O terror ‘Rua do Medo: 1978‘, a segunda parte da trilogia que adapta os escritos homônimos do lendário romancista R.L. Stine, ganhou um novo clipe.
Confira:
O longa será lançado na plataforma na próxima sexta-feira, 09 de julho.
‘Rua do Medo: 1978’: O Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.
Durante uma entrevista para a Indie Wire, a diretora Leigh Janiak disse que a 2ª parte da trilogia será muito mais brutal e chocante que a primeira:
“A 2ª parte foi filmada por último e eu já estava tão cansada, tão cansada, mas toda vez que tinha uma cena de morte, eu ficava tipo: ‘Mais sangue, ponham mais sangue nisso aí’. A brutalidade foi levada a outro nível nessa parte.”
Obviamente, ela não entrou em detalhes para não estragar a surpresa, mas prometeu que a sequência trará mais homenagens a títulos do gênero slasher.
“Assim que embarquei no projeto, eu pensei: ‘Esses devem ser filmes de terror para menores. Eu me coloquei no lugar de uma criança de 10 ou 11 anos se esgueirarando até a locadora para alugar filmes não deveria, como ‘Brinquedo Assassino’, ‘Sexta-Feira 13‘, e ‘AHora do Pesadelo‘. Sabe o que esses filmes têm em comum? Muito sangue, e traremos muitas referências desses universos.
Como a primeira parte se passa em 1994, mas aborda os massacres ocorridos em 1978, a sequência irá se aprofundar nesses eventos passados.
‘Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.
Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.
‘Rua doMedo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, ‘Goosebumps’. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.
Mesmo após o chocante cancelamento, ‘Manifest‘, que foi recentemente descontinuada pela NBC sem um desfecho digno, se mantém como a produção mais assistida do catálogo norte-americano da Netflix.
O sucesso no serviço de streaming impulsionou a campanha dos fãs pelo salvamento da série, que estão pedindo para que a Netflix salve a produção do cancelamento.
So Manifest is number 1 in the US for like a month on Netflix. It’s not even on Netflix UK otherwise it would be number 1 here to, how much more proof do they need to save it. P.S Put it on our netflix and see. @netflix@NetflixUK#SaveManifest
— StephanieDoherty (@stephinedoherty) July 5, 2021
“‘Manifest’ permanece sendo a série mais popular na Netflix por mais de um mês. Essa série não está no catálogo do Reino Unido, ou estaria no topo aqui também. Quanto mais prova você precisa para salvá-la?”
“Por favor, Netflix, não nos decepcione. ‘Manifest’ tem sido a produção mais popular no seu catálogo por quase um mês! Salve a série!”
Vale lembrar que, de acordo com o Deadline, a Netflix passou adiante a chance de salvar a série do cancelamento. As informações indicam que a decisão dos executivos da plataforma foram tomadas após “longas conversas e deliberações que se alongaram pela semana”.
O próximo ciclo irá estrear no dia 1º de abril.
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na GloboPlay!
Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.
Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.
A 2ª temporada do anime ‘Demon Slayer‘ ganhou o primeiro teaser.
Confira:
Get ready for a new mission in the Yoshiwara Entertainment District with #DemonSlayer: Kimetsu no Yaiba Entertainment District Arc coming in 2021! ✨ pic.twitter.com/GPwnlL2mVK
— Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (English) (@DemonSlayerUSA) July 5, 2021
O próximo ciclo, que seguirá a partir dos eventos do filme ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme‘, irá estrear em outubro de 2021.
Vale lembrar que o longa já arrecadou impressionantes US$ 454 milhões mundialmente, ultrapassando ‘A Viagem de Chihiro‘ (US$ 383.4m), e tornando-se a maior bilheteria para um anime da história do cinema.
Os assinantes do Disney+ já tem data para assistir ‘Cruella‘ gratuitamente. O live-action estará disponível para todos os assinantes do streaming no dia 16 de julho.
Até então, o filme estava disponível pelo Premier Access, por R$ 69,90.
De 1º a 7 de julho, os novos fãs que assinarem o Disney+ pagarão apenas R$ 1,90 no primeiro mês (a partir do segundo mês, se ficarem com a assinatura, passam a pagar R$ 27,90 mensais).
Ao assinar o Disney+, os novos assinantes terão acesso aos conteúdos disponibilizados na plataforma e terão uma ótima opção de entretenimento para que toda a família se divirta durante o período de férias escolares.
O live-action continua fazendo um grande sucesso nos cinemas. No último final de semana, o longa ultrapassou a impressionante marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 77.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 127.8 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 205 milhões mundialmente.
Vale lembrar que o The Hollywood Reporter divulgou que a Disney está tão satisfeita com a recepção do longa que já está desenvolvendo a sequência.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a continuação, já que o projeto está nos estágios iniciais.
Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Segundo o Deadline, Donner morreu na segunda-feira. A informação foi confirmado por sua esposa, a produtora Lauren Schuler Donner, e seu gerente de negócios.
A causa da morte não foi revelada.
Donner estava trabalhando na sequência ‘Máquina Mortífera 5‘, revelou durante uma entrevista ao Telegraph há alguns meses.
“Este é o último filme. É tanto um privilégio, como um dever colocar a franquia para dormir. Na verdade, é empolgante! Este é o último te prometo isso”.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Nathalie Emmanuel revelou quem ela gostaria de ver na franquia ‘Velozes e Furiosos‘: Viola Davis (How to Get Away with Murder), vencedora de um Oscar, um Emmy Award e dois Tony Awards, alcançando a Tríplice Coroa da Atuação.
A atriz ainda se emocionou ao falar sobre o legado de Paul Walker e como a franquia continua a homenagear o astro a cada filme.
