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Mario embarca em aventura intergaláctica no trailer FINAL de ‘Super Mario Galaxy: O Filme’; Confira!

A Universal Pictures divulgou o trailer final de ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, sequência do aclamado sucesso mundial ‘Super Mario Bros: O Filme‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de abril.

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Christian Bale, Steve Carell e Amy Adams negociam estrelar filme do diretor de ‘A Grande Aposta’

Christian Bale, Steve Carell e Amy Adams estão negociando estrelar o próximo projeto do vencedor do Oscar, Adam McKay (‘A Grande Aposta’)

O filme, ainda sem título definido, vai contar a história do ex vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney. Após meses de pesquisa, McKay espera iniciar as filmagens ainda neste semestre, para que ele seja lançado a tempo da tradicional temporada de premiações.

Caso os acordos sejam firmados, Bale interpretará Cheney, com Carell assumindo o papel de Donald Rumsfeld (secretário de Defesa durante o governo de George W. Bush) e Adams interpretando Lynne Cheney.

Considerado um homem controverso, Dick Cheney tem sido considerado um dos mais poderosos vice-presidentes dos últimos anos, servindo o presidente Bush, mas sendo considerado por muitos como o genuíno comandante. Ele expandiu os poderes da presidência e ajudou a instalar programas de governo que permanecem até hoje, principalmente em se tratando de cúpula de inteligência e política externa. Além disso, Cheney é lembrado por ter atirado acidentalmente no rosto de um parceiro de caça.
O filme será produzido pela Paramount Pictures, sendo também conduzido pela produtora Gary Sanchez Productions, de Will Ferrell, ao lado da Plan B, de Brad Pitt.

‘Pantera Negra’ é considerado O MELHOR filme do MCU até hoje; Confira as primeiras reações!

Pantera Negra’ está cada vez mais próximo dos fãs dos quadrinhos e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir.

Os sortudos críticos de cinema que tiveram a oportunidade de conferir a adaptação nesta última segunda-feira (30), não se contiveram e compartilharam o que acharam do primeiro filme solo de um herói negro do MCU.

Considerado o melhor filme da Marvel até o momento, ‘Pantera Negra’ foi elogiado por seu vilão excepcional, com motivações reais e emocionais, e pelas incríveis cenas de ação. Eletrizante, a produção também é dita como a que possui o maior viés político, quebrando o molde da MCU e inaugurando um nova fase para o universo compartilhado.

Animado? Confira as primeiras reações e fique tão ansioso quanto a gente!

 


Pantera Negra é o melhor filme do MCU. Eu fiquei impressionado do começo ao fim e eu não estou sendo parcial. Esse foi, de longe, o melhor filme da Marvel até agora. Obrigado Ryan Coogler!”

 


Pantera Negra: Eu não queria que esse filme acabasse jamais e assim que terminou, eu queria voltar e assistir de novo. Ação sólida, história inteligente, muita personalidade. Shuri é minha nova favorita, Nakia é tudo, Killmonger é incrível, T’Challa merece comandar o MCU. Coogler conseguiu de novo”.

 


Pantera Negra é excepcional – o James Bond do MCU. Você nunca viu algo assim em um filme de super herói. É ousado, belo e intenso, mas há uma profundidade e espiritualidade que é diferente de qualquer coisa que a Marvel já fez. É 100% africano e é do ca****”.

 


“Não posso dizer muito de Pantera negra. O que direi é que é ação e aventura, não se compara à sua história e alma. Eu amei. Mal posso esperar para ver de novo”.

Pantera Negra não tá de brincadeira. De longe, o capítulo mais político da Marvel, ao ponto de eu ter que me lembrar que esse é um filme da Marvel. Pantera Negra é um filme como muito a dizer. Além disso, Michael B. Jordan…caramba”.

 


“São 22h01 e eu estou aqui pra dizer que Pantera Negra é um filme excelente com o vilão mais realista da Marvel”.

 


Pantera Negra é incrível, cinemático, com propósito. Um filme de super herói sobre porque a representatividade e identidade importam e quão trágico é quando essas coisas são negadas às pessoas. Esse é o primeiro filme da MCU sobre algo real; O Killmonger de Michael B. Jordan me fez chorar e ele é o vilão”.

 


“Marvel conseguiu de novo com Pantera Negra. Muito impressionado com a história e a produção. Michael B. Jordan absolutamente destruiu como o vilão e é o melhor desde Loki. Danai Gurira arrebenta tanto e eu amei cada segundo disso. Eles farão muito dinheiro”.

 


“O jogador mais valioso de Pantera Negra é a vivaz e divertida Shuri, de Letitia Wright;. Eu quero um supercorte da Shuri, quero um spin-off da Shuri, quero uma coleção capsula de roupas esportivas da Shuri na cerimônia de abertura, e eu quero tudo isso agora!”

 


Pantera Negra se parece, se sente e soa como um filme totalmente diferente da Marvel até hoje. Um banquete visual. Wakanda é consumada incrivelmente, o antagonista tem um caro com motivações emocionais. O filme mais político da Marvel. Tão bom”.

 


“Pessoal, pessoal, pessoal. Pantera Negra é tudo o que eu queria e mais um pouco. Ryan Coogler mudou o jogo para o MCU. Meu Deus”.


Pantera Negra é negro, belo e cheio de orgulho. Um filme lindamente feito com o coração, ação e uma mensagem tão necessária hoje. As mulheres brilham tanto, são ousadas, fortes e tudo aquilo que foi negado às mulheres negras…até agora. Ryan Coogler é um gênio. VIDA LONGA AO REI!”

 


Pantera Negra é um dos filmes mais ambiciosos da Marvel e inclui, no Erik Killmonger de Michael B. Jordan, um vilão de alto escalão para a Marvel. Ele domina cada cena em que está e o filme é tudo que prometeu. Que ele reine por muito tempo”.

Em uma nova entrevista, o produtor executivo Nate Moore revelou em qual período do tempo ‘Pantera Negra‘ irá se passar. Segundo Moore, o filme começa exatamente após os eventos deCapitão América: Guerra Civil.

“Começa onde o ‘Guerra Civil’ acabou. Obviamente, esse filme teve um grande impacto sobre T’Challa porque T’Chaka foi morto. Agora responderemos as perguntas: ”O que acontece quando ele vai para casa? Quem governa Wakanda? Como Wakanda lida com a perda de um rei que era um rei justo, que as pessoas pareciam gostar, e T’Challa está pronto para ser o rei de Wakanda?”

Além disso, o Hollywood Reporter revelou que analistas de bilheterias indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 100 e US $ 120 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA. Para comparação, o filme solo do ‘Doutor Estranho‘ abriu com US$ 85 milhões.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Aquaman’: Tempo de duração pode ter sido confirmado; Vem ver!

O tempo de duração da adaptação dos quadrinhos de Aquaman pode ter sido confirmado por um usuário do Twitter.

Segundo @kryptonscodex, um documento da Vertical Entertainment – uma empresa de distribuição de filmes – traz detalhes da produção, especificando que seu tempo de duração corresponde a 143 minutos, o que equivaleria a 2h23.

O tempo de filme em questão faz de Aquaman pouco minutos mais curto que o aclamado ‘Mulher-Maravilha‘.

Vale ressaltar que a autenticidade do documento ainda não foi confirmada, portanto trate a informação como uma suposição.

Confira:

James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

 

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

‘O Farol’: Robert Pattinson passou o primeiro dia de filmagens pelado em um galpão

A produção do aclamado filme ‘O Farol‘ contou com uma série de peculiaridades, que colocaram os astros Robert Pattinson e Willem Dafoe em circunstâncias bem adversas.

E segundo Pattinson, sua preparação para interpretar o seu papel não foi nada comum, tão pouco tradicional. Durante sua participação no podcast Awardist, da revista EW, ele revelou que em seu primeiro dia de filmagens ele passou a maior parte do tempo pelado em um galpão, onde quase perdeu a cabeça.

Disse:

“O primeiro dia de filmagens foi – provavelmente – passado comigo estando pelado em um galpão e meio que enlouquecendo. E eu estava usando um chapéu de chuva! Eu acho que estávamos tentando estabelecer como a luz realmente ficaria. Eu estava apenas olhando no monitor e checando. É um tanto impressionante o que você pode fazer, porque afinal, está trabalhando em um confinamento bem incomum. Você não faz ideia de como as coisas realmente vão ficar nessas circunstância, entãos isso até que foi divertido”.

 

O terror ‘O Farol‘ (The Lighthouse) teve sua estreia adiada. O filme agora será lançado no Brasil apenas no dia 2 de Janeiro de 2020. A distribuidora também mudou: ao invés da Universal Pictures, o lançamento agora ficará por conta da Vitrine Filmes.

Assista ao trailer:

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa‘), o filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Robert Pattinson (‘The Rover – A Caçada‘) e Willem Dafoe (‘Homem-Aranha‘) estrelam.

Crítica | Sem Filhos – Comédia mexicana na Netflix aborda a paternidade

A busca pelos sonhos e seus caminhos diferentes para cada indivíduo. Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta mexicano Roberto Fiesco nos mostra sua adaptação a uma comédia homônima espanhola de 2015. Mesmo na água com açúcar, esbarrando em muitos clichês, provoca um pequeno mas válido debate sobre o querer ou não ser pai ou mãe dentro de uma sociedade que muitas vezes impõe seu modo de pensar dentro do senso comum. Há conflitos internos e psicológicos dos personagens como se fossem um escudo para enfrentar as questões da vida até ali. Disponível na Netflix.

Na trama, conhecemos Fidel (Alfonso Dosal), um homem na casa dos trinta e poucos anos, divorciado que tem uma chamativa loja de instrumentos musicais no centro de uma cidade mexicana. Ele tem uma filha, Ari (Francesca Mercadante), por quem tem um imenso carinho. Certo dia, reaparece na sua vida uma conhecida de outros tempos, a fotógrafa Marina (Regina Blandón) por quem logo se apaixona. A questão é que Marina não gosta de crianças, assim Fidel precisará inventar uma história mirabolante para não perdê-la.

