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10 Filmes onde personagens refletem sobre a VIDA e a morte

Refletir sobre a vida e a morte é algo constante em nossas vidas. Por diversos conflitos que passamos ao longo de nossa trajetória aqui na Terra, existem momentos que paramos para pensar sobre quem somos, para onde queremos ir e também até onde podemos ir. Pensando nessa questão existencialista, separamos uma lista abaixo onde personagens bem diversos buscam suas reflexões. Segue abaixo 10 filmes onde personagens refletem sobre a vida e a morte:

 

Se eu Ficar

Na trama, conhecemos a história de Mia Hall (Chloë Grace Moretz), uma jovem e talentosa musicista que vive uma vida feliz ao lado da família e do grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Tudo ia bem, até que um dia de muita neve na estrada, um terrível acidente acontece e desleais consequências catastróficas atingem em cheio essa jovem. Com uso de flashbacks, vamos conhecendo todos os grandes momentos da vida de Mia, até a hora da decisão final que ela precisa tomar.

 

O Perdão

Na trama, conhecemos Mina (Maryam Moqadam), uma mulher que trabalha em uma fábrica de leite, mãe de uma menina surda que acabou ficando viúva após seu marido ser preso e condenado à pena de morte no Irã. Um ano se passa e buscando soluções para seu presente, agora solteira e com uma filha pequena, acaba descobrindo que seu marido era inocente no processo que foi condenado. Buscando entender seus direitos pelo erro cometido pela justiça iraniana ela acaba sofrendo por alguns conflitos que se desdobram. Até que um dia Reza (Alireza Sani Far) aparece em sua porta, ela não sabe mas ele é alguém arrependido por uma sentença feita.

 

Maggie – A Transformação

Na trama, acompanhamos a saga do fazendeiro Wade (Arnold Schwarzenegger), um homem já na casa dos cinquenta anos que percorre uma cidade, infestada de infecções causadas por um vírus, atrás de sua filha Maggie (Abigail Breslin). Após duas semanas ele a encontra, infectada, em um hospital. A política do governo em relação ao tratamento para o vírus é colocar em quarentena todos os seres humanos que fossem infectados. Com a ajuda de um médico amigo da família, Wade consegue levar Maggie para casa mas ele sabe que assim que o vírus tomar conta por completo de Maggie ele terá que tomar uma decisão sobre o que fazer com o destino dela.

 

Tarde Demais

Na trama, uma família de classe média americana é devastada com a notícia da morte do filho em um atentado numa universidade. Para piorar a situação, são avisados de que seu próprio filho fizera tal ato, provocando um sofrimento de tamanho incalculável.

 

A Morte te dá Parabéns

Na trama, dirigida pelo cineasta californiano Christopher Landon, acompanhamos a fútil e desinteressada Tree, uma estudante de graduação que vê o inusitado acontecer em sua vida quando o mesmo dia se repete seguidamente, e o pior: ela morre ao fim de cada noite. Querendo descobrir uma fórmula mágica para ver se acorda no outro dia, ela passa a investigar o próprio futuro assassinato com a ajuda do novo amigo Carter.

 

A Nave

Baseado em fatos reais, o longa-metragem mexicano conta a história de Miguel (Pablo Cruz), um depressivo locutor de uma rádio, que tem um programa voltado para o público infantil, que vive uma verdadeira crise existencial passando os dias sem pensar no seu futuro e tendo que cumprir seus afazeres profissionais apenas por obrigação. Tudo muda em sua vida quando, enquanto está no ar, recebe a ligação de uma criança dizendo que gostaria de realizar o sonho de ver o mar só que essa criança está com câncer terminal e mora em um hospital. A história mexe com o protagonista que resolve remodelar toda sua vida para enfim conseguir realizar o sonho do pequeno ouvinte.

 

O Porco Espinho

Toda família feliz é igual mas toda família infeliz é única. Escrito e dirigido pela cineasta francesa Mona Achache, com roteiro baseado na obra A Elegância do Ouriço de Muriel Barbery, O Porco Espinho, lançado no ano de 2009, é um belíssimo filme que usa de diversos contrapontos para nos fazer enxergar todo um contexto sob a ótica de duas solitárias (cada uma à sua maneira): uma jovem super esperta que está decidida a se matar e uma solitária zeladora leitora assídua. Diálogos sobre livros, questões existenciais, cotidiano estressante, impossível não abrir um sorriso e também não ficar com o coração apertado após assistir a esse belo trabalho que diz muito sobre amizade e esperança.

 

Apprentice

Indicado a Mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, esse belo trabalho diretamente da Singapura explora um tema de debates de muitos países onde a pena de morte existe. A questão da consciência dos atos feitos, perfeitamente personificada na figura de Rahim é o grande centro de discussões, principalmente nos confrontos verbais e de ideias sobre a função de carrasco exercida e os direitos sobre a questão da dúvida. O filme navega em uma carga dramática gigante.

 

Uma Nova Chance para Amar

Na trama, conhecemos a designer de interiores Nikki (Annette Bening), uma mulher que sofre durante anos pela morte prematura de seu marido em um afogamento numa praia do México. Anos se passam e a vida de Nikki não consegue evoluir, tudo ao seu redor a lembram de todo amor que sentia pelo marido. Certo dia, resolve ir até um museu e lá, surpreendentemente, conhece Tom (Ed Harris) que possui uma semelhança absurda com o seu ex. Sem saber como lidar com essa situação inusitada, resolve embarcar em um romance, que mais parece um triângulo amoroso, que vai mudar sua maneira de ver sua vida.

 

O Caderno de Tomy

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

 

 

Antes da Meia-Noite

A TERCEIRA PARTE DE UMA DAS SAGAS MAIS INTERESSANTES DO CINEMA AMERICANO

É impossível entrar em “Antes da Meia-Noite” sem estar familiarizado com o que o diretor Richard Linklater e o casal de atores Ethan Hawke e Julie Delpy confeccionaram para o universo dos personagens Jesse e Celine. Apresentados ao público em 1995, com “Antes do Amanhecer”, e repetindo a dose quase dez anos depois com “Antes do Pôr do Sol”, a série faz parte do subconsciente de todos os verdadeiros cinéfilos como uma das sagas românticas mais interessantes e verdadeiras da história da sétima arte.

Com um roteiro e narrativa europeus, a estrutura de tais filmes é montada com um casal andando pelas ruas de uma cidade específica, realizando de vez em quando paradas estratégicas em restaurantes, bares ou quartos de hotéis (como nesse último filme); e acima de tudo conversando, conversando muito sobre os mais variados assuntos significativos, mas com muitos momentos descontraídos para brincadeiras também. Após o desfecho do segundo filme, tínhamos quase toda a certeza de que os protagonistas haviam dessa vez, ficado juntos.

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Mesmo assim nada preparava definitivamente para uma terceira parte. Mais nove anos depois, e Jesse e Celine estão finalmente casados e com duas filhas pequenas. Assim como seus intérpretes, os personagens passaram de jovens, na casa dos vinte e poucos anos, para veteranos em seus quarenta e poucos anos, nessa terceira parte. O filme abre com Jesse deixando seu filho do primeiro casamento (como ficamos sabendo no anterior) no aeroporto, para que volte para a casa da mãe, após as férias com o pai e a madrasta na Grécia.

A mãe do menino é uma mulher atormentada que não aceita o fato de ter sido trocada. Embora nunca apareça de fato, representa grande parte da obra, e o maior problema a ser enfrentado pelos protagonistas. A primeira cena do casal é uma longa sequência onde os dois expõem ao público como estão suas vidas após o casamento, durante uma viagem de carro do aeroporto até a residência de amigos onde estão hospedados. A cena aparenta ser realizada sem cortes, como muitos momentos dos filmes anteriores, com apenas os diálogos dos atores servindo como companhia.

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Jesse está visitando um grande amigo escritor. Essa é uma das pequenas mudanças em relação aos filmes anteriores, que contavam apenas com a presença do casal. Em sua nova fase da vida, Jesse e Celine estão acompanhados, e durante um almoço dialogam com coadjuvantes para contar um pouco de seu passado. Tal cena é um dos momentos mais interessantes de uma obra recheada deles. “Antes da Meia-Noite”, assim como seus antecedentes, faz questão de se situar numa época, comentando igualmente aonde se encontra a sociedade atual.