Assista:
Ao CinePOP, o diretorJustin Lin falou sobre a possibilidade de trazer o personagem dePaul Walker, Brian O’Conner, de volta para os próximos filmes através da ajuda de computação gráfica.
“Obviamente, Paul e seu personagem Brian são a alma e o coração de como conseguimos seguir em frente. Trazê-lo de volta é algo que eu penso todos os dias. Conforme nos aproximamos do fim da franquia, é uma conversa que estou tendo. E penso nessa possibilidade todos os dias. Mas eu sei que a decisão de manter o personagem vivo na franquia foi tomada enquanto eu estava fora. Então tenho que ser respeitoso com isso. Eu preciso me sentir bem e confiante no que acabar acontecendo.”, afirmou.
O diretor ainda afirmou que gostaria de voltar para o Brasil para filmar cenas para os filmes finais da franquia, já que o Rio de Janeiro foi muito importante para a Fast Family.
Assista a entrevista:
Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas.
Em apenas 8 dias, a sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA – o que representa o período mais rápido que um filme alcançou a marca no país desde o início da pandemia de COVID.
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 125.9 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 335.5 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 461.4 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 444.1m).
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido porJustin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
O 4º episódio de ‘Loki‘ trouxe a 1ª cena pós-créditos da atração, que introduziu novas variantes do deus da trapaça de forma bem intrigante.
Além disso, a cena também foi uma referência ao momento em que o personagem de Tom Hiddleston é derrotado pelos Vingadores durante a batalha de Nova York.
A informação foi confirmada pela diretora Kate Herron através do Twitter.
Na publicação, ela compartilhou uma imagem comparando as duas cenas e escreveu:
“Esta foi um enquadramento que eu e [a diretora de fotografia] [Autumm] Durald usamos como referência. Não resisti.”
Lembrando que o próximo episódio de ‘Loki‘ será lançado em 07 de julho.
Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª (e última) temporada de ‘Transformers: War For Cybertron Trilogy‘, intitulada ‘Reino‘.
O ciclo final irá estrear na plataforma no dia 29 de julho.
Confira:
Chegou a hora dos Autobots se unirem aos Maximals para enfrentar os Decepticons e os Predacons. Vale tudo para encontrar o Allspark que falta – o problema é que essa empreitada não será fácil, até porque os Predacons estão com o Disco Dourado, um misterioso artefato que tem uma conexão forte com o Megatron e dá a ele uma grande vantagem sobre seu inimigo Optimus Prime. Qual facção sairá vencedora nessa batalha final e qual será o futuro de Cybertron?
Transformers: War For Cybertron Trilogy‘ reconta a história da guerra entre os Autobots e Decepticons.
Em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn revelou quais personagens ele considerou introduzir em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Da extensa lista de vilões, o cineasta quase trouxe nomes bastante marcantes, como o Sr. Frio, Solomon Grundy, Plastique e até mesmo o Exterminador.
Quando um fã perguntou se ele podia dizer quais personagens foram cogitados para o filme, Gunn disse:
“Quando pensei pela primeira vez em aceitar o trabalho de escrever ‘O Esquadrão Suicida‘, mantive uma pasta de arquivo com os personagens que estava pensando. Aqui estão apenas alguns (de muitos) que não foram incluídos no corte (por enquanto!).”
“Cada personagem em foi escolhido com um propósito, grande ou pequeno, e embora eu ame muitos desses outros personagens, eles não serviram muito bem para a história.”
Por fim, ele disse que estaria disposto a trabalhar com qualquer um desses personagens no futuro:
“É claro que estou aberto a usá-los no futuro. E há muito mais personagens maravilhosos na DC Comics de onde esses vieram. Assistam ‘O Esquadrão Suicida‘ nos cinemas no mês que vem!”
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
Quando você pensa que já viu de tudo no cinema, a sétima arte encontra uma forma de surpreender. Felizmente, no caso de ‘À Segunda Vista’ – nova comédia lançada na plataforma da Netflix –, a surpresa é boa, e vale cada minuto das uma hora e trinta e dois de duração.
Andrea (Iliza Shlesinger) mora em Hollywood e é uma comediante ligeiramente bem-sucedida, dessas que o público reconhece na rua. Ela atua em stand-ups ao redor do país, mas, no fundo, seu sonho é estrelar filmes e séries de televisão, para além da comédia, e sobre isso ela desabafa constantemente com sua única e melhor amiga, Margot (Margaret Cho), dona de um bar. Certo dia, voltando para casa de avião, ela conhece um carinha bem-intencionado, Dennis (Ryan Hansen), que lhe faz companhia no voo e trava com ela uma amizade sincera. O tempo vai passando e aos poucos Andrea vai percebendo que aquela amizade que construiu com Dennis é forte demais, talvez até para um algo mais.
Em se tratando de ‘À Segunda Vista’ não dá para falar muita coisa porque uma das coisas mais legais desse filme é ser surpreendido com os plot twists do enredo – e, acredite, são vários. Mais uma razão para esse filme ser uma boa surpresa, afinal, quem espera plot twist em filme de comédia, ainda mais com uma sinopse tão lugar-comum como esta?
Escrito pela própria protagonista, Iliza Shlesinger, o longa é baseado parcialmente em sua própria vida, e meio que dá para adivinhar em que momento entra a ficção no filme. O roteiro começa com a própria Iliza no palco, dando o conceito do longa, e toda a produção vai sendo intercalada por cenas dela no palco narrando parte do que lhe aconteceu, acrescentando seu dom genuinamente cômico. De uma forma destorcida, isso meio que ajuda a dar credibilidade ao espectador, pois inconscientemente somos conduzidos a relacionar personagem e atriz à mesma história, como se estivéssemos imaginando a parte ficcional do que ela está nos contando.
