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‘Cruella’: Florence Welch dá vida a “Call me Cruella”, música-tema do live-action; Confira!

Cruella chega em poucos dias aos cinemas de todo o mundo e ao catálogo do Disney+ e, agora, a Casa Mouse divulgou a música-tema oficial da produção.

Intitulada “Call me Cruella, a faixa foi composta e performada por Florence Welch, líder da banda Florence + The Machine.

Ouça:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Friends – A Reunião’: Elenco se diverte em várias fotos inéditas do episódio especial

A estreia do aguardado reencontro de ‘Friends‘ está bem próxima e a HBO MAX acaba de divulgar novas imagens oficiais.

O especial – intitulado ‘Friends: A Reunião‘ -, vai ao ar nos EUA dia 27 de Maio. No Brasil, a exibição acontece em junho.

Confira:

Em uma matéria feita pela People, os atores Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer comentaram sobre o reencontro, refletindo também sobre o grandioso impacto da série, mesmo após mais de 25 anos.

Para Matt LeBlanc, intérprete do Joey:

“É engraçado. Quando nos reunimos, parece que o tempo simplesmente não passou. Nós retomamos exatamente da última vez que nos vimos”

Já a atriz Courtney Cox (Monica) ponderou sobre como os 10 anos ao lado do elenco lhe rendeu memórias inesquecíveis:

“Eu fui inundada com 10 anos de memórias inesquecíveis”.

O elenco foi ainda mais além e refletiu sobre quais seriam os rumos dos seus personagens, pós Friends. Para Matthew Perry, Chandler teria se tornado um ótimo roteirista de comédia:

“Chandler se tornou um ótimo pai e um maravilhoso roteirista de comédia”.

Já Joey teria tomado um baita prejuízo com sua lanchonete de sanduíches, um dos seus pratos favoritos, segundo LeBlanc:

“Ele teria aberto uma franquia de lanchonetes de sanduíches e teria comido todos eles”.

E para David Schwimmer, Ross teria também entrado como investidor da franquia, saindo em um prejuízo maior ainda:

“Além de ‘brincar com ossos’, ele teria investido na franquia de sanduíches do Joey e teria perdido toda a poupança feita para os seus filhos”.

 

Friends: The Reunion‘ trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

Confira as imagens oficiais:

 

‘Em um Bairro de Nova York’: Adaptação do aclamado musical conquista 98% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O aguardado musical ‘Em um Bairro de Nova York’ estreia no próximo dia 17 de junho nos cinemas nacionais – e parece que os críticos estrangeiros estão amando a produção.

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 98% de aprovação, com nota 8.30/10 baseada em 45 reviews até o momento. Os especialistas internacionais rasgaram elogios para o tom alegre e dançante da produção, bem como as coreografias e as atuações.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma sensação musical do verão” – The Only Critic.

“A experiência é absolutamente eufórica e deve ser vista rodeado de tantos amigos e família possíveis” – Punch Drunk Critics.

“Apesar de não quebrar nenhum paradigma, o filme ainda é uma produção bastante divertida” – Nerd Reactor.

“Isso é o melhor que um musical pode ser” – Decider.

“É o tipo de filme que vai te querer fazer dançar nas ruas” – Uproxx.

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda em 2008.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

Henry Cavill está em negociações para estrelar o reboot de ‘Highlander’

Segundo o Deadline, o ator Henry Cavill (‘Liga da Justiça’) está em negociações para estrelar o reboot reboot de ‘Highlander‘.

Cavill conquistou aclamação ao viver um guerreiro com uma espada em ‘The Witcher‘, então é fácil ver como ele poderia ser o favorito em um filme sobre espadachins imortais.

Christopher Lambert estrelou o filme original, que também contou com Clancy Brown e Sean Connery.

O reboot será comandado pelo diretor Chad Stahelski, de ‘John Wick‘.

Mais informações devem ser reveladas nas próximas semanas.

Crítica | Ferry – Filme gangster da Netflix promete ação, mas entrega tédio

Filmes de gangster geralmente têm um apelo de público bem grande, afinal, é um submundo do qual a maioria das pessoas não faz parte, mas que desperta muito interesse e curiosidade, especialmente no cinema, que muitas vezes tece uma narrativa mais romantizada e humanizada de um universo que é, na verdade, cruel e violento. Daí então a expectativa do lançamento de ‘Ferry’, nova produção do gênero na plataforma da Netflix.

Um assalto malsucedido à sede do figurão do crime Brink (Huub Stapel) acaba com seu escritório roubado e seu filho, baleado e em coma. Brink fica furioso e pede para que seu braço direito, Ferry Bouman (Frank Lammers), cuide do assunto e se vingue dos responsáveis. Isso faz com que Ferry tenha que voltar à sua cidade natal, Brabant, no interior da Holanda. Lá ele resgata a relação explosiva e problemática com sua irmã, Claudia (Monic Hendrickx). Enquanto caça os culpados pelo crime, Ferry começa a se envolver com a vizinha Daniëlle (Elise Schaap), e essa relação passa a abalar as estruturas morais do gangster.

