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‘A Família Addams’: Jantar divertido é destaque em novo clipe da animação; Confira!

A animação ‘A Família Addams‘ ganhou um novo clipe divertido.

Confira:

Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.

A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Vandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.

O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Fuller House’: Netflix faz homenagem à série em novo vídeo emocionante; Assista!

Para promover a conclusão da série ‘Fuller House‘, a Netflix divulgou um novo vídeo emocionante da produção, destacando a jornada dos seus personagens.

Confira:

Vale lembrar que todos os episódios de ‘Fuller House’ já estão disponíveis na Netflix.

Criada por Jeff Franklin, a série é um revival da popular série de comédia ‘Três é Demais‘.

A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.

‘Oxygen’: Sci-fi da Netflix com diretor de ‘Predadores Assassinos’ ganha as primeiras imagens

O suspense de ficção científica ‘Oxygen‘, dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos’), ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios’), Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul’) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror’) estrelam a produção.

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

O roteiro do longa foi escrito por Christie LeBlanc.

“Um dos melhores roteiros que já li em anos – uma experiência de sobrevivência com um grande mistério central,” disse Aja. “Mesmo sem o oxigênio acabando, o suspense naquelas páginas me deixou sem fôlego.”

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘The Black Demon’: Diretor de ‘Rambo: Até o Fim’ comandará terror sobre tubarão assassino

De acordo com o Variety, Adrian Grunberg (‘Rambo: Até o Fim’) irá dirigir o terror ‘The Black Demon‘, que irá girar em torno de um gigante tubarão assassino.

Josh Lucas (‘Uma Noite de Crime: A Fronteira’) estrelará a produção.

Na trama…

“O petroleiro Paul Sturges (Lucas) leva sua família de férias para a Bahia Azul. Lá, ele percebe que a cidade costeira desmoronou misteriosamente e os moradores não estão em lugar nenhum. Paul começa o dia com uma visita de rotina para inspecionar sua plataforma de petróleo nas proximidades, mas antes que ele perceba, sua família inteira pousou com ele na torre de metal apodrecida. A situação se torna um pesadelo quando, das profundezas do oceano, um tubarão gigante surge: o demônio negro. Sob a ameaça constante do tubarão primitivo, Paul terá que encontrar um jeito de levar sua família de volta para a costa viva.”

Boise Esquerra (‘Blackwater’) é responsável pelo roteiro.

A expectativa é que a produção seja lançada apenas em 2023.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Stargirl’: 3ª temporada ganha data de estreia na CW; Confira o teaser!

A CW finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘Stargirl‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de agosto.

Confira o teaser:

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘As Faces da Morte’: Ator de ‘O Urso do Pó Branco’ se junta ao elenco do reboot

De acordo com o Variety, Aaron Holliday (‘O Urso do Pó Branco’) entrou para o elenco do reboot do polêmico terror ‘As Faces da Morte‘, que está sendo desenvolvido pela Legendary Entertainment.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

A produção seguirá uma abordagem meta – com o filme original existindo no universo da nova versão.

Na trama…

Enquanto se recupera de um trauma pessoal, a moderadora de um site como o YouTube, cujo trabalho é filtrar conteúdo ofensivo e violento, encontra uma série de vídeos perturbadores que recriam os assassinos do filme original ‘Faces da Morte’. Mas, em uma época dominada pela desinformação, seriam os vídeos reais ou falsos?

O elenco ainda contará com Dacre Montgomery (‘Stranger Things’), Barbie Ferreira (‘Euphoria’) e Josie Totah (‘Saved by the Bell’).

Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot.

O longa original, lançado em 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas através de efeitos práticos.

O site ainda declara que a Legendary espera que esse seja o começo de uma nova franquia de sucesso.

O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.

Channing Tatum estrelará novo filme sobre CRIME REAL de ladrão carismático

De acordo com o Deadline, Channing Tatum (‘Cidade Perdida’) estrelará ‘Roofman‘, novo filme sobre crime real dirigido por Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’).

A produção será baseada na história de Jeffrey Manchester, um ladrão charmoso e excêntrico que invadiu mais de 60 unidades do McDonalds através de seus telhados e, depois de colocar os funcionários no freezer, ele esvaziava os caixas.

O criminoso, descrito como gentil por raramente recorrer de violência, se tornou conhecido como o Ladrão do Telhado ou Homem do Telhado, apelido que serve de título para o projeto.

Após ser condenado e preso em 2000, ele escapou da prisão e evitou a recaptura por meses ao se esconder em uma loja de brinquedos no Norte da Califórnia.

Ele passou todo esse tempo sobrevivendo a base de comida de bebê, e usava regularmente as bicicletas da loja para se exercitar. Após alegadamente deixar suas impressões digitas em um DVD do filme ‘Prenda-me se for Capaz‘, a polícia conseguiu encontrá-lo e recapturá-lo.

O longa focará em suas aventuras enquanto estava foragido pela polícia.

Além de dirigir, Cianfrance também assina o roteiro ao lado de Kirt Gunn.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Natalie Portman e Jenna Ortega podem estrelar novo filme da diretora de ‘Aves de Rapina’

De acordo com o Deadline, Natalie Portman (‘Segredos de um Escândalo’) e Jenna Ortega (‘Pânico VI’) estão em negociações para estrelar o filme ‘A Galerista‘.

Cathy Yan, de ‘Aves de Rapina‘, será responsável pela direção.

Na trama, uma galerista desesperada conspira para vender um cara morto na galeria de arte de Basel Miami.

Além de dirigir, Yan também assina o roteiro ao lado de James Pedersen.

Portman, Jonathan King, Ash Sarohia, Tom McCarthy, Rae Baron, Sophie Mas e Zola Elgart Glassman servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que Ortega segue nos cinemas com a sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘, que já arrecadou mais de US$ 440 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 100 milhões.

ÉPICO! Confira o primeiro trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

A 20th Century Studios divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro.

James Cameron (‘Titanic’) retorna à direção.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

O elenco conta com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet.

Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

Após ter sido quase CANCELADO, ‘Coyote vs. Acme’ ganha trailer legendado

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Coyote vs. Acme‘, filme que foi resgatado após ter sido engavetado pela Warner Bros.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Will Forte relembra “engavetamento” de ‘Coyote vs. Acme’: “Raiva intensa”

Inspirado em uma sátira clássica publicada na revista New Yorker em 1990, o filme acompanha Wile E. Coyote em uma jornada inédita: os tribunais. Cansado de sofrer acidentes com os equipamentos defeituosos da Acme Corporation em sua eterna caça ao Papa-Léguas, o personagem decide processar a gigante industrial.

