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Brie Larson quer viver Samus Aran em alguma adaptação de ‘Metroid’

Em uma recente aparição ao programa Animal Talking, a vencedora do Oscar Brie Larson, que já fez sua incursão no MCU ao viver Capitã Marvel, revelou que adoraria viver a personagem Samus Aran em uma possível adaptação para os cinemas da franquia de jogos ‘Metroid’.

Larson também foi questionada sobre o porquê de ela ser uma boa escolha para o papel, ao que ela respondeu:

“Eu adoraria muito. Eu fui Samus para o Halloween dois anos atrás. Foi literalmente uma fantasia de 20 dólares que comprei na Amazon, foi quase como nada. Eu estava muito animada para isso, então postei uma foto no Instagram e as pessoas ficaram bem animada. Ela sempre foi a personagem com quem jogava em Super Smash Bros. e eu simplesmente a amo”.

Para quem não conhece, a franquia de games foi lançada pela Nintendo entre 1986 e 2017, cuja história se passa num cenário de ficção científica, inspirado nos filmes ‘Alien’ e centrado na caçadora de recompensas chamada Samus Aran.

Recentemente, a atriz também contou que chegou a fazer testes de elenco para a mais recente trilogia de ‘Star Wars‘ e até mesmo para a popular franquia de ‘Jogos Vorazes’.

A vencedora do Oscar ainda revelou um contratempo que enfrentou no dia em que foi fazer o teste de elenco para o reboot da saga de ‘O Exterminador do Futuro‘, para o papel que ficou com a atriz Emilia Clark:

“Eu fiz testes para ‘Star Wars’ também, para ‘Jogos Vorazes‘ e para o reboot de ‘O Exterminador do Futuro‘. Na verdade, eu até estava pensando no reboot desse filme hoje, porque o pneu do meu carro furou e eu lembrei: ‘Ah, na última vez que isso aconteceu, eu estava indo para o meu teste de elenco para ‘O Exterminador”. Meu pneu furou e eu não consegui o trabalho”.

Confira o vídeo:

‘Invincible’: Ezra Miller e Jon Hamm entram para a nova série animada do criador de ‘The Walking Dead’

Amazon Prime Video anunciou hoje (06) que a série animada ‘Invincible’, de Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) ganhou novas informações.

A plataforma de streaming revelou que Ezra MillerMahershala AliClancy BrownNicole ByerJeffrey DonovanJonathan GroffJon HammDjimon Hounson entraram para o elenco principal.

Confira o primeiro teaser:

A produção é uma adaptação dos quadrinhos homônimos do Kirkman, que foram lançados pela Image Comics.

A trama gira em torno de Mark Grayson (Steven Yeun), um adolescente de 17 anos que é exatamente como qualquer outro garoto da sua idade – exceto que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man (J.K. Simmons). Mas quando Mark descobre que tem seus próprios poderes, ele percebe que o legado do seu pai não é tão heroico quanto parece.

A série será lançada na Amazon Prime em 2021.

‘Cruella’: Filme com Emma Stone e Emma Thompson ganha novo teaser oficial; Confira!

Walt Disney Studios divulgou recentemente um novo teaser oficial de ‘Cruella’, vindouro longa de origem da icônica vilã de ‘101 Dálmatas’, que será vivida por Emma Stone.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Riverdale’: Último episódio da 5ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Riverdale: RIP (?)”, 19º e último capítulo da quinta temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “conforme a turma junta as peças de um difícil ano em Riverdale, um incidente no Pop’s os força a tomar uma complicada decisão sobre o futuro da cidade”.

O episódio vai ao ar em 06 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘MegaTubarão 2’: Sequência começa OFICIALMENTE a ser rodada

Segundo o ComicBook.com, as filmagens da sequência ‘MegaTubarão 2’ finalmente começaram.

As informações indicam que a continuação do bem-sucedido longa-metragem lançado em 2018 estão ocorrendo na Leavesden Studios, nos arredores de Londres, onde a Warner Bros. também rodou títulos como as franquias ‘Batman’‘Harry Potter’. A iteração original, por sua vez, foi produzida em Auckland, na Nova Zelândia.

Ben Wheatley, que  comandou o suspense ‘Rebecca‘, da Netflix, fica responsável pela continuação – cujo título oficial é ‘MegaTubarão 2: A Trincheira’ (‘Meg 2: The Trench’).

O diretor compartilhou seu entusiasmo e seus planos são para honrar o escopo do tubarão gigante pré-histórico.

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

10 recentes músicas para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.

O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.

Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.

Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“ON YOUR SIDE”, The Veronicas

“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-popEDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.

“MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

“YOU NEED TO CALM DOWN”, Taylor Swift

Taylor Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“CHOSEN FAMILY”, Rina Sawayama

Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?” é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.

“FREE WOMAN”, Lady Gaga

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

“BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.

“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

“MIRROR”, Sigrid

Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP ‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.

“BOYFRIEND”, Dove Cameron

Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

“THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis Hilton e Whitney Houston.

As 50 Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século XXI

Depois de nos aventurarmos pelos 50 melhores álbuns internacionais do século XXI, chegou a hora de voltarmos nossa atenção para as músicas em si.

De Lady GagaBeyoncé, foram inúmeras as artistas que trouxeram canções de extrema qualidade e de impacto cultural gigantesco para o cenário mainstream, fossem por apresentar elementos novos a uma indústria já cansada, fossem por utilizarem a plataforma que tinham para falar de temas bastante importantes.

Pensando nisso, montamos uma lista com as 50 melhores músicas internacionais femininas lançadas neste século (até agora, é claro). Novamente, não estamos apenas focando em recepção crítica, mas também na importância de cada faixa para o escopo fonográfico.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua preferida:

50. “UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

49. “TOO LITTLE, TOO LATE”, JoJo

Você pode até nunca ter ouvido falar de JoJo, mas definitivamente já deve ter ouvido a clássica canção “Too Little, Too Late”. Lançada em 2006 como parte do segundo álbum de estúdio da cantora, a música fez um sucesso gigantesco e é conhecida por diversas gerações – nos envolvendo desde as primeiras batidas que se aglutinam numa power ballad pop e R&B que fala sobre um relacionamento complicado que chegou ao fim e que deve ser deixado para trás.

48. “FROOT”, MARINA

“Froot”lead single do elogiado álbum homônimo, é uma das músicas mais famosas de MARINA e não poderia ficar de fora da nossa lista. A canção é impecável do começo ao fim e ganha pontos ao trazer uma produção coesa e um liricismo que dialoga diretamente com a identidade da artista. Aqui, a cantora mistura diversas referências da cultura pop para uma dançante, enérgica e narcótica amálgama de dance-popdance-halldisco e electro-pop que merece lugar na nossa lista e na playlist dos fãs.

47. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

46. “THE SWEET ESCAPE”, Gwen Stefani

Gwen Stefani é uma das artistas mais conhecidas do século e, em 2006, promovia uma guinada interessante em sua carreira com o lançamento do álbum ‘The Sweet Escape’. A faixa titular, divulgada como o segundo single promocional do disco, traz elementos do pop e do doo-wop em uma encantadora e quase onírica construção que traz colaborações de AkonGiorgio Tuinfort.

45. “WORK”, Rihanna feat. Drake

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”Rihanna Drake são vida a uma celebração dancehallreggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

44. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rock e electropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

43. “BAD GUY”, Billie Eilish

Billie Eilish fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “TIMEBOMB”, Kylie Minogue

Apesar de não ter feito um grande sucesso comercial, “Timebomb”, de Kylie Minogue, é considerada por diversos especialistas não apenas como uma das melhores faixas da discografia da cantora, como também uma das melhores do século. Aqui, a explosiva produção em EDMsynth-popdance-pop embala uma narrativa dançante que fala sobre a necessidade de se divertir enquanto há tempo – e antes que ele acabe.

40. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ‘Manic’Halsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

39. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

38. “GOOD AS HELL”, Lizzo

Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-popR&B hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.

37. “HIPS DON’T LIE”, Shakira feat. Wyclef Jean

A icônica Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.

36. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

35. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

34. “WALKING ON AIR”, Katy Perry

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”).

33. “THE STORY”, Brandi Carlile

Se você não ouviu “The Story” pela voz de Brandi Carlile, é bem provável que tenha ouvido a ótima versão de Sara Ramirez em ‘Grey’s Anatomy’. A belíssima balada folk-rock é considerada uma das melhores do gênero e traz uma tocante mensagem sobre o poder da memória e da identidade – consagrando-se como uma das melhores incursões da artista.

32. “BODAK YELLOW”, Cardi B

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hoptrap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

31. “EXILE”, Taylor Swift feat. Bon Iver

Taylor já realizou diversas colaborações ao longo de sua vida, mas nenhuma delas chegou aos pés de “exile”. A melancólica e saudosiste track foi performada ao lado de Bon Iver e, no final das contas, a química narcótica entre os dois cantores é um retrato pungente sobre duas pessoas que se separam por alguma razão e, agora, só têm as borradas memórias de um tempo que talvez nunca mais volte.