E aqui, não poderiam deixar de constar comentários sobre mídias sociais e o mundo informatizado, apesar do contraste com o mundo antigo que os personagens tanto admiram (aqui são as ruínas da Grécia). Outra diferença é a aparente não-urgência de um único dia juntos, como nos filmes anteriores. Aqui, partindo do princípio de que Jesse e Celine já estão juntos há anos, e assim irão continuar, tira-se um pouco da estrutura anterior. O fato é compensado na metade para o final do filme, quando percebemos que esse é um dia divisor como os anteriormente mostrados, e tão importante quanto.

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Agora, o assunto principal é a vida de casados, os problemas acarretados com a convivência e o desgaste. Problemas que qualquer relação madura precisa igualmente enfrentar. E não apenas isso, mas como citado, os reflexos do passado, quando o primeiro relacionamento de Jesse entra em jogo para testar o romântico casal. “Antes da Meia-Noite” é, por assim dizer, o mais íntimo da saga de quase vinte anos.

O clímax ocorre durante uma tentativa do casal em ficar a sós num quarto de hotel, longe das filhas. Nesse trecho ganhamos a nudez de Delpy, confortável com sua idade e corpo o suficiente para deixar transparecer na personagem a intimidade de anos com o marido; outra novidade na série. O terceiro filme é igualmente uma obra-prima romântica, que choca por seu realismo, e nos toca pela sinceridade de não desejar ser nada além do que uma fatia da realidade, de personagens que aprendemos a adorar por uma vida.

‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’ e a Dinomania que dominou os anos 90

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993. Hoje, uma franquia estabelecida, o fenômeno chega ao seu sexto filme com o recente Jurassic World – Domínio, já um dos grandes sucessos de 2022, tendo estreado no início de junho nos cinemas.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças ao derivado / reboot Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

‘It: A Coisa – Parte 2’: Bill Skarsgard diz que sequência será uma experiência muito diferente

Em entrevista ao Den of Geek, o ator Bill Skarsgard, intérprete do icônico Pennywise, falou sobre seu retorno atuando como o palhaço dançarino em ‘It : A Coisa – Parte 2‘, afirmando que a sequência será uma experiência muito diferente.

“Eu estou muito ansioso. Será uma experiência muito diferente desta vez. Há todos esses incríveis e adultos atores para interagir ao invés de só ter crianças. Será uma experiência diferente, com certeza.”

Sobre a produção da sequência e o início das filmagens, Skarsgard disse:

“Nós estamos nos juntando agora, então eu estou no processo de voltar a incorporar o Pennywise novamente. Eu estou me preparando, e nós estamos nos reunindo para isso. Acredito que eles irão começar em julho. Não sei exatamente quando eu começo, mas será em algum momento durante o verão.

It: A Coisa – Parte 2‘ já começou a contratar os atores para interpretar a versão adulta do Clube dos Perdedores.

Jay Ryan interpretará Ben Hanscom (Jeremy Ray Taylor), Andy Bean será Stanley Uris (Wyatt Oleff) e James Ransone (A Entidade), Eddie Kasbrak (Jack Dylan Grazer).

O elenco ainda conta com James McAvoy (‘Fragmentado‘), Bill Hader (‘Descompensada‘) e Jessica Chastain. (‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘).

Bill Skarsgard retorna como o icônico Pennywise.

Em uma entrevista durante o CinemaCon, o diretor de Andy Muschietti afirmou que ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ será muito mais assustador e sombrio que o primeiro.

O diretor Andy Muschietti irá retornar, comandando o roteiro escrito por Gary Dauberman, as filmagens começam em julho em Toronto.

A continuação chegará aos cinemas 5 de setembro de 2019.

‘Pokémon: Detetive Pikachu’: Warner já está desenvolvendo uma sequência!

De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. já começou a desenvolver a sequência do aguardado ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ antes mesmo de sua estreia. O site afirma que Oren Uziel (‘Anjos da Lei 2‘) foi contratado para escrever o roteiro.

O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.

O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.

“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!

Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”

Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice SmithKathryn Newton, Karan Soni Ken Watanabe completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

‘Into the Dark’: Jogo macabro no novo trailer do terror ‘Uncanny Annie’; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do primeiro episódio, intitulado ‘Uncanny Annie‘, da 2ª temporada da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse.

Confira:

Paul Davis é responsável pela direção.

Na noite de Halloween, um grupo de estudantes fica preso em um misterioso jogo que traz seus secretos e medos mais sombrios à vida, onde eles devem jogar para escapar… e vencer para sobreviver.

O elenco inclui Paige McGhee, Dylan Arnold, Avery Bagenstos, Evan Bittencourt, Jacques Colimon e Georgie Flores.

A nova temporada irá estrear no dia 4 de outubro.

Os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘Fúria Incontrolável’: Russell Crowe está furioso no novo cartaz do suspense; Confira!

O thriller ‘Fúria Incontrolável’ (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, ganhou um novo cartaz.

Confira:

O longa  é dirigido por Derrick Borte, com roteiro assinado por Carl Ellsworth e produção de Lisa Ellzey.

A história gira em torno de uma mulher chamada Rachel (Caren Pistorius), que se envolve em uma discussão nada amigável no trânsito no momento errado e com o motorista errado (Russell Crowe).

Caren PistoriusJimmi Simpson completam o elenco.

A Diamond Films lança o filme no Brasil ainda em 2020.

‘Solar Opposites’: Novas aventuras no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo da 2ª temporada da animação adulta ‘Solar Opposites‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 26 de março.

A produção foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.

‘Mestres do Universo’: Batalha final no trailer COMPLETO da 2ª parte; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da segunda parte da série animada ‘Mestres do Universo: Salvando Eternia‘.

Confira:

Com estreia marcada para 23 de novembro, os novos episódios darão sequência às ascensão do Esqueleto depois que o vilão reivindicou o poder Espada de a Grayskull e esfaqueou o Príncipe Adam pelas costas.

Lembrando que a animação segue os eventos de ‘He-Man e os Defensores do Universo‘, exibida na década de 1980.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Netflix, a Mattel Television e a Powerhouse Animation, responsável por CastlevaniaeSangue de Zeus’.

Além do He-Man e seu Gato Guerreiro, a produção conta com outros aclamados personagens da franquia, como Gorpo, She-Ra, Teela, Fisto, e os vilões Esqueleto e Maligna.

Com a promessa de se distanciar da versão original, ‘Mestres do Universo‘ tem traços mais humanos e descarta as clássicas lições de moral ao fim dos episódios.

O elenco de dublagem contacom Chris Wood (He-Man), Mark Hamill (Esqueleto), Lena Headey (Maligna), Sarah Michelle Gellar (Teela), Liam Cunningham (Mentor), Stephen Root (Pacato/Gato Guerreiro), Diedrich Bader (Rei Randor e Mandíbula), Griffin Newman (Gorpo), Henry Rollins (Triclope), Susan Eisenberg (Feiticeira), Alicia Silverstone (Rainha Marlena), Justin Long (Roboto), Jason Mewes (Stinkor), Kevin Michael Richardson (Homem Fera) e Kevin Conroy (Aquático), entre outros.

Alan Oppenheimer, dublador original do Esqueleto fará uma participação como o vilão Homem Musgo.

‘Obi-Wan Kenobi’ é a “conexão perfeita” entre as trilogias originais, afirma a diretora

Em um novo vídeo dos bastidores de ‘Obi-Wan Kenobi‘, a diretora Deborah Chow declarou que a série é a “conexão perfeita” entre as duas trilogias originais da saga ‘Star Wars‘, servindo como ponte em relação à jornada épica do Kenobi.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Possessão MACABRA no novo clipe do terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’; Confira!

O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ ganhou um novo clipe assustador.

Confira:

Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

Lee Cronin (‘The Hole in the Ground’) é responsável pela direção.

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Astronauta desaparece no trailer de ‘O Sinal’, nova série de MISTÉRIO da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série alemã ‘O Sinal‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 7 de março.

Composta por 4 capítulos, a série foi escrita e estrelada por Florian David Fitz e Peri Baumeister.

Uma família busca respostas sobre uma astronauta desaparecida. Porém, quanto mais a investigação avança, maior é a ameaça para eles… e para o resto do mundo.

O elenco ainda conta com Yuna Bennett, Katharina Schüttler, Hadi Khanjanpour, Sheeba Chaddha e Seumas F. Sargent.

