Vozes na versão dublada de Tiago Abravanel, Rafael Cortez e MariMoon.
Vozes no original de John C. Reilly, Jane Lynch, David Hyde Pierce, Dave Foley, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Teddy Newton, Jamie Elman.
Direção: Rich Moore
Gênero: Animação
Duração: 112 min.
Distribuidora: Disney
Orçamento: US$ 200 milhões
Estreia: 3 de Janeiro de 2019
Sinopse:
‘WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.
Curiosidades:
» A Disney revelou que todas as suas princesas estarão em ‘WiFi Ralph’ (‘Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2’), dando o pontapé para um filme que reunirá todas elas. A história mostrará Ralph tentando se tornar uma sensação viral da internet, e visitará o site da Walt Disney junto de Venelope. É aí que entram as princesas da Disney, sendo dubladas pelas atrizes originais que ainda estão vivas.
» Vários personagens dos games dos anos 80 e 90 estão presentes na produção. Entre eles, os famosos Zangief, do jogo Street Fighter, Kano, de Mortal Kombat, e o Pac-Man.
» O nome do filme é o nome de um jogo fictício da era “8-bit” (a mesma do Master System e Nintendinho), inspirado em clássicos dos vídeo-games daquela época.
Quando John Connor (Jason Clarke), líder da resistência humana, envia o Sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta para 1984 para proteger Sarah Connor (Emilia Clarke) e salvaguardar o futuro, uma mudança inesperada nos acontecimentos cria uma linha do tempo fragmentada. Agora, o Sargento Reese se encontra em uma nova e desconhecida versão do passado, onde ele encontra aliados improváveis, incluindo o Guardião (Arnold Schwarzenegger), novos e perigosos inimigos e uma missão nova e inesperada: redefinir o futuro…
O recomeço da franquia ainda nem foi lançado, mas sua continuação já garantiu Arnold Schwarzenegger.
Em entrevista ao site The Arnold Fans, o ator disse que “com certeza” retornará para o sexto filme da série em 2016. A sequência de ‘Terminator Genisys’ tem estreia marcada para 19 de maio de 2017 e o fim da nova trilogia chega aos cinemas em 29 de junho de 2018.
A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.
Muito legal mesmo! A Walt Disney liberou um documentário que retrata todo o processo de produção por trás do sensacional ‘Zootopia – Essa Cidade é o Bicho‘.
O documentário vai desde a concepção do projeto, primeiras discussões, pesquisas, produção dos personagens animados, ajustes no roteiro, captura de vozes e produto final.
Confira:
‘Zootopia – Essa Cidade é o Bicho‘ está com faturamento mundial de US$ 530 milhões no mercado internacional e US$ 276 milhões nos Estados Unidos.
Vale lembrar que a animação já se tornou a segunda maior bilheteria para um longa original da Walt Disney, a sexta maior bilheteria de uma película da Walt Disney Animation e a quinta maior animação de todos os tempos entre todos os estúdios de animação.
Zootopia é uma cidade moderna diferente de todas as outras que você já viu. Nela os humanos nunca existiram. Composta de bairros-habitat como a elegante Sahara Square e a gelada Tundratown, é uma grande mistura onde animais de todos os ambientes vivem juntos — um lugar onde independentemente do que você seja, do maior elefante ao menor roedor, você pode ser o que quiser.
Judy Hopps, uma coelha do interior que se muda para Zootopia com o intuito de se tornar policial. Com a ajuda da raposa Nick, eles devem desmascarar uma conspiração.
Ah, como é gostoso levar nossos leitores para uma sessão gratuita de cinema… E é mais gostoso ainda quando o filme é de terror e tem um elenco estelar.
Em parceria com a PlayArte Pictures, vamos levar 60 leitores do site + acompanhante para a nossa pré-estreia exclusiva de ‘A Última Premonição‘ (Visions).
Mas o melhor ainda está por vir: a sessão será realizada em uma sala VIP (sabe aquelas poltronas maravilhosas que reclinam?), com direito a um combo com pipoca e refrigerante… tudo DE GRAÇA!
[ATUALIZADO] Os nomes dos vencedores foram divulgados. Se seu nome estiver abaixo, envie uma mensagem na página do FACEBOOK do CinePOPpara receber seu convite!
Adriano Balon Adriano Jou Alexandre Alves da Costa Filho
Alexandre Britto Andre Batuque Andressa Portela Breno Lafaete Bruno Souza Danilo Adelson Danilo Souza Davis Reimberg Dieego Luviiam Eder Nunes Elder Nascimento Elvio Oliveira Evelin Barboza Everton Ferreira Feliphe Jesus Silva
Fernando Georgetti Gabriel Bellussi Gabriel Vilela Giovanni Schaeffer Gisele Ricci Haline Torres Hosana Gabriela Isra Matos
Izadora Venturini
Izael Nogueira Jackeline Cristina Johnny Lee José Carlos Oliveira Juaci da Silva Junior Juliana Torres Júlio Cesar Kamui Fuuma Leandro Machado Lucas Amaral Lucas De Freittas Marco Aurélio Dias Marcos Cunha Marcos Paulo Batemarco Mauricio Mathias Mayara Liima Michael Rodrigo Senna Vieira Michele Santos Monique Kubo Natty Steele Paula Foxcheck Paulo Guilherme Ferreira Machado Ray Gomes Renata Menezes Ro Ricci
Ronaldo Trovó Tiago Soares Suka Ve Talissa Reis Talita Santana Tamiris Santana Yan Patrick
Após deixar a vida agitada da cidade para trás, a jovem grávida Julia e seu marido David se mudam para uma linda casa em um vinhedo, e começa a ser atormentada por estranhos ruídos e visões de uma sinistra figura encapuzada. Ninguém mais ouve ou vê essas alucinações, nem mesmo David, que fica cada vez mais preocupado com o bem-estar de sua esposa. Desesperada para provar a sua sanidade, ela procura um médium, que a ajuda a descobrir a história assombrada de sua nova casa.
