A Warner Bros. Discovery está investindo no relançamento de uma das franquias mais queridas da cultura pop infantil: um novo filme dos ‘Ursinhos Carinhosos’ está oficialmente em desenvolvimento. Este projeto promete trazer de volta às telonas o carisma e a magia dos personagens que encantaram gerações desde os anos 1980.
A produção ainda se encontra em uma fase bastante inicial, mas já conta com alguns nomes importantes envolvidos. Josh Greenbaum, conhecido por seu trabalho em comédias e produções voltadas ao público familiar, foi confirmado como o diretor do longa. Até o momento, nenhum roteirista foi anunciado, o que indica que o roteiro ainda está sendo concebido ou em fase de contratação de talentos criativos.
Na parte da produção, Chris Bender e Jake Weiner, da produtora Good Fear Content, estão à frente do projeto, enquanto Jonathan Goldstein e John Francis Daley, que recentemente trabalharam juntos em filmes como Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, também participam como produtores através da GoldDay. Pela Cloudco Entertainment — atual detentora dos direitos dos Ursinhos Carinhosos — os produtores executivos são Sean Gorman e Daniel Barnes, garantindo que a essência da marca seja respeitada e atualizada para as novas audiências. Sheila Walcott é a executiva da Warner encarregada de supervisionar o desenvolvimento do longa dentro do estúdio.
Os Ursinhos Carinhosos nasceram como personagens de cartões comemorativos criados pela American Greetings no início da década de 1980. O sucesso imediato fez com que eles ganhassem brinquedos, livros, filmes animados e uma série de TV que se tornou extremamente popular no final daquela década. Os personagens, cada um com uma cor e símbolo únicos que representavam emoções e valores positivos, tornaram-se ícones da cultura pop, com legiões de fãs ao redor do mundo.
Com esse novo projeto cinematográfico, a Warner Bros. Discovery pretende não apenas reintroduzir os Ursinhos Carinhosos às novas gerações, mas também celebrar a nostalgia dos fãs mais antigos. O plano é realizar uma distribuição ampla nos cinemas, reforçando a aposta do estúdio em transformar o longa em uma nova franquia de sucesso no universo das adaptações de propriedades intelectuais infantis.
Ainda não há previsão de estreia ou maiores detalhes sobre a trama, mas espera-se que o filme combine tecnologia de ponta, apelo emocional e humor familiar, em sintonia com o espírito acolhedor que sempre definiu os Ursinhos Carinhosos.
Quando a paixão te pega, não tem jeito, sua vida vira de cabeça pra baixo! Quem aí nunca se apaixonou? Quem nunca viveu aqueles dias com friozinho na barriga toda vez que encontrava um alguém que te levasse até as estrelas? Nesses momentos, mesmo com todo o entusiasmo, é muito importante refletirmos sobre a paixão. Indicado para você que está vivendo um momento assim, segue abaixo uma lista bem legal com 10 filmes pra você assistir quando está apaixonado!
A Química que há entre Nós
O viver para termos algo para dizer. Baseado no livro Our Chemical Hearts da autora australiana Krystal Sutherland, A Química que há entre Nós flutua sua poesia em um salvamento duplo, uma relação de mutualismo, entre dois jovens por volta dos 17 anos e suas angustias existenciais, ligadas a vida e a morte. Até a neurociência tem espaço, gerando reflexões importantes para quem gosta de se aprofundar sobre as histórias de amor. Lançado diretamente na plataforma da Prime Video e dirigido pelo cineasta Richard Tanne, o projeto se consolida como um profundo filme sobre adolescência.
A Farsa
Quando nada é o que parece ser. Depois dos elogiados Monsieur & Madame Adelman (2017) e Belle Époque (2019), o ator e cineasta francês Nicolas Bedos volta para trás das câmeras em mais um trabalho pulsante onde as descontroladas emoções de complexos personagens se misturam em conflitos ligados ao desejo, à inveja. Exibido no Festival de Cannes, A Farsa começa em um tribunal após um suposto crime ter sido cometido, por meio de depoimentos vamos conhecendo melhor os integrantes dessa história cheia de reviravoltas.
Esta noite, Você Dorme Comigo
O que é suficiente para você se sentir vivo? Deixando um rastro de reflexões sobre relacionamentos, o drama polonês Esta noite, Você Dorme Comigo desenha sua narrativa nos dilemas de uma mulher de meia idade que passa por problemas no casamento e precisa lidar com o retorno de um grande amor. A variável tempo é importante no contexto dessa história, camuflado de filme água com açúcar, a narrativa adentra uma tormenta de emoções de forma bastante inteligente. Não dá para entender a nota tão baixa do IMDB (até o momento em que esse texto está sendo escrito) desse projeto bem dirigido por Robert Wichrowski e com roteiro assinado por Anna Janyska e Anna Szczypczynska.
O charme das comédias românticas hollywoodianas da década de 90. Dirigido pelo cineasta Barry Sonnenfeld e lançado nos cinemas de todo o mundo em 1993, Por Amor ou por Dinheiro aborda de maneira leve a ambição, encostando na ganância, ou pelo menos no universo do dinheiro fácil. Há muita leveza na apresentação dessas reflexões. Basicamente porque o princípio básico das ações do protagonista chega por conta da alma sonhadora dele e na hora do conflito, grande clímax, precisa fazer suas escolhas entre o racional e as emoções. Simpática fita dos anos 90 que nos mostra como não fazem mais filmes como antigamente.
Existe razão nas coisas feitas pelo coração? Com uma tarefa árdua de transformar em filme uma das músicas mais emblemáticas da carreira da inesquecível Legião Urbana, banda de rock liderada pelo genial Renato Russo, o cineasta René Sampaio (que em 2013 adaptou Faroeste Caboclo para o cinema) consegue pegar uma estrada de emoções, escolhas, dentro de duas visões completamente diferentes do viver e o resultado é um filme emocionante que transpira muitas fases da vida. Gabriel Leone e Alice Braga estão em grande harmonia na pele dos protagonistas.
Considerado um dos clássicos do cinema, Bonequinha de Luxo é um filme que fala sobre sonhos, as maneiras como podemos enfrentar problemas do passado, as desilusões de uma vida rica em alguns sentidos e pobres em outros. Protagonizado pela atriz belga Audrey Hepburn (a primeira escolha era Marilyn Monroe) o projeto lançado em 1961, baseado na obra homônima de Truman Capote teve um orçamento de 2,5 milhões de dólares e arrecadou mais de dez vezes esse valor somente em bilheteria pelo mundo.
Na trama, conhecemos o casal Abby (Kristen Stewart) e Harper (Mackenzie Davis) que vem felizes em um apartamento que dividem em uma cidade norte-americana. Quando chega próximo ao natal, Harper chama Abby para passar com ela e sua família na casa dos pais. Perto de chegar ao local, Harper avisa a namorada que ainda não saiu do armário pra sua família, o que acaba gerando uma série de situações conflituosas e onde Abby precisará refletir muito sobre esse relacionamento que vive.
Na trama, conhecemos a secretaria de estado dos Estados Unidos, Charlotte Field (Charlize Theron), uma mulher inteligente que luta por causas nobres e acaba tendo a oportunidade de concorrer ao lugar mais cobiçado da Casa Branca. Em certa noite, em uma festa reservada, acaba reencontrando Fred Flarsky um jornalista de que ela cuidava quando criança. Logo a empatia entre os dois aparece e Charlotte resolve chama-lo para ser seu redator de discursos, isso acaba abrindo margem para o surgimento de um sentimento intenso entre os dois ao longo de todos os preparativos de lançamento de candidatura à Presidência.
Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno, a comédia dramática The Big Sick, no original, é uma daquelas gratas surpresas que aparecem no circuito. Falando de um assunto bastante abordado em longas metragens ao longo dos anos, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, Doentes de Amor, título nacional desse projeto, possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas e um grande cheiro de Oscar para Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.