As piadas elaboradas por Iliza entram nos momentos certos da trama, e a atriz as solta de maneira muito natural, como se não estivesse atuando. Os diálogos são rápidos e fluem com naturalidade, conferindo aspecto bastante crível para as situações. A metade do segundo arco até o início do terceiro é completamente hilária, imprevisível, e muito bem conduzida pela dupla Iliza e Margaret Cho. A eficiência da edição dinâmica e do fio ácido condutor da história também deve ser atribuído à diretora Kimmy Gatewood, que conseguiu encontrar o tom certo de mostrar essa história que parte de um enredo um tanto quanto previsível, mas que em ‘À Segunda Vista’ ganha uma roupagem interessante.
‘À Segunda Vista’ é uma comédia diferente das outras, com um quê feminista que denuncia o quanto a vulnerabilidade amorosa é muito mais mordaz às mulheres, e como elas devem encontrar mecanismos para se auto proteger. Mais que isso, é um filme humano, com o qual muitos de nós pode se identificar, estrelado por uma atriz realmente engraçada e que sabe fazer rir sem ofender ninguém.
A Netflixdisponibilizou em seu catálogo mais um filme de terror sobre espíritos malignos e possessão. Trata-se do coreano ‘A Oitava Noite‘, que falhou em conquistar os assinantes do streaming.
Na trama, há 2500 anos atrás, haviam dois seres misteriosos que atormentavam os humanos. Esses seres foram trancados em dois caixões por um poder formidável e para que eles possam assumir a sua forma, devem se infiltrar em sete hospedeiros humanos vulneráveis.
Nas redes sociais, os usuários da Netflix postaram suas reações à nova produção.
Confira:
A Oitava Noite. É tão ruim que tu é capaz de pegar no sono lá pelos 15 minutos.
— Tupiniquim do Sul 🇧🇷 🇺🇸 (@TupiniquimS) July 4, 2021
Gente, acabei de assistir esse filme , se alguém já assistiu me explica pq eu fiquei boiando o filme todo. E no final piorou ainda. #aoitavanoitepic.twitter.com/w6YYIW7od5
NAGASAKI, JAPAN - APRIL 23: (CHINA OUT, SOUTH KOREA OUT) In this aerial image, Hashima Island, commonly known as the battleship island is seen on April 23, 2015 in Nagasaki, Japan. The Island had been a coal complex and more than 5,000 people resided in 1960s, now uninhabited and only accept reserved visitors. (Photo by The Asahi Shimbun via Getty Images)
Em 2012, ‘007: Skyfall’ apresentou algumas cenas gravadas na ilha fantasma de Hashima, que serviu como esconderijo do vilão Raoul Silva, vivido por Javier Bardem.
Mas você conhece a história por trás da ilha?
Com uma aparência digna de cenários pós apocalípticos, a ilha foi construída em 1887 pelo grupo Mitsubishi coma cidade flutuante localizada na baía de Nagasaki, que serviu como prisão para os operários que exploravam carvão submarino durante a era Meiji.
Como o carvão era a matéria prima que alimentava as máquinas no período de insdustrialização do Japão, a ilha foi projetada como um cativeiro, para que os operários não pudessem sair de lá.
Devido ao trabalho pesado, muitos japoneses abandonavam suas tarefas no início da transição industrial no país, então eles passaram a contrabandear imigrantes chineses e coreanos, forçando-os ao trabalho escravo.
Foi aí que surgiu a ideia de criar a ilha, também chamada de Gunkanjima pelos japoneses, algo como ‘ilha encouraçado’, já que sua estrutura é semelhante a um navio de guerra sob a vista áerea.
A escravidão dentro da fortaleza durou quase 60 anos, chegando ao fim após a derrota do Japão durante a Segunda Guerra Mundial.
No entanto, o trabalho de mineração permaneceu até 1974, quando as reservas de carvão foram esgotadas.
Até então, aproximadamente 05 mil pessoas viveram, cresceram e morreram dentro das paredes da ilha, que tornou-se um monte de ruínas com a evasão de seus habitantes e começou a atrair bastante curiosos.
Do fim da década de 1970 até 2009, foram proibidas as visitas públicas ao local. No entanto, devido ao seu passado sombrio e à singularidade da arquitetura, a ilha tornou-se uma atração turístisca.
Mas, para ter é acesso à entrada, é preciso passar por um rigoroso exame de saúde por conta das condições climáticas e aos efeitos causados pela maresia da costa de Nagasaki, que fica próxima à região.
Com aproximadamente 40 mil metros quadrados, a ilha abriga prédios residenciais abandonados, prisões, postos de comando, refeitórios e outras instalações necessárias para acomodar a população que já viveu por lá.
Além da aparência fantasmagórica do local, a invasão de algas marítimas e insetos somada aos dejetos de pássaros deixaram a ilha com um visual ainda mais assustador.
Em 2015, a Unesco decretou o cativeiro como patrimônio mundial, o que gerou uma séria e justa polêmica, já que seus corredores e cômodos foram usados como prisão e permanece como uma mancha para os japoneses e como uma ferida para chineses e coreanos.
Indiscutivelmente os anos 80 foram uma época inesquecível. Tanto que nas mais variadas formas, o audiovisual constantemente presta homenagem a ela desde que dela saímos, e as referências não tem data para terminar. Pelo contrário, cada vez mais novas idealizações do que foram os 80’s surgem em voga na cultura pop atual: seja na forma de filmes, séries música, estilo, moda ou vídeos no Youtube especializados em reviver o passado. Não é à toa que recorrentes sucessos pop atuais escolhem por centrar suas tramas no período, vide Stranger Things e Mulher-Maravilha 1984, por exemplo.