30. “ALL THE LOVERS”, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir quando você estiver se sentindo mal – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance“All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro.

29. “TEAM”, Lorde

O terceiro single de ‘Pure Heroine’“Team”, é uma carta testamentária de Lorde ao seus amigos e a seu país natal, Nova Zelândia. A incrível rendição de alt-popelectro-hop é guiado por batidas pulsantes e por uma ótima expressão vocal de Lorde, inclusive premeditando o impecável ‘Melodrama’, que lançaria alguns anos depois.

28. “TRACK 10”, Charli XCX

mixtape ‘Pop 2’ foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli XCX como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

27. “YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Lady Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

26. “MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

25. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

24. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

23. “BORN TO DIE”, Lana Del Rey

No subestimado ‘Born to Die’, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

22. “PHYSICAL”, Dua Lipa

power pop “Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.

21. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

20. “SPECTRUM”, Florence + the Machine

A banda formada e encabeçada por Florence Welch continua a nos agraciar com álbuns incríveis – mas foi em 2011 que nos encantou com o lançamento de ‘Ceremonials’. Dentre as belíssimas músicas presentes no compilado, “Spectrum” é a que mais nos chama a atenção, ainda mais por contar com a colaboração de Paul Epworth. O mais surpreendente é a presença gritante de diversos gêneros musicais, incluindo baroque popart poporchestral popdisco – todos confinados em uma antêmica e memorável rendição.

19. “ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.

18. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

17. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

16. “HIDDEN PLACE”, Björk

lead single de ‘Vespertine’, que inclusive apareceu na nossa lista de melhores álbuns do século, foi inteiramente escrito e produzido por Björk em uma perfeita abertura para o novo século. A canção traz elementos da música ambiente, do gospel do electro e fala, da maneira mais inesperada possível, sobre um novo amor que tem um lado mais íntimo e introspectivo – e que chama a atenção da cantora.

15. “SHALLOW”, Lady Gaga & Bradley Cooper

Oscar, BAFTA, Globo de Ouro e Grammy são algumas das dúzias de estatuetas que a respeitada e ovacionada “Shallow” levou para casa. O carro-chefe de ‘Nasce Uma Estrela’ reviveu o romantismo cinematográfico de forma imprescindível e ganhou o mundo por sua profunda composição lírica e pela singela produção country-rock.

14. “BACK TO BLACK”, Amy Winehouse

Apesar de “Rehab” ter maior reconhecimento na cultura pop“Back to Black” (ao menos na opinião deste que vos escreve), configura-se como uma construção mais madura, narcótica e saudosista – que, de fato, reiterou as incríveis habilidades artísticas de Amy Winehouse. Novamente produzida por Ronson, que também aproveitou para assinar alguns dos versos, a canção volta-se para o down-tempo e para as raízes do soul clássico, discorrendo sobre um relacionamento que acabou e que lança o eu-lírico de volta para a escuridão. Dentre as múltiplas tracks de Amy, esta é uma das que mais faz referências aos girl groups dos anos 1960, além de alusões ao Motown.

13. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

12. “LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew waveelectropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

11. “SKYFALL”, Adele

Saindo do sucesso de ’21’Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.

10. “ALL TOO WELL”, Taylor Swift

Narrando uma power ballad que traz à tona corações partidos e um relacionamento descarrilado, a canção foi performada pela primeira vez na cerimônia do Grammy Awards em 2014, ganhando aclame universal por parte da crítica e um lugar especial na playlist dos fãs. Aqui, Taylor Swift se junta novamente a Liz Rose e Nathan Chapman, que trabalharam com ela em seu début homônimo e em ‘Fearless’, para uma manifestação elegíaca de emoções tumultuadas.

9. “ROYALS”, Lorde

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia RodrigoBillie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

8. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com ‘Tidal’, escrevendo um solilóquio de independência marcado pelo cotidiano e pelo banal.

7. “DANCING ON MY OWN”, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

6. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

5. “PAPER PLANES”, M.I.A.

“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.

4. “LOVE ON THE BRAIN”, Rihanna

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.

3. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

2. “FORMATION”, Beyoncé

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘The Flash’: Barry continua desaparecido na prévia oficial do episódio 09×11; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’, intitulado “A New World, Part Two”.

Na trama, “Iris fica alarmada com o desaparecimento de Barry, mas Cecile garante a ela que tudo ficará bem – mas como ela poder saber? O Time Flash é afetado por uma substância misteriosa, enquanto Khione desenvolve uma compreensão melhor do que ela pode ou não controlar”.

Dirigido por Kayla Compton, que interpreta Allegra na produção, o capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Mês das Bruxas | 10 animações ARREPIANTES para ver nos streamings!

E o mês mais místico ano finalmente chegou!

Apesar de não ser uma celebração essencialmente nacional, o Dia das Bruxas carrega consigo uma história bastante sobrenatural e que correu o mundo de canto a canto – ainda mais pelo fato de, segundo inúmeras mitologias, representar o momento em que o véu entre o mundo terreno e o espiritual se torna mais tênue.

Não é surpresa que o Halloween inspirou e continua inspirando inúmeros artistas a criarem narrativas de arrepiar os pelos da nuca e nos fazer olhar por cima do ombro para ver se não estamos sendo seguidos. Da mesma maneira, vários realizadores também utilizam esses contos para aguçar a sinestesia e a compreensão de temas complexos pelas crianças.

Desde o clássico ‘O Estranho Mundo de Jack’ até os recentes ‘Coraline e o Mundo Secreto’ ‘Kubo e as Cordas Mágicas‘, filmes de terror infantis são uma ótima pedida para o dia de hoje – e, pensando nisso, separamos uma lista com 10 animações arrepiantes para conferir nos streamings.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O CALDEIRÃO MÁGICO (1985)

Onde assistir: Disney+

Lançado na década de 1980, ‘O Caldeirão Mágicofoi ofuscado por títulos muito mais famosos da Walt Disney Studios, mas merece ser redescoberto. Ambientado na mítica terra de Prydain, a história segue acompanha o jovem Taran em uma missão mágica: armado com uma espada mágica, ele precisa impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. Para isso, ele terá a ajuda da bela princesa Eilonwy, de Gurgi e de um porquinho clarividente.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Onde assistir: Disney+

Décadas depois de seu lançamento, O Estranho Mundo de Jack continua vivo na memória como um dos musicais animados mais incríveis de todos os tempos – e mistura Halloween e Natal em uma exuberante narrativa. Com direção de Henry Selick e história de Tim Burton, o conto gira em torno de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que está cansado de seguir a mesma rotina ano após ano. De repente, ele se encontra numa estranha floresta que guarda uma porta para a Cidade do Natal, dando de cara com uma festa diferente de tudo que já viu antes – e resolve tomá-la para si e criar um Natal único (e aterrorizante).

A NOIVA CADÁVER (2005)

Onde assistir: NOW, Vivoplay

‘A Noiva Cadáver’, lançada há dezesseis anos pela Laika Studios, conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

A CASA MONSTRO (2006)

Onde assistir: Netflix

A adorada animação ‘A Casa Monstro’ é uma joia do gênero e, apesar de ser redescoberta ano após anos, ainda não tem o reconhecimento que merece – talvez nem tanto pela construção técnica, e sim pela divertida e chocante história. A trama acompanha três adolescentes que acreditam que a casa do outro lado da rua é, na verdade, uma perigosa criatura que ataca qualquer um que passe perto dela. Com o Dia das Bruxas se aproximando, eles têm que descobrir uma forma de destruí-la antes que ela faça mal a crianças inocentes.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Onde assistir: Google Play

A tenebrosa jornada de Coraline Jones convida o público a visitar um mundo paralelo habitado por pessoas com botões no lugar dos olhos, uma versão interessante e aparentemente convidativa da realidade que conhecemos. Entretanto, à medida que a heroína vai descobrindo os segredos daquele místico lugar, ela percebe que está sendo atraída para uma mortal armadilha.

9 – A SALVAÇÃO (2009)

Onde assistir: HBO Max

A subestimada e instigante animação ‘9 – A Salvação’ foi lançada em 2009 através das mãos do icônico produtor Tim Burton e do diretor Shane Acker. A aventura pós-apocalíptica é ambientada em um planeta devastado pelo levante das máquinas, que destruíram a raça humana e tomaram controle dos quatro cantos da Terra.Pouco depois desse genocídio, 9, um robô-boneco, acorda sem entender o que está acontecendo e descobre que seu criador o deixou com uma missão: encontrar oito outros minirrobôs para unirem forças e descobrir o mistério por trás dos caóticos acontecimentos.

