Nicholas Hoult, o ator que dará vida ao icônico vilão Lex Luthor em ‘Superman’, revelou recentemente um detalhe crucial sobre a dinâmica entre seu personagem e o Homem de Aço. Segundo o ComicBook, Hoult explicou que, apesar do ódio profundo que Luthor já nutre pelo Superman, os dois ainda não se encontraram pessoalmente.
“Uma das coisas que eu mais gostei no roteiro, quando o li pela primeira vez, é que você é lançado no meio de um mundo e uma história já desenvolvidos, então esses personagens já existem nesse universo”, contou Hoult. “Como espectador, você meio que vai tendo que correr atrás do que é essa mitologia, do que está em jogo. No caso do Lex, ele já criou todos esses planos para derrotar o Superman, e o público vai descobrindo aos poucos o que está acontecendo e como esses planos se desenrolam. É assim que a gente o conhece”.
Apesar de não terem tido um encontro direto, os personagens já estão cientes da existência um do outro, conforme destacou o ator.
“Eles estão cientes da existência um do outro. Mas não acho que tenham se encontrado cara a cara ainda. Uma das coisas que eu realmente gosto nessa versão do Lex é que todas as suas crenças e medos são o que o impulsionam — e, de certo modo, esses impulsos são reais”, destacou.
Hoult aprofundou-se na complexidade das motivações de Lex Luthor, indo além do clichê de vilania:
“O que ele teme, o que o Superman representa, pode sim ser uma ameaça real à humanidade. E isso foi algo que me ajudou a entender o personagem. Quando você interpreta um vilão, é fácil cair no clichê do ‘sou o cara mau’, mas na verdade, se você observar com atenção, o que o move é o amor pela humanidade, a vontade de protegê-la e a crença de que os humanos devem ser senhores do próprio destino”, afirmou.
O ator concluiu, contextualizando a visão de Luthor em um mundo que já abraçou o ‘Superman’: “Mas a sociedade, no geral, seguiu por um caminho de confiar no Superman, de acreditar nele, de lhe dar todo esse poder e liberdade. Então Lex se pergunta: onde entra a jurisdição, a lei, a proteção real da humanidade?”.
‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Os novos episódios de ‘Stranger Things’ já estão disponíveis na Netflix e, apesar da grande empolgação dos fãs, a segunda parte da temporada acabou registrando o segundo episódio com a pior avaliação da série no IMDb.
O episódio 7 da 5ª temporada, último capítulo da segunda parte, intitulado “A Ponte”, conquistou apenas 6,2/10 de aprovação no IMDb.
Para efeito de comparação, ele se tornou o segundo episódio mais mal avaliado da série, ficando atrás apenas do episódio 7 da 2ª temporada, “A Irmã Perdida”, que marcou 6,0/10.
Para quem não se lembra, “A Irmã Perdida” é o episódio focado em Eleven, no qual a personagem vai ao encontro de sua “irmã”, Eight.
Vale destacar que, no X (antigo Twitter), as reações aos novos episódios também foram majoritariamente negativas, reforçando a recepção dividida do público em relação a essa parte final da temporada.
Confira as reações:
queria tanto conseguir terminar stranger things mas a serie ficou tao estranha desde que se passaram 25 mil anos e a millie preencheu a cara toda e tudo tem que atender as expectativas de marketing e o roteiro parece mimicar coisas que ja aconteceram (tipo os novos star wars)
A Millie Bobby Brown ta bem desconectada na última temporada de Stranger Things. Desconectada da personagem e tambem do restante do elenco, da de perceber em tela. Ja foi muito boa #StrangerThings5
Só agora na última parte de Stranger Things a galera tá se ligando que a Millie Bobby Brown atua mal pra cacete e só faz caras e bocas, eu to cantando essa bola desde 2016…
Essa quinta temporada de Stranger Things tá bizarra de ruim, roteiro fraquíssimo, enrolam demais pra fazer a história andar e no fim ela acaba no mesmo lugar
Atuações péssimas, parece q a Millie foi obrigada a gravar as cenas, em nenhum momento ela mudava as expressões faciais pic.twitter.com/VL6xcofTHy
Porra Stranger Things tá muito fraco, chega a dá agonia. Atuação cocô, direção cocô, vai pra história tem um vilão mal aproveitado, Eleven protagonista mal aproveitada, explicações retardadas e em todos eps, todos personagens com arcos razos, roteiro facilitado pra porra… +
com todo respeito, as unicas cenas verdadeiramente boas dessa parte 2 de stranger things tem sido as que envolve: Holly, Max, Lucas, Will e Robin… o resto é tedioso pra caralho, como pode uma das melhores series já produzidas pela netflix acabar assim?
desabafo: não sei se é o roteiro ou a atuação mas tô muito incomodada com a eleven nesse volume. totalmente apagada, zero emoção, diálogo estranho, a relação dela com o grupo é quase inexistente.. não deu pra enxergar nela a menina das outras temporadas que sempre roubava a cena pic.twitter.com/7vnxHaKGrj
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O ator Danny Pintauro, que marcou os anos 80 e 90 ao dar vida a Jonathan Bower nas oito temporadas da icônica sitcom ‘Quem é o Chefe?’ (Who’s the Boss?), surpreendeu o público recentemente ao revelar que trabalha em meio período como entregador da Amazon.
De acordo com a Variety, o ator explicou que fazer entregas é apenas uma das várias atividades que mantém atualmente para pagar as contas, já que os papéis na TV e no cinema não são frequentes o suficiente.
“Quando publiquei a foto do Amazon Flex, nem pensei em como as pessoas reagiriam, porque todo mundo sabe que estou trabalhando. Esse é um dos cinco trabalhos temporários que tenho no momento. Somos atores freelancers. Atuar é um dos seis trabalhos que faço”, disse Pintauro.
Segundo o ator, as entregas da Amazon rendem entre 80 e 100 dólares por turnos de duas a três horas.
