior inimigo.”

‘Um Amor Feito de Neve’: Romance natalino com Lacey Chabert chega ao streaming; Saiba onde assistir!

O romance natalino Um Amor Feito de Neve(Hot Frosty) já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado hoje, 13 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre a sinopse:

“Uma jovem viúva dá vida a um boneco de neve, mas será que ele conseguirá ajudá-la a reencontrar o amor e a alegria do Natal antes de derreter?”.

Relembre o trailer:

O filme tem direção de Jerry Ciccoritti, conhecido porAnjo de Natal’.

o elenco conta com Lacey Chabert, Dustin Milligan, Craig Robinson, Joe Lo Truglio, Katy Mixon, Lauren Holly e Chrishell Stause.

Leonardo DiCaprio e Regina Hall nos cartazes inéditos de ‘Uma Batalha Após a Outra’; Confira!

A Warner Bros. divulgou dois novos cartazes oficiais de ‘Uma Batalha Após a Outra‘ (One Battle After Another), comédia de ação estrelada pelo Leonardo DiCaprio.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

Este deve ser o projeto mais caro da carreira do cineasta, se aproximando dos US$ 100 milhões de orçamento.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Prêmio Bibi Ferreira 2025 | ‘Uma Babá Quase Perfeita’, ‘Clara Nunes’ e mais na lista de INDICADOS à premiação

Foram revelados os indicados ao Prêmio Bibi Ferreira 2025, a maior premiação focada no cenário teatral do Brasil.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de outubro, com cerimônia ocorrendo no Teatro Santander, em São Paulo.

Confira:

MELHOR MUSICAL ESTRANGEIRO
“Hairspray”
“Meninas Malvadas”
“Uma Babá Quase Perfeita – O Musical”
“Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum”

MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
“Clara Nunes – A Tal Guerreira”
“João – O Musical”
“Ray – Você Não Me Conhece”
“Vital – O Musical dos Paralamas”

MELHOR PEÇA DE TEATRO
“A Última Entrevista”
“Hedda Glaber”
“O Céu da Língua”
“Prima Facie”
“Senhora dos Afogados”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAIS
Anna Akisue (“Meninas Malvadas”)
Laura Castro (“Meninas Malvadas”)
Letícia Soares (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Marina Mathey (“João – O Musical”)
Vania Canto (“Hairspray”)

MELHOR ATRIZ EM PEÇA DE TEATRO
Débora Falabella (“Prima Facie”)
Drica Moraes (“Férias”)
Karen Coelho (“Hedda Glaber”)
Paula Cohen (“Finlândia”)
Renata Sorrah (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)

MELHOR ATOR EM MUSICAIS
Alan Rocha (“Martinho Coração de Rei, O Musical”)
Cesar Mello (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Eduardo Sterblitch (“Uma Babá Quase Perfeita”)
Rodrigo Salva (“Vital – O Musical do Paralamas”)
Tiago Abravanel (“Hairspray”)

MELHOR ATOR EM PEÇA DE TEATRO
Caco Ciocler (“A Mulher da Van”)
Gregório Duvivier (“O Céu da Língua”)
Mateus Solano (“O Figurante”)
Othon Bastos (“Não Me Entrego, Não!”)
Thiago Lacerda (“A Peste”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAIS
Aline Cunha (“Hairspray”)
Aline Serra (“Meninas Malvadas”)
Carol Costa (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Liane Maya (“Hairspray”)
Roberta Ribeiro (“Ray – Você Não Me Conhece”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
Barbara Arakaki (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Chris Couto (“Hedda Glaber”)
Cristina Mutarelli (“Senhora dos Afogados”)
Noemi Marinho (“A Mulher da Van”)
Regina Braga (“Senhora dos Afogados”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAIS
Abrahão Costa (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Diego Becker (“Uma Babá Quase Perfeita”)
Ivan Parente (“Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum”)
Lindsay Paulino (“Hairspray”)
Otavio Mueller (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
Babu Santana (“Irmãos Karamazov”)
Duda Mamberti (“A Mulher da Van”)
Rafael Bacelar (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Rodrigo Bolzan (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Sergio Mastropasqua (“Hedda Glaber”)

