Site Página 4224

Crítica | Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa – Elenco Mirim Fofíssimo Conquista com Importante Mensagem

Centenas de milhares de brasileiros cresceram lendo os quadrinhos da Turma da Mônica e dos outros universos criados por Mauricio de Sousa. O primeiro filme da turminha estrou em 2019 e foi um enorme sucesso; agora, abrindo a temporada 2025 com alto nível, já está em exibição nos cinemas do Brasil o filme ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’.

Desde que nasceu, Chico Bento (Isaac Amendoim, a grande revelação dos cinemas dos últimos tempos!) tem uma ligação muito pessoal com a goiabeira do Nhô Lau (Luis Lobianco). Mesmo com o fazendeiro fazendo cara feia pro menino toda vez que ele entra em seu terreno para roubar goiabas junto com seu amigo Zé Lelé (Pedro Dantas), os dois o consideram um grande amigo. Porém, quando Dotô Agripino (Augusto Madeira, que participou de ‘Turma da Mônica: Lições’) e seu filho Genesinho (Enzo Henrique) comunicam que querem asfaltar as estradas da Vila Abobrinha e abrir novos caminhos – e, para isso, precisariam derrubar a goiabeira do Nhô Lau –, Chico Bento, Zé Lelé, Rosinha (Anna Julia Dias) e seus amigos se juntam para defender a árvore, afinal, Chico Bento não consegue imaginar sua vida sem goiabas.

A sequência de abertura é a grande aposta do filme, e ele mostra a que veio. Em duas cenas o menino Isaac Amendoim conquista o público com seu jeitinho muito sincero e muito inteligente de ser. Há naturalidade e lógica em absolutamente tudo que ele faz e fala, e a graciosidade com que narra o filme simplesmente faz derreter o coração do espectador. Em quinze minutos temos todo o histórico do protagonista apresentado de maneira carinhosa e hilária, e toda a sequência do Chico Bento, do Zé Lelé e do Nhô Lau é tão adorável quanto engraçada.

Também logo de início nossos olhos mergulham numa Vila Abobrinha envolta numa atmosfera lúdica, embora real. Carregado em cores quentes, a fotografia de Gustavo Hadba uma vez mais (só esse ano ele fotografou ‘Grande Sertão’ e ‘O Auto da Compadecida 2’, duas belezuras de filmes!) é um deleite para o espectador, imprimindo riso ao enquadrar uma semente, uma goiaba ou um rosto de jumento. Através de uma iluminação constante, o filme ganha atemporalidade através da fotografia, e é palpável como o menino Isaac conquistou a câmera, porque ambos andam em sincronia o tempo todo.

O elenco, afiado e em sintonia, conseguiu absorver a atmosfera do que seria o viver na roça criado por Mauricio. Claro que como em todas as histórias da turminha, os adultos ficam em segundo plano, mas Lobianco dá um show sendo driblado pelos meninos, e Débora Falabella como Professora Marocas é uma graça. Temos ainda Taís Araújo num papel muito especial e muito emocionante, e é palpável o quanto a atriz sentiu o que sua personagem sentiu. Suas cenas comovem e enternecem.

Se tudo isso funciona é graças a um roteiro maravióso, de Elena Altherman, Fernando Fraiha e Raul Chequer (do ‘Choque de Cultura’), que conseguiu transpor para a telona toda a ambientação das travessuras da meninada, da sabedoria infantil, em consonância com a urgência da realidade, bebendo na fonte das pautas ambientais e indígenas para conversar com a molecada sobre a importância do meio-ambiente. Não tinha como ser diferente esse filme. A forma como eles constroem o arco narrativo para que essa mensagem seja passada é tão linda, tão bem-feita, que dá um orgulho danado.

No comando de ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’, o ótimo diretor Fernando Fraiha (que já tinha deslumbrado a gente com ‘Bem-vinda, Violeta’) mostra todo o seu domínio de set e entrega ao público um filme leve, emocionante, divertidíssimo e único. Para os curiosos de plantão, sim, temos duas participações muitíssimos especiais no filme: a de um personagem de outro universo e também do próprio criador, Mauricio de Sousa, numa cena de ternura. Entretanto, não temos pós-créditos.

Isaac Amendoim nasceu para ser Chico Bento, e ainda bem que Fernando Fraiha o encontrou e o trouxe para a gente. ‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’ é o filme das férias de verão e já é sem dúvidas um dos melhores filmes de 2025. Para ver e rever nos cinemas com amigos, com a família e até mesmo com o Nhô Lau. Imperdível!

‘Jovens Bruxas’: Reboot ganha sinal verde na Blumhouse; filmagens começam em julho

Jovens Bruxas, um dos sucessos de terror cult dos anos 1990 que gira em torno de um clã de bruxas, irá ganhar uma nova perspectiva. Após a internet enlouquecer com a reunião do elenco original, a Blumhouse Productions deu sinal verde para o reboot do longa-metragem!

Segundo o site Production Weekly, o projeto foi aprovado hoje, 25, e as gravações começam em julho deste ano. Jason BlumDouglas WickLucy Fisher serão os produtores, com Daniel CaseyZoe Lister-Jones atados para adaptar o roteiro. Lister-Jones também fica encarregada da direção.

Wick deu detalhes sobre o projeto.

“Não é um remake, pois se passará vinte anos depois do original. Teremos o retorno de vários atores do filme original, mostrando que há uma conexão entre esses dois filmes. Novas jovens começam a receber esse poder e mexer com magia, vinte anos depois,” afirmou.

O produtor também revelou que o roteiro está sendo escrito:

“Na sequência, algumas jovens descobrem o poder da magia, e vamos explorar suas vidas emocionais, seus desejos, seus medos e como elas se fortalecem,” concluiu.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BankNeve Campbell.

‘House of the Dragon’: HBO anuncia nova série derivada de ‘Game of Thrones’!

Apesar do spin-off A Longa Noite ter sido cancelado pela HBO ontem, o mundo de Game of Thrones’ pretende se expandir consideravelmente nos próximos anos: no último dia 29, a emissora oficialmente anunciou que encomendou uma nova série do panteão fantástico intitulado House of the Dragon.

Confira:

A nova série é baseada no romance Fogo & Sangue, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin. A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Miguel Sapochnik ficará comandará o episódio piloto e capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como Battle of the BastardsThe Long Night.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

 

Os Melhores Álbuns do Ano (Até Agora)

Fiona AppleDua LipaMandy Moore.

O que esses três nomes têm em comum? Voltaram a nos conquistar com seus incríveis álbuns, aumentando nossas expectativas para os lançamentos de 2020 e para o retorno glorioso da música ao patamar que tinha no começo da década passada.

É claro que o ano ainda está longe de acabar, mas não pudemos deixar de mencionar as melhores produções fonográficas até agora. Por isso, confira nossa breve lista abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

7. HIGH ROAD, Kesha

“De fato, o impactante classicismo do começo da década passada deixa de existir em prol de uma fusão do pop com um rap mais brando e lapidado, por assim dizer. Em outras palavras, a bem-vinda brutalidade encontra um equilíbrio com a cândida (e irreverente, não se deixem enganar) personalidade da lead singer“My Own Dance”, por exemplo, nos recorda em ritmo e em visual da polêmica era Bangerz de Miley Cyrus, ao passo que se situa em um nicho único. Na verdade, as quatro primeiras tracks pulsam com esteroides sintéticos, desconstruindo e reconstruindo dentro de seus próprios termos um respaldo que outrora acharíamos saturado – o que é interessante, visto que grande parte dos cantores e compositores agora se rendeu à ascensão inexplicável do trap music.” – Thiago Nolla

6. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.” – Thiago Nolla

5. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – Thiago Nolla

4. AFTER HOURS, The Weeknd

“A produção é essencialmente guiada pelas tendências vanguardistas dos anos 1970 e 1980, aproveitando esse revolucionário momento para imprimir características próprias e que ficaram em segundo em plano em meio ao crescimento do pop com nomes como Madonna e Michael Jackson. Enquanto as lendas da música ficaram a encargo de auxiliar Dua Lipa e Lady Gaga a resgatarem esse sentimento nostálgico em suas obras, a banda britânica A.R. Kane serviu como mote para que o performer desse vida a catorze novas faixas que beiram a perfeição. O CD parte da premissa imersiva do dream-pop, logo de cara nos convidando a uma sinestésica viagem que se inicia com a enriquecida e preliminar “Alone Again” – um título um tanto quanto curioso para dar início a essa jornada, mas que funciona em todos os seus aspectos e cultiva um misticismo sonoro levado com solidez para o restante das canções.” – Thiago Nolla

3. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA, como fica conhecido o CD, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.” – Thiago Nolla

2. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – Thiago Nolla

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“Durante os meses que antecederam o lançamento do CD, Apple deixou bem claro que construiria uma perspectiva bastante manufaturada e pessoal; não é surpresa que tenha trabalhado grande parte em um estúdio caseiro em Venice Beach (o mesmo lugar que inspiraria Lana Del Rey a dar vida às suas idílicas composições), utilizando instrumentos bastante simples e transgredindo as sonoridades do piano, do baixo e da guitarra em rendições espetaculares, extremamente vanguardistas e que misturam elementos de inúmeros gêneros sem ao menos se aproximar de algum deles – algo extremamente difícil de se fazer. A faixa inicial, “I Want You To Love Me”, parece ser tirado de uma das suits de comédias dramáticas indies e que giram em torno de donas de casa, girando em torno de um poderoso piano que mergulha num mundo único e transbordando em aventuresco potencial.” – Thiago Nolla

‘007: Sem Tempo para Morrer’ ganha novo pôster e sinopse OFICIAIS; Confira!

Collider divulgou com exclusividade o novo pôster oficial de 007 – Sem Tempo para Morrer’, ao lado de sua sinopse oficial.

Confira:

Em ‘Sem Tempo para Morrer’, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma tranquila vida na Jamaica. Sua paz logo acaba quando um velho amigo da CIA, Felix Leiter, pede ajuda. A missão de resgatar um cientista mostra ser muito mais traiçoeira do que parece, levando Bond através de uma trilha de misteriosos vilões armados com tecnologias perigosas.

Lembrando que o filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

A estreia permanece agendada para 20 de novembro nos EUA.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Peter Pan e Wendy’: Jim Gaffigan será o Sr. Smee no live-action da Disney!

De acordo com o The Wrap, o ator e comediante Jim Gaffigan entrou para o elenco do mais novo remake em live-action da Disney‘Peter Pan e Wendy’, e dará vida ao icônico marujo Sr. Smee, que faz parte da trupe do Capitão Gancho.

O ator se junta a Yara Shahidi (‘Black-ish’), que será a fada Sininho, e Jude Law (‘The Third Day’), que encarna o vilanesco Capitão Gancho.

Alexander MolonyEver Anderson viverão os personagens titulares, respectivamente. Alyssa Look será a princesa Tiger Lily.

Molony é conhecido por seu trabalho em ‘The Reluctant Landlord’‘Claude’, enquanto Anderson é filha da atriz Milla Jovovich, que já trabalhou com a mãe em ‘Resident Evil: O Capítulo Final’, além de estar confirmada como a jovem Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’.

Confira o primeiro teaser:

O remake ainda não tem previsão de estreia.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Small Axe’: Antologia de Steve McQueen conquista seis prêmios do BAFTA TV Awards 2021!

Os vencedores do BAFTA TV Awards 2021 foram revelados recentemente – e é claro que a elogiada antologia fílmica criada por Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’) faria bonito.

A obra levou para casa seis prêmios dentre as 15 categorias que disputava: Melhor Ator Coadjuvante para Malachi KirbyMelhor FigurinoMelhor Maquiagem & CabeloMelhor Fotografia & IluminaçãoMelhor Design de Produção e Melhor Casting.

Todos os filmes da antologia foram dirigidos e co-escritos por McQueen. Alastair Siddons Courttia Newland também assinam o roteiro.

A obra já está disponível na Amazon Prime Video.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais (, Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education) que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no videoclipe oficial de “Night and Day”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “Night and Day”, novo single do elogiado álbum Love for Sale.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale é o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘Bridgerton’: Netflix divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 2ª temporada de Bridgerton é uma das produções mais aguardadas do ano e, antes de sua estreia oficial no próximo dia 25 de março, a Netflix divulgou um resumão do ciclo predecessor para nos preparar para os novos episódios.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 87% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 15 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Elenco de ‘A Fera’ fala sobre a experiência de ter participado do thriller de sobrevivência [COLETIVA]

O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), finalmente chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva e imprensa com os astros do filme.

Para aqueles que não conhecem, a história gira em torno de Nate Samuels (Elba), um homem que viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los.

Quando questionadas como foi a experiência de lidar com um leão em CGI como principal antagonista, Leah Sava Jeffries, que interpretou a jovem Norah Samuels na produção, disse:

“Foi divertido, a princípio, porque era um cara em um traje cinza que tinha uma estampa de leão no rosto e ele tentava nos atacar pela porta [do jipe]. Eu e Iyana [Halley] tínhamos que estar assustadas e nós gritávamos e dizíamos: ‘por favor, não morra!’. Quando, na verdade, era um cara em uma roupa que fazia sons [de animais]. Foi divertido, mas tínhamos que colocar a imaginação para funcionar”.

Elba, por sua vez, comentou sobre os principais desafios de enfrentar o antagonista da obra:

“O maior desafio foi calibrar o nível de medo e o nível de tipo… Sabe, este é um homem que não sabe lutar, quanto mais lutar contra um leão. Foi determinado que eu iria dar um soco no leão, mas eu não sabia muito como fazer isso. Foram essas coisas que nós tivemos que dissecar e compreender. Novamente, esse não é um herói de filmes de ação, e sim um homem normal que não pode lutar. Então, para mim, foi difícil mergulhar nessas áreas para deixar tudo palpável”.

Um dos principais elementos analisados no longa-metragem é, além da sobrevivência, o luto. Afinal, enquanto Nate e as filhas lidam com as consequências de perderem a esposa e a mãe, o leão também é desmistificado de sua condição como vilão, visto que perdeu a própria família e resolveu se vingar contra os agressores.

“Definitivamente acredito que a simetria entre homem e leão está conectada pelo luto, pela perda, pela separação, pela raiva, pelo desespero”, Elba comentou. “Ambos sentem isso e creio que nós não queríamos apenas ‘vilanizar’ o leão como a criatura principal, era necessário ter uma história, uma razão pela qual ele estava fazendo aquilo. Não é muito característico dos leões fazerem isso, então era importante deixar claro a história dele e de que forma ela era muito similar à história de Nate, os instintos de sobrevivência, as relações familiares, a dor e o dano”.

O filme, que foi comandado por Baltasar Kormákur, foi rodado na África do Sul como uma das exigências do diretor – e a história encantou o elenco pelo modo como foi construído.

Iyana Halley, que encarnou Meredith Samuels, comentou sobre os aspectos da narrativa que a fizeram se apaixonar pelo projeto

“Para mim, foi o fato do roteiro levar a pensar o que vai acontecer depois. Eu adoro um roteiro que me faça perguntar: ‘meu Deus, será que eles vão conseguir? Eles vão se reunir? Vão consertar os problemas que têm?’. Então, uma história tão bem escrita só te faz querer ainda mais”, ela disse.

Halley continua, revelando de que forma o continente africano e o mundo animal se conectam com ela:

“[A África] é tão incrível e tão linda, e fiquei muito feliz que realmente conseguimos rodar na África do Sul, porque é possível ver a autenticidade de estar lá fora. E nós vimos todos esses animais incríveis, pareceu bastante real, de fato”.

Já para Elba, a colaboração com Kormákur era apenas uma questão de tempo, visto que ambos já tinham conversado entre si sobre trabalharem em um projeto em comum. Elba, inclusive, rasgou elogios para o cineasta e disse que tinha certeza de que ele conseguiria transmitir as sensações certas para uma narrativa deste tipo.