Estreia nos cinemas nacionais: 18 de maio de 2017.
David F. Sandberg (do inédito ‘Quando As Luzes Se Apagam’) dirige a sequência do grande sucesso de 2014, que arrecadou assustadores US$ 257 milhões durante seu período de exibição nos cinemas.
Em ‘Annabelle 2‘, anos após a trágica morte de sua filha, um criador de bonecas e sua esposa recebem em sua casa uma freira e várias meninas de um orfanato que foi fechado, e elas rapidamente se tornam alvo de Annabelle, a boneca possuída e uma das criações do anfitrião.
Intitulado ‘The Nun‘ (‘A Freira’), o terror será roteirizado por David Leslie Johnson, um dos responsáveis pelo script de ‘Invocação do Mal 2’. James Wan e Peter Safran serão os produtores.
Uma curiosidade é que a Freira Demoníaca Valak não existia há três meses: ela só foi adicionada em ‘Invocação do Mal 2’ durante as refilmagens de última hora. O filme, que traz Patrick Wilson e Vera Farmiga como investigadores paranormais, tinha como antagonista uma figura demoníaca masculina com chifres.
O estúdio estava pronto para liberar essa versão, mas no último minuto, Wan teve uma revelação e decidiu reeditar o filme. Ele havia sonhado com uma freira demônio, e decidiu trocar o vilão do filme. BIZARRO, não é?
‘Invocação do Mal 2’ arrecadou US$ 300 milhões mundialmente e o estúdio já começou a desenvolver a sequência. O diretor James Wan já afirmou que gostaria de retornar, se conseguir um espaço em sua concorrida agenda.
Wan já havia adiantado que a história se passará na década de 80, dando a entender que o filme será focado no caso de um homem de Londres que foi supostamente possuído por um demônio e o fez agir como um lobisomem.
Este caso é baseado na história de Bill Ramsey, que demonstrou pela primeira vez o comportamento de licantropia com nove anos de idade. Aparentemente, ele mostrou força sobre-humana, até mesmo conseguindo arrancar um poste de sua base de concreto. Ele também tentou morder a sua família e parentes antes de ter convulsões.
Em 1983 – agora um homem adulto – ele admitiu-se a uma instituição após afirmar que a possessão voltou, mas quando chegou no hospital, ele atacou uma enfermeira e latiu como um cão. Em 1987, durante a exibição de um comportamento de lobo, ele atacou um policial com força sobre-humana. Foram necessários mais seis oficiais para conter “a besta”. Ramsey voou para Connecticut para a ser exorcizado pelosWarren. Seis guarda-costas estavam presentes quando o exorcismo aconteceu e Lorraine descreveu que durante o evento as orelhas de Ramsey ficaram pontudas, suas mãos viraram garras e ele uivava como um lobo. O exorcismo funcionou e Ramsey nunca experimentou crises de raiva ou comportamento de lobo novamente.
Após confirmar oficialmente que David Leitch, co-diretor do filme ‘De Volta ao Jogo‘ (John Wick), vai comandar a sequência de ‘Deadpool‘, a Fox agendou uma possível data para o filme.
O estúdio marcou na agenda o dia 2 de março de 2018 para um filme da parceria Marvel/Fox, que provavelmente será ‘Deadpool 2‘.
As filmagens começam no primeiro trimestre de 2017.
Baseado nos quadrinhos do anti-herói mais controverso da Marvel, ‘Deadpool’ conta a origem da história do ex-agente das Forças Especiais que tornou Wade Wilson um mercenário. Após ser submetido a um experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter-ego heroico, armado com suas novas habilidades e um ácido senso de humor.
‘Deadpool’ é uma figura única no Universo Marvel. Seus criadores o fizeram com o intuito de não possuir uma atitude super-heroica. A personalidade sarcástica é a principal característica do Mercenário Tagarela, que sempre faz piadas maldosas e quebra a “quarta parede” para dialogar com o público.
Ao invés de 5 de outubro, o filme agora chega aos cinemas em 21 de dezembro de 2018.
Com isso, o filme ocupa a data deixada por ‘Avatar 2‘, que foi adiado indefinidamente.
Recentemente, James Wan liberoualgumas fotos que aparentam ser de locações para as filmagens de ‘Aquaman‘. Os seguidores do diretor dizem nos comentários que as três primeiras fotos são na Indonésia, e a terceira no Havaí.
Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em
“‘Aquaman‘ centrará no herói como um comandante relutante do reino aquático de Atlantis, que se encontra em uma situação entre os habitantes da Terra que estão sempre poluindo o planeta e o seu próprio povo, que está pronto para invadir a superfície”.
‘Aquaman‘ possui em seus quadrinhos um histórico em abordar controvérsias ambientais e mudanças climáticas, o que torna ainda mais provável que essa revelação seja de fato o foco da trama.
O YouTuber Nick DiNizio compilou todas as mortes do filme ‘John Wick – Um Novo Dia Para Matar‘ em um vídeo cheio de ação e sangue.
Assista:
O roteirista Derek Kolstad teve seu retorno confirmado em ‘John Wick 3‘. Foi ele quem roteirizou os dois filmes anteriores da franquia, e também está trabalhando no enredo da série baseada no filme.
Em recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelskiconfirmou que o roteiro do terceiro filme já está em desenvolvimento.
Com relação as filmagens, elas deverão ser iniciadas entre o final desse ano e o começo de 2018.
“Estamos atualmente no meio do roteiro. Nos reuniremos [para as filmagens] até o final do ano ou o começo do próximo.”
Segundo ele, o novo filme será bastante diferente dos dois anteriores. Keanu Reeves, claro, retornará como o personagem título!
Em entrevista à Variety, o ator Isaac Hempstead Wright revelou uma cena do episódio final que foi cortada.