REVELAÇAÕ EM MUSICAIS
Bhenner (“Rio Uphill – O Musical”)
Caio Nery (“República Lee – Um Musical ao Som de Rita Lee”)
Caio Santos & Victor Morais (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Emmy Oliveira (“Hairspray”)
Gabriel Brenner (“Meninas Malvadas”)

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Antônia Prado, Tiago Abravanel & Tinno Zani (“Hairspray”)
Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Kleber Montanheiro (“João – O Musical”)
Mariano Detry (“Meninas Malvadas”)
Rodrigo Portella (“Ray – Você Não Me Conhece”)

MELHOR DIREÇÃO MUSICAL EM MUSICAIS
Claudia Elizeu & Muato (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Daniel Rocha (“Vital – O Musical do Paralamas”)
Fernanda Maia (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Jorge de Godoy (“Meninas Malvadas”)
Thiago Gimenes (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA DE TEATRO
Bruno Guida (“A Última Entrevista”)
Clara Carvalho (“Hedda Glaber”)
Luciana Paes (“O Céu da Lágrima”)
Monique Gardenberg (“Senhora dos Afogados”)
Yara de Novaes (“Prima Facie”)

MELHOR COREOGRAFIA EM MUSICAIS
Barbara Guerra (“Elvis – A Musical Revolution”)
Danilo Santana (“Meninas Malvadas”)
Gabriel Malo (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Gabriel Malo & Nyandra Fernandes (“Rio Uphill – O Musical”)
Tiago Dias (“Hairspray”)

MELHOR DRAMATURGIA ORIGINAL EM MUSICAIS
André Magalhães & Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Davi Novaes (“Dom Casmurro – O Musical”)
Elísio Lopes Jr., Fábio Espírito Santo & Aldri Anunciação (“Torto Arado – O Musical”)

MELHOR DRAMATURGIA ORIGINAL EM PEÇA DE TEATRO
Gregório Duvivier & Luciana Paes (“O Céu da Língua”)
Isabel Teixeira, Mateus Solano & Miguel Thité (“O Figurante”)
Jô Bilac (“Férias”)
Michele Ferreira (“A Última Entrevista”)

MELHOR LETRA & MÚSICA EM MUSICAIS
Guilherme Gila (“Dom Casmurro – O Musical”)
Jarbas Bittencourt (“Torto Arado – O Musical”)
Marco França & Vitor Rocha (“João – O Musical”)

MELHOR CENOGRAFIA EM MUSICAIS
Adam Koch & Bryce Cutler (“Meninas Malvadas”)
Natália Lana (“Elvis – A Musical Revolution”)
Natália Lana (“Tom Jobim – O Musical”)
Rogério Falcão (“Hairspray”)

MELHOR CENOGRAFIA EM PEÇA DE TEATRO
Cesar Costa (“A Mulher da Van”)
Chris Aizner (“Hedda Glaber”)
Daniela Thomas & Felipe Tassara (“Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”)
Dina Salem Levy (“Férias”)

MELHOR FIGURINO EM MUSICAIS
Bruno Oliveira (“Hairspray”)
Cláudio Tovar (“Martinho Coração de Rei, O Musical”)
Lígia Rocha, Marco Pacheco & Jemina Tuany (“Elvis – A Musical Revolution”)
Luiz Claudio Silva & Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)

MELHOR FIGURINO EM PEÇA DE TEATRO
Cássio Brasil (“Senhora dos Afogados”)
Isabela Capeto (“Irmãos Karamazov”)
Marichilene Artisevskis (“A Mulher da Van”)
Marichilene Artisevskis (“Hedda Glaber”)

MELHOR VISAGISMO EM MUSICAIS
Emi Sato (“Território do Amor – O Musical”)
Feliciano San Roman & Luciano Paradella (“Hairspray”)
Simone Momo (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)