PARANORMAN (2012)

Onde assistir: Apple TV+

A produtora conhecida como Laika tem uma habilidade inegável de criar grandiosas histórias –  e é claro que isso não seria diferente com a divertida animação ParaNorman. O filme traz em um mesmo cenário um grupo de criaturas fantásticas e que até hoje permeiam o imaginário popular, e sim zumbis, fantasmas e bruxas. A trama gira em torno do jovem médium Norman Babcock, que se torna o único que pode salvar a condenável cidadezinha de Blithe Hollow de perecer nas garras da temida bruxa Aggie Prenderghatst.

FRANKENWEENIE (2012)

Onde assistir: Disney+

Victor adora fazer filmes caseiros de terror, quase sempre estrelados por seu cachorro Sparky. Quando o cão morre atropelado, o garoto fica triste e inconformado. Inspirado por uma aula de ciências que teve na escola, onde um professor mostra ser possível estimular os movimentos através da eletricidade, ele constrói uma máquina que permita reviver Sparky. O experimento dá certo, mas o que Victor não esperava era que seu melhor amigo voltasse com hábitos um pouco diferentes.

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Onde assistir: Google Play

Kubo tem uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

A FAMÍLIA ADDAMS (2019)

Onde assistir: NOW

A família Addams se prepara para a visita de parentes ainda mais assustadores, mas a sombria personalidade da TV local Margaux Needler aparece para fazer uma fortuna vendendo todas as casas do bairro. Como resultado, os dias de maldade da mansão no topo da colina, que Margaux despreza, parece ter seus dias contados.

Dafne Keen é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Star Wars: O Acólito’; Confira!

EW divulgou com exclusividade novas imagens oficiais de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho no Disney+.

As fotos dão destaque a Jecki Lon, jovem padawan interpretada por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘Star Trek: Lower Decks’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha clipe INÉDITO; Confira!

Paramount+ divulgou um clipe inédito da 5ª e última temporada da elogiada série animada ‘Star Trek: Lower Decks’.

O ciclo de encerramento tem estreia agendada para o dia 24 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na Paramount+.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty’).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’ ganha cartaz; Trailer será lançado HOJE!

Prime Video divulgou um novo cartaz oficial da 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘.

O trailer será lançado hoje, 12 de fevereiro, às 13h (horário de Brasília).

O próximo ciclo está programado para no dia 13 de março.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no Youtube:

rodadotempo

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Crítica em Vídeo | ‘Superman’ traz James Gunn em seu melhor e abre o DCU de forma GLORIOSA

‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU) nos cinemas, já está em cartaz nos cinemas nacionais – e traz David Corenswet como o icônico Homem de Aço e Rachel Brosnahan como Lois Lane.

Agora, nosso jornalista e crítico Thiago Nolla traz a vocês a crítica em vídeo do longa-metragem.

Confira:

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Estrelado por Timothée Chalamet, ‘Marty Supreme’ conquista OITO indicações ao Critics Choice Awards 2026

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, é um dos favoritos para a próxima temporada de premiações – e foi indicado a nada menos que oito categorias do Critics Choice Awards 2026.

O longa disputa pela vitória em categorias como Melhor FilmeMelhor Direção para Josh SafdieMelhor Ator para Chalamet.

Os vencedores serão revelados no dia 4 de janeiro.

‘Marty Supreme’ conquistou uma aprovação expressiva no Rotten Tomatoes, alcançando 95% de aprovação com base em 62 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram o longa, destacando o roteiro e a impressionante habilidade de atuação de Timothée Chalamet.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Marty Supreme é tão fresco, divertido e emocionante de assistir quanto seu protagonista. Vale a pena ser bombardeado por produtos e por gigantescas cabeças laranjas”, disse Caryn James da BBC.

“Talvez a verdadeira revelação em atuação aqui seja O’Leary, o “tubarão mau” do Shark Tank, que é um dos muitos talentos não atores que Safdie gosta de incluir em seus elencos. Ele acerta em cheio e está perfeito como o empresário que poderia ser o anjo de Marty”, disse Pete Hammond do Deadline .

“Na performance definidora de sua ainda crescente carreira, Timothée Chalamet, também conhecido como ‘Marty Supreme’, faz você querer acreditar nesse personagem instantaneamente icônico também… mesmo que, às vezes, você também tenha vontade de estrangulá-lo”, disse Peter Debruge da Variety.

“Como um retrato cinético de uma vida em constante movimento, Marty Supreme é um deslumbre”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Mesmo que Josh Safdie esteja atuando dentro de seus pontos fortes com Marty Supreme, com intensidade, escalada e um protagonista que habita uma área profundamente cinzenta, este ainda é um dos filmes mais empolgantes e envolventes que você verá este ano”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Chalamet torna uma das performances mais colossais do cinema no século 21 tão natural quanto uma bandeja no basquete”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Um roteiro de Safdie e Ronald Bronstein transforma a história real do jogador de tênis de mesa Marty Reisman em um filme esportivo dos anos 1980, inspirado na fábula grega de Ícaro”, disse Todd Gilchrist do Screen Rant.

“Timothée Chalamet entrega o tipo de performance magnética sobre a qual as pessoas vão falar por anos em Marty Supreme, facilmente um dos melhores filmes de 2025”, disse Andrew J. Salazar da Discussing Film.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Crítica | Tove Lo abre nova era com a vibrante melancolia musical de “I’m Your Girl, Right?”

A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas narrativas que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração.

De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há treze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que inclui os ótimos ‘Lady Wood’ e ‘Sunshine Kitty’. Em 2022, a artista lançou seu último compilado de originais até agora, ‘Dirt Femme’, apostando em construções de dance-pop que se mantiveram fiéis à identidade explorada desde seu surgimento na indústria. Quatro anos mais tarde, Tove Lo caminha para um de seus projetos mais ambiciosos com ‘Estrus’, que será lançado nas principais plataformas de streaming em 18 de setembro.

Recentemente, a cantora e compositora nos ofereceu o primeiro gostinho de seu sexto compilado de originais com o lead single “I’m Your Girl, Right?”, que inclusive veio acompanhado de um ótimo videoclipe oficial. Aqui, é notável como a performer volta a explorar os estilos que já explorou diversas vezes, mas apostando fichas em uma investida testamentária, por assim dizer, de tudo o que vem entregando em sua expressiva discografia. Não é surpresa, pois, que tenhamos o encontro entre o EDM e do pop alternativo com pulsões sintetizadas e quase robóticas do house e do Eurodance, explodindo em um encontro de gerações e de décadas cujo único pecado é durar menos de três minutos.

A questão “testamentária” da faixa vem de diversas maneiras, desde a temática romântica que Tove Lo esquadrinhou em outras incursões, até a composição hedonista e pronta para as pistas de dança. A artista, dessa forma, aposta fichas em um escapismo sonoro que nos arremessa de volta para os anos 80 e 90, exaltando o cenário da música eletrônica que nomes como Denniz Pop e Frank Farian ajudaram a modelar e a popularizar na Europa, exportando arquétipos que, como bem podemos ver no lead single, permanecem vivos na memória de gerações de artistas contemporâneos.

Responsável também pela produção ao lado de Ludvig Söderberg e A Strut, toda a atmosfera da track é pautada no encontro entre felicidade e angústia, culminando em uma melancolia propositalmente anacrônica que coloca o eu-lírico sob holofotes vibrantes e frenéticos, extensões do uso agressivo de sintetizadores e de ecoantes instrumentos que incluem a bateria e a guitarra, à medida que procura se libertar em meio à incerteza. E, em meio a tantas camadas que Tove Lo nos convida a conhecer, é notável como ela se prepara para uma de suas eras mais ambiciosas – e que tem tudo para ser um grande sucesso.

‘Star Wars’: Hayden Christensen pode retornar à saga em breve

De acordo com o We Got This Covered, a Lucasfilm pretende explorar o espaço entre ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança‘ com uma série do Darth Vader.

No entanto, a série só deve acontecer se o estúdio conseguir convencer Hayden Christensen e James Earl Jones a reprisarem o papel como o icônico vilão.

A informação veio da mesma fonte que revelou o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi e que Robert Pattinson será o novo Batman.

Lembrando que a produção ainda não foi confirmada oficialmente, então considere como rumor.

Até lá, a saga continua com ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, que chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Stargirl’: Próximo episódio ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

A CW divulgou as primeiras imagens oficiais do próximo episódio de ‘Stargirl‘, que vai ao ar em 15 de junho.

Intitulado ‘Hourman & Dr. Mid-Nite‘, o episódio vai acompanhar Courtney (Brec Bassinger) em sua tentativa de recrutar mais membros para a nova formação da Sociedade da Justiça da América.

Confira o teaser e as imagens:

“Enquanto Courtney (Brec Bassinger) busca recrutar mais membros para a Sociedade Americana da Justiça, Pat (Luke Wilson) se encontra um passo mais perto de descobrir quais membros da ISA podem estar em Blue Valley. Enquanto isso, uma busca por Rick (Cameron Gellman) leva Courtney, Yolanda (Yvette Monreal) e Beth (Anjelika Washington) à festa de Halloween de Cindy Burman (Meg DeLacy).”

