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‘Legends of Tomorrow’: Heróis vão parar na II Guerra Mundial na promo oficial do episódio 07×07; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “A Woman’s Place is in the War Effort!”, sétimo episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “quando as Lendas vão parar em Seattle dos anos 1940, eles se veem no meio da II Guerra Mundial – e ao lado de um convidado especial. Precisando de peças para consertar a máquina do tempo, Sara, Ava, Astra, Spooner e Gideon se veem trabalhando em diferentes seções da fábrica de aviões. Com Astra cada vez mais frustrada com a inequidade da força de trabalho, ela resolve agir por conta própria. Enquanto isso, Behrad se oferece para ser anfitrião e ensinar Nate sobre a cultura e a etiqueta persas”.

O episódio vai ao ar em 24 de novembro.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

Florence + the Machine divulga teaser promocional do álbum ‘Dance Fever’; Confira!

A aclamada artista britânica Florence Welch divulgou recentemente um teaser promocional de Dance Fever, 5º álbum de estúdio de seu ato musical Florence + the Machine.

O disco, primeiro compilado de originais desde High as Hope, de 2018, chegará às principais plataformas de música no dia 13 de maio de 2022.

Confira:

O álbum será composto por 14 faixas e inclui os singles “King”“Heaven Is Here”“My Love”.

A capa promocional, por sua vez, foi produzida pela diretora e fotógrafa Autumn de Wilde, mesmo nome por trás da adaptação ‘EMMA.’, com Anya Taylor-Joy. Ela também ficou responsável pelos videoclipes das canções supracitadas.

O estilo de Florence + the Machine é descrito como uma combinação de diversos gêneros, que variam do rock ao soul. O ato já foi indicado a seis prêmios do Grammy, incluindo Artista RevelaçãoMelhor Álbum Vocal Pop.

Em 2020, Welch compôs a música-tema “Call Me Cruella”, do elogiado live-action epônimo estrelado por Emma Stone.

Olivia Wilde foi OBRIGADA a reeditar ‘Não Se Preocupe, Querida’ por causa da classificação etária

‘Não Se Preocupe, Querida’ é um dos filmes mais ambiciosos do ano e, em uma recente entrevista à The Associated Press, a diretora Olivia Wilde revelou que foi forçada a reeditar o longa-metragem em virtude de reclamações feitas pela MPA (Motion Picture Association), órgão responsável por fornecer as classificações indicativas das produções.

“Ah sim. Há muito que teve que ser tirado por causa do trailer”, Wilde revelou. “A MPA veio para cima com força e o trailer e, no último segundo, tive que tirar algumas cenas, o que foi triste, porque acho que eles foram exagerados. Mas é claro que ainda vivemos em uma sociedade puritana”.

Ela continua: “eu realmente acredito que a falta de erotismo em filmes americanos é nova. Então, quando falamos do prazer feminino, é algo que não vemos muito, a não ser que falemos do cinema queer. É interessante porque, em vários filmes queer, as personagens femininas podem ter mais prazer. O público não é tão puritano quanto as corporações acreditam que seja. E, mesmo assim, as pessoas ficam incomodadas. Digo, as pessoas já estão incomodadas comigo por causa disso. Acho que é um testamento para o filme. Queremos provocar. A ideia não é fazer você se sentir seguro”.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas brasileiros em 22 de setembro.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável“.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

‘Spartacus’: Adorado drama histórico vai ganhar revival pela Starz!

Através de um comunicado para a imprensa, a Starz anunciou que o adorado drama histórico Spartacus vai ganhar um revival (via CBR).

As informações indicam que o criador da série original, Steven S. DeKnight, irá retornar como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas dos icônicos personagens já conhecidos”.

A plataforma de streaming, inclusive, divulgou a primeira sinopse do revival, que você confere abaixo:

“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.

Mais informações não foram reveladas.

A produção original foi exibida entre 2010 e 2013, estendendo-se por três temporadas.

Traído pelos romanos, forçado à escravidão e renascido como gladiador. A clássica história do mais famoso rebelde da república volta à vida, nessa nova série de ação e visual impactante, Spartacus: Blood and Sand (Sangue e Areia). Tirado de sua terra natal e arrancado do convívio da mulher que ama, Spartacus é condenado a viver no mundo brutal da arena, onde o sangue e a morte são os principais entretenimento do povo. Mas nem todas as batalhas são enfrentadas sobre a areia. Traições, corrupção e a abundância de prazeres sensuais vão constantemente testar Spartacus. Para sobreviver, ele deve ser mais do que um homem; mais do que gladiador; ele deve ser uma lenda.

Andy Whitfield, Manu Bennett, Lucy Lawless, Nick E. Tarabay, Peter Mensah e Viva Bianca fazem parte do elenco.

’30 Monedas’: O pesadelo continua nas imagens OFICIAIS da 2ª temporada da série de terror; Confira!

HBO Max as novas imagens oficiais da 2ª temporada da série de terror ‘30 Monedas‘.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming em outubro de 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada pelo aclamado realizador Álex de la Iglesia (‘O Dia da Besta’).

Na trama, Padre Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista, boxeador e ex-presidiário que é enviado como sacerdote para o interior da Espanha. Entretanto, enquanto busca esquecer o passado, coisas estranhas começam a acontecer na cidade onde foi realocado e uma improvável força-tarefa formada pelo Prefeito Paco (Ángel Silvestre) e a veterinária Elena (Megan Montaner) parte em busca da verdade, enquanto a realidade é distorcida por uma moeda amaldiçoada que está no centro de uma conspiração mundial.

Iglesia também assina o roteiro ao lado de Jorge Guerricaechevarría.

‘Gran Turismo: De Jogador a Corredor’: Adaptação live-action já está disponível na HBO Max; Confira o novo trailer!

A adaptação live-action Gran Turismo: De Jogador a Corredor‘ já está disponível no catálogo da HBO Max.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming no último dia 01 de janeiro.

O jovem Jann Mardenborough vence uma série de competições do vídeo-game Gran Turismo, promovidas por uma grande empresa automobilística, e ganha a oportunidade de se tornar um piloto profissional.

Confira o novo trailer:

O filme conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou US$121,9 milhões ao redor do mundo, sendo US$44,4 milhões nos Estados Unidos e US$77,5 milhões nos mercados internacionais.

Relembre nossa crítica:

O elenco ainda conta com David Harbour, Archie Madekwe, Orlando Bloom, Darren Barnet, Josha Stradowski, Djimon Hounsou, Geri Horner e Emelia Hartford.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

‘The Boys’: Capitão Pátria e Ryan são destaque no cartaz INÉDITO da 4ª temporada; Confira!

Depois de uma longa espera, a tão aguardada 4ª temporada da aclamada série The Boys finalmente estreou no catálogo do Prime Video e, para promover o novo ciclo, foi divulgado um cartaz inédito dando destaque ao Capitão Pátria e a seu filho, Ryan.

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Pôster da série "The Boys" na Amazon Prime.
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O novo ano estreou com uma sólida aprovação de 81% no Rotten Tomatoes, baseado em 31 criticas.

Embora essa pontuação seja positiva, é a mais baixa da série. Para contextualizar, a primeira temporada conquistou 85% de aprovação, enquanto a segunda alcançou 97% e a terceira impressionantes 98%.

Cartaz da série "The Boys" com avaliação positiva.

Os críticos assistiram aos primeiros episódios da nova temporada e, em geral, consideraram uma boa história, embora observassem sinais de desgaste.

Veja os principais comentários:

“”The Boys” mantém uma firmeza inabalável em sua perspectiva… Porém, à medida que os riscos aumentam e a expansão da franquia prossegue, a série tem um controle menos seguro sobre esses novos aspectos de sua missão em desenvolvimento”, disse Alison Herman da Variety.

“É notável como o lado dramático de “The Boys” equilibra habilmente seus diversos arcos, enquanto a inventividade demente da comédia negra ajuda a desviar a atenção de quaisquer deficiências remanescentes”, disse Ben Travers do indieWire.

“Há uma questão sobre por quanto tempo The Boys conseguirá manter seus principais personagens em cena sem que as coisas se tornem tediosas ou, pior ainda, inviáveis. Mas, por ora, com uma narrativa tão equilibrada e cuidadosa, é um prazer ver tudo se desenrolar”, disse Amon Warmann da Empire Magazine.

“”The Boys” sempre teve uma visão adiante, mas na quarta temporada, enfrenta desafios para encontrar um equilíbrio entre as críticas sociais e a ação impactante que mantem a sua originalidade”, disse Graeme Guttmann do Screen Rant.

“Embora as falhas estejam começando a ficar mais visíveis, The Boys retornam à cidade com um certo estrondo, entregando de forma eficaz a mistura de humor mordaz e personagens complexos fascinantes que caracterizam a série”, disse Emily Murray
Total Film.

“A equipe criativa liderada pelo showrunner Eric Kripke traz novos e urgentes aspectos ao material esperado, mesmo que não consigam evitar que alguns momentos da trama pareçam familiares. O mais importante, no entanto, é como somos constantemente surpreendidos por novas e mais profundas dimensões emocionais”, disse Bob Strauss do TheWrap.

“É uma verdadeira montanha-russa, talvez a mais emocionante da série até agora, o que já é dizer muito. Os fãs vão se encantar; a quarta temporada é simplesmente extraordinária”, disse Trent Moore da Paste Magazine.

“Após os incríveis momentos da terceira temporada, é difícil não sentir que esta temporada é um pouco decepcionante – no entanto, ela está preparando o terreno para uma quinta temporada potencialmente perfeita”, disse Danielle Ryan do Slashfilm.

A quarta temporada tem estreia agendada para o dia 13 de junho.

Confira fotos, junto ao trailer:

Patinador no gelo em traje de super-herói.
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Duas pessoas conversam em um local abandonado.
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Super-herói sorrindo ao lado de jovem em uma rua.
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A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘Quem Vê Casa’: Série de comédia SOMBRIA com Lisa Kudrow ganha cartaz; Confira!

Depois do trailer completo, a Netflix divulgou um cartaz oficial de ‘Quem Vê Casa…‘ (No Good Deed), nova série de comédia sombria estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

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no good deed

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de dezembro.