“Temos que fazer o que for necessário para sobreviver. Precisamos continuar em movimento como seres humanos. Todo mundo faz isso. Nesse sentido, não sou diferente de vocês. Nunca fomos diferentes. Eu não ganho dinheiro com direitos residuais”, acrescentou.
Pintauro relembrou que já havia enfrentado reações exageradas dos fãs logo após o fim de ‘Who’s the Boss?’, quando conseguiu um emprego temporário em uma loja de roupas da rede Gap.
“Alguém entrou com uma câmera escondida, tirou fotos minhas dobrando roupas e publicou algo como: ‘Ele já perdeu todo o dinheiro, a queda de Danny Pintauro!'”, explicou.
Ao expor sua rotina atual na Amazon, o ator deixou um recado de orgulho sobre o próprio esforço: “Não há vergonha em continuar em movimento. Trabalhar duro mesmo quando você ‘não está trabalhando'”.
Ele complementou sobre a situação atual do mercado: “A indústria do entretenimento está muito, muito parada, então tenho feito o que muita gente faz: me virando, aparecendo e aceitando os trabalhos disponíveis enquanto continuo construindo a carreira que realmente quero. Foram 38 pacotes entregues hoje!”.
Para quem quiser relembrar o trabalho de Danny, ‘Quem é o Chefe?’ está disponível no Prime Video.
Exibida originalmente entre 1984 e 1992, com um total de 196 episódios, a produção acompanha Tony Micelli, um ex-jogador de beisebol que se muda do Brooklyn para Connecticut com a filha Samantha. Lá, Tony consegue um emprego como empregado doméstico na casa de Angela Bower, uma publicitária divorciada que vive com o filho pequeno, Jonathan. A partir daí, as duas famílias passam a conviver sob o mesmo teto, dando início a uma grande e divertida história.
De acordo com o Deadline, ‘Enola Holmes 3′ já tem um diretor escolhido: Philip Barantini (O Chef) comandará o novo filme da Netflix, estrelado por Millie Bobby Brown.
Embora a atriz ainda não tenha assinado contrato para o terceiro longa da franquia, especula-se que um acordo será fechado em breve.
Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.
Ainda não há previsão de lançamento para ‘Enola Holmes 3’.
A continuação traz Enola (Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que a arrasta para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.
Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carterreprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.
O restante do elenco inclui Susan Wokoma, David Thewlis, Adeel Akhtar, Sharon Duncan-Brewster, Abbie Hern, Hannah Dodd, Gabriel Tierney e Serrana Su-Ling Bliss.
Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.
O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.
Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.
Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.
‘Adão Negro‘ ainda não chegou nos cinemas, mas já ganhou alguns cartazes incríveis feitos por fãs, que foram revelados pela própria Warner, após uma campanha feita nas redes sociais do estúdio.
A Warner está pedindo para que os fãs enviem seus cartazes destacando ‘Adão Negro‘, para que 5 sejam escolhidos para receber o prêmio de US$ 2.000 cada.
A inscrições para a campanha estão abertas para pessoas de quase todo mundo até o dia 30 de setembro. Para participar o artista tem que ter mais de 18 anos de idade. Inscreva-se aqui.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de outubro.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Sinopse:
A infecção está oficialmente fora do prédio. E atinge diretamente a festa de casamento de um inocente casal ma qual os convidados começaram a mostrar sinais claros de uma terrível doença. Uma doença que os faz perderem a consciência, e sentirem uma incontrolável sede de sangue. Continuação direta dos dois primeiros filmes reunindo as duas tramas e preparando o fã para o quarto filme.
Curiosidades:
» Com o sucesso de ‘[REC] 2: Possuídos‘ nas bilheterias e críticas por onde está sendo exibido, mais duas sequências foram oficializadas.
‘A Hora do Pesadelo’ ganhou uma refilmagem em 2010, 26 anos depois do lançamento do longa original. Como a nova versão não faturou o esperado, a franquia acabou sendo engavetada.
Agora, apenas 5 anos depois de ser ressuscitado, Freddy Krueger voltará os cinemas.
Segundo o Bloody-Disgusting, a Warner Bros. e a New Line contrataram David Leslie Johnson (‘A Órfã’, ‘A Garota da Capa Vermelha’) para trabalhar no roteiro de um novo remake, que não terá ligação com o filme anterior.
Toby Emmerich, Walter Hamad e Dave Neustadter vão produzir.
A história a gente já conhece: Um grupo de adolescentes compartilha um vínculo: todos estão sendo perseguidos por Freddy Krueger, um assassino horrivelmente desfigurado que os caça durante seus sonhos. Quando acordados, eles protegem uns aos outros mas quando estão dormindo, não há escapatória.
O novo ‘A Hora do Pesadelo’ vai se basear em personagens criados por Wes Craven no seu sucesso de terror de 1984. O filme deu origem a uma das séries de terror mais inovadora, bem sucedida e duradoura, com sete seqüências.
Não há cronograma definido.
O rival de Freddy Kruegertambém será visto em breve nos cinemas: Jason Voorhees, astro dos filmes da série ’Sexta-Feira 13’, voltará às telonas em 2017 – saiba mais.
Após ‘Avatar 2‘ ser adiado por três anos, o diretor James Cameron finalmente começará o processo de captura de movimentos.
A produção das quatro sequências começará simultaneamente na segunda-feira, dia 18 de Abril, na Nova Zelândia.
Estão confirmados os retornos de Zoe Saldana como Neytiri; Sam Worthington como Jake Sully; Sigourney Weaver e Stephen Lang.
Embora a saga seja uma enorme superprodução, Cameron espera gastar em torno de US$ 1 bilhão nos quatro longas. A produção conjunta mais cara até agora é a trilogia ‘O Hobbit’, que consumiu US$ 750 milhões com seus três filmes.
As filmagens dos quatro filmes de ‘Avatar‘ levarão apenas de 10 meses para serem concluídas. James Cameron retornará como diretor nas três sequências, mas para os roteiros ele teve ajuda.