O episódio é dirigido por David Straiton, a partir de um roteiro assinado por Melissa Carter.

Amy Smart, Trae Romano, Jake Austin Walker, Hunter Sansone e Christopher James Baker também estrelam.

A série foi criada por Geoff JohnsGreg Berlanti.

Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

O elenco conta com Brec Bassinger, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Amy Smart, Luke Wilson e Hunter Sansone.

 

‘The Witcher’: 2ª temporada terá a participação de aclamada personagem da franquia; Confira!

De acordo com o Redanian Intelligence, a 2ª temporada de ‘The Witcher‘ irá introduzir a sacerdotisa Nenneke e o Templo Melitele.

Foi dito que a atriz Julie Barclay (‘Broadchurch’) foi convidada para o papel e deve aparecer no terceiro episódio do novo ciclo.

Para quem não conhece, Nenneke é uma das personagens favoritas dos leitores e é uma figura materna para Geralt de Rivia (Henry Cavill), mas não foi revelado se essa relação entre eles será explorada na adaptação da Netflix.

O portal também diz que os personagens Lola e Jarre também farão parte da trama.

Lola será uma jovem estudante dedicada a se tornar uma sacerdotisa do templo, enquanto Jarre estuda para ocupar o posto de escriba.

Até o momento, não há informações sobre quem irá interpretar a dupla.

Apesar do Redanian Intelligence trazer diversas notícias que se provaram verdadeiras após a estreia da 1ª temporada, ainda não há nada confirmado, então considere como rumor.

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Homem-Aranha 3’: Clipe mostra cenas inéditas da briga entre o herói e o Doutor Estranho; Assista!

Um usuário do Twitter divulgou um trecho de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, revelando canas inéditas da briga entre o herói e o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch).

Na cena, o Mago Supremo usa um portal para pegar o Homem-Aranha (Tom Holland) com sua própria teia e começa a puxá-lo antes de separar seu corpo e sua forma astral.

Assista:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O primeiro trailer quebrou TODOS os recordes e se tornou o mais visto de toda a história no período de 24 horas.

O vídeo teve 355,5 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

Para comemorar, a Sony divulgou um vídeo:

O recorde anterior era do trailer de ‘Vingadores: Ultimato‘, com 289 milhões de visualizações ao longo de seu primeiro dia online.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Batgirl’ pode ser apenas a 1ª de uma onda de cancelamentos da Warner Bros

Após o cancelamento de ‘Batgirl‘, surgiram diversos rumores sobre o que motivou a Warner Bros a tomar uma medida tão drástica, já que as gravações foram finalizadas e estavam em pós-produção.

Apesar de alguns acreditarem que a narrativa do filme não tenha agradado os executivos do estúdio, isso não é verdade.

De acordo com a GQ, foi divulgado que a ideia não foi para frente porque sua escala e orçamento mais modestos não combinam com os planos para futuros filmes da DC Comics, que serão definidos como grandes eventos.

E isso significa que outros projetos de baixo custo que estão em desenvolvimento pelo estúdio podem ser congelados e consequentemente cancelados.

Isso porque a Warner Bros está passando por um período de mudanças e reviravoltas nos bastidores por conta da fusão com a Discovery.

Inclusive, vários executivos de alto nível deixaram a WarnerMedia devido à junção das marcas, incluindo o presidente Jason Kilar e o diretor de conteúdo da HBO Max, Andy Forssell.

A saída de Kilar reflete a intolerância dos executivos às ideias mal planejadas, já que o próprio Kilar admitiu que foi uma péssima estratégia lançar grandes produções no cinema e na HBO Max ao mesmo tempo, como ‘Godzilla vs Kong’ e ‘O Esquadrão Suicida‘.

David Zaslav, o atual CEO da Warner Bros, já planeja dar um fim à HBO MAX e criar uma nova plataforma de streaming.

Mas, até lá, a Warner já está removendo diversos títulos do catálogo da HBO Max e não dará continuidade aos seus projetos originais.

Pelo visto, a atual estratégia de conteúdo do estúdio não envolve gastar grandes somas em recursos diretos para streaming, como era o caso de ‘Batgirl‘, que custou US$ 90 milhões.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

Além de Leslie Grace, o elenco ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume), Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson assina o roteiro, enquanto Adil El Arbi e Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) estavam responsáveis pela direção.

‘The Witcher’: Imagem oficial da 3ª temporada promete surpresas para amanhã; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da série ‘The Witcher‘ divulgou a primeira imagem oficial da 3ª temporada.

A publicação mostra Geral de Rivia (Henry Cavill) abraçando Ciri (Freya Allan) ao lado de Yennefer (Anya Chalotra).

Além disso, a legenda diz:

“Aguente firme. Até amanhã.”

Confira:

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.

Vale lembrar que os próximos episódios chegam à Netflix em 2023.

A série spin-off‘The Witcher: A Origem’, já está disponível na plataforma de streaming.

‘A Origem’ conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.

As Sereias Mais Famosas do Cinema

Hoje estreia nos cinemas de todo o Brasil, o terror russo A Sereia: Lago dos Mortos (confira a crítica abaixo), do mesmo diretor de A Noiva. O filme não apresenta o mais agradável retrato destas criaturas marinhas, metade mulher, metade peixe, já que aqui a sua lenda é levada da forma mais séria e real – o mito das criaturas a têm como uma “encantadora de homens” nos mares, que usa sua cantoria para atrair pescadores e marujos, seduzindo-os e enfeitiçando-os, somente para arrastá-los para o fundo do mar. Ou seja, nada muito romântico e mais próximo a uma maldição. Sendo assim, ponto para o recente terror.

Crítica | A Sereia: Lago dos Mortos – Você se lembra de ‘A Noiva’? Pois é…

No cinema, ao contrário, a maioria das encarnações desta criatura segue uma linha completamente oposta, tratando-as como seres ingênuos, amistosos e prontos para amar. Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar uma nova lista, com as principais sereias da sétima arte. Prepare-se para o mergulho. Vem com a gente.

A Sereia: Lago dos Mortos

Como de costume, este foi o filme que motivou a lista, portanto, é o que a abre. Novo longa dirigido pelo russo Svyatoslav Podgaevskiy e protagonizado por sua musa Viktoriya Agalakova, depois de A Noiva (2017). Na verdade, os dois longas se parecem muito, e apresentam uma família sendo atormentada por uma maldição – sempre trazida por uma figura feminina. Desta vez, a “criatura” habita um lago. Espere muito água.

Splash – Uma Sereia em Minha Vida

Um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde, este filme de 1984 continua a fazer a alegria das novas gerações. Na trama, Daryl Hannah – decolando em sua carreira no auge da forma (aos 24 aninhos) – vive Madison, uma sereia que aparece em Nova York, encantando o protagonista vivido por Tom Hanks. Os dois se apaixonam, mas também são perseguidos. Poucos sabem, mas Splash foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original. Poucos sabem também que o filme teve uma obscura continuação, lançada direto em vídeo em 1988, sem as presenças de Hannah e Hanks, obviamente. Outra curiosidade é o remake indiano, lançado em 1991, que se tornou um fiasco por lá.

A Pequena Sereia

Esta animação de 1989 serviu para colocar a Disney numa nova fase em seus filmes do gênero. O longa marca o retorno de histórias protagonizadas por humanos (mesmo que com criaturas fantásticas e bichos falantes), depois de uma longa fase tendo animais como protagonistas. Depois dele, vieram A Bela e a Fera (1991), Aladdin (1992) e Pocahontas (1995). Na trama, a princesa submarina Ariel sonha em se tornar humana. É dito que seu visual (de cabelos ruivos) foi criado para diferenciá-la da sereia de Splash. O filme venceu o Oscar de melhor canção (‘Under the Sea’) e trilha sonora, e foi indicado para outra canção (‘Kiss the Girl’). A Pequena Sereia teve duas continuações lançadas direto em vídeo (2000 e 2008) e gerou uma série animada no rastro do filme, que durou de 1992 a 1994. Um filme pouco falado, em live action, com a icônica Shirley MacLaine, foi lançado em 2018, e uma produção da própria Disney – da leva com atores reais – sobre a história está sendo trabalhada, com Rob Marshall (O Retorno de Mary Poppins) na direção.

Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas

Tudo começou em 2003, com o fenômeno surpresa que foi o primeiro filme. Depois, duas continuações foram filmadas simultaneamente e lançadas no mesmo ano de 2007. É claro que a Disney não iria deixar de lado uma grande fonte de renda como esta franquia, assim, a volta do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) foi orquestrada quatro anos depois. E como tem tudo a ver com este universo, parte da trama se centra em encontrar lágrimas de sereias – criaturas tratadas de forma ameaçadora no longa. No entanto, nossa protagonista está mais para os itens acima, e é uma criatura pacífica e ingênua, que só quer ser deixada em paz. Interpretada pela espanhola Astrid Bergès-Frisbey, esta sereia se apaixona pelo clérigo Philip (Sam Claflin) – criando assim um dos casais mais inusitados do cinema (e que merecia trama própria num filme).