MELHOR ARRANJO ORIGINAL EM MUSICAIS
Claudia Elizeu & Muato (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Fernanda Maia (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Ivan de Andrade & Tiago Saul (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR VERSÃO EM MUSICAIS
Victor Mühlethaler (“Hairspray”)
Victor Mühlethaler (“Meninas Malvadas”)
Victor Mühlethaler (“Uma Babá Quase Perfeita”)

MELHOR DESENHO DE LUZ EM MUSICAIS
Caetano Vilela (“Tom Jobim – O Musical”)
César Pivetti (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Gabrielle Souza (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Travis Mchale (“Meninas Malvadas”)

MELHOR DESENHO DE LUZ EM PEÇA DE TEATRO
Aline Santini (“Perfeita!”)
Ana Luiza de Simoni (“O Céu da Língua”)
Beto Bruel (“Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”)
Wagner Antonio (“Prima Facie”)

MELHOR DESENHO DE SOM EM MUSICAIS
André Breda (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Bruno Pinho (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Tocko Michelazzo (“Meninas Malvadas”)
Tocko Michelazzo (“Tom Jobim – O Musical”)

Revelados os apresentadores do BAFTA Film Awards 2026; Confira!

Foram divulgados os apresentadores da próxima edição do BAFTA Film Awards, que acontece neste próximo domingo, 22 de fevereiro.

Confira:

▪️Cillian Murphy
▪️Milly Alcock
▪️Regé-Jean Page
▪️Riz Ahmed
▪️Sadie Sink
▪️Aimee Lou Wood
▪️Bryan Cranston
▪️David Jonsson
▪️Delroy Lindo
▪️Gillian Anderson
▪️Glenn Close
▪️Olivia Cooke
▪️Patrick Dempsey
▪️Ethan Hawke
▪️Michael B. Jordan
▪️Kate Hudson
▪️Miles Caton
▪️Kate Hudson
▪️Emily Watson
▪️Stellan Skargård
▪️Aaron Pierre
▪️Alicia Vikander
▪️Alia Bhatt
▪️Erin Doherty
▪️Hannah Waddingham
▪️Kathryn Hahn
▪️Kerry Washington
▪️Little Simz
▪️Maggie Gyllenhaal
▪️Mia McKenna-Bruce
▪️Minnie Driver
▪️Noah Jupe
▪️Stormzy
▪️Warwick Davis

Dentre os indicados, o aclamado Uma Batalha Após a Outra lidera a lista com nada menos que 14 nomeações, incluindo Melhor FilmeMelhor DireçãoMelhor Roteiro Adaptado para Paul Thomas Anderson – que é, até o momento, o favorito para conquistar o Oscar nas mesmas categorias.

Já o terror de vampiros Pecadores, de Ryan Coogler, conquistou expressivas 13 indicações, incluindo Melhor DireçãoMelhor Roteiro Original para Coogler. Michael B. Jordan foi nomeado pela primeira vez à premiação na categoria de Melhor Ator por seu papel duplo como os irmãos Fuligem e Fumaça. Wunmi Mosaku, por sua vez, foi disputa pela estatueta de Melhor Atriz.

Outros títulos que ganharam destaque na lista foram HamnetMarty Supreme, com onze indicações cadaFrankensteinValor Sentimental, com oito cada; e Bugonia e o sucesso britânico I Swear, com cinco cada.