A narrativa é simples e contorna os caminhos das emoções bem na superfície, parece seguir uma receita de bolo. Os personagens são carismáticos mesmo que o roteiro esbarre em clichês batidos. O grande ponto de reflexão contorna a questão de que nem todos nascem com o sonho de serem pais, uma escolha simples e objetiva de cada indivíduo mesmo com a pressão de um contorno de círculos sociais. Quase vira um confronto de momentos da vida fazendo o amor chega a coeficientes em comum, Marina é autossuficiente em seus ganhos, curtiu sua liberdade durante anos mas algo começa a mudar nela quando se aproxima de Fidel, esse último já quase descrente com a vida reunindo toda sua positividade para sua filha.

Pena que o roteiro não consegue se aprofundar na relação entre pai e filho, na questão de Fidel com seu pai, um homem que largou a família em busca do sonho de ser cantor. Essa parte da história parece ficar em um subplano explorado de maneira corrida nos arcos finais.

De qualquer forma, Sem Filhos pode ter o olhar de um bom divertimento, um filme para ver com a família mesmo não passando de uma boa sessão da tarde.

Crítica | ‘Tião Personal Dancer’ – As poesias da atração na batida do forró [Mostra de Cinema de Tiradentes 2026]

De uma forte expressão cultural ligada à celebração coletiva às surpresas da intensidade da atração, em Tião Personal Dancer somos convidados a acompanhar um jogo de sedução de duas almas solitárias que tem a pista de dança como cenário. Dirigido por Aristótelis Tothi, o curta-metragem foi uma das obras selecionadas para o recorte Panorama da Mostra de Cinema de Tiradentes 2026.

Reginaldo (Adolfo Moura) faz parte de um de amigos que sempre que podem estão pelas casas de forró espalhadas por Goiânia. Numa sexta-feira dessas, a atenção de Reginaldo se fixa em Tião (Otto Caetano), um professor de dança profissional. Ao longo da noite, de um evento a outro, algo parece se conectar para esses dois universos.

Ao longo de 23 minutos e embalada pela batida do forró, a narrativa progride de forma envolvente ao transformar um momento de lazer em uma oportunidade de encontro. Buscando a todo instante uma curta experiência de impacto, focada em dois personagens, com construções sensoriais marcantes – a trilha sonora, o silêncio, cores, luz, enquadramentos – a obra abre seus leques de reflexões confiando mais na sutileza das cenas do que em uma maior imposição.

Filme: Tião Personal Dancer - Direção: Aristótelis Tothi - Foto: Corpo Fechado Produtora
Filme: Tião Personal Dancer – Direção: Aristótelis Tothi – Foto: Corpo Fechado Produtora

O roteiro posiciona seu discurso para o interpretar o que acontece através da atração, um caminho complexo e cheio de estradas, mas que aqui encontra equilíbrio ao enfatizar as sugestões em vez de romper camadas de explicação. Explorando muitos elementos cinematográficos de forma simples – e também inventiva -, Tião Personal Dancer camufla suas intensidades deixando caminho aberto para as poesias da atração.

Dicas de Filmes de Todos os Gêneros para Curtir o Feriado no Telecine Play

Feriado no Brasil. Para os cinéfilos, data ideal para colocar em dia aqueles filmes que deixamos passar até agora. Ou seja, que tal aquela maratona de bons filmes em casa? Seja com familiares, com os(as) companheiro(a)s, aquela pessoa especial ou até mesmo sozinho. Para os cinéfilos o feriado só tem uma tradução: filmes e mais filmes. Não poderia ser mais perfeito. Fazendo a nossa parte e procurando ajudar você, nosso querido leitor, nessa missão, seguimos aqui nossa série de matérias de dicas com alguns filmes bem interessantes nas mais variadas plataformas disponíveis aqui no Brasil. Abaixo, agora temos alguns lançamentos novíssimos, muitos vindos de 2020, o ano que não aconteceu. Para conferirmos filmes que chegaram quietinhos ano passado, nenhuma plataforma de streaming é melhor que o Telecine Play. Além de ser especializada em cinema (sem seriados em seu acervo), a plataforma é cem por cento nacional, fato que devemos celebrar e homenagear. Abaixo separamos algumas novidades interessantes em seu acervo. Confira e comente.

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Druk – Mais uma Rodada

Começamos a lista de indicações do Telecine Play em grande estilo, com nada menos que o prestigiado vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2021 e indicado a melhor direção. Para começar, Druk reúne a muito bem sucedida parceria entre o cineasta Thomas Vinterberg e o grande ator Mads Mikkelsen, do elogiadíssimo A Caça (2012), uma verdadeira obra-prima da sétima arte. Em Druk a dupla cria outro filme forte e impactante, ao abordar homens de meia idade buscando a reinvenção em suas vidas e se deparando com assustadora sombra do alcoolismo. Apesar do tema, muito de Druk é levado de forma leve e lúdica, até recaindo no cômico.

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Willy’s Wonderland – Parque Maldito

O homem. A lenda. O mito. Existem aqueles que jamais desistiram de Nicolas Cage, mesmo quando o ator começou a fazer filmes em demasia, resultando em algumas produções nível B de lançamentos direto em vídeo. Muito do que o astro vencedor do Oscar tem feito nos últimos anos talvez não seja digno de seu talento, porém, aos poucos ele vem se envolvendo em obras mais criativas dentro do cinema de gênero e novamente vem angariando elogios. É o caso com este longa alucinado, que tem aura completamente cult. No filme, ele vive um sujeito arrumando emprego num parque infantil, somente para descobrir que à noite, no local vazio, as pequenas criaturinhas de brinquedo ganham vida.

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L.O.C.A.

Como não podia faltar numa lista de dicas, temos uma produção nacional quentinha saindo do forno para o acervo do Telecine Play. A plataforma é uma das que mais investe em obras nacionais, sejam voltadas ao circuito comercial e de entretenimento, ou as mais independentes do circuito de “arte”. Este longa se encaixa no primeiro item, e traz Mariana Ximenes como protagonista. Ela conhece e começa a fazer parte do grupo de mulheres chamado Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor, daí da sigla do título. O elenco ainda traz Débora Lamm e Roberta Rodrigues.

Os Novos Mutantes

Esse filme marca o encerramento do universo mutante de X-Men na extinta 20th Century Fox, comprada pela Disney e transformada agora em 20th Century Studios. De fato, Os Novos Mutantes quase virou uma lenda urbana, de tantos adiamentos que o filme sofreu – isso antes da pandemia estourar. O plano era para que o longa fosse o primeiro a misturar elementos de terror com o subgênero dos heróis de quadrinhos. Na trama, jovens mutantes são pacientes numa clínica que os estuda e os ajuda a superar seus traumas e a controlar seus poderes avassaladores. Mas o local pode esconder seus próprios segredos e objetivos escusos.

Freaky – No Corpo de um Assassino

Outro super lançamento na plataforma do Telecine Play, Freaky deu o que falar em sua estreia durante a pandemia, revezando as atenções entre as plataformas de streaming e as poucas salas de cinema ainda em atividade. No Brasil, a plataforma que acolheu este longa divertidíssimo foi este streaming cem por cento nacional. Na trama, a gracinha Kathryn Newton é uma jovem colegial retraída que ao se ver vítima de um serial killer brutal que vem atacando em sua cidade (papel de Vince Vaughn), termina trocando de corpo com ele. Mistura de comédia e horror que parece ter saído dos anos 80.

Bill & Ted – Encare a Música

Por falar em filmes dos anos 80, Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica (1989) é um produto total da época, que trazia Keanu Reeves (antes da fama) e Alex Winter como dois jovens roqueiros desmiolados, mas com bons corações, se deparando com uma máquina do tempo que os permite viajar pelos séculos e conhecer importantes figuras da história. O sucesso foi o suficiente para transformá-lo em item cult, gerar uma série em animação e uma sequência dois anos depois. Aqui, trinta e um anos depois do original, os mesmos atores voltavam para a terceira aventura dos personagens, agora cinquentões e pais de duas jovens muito parecidas com eles.

A Batida Perfeita

Em termos de lançamentos saídos de 2020, o ano que não aconteceu, o Telecine Play é a plataforma de streaming com mais coisa relevante em seu acervo. Aqui temos mais um. Por falar em música, esse é o tema deste drama romântico. Quem protagoniza é Dakota Johnson, estrela da franquia erótica Cinquenta Tons de Cinza. Aqui ela vive a assistente pessoal de uma famosa cantora – papel de Tracee Ellis Ross, filha na vida real da diva Diana Ross (ou seja, está mais do que escolada para o papel). O filme aborda o relacionamento entre estrela da música pop e sua fiel escudeira e confidente, além de trazer um interessante insight sobre a indústria fonográfica atual.

Relíquia Macabra

Mais uma produção saída do malfadado ano de 2020 que você com certeza deve ter deixado passar. Aqui fazemos nosso trabalho de recomendá-la para você. Isso porque Relíquia Macabra foi um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos e traz uma proposta muito feminina para uma obra do gênero. Assim como o recente Halloween (2018), aqui temos três gerações de mulheres da mesma família: avó (Robyn Nevin), mãe (Emily Mortimer) e filha (Bella Heathcote), assombradas por forças sobrenaturais em sua grande casa de família.

Nunca, Raramente, às Vezes, Sempre

Outro filme de 2020, essa uma das produções mais elogiadas do ano e de tempos recentes. Quem afirma são os críticos, que garantiram 99% de aprovação ao drama. Na história, duas jovens adolescentes viajam de sua cidadezinha do interior numa área rural dos EUA para Nova York a fim de procurarem ajuda médica para terminarem sua gravidez indesejada. Um tópico fervoroso que discute o aborto, um tema ainda muito polêmico e delicado em nossa sociedade mundial.