Trabalhar com as expectativas dos espectadores é sempre muito delicado, mas a real é que ‘Ferry’ dá uma boa desapontada na gente. Prometendo muita ação e bangue-bangue, o longa apresenta um enredo morno, beirando o tédio. Em uma hora e quarenta e sete de duração, mais da metade da produção se desenrola com Ferry buscando os culpados do assalto e conhecendo Daniëlle, e, após exatos uma hora, apenas um dos culpados foi encontrado. Aí entendemos que a proposta do longa não é “tiro, porrada e bomba”, mas sim nos convidar a um passeio pela jornada individual de humanização do brucutu Ferry até se tornar um homem com sentimentos.

Para isso, o roteiro de Nico Moolenaar e Bart Uytdenhouwen obedece a uma organização linear para apresentar os elementos da trama, sem grandes reviravoltas e, em certa medida, acompanhando o semblante de tédio do protagonista. Considerando que a história é baseada em um personagem que existiu de fato na Holanda, cabia ao roteiro colocar um pouco de tempero na coisa toda e oferecer mais entretenimento aos espectadores.

A diretora Cecilia Verheyden optou por construir um trabalho mais seguro, pouco ousado, respeitando a cronologia dos fatos e fechando o arco do enredo com um número limitado de personagens e centrado exclusivamente no protagonista, sem abrir espaço para o desenvolvimento dos secundários. Se por um lado a diretora não quis sair da zona segura, por outro fez escolhas conservadoras, ao buscar ambientar a história no ano de 2006 – quando os fatos ocorreram –, resgatando os aparelhos de celular analógicos, e, em contrapartida, permitiu que construções modernosas da Amsterdã atual aparecessem no longa, abrindo mão da produção de arte e efeitos especiais que pudessem retocar esse fundo.

Gravado durante a pandemia, ‘Ferry’ chega até mesmo a permitir que, em uma cena, “escape” um figurante usando máscara, o que nos faz refletir sobre o que a pressa está causando nas produções artísticas do último ano. Insosso, ‘Ferry’ prometia ação, mas entrega uma trama entediante e desinteressante tal qual seu protagonista.

‘O Ataque dos Vermes Malditos 5: Linhas de Sangue’ estreia na Netflix

O quinto filme da série ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘, intitulado ‘O Ataque dos Vermes Malditos 5: Linhas de Sangue’ (Tremors 5: Bloodline), acaba de ser lançado no catálogo da Netflix Brasil.

O Ataque dos Vermes Malditos 5‘ serve como uma mistura de sequência e reboot, já que não vai ignorar eventos anteriores mas pretende recomeçar a série, com uma trama independente.

Michael Gross reprisa o papel do caçador de monstros Burt Gummer, que interpretou em todos os longas e também na série de TV de 2003. O especialista em criaturas subterrâneas e seu braço direito Travis (Jamie Kennedy), um expert em tecnologia, se juntam a um time internacional enquanto preparam uma batalha contra as criaturas mortais que acaba se tornando muito mais do que esperavam.

Assista, com o trailer:

 

Estrelado por Kevin Bacon em 1990, o longa original acompanha os moradores de uma isolada e pequena cidade que se unem para se defender do ataque de estranhas criaturas subterrâneas, que começam a matá-los, um por um. O ator já se mostrou interessado em participar da nova sequência – leia mais.

O quinto filme da série de terror começou a ser filmado em setembro, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul, sob direção de Don Michael Paul (‘Pânico no Lago: O Capítulo Final’).

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Crítica em Vídeo | Army of the Dead – Invasão em Las Vegas é tiro, porrada e ZUMBIS

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica de ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, superprodução de zumbis que Zack Snyder dirigiu para a Netflix.

O filme tem cenas extremamente sangrentas, batalhas épicas em CGI, bizarrices (como um Tigre Morto-Vivo), diálogos pra lá de cafonas e tudo, tudo isso adicionado de maneira exagerada e extremamente divertida.

O filme já está no catálogo do streaming.

Assista a crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘Abracadabra 2’: Thora Birch indica que vai voltar como Dani para sequência

A Disney finalmente confirmou ‘Abracadabra 2‘, que será lançado direto no serviço de streaming no Halloween de 2022.

Além de anunciar o retorno de Bette MidlerKathy NajimySarah Jessica Parker nos icônicos papéis das Irmãs Sanderson, o filme também pode trazer Thora Birch, intérprete da protagonista Dani Dennison.

Birch indicou seu possível retorno nas redes sociais.

“2022 será ‘Maravilhosos!'”, Birch tuitou com um gif da Winnie Sanderson de Midler.

Confira:

Durante uma entrevista para o Hollywood Life, Birch disse que adoraria reprisar seu papel.

“Estou empolgada  com a sequência. Já faz uns cinco anos que estou ouvindo sobre os planos para um novo film. Eu não sei muito sobre o enredo, não sei que rumo escolheram para os personagens… Mas se me chamassem para atuar na sequência, eu toparia, dependendo do roteiro. Tenho certeza que Dani não se transformou em traficante de drogas, então estou à disposição.”

Para quem não se lembra, Dani Dennison é a responsável por derrotar as irmãs Sanderson na noite de Halloween depois que seu irmão mais velho Max (Omri Katz) acende a vela de chama negra e desperta as bruxas.