Alan Cumming (‘The Traitors’) será o anfitrião.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR FILME
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR FILME BRITÂNICO
Extermínio: A Evolução
The Ballad of Wallis Island
Bridget Jones: Louca pelo Garoto
Morra, Amor
H Is for Hawk
Hamnet
I Swear
Mr. Burton
Pillion
Steve

MELHOR ESTREIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
The Ceremony, Jack King (diretor, roteirista), Hollie Bryan (produtora), Lucy Meer (produtora)
A Sombra do Meu Pai, Akinola Davies Jr. (diretor), Wale Davies (roteirista)
Pillion, Harry Lighton (diretor, roteirista)
A Want in Her, Myrid Carten (diretora)
Wasteman, Cal McMau (direto), Hunter Andrews (roteirista), Eoin Doran (roteirista)

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO-INGLESA
Foi Apenas um Acidente
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Sirat
A Voz de Hind Rajab

MELHOR DOCUMENTÁRIO
2000 Meters to Andriivka
Apocalipse nos Trópicos
Seymour Hersh: Em Busca da Verdade
Mr. Nobody Against Putin
A Vizinha Perfeita

MELHOR ANIMAÇÃO
Elio
A Pequena Amélie
Zootopia 2

MELHOR FILME INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Arco
Boong
Lilo & Stitch
Zootopia 2

MELHOR DIREÇÃO
Yorgos Lanthimos, Bugonia
Chloé Zhao, Hamnet
Josh Safdie, Marty Supreme
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Joachim Trier, Valor Sentimental
Ryan Coogler, Pecadores

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Kirk Jones, I Swear
Ronald Bronstein, Josh Safdie, Marty Supreme
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto
Eskil Vogt, Joachim Trier, Valor Sentimental
Ryan Coogler, Pecadores

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Tom Basden, Tim Key, The Ballad of Wallis Island
Will Tracy, Bugonia
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell, Hamnet
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Harry Lighton, Pillion

MELHOR ATRIZ
Jessie Buckley, Hamnet
Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate Hudson, Song Sung Blue
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Renate Reinsve, Valor Sentimental
Emma Stone, Bugonia

MELHOR ATOR
Robert Aramayo, I Swear
Timothée Chalamet, Marty Supreme
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke, Blue Moon
Michael B. Jordan, Pecadores
Jesse Plemons, Bugonia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Odessa A’Zion, Marty Supreme
Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental
Wunmi Mosaku, Pecadores
Carey Muligan, The Ballad of Wallis Island
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Emily Watson, Hamnet

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Paul Mescal, Hamnet
Peter Mullan, I Swear
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgard, Valor Sentimental

MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO
Lauren Evans, I Swear
Jennifer Venditti, Marty Supreme
Cassandra Kulukundis, Uma Batalha Após a Outra
Yngvill Kolset Haga, Avy Kaufman, Valor Sentimental
Francine Maisler, Pecadores

MELHOR FOTOGRAFIA
Dan Laustsen, Frankenstein
Darius Khondki, Marty Supreme
Michael Bauman, Uma Batalha Após a Outra
Autumn Durald Arkapaw, Pecadores
Adolpho Veloso, Sonhos de Trem

MELHOR MONTAGEM
Stephen Mirrione, F1
Kirk Baxter, Casa de Dinamite
Ronald Bronstein, Josh Safdie, Marty Supreme
Andy Jurgensen, Uma Batalha Após a Outra
Michael O. Shawver, Pecadores

MELHOR FIGURINO
Kate Hawley, Frankenstein
Malgosia Turzanska, Hamnet
Miyako Bellizzi, Marty Supreme
Ruth E. Carter, Pecadores
Paul Tazewell, Wicked: Parte II

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
Jordan Samuel, Cliona Furey, Mike Hill, Megan Many, Frankenstein
Nicole Stafford, Hamnet
Kyra Panchenko, Kay Georgiou, Mike Fontaine, Marty Supreme
Siân Richards, Shunika Terry, Ken Diaz, Mike Fontaine, Pecadores
Frances Hannon, Laura Blount, Mark Coulier, Sarah Nuth, Wicked: Parte II

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Jerskin Fendrix, Bugonia
Alexandre Desplat, Frankenstein
Max Richter, Hamnet
Jonny Greenwood, Uma Batalha Após a Outra
Ludwig Goransson, Pecadores

