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5 Filmes que abordam os Horrores da Guerra

Por conta da ganância e a falta da sensibilidade humana, entre outras questões, gigantescas guerras corroeram a esperança do nosso planeta tirando a vida de milhões de pessoas por todo o mundo. O mundo do cinema já fez grandes recortes de alguns desses conflitos. Pensando sobre isso, separamos abaixo em uma lista 5 filmes que abordam os horrores da guerra:

 

Nada de Novo de Front

Na trama, ambientada no terceiro ano da primeira guerra mundial, num primeiro momento no norte da Alemanha, vemos a chegada à guerra de Paul (Felix Kammerer, em seu primeiro longa-metragem) e seus amigos de escola. Seduzidos pela onda de discursos inflamados e contagiantes sobre a importância de exercer o patriotismo se alistando para defender os objetivos de seu país eles logo se colocariam dentro da dura realidade que é um conflito armado dessas proporções onde a morte está ao lado constantemente. Paralelo a isso, parte da alta cúpula alemã, aqui focado na figura de Matthias Erzberger (Daniel Brühl), propõe um cessar fogo para os franceses enquanto a cada minuto morrem centenas de jovens nas linhas de batalhas.

 

Narvik

As ações do tabuleiro estratégico em meio ao caos da segunda guerra mundial. No início da segunda guerra mundial a Noruega adotou uma postura neutra nos conflitos que se seguiam pela Europa mas isso não quer dizer que o país nórdico não fosse uma peça chave num capítulo da pior das guerras. Dirigido pelo cineasta Erik Skjoldbjærg, o longa-metragem Narvik nos apresenta fatos históricos dentro do contexto dos horrores de uma sangrenta batalha pelos olhos noruegueses de uma cidadezinha gelada de pouco menos de 20.000 habitantes. O conceito de sacrifício aqui ganha contornos quando pensamos ao mesmo instante sobre a moral. Os conflitos nessa linha se jogam nas condutas militares de todas as partes e nas escolhas sobre família em meio ao desespero do não saber como vai ser o amanhã.

 

Mosquito

Na trama, conhecemos o soldado Zacharias (João Nunes Monteiro) que por vontade própria se alista no exército português e assim é enviado a Moçambique, na África, com a missão de defender a colônia portuguesa da invasão alemã. Seu pelotão acaba o abandonando porque o protagonista contrai malária. Esse se cura e resolve de maneira inconsequente ir atrás do seu pelotão que está a dias na sua frente. Enfrentando vários tipos de problemas e esbarrando com muitas pessoas, há momentos de silêncio e solidão onde o protagonista precisará encontrar forças para lutar contra sua mente e invocar assim um espírito de sobrevivência. O roteiro de Mosquito é baseado na história real do avô do diretor, que foi um dos soldados mandados a Moçambique na guerra.

 

Greyhound

Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause (Tom Hanks) que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.

 

1917

Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.

Veronica Mars: O Filme

A Jovem Espiã retorna sete anos depois, bancada pelos fãs, e já não tão jovem assim

Veronica Mars: A Jovem Espiã é um seriado que durou de 2004 a 2007 (no Brasil exibido pelo canal a cabo TNT), por três temporadas, e contava as desventuras de uma estudante colegial que dublava como investigadora particular. A série não era, por assim dizer, um enorme sucesso, mas conseguiu uma legião de fãs devotos. E justamente eles exigiam o retorno de sua amada personagem título, há anos afastada.

Kristen Bell, a protagonista, seguiu como atriz de cinema (revezando no período participações em novas séries como Heroes, Gossip Girl e a recente House of Lies) em filmes de sucesso variado, vide Ressaca de Amor (2008), Quando em Roma (2010) e Relação Explosiva (2012). Seu maior acerto nas telonas foi como a voz de Anna, na animação da Disney, Frozen: Uma Aventura Congelante (2013). Bell tem carisma, ótimo timing cômico, mas talvez não muitas oportunidades de mostrá-lo, no competitivo mercado.

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O mais interessante sobre a produção para o cinema de Veronica Mars é a condição na qual a obra foi criada. Os fãs exigiam mais, porém, nenhum estúdio ou produtora queria bancar o orçamento, alegando provável falta de retorno. Afinal, o mercado lucrativo é regido por super-heróis, robôs gigantes e literatura de fantasia para meninas adolescentes. A solução foi algo chamado Kickstarter. Trata-se de um site criado em 2008, que cresceu para se tornar o maior local de financiamento coletivo, visando projetos inovadores, da rede.

O princípio é o seguinte: o projeto é apresentado e aprovado pelo site, então começam as contribuições de pessoas como eu e você, até que determinado valor seja atingido para viabilizá-lo. Veronica Mars entrou para a história do cinema como o primeiro filme mainstream a ser bancado diretamente do bolso de seus fãs, algo sem precedentes. O filme também se tornou o projeto que mais rápido atingiu a quantia de US$ 2 milhões – a mais alta para qualquer filme financiado pelo site – e o projeto que mais apoiadores teve. É ou não amor dos fãs?

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Além de Bell, e grande parte do elenco da série terem retornado, o criador Rob Thomas obviamente estaria envolvido e aqui serve como diretor do longa-metragem. Na trama, sete anos após a vermos pela última vez, Veronica (Bell) está morando em Nova York, é advogada e candidata a um emprego numa grande firma de advocacia. A veterana Jamie Lee Curtis (mãe de Bell na comédia Você de Novo, 2010) é quem faz a entrevista de emprego com a espevitada heroína. Curtis, como uma das sócias da empresa, serve para mostrar o novo mundo que espera a protagonista.

Se ao menos ela pudesse se desassociar por completo da velha vida na cidadezinha de Neputne. O passado chama quando uma ex-colega de escola é assassinada e o principal suspeito é o antigo flerte, o bad boy Logan (Jason Dohring). A protagonista então volta a fazer o que melhor sabe, acreditando na inocência do sujeito, que reconhecendo a capacidade da amiga, a chama para resolver a situação pessoalmente.

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Kristen Bell já não é mais uma adolescente aos 33 anos, mesmo assim quando aparece ouvindo escutas, monitorando apartamentos, invadindo casas com identidade falsa e, principalmente, portando uma câmera de lentes longas, promete fazer a alegria dos aficionados. Assim como na série, o criador Thomas traz para a versão do cinema (exibição que não ocorreu no Brasil, com o lançamento em vídeo) os mesmos diálogos rápidos, espertos e recheados de referências por minuto. A trama de suspense fica à altura escondendo reviravoltas dignas.

Mesmo para quem pegou o bonde andando, como o que vos fala, Veronica Mars: O Filme serve como entretenimento de qualidade, de fácil acesso e sem problemas para os não escolados. As participações especiais, na base da camaradagem, vão desde James Franco numa sátira a si mesmo, passando por Justin Long, até o próprio marido de Bell na vida real, Dax Shepard, numa tirada legal. Já as referências abrangem desde escândalos de fitas sexuais, o próprio site Kickstarter e o infame Sharknado (2013). O clima ‘matinê’ com conteúdo está de volta e fará sucesso também com os fãs brasileiros de Veronica Mars.

Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney incluindo o recente ‘Pinóquio’

Pinóquio, versão de carne e osso (e madeira) do clássico animado da Disney de 1940, já está disponível na plataforma de streaming do estúdio, a Disney+. A animação Pinóquio foi lançada nas telonas em 1940, e foi o segundo grande lançamento animado do estúdio na forma de um longa-metragem para os cinemas depois de Branca de Neve e os Sete Anões (1937). Isso faz dele a adaptação mais antiga para um filme em live-action até o momento – já que a própria Branca de Neve chega ano que vem nas formas de carne e osso com Gal Gadot e Rachel Zegler.

A versão com atores reais da Disney para Pinóquio traz o astro Tom Hanks como o inventor Geppetto, e tem direção do prestigiado Robert Zemeckis, que o dirigiu em Forrest Gump (1994) e Náufrago (2004), além de ter no currículo também De Volta para o Futuro (1985). Ou seja, tarimba o filme tem de sobra. A manobra de lançar Pinóquio direto na Disney+, sem passar antes nos cinemas, pode impulsionar bastante as assinaturas do streaming. Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 18 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações. Confira abaixo.

18 | Pinóquio (2022)

Começamos a lista de uma forma não muito positiva para o mais recente lançamento da Disney baseado numa animação atemporal. Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta. Pinóquio estreou na plataforma no dia 8 de setembro.

17 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

16 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

15 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

14 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

13 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

12 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

 

11 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

10 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

09 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

08 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

07 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

06 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

05 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

04 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.

‘The Originals’: Criadora promete mais mortes na reta final da 5ª temporada

Depois da brutal morte de um dos seus integrantes principais da série ‘The Originals‘, a criadora, Julie Plec, declarou que muitas outras “mortes significativas” estão a caminho.

“Depois desta noite, haverá cinco episódios restantes de ‘The Originals’. E há basicamente o mesmo número de mortes significativas chegando. Eu sei que vocês estão de luto, mas há muita beleza, amor e paz chegando também. Se preparem.”

Apesar de ‘The Originals‘ estar chegando ao fim, a CW já encomendou oficialmente o spin-off da série, intitulado ‘Legacies‘.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série irá girar em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

‘Guerra Mundial Z 2’: Sequência foi CANCELADA pela Paramount!

De acordo com o The Playlist, a Paramount CANCELOU oficialmente a sequência ‘Guerra Mundial Z 2‘, que traria o retorno do diretor David Fincher e o ator Brad Pitt.

O site aponta que o grande orçamento da produção foi um dos principais motivos para o seu engavetamento. O primeiro filme teve um orçamento gigantesco de US$ 190 milhões, o que cresceu ainda mais depois das extensas refilmagens que o longa enfrentou. Fincher prometeu que a sequência teria uma escala menor, mas aparentemente não foi o suficiente.

O segundo filme iria entrar em produção nos próximos meses.

Baseado no livro ‘Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks, o primeiro filme acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

Guerra Mundial Z‘ arrecadou saudáveis US$ 540 mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

A Menina que Matou os Pais

(A Menina que Matou os Pais)

 

Elenco:

Carla Diaz

Leonardo Bittencourt

Allan Souza Lima

 

Direção: Mauricio Eça

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 24 de Setembro de 2021 – Amazon Prime Video

Sinopse: 

Em 2002, Suzane e Daniel chocaram o Brasil quando se declararam culpados pelo brutal assassinato de Manfred e Marisia von Richthofen. Ao longo dos filmes são apresentados o caso e possíveis motivos do casal para cometer essa atrocidade. Um drama de crime real sobre um dos casos de assassinato mais brutais do país. Lançados simultaneamente, os dois filmes mostram os pontos de vista de cada um: A Menina Que Matou os Pais é inspirado no depoimento de Daniel, e O Menino Que Matou Meus Pais baseia-se no de Suzane.

 

Curiosidades: 

» ‘A Menina Que Matou os Pais e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘ não serão mais lançados nos cinemas do Brasil. Adiados devido a pandemia, os filmes tiveram seus direitos vendidos e serão lançados diretamente no streaming do Amazon Prime Video no dia 24 de setembro, em mais de 240 países e territórios.

» O longa é baseado em um caso real – um dos crimes mais notórios da história do país;

» O filme terá duas versões, uma sob a perspectiva de Suzane e outra sob a de Daniel Cravinhos;

» O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Morte do Demônio 4’: Novo filme pode se passar em um prédio [RUMOR]

De acordo com o Bloody Disgusting, o aguardado ‘A Morte do Demônio 4‘, intitulado oficialmente ‘Evil Dead Rise‘, deve se passar em um prédio ou arranha-céu, o que seria uma referência direta ao novo título.

Obviamente, a informação ainda não foi confirmada, então trate-a apenas como um rumor. No entanto, Bruce Campbell recentemente afirmou que o novo filme não se passará em uma “cabana na floresta” e trará um cenário nunca antes visto na franquia.

“O novo filme trará algo completamente novo. Não se passará em uma cabana na floresta,” declara o ator.

Ele continua, “Nós vamos receber uma nova versão do roteiro em breve. Acho que não vai acontecer nada até meados de 2021, mas estamos muito empolgados por reviver a franquia. Pelo que fiquei sabendo, será uma história de cair o queixo.”

Questionado se o personagem Ash irá retornar para o novo filme, Campbell revelou:

“A franquia precisa se manter sozinha sem depender de um ou outro personagem, sabe? O que é bom, é libertador. podemos inserir heróis e heroínas diferentes agora,será uma trama mais dinâmica… Só queremos manter a série atualizada, e não resgatar o que ficou no passado. O mantra da franquia é que nossos heróis são apenas pessoas comuns, eles podem ser qualquer um.”

Ainda sem previsão de estreia, ‘Evil Dead Rise‘ será escrito e dirigido por Lee Cronin (The Hole in the Ground‘).

De acordo com a Empire, o cineasta foi escolhido a dedo pelo próprio Sam Raimi, criador dos filmes originais.

Em seu perfil no Twitter, Cronin disse que está honrado pela oportunidade de trabalhar com Raimi, com o produtor Robert Tapert e com o próprio Campbell.

Confira:

“Eu acho que o gato está fora da bolsa. Ou Henrietta está fora da adega? Estou emocionando por todas as palavras amáveis e desejos de boa sorte. Obrigado! Estou honrado por colaborar com as lendas que são Sam Raimi, Robert Tapert e Bruce Campbell em um novo capítulo da franquia ‘A Morte do Demônio‘.”

Lançado em 1981, o primeiro filme da franquia foi escrito e dirigido por Raimi, tornando-se um grande sucesso, arrecadando US$ 2,5 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de apenas US$ 350 mil.

Em 1987, foi lançado A Morte do Demônio 2’, seguido por Army of Darkness em 1992.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões.

Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Mundo em Caos’: Tom Holland conhece Daisy Ridley em clipe LEGENDADO; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo clipe legendado da ficção científica ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking), estrelada por Daisy Ridley e Tom Holland.

Confira:

Inicialmente previsto para março, a Paris Filmes adiou a estreia do longa nos cinemas nacionais para o dia 8 de abril.

Com 95 reviews computadas até o momento, o longa conquistou apenas 21% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, “apesar das tentativas de fazer algo original no gênero, a trama falha em deixar sua marca na ficção científica e o desenvolvimento fraco da produção enterra a progressão da história”.