Acampamento do Pecado

Conhecido por seu título original (Yes, God, Yes), aqui temos outro filme que aborda o universo de jovens mulheres saídas da adolescência colidindo com questões sociais constantemente debatidas. O tema aqui é o sexo. Uma jovem de família católica fervorosa, termina descobrindo a masturbação através de uma conversa com as amigas. Temendo o pecado da condenação de sua alma, a menina se vê dividia entre o prazer carnal e sua devoção à religião. Quem estrela esse longa que obteve 93% de aprovação no Rotten Tomatoes é Natalia Dyer, a Nancy de Stranger Things.

Desejos se tornam realidade com consequências mortais no suspense ‘The Room’

O suspense ‘The Room‘ está sendo filmado atualmente, com direção de Christian VolckmanOlga Kurylenko e Kevin Janssens irão estrelar o filme.

Na trama:

“Kate e Matt são um jovem casal na procura de uma vida mais autêntica e saudável. Eles deixam a cidade para viver em uma casa velha no meio do nada. Logo, descobrem um quarto secreto que tem o poder extraordinário de materializar qualquer coisa que for desejada. Suas vidas se tornam um verdadeiro conto de fadas. Eles passam dias e noites pedindo todos os seus desejos materiais, nadando em dinheiro e champanhe. No entanto, por trás de toda essa situação brilhante, algo sombrio está à espreita: alguns segredos podem ter consequências terríveis.”

O roteiro é de Christian Volckman, Eric Forestier e Vincent Ravalec.

‘Hellboy’: Internautas detonam o trailer do reboot e comparam com ‘Esquadrão Suicida’

O aguardado trailer do reboot de ‘Hellboy‘ foi divulgado hoje, e os fãs parecem muito animados com o resultado. A nova versão do filme estava sendo vendida como “sombria e sangrenta”, mas o vídeo entrega basicamente uma comédia. Obviamente, a internet não perdoou!

Confira as reações:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Pennywise ataca em novo comercial com cenas INÉDITAS; Assista!

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ganhou um novo comercial com cenas inéditas.

Confira:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘Greenleaf’: 5ª temporada será a ÚLTIMA da série; Confira o teaser!

De acordo com o TVLine, a 5ª temporada de ‘Greenleaf‘ será a ÚLTIMA da série.

O site também confirmou que todos os 8 episódios do último ciclo foram finalizados antes crise causada pelo surto de Coronavírus.

Confira o teaser:

A última temporada irá estrear em junho, sem data específica divulgada.

A série foi criada por Craig Wright.

A história apresenta a trajetória familiar de Greenleaf, liderada pelo pastor James e sua esposa Mae. Os dois controlam uma igreja que se transformou num centro comunitário reunindo centenas de fiéis, predominantemente afrodescendentes, na cidade de Memphis, Tennessee. Mas por trás dos discursos de fé existem escândalos, que manifestam a avareza, adultério e rivalidade entre irmãos que afetam não só a família de Greenleaf como também os membros da igreja.

O elenco conta com Merle Dandridge, Desiree Ross, Kim Hawthorne, Lamman Rucker, Lynn Whitfield e Lovie Simone.

No Brasil, as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix!

‘Animal Kingdom’ é renovada para a 6ª e ÚLTIMA temporada

A TNT renovou a série ‘Animal Kingdom‘ para a 6ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.

Além disso, a quinta temporada, que irá estrear em 2021, durante o verão norte-americano, ganhou o primeiro cartaz.

Confira:

 

A série foi criada por Jonathan Lisco.

A trama é centrada em Joshua “J” Cole, um garoto de 17 anos que se muda com seus parentes para um praia do sul da Califórnia após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Logo, Josh mergulha na vida de indulgência e excessos da família, que ele logo descobre, é fundada em atividades criminosas. Controlado pela durona avó do garoto, a matriarca Janine “Smurf” Cody, e pelo braço direito Baz, que gerencia os negócios e toma as decisões, o clã conta tambem com Pope, o mais velho e mais perigoso; Craig, o destemido filho do meio; e Deran, o problemático e desconfiado caçula. O grupo ainda traz Nicky, a namorada de J, e Catherine, a esposa de Baz e mãe da filha de 3 anos do casal, Lena.

O elenco inclui Ellen Barkin, Shawn Hatosy, Ben Robson, Jake Weary e Finn Cole.

‘Fátima – A História de um Milagre’: Drama religioso será lançado em outubro no Brasil; Confira o trailer dublado!

A Diamond Films confirmou o lançamento do drama religioso ‘Fátima – A História de um Milagre‘ para o dia 14 de outubro nos cinemas nacionais.

Além disso, o novo trailer dublado e legendado foram divulgados.

Confira:

O longa é dirigido por Marco Pontecorvo.

Em 1917, quando o mundo precisava de paz, três crianças trouxeram uma mensagem de esperança e fé.

Harvey KeitelGoran VisnjicJoaquim de Almeida estrelam a produção.

‘Stargirl’: Seth Green dublará o Thunderbolt na 3ª temporada

De acordo com o TVLine, Seth Green (‘Buffy: A Caça-Vampiros’) entrou para o elenco da 3ª temporada de ‘Stargirl‘.

O ator dublará o Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan, que deu voz ao personagem na segunda temporada.

Vale lembrar que Green tem uma bem-sucedida carreira como dublador, incluindo trabalhos em ‘Batman do Futuro‘, ‘Uma Família da Pesada‘, ‘Frango Robô‘, ‘Star Wars: The Bad Batch‘, ‘Guardiões da Galáxia‘, entre outros.

Infelizmente, o próximo ciclo não tem data de estreia confirmada.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Homem-Formiga 3’ registra a PIOR queda da história do MCU nas bilheterias

Apesar de permanecer no topo das bilheterias dos EUA, a sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ arrecadou apenas US$ 32.2 milhões em seu segundo final de semana no país.

O resultado representa a maior queda (-69%) da história para um filme do MCU nas bilheterias norte-americanas.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 167.3 milhões. Internacionalmente, foram US$ 196.3 milhões através de 52 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$31.5M), Reino Unido (US$17.8M), México (US$13.1M), Coreia (US$10.8M) e França (US$9.5M).

Ao total, a produção soma US$ 363.6 milhões mundialmente. Apesar da queda decepcionante nas bilheterias, o longa já conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘O Incrível Hulk‘ (US$264.7M) e deve superar ‘Viúva Negra‘ (US$379.7M) nos próximos dias.

Confira nossas entrevistas com o elenco de Homem-Formiga 3‘:

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Timothée Chalamet solta a voz em novo vídeo ESPETACULAR de ‘Wonka’; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo teaser espetacular de ‘Wonka‘, que destaca o aspecto musical da produção.

No vídeo, Timothée Chalamet (‘Duna’) solta a voz com a canção clássica Pure Imagination.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

“Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).”

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

Paul King, de As Aventuras de Paddington, dirige.

 

‘Gremlins’ retornam no trailer da 2ª temporada da série animada do MAX; Confira!

O Max divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série animada ‘Gremlins: Segredos de Mogwai‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Intitulado ‘Gremlins: The Wild Batch‘, o próximo ciclo estreará em 3 de outubro.

Seguindo o rastro de uma nova ninhada do malvado Mogwai, nossos heróis viajam profundamente no oeste americano, encontrando novas criaturas sobrenaturais e alguns personagens misteriosos ao longo do caminho.

O projeto é ambientado em Xangai durante os anos 20. A história acompanhará Sam Wing, um jovem de 10 anos, que conhece um Mogwai chamado Gizmo.

Junto de Elle, uma jovem ladra de rua, Sam e Gizmo fazem uma jornada perigosa pelo interior da China, enfrentando monstros coloridos e espíritos do folclore chinês. Em sua missão para devolver Gizmo à sua família e descobrir um tesouro lendário, eles são perseguidos por um industrial sedento de poder e seu crescente exército de malvados Gremlins.

A produção conta com os vozes de Ming Na-Wen (Fong Wing), BD Wong (Hon Wing), James Hong (Grandpa Wing), Izaac Wang (Sam Wing), A.J. LoCascio (Gizmo), Gabrielle Green (Elle) e Matthew Rhys (Riley Greene).

Zach Galligan, astro dos filmes originais, retorna como um novo personagem.

A série é produzida pela Warner Bros. Animation e a Amblin TV, de Steven Spielberg.

‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’ já está disponível na Netflix; Confira o trailer!

O terror Drácula: A Última Viagem do Deméter‘, baseado em um único capítulo arrepiante do romance clássico de Bram Stoker, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

A trama conta a terrível história do navio mercante Deméter, que foi fretado para transportar cargas particulares — cinquenta caixotes de madeira sem identificação — de Carpathia a Londres. Estranhos eventos acontecem à tripulação condenada enquanto tentam sobreviver à viagem oceânica, perseguidos todas as noites por uma presença impiedosa a bordo do navio. Quando o Deméter finalmente chega à costa da Inglaterra, é um naufrágio carbonizado e abandonado. Não há vestígios da tripulação.

Com 50% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou apenas US$ 21.7 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 45 milhões.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, fica responsável pela direção.

Corey HawkinsAisling FranciosiLiam CunninghamDavid DastmalchianJon Jon BrionesStefan KapicicNikolai NikolaeffJavier Botet estrelam.

Riz Ahmed vive ator em crise no trailer de ‘A Isca’, nova série do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘A Isca‘, série estrelada pelo vencedor do Oscar Riz Ahmed (‘O Som do Silêncio’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 25 de março.

Na trama, um ator em dificuldades, prestes a conseguir o papel da sua vida, se vê mergulhado em uma crise existencial e em uma conspiração que irá virar sua vida de cabeça para baixo.

O elenco ainda conta com Guz Khan, Sheeba Chaddha, Sajid Hasan, Aasiya Shah, Weruche Opia e Ritu Arya.

Além de estrelar, Ahmed serve como produtor executivo e showrunner ao lado de Ben Karlin.