A trama ganha contornos de comédia jurídica quando um advogado de causas perdidas, interpretado por Will Forte (‘O Último Cara na Terra’), aceita defender o Coiote. Do outro lado da disputa, o astro John Cena (‘Pacificador’) assume o papel de Buddy Crane, o implacável representante legal da Acme e antigo mentor do advogado de defesa.

Além do trio principal formado por John Cena, Will Forte e Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), o longa conta com nomes influentes nos bastidores. James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) atua como produtor, enquanto o roteiro é assinado por Sammy Burch (‘Segredos de um Escândalo’) e a direção fica a cargo de Dave Green.

‘Firefly’: Nathan Fillion e Alan Tudyk se reúnem em foto; Confira!

Os atores Nathan Fillion e Alan Tudyk, colegas de elenco da clássica série sci-fi ‘Firefly’, fizeram uma pequena reunião de elenco em uma nova foto.

Publicada na conta do Facebook de Fillion, a imagem traz a dupla recriando seus papéis, com Tudyk assumindo a “nave espacial”, como fazia na produção, em que ele interpretava o piloto Walsh.

Confira:

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Homem-Aranha golpeia Thanos em comercial para TV

Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um novo comercial para TV, que traz o amigo da vizinhança, Homem-Aranha, golpeando o vilão Thanos.

Assista:


Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘The Marvelous Mrs. Maisel’: Rachel Brosnahan triplica salário para terceira temporada

A série de sucesso ‘The Marvelous Mr.s Maisel’ iniciou a temporada de premiações conquistando prêmios nas principais categorias, pelo segundo ano consecutivo.

E após as inúmeras conquistas de Rachel Brosnahan como intérprete da personagem homônima, seu trabalho está sendo ainda mais valorizado, com um aumento generoso em seu salário.

Segundo o portal Deadline, a atriz vai mais que triplicar seu pagamento, recebendo cerca de US$ 300 mil por episódio. Rachel, pouco conhecida antes da série da Amazon, recebia um salário relativamente menor em relação aos seus colegas de elenco. A atriz possui em seu currículo uma excepcional participação especial em ‘House of Cards‘, seu maior crédito na TV até então. Sua atuação na época lhe rendeu uma indicação ao Emmy Award.

Além dela, o veterano Tony Shalhoub teve um aumento significativo em seu salário. O ator, que possui uma longa filmografia e já conquistou três Emmy Awards, receberá cerca de US$ 250 mil por episódio, a partir da terceira temporada.

 

 

A produção de Amy Sherman-Palladino, mesma criadora de ‘Gilmore Girls‘, tem sido elogiada por sua abordagem vanguardista, em meio a um cenário e uma década onde as mulheres eram tratadas apenas como donas de casa e tinham um certo estereótipo de perfeição a suprir.

Em ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, a personagem homônima, vivida por Rachel Brosnahan, é uma esposa e dona de casa dos anos 50, que descobre um amor e talento inveterado pela comédia stand-up. Contrariando tudo e todos, ela decide encarar o desafio, com divertidas apresentações em um pub em Nova York.

Fã do Homem-Aranha em quarentena desenvolve teia de aranha; Confira!

Um habilidoso fã do Homem-Aranha está aproveitando o seu tempo disponível durante o período de reclusão social para uma atividade bem peculiar.

Fantasiado como o próprio Amigo da Vizinhança, ele decidiu sair de casa e construir sua própria teia de aranha caseira, em cima de um estabelecimento comercial.

O momento foi flagrado por um jornalista nas ruas de Toronto.

Confira o vídeo:

‘Luca’: Nova animação da Pixar ganha seu BELÍSSIMO primeiro trailer; Asissta!

A aguardada animação da Disney/Pixar ambientada na Riviera Italiana, intitulada ‘Luca‘, ganhou o seu primeiro e belíssimo trailer.

No trailer, dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens italianas, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades.

Assista:

A produção é uma história de amadurecimento sobre um garoto que compartilha aventuras na Riviera Italiana com seu novo melhor amigo. Mas um segredo sombrio sobre sua verdadeira identidade pode ameaçar esse vínculo.

Segundo o diretor do longa, Enrico Casarosa, a animação mistura elementos da sua história, enquanto crescia em Genoa, trazendo fragmentos que fazem referência à ‘A Pequena Sereia‘ e aos trabalhos do lendário cineasta Hayao Miyazaki.

Recentemente, Casarosa (‘La Luna‘) refletiu sobre o teor da trama:

“Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera Italiana, onde eu cresci, mas por celebrar o valor das amizades de infância. Essa fase geralmente define o caminho que seguimos em nossas vidas e que tipo de pessoas vamos nos tornar, ‘Luca‘ fala exatamente sobre isso. Além da beleza e do charme do litoral italiano, o filme apresenta uma aventura inesquecível que mudará a vida do protagonista e do público.”

O longa está programado para chegar aos cinemas em 18 de junho deste ano.

Crítica | Ainda Estou Aqui: Romance da Netflix com Joey King mira em Ghost, mas acerta na cafonice

Ainda Estou Aqui até possui boas intenções ao trazer uma abordagem a la amores desafortunados, onde um casal teoricamente perfeito e destinado para a longevidade é separado por uma terrível tragédia. Mas entre as inúmeras e enfadonhas referências a Ghost – Do Outro Lado da Vida e uma trama um tanto piegas, o que poderia ser um fofo e apaixonante romance teen se transforma em quase duas horas de cafonices, melodramas e um clímax exagerado demais para nos importarmos.

E o diretor Arie Posin e o roteirista Marc Klein até possuem boas intenções com o novo original da Netflix. Mas ainda que a dinâmica entre Joey King e Kyle Allen até possua o seu valor, nada no drama romântico é verdadeiramente substancial para fazer com que a trama seja marcante. Com seu primeiro ato se desenvolvendo bem, com bastante dinamismo e momentos que naturalmente levarão o público juvenil a suspirar, o longa se perde ao trazer elementos sobrenaturais exagerados e até mesmo bregas. Tentando se espelhar na fórmula brilhantemente criada por Ghost, o filme não nos convence de sua abordagem espiritualizada e a desenvolve sempre por uma perspectiva mais caricata e absolutamente inverossímil.

Explorando os clichês do gênero de forma cansativa, o drama ainda apresenta uma sidekick bem estereotipada e vazia, cujo efêmero arco é meramente uma demonstração de virtude da cartilha progressista – mas que pouco agrega à trama. Apresentada como uma caricatura, Shannon (Celeste O’Connor) facilmente poderia ser extinguida da narrativa, mediante alguns ajustes de roteiro. Sem qualquer tipo de identificação direta com a audiência, a personagem carrega frases de efeito frequentemente replicadas nos mais recentes filmes teens e embora seja um suposto alívio cômico, a falta de profundidade e de sacadas elaboradas a tornam um estorvo para a protagonista principal.