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Tamara Deverell, Shane Vieau, Frankenstein
Fiona Crombie, Alice Felton, Hamnet
Jack Fisk, Adam Willis, Marty Supreme
Florencia Martin, Anthony Carlino, Uma Batalha Após a Outra
Hannah Beachler, Monique Champagne, Pecadores

MELHOR SOM
Gareth John, Al Nelson, Gwendolyn Yates Whittle, Gary A. Rizzo, Juan Peralta, F1
Greg Chapman, Nathan Robitallie, Nelson Ferreira, Christian Cooke, Brad Zoem, Frankenstein
José Antonio Garcia, Christopher Scarabosio, Tony Villaflor, Uma Batalha Após a Outra
Chris Welcker, Benny Burtt, Brandon Proctor, Steve Boeddeker, Felipe Pacheco, Pecadores
Mitch Low, Ben Barker, Howard Bargroff, Richard Spooner, Tempo de Guerra

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Joe Letteri, Richard Baneham, Daniel Barrett, Eric Saindon, Avatar: Fogo e Cinzas
Ryan Tudhope, Keith Alfred Dawson, Nicolas Chevallier, Robert Harrington, F1
Dennis Berardi, Ayo Burgess, Ivan Busquets, José Granell, Frankenstein
Christian Mänz, Francois Lambert, Glen McIntosh, Terry Palmer, Como Treinar o Seu Dragão
Charlie Noble, Brandon K. McLaughlin, David Zaretti, O Ônibus Perdido

MELHOR CURTA ANIMADO BRITÂNICO
Cardboard
Solstice
Two Black Boys in Paradise

MELHOR CURTA BRITÂNICO
Magid/Zagar
Nostalgie
Terence
This Is Endometriosis
Welcome Home Freckles

EE ESTRELA EM ASCENSÃO (VOTO DO PÚBLICO)
Robert Aramayo
Miles Caton
Chase Infiniti
Archie Madekwe
Posy Sterling

Romance IMPROVÁVEL no trailer inédito de ‘Um Grude de Amor’, nova rom-com da Netflix

Netflix divulgou recentemente o novo trailer oficial de Um Grude de Amor, sua mais nova comédia romântica sul-coreana.

A série tem estreia agendada para o dia 7 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A produção foi escrita por Mo Ji-hye, com roteiro assinado por Kim Jang-han.

Na trama…

Enquanto investigava uma organização criminosa liderada por um chefão poderoso, a promotora Go Eun-sae se envolve em um incidente que a faz perder a memória. Mais tarde, ela conhece Jang Tae-ha, um ex-campeão juvenil de boxe que se tornou membro de uma gangue e agora trabalha como treinador em uma cidade pequena. Tae-ha reconhece Eun-sae como seu primeiro amor, mas, como ela não se lembra do passado, ele finge ser seu namorado para protegê-la, levando os dois a morarem juntos.

Jung Hae-inHa YoungHeo Sung-taeLee Jae-wonLee Jun-young estrelam.

Produtor de ‘Hobbs & Shaw’ comenta sobre o desenvolvimento da sequência

Durante uma entrevista para o Comic Book, o produtor de ‘Hobbs & Shaw’, Hiram Garcia, disse que a Universal Pictures está extremamente feliz com o sucesso de bilheteria do spin-off dirigido por David Leitch, que arrecadou US$ 758 milhões pelo mundo.

Questionado sobre o desenvolvimento da sequência, Garcia respondeu:

“Já estamos conversando sobre isso, ficamos muito felizes com o resultado de ‘Hobbs & Shaw’. Mas precisamos esperar e ver o que acontece em ‘Velozes e Furiosos 9‘ antes de seguirmos nosso caminho. É claro que vamos aproveitar o gancho da sequência para manter tudo num universo compartilhado.”

Recentemente, Dwayne Johnson revelou em seu Instagram que irá retornar para ‘Velozes e Furiosos 10′, e sua presença deve ter grande influência nos próximos filmes da franquia.