 

“Irmãaaas! Já se passarem 300 anos… mas nós estamos de volta! ‘Abracadabra 2’ será lançado durante o outono em 2022 na Disney+,” confirmou a atriz Bette Midler, através do seu Twitter.

Anne Fletcher (‘Ela Dança, Eu Danço’) será responsável pela direção.

Em entrevista à SiriusXM, Najimy contou alguns detalhes sobre a produção:

“Sarah e Bette e eu tivemos algumas conversas pelo telefone para conversar sobre o roteiro e foi bem divertido, obviamente. Bette Midler, como Jess bem sabe, foi uma grande inspiração para minha vida inteira. Tipo, metade de mim é por causa de Bette Midler, a outra metade é por causa da minha mãe, Gloria Steinem. Então falamos bastante sobre notas e sobre se faríamos agora. Agora, precisamos ver locações, datas e quanto tempo vai durar. Então é isso, esssas coisas”.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Confira o logo oficial:

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia High School Musical), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Suspense mistura vingança e crime e conquista os assinantes da Netflix; Assista ao trailer!

Ferry‘ estreou na Netflix na sexta-feira, dia 14, e está fazendo o maior sucesso entre os assinantes do serviço de streaming.

O suspense policial holandês agradou em cheio os assinantes ao misturar vingança e crime em sua trama, e abriu em SEXTO lugar entre os títulos mais assistidos da Netflix.

A produção ainda conquistou ótimos 80% de aprovação entre o público no Rotten Tomatoes, com mais de 50 reviews publicadas.

O elenco apresenta Frank Lammers interpretando o papel principal de Ferry Bouman. Ele faz parte de um império de drogas e seu chefe pede que ele vá para sua região natal, Brabant, para vingar o ataque contra sua gangue. No entanto, ele se apaixona por uma mulher em sua terra natal e sua vida muda. Frank também foi visto em ‘Undercover‘.

Elise Schaap interpreta Danielle, a mulher que Ferry acha extremamente atraente.

Assista ao trailer:

O filme é dirigido por Cecilia Verheyden e escrito por Nico Moolenaar e Bart Uytdenhouwen.

Crítica | ‘All I Know so Far’ é um comovente retrato de uma das maiores artistas da atualidade

Pink é um dos nomes mais únicos e espetaculares da indústria fonográfica contemporânea – e não o é por qualquer razão: com seu estilo irreverente e suas músicas de empoderamento, como “What About Us”, “So What” e, mais recentemente, “Hustle”, a cantora e compositora ascendeu a uma fama espetacular, quebrou recordes e mais recordes de vendas e de prêmios e caiu no gosto popular por uma identidade apaixonante e recheada de brilho. Dona de três estatuetas do Grammy Awards e a segunda turnê feminina mais lucrativa de todos os tempos (atrás apenas da lendária Madonna), Pink despontou em meio a uma amálgama de similaridades do cenário do entretenimento, cuja constância é a reinvenção. Anos depois de seu début oficial, está na hora de conhecer um outro lado da performer com o belíssimo documentário All I Know so Far, da Amazon Prime Video.

É certo dizer que, nos últimos anos, filmes do gênero protagonizados por artistas essencialmente do mundo da música dominaram as plataformas de streaming. Ainda que date de ‘Na Cama com Madonna’, de 1990, uma das incursões mais famosas do tipo, tivemos, com o passar dos anos, ‘Five Foot Two’, de Lady Gaga, ‘Homecoming’, de Beyoncé’, ‘Miss Americana’, de Taylor Swift, e ‘The World’s a Little Blurry’, de Billie Eilish. Pink é o mais novo objeto de estudo do longa-metragem de Michael Gracey – e o resultado é nada menos que espetacular, recheado de reflexões bastante humanas e comoventes acerca de uma das mulheres mais excepcionais de todas (o que é algo interessante, considerando que ela nunca realmente deu muita atenção ao que a mídia pensava sobre sua persona).

Antes de mais nada, o alter-ego de Alecia Beth Moore é nada menos que uma desbravadora de seu próprio mundo. Nunca contente em se limitar apenas ao óbvio ou ao que se esperava, Moore se junta a tantos outros nomes que marcaram e continuam marcando presença no escopo mainstream – tornando-se alvo de tabloides honestamente ridículos que colocavam em xeque sua índole, ainda mais com a família. Mas a verdade é que Pink não precisa provar nada para ninguém – e o documentário, que gira em torno da turnê promocional do álbum Beautiful Trauma, serve apenas como alicerce de um fato que já sabíamos: ela é, antes de mais, um ser humano, em busca de conciliar a vida pessoal e profissional como qualquer outro e, dessa forma, passiva de erros e obstáculos.

O filme segue uma estrutura simples e prática, que funciona em uma totalidade envolvente: temos, de um lado, os ensaios contínuos para os shows, que almejam a um perfeccionismo árduo e que não admitem amadorismos; de outro, somos transportados para os bastidores, em que Pink cuida de seus dois filhos, Willow Sage Hart e Jameson Moon Hart, que a estão acompanhando ao redor do mundo, percebendo que o cotidiano pode ser muito mais artístico do que acreditam. Servindo como a rocha que sustenta a família, como Pink bem pontua em meados do longa-metragem, há seu marido, Carey Hart, ex-motociclista profissional.