Eu Estava Justamente Pensando em Você
O tempo e o seu começo, meio e fim. Qual a diferença entre sonhos e lembranças? Porque parece ser tão impossível tentar te esquecer? Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano, estreante em longas-metragens, Sam Esmail (criador de um dos seriados mais aclamados por crítica e público nos últimos anos, Mr. Robot) Eu Estava Justamente Pensando em Você parece uma peça de teatro, com vários cenários, diálogos inteligentes beirando ao tragicômico e dois atores em grande harmonia em cena.
Olivia Wilde é Carrie, Jean Grey e Lucy nesse terror B
O terror era o meu gênero preferido na infância e adolescência. O fato não é um caso raro. Ao contrário de qualquer outro gênero cinematográfico, o terror é onde o público consegue um maior imediatismo de sensações. O que conta é o momento e não tanto o que ressoa, ou o que levamos conosco. Por isso, o terror permanece como o gênero mais jovem do cinema, cujo público tem como base os adolescentes. Não os culpo, justamente porque já fui um.
A inquietude típica da fase nos volta para a ação e a adrenalina. Se não estiver acontecendo correria e gritos na tela, a atenção é perdida. Justamente por isso, não se pode perder tempo com muitos diálogos, mesmo que sejam justificados para explicar a trama. O que conta mais são os sustos e por vezes, o sangue. Com a idade, muitos avaliadores, como o que vos fala, continua sua paixão pelo gênero – ainda não me tornei esnobe o suficiente para desprezá-lo por completo. No entanto, começamos a prezar justamente o que “nossos eu” do passado achariam chatos. Os filmes de terror mais voltados para o psicológico, para o desenvolvimento de personagens, diálogos expositivos e não tanto a matança desenfreada.
Pensando por este aspecto, chega para os brasileiros neste fim de semana, Renascida do Inferno (The Lazarus Effect), filme de terror encabeçado por um bom elenco, fazendo uso de uma trama interessante e a promessa de referências legais. Veja essa história: cientistas trabalham em um laboratório subterrâneo desenvolvendo um experimento que trará os mortos de volta à vida. Calma, tem mais. Após um acidente, o experimento precisa ser usado numa das cientistas. O problema é que ela não volta “pura”. Com uma premissa dessas, tudo desde Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos, Hellraiser – Renascido do Inferno, A Volta dos Mortos Vivos 3 e Linha Mortal vem à mente do ávido cinéfilo, louco por um bom terror nas telonas.
O segredo está na diversão e na criatividade. Tais elementos parecem cada vez mais raros. Mas a explicação está no próprio público, sempre querendo mais do mesmo. Qualquer coisa que fuja dos moldes do que já deu certo não é aceito. O resultado é uma safra de filmes de terror genéricos, todos padronizados, dos quais é difícil diferenciá-los ou sequer lembrá-los. E infelizmente é onde se encaixa este Renascida do Inferno, um filme promissor que se deixa guiar pelos clichês do subgênero. Além disso, o filme nunca consegue quebrar o molde, ficando preso em conceitos antigos e pouco inspirados.
O elenco, como dito, é bom, e tem nomes como Olivia Wilde e Mark Duplass, atores proeminentes do cinema independente norte-americano – fato que somou na curiosidade em relação ao filme. Estreia na direção de ficção do cineasta de documentários David Gelb, o filme foi escrito pela dupla Luke Dawson (Imagens do Além) e Jeremy Slater (do novo Quarteto Fantástico). Wilde e Duplass interpretam um casal de cientistas criadores do tal soro da ressurreição. É espantoso, por exemplo, como o roteiro trata o personagem de Duplass, que entra para o hall dos homens da ciência mais estúpidos do cinema. O personagem toma uma decisão equivocada atrás da outra, começando por levar um cachorro ressurgido da morte para casa, e terminando por… bem, veja o filme.
O que mais incomoda em Renascida do Inferno é o filme não ser nada além de um slasher, mesmo que um sobrenatural. A estrutura tem um vilão, ou no caso deste, uma vilã, que sai matando um a um, todos os membros da equipe. Muitos podem dizer que existem fatores interessantes, como um elemento que assemelha o filme ao acelerado Lucy (com Scarlett Johnasson), mas tais pequenos detalhes simplesmente não são o suficiente para redimir uma produção que nos faz passar por (mesmo que apenas) 83 minutos de material muito reciclado.
Disponível no Acervo Atual da Netflix, ‘A Hora do Espanto’ foi o maior sucesso do gênero em 1985
Foi o amor por filmes de terror e por histórias de vampiros que fez o diretor Tom Holland criar A Hora do Espanto. Comecemos por partes. Não, não é esse Tom Holland que você está pensando. Antes do intérprete atual do herói Homem-Aranha no cinema, outro artista de mesmo nome fazia sucesso no mundo da sétima arte – em especial em produções de gênero como o terror. Esse Tom Holland é, entre outras coisas, o diretor de outro grande clássico do horror dos anos 80: Brinquedo Assassino (1988), o primeiro filme do querido boneco Chucky. Só por estes dois esforços na direção, o cineasta tem seu nome cativo no panteão do cinema entretenimento.
Holland começou a escrever seu nome em Hollywood ao assinar o roteiro de Psicose 2 (1983), continuação do clássico absoluto de Hitchcock, e seu primeiro grande trabalho na indústria. Enquanto escrevia seu trabalho seguinte, a aventura infanto-juvenil cult Os Heróis Não Tem Idade (1984), Holland começou a pensar num conceito para uma história: sobre um adolescente fã de filmes de terror que desconfia que seu vizinho na casa ao lado seja um vampiro. O conceito era interessante, mas o próprio roteirista não achava que era forte o suficiente para sustentar uma história inteira. O entrave em sua cabeça parava na pergunta: “o que ele vai fazer?”, já que a primeira reação de todos seria achar que o jovem estava louco. Assim, Holland via esta ideia empacada e permaneceu desta forma, somente em sua cabeça, por um ano.
Em determinada ocasião, enquanto conversava sobre essa sua ideia com John Byers, então o chefão do estúdio Columbia Pictures (hoje Sony), o próprio Holland viu a lâmpada acender em sua cabeça. E o que o roteirista bolou foi: “ele iria diretamente falar com Vincent Price”. O citado ator veterano era sinônimo de filmes de terror e muitos contendo tais criaturas das trevas bebedoras de sangue. E assim nascia não apenas o personagem Peter Vincent, como também sua inspiração completa para escrever A Hora do Espanto.
Na trama, Charley Brewster (William Ragsdale) é um adolescente comum. Ele tem uma namorada, Amy (Amanda Bearse) e um melhor amigo “Evil” Ed (Stephen Geoffreys). Apaixonado por clássicos filmes de terror, o rapaz é fã do programa A Hora do Espanto (Fright Night, algo como Noite do Medo), uma maratona noturna de filmes de terror antigos e esquecidos, apresentada por um astro veterano de tais filmes, Peter Vincent (Roddy McDowall). Quando Charley começa a desconfiar e depois confirma que seu novo vizinho seja de fato um vampiro assassino que está matando jovens mulheres na sua cidadezinha, ele tenta alistar a ajuda de seus amigos e até mesmo de seu ídolo, um pseudo especialista nas criaturas noturnas.
Segundo o próprio diretor, o jovem Charley é a motor de ‘A Hora do Espanto’, mas Peter Vincent é o seu coração.
Este tipo de programa apresentado no filme era muito comum e popular nos EUA nas TVs abertas por lá. Foram estes programas que popularizaram figuras como Elvira, personagem de Cassandra Peterson, que iniciou sua carreira como anfitriã na TV neste segmento. Ou seja, A Hora do Espanto não é apenas um filme apaixonado pelo gênero terror ou vampiros, mas também homenageia e presta tributo a um tipo de atração televisiva muito popular no passado, que ainda estava no auge na década de 1980, mas que hoje, assim como tantos itens da cultura pop do passado, se tornaram esquecidos. Segundo o próprio Holland, Peter Vincent e seu background televisivo são o coração do filme.