Separamos alguns trechos das principais críticas:

“Não faltam detalhes imaginativos de ficção científica ou atores talentosos no filme, mas a trama se resume a personagens que mal conhecemos perseguindo uns aos outros e gritando.” (TheWrap)

“Além de ser irritante, depressivo e repulsivo, ‘Mundo em Caos’ tem muito ao seu favor.” (San Francisco Chronicle)

“O diretor Doug Liman oferece um filme com um conceito interessante – podemos ouvir tudo o que os personagens estão pensando –, mas que rapidamente se torna desgastante.” (Variety)

“Considerando os lançamentos durante a pandemia do diretor Doug Liman, ‘Mundo em Caos’ definitivamente tem uma premissa mais interessante do que ‘Locked Down’. Mas isso não significa que você deva voltar correndo aos cinemas para ver.” (EW)

Daisy Ridley e Tom Holland não têm química em ‘Mundo em Caos’ e a premissa central, o “barulho”, é extremamente irritante e persiste por todo o filme.” (MovieWeb)

“Apesar de todas as tentativas de se criar um filme de ficção científica original, a trama ainda se desenvolve de uma forma bastante genérica, cheio de clichês convencionais.” (Gone With The Twins)

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

‘Ghosts’: Presidente da CBS comemora o SUCESSO da comédia estrelada por Rose McIver

Em entrevista ao TVLine, Kelly Kahl, presidente da emissora CBS, comemorou o sucesso de audiência de ‘Ghosts‘, série estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’), que se tornou a comédia novata mais assistida do canal neste ano.

“Esse é um excelente começo, especialmente agora que a programação está voltando ao normal [após a pandemia de COVID]. É muito satisfatório ver essa série construindo sua audiência a cada semana. Você consegue ver isso através do retorno dos espectadores e através dos números posteriores. Essa comédia tem a mesma audiência total que qualquer outro drama [da nossa grade].”

Ele completa, “Essa série é um pouco diferente do que estamos acostumados; não é nossa típica sitcom. Isso valida a ideia de que podemos diversificar nossa programação. Eu dou todo o crédito aos produtores e elenco – não é fácil desenvolver uma nova versão de uma série, mas eles fizeram um excelente trabalho com o reboot.”

Em geral, ‘Ghosts‘ representa a segunda melhor audiência para uma série estreante do canal. E o mais impressionante é que seus números têm aumentado gradativamente com o passar das semanas.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

Após teaser, ‘Halloween Ends’ ganha sinopse completa e cartaz; Confira!

A sequência ‘Halloween Ends‘, que marcará a conclusão da nova trilogia iniciada pelo reboot de 2018, ganhou uma sinopse completa.

O texto não só antecipa o confronto final entre a Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) e o Michael Myers, como também apresenta um novo personagem à franquia, Corey Cunningham, que será interpretado por Rohan Campbell.

Confira, com o cartaz oficial:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de outubro.

Em entrevista ao SYFY WIRE, o produtor John Carpenter revelou que o terceiro filme será muito diferente dos anteriores da franquia.

“O novo filme será diferente dos outros [da franquia]. Será interessante. Dave [Gordon Green] é um ótimo diretor. Eu amo trabalhar com ele.”

Anteriormente, o diretor David Gordon Green já havia confirmado que o próximo filme será distinto: “O tom de ‘Halloween Ends’ será muito diferente dos filmes anteriores. Eu gosto de experimentar coisas novas dentro do gênero, explorando novos temas e personagens no decorrer dos filmes. Então, decidi usar abordagens diferentes para cada filme nessa trilogia.”

Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Confira os BELÍSSIMOS créditos de abertura de ‘Silo’, nova série distópica da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou um novo vídeo com os belíssimos créditos de abertura de ‘Silo‘, série pós-apocalíptica estrelada por Rebecca Ferguson (‘Duna’) e Tim Robbins (‘Um Sonho de Liberdade’).

Confira, com o trailer:

A produção contará com 10 episódios, e está prevista para estrear no dia 5 de maio.

A série é uma adaptação da saga literária ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

Em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é o criador e roteirista, enquanto Morten Tyldum (‘O Jogo da Imitação’) será o diretor dos episódios.

Tom Cruise estrelará o novo filme do diretor de ‘O Regresso’

De acordo com o Deadline, Tom Cruise (‘No Limite do Amanhã’) estrelará o novo filme do aclamado diretor Alejandro G. Iñárritu  – vencedor de 4 Oscars pelo seu trabalho em ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)‘ e ‘O Regresso‘.

Ainda sem título oficial, este será o primeiro projeto em língua inglesa do cineasta desde ‘O Regresso‘, em 2015.

Além de dirigir, ele também assinará o roteiro ao lado de Alexander Dinelaris e Nicolas Giacobone. Anteriormente, o trio já havia colaborado em ‘Birdman‘.

Este será o primeiro projeto do Tom Cruise após sua fechar uma parceria com a Warner Bros. O astro também servirá como produtor.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

O site afirma que o diretor tem participado de reuniões com o seleto grupo de atores nas últimas semanas, com Cruise sendo um dos primeiros a discutir sobre o longa.

Legendary Entertainment também está por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Charlize Theron terá que lutar pela sobrevivência em ‘Apex’, novo thriller da Netflix

De acordo com o Deadline, Charlize Theron (‘Branca de Neve e o Caçador’) será a protagonista de ‘Apex‘, novo thriller de sobrevivência que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Na trama…

“Uma alpinista experiente precisa lutar pela sobrevivência quando se vê sendo caçada na natureza.”

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) também estrelará a produção.

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

“Os executivos da Netflix amaram tanto o roteiro que eles adquiriram os direitos apenas com o envolvimento dos produtores. Quando chegou a hora de escolher o elenco e diretor, Theron e Kormákur foram suas primeiras escolhas – e ambos concordaram em participar após lerem o roteiro,” declarou o site.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Daryl e Carol retornam no cartaz da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’; Confira!

A AMC divulgou o novo cartaz da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, estrelada por Norman Reedus e Melissa McBride.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 7 de setembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 4ª e última temporada.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

No Brasil, a série é exibida no Prime Video.

‘Mortal Kombat 2’ arrecada US$ 63 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com Deadline, a sequência ‘Mortal Kombat 2‘ arrecadou US$ 63 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Os números representam quase 75% da arrecadação total do live-action de 2021 (US$84.4M) – que teve seu desempenho fortemente afetado por conta da pandemia de COVID.

Nos EUA, o longa abriu em segundo lugar com US$ 38.7 milhões (abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 50 milhões) – sendo desbancado pelo fenômeno ‘O Diabo Veste Prada 2‘ (US$41M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 23 milhões através de 78 mercados – novamente abaixo das expectativas, que indicavam uma abertura internacional acima de US$ 30 milhões.

Com 65% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação fica abaixo do primeiro filme (B+) e da adaptação original de 1995 (A-), mas supera a infame sequência ‘Mortal Kombat: Aniquilação‘ (C+).

Vale lembrar que a produção foi orçada em US$ 80 milhões, sem considerar os gastos com marketing.

Mortal Kombat 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

‘Mortal Kombat 2’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da sequência; Confira!