Muitas vezes, no entanto, sentimos uma caracterização forçada e um sentimento falso da recriação do período. Como se ao invés de nos transportar para o que foi realmente os 80’s, as obras apenas imitassem uma caricatura da década. No meio de uma verdadeira enxurrada de revivals dos anos 80, uma que consegue destaque pela fidelidade é a produção pouco conhecida e subestimada Uma Noite Mais que Louca (Take me Home Tonight). O filme foi exibido na madrugada do último domingo, dia 4 de julho, na Globo após o Altas Horas, onde pude dar mais uma chance a este longa que passou totalmente em branco em sua estreia nos cinemas. Uma Noite Mais que Louca completa 10 anos de lançamento em 2021, e é o momento certo para os aficionados pelos anos 80 o encontrarem e quem sabe igualmente darem um voto de confiança.
Topher Grace, o eterno Eric Forman, vai para os anos 80 em “Uma Noite Mais que Louca”.
Uma Noite Mais que Louca fez sua estreia nas telonas nos EUA em março de 2011, e no Brasil aportou direto no mercado de vídeo (numa época antes do domínio dos streamings) em outubro do mesmo ano. Curiosamente, o personagem protagonista trabalha numa locadora de vídeo na era dos VHS, e o filme em si se veria como parte dos últimos lotes de lançamentos a realmente pertencerem a uma locadora em mídia física, antes do citado reino das plataformas de streamings. O fato não deixa de ser quase premonitório e metalinguístico na convergência de épocas.
Projeto pessoal do ator Topher Grace, um aficionado pela década tendo nascido em 1978 e crescido no período. Grace é dono da ideia do filme e escreveu o primeiro tratamento do roteiro ao lado do colega Gordon Kaywin. Depois, o texto foi desenvolvido para o roteiro final pela dupla Jackie e Jeff Filgo, produtores e roteiristas por trás do programa de sucesso That 70’s Show (1998-2005) – que não por acaso era estrelado por Topher Grace no papel do boa-praça Eric Forman. O ator pula dos anos 70 para os 80 e protagoniza uma espécie de vertente de Forman na pele de Matt Franklin, um jovem vivendo no passado sem conseguir superar sua paixão de infância, ao mesmo tempo em que teme o próximo passo em sua vida profissional. Ele contenta-se em trabalhar numa locadora quatro anos após a formatura colegial por não conseguir decidir que carreira escolher – para o desespero de seus pais.
Anna Faris e Chris Pratt se conheceram durante as gravações, se casaram, tiveram filho e se separaram depois de 7 anos.
O protagonista é na realidade um menino prodígio da época colegial, que até atendeu ao prestigiado MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, mas terminou desistindo dos estudos por achar que não se enquadrava. Ainda perdido em seu destino no mundo, ele ganha alguns trocados em um subemprego enquanto sua vida passa sem que ele a guie. Cercando Matt estão sua irmã gêmea, papel de Anna Faris (da franquia Todo Mundo em Pânico), igualmente brilhante, mas disposta a deixar seu futuro numa prestigiada universidade de Londres para casar-se com o namorado do colégio de poucas aspirações, vivido por um Chris Pratt (Guardiões da Galáxia e Jurassic World) muito, muito antes da fama; e o melhor amigo Barry (Dan Fogler, o Jacob de Animais Fantásticos), o indispensável alívio cômico amalucado.
Anna Faris e Chris Pratt se conheceram nos bastidores deste filme, se casaram logo depois, tiveram um filho e viveram um relacionamento de 6 anos, chegando ao fim com o anúncio do divórcio em 2017. Já Fogler, que nesta época era estereotipado nestes tipos de personagens, quase sempre exagerando na dose em sua pretensa comédia, vive um sujeito demitido de seu emprego numa agência de automóveis, que servirá bastante para a estratégia do melhor amigo, além de acrescentar a censura alta do filme devido ao uso intenso de cocaína durante a exibição. Ah sim, uma das personagens principais é Tori Frederking, a paixão platônica de Matt que é a motivação de toda a trama. E pode ser até problemática a idealização da mulher perfeita da mente do protagonista, mas tudo é criado nos moldes da mentalidade da época, e este artifício se encaixa perfeitamente. Aqui, ela ganha as formas da loirinha Teresa Palmer.
Teresa Palmer é Tori, a mulher dos sonhos do protagonista. Típico de filmes dos anos 80.
Fechando o elenco principal,Michael Biehn vive o pai policial do protagonista (a quem Topher Grace, por ser fã de O Exterminador do Futuro e Aliens – O Resgate, telefonou pessoalmente para que aceitasse o personagem), Lucy Punch, Michelle Trachtenberg, Demetri Martin, Bob Odenkirk e Angie Everhart aparecem em participações com resultados cômicos diversos. A direção ficou a cargo de Michael Dowse, especialista em comédias do tipo, tendo no currículo obras como Os Brutamontes(2011), Será Que? (2013), Stubber: A Corrida Maluca (2019) e Coffee & Kareem (2020).
Ao saber que a mulher de seus sonhos está de volta na área, Matt dá um jeito de, não apenas encontra-la numa festa de reunião de ex-estudantes após ter esbarrado com ela acidentalmente em sua locadora, como também a faz pensar que atualmente tem um ótimo emprego em uma empresa bem conhecida de investimentos. Essa era a época do surgimento dos Yuppies, dos jovens profissionais ambiciosos, e também do auge do movimento de investimentos financeiros – que de forma cíclica vem ressurgindo inclusive no Brasil, onde vemos cada vez mais jovens interessados em aumentar seu patrimônio.