Canal do Youtube cria teaser trailer para filme sobre Darth Vader

Que Darth Vader é o vilão mais amado do mundo, isso é inegável. E o canal do Youtube, FlamingoIsland, decidiu materializar esse amor e o desejo de gerações ao redor do mundo em um teaser trailer do que seria o primeiro spin-off do personagem.

Intitulado ‘Vader: A Star Wars Story’, o filme traz o maior vilão dos cinemas para o centro dos holofotes, dando a ele o destaque principal que todos os amantes da saga de George Lucas adorariam ver. A produção pode não ser uma realidade, mas o teaser desperta esse anseio facilmente em quem assiste.

Confira:

Primeiro trailer de ‘Star Wars – O Último Jedi’ deve ser lançado em abril

Diretor divulga foto da abertura de ‘Star Wars – O Último Jedi’

Identidade do Último Jedi pode ter sido revelada em ‘Star Wars: O Despertar da Força’

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

‘Pantera Negra’: Pré-estreia é marcada por cultura africana em belos looks; Confira!

Nesta segunda-feira (29), aconteceu a pré-estreia de ‘Pantera Negra’ nos Estados Unidos.

E o tapete vermelho que antecedeu a exibição da aguardada adaptação foi marcado pelas estrelas como Lupita Nyong’o, Chadwick Booseman, Michael B. Jordan, Danai Gurira, Forest Whitaker, entre tantos outros.

Com visuais incríveis que inspiram a moda africana, os looks valorizam a cultura afro e chamaram muita atenção, fazendo sucesso na internet.

Confira:

 

Enquanto isso, ‘Pantera Negra’ está cada vez mais próximo e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir. Com o CinePOP não seria diferente, já assistimos ao novo filme da Marvel e o editor-chefe, Renato Marafon, fez um vídeo com as primeiras impressões do filme. Confira:

A crítica completa vai ao ar no dia 06 de fevereiro, às 15h!

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘John Wick 3: Parabellum’: Common não retorna como o assassino Cassian

A sequência John Wick 3: Parabellum’ ainda está em produção, mas um personagem de ‘Um Novo Dia Para Matar‘ não fará seu retorno.

O astro Common, intérprete do assassino Cassian, não retornará para a sequência, conforme confirmado por ele mesmo em uma entrevista ao ComingSoon.

Disse:

“Eu não estou no terceiro capítulo, mas posso garantir que adorei ter feito parte de ‘John Wick 2‘ e a experiência foi maravilhosa. Trabalhar com Keanu e Chad…eles são fenomenais. Eles são encorajados e realmente apaixonados pelo trabalho e eu já posso te dizer que essa continuação será incrível”.

 

Confira várias imagens do longa:

Neste Capítulo 3, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.

O terceiro filme da franquia estreia no dia 17 de maio de 2019.

Dirigido por Chad Stahelski, que comandou os dois anteriores, o filme terá retorno de Keanu Reeves como protagonista. Halle Berry, Common, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane , Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ 

 

‘The Batman’: Muitas cenas do filme se passarão no Asilo Arkham

Os fãs da DC podem se animar, pois o filme solo ‘The Batman‘ promete levar os fãs para o sombrio submundo do Asilo Arkham. A informação foi revelada pela revista Variety.

Segundo a publicação, embora a produção não se passe inteiramente no hospital psiquiátrico – conforme especulado no passado, muitas das cenas do longa serão em Arkham.

Essa não será a primeira vez que o Asilo Arkham aparecerá nas telonas, com o local fazendo parte da narrativa cinematográfico do vigilante desde os anos 90. A primeira vez que o hospital apareceu nos cinemas foi em ‘Batman Eternamente‘, lançado em 1995. A unidade psiquiátrica também teve um papel crucial em ‘Batman Begins‘ (2005), uma participação pontual em ‘Batman v Superman‘ (2016) e em ‘Liga da Justiça‘ (2017). Arkham também apareceu no filme solo do vilão ‘Coringa’, no formato de Hospital Estadual de Arkham.

 

O elenco deThe Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e Andy Serkis (Alfred Pennyworth). Colin Farrell também está em negociações para os papel de Pinguim.

John Turturro (O Grande Lebowski) interpretará Carmine Falcone, líder da lendária Família do Crime Falcone – uma organização do crime organizado que se tornou uma instituição do submundo de Gotham City.

Jayme Lawson  vai interpretar uma política chamada Bella, que irá concorrer a um importante cargo na promotoria de Gotham. Como Harvey Dent pode ter um papel importante na trama, é de se esperar que Bella seja uma espécie de rival e ambos estejam competindo pela função.

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

10 Ótimos Filmes Dirigidos por MULHERES – Parte 2

Seguimos em nossa jornada, com uma parte 2 repleta de diversidade nas tramas, para apresentar ótimos filmes dirigidos por mulheres de todo o mundo. Mesmo com uma longa batalha para vencerem dentro de um universo audiovisual ainda muito machista, cada vez mais mulheres estão trabalhando com cinema em diversas áreas da indústria cinematográfica.

Nosso especial contínuo, de muitas partes que serão postadas ao longo dos meses, tem o intuito de mostrar ao público diversos filmes, alguns que passaram desapercebidos pelo público inclusive, que são dirigidos por excelentes profissionais de cinema.

Diretoras dos longas-metragens abaixo:

Catherine Corsini, Kelly Fremon Craig, Lorene Scafaria, Bettina Oberli, Emma Seligman, Maïwenn, Emily Ting, Chloé Zhao, Isabella Eklöf e Silja Hauksdóttir.

 

Um Belo Verão (França, 2015)

Tão bom morrer de amor e continuar vivendo. Dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini, do ótimo Partir (2009)Um Belo Verão, que fez parte da programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, é um filme que fala sobre a luta das mulheres na década de 70 e um amor que nasce ingênuo e vira uma página importante na história das envolvidas. Um dos grandes destaques do longa-metragem é o belo roteiro assinado pela dupla Catherine Corsini e Laurette Polmanss que consegue com maestria dominar a atenção do público contando sempre com a ajuda de uma singela dose de empatia das ótimas personagens.

 

Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.

 

Um Belo Verão se sustenta na força do amor. Fala com garra e inteligência sobre a força das mulheres em sua constante luta de igualdade de direitos. Entre esses dois universos, o do amor e o da luta feminina, giram as ótimas personagens interpretadas pela excelente atriz belga Cécile de France e pela jovem francesa Izïa Higelin. Delphine é uma jovem que sempre ajudou seu pai nos trabalhos na fazenda onde mora. Quando descobre Carole, uma mulher independente, pra frente, com muita atitude e delicadamente bela se entrega completamente a uma paixão cercada de preconceito e dúvidas em relação à liberdade desse amor. Carole descobre sua sexualidade com Delphine, se entrega e se apaixona como nunca antes fizera, vive a cada dia tentando mostrar ser merecedora do amor de Delphine. O conflito entre as duas acontece por conta da fragilidade nas atitudes de Delphine que tem muito medo do que os outros vão pensar se descobrirem sobre elas.

Se o final é triste ou não, não vou dizer. Mas acredito muito que esse belo trabalho deixa em nossa memória uma linda mensagem sobre como viver. A liberdade, a igualdade, pontos importantes na ideologia francesa ao longo das décadas, são fundamentais para que tenhamos o livre arbítrio de respirar as experiências de vida que achamos as mais felizes para nossa existência.

 

 

Quase 18 (EUA, 2017)

Na adolescência tudo parece o fim do mundo mas é apenas o começo. Escrito e dirigido pela estreante em direção de longas metragens Kelly Fremon CraigQuase 18 é uma grande aventura na estrada sempre complicada da adolescência. Diferente de outros longas com o tema que não conseguem reunir um grupo de situações/argumentos interessantes, Quase 18 navega com muita sabedoria e honestidade nessas águas conturbadas dessa fase da vida. O elenco é de primeira, encabeçado pela jovem veterana Hailee Steinfeld e com coadjuvantes de peso como os ótimos Woody Harrelson e Kyra Sedgwick.

Na trama, conhecemos a ‘aborrecente’ Nadine (Hailee Steinfeld), uma jovem com diversas dificuldades em se socializar com pessoas de sua idade que acaba perdendo seu pai, um dos seus únicos portos seguros. Sua relação com sua mãe Mona (Kyra Sedgwick) e seu irmão Darian (Blake Jenner) sempre foi complicada e as coisas só pioram quando uma de suas poucas amigas Krista (Haley Lu Richardson) acaba se apaixonando pelo seu irmão. Assim, ao longo dos conflituosos dias, Nadine terá que viver situações para chegar ao verdadeiro entendimento sobre os valores da vida, para isso contará com a ajuda inusitada de seu professor Mr. Brunner (Woody Harrelson).

O roteiro, escrito pela diretora, é excelente. Passamos em cerca 105 minutos por algumas fases da vida da protagonista, uma adolescente rebelde que mantém um relacionamento extremamente difícil com sua família. No primeiro arco, vemos uma fase pré adolescente que, de maneira bem rápida, nos ajudar a compor as principais características e modo de pensar da personagem. O desespero fica maior quando sua melhor amiga, e praticamente única, já na fase de high school, acaba se apaixonando por seu irmão e resolve optar pela distância e embarcando em uma fase de novas descobertas e abrindo os olhos para pessoas que já conhecia mas não conseguia enxergar. O professor Brunner, acaba chegando como um amigo, fazendo um papel parecido com um pai tentando dar bons conselhos e usando, muitas vezes, a mesma linguagem da personagem, é a memória do pai, seu maior porto seguro, que o professor acaba personificando aos olhos da jovem.

Quase 18, tinha tudo para ser mais um enlatado norte-americano esquecível mas logo nos primeiros minutos vamos percebendo que esse filme seria uma grata surpresa. Não percam esse filme!