Aquamarine

E se a geração dos anos 1980 teve Splash e A Pequena Sereia como formas de entretenimento na infância, os milênios ganharam Aquamarine, produção de 2006. É fácil perceber quem se deu bem nessa. Este longa consegue ser mais infantil que a animação da Disney, mesmo sendo live-action. Na trama, que ressalta a amizade entre adolescentes, duas amigas (Emma Roberts e a sumida cantora JoJo – não é a Todynho) encontram uma sereia na piscina. Assim, a dupla decide fingir que a criatura é somente mais uma de suas amigas, encobrindo a cada guinada seu comportamento social errático – já que não está familiarizada com nosso mundo. Aqui, a sereia é interpretada pela carismática e subestimada Sara Paxton.

As Travessuras de uma Sereia

Este é o filme mais inusitado da lista a apresentar uma sereia. Trata-se de uma produção asiática, saída da China, que se resume em pura insanidade. É só assistir ao trailer, e perceber a riqueza do visual (fotografia, direção de arte e efeitos), que trata a criatura marinha de uma forma nunca apresentada antes no cinema. E embora esta produção de 2016 não seja muito conhecida para os brasileiros (atualmente parte do acervo da Netflix), o filme conquistou um feito histórico, já que em seu respectivo ano de lançamento, esteve em 14ª posição dos longas mais rentáveis do mundo – desbancando inúmeras produções hollywoodianas (como X-Men: Apocalypse, Kung Fu Panda 3, Warcraft e Independence Day: O Ressurgimento), com mais de US$550 milhões em caixa. Não por acaso, o filme é dirigido por Stephen Chow, o grande nome do cinema blockbuster da China, conseguindo emplacar inclusive em outros mercados – que tem no currículo obras como Kung-Fu Futebol Clube (2001) e Kung-Fusão (2004). Se você curte a mitologia em torno das sereias, esta é uma produção imperdível.

Ele e a Sereia

Produções em torno do mito da sereia não são novidade. Esta obra chega para provar, sendo um dos maiores clássicos a utilizar o tema. Aqui, neste filme de 1948, um homem encontra e se apaixona por uma sereia. A trama remete ao icônico O Pecado Mora ao Lado (1955), com Marilyn Monroe, já que como na comédia, aqui o sujeito casado (vivido por William Powell) está de férias no Caribe com a esposa – quando cai em tentação, desta vez com uma criatura mitológica.  A intérprete da criatura é Ann Blyth. E o ano de 1948 parece ter sido atingido pela febre das sereias, já que também foi lançado Miranda, a Sereia – com tramas bem parecidas. Em Miranda, um homem casado descobre uma sereia e acaba atendendo seu pedido para levá-la a Londres.

A Atração

Outro item muito diferente na lista e uma obra indispensável. Trata-se de uma produção polonesa que mistura musical e terror, claro, tudo banhado na mitologia das sereias. Cult por natureza, A Atração conta a história de duas irmãs sereias, que são adotadas e passam a viver num cabaré. Enquanto Silver (Marta Mazurek) se encanta com o mundo dos homens e procura o amor e a paixão, Golden (Michalina Olszanska) não consegue controlar seu desejo por sangue e carne, humana de preferência. A produção de 2015 é dirigida pela cineasta Agnieszka Smoczynska, e foi exibido no Festival de Sundance 2016.

Bônus

Aquaman

Calma, antes que algum fã tire as calças pela cabeça. Sabemos que Jason Momoa é a “musa” da Liga da Justiça (2017), com suas jogadas de cabelo para trás, e embora o grandalhão também seja metade peixe, deixamos o cargo de sereia neste filme para outra pessoa. Mera, papel de Amber Heard, é praticamente a encarnação badass de Ariel da Disney. Ruiva, independente e com tons de verde em seu figurino, esta “mulher-peixe” é pura adrenalina e não espera ser resgatada por nenhum príncipe. Ao contrário, é ela quem segura na mão do sujeito e o conduz por sua jornada. Mera facilmente se torna uma heroína que queremos ver de novo nos próximos longas da DC.

‘Dezesseis Luas’, ‘A Hospedeira’ e as Fantasias/Ficções Juvenis Baseadas em Livros que Floparam!

Buscando um novo sucesso para chamar de seu, os estúdios de Hollywood costumam seguir certas tendências acreditando que irão se tornar receita. Após fenômenos culturais como as franquias ‘Harry Potter’, ‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’, no início dos anos 2010 essa tendência era as adaptações de livros infanto-juvenis de fantasia e ficção científica, nos EUA conhecidos como ‘Young Adult novels’. O que essas três franquias têm em comum é que são todas baseadas em livros de enorme sucesso, que ficaram ainda mais populares com o lançamento de seus filmes.

Mas nem todos conseguem virar ouro, e para cada tiro no alvo, precisamos ter outros tantos que dão com os burros n’água. São justamente esses filmes que visavam ser o novo ‘Harry Potter’, o novo ‘Crepúsculo’ ou o novo ‘Jogos Vorazes’, mas que terminaram caindo na obscuridade, o tópico dessa nova matéria. Aqui iremos lembrar de filmes de fantasia e aventura adolescente baseados em livros de sucesso, que não conseguiram emplacar como deveriam nas telonas, deixando o sonho de se tornar uma franquia escoar pelo ralo. Confira abaixo.

Os Instrumentos Mortais

mortal cinepop
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Com o subtítulo ‘Cidade dos Ossos’, esse era para ter sido o primeiro capítulo de uma série de cinco filmes, repetindo o número de livros que compõem a série literária. Baseado no texto de Cassandra Clare, a história mistura ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’, trazendo Lily Collins como Clary, uma adolescente que se descobre “a escolhida” em uma guerra de seres mitológicos e começa um romance com um rapaz que é meio homem e meio anjo (papel de Jamie Campbell Bower – o Vecna de ‘Stranger Things’). Os produtores já corriam para filmar o segundo longa, quando o estúdio voltou atrás devido ao resultado deste primeiro, de 2013. Assim ‘City of Ashes’, ‘City of Glass’, ‘City of Souls’ e ‘City of Heavenly Fire’ jamais ganhariam os cinemas. Para a sorte da autora a Netflix resolveu dar uma chance e transformou a ideia na série ‘Shadowhunters – Caçadores de Sombras’, que durou 3 temporadas, de 2016 a 2019.

Dezesseis Luas

dezesseis cinepop
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Esse aqui é totalmente um clone de ‘Crepúsculo’, troque apenas uma adolescente humana se apaixonando por um vampiro e coloque um rapaz humano se apaixonando por uma jovem descendente de uma linhagem de poderosas bruxas na Carolina do Sul, nos EUA. Novamente a ideia aqui é baseada em uma série de livros, escritos pelas amigas Margaret Stohl e Kami Garcia, que ainda continha os exemplares ‘Dezessete Luas’ (Beautiful Darkness), ‘Dezoito Luas’ (Beautiful Chaos), ‘Dezenove Luas’ (Beautiful Redemption) e ‘Sonho Perigoso’ (Dangerous Dream). Apesar de um elenco de apoio de nomes como Viola Davis, Jeremy Irons, Emma Thompson, Emmy Rossum e os protagonistas Alice Englert e Alden Ehrenreich, o filme (também de 2013) não caiu no gosto de seu público-alvo.

Eu Sou o Número Quatro

quatro cinepop
quatro cinepop

Agora voltamos para a adaptação mais antiga da lista, esta datando de 2011. ‘Eu Sou o Número Quatro’ fala sobre alienígenas vivendo na Terra para fugir de uma guerra interplanetária, disfarçados de adolescentes, tentando levar uma vida normal. Baseado nos livros de Pittacus Lore, o pseudônimo da dupla James Frey e Jobie Hughes, o filme é protagonizado por Alex Pettyfer, Dianna Agron e Teresa Palmer (trio que até tentou, mas nunca chegou ao estrelato), com apoio de Timothy Olyphant. O desempenho nas bilheterias abaixo do esperado, colocou fim nas chances de vermos nas telonas ‘O Poder dos Seis’, ‘A Ascensão dos Nove’, ‘A Queda dos Cinco’, ‘A Vingança dos Sete’, ‘O Destino da Número Dez’ e ‘Unidos Somos Um’, as seis continuações literárias.

Meu Namorado é um Zumbi

zumbi cinepop
zumbi cinepop

Olha a Teresa Palmer aqui outra vez em mais uma tentativa de emplacar um livro infanto-juvenil no cinema e transforma-lo em uma franquia, sem sucesso. Em seu começo de carreira, todos apontavam a semelhança física entre Palmer e Kristen Stewart, mas o que a primeira nunca teve foi um sucesso estrondoso como ‘Crepúsculo’ para chamar de seu. Mas a moça tentou, essa aqui foi a investida mais descarada. ‘Meu Namorado é um Zumbi’ também é todo ‘Crepúsculo’, com o pano de fundo de um apocalipse de mortos-vivos e apostando um pouco mais na comédia.