Liz Feldman (‘Disque Amiga para Matar’) é responsável pela série. Ela também servirá como showrunner e produtora executiva ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum.

“Três famílias muito diferentes competem para comprar a mesma vila de estilo espanhol da década de 1920, que eles acham que resolverá todos os seus problemas. Mas, como os vendedores já descobriram, às vezes a casa dos seus sonhos pode ser um pesadelo total.”

O elenco ainda conta com Linda Cardellini, O-T Fagbenle, Abbi Jacobson, Denis Leary, Poppy Liu, Teyonah Parris, Ray Romano e Luke Wilson.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Primeiras Impressões | 2ª temporada de ‘Andor’ é tão ESPETACULAR quanto a anterior

Apesar de sua importância inegável no cenário do entretenimento, não podemos fazer vista grossa para a queda de qualidade de algumas produções da expansiva franquia sci-fi Star Wars. Seja nos filmes ou no circuito televisivo, recentes incursões falharam em conquistar o público e a crítica, mesmo com alguns comentários exagerados que entraram numa onda de ódio inexplicável. Felizmente, isso não pode ser aplicado a Andor: Uma História Star Wars.

Estreando em 2022, a série que contou a história de Cassius Andor (Diego Luna) antes de se tornar um dos maiores emblemas da Aliança Rebelde e da resistência contra o Império Galáctico, conquistou os espectadores por uma narrativa mais intrincada, tensa e apoiada em reflexões políticas muito necessárias para os dias de hoje. Agora, com a iminente chegada do ciclo de encerramento, prova-se que a atração não é apenas uma das melhores dessa franquia interminável, como uma das mais bem estruturadas da década.

Os novos episódios se iniciam logo depois dos eventos da iteração predecessora, cada elementos é pensado com minúcia, aumentando as tramas e nos convidando ao início definitivo de uma rebelião que já vinha sido preparada desde o princípio. Luna entrega-se de corpo e alma a mais uma interpretação maravilhosa – reiterando seu merecimento em encarnar Cassius -, e é acompanhado do retorno de vários nomes conhecidos e que fomentam esse complexo enredo com naturalidade e comprometimento invejáveis, incluindo Adria Arjona (Bix), Kyle Soller (Syril), Genevieve O’Reilly (Mon Mothman), Denise Gough (Dedra) e Stellan Skarsgard (Luthen).

Dispensando as introduções, que já foram realizadas na temporada de estreia, o criador e showrunner Tony Gilroy tem espaço de sobra para tomar o tempo essencial para delinear os plots e subplots sem se apressar e sem se inclinar para ocasionalidades irreais – aliando-se a um time de diretores e roteiristas de peso. E, remodelando as clássicas investidas da jornada do herói, o tom político-social engendra arcos belíssimos e bem pensados.

A crítica completa da temporada será lançada no dia 21 de abril, às 13h (horário de Brasília).

A 2ª temporada, por sua vez, estreia com o lançamento dos três episódios no dia 22 de abril, no catálogo do Disney+.

Luke Grimes busca novo começo no teaser INÉDITO de ‘Y: Marshals’, série derivada de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou um novo teaser oficial de ‘Y: Marshals‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

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Sem data de estreia, a produção está programada apenas para 2026.

Luke GrimesLogan Marshall-Green estrelam a produção. O elenco ainda conta com Gil BirminghamBrecken Merrill, Mo Brings PlentyArielle KebbelAsh Santos e Tatanka Means.

Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.

O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.

10 FRACASSOS do Cinema que se Transformaram em Ouro na Netflix

Podemos olhar o caso por dois ângulos. Por um lado, a Netflix é a plataforma de streaming ainda número 1 do mundo, tão popular que virou sinônimo de se ficar em casa relaxando – o bordão “Netflix and chill”. Assim, podemos imaginar que tudo o que a plataforma toque vira ouro, mesmo que certos produtos não sejam assim, digamos, de muita qualidade. Mas há ainda uma outra forma de ver o cenário geral. A cada década que se passa, uma nova geração é formada (ou talvez em menos tempo até). E essa é definitivamente a geração Netflix. Ou seja, crianças e adolescentes que já crescem em um mundo onde as plataformas de streaming, em especial a citada, são uma realidade e fazem parte do seu dia a dia. Do seu acesso a filmes, série e programas. Na minha época, se quiséssemos assistir a um filme tínhamos que ir até a locadora, ou esperar a exibição da TV aberta. Hoje todos simplesmente assistem. E isso inclui nós também, os adultos.

Seguindo esse raciocínio, é claro que gostamos quando qualquer filme recebe uma segunda ou até terceira chance de encontrar seu público. Muitas vezes acontece de assistirmos um filme no cinema, gostarmos muito, mas percebermos que ele não fez sucesso algum e foi logo varrido para debaixo do tapete. Na nossa época, ele ainda tinha chance de fazer sucesso em vídeo. Agora, ele tem a chance de encontrar sua audiência na Netflix e streamings afins. Nesta nova matéria resolvi separar mais um lote de dez filmes que passaram despercebidos pelos cinemas, ou fracassaram em sua estreia, mas que terminaram figurando no Top 10 dos mais assistidos na Netflix. Confira abaixo.

Leia também: Os Fracassos do Cinema que Viram ‘Ouro’ na Netflix

Projeto Gemini

Antes de ser “cancelado” após o surto de violência no último Oscar, o astro Will Smith já havia passado por maus bocados em sua carreira no que diz respeito ao resultado de alguns de seus filmes. Afinal, quem pode esquecer bombas como As Loucas Aventuras de James West, Depois da Terra, Esquadrão Suicida e Beleza Oculta? O mais recente fiasco de sua carreira atende pelo título Projeto Gemini. A ideia parecia boa, trazendo um Will Smith atual e calejado para duelar com um Will Smith jovem (através de um efeito visual impressionante) da época de Um Maluco no Pedaço. Na direção, o prestigiado Ang Lee. A crítica apedrejou o longa de 2019, tascando uma aprovação de 26%, e nas bilheterias, com um orçamento de US$138 milhões, o filme recuperou para a Paramount Pictures apenas US$48 milhões nos EUA, e US$173 milhões mundiais numa época pré-pandemia. Mas na Netflix, uma nova geração descobriu o filme e garantiu sua entrada no top 10 da plataforma.

Cópias – De Volta à Vida

Keanu Reeves foi redescoberto pelas novas gerações de fãs do cinema e foi abraçado por eles como o novo muso da internet. Tudo bem, isso já faz alguns anos. O ator parece realmente ser boa-praça, porém, isso não o impede de se envolver em alguns projetos bem duvidosos. Na primeira matéria que fiz sobre os fracassos que se tornam ouro na Netflix, tratei de incluir logo duas produções do muso Reeves. E o astro não passará ileso desta nova matéria. Cópias é uma ficção científica de 2018, aspirante a blockbuster, que morreu na praia em sua passagem pelos cinemas mundiais – com muitos sequer tomando conhecimento de sua existência. Justamente por isso, ao cair nas mãos da Netflix e figurar em seu top 10, chamou nossa atenção. Na história de Frankenstein moderno, Reeves interpreta um cientista obcecado em trazer de volta à vida, na forma de seres artificiais, sua família morta em um acidente de carro. Os críticos que assistiram riram do filme, com 11% de aprovação, e com um orçamento de US$30 milhões, Cópias fez menos de US$10 milhões nas bilheterias mundiais.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Essa superprodução da Universal Pictures de 2016 era para ser o representante de um bom filme baseado num vídeo game. Bem, não foi bem assim. Uma mitologia enorme que é motivo de grande culto por parte dos fãs, os games Warcraft eram tidos como “intransponíveis” para o cinema. Mesmo assim o diretor talentoso Duncan Jones, filho de David Bowie, topou o desafio. E repito mais uma vez que a qualidade das produções aqui não tem nada a ver com seu sucesso de crítica ou público. Às vezes, como é o caso com este filme, a venda é simplesmente muito difícil. A investida foi no estilo de O Senhor dos Anéis, mas em 2016 o hype de uma aventura medieval neste formato talvez já tivesse se esvaído. Com a crítica, Warcraft foi bem mal, com 28% de aprovação. E nas bilheterias a coisa não melhorou muito, já que com um orçamento de US$160 milhões, fez apenas US$47 milhões nos EUA, e de forma mundial melhorou um pouco com US$439 milhões em caixa. Mas na Netflix, o filme conseguiu figurar no top 10 dos mais vistos.

Nunca Mais

Agora voltamos um pouco mais no tempo. Vinte anos no passado para ser mais preciso, para o ano de 2002. É curioso, mas este thriller dramático estrelado pela musa Jennifer Lopez voltou a ser “manchete” ao adentrar o top 10 da Netflix. Quem sabe devido à nova popularidade da cantora latina em seu relacionamento de contos de fada com o ex, Ben Affleck. A trama aqui é uma espécie de “o que aconteceria se em Dormindo com o Inimigo, Julia Roberts resolvesse revidar as pancadas no marido”. Lançado quase dez anos depois do filme citado, a proposta aqui era mostrar que a mulher vítima de abuso doméstico não precisa aguentar calada. É o que faz a personagem principal, que, cansada de apanhar do marido, resolve aprender a luta marcial krav maga e surrá-lo também. Soa perigoso e insano? Sim. E talvez por isso os críticos o tenham recebido com 22% de aprovação. Nas bilheterias, o filme da Sony (Columbia) quase não conseguiu se pagar, e com um orçamento de US$38 milhões, arrecadou US$40 milhões nos EUA, e US$51 milhões totais ao redor do mundo.