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

‘Godzilla 2’: Zhang Ziyi, de ‘O Tigre e o Dragão’, entra para o elenco

O elenco de ‘Godzilla: King Of The Monsters‘ continua crescendo. Quem acaba de entrar para trama é a atriz chinesa, Zhang Ziyi, famosa por ter estrelado os novos clássicos ‘Memórias de Uma Gueixa‘ e ‘O Tigre e o Dragão

O papel de Ziyi não foi divulgado, mas possivelmente será de destaque, considerando que existem planos para que ela retorne ao universo em ‘Godzilla Vs. Kong‘, segundo o site da revista britânica Empire.

Michael Dougherty (‘Krampus: O Terror do Natal’) é quem vai dirigir a produção. O roteiro também é dele.

Dougherty roteirizou e dirigiu ‘Krampus: O Terror do Natal‘, que passou batido nos cinemas nacionais e chegou direto em Home Vídeo. Ele também é um dos roteiristas de ‘X-Men: Apocalipse’.

Ele substitui Gareth Edwards, que abandonou a direção por motivos de “conflito de agenda com outros projetos”.

‘Kong: A Ilha da Caveira’ ganha cartaz REVELADOR com segredos de ‘Godzilla’

O estúdio prepara um Universo cinematográfico compartilhado para seus monstros, como Godzilla e King Kong.

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

O  filme foi adiado de 8 de junho de 2018 para 22 de março de 2019. A data será mantida, e um novo diretor será anunciado em breve.

 

 

‘Um Lugar Silencioso’: John Krasinski e elenco falam com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP; Assista!

A convite da Paramount Pictures, o CinePOP teve a oportunidade de participar do tapete vermelho do novo terror ‘Um Lugar Silencioso‘.

Lá, o editor-chefe Renato Marafon conversou com John Krasinski, o elenco e os roteiristas da produção.

Confira nossa entrevista EXCLUSIVA:

Enquanto isso, a Paramount Pictures divulgou o último trailer angustiante de Um Lugar Silencioso, suspense paranormal estrelado por Emily Blunt e John Krasinski. Assista:

CinePOP está na Première de ‘Um Lugar Silencioso’ em Nova York; Confira fotos!

O aguardado filme de terror conta com o par romântico Emily Blunt e John Krasinski, que também são casados na vida real e atuam pela primeira vez juntos nos cinemas.

E durante uma nova entrevista, a atriz admitiu que a situação a deixou um pouco nervosa nos bastidores.

“Nós ficamos um pouco nervosos porque normalmente somos a audiência um do outro. Foi uma experiência muito maior do que ‘eles são casados'”

O casal será visto nos cinemas à partir de 05 de Abril.

Enquanto isso, o terror ‘Um Lugar Silencioso‘ ganhou novos clipes.

Confira, com imagens:

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado…

 

Com 100% de aprovação no Rottem Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.

John Krasinski (13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi), que dirige e atua na produção, também assina o roteiro com Bryan Woods e Scott Beck. Emily Blunt (A Garota do Trem) é a mãe de uma família que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à uma ameaça que ronda a sua casa e que pode atacá-los ao menor sinal de barulho.

Crítica | Late Night: Emma Thompson é a Miranda Priesley dos talks shows em comédia hilária com cheiro de Globo de Ouro

O riso é um santo remédio. A arte de fazer rir, um desafio mais árduo do que se possa imaginar. E no Festival de Sundance, algumas das comédias mais inusitadas ganham espaço, trazendo ao público a chance de rir do peculiar, do estranho e do incomum. No caso de Late Night, nova comédia dirigida por Nisha Granata (Transparent), o assunto pode até ser bem comum – os bastidores de um talk show em frangalhos -, mas é na inteligência da construção cômica que o longa cresce, nos entregando uma Emma Thompson que deixa o drama de lado, para fazer rir até o mais sem graça dos seres humanos.

Com sacadas rápidas e um humor ácido temperado por uma sutileza inesperada, Late Night traz as características bem particulares da comédia de Mindy Kaling. Dona do seu próprio programa, The Mindy Project, ele assume à frente do roteiro, em uma espécie de reflexão saudosa e fictícia dos seus próprios primeiros anos como uma escritora cômica. Trazendo à tona a entusiasmada e efusiva demais Molly Patel, ela encara o texto e a atuação simultaneamente, em uma narrativa que conta a história de Katherine (Emma Thompson), a Miranda Priesley dos talk shows. Implacável e detestável, ela é um delírio para a audiência, que se esbalda com piadas que só uma mulher seria capaz de fazer. Transversal em suas tiradas ríspidas e sarcásticas, seu humor conquista a todos, sem distinção de gênero.

E na tentativa de recuperar seu fôlego como apresentadora, após incansáveis anos à frente do Tonight, a veterana vai – finalmente – romper algumas barreiras, a fim de manter sua audiência e o programa que tanto amou, à medida que lida com uma mesa de roteiristas machistas e pouco criativos e com a chegada da novata e falante Molly, contratada para cobrir a cota de mulheres “de cor”. Dentro desse simples contexto, o humor é escalonado em piadas que satirizam o sexismo, alfinetam a falta de representatividade nas grandes corporações, fazendo também duras críticas ao uso irresponsável dessa premissa, apenas para cumprir tabela.

Com uma dinâmica extasiante diante do público, o elenco se encaixa como uma luva. Embora se vejam como constantes adversários, cada qual é capaz de nos cativar por sua própria genialidade. Tentando salvar seus respectivos empregos e o de sua chefe, eles digladiam com ideias ruins, alternativas inovadoras e quebra de preconceitos e paradigmas no que tange essa tal arte de fazer rir. Deixando o vilanismo de lado, Late Night apresenta os personagens como essencialmente humanos, difíceis de lidar, cheios de complexos, mas dispostos a tentar melhorar.

Aproveitando a deixa como roteirista, Kaling faz suas próprias alfinetadas, fazendo referência ao fato de ser uma mulher de origem indiana, distante dos clássicos padrões de beleza impostos. Abordando também temáticas político sociais pertinentes ao contexto contemporâneo, a produção faz rir por sua substancialidade. Ao invés de partir para o campo da comédia escrachada, blasé e vazia – que se perde e é rapidamente esquecível, ela constrói uma narrativa sólida para além das risadinhas, proporcionando uma genuína experiência cômica em sua totalidade. Contracenando com Thompson com naturalidade, a abordagem do filme fica ainda melhor, fazendo das cenas compartilhadas um deleite para os olhos.

Inteligente e pontual, Late Night é o tipo de comédia que, quanto mais vista, melhor fica. Com cheiro de Globo de Ouro, a produção dominada por mulheres – tanto fora como dentro da trama – é hilária, aponta as rachaduras sociais que o ambiente de trabalho ainda resguarda para o sexo feminino e minorias em geral e mantém seu fôlego renovado a cada tirada. Hilário, o filme vale aquela sua melhor risada.

 

‘Queer Eye’: Série da Netfliix é renovada para a 6ª temporada

Os fãs podem se animar, pois o Fab Five estará de volta com mais um novo ciclo na Netflix. A popular série Queer Eye foi renovada para a sua 6ª temporada.

As filmagens do novo ciclo já começaram e dessa vez a próxima leva de episódios se passará no estado do Texas.

O anúncio da renovação foi compartilhado pela conta oficial do Instagram da produção e veio acompanhado das primeiras imagens dos bastidores.

Confira:

Vale ressaltar que 5ª temporada de ‘Queer Eye‘ estreia ainda no primeiro semestre de 2020 na Netflix.