“A cena é curta e mostra Sansa batendo na porta de Bran para pedir ajuda a ele. Basicamente, até onde eu sei, a história é que Sansa finalmente se deu conta de que ela tinha um grande serviço de informações em sua vantagem e queria checar as informações antes de matar sua própria irmã. Ela vai até o Bran, e ele conta tudo para ela. E ela fica com uma expressão ‘Ai, que merda!'”, afirmou.
A HBO quebrou seu próprio recorde com a série ‘Game of Thrones’. O último episódio da 7ª temporada se consagrou como o mais assistido da história da aclamada série.
Ao todo, 12,1 milhões de telespectadores testemunharam os emblemáticos acontecimentos da tão aguardada season finale, na noite deste domingo (27), no primeiro horário de exibição simultânea. O número corresponde a 13% a mais em relação ao último recorde alcançado pela produção, com o quarto episódio – exibido há três semanas atrás e que por sinal havia vazado na internet poucos dias antes.
A altíssima audiência no final da penúltima temporada também marca um aumento de 36% em relação ao mesmo episódio referente ao ciclo anterior, exibido em 2016. Se somarmos as reprises do capítulo e os streamings através do aplicativo HBO Go, ‘The Dragon and The Wolf’ sobe para a impressionante marca de 16.5 milhões de pessoas assistindo ao mesmo programa.
Além de superar sua própria marca dentro da HBO, outras emissoras internacionais que possuem os direitos de transmissão da produção também quebraram seus recordes, conforme pontuou o levantamento feito pela Nielsen.
Em se tratando da audiência de toda a 7ª temporada, ‘Game of Thrones’ conquistou a atenção de quase 31 milhões de telespectadores – levando em conta todas as formas de acompanhar a série, incluindo as reprises e o próprio app. Esse número simboliza um acréscimo de 8 milhões de pessoas, se comparado ao sexto ciclo.
Recentemente, a HBO sofreu um ataque hacker que rendeu muita dor de cabeça.
Até ao final dos anos 60, os afro-americanos que precisassem viajar ao Sul dos Estados Unidos poderiam acabar espancados ou mortos, tamanho o preconceito da região com as então chamadas pessoas “de cor”. Os que se arriscavam, podiam se tornar vítimas de linchamento ou desaparecer sem rastros.
Para ajudá-los, o carteiro dos serviços postais Victor Hugo Green criou o chamado Green Book (Livro Verde), que trazia uma lista de restaurantes e hotéis que aceitavam afro-americanos. Era uma divisão bem rígida: se um negro entrasse em um estabelecimento para brancos, ele seria no mínimo humilhado.
É com um Green Book na mão que Tony Lip (Viggo Mortensen) aceita um trabalho irreverente: levar o Dr. Don Shirley (Mahershala Ali), um pianista negro mundialmente famoso, em uma turnê de Manhattan ao Sul dos Estados Unidos – usando o velho livro para guiá-los aos poucos estabelecimentos da região que eram seguros para os afro-americanos. Confrontados com o racismo, o perigo — bem como a humanidade e o humor inesperados — eles são forçados a deixar de lado as diferenças para sobreviver e prosperar na jornada de sua vida.
O surpreendente filme nos lembra bastante o clássico ‘Conduzindo Miss Daisy‘ (Driving Miss Daisy), vencedor do Oscar de 1989 de Melhor Filme, Melhor Atriz (Jessica Tandy), Melhor Roteiro Adaptado e Maquiagem. Porém, ao invés de uma judia sendo levada por seu motorista negro (Morgan Freeman), os papeis se invertem aqui.
Viggo Mortensen (‘O Senhor dos Anéis‘) vive um personagem cheio de dilemas internos mas deveras carismáticos, cuja jornada de redenção é um deleite de se assistir. Ele começa o filme como um carrancudo macho-alfa racista (seu “nojo” por negros é mostrado nas primeiras cenas), e vai se transformando em uma pessoas cujo preconceitos e paradigmas vão sendo quebrados aos poucos. Essa transformação do personagem é abraçada com unhas e dentes pelo ator, que está estupendo e na melhor atuação de sua carreira, com um sotaque italiano e alguns quilos a mais conquistados para dar veracidade ao papel.
Mahershala Ali (‘Moonlight‘) vive um personagem contido, um jovem negro que precisa se provar para o mundo e para ele mesmo, que apesar do grande talento sofre preconceito em todos os lugares que vai, passando por humilhações que deixam o espectador apreensivo, colocando o dedo na ferido do racismo nos Estados Unidos e mostrando que muita coisa não mudou de lá pra cá.
Apesar da temática pesada, ‘Green Book: O Guia‘ trilha por caminhos leves e tocantes, focando nessa ‘road trip‘ cheia de aventuras de dois desconhecidos que se tornam melhores amigos e admiram um ao outro.
É claro que a mensagem está lá, alta e clara, mostrando como os negros sofreram – e sofrem – com o preconceito até hoje, mas isso é sempre mostrado de maneira sutil e tocante, e nunca de uma maneira exagerada. É na superação desses eventos que o filme consegue manter o sorriso no rosto do espectador, com um humor extremamente inteligente e irreverente usado pelos roteiristas Nick Vallelonga, Peter Farrelly e Brian Currie.
E quem diria que Peter Farrelly tinha um diretor tão espetacular dentro dele? Diretor de filmes como ‘Quem vai Ficar com Mary?‘ e ‘Débi & Lóide‘ ao lado do seu irmão Bob, ele demonstra ter muito mais bom gosto e delicadeza quando trabalha sozinho.
Ao lado do diretor de fotografia Sean Porter (‘Sala Verde’), Farrelly traz imagens belíssimas e transições sensacionais, deixando-o com cara de filme de arte – na medida ideal para que a produção se destaque no Oscar 2019 com a promessa de levar várias estatuetas.
Inspirado em um história real, o filme consegue emocionar do começo ao fim e deixar os olhos lacrimejando. Sensível, perspicaz, dramático e repleto de tiradas irônicas e hilárias,‘Green Book: O Guia‘ é aposta certa no Oscar 2019 e em nossos corações.
A estreia no Brasil acontece em 24 de Janeiro de 2019.