A Cura

Que filme é esse, você pergunta? Sim, é verdade, a estadia deste terror foi tão rápida nos cinemas no início de 2017 que a maioria sequer o notou. Mas não importa, pois na Netflix o longa (e bota longa nisso, já que possui 2h 26 minutos de projeção) ganhou sobrevida na Netflix adentrando seu top 10 dos mais vistos. Não pense você, no entanto, que esta é uma produção B qualquer. Com o nome da 20th Century Fox produzindo, o filme marcou o retorno de Gore Verbinski (do ótimo remake americano de O Chamado) ao gênero que o consagrou. O resultado, porém, não foi exatamente o planejado por todos. Muito estiloso em sua forma visual, a história mostra um jovem (Dane DeHaan) se aventurando em descobrir o paradeiro de um colega de trabalho que desapareceu num misterioso spa de bem-estar nos Alpes Suíços. O local, é claro, guarda segredos escabrosos. A Cura custou US$40 milhões e fez apenas US$8 milhões nos EUA, e US$26 milhões mundiais em bilheteria. Já com a crítica, A Cura recebeu 42% de aprovação.

O Justiceiro

A Marvel hoje é a maior potência do cinema, considerada irretocável por muitos fãs. Porém, ao voltarmos para o início de sua ascensão, enquanto ainda tinha muitas de suas propriedades espalhadas por outros estúdios, iremos perceber o quanto foi longo o caminho do estúdio para chegar onde chegou. Um dos primeiros passos foi com este O Justiceiro, uma versão em grande escala do anti-herói de seu universo, cuja narrativa não utiliza nenhum elemento fantástico e cujo tema é considerado muito pesado e deprimente até mesmo pelos fãs. Basicamente a história é a seguinte: o policial Frank Castle (Thomas Jane) tem a família assassinada por mafiosos. Deixado para morrer, ele finge sua morte e ressurge como um justiceiro violentíssimo, eliminando não apenas os que o fizeram mal, mas todo criminoso que cruza seu caminho. O personagem já havia ganhado um longa com ares de filme B em 1989, protagonizado por Dolph Lundgren. Mas seguindo o rastro de X-Men (2000), Homem-Aranha (2002) e HULK (2003), era a vez do Justiceiro estrelar um blockbuster em 2004. Com John Travolta como chamariz no elenco no papel do vilão, o filme naufragou e no Brasil não chegou nem a passar nos cinemas. Com um orçamento de US$33 milhões, o filme viu o mesmo valor em bilheteria nos EUA, e ao redor do mundo um pouco mais com US$54 milhões. A crítica também não gostou, com 29% de aprovação.

Os Mortos Não Morrem

Esse filme parecia não ter como errar. Isso porque fazia a junção de dois elementos que prometiam agradar a gregos e troianos. Os zumbis são as criaturas monstruosas mais populares da cultura pop hoje e continuam a dar frutos. Tudo quanto é tipo de história segue sendo contada envolvendo os comedores de carne humana em realidades apocalípticas. Se pegarmos essa temática e adicionarmos o estilo do diretor indie Jim Jarmusch, extremamente cultuado pelos cinéfilos amantes de “filmes de arte”, o resultado só poderia ser puro ouro. Bem, era o que se esperava. O resultado de Os Mortos Não Morrem, no entanto, foi bem outro. Tido como uma comédia, o filme comete o maior dos pecados do gênero: simplesmente não tem graça. O timing do humor está completamente desligado e as tentativas de humor caem por terra toda vez. Na descrição também temos o terror, mas o filme tampouco dá medo. Com um elenco de peso, de nomes como Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton, Os Mortos Não Morrem é uma experiência apática para sua audiência. Por isso, recebeu 54% de aprovação dos críticos e embora seu orçamento não seja divulgado, fez em bilheteria nos EUA US$6 milhões e US$15 milhões mundiais. Mas na Netflix talvez tenha recuperado um pouco de seu prestígio.

Pequena Grande Vida

Um dos filmes mais “What the Fuck?” de anos recentes, este longa estrelado por Matt Damon está completando 5 anos de seu lançamento em 2022. De fato, essa foi a expressão que usei para defini-lo quando o assisti em primeira mão direto do festival de Toronto. O filme do geralmente eficiente Alexander Payne dá uma verdadeira volta ao mundo, seguindo por todos os lados sem muito foco em suas arrastadíssimas 2h 15 minutos de duração – que parecem intermináveis. Na trama, o personagem de Damon passa por um experimento e diminui fisicamente de tamanho, a fim de cortar um pouco suas despesas. Sua esposa, por outro lado, desiste do combinado e o abandona na hora H. O drama não funciona e nem a comédia, e por isso Pequena Grande Vida recebeu apenas 47% de aprovação dos críticos. A Paramount investiu US$68 milhões no filme, mas viu retorno apenas de US$24 milhões nos EUA, e US$55 milhões mundiais. Já na Netflix… bem, você já sabe.

O Último Caçador de Bruxas

Sabe aquela história de ator de um papel só? Ou ator que só funciona em um filme ou franquia? Pois bem, essa é a história que resume o astro Vin Diesel. Ele até que tenta, e investe em outros tipos de personagens dentro de sua alçada, sempre esperando tirar da manga uma nova franquia para chamar de sua. Mas o fato é: ele só dá certo dentro do universo de Velozes e Furiosos. O mais curioso é que de começo, Diesel não queria ficar preso ao papel de Dom Toretto e disse não para a primeira continuação de Velozes e Furiosos, retornando somente para um ponta no terceiro. A esta altura, o ator já havia entendido que seu lugar era como Toretto na franquia, e a partir do quarto filme, em 2009, não se separariam mais. Voltando para 2015, Diesel, que é um aficionado por fantasia e ficção, resolveu estrelar um pseudo filme de terror, no papel de um caçador de bruxas milenar, vivendo através dos tempos como um Highlander para cumprir sua missão. De quebra o ator ainda teve a oportunidade de contracenar com o grande Michael Caine. A superprodução fez uso de US$90 milhões de orçamento e viu de retorno fraquíssimos US$27 milhões em bilheteria nos EUA – sorte que internacionalmente fez mais US$119 milhões. Com os críticos não houve salvação, com 18% de aprovação.

Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Outro filme que está completando cinco anos de seu lançamento é a comédia escrachada nacional, escrita, produzida e estrelada pelo humorista Danilo Gentili. O comediante e ator já havia estado na “boca do sapo” na época do lançamento do filme nos cinemas, e agora o longa voltou a se envolver em polêmica cinco anos depois de sua estreia, ao adentrar no acervo da Netflix. Para o streaming, qualquer publicidade é boa publicidade e a controvérsia acerca do filme o colocou no top 10 dos mais vistos e comentados. É o famoso tiro no pé de quem é a favor de boicotar ou censurar a arte – sendo que a melhor punição para algo que não gostamos é o esquecimento. Assim como a rede Globo e o STF, Danilo Gentili parece não ter como ganhar no meio desta polarização política que o mundo se vê. Devido ao posicionamento político do humorista, mais voltado para a direita, e também pelo teor politicamente incorreto do longa, o filme foi atacado em sua estreia nos cinemas por jornalistas de ideologia voltada a esquerda. Agora, na Netflix, o boicote veio por parte dos apoiadores do governo, ou seja, da própria direita bolsonarista, em especial devido a uma cena envolvendo a participação de Fábio Porchat e a alusão ao abuso de menores.

‘Objetos Cortantes’: Minissérie da HBO com Amy Adams ganha cartaz

A aguardada série ‘Sharp Objects‘ (‘Objetos Cortantes’), estrelada por Amy Adams, ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

O primeiro dos oito episódios da minissérie estreia em 8 de julho na HBO.

Confira o trailer:

Estrelada pela atriz cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams (Retratos de Família, Dúvida, O Vencedor, O Mestre e Trapaça), a produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.

As primeiras imagens do programa já foram divulgadas:

Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.

Objetos Cortantes é criação de Marti Noxon, produtora de Buffy – A Caça-Vampiros. Produzindo o programa estão Jason Blum, rei do terror atual e cabeça da Blumhouse, o cineasta Jean-Marc Vallée (Big Little Lies), Gillian Flynn, Marti Noxon e a própria Amy Adams.

No elenco, Patricia Clarkson (Ilha do Medo), Lulu Wilson (Annabelle 2) e Sophia Lillis (It: A Coisa) – para quem queria ver Adams interpretando Lillis mais velha no filme do palhaço Pennywise, este talvez seja o prêmio de consolação.

Tubarões no Cinema

Engraçado como os filmes sobre tubarões passaram por uma evolução desde o lançamento do clássico moderno Tubarão, de Steven Spielberg, que completa 40 anos em junho de 2015.

TUBARÕES, com letra maiúscula porque estes seres ganharam notoriedade no âmbito dos vilões não humanos em narrativas de suspense e terror. Neste especial, selecionamos nove filmes sobre eles.

Nem todos eles são bons. Nem todos eles são dignos de serem contemplados numa lista. Mas eis o aviso: aqui não estamos dando ênfase aos melhores filmes sobre tubarões. Nesta lista, vamos traçar um breve panorama histórico dos filmes deste gênero, como uma espécie de catálogo, e no final de cada filme comentado, uma breve crítica estrutural, analisando a forma e o conteúdo de cada produção.

Preparados para sentir medo? Pois então, vamos nessa!

Tubarões: breves definições biológicas e inserção na cultura popular

De acordo com alguns pesquisadores da área de biologia, toda a mitologia acerca dos tubarões começou a ganhar força com o filme lançado por Steven Spielberg no começo dos anos 70. Essa informação consta no documentário O Mistério dos Tubarões, de Paul Spillenger, lançado em 2003. A produção é da National Geographic e mergulha nas profundezas do mar na área da Austrália para buscar compreender como esses seres vivem, contando, inclusive, com histórias pessoais de medo e horror de muitas pessoas que já passaram por apuros com estas criaturas pré-históricas.

Antes de adentrar no universo cinematográfico dos roteiros que investem nos tubarões como os vilões da história, cabe traçar neste especial outro painel bem breve, com definições e conceitos destes seres carregados de mistérios. Façamos de conta, caros leitores, que esta seja uma pequena extensão das suas aulas de biologia.

Tubarão é um tipo de peixe que vive em profundezas de até 2000 metros. Atualmente, são conhecidas 375 espécies ao redor do planeta. Estes animais se alimentam de outros peixes, plâncton e lulas, sendo que alguns, raras exceções, como o tubarão de água doce e o tubarão cabeça-chata vivem tanto em água doce como água salgada.

Os mais temíveis e ferozes são o tubarão branco, tubarão tigre, tubarão azul e tubarão mako, conhecidos na biologia por encabeçarem a lista da cadeia alimentar marinha.

