‘Para Todos os Garotos…’: Saiba sobre série derivada focada na irmã mais nova, Kitty

A trilogia de livros escrita por Jenny Han foi adaptada em forma de filmes na Netflix, e a terceira e última produção foi um sucesso. Agora, o streaming vai continuar a franquia.

A Variety revelou que a Netflix deu sinal verde para uma série  derivada focada na Kitty, a irmã mais nova da família Covey, que voltará a ser vivida por Anna Cathcart.

Na série, a jovem estará buscando encontrar o amor verdadeiro.

A autora dos livros, Jenny Han, servirá como criadora, roteirista e produtora executiva da série.

O site afirma que a Netflix está cogitando a ideia de construir universos integrados de séries e filmes focados em personagens dos livros.

‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ conquistou 70% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, recebendo elogios pela dinâmica entre os protagonistas e pela doçura do seu roteiro.

Além disso, o longa foi elogiado pela maturidade do enredo, embora tenha recebido algumas críticas por não conseguir capturar a mesma essência do original, lançado em 2018.

 

 

Dave Bautista se reuniu com a Warner e DC para viver o vilão Bane em ‘Batman 2’

Mandatory Credit: Photo by Matt Baron/REX/Shutterstock (9640561rs) Dave Bautista 'Avengers: Infinity War' film premiere, Arrivals, Los Angeles, USA - 23 Apr 2018

Dave Bautista conseguiu transformar Drax, o Destruidor de um personagem pouco conhecido a um dos heróis mais populares da Marvel.

Agora, o ator expressou sua vontade em interpretar o Bane, um dos vilões mais icônicos do Homem Morcego.

Bautista revelou durante Justice Con que foi diretamente aos escritórios de DC para pedir para viver o vilão em ‘Batman 2‘.

“Oh, eu seria o Bane o dia todo. Eu não guardei segredo sobre isso. Eu quero tanto interpretar Bane que fui para a Warner Bros., tive uma reunião com eles, tive um encontro com DC, entrei pela porta e disse: ‘Eu quero interpretar Bane.’ Não estou brincando. Eles falavam: ‘Uau, nem vamos escalar o Bane ainda.’ Eu falei: ‘Eu não me importo, já estou interpretando ele.’ “

Segundo rumores, a Warner Bros. pretende usar o vilão na sequência de ‘Batman’, de Matt Reeves. 

Rumores apontavam que Bane estaria em ‘O Esquadrão Suicida’, de James Gunn, e que Bautista faria parte do elenco, mas foi obrigado a desistir por conflitos em sua agenda. No entanto, seu suposto papel não havia sido revelado.

Bane apareceu pela primeira vez nos cinemas em 1997, em ‘Batman & Robin’, e sua última aparição foi em 2012, interpretado por Tom Hardy em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

‘Godzilla vs Kong 2’: Com sucesso de bilheteria, MonsterVerse deve ganhar novos filmes

Godzilla vs Kong‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias, e se aproxima dos US$ 400 milhões mundialmente – com incríveis US$ 390.5 milhões nas bilheterias globais.

Além de ser a MAIOR bilheteria desde o início da pandemia de COVID, o longa também conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (US$ 387M).

E o sucesso animou o estúdio de continuar o MonsterVerse.

Em uma entrevista recente ao Deadline, Josh Grode – o CEO da Legendary Entertainment – revelou que já planeja novas sequências do MonsterVerse.

“Temos uma série de ideias para mais filmes após Godzilla vs Kong”, afirmou.

Vale lembrar que uma sequência de ‘Kong: Ilha da Caveira‘ (2017) já era considerada pelo estúdio.

Godzilla vs Kong‘ recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O primeiro filme da saga, ‘Godzilla‘ (2014), é o mais bem avaliado – com 76% de aprovação.

Empatado com ‘Godzilla vs Kong‘, vem ‘Kong: Ilha da Caveira‘ (2017) – com 75% de aprovação.

Em último lugar, e com a pior avaliação, vem ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019), com apenas 42%.

O Repórter Hollywood, Jânio Nazareth, traz a crítica em vídeo de ‘Godzilla vs. Kong‘  – direto de Los Angeles.