 

 

A Intrometida (EUA, 2015)

A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso. Escrito e dirigido pela diretora e roteirista Lorene Scafaria, que entre outros trabalhos foi roteirista do ótimo Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música e dirigiu o peculiar Procura-se um Amigo para o Fim do MundoA Intrometida é um drama disfarçado de comédia com um tom melancólico muito profundo que é atenuado pela atuação carismática da veterana Susan Sarandon. Falando com propriedade de assuntos que vão da dor da perda à vontade de se reencontrar, aos poucos, o filme se torna uma grata surpresa que vai deixar muito cinéfilo com sorrisão aberto.

Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.

Com um orçamento que girou em torno de 10 Milhões de Dólares, A Intrometida se sustenta, além de outras coisas, na força de seus coadjuvantes. Os dramas de Lori, a filha da protagonista, são tão complexos quanto os de Marnie, perdeu o namorado para outra mulher, se encontra sozinha e depressiva. O filme às vezes brinca com essa depressão da dupla, envolvendo o espectador em cenas hilárias, talvez para dar um tom um pouco mais leve para falar sobre assuntos bem densos e complicados. J.K. Simmons, nosso eterno professor Fletcher (Whiplash) e seu ótimo personagem Zipper, preenche uma lacuna muito interessante na história que é o amor. Susan Sarandon, ganhadora do Oscar em 1996 pelo excelente Os Últimos Passos de um Homem, aproveita todos esses elementos e transforma sua personagem em uma curandeira dos seus próprios conflitos internos, uma aula de simpatia e atuação dessa sempre surpreendente atriz.

Exibido no Festival de Toronto 2015, esse longa metragem é um daqueles projetos que vão melhorando a cada cena. Com um começo meio morno onde o foco é explicar, em pouco tempo, toda uma personalidade complexa e abalada pela carência, o filme a partir do segundo arco foca nas reviravoltas das consequências que impactam na vida da protagonista, e aí o filme cresce muito. Com a personagem principal exalando carisma, diversas cenas hilárias, um roteiro pra lá de competente e uma direção firme, a dramédia se coloca como um grande aulão de terapia com o foco na arte de viver.

 

 

Minha Incrível Wanda (Suíça, 2020)

Como uma família pode buscar soluções para uma situação de crise que engloba a todos? Tudo é movido a dinheiro nessa vida? E se não? Qual a solução? Minha Incrível Wanda, que esteve na programação da Mostra de SP de 2020, é um conto atual que reúne uma família rica repleta de personalidades diferentes e uma trabalhadora polonesa que precisam resolver, com todos saindo ganhando, uma situação pra lá de inusitada. Dirigido pela cineasta Bettina Oberli (que também assina o roteiro ao lado de Cooky Ziesche) somos levados as loucuras do fato com muita habilidade e com riqueza nos detalhes que compõem as excentricidades em contraponto à inconsequência. Há simbolismos bastante delicados na construção do eminente, marca registrada de todo bom cineasta.

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família.

O imprevisível engenhoso roteiro, muito bem definido em seus arcos expostos em números romanos, produz uma série de situações complicadas que vamos buscando compreensão pela ótica conturbada e emocionalmente abalada dos ótimos personagens. Há vários contrapontos interessantes que vão se solucionando como reflexões da sociedade, até mesmo conflitos mais do que batidos entre classes sociais. No primeiro arco, entendemos os personagens, e somos apresentados ao conflito; no segundo chega o conflito e suas primeiras impressões de todos; no terceiro, as tentativas de soluções para que todos ganhem com a situação. Tudo muito simples, objetivo e bastante verdadeiro. Destaque também para a trilha sonora assinada pelo duo Grandbrothers formado em Düsseldorf pelo suiço Lukas Vogel e o alemão Erol Sarp. Ótimo filme.

 

Shiva Baby (EUA, 2021)

Quando o trágico encontra seu equilíbrio no cômico. Disponível na plataforma MUBI, Shiva Baby nos mostra segredos, famílias, mentiras. Todo tipo de drama se afunila no campo das surpresas, em encontros quase inimagináveis, além de situações mal resolvidas em um passado recente de uma jovem em grandes conflitos quando resolve ir com os pais a uma reunião tradicional após um funeral, parte da tradição judia. O confronto com seu modo de viver, do qual foi criada, essas tradições de sua família judia, vira rebeldia e parece que acompanhamos o clímax, da primeira cena até os acontecimentos dentro de um leque de situações constrangedoras que se juntam aos montes somadas a um eminente insucesso nas suas tentativas já frustradas de liberdade sem limites. Um grande filme, escrito e dirigido pela cineasta Emma Seligman, um dos melhores disponíveis pelos streamings aqui no Brasil.

Na trama, conhecemos Danielle (Rachel Sennott), uma jovem que se prostitui sem que seus pais saibam de nada. Um dia, resolve acompanhar os pais (que a bancam desde sempre), a um pós funeral de uma amiga da família judia que pertence. Nesse dia, que é uma reunião em uma casa, acaba encontrando antigos amores, conflitos com seus pais por conta dos seus objetivos na vida, desconfiados olhares de conhecidos e uma surpresa ligada à sua vida na prostituição. Prestes a chegar a um ataque emocional, vamos descobrindo todas as fraquezas e inconsequências que acompanham a complexa protagonista. Lembra um pouco, mesmo com inúmeras diferenças, a também ótima comédia britânica Morte no Funeral.

Parece que estamos olhando pelo buraco da fechadura no campo das emoções da protagonista, um mérito de um afiado roteiro e uma lente detalhista de Seligman. Há também um equilíbrio entre o trágico e o cômico. A protagonista busca sua liberdade ser alguém à frente do seu tempo. Mas comete o erro, fruto de sua imaturidade, de não buscar desenvolver alternativas para suas inconsequências, como se estivesse em órbita somente com seus impulsos esquecendo dos complementos vitais para um equilíbrio de felicidade e dedicação.

Eminentes conflitos, um peso na consciência, buscando no desespero de se sobressair, almejando uma perfeição por meio de mentiras, elementos que obviamente levarão a personagem a um limite emocional, quase um divisor de águas sobre sua vida. Há uma busca de reconhecimento de seus pais mas envolvida em muitas mentiras e foco descontrolado sobre o que quer da vida, fora a mordaça imaginária que se coloca que fica evidente quando se vê sem saída sobre como resolver todas as situações que estão em descontroles na sua frente. Shiva Baby apresenta um complexo cenário sobre abalos emocionais, reunidos com um certo clima de tensão, um filme que todo psicólogo deveria assistir, além de todos que amam uma boa história, um bom cinema. Bravo!

 

 

Meu Rei (França, 2015)

Não quero que pense em mim sem motivos, mas que faça de mim o motivo dos seus pensamentos. Depois de dirigir o excelente Polissia, quatro anos atrás, a cineasta e atriz francesa Maïwenn volta para trás das câmeras dessa vez para dirigir um intenso drama que em pouco mais de 120 minutos de projeção encara a difícil missão de mostrar a vida de um casal com temperamentos diferentes que quando se juntam uma série de inconsequências acontece levado ambos a um extremo destrutivo. Impressionante a atuação da dupla de protagonistas, Emmanuelle Bercot venceu o prêmio de melhor atriz em Cannes em 2015 por esse papel.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel), um casal que briga mais do que faz amor, muito por conta do jeito possessivo de ser do segundo. O filme traça e mostra um paralelo sempre na visão de Tony, onde no primeiro andamento está se recuperando de uma grave lesão ortopédica e paralelamente vamos conhecer sua história e todo o começo da relação conturbada com o futuro marido. O público acompanha de perto todo o trajeto dessa história que emociona e toca profundamente nossos corações.

São duas visões completamente diferentes sobre o relacionamento. Georgio é um saudosista da liberdade, da inconsequência, ano após ano muda muito pouco mesmo que comece a entender melhor o mundo ao seu redor e sua família. Já Tony é a parte que mais sente todo o desenrolar da trajetória do casal. Antes uma confiante mulher, começa aos poucos a perceber que seu marido é um homem desequilibrado que em muitos momentos deixa seu lado egoísta dominar a relação dos dois. Tony sofre demais, explora suas tristezas mais profundas e tenta a todo tempo dar a volta por cima (a construção de desconstrução de Tony é feito com maestria por Bercot que mostra todo seu talento em cena), contando com a ajuda de seu irmão Solal (Louis Garrel), o único que percebe logo de cara que Georgio levaria sua irmã ao limite.

O paralelismo que acontece, mostrando duas fases na vida de Tony é uma das grandes sacadas do roteiro, escrito pela própria diretora e pela roteirista Etienne Comar. Impressionante como as duas fases se encontram no final fazendo tudo um grande sentido para o público entender mais profundamente todas as transformações que passou a protagonista. Meu Rei, que fora exibido no Festival Varilux de Cinema Francês de alguns anos atrás é uma pequena obra-prima que o cinema francês brinda todos nós cinéfilos. Bravo!

 

 

Already Tomorrow in Hong Kong (EUA, 2016)

Selecionado para diversos festivais durante todo o ano de 2015, estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, uma curiosa trama, que um pouco se assemelha à clássica trilogia de Richard Linklater, Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-NoiteAlready Tomorrow in Hong Kong é uma micro mais contagiante história de amor intangível. Ao longo dos curtíssimos 78 minutos de projeção, somos testemunhas de profundos diálogos que vão de uma criativa crítica ao mundo da tecnologia até as razões pelas quais amamos alguém. Jamie Chung e Bryan Greenberg, os protagonistas, dão um espetáculo de harmonia e fazem toda a magia do cinema acontecer a partir do poder que as palavras possuem na hora que você conhece alguém. Ótima direção da cineasta Emily Ting.