O especial já está disponível na plataforma!

Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.

O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.

O elenco conta com Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France.

 

‘Outlander’: Filmagens da 6ª temporada são iniciadas em meio à pandemia e uma tempestade de neve

A popular série ‘Outlander‘ está caminhando para a sua 6ª temporada e as filmagens do vindouro ciclo já começaram na Escócia.

A produção dos próximos episódios foi iniciada mesmo em meio à pandemia e também sob ameaças de uma tempestade de neve na região.

A novidade foi revelada pelo astro Sam Heughan, que além de salientar os cuidados da equipe técnica com a segurança de todos, ainda compartilhou a primeira imagem dos bastidores das gravações, por meio da sua conta oficial do Twitter.

Confira:

“Estamos de volta! Gravações da 6ª temporada de Outlander. Me sinto muito sortudo por poder estar trabalhando agora, a produção está garantindo que todos estejam seguros e protegidos. Agora só precisamos lidar com a neve…”.

As quatro primeiras temporadas de ‘Outlander‘ já podem ser conferidas na Netflix.

Assista ao trailer da 4ª temporada:

Baseado nos livros de Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743. O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

‘The Kardashians’: As paredes serão quebradas no dramático teaser da nova série da Star+; Assista!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians, ganhou um dramático teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+.

Assista ao teaser:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | Vidas Duplas – Comédia Francesa com tom de Woody Allen

Com um conjunto de ótimos atores e diálogos afiadíssimos, o diretor francês Olivier Assayas apresenta em Vidas Duplas (Double Vies) uma discussão sobre a revolução tecnológica dos hábitos de leitura como porta de entrada para outros dilemas, tais como profissão, relacionamento e, principalmente, a hipocrisia humana. Se não fosse a língua francesa, poderíamos dizer que se trata de uma obra de Woody Allen.

Em um encontro social, enquanto bebem vinho, os convidados discutem sobre a contradição entre a escassa leitura de jornais e os grande acessos dos blogs como principal fonte de informação. Em outro momento, questiona-se a facilidade dos leitores digitais em detrimento dos livros físicos. A acalorada discussão inicial é um pontapé para as questões individuais de cada personagem.

O filme segue relacionamentos entrelaçados e os viés de cada um sobre as suas questões pessoais. Os protagonistas deste embate de perspectivas são o bem-sucedido editor Alain (Guillaume Canet) e Léonard (Vincent Macaigne), escritor de suas próprias experiências. No caso, Alain rejeita a última obra de Léonard por achá-lo repetitivo e desejar novas vozes no mercado. Ao mesmo tempo, ele  lida com a nova postura da editora em publicar mais e-book a livros físicos. As discussões sobre popularização da leitura e menor custo de produção permeiam todo o longa.

Em outra parte desta engrenagem, Selena (Juliette Binoche) é uma atriz presa ao papel de investigadora de crimes em um seriado televisivo. Ao passo que se questiona em tomar novos rumos, ela teme pelas possibilidades mínguas de bons personagens para a sua idade. O assunto remete diretamente ao grande cerne da obra anterior de Assayas, Acima das Nuvens (2014), na qual Binoche era uma atriz angustiada por perder o brilho da juventude.

Dentre os questionamentos de Selena, existe a desconfiança sobre o marido ter um caso extraconjugal. Ela mesma, no entanto, expressa o entendimento que após 20 anos de casamento o desejo não é mais o mesmo – revelando-se assim preferir disfarçar seu conhecimento, uma vez que ela mesma tem um caso com Léonard. Uma pequena fuga para ela e um conteúdo de escrita para ele.

Com humor, Assayas expõe a hipocrisia dos casais e as suas discussões sobre questões presentes na sociedade. Por sua vez, Alain não desconfia que a sua esposa Selena mantenha uma relação com Léonard e, muito menos, que ela é o caso romântico descrito na última obra do escritor. De sua parte, enquanto faz as versas de editor linha dura, ele dorme com a sua jovem auxiliar de Marketing Lauren (Christa Théret).

Lauren é o seu contraponto em relação ao mercado. Para ela, parte da geração millenium, tudo deve ser de fácil acesso a um toque do dedo e, portanto, o livro é para ser lido em qualquer ambiente, como através da tela do celular. Quando Alain faz uma analogia de sua crença nos livros com a fé solitária do padre em Luz de Inverno (1963), de Ingmar Bergman, a jovem simplesmente não entende e confessa nunca ter visto um filme do cineasta sueco.

Nesse malabarismo de relações ficcionais, todos os personagens atuam em dois papéis dando a razão pelo título da obra. Aliás, Vidas Duplas não é um filme de definições e conclusões, mas sim de aberturas. Há espaço para dezenas de debates intelectuais sem solidificar uma posição, ou seja, é necessário uma bagagem clássica e popular para acompanhar os diálogos, pois as referências vão de Star Wars: O Despertar da Força (2015) e Taylor Swift a Theodor Adorno e A Fita Branca (2009), do alemão Michael Haneke.

Em contrapartida, mesmo sem uma bagagem intelectual, é possível divertir-se com essa comédia de incidentes humanos. Cada cena é um novo desenlace verborrágico de ideias em contraposições, seja entre o permanente e o efêmero, seja o amor e a volúpia, até entre a pluralidade e a individualidade.

Todas as tragédias da vida real recebem uma cobertura de humor, o que faz com que Vidas Duplas seja uma obra agradavelmente satisfatória, mas espessa para ser digerida de uma vez. No fim das contas, os assuntos ficam em cima da mesa para serem debatidos e rebatidos, não apenas o mercado literário, mas também a política, as notícias falsas e os laços matrimoniais, tudo em aberto e a ser investigado pelo público após os personagens saírem de cena.

7 Dias em Entebbe

(7 Days in Entebbe)

 

Elenco:

Daniel Brühl

Rosamund Pike

Eddie Marsan

Direção: José Padilha

Gênero: Drama / Thriller / Suspense

Duração: 106 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: — milhões

Estreia: 19 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, quatro sequestradores pró-Palestina raptam um avião repleto de judeus, em represália à prisão de cidadãos palestinos. Israel organiza uma operação de resgate aos reféns, sequestrados para a cidade de Entebbe, no Uganda.

Curiosidades:

» ‘7 Dias em Entebbe’: Novo filme de José Padilha é massacrado pela crítica nos EUA

»  Novo filme em idioma inglês de José Padilha após RoboCop (2014);

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Animais Fantásticos’: Jude Law diz que Dumbledore pode se revelar gay nos próximos filmes

A sequência Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ optou por não explorar a sexualidade de Alvo Dumbledore, que nos livros é grande parte de sua personalidade e do seu passado, porém, durante uma entrevista ao EW, o astro Jude Law contou um pouco sobre essa parte da trama.