‘O Sobrevivente’: Ator de ‘Shameless’ se junta ao elenco do reboot

Segundo o THR, William H. Macy (‘Shameless’) foi confirmado no elenco do ambicioso reboot do clássico ‘O Sobrevivente‘ (‘The Running Man’), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista da nova versão.

O elenco ainda contará com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

As gravações devem começar em Londres, no começo do próximo ano.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Regra 34 – Chocante e reflexivo filme brasileiro vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno! [Festival do Rio 2022]

Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno em 2022, o longa-metragem brasileiro Regra 34 é um chocante projeto que consegue unir em uma mesma trajetória reflexões importantes de nossa sociedade, desde de interpretações sobre leis, dos direitos das mulheres, da violência sob alguns pontos de vistas, até o infinito universo dos desejos ligados aos impulsos virtuais. A cineasta Julia Murat consegue com sua forte protagonista (interpretada pela ótima Sol Miranda) nos levar à 100 minutos de impactantes diálogos e ações. Regra 34 é um filme que demora a sair de nossas mentes, há uma reflexão constante sobre os ótimos temas abordados, principalmente sobre as várias óticas da violência. O projeto faz parte da seleção do Festival do Rio 2022 e também da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Na trama, conhecemos Simone (Sol Miranda), uma jovem negra, de vinte e poucos anos, que, após a faculdade de direito, está iniciando seu caminho na Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Seu cotidiano é intenso, precisa lidar pelas possibilidades da lei sobre vários tipos de violências quase sempre contra mulheres. De noite, ela é Camgirl, faz performances sexuais online, buscando expor seus desejos e também os desejos do público que já a acompanha faz tempo. Quando ela se vê em um certo descontrole quanto a violência (e até mesmo os limites) de suas apresentações na internet, escolhas precisarão serem tomadas.

Em Regra 34, a violência é o ponto chave para refletirmos sobre os dois mundos vividos pela protagonista. Como Camgirl, a protagonista, cada vez mais explorando seus impulsos sexuais se vê em um dilema dentro do seu refletir quando embarca em práticas BDSM (sigla para Bondage, Disciplina, Sadomasoquismo) e começa a sentir o desconforto com a violência do público em relação às suas apresentações. Como advogada, Simone se impõe para ajudar mulheres que sofrem de violência doméstica, inclusive se revoltando em muitos momentos com os absurdos presenciados. Nos debates que tem, no seu início de vida profissional na defensoria pública, se vê constantemente em volta da hipocrisia de outros profissionais que tiveram uma trajetória bem diferente dela até ali, sem sentir nem observar tudo que ela viu.

O título do filme chega para trazer uma interpretação sobre essa curiosa Regra 34 criada pelo mundo virtual (quase um universo paralelo que só se expande) que se define em: ‘Se alguma coisa existe, há também uma versão pornô dela. Sem exceções’. Refletimos muito sobre essa questão pelos dilemas de Simone principalmente quando seus desejos sexuais perigosos a aproximam de uma violência, de um machismo que combate na sua realidade.

Como usar o direito para mudar a sociedade? Os debates sobre leis e sociedade são excelentes, temas debatidos por professores e alunos prendem nossa atenção e nos fazem pensar através do olhar de Simone. Seria muito importante esse filme ser exibido para estudantes de direito, tem muitos temas que podem gerar debates importantes.

Desde o poderoso Terra em Transe, do inesquecível Glauber Rocha, que o Brasil não ganhava um importante prêmio em Locarno (um dos grandes festivais do universo cinema). E o Leopardo de Ouro não poderia estar em melhores mãos, Regra 34 busca através de seu impactante contexto, os temas que joga ao nosso refletir, recortes da sociedade e o desconsolo quanto à violência.

Universidade Monstros

A VINGANÇA DOS NERDS MONSTRUOSOS


Universidade Monstros é a nova aposta da Disney/Pixar para arrastar uma verdadeira legião de pequenos (e seus pais) aos cinemas. Nascida como produtora de curtas, a Pixar surgiu com a parceira da Disney em meados da década de 1990, e na seguinte já era um nome a ser reconhecido. Uma forte casa de ideias, a companhia desenvolveu ao longo dos anos não apenas produtos mirados apenas as crianças, mas muitas vezes até com mais relevância para os adultos.

Ao longo dos anos recebemos obras da qualidade de Procurando NemoRatatouilleOs Incríveis e principalmente Wall-E. Quantos estúdios especializados em animações podem se gabar de terem incluídos ano após ano na lista dos melhores de críticos e especialistas produções suas. O Oscar então, barbada, desde que a companhia apareceu levou diversos prêmios.

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E não só isso, ajudou a criar uma nova categoria no evento (sendo o primeiro filme animado a levar um Oscar) e a redefinir a forma das animações tradicionais para as realizadas tridimensionalmente através de computadores. Com um histórico desses imaginaríamos que a Pixar não tem como errar. Bem, quase nunca. Como dito, muitas produções do estúdio tem grande apelo aos adultos, mas nem todas.

Algumas, como Carros, por exemplo, parecem ser feitas exclusivamente para os pequeninos, ou para vender produtos para eles pelo menos. Com a Disney botando as asinhas de fora, e criando animações por conta própria sem o selo da Pixar, o estúdio precisa se empenhar para manter a liderança. Inicialmente quando a Disney solo entregava filmes como O Galinho Chicken Little e A Família do Futuro isso não era problema.

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Acontece que agora ela faz coisas do nível de Enrolados e Detona Ralph. E como a Pixar contra-ataca… bem, apostando no seguro. Há quatro anos sem lançar um produto realmente original, a companhia entra na nova década apenas continuando aventuras pré-estabelecidas. Tá certo que com Toy Story 3 o estúdio entregou uma obra-prima e o melhor filme da trilogia, e que Valente até tinha uma história original (embora reciclada de Irmão Urso em sua segunda metade).

Mas o fato é que suas últimas produções (sem contar o terceiro Toy Story) não tiveram o mesmo impacto de filmes rascunhados do zero como Wall-ERatatouille e Os Incríveis. Mais uma vez isso acontece com Universidade Monstros, espécie de pré-sequência (conceito bem atual) de um sucesso moderado da casa, Monstros.

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Voltamos no tempo para pegar os protagonistas Sullivan (voz de John Goodman), e Mike (voz de Billy Crystal) na época da juventude ingressando na universidade do título. O sonhador Mike esperava o dia em que poderia de fato se tornar um “assustador”, coisa que aguarda desde a infância. Esse dia chega cada vez mais perto, quando ele entra na faculdade para se formar e seguir tal carreira.

Aqui vemos como os dois se conheceram e mais uma vez suas personalidades divergentes entram em jogo. Mike faz o tipo nerd, empenhado nos estudos, para ele a universidade é a chance de um bom emprego e de conquistar tudo o que sempre sonhou. Já Sully é descolado, se enturma fácil, e para ele as coisas parecem vir naturalmente. Sem dúvida ajuda o fato de seu pai ter sido uma lenda no campus.

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De fato, a estrutura do roteiro de Universidade Monstros lembra muito todos os filmes juvenis que representam tal época. Datando de Animal House – Clube dos Cafajestes, nos longínquos 1978, até o recente Finalmente 18!, aqui temos as básicas confusões e situações esperadas numa comédia universitária. Festas e competições fazem muita graça, mas o assunto principal aqui é amizade e aceitação.

O filme com o qual mais se assemelha, no entanto, é A Vingança dos Nerds, comédia icônica da década de 1980, onde um grupo de renegados lutava para ser aceito no campus, criando sua própria casa de fraternidade. O roteiro é o mesmo mas isso não quer dizer que as situações cômicas ou emotivas sejam diminuídas.  Com Universidade Monstros a Pixar entrega, apesar de se repetir, uma novidade: seu primeiro filme adolescente.

Nostalgia! Os Filmes dos Anos 80 com LIGAÇÃO MAIOR do que você imaginava

Fazer um filme é um processo demorado, exaustivo e que muitas vezes não sai da maneira planejada. Para o público, sentar confortavelmente na poltrona do cinema ou em sua casa e simplesmente dizer que gostou ou não gostou é a parte fácil. Muitos sequer param para pensar no trabalho de centenas, às vezes milhares, de pessoas envolvidas com a produção. A verdade é que existe uma grande lacuna desde a concepção de um filme até seu produto final lançado nas telonas (ou telinhas); e quase nunca o que se imaginou num primeiro momento é o que de fato se concretiza. É claro que muitas vezes a realização supera todas as expectativas, mas o ponto é que o filme terminado na maioria das vezes é um animal totalmente diferente de seu esboço.