Assista:

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

No Brasil, ainda não há previsão para reabertura dos cinemas, mas o filme é previsto para estrear em 13 de maio 

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Por que a Marvel decidiu fazer o reboot de ‘Quarteto Fantástico’ antes de ‘X-Men’?

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, surpreendeu os fãs da Disney recentemente ao anunciar uma grande expansão do MCU.

E uma das grandiosas novidades foi o anúncio do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘.

Após três filmes que desapontaram os fãs dos quadrinhos, a Casa do Mickey passou a assumir o controle da franquia – mediante a compra da 20th Century Fox, antiga proprietária dos heróis.

Agora, Feige revelou que a famosa família disfuncional de heróis ganhará as telonas bem antes da franquia de ‘X-Men‘.

Sem especificar a razão da ordem escolhida, muito tem se especulado a respeito das motivações que teriam feito Feige e a Marvel Studios optarem por iniciar pelo reboot de ‘Quarteto Fantástico‘.

Estrategicamente falando, a opção faz sentido. Com a versão mais recente dos X-Men ainda na mente do público, reiniciar a jornada dos mutantes ainda parece ser cedo demais.

Além disso, não faz muito tempo que os fãs foram contemplados por dois longas do cânone que fracassaram nas bilheterias e no gosto da audiência. Estes foram ‘X-Men: Fênix Negra‘ (2019) e ‘Os Novos Mutantes‘ (2020) – que passou por uma sucessão de adiamentos, com seu engavetamento quase sendo cogitado pela Disney.

Vale lembrar também que a última empreitada de ‘O Quarteto Fantástico‘ nas telonas já completa cinco anos, tempo suficiente para a franquia descansar e recuperar o seu fôlego.

Com os fãs cada vez mais sedentos por um recomeço da franquia – manifestando seu interesse nas redes sociais com frequência, é notável que o entusiasmo por uma nova abordagem dos heróis seja muito maior em relação a este grupo, do que ao Professor Xavier e seus mutantes.

E considerando o tempo de pré-produção e finalização do longa (além de todo o calendário de estreias pré-definido pela Marvel), é provável que a nova versão do ‘Quarteto Fantástico‘ veja a luz do projetor apenas em 2023 – conforme comentado pelo próprio Kevin Feige, o que lhe garantirá oito anos de descanso no total.

O cineasta Jon Watts, da nova trilogia ‘Homem-Aranha‘, vai dirigir a nova versão da adaptação.

Confira o logo:

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe em questão, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão massacrada pelo público e pela crítica de Josh Trank em 2015. 

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘A Freira 2’: Atriz do primeiro filme revela que adoraria voltar para a sequência

A Freira‘ foi lançado em 2018 e foi massacrado pela crítica, mas arrecadou mais de US$ 365 milhões nas bilheterias.

Desde então, os fãs esperam uma sequência na produção, que foi anunciada em 2019 e nunca mais ganhou novidades.

Em entrevista ao ComingSoon, a atriz Bonnie Aarons – que vive a Freira – revelou que tem grandes esperanças de que a sequência aconteça.

“Eu acendo uma vela todos os dias. Eu adoraria voltar a viver a Freira. Eu amo esse filme, essa personagem e toda a equipe.  Eu tenho que ver o que eles escreveram, você sabe, espero que explore mais as profundezas do demônio. Acho que o demônio veio das entranhas do inferno. Vamos ver o que quer que seja. É a Warner Brothers. Vai ser fenomenal. É a New Line Cinema. O que quer que eles façam, será fenomenal. Eles realmente sabem fazer um filme.”, afirmou. 

Em 2019, a Warner Bros. contratou a roteirista Akela Cooper para desenvolver a sequência de ‘A Freira‘ (2018). Cooper tem no currículo o terror ‘Parque do Inferno‘ e episódios das séries ‘American Horror Story‘ e ‘Luke Cage‘ .

Desde então, nenhuma novidade foi divulgada.

Sucesso nos cinemas, o terror arrecadou US$ 365.6 milhões mundialmente, tornando-se a maior arrecadação do universo ‘Invocação do Mal‘.

 

Kevin Smith gostaria de ver Arnold Schwarzenegger como Galactus em ‘Quarteto Fantástico’

Alguns fãs do ‘Quarteto Fantástico‘ ficaram bem decepcionados quando o Galactus surgiu apenas como uma nuvem cósmica no filme de 2007, dirigido por Tim Story.