No que tange aos detalhes históricos, até o século XVI, os tubarões eram conhecidos como “cães marinhos”. Foi com a Expansão marítima europeia, avançando pelos mares que permitiu o achamento e registro das terras americanas, por sinal, que estes seres começaram a ser compreendidos e estudados de maneira mais ampla. Segundo oOxford English Dictionary, a conhecida nomenclatura shark foi batizada por Sir John Hawkins, que em 1569, exibiu um espécime em Londres.

Os tubarões podem viver entre 20 e 30 anos no geral, sendo que algumas espécies, como o inofensivo tubarão-baleia, que só assusta pelo tamanho, pode viver até 100 anos. Com olfato e audição apurada, de acordo com alguns cientistas, estes seres dependem muito pouco da visão. Alguns diretores não fazem sequer uma pesquisa básica na internet para entenderem o modo de viver dos tubarões, entregando filmes que beiram o absurdo, como algumas produções que serão apresentadas neste especial, principalmente no âmbito da velocidade alcançada por estes seres. A velocidade média dos tubarões varia entre 19 e 30km /h. Apenas o tubarão-branco e o tubarão-mako atingem velocidade de 50 km/h em momentos de caça, principalmente quando sentem cheiro de sangue no mar.

A figura do tubarão esteve presente durante muito tempo na cultura popular, através das artes, principalmente nos relatos dos contadores de histórias (literatura oral). Existe o mito sobre os tubarões terem medo dos golfinhos. Esta questão foi investigada no documentário MythBusters, do canal Discovery Channel. Um pedaço de carne de foca foi lançado no mar, com um golfinho mecânico nadando bem próximo. No mesmo local, havia um tubarão branco que não se aproximou da carne até o momento em que o golfinho mecânico foi retirado do mar. Um episódio desses reforça a “lenda urbana” de cunho marítimo, mas ainda não há estudos científicos que comprovem essa questão.

Os tubarões habitam o imaginário popular há séculos. De acordo com alguns estudos,Jonas e a Baleia, a passagem bíblica que narra a história de Jonas, que fica dentro do ventre de uma baleia durante três dias e três noites no mar mediterrâneo, pode ter se referido a um tubarão, não a uma baleia. Esse estudo estampa uma edição da revista National Geographic, publicação que sugere ter sido um tubarão-baleia, uma vez que a versão hebraica usa a palavra tannium, que pode se referir a qualquer animal marinho de grande porte. Na seara das artes, há a pintura Watson e o tubarão, de John Singleton Copley (1778) e as obras literárias O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway e Jaws (Mandíbulas, mas Tubarão, aqui no Brasil), de Peter Benchley.


Tubarões e narrativas cinematográficas

Depois do sucesso de Steven Spielberg com Tubarão, muitos realizadores embarcaram na artimanha de colocar os tubarões como vilões sanguinários em suas histórias. A maioria foram produções fracassadas. Os roteiros eram fracos, os protagonistas ruins, os efeitos especiais deploráveis e o mais interessante para um filme de terror/suspense de baixo orçamento ficava de fora: o poder da sugestão. Todos sabem que às vezes, sugerir é melhor do que mostrar explicitamente. A partir de agora, vamos navegar neste mar de ideias sobre tubarões, buscando entender como estes seres foram abordados no cinema.

01 – Tubarão: um filme de vanguarda (1975)

Clássico moderno absoluto. Estreou nos cinemas em 07 de julho de 1975. Recebe essa alcunha por ser um filme de vanguarda. Tudo que foi produzido depois sobre tubarões assassinos tem base neste filme dirigido por Steven Spielberg. A produção ganha dos seus predecessores porque investe em um bom roteiro.

Na sinopse oficial, somos informados que um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

O conflito externo é a presença do tubarão. E o conflito interno foca no xerife local, que tem hidrofobia. Como resolver os problemas da cidade se o vilão da história não é um bandido armado, mas um tubarão que habita as profundezas do mar? O poder da sugestão também faz de Tubarão um bom filme. A música tema de John Williams situa o vilão no enredo, mas nem sempre é mostrado, até mesmo por questões ligadas ao orçamento.

Tubarão foi um filme salvo na sala de montagem. Ganhou o Oscar de melhor som, trilha sonora e edição. Devido aos problemas nas filmagens, Spielberg já estava cansado do processo de produção quando a montadora Verna Fields entrou com as suas atividades e transformou um filme fadado ao fracasso em um sucesso mundial de bilheteria e crítica. Era o preâmbulo da fase dos blockbusters. Alguns estudos alegam que na época, as pessoas ficaram com medo de adentrar no mar ou até mesmo nas praias, receosas em relação aos ataques de tubarões.


02 – Do Fundo do Mar: uma aventura bem orquestrada (2000)

Deliciosamente insano. Pervertido e divertido. O enredo: A Dra. Susan McAlester (Saffron Burrows) está fazendo pesquisa com tubarões, pois pretende através deles descobrir a cura para o Mal de Alzheimer. Russell Franklin (Samuel L. Jackson), um empresário e homem de negócios, é o principal patrocinador, pois doou 200 milhões de dólares para o projeto. Quando um tubarão escapa e ataca um barco, a reação de Russell não é boa, mas Susan consegue reverter a situação e ele decide visitar Aquática, uma antiga base no meio do oceano que foi usada para reabastecimento de submarinos e agora foi convertida em um laboratório. Neste local Susan faz alterações genéticas nos tubarões, deixando-os mais inteligentes, pois precisa que os cérebros deles estejam desenvolvidos, pois a partir daí conseguirá as enzimas necessárias para que sua experiência seja bem sucedida. Mas os tubarões se tornam também mais rápidos e não sentem vontade de colaborar, pois anseiam ir para mar aberto e, para piorar a situação, uma terrível tempestade se abate sobre Aquática.
Funciona? Sim. Apesar dos absurdos, a trama é bem orquestrada pelo diretor Renny Harlin, que prefere a aventura, ao invés de levar o filme muito a sério, defeito de outras produções, como a relatada a seguir.

03 – Terror na Água: uma produção de (muito) mau gosto (2011)

Constrangimento total. Inseriu 3D, mas a produção é um lixo. Sara (Sara Paxton) resolve retornar para sua casa de verão depois de três anos sem ir ao local e leva um grupo de amigos para curtir um período junto com ela. Quando chega à cidade, o passado bate à sua porta porque Dennis (Chris Carmack), seu ex-namorado, ainda guarda forte rancor pela maneira como eles se separaram e os recebe com muita agressividade. Contudo, a casa dela é longe dali, no meio do Lago Crosby e sem qualquer tipo de comunicação. A única coisa que eles não contavam era que esse isolamento poderia representar um grande perigo, uma vez que após um acidente durante a prática de wake board, descobriram que a perda de um braço foi causada pelo ataque de um tubarão enfurecido, sedento de sangue, capaz de destruir até embarcações. Agora, a morte está dentro d’água e eles precisam retornar para a civilização.
Funciona? Não. Apenas um desfile de mortes e efeitos 3D não tão funcionais.

04 – Tubarão Vermelho: de Hollywood à Itália (1986)

Biólogos unem-se ao xerife de uma praia da costa da Flórida para combater um sanguinário monstro marinho, híbrido de tubarão e polvo, que está devorando veranistas e pescadores locais. Uma versão absurda do filme de Spielberg.
Funciona? Não. Além de ser absurda a mutação, até permitida dentro dos parâmetros ficcionais do cinema, as cenas de violência erótica do mestre trash italiano Lamberto Bava não ajudam em nada.


05 – Tubarão 2 – A Vingança: e o velho estereótipo das continuações inferiores (1987)

Passaram-se quatro anos desde que o tubarão branco apavorou a população da, até então, pacífica praia de Amity. Quando tudo parecia mais calmo, uma nova criatura aparece para aterrorizar a região, agora alvo de uma intensa especulação imobiliária. O chefe de polícia Martin Brody (Roy Scheider) vai lutar contra o tempo para salvar toda a população da agressividade desse animal. Parte do elenco está de volta, mas a qualidade não.
Funciona? Sim. Uma continuação inferior, mas que é mais suportável do que todas as imitações fracassadas.


06 – Mar Aberto: os tubarões no episódio cinema verdade (2005)

Mar Aberto é um filme estadunidense baseado na história verídica de um casal de mergulhadores que foi abandonado em alto mar por seu barco quando praticavam mergulho Não é bem um filme sobre tubarões, mas funciona. Segundo relatos documentais, uma espécie do animal marinho foi a responsável pela morte de um dos desaparecidos.
Funciona? Sim. Mar Aberto é cinema verdade de primeira qualidade. Linguagem documental, boa montagem e performance do elenco.

07 – Maré Negra: tubarões ilustrando um drama barato (2012)

Enfadonho, chato e sem rumo. Kate (Halle Berry) é uma mergulhadora profissional que se afastou de seus estudos em alto mar depois que seu mentor sofreu uma trágica morte por causa de um tubarão branco. Ela passava os dias em águas profundas, mas após o acidente ela começou a guiar excursões. Nove anos depois, Kate vê voltar à cidade seu antigo parceiro e ex-namorado Jeff (Olivier Martinez), e ele a impulsiona a abandonar seus medos e a enfrentar o oceano. Só que dessa vez ela passará por um verdadeiro teste de sobrevivência com um feroz predador.
Funciona? Não. Muito lento, sem grandes emoções e direção irregular de John Stockwell.

08 – O Ataque do Tubarão de Duas Cabeças: sem palavras… (2012)

É difícil ficar sem ter o que dizer com um filme. Mas esta pérola inclui tsunamis, tramas paralelas sem nenhuma ligação pertinente com o eixo central. Horrível. Durante um curso de navegação marítima, o professor Babish e seus alunos acabam enfrentando grandes problemas depois que uma carcaça de tubarão fica presa na hélice do motor e danifica o barco. Na tentativa de consertar, uma pessoa acaba morta por um tubarão diferente, que possui duas cabeças e é mais ágil do que qualquer outra criatura que eles conheçam.
Funciona? Depende. Se você quiser rir muito dos absurdos, veja por curiosidade. De preferência, acompanhado dos amigos. Será diversão garantida. Esse filme ocupa a pré-salinidade da ruindade dos filmes de terror. Muito… Muito ruim.