Toda produção possui as famosas três fases: a pré-produção, as filmagens e a pós-produção. Só aí já podemos ter mudanças significativas de uma fase para outra. Na primeira, uma ideia vira história e é escrita no papel na forma de um roteiro. Muitas vezes esse roteiro é alterado drasticamente para se encaixar às filmagens, na concretização. Depois, na pós-produção, ou a finalização do projeto, novas mudanças podem ocorrer com o produto final. Em resumo, um filme, por melhor que ele seja, nunca é exatamente o que o idealizador pensou antes de tudo começar a ganhar forma.

Pensando nisso, em nossa nova matéria nostálgica, irei abordar algumas produções dos anos 80 que possuem uma ligação maior em sua concepção do que qualquer um poderia imaginar. Confira abaixo.

Um Tira da Pesada // Stallone Cobra

O que Um Tira da Pesada (1984), filme de ação e comédia que transformou o humorista Eddie Murphy em astro, e Cobra (1986) – afetuosamente conhecido como “Stallone Cobra” no Brasil -, um dos filmes mais subestimados da carreira do herói de ação Sylvester Stallone, possuem em comum, você pode se perguntar. Bem, à primeira vista ambos são filmes policiais que se passam em Los Angeles, na Califórnia. E ambos são protagonizados por figuras icônicas dos anos 80. Enquanto Murphy se tornou um astro com o filme de 1984, Stallone já era um, tendo a esta altura quatro filmes de Rocky e dois de Rambo (incluindo os fenômenos Rocky IV e Rambo 2 – A Missão).

O que nem todos podem saber, no entanto, é que Um Tira da Pesada foi pensado originalmente para ter Sylvester Stallone como protagonista. E aí que entra o elemento citado no início do texto, de que a ideia original sofre inúmeras modificações até o produto final. É claro que o filme que teria Stallone seria mais sério, e quando o ator desistiu, o roteiro sofreu mudanças para acomodar Murphy, acrescentando muitas piadas e o estilo do humorista. Nem precisa ser dito que deu muito certo. Porém, ao sair do projeto da Paramount, Stallone levou com ele algumas ideias do que deveria ser o filme, e as colocou em Cobra. O núcleo da trama, ao invés de centrar no choque cultural de um policial vindo de Detroit com as modas de Beverly Hills enquanto caça o assassino de um amigo, agora mostrava um policial caçando uma quadrilha de psicopatas sádicos parte de uma seita, que estão atrás de uma modelo. E neste duelo, Um Tira da Pesada levou a melhor, pois fez mais sucesso de bilheteria e crítica, gerando mais duas continuações – e mais uma está a caminho.

Conan // Guerreiros de Fogo

Essa é relativamente fácil de se deduzir. Por falar nos astros de ação dos anos 80, o rei do gênero chega agora à lista. Arnold Schwarzenegger fez uma das migrações mais satisfatórias do terreno dos esportes para às telonas da história do cinema. E seu primeiro papel de destaque como protagonista foi em 1982, com a adaptação dos quadrinhos de Robert E. Howard, Conan – O Bárbaro, longa que está completando 40 anos de lançamento em 2022. O filme fez sucesso suficiente e Arnold logo conseguia a vaga em O Exterminador do Futuro (1984), que viria a se tornar seu papel e franquia mais marcantes. No mesmo ano, no entanto, o musculoso austríaco dava vida novamente a Conan em sua primeira continuação, Conan – O Destruidor, produção que ouviu os fãs e se aproximou mais do material fonte, com clima de HQs.

Os filmes de Conan foram uma co-produção entre a Universal Pictures e o produtor Dino De Laurentiis, que satisfeito com o resultado dos longas, tratou de comprar os direitos de outra criação do quadrinista Howard, a guerreira Red Sonja. A ideia do mega produtor era juntar Conan e Sonja num terceiro filme, que seria uma história de origem da amazona com a participação do bárbaro. De fato, a equipe conseguiu até mesmo a participação de Schwarzenegger para reprisar o papel. O problema foi que os direitos do personagem não foram liberados pela Universal e assim a solução foi mudar o nome do herói para Kalidor – embora todos saibam quem ele deveria ser. Os fãs, inclusive, bolaram uma teoria de que Kalidor seria um pseudônimo criado pelo próprio Conan para usar como disfarce. Para o papel de Sonja, Sigourney Weaver foi cogitada, mas a personagem terminou nas mãos da então modelo Brigitte Nielsen (que teve um caso com Arnold durante a produção, mas depois casou com Stallone), em seu primeiro papel no cinema. Ah sim, ela também seria a vilã de Um Tira da Pesada 2 (1987), provando que no fundo tudo está realmente interligado.

Comando para Matar // Duro de Matar

Mais uma vez os fãs podem estar coçando a cabeça e se perguntando o que um veículo de ação de Arnold Schwarzenegger tem em comum com um de Bruce Willis a não ser serem filmes de ação e terem no título (ao menos no Brasil) a palavra Matar. Bem, acontece que Comando para Matar (Commando, 1985), um dos primeiros filmes de ação de Arnold, que se tornou um verdadeiro ícone para os que cresceram na época e o assistiam sem parar na Globo, fez sucesso e uma sequência era planejada. O problema é que o astro queria alçar novos voos, como enfrentar um alienígena num filme de guerra (O Predador) e mostrar que também poderia fazer graça em comédias (Irmãos Gêmeos). Assim a sequência de Comando para Matar, sem seu protagonista, seria descartada.

O curioso disso tudo é perceber que a tal continuação traria o personagem de Arnold preso em um prédio de Los Angeles com terroristas, precisando se esgueirar entre dutos de ventilação e corredores abandonados para salvar o dia. Ou seja, o roteiro de Duro de Matar (Die Hard, 1988). Sim, o filme que revelou ao mundo Bruce Willis como herói de ação inicialmente seria uma sequência de Comando para Matar. A verdade é que Duro de Matar é baseado no livro Nothing Lasts Forever, do autor Roderick Thorp. Tal livro, por sua vez, serve de continuação para outro do mesmo escritor. Intitulado A Lei é para Todos (The Detective, 1968), foi levado às telas num longa protagonizado por Frank Sinatra. Quando os produtores começaram a tirar a continuação do papel 20 anos depois, primeiro precisaram oferece-la para Sinatra protagonizar. Mas o ator e cantor se achava velho a esta altura para desempenhar os feitos do protagonista. Assim, o roteiro foi pensado para adequar o capítulo seguinte de Comando para Matar, e depois sendo eternizado como um dos melhores filmes e franquias de ação do cinema, Duro de Matar.

Mestres do Universo // Cyborg – O Dragão do Futuro

Todos que foram meninos durante a década de 1980 jamais esquecerão o fenômeno que foi o desenho animado He-Man e os Mestres do Universo. Estreando em 1983, a série na TV durou até 1985, mas ficaria eternizada em 130 episódios que reprisavam em looping durante o período, e gerava todo tipo de merchandising para a garotada, desde bonecos, fantasias, lancheiras, até roupa de cama. Foi um fenômeno que os produtores não nos deixam esquecer, vira e mexe tirando do forno alguma nova produção com o tema. Até mesmo longas para o cinema em forma de animação o personagem teve, mas o que todo garoto da época queria mesmo ver era o filme em live-action com o ídolo, seus aliados e seus vilões. E de fato este desejo se concretizou, com o lançamento de Mestres do Universo, em 1987.

Acontece que o motivo de todos daquela geração não lembrarem com bons olhos de seu tão sonhado filme do He-Man foi que por trás da produção, jogando um balde de água fria nos fãs, estava a picareta Cannon Films, o estúdio mais “171” de Hollywood. Os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus até tinham boa intenção, o problema é que viviam querendo dar o passo maior que a perna, e se comprometer com superproduções que não possuíam o orçamento para bancar. E pensar que eles quase foram os responsáveis pelo primeiro filme do Homem-Aranha no cinema. Pior para He-Man e Superman, cujo quarto e desastroso longa a Cannon produziu. Mestres do Universo, com Dolph Lundgren, desagradou 10 entre 10 crianças da época por divergir muito de sua fonte – manobra usada para contornar a falta de grana para criar o mundo do herói (a solução foi traze-lo para a Terra).