“Rowling revelou alguns anos atrás que Dumbledore era gay. Essa foi uma pergunta que realmente fiz. Ela me disse que sim, ele é gay. Mas, como acontece com os humanos, sua sexualidade não necessariamente define você; Eu suponho que a pergunta é: como a sexualidade de Dumbledore é retratada neste filme? O que você tem que lembrar que é apenas o segundo filme em uma série e o que é brilhante sobre a escrita de Jo é como ela revela seus personagens de forma lenta, revelando seus sentimentos ao longo do tempo. Estamos apenas começando a conhecer Alvo, e obviamente há muito mais por vir. Os personagens e seus relacionamentos se desdobrarão naturalmente, o que estou animado para revelar. Mas não vamos revelar tudo de uma vez”

Ao ser perguntado sobre se teria alguma cena com Grindelwald, ele respondeu:

“Olha, não tenho nenhuma cena com o Johnny Depp. Como disse antes, é apenas a parte 2 de uma história mais longa. Sempre o admirei de longe, mas não nos conhecemos e ainda não o conheci sobre isso. De muitas maneiras, isso combina com o relacionamento, já que faz muitos anos desde que eles se viram. Então há complexidade nisso, o que é divertido para mim, vamos aguardar o que virá”

Enquanto isso, confira uma nova imagem reveladas pela revista Empire:

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Gostou de ‘Top Gun: Maverick’? Confira mais cinco filmaços de ação nos streamings

Em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, Top Gun: Maverick encantou público e crítica como um dos melhores filmes de ação do ano, senão o melhor. Ao mesmo tempo que diverte e emociona, o longa constrói praticamente toda cena pensando na sensação adrenalina que vai causar no espectador. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmes que seguem essa pegada de ação incessante para você conferir nos principais streamings.

Missão: Impossível – Protocolo Fantasma (Amazon Prime Video e Star+)

Dava para fazer uma lista SÓ com filmes do Tom Cruise, principalmente na franquia Missão: Impossível. No entanto, dando um spoiler já de outro integrante da dica deste de fim de semana, resolvi selecionar “apenas” dois.

Lançado em 2011, Missão: Impossível – Protocolo Fantasma ficou famoso por ser o filme em que Tom Cruise escalou o Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, sem dublê. A trama gira em torno de um atentando terrorista no Kremlin, que acaba sendo atribuído ao próprio Ethan Hunt (Cruise) e à IMF. Agora, o agente especial vai rodar o mundo tentando derrotar o verdadeiro terrorista para limpar seu nome.

John Wick: Um Novo Dia Para Matar (Netflix)

O segundo capítulo da franquia John Wick é o mais frenético de todos. Depois dos acontecimentos do primeiro filme, o matador John Wick (Keanu Reeves) tenta voltar para sua aposentadoria como se nada tivesse acontecido. Só que ele não vai ter um segundo de paz. Então, ele recebe uma antiga cobrança que vai levá-lo à missão de matar a irmã de um mafioso da Alta Cúpula do crime.

Com direito a mortes ridiculamente criativas e muitas cenas que exploram bastante a parte física dos atores, John Wick 2 é um dos expoentes da ação dos últimos anos.

Creed: Nascido Para Lutar (Amazon Prime Video)

Assim como Top Gun: Maverick, Creed é uma sequência/ reboot de uma franquia muito popular do Século XX. Da mesma, essa continuação não abre mão de contar sua própria história, trazendo novidades e muita adrenalina.

Na trama, Adonis Creed (Michael B. Jordan) é filho do lendário pugilista Apollo Creed. Ele sonha em seguir os passos do pai, mas sua família é contra. Então, ele vai atrás do melhor amigo do falecido patriarca, o também lendário Rocky Balboa (Sylvester Stallone) para treiná-lo a ponto de conseguir desafiar os principais boxeadores do mundo. A direção de Ryan Coogler é um espetáculo, principalmente na grande luta final, na qual seus cortes rápidos e close-up’s colocam o público praticamente dentro do ringue.

Anônimo Telecine

Seguindo um estilo de ação muito parecido com o da franquia John Wick, Anônimo conta a história de um pai de família que aceita todos os abusos e leva desaforo para casa, onde sua família reclama o tempo inteiro de sua passividade. Mas a situação fica complicada mesmo depois que a casa deles é invadida e ele não faz nada para deter os assaltantes.

Motivo de vergonha para sua mulher e filhos, o pai abraça a raiva e revela um segredo de seu passado: ele era um assassino de mão cheia, que agora vai atrás de todo mundo que encheu sua paciência nos últimos anos.

Missão: Impossível – Efeito Fallout (Amazon Prime Video e Star+)

Dono de algumas das cenas de ação mais complexas da história do cinema – porque o Tom Cruise, pra variar, inventou de fazê-las sem dublês – Efeito Fallout é o melhor filme de ação dos últimos anos.

Responsável pela polêmica do bigode do Henry Cavill no filme da Liga da Justiça, o longa traz Ethan Hunt (Cruise) em uma missão para impedir que uma organização terrorista tenha acesso a um estoque de plutônio. Só que ele percebe que se concluir a missão, sua equipe inteira morrerá. Diante disso, ele não conclui o caso, fazendo com que o governo dos EUA envie um agente sem escrúpulos da CIA para acompanhá-lo na nova missão para tentar recuperar o plutônio.

Crítica | Lua de Mel com a Minha Mãe – Comédia da Netflix Não Tem Graça e é de MAU GOSTO

Existe uma frase clássica atribuída ao psiquiatra austríaco Sigmund Freud que diz “Freud explica!”. Não é à toa: o neurologista dedicou sua vida a investigar as nuances da psique humana, todos os seus desdobramentos e, acima de tudo, aquilo que ele chamou de impulsos. Esses impulsos são ocultados pela nossa psique, que bloqueia essas vontades por conta de convenções sociais, religiosas, etc. Esses impulsos foram profundamente estudados por Freud, que os chamou de “complexos” – comportamentos da psique humana os quais o pesquisador relacionou a algum mito grego. E muito da sociedade ocidental se comporta a partir desses complexos, como pode ser visto na nova comédia da Netflix, ‘Lua de Mel Com a Minha Mãe’.

José Luis (Quim Gutiérrez, de ‘Te Quiero, Imbécil’) está prestes a se casar quando, de repente, sua noiva o abandona no altar e foge com o DJ. Cheio de dívidas por causa da cerimônia, ele tenta devolver o pacote de lua de mel que comprara para uma ilha paradisíaca, mas a agência diz que infelizmente não poderá devolver, mas que, se quiser, pode levar outra pessoa no lugar. É assim que José acaba levando a própria mãe, Mari Carmen (Carmen Machi) para esta que deveria ser sua viagem de lua de mel. Ao chegarem, porém, percebem que o hotel só é promocional para casais de fato recém-casados, por isso, para aproveitar os passeios gratuitos, os dois decidem fingir que são casados de verdade.

É perceptível que o roteiro de Cristóbal Garrido e Adolfo Valor reproduz o complexo de Édipo para a comédia: Édipo, na mitologia grega, matou o próprio pai para se casar com a mãe. Em ‘Lua de Mel Com a Minha MãeJosé, com a desculpa de não desperdiçar sua viagem, leva a mãe numa viagem romântica, em que os dois literalmente falam para todo mundo que são casados, andam abraçados e dormem na mesma cama, mesmo quando ninguém está olhando. Poderia ter mandado os pais na viagem, afinal, a agência falou que podia trocar as pessoas, mas foi filho e mãe na aventura. Sendo que a mãe fica se lamentando sobre o quanto se sentiu “enganada” pelo marido, que lhe prometera uma viagem a Paris quando eram jovens, mas que nunca chegaram a ir… olha aqui o filho ocupando o lugar do pai na estrutura familiar…

Ainda que se consiga relevar o complexo de Édipo, o filme de Paco Caballero não tem graça. O protagonista José é chato, chato mesmo, e totalmente perdido emocionalmente. Afora a bela locação, o único destaque é a atriz Carmen Machi, cuja atuação convence como uma mãe amorosa e cuja história desperta certa pena no espectador. Sem pé nem cabeça, o enredo não produz situações propriamente engraçadas, e nada ali faz rir.