…Em resumo, está chegando a quarta temporada de Game Of Thrones – GoT para os íntimos – uma das séries de maior sucesso da TV. GoT tem qualidades suficientes para ombrear com séries como Breaking Bad ou The Sopranos… Olha, a ideia inicial deste texto era falar de todas essas qualidades: a ótima direção, a engenhosidade de George R. R. Martin em criar uma fantasia para adultos, de como a narrativa pode ser lido como um estudo sobre política, ou o quanto a força gravitacional do Poder molda o caráter das pessoas. Depois, falaria sobre meus personagens prediletos, como Daeneryz Targaryen (Emilia Clarke), Stannis Baratheon (Stephen Dilane) e os insuperáveis Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e Arya Stark (Maisie Williams). Mas, essas coisas não interessam. Quero mesmo é falar da única unanimidade de Westeros: Joffrey Baratheon (Jack Gleeson) é um filho da PUTA!
Sim, podemos discordar sobre os méritos da série, sobre as soluções de roteiro, sobre os homicídios cometidos por R. R. Martin, sobre qual personagem no agrada mais ou sobre quem ficará com o trono de ferro. Não importa! No final, concordaremos, apenas, que todo espectador de GoT já teve a vontade de descer o braço em Joffrey. Ele é um verdadeiro MOTHERFUCKER!
Ele acredita ser o único alfajor do pacote. Mimado, pateta, imbecil, covarde, tão arrogância que é incapaz de perceber seus defeitos. Sádico, idiota, como se dizia antigamente, um moleque pimpão. Ou, sendo mais atual, ele é um coxinha. Um coxinha mimado! “Uê, Uê! Fui contrariado!! Uê, Uê!! Mamãe!!! Uê, Uê, Me dá minha coroa! Snif, snif…” Ora, droga, dá vontade de dar umas boas chineladas e mandar ele calar a boca.
Muitas das qualidades que R. R. Martin imprimiu em GoT podem ser percebidas a partir desse FDP!
Primeiro, R. R. Martin é um grande criador de personagens. Mesmo nos mais coadjuvantes a complexidade é percebida, todos muito verossímeis. Isto não é fácil. Mais difícil ainda, é criar vilões. Mesmo não deixando muito claro a fronteira de bem e mal, GoT tem figuras bem malvadas. Mas, a maioria de seus vilões tem carisma; em algum momento, eles revelam sua face humana. Em toda a arte narrativa, com facilidade encontramos vilões carismáticos. De Shakespeare à novela da Globo, os vilões exercem algum fascínio no público – e construir figuras assim é complicado. Contudo, bem mais difícil, é bolar um vilão complexo e que seja odiado por todo público. A frase a seguir é estranha: ser odiado por todos é a qualidade de Joffrey!
Essa repulsa coletiva é conseguida pela combinação entre maldade em estado bruto e um grande poder colocados no interior de uma personagem extremamente burra, que se considera tão autossuficiente que é incapaz de notar suas limitações. Joffrey é tão mimado que não percebe seus erros. E esse lado mimado é o ponto decisivo para impedir uma identificação do público. Um vilão grandioso, em algum grau, tem noção de seus limites e possui algum traço que o ligará com o público. Joffrey é sádico (gerando consequências nocivas), burro (por não perceber seus erros), mimado (mesmo errando, ele continua se achando o melhor!) e tem o poder. Podemos aturar um colega de trabalho sádico, burro e mimado, mas é mortal um chefe sádico, burro e mimado.
E se GoT é uma narrativa sobre o Poder, Joffrey é a representação de como o poder colocado nas mãos de um maníaco gera consequências desastrosas.
Por fim, o terceiro traço da série que encontramos ao redor de Joffrey é o prazer sádico de R. R. Martin em maltratar seu público. Ele vem matando alguns personagens muito queridos, mas, dar ao público o prazer de ver Joffrey sofrer, não, isso não! Um desses raros instantes foi o tapa na cara de Joffrey dado por Tyrion Lannister, grande momento catártico de GoT.
E enquanto a quarta temporada não começa, vamos rir um pouco mais de Joffrey!
Um dos medos mais comuns que existe é o de avião. Mesmo esse transporte sendo repetidamente comprovado como um dos mais seguros do mundo quando o avião está nas alturas algumas pessoas podem ficar um pouco mais ansiosas para a viagem acabar o mais rápido possível. Abaixo, fizemos uma lista com alguns filmes onde o avião é um elemento importante dentro do desenvolvimento das tramas:
Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.
Na trama, ambientada no final da década de 80 conhecemos um homem chamado Nonato (Jorge Paz), uma pessoa completamente descontrolada e insatisfeita com os rumos de sua vida que resolve planejar o sequestro de um voo comercial buscando mudar a rota do mesmo para a capital do Brasil e atingir o palácio do planalto. Cabe ao piloto Murilo (Danilo Grangheia), responsável máximo pelo voo, conseguir encontrar alguma saída para essa situação extrema.
Sully: O Herói do Rio Hudson
Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heroico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.
O Voo
Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.
Lançado em 2019 na Prime Video, 7500, protagonizado por Joseph Gordon-Levitt, nos mostra uma ação terrorista em um voo em uma parte da Europa e as escolhas que um co-piloto precisa tomar.
Dirigido pelo cineasta Stuart Baird, esse ótimo filme de ação apresenta boas surpresas ao longo das suas intensas duas horas de projeção. Na trama, quando um grupo de criminosos sequestra um avião, um agente especial e um coronel precisam entrar em sintonia para resolver a situação.
Com um orçamento de 15 milhões de dólares, o longa-metragem dirigido por Kevin Hooks, lançado em 1992 nos cinemas de todo o planeta, nos mostra a ação de um terrorista em uma avião e somente um ex-policial que está no voo poderá detê-lo.
Pouso de Emergência
Lançado ano passado, o longa-metragem Pouso de Emergência nos leva até a história de um avião comercial que perde os dois motores e precisa se preparar para um pouso de emergência.