Depois de ter bolado uma espécie de homenagem metalinguística a uma era (fã e apresentador de programa de terror se veem num próprio filme de terror), Tom Holland escreveu o roteiro completo em três semanas. Mas aí viria a pegadinha. O roteirista queria estrear na direção, com este seu então mais recente texto. Acontece que Holland havia se decepcionado muito com o tratamento que um de seus roteiros havia recebido em tela, no filme Tudo por uma Verdade (1984), e assim conseguiu um acordo com a Columbia, que apostou num diretor novato – ninguém poderia prever o sucesso que o seu filme de vampiros faria.
Aposta certa! A Columbia (Sony) bancou o projeto e o resultado foi muito satisfatório.
Com o diretor de primeira viagem Tom Holland contratado para sua grande estreia – num terror que misturava muito humor e autoconsciência em sua narrativa -, o próximo passo dado era contratar os atores certos para os personagens. É claro que a “alma” do filme, Peter Vincent, precisava e só poderia ser um único ator: Vincent Price. De fato, Holland criou o nome do personagem tendo Price em mente, e também o ator Peter Cushing. No entanto, a saúde de Vincent Price não estava das melhores e o ator evitava trabalhar de forma intensa, ou sequer estava aceitando papeis em filmes de terror nesta época. Ele viria a realizar seu último filme no cinema cinco anos depois com Edward Mãos de Tesoura (1990), de Tim Burton. Assim, Holland recorreu a Roddy McDowall, imortalizado por seu papel de Cornelius no clássico O Planeta dos Macacos (1968).
Já para o papel do protagonista Charley Brewster, “o menino que grita lobo”, segundo a definição do próprio criador, um nome famoso que quase terminou com o papel foi Charlie Sheen. Segundo Holland, no entanto, a aparência de Sheen era a de um herói e não era o que o autor buscava para Charley. Com William Ragsdale, o diretor encontrou um “rapaz mais mundano” e identificável. Isso porque a intenção do cineasta com o filme era validá-lo para o público moderno (da época), ao enraizá-lo na realidade, justamente por isso usou como cenário os subúrbios de uma cidadezinha norte-americana.
O veterano Roddy McDowall interpreta Peter Vincent, personagem inspirado em Vincent Price.
A Hora do Espanto, curiosamente, não era prioridade para a Columbia Pictures na época. O estúdio estava concentrando todas as suas forças em fazer de Perfeição, filme sobre a investigação real da revista Rolling Stone na “azaração” que rolava em academias de ginástica (protagonizado por John Travolta e Jamie Lee Curtis), o seu grande sucesso daquele ano de 1985. Fora este, outra grande prioridade da casa era História de um Amor, outro romance, este musical, com Rebecca De Mornay. Ironicamente, História de um Amor passou mais que em branco, passou “transparente”, e Perfeição viveu para se tornar um dos fracassos mais retumbantes não apenas dos anos 1980, mas da história de Hollywood. Mesmo assim, o estúdio cedeu US$9.5 milhões para o orçamento deA Hora do Espanto, dos quais US$1 milhão foi gasto apenas com os efeitos visuais do longa – se tornando o primeiro filme de vampiros a gastar tanto com efeitos.
Enquanto as prioridades da Columbia fracassavam,A Hora do Espanto se tornava um grande sucesso. O terror foi o filme do gênero mais bem sucedido daquela temporada e o segundo mais rentável do ano de 1985, ficando atrás somente da bilheteria de um peso pesado: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy.
O vampiro Jerry Dandrige (Chris Sarandon) se tornaria um vilão tão icônico quanto Freddy Krueger nos anos 80.
Ah sim, neste momento devo adereçar um dos personagens principais do longa e o principal antagonista: Jerry Dandrige. O tal vizinho vampiro é um sedutor de primeira, igualmente carismático, ameaçador e aterrorizante. Para o papel foi escalado Chris Sarandon, num de seus melhores e mais divertidos desempenhos. E por falar no vilão, o filme do vampiro e o segundo de Freddy Krueger guardam mais semelhanças do que apenas a boa bilheteria, monstros icônicos, maquiagem de primeira e tramas com terror e certo humor. A Hora do Espanto e A Hora do Pesadelo 2 possuem subtexto gay em sua narrativa. Bem, A Vingança de Freddy hoje é notoriamente conhecido por este fator – eu inclusive escrevi uma matéria sobre isso, que você pode conferir no link abaixo. Quanto à Hora do Espanto, o elemento gay que é constantemente cada vez mais adereçado hoje é a relação entre Jerry, o vampiro sedutor, e seu “cuidador”, o zumbi Billy (Jonathan Stark). Basta uma segunda olhada no filme para entender um pouco melhor esta dinâmica.
Segundo o autor, os personagens e sua relação foram criados com estes tons subliminares de forma proposital, embora nenhum dos dois intérpretes (Sarandon e Stark) tenham pego as referências ao atuarem nestes papeis. Há inclusive um ponto de debate sobre a sexualidade do melhor amigo Evil Ed, personificado de forma única por Stephen Geoffreys. Seu desempenho amalucado e histérico, claramente afetado e dono de uma das risadas mais estridentes e icônicas dos anos 1980, deram início a uma linha de pensamento sobre Ed ser um personagem gay. O próprio Holland diz que embora essa não tenha sido sua intenção na época, o personagem pode ser lido sim desta forma. “Você pode dizer que Evil Ed era o rapaz gay que sofre bullying”, diz o criador. O bullying sofrido por Ed é adereçado em alguns momentos do longa e até mesmo no diálogo quando o vampiro seduz o jovem para que se junte a ele. “Você não precisa ter medo de mim. Eu sei como é ser diferente. Eles não irão implicar mais com você ou te bater. Eu irei garantir isso”, profere o vampiro. Mas segundo o diretor, a ideia por trás de Evil Ed era a do garoto nerd que lê gibis de terror demais. Já a relação entre os vilões Jerry e Billy, essa sim, Holland afirma ter sido criada de forma intencional.
A namorada Amy (Amanda Bearse) e o melhor amigo ‘Evil’ Ed (Stephen Geoffreys) são os fiéis escudeiros do protagonista.
Dentre as referências usadas por Tom Holland na criação de A Hora do Espanto, além dos clássicos da Hammer, podemos encontrar também inúmeras homenagens ao primeiro livro de vampiros de Stephen King, Salem’s Lot. O texto foi adaptado, não para o cinema, mas para a TV, na forma de uma minissérie em dois episódios em 1979, intitulada Os Vampiros de Salem. O mesmo material serviu de forte influência na criação da série de sucesso recente da Netflix, Missa da Meia Noite(2021), criada por Mike Flanagan.
O sucesso de A Hora do Espanto foi tanto que se estendeu para outras mídias, como videogames, algo que era comum na época. Assim, em 1988, um o game oficial licenciado era lançado para os computadores Commodore Amiga, onde o personagem a ser controlado era não Charley, mas sim o vampiro Jerry. Fora isso, Castlevania, um dos games mais famosos e cultuados de todos os tempos, que se tornaria uma grande franquia, era lançado em 1986 e trazia homenagem ao filme de Holland. O personagem do caçador de vampiros no game, chamado Charlie Vincent, é referência aos personagens Charley Brewster e Peter Vincent do longa.
O inesquecível Evil Ed é seduzido pelo lado sombrio e se torna uma criatura das trevas.
Nesta época, esse estilo de temática de horror clássico, abordando tópicos como vampiros, havia ficado ultrapassado pelas gerações mais novas e nos anos 1980 precisou de uma roupagem moderna e esperta para ser revivido. Uma prova de quão inteligente era o roteiro é mostrada num diálogo proferido por Peter Vincent, que cita a preferência do público da época. “Tudo o que eles querem é um louco demente por aí numa máscara de esqui picotando jovens virgens”, diz o apresentador. É claro, fazendo menção certeira às sequências de Sexta-Feira 13, que povoavam e dominavam os cinemas na década de 80. No entanto, a esta altura, a franquia de Jason já se encontrava em seu quinto exemplar, com Um Novo Começo(1985), que não foi páreo para A Hora do Espanto nas bilheterias.