Enquanto é normal que certas fórmulas sejam empregadas numa obra como essa, é a condução mirabolante e bastante dinâmica de Gracey que nos mantém ansiosos para descobrir o que irá acontecer a cada nova sequência. Pegando vários elementos emprestados do exuberante O Rei do Show, é notável o apreço do diretor pelo frenesi imagético e pela oscilação atmosférica de cada um dos atos: os momentos mais pessoais são transformados em uma espécie de diário gravado, em que a performer revela segredos sobre seu passado e dá detalhes sobre o relacionamento com Hart, com Willow e Jameson, com os fãs e com o que representa para si mesma. Inclusive, ela nem mesmo se faz centro do enredo, abrindo espaço para cada pessoa próxima que considera de extrema importância para levantar todos os dias e seguir em frente.

Quando pisa no palco, notamos uma mudança notável, que se inicia com os ensaios e culmina em um poderoso e impecável espetáculo. Cuidando para que tudo esteja em seu devido lugar, Pink toma um ar confessional que explora traumas de shows anteriores – como a fatalidade de 2010 em Nürnberg e de que modo superou os medos para dar a volta por cima e chegar aonde está: numa apresentação em Wembley, um dos mais icônicos estádios do planeta. Mais do que isso, o documentário lança luz sobre seu treinamento como ginasta e a incorporação de uma paixão a outra – transfigurando concertos em rendições circenses de tirar o fôlego.

All I Know so Far é um tocante retrato de uma figura que merece mais atenção do que tem, especialmente hoje. Pink é um símbolo de empoderamento e de vitória, alguém que nunca se esqueceu de quem realmente é e que nunca precisou mascarar o que representa para os oprimidos, os deslocados e aqueles que acreditam não pertencer ao status quo.

Lendas e mistérios no trailer do novo filme da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do longa ‘Selva Trágica‘. A produção será lançada na plataforma no dia 9 de julho.

Confira:

Yulene Olaizola é responsável pela direção.

1920, na fronteira entre o México e Belize. Nas profundezas da selva maia, um território sem lei onde abundam os mitos, um grupo de seringueiros mexicanos encontra com Agnes, uma misteriosa jovem belizenha. Sua presença provoca tensão entre os homens, despertando suas fantasias e desejos. Cheios de um novo vigor, eles enfrentam seu destino, sem saber que acordaram Xtabay, um ser lendário que se esconde no coração da selva.

Indira Andrewin, Gilberto Barraza e Mariano Tun Xool estrelam a produção.

Pesquisa revela que 68% do público quer assistir ‘Viúva Negra’ NOS CINEMAS

De acordo com uma pesquisa da Whip Media, ‘Viúva Negra‘ é o filme que o público norte-americano tem mais probabilidade de assistir nos cinemas do que no streaming em casa.

Com base em uma pesquisa com 1.904 consumidores, a Whip Media afirma que 68% dos entrevistados “prefeririam assistir” o filme nos cinemas, enquanto 32% pretendem  assistir em casa.

No Brasil, ‘Viúva Negra‘ estreia em 8 de julho nos cinemas simultaneamente com o lançamento no Disney+ por meio do Premier Access, por um preço único de R$69,60.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ é o segundo na fila para o filme que os espectadores mais querem ver no cinema, com 64% dizendo que preferem assisti-lo nos cinemas.

Velozes e Furiosos 9‘ vem em terceiro, com 63% preferindo os cinemas.

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Universal CANCELA première de ‘Velozes e Furiosos 9’ após receber ameaças

A Universal Pictures decidiu cancelar a première de ‘Velozes e Furiosos 9‘ na China, citando riscos de segurança após receber ameaças sobre o evento. O filme chegará às telas da China hoje (21), conforme programado.

Em um comunicado publicado na conta oficial da empresa no Sina Weibo, a Universal Pictures disse ter recebido ameaças de que um evento para o lançamento do filme não ocorreria normalmente, criando um certo grau de riscos de segurança.

“Após cuidadosa consideração, a Universal Pictures não tem escolha a não ser cancelar o evento de lançamento de Velozes e Furiosos 9 na China”, disse o comunicado em chinês, acrescentando que a empresa relatou informações às autoridades responsáveis pela aplicação da lei.

O comunicado não forneceu mais detalhes sobre as ameaças que a empresa recebeu.

Uma fonte disse ao Global Times que a polícia local também está tentando descobrir mais detalhes sobre o motivo do cancelamento do evento.

A fonte disse que o organizador não comunicou o evento à polícia com antecedência, porque foi não é necessário devido ao pequeno número de pessoas esperadas. O evento foi organizado para que a mídia exibisse o filme com antecedência e mesmo as estrelas do filme não estavam programadas para aparecer no local.

No Brasil, a estreia é prevista para 22 de julho de 2021.

Vale lembrar que as primeiras críticas do filme já foram divulgadas.

Confira:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Homem-Formiga 3’: Evangeline Lilly compartilha imagem do roteiro da sequência; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Evangeline Lilly compartilhou com seus seguidores a primeira imagem do roteiro de ‘Homem-Formiga Quantumania‘.