“O elemento de sobrevivência é um elemento-chave nessa narrativa. Bal fez uma contribuição imensa a esse tema e a esse gênero e eu senti que ele encontraria a temperatura e o tom certos para esse filme, que é um pouco mais teatral em relação a uma perspectiva de sobrevivência mais real. Foi isso que eu e Baltasar sentimos que poderíamos fazer com [o projeto]”, o ator comentou.

Ainda que só tenha estreado há um dia, a expectativa de uma sequência é grande – e o CinePOP pôde perguntar a Halley e Jeffries o que elas gostariam de ver em uma suposta continuação.

“Acho que, se fizermos uma sequência, o que eu adoraria, deveria ter um animal diferente. Porque já fizemos um leão, então, por exemplo, um elefante fica louco e tenta vir atrás de nós… Não sei! Mas acho que deveríamos fazer uma sequência legal, de alguma forma”, Halley respondeu.

Jeffries também respondeu, reforçando a resposta de sua “irmã decena”: “Sim, eu concordo”.

Um dos personagens que também nos chama a atenção no filme é Martin Battles, interpretado por Sharlto Copley. Martin trabalha como guarda da reserva africana em que o filme se passa e, mesmo antes de ter sido escalado para o projeto, já havia conhecido um dos maiores especialistas em leões do planeta, Kevin Richardson.

“Há alguns anos eu conheci Kevin Richardson, o Sussurrador de Leões, que tem milhões de visualizações no YouTube com seu trabalho com leões. E foi bem esclarecedor: eu esperava alguém zen, que adorava animais, mas a energia foi algo do tipo, se ele não estivesse fazendo aquilo, ele seria um militar das forças especiais da Marinha, sabe? O elemento mais crítico que ele explicou foi: você não pode demonstrar nenhum medo, porque qualquer coisinha pode fazer o leão te machucar. Mesmo que ele não queira te matar, ele vai tentar te pegar”, ele contou.

Como se não bastasse, Copley nasceu e cresceu na África do Sul e, por essa razão, já havia tido contato com leões desde cedo: “a primeira vez que eu vi um leão de verdade foi em uma reserva na África do Sul, eu estava nos primeiros anos da adolescência (uns doze ou treze anos). Desde então, nunca tive uma experiência tão louca quanto aquela, porque nós seguíamos as trilhas dos leões, dirigíamos pelas árvores e sentávamos para assistir aos leões comendo uma zebra. Não foi em um zoológico”.

O longa não esteve livre de alguns momentos difíceis para serem rodados e, para Copley, um dos mais complicados de serem filmados foi o gigantesco plano-sequência de sete minutos que Kormákur criou.

“A cena mais difícil foi, definitivamente… [Kormákur] rodava o filme com essas longas cenas no estilo ‘Filhos da Esperança’, a mais longa acho que tem sete minutos… E para manter o sentimento fresco e as coisas acontecendo, nós ensaiamos o dia inteiro e aí tínhamos quatro tomadas para fazer, à medida que o sol se punha… Foi único, foi definitivamente a cena mais difícil”, o ator revelou.

Por fim, Jeffries contou o que aprendeu, profissional e pessoalmente, depois de ter participado do thriller – e o que ela poderá levar para seus próximos projetos:

“O que eu aprendi foi: eu nunca tinha feito um thriller antes, então esse foi o meu primeiro. Eu aprendi como chorar no momento certo e como levava um certo tempo para chegar lá; aprendi a temer e a ser corajosa, ao mesmo tempo; aprendi várias emoções para representar de uma vez só. Pessoalmente, no set, eu aprendi a ser mais inclusiva e proteger as pessoas com quem eu filmo, porque somos uma família: é um laço entre uma filha e um pai, entre duas irmãs, somos todos uma família”.

Artigo | ‘As Aventuras de Tintim’, de Steven Spielberg, é uma ótima e nostálgica aventura para ver em família

Na década de 1920, mais precisamente quando o mundo chegava a um profundo e impactante divisor de águas com a Grande Depressão, o artista belga Hergé firmava o seu nome como um renomado escritor e literário. Além de ter produzido inúmeras obras bastante influenciadas pelos romances urbanos europeus, incluindo os assinados por Daniel Defoe e Alexandre Dumas, o também quadrinista ganhou um público fidedigno a seu trabalho quando lançou, durante quase cinco décadas, a série de jornadas mirabolantes intitulada As Aventuras de Tintim – e tal franquia fez tamanho sucesso que sofreu inúmeras adaptações para a televisão, chamando a atenção de um nome relativamente conhecido dentro da indústria cinematográfica: Steven Spielberg.

Levando em consideração toda o seu extenso currículo e sua inegável paixão por narrativas do gênero – incluindo as franquias de sucesso mundial Jurassic Park’ e Indiana Jones’ -, realizar essa adaptação fílmica seria um prato cheio para o cineasta, e eventualmente ele se entrega de corpo e alma para arquitetar uma das animações mais divertidas e alucinantes dos últimos anos, combinando uma estética emocionante única e que já foi vista em suas investidas mais dramáticas e pesarosas, ao mesmo tempo em que permitiu-se fundir a uma perspectiva inocente e, em sua maior parte, satisfatória. Em suma, Spielberg retorna para uma zona de conforto dentro da qual tem todos os elementos para ousar como bem quiser sem estender-se demais em um caminho caprichoso sem volta e manter-se fiel à sua própria identidade cênica.

A trama principal gira em torno do personagem-título, um jovem jornalista conhecido no mundo inteiro por resolver os mais instigantes crimes envolvendo objetos místicos, tesouros enterrados e uma luta constante pela sobrevivência. Aqui, Tintim (Jamie Bell) acaba acidentalmente mergulhando em uma jornada que cruza os sete mares ao adquirir uma réplica exata do Licorne, galeão escocês que naufragou sob circunstâncias misteriosas e nunca mais foi visto, em um mercado de pulgas. Já com esse breve prólogo, sentimo-nos em um cosmos que recria a sociedade europeia pós-Depressão, com um crescente sentimento de esperança que é ressaltado pela paleta de cores viva e pela fotografia bem iluminada e difusa, e ao mesmo tempo sistematiza uma bolha única para os incríveis personagens que serão apresentados.

Após estranhos acontecimentos que envolvem tentativas incessantes de terceiros em adquirir a relíquia, o jornalista e repórter percebe que está lidado com um mistério secular ao descobrir que aquele navio na verdade carregava uma fortuna inestimável que se perdeu com o tempo e que está sendo procurada por caçadores de recompensas e figuras sórdidas – incluindo o charmoso e misterioso Professor Sakharine (Daniel Craig), um magnata que está disposto a tirar quem for necessário do caminho para atingir seus objetivos. Apesar da atmosfera maniqueísta, os personagens são tratados com uma sublima honra quando pensamos no material original – e Spielberg encontra margens para torná-los sedutores, complexos e obscuros ao mesmo tempo. Sakharine, por exemplo, carrega um semblante mórbido por trás de toda a sua pompa, e é acompanhado por cores mais ambíguas, como o vinho, o vermelho e o preto. Tintim, por sua vez, representando o arquétipo do herói justiceiro, é adornado com a segurança e a audácia do azul e do verde, dialogando com sua personalidade voraz e um tanto quanto rebelde.

A história em si parte de um pré-conceito que traz sua conclusão antes mesmo de começar. Afinal, levando em consideração de que ambas as partes da narrativa estão em busca do mesmo tesouro, as duas tentarão ou se eliminar ou estar um passo à frente da outra – o mesmo do mesmo, colocando em palavras cruas. Mas é o núcleo desse naturalmente desequilibrado roteiro que traz o brilho de originalidade necessário para cativar o público – e digo com toda certeza que esse excessivo capricho parte do storytelling de um dos nomes responsáveis por adaptar os quadrinhos às telonas: Steven Moffat. Em conjunto com Joe Cornish e Edgar Wright, Moffat provavelmente sofreu algumas aparadas necessárias para impedir que seu incrível trabalho em séries como Doctor Who’ e Sherlock’ tivessem uma cópia, mantendo-se nos trilhos para não saturar o trabalho de Hergé além da conta. E mesmo com o escopo aventuresco, não podemos deixar de perceber algumas impossibilidades além da conta no filme.