No entanto, o vilão pode ser introduzido no cinema de uma forma muito mais impactante agora que a franquia fará parte do Universo Cinematográfico da Marvel.

E se dependesse do cineasta independente Kevin Smith, Arnold Schwarzenegger se tornaria o mais novo ator a passar da DC para a Marvel, já que ele gostaria que o vilão de ‘Batman e Robin‘ vivesse Galactus, o devorador de mundos, no Universo Cinematográfico da Marvel.

“Queria vê-lo com um grande chapéu engraçado, queria vê-lo comendo planetas. Então você tem o seu Stallone, o seu Schwarzenegger e, em seguida, no triunfo do Planet Hollywood, você faz [Bruce] Willis interpretar o surfista prateado.”, revelou em entrevista ao Fatman Beyond.

Inclusive o próprio diretor Tim Story está ansioso para ver o Devorador de Mundos no MCU.

Durante uma entrevista para o Desde Hollywood, o cineasta refletiu sobre a sua versão do personagem e não escondeu a expectativa para descobrir o que vem por aí.

“Na época [de ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘], alguns [executivos da Fox] tinham medo de como o Galactus poderia parecer em sua verdadeira forma. A decisão mais sábia foi construí-lo como uma entidade espacial amorfa. Mas acredito que ele está em boas mãos na Marvel, estou ansioso para ver quando ele chega ao MCU. Mal posso esperar para ver como será sua aparência.”

Ele continuou:

“Quando eu vi do que eles foram capazes com os filmes do Homem-Formiga, eu só conseguia pensar no Galactus. Eu fiquei com isso na cabeça e digo a todo mundo: ‘Esperem até vermos o que eles vão fazer com o Galactus.'”

Apesar da empolgação do diretor, ainda não sabemos quando e se o Galactus vai ser introduzido no MCU, então só nos resta cruzar os dedos e torcer para que a expectativa de Story se torne realidade.

Jon Watts, da nova trilogia ‘Homem-Aranha‘, vai dirigir o novo reboot de Quarteto Fantástico’.

Confira o logo:

Kevin Feige, presidente da Marvel, planeja recolocar a disfuncional família de super-heróis de volta nos cinemas em 2023.

Netflix quer que usuários deixem de compartilhar suas contas; Entenda!

Não é segredo que muitos assinantes de plataformas de streaming costumam compartilhar suas senhas com amigos para dividirem a mensalidade sem preocupação. No entanto, a Netflix deixa claro que compartilhar uma conta com qualquer pessoa que não seja da mesma família é considerado uma violação do contrato do usuário

No início deste ano, alguns usuários notaram que estavam recebendo mensagens de que deveriam morar na mesma casa que o proprietário da conta e ofereceram um método de verificação para aqueles que por acaso eram o proprietário da conta. Na época, era algo que a Netflix estava apenas testando, mas o streamer não desistiu de reprimir o compartilhamento de senhas.

A Netflix ainda planeja lançar alguma tecnologia que “faça sentido para os consumidores” para que diminua o compartilhamento de senhas.

O co-CEO e co-fundador da Netflix, Reed Hastings, disse em entrevista à Variety que eles estão testando muitas coisas, mas o que eles vão lançar não será agressivo.

“Testaremos muitas coisas, mas nunca lançaríamos algo que parecesse ‘apertar os parafusos’ para as pessoas que gostam do serviço. Deve parecer que faz sentido para os consumidores, que eles entendam.”, disse Hastings.

Até agora, a maior tentativa de impedir o compartilhamento de senha veio nos termos de serviço, que indicam que o compartilhamento de informações de login fora da conta principal não é permitido.

Recentemente, o Kill the Cable Bill decidiu fazer uma pesquisa com leitores anônimos nos EUA para saber a porcentagem de usuários que costumam dividir seus dados.

Sem nenhuma surpresa, foi revelado que 52,5% dos assinantes compartilharam suas senhas em um momento ou outro.

Dentro dessa margem, 25,6% disseram que compartilharam suas senhas apenas com familiares, 17,7% compartilham com amigos, e 9,2% com filhos que não moram na mesma casa.

Por outro lado, 47,5% afirmaram nunca compartilharam detalhes de cadastro com outras pessoas.