Na legenda, a intérprete de Hope Van Dyne/Vespa disse que já leu a trama e adorou o que foi escrito.

Confira:

“Peguei meu roteiro. Já li. Adorei. Mal posso esperar [para gravar].”

Anteriormente, a estrela compartilhou um vídeo mostrando como está treinando para recuperar o físico necessário para suportar a carga das cenas de ação.

Aproveitando o ar livre numa praia, Lilly permanece imóvel em uma série de posições para fortalecer os músculos.

Na legenda, ela escreveu um longo texto alertando sobre a importância de fazer exercícios físicos para manter a saúde em dia.

Confira:

“Passei boa parte dos últimos dois anos na cama, lutando contra um colapso físico muito sério. Agora preciso reconstruir minhas forças para poder reprisar meu papel como a Vespa. Para ganhar força, preciso de uma base forte porque fiquei comprometida por décadas de lesões e desalinhamento causados por excesso de trabalho. […] Após 26 anos de dores lombares, lesões e fraqueza, estou começando a sentir a força entrando nessa área do meu corpo novamente e é incrível! Meu coração está cheio de gratidão pela pesquisa, dedicação e paixão do meu instrutor ao compartilhar suas teorias com o mundo. E eu sou muita grato por ele me ajudar a ser capaz de fazer jus a essa heroína épica mais uma vez.”

Lembrando que a sequência estreia em 17 de fevereiro de 2023.

Há algumas semanas, o Film & Television Industry Alliance divulgou que as filmagens da sequência terão início em 31 de maio, e serão realizadas em Londres e em Atlanta, com previsão de término para 24 de setembro.

O elenco também conta com o retorno de Paul Rudd como Scott Lang/Homem-Formiga, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Michael Douglas como Hank Pym.

As novidades são Kathryn Newton como a nova intérprete de Cassie Lang e Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro ecrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Dossiê 007 | Goldfinger (1964) – Conheça o terceiro filme da franquia do espião James Bond

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Vamos direto ao assunto: 007 Contra Goldfinger (1964) é considerado pela maioria dos fãs o melhor filme da franquia do espião James Bond. A terceira aventura é considerada o ponto de virada na franquia e a que serviria de modelo para todos os vindouros filmes de 007, assim como seus inúmeros imitadores. Confira abaixo.

Leia também: Dossiê 007 | O Satânico Dr. No (1962) – Conheça o primeiro filme da franquia do espião James Bond

Produção

O Satânico Dr. No (1962), o primeiro filme de 007, havia feito um sucesso moderado, mas foi a sua sequência, Moscou Contra 007 (1963) que cimentou as histórias do espião na cultura pop elevando o jogo. Assim, os produtores Harry Saltzman e Albert R. Broccoli desembolsaram para o orçamento da terceira aventura mais que o valor dos anteriores combinados. Mas um elemento estava desfalcado. Terrence Young, diretor dos dois primeiros filmes da franquia, abria espaço para Guy Hamilton sentar na cadeira de comando. Young, porém, serviria como produtor associado no filme.

A este ponto, esta era a maior investida em um filme de 007, que aqui já galgava assumindo o posto de verdadeiro fenômeno da cultura pop. A intenção era entrar de vez no mercado americano e em Hollywood, e para tanto este foi o primeiro 007 a ter grande parte de sua trama centrada nos EUA, com cenas em Miami, Flórida, e em Kentucky, com as famosas cenas no Fort Knox.

Leia também: Dossiê 007 | Moscou Contra 007 (1963) – Conheça o segundo filme da franquia do Espião James Bond

James Bond

Sean Connery retornava para seu terceiro round na pele do protagonista James Bond. Mas não apenas isso, segundo a maioria dos fãs e especialistas, aqui o ator escocês entrega sua melhor interpretação na pele do herói agente secreto. Essa é a atuação que serviria de modelo para todas as outras, sendo constantemente lembrada e citada. Aqui é onde o espião começou a utilizar verdadeiramente seus gadgets que virariam a marca registrada da série e também utilizava seu Aston Martin DB5 turbinado. Afinal, quem poderia esquecer a cena em que Bond sai da água com seu traje de mergulho, somente para revelar um smoking branco indefectível por debaixo? A cena foi referenciada em True Lies (1994), com Arnold Schwarzenegger.

Dito isso, é muito sabido também que depois de Goldfinger, Sean Connery foi se tornando cada vez mais descontente com sua obrigação com a franquia e a cada filme mais ligado no automático. Então podemos dizer que foi até este terceiro filme que o astro manteve a chamada “alegria de atuação” no papel.

Missão Secreta

Este é um dos filmes em que Bond passa mais tempo nos EUA – o objetivo era apelar ao público norte-americano igualmente. Aqui, o agente secreto precisa ficar na cola de um excêntrico milionário, suspeito de atividades criminosas. Ao contrário dos filmes anteriores, onde tínhamos o antagonismo declarado da agência de terrorismo SPECTRE, 007 Contra Goldfinger quebra este molde pela primeira vez na franquia ao apresentar uma missão paralela, sem qualquer ligação com tal organização. O alvo aqui é Auric Goldfinger, um magnata do ouro, que esconde um esquema em larga escala de dizimar toda a reserva de ouro do Fort Knox nos EUA. O sujeito é dono de seu próprio exército particular.