Mestres do Universo (1987) foi fiasco de crítica e público, mas a Cannon, que não dava ponto sem nó e adorava fazer “dois por um”, já estava engatilhando a sequência a ser comandada pelo mesmo sujeito a cargo de levar o Homem-Aranha para as telonas, o diretor Albert Pyun. O cineasta já estava preparado para comandar o surfista Laird Hamilton desta vez como He-Man (substituindo Lundgren), quando a Cannon desistiu de ambos os filmes do Homem-Aranha e Mestres do Universo 2, devido ao resultado pobre do original. Como a pré-produção já estava a toda, com figurinos, cenários e outros elementos prontos para o filme ser rodado, a Cannon achou por bem reaproveita-los em outra produção. Assim nascia Cyborg – O Dragão do Futuro (1989), com Jean-Claude Van Damme, o novo menino de ouro da Cannon após o sucesso de O Grande Dragão Branco (1988). Ou seja, Cyborg nada mais é do que o filme que a Cannon juntou com as sobras de He-Man 2.

Hotel assombrado no trailer do terror ‘Darkness Reigns’; Assista!

O terror ‘Darkness Reigns‘ ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

Com participação de Casper Van Dien (‘Tropas Estelares‘), interpretando a si mesmo, o filme “gira em torno de um grupo de cineastas gravando um filme em um hotel assombrado que enfrenta uma força demoníaca insondável que possui e ataca tanto a tripulação, quanto a estrela do filme, Casper Van Dien. O diretor do filme conseguirá escapar com a prova paranormal que capturou ou sucumbirá aos planos infernais do demônio que foi invocado?”

A direção é de Andrew P. Jones, que já foi nomeado para um Emmy.

Zachary Mooren, Linara Washington e Jennifer Wenger completam o elenco.

Darkness Reigns‘ será lançado em VOD no dia 10 de julho.

‘Bumblebee’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Bumblebee‘, derivado de ‘Transformers‘, continua trilhando uma trajetória de sucesso nas bilheterias. Além de ter ultrapassado a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA, o longa também ultrapassou a marca de US$ 400 milhões globais.

Ao total, o filme já acumula US$ 438.5 milhões mundialmente.

Por causa do sucesso, a Paramount já está trabalhando na sequência, que mostrará uma nova aventura do fusquinha amarelo, provavelmente nos anos 90.

Travis Knight, especializado em animação de stop-motion, dirige.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O ator Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, é dublador oficial do personagem título.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel CrowStephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

‘Zumbilândia 2’: Diretor revela que os zumbis estarão mais evoluídos na sequência

Em entrevista ao Fandango, o diretor Ruben Fleischer revelou que a sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ trará zumbis evoluídos, que representarão uma ameaça real aos sobreviventes.

“Acho que nossos heróis estão um pouco acomodados porque os zumbis não são um desafio muito grande. Eles começaram a classificá-los em grupos diferentes. Há os que eles chamam de Lentos, pois eles são os mais burros. E há os Ninjas, que são um pouco mais espertos e podem chegar em você de fininho. Por fim, há os Hawkings, que são os inteligentes.”

Ele completa, “Mas há um novo tipo de zumbi de nós ainda não conhecemos. Eles são chamados T-800, um nome que faz referência ao infame Exterminador do Futuro. Esses T-800s são muito mais perigosos e ameaçadores. Acho que, pela primeira vez, nossos heróis se sentirão genuinamente em perigo por causa desse novo tipo de zumbi evoluído.”

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

Soldados enfrentam espíritos malignos no trailer do terror ‘Ghosts of War’

O terror ‘Ghosts of War‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Eric Bress (‘Efeito Borboleta‘).

No fim da Segunda Guerra Mundial, cinco soldados americanos são ordenados a proteger um castelo na França. Anteriormente ocupado pelo alto comando nazista, o local parece seguro, até o grupo se encontrar com uma ameaça sobrenatural muito mais aterrorizante do que qualquer coisa vista no campo de batalha.

O elenco inclui Kyle Gallner, Alan RitchsonBilly ZaneShaun ToubBrenton ThwaitesTheo RossiSkylar Astin.

O terror será lançado direto em VOD no dia 17 de julho.

‘Pânico na Floresta 2’? Diretor fala sobre possível sequência do REBOOT

Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, o diretor Mike P. Nelson falou sobre uma possível sequência para o reboot de ‘Pânico na Floresta‘, revelando detalhes sobre a direção que ele gostaria de seguir no segundo filme.

“Não há nada definido, mas eu e o [roteirista] Alan [McElroy] estamos conversando sobre algumas ideias e achamos que seria muito legal se tivermos a oportunidade de fazermos uma sequência. Eu adoraria fazer mais filmes [da franquia].”

Ele completa, “Acredito que há uma oportunidade única em um segundo capítulo que seria muito inesperada. Jen estaria em grandes problemas novamente, não se preocupe com isso!”

Nos EUA, o reboot já está disponível em VOD e as primeiras críticas foram positivas.

Com 40 críticas até o momento, o longa intitulado ‘Pânico na Floresta – A Fundação’ (Wrong Turn: The Foundation) alcançou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar de ter seus momentos tensos, o roteiro falha ao investir em uma trama mais complexa do que o necessário.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de ser um filme irregular, esse reboot manteve minha atenção por um tempo muito maior do que qualquer outro filme da franquia.” (eFilmCritic)

“Um terceiro ato decepcionante é o único ponto negativo nesse reboot divertido. É o tipo de falha que exacerba a decepção: o roteiro, a direção, o elenco e a equipe estavam tão perto de fazerem algo bom.” (Fiction Machine)

“Esse reboot é uma jornada brutalmente inabalável que me manteve tensa na minha cadeira.” (MovieFreak)

“Essa nova versão traz apenas o mesmo nome que a franquia original, escolhendo criar um filme confuso que se torna imprevisivelmente bizarro.” (Bloody-Disgusting)

“Esse filme tem dificuldades em equilibrar todas suas tramas enquanto tenta abordar problemas sociais e valores individuais, mas o resultado final é uma jornada interessante que dá espaço para novas sequências.” (IGN Movies)

“Esse reboot leva a franquia na direção certa.” (The Only Critic)

“Se o roteiro não estivesse sobrecarregado com uma narrativa complicada que não desperta o menor interesse, esse provavelmente se tornaria um dos meus favoritos. Mas, ao invés disso, escolheram a direção errada e cortaram as divertidas cenas de abertura…” (Pajiba)

Confira o trailer:

Mike P. Nelson é responsável pela direção.

Na trama, um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.

O elenco conta com Charlotte Vega (‘The Lodgers’), Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill SageEmma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane ParkerChaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).

Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.

‘Y: The Last Man’: Confronto final no trailer do ÚLTIMO episódio da série; Confira!

O canal FX divulgou o trailer do último episódio da série ‘Y: The Last Man‘, que foi cancelada depois de apenas uma temporada.

Confira:

Intitulado Victoria, o episódio final irá ao ar no dia 1º de novembro.

Através do Twitter, a showrunner Eliza Clark expressou seu desapontamento pelo cancelamento e disse que ainda havia muita história a se contar sobre a adaptação.

“Descobrimos que não iremos seguir em frente com a 2ª temporada de Y: The Last Man. Nunca na minha vida estive tão comprometida com uma história, e ainda há muito a se dizer. [A série] é sobre gênero, sobre como sistemas opressivos informam identidade. Nós tivemos um time bastante diverso de artistas brilhantes, liderado por mulheres em cada canto da nossa produção. Produtoras, roteiristas, diretoras de fotografia, designers de produção, figurinistas, coordenadoras de dublê e mais. Foi a coisa mais linda da qual eu fiz parte”, ela escreveu.

A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra.

A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.

Ben Schnetzer (‘Warcraft’) estrela. O elenco ainda conta com Diane LaneAmber TamblynImogen PootsLashana LynchJuliana Canfield e Marin Ireland.

‘Stranger Things’: David Harbour revela QUEM ele gostaria que interpretasse uma versão mais jovem do Hopper

Em entrevista ao GQ UK, o ator David Harbour declarou que adoraria ver outros atores interpretando versões diferentes do Hopper na série ‘Stranger Things‘, revelando quem ele gostaria que interpretasse uma versão mais jovem do seu personagem.