“Eu só quero agradecer a todos da equipe. Vocês fizeram de ‘Hobbs & Shaw‘ um enorme sucesso global, expandindo o universo de Velozes e Furiosos‘. E por último, mas não menos importante, quero agradecer ao irmão Vin por seu apoio ao filme. […] E, é claro, todas as estradas nos conectam… Vejo você em breve, Toretto.”, disse Johnson.

Confira:

https://www.instagram.com/tv/B27FqCgFzB9/?utm_source=ig_web_options_share_sheet

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ estreia em maio de 2020.

O elenco conta com Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris Bridges, Nathalie Emmanuel,  Charlize Theron, Helen Mirren, John Cena, Finn ColeAnna Sawai, e Vinnie Bennet.

‘Little Fish’: Pandemia causa perda de memória em Sci-Fi do roteirista de ‘The Batman’

Power‘ estreou há apenas alguns dias na Netflix e já está fazendo o maior sucesso entre o público, mas o roteirista Mattson Tomlin (‘The Batman‘) revelou que este não é o único filme que ele escreveu para o ano de 2020.

Durante uma entrevista para Discussing Film, Tomlin disse que escreveu uma trama sci-fi que gira em torno de uma pandemia que causa perda de memória.

Intitulado ‘Little Fish‘, o longa será estrelado por Jack O’Connell e Olivia Cooke, e tem estreia marcada ainda para este ano.

“Filmamos ‘Little Fish‘ no ano passado e a estreia acontece este ano. É uma história completamente diferente de ‘Power’. Jack O’Connell e Olivia Cooke tentam viver uma história de amor ambientada durante uma pandemia que causa perda de memória repentina, o que acaba devastando o mundo. Estou realmente ansioso para o filme ser lançado no outono. Acho que vai fazer muitas pessoas chorarem.”

Tomlin também revelou que escreveu o roteiro do sci-fi na mesma época em que desenvolvia a trama de ‘Power‘.

“Eu escrevi esse roteiro na mesma época que escrevi ‘Power‘. Quando eu ficava preso em uma cena de um deles, eu partia para o outro, e repetia o esquema quando vinham outros bloqueios criativos. Trabalhei ao mesmo tempo em ambos os filmes entre 2016 e 2017.”

Infelizmente, ele não revelou se o longa está previsto para os cinemas ou se será lançado em alguma plataforma de streaming.

Enquanto isso, assista à nossa crítica de ‘Power’:

“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local (Joseph Gordon-Levitt) se une a uma traficante adolescente (Dominique Fishback) e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”. 

A produção é estrelada por Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback, e Rodrigo Santoro.

‘Peacemaker’: James Gunn anuncia a previsão de estreia da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’; Confira!

As gravações da série Peacemaker, derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, continuam a todo vapor e a produção já recebeu uma previsão de estreia.

Através do Instagram, o diretor James Gunn promoveu uma sessão de perguntas e respostas com os fãs, e um deles perguntou:

“Quando podemos esperar a estreia da série?”

Ao que Gunn respondeu:

“Janeiro de 2022.”

Confira:

“Respondendo algumas perguntas enquanto me preparo para mais uma noite de gravações de ‘Peacemaker‘.”

Há alguns dias, o astro John Cena divulgou uma nova arte oficial da vindoura série da HBO Max em seu perfil da rede social.

A imagem vem acompanhada da legenda “silhueta imóvel”.

Confira:

Recentemente, Rosemary Rodriguez, conhecida por seu trabalho na popular série ‘Jessica Jones’, foi escalada para dirigir alguns dos episódios da série.

A produção também conta com Chukwudi Iwuji, Lochlyn Munro, Annie Chang, Christopher HeyerdahlElizabeth Faith LudlowRizwan ManjiAlison Araya, Lenny Jacobson, Danielle Brooks, Steve Agee, Robert Patrick, Jennifer Holland e Chris Conrad.

Detalhes específicos da trama ainda estão em segredo, mas sabemos que a série deve explorar as origens de Peacemaker, um homem que acredita na paz a qualquer custo, não importa quantas pessoas ele tenha que matar para obtê-la.