Confira os roteiristas:
‘Avatar 2‘, Amanda Silver e Rick Jaffa (ambos de ‘Planeta dos Macacos: A Origem’)
‘Avatar 3‘, Josh Friedman (‘Guerra dos Mundos’)
‘Avatar 4‘, Shane Salerno (‘Selvagens’)
Segura o coração, que agora a história ficou interessante!
O The Spoilling Dead Fans, página no Facebook que segue os passos dos membros de ‘The Walking Dead‘ pelas filmagens na Geórgia, fotografou Rick com Lucille, o taco de baseball envolvido com arame farpado que pertence a Negan.
Tudo bem que as imagens são dos bastidores, mas note que que o personagem está seguindo para o interior de uma residência, onde muito possivelmente algo também será filmado lá dentro.
A página também menciona que a equipe está filmando o episódio 6 da sétima temporada.
Vale ressaltar que as filmagens começaram oficialmente em 1° de maio.
Confira:
No início da semana passada, o showrunner Michael Ausiello revelou ao TV Line detalhes sobre Naomi e Jennie, as duas novas personagens de ‘The Walking Dead‘:
“O sexto episódio vai introduzir duas novas personagens, que não serão baseadas em nenhuma personagem das HQs. Naomi é um tipo de avó que, tendo perdido tantos entes queridos, agora está disposta a fazer TUDO o que for preciso para não ter que enterrar mais ninguém. Talvez ela servirá para aconselhar Carol sobre as terríveis necessidades do mundo pós-apocalíptico. No outro lado, teremos Jennie. Ela é uma adolescente linda e cheia de vida – olá, Caaarl – que parece muito com a Beth”, afirmou.
Liberado novo vídeo da 3ª temporada de ‘Gotham‘, que retorna hoje nos EUA.
Confira:
Gordon trabalha em uma Gotham repleta de monstros e caçadores de recompensas, cujo seu principal objetivo é encontrar respostas sobre os fugitivos de Indian Hill, e porque os seus poderes parecer estar matando eles próprios. Enquanto isso, o clone de Bruce Wayne perambula pelas ruas, enquanto Barbada e Tabitha abrem uma nova boate chamada The Sirens.
A 3ª Temporada de ‘Gotham‘ retorna em 19 de setembro.
A AMC liberou um vídeo bem legal em que os produtores de ‘The Walking Dead‘ e o elenco envolvido no episódio desse domingo comentam mais sobre tudo o que aconteceu.
Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.
[SPOILER]
O episódio 6, intitulado Swear, será focado em Tara e Heath, que terminaram a sexta temporada em busca de suprimentos. Neste momento, ‘The Walking Dead‘ fará um retorno a temporada passada, somente na perspectiva dessa dupla, para explicar o que aconteceu com os dois. Em meio as tentativas de fugir dos Walkers, a dupla chegará em Oceanside, uma outra comunidade que até agora não foi vista na série.
Em Blazing Hell, título do 7º episódio, tudo indica que Negan vai atacar Alexandria com granadas, o que fará com que várias casas do alojamento peguem fogo e que alguns Walkers, novamente, entrem na comunidade.
Por fim, o título do episódio 8 é completamente explicativo. Chamado de Êxodo, o plot indica que Rick vai completar a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop. Vale lembrar também que é no 8º episódio que a série entra em hiato e só retorna entre fevereiro e março de 2017.
“Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Cyborg (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.”
Ciaran Hinds interpreta o Lobo da Estepe, vilão de ‘Liga da Justiça‘. O visual do personagem será diferente do apresentado na cena excluída de Lex Luthor em ‘Batman V Superman‘, sendo feito por meio da captura de movimentos, assim como o Thanos, de ‘Vingadores – Guerra do Infinito‘.
Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman vs Superman’) escreve o roteiro. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman‘, dirige.
O canal CW já está a mil por hora no desenvolvendo do segundo spin-off de ‘Supernatural’.
A série, que hoje é o grande orgulho da empresa por conseguir se manter com público fiel há 13 anos, deverá trazer a Xerife Jody Mills como protagonista do spin-off.
Com o título de Wayward Sisters, a ideia do spin-off, segundo o Deadline, é que Jody consiga investigar casos sobrenaturais envolvendo o desaparecimento de mulheres e crianças.
Em 2014, ‘Supernatural’ fez a estreia de Bloodlines, um episódio-piloto que foi exibido dentro da temporada, mas que não funcionou e hoje é tido como um dos piores episódios de todos os tempos na série.
Agora é esperar para alguma novidade venha até a San Diego Comic-Con.
O cinema Alamo Drafthouse realizou uma sessão exclusiva de ‘It – A Coisa‘ somente para pessoas fantasiadas de palhaço, e divulgou as fotos do evento.
Você conseguiria assistir ao filme em uma sessão assim? Que medo.
O evento aconteceu dia 9 de setembro.
Confira:
‘It – A Coisa‘ surpreendeu TODAS as expectativas e arrecadou sensacionais US$ 117.2 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.
O filme bateu também o recorde de maior abertura para o mês de Setembro, que pertencia aos US$ 48 milhões arrecadados por ‘Hotel Transilvânia 2‘ em 2015.
O filme também já tem a maior bilheteria de estreia para uma produção com classificação indicativa R, que nos EUA significa para maiores de 17 anos.
Juntanto com as bilheterias do resto do mundo, o filme fez impressionantes US$ 179.2 milhões. As maiores arrecadações foram no Reino Unido (US$ 12.3 milhões), Rússia (US$ 6.7 milhões), Austrália (US$ 5.9 milhões), Brasil (US$ 5.6 milhões), Coréia do Sul (US$ 4.3 milhões) e Espanha (US$ 3.1 milhões).
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
A Paris Filmes lança a comédia de 3 de Maio nos Cinemas.