“Atualmente, sinto que o Hopper é um personagem que pode existir independente de mim. Se eles quiserem contar alguma história do passado ou futuro do personagem, eu adoraria ver outro ator interpretando o Hopper. Gostaria de ver o que eles acrescentariam ao personagem.”

Ele completa, “Jacob Elordi [de ‘Euphoria’] poderia conseguir ser tão bonito quanto eu enquanto eu tinha meus 20 e poucos anos.” 

Será que essa é uma pista para um possível spin-off de ‘Stranger Things‘? Vale lembrar que Harbour é um dos poucos que sabe sobre o futuro da saga. Além disso, recentemente, o ator revelou novas informações sobre as planejadas séries derivadas: “Sinto que, assim que a série terminar, ou depois de uns seis meses, vocês terão notícias sobre os possíveis spin-offs que eles estão planejando.”

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘BARBIE’: Margot Robbie pensou que a adaptação NÃO ganharia sinal verde

Em entrevista ao IndieWire, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) revelou sua reação ao ler o roteiro da adaptação de ‘BARBIE‘ pela primeira vez.

Apesar de ter amado o texto, a atriz pensou que o filme nunca iria sair do papel.

“A primeira vez que eu li o roteiro de ‘Barbie’, minha reação foi: ‘Nossa! Isso é muito bom. É uma pena que nunca verá a luz do dia porque eles nunca vão deixar a gente fazer esse filme’… Mas eles deixaram.”

Anteriormente, Simu Liu havia revelado que concordou em fazer um teste para o filme após seu agente afirmar que era um dos melhores roteiros que ele já havia lido: “Meu agente literalmente me disse: ‘Se eu fosse apostar minha carreira em um roteiro, seria no de ‘BARBIE’. Acho que você realmente deveria participar do filme.”

O ator ainda descreveu a história como “louca” e “incrivelmente única”.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

 

 

 

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ é RENOVADA para a 2ª temporada pelo Disney+

O Disney+ renovou oficialmente a série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, adaptação da popular saga literária de Rick Riordon, para a 2ª temporada.

“Estamos animados em embarcar em uma nova aventura emocionante na segunda temporada, com Rick Riordan, nossos parceiros fantásticos na 20th Television, nosso elenco excepcional e toda a equipe criativa para trazer esta história à vida,” declarou Ayo Davis, presidente da Disney Branded Television.

Riordon, que serve como roteirista e produtor executivo do seriado, comemorou a renovação: “Mal posso esperar para trazer a próxima temporada de ‘Percy Jackson’ para o Disney+! Levantem a âncora. Icem as velas. Todos a bordo, semideuses. Nós estamos a caminho do Mar de Monstros.”

Vale lembrar que a 1ª temporada completa já está disponível no Disney+.

Téa Leoni é confirmada no elenco da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building’

De acordo com o Deadline, Téa Leoni (Madam President) foi confirmada no elenco da 5ª temporada da aclamada série ‘Only Murders in the Building‘.

*SPOILERS ABAIXO*

A atriz foi introduzida nos minutos finais do quarto ciclo, interpretando Sofia Caccimelio, esposa do Nicky Caccimelio – uma pessoa desaparecida que está ligada aos crimes da família Caputo mencionados no nono episódio da temporada.

“Acho que ela é o maior gancho no final da temporada e sinto que é muito intrigante,” declarou o cocriador John Hoffman. “Ela é uma extensão das notícias reportadas no nono episódio. [Sofia] é a esposa do Rei da Lavagem a Seco em Brooklyn.”

Vale lembrar que o quinto ano da série contará com 10 episódios.

Primeiras Impressões | 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ é a MELHOR da série até agora

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

only murders

Crítica | Vale Tudo com Tim Maia – O Spielberg frustrado que virou um ícone da música popular brasileira [Festival do Rio 2022]

Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.

Caçula de onze irmãos de uma família tijucana pobre dos anos 50, Tim Maia andava muito entre as famosas ruas do bairro da zona norte do Rio de Janeiro, Haddock Lobo e Rua Matoso, por aí começou sua trajetória. Com uma série de entrevistas e papos com amigos, histórias dos tempos que entregava marmita (inclusive na casa do Erasmo Carlos) estão presentes. Já perto dos 12 anos iniciou o fascínio pela música com um violão de presente dado pelo pai, dali formou um conjunto ‘Os Tijucanos do Ritmo’, na igreja onde frequentava. Depois os Sputniks, já com Roberto Carlos.

 

No final da década de 50 ele foi para os Estados Unidos com um grupo de padres, após a decepção com o término dos Sputniks. Lá ele morou na cidadezinha de Tarrytown, em Nova Iorque, onde trabalhou como enfermeiro, mordomo, trabalhando cerca de 12 horas por dia mas sempre tendo a música em paralelo. No final da década de 60, alguns artistas começaram a gravar suas composições, como Elis Regina que gravou ‘These are the Songs’. Logo começou a aparecer no cenário musical chegando inclusive a ter música em trilha sonora de novela, com ‘João Coragem’ música de ‘Irmãos Coragem’, novela escrita por Janete Clair.

A relação de seu profissionalismo (que às vezes ficava de lado, faltando muitos shows) e a irreverente genialidade musical, ele que não sabia escrever música e tentava transmitir aos maestros o que precisa sair de som para entrar sua voz, marcam presença no projeto. Há relatos curiosos sobre composições marcantes, um deles: o dia que na parede de um lugar onde estava se sentindo sozinho, viu um retrato de uma moça e um mar por trás, assim surgiu o sucesso ‘Azul da Cor do Mar’.

Algumas polêmicas também não faltam por aqui, seu envolvimento com uma curiosa seita, seus problemas com os vícios, com a lei. Ao mesmo tempo, também conferimos trechos de apresentações arrepiantes de um dos criadores do Soul brasileiro que chegam mais presente no desfecho, no último episódio. Vale Tudo com Tim Maia ativa nas nossas memórias sobre esse cantor especial, contador e protagonista de muitas histórias.

10 Filmes sobre Mágicos e Ilusionistas

Listamos as dez produções sobre mágicos e ilusionistas dentro dos mais variados gêneros.

Confira:

 

Oz: Mágico e Poderoso

Oz

Nessa pré-sequência do clássico O Mágico de OzJames Franco vive mágico golpista e sedutor de mulheres, no Kansas da década de 1930. O enganador entra bem quando ao fugir de um marido enfurecido, cai dentro de um poderoso tornado com seu balão. A produção foi um dos primeiros blockbusters de 2014, e tem o comando de ninguém menos do que o cultuado Sam Raimi. O castigo do protagonista se torna menor, ao cair num mundo novo e se deparar com as belezas de Mila Kunis , Rachel Weisz  e Michelle Williams .

 

O Grande Truque

Prestige

Por falar em cineastas cultuados, esse thriller é comandado por um diretor muito apreciado por todos os cinéfilos: Christopher Nolan. O criador de obras como A Origem e a trilogia O Cavaleiro das Trevas, adora trabalhar com tramas complexas, diversos personagens, e um clima sombrio. Aqui, isso não é diferente. Christian Bale  e Hugh Jackman  são dois ilusionistas rivais, que um dia já foram amigos. A competição entre eles para ver quem é o melhor mágico escala até proporções épicas. Mas o verdadeiro artista é Nolan com suas reviravoltas inesperadas. Michael Caine , Scarlett Johansson , Rebecca Hall  e o músico David Bowie  completam o elenco dessa impressionante obra.

Atos que Desafiam a Morte

Atos

A vida do famoso artista da fuga da vida real, Harry Houdini, é levada às telas. Na obra, o mágico é personificado pelo talentoso Guy Pearce (Homem de Ferro 3). A trama do filme da diretora Gillian Armstrong (Adoráveis Mulheres), no entanto, concentra-se mais no romance do ilusionista e na vida da personagem de Catherine Zeta-Jones (Terapia de Risco). Zeta-Jones vive uma mulher sofrida, que precisa sobreviver aplicando golpes ao lado da filha, vivida pela talentosa jovem atriz Saoirse Ronan (A Hospedeira), a fim de sustentá-las.

Magia Negra

Magic

Um dos principais truques de um mágico é o ventriloquismo. Antes de Chucky dar as caras em Brinquedo Assassino, o veterano Anthony Hopkins (360) ficava dividido entre o amor por Ann-Margret (Surpresa em Dobro) e seu boneco de ventríloquo, nesse thriller dramático de 1978. O filme contava ainda com o falecido Burgess Meredith (o Mickey, da série Rocky, e o Pinguim, do seriado do Batman da década de 1960). A direção é de Richard Attenborough (Um Amor para Toda a Vida).