Ainda que ceda a alguns clichês, não podemos tirar mérito dos incríveis dubladores. Bell e Craig trazem momentos de glória e não passam despercebidos durante o longa, mas é Andy Serkis e toda a sua versatilidade vocal que roubam grande parte das sequências ao encarnar o hilário Capitão Haddock. Partindo de uma linhagem que está relacionada ao Licorne, tal personagem não apenas funciona como uma peça-chave para a compreensão da histórica rixa entre dois dos piratas mais temidos dos sete mares e para o descobrimento da fortuna perdida, mas também insurge como um escape cômico divertidíssimo – e por vezes escatológico – que previne a rendição fílmica de manter-se em constante drama vazio. Serkis é o grande responsável por fazê-lo funcionar, deixando suas marcas e seus trejeitos ao longo do caminho de modo conciso e memorável.

Spielberg conhece muito bem o material com o qual trabalha e aproveita essa inclinação ao impossível para ousar na direção. Além das incríveis transições entre os atos, os flashbacks e a oscilação entre a trama principal e uma subtrama tão adorável e envolvente quanto, o cineasta mostra mais uma vez seu incrível domínio acerca da linguagem cinematográfica e reafirma uma habilidade que já vimos em obras predecessoras: a muito bem-vinda utilização de planos-sequência. E tal construção imagética encontra um ápice magnífico no final do segundo ato, cuja ambientação é levada para as planícies desérticas de Bagghar e mergulhada em uma brincadeira entre as estreitas ruas da cidadela e a fluidez da câmera que as torna praticamente expansivas em grau exponencial.

Ainda que Tintim’ peque no quesito roteiro, essa aventura levada aos cinemas sem dúvida alguma deixa resquícios nostálgicos em quem a assistir, não apenas por representar mais um acerto na carreira de um fantástico diretor, mas também por resgatar pequenos elementos do auge do Cinema e configurá-los com uma roupagem nova e que vale a pena de ser acompanhada.

‘Sonic 3’: Filmagens da sequência começam em AGOSTO; Saiba mais!

Segundo o Production List, as filmagens da já confirmada sequência Sonic 3’ já têm data para iniciarem.

As informações indicam que a produção começa a ser rodada no dia 31 de agosto, em Londres, Inglaterra.

Mais detalhes sobre o projeto não foram revelados. Sabe-se, entretanto, que o filme tem estreia agendada para 20 de dezembro de 2024.

O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Saiba quanto tempo Jonathan Majors pode pegar de prisão se CONDENADO

O julgamento de Jonathan Majors contra acusações de contravenção, agressão física e psicológica e assédio. começou no último dia 29 de novembro e, agora, segundo o Deadline, foi revelado quanto tempo o ator poderá ficar preso caso oficialmente condenado.

As informações indicam que Majors poderá pega até um ano de cadeia caso o tribunal seja favorável às acusações – de fato, enterrando sua breve carreira no cenário mainstream.

O juiz designado para o caso vai ouvir diversas testemunhas e desmembrar documentos que fontes disseram ao portal que comprovam a culpa de Majors, além de exporem incidentes passados ​​​​envolvendo o ator.

A principal acusação do processo é sobre as agressões do ator à ex-namorada, Grace Jabbari, durante uma viagem de carro enquanto partiam de Chelsea até Chinatown na noite de 25 de março.

Os policiais da Delegacia de Nova York o prenderam depois que o próprio Majors ligou para o 911, mas os oficiais encontraram Jabbari com hematomas, inchaço, lacerações e um dedo quebrado.

Majors foi libertado após uma audiência e recebeu ordem de restrição para evitar contato com Jabbari, mas ele se declarou inocente de todas as acusações.

Posteriormente, Majors apresentou queixa contra a polícia, dizendo que Jabbari foi quem iniciou os ataques e ambos se machucaram enquanto ele tentava contê-la. Ele disse que ela o agrediu por acreditar que outra mulher estava mandando mensagens para ele enquanto eles estavam no carro.

Após sua prisão, o artista enfrentou consequências profissionais, perdendo seu agente e sendo dispensado de projetos cinematográficos e publicitários. Além disso, novas denúncias de violência surgiram contra o ator, com várias supostas vítimas cooperando com a promotoria do distrito de Manhattan.

Lembrando que seu trabalho mais recente foi na 2ª temporada de ‘Loki‘.

Os 10 Melhores Álbuns Pop Internacionais dos Anos 2010

Quando pensamos no cenário musical dos anos 2010, são vários os álbuns que nos chamam a atenção – principalmente no cenário pop. E, quando fazemos menção ao termo pop, não focamos no gênero em si, mas sim na cultura popular como um todo – e que produções conseguiram manejar sair de um escopo mais independente e causar um impacto significativo no mainstream.

Dentre os nomes mais populares dessa época, podemos citar, sem sombra de dúvidas, BeyoncéLady GagaTaylor SwiftAriana GrandeDua Lipa e diversos outros artistas que conseguiram deixar uma marca sólida na indústria fonográfica e que ou continuaram a estender seu legado, ou começaram a construí-lo de forma imensurável.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns internacionais dos anos 2010 para você conferir e colocar na sua playlist.

Veja abaixo as nossas escolhas:

10. ANTI, Rihanna (2016)

O último álbum de Rihanna, ‘ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me” e “Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

9. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves (2018)

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel Tashian e Ian Fitchuk, incrementando-as com discoelectropop e yacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

8. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe (2010)

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

7. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk (2013)

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

6. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

5. BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular.

4. BODY TALK, Robyn (2010)

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Born This Way é um marco no cenário musical e artístico por ter remado contra o que estava acontecendo no mainstream ao trazer incursões do electro-rock ao EDM. Aqui, Lady Gaga se afastou da identidade marcante de ‘The Fame Monster’ e ‘The Fame’ para um testamento de libertação e de empoderamento que foi considerado como uma das “bíblias do pop” contemporâneo e que salvou inúmeras vidas pelo teor de autoaceitação – além de contar com canções como “Hair”“The Edge of Glory” e a faixa-título. Não é surpresa que o álbum seja relembrado até hoje e sirva de inspiração para inúmeros artistas.

2. MELODRAMA, Lorde (2017)

Lorde havia começado sua carreira como um proeminente nome do indie – até resolver migrar oficialmente para o mainstream com um dos melhores álbuns do século e de todos os tempos com Melodrama. Indicado a Álbum do Ano no Grammy Awards 2024, a produção é uma amálgama de conceitualizações certeiras e uma coesão apaixonante que se estende por quarenta minutos (na versão padrão) e aposta fichas em um experimentalismo maximizante de pop alternativo, art popelectro-pop que rendeu inúmeros singles impecáveis e uma colaboração apaixonante com Jack Antonoff.

1. LEMONADE, Beyoncé (2016)

Lemonade é um acontecimento que ficará para sempre marcado no mundo da música e representou uma mudança considerável na estética não apenas sonora, como também identitária e imagética na carreira de Beyoncé. Considerada por muitos, inclusive por este que vos fala, como a magnum opus de uma das maiores artistas de todos os tempos, o compilado rende-se à definição de pop como pertencente à cultura popular, como explicado no começo da matéria. Aqui, temos uma mistura explosiva de inúmeros gêneros que representaram uma amálgama de reapropriação de estilos originários da comunidade afro-americana – como o country, o rock, o reggae, o rap e vários outros – que celebraram uma libertação que seria explorada em suas incursões mais recentes como ‘Renaissance’‘Cowboy Carter’.

‘Os Quatro da Candelária’: Série nacional sobre CHACINA chega ESTA SEMANA ao streaming!

Os Quatro da Candelária, série nacional baseada na trágica Chacina da Candelária, que chocou o Rio de Janeiro em 1993, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 30 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A sinopse revela: “quatro crianças repletas de sonhos enfrentam os perigos das ruas do Rio de Janeiro, sem imaginar que se tornariam parte de um dos episódios mais sombrios da história do Brasil”.