Jovens ambiciosos. Quem dá mais na cartada do status profissional?
Essa tendência atingia seu ápice nos EUA durante a década de 80 e era retratada, por exemplo, em filmes como Wall Street – Poder e Cobiça (1987). Uma Noite Mais que Louca centra sua ação em 1988, e faz companhia de certa forma a estas produções, descrevendo em suas entrelinhas o desejo de ser bem sucedido financeiramente nos mais variados personagens que cercam o protagonista. Tori, seu objeto de desejo, por exemplo, é uma jovem executiva de uma grande empresa, que segue de perto todos os itens da cartilha para crescer dentro de uma companhia do tipo, como atender à festas de seu chefe e lutar contra o possível assédio dele (do qual todas as suas amigas terminaram cedendo). É para se manter à altura que o “homem comum” Matt precisa mentir, se fazendo passar por mais que é.
Existem espaço para discussões sobre assédio sexual no ambiente de trabalho, sobre feminismo, ambições profissionais e predeterminações de felicidade através do status profissional para quem souber procurar minuciosamente. Mas no centro, é claro, essa para todos os efeitos é uma história de amor, sobre conquistar a pessoa que achamos que é a certa para nós e nos fará feliz.
Do lado errado da lei. Constantes referências ao uso de cocaína engavetaram o filme por 4 anos.
O tiro certeiro foi fazer de Uma Noite Mais que Louca um filme de censura alta, com nudez e drogas, bem como se realmente saída da década sem noção e politicamente incorreta que foram os anos 80. Para tal,Topher Grace e o diretorMichael Dowse bateram o pé para o uso de drogas, afinal não seria um filme dos anos 80 sem cocaína, buscando o sentimento mais realístico em sua retratação da época. O efeito, porém, terminou assustando os executivos do estúdio que além de aumentarem a censura, engavetaram o lançamento do filme em 4 anos. O longa precisou ser resgatado do limbo pelos produtores Ron Howard e Brian Grazer, através de sua Imagine Entertainment. Grace também produz o longa. inicialmente, o projeto se chamaria “Young Americans” ou “Kids in America”, enfatizando seu subtexto de jovens americanos bem sucedidos financeiramente como meta.
Além das inúmeras referências e homenagens aos anos 80 que vemos em tela, Uma Noite Mais que Louca possui semelhanças em sua trama com O Segredo do Meu Sucesso (1987), onde Michael J. Fox também forjava um trabalho falso melhor para si, e usa o nome do colégio Shermer High School, o mesmo de clássicos de John Hughes, como Mulher Nota Mil, Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões, A Garota de Rosa-Shocking e Curtindo a Vida Adoidado para enfeitar sua trama. Fora isso, o elenco principal participou do videoclipe da banda Atomic Tom para a trilha sonora do filme, uma regravação do “hino” oitentista Don’t You Want Me, do Human League (1981), fazendo referência a diversos ícones do cinema da época.
Apesar do grande esforço, com um orçamento de US$23 milhões (mediano para os padrões de Hollywood), Uma Noite Mais que Louca falhou em despertar o interesse do público, rendendo mundialmente menos de US$8 milhões e garantindo assim um fracasso de bilheteria. Com os críticos igualmente não foi favorecido. Com o passar do tempo se tornando esquecido. Apesar de não se encontrar na grade atual de nenhum dos principais streamings, Uma Noite Mais que Louca facilmente seria favorecido pela descoberta de novos públicos e gerações mais novas que consomem este tipo de produção nestas plataformas. Seria o caso de um ressurgimento como comédia cult, não muito estranho à produções anos depois de seu lançamento.
Um sucesso é um sucesso, né? Em se tratando de desenho animado da Disney, quanto mais, melhor. E para celebrar os vinte anos do lançamento do primeiro filme de ‘Monstros S.A.’, que nos trouxe um inesperado universo de monstros que assustavam as crianças durante o sono, a empresa de Mickey Mouse traz agora para os fãs um presentão: uma série original intitulada ‘Monstros no Trabalho’, que chega à plataforma Disney+ no próximo dia 7 de julho.
Depois que a ‘Monstros S.A.’ entendeu que melhor que assustar as crianças era fazê-las rir, a empresa pensou em reformular sua estrutura e, para tal, indicou Mike e Sully para as posições de CEO e de gerente da empresa. Assim, os dois passam a elaborar estratégias para renomear os departamentos e instruir os funcionários sobre os procedimentos cômicos para fazer as crianças rirem. Nisso chega Tylor Tuskmon, um monstro recém-recrutado da universidade que chega à Monstro S.A. para ser o novo assustador, porém, tão logo chega ele descobre que apesar de ter conseguido quebrar o recorde de sustos do Sully, agora terá que aprender a ter graça, pois a empresa mudou seu conceito e, se quiser realizar seu sonho de trabalhar lá, Tylor terá que se adaptar.
Com episódios curtinhos de menos de trinta minutos cada, ‘Monstros no Trabalho’ faz ligação direta com o fim do primeiro filme da franquia, seguindo a cronologia dos eventos da produção. Nesse sentido, é interessante observar dois pontos: o primeiro é o desânimo de Sully neste início – compreensível, afinal, ele acabou de perder a porta que o conectava à Boo, e nunca mais irá vê-la; o segundo é a transição corporativa – tema bastante comum no mundo adulto, que aborda as dificuldades de adaptação e de transição no ambiente do trabalho, tanto para os funcionários quanto para os chefes. Por isso, talvez esta seja a produção mais adulta da franquia.