Na trama, conhecemos Josh (Bryan Greenberg), um jovem banqueiro norte-americano que mora faz uma década em Hong Kong. Certo dia, quando está do lado de fora de onde acontece a festa de sua atual namorada, acaba conhecendo a bela Ryby (Jamie Chung), com quem acaba passando as horas seguintes passeando pelas ruas de Hong Kong. Em certo momento, quando Ruby descobre que Josh tem namorada, eles se despedem. Um ano mais tarde, por uma brincadeira do destino talvez, eles voltam a se encontrar por acaso e agora precisam se entender, saber realmente se vão ser marcantes na vida de cada um.

Todo bom diretor sabe, assim como os jurados de Master Chef Brasil, que o menos é mais. A diretora e também roteirista deste singelo e profundo trabalho Emily Ting, em sua primeira direção de um longa-metragem, adota essa tática de confiar 100% no roteiro e na interação dos seus personagens principais. Com diálogos inteligentes e objetivos, além de compreendemos melhor as personalidades dos protagonistas, conseguimos ficar com aquele sentimento de surpresa na espera do que realmente pode acontecer quando esss dois mundos bem diferentes se chocam. Há semelhanças com a trilogia de Linklater, mas Already Tomorrow in Hong Kong consegue ter sua própria essência, mexe com nossos corações e foca num princípio sempre sugestivo, o da escolha que precisamos fazer em momentos chaves de nossas vidas.

A única coisa de ruim que possa ter nesse texto sobre esse lindo trabalho é a quase certeza de que esse filme não chegará ao circuito brasileiro. Talvez pela falta de observação cinéfilas das distribuidoras, talvez pela falta de coragem que ainda faltam em alguns de apostar em filmes que mexem com nossos corações e não tem artistas famosos contando a história. De certo, é que se você caro leitor tiver a chance de assistir a essa película, não perca essa chance.

 

 

Nomadland (EUA, 2021)

O que é lembrado, vive. Um dos filmes mais badalados da premiação do Oscar desse ano, Nomadland, escrito (baseado no livro homônimo de Jessica Bruder), dirigido e editado pela cineasta chinesa Chloé Zhao é um road movie cíclico sobre a solidão e os desencontros em relação ao lugar no mundo de uma forte e solitária protagonista (interpretada pela ótima Frances McDormand). Nos faz refletir bastante sobre nossa existência e também sobre as estradas da vida que todos enfrentamos, cada qual a sua forma. Assuntos atuais como a crise econômica e as gangorras de um capitalismo que leva a maioria dos trabalhadores a serem um mero número sem piedade quando as dificuldades ou rendimentos abaixo do esperado chegam também estão presentes nesse belo trabalho vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

Na trama, conhecemos Fern (Frances McDormand) uma mulher mais velha que vive em uma Van antiga, nômade, pelas estradas da vida. Sem lugar fixo, trabalha em determinadas época do ano na mesma filial de distribuição da Amazon. Combate a solidão, o frio, as desconfortantes situações que precisar enfrentar para buscar respostas que tanto procura. Quando o amor chega inesperadamente, ou algo parecido com isso, acaba gerando uma espécie de conflito dentro dela e decisões precisarão serem tomadas.

Lar é só um nome ou é algo que carregamos conosco? A protagonista não é uma mulher perdida no mundo, na verdade é uma corajosa ser humana, dona de uma atitude para muitos radical mas que para ela se torna uma única saída. A decisão de viver sozinha a leva a um combo de emoções. A perda do marido, conexão com a natureza, à espera de uma palavra amiga nos momentos mais duros e difíceis, há muitos pontos para análise nessa construção profunda de uma personagem forte que aos poucos vai aprendendo a cada dia mais sobre a vida sozinha e sobre os obstáculos que pode enfrentar pelo caminho.

A direção é magistral. Zhao consegue nos mostrar as belezas da solidão, o elo da protagonista com a natureza (em cenas belíssimas) e a dureza de momentos conflituosos onde as lágrimas se tornam as grandes companheiras de viagem. Alguns acharão um ‘filme lento’ mas as conexões com a histórias estão por todo lugar, além disso, por conta de depoimentos de outros na mesma situação de Fern, em praticamente um retrato real sobre nômades, vamos refletindo sobre essa situação de muitas almas solitárias e suas escolhas em estarem sozinhos nas respectivas fases da vida que se encontram.  Belo filme.

 

 

Holiday (Holanda/Suécia, 2021)

O paradoxo entre luxo e a violência sem limites. Após dois curtas-metragens e ter assinado o roteiro do polêmico filme Border, a cineasta sueca de 43 anos Isabella Eklöf chega ao seu primeiro longa-metragem na direção dando um grande bico na porta contando a trajetória de uma ingênua jovem e seu relacionamento abusivo com um gângster durante a passagem deles na cidade portuária de Bodrum, na Riviera turca. História impactante, cenas pesadíssimas, que embrulha o estômago mas faz refletir sobre a questão da redenção dentro de um camuflado deslumbre, se existe ou não. Holiday está disponível no ótimo catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.

Selecionado para o Festival de Sundance no ano de 2018, Holiday, aborda paralelos que nos fazem entender melhor a protagonista, consumida por uma ingenuidade tamanha. Por exemplo, o medo vira um paralelo para o ar dessa ingenuidade que envolve a personagem, escolhas aparecem na sua frente a todo instante mas o deslumbre para com um vida de luxo e a acomodação de uma falsa liberdade parece que a deixam confusa a todo instante, mesmo seus instintos a levando para uma busca por uma outra realidade pois aquilo que vive não pode ser nem de longe um padrão para uma vida calma e tranquila. Nada ao seu redor a ajuda nesse caminho complicado, a chegada do velejador holandês parece que desperta nela uma reação de esperança, quase uma desconstrução sobre a sua visão daqueles dias naquele lugar.

Violência física, psicológica, o filme é recheado de fortes cenas que deixarão o espectador impactado. Esse poder de atingir chocando é o caminho tomado por Eklöf para mostrar os caminhos quase sem volta da vida, por escolhas que estão na nossa frente mas com todos os obstáculos que as vezes não nos fazem enxergar.

 

 

Agnes Joy (Islândia, 2019)

O choque do espírito pragmático com o espírito sonhador. Escrito e dirigido pela cineasta islandesa Silja HauksdóttirAgnes Joy, indicado pela Islândia ao Oscar no ano de 2019, caminha a curtos passos entre conflitos de mães e filhas de duas gerações, imposições sobre a vida, aquelas dentro da lógica de doutrinas de senso comum andando na linha do ‘normal social’. A rebeldia aliada à inconsequência, como as aparências enganam, como equilibrar a arte do sonhar, são questões que chegam forte nas nossas mais óbvias reflexões sobre o que vemos ao longo de menos de 90 minutos de projeção. Por mais que o nome do filme seja Anges Joy (nome da filha), a trama gira quase sempre em torno da mãe (interpretada pela ótima atriz Katla M. Þorgeirsdóttir). Um interessante trabalho, mais profundo do que aparenta ser.

Na trama, conhecemos Rannveig (Katla M. Þorgeirsdóttir), uma mãe rígida, controladora, comandante da empresa da família, a qual teve que assumir assim que seu pai faleceu interrompendo seus outros sonhos. Infeliz no trabalho, ela se desdobra entre a educação da filha adotada Agnes Joy (Donna Cruz), alguma atenção que busca do marido Einar (Þorsteinn Bachmann) e as aparências para os outros de sua ‘família perfeita’.  Quando a chegada de um novo vizinho, um ator conhecido por alguns, acaba mexendo um pouco nessa história vamos descobrindo os sentimentos escondidos dos personagens. Embaralhados pontos de vistas sobre o casamento mãe e pai completamente distantes ganham argumentos diversos.

Encontramos mais sentido sobre a vida, sentados vendo o mar, do que no meio do caos e estresse que pode virar nossa rotina. Nessa batalha entre o nublado e o céu de brigadeiro quando pensamos sobre nosso futuro, o foco para os paralelos acabam sendo dentro da questão familiar. Mãe, filha e pai, cada um à sua forma, buscam ser uma família perfeita aos olhos dos outros mas o cotidiano só comprova que não existe família perfeita. A primeira a se rebelar contra a mesmice infeliz é Agnes o que acaba preparando o terreno para Rannveig buscar se reinventar, dando sorrisos aos desejos, buscando não controlar tanto tudo e a todos mas as linhas do roteiro não desenvolvem Einar o que acaba deixando lacunas a serem preenchidas para um entendimento mais completo das transformações que acontecem.

O filme possui poucas questões sobre o trabalho de Rannveig mas o pouco que aborda abre uma ótica para a questão de trabalhadores estrangeiros que arriscam tudo e imigram para países europeus em buscam de boas oportunidades mas muitas empresas colocam salários lá embaixo e poucas oportunidades, diferente do que seriam se fossem por um trabalhador local. Quase uma escravidão moderna. Mesmo na superfície, o filme levanta essa ótima questão global.

 

10 filmes que acabam e você pensa: “meu deus, que viagem”

Nem sempre nos deparamos com obras fáceis de serem entendidas; às vezes, somos surpreendidos com tramas que encostam no mirabolante, nos levando a ‘gostar’ ou ‘odiar’. Seja um casal preso num imenso condomínio com todas as casas iguais, ou mesmo um mirabolante e iminente fim do planeta, algumas dessas histórias nos levam para jornadas, no mínimo, curiosas. Para você que gosta de encontrar algo positivo em qualquer filme, segue o desafio de assistir a esses dez:

 

Viveiro (Prime Video)

Na trama, conhecemos Gemma (Imogen Poots) e Tom (Jesse Eisenberg), um jovem casal que vive feliz. Eles estão na fase de morarem juntos e decidem procurar alguma imobiliária que os atraia. Passando após o trabalho em uma específica, entram e logo são envolvidos pelo agente imobiliário para visitarem naquele mesmo dia a residência. Chegando lá, a surpresa! Um imenso condomínio com todas as casas iguais e onde nada é o que parece, principalmente na hora de tentar ir embora.