Alerta de Emergência
Exibido no Festival de Cannes anos atrás, o longa-metragem sul-coreano Alerta de Emergência conta a história de um homem que dentro de um avião faz enormes ameaças.
A Netflix renovou oficialmente a série ‘Baby‘ para a 3ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.
Confira:
Baby é uma história de amadurecimento ambientada no sofisticado bairro de Parioli, em Roma. Livremente inspirada num caso real de prostituição de menores que chocou a Itália, a série gira em torno de um grupo de adolescentes que desafia as convenções sociais em busca de identidade e independência em meio a amores proibidos, segredos e pressões familiares.
‘Lightyear‘ é uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear, após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante e sua equipe. Enquanto Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor William Brent Bell revelou que a sequência de ‘Boneco do Mal‘ (The Boy) originalmente seguiria por um caminho MUITO diferente, focando no serial killer do primeiro filme – sem a introdução dos criticados elementos sobrenaturais.
A mudança no roteiro – e, consequentemente, na direção de toda a franquia – se deu para colocar o boneco no centro da história, que havia ganhado muita popularidade desde o lançamento do longa original.
Originalmente, a sequência seria um slasher continuando a história do serial killer [do primeiro filme], mas, alguns anos [após o lançamento do original], o boneco se tornou muito popular nas mídias sociais, ganhando sobrevida além do filme. Então, a história da sequência girou mais em torno dele.”
Sobre a demora para o lançamento do segundo filme, Bell declara: “Se nós tivéssemos feito o primeiro filme com o Jason Blum, já estaríamos desenvolvendo o terceiro filme na época que o segundo foi lançado. [Blum] sabe quando ele tem algo que os espectadores estão interessados. Nós não tínhamos essa segurança, então tivemos que esperar para saber o que iria acontecer [com a franquia].”
Vale lembrar que a sequência ‘Brahms: Boneco do Mal II‘ foi um FRACASSO de crítica e público, registrando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes, com míseros US$ 20.3 milhões arrecadados mundialmente.
Os dois filmes da franquia estão disponíveis no Amazon Prime Video.
No original, Lauren Cohan (The Walking Dead) vive Greta Evans, uma jovem tentando recomeçar a vida na Inglaterra, após os maus tratos do abusivo ex-namorado. A bela arruma emprego de babá / governanta numa antiga e gigantesca mansão, muito semelhante a um pequeno castelo. Seus proprietários são o casal de idosos Sr. e Sra. Heelshire (Jim Norton e Diana Hardcastle). Aparentemente normais e amáveis, a dupla esconde um tenebroso segredo.
Após assistir ao live-action de ‘A Pequena Sereia‘ com seu filho de seis anos, o ativista britânico Marcus Ryder, que preside a Real Academia de Arte Dramática, criticou a produção da Disney por causa do apagamento da escravidão na narrativa.
Apesar de ter celebrado o protagonismo de Halle Bailey, o ativista declarou que o filme perdeu a oportunidade de educar as crianças sobre o tópico.
“Não acredito que estamos fazendo um favor às crianças ao fingir que a escravidão não existiu. Desenvolver uma história fantástica neste período e território seria literalmente o equivalente a criar uma história de amor entre um judeu e um alemão na década de 40, ignorando o holocausto. Histórias fantásticas são necessárias para o crescimento da imaginação das crianças, mas não podemos apagar partes da nossa história.”
Ryder destacou que, apesar da história ser ambientada no Caribe, durante o século 18, o filme apresenta um mundo completamente livre das atrocidades da escravidão. Em seu artigo, ele ainda argumenta que o filme poderia ter sido ambientado no Haiti, após a derrubada da escravidão, com a Ariel conhecendo seu príncipe em um cenário de crescente harmonia racial.
Vale lembrar que o live-action já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
A GAROTA DA VEZ é baseado na história real bizarra de Sheryl Bradshaw (Anna Kendrick) e Rodney Alcala (Daniel Zovatto). Bradshaw era uma solteira em busca de um pretendente no programa de TV de sucesso dos anos 70, “The Dating Game”, e escolheu o solteiro charmoso nº 3, Rodney Alcala. No entanto, por trás da fachada gentil de Alcala havia um segredo mortal: ele era um serial killer psicopata em meio a mais uma onda de assassinatos.
Morrone interpretará a “noiva”, enquanto DiMarco será o “noivo”.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo descrito como “um terror atmosférico ambientado em um casamento – a história seguirá os noivos uma semana antes de sua fatal noite de núpcias.
The Duffer Brothers, criadores da popular ‘Stranger Things‘, servirão como produtores executivos.
Weronika Tofilska (‘Bebê Rena’) será responsável pela direção de quatro episódios.
A série foi criada por Haley Z. Boston, que também atuará como produtora e showrunner. Ela é conhecida entre os fãs do gênero e já tem um histórico de parceria com o serviço de streaming, tendo trabalhado como roteirista em ‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro‘ e ‘Vingança Sabor Cereja‘.
“Nós ficamos chocados quando lemos o roteiro de Haley. Ela é extremamente talentosa e tem uma visão singular – suas histórias são sinistras, aterrorizantes e engraçadas,” declararam os Duffer Brothers. “Nos sentimos muito sortudos por termos a chance de produzirmos seu primeiro seriado e mal podemos esperar para compartilhar sua visão com o resto do mundo.”
A trama acompanha dois jovens, Lionel (Mescal) e David (O’Connor), nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.
Na trama, três melhores amigas de infância — Jane, Coco e Sophie — planejam uma luxuosa viagem só para garotas em um spa em Palm Springs. A tranquila viagem para relaxar de suas carreiras e responsabilidades familiares rapidamente se transforma em caos quando sua amiga descontrolada, Mel, invade suas férias.
A trama é contada pela ótica de Tish, uma jovem de 19 anos que vê o amor de sua vida e pai de seu filho, Fonny, ser injustamente acusado de um terrível crime. Com o casamento em espera e o noivo na prisão, as famílias do casal lutam para limpar o nome do rapaz, à medida que uma série de emoções intensas invadem este drama.