09 – A Isca: o mesmo segmento, mas uma história com melhor desenvoltura (2012)

Um grupo enfrenta tubarões em um supermercado após um tsunami fazer os mares invadir uma cidade na costa da Austrália. Parece ruim, mas as subtramas bem desenvolvidas e os bons efeitos especiais garantem uma diversão mais coerente e coesa. Indicado.
Funciona? Sim. Parece ruim, mas as subtramas bem desenvolvidas e os bons efeitos especiais garantem uma diversão mais coerente e coesa. Indicado.


Pronto. Nosso especial chega ao fim. Vamos aguardar o próximo filme sobre tubarões: dessa vez, a trama vai apostar em tubarões dentro de um tornado. A aventura parece roteirizada por alguém com doses cavalares de nonsense. Vamos aguardar.

Crítica | ‘Os Enforcados’ – Um FILMAÇO brasileiro que mostra o alto da pirâmide da criminalidade

Apontando o dedo para o alto da pirâmide da criminalidade, o novo trabalho do cineasta Fernando Coimbra – também diretor do excelente O Lobo Atrás da Porta – é um ousado passeio por ações violentas, tramoias sangrentas, tendo no centro das atenções um casal inescrupuloso que entra numa espiral de ascensão e queda na organização criminosa familiar que fazem parte. Selecionado para o Festival do Rio 2024, o projeto tem uma narrativa pulsante, encostando no tragicômico e mantendo-se firme no discurso que logo se mostra uma contundente crítica social com mais que respingos na atualidade.

Na trama, ambientada no Rio de Janeiro atual dominado pelo poder de criminosos, conhecemos Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos), um casal, parceiros de planos, que vivem abraçados a uma família de crime, ligada ao jogo do bicho e lavagem de dinheiro. Quando resolvem dar um passo nessa hierarquia, cruzando uma série de limites, planejam o que acham ser um plano perfeito. Só que uma série de consequências desse ato tomam conta dos próximos passos desse recorte rumo ao caos.

Coimbra não alivia ao mostrar os detalhes dessa caminhada rumo à ruína, se joga numa reta de ousadia quebrando os paradigmas familiares, adicionando a crítica social focada no poder corrupto, usando o chocar para criar a tensão e reflexão. Um dos elementos importantes, é a composição e desenvolvimento dos personagens, que encontram suas camadas em um tour pelo psicológico dominados pela inconsequência, envoltos num estado de alerta constante chegando até a validação da iminência onde a ciranda do poder pode girar a qualquer momento.

Para validar o forte impacto das cenas, uma direção de arte impecável se torna quase um personagem, um espelho complementar do que vivem e sentem os personagens – brilhantemente interpretados por Irandhir Santos e Leandra Leal. Sem alívio para as ações inescrupulosas e batendo forte na tecla de uma elite corrupta que se acha intocável, toda essa atmosfera criada deixa o público atento e surpreso ao longo das duas horas de projeção.

Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, Os Enforcados tem como carta na manga a imprevisibilidade, algo que soma demais à narrativa, se consolidando através do caos de ações desenfreadas e do minucioso olhar para quem comanda o crime como um forte retrato de nossa sociedade. Saímos da sessão com uma certeza: os vivos assustam muito mais que os mortos!

Crítica Netflix | À Queima Roupa: É divertido, mas não o leve tão a sério

Entre Segurança em Jogo e The OA existe um universo cinematográfico de produções da Netflix com grandes atores e um fraco desempenho narrativo. Ironicamente, a gigante do streaming sofre para sustentar um equilíbrio saudável em seus longas-metragens, entregando obras esquecíveis, apagáveis e muitas vezes entediantes. Mas como quem não se cansa em investir naquilo que possui seu selo, a empresa recheia sua grade de programação com seus próprios conteúdos, à medida que também se prepara para se despedir de grandes títulos populares da Marvel, DC e Warner, quando seus respectivos streamings forem lançados. E nessa corrida, somos apresentados ao filme À Queima Roupa, que embora não seja uma obra-prima, entrega muito mais que tantas outras originais da Netflix.

Mesclando os gêneros thriller e ação, com algumas pitadas de humor, o longa dirigido por Joe Lynch não é essencialmente um primor em si, mas consegue corresponder às expectativas de um público que busca apenas se divertir em uma pacata tarde de domingo. Com uma narrativa que, inicialmente, se apresenta com um certo nível de seriedade, a atmosfera da trama logo é adaptada, abrindo precedentes para um alívio cômico que ajuda a ponderar o decorrer dos fatos, trazendo pequenas referências da cultura POP que – vez outra – nos remetem aos filmes buddy cop dos anos 90. Com uma direção simples, que executa com tranquilidade as cenas mais agitadas, À Queima Roupa surpreende aqueles com menor expectativa, tornando a experiência mais prazerosa do que inicialmente se esperava.

Com Anthony Mackie à frente do elenco, compartilhando seu tempo de tela com Frank Grillo, a produção entrega uma história que distorce o conceito estático de mocinhos e vilões, abordando personagens cheios de nuances e que tendem a cruzar a famosa linha tênue que distingue caráter, personalidade e postura. Explorando a corrupção policial e as consequências de um sistema carcerário às vezes injusto, À Queima Roupa possui um ritmo acelerado, sabe usar o seu tempo de tela e o faz de maneira despreocupada, à vontade para contar uma história que não precisa ser levada tão a sério assim.

Com uma trilha sonora com ares nostálgicos, a produção acerta na construção de seus personagens e nos contrastes estabelecidos entre todos eles, permitindo que haja um certo nível de conexão e até mesmo identificação com a audiência – ainda que tudo seja de forma bem perene e rasa. Mesmo assim, como um filme de ação que tem aroma de blockbuster, À Queima Roupa acaba se transformando em uma inesperada surpresa, diante de tantas decepções que boa parte das produções originais da Netflix proporcionaram aos fãs.

Apresentando um final piegas, porém honroso, o filme adapta a versão original francesa, dirigida por Fred Cavayé, à sua própria maneira. Intercalando seu roteiro entre a despretensão e uma certa dramaticidade, À Queima Roupa não segue pelo mesmo fracassado caminho que outras adaptações de filmes europeus percorreram, como é o caso de Amigos Para Sempre (baseado em Intocáveis), embora também não seja um filme memorável. Potencialmente divertido e – ironicamente – leve, a produção cumpre o seu papel como um mero entretenimento e também é uma boa escolha para quem já cansou de zapear na Netflix, sem saber o que assistir para desestressar. Com uma narrativa simples, mas trabalhada adequadamente, À Queima Roupa é o tipo de filme que não precisa ser perfeito, apenas crível. E isso ele realmente consegue ser.

‘Mulan’: Apenas 15% dos usuários da Disney+ estão dispostos a pagar US$ 30 para assistir o remake

O anúncio de que Mulan será lançado na plataforma de streaming Disney+ pelo valor de US$30 surpreendeu a todos e a decisão continua gerando controvérsia com boa parte dos usuários, que aprovaram a estratégia, mas não o altíssimo preço.

Os portais Variety e ComicBook.com fizeram uma enquete por meio do Twitter, a fim de ponderar qual o nível de interesse dos usuários do streaming em pagar o valor para adquirir o filme, mesmo já sendo um assinante da plataforma.

E em ambas as pesquisas o nível de rejeição foi altíssimo. Ao serem questionados pelo ComickBook se alugariam Mulan por US$30, 84,6% dos internautas votaram em “não”, com apenas 15,4 votando “sim”.

A pesquisa da Variety obteve resultados bem semelhantes, com 85,3% dos votantes se posicionando contra e 14,7% a favor.

Confira:

Na ocasião da pesquisa, alguns internautas foram ainda mais além e afirmaram que se o filme disponível para aluguel fosse de fato ‘Viúva-Negra‘, eles estariam dispostos a pagar o valor US$30.

De acordo com o portal Variety, apesar de muitos analistas acharem que o cancelamento da estreia nos cinemas teria impacto negativo para a empresa, o anúncio fez o oposto.

No início da manhã de quarta-feira (05), as ações da Disney saltaram mais de 10%, indicando que os investidores estão confiantes nessa nova estratégia.

O analista do Morgan Stanley, Ben Swinburne, disse:

“Tanto pelo sucesso do (Disney Plus) quanto pela necessidade (interrupção do COVID-19), a Disney está se movendo para levar sua estratégia de streaming a novos níveis de investimento e crescimento… A execução tanto em conteúdo quanto em tecnologia será necessária.”

Mulan, que custou mais de US$ 200 milhões, será lançado diretamente no Disney+ no dia 04 de setembro. Como o lançamento é premium, os assinantes terão que pagar mais US$ 29.99 para assistir ao filme.

O estúdio ainda planeja manter o lançamento nos cinemas internacionais. A Disney está discutindo lançar a produção nos cinemas chineses antes mesmo de ‘Tenet‘, que estreia no próximo mês por lá.

Vale lembrar que a China já reabriu seus cinemas há cerca de 15 dias, em regiões com baixo risco de contágio por coronavírus. Mais de 50% dos estabelecimentos estão em funcionamento com 30% da capacidade para atender as exigências sanitárias.

No Brasil, a Disney ainda não se decidiu quanto ao destino do live-action. Se os cinemas nacionais abrirem antes do lançamento do Disney+, que tem estreia prevista por aqui apenas em Novembro, o estúdio provavelmente decidirá lançar a produção nas telonas.

Como a previsão de abertura dos cinemas nacionais é em setembro, seguindo as diretrizes da OMS, existe uma grande possibilidade da produção ser lançada nos cinemas antes de chegar ao streaming da Disney.

“Nos últimos meses, ficou claro que nada pode ser definido com solidez quando se trata de lançamento de filmes durante uma crise sanitária global, e hoje isso significa pausar nossos planos de lançamento de Mulan, conforme descobrimos a melhor maneira de levar essa produção para o mundo inteiro”diz a declaração.