A Hora do Espanto arrecadou US$25 milhões em sua estadia nos cinemas, como dito, se tornando o sucesso surpresa daquela temporada. Em seu fim de semana de estreia nos cinemas dos EUA, enfrentou a pesada concorrência do esmaga quarteirão De Volta para o Futuro e da continuação Férias Frustradas 2, debutando em terceira posição do ranking – conseguindo triunfar sobre Mulher Nota Mil, outro clássico absoluto dos 80’s que estreava no mesmo dia. Algumas décadas depois e o terror ainda demonstra seu poder de culto, com o lançamento do Blu-ray limitado de edição comemorativa do aniversário de 30 anos em 2015 – dos quais foram fabricadas apenas cinco mil cópias – esgotando em menos de 48 horas.
Quem vê cara, não vê coração. Amy também se vê vítima do vampiro Jerry.
O sucesso fez gerar uma sequência três anos depois, sem qualquer envolvimento do criador original Tom Holland. A Hora do Espanto 2 (1988) foi escrito e dirigido por Tommy Lee Wallace (Halloween 3 – A Noite das Bruxas). Em 2011,A Hora do Espanto ganhou um remake com Colin Farrell e o saudoso Anton Yelchin nos papeis principais, e direção de Craig Gillespie – dos sucessos Eu, Tonya (2017) e Cruella (2021). Dois anos depois, em 2013, A Hora do Espanto 2 era lançado direto no mercado de vídeo. Este filme, que não conta com nenhum dos envolvidos no remake, embora leve o título “2”, não é uma continuação, mas sim um novo reboot da franquia.
Na versão original do roteiro, o filme possuía um desfecho diferente. O que ganhamos é ambíguo e flerta com a possibilidade de uma continuação, quando Charley nota olhos vermelhos no escuro e ganhamos a frase de Evil Ed que marca o filme “You’re so Cool Brewster”, seguida de suas gargalhadas. Com isso, teorias afirmam que o melhor amigo de Charley permaneceu vivo e no desfecho original Peter Vincent igualmente se transformaria em um vampiro na frente das câmeras de seu programa. Também em 2015, Tom Holland durante um programa do Youtube foi perguntado pelos fãs qual dentre seus filmes ele gostaria de realizar uma sequência, ignorando as continuações e reboots. O cineasta respondeu A Hora do Espanto e disse que para isso reutilizaria o elenco original. o diretor foi ainda mais longe e chegou até mesmo a apresentar seu pitch. Sua ideia seria por um Charley Brewster adulto e pai solteiro, herdando a casa de sua mãe e se mudando para lá com seus dois filhos adolescentes. Os jovens estariam convencidos de que algo maligno se encontra na casa ao lado. E eles estão certos, já que Evil Ed invadiu a mansão abandonada e tenta ressuscitar Jerry Dandrige. Com quem precisamos falar para isso acontecer o mais rápido possível?
Baseada no aclamado filme independente, esta série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
A 2ª temporada da polêmica série ‘Insatiable‘ já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.
Vale lembrar que o programa virou alvo de polêmicas após ser acusado de ser gordofóbico, enfrentando um abaixo-assinado online com mais de 220 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. Além disso, foi massacrada por críticos internacionais, conquistando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes e sendo considerada a PIOR série do ano.
Confira o trailer:
A história acompanha Patty, uma jovem que sofreu bullying durante toda a infância e adolescência por conta de seu peso. Após ter emagrecido, ela quer vingança contra todos os que a fizeram se sentir mal.
A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou um novo comercial intenso.
Confira:
O longa será lançado direto em VOD no dia 7 de agosto.
A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.
“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.
O canal USA cancelou oficialmente a série antológica ‘The Sinner‘ após quatro temporadas.
“Foi um grande prazer e privilégio poder contar essas histórias em ‘The Sinner’ pelas últimas quatro temporadas,”declarou o criador Derek Simonds. “O canal USA foi um grande parceiro e continuamente apoiou nossa visão para a série, e estou muito feliz que a história dramática de Harry Ambrose terminará como havíamos idealizado nessa última temporada. Quero agradecer ao meu parceiro de crime Bill Pullman, e aos talentosos atores, roteiristas, diretores e equipe, que ajudaram a dar vida a essa série. Foi um jornada incrível.”
O último episódio do quarto ciclo irá ao ar no dia 1º de dezembro.
Ainda se recuperando do trauma do caso anterior, o aposentado Harry Ambrose (Bill Pullman) viaja para uma ilha em Maine para relaxar ao lado de sua parceira Sonya (Jessica Hecht), mas quando uma tragédia inesperada acontece envolvendo Percy Muldoon, filha de uma proeminente família local, Ambrose é recrutado para ajudar na investigação – apenas para ser jogado em um novo mistério cheio de paranoia que deixará essa cidade, e a vida de Ambrose, de cabeça para baixo.
O terror ‘Final Summer‘, slasher no mesmo estilo do clássico ‘Sexta-Feira 13‘, ganhou o primeiro teaser.
Confira:
John Isberg é responsável pela direção.
No verão de 1991, é durante o último dia no acampamento de verão Camp Silverlake quando a tragédia acontece. Naquela noite, enquanto os conselheiros tentam fechar o acampamento, alguém está esperando na escuridão em busca de vingança. Quem é o assassino mascarado? É uma lenda urbana ou algo mais sinistro?
O terror irá estrear no festival Popcorn Frights no dia 13 de agosto, mas segue sem previsão de lançamento.
De acordo com o THR, Sydney Chandler (‘SKAM Austin’) será a protagonista da série ‘Alien‘, que está sendo desenvolvida pelo canal FX.
Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.
A atriz é relativamente nova, tendo apenas seis créditos no seu currículo – que incluem dois curtas, a participação em duas séries e dois filmes, sendo ‘Não se Preocupe, Querida‘ o título mais popular entre eles.
Criada por Noah Hawley (‘Legion’), a série será uma “extensão e reinvenção da franquia”.
Anteriormente, e o chefe do FX Network, John Landgraf, confirmou que todos os roteiros dos episódios já estão prontos. Com isso, a fotografia principal deve começar ainda este ano.
“Estamos muito entusiasmados com isso”, disse Landgraf. “Noah Hawley é um grande talento e um fã enorme da franquia Alien, então estamos confiantes de que ele fará algo realmente especial com essa série”.
Vale lembrar que a Ellen Ripley não irá aparecer na série. A trama se passará em um futuro próximo no Planeta Terra, décadas antes dos eventos do filme ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor do série.
Além da série, a franquia também ganhará um novo filme. O longa será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), e está sendo descrito como uma “história independente e original”.
De acordo com o TecMundo, o Procon-SP irá analisar as mudanças do serviço de streaming da Max após as reclamações dos assinantes.
O órgão destaca a tentativa da empresa de streaming de realizar alterações unilaterais de contrato, o que viola o Código de Defesa do Consumidor.
“Após a celebração do contrato, este só poderá ser alterado quando houver concordância expressa das partes. Dessa forma, no caso de a operadora enviar uma alteração contratual ou mesmo um novo contrato, este somente terá validade se o consumidor aceitar os seus termos,” declarou o Procon-SP.
Apesar do corte de planos e do aumento dos preços, a conversão da HBO Max para Max no Brasil dará aos assinantes veteranos a oferta introdutória de 50% de desconto faturada por meio do antigo streaming, desde que cumpram os termos e condições da promoção.
Ainda assim, os usuários da plataforma foram protestar nas redes sociais e já estão reclamando das alterações e da ausência de conteúdos.
Confira as reações, junto com o quadro de mudanças nos planos:
É galera, o Max tá com muita coisa faltando que tinha no HBO Max.
Muitos dos conteúdos recentes que chegaram nos últimos meses estão pendentes.
Resta saber se vão adicionar nos próximos dias, ou não voltam mesmo.