A diferença, é claro, foi trocar vampiros e lobisomens pelas lentas criaturas comedoras de cérebro humano. Quem vive o principal desses mortos que caminham é Nicholas Hoult, que inicia um romance com uma humana (Palmer). Temos até mesmo o apoio de John Malkovich no elenco. O que o autor Isaac Marion não podia contar é que sua série ficaria capenga, sem as adaptação do livro prequel ‘The New Hunger’ e das sequências ‘The Burning World’ e ‘The Living’.

Ender’s Game

endersgame cinepop
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Com o subtítulo de ‘O Jogo do Exterminador’, esse é um filme de YA diferente, pois é uma ficção científica passada no futuro e no espaço, onde adolescentes são treinados para uma guerra interplanetária com uma raça alienígena – e de certa forma lembra mais o clássico oitentista ‘O Último Guerreiro das Estrelas’. Quem protagoniza é o jovem sumido Asa Butterfield e você acredita que no elenco temos Harrison Ford dando apoio? Mas não apenas ele, pois Viola Davis também aparece aqui, assim como Ben Kingsley, Hailee Steinfeld e Abigail Breslin. Escrito por Orson Scott Card, a série literária ainda continha as continuações ‘Speaker for the Dead’, ‘Xenocide’, ‘Children of the Mind’ e ‘Ender in Exile’ que nunca foram feitos em filme.

A Hospedeira

hospedeira cinepop
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Sem dúvida, o ano de 2013 foi o mais frutífero para as adaptações YA no cinema. Pena que quase todas elas foram detonadas pelos críticos e o público não ligou muito para fazer delas um sucesso. Esse foi o mesmo ano do segundo ‘Jogos Vorazes’, que roubava toda a atenção. Só na lista já tivemos ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘Dezesseis Luas’, ‘Meu Namorado é um Zumbi’ e ‘Ender’s Game’, todos de 2013. Agora chega ainda mais uma adaptação de YA do mesmo ano. E uma bem curiosa.

Para começar, esse é um livro da mesma autora de ‘Crepúsculo’, Stephenie Meyer. Por aqui nada da vampiros e lobisomens, no entanto, e sim uma raça alienígena parasita, que invade o corpo de seu hospedeiro e passa a dominá-lo. A protagonista é Saoirse Ronan. ‘A Hospedeira’ teve apenas um filme, mas isso é porque um único livro também foi lançado, apesar de Meyer ter prometido uma trilogia. O que faz pensar que a autora queria o cinema como mídia para suas histórias, após o fracasso do primeiro, até desistiu de continuar a saga.

Academia de Vampiros

vampiro cinepop
vampiro cinepop

Por falar nos vampiros apaixonados de ‘Crepúsculo’, outra escritora resolveu dar uma olhada diferente nas criaturas das trevas em ‘Academia de Vampiros’, uma visão meio ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ com caninos afiados. Quem estrela é Zoey Deutch, e o elenco conta ainda com Gabriel Byrne e Olga Kurylenko. Assim como a série ‘Wandinha’, aqui temos uma escola inusitada, cujos estudantes são criaturas mitológicas. No caso, os estudantes são todos vampiros, e assim como em Harry Potter estão aprendendo a usar seus dons. A responsável pela história é Richelle Mead. Mas a verdade é que essa narrativa continuava por mais cinco livros: ‘Sangue e Gelo’, ‘Tocada Pelas Sombras’, ‘Promessa de Sangue’, ‘Laços de Espírito’ e ‘Último Sacrifício’. Assim como ‘Os Instrumentos Mortais’, a ideia foi resgatada em uma série de TV – essa, porém, durou apenas uma temporada.

O Doador de Memórias

doador cinepop
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Essa talvez seja a melhor adaptação de um livro YA de fantasia para o cinema destes que não deram certo. Baseado no livro de Lois Lowry, esse era o projeto dos sonhos do veterano Jeff Bridges, fã do texto, em levar a obra para os cinemas. Bridges também participa do longa e trouxe inclusive a amiga Meryl Streep para o filme. Isso que é elenco de apoio de peso! A trama mistura ‘O Show de Truman’ e ‘A Vida em Preto e Branco’, mostrando uma realidade futurista distópica, em que uma utopia é tentada sem sucesso, onde as pessoas são proibidas de terem sentimentos. Apesar dos elogios da crítica, o longa também não continuou suas histórias, não conseguindo se tornar uma franquia, mesmo que suas sequências tenham sido escritas em ‘A Escolhida’, ‘O Mensageiro’ e ‘O Filho’.

A 5ª Onda

onda cinepop
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O mais recente dos filmes baseados em livros YA de fantasia da lista foi lançado em 2016. Hoje realmente o gênero parece ter perdido a força e o que vemos são reedições de sucessos passados, como o novo ‘Jogos Vorazes’. Esse aqui é estrelado por Chloe Grace Moretz, e traz Maria Bello, Liev Schreiber e Maika Monroe como coadjuvantes. A trama apresenta um ataque alienígena na Terra que deixa o mundo à beira do colapso. Acompanhamos tudo através dos olhos da protagonista, a jovem Cassie (Moretz). O autor Rick Yancey também trabalhou numa série literária, composta pelas sequências ‘O Mar Infinito’ e ‘A Última Estrela’, formando uma trilogia. Mas como sabemos, no cinema não teve nada disso.

Divergente

divergente cinepop
divergente cinepop

Finalizando como uma espécie de bônus temos ainda um outro caso diferente e único. Como dito, depois de ‘Harry Potter’, ‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’, quase todos os filmes baseados em livros YA se tornaram fracasso e não conseguiram levantar mais de uma história no cinema. Bem, mas existem os casos raros de dois em 2014 que conseguiram, mesmo que aos trancos e barrancos. O primeiro foi ‘Maze Runner’, que lançou dois exemplares seguidos nos cinemas, mas devido a um acidente quase fatal com o protagonista Dylan O’Brien, adiaram o terceiro para 2018 (sem saber ao certo se sairia, mas conseguindo terminar a trilogia).

O segundo foi ‘Divergente’, que também estreou em 2014, baseado no romance de Veronica Roth. E bem, mesmo sem o sucesso esperado foi lançando um filme por ano até 2016, até os produtores ficarem gananciosos e decidirem dividir o último filme em dois, assim como ocorreu nas franquias de sucesso citadas. O problema é que ‘Divergente’ não ia tão bem das pernas, e nem mesmo a presença da estrela Shailene Woodley protagonizando fez essa saga receber um final nas telonas – assim, os fãs até hoje ficaram sem uma conclusão para essa franquia.

5 Motivos que nos levam a acreditar que Kristen Stewart GANHARÁ um Oscar em breve

Mesclando blockbusters com filmes independentes, Kristen Stewart é uma atriz em grande desenvolvimento que só melhora em cada nova produção que faz parte. Ao longo de sua carreira a artista teve papéis emblemáticos, como o de Bella Swan na Saga Crepúsculo, e atuações contestáveis em outros filmes dessa jovem atriz que já foi a artista de cinema mais bem paga do mundo no ano de 2012.

Abaixo, vamos tentar provar para você leitor (a) alguns motivos que nos levam a acreditar que ela será uma vencedora do Oscar muito em breve:

 

Dedicação desde os primeiros anos

Filha de um produtor de televisão e uma supervisora ​​de roteiro e cineasta, Kristen Stewart cresceu no Vale de San Fernando, em Los Angeles. Ela se apaixonou por cinema desde muito cedo, aproveitando as ótimas referências que tinha dos pais que de alguma forma já estavam próximos da indústria cinematográfica. Assim, ainda na escola, ela começou a frequentar cursos de interpretação e deu o start em sua carreira aos oito anos, depois que um agente a viu atuar na peça de Natal de sua escola primária. Aos 12 anos, conseguiu seu primeiro grande papel de destaque no longa-metragem dirigido por David Fincher, O Quarto do Pânico.

 

Já teve um grande sucesso na carreira

Em 2008 ela faria uma saga que a colocaria entre os nomes mais badalados da indústria cinematográfica, por seu papel como Bella Swan na série de filmes da Saga Crepúsculo, Kristen Stewart alcançou o estrelato e um público fiel que a segue até hoje.

 

A busca por desafiantes projetos

Depois de Crepúsculo, Kristen Stewart buscou papéis desafiadores, alguns independentes, para seu futuro, entrando em produções como: Marcados Pela Guerra (2014) onde interpreta uma jovem decide se alistar no exército, na esperança de ser mandada para o Iraque, onde entraria em contato com uma nova cultura; Acima das Nuvens (2014) onde contracena com com Juliette Binoche e dirigida pelo aclamado cineasta Olivier Assayas, papel que lhe rendeu um César (Oscar Francês) de Atriz Coadjuvante; Trabalhou com Woody Allen em Café Society em 2016. Assim, foi trilhando uma trajetória de cada vez mais projetos interessantes.