Sobre o remake

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

‘Desaparecido para Sempre’: Minissérie da Netflix ganha misterioso trailer dublado; Assista!

A nova minissérie francesa da Netflix, ‘Desaparecido para Sempre‘, ganhou um misterioso trailer dublado.

No vídeo promocional, Guillaume Lucchesi tenta encontrar a sua amada, após o seu sinistro desaparecimento.

Confira:

Na trama, dez anos depois de perder as duas pessoas que mais amava, Guillaume Lucchesi se envolve em mais um mistério quando a namorada desaparece sem deixar rastros.

Vincent Poymiro e David Elkaïm assinam a criação da produção.

Finnegan Oldfield, Nicolas Duvauchelle, Guillaume Gouix, Garance Marillier e Nailia Harzoune estrelam a minissérie.

‘Left Seat’: Michelle Rodriguez e Richard Gere vão estrelar thriller de sobrevivência aérea

Michelle Rodriguez, conhecida mundialmente pela franquia ‘Velozes e Furiosos’, e Richard Gere, atualmente em destaque na série ‘A Agência‘, foram escalados para estrelar o thriller de sobrevivência aérea ‘Left Seat’, novo projeto do cineasta Ben Younger (‘Sangue Pela Glória‘). A nov.idade foi anunciada com exclusividade pelo Deadline.

O longa acompanha uma representante farmacêutica (Rodriguez) que precisa assumir o controle de um avião de pequeno porte depois que o piloto perde a consciência no meio do voo. Sozinha a bordo, ela depende da ajuda de um desconhecido (Gere), que a orienta pelo rádio enquanto ela tenta atravessar tempestades perigosas e pousar a aeronave antes que o combustível acabe.

O roteiro é assinado por David M. Crabtree, com revisões do próprio Younger, que também dirige o filme.

O longa é produzido por Jason Michael Berman, ex-presidente da Mandalay Pictures, por meio de sua nova empresa A/Vantage Pictures. Ele tem no currículo projetos como ‘Air: A História Por Trás do Logo‘, dirigido por Ben Affleck, e ‘O Nascimento de uma Nação‘.

Também assinam como produtores, David M. Crabtree e Ben Younger, com produção executiva de Peter Guber (Mandalay Pictures), Matthew Lindner e Jordan Moldo (ambos da A/Vantage Pictures).

Por meio de um comunicado oficial, Berman comemorou o novo projeto:

“Estou empolgado por trazer à vida o roteiro brilhante de David M. Crabtree, que oferece uma experiência visceral e emocional. Ter Ben Younger dirigindo e reescrevendo o projeto traz ainda mais autenticidade, já que, além de ser um cineasta talentoso, Ben também é piloto na vida real. E contar com Michelle Rodriguez e Richard Gere neste filme é, sem dúvida, um sonho realizado”. 

As vendas internacionais do longa estão a cargo da Anton, enquanto a WME Independent cuida dos direitos na América do Norte. ‘Left Seat’ será oficialmente apresentado no Marché du Film à procura de um distribuidor internacional, durante o Festival de Cannes.

‘Uma Dobra no Tempo’: Nova fantasia da Disney ganha belíssimo trailer; Assista!

A Disney liberou um novo e belíssimo trailer da fantasia Uma Dobra no Tempo, dirigido por Ava DuVernay .

Assista:

A direção é de Ava DuVernay (‘Selma’), que com essa produção se tornou a terceira mulher a dirigir um projeto cinematográfico com orçamento acima dos US$ 100 milhões (a primeira foi a diretora de ‘Frozen‘ e a segunda foi a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘)

A história gira em torno da família Murry, mostrando o patriarca da família (Chris Pine) e suas pesquisas sobre viagens no tempo, até que ele desaparece misteriosamente. Com isso, Meg (Storm Reid) e companhia, partem em uma grande aventura para procurar seu pai.

O filme deve mostrar diversas criaturas sobrenaturais e uma delas será interpretada pela apresentadora Oprah Winfrey.

O elenco ainda conta com Reese Witherspoon. A estreia acontece dia 9 de março de 2018.

‘Venom’: Ilustrador imagina como seria o visual do Carnificina de Woody Harrelson

Após o lançamento do novo trailer de Venom, o ilustrador BossLogic publicou nas redes sociais uma montagem na qual imagina o visual do Carnificina. Confira o resultado:

A Sony Pictures acabou de liberar o novo cartaz de ‘Venom‘. E a arte está sensacional!

Confira, junto com o novo trailer:

 

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom HardyMichelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel(’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi AradMatt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer(‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Felicidade Por Um Fio’: Comédia romântica da Netflix sobre empoderamento feminino ganha trailer

Já está disponível na Netflix o emocionante Felicidade por um Fio(Nappily Ever After), drama mesclado com comédia sobre empoderamento feminino, estrelado por Lyriq Bent (Regresso do Mal). Confira o trailer:

A trama narra a história de Violet Jones, uma mulher que sempre teve a vida perfeita, porém procurava motivos para reclamar da mesma. Só que, certo dia, um acidente ocorre em seu cabeleireiro, dando motivo para ela reclamar de toda situação, e é nesse momento que ela descobre está vivendo a vida como ela deveria viver e não como ela realmente gostaria.

O longa é uma adaptação de um livro do mesmo título, escrito por Trisha Thomas, em 2000.

Felicidade Por Um Fio já está disponível na Netflix.

10 curiosidades de ‘Jurassic Park’, o clássico que reinventou os Blockbusters no cinema

Lançado em 1993, Jurassic Park foi responsável por uma verdadeira reinvenção no cinema de entretenimento. Os efeitos revolucionários do filme e a trama envolvente elevaram o sarrafo dos blockbusters, que passaram a investir milhões em efeitos visuais e em roteiros mais dinâmicos e ousados.

jurassic park

Sucesso de crítica e bilheteria, o filme atravessa gerações, fazendo com que crianças e adultos se apaixonem pelos dinossauros a cada nova assistida, o que rendeu ao filme um fandom muito fiel. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Impacto na vida real

A paleontologia foi uma área da ciência que perdeu o interesse infantil durante a Corrida Espacial e nos anos que se seguiram. Porém, segundo o  Dr. Nate Smith, do Departamento de Dinossauros do Museu de História Natural americano, “A estreia de Jurassic Park gerou muito interesse entre jovens que queriam se tornar paleontólogos e entrar na área”. Desde a estreia do filme, novas gerações de paleontólogos se formaram e o número de descobertas de fósseis de novas espécies saltou para aproximadamente 50 por ano.

A arte imita a vida

Parte importante da trama do filme é que a Ilha Nublar é atingida por uma tempestade tropical que deixa o elenco isolado do resto da civilização em meio à debandada dos dinossauros. Gravado em Kauai, no Havaí, Jurassic Park enfrentou seu próprio desafio climático. Durante as filmagens do longa, o Havaí foi afetado pelo furacão Iniki, em setembro de 1992. O evento climático destruiu cenários e fez com que a produção mudasse sua locação para o icônico Rancho Kualoa, também no Havaí.

Coisa pouca

O furacão afetou também o elenco e os membros da produção do filme, que tiveram de deixar seus quartos no meio da noite para se concentrarem no salão de baile do hotel onde estavam hospedados, por questões de segurança. No entanto, um ator não obedeceu o protocolo de segurança e dormiu que nem pedra no quarto do hotel durante a passagem do furacão: Sir Richard Attenborough (John Hammond). Perguntado se estava tudo bem, ele disse que um furacão não era nada comparado ao que ele viveu durante a Segunda Guerra Mundial, quando serviu à Força Aérea Britânica.

Era mais legal assim

Uma das grandes questões do filme é o motivo do parque se chamar ‘Jurassic Park’ se a maioria das espécies que estavam no passeio eram do período Cretáceo. Questionado sobre o assunto, o autor do livro – e roteirista do filme – Michael Crichton respondeu que nunca tinha parado para pensar nisso, e que sua escolha pelo título se baseou na melhor sonoridade para a obra. Jurassic Park soava mais legal que Cretaceous Park.

Ferramenta de roteiro

Por falar em “mais legal”, um dos personagens mais carismáticos do filme surgiu justamente como uma ferramenta de roteiro para deixar a trama mais fluída e legal: o Senhor DNA. O diretor Steven Spielberg achava que ficaria muito enfadonho adaptar a parte científica do livro para o filme e veio com a ideia de trazer um “guia de parque” que pudesse condensar a parte complexa em um passeio simples de alguns minutos. Deu certo!

Cientificamente incorreto

Steven Spielberg não estava muito preocupado com fidelidade às espécies na vida real. Na verdade, o diretor queria que os Velociraptores tivessem mais de 3 metros de altura para deixá-los ainda mais assustadores. No fim, ele acabou aceitando que os Raptores tivessem “apenas” 2 metros, tomando como base a espécie Utahraptor. Na vida real, os Velociraptores tinha cerca de 1.2 metros de altura, o que não seria tão ameaçador assim. De qualquer forma, o diretor manteve algumas liberdades criativas, como os Raptores se comunicarem ao estilo “código morse”, batendo as garras contra o chão.

Queridinho

Os Raptores gigantes e extremamente inteligentes viraram o xodó de Steven Spielberg, que distribuiu réplicas autografadas por ele mesmo para todo o elenco do filme. A atriz Ariana Richards (Lex), por exemplo, deixou a dela exposta no portão de casa. Ela chegou a dizer que assustava convidados e servia como um tipo de cão de guarda. Já Laura Dern (Dra. Ellie Sattler) deixou a dela ao lado do berço do filho bebê.

Gritaria

O teste para o papel de Lex consistia na capacidade vocal das atrizes para darem gritos de puro desespero. A atriz Ariana Richards revelou que seu teste se resumiu a gritar desesperadamente contra a câmera e que ouviu depois “que Steven tinha visto os testes de outras garotas por vídeo naquele dia, e fui a única que acordou a esposa dele, que estava dormindo do sofá. Ela veio correndo pelo corredor para ver se as crianças estavam bem”. Vale ressaltar que a esposa de Spielberg, Kate Capshaw, foi submetida a um teste parecido para conseguir seu papel em Indiana Jones e o Templo da Perdição.

Como seria?