Assista:
Renee (Amy Schumer), uma mulher comum, luta diariamente com sua insegurança. Depois de cair de bicicleta e bater a cabeça, ela de repente acorda acreditando ser a mulher maiz capaz e bonita do mundo. E com isso Renee começa a viver a vida mais confiante e sem medo das falhas.
A produção marca a estreia na direção da dupla de roteiristas Abby Kohn e Marc Silverstein, responsáveis pelo roteiro de ‘Como Ser Solteira’ e ‘Nunca Fui Beijada’.
O que os fãs mais aguardavam aconteceu! Segundo a EW, o ator Jeffrey Dean Morgan finalmente vai retornar como John Winchester em ‘Supernatural‘.
Jeffrey, que viveu o pai de Sam e Dean, voltará apenas para uma participação especial no 300º episódio.
A última vez que ele apareceu na série foi em ‘All Hell Breaks Loose: Part 2‘, episódio final da 2ª temporada.
Intitulado ‘Lebanon‘, o 300º episódio será exibido nos EUA no dia 7 de fevereiro.
Recentemente, o ator revelou que planeja retornar para ‘Supernatural‘ assim que encerrar seu contrato em ‘The Walking Dead‘.
“Quando eles matarem Negan, vou voltar para Supernatural. Se The Walking Dead acabar e Supernatural estiver em sua 400a temporada, já disse que gostaria de retornar e dar um desfecho para o meu personagem”, afirmou.
A nova história gira em torno da tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos Allan Trumbull (Morgan Freeman), que culmina nas falsas acusações de seu fiel confidente Mike Banning (Gerard Butler), o qual é levado sob custódia. Depois de escapar de sua captura, ele se torna um fugitivo e passa a enganar sua própria agência para encontrar a real ameaça ao Presidente.
De acordo com o Deadline, a MGM deu carta branca para os diretores Joe & Anthony Russo(‘Vingadores: Guerra Infinita‘) comandarem qualquer filme em seu catálogo, e a dupla teria escolhido realizar um novo remake de ‘Poltergeist‘.
Novas informações devem sair em breve.
Vale lembrar que ‘Poltergeist‘ já ganhou um remake em 2015. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.
O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.
O novo terror sobrenatural da Netflix, intitulado ‘O que Ficou para Trás‘ (His Home), foi aclamado pelos críticos e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes (com base em 50 reviews).
De acordo com o consenso geral, o longa “apresenta sustos genuínos e traz uma visão aterrorizante sobre a experiência de refugiados”.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘O que Ficou para Trás’ é lindamente construído e seus sustos são monstruosamente eficazes, mas suas imagens aterrorizantes do mundo real permanecem sem solução, seus espectros não vencidos. O filme deixa feridas que não cicatrizam.” (Vulture)
“O nível de intensidade nas cenas tensas é impressionante. É tão assustador que, em determinado momento, eu estava assistindo o filme através dos meus dedos.” (RogerEbert)
“Esse filme é assustador, cheio de sustos e uma atmosfera realmente sinistra.” (Vanity Fair)
“‘O que Ficou para Trás’ é fascinante, angustiante e inteligente, conceitualizado e dirigido com habilidade astuta. É facilmente um dos melhores filmes de terror do ano.” (Decider)
“Esse filme é uma história de fantasmas urgente e arrepiante sobre o que significa começar de novo em uma casa que pode não querer que você more nela.” (IndieWire)
Vale lembrar que o terror já está disponível na Netflix!
Confira o trailer:
.Remi Weekes comanda a produção, sendo esta sua estreia diretorial.
A obra é estrelada por Wunmi Mosaku e Sope Dirisu, que interpretam um jovem casal que consegue escapar da devastação da guerra do Sudão. Depois de completarem a conturbada jornada para o Reino Unido, eles ficam detidos em um centro de refugiados antes de se mudarem para uma casa própria, uma espécie de sobrado rodeado de vizinhos nada amigáveis. Para piorar, eles logo percebem que algo sinistro se esconde nas paredes do novo lar, transformando o início de um sonho em um pesadelo mortal.
Zack Snyder se abriu sobre seu conturbado passado em entrevista à Esquire e revelou o que pensa da versão de Joss Whedon para ‘Liga da Justiça‘, lançada em 2017.
“É muito difícil de você trabalhar três anos em uma coisa e depois vê-la destruída. Isso é grande e é difícil para qualquer um, como você pode imaginar. A lição que aprendi nos últimos cinco anos é que você realmente precisa apenas fazer o que ama. Você realmente tem que fazer o filme que você ama ”, afirmou Snyder.
Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?
O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Snydercut é um filme que aprendeu com os erros de Batman vs Superman
Que era um filme sombrio sem nenhuma piadinha no mínimo, mais esse filme faz você rir em várias cenas
Mais continua sendo um filme sombrio,
E eu gosto disso! Como outros fans #SnyderCut#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/TqAf5XHEGk
Acabei de assistir #ZackSnydersJusticeLeague e eu estou EM CHOQUE. Meu deus do céu. Foi tudo o que eu esperava e ao mesmo tempo foi completamente diferente do que eu esperava. Eu não consigo nem raciocinar direito ainda. A HBOMax precisa urgentemente #RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/tDh8hoN6zg
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Uma estudante de medicina que sofre com paralisia do sono se encontra atormentada por uma entidade demoníaca. Com o tempo se esgotando e a força das trevas consumindo-a por dentro, Lucy não tem alternativa a não ser buscar a ajuda de um padre local, mas o padre Roberts tem um dilema – ele obedece às ordens da igreja ou ajuda Lucy conduzindo seu próprio exorcismo contra a vontade da instituição?
Sequências de grandes obras cinematográficas não costumam honrar os filmes originais – mas esse não foi o caso de ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’.
O clássico longa-metragem co-escrito e dirigido por James Cameron foi lançado em 1991 e trouxe todo o elenco protagonista de volta, incluindo Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton. Na trama, o jovem John Connor (Edward Furlong) torna-se a chave para a vitória da humanidade contra a rebelião de robôs do futuro – mas as coisas mudam drasticamente quando ele vira alvo de T-1000, um exterminador metamorfo que foi enviado para matá-lo.