Ao todo, a 1ª temporada terá apenas oito episódios de uma hora de duração cada, com o realizador James Gunn também assumindo a direção de alguns deles, incluindo o piloto.

Peter Safran entra como produtor executivo, enquanto Cena auxilia na supervisão do projeto.

Para quem não conhece, Peacemaker é um mestre das armas que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para isso.

A obra irá expandir o universo que Gunn está criando com ‘O Esquadrão Suicida, que tem estreia marcada para o dia 06 de agosto de 2021.

‘Civil War’: Wagner Moura se junta a Kirsten Dunst em sci-fi distópico do diretor de ‘Ex_Machina’

De acordo com o Deadline, o diretor indicado ao Oscar Alex Garland (‘Ex_Machina’) está trabalhando novamente com a produtora A24 em um sci-fi distópico intitulado ‘Civil War‘.

A produção é fruto de uma parceria com a produtora DNA Films, representada por Andrew Macdonald e Allon Reich, produtores de ‘Aniquilação‘.

Com o elenco já escalado, o longa vai contar com Wagner Moura (‘Narcos’), Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’), Stephen McKinley Henderson (‘Dune’) e Cailee Spaeny (‘Mare of Easttown’).

Por enquanto, não há informações sobre os personagens de cada ator e nem maiores detalhes sobre a trama, que será ambientada em um futuro próximo na América.

Além disso, não há previsão para o lançamento.

Além de dirigir, Garland também está escrevendo o roteiro.

6ª temporada de ‘Rick e Morty’ entrará em hiato

A 6ª temporada de ‘Rick e Morty‘ está quase chegando ao fim, mas o canal Adult Swim anunciou que a série entrará em hiato até 20 de novembro!

Isso significa que levará mais seis semanas até que a série retorne para os quatro episódios finais.

E agora os fãs terão tempo para “expandir suas mentes em preparação para o resto da temporada”, de acordo com o anúncio.

Confira, junto com a prévia oficial dos episódios finais .

“Por favor, usem este tempo para expandirem suas mentes em preparação para o resto da temporada. ‘Rick e Morty’ retorna em 20 de novembro.”

Relembre o trailer da temporada:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Elenco de ‘Barbie’ tinha que pagar MULTA se não vestissem roupas rosas, revela Ryan Gosling

Barbie‘ estreia no próximo dia 20, e a protagonista Margot Robbie está apostando alto no marketing, promovendo o filme vestindo várias figurinos clássicos da Boneca.

E, durante uma entrevista para a People, Ryan Gosling, intérprete de Ken, brincou que Robbie até “obrigou” o elenco a vestir rosa em dias específicos nos bastidores.

Quem desobedecesse à regra, devia pagar uma multa… Mas foi por uma boa intenção, já que o valor arrecadado foi revertido para uma instituição de caridade.

“Margot inventou esse ‘dia rosa’ uma vez por semana, e todos tinham que usar algo rosa. E se você não usasse, seria multado. Ela coletava as multas e as doava para uma instituição de caridade. O que foi realmente especial foi o quão empolgados os membros da equipe masculina estavam com a ideia. No final do filme, todos eles se reuniram e, com seu próprio dinheiro, fizeram camisetas rosa com franjinhas de arco-íris.”

Ele acrescentou que:

“Foi uma oportunidade para eles mostrarem respeito e admiração pelo que Margot e a diretora Greta Gerwig estavam criando. Foi quase como aquela cena no final de ‘A Sociedade dos Poetas Mortos’, onde todos sobem em suas mesas e dizem: ‘Ó capitão! Meu capitão!'”

Relembre o trailer do filme:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Rosie O’Donnell é escalada para a 3ª temporada de ‘And Just Like That’

Através do Instagram, a atriz e comediante Rosie O’Donnell revelou que foi escalada para o elenco da 3ª temporada de And Just Like That’, série derivada de ‘Sex in the City‘.