O elenco conta com Leandro Firmino (‘Cidade de Deus’), Stepan Nercessian (‘Chacrinha: O Velho Guerreiro’), Maria Bopp (‘Me Chama de Bruna’) e Antonio Pitanga (‘Casa de Antiguidades’).

A direção e o roteiro são assinados por Luis Lomenha.

os quatro da candelaria 02 (1)

Hayley Atwell revela que ficou DECEPCIONADA com sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ chegou aos cinemas em 2022 – e trouxe inúmeras aparições bastante especiais, incluindo Hayley Atwell como Capitã Carter (reprisando seu papel de voz na série animada ‘What If…’).

Porém, Atwell parece não ter ficado muito feliz com o tratamento que a personagem recebeu no longa-metragem.

Em uma recente entrevista ao Reign With Josh Smith, a atriz admitiu que a aparição de Capitã Carter ocorreu de maneira muito rápida e acabou em um piscar de olhos, dizendo que ficou ressentida com “o fato dela ter uma fala incrível, ‘eu poderia fazer isso o dia toda’, e então é morta como se o próprio escudo fosse um frisbee”.

“Peggy foi muito desvalorizada nessa cena”, ela acrescenta.

E você? O que achou da participação da Capitã Carter no filme?

Lembrando que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ está disponível no catálogo do Disney+.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

Novo suspense com atriz de ‘Game of Thrones’ DECEPCIONA no Rotten Tomatoes

Sophie Turner, conhecida por seu trabalho na aclamada série ‘Game of Thrones’, retornou aos cinemas com o ambicioso thriller de sobrevivência Trust – e parece que o filme não encantou os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, o longa estreou com fracos 40% de aprovação com base em 10 reviews. Segundo os comentários, Turner faz um bom trabalho, mas não o suficiente para ofuscar o desperdício de potencial do projeto.

Confira os principais comentários:

“O filme tinha potencial para ser não apenas emocionante, mas também reflexivo. No entanto, com um olhar desfocado e uma assinatura desajeitada, fica muito aquém do esperado” – RogerEbert.com.

“Um começo suculento com temas sociais pertinentes rapidamente descarrila para um thriller vazio, cheio de buracos na trama, reviravoltas ridículas, atuações ruins e direção questionável” – MovieWeb.

Trustfaz um ótimo trabalho ao mostrar do que Turner é capaz. O problema está em tudo ao redor da atriz” – Collider.

Trust está longe de ser um filme totalmente original, principalmente no gênero suspense. No entanto, sua força reside mais nos temas e no subtexto” – Geek Vibes Nation.

Trust é um filme que você pode assistir se quiser apoiar uma história de terror protagonizada por mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras. No entanto, existem outros thrillers nos quais você pode investir seu tempo que não vão te frustrar” – But Why Tho? A Geek Community.

Carlson Young, conhecida por interpretar a Brooke Maddox na série ‘Pânico‘, é responsável pela direção.

Uma estrela de Hollywood (Turner) se refugia em uma cabana isolada — mas não está sozinha. Traída pelo homem em quem mais confiava, ela se vê presa em um jogo brutal de sobrevivência.

O elenco ainda conta com Rhys Coiro, Billy Campbell, Peter Mensah, Forrest Goodluck, Gianni Paolo, Renata Vaca e Katey Sagal.

Gigi Levangie assina o roteiro.

Billy Magnussen e Zach Galifianakis no primeiro teaser de ‘The Audacity’, novo DRAMA do produtor de ‘Succession’; Confira!

AMC divulgou o primeiro teaser oficial de The Audacity, novo drama criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’).

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Confira, junto às imagens promocionais:

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

The Audacity tem estreia marcada para o dia 12 de abril na AMC.

RUMOR: Anya Taylor-Joy deve retornar como Magik em projeto FUTURO do MCU

Os Novos Mutantes’ talvez seja um dos projetos mais frustrantes quando pensamos em filmes de super-heróis e, além das múltiplas mudanças de data e das constantes refilmagens, o longa foi um fracasso crítico e comercial. Todavia, o presidente da Marvel StudiosKevin Feige, parece estar planejando o retorno de um dos poucos pontos positivos da atração.

Segundo o perfil insider @MyTimeToShineH, Feige está cogitando trazer a vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy de volta como a poderosa Magik em um projeto não especificado. A atriz, conhecida também por seu trabalho em ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’‘O Gambito da Rainha’‘A Bruxa’, foi um dos poucos aspectos elogiados de Os Novos Mutantes.

Acredita-se que a personagem deva aparecer em caráter convidado em um filme da Saga Mutante, mas mais detalhes não foram oferecidos pelo perfil.

Os Novos Mutantes | Relembrando o frustrante filme da franquia X-Men

Baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz, o longa acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco ainda conta Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Os Novos Mutantes’ está disponível no Disney+.

Jennifer Aniston diz que voltou para a TV porque cinema só tem ‘filmes da Marvel’

Após Martin Scorsese dizer que a “Marvel não faz cinema de verdade”, a atriz Jennifer Aniston também criticou o estúdio e o excesso de filmes baseados em quadrinhos.

Em entrevista com a Variety, a estrela de Friends, disse que:

“Você vai ao cinema e percebe que só estão passando filmes de baixa qualidade ou os grandes filmes da Marvel. Ou então coisas que não sou convidada a fazer ou que não estou interessada, porque têm aqueles fundos verdes. Seria tão bom retornar à era dos filmes da Meg Ryan.

Para completar, Aniston disse que sente falta de filmes originais ou de remakes de clássicos marcantes.

“Seria tão bom ir a um cinema e me sentar confortavelmente. Acho que estamos precisamos de uma reinvenção. Ou poderiam relançar ‘Laços de Ternura’, ‘O Céu Pode Esperar’, ‘Jovem Frankenstein’, ‘Banzé no Oeste’, ‘A Garota do Adeus’.”

E você, concorda com ela?

Lembrando que Aniston retorna à TV ao lado de Reese Witherspoon na série ‘The Morning Show‘, da Apple TV+.

Assista ao trailer:

A série é roteirizada por Jay Carson (‘House of Cards‘), que assume o posto de showrunner e também produtor executivo ao lado de WitherspoonBrian Stelter, correspondente da emissora CNN, será o consultor.

A trama acompanha Mitch Kessler, uma apresentadora de programa matinal que luta para se manter relevante em uma era onde a TV está em constante transformação.

O elenco também conta com Steve Carell, Billy Crudup, Néstor Carbonell e Mark Duplass.

Sem data de estreia definida, a produção deve ser lançada ainda em 2019.

 

‘Halloween Ends’ é adiado para 2022; Confira a data!

Depois que ‘Halloween Kills‘ foi adiado de 16 de outubro deste ano para 15 de outubro  de 2021, a Universal Pictures anunciou que irá adiar a estreia também do terceiro e último filme da nova trilogia.

Com isso, ‘Hallowen Ends‘ foi adiado para 14 de outubro de 2022.

Através de um comunicado, John Carpenter, co-criador da franquia, lamentou a decisão:

“Estamos de coração partido em anunciar o adiamento de ‘Halloween Kills e Ends‘. Estávamos nos preparando para este comunicado, mas se há uma coisa que carreira na indústria cinematográfica nos ensinou é como lidar com o inesperado. Se lançarmos ‘Kills’ este ano, vamos correr o risco de enfrentar uma experiência cinematográfica comprometida devido à pandemia.”

Carpenter também fez questão de dizer que os filmes foram feitos para serem assistidos da melhor maneira possível:

“Um aspecto importante desses filmes é a qualidade visual, além da narrativa que atraiu uma legião de fãs. Então queremos que os fãs testemunhem essa terrível aventura em uma tela enorme e com um sistema audiovisual adequado.”

Lembrando que o teaser de Halloween Kills’ foi lançado ontem.

Assista:

https://www.facebook.com/watch/?v=600571534213737

Carpenter já havia anunciado que o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

Em uma recente entrevista ao Movie Web, o corroteirista Scott Teems afirmou que a continuação do filme de 2018 será “maior e mais perturbadora”:

“A sequência será como o primeiro, mas bem mais frenética. Eu não posso dar detalhes, mas eu estou muito animado. Eu vi o primeiro corte do longa há algumas semanas e sou um pouco tendencioso, mas meu instinto diz que as pessoas que gostaram do último filme ficarão muito empolgadas com esse.”