Aclamado pela crítica, o filme também fez um sucesso gigantesco na bilheteria e arrecadou US$520 milhões ao redor do mundo (a maior do ano em que foi lançado). Além disso, conquistou inúmeros prêmios, incluindo quatro estatuetas do Oscar. Para celebrar seu 31º aniversário, comemorado no dia de hoje, o CinePOP separou uma lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
Robert Patrick, que interpretou o vilão T-1000 no filme, treinou em um rigoroso regime, respirando apenas pelo nariz enquanto se exercitava para não parecer cansado enquanto corria.
A produção foi longa o suficiente para mostrar sinais de envelhecimento em Furlong. No filme, ele está claramente mais jovem na sequência no deserto do que em outras cenas, por exemplo. Além disso, por estar passando pela puberdade, a voz dava sinais de dissonância que tiveram de ser corrigidas na pós-produção.
A irmã gêmea de Linda, Leslie Hamilton Gearren, foi utilizada como duplo nas cenas que envolviam as duas “Sarah Connors”.
Esse foi o único título da franquia a ser indicado para o Oscar. Como se não bastasse, ‘O Exterminador do Futuro 2’ ganhou quatro das seis categorias em que disputava: Melhor Maquiagem, Melhor Som, Melhor Edição de Som e Melhor Efeitos Visuais.
De acordo com Cameron, Hamilton sofreu perda permanente de audição em um dos ouvidos durante o tiroteio do elevador, pois se esqueceu de recolocar os tampões depois de removê-los entre as gravações.
Michael Biehn foi a primeira escolha para viver T-1000 na sequência, em uma completa torca de papéis com Schwarzenegger, que agora era um herói. Entretanto, a ideia foi descartada por se mostrar muito confusa para o público.
A substância artificial que emulava o aço derretido, na verdade, tinha que ser mantida a temperaturas baixíssimas para ficar na densidade certa. Isso significa que a temperatura no set de filmagens era bastante fria, fazendo com que os atores tivessem que ser borrifados com água para “transpirarem”.
O filme carregou o recorde de maior bilheteria em um final de semana de estreia de uma produção para maiores de idade (US$52.306.548) até ‘Matrix Reloaded’, em 2003.
Cameron ficou tão impressionado com a atuação de Hamilton que fez uma extensa campanha para tentar indicá-la ao Oscar de Melhor Atriz, apesar de não ter dado certo. Em seu outro filme, ‘Aliens, o Resgate’, Cameron fez a mesma campanha para Sigourney Weaver, que conquistou a nomeação, mas perdeu a estatueta para Marlee Matlin.
Cameron recebeu a quantia “singela” de cinco milhões de dólares para voltar à cadeira de direção.
Em entrevista ao Variety, Quentin Tarantino (‘Kill Bill’) revelou que o fracasso de ‘À Prova de Morte‘ – que arrecadou apenas US$ 25 milhões nos EUA, em sessões duplas com o terror ‘Planeta Terror‘ – realmente abalou sua confiança como cineasta.
“Tive muita sorte em escrever histórias que se conectaram com o público, o que me permitiu praticar minha arte sem as restrições que a maioria dos cineastas enfrenta. Então, uma coisa engraçada aconteceu: eu estava recebendo muitas propostas de projetos até que os estúdios começaram a desistir, achando que eu só estava interessado nas minhas próprias histórias. Depois que ‘À Prova de Morte’ fracassou nas bilheterias, minha confiança ficou abalada, mas eu comecei a receber essas propostas novamente. Eles devem ter pensado que eu estava com o ego ferido, então o momento era perfeito. E não havia nada errado com isso, porque eles me ofereceram projetos interessantes, mas eu decidi me reinventar e fiz ‘Bastardos Inglórios’.”
Anteriormente, o cineasta havia declarado ter feito uma má avaliação sobre o interesse do público ao lançar o ambicioso projeto ‘Grindhouse‘ – sessão dupla que contou com os filmes ‘Planeta Terror‘ e ‘À Prova de Morte‘: “Em relação ao ‘Grindhouse’, eu e o Robert [Rodriguez] realmente achamos que os espectadores iriam se interessar pelo conceito de sessões duplas, mas isso não aconteceu. Não mesmo. O público não fazia a menor ideia do que estava assistindo. Não significava nada para eles.“
Vale lembrar que, recentemente, Tarantino anunciou que o último filme de sua carreira será intitulado ‘The Movie Critic‘. O longa marcará sua despedida na direção de longas-metragens.
Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, a história alegadamente será ambientada no final dos anos 70, em Los Angeles, e será focada em uma protagonista feminina.
Além de dirigir, Tarantino também será responsável pelo roteiro.
Rumores apontam que a trama vai girar em torno de Pauline Kael, uma das críticas de cinema mais influentes da história. Ela também era conhecida por brigas intensas com editores e cineastas.
No final dos anos 70, Kael trabalhou brevemente como consultora para a Paramount Pictures, uma posição que ela aceitou a pedido do ator Warren Beatty. O período parece coincidir com a ambientação da história. Além disso, Tarantino é conhecido por ter uma grande admiração pela crítica, o que torna ainda mais provável que ela seja a protagonista do filme que deve marcar sua despedida como diretor.
Apesar do projeto ainda não ter um estúdio definido, o site indica que a Sony Pictures é uma das principais possibilidades. A Sony já havia colaborado anteriormente com o cineasta em ‘Era uma Vez em… Hollywood‘, que arrecadou US$ 377 milhões mundialmente e recebeu 10 indicações ao Oscar – tendo ganhado 2 delas.
A Universal Pictures divulgou a sinopse do próximo filme da franquia ‘Jurassic World’.
O longa se chamará ‘Jurassic World Rebirth’ e estreia nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
No Brasil, o filme deve se chamar ‘Jurassic World – O Renascimento’.