Trazendo um clímax exagerado e ultra melancólico, Ainda Estou Aqui não consegue ir além da superfície. E embora aborde um tema tão importante, que são as fases do luto, Joey King e sua sofrência passam mais de uma hora no estágio de negação, em um roteiro que anda em círculos a maior parte do tempo – criando memórias excessivas entre o casal, a fim de aumentar o grau de empatia e reconhecimento na audiência. Ainda assim, é inegável que o charme da dupla King-Allen é cativante aos olhos pueris e juvenis. E ainda que não seja o tipo de drama que A Culpa é das Estrelas e O Maravilhoso Agora conseguiram lindamente ser, Ainda Estou Aqui consegue encontrar um lugar aconchegante nos corações mais jovens, embora seja inadvertidamente esquecível.

Documentário da Netflix ESCANCARA o perigo das redes sociais

Os debates na internet são intensos seja por conta da pandemia da Covid-19, seja sobre as queimadas em nossas florestas e reservas naturais. Será, entretanto, que ponderamos sobre os meios pelos quais realizamos essas ações? Qual foi a última vez que você questionou suas atividades na redes sociais? Aliás, você sabe quanto tempo passou conectado ao seu celular ou computador na última semana? Essas são algumas das questões motivadas pelo documentarista Jeff Orlowski em O Dilema das Redes (The Social Dilemma), lançado pela Netflix em setembro. 

Se o assunto já chama atenção, o documentário impressiona pelas ótimas imagens e a construção de uma simulação do cotidiano familiar para alimentar os discursos dos diversos profissionais das redes sociais, pesquisadores e cientistas sobre o nosso relacionamento com essas mídias. Encabeçado por Tristan Harris, ex-designer da Google Inbox, a obra é objetiva e original por trazer as próprias cabeças por trás do sistema para depor sobre a transformação de uma ferramenta útil para uma máquina de manipulação.

Além da Google, estão presentes os representantes do Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, entre outros aplicativos e navegadores dispostos a analisar como o seu trabalho começou de uma maneira, mas tomou outras formas a partir da monetização das redes. Até mesmo o primeiro investidor do Facebook, Roger McNamee, mostra-se preocupado com o encaminhamento das informações manuseadas pelas redes. Se por um lado, o discurso sobre o armazenamento de dados circula pela internet, por outro, como esses dados são manipulados e usados contra nós ainda é um tema ignorado pela maioria. 

Para expandir a nossa reflexão, Jeff Orlowski personifica o usuário, por meio do adolescente Ben (Skyler Gisondo) e sua família, assim como a Inteligência Artificial (Vincent Kartheiser, da série Mad Men). Com depoimentos compreensíveis dos criadores dessas ferramentas, é possível visualizar exatamente como eles mesmos tentam de todas as formas afastar-se da tóxica atmosfera das redes sociais. Os próprios não permitem nenhum tempo de tela aos filhos, eles desativam notificações de redes e limitam o seu tempo com a internet, mesmo em relação ao trabalho. 

 

Com dados sobre o crescimento vertiginoso dos casos de suicídio e automutilação das adolescentes norte-americanas a partir de 2010, O Dilema das Redes aponta consequências reais desse novo vício, comparando-os à injeção de drogas e também o maior número de operações cirúrgicas e depressão entre jovens. O protagonista Ben é como um estudo de caso sobre como a inteligência artificial opera em relação ao indivíduo para mantê-lo conectado a maior parte do tempo possível. 

Por essas e outras razões, a vida parece ter mais cor nas telas dos smartphones, já que uma inteligência utiliza todas as informações de buscas do Google, por exemplo, para criar um ambiente ideal para cada indivíduo. Ou seja, o match no Tinder não é por acaso, as notícias que lemos não são as mesmas que os nossos pais e as buscas de suas pesquisas também diferem de acordo com a sua localidade. 

Saber os detalhes da engrenagem vai nos afastar desses aplicativos? Não é essa questão, ao menos não para todos. Em contrapartida, o cientista social Jaron Lanier escreveu o livro Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais (2018) e defende o resoluto distanciamento desses aplicativos. Outros cientistas, como Anna Lembke, do departamento médico dedicado a vícios da Universidade de Stanford, acreditam que como qualquer outra substância as redes causam uma dependência cerebral, mas é possível olhar com otimismo para a resolução de uma “cura” em breve. 

Cineasta dos belíssimos documentários Chasing Ice (2012) e Chasing Coral (2017), Jeff Orlowski não quer apenas apontar problemas, ele indaga por soluções, prismar e previsões para as nossas relações como esses aplicativos. Um deles de forma expositiva é a consciência sobre o modus operandi. Tristan Harris pondera como a ferramenta deixou de considerar utensílio no momento em que a comparação de podemos usá-la quando precisamos não cabe mais, já que existe uma intensidade de uso desnecessário e comprometedor à saúde pessoal.

Dentro dessa perspectiva, ainda como funcionário da Google em 2013, Harris distribui entre os colegas um manifesto intitulado “A Call to Minimize Distraction & Respect Users’ Attention” (em tradução livre, Um Chamado para Minimizar Distrações e Respeitar a Atenção dos Usuários). O documento sugeria as grandes Google, Apple e Facebook a assumir a responsabilidade de não induzir que os seres humanos passassem os seus dias enterrados nos smartphones. De lá para cá nada mudou, no entanto, Harris passou a comandar um centro de tecnologia humana. 

Seus estudos agora estão concentrados na manipulação da mente humana por meio da tecnologia. O processo este que afeta as eleições democráticas, os exemplos das Filipinas, Estados Unidos e Brasil aparecem no documentário. Em outras palavras, passar o dia nas redes sociais não é mais uma questão de entretenimento. Um aprofundamento sobre esta questão é abordada nos documentários Privacidade Hackeada (2019), da Netflix, e After Truth: Disinformation and the Cost of Fake News (2020), da HBO

Com uma linha de narrativa envolvente e responsavelmente alarmante, O Dilema das Redes provoca uma reflexão interna da nossa conexão como indivíduo, cidadão e funcionário com as redes sociais. Na jornada de Ben, a manipulação exercida pela inteligência artificial brinca com suas fraquezas e sentimentos. Quantas vezes o seu humor mudou por conta de algo visto nas redes sociais? Durante os créditos, os entrevistados dão conselhos para lidar com as redes; preste atenção e, quem sabe, ponha-as em prática.  

‘Perdidos no Espaço’: Remake da Netflix ganha data de estreia; Veja trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, junto com sua data de estreia, prevista para 13 de abril. Assista:

Confira a galeria:

A mais nova contratação é Ignacio Serricchio, de ‘Bones‘, como Don West, um dos personagens principais.