Lua de Mel Com a Minha Mãe’ é um filme com um plot de mau gosto, e que ainda realça a negligência emocional pela qual muitas mulheres passam ao se casarem com homens que prometem o mundo, mas que só se preocupam com si mesmos. Por se tratar de comédia, é natural que o longa figure entre os mais vistos da Netflix, porém, há melhores produções desse gênero no catálogo da plataforma e que realmente cumprem com o que prometem.

Os 10 Piores Filmes de 2018

2018 chegou ao fim. Após conhecermos a nossa lista de Melhores Filmes do Ano, agora chegou a hora de relembrarmos aquelas obras que decepcionaram na tela grande (ou no streaming). E não foram poucas…

Temos diretores consagrados, filmes nacionais, adaptações dos quadrinhos e a conclusão de uma trágica trilogia. Agora, é torcer para o cenário ser melhor no ano que está chegando.

A lista, é claro, representa a opinião do CinePOP, não usando sites como Rotten Tomatoes e Metacritic como referência.

Concordou com a seleção? Achou um absurdo? Sentiu falta de algo? Não tem problema! Participe nos nossos comentários!

 

10. 15h17 – Trem para Paris

Clint Eastwood está mais do que acostumado a figurar em listas dos Melhores Filmes do Ano. Mas mesmo o cineasta responsável por obras marcantes como Os Imperdoáveis, As Pontes de Madison e Menina de Ouro, é capaz de dar suas escorregadas. E este foi o caso de 15h17 – Trem para Paris. O filme conta a história real de três americanos de férias na Europa que impedem um atentado em um trem usando seus conhecimentos médicos e militares. Com uma trama relativamente simples, Eastwood perde muito tempo investigando o passado dos personagens e fazendo relações pouco convincentes. A opção por usar os americanos Alek Skarlatos, Spencer Stone e Anthony Sadler para interpretarem a si mesmos é curiosa, mas tira boa parte do peso dramático das performances. Um Clint para se esquecer.

 

9. Venom

Aposta da Sony para expandir o universo do Homem-Aranha, Venom foi uma das grandes surpresas nas bilheterias mundiais em 2018. Foram mais de US$ 850 milhões arrecadados nos cinemas, um número superior a hits como Mulher-Maravilha e Deadpool. Infelizmente, o sucesso nos números não veio acompanhado de um sucesso com a crítica. Muito pelo contrário. Venom recebeu uma enxurrada de críticas negativas. Ainda que Tom Hardy tenha uma boa dinâmica com o simbionte, é inegável que o longa apresente inúmeros problemas. A trama é pouco desenvolvida, o vilão é absolutamente genérico e ainda conta com uma Michelle Williams completamente perdida em cena. O resultado comercial prova que a estratégia deu certo, mas parece claro que a opção por fazer um filme com classificação etária de 13 anos prejudicou a obra final e seu personagem-título. Que, de fato, não é para menores.

 

8. O Grande Circo Místico

Representante brasileiro na corrida para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, exibido como hors-concours no cultuado Festival de Cannes, baseado em obra de Chico Buarque e Edu Lobo, dirigido por um imortal da Academia Brasileira de Letras… Tudo levava a crer que O Grande Circo Místico seria um dos principais filmes nacionais do ano. O longa que deveria ser visto. Mas… A obra está muito longe de justificar todo o hype. Na verdade, é até difícil de acreditar que um nome como Cacá Diegues realizaria uma produção tão irregular e equivocada como esta. Nem nomes como Vincent Cassel, Jesuíta Barbosa, Juliano Cazarré e Bruna Linzmeyer conseguem salvar o filme, que é burocrático ao máximo, além de mal fotografado e mal montado. Só mesmo o nome de Cacá para justificar a péssima escolha deste longa para representar o Brasil no Oscar. Como era de se esperar, o filme ficou de fora da lista dos pré-selecionados para a premiação.

 

7. Robin Hood – A Origem

A lenda de Robin Hood já foi contada inúmeras vezes nas telonas, com atores do nível de Kevin Costner e Russell Crowe assumindo o papel do herói. Só isso já devia ser o suficiente para deixar os estúdios receosos de investir em produções genéricas e sem grandes novidades. Mas não é o que vemos aqui. Com a desculpa de contar a história de origem do ladrão mais famoso da ficção, Robin Hood – A Origem é mais do mesmo. Carismático, o jovem Taron Egerton não demonstra bagagem o suficiente para carregar o peso do personagem. Jamie Dornan surge completamente perdido, enquanto que Jamie Foxx é aquela figura caricata do mentor que já vimos tantas vezes antes. E ainda temos Ben Mendelsohn na pele do xerife de Nottingham, mostrando que caiu de vez no estereótipo do vilão hollywoodiano.

 

6. A Maldição da Casa Winchester

Enquanto no mundo das séries uma casa assombrada (a residência Hill) ficou entre os principais destaques do ano, nos cinemas o que tivemos foi uma grande decepção: A Maldição da Casa Winchester. Estrelado pela vencedora do Oscar Helen Mirren, o terror é baseado na “história real” da viúva Sarah Winchester, herdeira da famosa fabricante de armas que acredita que os fantasmas das pessoas mortas por seu produto voltam para atormentar sua casa. Por isso, mantém o local sempre em construção. A premissa é curiosa e o fato da mansão existir de fato poderia tornar a experiência algo interessante. Mas não é o que acontece. Temos os mesmos sustos de sempre, reviravoltas baratas e uma grande atriz que parece estar precisando pagar suas contas.

 

5. O Paradoxo Cloverfield

Após os excelentes Cloverfield – Monstro e Rua Cloverfield, 10, muita expectativa se criou em torno de O Paradoxo Cloverfield. A franquia sempre brincou muito com o mistério, ao ponto do segundo filme ter sido anunciado apenas dois meses antes de seu lançamento. Aqui, mais uma vez, tivemos uma estratégia de marketing diferenciada, com a Netflix disponibilizando o filme no dia do Super Bowl 2018, poucas horas após a primeira exibição do trailer. Mas diferentemente dos longas anteriores da trilogia, aqui o hype não se justificou. Foi muito marketing para pouco conteúdo. Paradox é confuso, quase sempre desinteressante e com atuações nada memoráveis. O lado positivo é que como os filmes da franquia não possuem relação direta entre si, podemos pensar em uma sobrevida. Feliz mesmo deve ter ficado a Paramount, que escapou de lançar o filme nos cinemas. E isso nem significa que foi um mau negócio para a Netflix, uma vez que a empresa conseguiu fazer certo barulho, mesmo com as críticas negativas.