Confira a sinopse, o logo e as fotos:
“Renascimento se passará cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, quando ‘a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros’.
Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aquele em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.”
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
A Neon vai lançar o filme nos EUA e a Mubi comprou os direitos para lançar o filme na Inglaterra, México, Argentina, Índia, Chile, Colômbia, e outros países.
O filme recebeu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as críticas:
“Este filme, visualmente e dramaticamente soberbo em todos os sentidos, move-se com confiança e sem pressa pela tela, parando para saborear cada pedaço bizarro de comédia ou passagem erótica, em seu caminho tortuoso até o final violento.”, Pedro Bradshaw, Guardian
“Assim, oscilando entre filmes de gênero, ensaios políticos e dramas familiares, Kleber Mendonça Filho se consolida como um dos mais importantes diretores brasileiros (e não só) dos últimos anos.”, Diego Batlle, Otroscines
“O Agente Secreto não é um típico thriller de espionagem, mas é ainda melhor pela forma como brinca com o gênero, o tom e as expectativas.”, Graeme Guttmann.
“Elegante, temperamental e intenso, O Agente Secreto explora os escombros do passado, reconstruindo a beleza e o terror de um tempo que já se foi, mas que ainda assombra o presente.”, Nicolau Bell, IONCINEMA.
“Kleber Mendonça Filho tece [as subtramas] lentamente, apoiando-se em diálogos longos e detalhados. Este é um filme que ferve lentamente.”, Jaime Pena, EscribiendoCine
Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
Além do rico contexto histórico, ‘O Agente Secreto’ focará em elementos folclóricos, como as festas de Carnaval e as lendas urbanas, além de uma autêntica trilha sonora brasileira.
Indicado muitas vezes e vencedor duas vezes do Oscar de Melhor Ator (de maneira consecutiva), um dos rostos mais conhecidos quando pensamos em cinema em todo o planeta, filho de um chef de cozinha e uma enfermeira, Tom Hanks – que faz 66 anos hoje – começou a atuar no teatro, na Universidade de Sacramento, na Califórnia. Com uma carreira brilhante com dezenas de filmes que enchem os olhos de cinéfilos e cinéfilas, um fato bastante curioso chama a atenção quando analisamos com uma lupa algumas de suas obras.
Não sei se vocês já viram um famoso meme, que volta e meia ganha ares de ineditismo, onde mostram determinadas cenas de filmes do ator e os perrengues que seus personagens atravessam após certas viagens: seja na terra, seja no ar, seja no mar. Embarcando nessa onda, resolvemos trazer para você leitor uma série de filmes onde fica comprovado Por que viajar com Tom Hanks pode ser um grande perrengue:
Com um orçamento de cerca de 50 milhões de dólares, com roteiro escrito pelo próprio Tom Hanks baseado no livro The Good Shepherd, de C.S. Forester, Greyhound, estrela no catálogo da Apple Tv é um filme de guerra sem muitas pausas para absorvermos os inúmeros termos náuticos de combate em meio a um oceano atlântico que lembra o bom e velho batalha naval que jogávamos na infância. Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.
Se o herói mudasse, se tornaria uma nova história. Dirigido pelo mestre Clint Eastwood, baseado em fatos reais e em memórias do livro Highest Duty: My Search for What Really Matters, de Chesley ‘Sully’ Sullenberger e Jeffrey Zaslow, Sully: O Herói do Rio Hudson é um daqueles filmes que fisgam a gente não só por ter um final feliz mas pelas grandiosas interpretações de seus artistas, principalmente do protagonista. Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heróico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.
Baseado no livro Dever de Capitão de Richard Phillips, o longa-metragem do excepcional diretor britânico Paul Greengrass, nos apresenta mais uma viagem na vida do experiente Capitão da marinha norte-americana Richard Phillips. À bordo do gigantesco Maersk Alabama, no ano de 2009, sofreu junto com sua tripulação a inusitada situação de ser sequestrado no meio do oceano por um grupo de piratas oriundos da Somália. Lutando contra o tempo, utilizando todo o conhecimento que tem sobre a embarcação e contando com a ajuda de sua tripulação, Phillips trava uma difícil batalha psicológica com o líder dos piratas.
Quem não gosta de um bom filme sobre os tempos de guerra fria, das famosas corridas especiais? Tom Hanks e o diretor Ron Howardadoram esse universo e durante algumas conversas resolveram recriar no cinema, em meados da década de 90, o famoso caso da expedição Apollo 13. Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir pra lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar pra a Terra. O trabalho mostra também a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete mas com massiva cobertura quando do desastre ao triunfo.
As invertidas que a vida nos traz. Mostrando todas as facetas de uma luta pela sobrevivência em um ambiente não preparado para mentes fracas, no exato ano de 2000 chegava aos cinemas de todo o mundo o longa-metragem dirigido porRobert Zemeckis, O Náufrago. Na trama, conhecemos um simpático, querido e dedicado funcionário da Fedex que se vê em uma grande enrascada quando o avião em que ele estava, indo para a Malásia, acaba caindo sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Ele acaba sendo o único sobrevivente e consegue chegar até uma ilha deserta onde precisará ter muita força e criatividade para vencer os medos frequentes.
Em uma das inúmeras parcerias entre Hanks e Steven Spielberg, no ano de 2004 chegou nos cinemas o interessante filme O Terminal. Contando a saga de Viktor Navorski, um simpático cidadão da Europa Oriental que vê seu país simplesmente sofrer um golpe de estado o que o deixa sem cidadania e com passaporte desatualizado, precisando assim passar meses no aeroporto de Nova Iorque já que não pode entrar nos Estados Unidos e nem voltar pra casa.
Ao estudar a programação da CineOP 2026 antes do festival começar, uma sinopse me chamou bastante a atenção. Por sorte, foi um dos primeiros filmes que assisti em Ouro Preto este ano, o curta-metragem de apenas 4 minutos, chamado Ouro de Tolo Remix.