Escrito por Pete Docter e Roberts Gannaway, ‘Monstros no Trabalho’ traz uma diferença para o sequenciamento da franquia: pela primeira vez a história é centrada em outro personagem que não a dupla Sully e Mike. Ao jogar o protagonismo no novato Tylor, o ritmo da história muda, pois o personagem, por estar nesse momento de transição, sente-se confuso e inseguro, e é exatamente este o sentimento que é transmitido ao espectador sobre a produção.
Por outro lado, a garotada jovem provavelmente irá curtir os novos personagens do setor de manutenção da empresa, o MIRF – para onde Tylor é designado a trabalhar –, pois são monstros coloridos, alegres, sempre dispostos a tornar tudo melhor. Kate Good, Rob Gibbs e Stephen J. Anderson dirigem esta que provavelmente já é a série que fará a transição de universos de ‘Monstros S.A.’, expandindo-o em outros núcleos para que a franquia não se esgote.
Flutuando entre o universo criado nos filmes e se dedicando muito mais em trazer uma nova fase para a proposta original, a série ‘Monstros no Trabalho’ funciona mais como um spin-off da animação de sucesso, com algumas cenas engraçadas e um início bastante reflexivo. Se você é fã, não perca a oportunidade de reencontrar os queridos Mike e Sully!
Apesar de ter recebido apenas 53% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o sci-fi ‘A Guerra do Amanhã‘ agradou 82% do público.
Na trama, Chris Pratt interpreta um cientista convocado pelo governo para lutar contra alienígenas que inadiram a Terra, e a única forma de detê-los é criando uma toxina capaz de destruir seus corpos.
O longa também foi bastante elogiado nas redes sociais pro conta dos efeitos visuais, das reviravoltas e do toque sentimental entre o personagem de Pratt e Yvonne Strahovski, que interpreta a versão mais velha de sua filha.
Em seu perfil do Instagram, Pratt comemorou o sucesso do filme, dizendo:
“Parabéns! Vocês conseguiram! Vocês fizeram ‘A Guerra do Amanhã’ conseguir uma vitória com HOME RUN! Feliz 4 de Julho! Obrigado a todos que assistiram neste fim de semana. As primeiras 48 horas de exibição global na Amazon Prime quebraram todos os recordes. Este é o filme TOP 1 entre as plataformas de streaming no mundo! E não poderíamos ter feito isso sem todos vocês. Obrigado a todos por se juntarem a nós nesta aventura!”
O longa é dirigido por Chris McKay (‘LEGO Batman: O Filme’).
Em ‘A Guerra do Amanhã‘, o mundo fica em choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é levar soldados e civis do presente para se juntarem à luta no futuro. Entre os recrutados está o professor de ensino médio e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e seu pai (J.K. Simmons) em uma busca desesperada para reescrever o destino do planeta.
Na semana passada, foram vazadas artes e imagens de miniaturas LEGO de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, que revelaram os novos uniforme do aracnídeo.
Além de uma versão atualizada do Aranha de Ferro, o herói vai vestir um belo traje escuro com teias douradas pela extensão de seu corpo.
E os artistas do Boss Logic foram rápidos ao compartilharam um incrível fan-art mostrando o Cabeça de Teia em ação com esse uniforme sombrio.
— Ys reclamando de SMT até zerar Nocturne e P5S (@RysuNo) July 1, 2021
E esse traje novo do Homem-Aranha em No Way Home que vai um híbrido do Iron Spider do MCU com o Iron Spider dos quadrinhos. E o Lego segue fazendo o trabalho de adiantar as informações pra gente! #SpiderManNoWayHomepic.twitter.com/aCx95iKgCP
Definitivamente o Homem-Aranha com as roupas mais broxas do cinema, apenas.
E eu não faço ideia como um traje preto com teias douradas ficou broxa, na teoria era pra ser PIKA FODA VIP PREMIUM BLACK GOLD EDITION mas ficou merda. https://t.co/JzrTsFvQLn
Achei bonito, curto vermelho, dourado e preto. MAS não acho que seja um bom traje para o Homem Aranha, prefiro o bom e velho vermelho e azul ou até mesmo vermelho e preto. O dourado e o design da aranha me faz lembrar da Aranha de Ferro, um traje que não curto muito pic.twitter.com/1heyYHSeZL
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A Netflix continua passando o cajado em suas produções, e cancelou quatro séries de comédia originais – deixando seus assinantes revoltados. O streaming tem cancelado diversas séries nos últimos meses, como ‘O Legado de Júpiter‘, ‘A Duquesa’ e ‘Os Irregulares de Baker Street’.
A principal vítima da vez foi série ‘Amizade Dolorida‘ (Bonding), cancelada depois de apenas duas temporadas. A série tinha uma boa audiência e o motivo não foi revelado.
Porém, a minha tristeza é terem cancelado Professor Iglesias. Ela tinha zero divulgação, mas era a comédia leve cheia de críticas! Me lembra uma outra série da Netflix que aconteceu a mesma coisa, One Day at a Time teve o mesmo fim por falta de investimento do próprio streaming. pic.twitter.com/bUJDTgrtlI
‘Amizade Dolorida‘ centrava na relação de dois antigos melhores amigos do colégio, um homem recém-saído do armário e uma recém graduada que é secretamente uma das maiores dominatrix de Nova York. O elenco contava com Zoe Levin, Brendan Scannell, Micah Stock e Theo Stockman.
Quando pensamos em Vingadores, na maioria das vezes lembramos dos mais famosos heróis da franquia, como Capitão América e Homem de Ferro. Tanto eles, como outros heróis que estão ali, já possuíam filmes solo de bastante sucesso. Porém, a única mulher do elenco original, que participou como coadjuvante em vários filmes, ainda não tinha ganhado a chance de ter a sua própria história contada nas telonas. Essa situação mudou com o anúncio do filme solo daViúva Negra, que desde sua primeira aparição no Universo Cinematográfico da Marvel, desperta interesse sobre o seu passado misterioso como espiã russa.