Ele completa, “É como uma versão maior, mais perturbadora e maldosa do primeiro filme.”

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Velozes e Furiosos’: Fãs continuam sem entender umas das cenas mais esquisitas da franquia; Confira!

Uma das cenas mais esquisitas da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ voltou a fazer sucesso no Twitter quando uma internautas fez um interessante questionamento.

A cena do 6º filme mostra um diálogo entre Dom (Vin Diesel) e Robbs (Dwayne Johnson), quando os brutamontes decidem se unir para derrotar Owen Shaw (Luke Evans).

No entanto, eles não ficam frente a frente, e a cena dá a impresssão que eles não gravaram juntos ou erraram as marcações.

Na publicação, a internauta diz:

“Assisti ‘Velozes e Furiosos 6‘ na noite passada e absolutamente não consigo parar de pensar sobre a perspectiva estranha desta cena.”

Ela ainda acrescentou uma enquete, perguntando:

Vin Diesel e The Rock estavam no mesmo lugar ao mesmo tempo para filmar esta cena?”

Mais de 23.000 pessoas votaram e 83% deles responderam achando que eles não estavam juntos durante as gravações.

Confira a cena e a enquete abaixo:

E aí, qual é a sua opinião?

Lembrando queVelozes e Furiosos 9’ teve sua estreia adiada pela terceira vez pela Universal Pictures.

Inicialmente previsto para maio de 2020, o filme havia sido adiado para abril de 2021 e depois para maio.

Com o terceiro atraso, o filme agora está programado para chegar aos cinemas em 25 de junho, cerca de um mês depois do esperado.

O movimento é um indicativo das últimas tentativas de Hollywood de prever quando a pandemia vai diminuir o suficiente para que os fãs voltem aos cinemas.

Confira:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Vídeo HILÁRIO mostra Benedict Cumberbatch fugindo de seus próprios seguranças; Assista!

O tapate vermelho de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ aconteceu na segunda-feira e Benedict Cumberbatch roubou a cena enquanto fugia de seus próprios seguranças.

Um fã presente ao lado de fora do evento filmou o exato momento em que o intérprete do Doutor Estranho sai correndo e acena para o público.

Logo atrás, os seguranças do astro o perseguem de forma hilária.

Assista:

Falando nisso, quando as primeiras informações sobre ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ começaram a circular, a Marvel e a Sony já estavam promovendo o filme como uma aventura pelo Multiverso.

No entanto, os estúdios estavam planejando comercializar o longa como uma espécie de ‘Guerra Civil‘ entre o Cabeça de Teia e o Doutor Estranho.

Inicialmente, a ideia do herói lidar com o Multiverso seria mantida em segredo até o lançamento para focar no conflito entre os heróis, que seria motivado por um mistério.

A informação foi revelada pelo próprio Tom Holland durante uma entrevista para o Yahoo.

“Não sei se as pessoas vão se lembrar, mas esse era o plano inicial do marketing. O objetivo era fazer o filme parecer uma espécie de ‘Guerra Civil’ entre Peter e o Doutor Estranho e eles iriam manter tudo em segredo. Mas isso seria impossível.”

Ele continuou, dizendo que foi um alívio terem mudado de ideia porque ele não aguenta mais mentir para o público.

“Estamos muito cansados ​​de mentir e enganar as pessoas constantemente. Sinto que a consciência está pesando sobre mim agora. É difícil, exaustivo.”

Lembrando que o filme abriu com com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Até o momento, foram publicadas 47 críticas e todas elas são positivas.

Segundo os jornalistas, o filme não só cumpre as expectativas dos fãs como também é considerado o melhor entre todos os filmes já feitos do herói, tudo graças à grande performance de Tom Holland e o grandioso elenco.

Entre os comentários, foi dito que a sequência entrega o melhor roteiro que os fãs poderiam esperar de um filme do Cabeça de Teia, com muita ação, humor e aventura, mas também com momentos de muita emoção.

Além disso, o longa foi descrito como a melhor trilogia do MCU e traz uma bela homenagem aos 20 anos de adaptações do herói para o cinema.

Confira as análises:

“Equilibrando rapidamente uma variedade impressionante de diversão, o fruto da mais recente parceria entre Sony e Marvel parece destinado a fazer o que apenas o Aranha pode – ou seja, atrair um grande número de fãs para sua teia.” – CNN.

“O diretor Jon Watts retorna ao universo do ‘Homem-Aranha‘ e transforma essa difícil premissa em uma trama de super-herói consistentemente divertida, amarrando duas décadas de pontas soltas no processo.” – Variety.

“Este filme faz o que os melhores filmes sempre fazem: eles emocionam e emocionam e te fazem querer torcer como se tivesse em um estádio lotado.” – Deadline.

“A melhor da trilogia do MCU é a do ‘Homem-Aranha‘! O filme é absolutamente fundamentado, emocionalmente pesado e este é o melhor desempenho da Holland como Homem-Aranha! Repleto de grandes surpresas e emoções!” – JVS Media.

“Um filme que você vai querer assistir de novo, facilmente. ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é uma viagem que eu nunca quis que chegasse ao fim. É simplesmente maravilhoso que algo tão ambicioso como esse filme tenha surgido.” – Insider.

“O filme certamente lembrará o público por que nosso amigão da vizinhança, o Homem-Aranha, continua sendo um dos melhores heróis da Marvel, e isso se deve em grande parte ao desempenho de Tom Holland como Peter Parker.” – CBR.

“Simplesmente o melhor filme do ‘Homem-Aranha’ dentro do MCU até hoje.” – The Daily Beast.

Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Hulk e Abominável vão se REENCONTRAR em ‘Mulher-Hulk’? Tim Roth responde!

No 2º episódio de Mulher-Hulk‘, descobrimos que Emil Blonsky (Tim Roth) se arrependeu de toda a destruição que causou quando era o Abominável e até fez as pazes com Bruce Banner (Mark Ruffalo).

Quando o ex-soldado pede a ajuda de Jennifer Walters (Tatiana Maslany) para negociar sua reintegração à sociedade, ela pede o conselho de seu primo, que reforça que todos merecem uma segunda chance.

Em seguida, é revelado que Banner está à bordo de uma nave Sakaaran, rumo ao planeta onde ele permaneceu em ‘Thor: Ragnarok‘.

Mas será que Banner e Blonsky vão se reencontrar em algum momento da série?

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Roth foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Eu não sei se irá ao ar, mas lembro que gravei uma cena com Mark e Tatiana. Eu cheguei cedo no set, porque eu sempre chego cedo, e eu os assisti fazendo coisas juntos. Eu assisti a cena deles na câmera e foi absolutamente hilário. E a relação deles por trás das câmeras é algo incrível e eles me ensinaram muito. Foi quando a ficha caiu para mim. ‘Ah, entendi. Ok, agora eu sei como é fazer isso’. Eles me ajudaram a voltar para esse mundo [de adaptações de quadrinhos] e eu me diverti muito.”

Embora Roth não tenha certeza se a cena irá ao ar, o ator lembra que uma cena em que Banner reconhece que seu antigo inimigo mudou desde ‘O Incrível Hulk‘.

“Foi uma ótima experiência reviver este personagem, agora de uma forma bem diferente. Nós tocamos muito nesse assunto quando gravamos, mas não me lembro muito bem da conversa. Só sei que foi incrível porque eu sempre quis contracenar com Mark Ruffalo e eu tive que fazer isso. Foi meio que um bônus na minha carreira.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançado no dia 08 de setembro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

‘Butterfly’: Daniel Dae Kim vai estrelar série de espionagem da Amazon baseada em quadrinhos

De acordo com o Comic Book, a Amazon Prime vai adaptar em formato de série os quadrinhos ‘Butterfly‘, escritos por Arash Amel, Marguerite Bennett, Antonio Fuso e Stefano Simeone em 2015.