Sobre a oportunidade de trazer à vida a emocionante história de Tish e Fonny, Jenkins pontuou para a revista Variety:
“James Baldwin é um homem a frente de seu tempo e seus questionamentos sobre a consciência americana permanecem pujantes até hoje. Poder transmitir o poder do amor que há entre Tish e Fonny é um sonho que eu tenho tido há muito tempo. Ao lado da Baldwin Estate, eu estou realmente animado para fazer esse sonho se tornar realidade”.
Produzido sob os cuidados Annapurna Pictures, as filmagens de ‘If Beale Street Could Talk’ devem começar em outubro deste ano.
O ator Nathan Fillion, mais conhecido por ter estrelado a série ‘Castle’, já está em um outro projeto.
Intiulado ‘The Rookie’, a produção original da ABC ganhou seu primeiro teaser.
Assista:
Confira a sinopse oficial:
“Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida ”.
Grant vai reprisar seu papel como Mr. Seifert. Já o personagem de Banderas permanece um mistério, com suas informações ainda em sigilo.
‘The Hitman’s Wife’s Bodyguard’ (‘O Guarda-Costas da Esposa do Assassino de Aluguel’) trará o guarda-costas vivido por Reynolds protegendo a esposa de um assassino. As filmagens começam em março.
A sequência trará Morgan Freeman (‘Um Sonho de Liberdade’) como o novo membro do elenco e também contará com o retorno dos astros principais, além do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.
Ainda não há data de lançamento definida. Confira nossa crítica do primeiro filme:
O agente de proteção vivido por Ryan Reynoldstem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.
Os artistas fizeram a performance da canção de abertura do musical,“Alexander Hamilton“, para uma garotinha que não pôde conferir a peça, em virtude da reclusão social.
A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial e veio recheada de novidades: além de ter estreia marcada para o dia 15 de outubro de 2021., o longa trará o elenco original da peça da Broadway.
Confira:
Disney presents: Hamilton.
With The Original Broadway Cast.
Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre.
In A Theater Near You.
October 15, 2021.#Hamilfilmpic.twitter.com/z4ohfWXzi3
‘Hamilton’ levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.
Outros créditos no cinema de Miranda incluem ‘Moana’, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e ‘O Retorno de Mary Poppins’, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.
As expectativas em relação a quem será o próximo Capitão América do MCU estão cada vez maiores, desde a estreia da série ‘Falcão e o Soldado Invernal’. E muitos esperam que Sam (Anthony Mackie) assuma o manto do herói, anteriormente vivido por Chris Evans.
E a contar pelas novas imagens de um brinquedo, tal especulação deve mesmo se cumprir. Um usuário do Twitter compartilhou fotos de uma figura de ação que traz Sam trajando um uniforme todo repaginado e inspirado no traje do antigo Capitão América.
Entre os detalhes presentes no brinquedo, é possível ver Sam com o escudo do herói, com o seu uniforme ainda estampando o emblema do personagem em questão.
Lembrando que o próximo episódio será lançado na sexta-feira (26 de março).
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
The Last of Us já se consagrou como uma das séries mais assistidas da 1ª metade de 2023. Adaptando a aclamada franquia de games, a original da HBO ainda traz de volta a icônica trilha sonora de GustavoSantaolalla.
Vencedor de dois Oscar por Melhor Trilha Sonora Original, o compositor argentino se popularizou entre os gamers por seu brilhante trabalho feito para o jogo.
E em uma entrevista à jornalista RafaGomes, Santaolalla contou detalhes de sua amada criação musical, ponderando sobre o que faz ela ser um hit atemporal tão grandioso em meio a um público tão específico.
Ao longo do bate-papo, o artista também revelou se toparia assinar a trilha sonora de alguma adaptação de super-herói.
Confira:
Lembrando que o próximo capítulo da série estreia no dia 05 de março.
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
Relembre o trailer:
A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que ‘The Last of Us’ é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.
Confira os principais comentários:
“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.
“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.
“‘The Last of Us’ se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Berço da nossa atual democracia, a Revolução Francesa é celebrada pelos seus ideais de liberdade, igualdade e fraternidade todo dia 14 de julho, feriado nacional na França. Pano de fundo de romances épicos e de filmes cômicos, a data marca a Tomada da Bastilha, em Paris, e o dia da inssurreição do povo contra a aristocracia e a monarquia do país em 1789.
Embora este dia seja um marco, o processo revolucionário se deu ao longo de dias e anos, impulsionado pela revolta do povo contra os excessivos aumentos de impostos e do valor dos alimentos essenciais, como o pão. Os resultados dessa ação reverberaram em todo o mundo e até hoje nos ensinam a lutar contra os modelos de poderes ditatoriais e autocratas.
Se você se interessa por história mundial, política ou boas narrativas, confira a lista de filmes abaixo e veja-os. Conhece algum outro título para entrar nessa seleção?
A Marselhesa (1938), de Jean Renoir
Apesar de dirigido pelo renomado cineasta francês Jean Renoir, A Marselhesa parece ter sido esquecido nas gavetas do tempo. Financiado em parte por recursos públicos, a produção dividiu opiniões na época por conta do direcionamento da narrativa centrada nas atribulações das pessoas comuns durante o período de 1789 a 1792, ou seja, um filme mais preocupado com os cidadãos do que com a realeza.
Protagonizado pelo irmão do diretor Pierre Renoir (como Luís XVI) e Lise Delamare (na pele de Maria Antonieta), A Marselhesa tenta ser uma obra mais realista sobre o momento histórico por conta do sua produção e lançamento em 1938, pleno período da Frente Popular, isto é, a coligação dos partidos de esquerda, operários, radicais e comunistas em maioria no congresso contra os movimentos antifascistas.
A título de curiosidade, A Marselhesa é o título do hino nacional francês, composto pelo oficial do exército Claude Joseph Rouget de Lisle. O batismo, no entanto, é feito pelos revolucionários do sul da França, vindos a pé de Marselha a Paris para participar da revolução. Enquanto marchavam em direção à capital, eles cantavam a composição.