Com o intuito de conhecer ainda mais sobre a complexa personagem, preparamos essa matéria especial da sua origem nos quadrinhos da Marvel, como forma de homenagear a estreia dessa nova aventura da heroína, que está sob muita expectativa dos fãs de heróis sedentos por um longa, enquanto aguardamos os próximos passos do MCU.
Natasha Romanoff, a Viúva Negra, teve sua primeira aparição em um quadrinho da Marvel Comics intitulado Tales of Suspense em Abril do ano de 1964, em uma criação de Don Rico (roteiro), Don Heck (desenhos) e do saudoso Stan Lee (edição).
A personagem possui várias origens ao longo dos anos, mas a mais conhecida é a de que ela nasceu em 1928, durante o período da Segunda Guerra. Em um ataque nazista à Stalingrado, sua mãe veio a falecer em um incêndio, mas antes ela atirou sua filha ainda bebê pela janela do prédio, em uma tentativa para que ela se salvasse. Um soldado russo chamado Ivan Petrovitch resgatou a criança de um destino fatal. Ivan cuidou de Natasha por toda a sua vida, permanecendo ao seu lado e criando ela como sua própria filha.
Já crescida, Natasha foi levada até a famosa Sala Vermelha junto com mais 28 meninas órfãs. Lá ela recebeu o treinamento de combate e espionagem, com o propósito de atuarem em algumas missões para a União Soviética.
Além de um treinamento físico intenso, que incluía algumas lições com o Soldado Invernal, as meninas tiveram um aprimoramento físico através de uma variante do soro do supersoldado e passaram também por alterações psicológicas e biológicas, o que explicaria o aumento da expectativa de vida, impedindo o envelhecimento das mesmas.
No aprimoramento psicológico, elas recebiam uma lavagem cerebral para que não se lembrassem da Sala Vermelha com a implantação de falsas memórias, o que fez com que Natasha acreditasse que era uma bailarina do Teatro Bolshoi. Outra modificação foi deixar as meninas inférteis, já que os comandantes viam a gravidez como uma fraqueza a ser eliminada.
Durante sua história, como podemos perceber pela sua origem, aViúva Negra nem sempre batalhou ao lado dos mocinhos. Ela teve um período no qual era uma vilã agindo ao lado dos soviéticos, como uma agente secreta da KGB.
Ela enfrentou o Homem de Ferro pela primeira vez em uma missão na qual ela foi enviada para os Estados Unidos para assassinar um desertor da União Soviética, o professor Anton Vanko. Em outras situações, Natasha enfrentou Tony Stark com a ajuda de Clint Barton, o nosso Gavião Arqueiro.
Eles quase conseguiram derrotar o Homem de Ferro, porém o Gavião Arqueiro teve que recuar após a Viúva Negra ser ferida, tendo que levá-la a um lugar seguro. Durante esse período, ela estava começando a se sentir apaixonada por Clint, o que acabou enfraquecendo sua lealdade ao seu país, fazendo com que tentasse desertar da União Soviética. Tendo sido concedida anistia, Natasha fez uma proposta para se unir aos Vingadores, ajudando-os em sua batalha contra os Ultroids.
Nos cinemas, a personagem apareceu pela primeira vez no MCU em Homem de Ferro 2 (2010), como uma agente da S.H.I.E.L.D infiltrada nas empresas de Tony Stark. Interpretada pela atrizScarlett Johansson, a Viúva Negra veio a aparecer em mais 8 filmes após esse, incluindo o seu solo que estreia em poucos dias.
Na trama de seu filme solo, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) terá que enfrentar o Treinador, um vilão capaz de imitar as habilidades dos seus inimigos. Para isso, ela precisará se reunir com pessoas importantes do seu passado. O elenco conta também com a presença de Florence Pugh como Yelena Belova, Rachel Weisz como Melina Vostokoff e David Harbour como Alexei Shostakov/Guardião Vermelho.
Após vários atrasos devido a pandemia do coronavírus, o longa tem previsão de estreia para 9 de Julho deste ano.
Animação não se limita apenas aos elementos quadrinísticos
Lançado no último dia 30 de Junho o serviço de streaming HBO Max chega com a promessa de unificar todas as propriedades da Warner Mídia tais como os filmes da Warner Bros; produções da Cartoon Network; Adult Swim e DC Comics. Mais especificamente relacionado ao gigante dos quadrinhos, o novo serviço surge como um sucessor espiritual para o DC Universe (iniciativa que reunia todos os produtos audiovisuais e quadrinhos da empresa).
Ainda que o catálogo brasileiro se mostre em desenvolvimento, a oferta de produções com o selo DC é bastante ampla; indo dos filmes do Superman estrelados por Christopher Reeve até os Batman de Nolan. No entanto, em meio a esse interessante conjunto de opções se faz presente o longa animado A Máscara do Fantasma (1993), para muitos a melhor adaptação em formato longa-metragem do herói.
Os anos 90 foram confusos para quem fosse realizar uma adaptação do Batman. No início da década, a estética gótica de Tim Burton era a regra a ser seguida e a fase camp de Adam West parecia uma alucinação há muito distante. Porém, a partir de meados do período, o estilo sombrio do diretor foi rapidamente substituído pelo policromático visual de Joel Schumacher e um retorno do estilo extravagante do passado.