 

O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus

Parnassus

 

Magia e ilusionismo tem tudo a ver com o cinema alucinógeno e surreal do diretor Terry Gilliam (Brazil – O Filme e Os 12 Macacos). Aqui esses elementos se encontram, nessa obra visualmente impressionante, mas narrativamente insana. Um grupo de ilusionistas mambembe viaja pelo país se apresentando. Eles são comandados pelo personagem título, um idoso tido como imortal, vivido pelo veterano Christopher Plummer (Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres). Quando conhecem um viajante que se junta ao grupo, suas vidas mudam. A trama ainda mistura surrealismo e um pacto com o diabo. O filme ficou conhecido como último trabalho, não terminado, do talentoso Heath Ledger (O Cavaleiro das Trevas), que precisou ser substituído não por um, mas por três atores: Johnny Depp (Sombras da Noite), Jude Law (Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras) e Colin Farrell (Reino Escondido). O filme conta ainda com Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha) e Lily Cole (Branca de Neve e o Caçador).

O Mágico

Magico

Essa bela animação francesa é dirigida por Sylvain Chomet, do excelente As Bicicletas de Belleville. Indicado ao Oscar de animação, a obra traz Chomet trabalhando em cima de um argumento do icônico Jacques Tati (As Férias do Sr. Hulot), que havia pensado no projeto como sendo de carne e osso, protagonizado por ele. O fato nunca se concretizou, e o diretor Chomet leva às telas essa grande homenagem, criando seu personagem principal nos moldes da caracterização de Tati. Uma obra muda, que fala sobre a inocente amizade de um decadente ilusionista, com uma menina de rua; e consegue passar mais emoção e sentimentos do que a maioria dos filmes falados.


 

Truque de Mestre

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“Nunca confie nos truques de um ilusionista. Ele te mostra uma distração, para esconder o que não quer que veja: O verdadeiro truque”. Essa frase dita por Thaddeus Bradley, personagem do grande Morgan Freeman, serve como ideia central para todo o roteiro do novo Truque de Mestre, blockbuster da produtora Summit Entertainment (mesma casa do mega sucesso A Saga Crepúsculo).

Daniel Atlas (Jesse Einsenberg, de Para Roma, Com Amor) é um grande ilusionista, um jovem egocêntrico que visa seu status e projeção pessoal. Merritt McKinney (Woody Harrelson, de Sete Psicopatas e um Shih Tzu) é um forte hipnotizador, que pensa apenas no lucro financeiro. Henley Reeves (Isla Fisher, de O Grande Gatsby) é uma artista da fuga, assim como Houdini. E Jack Wilder (Dave Franco, de Meu Namorado é um Zumbi) é um jovem mágico de rua iniciante. Os quatro então combinam seus talentos e suas especialidades para dar um grande e impressionante show.

Com a escalação de um elenco desses, o diretor Louis Leterrier tira a sorte grande, e entrega, meio que sem querer, seu melhor filme até hoje.

A Arte da Fuga

Escape

Nesse drama produzido por Francis Ford Coppola, de 1982, Griffin O´Neal (A Noite das Brincadeiras Mortais) interpreta um menino com um dom incomum: ele é um grande artista da fuga, como Houdini. Logo que percebe seu dom, um golpista perturbado mentalmente, vivido pelo falecido Raul Julia (Street Fighter – A Última Batalha), recruta o menino para ajudá-lo em roubos e trapaças.

Scoop – O Grande Furo

Scoop

Aqui, o icônico Woody Allen vive um ilusionista de fracassado, da terceira idade. Um belo dia, ao apresentar-se ao lado de sua amiga, vivida por Scarlett Johansson (com idade de ser sua filha ou neta, e não amiga), a jovem recebe a visita de um fantasma de um jornalista assassinado que lhe dá m furo de reportagem sobre a identidade de um possível serial killer de Londres. Johansson então começa a investigar o caso ao lado de Allen, e todas as pistas levam ao playboy vivido por Hugh Jackman.

O Ilusionista

Ilusionist

De anos em anos ganhamos os chamados filmes gêmeos, produções que levam para o grande público um tema muito similar. Esse ano foram os terroristas na Casa Branca. Mas em 2006, o assunto eram ilusionistas do século XIX. No mesmo ano em que ganhamos o thriller de Christopher NolanO Grande TruqueEdward Norton (Moonrise Kingdom) encabeçava o thriller romântico O Ilusionista. Na trama, Norton vive um famoso artista performático que cria apresentações elaboradas a fim de reconquistar seu verdadeiro amor de infância, vivida por Jessica Biel (O Vingador do Futuro), hoje prometida para um cruel nobre. Paul Giamatti (Rock of Ages: O Filme) completa o elenco.

Neve Campbell e os Atores que Deixaram Produções por Motivo Salarial

O quinto Pânico, lançado no início deste ano, foi um sucesso tão grande de crítica e bilheteria, que os produtores não perderam tempo e engatilharam rapidamente um sexto filme – atualmente em fase de gravações para a estreia em 2023. Com orçamento de US$24 milhões, Pânico 5 arrecadou mais de US$140 milhões mundiais, se tornando um dos filmes mais lucrativos de 2022. Os fãs não poderiam estar mais empolgados, e o anúncio das voltas de Courteney Cox e Neve Campbell veio à galope. O que veio à galope também foi a saída da protagonista Neve Campbell por motivo de divergências no cachê da atriz. Assim como Scarlett Johansson e seu probleminha com Viúva Negra na Disney Plus, Campbell resolveu tornar público seu entrave salarial no novo filme.

A situação delicada nos inspirou a criar essa nova matéria, que olha para o passado mostrando que a situação de Neve Campbell não é novidade em Hollywood. É claro que a coisa fica pior quando falamos de atrizes com ofertas de pagamento bem inferiores aos homens. Confira abaixo quem são os astros mais famosos de Hollywood a largarem uma grande produção por acharem que mereciam mais.

Neve Campbell

Começamos por ela que inspirou a lista. É reportado que Neve Campbell recebeu US$1.5 milhão na primeira vez em que interpretou Sidney lá em 1996, no primeiro Pânico. De lá pra cá, a cada volta seu cachê aumentava, passando de US$3.5 milhões no segundo, para US$4 milhões no terceiro, e seguindo para US$5 milhões no quarto e quinto filmes. O objetivo do quinto filme foi introduzir uma nova gama de personagens, como as irmãs interpretadas por Melissa Barrera e Jenna Ortega, e deixar os veteranos como coadjuvantes. Campbell pode até ter um papel menor no quinto filme, mas aparece o suficiente para fazer jus ao salário. Não sabemos exatamente o tamanho que sua participação teria no sexto, mas os produtores reduziram o pagamento da atriz para US$750 mil. Desta forma, a estrela da franquia resolveu ficar de fora.

[RUMOR] Neve Campbell renegociou com a Paramount para aparecer em ‘Pânico 6 e 7’

Terrence Howard

Um dos casos recentes mais notórios foi o que envolve o ator indicado ao Oscar Terrence Howard e a Marvel. O ator esteve nos primórdios do MCU, atuando ao lado de Robert Downey Jr. no primeiro Homem de Ferro em 2008. Howard viveu o braço direito do protagonista, o coronel James Rhodes, que eventualmente se tornaria o herói Máquina de Combate – como o próprio diz numa cena do filme olhando para a armadura: “na próxima vez”. Acontece que não teve próxima vez para Howard. A questão é que na época do lançamento de Homem de Ferro, Howard vinha de uma indicação ao Oscar, e Downey estava em baixa devido aos problemas com a lei, sendo o filme a sua porta de entrada novamente ao estrelato. Assim, curiosamente, o protagonista recebeu “apenas” US$500 mil pelo primeiro filme, enquanto o colega coadjuvante, vindo de vários sucessos, teve um salário bem mais inflado, entre US$3.5 e US$4.5 milhões. Quando chegou a hora de tirar a continuação do papel em Homem de Ferro 2, o salário de Downey aumentou e Howard ficou a ver navios, sendo substituído sem cerimônia por Don Cheadle, que permanece até hoje no papel.