Com uma abordagem menos dramática e mais prática, a revolução francesa de Jean Renoir pode ser vista na íntegra (2h) e com legendas em português no Vimeo. Clique aqui.
O Calvário de uma Rainha (1956), de Jean Delannoy
Infelizmente, temos que admitir que a personagem mais icônica e remanescente da Revolução Francesa na cultura popular é Maria Antonieta. Seja pela sua intrigante vida, seja pela sua representação em dezenas de livros e filmes, a rainha consorte da França e o seu fatal destino são um dos temas mais abordados durante o período da Revolução.
Com Michèle Morgan, Richard Todd e Jacques Morel no elenco, a produção acompanha o destino extraordinário de Maria Antonieta, desde sua chegada de Viena à corte da França até sua morte no cadafalso em outubro de 1793. Em competição no Festival de Cannes de 1956, o filme destaca o caso amoroso entre a rainha e o oficial sueco Axel de Fersen, numa mistura de romance com reconstrução histórica.
Sob a ótica do diretor italiano Ettore Scola e protagonizado por Marcello Mastroianni e Harvey Keitel, Casanova e a Revolução mergulha em uma noite na França de 1791, quando todo uma conversação política dá-se entre personagens testemunhas de um mundo em iminente transformação.
Presente na competição oficial do Festival de Cannes 1982, o longa dispõe-se a olhar os desdobramentos da revolução. No meio da noite, uma carruagem com Luís XVI e Maria Antonieta sai discretamente do Palácio Real. O escritor Nicolas Restif de la Bretonne (Jean-Louis Barrault) assiste a cena e persegue o veículo.
No caminho, ele encontra o cavaleiro Casanova (Mastroianni) e a condessa Sophie de la Borde (Hanna Schygulla). Os três compartilham a mesma carruagem e, a partir desses personagens, Casanova e a Revolução discute as ideias políticas do ilustre momento, ou seja, uma aula de história do diretor e roteirista Ettore Scola.
A Inglesa e o Duque (2001), de Éric Rohmer
Outro grande cineasta francês, Éric Rohmer, narra a Revolução Francesa por meio de uma relação amorosa afetuosa e, por vezes, tempestuosa. Adaptado das memórias da fidalga Grace Elliott (1760-1823), o filme mostra o relacionamento entre a monarquista inglesa (Lucy Russell) e Philippe (Jean-Claude Dreyfus), duque de Orleans, primo do rei Luís XVI, porém defensor de ideais revolucionários.
Visualmente deslumbrante, A Inglesa e o Duque usa a tecnologia para dar vida ao passado com sofisticação. O longa é ambientado em pinturas de Paris de Jean-Baptiste Marot. Filmado em fundo fundo verde, os atores foram inseridos digitalmente nas ilustrações. Este é um dos mais singulares filmes a abordar o tema já no momento da decisão de execução do rei Luís XVI em janeiro de 1793.
Sempre existe uma nova perspectiva para contar uma conhecida história. Dessa maneira, Benoît Jacquot coloca suas lentes sobre o amor platônico de Sidonie Laborde (Léa Seydoux), uma jovem servente do palácio completamente devota à rainha Maria Antonieta (Diane Kruger).
Adaptado do livro homônimo de Chantal Thomas, Adeus, Minha Rainha concentra-se nos quatro dias da Tomada da Bastilha em 1789 e a fuga de alguns membros da corte. Filmado em grande parte no próprio Château de Versailles, a produção foge dos códigos tradicionais dos filmes históricos ao dar conotações homoafetivas entre a duquesa Gabrielle (Virginie Ledoyen) e Maria Antonieta.
Nomeado a 10 Césars, o Oscar francês, Adeus, Minha Rainhaganhou três: direção de arte, figurino e fotografia.
Aconteceu na manhã deste sábado (03) o Framboesa de Ouro 2018, premiação dedicada aos piores filmes do ano. E o grande “vencedor” foi a animação ‘Emoji: O Filme’, que faturou 4 prêmios, incluindo Pior Filme.
Já ‘Transformers: O Último Cavaleiro‘, que estava indicado à 9 prêmios, não ganhou nenhum, o que poderia ser considerado bom. Tom Cruise ganhou de Pior Ator e ’50 Tons Mais Escuros’ levou três prêmios para casa. Veja a lista completa dos vencedores marcados em negrito:
Linda viverá a esposa de Capone, Mae, enquanto MacLachlan interpretará seu médico. Já Dillon interpretará o melhor amigo do mafioso, Johnny.
A Bron Studios ainda contratou Katherine Narducci, mais conhecida por ter vivido Charmaine Bucco, em ‘Família Soprano‘.
O foco da história será nos últimos anos de vida do criminoso.
O mais curioso é que a direção será de Josh Trank, que retorna aos cinemas depois do fracasso em ‘Quarteto Fantástico‘ e depois de ter sido demitido da Lucasfilm. Trank comandaria o segundo spin-off de ‘Star Wars‘, que acabou se tornando a terceira produção da fila depois do longa de Han Solo.
Capone morreu aos 48 anos depois de suscetivas crises de demência.
Considerado o maior o gangster dos Estados Unidos, Al Capone montou seu império durante a época da Lei Seca, em que o comércio de bebidas alcoólicas era proibido nos Estados Unidos.
Ainda não há data para o longa chegar aos cinemas.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o primeiro episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers
Depois de uma campanha publicitária muito interessante no exterior, em que a Disney pagou atores vestidos como Skrulls para atuarem como “papagaio de pirata” nos principais canais de reportagem dos EUA, dando aquela sensação incômoda de haver aliens vivendo entre nós há algum tempo, Invasão Secreta enfim estreou com um episódio piloto muito interessante e dentro do esperado. No entanto, como visto nas últimas séries do MCU, talvez valha a pena conter um pouco a empolgação, já que, em alguns casos, o primeiro capítulo acabou sendo justamente um dos melhores, com algumas produções caindo de nível conforme a temporada ia se desenrolando.