A primeira temporada terá dez episódios, que chegam a Netflix em 13 de abril de 2018.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TV.

Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Situada no ano de 1997, a série original mostra a Terra em crise, como um planeta superpopulado. Diante do cenário crítico, a família Robinson é a primeira escolhida para colonizar outro planeta, o Alpha Centaury.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

Porco-Aranha estará em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’

A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ contará com as participações do Porco-Aranha, o Homem-Aranha Noir e Penny Parker. A confirmação veio através dos produtores na San Diego Comic-Con.

O Porco-Aranha terá a voz do comediante John Mulaney. Enquanto a Penny Parker é interpretada por Kimiko Glenn, de ‘Orange is the New Black’, e o grande Nicolas Cage dá vida ao Homem-Aranha Noir.

Nos quadrinhos, o hilário Porco-Aranha é ninguém menos que Peter Porker, uma aranha que morava no laboratório de uma porca cientista meio desastrada. Em um experimento com radiação ela acidentalmente mordeu a aranha e os dois se juntaram em um suíno.

Além disso, o filme ganhou uma nova imagem, que traz o herói lutando contra o vilão Duende Verde.

Confira:

O ator John Krasinski dublará Peter Parker e Tom Hardy será Venom, reprisando o papel que ele estrela na versão live action do vilão. De acordo com as fontes, ambos os atores já estiveram no estúdio para gravar suas vozes para a animação.

Na trama de ‘Aranhaverso’, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales (Shameik Moore).

Phil Lord e Chris Miller, diretores de ‘Uma Aventura Lego’ e dos dois ‘Anjos da Lei’ – e que foram demitidos de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ – são os produtores.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ estreia 14 de dezembro de 2018.

 

‘Mulher-Hulk’ | Último episódio chuta o balde com easter eggs e a melhor quebra de quarta parede do MCU

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O último episódio da série da Mulher-Hulk é uma das melhores coisas que a Marvel fez nesses últimos anos. Brincando com a metalinguagem e o artifício da quebra da quarta parede, a equipe criativa conseguiu encerrar o arco da protagonista de uma forma muito criativa e satisfatória, deixando Jennifer Walters (Tatiana Maslany) prontinha para brotar aleatoriamente em uma das próximas produções do MCU. Mas se teve algo tão grande quanto esse episódio foi a quantidade absurda de easter eggs e referências que ele trouxe.

A cena inicial já faz uma referência ao seriado do Hulk dos anos 70. Além de tirar sarro dos bordões e do jeitão característico da produção estrelada por Lou Ferrigno, como Jen olhando para a tela e dizendo o clássico: “você não vai gostar quando eu ficar zangada”, essa paródia acaba explorando a metalinguagem da situação, já que a Mulher-Hulk surge nos quadrinhos por pura e espontânea pressão dos executivos, que temiam que, dado o sucesso da série do Hulk, a concorrência criasse uma “Mulher-Hulk” para explorar a popularidade. Então, para garantir os direitos sobre o nome, Stan Lee pegou a missão de criar a “Selvagem Mulher-Hulk”.

O episódio continua e traz algumas referências aos mutantes. Enquanto tenta lidar com uma forma de processar os lerdões por trás da Inteligência, Jen acaba sendo presa e condenada a usar o inibidor de poderes para poder deixar a cela. O interessante é que essa história de inibidor é praticamente um protótipo para as ferramentas de controle de mutantes que a Marvel deve introduzir no futuro junto aos X-Men. De volta ao lar de seus pais, Jen monta um quadro para investigar as pistas que reuniu sobre a organização dos excluídos. E um dos símbolos que aparecem nesse quadro é o do Mandril, um mutante cuja habilidade especial é controlar feromônios, e como vocês devem imaginar, ele não usa seus poderes para o bem. Agindo supostamente como um “macho alfa”, ele não respeita mulheres e adolescentes, sempre tentando controlar suas mentes para que façam suas vontades. Há de se convir que combina bastante com os desejos dos membros dessa comunidade.

Se sentindo sozinha, Jen vai para o retiro do Abominável (Tim Roth), onde a Inteligência está fazendo uma convenção para falar mal da Mulher-Hulk e de outras mulheres do MCU, como a Lady Thor (Natalie Portman), o que provavelmente situa essa série antes do final de Thor: Amor & Trovão (2022). Os amigos de Jen descobrem isso e Pug, por ser homem, acaba se infiltrando no evento, onde ele acaba agindo como um babaca e termina sendo acolhido pelos membros. É nessa sequência que a série revela que o responsável pela organização era aquele playboy metido que tentou sair com a Jen duas vezes na série e não conseguiu por ter um papo mais chato que o filme dO Incrível Hulk. Então, a Mulher-Hulk chega ao galpão e o líder da Inteligência revela que pegou seu sangue para conseguir “merecidos poderes”. Funcionando como um tipo de “Soro do Supersoldado”, o sangue de Jen o transforma num Hulk meio batata das ideias. Para piorar, a Titânia (Jameela Jamil) e o Hulk (Mark Ruffalo) aparecem do nada, tirando completamente o foco da protagonista, que protesta e usa seu melhor superpoder: a quebra da quarta parede.

E isso é uma das coisas mais fantásticas de todo o MCU. Ela assume novamente que está em uma série e simplesmente “quebra” a home do Disney+, procurando uma forma de resolver o problema direto na fonte. Jen buscou o Assembled, que é uma série de bastidores das produções da Marvel, e foi tirar satisfação desse final genérico com a equipe de direção e roteiristas. Esse momento lembra muito o final de Deadpool Massacra o Universo Marvel, em que, após matar os principais heróis daquela linha do tempo, o mercenário tagarela atravessa as páginas da HQ e vai atrás dos quadrinistas que estavam escrevendo suas histórias.

A equipe criativa diz que concorda com as reivindicações de Jen sobre os rumos do final, mas que não pode fazer nada, porque quem decide essas coisas é o Kevin, dando a entender que é o CEO do Marvel Studios, Kevin Feige.

E aí, subvertendo as expectativas, Jen quebra meia dúzia de seguranças no soco e chega até o Kevin (interpretado pelo Kevin Feige), que é um robô ao melhor estilo HAL 9000. Mas o que mais me pegou aqui foi a piada máxima com o chefão da Marvel. Apelidado pelos fãs de “Zé Boné”, Kevin Feige tem a coleção de bonés mais incrível do mundo, já que ele nunca sai de casa sem um deles. Então, a série foi lá e deu um jeito se tacar um bonezão na “cabeça” do robô. Bom demais.

Ele explica que entende como ninguém o algoritmo do entretenimento, fazendo produtos moldados perfeitamente para agradar aos fãs, uma referência nada sutil à Fórmula Marvel. Jen aproveita e diz que algumas pessoas criticam isso, porque deixa todos os filmes iguais – o que quase dá tela azul no robozão.