Bondgirls e Aliados

Aqui temos duas mocinhas que marcaram não apenas o filme, mas a história da franquia em si. A primeira é Jill Masterson, vivida pela britânica Shirley Eaton, o bibelô de biquíni nas cenas do hotel em Miami, que termina tragicamente sufocada ao ter o corpo inteiro pintado de ouro – numa das mortes mais emblemáticas da série. Sua irmã, Tilly Masterson (Tania Mallet), aparece na trama atrás de vingança pelo assassinato, mas termina despachada rapidamente num artifício para demonstrar o poder e precisão do chapéu com abas mortais do capanga Oddjob.

A principal Bondgirl aqui, no entanto, é uma cujo nome ficaria para sempre marcado como um dos mais WTF do cinema. Pussy Galore é uma das capangas do vilão Goldfinger, chefe de sua guarda pessoal, que termina mudando de lado ao se apaixonar por 007. A personagem foi vivida por Honor Blackman, conhecida por protagonizar Os Vingadores, famoso programa de espionagem britânico da década de 1960, que ganhou uma malfadada adaptação cinematográfica em 1998 que teve – olhem só – a participação de ninguém menos que Sean Connery como vilão.

Pussy Galore é a primeira Bondgirl durona da franquia, que fazia frente a James Bond, se envolvendo em brigas físicas com ele, e que serviria de molde para outras tantas no futuro da série. Curiosamente, como você já pôde perceber, mesmo para a época, o nome soava, digamos, provocativo demais, e os produtores pensaram em mudá-lo para Kitty Galore, mas terminaram desistindo da ideia. A problemática em torno da personagem não para por aí. Pussy no livro do autor Ian Fleming era lésbica e “mudava de lado” ao conhecer James Bond. Para o filme, o fato foi levemente alterado, dando apenas pistas leves disto. O que diminui, mas pouco, o problema.

Em questão dos aliados de Bond, Felix Leiter – o agente da CIA que ampara o protagonista – retorna após ter tirado uma folga em Moscou Contra 007. Desta vez, porém, ele deixa de ser vivido pelo ator Jack Lord para tomar as formas de Cec Linder. Já “Q”, novamente vivido por Desmond Llewelyn, pode finalmente mostrar o potencial de suas invenções, tendo mais o que fazer na trama.

Vilões

Como dito, o antagonista desta vez nada tem a ver com a SPECTRE. Trata-se do independente Auric Goldfinger, um ricaço do ramo de ouro, que posa de empresário, mas tem objetivos pra lá de escusos e criminosos: explodir com uma bomba todo o ouro do Fort Knox nos EUA, assim aumentando consideravelmente o valor de seu acervo particular. Ou seja, um objetivo meramente financeiro. Goldfinger marcaria por seu estilo e pela icônica cena em que prende James Bond e tenta corta-lo ao meio com um laser. Goldfinger foi interpretado pelo grandalhão bonachão Gert Fröbe, ator alemão que precisou ser dublado em todas as suas cenas por não falar uma palavra sequer de inglês. Foi sua forma física, sua imponência e atuação que cativaram os produtores e diretor.

Em seu corner, Goldfinger possui inicialmente a chefe de segurança Pussy Galore, que comanda um pelotão de mulheres guerreiras. Ela muda de lado ao descobrir as intenções do patrão e se apaixonar por James Bond. Outro vilão bastante memorável é o guarda-costas pessoal de Goldfinger, o ameaçador Oddjob. Vivido pelo havaiano Harold Sakata, ex-halterofilista, o ator foi escolhido devido ao porte físico atarracado e muito forte. Oddjob está sempre bem vestido com ternos, além de contar com um item mortal em seu acervo, um chapéu com abas de lâminas, capaz de cortar a cabeça de uma estátua. Ele o usa para matar Tilly Masterson. Mortal e mudo, Oddjob faria escola para outros capangas na franquia.

Relatório

007 Contra Goldfinger ainda permanece como o melhor filme da franquia 007 na opinião de muitos fãs e especialistas. Foi o filme que moldou o que seriam as formas da franquia. Ou seja, deixava de ter um apelo “realista” para mergulhar de vez na megalomania e na ficção/fantasia, assumindo ares de blockbuster. Fora isso, elevou 007 ao status de febre mundial. É dito que na década de 60 só dava James Bond e os Beatles. Os produtores com este filme atingiam seu objetivo de penetrar no mercado norte-americano. E na época, o sucesso foi tanto que os cinemas tinham que ficar abertos 24 horas para exibições do filme, a fim de acomodar o público que lotava as sessões. De fato, se fosse reajustado para a inflação e valores atuais, 007 Contra Goldfinger seria um dos maiores filmes de todos os tempos em questão de bilheterias, rompendo a barreira do US$1 bilhão.

‘Army of the Dead’: Ação zumbi de Zack Snyder estreia com 74% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, superprodução de Zumbis que Zack Snyder dirigiu para a Netflix, estreou hoje no streaming e agradou em cheio os críticos.

A produção recebeu ótimos 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Das 115 reviews publicadas, são 85 positivas e 30 negativas. A nota média do filme ficou em 6,2 de 10.