Além disso, a pesquisa mostra que o aumento de preço da plataforma influenciou 26% dos entrevistados a cancelarem suas assinaturas.

No entanto, 50% dos clientes fieis afirmaram que não pretender abandonar seus planos.

Confira:

“Você já dividiu sua senha da Netflix com alguém que não mora na sua casa?”

“Você pretende cancelar a Netflix após o ajuste de preço?”

 

Oscar 2021 | Quem são os PREFERIDOS? Quem corre por FORA? Veja nossas apostas!

Falta um pouco menos de 10 dias para a cerimônia do Oscar 2021. Com parte dos filmes disponíveis nas plataformas de streaming mais famosas, vide Netflix e Amazon, e outros já disponíveis para serem assistidos em vídeo on demand (onde se paga individualmente pelo filme), os cinéfilos já possuem acesso a alguns dos indicados da premiação deste ano. Mesmo assim, quatro dos oito filmes indicados na categoria principal ainda não estão ao acesso de todos nesta época de pandemia – e cinemas meio fechados, meio abertos.

Judas e Messias Negro e Nomadland estão em cartaz nos poucos cinemas abertos pelo país, em horários restritos. Meu Pai também se encontra em situação similar, porém, pode ser encontrado em plataformas para ser assistido em casa em VOD. Minari é prometido para estrear antes da cerimônia, e esperamos que o mesmo ocorra com Bela Vingança. Seja como for, para os que não querem se aventurar fora de casa, a lista terá que permanecer incompleta.

O Oscar, como são conhecidos os prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos EUA, é a maior festa do cinema mundial. Esse ano, no entanto, devido à pandemia do Coronavírus, o evento ocorrerá de forma inédita, e como afirmam os organizadores: tentará acontecer da forma mais presencial possível. Para tal, além do Teatro Dolby em Los Angeles onde é sediada a cerimônia, outras três localidades serão utilizadas: uma outra em Los Angeles mesmo e outras duas na Europa (Reino Unido e Paris) para facilitar os indicados que não puderam viajar em meio às restrições. É claro que desta forma teremos muita coisa virtual também.

Para ir aquecendo os motores, trazemos aqui nossa matéria anual tentando traçar um panorama dos indicados, além de dar nosso pitaco na previsão dos possíveis vencedores. Confira abaixo.

Melhor Filme

Entre os oito indicados a melhor filme temos dois que são pura representatividade racial. Judas e o Messias Negro é puro fervor, e dá voz à comunidade negra. Já Minari, é calmo e poético, abordando a cultura asiática nos EUA (em meio à uma época delicada de muito preconceito). Ambos são mais que dignos em suas causas. Na frente, porém, todos os especialistas só falam do contemplativo Nomadland, que por si só resume muito do que estamos passando atualmente no mundo, e transcende sua própria obra com seus bastidores. A história sobre uma mulher que perdeu tudo durante a recessão decidindo percorrer as estradas americanas como nômade é quase documental, usa como personagens famílias nômades reais, elimina fronteiras e cria a sensação que muitos de nós estamos passando: a de estarmos perdidos em meio a tudo, tentando nos encontrar.

O filme traz uma mulher forte à frente de sua trama, a veterana Frances McDormand, que pode levar seu terceiro Oscar como protagonista – batendo assim a toda poderosa Meryl Streep (que possui duas como atriz protagonista e uma como coadjuvante). Além disso, McDormand conquista um recorde nessa edição: é a primeira atriz indicada também como produtora do filme no qual atua. Mas Nomadland não para por aí, traz a sexta mulher indicada ao Oscar na categoria de direção (ou seria a sétima, já que este ano entraram logo duas) e a primeira asiática na categoria. Com todos esses atrativos, fica difícil a Academia não prestigiar.