E antes de começar a fazer suas exigências, Jen recebe um recado maravilhoso: “vá para sua forma humana, é muito caro ter você como Mulher-Hulk”. Essa piada com o CGI da série, que foi constante alvo de críticas, foi ridiculamente bem-feita. Enfim, como Jennifer Walters, a protagonista começa a descer a lenha no roteiro genérico do episódio final e como ele era apressado e ruim, já que socava um monte de personagens, criava um novo Soro do Supersoldado DE NOVO e tirava o foco do desenvolvimento de sua vida. E cansada de tanto ser humilhada, ela faz suas exigências de como resolver esse episódio e conseguir uns refrescos na vida. Com suas demandas praticamente todas atendidas, ela questiona o Kevin do motivo dos personagens do MCU terem tantos problemas paternos e praticamente não fazerem sexo. E o mais importante: ela perguntou quando veríamos os X-Men. Depois de tantas referências aos mutantes nesta série, terminar com a protagonista fazendo essa pergunta para o chefão foi sensacional. Claro que o Kevin desvia do assunto e manda ela de volta para casa.

Com seus problemas resolvidos na base da canetada, Jen retorna, manda o líder da Inteligência para a cadeia e, na frente das câmeras, não agride o zé mané, mas o notifica de que ele será processado. Isso passa uma mensagem de autocontrole para a imprensa. E então, caído literalmente do céu, o Demolidor (Charlie Cox) aparece para participar da porrada. Só que ele chega atrasado, fazendo com que Jen tenha um tempo livre com seu deficiente visual favorito. Assim, ela o apresenta para sua família durante um almoço, quando…

Bruce Banner aparece do espaço com uma surpresa: o Hulk fez um boneco durante seu período em Sakaar. E provando que a calvície é um problema universal, o jovem Skaar aparece, provavelmente garantindo mais um membro para um futuro filme ou série dos Jovens Vingadores. O episódio termina e a cena pós-créditos mostra o Abominável novamente na prisão, até que o Mago Supremo, Wong (Benedict Wong), aparece para buscá-lo para outra missão, com grandes chances de estar garantindo a maior reunião de coadjuvantes da história: Os Thunderbolts.

Foi uma grata surpresa, encerrando perfeitamente a série e garantindo mais um caminhão de produções para o futuro do MCU. Esse último episódio conseguiu o que muitas produções não conseguiram, que foi zoar o público-alvo e ainda assim sair muito por cima. Fica agora a expectativa pela próxima aparição de Jen Walters e seus amigos.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

 

10 Cinebiografias do Rock Para Ficar no Clima do Rock in Rio!

Sim, o Rock in Rio 2022 está rolando no Rio de Janeiro e muitos de nós infelizmente ficamos de fora do maior evento de música do planeta. Mas isso não é motivo para ficarmos triste, afinal, tem muito astro do rock’n roll cujas vidas viraram filme para a gente acompanhar no intervalo dos shows. Então, pega a listinha e aproveite!

10 – ‘Elvis’ – HBO Max

A mais nova cinebiografia do Rei do Rock acabou de sair das salas de cinema e chegou fresquinha essa semana na HBO Max. E se liga que este filme já é aposta certa para o Oscar 2023!

9 – ‘Eduardo e Mônica’ – Globoplay

Eduardo e Mônica’ é uma canção da banda de rock Legião Urbana, mas transcendeu a própria banda e embalou a vida de muitos casais roqueiros no Brasil. Nesse clima de rock, nada melhor do que reviver as histórias de amor adolescente.

8 – ‘Elis’ – Netflix

Uma das maiores cantoras do país, Elis Regina ganhou sua cinebiografia na interpretação arrasadora de Andréia Horta. É desses filmes que chega a ser difícil acreditar que não é documentário, tão real que ficou.

7 – ‘Rocketman’ – Starplus

Elton John é um dos mais respeitados cantores do mundo, e participou de algumas edições do Rock in Rio. Em 2019, ganhou uma potente e colorida cinebiografia musical interpretada por Taron Egerton.

6 –The Dirt – Confissões do Mötley CrüeNetflix

Uma das mais conhecidas e explosivas bandas de heavy metal, Mötley Crüe ganhou filme em 2019 com um elenco de rostos conhecidos, que inclui Tommy Lee e Mick Mars.

5 – ‘Cazuza – O Tempo Não Para’ – HBO Max

Explosivo, polêmico, romântico, poeta. Cazuza foi um meteoro raro que atravessou o Brasil nos anos 1980 com o Barão Vermelho, participou do memorável Rock in Rio de 1985 e ganhou filme em 2004 sob o comando de Walter Carvalho e Sandra Werneck.

4 – ‘James Brown – Get Up On’ – Telecine

Cantor, dançarino e compositor. James Brown faz parte da realeza do rock mundial e em 2014 ganhou uma cinebiografia interpretada por ninguém menos do que Chadwick Boseman. Imperdível!

3 – ‘Detroit Rock City’ – Globoplay

KISS é uma das maiores bandas do mundo, e suas músicas ultrapassam barreiras. Razão pela qual a canção ‘Detroit Rock City’ ganhou seu próprio filme, que, claro, também conta parte da história da banda e tem até participação do baixista Gene Simmons.

2 – ‘Ray’ – Apple TV+

Este filme simplesmente rendeu a Jamie Foxx o Oscar de Melhor Ator, tamanha sua entrega em interpretar Ray Charles, gênio musical que não deixou a deficiência visual impedi-lo de se tornar músico.

1 – ‘Bohemian Rhapsody’ – Netflix

Sim, a maioria das pessoas já assistiu a esse filme, mas nunca é demais reprisar ‘Bohemian Rhapsody’, não só porque é um filmão que conta a vida do Freddy Mercury, mas, principalmente, porque tem a icônica cena do show do Queen no Rock in Rio.

10 Ótimos Filmes BRASILEIROS para maratonar na Netflix

É tempo de quarentena… O coronavírus é uma realidade e é muito importante que todo mundo faça a sua parte e evite sair de casa o máximo possível. Assim, nos resta pensar em formas de entretenimento para dentro da nossa casa. Como não poderia deixar de ser, o streaming é uma importante ferramenta para nos ajudar a levar o dia a dia de forma mais leve e divertida.

Pensando nisso, o CinePOP tem preparado uma série de listas com recomendações para você assistir na Netflix, no Amazon Prime Video, no Globoplay, dentre muitos outros canais por aí. Agora, chegou o momento de destacar as produções nacionais disponíveis na Netflix.

Segue a lista! E boa maratona!