A proposta é bem de acordo com aquilo proposto na sinopse oficial. Há um clima de incerteza bastante incômoda porque os protagonistas estão lidando com alienígenas metamorfos. Ou seja, qualquer um de todo o Universo Cinematográfico Marvel pode ser um Skrull “disfarçado”. E, nesse ponto, o primeiro capítulo trabalha bastante essa sensação de paranoia, sendo auxiliada por um protagonista em desconstrução.
Na última década, acompanhamos Nick Fury(Samuel L. Jackson) ser retratado como o maior espião do mundo. Sempre três passos à frente dos adversários, ele parecia imortal e inabalável, já que voltou da morte algumas vezes, se reergueu, teve suas crenças destruídas e se tornou o homem por trás da formação dos Vingadores. Esse arquétipo do espião ‘muy macho’, instaurado até mesmo para passar uma sensação de respeito a ele ante os funcionários e heróis, dá lugar a uma versão mais interessante de Nick, que agora está física e psicologicamente abalado, vivendo um trauma pós-Blip, quando foi apagado por Thanos(Josh Brolin) e trazido de volta pelo Hulk (Mark Ruffalo).
A desconstrução de um personagem, quando bem feita, é muitíssimo bem-vinda. E se isso será feito, só saberemos com o desenrolar dos próximos capítulos. Fato é que trazer essa faceta de vulnerabilidade para Fury justamente em seu maior desafio promete ser bem interessante. E ainda mais agora, com esse final de episódio caótico e surpreendente. Mas antes de falar do choque final, há outra interação que merece destaque.
A dupla Fury e Talos (Ben Mendelsohn) é sensacional. Mendelsohn é um ator espetacular, que ficou famoso nos últimos anos por interpretar vilões com maestria e um porte em cena digno dos grandes nomes da atuação. Neste primeiro capítulo, ele foge de seu habitual padrão maligno e encarna um Skrull relutante em se unir à invasão, que desenvolveu uma amizade de décadas com Fury, como visto lá em Capitã Marvel (2019). O ponto aqui é que ele se vê no maior impasse que um ser digno pode vivenciar. Ele tem que escolher entre seu povo e o lar que o acolheu. Porém, com tantos anos nessa luta de viver sob um disfarce, é nítido que ele está exausto. Não só do trabalho, mas também pela promessa feita por Fury, que havia se comprometido a ajudar a encontrar um mundo para que os Skrulls exilados pudessem viver. Foram três décadas e nenhuma solução foi dado. Ao mesmo tempo, eles se tornaram confidentes da Terra, melhores amigos. Como se trai um melhor amigo? Pior: como se trai um melhor amigo, condenando ele e toda sua espécie a morte certa?
No entanto, mesmo com todas essas dúvidas, ele se mantém íntegro a seus ideais pela lealdade, amizade e gratidão a Fury. Só que há uma cena bastante emblemática que sugere que essa relação pode azedar em breve. Durante o enfrentamento aos Skrulls invasores, Talos pede ao amigo que não interfira, mesmo que ele esteja apanhando. Em sua luta, ele enxerga no adversário um irmão que batalha a mesma luta que ele, mas com uma ótica, uma opinião diferente da dele. Ele entende a situação e tenta convencê-lo a enxergar essa guerra por uma visão diferente. Claro que não dá certo e ele acaba levando uma surra, interrompida por Fury, que atira contra o Skrull.
A reação de Talos é emblemática. Ele fica desapontado pelo desrespeito de Fury em não cumprir o combinado, mas ainda mais assustado por ver como os humanos não entendem os alienígenas como seres vivos inteligentes, apenas como invasores. Não dá para tirar o mérito da humanidade, óbvio, mas como um indivíduo dividido entre os dois mundo, é nítido o conflito interno de Talos.
E o final, que já trouxe o primeiro embate de maior peso na série, termina da forma mais cruel possível. A cena de Fury atirando contra Maria Hill (Cobie Smulders), que supostamente morre, é surpreendente e construída de forma exemplar. O momento em que a câmera acompanha o corpo sangrando no chão e não se revela um Skrull, mas a própria Maria Hill, é de uma tristeza muito grande. Imagina você morrer pelas mãos daquele a quem você dedicou amizade e lealdade? E mesmo se tratando de um ‘Nick Skrull’, é um momento daqueles que indicam que a Marvel provavelmente conduzirá essa produção como uma série mesmo, não um “filme de seis horas dividido em capítulos”.
Por fim, há uma “barriga” ali no meio do episódio, principalmente focado no núcleo dos vilões, que se arrastou um pouco mais do que o necessário, dando uma quebra no ritmo paranoico proposto inicialmente. Nada que atrapalhe muito o desenvolvimento, mas que pode se tornar um problema se for repetido nos próximos cinco capítulos. E não daria para encerrar esse texto sem falar dos polêmicos créditos iniciais, que foram inteiramente gerados por inteligência artificial. Confesso não ter bagagem e estudo suficiente para opinar sobre esse uso da tecnologia em vez de artistas criativos. Ainda assim, analisando exclusivamente a questão estética e criativa, esses são os créditos de abertura mais feios das séries do MCU até aqui. E se fosse para usar uma inteligência artificial, seria mais legal se guardassem esse artifício para uma produção que abordasse o retorno de Ultron, que provavelmente voltará a esse universo cinematográfico nos próximos anos.
Como disse antes, não parece muito seguro afirmar que essa série será “mais um acerto Marvel”, porque o histórico das séries é bastante irregular, mas esse piloto traz promessas de um seriado mais sóbrio e trabalhado na paranoia, algo ainda não explorado dentro do MCU. Resta torcer e assistir para ver se teremos um sucesso ou mais uma série de potencial que poderia ser bem melhor do que foi.
Os novos episódios de Invasão Secreta estreiam toda quarta noDisney+.
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