O obstáculo à frente de Nomadland é Os 7 de Chicago, produção da Netflix dirigida por Aaron Sorkin (Oscar de roteiro por A Rede Social). Acontece que um dos maiores termômetros para o Oscar, segundo muitos especialistas, são os prêmios dos Sindicatos. O SAG, sindicado dos atores, premiou Os 7 de Chicago como melhor elenco, o que no passado significaria reflexo nos prêmios da Academia. Porém, nos últimos 26 anos, as duas premiações só se espelharam 12 vezes – com os últimos sendo Parasita (2019), Spotlight (2015), Birdman (2014), Argo (2012) e O Discurso do Rei (2010). Fora isso, alguns filmes inclusive já receberam o Oscar principal sem sequer serem indicados ao SAG, como é o caso com Green Book (2018) e A Forma da Água (2017). E é aí que se encaixariam Nomadland e Bela Vingança (o filme girlpower da edição), já que ambos não receberam nomeações no SAG.

Esnobados: Dentre os esnobados para melhor filme (com duas vagas deixadas em branco) estão Uma Noite em Miami (estreia de Regina King na direção), A Voz Suprema do Blues (indicado para ator e atriz principais), The Mauritanian (sobre uma injustiça cometida contra um muçulmano, preso por anos nos EUA) e First Cow (drama meio faroeste elogiadíssimo pela imprensa).

Diretor(a)

Essa é batata! Pela primeira vez nos prêmios da Academia duas mulheres foram indicadas para melhor direção. Na história do Oscar, até esta edição, apenas cinco mulheres no total haviam sido lembradas para o prêmio nesta categoria. Um absurdo! E somente Kathryn Bigelow saiu vitoriosa por Guerra ao Terror (2009). Após a indicação de Greta Gerwig em 2018 por Lady Bird (a última até então), os membros decidiram se redimir e ouvir o clamor público dos novos tempos nomeando duas cineastas no mesmo ano. Assim, é muito provável que uma delas saia com a estatueta para casa. Afinal, eles não cometeriam tamanha patacoada de indicar duas mulheres e não dar o prêmio para uma delas.

A britânica Emerald Fennell também é atriz e fez seu debute atrás das câmeras como diretora em Bela Vingança, longa de humor ácido sobre uma jovem mulher traumatizada por eventos de abuso masculino em seu passado, que decide se vingar de todo e qualquer machismo e masculinidade tóxica em seu caminho. O filme dialoga muito com nossos tempos, e Fennell marca um golaço com seu trabalho.

David Fincher é um dos grandes da Hollywood atual, e um de meus cineastas preferidos, mas representa tradição neste Oscar, com um trabalho feito nos moldes da antiga Hollywood. Thomas Vinterberg conseguiu o raro feito de ser indicado para direção com um filme estrangeiro, e Lee Isaac Chung, descendente de coreanos, é o próprio estrangeiro da categoria. Chegando para reafirmar a aceitação asiática. Mas não é o único.

A grande favorita na categoria é mesmo Chloé Zhao, chinesa que vem dando o que falar em todas as rodas de críticos, especialistas e cinéfilos. Ela quebra o recorde de ser a primeira asiática indicada na categoria de direção no Oscar, e pode vir a se tornar a segunda mulher da história a receber o prêmio. Zhao tem outras três indicações no Oscar 2021: melhor roteiro, edição e produção, todas para Nomadland. Zhao já se tornou uma superstar e tem engatilhado ainda para este ano a superprodução da Marvel Os Eternos, estrelado por Angelina Jolie, a ser lançado em novembro.

Atriz e Ator Principais

Uma das categorias mais truncadas do Oscar 2021 é a de atriz. A britânica Vanessa Kirby chegou com favoritismo logo quando Pieces of a Woman foi exibido em Festivais como Veneza e Toronto. Mas hoje, sua vitória foi mesmo a indicação, já que é jovem e tem uma longa carreira pela frente. Mas tudo pode acontecer. Carey Mulligan é outra jovem britânica no páreo, enaltecida como uma das melhores intérpretes de sua geração, ela só havia sido indicada uma única outra vez, em 2010 por Educação. Em Bela Vingança ela tem a performance com trejeitos mais pop da edição, apesar de um teor bastante sério.

Dentre as novatas, destaca-se a cantora Andra Day, nome artístico de Cassandra Batie, em sua estreia como protagonista no cinema na biografia The United States vs Billie Holiday, produção original do streaming Hulu. A atriz gerou grande hype no início da temporada de prêmios e pode sair da noite do dia 25 com uma estatueta de melhor atriz debaixo do braço. No entanto, duas veteranas fazem frente à sua vitória.