O diretor James Cameron (Avatar) era um dos maiores interessados em fazer a adaptação de Jurassic Park. Porém, segundo ele, os direitos foram comprados “algumas horas” antes de conseguir dar seu lance. Ainda assim depois de assistir o filme nos cinemas, Cameron admitiu que Steven Spielberg era a melhor escolha possível. Cameron disse que sua versão seria voltada para a violência, o que impediria que o filme se tornasse tão popular dentre o público infantil. para dirigi-lo, já que sua versão teria sido muito mais violenta (“Aliens: O Resgate (1986) com dinossauros”), o que “não teria sido justo” com crianças que se identificam com dinossauros.

Referência

Mesmo não tendo dirigido o filme, James Cameron se tornou um grande influenciador dos rumos que o longa tomou. Isso porque a escolha de Spielberg por fechar com o lendário Stan Winston para criar os dinossauros animatrônicos se deu após o diretor se apaixonar pela Rainha da colmeia dos Xenomorfos em Aliens: O Resgate (1986). Além disso, a computação gráfica de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), de Cameron, serviu como base para o desenvolvimento dos efeitos digitais dos dinossauros.

Jurassic Park está disponível nos catálogos do Amazon Prime Video e do HBO Max.

Dan Aykroyd está confiante que Bill Murray estará em ‘Caça-Fantasmas 3’

A Sony pelo jeito está encaminhando uma sequência para ‘Caça-Fantasmas‘ com o retorno da formação original após o fracasso do soft reboot lançado em 2016 com um novo elenco.

O roteirista e ator Dan Aykroyd ofereceu uma entrevista para o The Big Interview na qual afirma que o roteiro já está em desenvolvimento, além de acreditar que Bill Murray também deve retornar para o elenco.

“Acho que temos uma história que funciona. Está sendo escrita por um ótimo cineasta, mas não posso dizer os nomes, porém são um bom time. Eles estão fazendo um grande esforço em trazer o espírito e emoção dos dois primeiros filmes e adaptando para o século XXI. Também acho que Billy voltará porque a história é tão boa. Ele virá. Nem que seja para interpretar um fantasma. Não sei.”

Bill Murray é conhecido por sempre rejeitar retornar a papéis consagrados. Um dos quais que ele oferece maior resistência é justamente o de Peter Venkman, protagonista dos filmes.

Por enquanto, ainda não há nenhuma confirmação oficial da Sony sobre o filme estar em pré-produção.

‘Indiana Jones 5’: Filme ganha novo roteirista; história anterior foi abandonada

Desde que a Disney e a Lucasfilm anunciaram que iriam trabalhar em uma nova entrada da famosa franquia Indiana Jones, os fãs começaram a se perguntar qual seria a próxima aventura do corajoso arqueologista. Porém, as únicas informações reveladas desde a confirmação do filme foram que Harrison Ford retornaria como o personagem-título e que Steven Spielberg ficaria responsável pela direção.

Segundo uma nova reportagem do site Making Star WarsIndiana Jones 5’ sofreu um atraso e contratou Dan Fogelman, criador de This Is Us, para reescrever completamente o roteiro, jogando fora a narrativa de Jon Kasdan (Solo: Uma História Star Wars).

De acordo com informações do site ComingSoon, o longa não chegará mais aos cinemas em julho de 2020, como vinha sendo planejado pela Disney, mas sim em 9 de julho de 2021.

Chris Pratt pode coestrelar o filme.

Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’

Os quatro filmes anteriores renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

‘Thor: Amor e Trovão’: Galactus aparece em incrível arte de fã; Confira!

‘Thor: Amor e Trovão’ foi um dos grande anúncios feitos pela Marvel alguns meses atrás e, agora, o perfil do Instagram Dr. ARTIST compartilhou uma incrível fan-art que prenuncia a chegada do vilão Galactus, também conhecido como Devorador de Mundos.

Confira:

O filme estreia em 05 de novembro de 2021.

Taika Waititi retornará à direção da sequência.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson, e Kat Dennings.

‘Intelligence’: David Schwimmer estampa nova imagem oficial da comédia; Confira!

O serviço de streaming Peacock divulgou uma nova imagem oficial de Intelligence, série de comédia estrelada por David Schwimmer.

Confira:

A produção foi criada por Nick Mohammed, que também assina o roteiro.

A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.

Mohammed, Sylvestra Le TouzelGana BayarsaikhanJane Stanness completam o elenco.

Intelligence estreia no dia 15 de julho.

‘WandaVision’: Depois do trailer, confira as novas imagens oficiais da nova série do Disney+

Depois do incrível trailer oficial, o Disney+ divulgou novas imagens promocionais de sua vindoura série ‘WandaVision’.

Confira:

 
 
 
 
 
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Segundo o jornalista Borys Kit, do The Hollywood Reporter, a produção ainda chegará ao Disney+ em dezembro de 2020 – diferente do adiamento para 2021, conforme previamente anunciado.

Confira:

“Fiz uma correção no artigo dizendo que ‘WandaVision’ será lançada em 2020. Obrigado aos Brandon por me deixarem informados”, diz a postagem.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Cidade Invisível | Qual a verdadeira história de Eric e o que podemos esperar da 2ª temporada?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Cidade Invisíveltornou-se uma das novas sensações da Netflix, por apresentar ao público uma interessante história que celebra o folclore brasileiro de uma forma contemporânea e irreverente. Apesar dos deslizes rítmicos e narrativos, a introdução de uma mitologia local ao cenário mainstream foi uma jogada de mestre da gigante de streaming e levantou diversas internas e externas, fosse em relação às investidas originais para a indústria do entretenimento nacional, fossem em relação ao futuro da própria série.

A história mistura realidade e fantasia e nos transporta para os dias de hoje, na cidade do Rio de Janeiro, onde um problemático policial ambiental chamado Eric (Marco Pigossi) lida com o trágico falecimento da esposa e descobre que sua morte pode estar relacionada com um místico mundo que se esconde bem à vista: a das entidades folclóricas.

Resolvendo investigar por conta própria, Eric cruza caminho com perigosas criaturas que também estão sendo caçadas por uma força maligna que despertou nos confins da Floresta do Cedro e quer vingança. Ele, então, conhece a poderosa Cuca (Alessandra Negrini), disfarçada sob o alter-ego de Inês; o temível Tutu (Jimmy London), apelido de Tutu Marambá; a sensual Camila (Jessica Cores), que saiu das águas como Iara e agora fica sob tutela de Cuca como cantora de um bar; e muitos outros. Mas o principal é que Eric descobre que é filho de Manaus (Victor Sparapane), um charmoso homem que, na verdade, é o Boto Cor-de-Rosa. E o que isso representa para o seu futuro?

A produção estende-se por apenas sete episódios e, enquanto faz um bom trabalho em sintetizar o que poderia cair em diversos furos, investe em peso em reviravoltas constantes e que se tornam cansativas – mas ainda assim reserva um tempo para abrir ganchos para uma possível segunda temporada caso a Netflix a renove.

QUEM É ERIC? E QUEM É GABRIELA?

Eric é o filho do Boto Cor-de-Rosa, isso já nos é mostrado desde o quarto capítulo. Mas dizer que ele apenas é sangue do sangue de uma antiga e poderosa entidade é ser simplista demais – afinal, ele também deve estar, de alguma forma, conectado com a magia que rodeia esses lendários personagens.

Pouco antes do season finale, Eric se torna alvo do Corpo-Seco, uma criatura demoníaca que foi cuspida de volta do seu túmulo após ser rejeitada tantos pelo Paraíso quanto pelo Inferno. A aparição, alma podre de um caçador que foi assassinado pelo Curupira (Fábio Lago), quer vingança contra as lendas do folclore que se escondem por aí e, ao possuir o corpo do policial protagonista, se vê apto a concluir sua jornada e a exterminar quem outrora lhe fez mal.

Felizmente, Cuca e os outros personagens conseguem se unir para impedi-lo do receptáculo humano – e Eric, num ato de heroísmo, tenta se matar para expulsá-lo de vez de seu sofrimento eterno. Entretanto, as coisas não são tão simples assim: no purgatório, ele se reúne com a falecida esposa, Gabriela (Julia Konrad), apenas para entender que sua jornada estava apenas começando e que seu caminho ainda era longo. Afinal, ele agora era parte de uma tribo milenar e mítica. Mas de que forma?

As perguntas são muitas – e as respostas, praticamente inexistentes. Gabriela teve um contato profundo com a comunidade ribeirinhas e com as crenças mitológicas, provavelmente sendo arrastada pelo vigoroso defensor das entidades, Ciço (José Dumont), e passando por uma metafísica compreensão shakespeariana de que “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”. Talvez ela fosse parte de algo maior, talvez precisasse de um empurrãozinho para se recordar de que também pertencia àquele universo – e estivesse entre nós por determinado momento e para ajudar seu marido e sua filha, ainda que indiretamente.

E Eric? Bom, talvez Raphel Draccon e Carolina Munhóz, dois expoentes da literatura fantástica brasileira, estejam guardando reviravoltas para os episódios futuros e resolvam criar uma história de origem para o protagonista. Afinal, diversas criaturas do folclore ainda não deram as caras – e só podemos esperar que, seguindo os passos de produções similares, eles apareçam e alimentem o ousado panteão construído e distorcido.

O QUE ESPERAR DA 2ª TEMPORADA?

Dentre as várias perguntas a serem respondidas, inclusive qual a jornada que Eric irá trilhar a partir de sua “ressureição”. De certa forma – e considerando sua profunda conexão com esse imbatível e perigoso cosmos -, é possível que ele insurja como arauto de uma grande guerra entre tradição e progresso, vida e morte, realidade e fantasia que tomará proporções catastróficas. Sua presença como “guerreiro”, se é que essa é a palavra correta a ser usada, é um agouro de mudança e pode (e deve) ser utilizado com cautela.

E quanto aos personagens? Diversas lendas famosas ainda não foram trazidas para a nova série da Netflix – algo que nos deixou sedento por mais. É claro que jogá-las sem mais nem menos não era um caminho produtivo, motivo pelo qual a cruel decisão de focar em apenas algumas lendas foi tomada. Criaturas como a Mula sem Cabeça, o Caipora, o Boitatá, o Lobisomem e o Negrinho do Pastoreio são alguns dos ícones que permeiam o imaginário popular e merecem destaque nas vindouras temporadas – isso sem mencionar os contos menos conhecidos e que volta e meia são trazidos de volta à vida.