Na televisão o seriado Batman: A Série Animada seguia firme em sua primeira temporada, iniciada em setembro de 1992, entregando um produto que mesclava habilmente uma linha narrativa geral bastante fiel às melhores histórias do personagem nos quadrinhos (em especial da fase Denny O’Neil) com o humor e ação que eram regras em animações infantis no período.
Apesar de contar com uma atmosfera parecida com os filmes de Burton, a série animada jamais se propôs a ser uma sequência serializada daquele universo. Foi com essa personalidade que em 1993 a Warner deu sinal verde para o primeiro longa animado com personagens da DC Comics.
Formado majoritariamente pela mesma equipe que estava à frente da mencionada série animada, AMáscara do Fantasma nasceu como um projeto televisivo. A ideia inicial era realizar uma obra com um formato um pouco maior que o padrão dos episódios do seriado, mas ainda assim orçada como uma produção feita para a televisão. Tendo um pouco mais de liberdade, os roteiristas puderam se debruçar mais sobre aspectos humanos de Bruce Wayne que, de outra forma, não tinham espaço no programa principal.
Apesar de realizar feitos incríveis, Bruce Wayne ainda é humano.
Essa ambição fica evidente pelo enredo onde a cidade de Gotham é aterrorizada pela chegada de um novo vigilante conhecido como Fantasma e que passa a assassinar os chefes da máfia local. Por possuírem visuais semelhantes, Batman é considerado pela polícia e pela mídia como o responsável pelos homicídios e uma caçada humana se inicia a ele. Ao mesmo tempo, em sua vida privada, Bruce Wayne precisa lidar com a volta de um antigo amor do passado.
De saída, o filme apresenta evidente inspiração em duas obras do herói: Ano Um e Ano Dois. A primeira foi um reboot lançado em 1987 e assinado por Frank Miller; dividida em três edições a história revisita o primeiro ano da carreira do Batman bem como trabalha a forma como ele conhece personagens icônicos como James Gordon e Selina Kyle. Em A Máscara do Fantasma a trama corre com duas linhas do tempo, uma no presente e outra no passado.
Enquanto que no presente Batman precisa lidar com as consequências dos crimes do Fantasma, é no passado que é desenvolvido tanto o romance entre Bruce e Andrea quanto as primeiras tentativas do bilionário em atuar como vigilante; com ele cometendo erros de iniciante, aprendendo com eles e então se tornando a figura do Batman. Já a inspiração em Ano Dois ocorre principalmente na relação entre Batman e Fantasma.
Andrea Beaumont é uma adição muito bem vinda à mitologia do herói
O choque ideológico entre os vigilantes e o mistério ao redor da nova figura possui semelhanças claras com o conflito proposto na mencionada história entre Batman e o Ceifador. Ainda assim, não foi apenas nos quadrinhos que a equipe responsável se baseou; Cidadão Kane é constantemente citado como uma clara influência no desenrolar da narrativa, principalmente pelo uso de flashbacks pontuais que conectam o momento atual da história com um acontecimento passado.
O uso de sombra nos traços também é notável, mesmo essa característica técnica sendo presente desde a concepção da série animada. Sombras alongadas em cenários fechados ou os arranha-céus completamente escurecidos da Gotham em plano aberto remontam ao uso desse mesmo elemento em diversos filmes; seja no Expressionismo Alemão, no já mencionado Cidadão Kane ou nos filmes Noir que em muito inspiraram Bruce Timm e companhia ao desenvolver o seriado.
Uma última curiosidade é a abertura em 3D do longa que originalmente seria destinada à série animada, porém foi aproveitada nesse caso. Assim como na animação subsequente (ainda que não sendo uma sequência) Batman & Mr.Freeze – Abaixo de Zero, aqui a equipe técnica flerta com o uso de um plano completo feito inteiramente em computação gráfica, o que era incomum em 1993.
Não fugindo do que era mostrado na série animada, o filme utiliza recursos de luz e sombra sempre que possível.
A Máscara do Fantasma teve um lançamento nos cinemas, o que o alça constantemente ao posto de melhor adaptação do Batman até os dias de hoje. Não só por ter sido o primeiro filme a realmente focar em Bruce Wayne como indivíduo, ou seja, não como elemento técnico que apenas faz a ligação entre cenas do Batman em ação como também por entregar uma coadjuvante feminina que não estava presente unicamente para interesse amoroso.
De fato, Batman – O Retorno fizera um trabalho similar com a Mulher Gato previamente. Ainda assim, a persona de Andrea Beaumont em Máscara do Fantasma, inédita até então na mitologia do Homem Morcego, não é eclipsada por Bruce Wayne ou está presente apenas em função dele. Ela tem seus próprios objetivos na trama e até mesmo um arco de personagem que se complementa ao do protagonista.
Sem dúvida é uma presença importante no catálogo da DC presente no HBO Max, não só por sua qualidade enquanto filme mas também por sua história como obra pioneira da Warner Animation, e funciona também como um aperitivo para uma vindoura adição da série animada.
A trama segue um casal sem filhos, María (Rapace) e Ingvar (Hilmir Snaer Gudnason), que mora em uma fazenda na Islândia. Na véspera de natal, eles encontram um recém-nascido que é metade humano e metade cordeiro. Querendo uma criança, o casal decide cuidar do híbrido como se fosse seu, independente das consequências. Essa perspectiva inesperada de uma nova família lhes traz muita alegria, antes de finalmente destruí-los.
“Um roteiro como esse é raro e eu senti que precisava participar,” afirmou Rapace em uma declaração oficial. “Eu nunca fiz algo assim antes e mal posso esperar para começar a filmar e voltar para a Islândia.”
A produção teve seus direitos adquiridos pela prestigiada A24, e deve ser lançada ainda em 2021.