 

Já trabalhou com excelentes cineastas

Além dos já citados Olivier Assayas, Woody Allen e David Fincher, Kristen trabalhou com o vencedor do Oscar Ang Lee no filme A Longa Caminhada de Billy Lynn (2016), com a cineasta Kelly Reichardt (diretora do aclamado First Cow – A Primeira Vaca da América) no filme Certas Mulheres (2016) e com o brasileiro Walter Salles no filme Na Estrada (On the Road). Seu próximo filme, Crimes of the Future, que ainda está em fase de pós-produção, vai trabalhar com o cineasta canadense David Cronenberg.

 

Sua atuação em Spencer

Quando foi anunciada como intérprete da Princesa Diana no filme Spencer, Stewart já sabia que esse poderia ser o papel de sua vida. Dirigido pelo cineasta chileno Pablo Larraín, com roteiro escrito por Steven Knight (roteirista de Peaky Blidners), o filme, que estreia no brasil dia 27 de janeiro, está sendo aclamado por onde passa com inúmeros elogios à atuação de Kristen Stewart. Esse filme deve lhe render sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz com chances até de levar o prêmio.

De ZUMBIS a FERAS MORTAIS: 10 FILMES TENSOS de sobrevivência extrema!

A luta pela sobrevivência é um tema recorrente no audiovisual. A questão que sempre se impõe é como criar um recorte desse universo por meio de uma narrativa que realmente cause o máximo de tensão. De Zumbi a feras mortais, passando pelo perigo do alto-mar e por vampiros sedentos por sangue, separamos abaixo alguns filmes que estão envolvidos nesse tema da sobrevivência:

 

Invasão Zumbi (Netflix)

Na trama, conhecemos o analista financeiro Seok Woo (Yoo Gong), um homem que vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre de uma Coreia do Sul em desenvolvimento. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem rumo ao encontro com a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo, pois, quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis. Assim, uma grande luta pela sobrevivência começa, não só no mundo lá fora, mas dentro de cada vagão do trem onde estão.

 

40 Acres (Netflix)

Hailey (Danielle Deadwyler) é uma ex-militar do exército que volta para casa e, pouco tempo depois, uma pandemia fúngica dizima a biosfera animal, instaurando no planeta uma guerra civil por sobrevivência. Ela forma uma família ao lado de Galen (Michael Greyeyes), seu filho Manny (Kataem O’Connor) e outras três adolescentes, criando uma pequena comunidade que vive em uma enorme fazenda e se organiza em tarefas com alta disciplina. Quando a paz do lugar é quebrada por um grupo de canibais impiedosos, tem início um confronto sangrento.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

 

Pecadores (HBO MAX)

Dois irmãos gêmeos retornam à cidade natal na tentativa de escapar de um passado ligado à máfia de Chicago, mas logo se veem de frente com forças aterrorizantes.

 

O Ônibus Perdido (Apple Tv)

Kevin (Matthew McConaughey) é um motorista de ônibus escolar, perto dos 40 anos, que voltou para a cidade onde nasceu e tenta se entender com o único filho. Um dia, após um incêndio florestal com alta taxa de propagação, ele fica com a missão de resgatar um grupo de crianças e a professora Mary (America Ferrera), no colégio onde estavam.

 

Vidas à Deriva (Diamond Films+)

Na trama, conhecemos a nômade, corajosa e adepta da meditação Tami (Shailene Woodley), uma jovem norte-americana que viaja sem rumo buscando encontrar sua felicidade pelos lugares que busca explorar. Certo dia, já trabalhando com barcos, conhece o velejador Richard (Sam Claflin) e logo os pombinhos se apaixonam perdidamente. Assim, entre uma viagem e outra no barco de Richard, recebem uma proposta de levar um barco por um percurso em alto mar, onde uma inesperada tempestade vai de encontro ao casal. Lutando pela sobrevivência, Tami precisará usar toda sua força e coragem para buscar soluções para o casal, completamente perdidos no meio do oceano.

 

O Último Respiro (Prime Video)

Lançado em 2025, o filme retrata os momentos de tensão vividos por uma equipe de mergulhadores que, após um grave acidente com um dos membros, precisa encontrar soluções urgentes para realizar o resgate.

 

Herege (Prime Video)

Na trama, conhecemos Irmã Paxton e a Irmã Barnes, duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed, um pesquisador pra lá de maluco que as envolve em uma espécie de jogo macabro.

 

I am a Hero

Hideo Suzuki (Yô Ôizumi) é um desenhista de mangás, de classe média baixa, que vem enfrentando problemas financeiros e nunca consegue ser reconhecido e alcançar seu maior sonho: ter um mangá de própria autoria lançado. Certo dia, percebe que a cidade onde vive entrou em colapso por conta de uma infecção generalizada, transformando os infectados em zumbis com consciência apenas de um curto passado que viveram. Lutando contra o caos na humanidade, Hideo precisará fugir da covardia que o persegue e enfrentar o mundo – caso queira sobreviver.

 

O Túnel (Adrenalina Pura)

Exibido no Festival de Locarno anos atrás, O Túnel (Teo-neol) conta a história de um trabalhador chamado Jung-soo (Jung-woo Ha), que, voltando para casa em seu carro, acaba ficando entre escombros quando atravessava um túnel na Coreia do sul. Restando pouca bateria, consegue pedir socorro e uma equipe de salvamento tentará fazer de tudo para retirá-lo com vida dessa situação extremamente difícil.

 

Predadores Assassinos (Paramount Plus)

A atleta de natação Haley (Kaya Scodelario) é uma jovem que vive distante de seu pai, por conta de alguns conflitos no passado. Certo dia, após ser avisada que sua cidade está em estado de atenção por conta de um furacão, a protagonista resolve ir até a casa de seu pai para resgatá-lo. Chegando lá, acaba ficando presa no lugar, com água para todo lado e enormes crocodilos rondando a vizinhança.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Principais personagens ganham destaque em imagens inéditas da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ chega este ao catálogo da Prime Video no dia 29 de agosto.

E a plataforma de streaming compartilhou imagens inéditas, destacando os principais personagens, como Galadriel (Morfydd Clark).

Confira e relembre o trailer:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Superman – O Legado’: James Gunn confirma IDADE do herói no filme

James Gunn, diretor e roteirista de ‘Superman: O Legado’, compartilhou um detalhe interessante sobre a idade do icônico herói.

Em resposta a uma publicação no BlueSky, Gunn confirmou que Clark terá a mesma idade do ator David Corenswet. Para quem não sabe, Corenswet completará 30 anos neste sábado, dia 8 de julho.

Essa informação representa uma mudança em relação ao filme ‘O Homem de Aço‘, onde Henry Cavill tinha 28 anos durante a produção, mas sua versão do personagem foi introduzida ao Universo Estendido da DC com 33 anos.

Confira:

Por falar nisso, Gunn confirmou também que já está trabalhando na trilha sonora do aguardado filme.

“Tenho mais que uma ideia, nós estamos, como de costume, já desenvolvendo partituras, e trilhando um caminho único”, revelou Gunn ao responder um usuário.

Apesar de ainda não haver uma confirmação oficial sobre o compositor responsável pela trilha, especula-se que seja John Murphy, que já trabalhou com Gunn recentemente em filmes como ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘.

Lembrando que o novo filme terá também conta com Rachel Brosnahan como Lois Lane. Nas redes sociais, os fãs dos personagens estão comemorando o anúncio da dupla no filme escrito e dirigido por James Gunn.

Além de comemorarem a escolha devido aos currículos de Corenswet e Brosnahan, os internautas já estão morrendo de ansiedade para ver a performance dos astros como o famoso casal dos quadrinhos.

Confira as reações:

Agora que os papéis principais já foram preenchidos, James Gunn deve focar seus esforços para encontrar o novo Lex Luthor.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o papel alegadamente está sendo disputado pelos irmãos Alexander Skarsgard (‘O Homem do Norte’) e Bill Skarsgard (‘John Wick 4: Baba Yaga’).

Anteriormente, havia sido reportado que Hoult estava entre os possíveis candidatos, antes de acabar testando para dar vida ao herói titular. Ainda não se sabe, no entanto, se o ator voltará à disputa para interpretar o vilão.

Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.

‘Crepúsculo’: Taylor Lautner deixa CONSELHO para intérprete de Jacob Black no remake

O ator Taylor Lautner, conhecido por interpretar Jacob Black em ‘Crepúsculo’, compartilhou alguns conselhos para as futuras estrelas que possam interpretar o personagem em um possível reboot da saga.

Durante uma entrevista ao Collider, Lautner aconselhou o próximo Jacob Black à “aproveitar o momento”. Ele explicou: “Quero dizer, obviamente haverá muito interesse por trás disso. A base de fãs ainda está definitivamente presente e ativa, então será uma jornada intensa para quem estiver envolvido. Eu diria para aproveitar cada aspecto, os altos e baixos, porque num piscar de olhos, eu estou pensando, ‘Nossa, nosso último filme foi há 12 anos.’ É uma loucura. Sempre desejei poder voltar no tempo e reviver algumas dessas experiências e apenas viver o momento. Então, meu conselho seria realmente aproveitar o momento.”

Vale lembrar que a saga de livros ‘Crepúsculo’ vai ganhar uma adaptação televisiva, de acordo com o site The Hollywood Reporter.

A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.

Segundo fontes, a Lionsgate, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de ‘Crepúsculo’ será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.

Enquanto isso, relembre o trailer de ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’, último filme da franquia.

Leigh Whannell revela qual o próximo monstro que deseja adaptar após ‘Lobisomem’

Leigh Whannell, cineasta responsável pelo sucesso da Blumhouse com ‘O Homem Invisível’ e que em breve lançará seu novo longa, ‘Lobisomem’, falou recentemente sobre qual próximo monstro gostaria de adaptar.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Whannell revelou: “Eu sempre pensei em Jekyll e Hyde”, explicou Whannell, referindo-se ao médico e ao monstro.

Ele acrescentou: “Esse livro, quando eu era criança, realmente me assustou; o conceito dele me marcou. De todos os monstros, esse foi o que mais me impressionou. Há algo fascinante na ideia de que o herói e o vilão são a mesma pessoa. Eu acredito que poderia ser uma versão moderna muito interessante de Jekyll e Hyde. Não sei exatamente como seria”.

‘Lobisomem’ está em desenvolvimento desde 2014, quando fazia parte de um plano para criar um universo compartilhado de filmes de monstros da Universal. O fracasso de ‘A Múmia’, estrelada por Tom Cruise, esfriou o interesse da Universal, mas Whannell revitalizou a ideia com o sucesso de ‘O Homem Invisível’ em 2020.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

‘O Lobisomem’ estreia dia 17 de janeiro de 2025.

‘Star Wars’: Natalie Portman revela se toparia retornar como Padmé Amidala

Natalie Portman, que interpretou Padmé Amidala na aclamada franquia ‘Star Wars’, falou recentemente sobre a saga cinematográfica, revelando se estaria aberta a reprisar seu papel.

Segundo o ComicBook, Portman comentou se seguiria os passos de Ewan McGregor e Hayden Christensen, que retornaram para a galáxia muito, muito distante em produções recentes.

“Ouça, ninguém me perguntou, mas estou aberta a tudo”, disse Portman. “A vida só é divertida se você estiver aberta a todas as possibilidades”.

Portman já havia feito comentários semelhantes no passado, mas até o momento, a Lucasfilm não a procurou para trazê-la de volta.

Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Chadwick Boseman ganhará estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood

O aclamado ator Chadwick Boseman (1976–2020), que conquistou o público mundialmente como o herói Pantera Negra, será homenageado com uma estrela na prestigiada Calçada da Fama de Hollywood.

A homenagem póstuma, concedida pela Câmara de Comércio de Hollywood, ocorrerá no dia 20 de novembro, conforme reportado pela Variety.

Chadwick Boseman, astro de ‘Pantera Negra’, ganhará documentário da produtora de ‘Super/Man’

Chadwick Boseman faleceu tragicamente em agosto de 2020, aos 43 anos, devido a complicações de um câncer colorretal, doença contra a qual lutava em segredo desde 2016. A doença progrediu para o estágio 4, e sua morte ocorreu em casa, cercado pela família.

Boseman deixou um legado notável, sendo uma figura inspiradora dentro e fora das telas. Seu papel mais icônico foi o de Rei T’Challa/Pantera Negra no Universo Cinematográfico Marvel.

Sua filmografia inclui performances aclamadas em: ’42 – A História de uma Lenda’, ‘James Brown’, ‘Crime Sem Saída’ e ‘A Voz Suprema do Blues’, trabalho pelo qual recebeu uma indicação póstuma ao Oscar de Melhor Ator.

Robert Downey Jr. critica tese de que os INFLUENCIADORES são as “estrelas do futuro”: “Completa besteira”

O astro Robert Downey Jr. manifestou-se recentemente sobre a crescente ideia de que os influenciadores digitais ocuparão o posto de novos ícones do entretenimento. Em tom crítico, o ator classificou essa visão como “uma completa besteira”.

Conforme à Variety, o vencedor do Oscar afirmou que, no cenário atual, “as pessoas conseguem criar celebridade sem fazer praticamente nada além de apontar o celular para si mesmas”.

“Não vejo isso necessariamente como algo negativo. Só acho que o desafio da individualidade está ficando ainda maior”, ponderou o intérprete do ‘Homem de Ferro’.

Downey Jr. também refletiu sobre o impacto desse fenômeno entre as novas gerações e expressou o desejo de ver jovens mais interessados na construção de habilidades concretas do que na busca por curtidas.

“Espero que uma parte maior da juventude, vamos chamar de América, por questão de localização, diga: ‘Isso não é para mim. Quero fazer algo, criar algo, construir algo, me educar e ter mais referências, para que aquilo que eu produza não seja apenas esse tipo de coisa autocentrada de influenciador'”, declarou.

Apesar de ostentar uma presença massiva nas redes sociais, com mais de 58 milhões de seguidores no Instagram, o ator garantiu que evita se aprofundar nesse universo.

“Quando ouço alguém dizer: ‘As estrelas do futuro serão influenciadores’, penso: ‘Não sei em que mundo essa pessoa vive, mas acho isso uma completa besteira’”, disparou.

O ator revelou ainda uma preocupação pessoal ao observar o envolvimento do próprio filho de 14 anos com essa cultura.

“Meu filho acabou entrando nessa onda de influenciador e, de repente, era tipo: ‘Ei, se você gosta da forma como jogo videogame, quer me mandar uma doação?’ E isso acaba virando quase uma religião”, explicou.

Comparando muitos influenciadores atuais a “pregadores oportunistas da era da informação”, Downey Jr. fez questão de ressalvar que sua crítica não é generalizada, admitindo já ter conhecido criadores de conteúdo “pé no chão, talentosos e legais” durante turnês promocionais de seus filmes.

Lembrando que o próximo trabalho do ator é ‘Vingadores: Dr. Destino’

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Mel Gibson acusa GOVERNO de causar incêndios em Los Angeles

Sendo entrevistado pela Fox News, o astro Mel Gibson gerou polêmica ao fazer uma acusação grave sobre os incêndios em Los Angeles.

Durante a entrevista, Gibson acusou o governo do estado da Califórnia de possivelmente ter iniciado os incêndios de forma proposital.

O ator e diretor afirmou que o estado da Califórnia estava mexendo com o abastecimento de água de Los Angeles antes do início dos incêndios que estão afetando a região.

Os incêndios florestais que assolam a região de Los Angeles causaram destruição em larga escala, atingindo diversas celebridades que perderam suas casas.

Pacific Palisades, uma área cênica conhecida por abrigar mansões de estrelas, foi uma das mais afetadas, com ventos alimentando as chamas que devastaram mais de 15.000 acres desde terça-feira.

Entre as celebridades afetadas está Paris Hilton, que revelou, por meio de suas redes sociais, ter perdido sua casa em Malibu.

“Sentada com minha família, assistindo ao noticiário e vendo nossa casa em Malibu ser consumida pelo fogo ao vivo na TV é algo que ninguém deveria ter que enfrentar. Esta casa é onde criamos tantas memórias preciosas… Meu coração e minhas orações estão com todas as famílias afetadas por esses incêndios”, escreveu Hilton.

James Woods, famoso por filmes como ‘Casino’, também perdeu sua propriedade em Pacific Palisades.

Em uma entrevista à CNN, o ator se emocionou ao contar que a sobrinha de oito anos de sua esposa ofereceu seu cofrinho para ajudar a reconstruir a casa.

“Um dia você está nadando na piscina e no outro tudo desapareceu”, disse Woods.

Keleigh Sperry e Miles Teller, que se destacou recentemente em ‘Top Gun: Maverick’, também perderam sua casa em Pacific Palisades, assim como Billy Crystal, que declarou estar devastado com o ocorrido.

“Criamos nossos filhos e netos aqui. Cada canto da nossa casa estava cheio de amor. Memórias preciosas que não podem ser apagadas. Estamos devastados, mas, com o amor de nossos filhos e amigos, superaremos isso.”

De acordo com relatos, Sir Anthony Hopkins, Anna Faris, John Goodman e Cary Elwes também estão entre as celebridades que perderam suas casas.

Os incêndios levaram ao adiamento de eventos importantes, como as indicações ao Oscar e a cerimônia do Screen Actors Guild Awards.