Na publicação, ela compartilhou uma foto de seu roteiro para a estreia da temporada, junto com a revelação do nome da personagem: “Mary”.

O roteiro também mostra que o episódio de abertura será intitulado ‘Outlook Good‘, e é escrito e dirigido por Michael Patrick King.

Confira:

“Mary vem aí”, diz a legenda.

Anteriormente, o Comic Book divulgou que Karen Pittman não reprisará seu papel de Dra. Nya Wallace na 3ª temporada.

A saída de Pittman do programa é supostamente devido a seus conflitos de agenda com outros projetos.

Lembrando que esta é a segunda perda do elenco antes da estreia da 3ª temporada…

No mesmo passado, foi revelado que Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) também não vai retornar como Che Diaz.

No final do segundo ciclo, Che e Miranda Hobbs (Cynthia Nixon) terminaram de uma vez por todas, seguindo em frente para explorar novos relacionamentos. O site afirma que os roteiristas por trás da narrativa consideram que a história de Chez foi concluída.

Anteriormente, o Daily Mail havia alegado que Ramirez teria ficado de fora do próximo ciclo por causa de suas publicações em defesa da Palestina.

Posteriormente, Ramirez aparentemente respondeu a notícia com uma nova postagem em seu Instagram, declarando: “Não deixe os tabloides distraí-los do que está acontecendo em Gaza. No entanto, boa tentativa.”

Vale lembrar que o próximo ciclo está previsto apenas para 2025, por causa das recentes graves dos roteiristas e atores em Hollywood.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Tony Danza também foi escalado para o próximo ciclo como o pai de Che (Ramirez). Mais detalhes não foram revelados.

Filha de Carrie Fisher VETA participação de tios em evento na Calçada da Fama: “Lucraram com a morte dela”

Billie Lourd, filha da atriz Carrie Fisher, confirmou em um comunicado oficial que os irmãos de sua mãe, Todd Fisher e Joely Fisher, não foram convidados para o evento do recebimento da Estrela da Calçada da Fama em homenagem à intérprete da Princesa Leia, que acontecerá hoje, 4 de maio, também conhecido como o Dia de Star Wars. (via Variety)

“A verdade é que eu não os convidei para a cerimônia. E eles sabem o porquê”, disse Lourd em comunicado.

A atriz alega que seus tios capitalizaram com a morte de sua mãe em dezembro de 2016. Joely Fisher publicou um livro de memórias intitulado ‘Growing Up Fisher: Musings, Memories and Misadventures‘ e, um ano depois, Todd Fisher publicou um livro focado em seu relacionamento com Carrie e sua mãe Debbie Reynolds, que também era uma atriz consagrada em Hollywood.

“Dias após a morte de minha mãe, seus irmãos decidiram processar sua dor publicamente e lucrarem com a morte de minha mãe, dando várias entrevistas e vendendo livros individuais por muito dinheiro, tendo como assunto a morte de minha mãe e de minha avó”

Lourd diz que nenhum dos dois a consultou antes de publicar os livros.

“Descobri que eles haviam feito isso pela imprensa. Nunca me consultaram ou consideraram como isso afetaria nosso relacionamento”, disse Lourd. “A verdade por trás da relação muito complicada da minha mãe com a família dela só é conhecida por mim e por aqueles que eram realmente próximos a ela. Embora eu reconheça que eles têm todo o direito de fazer o que quiserem, suas ações foram muito dolorosas para mim no momento mais difícil da minha vida. Eu escolhi e ainda escolho lidar com a perda dela de uma maneira muito diferente.”

Carrie Fisher veio a falecer em dezembro de 2016, em decorrência de uma parada cardíaca. Um dia depois, sua mãe, a atriz Debbie Reynolds, também acabou falecendo.

Sua última participação como Princesa Leia foi em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, de 2017. A atriz apareceu em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, de 2019, por meio de reutilização de cenas deletadas de seus últimos filmes na saga.