 

O Elevador

Na trama, acompanhamos um casal, Ana (Marimar Vega) e Sito (Gorka Otxoa), moradores de um prédio de dez andares que após descerem juntos para jogar o lixo fora, percebem, cada um deles em seu momento, estarem presos em um looping (toda vez que o elevador chega ao térreo, eles voltam ao momentos que entram no elevador). Assim, eles precisarão tentar encontrar alguma solução.

 

Frank e o Robô (Sony One)

Na trama, em um futuro próximo, conhecemos Frank (Frank Langella), um ladrão aposentado que mora sozinho em uma casa. Em um mundo recheado de ações tecnológicas, Frank mantém uma relação fria e distante com seus dois únicos filhos. Certo dia, um de seus filhos resolve fazer uma visita e traz consigo um robô de última geração para ajudar o pai nas tarefas de casa. A desconfiança inicial logo vira laço de amizade, tornando o robô um grande companheiro de Frank, até mesmo parceiro de crime.

 

Moonfall – Ameaça Lunar (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Brian Harper (Patrick Wilson), um astronauta da Nasa que, em uma missão ao lado de Jocinda (Halle Berry), percebe algo estranho vindo de algum lugar fora da terra o que ocasiona um terrível acidente. Anos se passam e Brian está desacreditado, taxado como o único culpado da missão, sem emprego e se virando como professor de um observatório. Só que algo na Lua faz com que um curioso e estudante de astronomia chamado KC (John Bradley) perceba que o planeta está em risco. Assim, os destinos de Brian, KC e Jocinda vão se unir para tentarem salvar o planeta.

 

Um Dia Fora do Controle (Prime Video)

Brian (Kevin James) é um homem de meia idade que tenta construir um bom relacionamento com seu enteado, Lucas (Benjamin Pajak). Quando é demitido do emprego, passa mais tempo com o jovem, e um dia encontram por acaso com Jeff (Alan Ritchson) e seu suposto filho, CJ (Banks Pierce). Mal eles sabiam que esse encontro proporcionaria 24 horas de total loucura, quando passam a ser perseguidos junto aos novos conhecidos.

 

A Caverna

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que rumam ao desconhecido, indo atrás de pistas sobre o paradeiro do professor e arqueólogo Hopper (Andrew Wilson), que desapareceu misteriosamente. Assim, conseguem encontrar uma misteriosa caverna onde logo percebem que está tudo muito confuso quando, a partir de situações que vivem lá dentro, acabam descobrindo que o espaço tempo está sofrendo um grande avanço na normalidade do tempo.

 

O Predestinado (Prime Video)

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande para tentar mudar o rumo dessa história, que é cheia de armadilhas e surpresas.

 

Os Altos e Baixos do Amor (Netflix)

Samuel (Charlie Gustafsson) é um jovem chef em ascensão, já dono de restaurante, que encontra o amor em Hannah (Matilda Källström). Mesmo com pouco tempo juntos, resolvem se casar. A cerimônia é na casa dos pais dele e lá vão enfrentar alguns embates com os sogros querendo ajudar o grande dia.

 

O Amante Duplo (Prime Video)

O filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes, nos mostra a história de uma mulher chamada Chloé (Marine Vacth), que trabalha em um museu, e após uma consulta acaba sendo orientada a procurar um terapeuta. Assim, ela chega em Paul (Jérémie Renier), com quem logo se envolve. A questão é que após um tempo, ela descobre um segredo de seu novo par romântico: ele tem um irmão gêmeo que também é terapeuta. Assim, acaba se envolvendo com esses dois homens e acaba descobrindo muitas surpresas nesse caminho.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência (Reserva Imovision)

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan, que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos, vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida.

‘Thelma & Louise’, ‘Tomates Verdes Fritos’ e a mudança nos 30 anos de empoderamento feminino em Hollywood

É inegável que nossa sociedade mundial evoluiu muito nas últimas décadas. E conforme cada grande salto de tal reajuste chegam também as enormes barreiras criadas por aqueles que acreditam que antes tudo era melhor. Mudar é difícil e os privilegiados nunca querem abrir mão de seu status hierárquico. O que vemos na verdade, porém, é apenas uma transformação positiva que tende a igualar a todos dentro de um sistema social. É claro que muita coisa ainda precisa mudar para se chegar num patamar de igualdade. Ao olharmos 30 anos no passado, por exemplo, já podíamos notar as rodas evolutivas em movimento, dando a partida do que temos hoje.

Por isso a história é tão importante. Serve, dentre inúmeras outras coisas, como parâmetro para notarmos como éramos, como evoluímos e notar que estamos andando na direção certa. E nesse sentido o cinema é uma ferramenta importantíssima. Embora alguns só o percebam como forma de entretenimento, mesmo nos filmes mais escapistas podemos fazer uma análise social, de como vivíamos e nos comportávamos no passado; o que era aceitável, o que mudou e o que é visto com muita reprovação com os olhos de hoje.

Especificamente nesta nova matéria iremos abordar o tópico do empoderamento feminino, um assunto ainda muito debatido atualmente. Cada vez mais filmes visam dar espaço ao protagonismo feminino, afinal o lugar da mulher na sociedade evoluiu muito desde a década de 1960 e corre a patamares inalcançáveis anteriormente. Em Hollywood, por exemplo, discute-se muito os bons papeis femininos, que não sejam apenas coadjuvantes dos homens ou que não dependam deles para fazer girar sua narrativa. Fora isso, não existe mais um gênero onde a mulher não possa protagonizar, e desde os anos 90 a mulher invadiu até mesmo os faroestes – gênero tipicamente considerado masculino: em produções como Rápida e Mortal (1995) e Quatro Mulheres e um Destino (1994), por exemplo.

Aqui voltaremos justamente para a década de 1990, mas para seu início, em 1991, há trinta anos no passado, para dar uma olhada em duas produções que visavam discutir a mulher em nossa sociedade de diferentes formas em diferentes gêneros.

É claro que não poderíamos começar de outra forma. Presente no acervo do Telecine Play, Thelma & Louise é considerado um dos grandes marcos do movimento feminista moderno na sétima arte. Comemorando seu trigésimo aniversário em 2021, é curioso notar como o longa estava à frente de seu tempo, permanecendo ainda muito atual hoje. Dirigido por Ridley Scott, que marcava seu nome na ficção científica então (com Alien – O Oitavo Passageiro e Blade Runner – O Caçador de Androides), o drama feminino era um ponto fora na curva para o cineasta – que originalmente iria apenas produzir o material. O coração do filme, no entanto, é o roteiro escrito por uma mulher, a roteirista Callie Khouri, que levou o Oscar por seu trabalho (o único que o filme receberia, num total de seis indicações).

Selfie antes da selfie existir. Louise (Susan Sarandon) e Thelma (Geena Davis) foram pioneiras em muitos aspectos.

Eu sei que se fosse feito hoje, teríamos uma mulher dirigindo o longa, mas na época o número de cineastas mulheres com as portas abertas pelos grandes estúdios (como a MGM aqui) para comandar produções deste tipo era bastante reduzido. Se hoje os números não são vastos, imagine há trinta anos. De qualquer forma, esse é um dos percalços que já podemos notar num filme feminista de trinta anos atrás: ele tinha que ser dirigido por um homem! Como dito, porém, o que conta mesmo aqui é a história e a mensagem por trás dela. Numa sociedade machista do sul dos EUA, duas mulheres planejam um fim de semana juntas para escapar de suas rotinas opressoras. Louise é uma garçonete do típico diner norte-americano e Thelma é uma dona de casa solenemente maltratada por seu marido traste.

A pose icônica da dupla de bad girls e bad asses. É muito woman power.

Visando respirar um pouco, as duas caem na estrada, mas já na primeira noite são colocadas à prova. Tudo por motivo de arcaicos ditados como “você procurou”, “não soube se comportar”. Três anos antes, Acusados (1988), com Jodie Foster, narrava sobre uma jovem estuprada em um bar. Aqui, algo semelhante ocorre quando Thelma, animada num bar, bebe umas e outras, aceita dançar com um aparente cavalheiro simpático e termina arrastada para fora do estabelecimento por ele. No estacionamento o sujeito se mostra um cafajeste, se força sobre ela e quando a mulher diz não, o filme mostra que há trinta anos não existia o hoje famoso e necessário “não é não”. Pronto a estupra-la, Thelma consegue no último minuto ser resgatada por Louise, mas termina no calor do momento (e muito sangue nos olhos) por matar o infeliz. Legítima defesa, é claro. Mas há trinta anos e no Texas, como as duas apontam, receberiam a pena de morte pois todos no bar testemunhariam que ela “estava pedindo”. Agora cabe a dupla fugir até que possam colocar essa história a limpo. O desfecho, no entanto, que chamou muita atenção em seu lançamento devido ao impacto, se tornando uma das cenas mais memoráveis dos últimos trinta anos no cinema, hoje pode atestar negativamente para o discurso. Ou seja, a única forma de uma mulher escapar ilesa da lei após ter sido abusada é a morte.

Thelma & Louise, é claro, foram imortalizadas por Geena Davis e Susan Sarandon, respectivamente. Ambas foram indicadas ao Oscar e fica difícil imaginarmos outras atrizes no papel. No entanto, algumas outras estrelas de Hollywood quase ficaram com as personagens antes da dupla. De começo, Meryl Streep e Goldie Hawn, que procuraram um projeto para estrelarem juntas, chegaram perto de fazer o filme, mas terminaram optando por algo mais leve e seguiram para a comédia A Morte Lhe Cai Bem (1992) no ano seguinte. Em outro momento, os produtores queriam Streep ao lado de Cher protagonizando – mas as duas recusaram.

Curiosamente, a autora do roteiro Callie Khouri visualizou Holly Hunter (O Piano) e Frances McDormand (Fargo) como a dupla protagonista. Mas quem assinou contrato para estrelar mesmo foram Michelle Pfeiffer e Jodie Foster. Já imaginaram como seria o filme com estas duas? Como a demora foi grande para o início da produção – ambas desistiram do projeto, mesmo tendo sido Pfeiffer que sugeriu que Scott dirigisse o longa além de produzir. Foster seguiu para O Silêncio dos Inocentes no mesmo ano (e levou o Oscar de protagonista) e Pfeiffer, é claro, desempenharia seu papel mais icônico, o da Mulher Gato em Batman, O Retorno (1992).