 

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

Dirigido por Daniel Ribeiro, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é um delicado, divertido e apaixonante drama romântico brasileiro. Uma obra importante no campo da acessibilidade e dos direitos LGBTQ, mas que é acima de tudo uma boa história. Leonardo (Ghilherme Lobo) é um adolescente cego que busca sua independência ao mesmo tempo em que lida com problemas na escola e uma mãe superprotetora. A chegada de Gabriel (Fabio Audi) na escola faz com que Leonardo se abra mais para o mundo e descubra mais sobre sua sexualidade e si mesmo. O longa desenvolve a premissa do curta Eu Não Quero Voltar Sozinho, também de Ribeiro, no qual os mesmos personagens lidavam com o medo do primeiro beijo. 

 

O Silêncio do Céu (2016)

Conhecido do circuito de festivais com obras como Trabalhar Cansa e Quando Eu Era Vivo, o diretor Marco Dutra fez seu trabalho mais ambicioso com O Silêncio do Céu. Filmado no Uruguai, com elenco internacional, o longa conta a história de uma mulher que é vítima de um estupro em sua própria casa. Ela decide esconder o acontecimento do marido, mas ele acaba descobrindo e passa a buscar se vingar dos criminosos. Leonardo Sbaraglia, Carolina Dieckmann e Chino Darín formam o ótimo trio de protagonistas do filme produzido por Rodrigo Teixeira. Premiado com três Kikitos no Festival de Cinema de Gramado, inclusive o de Melhor Filme segundo o Júri da Crítica.

 

Como Nossos Pais (2017)

Uma das novidades de março na Netflix. Com título inspirado na clássica canção de Belchior, Como Nossos Pais conta a história de Rosa (Maria Ribeiro), uma mulher de 38 anos que vive uma crise no casamento, luta para criar as filhas e sofre com incertezas profissionais, e que, ao mesmo tempo, recebe uma notícia bombástica da mãe (Clarisse Abujamra). Parece um grande melodrama, mas é uma obra simpática e delicada. Paulo Vilhena, Jorge Mautner e Herson Capri completam o elenco da produção. A direção é da sempre ótima Laís Bodanzky. Exibido no Festival de Berlim 2017. Grande vencedor do Festival de Gramado do mesmo ano, conquistando seis Kikitos, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator.

 

Aquarius (2016)

Você está dentre as pessoas que surtou com Bacurau no ano passado? Pois bem, antes de Bacurau existiu Aquarius. Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa gira em torno de Clara (Sonia Braga), uma jornalista aposentada de 65 anos. Viúva e mãe de três filhos adultos, ela mora num velho apartamento localizado em área nobre do Recife. Determinado dia, uma construtora decide construir um novo e moderno prédio no espaço e passa a tentar convencer Clara a vender seu apartamento. Quando ela se recusa, os responsáveis pelo projeto buscam formas menos pacíficas de pressioná-la. O filme trata de especulação imobiliária e sobre resistência. O elenco traz ainda nomes como Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Fernando Teixeira e Barbara Colen. Exibido no Festival de Cannes 2016.

 

O Som ao Redor (2012)

Bem antes de Bacurau e Aquarius, Kleber Mendonça Filho lançou o incrível O Som ao Redor, sua estreia em longas de ficção. A trama acompanha moradores de uma rua do Recife que decidem contratar um serviço de vigilantes para se sentirem mais seguros. O que deveria transmitir segurança, no entanto acaba por reforçar o permanente estado de medo da população. Mais uma vez, o diretor trata do tema da especulação imobiliária e da violência urbana, seja física, seja mental. Irandhir Santos, Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Waldemar José Solha e Irma Brown formam o elenco principal. Prêmio de Melhor Filme e Melhor Roteiro no Festival do Rio de 2012.

 

Menino Maluquinho: O Filme (1995)

Um verdadeiro clássico do cinema infanto-juvenil brasileiro, Menino Maluquinho: O Filme é o programa perfeito para aqueles que precisam incluir crianças em suas maratonas. O diretor Helvécio Ratton conseguiu transportar o personagem criado por Ziraldo com perfeição para a tela grande. O Maluquinho é divertido, encantador e fascinante. A trama acompanha as travessuras de um jovem garoto na casa dos avós após o divórcio dos pais. Samuel Costa caiu como uma luva na pele do personagem-título, enquanto que Patricia Pillar, Roberto Bomtempo, Luiz Carlos Arutin, Vera Holtz, Othon Bastos e Tonico Pereira completam o elenco principal.

 

La Vingança (2016)

Daniel Furlan é mais conhecido por seu trabalho na internet, especialmente com Falha de Cobertura e Choque de Cultura. Nos cinemas, ele se destacou no divertido TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva. Um ano antes da comédia estrelada por Tatá Werneck, Daniel marcou presença em uma divertida e pequena comédia que teve menos reconhecimento do que deveria: La Vingança. A trama acompanha dois amigos que embarcam em uma viagem de carro até Buenos Aires após um deles pegar sua mulher na cama com um argentino. Além de Furlan, o elenco conta com as presenças de Felipe Rocha e Leandra Leal. A direção é de Fernando Fraiha.

 

Elena (2012)

Antes de conseguir uma indicação ao Oscar de Melhor Documentário por Democracia em Vertigem, a diretora Petra Costa obteve reconhecimento contando uma história bem pessoal. Elena é um documentário que celebra Elena Andrade, irmã mais velha de Petra, que se mudou para Nova York com o sonho de ser atriz e que acabou sofrendo com uma depressão que levou ao seu suicídio. Petra embarca para os Estados Unidos buscando respostas sobre a vida da irmã. O objetivo não é contar passo a passo de sua trajetória, mas celebrar sua pessoa e, de certa forma, tentar lidar com o que aconteceu. É uma espécie de filme-poema. Delicado, sensível e envolvente. Premiado no Festival de Brasília de 2012.

 

Temporada (2018)

Um dos grandes nomes do cinema independente no Brasil, André Novais Oliveira surgiu com destaque com Ela Volta na Quinta, premiado no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Cinema de Curitiba. O cineasta alcançou a maturidade profissional com seu projeto seguinte: Temporada. Exibido em eventos por todo mundo e vencedor de cinco Candangos no Festival de Brasília – incluindo Melhor Filme -, o longa acompanha Juliana (Grace Passô), uma mulher que deixa Itaúna, no interior de Minas Gerais, para trabalhar no departamento de políticas sanitárias de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Enquanto espera que o marido se junte a ela, Juliana vai construindo uma nova vida e enfrentando desafios diferentes. Russo Apr e Rejane Faria integram o elenco.