Em um âmbito menos envolvente – e talvez um dos principais problemas da série -, temos as consequências rodeando as tramas policiais e políticas de Cidade Invisível. Ivo (Rafael Sieg), chefe do departamento onde Eric trabalha, deve continuar investigando as múltiplas acusações de assassinato de seu funcionário e, quem sabe, enfrentar algo muito além de sua compreensão. Ademais, temos o conflito entre a comunidade ribeirinha e a corporação administrada pelo Dr. Afonso (Rubens Caribé), que perdeu o apoio da população e provavelmente irá recorrer a outros meios para conseguir o que deseja (e vingar a morte do pai, Antunes).

E você? O que espera do 2º ano da série?

HBO Max chegou ao Brasil! Confira 10 séries que você já pode maratonar

Após meses de espera, a HBO Max finalmente chegou ao Brasil, neste último dia 29 de junho – e o catálogo da plataforma de streaming vem recheado de grandes produções do cinema e da televisão.

Os assinantes, que foram presenteados com uma mensalidade com 50% de desconto no plano mensal (pagando R$9,95 no plano Mobile e R$13,95 no Multitelas), têm uma variabilidade considerável de títulos para conferir e, para ajudar você a escolher o que ver primeiro, separamos uma breve lista com dez séries icônicas para maratonar nesse próximo final de semana.

Confira:

FRIENDS (1994 – 2004)

A aclamada e premiada sitcom Friends é uma das produções mais queridas de todos os tempos e, agora, os fãs poderão se divertir com a vida de Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey na HBO Max. As dez temporadas da comédia, bem como a reunião especial transmitida há algumas semanas, estão disponíveis no catálogo da plataforma.

THE FLIGHT ATTENDANT (2020 – PRESENTE)

A produção original do serviço de streaming veio sem muito alvoroço e logo caiu no gosto da crítica, conquistando nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e levando para casa uma quantidade considerável de prêmios. Estrelada por Kaley Cuoco na melhor atuação de sua carreira, The Flight Attendant é uma dramédia que gira em torno de uma comissária de bordo que acorda de ressaca num quarto de hotel em Dubai com um cadáver deitado ao lado dela. Temendo chamar a polícia, ela continua a viver o dia como se nada tivesse acontecido, juntando-se aos colegas de trabalho e embarcando para Nova York. Lá ela é recebida por agentes do FBI e passa a se perguntar se realmente é uma assassina.

RAISED BY WOLVES (2020 – PRESENTE)

Na elogiada série produzida por Ridley Scott, dois andróides são encarregados de tomar conta de filhos humanos em um misterioso planeta pouco povoado. Como o futuro da humanidade passa a ser ameaçado por diferenças religiosas, os robôs aprendem que controlar as crenças dos homens é uma tarefa muito difícil.

VENENO (2020)

Baseado no livro de memórias Cristina Ortiz, a série gira em torno de uma jovem estudante de jornalismo chamada Valeria que descobre ter mais em comum com a icônica cantora La Veneno que acredita. As duas mulheres nasceram em tempos bastante diferentes, mas suas histórias se entrelaçam quando ela escreve um livro sobre a performer. Conforme aprende mais sobre ela, Valeria descobre quem é sua família de verdade, como amar a si mesma e o impacto da mídia de massa na vida da enigmática performer.

RICK E MORTY (2013 – PRESENTE)

A ovacionada animação adulta ‘Rick e Morty’ retornou há poucas semanas para sua 5ª temporada – e coube apenas à HBO Max transmiti-la ao mesmo tempo que as plataformas internacionais. A narrativa antológica é centrada nos dois personagens principais, um avô e um neto, que partem em aventuras sci-fi pelo universo e enfrentam dilemas sobre si mesmos e sobre os outros enquanto descobrem quem realmente são.

SEX AND THE CITY (1998 – 2004)

Dona de quatro estatuetas do Emmy Awards, incluindo Melhor Série de Comédia, Sex and the City também estourou no final dos anos 1990 e carrega um legado majestoso até os dias de hoje. A história, ambientada em Nova York, é centrada por quatro mulheres solteiras, bonitas e confiantes que são melhores amigas: Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), uma colunista e narradora da série; Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), uma advogada determinada, que deseja sucesso na carreira e na vida amorosa. Charlotte York (Kristin Davis), comerciante de arte vinda de uma família rica que é insegura sobre si mesma; e Samantha Jones (Kim Cattrall), uma loira fatal que está sempre à procura de um bom partido.

GAME OF THRONES (2011 – 2019)

A lendária série Game of Thrones, considerada por muitos como uma das melhores já feitas na história da televisão, também está disponível no catálogo da plataforma. Tendo levado para casa nada menos que 59 estatuetas do Emmy, a narrativa é ambientada no mundo fictício de Westeros e, aliando drama, fantasia e ação, foca o enredo em diversos personagens que lutam por um mesmo objetivo: conquistar o Trono de Ferro.

PATRULHA DO DESTINO (2019 – PRESENTE)

A ovacionada produção da Warner Television e da DCPatrulha do Destino, retorna em breve com sua terceira temporada – e, enquanto isso não acontece, podemos revisitar as duas iterações anteriores na HBO Max. A série traz à vida um time de pessoas super-habilidosas e marginalizadas pela sociedade que combatem o mal. Liderados por Chefe, o grupo é composto por Crazy Jane, Homem-Negativo, Mulher Elástica, Homem-Robô e Ciborgue.

FAMÍLIA SOPRANO (1999 – 2007)

Chefe da máfia e pai de família, Tony Soprano (James Gandolfini) começa a ter ataques de pânico e decide procurar a ajuda de uma profissional, Dra. Jennifer Melfi (Lorraine Bracco). Ele discute sua intimidade e a vida no crime, revelando o desconforto da mulher, Carmela Soprano (Edie Falco), com as suas atividades profissionais. Enquanto tenta proteger os filhos, Meadow (Jamie-Lynn Sigler) e Anthony Junior (Robert Iler), o mafioso irá enfrentar uma investigação federal e a possível traição de um membro da família.

CHERNOBYL (2019)

Chernobyl conta a história da explosão que aconteceu na Usina Nuclear que dá nome ao título. Em 1986, na Ucrânia, o acidente dizimou dezenas de pessoas e acabou por se tornar o maior desastre nuclear da história. Enquanto o mundo lamentava o ocorrido, o cientista Valery Legasov (Jared Harris), a física Ulana Khomyuk (Emily Watson) e o vice-presidente do Conselho de Ministros Boris Shcherbina (Stellan Skarsgård) tentam descobrir as causas do acidente.

‘tick, tick…Boom!’: Musical com Andrew Garfield já está disponível na Netflix!

tick, tick…Boom!‘, musical estrelado por Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e que marca a estreia diretorial de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’), finalmente estreou na Netflix!

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 19 de novembro.

Relembre o trailer:

A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.

Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”

Steven Levenson assina o roteiro.

Joshua HenryMj RodriguezBradley WhitfordTariq TrotterVanessa HudgensJudith Light completam o elenco.

‘A Lenda do Tesouro Perdido’: Astro da franquia original retorna para a série do Disney+

Boas notícias para os fãs de A Lenda do Tesouro Perdido!

Disney+ anunciou hoje (11) que Justin Bartha irá reprisar seu papel como o gênio da tecnologia Riley Poole na série derivada da franquia (via ComicBook.com).

A revelação confirma que a história da nova produção se passa no mesmo universo dos filmes originais; entretanto, não há indicação de que Nicolas Cage ou Diane Kruger, que também protagonizaram os longas-metragens, retornarão para o spin-off.

Lembrando que as gravações da série já começaram.

Lisette Alexis será a protagonista Jess, “uma brilhante e engenhosa jovem que embarca na aventura de uma vida para descobrir a verdade sobre o misterioso passado de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido”.

A vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones também faz parte do elenco como a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

‘Orange County à Venda’: Elenco reage ao drama da 1ª temporada em novo vídeo; Confira!

Orange County à Venda(Selling the OC), novo spin-off de ‘Sunset – Milha de Ouro’, popular e elogiado reality show que gira em torno de um grupo de agentes imobiliárias de luxo, finalmente chegou na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que o elenco reage ao drama da primeira temporada.

Confira:

A série derivada, que foi anunciada pouco depois de ‘Tampa Bay à Venda’, acompanha Jason Oppenheim, um dos fundadores da Oppenheim Group, se mudando para Orange County, na Califórnia, e deixando o escritório principal da franquia imobiliária em West Hollywood nas mãos da corretora Mary Fitzgerald (conforme visto na última temporada da produção original).

Alexandra HallAustin VictoriaKayla Cardona, Alexandra Jarvis, Alexandra RoseBrandi MarshallGio HelouLauren BritoPolly BrindleSean PalmieriTyler Stanaland estão no elenco.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que tanto a série original quanto o primeiro spin-off estão disponíveis na Netflix.

‘Olá, Amanhã’: Comédia com Billy Crudup ganha novo trailer promocional; Confira!

Apple TV+ divulgou um novo trailer promocional de ‘Olá, Amanhã’ (Hello, Tomorrow), nova série estrelada e produzida pelo vencedor do Emmy Billy Crudup.

A comédia, que conta com dez episódios, tem estreia marcada para o dia 17 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi cocriada por Amit BhallaLucas Jansen.

Ambientada em futuro de aspecto retrô, ‘Olá, Amanhã!’ gira em torno de um grupo de vendedores viajantes que negociam créditos de tempo na Lua. Crudup é o protagonista Jack, um vendedor de grande talento e ambição, cuja inabalável fé em um futuro promissor inspira seus colegas de trabalho e revigora seus clientes ansiosos, mas ameaça deixá-lo perigosamente perdido no próprio sonho.

Haneefah WoodAlison PillNicholas PodanyDewshane WilliamsHank AzariaMatthew MaherJacki Weaver completam o elenco.