Cancelei HBO MAX pq o app é uma MERDA que trava o tempo todo, vi que mudou o app pro Max e reativei a assinatura pra ver se tava melhor, CONTINUA MESMA MERDA, impossível não cancelar pic.twitter.com/I2pab2HnFP
Legal HBO Max virou Max (grande mudança) e até agora o super shock não entrou no catálogo do Brasil que é a aonde realmente tem gente que ama esse personagem e seu universo pic.twitter.com/ChCJWrW02K
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Plano Standard:
• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente. • O conteúdo estará disponível em resolução Full HD. • Este plano permitirá até 30 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet. • A assinatura mensal custará R$ 39,90 e a anual custará R$ 357,90.
Plano Platinum:
• Oferecerá a melhor experiência para o consumidor. • O conteúdo poderá ser assistido em quatro dispositivos simultaneamente. • O conteúdo estará disponível em resolução Full HD ou 4K e com som Dolby Atmos. • O plano permite até 100 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet. • A assinatura mensal custará R$ 55,90 e a anual R$ 477,90.
O aplicativo da HBO Max será atualizado automaticamente para o aplicativo da Max.
Na Max será possível encontrar uma variedade incrível de conteúdos da extensa família de marcas icônicas da Warner Bros. Discovery na América Latina, incluindo HBO, Warner Bros., o Universo DC, Discovery, Discovery Home & Health, ID, Cartoon Network, Discovery Kids e Adult Swim, com as franquias mais queridas pelos fãs ao redor do mundo, incluindo GAME OF THRONES, o mágico mundo de HARRY POTTER, THE BIG BANG THEORY, os super-heróis da DC, os personagens de LOONEY TUNES, RICK E MORTY, LARGADOS E PELADOS e 90 DIAS PARA CASAR, entre outras.
Além disso, a proposta de conteúdo da plataforma incluirá a primeira janela de exibição de filmes de grandes estúdios, como Sony Pictures; eventos ao vivo, como a Temporada de Premiações e torneios esportivos; e produções originais locais desenvolvidas em conjunto com a talentosa comunidade de criadores e artistas latino-americanos. Tudo isso acompanhado de uma experiência de usuário melhorada que permitirá a cada consumidor escolher e descobrir sua própria jornada pela plataforma.
(*) A Resolução Full HD, 4K e som Dolby Atmos podem não estar disponíveis em todos os conteúdos de cada plano. O conteúdo ao vivo nos planos Standard e Platinum pode conter anúncios. Alguns conteúdos podem conter restrições para downloads. (**) Economia baseada no plano anual de menor preço em comparação à sua versão mensal ao longo de 12 meses.
Em PEQUENAS COISAS COMO ESTAS, Bill Furlong, um respeitável comerciante de carvão e madeira, leva uma vida simples com a família. Durante o período de Natal, ele faz uma descoberta perturbadora sobre um convento local e as jovens mulheres que ali vivem.
Durante o tapete vermelho na HBO Max Nominee Celebration Day, Bella Ramsey foi questionada sobre a possibilidade de se juntar ao Pedro Pascal, seu colega de elenco em ‘The Last of Us‘, no Universo Compartilhado da Marvel.
Ramsey surpreendeu ao responder que adoraria interpretar uma versão do Homem-Aranha.
“Eu não sei sobre isso. Eu poderia interpretar o Homem-Aranha. Tom Holland fez um ótimo trabalho no papel, então, talvez, eles precisem criar um novo super-herói para mim.”
Vale lembrar que, segundo rumores, Ramsey é umas das principais escolhas do estúdio para o papel de Kitty Pryde/Lince Negra na nova adaptação dos ‘X-Men‘.
O próximo filme do amigão da vizinhança, intitulado ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, está programado para estrear no dia 31 de julho de 2026.
Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.
O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.
A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.
Ela se junta às atrizes Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Kerry Condon (‘Mergulho Noturno’), previamente anunciadas.
A trama acompanha o misterioso desaparecimento de uma adolescente, Barbara Van Laar, em um acampamento de verão em 1975, que remete ao desaparecimento não resolvido de seu irmão mais velho, catorze anos antes. A série conta a história da abastada família Van Laar enquanto seus membros lutam para manter a união familiar, desenterrando segredos devastadores no processo.
O seriado é baseado no romance homônimo escrito por Liz Moore.
A autora também servirá como showrunner, roteirista e produtora executiva ao lado de Liz Hannah (‘The Girl from Plainville’).
Hawke dará vida a Judy Luptack, uma investigadora inteligente e quietamente determinada que é escalada para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de uma jovem garota em um acampamento de verão em Nova York.
Condon, por sua vez, será Alice Van Laar, uma mulher que, endurecida pela dor de uma tragédia familiar do passado e presa em um casamento desprezível, é forçada a encarar o inimaginável quando sua filha de 13 anos desaparece.
Produzida pela Sony Pictures Television, ‘O Deus da Floresta’ é um drama multigeneracional ambientado nas montanhas Adirondack. À medida que passado e presente colidem, a riqueza e a influência dos Van Laar se desfazem, revelando as consequências danosas do privilégio e do abuso de poder.
Faltam três semanas para a tão aguardada chegada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ e as primeiras opiniões do filme são bem positivas.
Até o momento, apenas um usuário do Twitter que teve a oportunidade de conferir a produção antecipadamente se posicionou e segundo ele, o reboot é o filme “perfeito de Homem-Aranha”.
Confira:
You know, “Homecoming” really was the perfect title for this film. But you know what title *I* would give it? The AMAZING Spider-Man!
‘Vingadores: Guerra Infinita’ vai trazer o time de heróis enfrentando sua maior ameaça e nem tudo acabará bem para alguns dos membros do grupo.
E durante uma entrevista a MTV, o astro Bennedict Cumberbatch comentou sobre as circunstâncias que acometerão seu personagem, o Doutor Estranho.
Não assegurando a sobrevivência do herói, ele pontuou que tem muita coisa em jogo e que pode ser que não haja um final feliz para ele, como alguns fãs esperam.
Disse:
“Existem muitas ameaças vindo em sua direção. Ele detém a Joia do Tempo em seu pescoço durante uma parte do filme. E nós sabemos que alguém está vindo para pegá-la e colocá-la em uma manopla. […] E pode ser que nem tudo acabe bem para ele. O final do primeiro filme diz que veremos o Doutor Estranho novamente e vocês já o viram. O viram em ‘Thor: Ragnarok‘ e sabem que ele também está nessa produção. Mas isso não significa que haverá mais dele, então é bom esperar para ver”.
A produção foi classificada como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e ação de ficção científica, linguagem e algumas referências grosseiras”.
Antes mesmo de estrear, o novo filme da Marvel Studios já está quebrando alguns recordes. Só nos EUA, a pré-venda de ingressos no site Fandango já é maior do que a observada nos últimos sete lançamentos da Marvel combinados. De acordo com o The Wrap, em comparação com ‘Pantera Negra’, a nova produção do estúdio já vendeu mais do que o dobro de ingressos.
Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.
Com a proximidade de ‘Vingadores: Ultimato‘, novos detalhes têm circulado na internet, revelando os visuais dos personagens em brinquedos e colecionáveis.
E um dos mais recentes jogos de peças LEGO foi compartilhado por um usuário do Instagram e revela detalhes de um Quinjet diferente daquele com o qual nos acostumamos. A nave dos Vingadores ganhou um novo formato.
A atriz Sarah Michelle Gellar está pronta para enfrentar o coronavírus e vai fazer isso ao melhor estilo ‘Buffy, a Caça Vampiros’.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, a protagonista da popular série compartilhou uma foto sua enquanto caminhava nas ruas, segurando uma estaca de madeira encontra no chão, que se assemelha muito à sua arma de escolha na hora de enfrentar os vampiros nas telinhas.
Posando ao lado da “arma”, ela fez uma referência direta à popular série dos anos 90 e 2000, bem como ao contexto mundial em que vivemos.
Uma publicação compartilhada por Sarah Michelle (@sarahmgellar) em
Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.
A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.
Infelizmente os fãs terão que esperar um pouco mais para poder conferir a vilã Hera Venenosa nas telonas, pois ela não será introduzida ao universo DC na nova sequência ‘O Esquadrão Suicida‘.
A informação foi confirmada pelo próprio cineastaJames Gunn, por meio de sua conta oficial do Instagram.
O diretor compartilhou a novidade por meio dos seus stories, em resposta a um fã, que havia feito o questionamento por meio de uma caixa de perguntas disponibilizada por ele em sua rede social.
Na ocasião, ele revelou que embora ame a Hera Venenosa, ela não estará presente em seu filme.
Confira:
Confira a sinopse oficial:
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Como foi anunciado recentemente, a Warner Bros decidiu lançar a adaptação na HBO Max e nos cinemas no dia 06 de agosto.
Alguns nomes eram esperados para reprisar seus papéis anteriores, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
O filme solo ‘The Batman‘ já está oficialmente em exibição nos cinemas e os fãs dos quadrinhos mais atentos perceberão uma leva de referências tiradas de algumas das mais populares histórias do amado personagem.
E durante uma coletiva de imprensa, da qual o CinePOP participou, o cineasta Matt Reeves deu detalhes de quais HQs e filmes foram suas principais inspirações para sua recém-lançada versão do Cavaleiro das Trevas.
Um dos materiais fonte usados pelo diretor foi o amado quadrinho “Batman: Ano Um“. Segundo Reeves, a perspectiva narrativa segue um viés setentista que o cativou.
“Em termos de quadrinhos eu fiz um mergulho bem profundo nas HQs do personagem e acho que em termos de tom, ‘Ano Um‘ traz uma abordagem que está calcada em um aspecto cinematográfico, que me lembrou um filme americano dos anos 70. Inclusive nas notas feitas por Frank Miller, há uma cena onde Bruce precisa se adaptar a uma nova persona – porque ele é muito famoso e não consegue passar despercebido. Então ele coloca uma cicatriz e está usando uma bomber jacket. Nas notas, Frank escreve a David Mazzucchelli [quadrinhista da HQ] que para os desenhos, Bruce deveria parecer que havia ganhado um concurso de sósia do Travis Bickle [personagem de Taxi Driver]. Então há algo nessa abordagem criativa que me chamou a atenção”.
O diretor e corroteirista ainda revelou que os quadrinhos Batman: Ego and Other Tails, lançados em 2000, foram fundamentais para construir os conflitos psicoemocionais enfrentados por Bruce Wayne em relação ao seu alterego.
“Ego também foi uma HQ muito importante, porque aborda a psicologia por trás do fardo de ser o Batman, a ideia do monstro que existe dentro dele e essa constante luta interna que ele vive – o que eu achei muito cativante e informativo. Eu também diria que O Longo Dia das Bruxas, de Jeph Loeb e Tim Sale, foi fundamental, pois há essa ideia de um serial killer que comete essa sucessão de crimes, com o Batman sendo preso por esse mistério. É aqui que temos o famoso ‘O Maior Detetive do Mundo’. Em se tratando de quadrinhos, esses foram os mais importantes entre aqueles em que me inspirei”.
Já em se tratando de filmes, vários clássicos dos ano 70 serviram como referência para a construção da dinâmica entre os personagens:
“Quanto aos filmes, a dinâmica entre o Gordon e o Batman é meio como a de Woodward e Bernstein [dupla de jornalistas do Washington Post responsáveis por desvendar o esquema do Warergate]. É meio como o que vemos em Todos os Homens do Presidente. Existe essa conexão. Há também um pouco de Operação França, Taxi Driver…Enfim, este é um neon-noir. Há vários filmes dos anos 70 que foram inspirações e que para mim são os filmes que me inspiraram a querer trabalhar com cinema”.
E em relação ao vilão Charada, sua dinâmica em tela com Batman opera de forma singular e quase co-dependente, conforme ponderou o astro Paul Dano, intérprete do personagem. Ao longo da coletiva, ele comentou sobre como essa peculiar relação foi construída.
“Eu passei muito tempo pensando no Batman e eu amo a ideia de que não dá para ter o Batman sem sua galeria de vilões e bandidos. Mas eu também amo o fato de que esse Charada do filme não poderia existir sem o Batman. E nessa dinâmica entre eles – que você consegue perceber só de ouvir o Matt falar sobre a construção da sua narrativa com a câmera – há um certo limite ali que é lindamente explorado. Há uma obscuridade maior na moralidade, não se trata apenas de herói e vilão, preto no branco. Não se trata apenas de proteger o status quo. Há algo de errado com a cidade e é complicado ter um vilão cujas ideias não são tão erradas assim. A execução é errada, mas eu eu achei isso bastante complicado e cativante”.
Dano ainda comentou sobre o ultra realismo que faz parte da essência do personagem e como isso o torna uma figura perigosa:
“É o Batman e existem esses incríveis arquétipos, esse grandioso trabalho e historicidade. Mas eu acho que o contato com a realidade presente nesse personagem e o fado de ele ter um background bem psicológico e emocional o tornam potencialmente assustador”.
Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.
“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”
“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”
Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).
Duplamente ganhadora do prêmio Nobel, Marie Curie é um nome marcante na história mundial e esta cinebiografia tenta compartilhar seu percurso de conquistas e realizações. Contudo, baseado no livro de Laura Redniss, o roteiro de Jack Thorne (Extraordinário) promove rupturas bruscas em tom documental, exagera lamúrias fúnebres e desenvolve diálogos pouco realísticos.
Embora a adaptação seja mal estruturada, Radioactive possui o seu mérito na busca de representar a luta deMarie Curie(Rosamund Pike), nascida Maria Skłodowska, em defesa de suas ideias e escolhas numa sociedade totalmente patriarcal e moralista. Na Paris do final do século XIX, a imigrante polonesa tenta ganhar o seu espaço de pesquisa e respeito na Universidade de Paris Sorbonne, mas é descredenciada pelos seus colegas cientistas, encabeçados pelo Professor Lippmann (Simon Russell Beale).
De outro lado, um casual encontro com o pesquisador Pierre Curie (Sam Riley) abre uma porta para a investigadora científica. Apesar da retratação dos acontecimentos ser sofrível, ambos os atores constroem personagens dignos. Rosamund Pike registra uma mulher diligente, dura e duvidosa das reais intenções – com razão – da ajuda de outro pesquisador. Já Sam Riley entrega um amante e admirador gracioso, ao mesmo tempo em que torna-se um obstáculo aos saltos de Marie.
Juntos, eles apresentam ao mundo a descoberta da radioatividade, além de dois novos elementos químicos, Polônio e Rádio. Casados, com duas filhas, o anúncio da concessão do prêmio Nobel a Pierre Curie cai como uma bomba nas ambições da obstinada cientista. Com a narrativa em flashback, o filme começa em 1934, quando madame Curie é levada ao hospital em seus últimos dias e relembra a perda da sua mãe na infância. A técnica é um recurso habitual em cinebiografias, haja vista a recente Rocketman (2019) e A Dama de Ferro (2011).
Em contrapartida, o roteirista Jack Thorneousa em rupturas flash-forward para apresentar, quase que didaticamente, os malefícios e benefícios das descobertas de Curie no futuro. Há movimentos insistentes ao acontecimento da bomba atômica na cidade Hiroshima, em 1945, e o acidente nuclear em Chernobyl, em 1986, além do contraponto de um drama particular no tratamento do câncer infantil por radiação, em 1954, nos Estados Unidos.
Este movimento de ida ao futuro histórico não é usual e bem utilizado. Até porque, ele corta o envolvimento do espectador com a construção da narrativa da biografada a fim de desenhar explicações descabidas ao momento. Fora os escorregões do enredo, o filme da franco-iraniana Marjane Satrapimanobra uma perspectiva amorosa para além da vida, semelhante a utilizada pelo roteirista Abi Morgan nas conversas entre Margaret Thatcher (Meryl Streep) e o seu falecido marido Denis Thatcher (Jim Broadbent), no já citado A Dama de Ferro.
Famosa pela animação autobiográfica Persépolis (2007), Satrapi não se mostra tão inspirada neste projeto ao lidar com temas familiares às suas obras, como os fantasmas da xenofobia e do patriarcado. Isso porque as agruras da personagem são centradas em uma remota prisão sentimental ao marido e seu status civil, ao invés dos holofotes estarem sobre sua história de pioneirismo e representatividade feminina no mundo científico, além do seu impetuoso desapego a convenções.
Apesar dos seus enormes feitos científicos, os franceses a julgaram por ser estrangeira, ateia e amante. Os contrastes para essas perseguições são apresentados apenas em frases soltas pelos personagens, tal como: “Não vou deixar a minha vida pessoal ser mais importante do que meu trabalho científico”, dita por Marie. Ou por sua filha Irène (Anya Taylor-Joy): “Deve ter sido muito difícil ter feito que você fez sendo uma mulher”.
Lançado no Festival de Toronto 2019, Radioactive se assemelha mais a um docudrama televisivo do que a uma envolvente trama cinematográfica. Diferente, por exemplo, da representação da genialidade e percalços de cientistas como Alan Turing, em O Jogo da Imitação (2014), Stephen Hawking, em A Teoria de Tudo (2014) e John Nash, em Um Mente Brilhante (2001).
O indicado ao Oscar 2018, Jordan Peele (‘Corra!’) revelou ao THR que pretende gravar seu próximo filme de terror ainda em 2018.
“Estou escrevendo no momento e vou dirigir para a Universal Pictures ainda em 2018. Estou tentando me divertir novamente. Uma coisa que posso dizer é que vai ser um filme de gênero e eu gosto muito de brincar com o suspense, com o terror, a ação e as intrigas. Acho que em termos de tom, vai com certeza lembrar ‘Corra!’, mas quero fazer um filme diferente. Quero tratar de outro tema além do racismo”
O novo longa ainda não tem título e deve chegar aos cinemas em 2019.
Já alguns meses em desenvolvimento pela Sony, o filme solo de ‘Morbius, o Vampiro Vivo’, derivado de Homem-Aranha focado no vilão, teve seus primeiros detalhes revelados.
Segundo a Variety, Jared Leto será o protagonista e Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos’) deve comandar o projeto, que deve começar a produção ainda este ano.
Segundo o The Hashtag Show, as filmagens começam já em novembro desse ano. As locações ainda não foram anunciadas.
Pensando nisso, o artista BossLogic criou um cartaz sensacional para mostrar como ficará o visual do ator como o vilão. Confira:
O site também afirma que o longa não irá afetar a participação de Leto em filmes da DC como o Coringa.
Uma sinopse preliminar foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:
“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”
Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.
Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.
O próximo filme da Sony sobre o universo do Aranha é ‘Venom’, com estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.
O mês de setembro trouxe uma frente fria absurda para grande parte do país, que está convivendo agora com uma friaca chata e uma chuva forte. Em meio a nossas baixas temperaturas, o fim de semana praticamente implora por um cobertor, uma comida quentinha e um bom filme na TV. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmes em que o frio é um personagem fundamental para a trama para você curtir sozinho ou acompanhado nessa friagem de setembro. Confira!
Clássico moderno da Disney, Frozen é baseado no clássico de Hans Christian Andersen sobre uma rainha do gelo que instaura um inverno eterno. No filme, acompanhamos Elsa e Ana, as irmãs regentes de um reino nórdico, que decidem reabrir os portões do castelo após muitos anos de reclusão. O problema é que Elsa acaba revelando seus poderes mágicos e aterroriza a todos. Com medo da repercussão, ela foge para a floresta, onde pode ser ela mesma. Só que, nesse processo, ela instaura um inverno no reino. Agora, cabe a Ana ir atrás da irmã e trazer o verão de volta.
Inspirado na história real do explorador Hugh Glass, O Regresso ficou conhecido como o filme que deu um Oscar a Leonardo DiCaprio. Essa história de vingança acompanha o explorador no século XVIII, em uma viagem pelo Velho Oeste. Após ser atacado por um urso pardo gigantesco, ele é deixado por seu parceiro de negócios para morrer no frio. Acreditando que o rapaz havia morrido, o traidor assassina o filho de Glass e “assume os negócios”. O problema, para ele, é que Hugh Glass sobrevive e começa uma jornada incessante por vingança e não vai parar até concluir seu objetivo, custe o que custar. Um ponto fantástico desse filme é que ele foi gravado exclusivamente com iluminação natural. Ou seja, demorou horrores para ser concluído e o resultado é um verdadeiro espetáculo visual das paisagens gélidas norte-americanas.
Considerado um dos filmes mais controversos da brilhante carreira deQuentin Tarantino, Os Oito Odiados é um suspense fantástico sobre vingança e o pior que a humanidade tem a oferecer. Durante uma viagem de diligência, o caminho de dois personagens desprezíveis se cruza, dando início a uma jornada cheia de sangue, reviravoltas e todo tipo de agressão possível. Por conta de uma nevasca, eles se veem obrigados a pararem em uma pousada na estrada, onde mais seis personagens igualmente odiáveis se encontram em momentos distintos, sempre agregando uma situação mais bizarra que a outra. Em meio aos mistérios que eles trazem, cabe ao público decidir qual dos oito é menos odiável e por quem torcer para terminar vivo nessa fria, literalmente.
Quando o assunto é entrar numa fria, poucos atores mergulham de corpo e alma na parada quanto Leonardo DiCaprio. Em um dos romances mais famosos da história, ele interpreta Jack Dawson, um pobre artista amador que ganha no jogo um par de ingressos para a viagem inaugural do Titanic, o navio mais moderno e seguro do século XX (rs). No barco, ele conhece Rose (Kate Winslet), uma menina rica envolvida numa fria maior do que as águas gélidas do Atlântico Norte: ela está prometida para casar com um otário que só se interessa pela suposta fortuna da família. Em meio a essa angústia, ela conhece Jack e começa um romance relâmpago com ele até que um iceberg surge no caminho de todos, dando início ao naufrágio mais famoso do século passado.
Inspirada em uma motivadora história real, essa comédia é um clássico dos filmes esportivos. Na Jamaica, um atleta traz vergonha para sua família após não conseguir se classificar para a prova de atletismo das Olimpíadas de Verão de 1988. Disposto a provar seu valor, ele se junta a um ex-atleta que mora na região que trapaceou em um Olimpíada de inverno e foi obrigado a devolver sua medalha. O problema é que ele convence o rapaz a participar da Olimpíada de Inverno de 88 na prova de Bobsled. Mas como treinar uma categoria que consiste em empurrar um trenó no gelo em pleno calor jamaicano? Contrariando todas as expectativas e precisando aturar todo tipo de piada e comentários maldosos, o time da Jamaica vai aos trancos e barrancos até chegar ao objetivo de disputar sua prova abaixo de zero.
Você conhece a franquia de ‘O Predador’, a história da criatura alienígena invisível que já veio para a Terra algumas vezes nos anos 1980/1990 e deixou um rastro de corpos por onde passou – e forçando muito herói a ter que se mexer para salvar a humanidade. Em ‘O Predador’ o próprio Arnold Schwarzenegger teve que ir até a Guatemala para salvar políticos estadunidenses presos por lá; em ‘O Predador 2 – A Caçada Continua’ a criatura foi para Los Angeles, tocar o terror nas ruas dominadas por gangues rivais; em seguida, a produção jogou o foco na criatura, que foi brigar com ‘Alien’ em dois longas-metragens; agora o público poderá finalmente conhecer a origem de tudo, no prequel ‘O Predador: A Caçada’, que chega hoje com exclusividade na plataforma da Starplus.