Tobey Maguire

Ainda bem que este caso não chegou às últimas consequências. Quando Tobey Maguire foi escolhido como o primeiro intérprete de Peter Parker nas telonas em Homem-Aranha, todos acharam que sua escalação havia sido perfeita. De fato, o ator realizou um excelente trabalho no blockbuster. Mas além de sua atuação, o filme do herói exigiu muito fisicamente do ator também, e ele constantemente reclamava de dores nas costas. Assim, quando foi a hora de assinar para a continuação, Maguire resolveu renegociar seu pagamento de US$4 milhões do primeiro filme, para algo perto do que a produtora Laura Ziskin havia recebido, mais ou menos US$30 milhões. A Sony por sua vez foi dura na negociação, e chegou muito perto de demitir Maguire do papel, e contratar Jake Gyllenhaal como o protagonista de Homem-Aranha 2 (2004). Já pensou? No fim das contas, Maguire ficou com um salário de US$17 milhões no segundo filme.

Sean Connery

O mundo de Hollywood sempre girou em torno de dinheiro, fama e glamour. E nem mesmo o maior espião do cinema teve sossego em relação a isso. Sean Connery já havia feito cinco filmes no papel de James Bond, quando começou a pressionar de verdade os produtores da EON Pictures por um salário que considerava mais justo. Afinal, os filmes de 007 eram um verdadeiro fenômeno, os verdadeiros blockbusters da época. Em seu quinto filme, Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967), o ator recebeu o pagamento de US$750 mil. Assim, Connery fincou o pé e ameaçou sair da franquia caso não recebesse o valor que queria. Os produtores pagaram para ver o blefe do ator, que não era blefe, e Connery largou mesmo o papel, deixando a porta aberta para o “desastroso” episódio com o então modelo George LazenbyA Serviço Secreto de Sua Majestade (1969). Desesperados, os produtores correram atrás de Connery para o sétimo filme, e pagaram o valor de US$1.25 milhões para que retornasse em Os Diamantes são Eternos (1971).

Jodie Foster

O Silêncio dos Inocentes (1991) segue até hoje muito querido e considerado um dos melhores filmes de suspense de todos os tempos – Top 5 definitivamente. E grande parte do sucesso do longa se deve ao brilhante desempenho de Jodie Foster no papel principal, da agente novata do FBI, Clarice Starling. A atriz tinha 29 anos quando viveu a personagem e já era vencedora do Oscar – tendo sido honrada com a vitória dois anos antes, em 1989 por Acusados. Assim, a expectativa era grande em relação ao desempenho dela, e ela novamente não apenas foi indicada, como saiu vitoriosa na categoria de melhor atriz em pouquíssimo tempo. Os produtores viram a chance de tirar do papel a sequência do livro de Thomas Harris, intitulada Hannibal (2001). Tudo parecia estar no lugar e Foster se mostrava animada a retornar ao papel de Clarice. O primeiro filme custou US$19 milhões e arrecadou quase US$300 milhões ao redor do mundo. Assim, Jodie Foster achou que seria justo pedir por um salário de US$25 milhões para o seu retorno. Mas os produtores só estavam dispostos a pagar US$15 milhões. A atriz pulou fora e alegou descontentamento com o roteiro. A equipe então contratou Julianne Moore para substituí-la.

Bruce Willis

O astro Bruce Willis recentemente anunciou aposentadoria do cinema devido a uma doença que começa a afetar sua memória para decorar os textos. O ator, no entanto, nunca foi considerado um profissional fácil de se trabalhar, tendo criado atrito com alguns diretores (Michael Bay e Kevin Smith), além de precisar ser substituído às pressas num filme de Woody Allen (Café Society, 2016) por Steve Carell. A treta que iremos abordar aqui foi com o então colega Sylvester Stallone na franquia Os Mercenários. Brincadeira com os filmes de ação da década de 80, o primeiro filme trouxe Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger em pequenas pontas numa cena. A sequência, de 2012, trouxe a dupla em papeis maiores, assim como uma participação do lendário Chuck Norris. Os protagonistas, no entanto, sempre sendo Stallone (o dono da franquia) e Jason Statham. Quando chegou a hora de aumentar ainda mais os papeis dos veteranos Arnold e Willis para o terceiro filme (de 2014), o astro de Duro de Matar exigiu US$1 milhão a mais dos US$3 milhões que a produção estava lhe oferecendo. E isso por apenas quatro dias de trabalho. Willis estava decidido a receber US$1 milhão por dia e não reconsiderou. Assim, Stallone o demitiu, contratou Harrison Ford para ocupar sua vaga, e ainda postou sua famosa alfinetada no Twitter: “Willis fora, Harrison Ford dentro! Ótimas notícias. Preguiçoso e ganancioso, uma receita certa para o fracasso na carreira”.

Crispin Glover

Essa, eu tenho certeza que passou em branco por toda a infância de muita gente, e só na fase adulta que muitos puderam perceber que Crispin Glover não estava nas continuações do clássico De Volta para o Futuro. Glover, é claro, interpretou George McFly, o pai do protagonista Marty McFly (Michael J. Fox). O rapaz volta no tempo acidentalmente e precisa fazer com que sua mãe se apaixone por seu pai para que ele e os irmãos possam nascer e não desapareçam da existência. George tem um papel importante no filme original de 1985, já que no início aparece maquiado para aparentar idade de ser o pai de J. Fox – os atores têm mais ou menos a mesma idade na vida real. É só quando o filme “volta no tempo” que Glover exibe sua verdadeira aparência e ganha destaque como um sujeito extremamente introvertido. O filme foi sensação, fez enorme sucesso e ainda guarda um lugar especial no coração de todo fã. Quatro anos depois as continuações foram lançadas, mas Glover exigia um salário maior percebendo sua importância na trama. Quando o ator e a Universal não chegaram em um acordo, a participação de George foi severamente modificada, e Glover foi demitido. No segundo filme, é um dublê o substituindo com muita maquiagem numa cena (em que ele está de cabeça para baixo – para dificultar ainda mais o “não reconhecimento” do substituto). E na realidade alternativa de 1985, George está morto. Já no terceiro filme, o casal de antepassados do velho oeste desta vez é formado pelo próprio J. Fox e a atriz Lea Thompson.

‘Legion’ é renovada para a 3ª temporada pelo FX

A série ‘Legion‘ foi oficialmente renovada para a 3ª temporada pelo FX.

“‘Legion’ redefiniu as tramas de super-heróis e excedeu todas as nossas expectativas conforme sua intensidade e revelação foram desenvolvidas no decorrer da segunda temporada,” disse o presidente de programação do FX, Eric Schrier. “Estamos incrivelmente orgulhosos da conquista de Noah Hawley e estamos honrados em continuar a série, pois ela ultrapassa os limites da narrativa convencional da televisão.”

O último episódio da segunda temporada será exibido no dia 12 de junho.

A história acompanha David Haller (Dan Stevens), um jovem atormentado por visões perturbadoras que começa a juntar o quebra-cabeças de suas lembranças e se dá conta de que pode ter poderes especiais. A seriado é criado por Noah Hawley (‘Fargo‘).

‘The Hole in the Ground’: Terror sobrenatural ganha novo trailer sinistro; Assista!

O terror ‘The Hole in the Ground‘ ganhou um novo trailer sinistro.

Confira:

Dirigido por Lee Cronin, o filme será lançado exclusivamente no DirecTV no dia 31 de janeiro, antes de ter uma estreia limitada nos cinemas americanos em 1º de março.

“Sarah e seu jovem filho, Chris, se mudam para uma nova casa na Irlanda, perto de uma floresta que esconde um enorme buraco. Uma noite, Chris desaparece, e, quando encontrado, ele parece estar perfeitamente bem. No entanto, enquanto seu comportamento vai se tornando cada vez mais perturbador, Sarah começa a temer que o garoto que retornou não é o seu filho.”

O elenco conta com Seána Kerslake, James Cosmo, Kati Outinen James Quinn Markey.

‘A Família Addams’: Ouça a música inédita da Christina Aguilera para a animação!

A canção original da Christina Aguilera para a animação  ‘A Família Addams‘, intitulada Haunted Heart, foi oficialmente divulgada.

Confira:

Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.

A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Vandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.

O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Good Girls’: Saiba quando a 3ª temporada estreará na Netflix!

A Netflix finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘Good Girls‘ será lançada no catálogo nacional do serviço de streaming.

O terceiro ciclo, que consiste em apenas 11 episódios, será lançado na plataforma no dia 26 de julho.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.