Viola Davis já tem um Oscar, mas na categoria coadjuvante por Um Limite Entre Nós (2017). Em A Voz Suprema do Blues ela também vive uma cantora negra muito relevante para a cultura norte-americana, talvez uma das mais importantes. Ma Rainey é tida como a “mãe do blues”, a primeira cantora negra a fazer fama – porém, hoje seu nome não tem o valor que merece, apagado com o tempo. O filme trata de pôr luz nessa figura de extrema importância. Por fim, Frances McDormand já tem dois Oscar de melhor atriz e isso talvez pese em sua terceira vitória, mesmo sendo mais que merecida. Apesar disso, ela é a mais cotada pelos especialistas.

Já na categoria masculina as coisas estão mais simples e resumidas. As indicações de Riz Ahmed (O Som do Silêncio), descendente de paquistaneses, e Steven Yeun (Minari), ator sul coreano, ambos jovens em suas primeiras nomeações, são mais que bem-vindas. E são seus maiores prêmios. Gary Oldman é um veterano incansável que, entre uma bomba e outra (quem nunca), não para de surpreender e ousar. Ele já tem seu Oscar (tardio) por O Destino de uma Nação (2018), e seu trabalho em Mank é impecável.

Porém, em qualquer outra edição do Oscar, o prêmio iria automaticamente para o lendário Sir Anthony Hopkins, no auge de seus gloriosos 83 anos, por sua performance hipnótica em Meu Pai, drama sobre um idoso precisando lidar com a devastadora realidade da demência senil. O que Hopkins faz aqui é inenarrável, de partir o coração dos mais duros bárbaros. É atuação em sua forma mais pura. Ele exala exuberância e coragem em sua entrega. No entanto, esta não é uma edição normal do Oscar. Porque aqui lidamos com a nomeação póstuma de um dos jovens astros mais culturalmente significativos dos últimos anos. Chadwick Boseman entrou para os anais da cultura popular e da história ao desempenhar o papel protagonista do primeiro super-heróis negro em grande escala do cinema: Pantera Negra, da Marvel. O filme de 2018 quebrou recordes e paradigmas, por ser a primeira superprodução do tipo a enaltecer a cultura negra/africana, realizado com elenco predominantemente de atores negros. Foi muito mais que um filme, verdadeiramente um evento social.

No Oscar desse ano, Chadwick foi lembrado por sua última performance, já que o jovem ator de 43 anos faleceu de forma mais que precoce ano passado, vítima do câncer. Boseman vive um trompetista ambicioso e dono de muita revolta em seu interior, causado pelo racismo inerente na cultura norte-americana, em A Voz Suprema do Blues – além de entregar um dos duelos performáticos mais arrepiantes dos últimos anos indo mano a mano com a gigante Viola Davis. Essa é a última chance da Academia prestigiar este jovem talento mais que merecido.

Atrizes e Atores Coadjuvantes

Começando pelas atrizes, será que este ano veremos a justiçar se finalmente feita para uma das maiores intérpretes ainda vivas que o cinema possui? Já virou até piada, e se os mais novos brincavam com o fato do jovem Leonardo DiCaprio sempre ser indicado e nunca vencer (isto é, até 2016), e chamam Amy Adams de o DiCaprio de saias, o que podemos dizer de Glenn Close? A atriz com nada menos que 45 anos de carreira, tem absurdas 8 indicações ao Oscar sem vitórias, datando de 1983. Este ano, ela entrega mais uma performance poderosa em Era uma Vez um Sonho, de Ron Howard. O problema é que sua atuação é uma das únicas boas coisas do longa, e o desempenho, digamos, medíocre do filme pode afetar sua vitória.

Creio que as jovens Amanda Seyfried (Mank) e Maria Bakalova (Borat 2) façam apenas figuração na noite – o que não deixa de ser uma baita vitória para suas carreiras. Olivia Colman entrega outra performance arrebatadora em Meu Pai, porém, venceu o prêmio há dois anos. Pode acontecer de puxar o tapete de Close, mais provável no entanto, segundo as apostas dos especialistas, é que quem leve o prêmio seja a sul coreana Yuh-Jung Youn, que interpreta a matriarca da família em Minari. Ela é ao mesmo tempo a azarona da categoria e a favorita.