A trama gira em torno de David Jung, um enigmático e altamente imprevisível ex-agente da inteligência dos EUA que vive na Coreia do Sul, cuja vida se despedaça quando as consequências de uma decisão de seu passado voltam para assombrá-lo. A partir daí, ele se vê perseguido por Rebecca Faulkner, codinome Butterfly, uma jovem agente sociopata e mortal designada para matá-lo.

A produção é fruto de uma parceria da plataforma de streaming com a Boom! Studios e a produtora 3AD, do ator Daniel Dae Kim (‘The Good Doctor’).

Kim também deve estrelar a produção, que vai contar com seis episódios.

O cargo de showrunner ficará com Ken Woodruff (‘The Mentalist’, ‘Gotham’), que também é co-criador da adaptação, junto com a romancista Steph Cha (‘Dead Soon Enough’).

Ainda sem previsão de estreia, o projeto será iniciado somente após o fim da greve de roteiristas dos EUA.

“Receio que ‘Butterfly’ não seja uma história super-heroica, mas um estudo psicológico sobre espionagem, confiança e traumas – é uma batalha de astúcia entre dois espiões, um do mundo pós-11 de setembro, da Guerra ao Terror e outro da era brutal da Guerra Fria”, disse Bennett ao The Mary Sue em uma entrevista de 2014.

Ele continuou:

“Eu não acho que chamaria ‘Butterfly’ de super-heróis, de forma alguma. Embora Deus saiba que parte do que me atraiu nela é que ela pode ter a capacidade de super-vilã. Rebecca Faulkner – Butterfly – é mais mais uma atriz do que uma agente secreta. Seu trabalho é desaparecer na multidão, desempenhar um papel por tanto tempo que ela quase esquece quem ela é. Ela é impecável em sua própria invisibilidade, desaparecendo nos papéis escritos para ela, uma máscara sem um rosto por trás. Quando ela perde o propósito que a sustentava, ela é totalmente cortada, forçada a reafirmar sua verdadeira identidade e rasgar as raízes do passado que ela enterrou há muito tempo. Quem não gostaria de cavar uma mente como essa?”

‘Fallout’: Cena divulgada destaca o visual do assustador personagem de Walton Goggins

Com estreia marcada para 12 de abril na Amazon Prime, ‘Fallout‘ é uma das produções mais aguardadas de 2024 e ganhou um clipe inédito para provocar os fãs.

A cena destaca o visual do assustador personagem de Walton Goggins, chamado Cooper Howard, o Ghoul.

No cânone dos jogos, os Ghouls ou pós-humanos necróticos são mutantes decrépitos, apodrecidos e parecidos com zumbis.

A radiação intensa e prolongada devastou a pele, grande parte da carne e, em alguns casos, muitos dos seus ligamentos.

Paradoxalmente, eles também têm um tempo de vida em geral muito estendido e são, supostamente, imunes e até mesmo curados de danos por radiação ou precipitação nuclear.

Confira a cena, junto com o trailer:

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Todd Howard, o produtor da série disse que a trama será ambientada no cânone dos jogos, mas vai se concentrar em uma narrativa inédita porque:

“Eu não queria uma releitura de uma trama que já existe. Muito do que conversamo enquanto planewjávamos a série eram coisas do tipo: ‘Isso aqui é igual àquilo que fizemos em Fallout 3’… E eu dizia: ‘É, nós já contamos essa história, precisamos de algo novo’. Eu não tenho interesse em reciclar nada do que já fizemos. Eu estava interessado em contar uma história única na série. Trate-a como um jogo e dê aos criadores da série um campo para eles brincarem.”

Mesmo assim, a Bethesda [produtora responsável pelos games] considera a trama da série como parte fundamental da franquia como um todo.

“Consideramos os eventos da série como algo canônico. É incrível quando alguém olha para o seu trabalho e o traduz com estilo. Já pude ver [alguns trechos da série] e pensei: ‘Ah, por que não fizemos isso antes?’.”

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

 

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Rocket Raccoon é destaque em imagem INÉDITA do filme; Confira!

A TotalFilm divulgou uma imagem inédita do personagem Rocket Raccoon em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. O personagem é interpretado por Bradley Cooper.

Na imagem, vemos o adorado guaxinim pilotando uma nave e usando um traje espacial, que deve ser parte de algum momento importante no longa.

Confira abaixo:

Há alguns dias surgiram rumores de que Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve ter aproximadamente 2h29 minutos de duração.

Para tirar a dúvida, um usuário do Twitter perguntou ao roteirista e diretor James Gunn se a informação é verdadeira.

Em resposta, o cineasta disse que a execução oficial é em torno disso, e garantiu que “nem um segundo será desperdiçado”.

Confira:

“James, é verdade que o Volume 3 de Guardiões terá 2 horas e 29 minutos?”, perguntou o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“Tem mais ou menos essa duração, embora ainda não seja exato. E, eu prometo, nenhum segundo é desperdiçado. Não há excesso. Era necessário experimentar o arco completo de cada personagem principal dos Guardiões, não apenas para este filme, mas para a trilogia (ou, devo dizer, além da trilogia.)”

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′ chega aos cinemas no dia 04 de maio, e os fãs da equipe de heróis estão muito ansiosos para assistir ao encerramento da saga, que promete trazer muitas emoções.

De acordo com o Comic Book, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 13 anos, assim como os filmes anteriores.

O motivo da classificação é devido a “sequências intensas de ação e violência, linguagem inapropriada e referências sugestivas a drogas.”

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Martin Scorsese fala sobre seu PRÓXIMO filme com Leonardo DiCaprio após ‘Assassinos da Lua das Flores’

Em uma entrevista recente à IndieWire, o renomado diretor Martin Scorsese revelou detalhes sobre seu próximo projeto cinematográfico após ‘Assassinos da Lua das Flores’.

O cineasta confirmou que seu próximo filme será uma adaptação do livro de David Grann, intitulado ‘The Wager‘.

Ao ser questionado sobre o início da produção, Scorsese explicou que planeja fazer uma pausa antes de mergulhar no novo projeto.

“Em primeiro lugar, a questão é que agora a greve dos roteiristas acabou, e como tenho que ir lá e espalhar a palavra sobre ‘Assassinos da Lua das Flores’, preciso fazer uma pausa”, declarou o diretor.

Ele também mencionou a possibilidade de colaboração com roteiristas para desenvolver a história e revelou que o filme poderia envolver desafios técnicos, especialmente por se tratar de uma história ambientada na água.

“Será difícil [fazer um filme na água]. Mas agora existem maneiras, com certas coisas técnicas que poderíamos fazer, de tornar isso suportável. Dependendo de como montamos o roteiro”, acrescentou Scorsese.

O filme será produzido em parceria com a Apple e contará com Leonardo DiCaprio no papel principal.

A trama de “The Wager” se desenrola na década de 1740, quando um barco com 30 homens chega à costa do Brasil. Estes homens são sobreviventes de um navio britânico que perseguiu uma embarcação espanhola e acabou encalhando em uma ilha na região da Patagônia, na América do Sul.

Inicialmente considerados heróis por suas histórias de sobrevivência nos mares e contra os elementos, a narrativa toma um rumo inesperado seis meses depois. Outra embarcação, ainda mais danificada que a primeira, chega à costa chilena com apenas três homens a bordo, os quais acusam os outros sobreviventes de serem, na verdade, amotinados.

Vale lembrar que o novo filme do diretor, ‘Assassinos da Lua das Flores‘, estreia dia 19 de outubro nos cinemas, e também conta com Leonardo DiCaprio como protagonista.

Confira o trailer:

O longa-metragem abriu com nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.60/10 baseada em 68 reviews até o momento.

Confira as principais avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

Com 3 horas e 54 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira de Scorsese.

Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+. No Brasil, não há data de estreia confirmada.

Baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann, o longa acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

A trama também gira em torno de Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), um americano apaixonado por uma indígena (Lily Gladstone) que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar o petróleo.