 

4. Nada a Perder

Chegando próximo da marca de 12 milhões de ingressos vendidos, Nada a Perder se tornou a maior bilheteria da história do cinema nacional. É sempre importante lembrar, no entanto, que este número não é real, uma vez que foi adotada a mesma tática de compra de ingressos vista em Os Dez Mandamentos. Com isso, verificaram-se inúmeras sessões esgotadas com as salas vazias. Tal artimanha poderia até ser menos ressaltada se estivéssemos diante de um filme bom. Mas este não é o caso. A cinebiografia do bispo evangélico Edir Macedo (Petrônio Gontijo) é completamente sem nuances. O líder espiritual da Igreja Universal do Reino de Deus é retratado como um ser repleto de virtudes e escolhido por Deus. A religião evangélica é apontada como a única opção correta e mesmo a prisão de Macedo é justificada como uma tentativa de impedir que use sua voz. Tem valores em termos de produção, uma vez que custou dezenas de milhões de reais, mas não é cinema. É um objeto de conversão.

 

3. Slender Man – Pesadelo Sem Rosto

Nascido em um concurso na internet nos anos 2000, o Slenderman foi tema de documentário da HBO antes de ganhar a tela grande com a ficção Slender Man – Pesadelo Sem Rosto. Ainda que irregular, o doc despertava o interesse do espectador no poder das lendas urbanas, especialmente na época da internet. O terror estrelado por Joey King, no entanto, é absolutamente genérico, transformando a lenda em apenas mais um monstro do cinema. E nem um monstro tão bem desenvolvido assim. O Slander Man atua de diferentes formas ao longo da trama, fruto de um roteiro preguiçoso e mal escrito. Se em um momento vemos o monstro atravessando portas, em outro vemos ele se transformando em uma sombra para passar por debaixo de outra porta. Muito pouco faz sentido. De bom fica apenas o elenco jovem e a atmosfera criada no primeiro ato.

 

2. Vende-se Esta Casa

A Netflix, sem dúvida, mudou de patamar em 2018 no que diz respeito aos seus filmes originais. Isso pode ser visto tanto em obras cultuadas como Roma ou A Balada de Buster Scruggs, mas também em produções populares como Bird Box ou Para Todos os Garotos que Já Amei. Mas isso não significa que foram só acertos para a gigante do streaming. Além do já citado Cloverfield Paradox, e outras produções que quase entraram na lista, a companhia lançou Vende-se Esta Casa. O suspense busca se aproveitar do sucesso por trás do nome de Dylan Minnette, de 13 Reason Why e O Homem nas Trevas, mas pouco se preocupa em entregar algo de fato interessante para os espectadores. A onda recente de filmes independentes de terror e suspense nos mostrou que é bem possível disfarçar a falta de dinheiro e criar boas atmosferas mesmo com limitações. Aqui, no entanto, as limitações estão na cara. A falta de orçamento está visível. Inclusive no trágico (em termos de qualidade) desfecho final.

 

1. Cinquenta Tons de Liberdade

Cinquenta Tons Mais Escuros foi o segundo pior filme de 2017 de acordo com o CinePOP. Mesmo não sendo brasileira, a franquia não desistiu e conseguiu “conquistar” o posto de pior filme do ano em 2018. Não teve para ninguém. Cinquenta Tons de Liberdade conseguiu piorar aquilo que já era ruim. O desfecho da saga tem como ponto central o casamento de Christian Grey (Jamie Dornan) e Anastasia Steele (Dakota Johnson), mas perde tempo além do necessário com um vilão caricato e mal desenvolvido (o ex-chefe de Anastasia vivido por Eric Johnson). Se o primeiro filme ainda causou um barulho pelas cenas de sexo, nem isso funciona aqui. Muito pelo contrário. Com o tempo, a trilogia vai se mostrando muito careta e equivocada, justificando a sexualidade do protagonista com traumas do passado. Com uma reviravolta completamente absurda ao final, Cinquenta Tons de Liberdade oferece apenas um alívio aos espectadores: o fato de ser o último longa da franquia.

‘Luta por Justiça’: Michael B. Jordan é um advogado justiceiro no trailer do drama

A cinebiografia Luta por Justiça ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o longa foi roteirizado pelo cineasta em parceria com Andrew Lanham, a partir do livro de memórias de Bryan Stevenson.

A trama conta a história de Stevenson em seu primeiro caso como advogado, em que ele deve defender um homem chamado Walter McMillan, sentenciado à morte por um crime que não cometeu.

O elenco conta com Michael B. Jordan como Stevenson e Jamie Foxx como Walter McMillan. Brie Larson, O’Shea JacksonRob MorganTim Blake Nelson completam o time.

Luta por Justiça tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro de 2020.

‘The Mysterious Benedict Society’: Tony Hale vai estrelar nova série do Hulu

Segundo o ColliderTony Hale (Arrested Development) vai estrelar a nova série original do HuluThe Mysterious Benedict Society, em um papel duplo.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale será Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

“Cardigan”, 1º single do novo álbum de Taylor Swift, ganha videoclipe oficial; Assista!

Juntamente ao lançamento de Folklore, seu 8º álbum de estúdio, a famosa popstar Taylor Swift divulgou o videoclipe oficial do single “Cardigan”.

Confira:

O CD já está disponível em todas as plataformas digitais

Com produção de Jack Antonoff, as dezesseis novas faixas foram co-escritas por Swift, Bon IverWilliam BoweryAaron Dessner.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. The 1
  2. Cardigan
  3. The Last Great American Dinasty
  4. Exile (feat. Bon Iver)
  5. My Tears Ricochet
  6. Mirrorball
  7. Seven
  8. August
  9. This Is Me Trying
  10. Illicit Affairs
  11. Invisible String
  12. Mad Woman
  13. Epiphany
  14. Betty
  15. Peace
  16. Hoax
  17. The Lakes (physical bonus track)

Swift já lançou diversos álbuns com sólida recepção crítica e comercial, incluindo Fearless1989, que levaram para casa as estatuetas de Álbum do Ano do Grammy. Ano passado, ela divulgou ‘Lover’, que foi indicado a três prêmios do Grammy e trouxe os singles “ME!”“You Need to Calm Down”.

‘Vikings’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha data de estreia no Brasil

Netflix anunciou hoje (03) que a 6ª e última temporada da aclamada série histórica Vikings ganhou data de estreia no Brasil: o ciclo final será lançado no dia 31 de dezembro de 2020 na plataforma de streaming.

Assista ao trailer:

A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.

Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.

‘Master of None’: 3ª temporada chega à Netflix em maio de 2021

Já faz quase quatro anos desde a última temporada de Master of None, aclamada comédia criada por Aziz Ansari e, meses atrás, a Netflix confirmou que um 3º ciclo da produção estava em desenvolvimento.

Agora, segundo o SlashFilm, a plataforma de streaming confirmou a estreia dos novos episódios para maio de 2021. Entretanto, informações específicas sobre o dia de lançamento ou a sinopse não foram divulgadas.

Eric WareheimLena WaitheNoël WellsKelvin YuAlessandra Mastronardi e outros completam o elenco.

A série acompanha a vida, nos âmbitos pessoal e profissional, de Dev (Ansari), um ator de 30 anos de Nova York que tem problemas para decidir o que quer comer, mas não para decidir qual caminho quer seguir para o resto de sua vida.

‘Stargirl’: Yolanda enfrenta o próprio passado na promo oficial do episódio 02×07; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial do 7º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 7”.

Na trama, “quando a culpa sobre a morte de Brainwave se torna muito a suportar, Yolanda é forçada a tomar uma decisão dilacerante”.

O capítulo vai ao ar no dia 21 de setembro.

Confira:

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.