Abrindo a série 1 da Mostra Contemporânea de curtas-metragens, que este ano trouxe um setlist muito inventivo, trazendo ao público a oportunidade de viajar em reflexões através de engenhosos experimentos que alcançam as infinidades que a linguagem cinematográfica pode provocar, esta obra mineira, dirigida por Gabriel Afonso, é um convite a conhecer, de forma bem objetiva, um antes e depois, também os impactos culturais, da relação da cidade de Nova Lima com o ouro.
Sem quase mostrar personagens, só ouvindo o que a narrativa tem a nos dizer de forma inventiva, como se estivéssemos ouvindo um spot de uma rádio informativa ou mesmo como se estivéssemos na garupa de algum veículo, o filme nos guia para um tour por aquele lugar que carrega marcas do passado de um lugar conhecido como a Cidade do Ouro. Esse fato, chamou a atenção dos ingleses séculos atrás, que compraram a Mina de Morro Velho, que chegou a ser uma das mais profundas do mundo.
Expondo de forma criativa situações que contornam a história da cidade e chegando rapidamente em críticas sociais importantes, percebe-se uma urgência em abordar a questão da especulação imobiliária, apresentando a falta de compromisso com a função social.
Para tal, adentra uma estrada de um experimento cinematográfico, trazendo o abstrato e aumentando o volume das sensações, um modelo narrativo que se mostra certeiro e envolvente, capaz de fazer com que cada pessoa absorva a história de formas diferentes. Não tenham dúvidas: a Mostra Contemporânea de curtas-metragens da CineOP 2026 começa com o pé direito.
Os Donos da Rua (Boyz n the Hood) se encontra atualmente no acervo de filmes da Netflix, e antes de mais nada fica aqui a nossa recomendação máxima para que você assista ao filme antes que ele seja removido – afinal, como sabemos, os filmes vêm e vão na plataforma. Os Donos da Rua completa 30 anos de seu lançamento em 2021, e esta é a oportunidade perfeita para celebrar esta importante obra cinematográfica, seja assistindo pela primeira vez ou a revisitando.
A estreia mundial da produção ocorreu no dia 13 de maio de 1991 no prestigiado Festival de Cannes, na França. Para quem não conhece, Os Donos da Rua possui grande relevância atrás das câmeras também, em seus bastidores, já que guarda no maior prêmio da sétima arte, o Oscar, dois recordes: um que jamais poderá ser quebrado e outro que até o dia de hoje, trinta anos depois, ainda não foi. Ambos dizem respeito ao diretor da obra, o saudoso John Singleton, falecido em 2019 aos 51 anos.
Singleton foi o primeiro cineasta negro a ser indicado na categoria de direção nos prêmios da Academia, 63 anos após a criação da cerimônia. Singleton foi também o diretor mais jovem a ser indicado ao prêmio, na época com 24 anos, batendo assim o recorde anterior de um certo Orson Welles por um tal de Cidadão Kane (1941), aos 26 anos de idade – recorde que segurou por 50 anos.
No Oscar, as duas indicações do filme ecoaram como grandes prêmios. Os Donos da Rua foi o primeiro filme do jovem John Singleton, lançado por um grande estúdio após uma verdadeira epopeia. O resultado foi sua aprovação na maior noite do cinema, com nomeações para roteiro original e direção, ambas para Singleton. O cineasta teve a ideia para o filme de sua própria vivência na vizinhança de Crenshaw, subúrbio então violento de Los Angeles, na Califórnia. A terra dos ricos e famosos era completamente desmistificada por um artista negro com muita propriedade, afinal saíra justamente de tal território e o longa serve de relato para tudo que viu e viveu por lá.
Dois anos antes, o talentoso e celebrado Spike Lee já havia dado seu relato da causa no atemporal Faça a Coisa Certa (1989), jogando na cara da sociedade sem papas na língua o dia a dia dos moradores de Bedford-Stuy, no Brooklyn, Nova York, mesmo bairro que serve de cenário muito mencionado por Chris Rock em seu seriado Todo Mundo Odeia o Chris (2005-2009). Os Donos da Noite serve de complemento para o filme de Lee, mostrando a dureza de um bairro negro na costa Oeste dos EUA também. Hoje, mais de trinta anos depois ambos os bairros melhoraram muito sua condição para os habitantes e o Brooklyn inclusive foi renovado em Nova York, se tornando um dos locais mais caros para se viver na cidade.
Em questão de prêmios no Oscar, Faça a Coisa Certa levou duas indicações igualmente, incluindo roteiro, mas assim como Os Donos da Rua é considerado esnobado. Mereciam mais. Mereciam a tão aguardada nomeação de melhor filme. À época, os membros então mais conservadores da Academia não estavam preparados para tamanha representatividade.
Violência nas ruas. A realidade nua e crua da vizinhança de Crenshaw, Los Angeles.
Em Faça a Coisa Certa, Spike Lee se coloca como um dos personagens do filme em meio a tudo. Em Os Donos da Rua, John Singleton também se inclui na narrativa, mas não aparece como ator. O cineasta usa a persona de Tre, que no filme ganha as formas de um então novato Cuba Gooding Jr., em seu primeiro papel de destaque como protagonista no cinema – o ator viria a ganhar um Oscar cinco anos depois por Jerry Maguire: A Grande Virada. No filme, Tre cresce em meio à violência e quando, ainda na infância, começa a ser afetado por ela, é levado pela mãe a ir morar com o pai, o sábio “pregador” armado Furious (e o nome já diz tudo). Assim, consegue se esquivar das tentações e do caminho fácil, construindo seu caráter para se tornar alguém na vida. Fora das telas, John Singleton passou pela mesma provação do personagem, foi para a faculdade e se tornou um diretor prestigiado.