 

Branco Sai, Preto Fica (2014)

Quem conhece o cinema de Adirley Queirós sabe o que esperar, mas muita gente pode se surpreender com esse misto de ficção e documentário que, por vezes, pode parecer hermético, mas que também é de uma interpretação relativamente clara. Branco Sai, Preto Fica parte de uma premissa real para contar uma história fictícia. Na trama, dois homem lidam com as marcas após serem vítimas de tiros em um baile de black music na periferia de Brasília. Um terceiro homem chega do futuro para tentar investigar o que aconteceu e jogar uma luz sobre os problemas da sociedade. Grande vencedor do Festival de Brasília de 2014. Um dos 100 melhores documentários brasileiros da história segundo publicação da ABRACCINE.

‘O Quinteto’: Reboot de clássica série dos anos 90 ganha data de estreia

Freeform anunciou que o reboot da clássica série dos anos 1990, ‘O Quinteto’, ganhou finalmente sua data de estreia: os episódios estreiam no dia 08 de janeiro de 2020.

A nova versão trará uma abordagem bem pontual, trazendo como protagonistas um grupo de irmãos de descendência latina, cujos pais foram deportados de volta para o México. Sozinhos, eles terão que vencer as adversidades e sobreviver por conta própria.

O reboot foi desenvolvido pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘Trolls 2’ ganha divertido trailer final; Confira!

A sequência ‘Trolls 2‘ ganhou seu último trailer oficial, divulgado pela DreamWorks TV.

Confira:

A dupla Walt Dohrn e David P. Smith é responsável pela direção.

Na trama, a rainha Poppy e Branch descobrem que existem outros mundos de Trolls além do deles e as diferenças significativas entre ambos acaba criando um grande conflito entre as diversas tribos. Quando uma ameaça misteriosa coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e seu grupo de amigos devem embarcar em uma épica missão, a fim de criar harmonia entre todos, unindo-os para que eles não sejam extintos.

O elenco conta com as vozes de Anna Kendrick, Justin Timberlake, J Balvin, Rachel Bloom, Flula Borg, Kelly Clarkson, James Corden, Ester Dean e Jamie Dornan.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de março de 2020.

‘Ratched’: Série derivada de ‘Um Estranho no Ninho’ ganha imagens e pôster oficiais; Confira!

‘Ratched’, nova série de Ryan Murphy para a Netflix baseada no clássico ‘Um Estranho no Ninho’, ganhou suas primeiras imagens promocionais e um incrível pôster oficial.

A produção tem estreia marcada para o dia 18 de setembro.

Confira:

Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Sarah Paulson) inciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

O elenco também é composto por Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

‘Em Busca do Sonho’: Nova série do Disney+ conta a história de celebridades e atletas; Confira o trailer!

Disney+ divulgou o trailer LEGENDADO oficial de sua nova série documental intitulada ‘Em Busca do Sonho’, que conta a história de celebridades e atletas.

Confira:

A obra é produzida pelo lendário LeBron James.

Cada episódio é “centrado na visita de uma celebridade à sua terra natal, passeando por lugares centrais. Um elenco que inclui membros da família, treinadores, professores, mentores e amigos também participa, analisando a origem de cada uma dessas celebridades e também acerca dos problemas que enfrentaram”.

Composta por dez episódios, a série traz nomes como Adam DevineAnthony DavisAshley TisdaleCaleb McLaughlinCandace ParkerColbie CaillatJulianne HoughNick CannonNick KrollRob Gronkowski.

‘Em Busca do Sonho’ estreia na plataforma de streaming em 18 de dezembro.

‘The Crown’ conquista dez indicações ao BAFTA TV 2021!

A 4ª temporada do drama de época ‘The Crown’ já é considerada por muitos como a melhor entrada da série – e o sucesso crítico e comercial continua a colher frutos.

Durante o anúncio dos indicados ao BAFTA 2021, a obra conquistou nada menos que dez indicações, concorrendo em categorias como Melhor Série – DramaMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias MenziesMelhor Atriz Coadjuvante para Helena Bonham Carter.

Gillian Anderson (Margaret Thatcher), Emma Corrin (Princesa Diana) e Olivia Colman (Rainha Elizabeth II) não conquistaram indicações de atuação.

A cerimônia de premiação ocorre no dia 06 de junho.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Kate’: Katya e Trixie Mattel reagem ao novo thriller de ação da Netflix; Confira!

Kate‘, thriller de ação estrelado por Mary Elizabeth Winstead (‘Aves de Rapina’), já está disponível na Netflix e, para promover a obra, a plataforma de streaming convidaram as icônicas drag queens Katya Trixie Mattel para reagirem ao longa.

Confira:

Cedric Nicolas-Troyan (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’) é responsável pela direção.

Uma assassina profissional corre contra o tempo depois de ter sido envenenada e tem apenas 24 horas de vida para buscar o antídoto e descobrir quem pôs um alvo em sua cabeça.

O elenco também conta com Woody Harrelson, Tadanobu AsanoMichiel Huisman e Jun Kunimura.

‘Rebel Moon’: Sci-fi de Zack Snyder escala QUATRO novos membros ao elenco!

O diretor Zack Snyder (‘Army of the Dead’) anunciou hoje (09) através das redes sociais que o sci-fi ‘Rebel Moon’, da Netflix, escalou cinco novos membros ao elenco.

Juntando-se à previamente anunciada Sofia Boutella, que será a protagonista, estarão Charlie HunnamDjimon HounsouDoona BaeRay Fisher.

O elenco também conta com Jena MaloneStaz NairE. DuffyCharlotte MaggiSky Yang.

Através da rede social Vecro, o diretor Zack Snyder (‘Army of the Dead’) compartilhou uma arte conceitual incrível de ‘Lua Rebelde‘ (Rebel Moon), seu novo filme sci-fi em parceria com a Netflix.

Confira:

De acordo com o Production Weekly, as filmagens da produção irão começar dia 1º de março, no Condado de Inyo, California, EUA, e estão programadas para se encerrar em 31 de agosto. Serão seis meses de filmagens para o filme da Netflix, um período bem grande.

Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:

“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”

Ele continuou:

“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”

Dirigido e co-escrito por Snyder em parceria com Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’), ‘Rebel Moon’ começa quando uma colônia pacífica na orla da galáxia é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajude-os a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

Michael Douglas é Benjamin Franklin na primeira imagem da nova série da Apple TV+; Confira!

Apple TV+ divulgou recentemente a primeira imagem oficial de Michael Douglas (‘O Método Kominsky’, ‘Homem-Formiga’) como Benjamin Franklin, um dos pais fundadores dos Estados Unidos, em sua nova minissérie original.

Confira:

Ainda sem título oficial, a narrativa acompanha Franklin em uma missão diplomática para a França durante a Revolução Americana.

Aos 70 anos e sem qualquer treinamento, ele convenceu a monarquia absoluta francesa a subscrever o experimento estadunidense no tocante à democracia. Através de sua fama, seu carisma e sua ingenuidade, Franklin se esquivou dos espiões britânicos, informantes franceses e colegas hostis, tudo enquanto engendrava a aliança franco-americana de 1778 e a paz final com a Inglaterra em 1783. Sem seu trabalho com a França, os EUA não teriam vencido a Guerra da Revolução.

A produção será adaptada do romance de não-ficção ‘A Great Improvisation: Franklin, France, and the Birth of America’, de Stacy Schiff.

Kirk Ellis (‘John Adams’) fica a encargo do roteiro, enquanto Tim Van Patten (‘Os Sopranos, ‘Boardwalk Empire’) comanda os episódios. Ambos também entram como produtores executivos ao lado de Douglas.

O elenco também é formado por Noah Jupe (Temple Franklin), Ludivine Sagnier (Madame Brillon), Thibault de Montalembert (Vergennes), Daniel Mays (Edward Bancroft), Assaad Bouab (Beacumarchais), Eddie Marsan (John Adams), Jeanne Balibar (Helvetius) e Theofore Pellerin (Lafayette).

Lembrando que o ator também irá reprisar seu papel como Hank Pym no já confirmado ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, que chega aos cinemas em 2023.

Britney Spears – 41 Anos | As 10 Melhores Músicas da Princesa do Pop

It’s Britney, bitch!

A eterna princesa do pop completa 41 anos no dia de hoje, 02 de dezembro – e nada mais justo que celebrar sua carreira repleta de sucessos e de músicas que marcaram época.

Escolher as canções mais marcantes de sua discografia não é uma tarefa nem um pouco fácil e, por essa razão, resolvemos mudar um pouco as coisas. Para comemorar seu aniversário, montamos uma breve lista com as dez melhores músicas de um dos nomes mais importantes do cenário mainstream.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. “EVERYTIME”

Álbum: In the Zone

“Everytime” não é apenas uma das melhores músicas de Britney, mas uma das baladas mais pungentes e profundas do século – motivo pelo qual apareceu na nossa lista em décimo lugar. A belíssimas construção foi assinada pela própria artista, refletindo seu caráter extremamente pessoal, e recebeu aclame por parte dos especialistas (incluindo este que vos escreve), tornando-a marca registrada de um dos nomes mais importantes do escopo fonográfico.

9. “HOLD IT AGAINST ME”

lead single de ‘Femme Fatale’ ganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

8. “OVERPROTECTED”

Álbum: Britney (2001)

O subestimado ‘Britney’ felizmente vem sido encarado com outros olhos vinte anos após seu lançamento, marcando a transição da performer do teen-pop ao pop adulto. Aqui, temos a densa exuberância de “Overprotected”, escrita e produzida por Max Martin e Rami, em que ela volta a endereçar a problemática da fama e como ela conseguiu se livrar das amarras restritivas daqueles à sua volta, declarando que “preciso de tempo, amor e diversão… Preciso de mim”.

7. “STRONGER”

Álbum: Oops!… I Did It Again (2000)

Um ano depois de ter feito sua estreia no cenário fonográfico, Britney Spears estava pronta para dominar o mundo – e continuou trilhando um caminho de extremo sucesso com a sequência ‘Oops!… I Did It Again’. Dentro do incrível álbum, são várias as iterações que nos chamam a atenção, incluindo “Stronger”, uma das assinaturas de sua carreira. A canção é infundida em distorções envolventes e sedutoras que amalgama o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras.

6. “SWIMMING IN THE STARS”

Álbum: Glory (2016, original; 2020, deluxe)

Quatro anos mais tarde, ‘Glory’ pareceu renascer com o lançamento da versão deluxe, que continha oito novas faixas (algumas delas fazendo jus ao que Britney trouxe de novo à cultura pop). “Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos da artista em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

5. “PIECE OF ME”

Álbum: Blackout (2007)

“Piece of Me”, segundo single de ‘Blackout’, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima.

3. “TOXIC”

Álbum: In the Zone

‘In the Zone’ é apontado por muitos fãs como a magnum opus de Spears – o que não é nenhuma surpresa, considerando o coeso corpo de músicas que entregou no ápice de sua carreira. Dentre as várias e incríveis canções, temos “Toxic”, o segundo single promocional e uma das músicas mais memoráveis da história da música. A faixa mistura perfeitamente dance-poptechno-popbreakbeat em uma jornada sensual e que permanece viva na memória de qualquer um que tenha bom gosto.

3. “OOPS!… I DID IT AGAIN”

Álbum: Oops!… I Did It Again

Com ‘Oops!… I Did It Again’, inúmeros produtores uniram forças para dar vida à obra e, enquanto alguns poderiam esperar uma miscelânea profusa e problemática, o resultado beira a perfeição sonora e até mesmo ousada, que se ramifica para progressões e escolhas artísticas não muito comuns à época. Talvez a faixa que mais represente esse vanguardismo recém-nascido é a que empresta o nome ao título – uma amálgama alicerçada em pesados sintetizadores e no pináculo do dance-pop, cujos familiares temas ganham uma dimensão mais épica e memorável.

2. “…BABY ONE MORE TIME”

Álbum: …Baby One More Time (1999)

A faixa homônima de seu álbum de estreia emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira de Spears, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

1. “BREATHE ON ME”

Álbum: In The Zone (2003)

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não tem medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

BÔNUS: “CIRCUS”

Álbum: Circus (2009)

Dois anos depois do período mais obscuro de sua vida – em que era constantemente bombardeada pela presença invasiva dos paparazzi, Britney estava pronta para se voltar ao pop chiclete que a colocou no centro dos holofotes. Com “Circus”, faixa titular de seu sexto álbum homônimo, ela cumpre o que promete da melhor maneira possível: consagrando-se como a faixa mais bem trabalhada do disco, Spears navega em uma aglutinação de versos que até hoje são relembrados por qualquer um que já tenha se interessado por sua discografia.

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey fala sobre o impacto cultural de interpretar Ariel

O remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, a atriz Halle Bailey conversou com o Deadline sobre o impacto cultural de interpretar a icônica personagem Ariel nos cinemas. (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘Wish: O Poder dos Desejos’: Ouça um trecho de “This Wish”, música ORIGINAL da nova animação da Disney!

A Disney divulgou um teaser inédito da animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, que comemora os 100 anos do estúdio.

O vídeo apresenta um trecho da canção original “This Wish”, performada pela vencedora do Oscar Ariana DeBose.

Confira, junto ao trailer dublado:

O filme estreia por aqui apenas em 04 de janeiro de 2024 e acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Ariana DeBose, Alan Tudyk e Chris Pine são as vozes no idioma original.

Chris Buck (‘Frozen’) e Fawn Veerasunthorn (‘Moana’) entram como diretores.