“Eu sou a Thelma dela & ela é a minha Louise”. “Ela é a minha Thelma & e eu sou a Louise dela”. Geena Davis e Susan Sarandon celebram o agora clássico.

Thelma & Louise estreou no prestigiado festival de Cannes em maio de 1991, e se tornou um dos filmes mais populares da época. Em dezembro do mesmo ano, outro filme viria a fazer coro com ele. Trata-se de Tomates Verdes Fritos, adaptação de um famoso best-seller do período, presente no acervo atual da Amazon Prime Video. A história também traz como foco a amizade entre mulheres, se apoiando e lutando para escapar das amarras sociais de uma cultura patriarcal e machista. Narrativamente construída em duas épocas distintas, a trama apresenta quatro mulheres como protagonistas, duas em cada linha temporal. Diferente de Thelma & Louise, Tomates Verdes Fritos não é tão moderno e dinâmico, ao menos na forma como o longa foi filmado e montado, fazendo uso basicamente do drama, ao contrário do filme de Ridley Scott que também aposta na ação, no suspense e numa narrativa policial.

Um elenco feminino de peso, de gerações distintas, protagoniza ‘Tomates Verdes Fritos’.

A história principal de Tomates Verdes Fritos se passa na década de 1980, e é estrelada por Kathy Bates, que então acabara de ganhar um Oscar de protagonista por Louca Obsessão – um dos melhores thrillers dos anos 90, baseado em Stephen King. Aqui, ela vive uma personagem muito diferente, a subjugada Evelyn Couch (Sofá em inglês). Esposa rechonchuda de um sujeito rechonchudo, Evelyn vive à sombra como a típica dona de casa da época. Em uma visita à uma casa de repouso com o marido, ela termina por conhecer a idosa Ninny, papel da saudosa veterana Jessica Tandy – vencedora do Oscar no ano anterior por Conduzindo Miss Daisy. A relação entre Evelyn e Ninny será complementar e irá mudar a vida das duas. Ninny aproveita a companhia de Evelyn no local, a cada nova visita podendo relembrar o passado e lhe contar um pouco de sua história de vida. Essa recordação irá inspirar e motivar Evelyn, que usará em sua própria vida muito do que lhe é apresentado nos contos da velha senhora.

Ninny a narra em especial a relação entre a independente Idgie (papel da it girl dos anos 80 Mary Stuart Masterson) e a donzela Ruth (Mary-Louise Parker). Donas de personalidades e vivências diferentes, as duas criarão um forte laço de amizade, cujo subtexto pode ser lido para além disso, numa relação amorosa mais intensa e não muito vocalizada na época. Idgie sempre foi a “moleca”, uma menina travessa que se comportava como um menino e isso gerou toda a sua independência. Forte e decidida, ela assume na década de 1920 uma postura vista como inadequada para os padrões das mulheres naquele período. Já Ruth se encontra mais presa dentro de tal estrutura, sendo uma mulher “enlatada” do período. Ela inclusive se casa, como era esperado, e sofre abuso doméstico – num dos discursos mais fervorosos do filme.

A relação entre Idgie (Mary Stuart Masterson, acima) e Ruth (Mary-Louise Parker, abaixo) é um dos fortes subtextos de ‘Tomates Verdes Fritos’.

Como o laço intenso já havia se desenvolvido entre as duas, Idgie a resgata da vida de sofrimento para a liberdade ao seu lado. As duas abrem um restaurante e começam a servir, entre outras coisas, o tal tomate verde frito do título, no local. A relação amorosa entre as duas fica apenas subliminarmente pincelada para quem quiser ler nas entrelinhas. No período do lançamento provavelmente passou batido pela maioria. Hoje, com a percepção mais ativa neste sentido, é impossível não notar o elo formado por essas mulheres. Diferente do que temos em Thelma & Louise, por exemplo. A personagem Idgie, embora receba propostas de homens, deixa bem clara sua recusa. Ela só tem olhos para Ruth. Falar de um tema como este, de uma relação lésbica abertamente no cinema de grande público (num lançamento de um grande estúdio como a Universal) era um tabu, e a forma como os realizadores encontraram para dar seu recado foi esta – muito mais induzida do que explícita, porém, a eficiência e impacto consegue ser melhor assimilado do que muitas histórias atuais onde só temos o apelo visual sem qualquer ressonância narrativa.

Jovens atrizes, Masterson e Parker mostram maturidade em seus papeis desafiadores.

Assim como Thelma & Louise, em Tomates Verdes Fritos temos uma história muito feminina, escrita por mulheres. O livro em que é baseado tem autoria de Fannie Flagg, e o roteiro foi adaptado por Carol Sobieski, nome quente na indústria, falecida infelizmente aos 51 anos de idade em 1990, sem ver a estreia de um de seus trabalhos mais populares. Mas também teve o comando de um homem, o diretor Jon Avnet – conhecido produtor em sua estreia como realizador. Tomates Verdes Fritos recebeu duas indicações ao Oscar no mesmo ano de Thelma & Louise: melhor atriz coadjuvante para Jessica Tandy e melhor roteiro adaptado (de forma póstuma) para Sobieski.

Com ambos os filmes disponíveis atualmente em plataformas de streaming populares, este é o momento ideal de revisitarmos essas produções icônicas e muito femininas da sétima arte em seu trigésimo aniversário – seja dando uma nova olhada ou desbravando-os pela primeira vez. Uma coisa é certa, ambos surgem como boa fonte de estudo social do papel e evolução da mulher.

‘Wildling’: Novo clipe do terror com Liv Tyler fala sobre crianças sendo devoradas

O filme do cineasta alemão, Fritz Böhm, ‘Wildling‘ ganhou ganhou um novo clipe, que traz a história de crianças sendo devoradas pela criatura do título.

Assista:

O filme segue “Anna (Bel Powley), uma mulher que passou toda sua infância trancada em um sótão, sob os cuidados de um misterioso homem que ela conhece como Papai (Brad Dourif). Anna morre de medo de uma criatura que ele chama de Wildling, um monstro comedor de crianças que espreita do lado de fora. Depois que Ellen Cooper (Liv Tyler), uma xerife de uma cidade pequena, liberta Anna e a ajuda a começar uma nova vida, seus pesadelos de criança sobre o Wildling retornam, interrompendo a possibilidade de uma vida normal.”

James Le GrosCollin Kelly-Sordelet e Mike Faist completam o elenco.

‘Downton Abbey’: Filme inspirado na série ganha as primeiras imagens oficiais

O filme baseado na aclamada série ‘Downton Abbey’ ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 20 de setembro de 2019.

Já o público internacional receberá o longa com uma semana de antecedência, no dia 13 do mesmo mês.

Gareth Neame, o presidente da Carnival Films e produtor do filme, falou sobre o começo da produção:

“Estamos empolgados em começar o trabalho de fotografia deste aguardado filme e mais ainda por saber que estes amados personagens principais serão incrementados com a chegada de atores excepcionais, que interpretarão novos e únicos papéis na produção.”

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

Assassino ataca novamente em novo teaser de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ ganhou um novo teaser, com o assassino atacando uma nova vítima no acampamento.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: Mark Hamill está irreconhecível em imagem da 2ª temporada

O site EW divulgou a primeira imagem da participação do ator Mark Hamill (‘Star Wars‘) na 2ª temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

Hamill vai interpretar um vampiro ancião, descrito como um “inimigo vingativo do passado do Laszlo que aparece de repente para acertar uma questão pessoal”.

Confira a imagem:

Intitulado On the Run, o episódio irá ao ar no dia 13 de maio.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

Uma outra série que se passa no mesmo universo do filme também está em desenvolvimento, intitulada ‘Wellington Paranormal‘. O projeto seguirá uma dupla de policiais investigando casos paranormais.

‘Uma Noite de Crime 6’: Frank Grillo indica possível retorno em nova sequência

Em entrevista ao Dread Central, Frank Grillo, que estrelou o segundo e terceiro filme da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, indicou seu possível retorno em uma nova sequência.

“Eu e o James DeMonaco temos conversado sobre um novo filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’. Ele me abordou recentemente com o produtor Sébastian K. Lemercier, e eles estavam tipo: ‘Nós conversamos com a Universal e nós queremos o seu personagem, Leo Barnes, em um novo filme da franquia se conseguirmos criar algo incrível’. E eu respondi: ‘Estou dentro. Eu retornaria em um piscar de olhos’.”

Vale destacar que ‘Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) está sendo vendido como o “capítulo final” da franquia, mas, aparentemente, novas sequências ainda são uma possibilidade.

Confira a sinopse do 5º filme, com a primeira imagem oficial:

A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Ana de la Reguera) e Juan (Tenoch Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.

O longa será lançado nos cinemas nacionais para o dia 2 de Setembro de 2021. Nos EUA, o filme estreia dois meses antes, em 9 de Julho de 2021.

O elenco é formado por Will Patton, Cassidy FreemanAna de la Reguera, Tenoch Huerta Leven Rambin.

James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.

Mulher faz pacto com um monstro no trailer do terror ‘Frank’; Assista!

O terror ‘Frank‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Krsy Fox é responsável pela direção, além de estrelar a produção.

Em um momento de desespero, Ruby faz um voto vitalício de servidão a um monstro, mas quebra o acordo quando ela comete suicídio. Agora com raiva, o monstro (Frank) parte em busca de uma vingança sangrenta, levando-o para aquele que Ruby mais amava.

O elenco ainda conta com Bonnie AaronsAzure Parsons, Lyndsi LaRose e Rachel Brunner.

O terror será lançado em VOD pela Alameda Entertainment no dia 25 de outubro.