Para chegar aonde chegou, Singleton teve que continuar se provando. A ideia para o filme em partes surgiu quando um executivo da Orion Pictures foi visitar sua faculdade para uma palestra. O estudante não teve qualquer pudor e na frente de toda a classe argumentou sua insatisfação com um longa recém-lançado do estúdio, Cores da Violência (1988): um combate entre as gangues mais violentas da Califórnia, os Crips e os Bloods (que se dividem pelas cores azul e vermelho), usando como protagonistas da história dois policiais brancos (vividos por Sean Penn e Robert Duvall). E para Singleton aí estava todo o problema em relação ao filme. Os Donos da Rua, lançado três anos depois, é sobre o ponto de vista dos moradores do local, pegos em meio a uma guerra urbana; muitos dos quais cresceram ao lado dos jovens criminosos, são amigos ou parentes dos que matam e morrem.
Tendo ganhado sinal verde da Columbia Pictures (hoje Sony) com seu roteiro, devido ao estúdio desejar seu próprio Faça a Coisa Certa(da Universal Pictures), Singleton teve que fazer valer sua voz e bater o pé para conseguir a direção do filme. Os executivos queriam dar seu texto para outro cineasta comandar, receosos pela falta de experiência de um jovem recém-saído da faculdade de cinema, sem qualquer trabalho prévio na área. Singleton foi firme em sua decisão vociferando que apenas alguém que experimentou tal vivência seria capaz de trazer a estética certa para o longa.
O protagonista Tre, por outro lado, quase teve as formas de um ator desconhecido na época, mas que viria a se tornar um dos maiores astros da atualidade em Hollywood. Will Smith foi considerado para o papel principal, chegou perto de vive-lo, mas precisou recusar devido à suas obrigações no recém-lançado programa Um Maluco no Pedaço, que havia estreado no ano anterior e já fazia muito sucesso. É curioso notar em filmes antigos quando os revisitados, a presença de atores hoje badalados. Aqui, por exemplo, temos a estreia de Regina King no cinema como a espevitada Shalika. King venceu o Oscar de atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse(2019), se tornou uma atriz badalada (Watchmen) e uma diretora de mão cheia (Uma Noite em Miami).
Quem estreia no cinema em Os Donos da Rua igualmente é o rapper Ice Cube, na época já à frente de sua banda de rap NWA (cuja biografia Straight Outta Compton, 2015, fez enorme sucesso no cinema). Cube vive Doughboy, jovem problemático que é a contraparte de Tre no filme. Completando o elenco principalNia Long (como o interesse amoroso do protagonista, Brandi), Morris Chestnut (Ricky, o irmão esportista de Doughboy) e os veteranos Angela Bassett e Laurence Fishburne como os pais de Tre, Reva e Furious. Curiosamente, ambos Bassett e Fishburne viriam a ser indicados ao Oscar ao se reencontrarem para um filme dois anos depois, por si só dono de tremenda importância e representatividade racial negra: a biografia da cantora Tina Turner, What’s Love Got to Do With It(1993), título de uma música da cantora, que no Brasil recebeu o título mais simplório Tina – A Verdadeira História de Tina Turner. No filme, Angela Bassett viveu Tina e Laurence Fishburne foi seu marido abusivo Ike.
Os Donos da Rua foi parte de um movimento que chegava para mostrar como o cinema deveria de fato ser utilizado para dar voz a uma minoria racial: através deles próprios. Spike Lee ganhou seu espaço e entrou para a história devido ao fervor contido em sua panela de pressão chamada Faça a Coisa Certa. Mas John Singleton seguiu bem de perto exibindo com muito realismo, crueza e dramaticidade a rotina de bairros dominados por gangues, crime e violência.
Com um orçamento de US$6.5 milhões, Os Donos da Rua rendeu em bilheteria US$56.1 milhões, se tornando assim, num aspecto de investimento, o filme financeiramente mais bem sucedido de trinta anos atrás (1991) no cinema. É claro que seu valor social transcende seu sucesso financeiro, e em 2021, numa época em que ainda reivindicamos igualdade e lutamos contra o racismo e a violência urbana, seja no Brasil, nos EUA e no mundo, o filme de John Singleton se mostra, infelizmente, mais urgente do que nunca.
Acima de tudo, Os Donos da Rua é um grande estudo do pensamento do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, que definiu o homem como produto de seu meio. É difícil ser o ponto fora da curva. Mas não impossível. E John Singleton foi uma das maiores provas disso.
“Isso nunca havia sido feito antes. Quatro séries de televisão, cada uma com sua própria equipe criativa e elenco, sendo lançadas apenas a alguns meses de diferença. Então, eles se juntariam em um grande evento que se passaria no coração de Nova York. Nós os chamamos de ‘Os Defensores’. E, juntos, nós estávamos animados com as histórias do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, e até mesmo o Justiceiro se juntou a eles.
Disseram que não tinha como isso ser feito, mas a Marvel reuniu um time incrível de roteiristas, diretores, editores e conseguiu fazer 13 temporadas e 148 horas de episódios. Tire um momento e procure a lista de atores, roteiristas, diretores e compositores que nós beneficiou o melhor de seus trabalhos. Nós amamos cada minuto.
E nós fizemos tudo por vocês – os fãs –, que torceram por nós através de todo o mundo e nos fez trabalhar duro para tudo valer a pena. Então, obrigado a todos vocês! Em nome de todos na Marvel TV, não poderíamos estar mais agradecidos a nossa audiência. Nossa parceira pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel.
Assim como disse o pai do Matthew Murdock, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado no tatame, mas sim como ele levanta’.
Por enquanto, resta a terceira temporada de ‘Jessica Jones‘ para encerrar de vez a parceria entre a Marvel e a Netflix. No entanto, ainda não há previsão de estreia para o ciclo final.
No entanto, Liam Hemsworth não deve retornar para o novo ciclo, que terá um novo protagonista.
Na trama, Dodge Maynard, desesperado para cuidar de sua esposa grávida antes que uma doença terminal tire sua vida, aceita participar de um jogo mortal onde descobre que não é o caçador… E sim a presa. O thriller de ação explora os limites do quão longe alguém está disposto a lutar por sua vida e sua família.
A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental, que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.
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