No consenso geral dos críticos, Army of the Dead é um ambicioso e exagerado filme de assalto e zumbis, que traz Zack Snyder de volta às raízes de seu gênero com um toque adequadamente sangrento.”

Confira as principais críticas:

Asher Luberto, L.A. Weekly
Com tigres zumbis, rainhas zumbis, reis zumbis e Elvis zumbi levantando suas cabeças monstruosas o tempo todo, assistir o mais recente de Snyder é como acertar o jackpot zumbi.

Brent Hankins, The Lamplight Review
A narrativa teria sido melhor servida com um pouco mais de humanidade, e um pouco menos das cabeças estraçalhadas, mas Army of the Dead ainda é muito divertido, mostrando uma diversão que estava faltando na abordagem sombria de Snyder para filmes de super-heróis.

Nicholas Bell, IONCINEMA
Uma brincadeira enérgica sem medo de parecer horrível sem depender totalmente da comédia, que funciona como um adiamento para Snyder, ignorando o peso da expectativa por algo puramente divertido.

Danny Leigh, Financial Times
Snyder filma com um arraso de sucesso e trama como um garoto de 14 anos invadindo o armário de bebidas de seus pais.

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Clarisse Loughrey – Independent
Uma tapeçaria barroca de sangue, balas e ossos – nunca faltam cenas memoráveis, mesmo que seu simbolismo seja tão óbvio que parece que foi gritado em um megafone.

Rodrigo Perez, The Playlist
Zack Snyder entendeu habilmente a tarefa, e George A. Romero ficaria orgulhoso de que o visionário cineasta não tenha esquecido a vantagem política e social de seus clássicos zumbis.

Sharronda Williams, Pay or Wait
Army of the Dead é uma explosão absoluta do início ao fim. Snyder continua a elevar o gênero zumbi enquanto realiza um filme de assalto repleto de comédia e muito coração.

Brian Tallerico – RogerEbert
É divertido e despretensioso, impulsionado mais por suas cenas de ação do que por qualquer outra coisa.

Sebastian Zavala Kahn – Más Gamers
Não, não precisava ter duas horas e meia de duração, mas ainda assim é divertido e absurdamente intenso. Não é arte, mas também não está tentando ser.

Matt Donato – WhatToWatch
‘Army Of The Dead’ abre caminho através de uma narrativa maluca escrita muito frustrantemente fina para suportar uma ação explosiva que espalha cabeças de zumbis como pinturas de Jackson Pollock.

Yago García – Cinemanía
O retorno do diretor ao gênero zumbi resultou em um filme divertido e pessoal.

K. Austin Collins – Rolling Stone
É uma fórmula boa o suficiente, com os ingredientes de uma peça sólida de confecção pop – e é basicamente isso que Snyder oferece.

Kate Sánchez
Army Of The Dead é demais, e embora seja cerca de 30 minutos muito longo apenas quando você olha para o relógio para verificar a hora, o último ato o puxa de volta com uma ação final que fecha com chave de ouro.

Cynthia Vinney – CBR
Army Of The Dead apresenta mais enredos do que o típico filme de monstro, e a maioria deles é surpreendentemente bem-sucedido, apesar de manter o filme mais ocupado do que o necessário.

Bill Goodykoontz – Arizona Republic
Imagine a mais gloriosa e sangrenta orgia de zumbis. Agora imagine que isso não seja suficiente e você terá uma boa ideia do que está acontecendo em Army Of The Dead.

O longa será lançado na plataforma amanhã, dia 21 de maio, com classificação etária para maiores de 18 anos.

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘O Esquadrão Suicida’: Artes vazadas mostram os principais vilões da adaptação; Confira!

Um usuário do Twitter divulgou algumas artes vazadas de ‘O Esquadrão Suicida‘, apresentando a Força-Tarefa X e os três principais vilões humanos do filme.

São eles: o Pensador (Peter Capaldi), Mateo Suárez (Joaquín Cosío), o general-de-divisão de Corto Maltesse e Silvio Luna (Juan Diego Botto), o ditador de Corto Maltese.

Na outra imagem, Amanda Waller (Viola Davis) aparece no lugar do Pensador.

Confira:

Lembrando que o longa recebeu classificação indicativa para maiores de idade (R), em virtude de “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, referências sexuais, uso de drogas e breve nudez gráfica”.

O filme será lançado nos cinemas nacionais dia 05 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Thor: Amor e Trovão’: Imagens mostram o gigantesco cenário da Nova Asgard; Confira!

O Daily Mail divulgou algumas imagens dos bastidores de ‘Thor: Amor e Trovão’ revelando o gigantesco cenário da Nova Asgard.

O conjunto de sets montado no oeste de Sydney, na Austrália, é composto por alguns edifícios com arquitetura estilo norueguesa rodeados por uma extensa área de aspecto rural.

Além disso, uma das imagens também mostra uma imensa barca em referência à fama do povo nórdico como habilidosos pescadores.

Confira:

Dirigido por por Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’), o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

O elenco é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

5 Coisas que Você Precisa saber sobre ‘Um Lugar Silencioso 2’

Um Lugar Silencioso – Parte II‘ estreia nos cinemas nacionais dia 10 de Junho, e o CinePOP já teve a oportunidade de assistir ao suspense – que agradou em cheio os críticos.