Naru (Amber Midthunder) é uma jovem indígena Comanche que quer provar ser mais do que uma mulher destinada a cuidar e colher, mas sim uma verdadeira caçadora, pronta para defender seu povo. Porém, seu irmão Taabe (Dakota Beavers) e os outros rapazes da aldeia não só não acreditam no potencial dela, como também a impedem de ir caçar. Quando um leão ameaça a permanência do grupo naquela região, Naru decide ir atrás do grupo de caçadores, numa tentativa de mostrar seu valor. O que ela não esperava era descobrir que o leão seria o menor dos problemas para a sua aldeia, pois uma ameaça muito maior e totalmente desconhecida estava matando todas as criaturas vivas da floresta.
Com uma hora e quarenta de duração, ‘O Predador: A Caçada’ tem a duração e o formato certos para prender a atenção do público, entretendo e ao mesmo tempo oferecendo conteúdo. Partindo dos personagens criados porJim Thomas e da franquia original, o roteiro de Patrick Aison e Dan Trachtenberg volta no tempo para trazer as origens deste que é um dos personagens mais marcantes da ficção científica de terror. Esta origem, entretanto, não é sobre a criatura enigmática, mas sim da história, deste que, até o momento, é o primeiro registro de contato do Predador no planeta Terra.
Ao centrar a história lá nos idos 1700, o roteiro coloca o Predador como uma metáfora para o período colonial: se o Predador só mata àquele a quem considera uma ameaça, e os povos indígenas estão sendo invadidos pelos europeus colonizadores, quem, nessa história, é a verdadeira ameaça e quem tem o direito a permanecer na terra? Tudo isso é oferecido em uma camada profunda, sinalizada especialmente ao final do longa, ao mostrar a característica nômade do povo Comanche em uma história cujo final nós já conhecemos: hoje os Comanche são apenas cerca de 15 mil.
As cenas de ação e de luta são muito bem coreografadas e convincentes, o que torna o projeto do diretor Dan Trachtenberg um filme coletivo, que se vale dos esforços individuais de cada um da equipe para alcançar o resultado. Carismática e exímia manejadora de machadinhas, Amber Midthunder dá conta do recado como uma jovem que luta para conquistar o respeito do grupo, e convence mais do que ‘Valente’ ou ‘Pocahontas’, inclusive nos vários diálogos em Comanche que o filme traz. As cenas de matança e brutalidade não são gráficas, e, no todo, há até pouco sangue em cena – o que pode desapontar a alguns. Entretanto, por alguma razão isso não prejudica a produção; ao contrário, faz com que tanto o Predador quanto os humanos tenham que se valer da inteligência para matar – e isso, na franquia, é algo que andava faltando.
Com um elenco todo composto por nativos indígenas ou descendentes dos povos originários, ‘O Predador: A Caçada’ leva a franquia de volta aos eixos, apresentando uma boa trama comercial dentro de uma história crítica que faz sentido, oferecendo entretenimento que prende a atenção do espectador e joga luz sobre possíveis caminhos que a franquia pode tomar. Filmão!
Cultuado diretor de Vencer, Sangue do Meu Sangue eBelos Sonhos, o italiano Marco Bellocchio escolheu a máfia italiana como tema de seu mais novo filme, O Traidor. Na verdade, o foco está nos processos judiciais que prenderam centenas de mafiosos nos anos 80 e 90, após delações de importantes nomes da organização criminosa.
Coprodução entre Itália, Brasil, França e Alemanha, o longa conta a história real de Tommaso Buscetta (Pierfrancesco Favino), importante mafioso que foge para o Brasil diante de uma disputa entre duas famílias na Itália. No país, ganha muito dinheiro com o tráfico de drogas até que é preso e deportado. De volta à terra natal e motivado pelo assassinato de várias pessoas próximas, ele é convencido pelo juiz Giovanni Falcone (Fausto Russo Alesi) a colaborar com a justiça.
Desde o início, Bellocchio toma a decisão de humanizar Buscetta. Na verdade, ele vai além, colocando-o muitas vezes como vítima na tentativa de fazer o público ficar ao seu lado. Logo de cara, o vemos como um sujeito preocupado com o filho, que se envolve com drogas, e que sofre com os abusos da polícia brasileira. Por outro lado, seus crimes não são muito explorados. Sua relação com o tráfico e a origem da fortuna no Brasil é algo apenas sugerido, e mesmo os crimes mais graves na Itália são deixados de lado, ou tratados pelo viés mais humano, como sua recusa em matar um pai na companhia de seu filho.
Apesar de maniqueísta, não dá para dizer que o diretor errou em sua opção, afinal o público acaba se envolvendo com o carisma do personagem e passa até a torcer para ele. Além do que, no ato final, a produção passa a dar um tom mais melancólico a Buscetta e mostra alguns de seus atos brutais como integrante do crime.
Embora derrape nas cenas mais intimistas, e invista em flashbacks e sonhos de forma errática, O Traidorganha muita força nas cenas de tribunal. Ali, Bellocchio cria uma verdadeira ópera e se assume como regente clássico. As sequências ajudam a desconstruir um pouco o glamour recorrente por trás da máfia, além de oferecerem um tom humorístico interessante ao longa. Estamos diante de um verdadeiro circo judicial e o cineasta mostra isso com precisão. Neste sentido, cabe valorizar ainda os trabalhos de design de produção e direção de arte.
A fotografia do filme, de responsabilidade de Vladan Radovic, captura bem o cenário cinzento da Itália e o “paraíso” de fuga que é o Brasil. Por sua vez, o roteiro peca em alguns momentos deixando a trama confusa, e não é ajudado pela montagem. Em alguns momentos, o filme conta com informações demais na tela. Temos cartelas na abertura e no final, e temos até uma cena com uma contagem, que busca retratar o número de assassinatos cometidos pela máfia, embora isso não esteja muito claro. Em outros, temos uma total falta de informação. Uma cena de tortura nos anos 70, no Brasil, é retratada logo após a prisão do mesmo personagem nos anos 80, dando a clara impressão de continuidade.
A brasileira Maria Fernanda Cândido vive Maria Cristina, esposa de Tommaso Buscetta. A atriz é a figura feminina principal em cena, mas quase sempre é deixada em segundo plano diante dos homens. É natural se pensarmos que o foco está na máfia e no sistema político e judicial dos anos 70 e 80, mas ao mesmo tempo o filme parece passar oportunidades de estabelecer a força da personagem, mesmo quando menciona que ela está sustentando a casa em um momento.
Il Traditore (no original) é uma obra interessante e envolvente, mas irregular. O espectador acompanha a trama de forma atenta e curiosa, mas os 145 minutos de duração parecem exagerados. Marco Bellocchioconseguiu fazer um grande filme de tribunal. Pena que o tribunal só ocupa 50% do tempo.
Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Segundo a Variety, Uzo Adubafoi elencada na 4ª temporada da aclamada série ‘Fargo’. Seu papel ainda não foi revelado.
A atriz é conhecida por seu papel como Suzanne “Crazy Eyes” Warren na produção ‘Orange Is the New Black’. Por sua performance, levou para casa duas estatuetas do Emmy.
Aduba se junta aos previamente anunciados Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie Buckley, Jack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield e Amber Midthunder.
Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.
As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo’ estão agendadas para setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.
A narrativa gira em torno de “duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, que embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra”. As informações também indicam que a história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.
A obra sofreu diversos adiamentos, tendo a data de lançamento alterada de agosto de 2018 para janeiro de 2019. Agora, ‘The Nightingale’ chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2020 e irá competir com filmes como ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘Duna’.
Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.
O longa apresenta as vozes de:Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez,Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.
Durante o painel da Paramount Pictures na CCXP Worlds, os astros de ‘Snake Eyes’Henry Golding e Samara Weaving conversaram sobre a vindoura adaptação.
Weaving perguntou a Golding se ele já conhecia a franqui antes de ser chamado para o papel e, como resposta, o ator revelou sua profunda relação com o personagem titular.
Lembrando que o derivado será lançado em 22 de outubro de 2021, um ano após a data original.
Confira a primeira imagem oficial:
Golding estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.
‘Snake Eyes‘ é dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.
Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.
Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.
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