O grandioso elenco ainda conta com Robert de Niro, Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

‘Cobra Kai’: Teaser da 6ª e ÚLTIMA temporada recapitula a trajetória de Robby Keene; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo para promover a 6ª e última temporada de ‘Cobra Kai‘, destacando a trajetória de Robby Keene (Tanner Buchanan).

Lembrando que os novos episódios serão divididos em três partes: a primeira estreia em 18 de julho, a segunda, em 28 de novembro, e a terceira, apenas em 2025.

Confira o vídeo:

Em relação ao desfecho da série, os produtores compartilharam suas reflexões:

“Reintroduzir o mundo ao universo de Karatê Kid tem sido uma honra para nós. Produzir Cobra Kai nos proporcionou a oportunidade de adentrar o mesmo dojo sagrado que antes abrigava nomes como Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros do elenco original. Além disso, nos permitiu assumir o papel de sensei, expandindo as histórias originais e gerando novas gerações de lutadores. Jamais subestimamos essa oportunidade. Desde o primeiro dia com Cobra Kai, nosso objetivo foi encerrar a série em nossos próprios termos, deixando o Vale no tempo e lugar que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que anunciados esta conquista.”

Assista ao anúncio da estreia:

‘Grey’s Anatomy’: Lena Waithe é confirmada em novos episódios; confira as fotos!

A 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ retorna em breve com novos episódios, e a vencedora do Emmy, Lena Waithe (‘Master of None’), fará uma aparição especial no renomado drama médico da ABC.

De acordo com o Deadline, a atriz interpretará a Dra. Evynn Moore, uma ex-aluna brilhante e perspicaz de Catherine Fox (Debbie Allen), que chega ao Grey Sloan para ajudar em um caso único envolvendo sua ex-esposa, interpretada por Andrea Bordeaux.

Waithe foi confirmada em dois episódios da série.

No episódio, Meredith e Nick retornam ao Grey Sloan para tratar um paciente que necessita de um transplante de fígado. Enquanto isso, Bailey organiza um retiro para os internos em sua casa, e Winston e Ben ajudam uma vítima de um acidente inesperado.

A série retorna no dia 6 de março nos Estados Unidos.

Assista:

Disney cancela live-action de ‘Os Aristogatas’

O remake live-action de ‘Os Aristogatas foi oficialmente cancelado. A decisão vem na esteira do sucesso de ‘Lilo & Stitch’ e do fracasso comercial de ‘Branca de Neve’, que levou a Disney a repensar sua estratégia de adaptações em live-action.

Segundo o ComicBook, a confirmação do cancelamento foi feita por Ahmir “Questlove” Thompson, que havia sido anunciado como diretor do projeto.

“Uma nova administração entrou, e eu apresentei meu plano: o que eu queria fazer, algumas ideias musicais e parte da equipe com quem estava trabalhando”, contou Questlove. “Depois veio outra mudança na administração e, aí, fiquei tipo: ‘Ok, tudo bem’. Na terceira vez, pensei: ‘Talvez isso não seja pra mim, porque, no momento, tenho muitas opções à disposição'”.

Apesar de lamentar o fim do projeto, Questlove afirmou que segue envolvido em diversas produções: “Eu adoraria ter feito esse filme. Mas tenho cerca de 20 outros projetos possíveis… literalmente quatro filmes já em andamento. Estarei ocupado até 2029 ou 2030. Então, simplesmente não era pra acontecer. Talvez em outro momento”.

O remake de ‘Os Aristogatas, baseado na animação de 1970, havia sido anunciado em 2023, com a promessa de uma nova abordagem para a clássica história dos gatos parisienses sequestrados por um mordomo ganancioso.

Aristogatas foi dirigido por Wolfgang Reitherman e trouxe no elenco de dublagem nomes como Phil Harris, Eva Gabor, Hermione Baddeley, Dean Clark, Sterling Holloway, Scatman Crothers e Roddy Maude-Roxby. Apesar de dividir a crítica especializada, a animação fez um estrondo de bilheteria e arrecadou US$191 milhões mundialmente (contra um orçamento de US$4 milhões).

‘Os Aristogatas’ continua disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

O longa está disponível para streaming no Disney+.

Showrunner de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ admite erro em cena crucial da trama

Ira Parker, showrunner de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, reconheceu recentemente ter cometido um erro significativo ao adaptar os contos de George R.R. Martin para a televisão.

Conforme relatado pelo SffGazette, a discussão começou no Reddit, onde um fã questionou Parker sobre a decisão de omitir um diálogo icônico entre Dunk e o ferreiro Steely Pate. No livro, “O Cavaleiro Andante”, a troca de falas ocorre pouco antes do julgamento por combate no torneio de Ashford Meadow.

Na obra original, ao cavalgar para enfrentar o julgamento diante dos sete cavaleiros, Dunk é cercado por plebeus que desejam boa sorte. Acreditando que a multidão está ali apenas para vê-lo morrer, Dunk fica surpreso e confuso com o apoio. Ele pergunta a Pate: “Por quê? O que eu sou para eles?”, ao que o ferreiro responde: “Um cavaleiro que se lembrou de seus votos.”

Para muitos leitores, essa frase representa a alma e a moral de toda a história. O fã destacou que o impacto vem da “colocação cuidadosa no ponto mais baixo de Dunk”, tornando a omissão uma escolha curiosa em uma série que tem sido tão fiel ao material base.

O showrunner concordou abertamente com a crítica e admitiu a falha: “Foi um erro da minha parte. Não o primeiro, nem o último nesta série”.

“Essa cena esteve no roteiro em determinado momento, mas acabou ficando de fora”, admitiu o produtor. “Concordo que ‘um cavaleiro que se lembrou de seus votos’ é a essência dessa história, mas acredito que esse sentimento ainda está no cerne da série, mesmo que eu tenha, estupidamente, deixado o diálogo de fora… Pode não ser dito explicitamente, mas as ações de Dunk continuam as mesmas”.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: Chefe da HBO comenta futuro do derivado de ‘Game of Thrones’

Para os fãs ansiosos, o streaming já divulgou o trailer oficial do 5º episódio do spin-off. Intitulado “In the Name of the Mother”, o capítulo vai ao ar no dia 15 de fevereiro, às 00h (horário de Brasília).

Baseado em ‘Contos de Dunk & Egg’, de George R.R Martin, a trama nos um século antes dos eventos da série original, onde dois heróis improváveis percorreram Westeros: um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto (Peter Claffey), e seu diminuto escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Casa Branca usa ‘Homem-Aranha’ em propaganda sobre deportação de imigrantes; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ está em cartaz nos cinemas nacionais. Em meio ao fenômeno do longa, a Casa Branca recorreu à cultura pop para promover sua estratégia de imigração, utilizando imagens do Homem-Aranha para retratar os agentes do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas) como figuras “amigáveis da vizinhança” e associá-los ao lado heróico.

Conforme o Deadline, uma publicação feita pela Casa Branca no Instagram nesta semana mostra a mão doHomem-Aranha lançando uma teia. A imagem seguinte exibe pessoas detidas cobertas por teias, acompanhada da frase:

“Imigrantes criminosos serão capturados e deportados. Seus agentes do ICE amigáveis da vizinhança”, diz a legenda.

A escolha do herói não foi à toa: o filme já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

No ano passado, a Casa Branca adotou uma tática parecida ao usar um meme de Donald Trump caracterizado como Superman, no mesmo período em que a Warner Bros. e a DC Studios lançavam o filme do herói dirigido por James Gunn.

Quatro anos após os acontecimentos de ‘Sem Volta Para Casa’, Peter Parker é agora um adulto vivendo completamente isolado, após ter apagado sua existência da memória de todos que amava. Dedicado integralmente ao combate ao crime em uma Nova York que esqueceu seu nome, o herói precisa lidar com uma perigosa evolução física e uma nova ameaça misteriosa.

Dirigido por Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa traz Tom Holland de volta como o Amigão da Vizinhança, ao lado de Zendaya, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Mark Ruffalo, Michael Mando, Liza Colón-Zayas, Tramell Tillman e Sadie Sink.

Crítica | ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ resgata a essência do herói em aventura ALUCINANTE