Para você se preparar para a sequência, separamos cinco curiosidades que você precisa saber antes de assistir a produção.

Vamos lá?

1. FAMÍLIA REUNIDA

Um Lugar Silencioso – Parte II reúne novamente os produtores que fizeram do primeiro filme um sucesso, e traz Krasinski como escritor e dirigindo sua esposa na vida real, Emily Blunt. Apesar do fim de Um Lugar Silencioso não ter um desfecho para a história, uma sequência nunca havia sido planejada, mas a ideia de como as pessoas iriam sobreviver e como o mundo continuaria eram perguntas que Krasinski não conseguia evitar. “Eu nunca quis sair da fazenda no primeiro, mas era algo que não saía da minha mente. Mas a reação das pessoas com o filme e saber que elas também tinham as mesmas dúvidas, foi realmente inspirador para mim. Foi algo que senti que tinha que ser explorado”, diz Krasinski. Foi assim que surgiu a ideia e o começo de sua jornada para criar Um Lugar Silencioso – Parte II.

 

2. DIA 1

O público conheceu a família Abbott no primeiro filme, no ‘Dia 89’, depois da invasão alienígena, que não foi mostrada. Um Lugar Silencioso – Parte II traz em cenas de flashback o aterrorizante e sangrento ‘Dia 1’ e todos saberão exatamente como tudo aconteceu. Enquanto Um Lugar Silencioso deixou os espectadores tensos e com várias indagações sobre o que ocorreu, a Parte II tem contexto, revela o mundo antes do “silêncio” e a jornada dos personagens depois do final horripilante do primeiro filme.

 

3. DIA 474

‘Um Lugar Silenciosoé munido de imagens icônicas, com um suspense implacável e um final inacabado ao som da espingarda de Evelyn engatilhando, que deixou todo mundo ansioso para saber o que ia acontecer. “O primeiro filme foi absolutamente uma metáfora para a parentalidade”, explica Krasinski. Um Lugar Silenciosotrouxe realmente o quão longe um pai vai para proteger seus filhos. A Parte II é sobre as crianças em si. “Eu amo essa ideia, de que essa garotinha tem a resposta aos problemas e que ela não consegue viver sabendo que está salvando um pequeno grupo de pessoas apenas (sua família), enquanto ela poderia estar salvando o mundo todo”, comenta Krasinski. Um Lugar Silencioso – Parte II foca também no luto e sofrimento da família enquanto buscam uma maneira de sobreviver.

 

4. ALÉM DO CAMINHO

Enquanto o primeiro filme se passa quase que totalmente em um único local, Um Lugar Silencioso – Parte IIexplora novos caminhos. A busca da família por outros sobreviventes os leva a uma jornada arriscada. Carregando um recém-nascido dentro de uma caixa respirando com ajuda de um pequeno cilindro de oxigênio, eles seguem em frente em novos e ameaçadores locais. “Se o primeiro foi bem familiar, algo quase caseiro, este é uma viagem ocidental”, garante Krasinski, que se inspirou em paisagens implacáveis de obras como Onde Os Fracos Não Têm Vez, Bravura Indômita e Sangue Negro. “Parece muito mais épico.”

 

5. A AMEAÇA EVOLUIU

O terror nunca foi o que atraiu Krasinski ao mundo de Um Lugar Silencioso, mas sim os sentimentos que todo o seu conceito mantinha agitados dentro dele. Um Lugar Silencioso – Parte II’ não é diferente, já que introduz novos personagens misteriosos, vividos por Cillian Murphy e Djimon Hounsou, que podem oferecer um porto seguro ou representar uma ameaça. “O que eles (personagens de Cillian Murphy e Djimon Hounsou) representam com certeza é que há outras pessoas lá fora”, explica Krasinski. “Como eles sobreviveram e como eles se mantém vivos se torna a grande questão e toda a história do segundo filme.”

Assista a crítica:

Crítica | Um Lugar Silencioso 2 é tão DESESPERADOR quanto o 1º filme

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo conta com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

O filme estreia dia 10 de Junho nos cinemas nacionais.

‘Prodigal Son’: HBO Max recusa a possibilidade de comprar a série cancelada da FOX

Os produtores de ‘Prodigal Son‘ estão em busca de um novo lar para a série, após o anúncio de seu cancelamento por parte do canal Fox.

E segundo o portal Deadline, a 3ª temporada da produção teria sido oferecida ao serviço de streaming HBO Max. No entanto, a plataforma da Warner teria recusado a proposta, sob a premissa de “não ter espaço” disponível para mais um projeto.

Ainda assim, o estúdio responsável pela série permanece “esperançoso” com a possibilidade de fazer uma nova temporada em outra emissora ou plataforma de streaming, conforme pontuou o co-criador, Chris Fedak:

“Eu não sei quais são as nossas chances, mas escrever para esses atores e para essa equipe foi um grande privilégio. Eu espero que possamos trabalhar juntos novamente”.

A série foi criada por FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Bellamy Young, Lou Diamond Phillips, Halston Sage, Aurora Perrineau, Frank Harts, Keiko Agena e Catherine Zeta-Jones.

Confira o trailer: