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‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’: Diretor explica por que o reboot do SyFy foi cancelado

Em entrevista ao Slasher Radio, Stephen Chiodo, diretor do clássico ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral‘, explicou por que o reboot que estava sendo desenvolvido pelo canal SyFy foi cancelado.

“Havia um acordo… A MGM controlava os direitos… e eles foram para o SyFy. Eles fizeram um reboot de ‘Criaturas’, e vocês viram como ficou o resultado. Eles queriam fazer um filme da franquia ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’ por US$ 2 milhões. E nós não queríamos fazer isso… nós gastamos dois milhões lá nos anos 80. Até mesmo a MGM não queria fazer isso… Eles disseram que a franquia era mais valiosa do que apenas assinar um acordo por tão pouco dinheiro.”

Sobre uma sequência desenvolvida pela MGM, Chiodo explica que a mudança de poder nos bastidores do estúdio pode ter matado o interesse na franquia: “Nós tentamos fazer uma sequência logo após o primeiro filme. De fato, nós tínhamos um acordo para a televisão. Mas nada deu certo. Nós estamos tentando fazer uma sequência desde 1988, mas o original não foi muito bem nas bilheterias. E, quando o assunto é uma sequência, a bilheteria é a primeira coisa que o estúdio olha. Eles não consideram filmes cult como um bom investimento.”

Sobre os planos para o futuro da franquia, ele continua: “Nós temos uma trilogia planejada – uma trilogia em quatro partes porque contamos com o filme original. A ideia é seguir as aventuras de todos esses personagens enquanto eles vivem suas vidas abalados após a primeira invasão. Daria uma ótima minissérie. Então, estamos constantemente vendendo a ideia para pessoas que possam estar interessadas.”

Na trama original, Mike e Debbie namoram no banco de trás do carro, quando vêem uma forte luz que rasga o céu e cai numa clareira. Partem para lá e encontram uma brilhante tenda de circo. São os palhaços assassinos que chegaram do outro mundo.

Grant Cramer, Suzanne Snyder e John Allen Nelson estrelam a produção.

As 10 Mães mais Lembradas das Séries de TV

Tem aquele ditado de que “mãe é uma só”, mas se tem uma coisa que as séries de TV alegremente fazem por nós é mostrar mães de todos os tipos. Amorosas, estressadas, mandonas, belas/recatadas/do lar, enfim, já vimos matriarcas pra tudo que é gosto passando pela TV e nada mais justo que usar o dia das mamys (beijo, mãe) pra lembrar de algumas delas.

10. Ruth Fisher | Six Feet Under

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Sei que muitos não conhecem essa série, então eu acho justo e digno eu já usar a deixa pra recomendar. A mamãe Ruth é inquestionavelmente uma das melhores personagens de séries desse universo e além, uma delicinha de mamãe do tipo que a gente quer comprar uma cópia pra colocar em casa de reserva.

Sempre compreensiva, ela nunca deixa que as atitudes ou as diferenças ou a falta de estrutura da família abalem a estrutura total deles. Tem horas que bate a mãe surtada e, até assim, ela é ótima de acompanhar com aqueles surtos que nos matam de rir.

Uma personagem forte e uma mãe incrível que cria seus filhos após um conturbado acontecimento que quebra as pernas dela lá no começo, a perda do marido. Ela vai criando os três filhos como pode e lamuriando a perda do marido por um tempo, mas logo ela se liberta das amarguras e toca a vida em frente.

 

9. Olivia Dunham | Fringe

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Uma personagem forte, inteligente e independente de uma das melhores séries que pipocaram por aí. Fringe prende e foi um grande golpe para os fãs quando terminou.

Quando a gente começa a ver a série é impossível cogitar a personagem como mãe, mas quando isso acontece nós acabamos vendo todas aquelas qualidades de Olivia se transformando em um escudo e em grande motivação para buscar e resgatar a filha, fazendo absolutamente tudo que for preciso.

Sendo uma boa série de ficção, e mesmo que com um final feliz que era esperado pelos fãs, mesmo que pudesse parecer um grande clichê, Olivia literalmente atravessou os tempos e fez coisas além do imaginável para resgatar a filha e a felicidade dela com Peter, um pai que sofreu muito pela filha, mas não teve – me perdoem os que gostam dele – um terço da garra e atitude de uma mãe tão determinada quanto Olívia se transformou.

 

8. Lorelai Gilmore | Gilmore Girls

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Como passar por uma coluna que fala em mães sem permitir que esse nome venha na cabeça? Muitas séries falam sobre família, mas GG tem um foco todo especial nessa mamãe toda adorável que guia o enredo da coisa toda.

Ela teve a filha ainda quando muito jovem e a criou sozinha, a gente pode até falar da amizade entre mãe e filha, mas é sempre gostoso destacar que toda a criação que ela deu pra filha quando ainda era jovem gerou uma garota adorável.

Por ter sido mãe aos 15, ela vive uma realidade muito próxima da sua filha. Não é uma mãe antiquada, muito pelo contrário, é toda modernizada. Longe daquele padrão de mãe que adora cozinhar para a filha, ela adora filmes, é toda sarcástica e toda modernete, sem contar que é uma super parceira e amigona da filha!

Vale lembrar que esses tempos a Netflix divulgou uma continuação da série, assim como fez com Full House, e já anunciou também que vai disponibilizar as série antiga na plataforma. Novamente, algo pra quem ainda não conhece super ficar de olho.

 

7. Norma Bates | Bates Motel

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Os fãs do filme Psicose nem precisavam esperar a série para saber que Norma não deve ter sido a mãe mais normal do mundo, mas a série nos faz o grandioso favor de explorar isso de modo melhor e, ainda mais, desmitificar que as neuras dela são infundadas, permitindo que ela caísse no clichê da mãe possessiva a troco de nada.

Alguns dizem que ela é um inegável exemplo de uma mãe que faz tudo pelo filho, mas o exagero dela é realmente colocá-lo dentro de uma bolha, privando o filho de uma vida social e encobrindo absolutamente todas as merdas que ele faz para que nenhum respingo das atitudes erradas que ele toma caiam sobre ele.

Mas, como já disse, todo o background histórico criado para ela faz com que a gente não necessariamente entenda ou aceite todas as atitudes que ela toma, mas serve para a gente vê-la por outros olhos e, em alguns momentos, gerar até uma certa empatia com a personagem.

 

6. Victoria Grayson | Revenge

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Como falar em mães que tem um modo todo peculiar de ‘cuidar’ dos seus filhos sem deixar a queen Victoria de lado?

A gente tem que dividir falando sobre a mãe que ela é para cada um dos seus filhos. Sufocante e protetora com Daniel, não dá pra negar que ela também é bastante intuitiva com a chegada de Emily na família, mesmo que seja nítido que, independente de quem fosse, nenhuma mulher seria boa o suficiente para o filho dela.

Quanto à coitada da Charlotte, a gente acompanha com tristeza o modo que ela trata a caçula, que mesmo mimadinha pelo pai nunca está feliz pelo desdém sofrido por parte da mãe. A gente descobre por quais motivos ela trata a filha com diferença, mas tanto faz. É uma altura do campeonato em que Charlotte já está destruída demais pra gente compadecer de algo.

E, por fim, o filho renegado. O abandonado Patrick que volta muito brevemente na série e a gente não tem muita chance de acompanhar, embora a história em si mostre flashbacks de uma vida da nossa queen que a gente nem imaginava.

Assim como Norma Bates, Victoria não é uma mãe exemplar só por fazer demais pelos filhos, afinal os métodos dela não são os melhores e muitas vezes ela tem que defendê-los de cagadas que ela mesma fez. Mas ela é a rainha soberana e ladradora de Revenge e uma personagem que não pode ser ignorada.

 

5. Gloria Delgado | Modern Family

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De vez em quando a gente recebe um presente em forma de personagem, em Modern Family o nosso pacotão é a Gloria.

Mãe solteira por algum tempo, mesmo depois da união com Jay ela ainda gosta de ter as rédeas da educação do filho, ainda mais para ter a certeza de que a cultura Americana não vai engolir as raízes do filho.

Toda orgulhosa da amizade e da união com o filho, de quem é profundamente próxima, ainda assim às vezes ela desabafa sobre o quanto a proximidade dos dois a sufoca em alguns momentos pelo exagero sentimental de Manny, mas ainda assim ela sempre se rende e ama o fato de ser tão amiga e estar sempre tão perto do filho.

Extremamente espalhafatosa e chamativa, ela acaba sendo motivo de umas vergonhas alheias até em momentos que não quer. Mas o mais legal da relação mãe e filho ali é a maturidade do Manny, que acaba sendo todo responsável e cuida tanto da mãe quanto ela cuida dele, o que faz com que algumas vezes seja ela quem tome o puxão de orelha vindo do filho.

Dedicada, carinhosa e super preocupada com o filho em todas as ocasiões, Gloria é uma mãe exemplar, ainda mais observando toda a sua trajetória antes do Jay e todo o modo que ela cria o filho para que ele todo certinho – embora às vezes ela o queira menos certo do que ele é. Criar sozinha um filho com a maturidade e a personalidade do Manny é a prova de uma maternidade bem-sucedida, que passa pelas suas broncas e desentendimentos e termina sempre selada pela amizade e cumplicidade entre ambos.

 

4. Skyler White | Breaking Bad

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É engraçado pensar que para algumas pessoas ela pode e deve ser considerada como a mais odiada personagem da série. Eu fico feliz quando identifico pessoas que, assim como eu, enxergam algum ou muito valor em Skyler.

Casada com um cara que era correto e desandou, mas ainda assim é o cara mais adorado da série, coube a ela segurar tantas barras seguindo correta enquanto o marido vai para outros caminhos. Foi ela quem sempre arcou com as responsabilidades do filho, que sempre dependeu dela e ainda aguentou a barra da doença do marido.

O filho cresce totalmente independente das suas relações ou da ajuda com o pai, e isso se dá pela relação com a mãe, que é quem aguenta as dificuldades e o ajuda incondicionalmente. Mesmo com o desprendimento do pai, também fica notável que muitos dos esforços que ela faz para manter um casamento que já ia descendo pela ladeira são dados por uma forma de segurar a base da família, mesmo que ela siga disfuncional.

Uma personagem doada pela família, com os seus defeitos, claro. Mas, acima de tudo, uma mãe totalmente dedicada que tem que tentar passar com alguma sanidade pelas doenças do filho e do marido.

 

3. Alicia Florrick | The Good Wife

Toda bela, recatada e do lar, Alicia era uma dona de casa que cuidava de seus dois filhos, a quem deu uma educação exemplar. Depois de anos como dona de casa, coube a ela colocar-se novamente em seus pés para tentar manter a base da família diante dos escândalos envolvendo seu marido.

Competente no seu trabalho o mesmo tanto que é dentro de casa, ela é uma advogada disputadíssima e, ainda de quebra, é esposa de um futuro governador. Poderia um ser humano ter mais visibilidade que isso?

Sempre em evidência nas cortes e crescendo na profissão o tempo todo, Alicia ainda tem que arrumar tempo para não ser apenas a mãe que protege seus filhos do caos familiar, mas também alguém que está lá para eles. E não dá pra gente esquecer as constantes intromissões a presença sempre ‘deliciosa’ da sogra, que tenta dar seus pitacos na educação dos netos.

Em um universo pessoal sempre todo conturbado, ela ainda tem todas as forças do universo para deixar seus filhos blindados da vida pública e dos escândalos envolvendo o pai deles e poupando-os dos problemas e das questões judiciárias que ela sempre vive.

Dona de uma força surreal, a definição de mãe coruja não é nada diante de algum momento em que algo ameaça algum de seus filhos. Ela tem que segurar todos os problemas no trabalho, administrar as questões conturbadas do seu casamento e ainda manter-se próxima dos filhos para saber de tudo que está acontecendo no mundo deles.
Eles passam por muitas coisas, muitas coisas mesmo, sempre unidos e com os filhos lindamente sempre aliados à mãe.

 

2. Monica Geller | Friends

"COUGAR TOWN" "Like a Diamond" / Ep 511 TBS Ph: Doug Hyun

Mesmo sendo uma série com base na amizade, as maternidades de Friends deixaram algumas marcas interessantes.

Foi lindo ver a Phoebe superando qualquer problema que ela pudesse ter com abandonos no passado e sendo capaz de servir de barriga de aluguel para o meio-irmão sabendo desde o começo que teria que, de algum modo, abandonar as crianças que ela carregou na barriga… Mas a maternidade mais marcante da série foi a de Monica.

Antes de falarmos de todo o desejo de ser mãe é importante a gente lembrar que Monica sempre foi, de algum jeito, a mãezona da turma. Ela dividia apartamento com Phoebe e já parecia aquela mãe reguladora de quem o filho tenta fugir. Também foi ela quem acolheu Rachel de braços abertos, mesmo não tendo sida convidada para o casamento do qual Rach havia fugido. Sempre parceira do irmão e preocupada com a turma toda, o instinto materno de Monica falou alto quando ela abriu mão do seu amor por Richard pelo fato de ele não querer ter filhos com ela, pois já tinha pimpolhos de outro casamento.

Ela já tinha chegado a cogitar a ideia de inseminação, mas isso sem sequer ser casada ainda, porém desistiu. Era nítido o sonho de ser mãe original, carregar o filho na barriga e todas aquelas coisas, mas o destino deu com os dois pés no peito de Monica quando ela enfim casou-se, mas descobriu que tanto ela quanto Chandler tinham problemas para ter filhos.

A gente sofre, mas vê Monica sempre madura e mãezona abrindo mãe até do nome que tinha sonhado para sua filha pra que Rachel o usasse. Mas a tacada de mestre dos roteiristas veio certeira quando, entre todas as opções do mundo, eles optaram pela barriga de aluguel e permitiram que Monica não necessariamente carregasse, mas participasse de tudo e visse o bebê nascer.

Tacada de mestre 2: a mãe biológica das crianças disse que estava esperando um bebê só, mas na hora do parto, literalmente, eles souberam que eram gêmeos. A chegada de dois bebês elimina a angústia que já ficamos com o fim da série ao pensar no que poderia acontecer com os personagens no futuro. Imaginem pensar que, de repente, Monica teria que passar por toda uma situação novamente para ter uma nova criança.

A aceitação dela por esse tipo de opção, assim como seria caso ela tivesse adotado, mostra a beleza do amor incondicional de mãe, que é aquele clichê, mas é aquela que cuida mesmo. Embora a gente não tenha acompanhado o que veio depois, é óbvio que ela foi uma mãezona para os gêmeos que ela tanto esperou.

 

1. Rochelle | Todo Mundo Odeia o Chris

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A série ficou super popularizada no Brasil por passar em canal de TV aberta e virar um Chaves da Record. Muito embora a Dona Florinda seja uma mãe a se lembrar, Rochelle virou a rainha dos bordões e, de quebra, era também uma ótima mãe, mesmo do jeito todo surtadinho dela.

Ela cuidava da casa e ainda arrumava um tempo para trabalhar, mesmo que não precisasse ficar parada em algum emprego que não quisesse, afinal quem precisa ficar se sugerindo às coisas quando o marido tem dois empregos?

Uma grande verdade é que ficamos tão inertes nos estereótipos, bordões e exageros da Rochelle que acabamos passando desatentos pelo cuidado que ela tem em guiar a família. Mesmo nos seus surtos e no seu modo todo exacerbado, o foco dela é o cuidado com a casa e a vida guiada pelo amor que ela sente pelo marido e pelos filhos.

Mas é claro que toda a graça da Rochelle como mãe, esposa e tudo mais está justamente no jeitão explosivo e pouco convencional de lidar com as coisas… Está em achar que o xarope resolve qualquer problema, que tudo é culpa do Chris, no seu método de mostrar pro marido que achou um sutiã na gaveta dele ou que viu a fatura do cartão de crédito.

São as explosões tchacabum e os exageros que fazem dela uma das personagens de séries mais inesquecíveis e a gente definitivamente não precisa nem explicar muito do que trás a Rochelle para o topo honroso dessa lista.
Entre tantas as séries incríveis que temos por aí e as tantas mamães marcantes, quais são as que você lembram mais?

As 10 Mães Mais Perigosas do Cinema

Durantes várias décadas, o cinema nos presenteou com inúmeras personagens femininas bastante memoráveis – grande parte delas sendo mães. Retratadas como vilãs, mocinhas, super-heroínas, assassinas psicóticas e lutadoras vingativas, essas  envolventes figuras não cansam de ser reaproveitadas e relidas das mais diversas maneiras para as telonas.

Por esse motivo e em comemoração a essas pessoas tão complexas e apaixonantes, separamos uma lista com as dez mães mais perigosas da indústria fílmica – abrangendo os mais diversos gêneros (e uma ou outra que, de fato, existiram).

Confira abaixo nossas escolhas:

  1. Rainha Xenomorfa, ALIENS – O RESGATE

Ninguém disse que mães precisam ser humanas – e a Rainha Xenomorfa de Aliens – O Resgate’ é a prova disso. Além de ser maior, mais inteligente e muito mais forte que todos os outros alienígenas da icônica franquia criada Ridley Scott, ela é responsável por dar vida aos alienígenas, levando a sobrevivência de seus filhos bastante a sério. Não é surpresa que ela lute com violência e emerja como um obstáculo quase intransponível para Ripley.

  1. Leia Organa, STAR WARS

Na nova trilogia de Star Wars, a Princesa Leia Organa tornou-se mãe – mas não apenas isso: também virou uma general, uma soldada e uma senadora, tendo enfrentado a opressão e a tirania do Império de seu próprio pai e quase perdendo tudo durante uma guerra civil espacial. Mesmo assim, ela se reergueu e se transformou num ícone político e militar. Por isso, pense duas vezes antes de querer irritá-la.

  1. Beatrix Kiddo, KILL BILL

A personagem vivida por Uma Thurman na saga Kill Bill fazia parte de uma seita assassina e acabou se envolvendo com o chefe. Entretanto, quando descobriu que estava grávida, fingiu sua morte e fugiu para outro lugar em busca de uma vida normal. Entretanto, ela foi caçada por seus “colegas” e, depois de sair de seu coma, descobriu que seu antigo amante sequestrou sua filha. O resultado é um juramento de vingança que se transforma num banho de sangue violento (e bastante satisfatório).

  1. A Bela Dama, CORALINE E O MUNDO SECRETO

Quem nunca sonhou em poder trocar de família, uma que nos compreenda melhor? Bom, esse foi o desejo de Coraline na clássica animação da Laika – o que a fez cruzar caminho com a sedutora Bela Dama, também conhecida como A Outra Mãe ou Beldam. Habitante do mundo atrás da portinhola, sua principal missão é fazer com que crianças desconsoladas se apaixonem pelo que tem a oferecer (antes de comer seus corações e prendê-las para sempre num covil tenebroso.

  1. Gladys Leeman, LINDA DE MORRER

Mães sempre querem que seus filhos conquistem o mundo – e farão o possível para poder ajudá-los. Entretanto, Gladys Leeman parece ter levado isso um pouco a sério demais na ácida comédia Linda de Morrer: a vilã cometeu os mais bizarros assassinatos apenas para garantir que a filha Rebecca conseguisse ganhar o concurso de beleza.

  1. Joan Crawford, MAMÃEZINHA QUERIDA

Joan Crawford pode ser conhecida por ser um ícone do cinema e até hoje influenciar diversas personalidades do entretenimento – mas sua sombria vida foi levada para as telonas em 1981 com ‘Mamãezinha Querida’. Dirigido por Frank Perry, o filme biográfico gira em torno da traumática infância de Christina Crawford e sua vida abusiva com a mãe adotiva.

  1. Sarah Connor, O EXTERMINADOR DO FUTURO

Depois de ser caçada por um androide que foi mandado do futuro para matá-la, Sarah Connor ficou em uma instituição psiquiátrica até perceber que seus dias de paz estavam acabando: afinal, um novo robô apareceu para terminar o trabalho. Felizmente, ela conseguiu escapar de sua “prisão”, reuniu-se com o filho John e destruiu o Exterminador com a ajuda de outro Exterminador.

  1. Ma-Ma, DREDD

Interpretada pela brilhante Lena Headey, a rainha das drogas Madeline Madrigal (ou Ma-Ma, para os mais íntimos) é uma criminosa amoral que não pensa duas vezes antes de estraçalhar inocentes para tirar o Juiz Dredd e seu parceiro do caminho. Ela está disposta a destruir por completo o prédio em que vive em prol de enfrentar a lei uma última vez.

  1. Pamela Voorhees, SEXTA-FEIRA 13

Sexta-Feira 13 tem um dos maiores plot twists do cinema: afinal, o serial killer Jason Voorhees era, na verdade, controlado por sua insana mãe, Pamela. Após dar à luz ao filho, que foi diagnosticado com hidrocefalia, resolveu criá-lo por conta própria e tornou-se uma pessoa superprotetora. Eventualmente, ela consegue um emprego no Acampamento Crystal Lake; quando seu filho morre, ela culpa os monitores do local pela tragédia e jura vingança (matando uma série de pessoas em um surto psicótico).

  1. Ellen Ripley, ALIEN

Ellen Ripley era tripulante da Nostromo e, depois que visitaram o planeta LV-426, um alienígena xenomorfo invadiu a nave e matou todos a bordo, exceto ela. Anos depois, ela retorna para o mesmo planeta apenas para encontrar uma colônia de criaturas – que dizimam os “visitantes”. Ripley foge mais uma vez, dessa vez com um jovem sobrevivente, Newt, e um ex-soldado chamado Hicks.

Desde sempre, a personagem é considerada como a primeira forte protagonista do cinema – décadas antes do termo vigorar entre o público – e, até hoje, permanece como uma das mais poderosas construções da ficção científica. Sendo tanto uma mãe biológica e adotiva, as táticas de sobrevivência que utiliza para combater as adversidades a coloca, sem sombra de dúvida, no topo da nossa lista.

‘Legends of Tomorrow’: Showrunner quebra o silêncio sobre a saída do Dominic Purcell na série

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Phil Klemmer quebrou o silêncio sobre a saída do Dominic Purcell (‘Prison Break’) do elenco fixo da série ‘Legends of Tomorrow‘, confirmando a possibilidade do ator retornar para participações especiais.

“Acredito que todos precisam de uma pausa da série, até mesmo eu,” afirmou Klemmer. “E, até mesmo quando as pessoas deixam a Waverider, as portas estão sempre abertas para o seu retorno. Espero poder vê-lo novamente na próxima temporada.”

Vale lembrar que, em abril, Purcell publicou em seu Instagram que não faria mais parte do elenco da série, mas editou a publicação após fechar um novo acordo com Klemmer para retornar em participações especiais.

“O acordo não está fechado. Eu não tenho interesse [em retornar] – não importa quanto dinheiro eles joguem em mim. Estou deixando ‘Legends of Tomorrow’. Foi um enorme prazer e uma ótima experiência trazer esse personagem icônico da DC à vida. Eu arrasei nesse papel – nenhum outro ator nesse mundo poderia fazer melhor,” declarou o ator.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Mom’: Casamento é destaque nas imagens do último episódio da série; Confira!

A CBS divulgou as imagens promocionais do último episódio da série ‘Mom‘, que irá ao ar no dia 13 de maio.

Confira:

“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): Allison Janney as Bonnie and William Fichtner as Adam
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured: Allison Janney as Bonnie
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured: Mimi Kennedy as Marjorie
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Pictured (L-R): Kristen Johnston as Tammy and Mimi Kennedy as Marjorie
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Pictured (L-R): William Fichtner as Adam and Allison Janney as Bonnie
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Pictured (L-R): Beth Hall as Wendy, Allison Janney as Bonnie, Kristen Johnston as Tammy, and Mimi Kennedy as Marjorie
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Pictured clockwise from top: Allison Janney as Bonnie, Kristen Johnston as Tammy, Mimi Kennedy as Marjorie, Beth Hall as Wendy, and Jaime Pressly as Jill
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Pictured (L-R): Jaime Pressly as Jill and Will Sasso as Andy
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Pictured (L-R): Jaime Pressly as Jill, Allison Janney as Bonnie, Will Sasso as Andy, and William Fichtner as Adam
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
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Pictured (L-R): Will Sasso as Andy, William Fichtner as Adam, Allison Janney as Bonnie, and Jaime Pressly as Jill
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
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Pictured (L-R): Kristen Johnston as Tammy, Beth Hall as Wendy, Mimi Kennedy as Marjorie, Jaime Pressly as Jill, Allison Janney as Bonnie, and William Fichtner as Adam
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
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Pictured (L-R): Will Sasso as Andy and Jaime Pressly as Jill
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
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Pictured (L-R): Will Sasso as Andy, Jaime Pressly as Jill, Allison Janney as Bonnie, and William Fichtner as Adam
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
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Pictured (L-R): Melanie Lynskey as Shannon, Allison Janney as Bonnie, and Jaime Pressly as Jill
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): Melanie Lynskey as Shannon and Allison Janney as Bonnie
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): Beth Hall as Wendy and Jaime Pressly as Jill
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): Kristen Johnston as Tammy, Mimi Kennedy as Marjorie, Rondi Reed as Jolene, Jaime Pressly as Jill, Melanie Lynskey as Shannon, and Allison Janney as Bonnie
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): Melanie Lynskey as Shannon, Allison Janney as Bonnie, and Mimi Kennedy as Marjorie
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
“My Kinda People and the Big To-Do” – Bonnie gains a new outlook on her sobriety after dealing with difficult news. Also, Jill and Andy take a big step in their relationship, on the series finale of MOM, Thursday, May 13 (9:01-9:30 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Melanie Lynskey and Rondi Reed guest star.
Pictured (L-R): William Fichtner as Adam and Allison Janney as Bonnie
Photo: Michael Yarish/©2021 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Ainda não foi confirmado se a Anna Faris retornará para o episódio final.

Recentemente, a atriz Allison Janney, que interpreta a Bonnie Plunkett na comédia, revelou estar de coração partido pelo cancelamento da série e explicou o motivo da produção estar chegando ao fim.

“É triste. Eu queria que os roteiristas tivessem mais uma temporada para poderem construir uma narrativa para o desfecho. Nós tivemos que parar mais cedo do que esperávamos. Nós pensamos que eles iriam querer mais uma temporada de ‘Mom’, mas estávamos errados.”

Ela completa, “Há muitas razões por trás do cancelamento – a grande maioria gira em torno de dinheiro. Mas eu sei que o Chuck Lorre está escrevendo o episódio final e nós estamos filmando atualmente o antepenúltimo episódio. Eu estou tendo muitos momentos em que apenas fico parada nos bastidores, olhando para todos esses rostos que eu tenho estado em contato pelos últimos oito anos. De repente, é o fim. E, não importa o quanto eu me prepare para isso, eu sei que irei chorar horrores porque tem sido uma jornada incrível.”

A série foi criada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory‘ e ‘Dois Homens e Meio‘).

Christy é uma mãe solteira recém-saída da reabilitação que decide restaurar a ordem em sua vida. Mas sua mãe Bonnie, uma alcoólatra com quem não tinha contato há muitos anos, ressurge e faz com que a tarefa se torne ainda mais complicada.

O elenco inclui também Allison Janney, Mimi Kennedy, Jaime Pressly, Kristen Johnston e Beth Hall.

‘The Flash’: Fotos mostram cena de ação na Mansão Wayne do primeiro ‘Batman’

A página do Twitter @RutStamSound divulgou novas imagens da gravação de ‘The Flash’.

As fotos mostram as filmagens de uma cena de ação na Mansão que foi usada como o lar de Bruce Wayne em ‘Batman‘, dirigido por Tim Burton em 1989.

Conhecida como Burghley House, a Mansão fica em Lincolnshire, Inglaterra.

Confira:

Lembrando que o filme solo do herói estreia em 03 de junho de 2022.

Vale lembrar que Ben Affleck reprisará seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa-metragem – cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 

‘Oxigênio’: Suspense sci-fi da Netflix abre com 100% de aprovação da crítica

Estrelado por Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios‘), o suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen) chega ao catálogo da Netflix em 12 de maio, mas já está fazendo sucesso entre os críticos.

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos‘), conquistou 100% de aprovação dos críticos, baseado em nove reviews, até o momento.

Entre os principais comentários, os jornalistas elogiam a direção muito bem executada apesar de alguns furos no roteiro, o clima de tensão que prende o espectador do início ao fim e a surpreendente atuação de Laurent.

Confira as análises:

“Mesmo com alguns furos de roteiro, grandes o bastante para caberem um asteroide, a forma como Aja executa essa história é muito impactante, é uma jornada bem intrigante.” – Variety.

“Laurent é incrível, mesmo não sendo a única atriz no filme, merece todo o destaque.” – Financial Times.

“Um verdadeiro exercício que faz a gente se sentir sufocado e desconfortável.” – The Hollywood Reporter.

“Na melhor das hipóteses, ‘Oxigênio‘ se aproxima com sucesso da sensação de estar preso numa ‘sala de fuga’. – Slant Magazine.

“‘Oxigênio, teu nome é INTENSO.” – What She Said.

“Embora muitas das melhores ideias do filme não sejam originais, a trama é envolvente e impressionante, apesar das limitações.” – Radio Times.

“‘Oxigênio‘ continua zumbindo em um ritmo acelerado, com um enredo que tem diversas reviravoltas. Embora não seja completamente sem substância, certamente tem um estilo envolvente, que quase compensa as oportunidades narrativas perdidas.” – Screen Anarchy.

Assista ao trailer:

Escrito por  Christie LeBlanc, o filme também conta com Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul‘) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror‘) estrelam a produção.

“Um dos melhores roteiros que já li em anos – uma experiência de sobrevivência com um grande mistério central,” disse Aja. “Mesmo sem o oxigênio acabando, o suspense naquelas páginas me deixou sem fôlego.” 

‘O Legado de Júpiter’: Série da Netflix que ia rivalizar com ‘The Boys’ é MASSACRADA pela crítica; Confira!

A série ‘O Legado de Júpiter‘ já está disponível na Netflix, mas fracassou em agradar os críticos.

A série definitivamente tem uma abordagem não convencional para o mundo da ficção de super-heróis, e as primeiras reações indicaram que os espectadores não curtiram muito o enredo.

A 1ª temporada amargou de 39% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 31 críticas contabilizadas. O “consenso da crítica” do site diz “que apesar de algumas lutas verdadeiramente épicas, Legado de Júpiter é simplesmente excessivo e lento para acertar o ritmo”.

Confira as principais críticas abaixo:

O Legado de Júpiter é diferente o bastante das produções mainstream de super-heróis da Disney e da Warner Bros. – mas o motivo é uma escolha tonal que é arrastada para três direções distintas” – ComicBook.com.

“Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? ‘The Umbrella Academy’ é mais divertido. Gosta de flashbacks que exploram traumas geracionais? ‘Watchmen’ é muito mais inteligente” – Digital Spy.

“No mínimo, O Legado de Júpiter tem atuações admiráveis e figurinos excepcionais. A primeira temporada tem duas histórias e apenas finaliza uma delas. Ao menos uma delas vale muito a pena assistir” – WhatToWatch.

“Com uma narrativa clichê que já vimos inúmeras vezes, [a série] parece ter sido lançada alguns anos tarde demais” – We Have a Hulk.

“O primeiro volume de O Legado de Júpiter parece um prólogo de uma série muito melhor” – ComicBookMovie.com.

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Invocação do Mal’: 4 casos ASSUSTADORES e reais que podem inspirar o quarto filme

A investigadora paranormal Lorraine Warren morreu aos 92 anos  em 2019. Ela foi encontrada morta em sua cama durante a madrugada.

Lorraine e seu marido Ed já eram lendas de renome mundial, mas alcançaram a atenção do mundo todo ao terem suas histórias contadas na franquia ‘Invocação do Mal’.

Nos cinemas, o casal é interpretado pelos atores Patrick Wilson e Vera Farmiga que confirmaram interesse em retornar para ‘Invocação do Mal 4‘.

Considerando que o casal afirma ter investigado mais de 10 mil casos durante seus mais de 50 anos em atividade, resolvi listar outros 5 relatos paranormais desse período que podem servir de inspiração para novos filmes.

Crítica | Invocação do Mal 2

Ed e Lorrain Warren ficaram famosos como um casal que investigava casos paranormais relativos a possessões e assombrações e ajudava suas vítimas a se livrarem das entidades demoníacas causadoras dos problemas. Eles foram os primeiros a abrir, em 1952, um grupo de “caçadores de fantasmas” e ganharam projeção na mídia ao estarem envolvidos em casos de grande repercussão como o “The Amityville Horror” da década de 70, que já inspirou duas adaptações ao cinema. Reverenciados por muitos e contestados por outros, este casal também escreveu diversos livros e ganhou dinheiro com palestras e seminários. Independente da polêmica, o fato é que sua vida e seus relatos despertam o interesse e a curiosidade de muita gente e são um prato cheio para servir de inspiração para filmes de Hollywood.

Confira como seria o visual do Homem-Torto em ‘Invocação do Mal 2’

Nesta linha, os dois primeiros filmes da série ‘Invocação do Mal‘ dirigidos pelo talentoso James Wan foram baseados em casos reais investigados e documentados pelo casal. O primeiro se baseou no caso da família Perron. Em 1971, os Warren afirmaram que, em Harrisville, Rhode Island, a casa da família Perron foi assombrada por uma bruxa que viveu lá no início do século 19. De acordo com os Warrens, Bathsheba Sherman amaldiçoou a terra de modo que quem viveu lá acabou morrendo de forma trágica. Já a continuação foi baseada em um caso de possessão do final da década de 70 em Enfield, no norte de Londres, no qual duas meninas foram vítimas de uma série de eventos paranormais. Este último, inclusive, tem vários vídeos online mostrando entrevistas e gravações da época relatando os acontecimentos macabros.

Desta forma, considerando a longa carreira do casal e a imensa lista de casos investigados por eles, existem vários candidatos para servir de inspiração para novos filmes, seja da série ‘Invocação do Mal‘, ou de obras inéditas. Após uma pesquisa na internet, montei uma lista com 4 dos casos mais famosos liderados pelo casal na vida real.

Sem maiores explicações, vamos à lista e fique à vontade para registrar nos comentários quais desses casos você acredita serem os mais interessantes para uma adaptação ao cinema.

 

A assombração da família Smurl

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Jack e Janet Smurl se sentiram como prisioneiros em sua casa na Pensilvânia entre 1974 e 1989. A família experimentou ruídos inexplicáveis, mal cheiro e objetos se movendo. Conforme o tempo passava, a atividade paranormal piorou. O cão da família foi agredido fisicamente e sua filha foi empurrada por um lance de escadas. Em seguida, Jack e Janet começaram a ser rotineiramente abusados sexualmente por uma força invisível. A família tentou exorcizar sua casa, mas afirmou que os demônios apenas os seguiam onde quer que fossem. Os Warren, em 1986, apareceram para oferecer sua experiência, determinando que quatro demônios residiam na casa. Eles disseram ser demônios muito poderosos ao investigar e, após um exorcismo fracassado, conseguiram afastar os demônios através de oração constante. Um filme feito para a TV estrelando o ator de “Walking DeadJeffrey DeMunn foi feito em 1991 sobre suas experiências, mas o caso tem potencial para uma adaptação melhor para as telonas.

 

A colheita do Diabo

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O chefe de polícia Jerry Seibert estava apenas respondendo a uma chamada de distúrbio doméstico de rotina quando ele entrou na casa de Maurice “Frenchy” Theriault em fevereiro de 1985. Ele ficou chocado ao encontrar Frenchy desmaiado em uma sala, coberto de sangue. Quando Seibert se aproximou de Frenchy, viu sangue sob seus olhos, sob a forma de uma cruz. Frenchy, um agricultor de tomate em Massachusetts, sabia que algo mal estava dentro dele. Ele já havia ido à delegacia para deixar todas as suas armas, apenas por segurança. Ele finalmente procurou a ajuda de seu sacerdote local, que logo chamou Ed e Lorraine. Os Warren e sua equipe notaram alterações de humor ao entrar a casa de Frenchy. Eles examinaram sua força incomum e outras atividades poltergeist. Depois de falar com Frenchy, descobriram do abuso que ele sofreu durante sua infância, e de uma vez, quando ele pediu ajuda a forças invisíveis. Os investigadores paranormais tinham certeza de que ele pediu a ajuda do diabo, e que ele estava possuído. Eles chamaram a assistência do famoso Bispo Robert McKenna, que realizou um exorcismo bem-sucedido.

‘Invocação do Mal 2’: Documentário raro mostra a garota possuída na VIDA REAL! 

 

O lobisomem real de Londres

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Este caso é baseado na história de Bill Ramsey, que demonstrou pela primeira vez o comportamento de licantropia com nove anos de idade. Aparentemente, ele mostrou força sobre-humana, até mesmo conseguindo arrancar um poste de sua base de concreto. Ele também tentou morder a sua família e parentes antes de ter convulsões. Em 1983 – agora um homem adulto – ele admitiu-se a uma instituição após afirmar que a possessão voltou, mas quando chegou no hospital, ele atacou uma enfermeira e latiu como um cão. Em 1987, durante a exibição de um comportamento de lobo, ele atacou um policial com força sobre-humana. Foram necessários mais seis oficiais para conter “a besta”. Ramsey voou para Connecticut para a ser exorcizado pelos Warren. Seis guarda-costas estavam presentes quando o exorcismo aconteceu e Lorraine descreveu que durante o evento as orelhas de Ramsey ficaram pontudas, suas mãos viraram garras e ele uivava como um lobo. O exorcismo funcionou e Ramsey nunca experimentou crises de raiva ou comportamento de lobo novamente.

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A assombração em Connecticut

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Ed e Lorraine Warren foram os investigadores paranormais que disseram que a casa dos Snedeker estava infestada com demônios. Esta investigação foi realizada na década de 1980, a pedido de Carmen Snedeker. A família mudou-se para Southington, Connecticut, para que pudessem estar mais perto de um hospital onde seu filho estava sendo tratado de câncer. Carmen descreveu as aparições demoníacas: “Um dos demônios era muito magro, com maçãs do rosto altas, longos cabelos negros e olhos negros enquanto o outro tinha cabelos e olhos brancos, usava um smoking risca de giz, e seus pés estavam constantemente em movimento.”. Mais tarde descobriu-se que a casa era uma antiga casa mortuária com um passado trágico. Os ex-agentes funerários estavam envolvidos em necromancia e necrofilia com os cadáveres. Lorraine Warren disse mais tarde que o caso era “muito, muito mais assustador do que qualquer filme jamais poderia ser”, depois de assistir à adaptação “The Haunting in Connecticut” lançada em 2009. Lorraine diz que a casa foi liberta de qualquer presença após o exorcismo de 1988. Este é um dos casos mais famosos do casal e sem dúvidas merece uma adaptação para os cinemas melhor do que a feita em 2009.

 

Ontem, o terror ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ ganhou um novo comercial de TV com cenas inéditas, que apresenta uma nova entidade.

Confira, com o trailer:

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga estrelam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

 

‘Invocação do Mal’ vai virar HQ; Veja as fotos!

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ estreia em 04 de junho nos cinemas norte-americanos.

Em comemoração, a DC Comics vai lançar no mesmo dia um prelúdio da sequência em formato de quadrinhos.

Intitulado ‘The Conjuring: The Lover‘ (Invocação do Mal: A Amante), o primeiro volume do quadrinho é escrito por Daniel Johnson-McGoldrick e Rex Ogle, roteiristas de Invocação do Mal 2’, e ilustrado por Garry Brown (‘Babyteeth’).

Através de um comunicado, McGoldrick falou sobre a ideia, explicando que:

“No contexto do filme, a história de Jessica é um precursor do que está acontecendo com o personagem principal, a pessoa amaldiçoada do filme, Arne Johnson. Todas as coisas que estão acontecendo com Arne Johnson aconteceram no passado. Os eventos de ‘A Ordem do Demônio’ funcionam como uma espécie de ‘último capítulo’ para uma história maior… Algo que aconteceu primeiro com essa jovem chamada Jessica.”

Confira a capa e algumas páginas do quadrinho:

Recentemente, ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ ganhou um novo comercial de TV com cenas inéditas, que apresenta uma nova entidade.

Confira, com foto:

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga estrelam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

Lembrando que o filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 03 de junho.

6 Motivos para Assistir ‘Depois a Louca Sou Eu’ no Amazon Prime

A tragicomédia Depois a Louca Sou Eu, dirigida por Julia Rezende (Como é Cruel Viver a Vida Assim), chegou ao catálogo do Amazon Prime Video.  

O tema da obra, protagonizada por Débora Falabella (da novela Av. Brasil) e Gustavo Vaz (da série Coisa Mais Linda), tornou-se ainda mais simbólico em tempos de distanciamento social e incertezas sobre o futuro. Baseado no livro homônimo da publicitária, colunista e roteirista Tati Bernardi, Depois a Louca sou Eu apresenta a divertida e sensível trajetória de uma mulher de 30 e poucos anos lidando com suas crises de angústia, de ansiedade e da finitude da vida. 

Produzido por Mariza Leão (De Pernas pro Ar 3), a comédia dramática apresenta uma estética caprichada, discussões pertinentes, atuações cômicas e um relato irônico de um problema real. Ou seja, um grande programa cinematográfico. O CinePOP, portanto, separou SEIS argumentos para levá-lo a prestigiar esta produção no streaming.  

1 – Aborda Temáticas Contemporâneas: crise de angústia e o uso ansiolíticos

A protagonista Dani Teixeira (Débora Falabella) é uma mulher em busca da liberdade dos seus próprios medos. Como uma em cada duas pessoas neste planeta, ela lida com as angústias do fracasso e do medo de sair da sua zona de conforto. Com o desejo de tornar-se uma grande escritora, ela enfrenta os pequenos dilemas de sair da casa e da proteção sufocante da sua mãe, dos relacionamentos amorosos e dos riscos profissionais. 

Para ela, no entanto, o estresse mental tem um efeito severo no seu corpo: ataques de pânico. Para se livrar das crises, ela mergulha no mundo dos ansiolíticos. Se você já está neste barco ou pensa entrar nele, observe a personagem, baseada na experiência da escritora Tati Bernardi. A perspectiva trará importantes reflexões sobre esse perigoso caminho. 

Veja também: Entrevista exclusiva de Débora Falabella, protagonista de Depois a Louca Sou Eu, para o CinePOP

2 – Motiva a Desconstrução da Masculinidade Tóxica  

Um dos grandes acertos do roteiro de Gustavo Lipsztein (1 Contra Todos) é o personagem Gilberto (Gustavo Vaz), baseado em vários homens presentes no livro. Ele é um psicanalista, mas demonstra suas vulnerabilidades, seus medos e não tem receio de deixar as lágrimas rolarem. Ou seja, essas características o apresentam como um homem normal, longe da perfeição, mas liberto da máscara do “macho alfa”, conhecida também como masculinidade tóxica. 

O cinema por décadas representa os homens como seres menos emotivos, sem fragilidades e motivados apenas pela honra e a integridade. Já passou da hora de mais personagens como Gilberto que, mesmo cheios de erros, não tenham receio de expor seus conflitos e possam compreender os dos outros igualmente.

3 – Mostra que é Possível ser Feminista sem ser Militante

Por que é importante ressaltar este ponto? Simplesmente porque a polarização de ser contra ou a favor no debate público não quer dizer muita coisa quando trata-se de ações. Ninguém tem obrigação de pronunciar-se sobre todas as pautas igualitárias de forma enfática, vivê-las e respeitá-las já é um grande passo.

Dani representa uma mulher madura, inteligente e independente, lidando com um complexo jogo entre a mente e o corpo. Sua postura é altiva, desejante e liberal, contudo, ela não reivindica nenhum lugar de fala e utiliza o humor como mecanismo de defesa e chave para abrir portas. Ou seja, feminista, apesar de não entrar nesta luta, pois reconhece seus privilégios. 

4 – Aponta a Terapia como Caminho: conflito entre Mãe e Filha

A comédia dramática é conduzida pelo relacionamento conflituoso entre Dani e sua mãe Silvia (Yara de Novaes). As duas são parecidas. Desde a infância, com a saída da figura paterna de casa, elas desenvolveram uma relação simbiótica e de interdependência. Com o passar dos anos, os medos e angústias da mãe recaem sobre a filha e, constantemente, elas têm um embate. Após buscar diversas terapias, somente a consteladora familiar (Débora Lamm) e sua técnica das almofadas fazem os sentimentos recalcados virem à tona. A mensagem é simples, busque ajuda, mesmo que o processo seja difícil. 

 

5 – Desenvolve a Empatia em Lidar com a Angústia Alheia

Sabe aquele amigo que quer ir embora no meio da festa? Ou você mesmo(a), já sentiu que a noite não ia ser boa ao chegar no local? Conhecidos como “os estraga festas”, as pessoas que sofrem de crises de ansiedade e pânico são sempre mal compreendidas.

Depois a Louca Sou Eu ajuda a enxergar esses vestígios de estresse no discurso e nas ações, levando-nos a entender os mecanismos de defesa do próximo, como deixar um táxi de sobreaviso em plena noite de réveillon. A empatia também é o trunfo do relacionamento entre Dani e Gilberto. A mensagem é cristalina: a compreensão é a chave do processo de harmonia entre amigos, familiares ou amantes.  

6 – Capricha na Produção Artística e Edição

Por último, porém não menos importante, é pertinente destacar o trabalho artístico de Julia Rezende e sua equipe na composição de Depois a Louca Sou Eu. Desde a primeira cena das bolinhas de gude a se dispersarem pelo chão, uma referência do filme O Fábulas Destino de Amélie Poulain (2001), de Jean-Pierre Jeunet, até o arranjo estético entre o verde e o vermelho e dos cortes rápidos e dinâmicos, o filme foi bordado nos detalhes. Em entrevista ao CinePOP, Julia Rezende revelou ser apaixonada por Amélie Poulain e se baseou na utilização de câmeras grandes angulares da obra, além de ter buscado referências nos trabalhos de Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças) e Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho).  

Assista também – Entrevista Exclusiva do CinePOP com Júlia Rezende:

Jeffrey Dean Morgan revela se ainda pensa em viver o Batman no filme do ‘Flash’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead‘) revelou se ainda está interessado em interpretar o Batman no filme do ‘The Flash’.

Para quem não se lembra, o ator viveu Thomas Wayne em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ – e podia viver o Cavaleiro das Trevas em um dos multiversos.

Conversando com Renato Marafon, Morgan disse que está disponível e só está esperando uma ligação da DC.

“Meu favorito sempre foi o Batman. Ele sempre foi o meu super-herói favorito. Sobre ‘Flashpoint’, tem sido muito divertido. Me perguntam muito sobre isso. Eu adoro a história do Batman em ‘Flashpoint’. Quem sabe? Quem sabe o que se passa na DC? Quem sabe como funciona essas franquias? Eu provavelmente ainda tenho mais uns dois anos para o papel, então estarei velho demais.”, disse.

O ator ainda tem esperança:

“Eu estou disponível. Todos sabem que eu estou disponível. Eu digo que estou disponível e tenho falado isso nos últimos cinco anos. Vamos ver o que irá acontecer. Há muitos super-heróis. Quis interpretá-lo por um bom tempo. Mas, veremos. Há algo que pode acontecer em breve, e anunciarei se der certo. Eu amo o universo dos quadrinhos. E espero poder fazer parte desse mundo por mais tempo.”

Assista a entrevista:

De acordo com o The Wrap, o agente do Michael Keaton confirmou o retorno do ator como o Batman no vindouro ‘The Flash‘, que será dirigido por Andy Muschietti (‘IT: A Coisa’).

O longa adaptará o arco Flashpoint, que foca no multiverso – o que torna possível a participação de dois Batmans na produção, interpretados pelo Michael Keaton e Ben Affleck.

Vale lembrar que as filmagens já estão acontecendo no Reino Unido.

Confira o teaser com o logo:

Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) entra como diretor, enquanto sua irmã, Barbara Muschietti, será a produtora.

Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) assina o roteiro.

A trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen (Ezra Miller) através do Multiverso da DC.

Barry viajará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

O elenco também conta com Ron LivingstonMaribel Verdu Kiersey Clemons.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 4 de novembro de 2022.

 

Dica do fim de semana | Suspenses interessantes nos streamings

O suspense é um dos gêneros mais amados dos cinemas, e até mesmo aqueles que dizem não gostar costumam elogiar filmes de outros gêneros que usam elementos dos suspense em sua construção. Neste fim de semana de chuvas pelo Brasil, o CinePOP selecionou alguns filmes presentes nos principais streamings no Brasil para você assistir. Confira!

Operação Overlord

Estrelado por Jovan Adepo e Wyatt Russell, essa mistura de suspense com ficção científica se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha uma equipe de soldados designada para derrubar uma torre que permitirá o “Dia D”. O problema é que 90% do pelotão é dizimado logo no desembarque e os que sobrevivem acabam se envolvendo em uma trama de experimentos nazistas e a busca por um soro do supersoldado. Esse projeto de John Walker Origens é incrível e vai agradar mais ao público que curte tramas de conspiração e não se incomoda tanto com algumas cenas gore. Ah, um pequeno spoiler: os experimentos dos filmes foram parcialmente baseados em casos reais da União Soviética e da própria Alemanha nazista. Quem quiser assistir, pode procurar esse longa no catálogo da Netflix.


Um Pequeno Favor 

Nesta trama completamente inesperada de Paul Feig (The Office), Stephanie (Anna Kendrick) é uma mãe viúva com aspirações a YouTuber que é tida como “esquisitona” pelas outras mães da escola. No entanto, sua vida sofre uma grande virada quando ela conhece Emily (Blake Lively), uma mãe “empoderada”, por assim dizer, dona da família perfeita. Elas começam uma amizade estranha até que Emily morre e a polícia começa a desconfiar de Stephanie, que passa a viver com a família em luto da amiga. É uma mistura interessantíssima de suspense com humor que vai surpreender muita gente. O filme pode ser visto no Telecine.

 

O Informante

Juntando drama e suspense, esse longa abraça os clichês mais famosos dos filmes policiais e se apoia muito no ato final para marcar o espectador. Na trama, Pete (Joel Kinnaman) é um veterano de guerra que foi preso por defender sua esposa (Ana de Armas) em um bar. Então, após quatro longos anos de cadeia, ele é solto e tenta retomar sua vida com a família. Só que o FBI acredita que ele possa ajudar a desmontar a máfia polonesa. Dessa forma, a agente Wilcox (Rosamund Pike) o coloca pra trabalhar infiltrado na máfia, o que ocasionalmente o leva de volta para a prisão, onde a polícia começa a desconfiar que ele seja uma agente infiltrado e, bem… Tudo vai dando errado ao ponto de você se preocupar com a segurança de absolutamente todos os personagens em cena. Não chega a ser uma obra-prima, mas é bem interessante e está na Netflix.

 

Sem Limites 

Dono de uma estética sensorial muito boa, esse longa que completou 10 anos em 2021 passou meio despercebido pelo Brasil, mas foi um fenômeno lá fora. A história acompanha um escritor frustrado (Bradley Cooper) que está passando por um bloqueio criativo de meses e acaba fracassando em tudo que tenta. Para piorar a situação, sua namorada o deixa e ele fica na famosa foça emocional. Então, ao sair de um bar, ele encontra um ex-cunhado que se compadece da situação e oferece a ele uma droga capaz de desenvolver o cérebro humano. O escritor fica meio receoso, mas aceita. E quando ele toma a pílula, começa a se lembrar de coisas que a memória dele registrou ao longo da vida e desenvolve um foco sobre-humano. Centrado, ele escreve o livro em dias, aprende novos idiomas e vira um gênio da matemática. Só que, como era uma droga que o deixava assim, ele começa a desenvolver uma dependência que pode deixá-lo demente caso não continue consumindo. Para piorar, grandes empresários começam a se aproximar dele e seu segredo fica ameaçado. Para piorar o que já estava piorado, ele começa a ter lapsos de memória e certos crimes hediondos começam a ser ligados a ele. Tudo isso embalado pela incômoda estética utilizada para replicar a sensação do uso do narcótico nas câmeras. É um filmaço tenso e intenso que está disponível no Globoplay.

Fuja!

Aproveitando que o dia das mães é amanhã, esse filme mostra exatamente o tipo de relação que mãe nenhuma deve ter com a filha. Isso porque o longa conta a história de uma menina doente que é medicada pela mãe (Sarah Paulson) e se envolve numa relação terrível de superproteção. Então, a menina descobre que essas supostas doenças que ela tinha eram muito suspeitas e que provavelmente acabou passando a vida inteira sendo drogada pela mãe que não queria perdê-la para a “vida mundana”. Então, acompanhamos o desespero da filha (Kiera Allen, que é cadeirante na vida real) tentando escapar desesperadamente do controle da mãe, enquanto sofre com os empecilhos do mundo atual para  as PCD. É um longa sufocante que está na Netflix.

 

‘O Legado de Júpiter’: Internautas estão odiando a nova série de super-heróis da Netflix; Confira as reações!

A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘ estreou ontem (07) no catálogo da Netflix e, assim como desagradou à crítica, também não fez muito sucesso entre os fãs.

Nas redes sociais, os internautas comentaram sobre o ritmo lento da produção, as cenas de luta, chegando até mesmo a compará-la com outras obras similares, como The Boys‘Invincible’.

Confira algumas das reações abaixo:

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Carnaval’: Nova comédia brasileira da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Carnaval, sua mais nova comédia brasileira.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 02 de junho.

Confira, junto ao trailer completo:

A obra é estrelada por Giovana CordeiroGKAYFlavia PavanelliBruna InocencioMicaelJean PedroSamya Pascotto.

Leandro Neri fica a encargo da direção e também assina ao roteiro ao lado de Audemir LauzingerLuisa Mascarenhas.

O filme gira em torno de um grupo de amigas que viaja para Salvador, Bahia, durante as festividades do Carnaval – e acabam cruzando com o amor.

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’: Novo vídeo explica a construção da icônica cena dos Furbys; Confira!

A animação ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores explorando processo de construção da icônica cena dos Furbys.

Confira:

A comédia de ficção científica gira em torno de uma família qualquer que, assim como toda família no mundo, se tornou dependente de seus celulares. Mas isso se torna um problema quando todos os aparelhos eletrônicos ganham consciência e se voltam contra a humanidade.

Originalmente intitulado ‘Super Conectados‘, o filme produzido por Phil Lord e Chris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘) teve seu título alterado pela Netflix após adquirir os direitos de exibição da Sony Animation.

Michael Rianda (Gravity Falls) comanda a produção a partir do roteiro escrito por Jeff Rowe.

Abbi JacobsonDanny McBrideMaya RudolphEric AndreOlivia Colman estrelam.

‘Emily em Paris’: 2ª temporada ganha primeira imagem de bastidores oficial; Confira!

Através do seu Twitter, a Netflix divulgou a primeira imagem de bastidores oficial da 2ª temporada da comédia ‘Emily em Paris‘, cujas gravações estão a todo vapor.

Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento do novo ciclo.

Confira:

Em entrevista ao TVLine, o criador da série, Darren Star, falou sobre o que devemos esperar da nova temporada: “Vamos explorar como a relação entre esses três personagens irá evoluir. Pra mim, isso é algo divertido para explorarmos na segunda temporada, porque eles não são americanos. Eles são franceses. E uma grande parte da série é mostrar coisas comuns através de um novo ângulo. A nova temporada irá abrir interessantes e surpreendentes possibilidades.”

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘High School Musical’: Astros da série fazem resumão da 1ª temporada em novo vídeo; Confira!

O Disney+ divulgou um novo vídeo promocional da bem recebida série High School Musical, em que o elenco protagonista faz um divertido resumão da 1ª temporada antes da estreia dos próximos episódios.

Confira:

O novo ciclo será lançado no dia 14 de maio na plataforma de streaming.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

O elenco é composto por Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Joshua Bassett (‘A Irmã do Meio’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘High School Musical’: Elenco revela detalhes sobre a 2ª temporada em novo vídeo divertido; Confira!

O Disney+ divulgou um novo vídeo de bastidores oficial da 2ª temporada de High School Musical, em que o elenco revela detalhes sobre os próximos episódios.

Confira:

O novo ciclo será lançado no dia 14 de maio na plataforma de streaming.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

O elenco é composto por Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Joshua Bassett (‘A Irmã do Meio’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘Euphoria’: Kelvin Harrison Jr. deixa o elenco da 2ª temporada

O astro Kelvin Harrison Jr., conhecido por seu trabalho no aclamado Os 7 de Chicago, havia anunciado no final do ano passado que faria parte da 2ª temporada da elogiada série Euphoria.

Entretanto, em uma nova entrevista ao Entertainment Weekly, o ator comentou que, em virtude de conflitos de agenda, teve que deixar o elenco do próximo ciclo antes mesmo das gravações iniciarem.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.