Você sente os ventos da mudança? Na categoria de atores coadjuvantes, temos três atores negros indicados. É para aplaudir. Mesmo que, curiosamente, ambos Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield tenham sido indicados como coadjuvantes pelo filme Judas e o Messias Negro. Ei, alguém precisa ser o protagonista desta história, certo? A manobra, no entanto, a mesma utilizada em anos recentes com Dev Patel em Lion (2017), não é novidade. Protagonistas passam para coadjuvante em nomeações, a fim de obterem mais chances dentre as concorridas vagas. Leslie Odom Jr., que vive o cantor Sam Cooke em Uma Noite em Miami (dirigido pela atriz Regina King), é o terceiro negro a ocupar a vaga. Na categoria ainda temos Sacha Baron Cohen não por Borat, mas por Os 7 de Chicago.

Segundo as apostas de especialistas, o veterano Paul Raci é quem levará o Oscar nesta categoria, por seu desempenho como um conselheiro surdo para os alcóolicos anônimos em O Som do Silêncio. Raci tem 40 anos de carreira como ator e representa uma classe de artistas que mesmo com tanto tempo de estrada não ganham o reconhecimento devido. Bem, isso já mudou para o ator graças ao filme O Som do Silêncio. Raci não é surdo na vida real, mas foi criado por pais surdos, entende a condição melhor que ninguém, e é fluente em linguagem de sinais. Por si só, sua indicação é muito representativa de um grupo ainda nas sombras em busca de inclusão. Se vier, será uma muito bem-vinda vitória.

Indicado a 5 Oscars, ‘Bela Vingança’ conquista 91% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O suspense Bela Vingança (Promising Young Woman), estrelado por Carey Mulligan, se tornou um fenômeno de crítica.

A produção recebeu 5 indicações ao Oscar – incluindo de Melhor Filme, Melhor Direção para Emerald Fennell, Melhor Atriz para a incrível Carey Mulligan e Melhor Roteiro Original.

No Rotten Tomatoes, o suspense recebeu 91% de aprovação dos críticos.

O filme teve 378 críticas publicadas, sendo 343 positivas e 35 negativas. A nota média foi 8.10 de 10.

Segundo o consenso geral,Bela Vingança é um thriller audaciosamente provocativo e oportuno, que faz uma estreia auspiciosa para a roteirista e diretora Emerald Fennell – e um destaque da carreira de Carey Mulligan.”

Além disso, ‘Bela Vingança‘ foi elogiado por sua ousadia ao tratar a temática de abuso sexual, se aprofundando em alguns assuntos como o machismo, o movimento #MeToo e a cultura de culpabilização das vítimas.

Confira as principais críticas:

Crítica | Bela Vingança – Suspense indicado a 5 Oscars traz mulher se vingando de estupradores

“‘Bela Vingança‘ chega perto de um final verdadeiramente radical, mas está quase lá”. A.A. Dowd, AV Club

“Quando Emerald Fennell finalmente chega à sua inevitável conclusão, você será pego de surpresa por sua destreza narrativa, bem como o quanto meninos brancos mal comportados podem se parecer com as versões de um jovem Brett Kavanaugh [juiz associado da Suprema Corte Norte-americana, acusado de abuso sexual]”. – Tomris Laffly, RogerEbert.com

“Este é o show de Mulligan, e ela consegue dominar cada parte do filme com humor, bem como com um drama sério”. – Amber Wilkinson, Times (UK)

“O filme de Fennell é um trabalho vibrante e estilisticamente preciso, mas os sentimentos que ele transmite não parecem examinados. É uma aceleração em direção a um penhasco quando o que você realmente gostaria de ver é algum tipo de caminho a seguir, por mais difícil que fosse”. – Alison Willmore, New York Magazine/Vulture

“‘Bela Vingança‘ é tão confiante como a sua própria protagonista, um filme que está disposto a ser um pouco bagunçado e inconsistente”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

 

O filme é dirigido e escrito por Emerald Fennell (Killing Eve).

Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.

Sam RichardsonAdam BrodyBo BurnhamAlison BrieConnie Britton, Laverne CoxAlfred MolinaClancy Brown e outros completam o elenco.

O filme chega aos cinemas nacionais em maio de 2021.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder considerou a participação de Ryan Reynolds como Lanterna Verde

Quando a Warner Bros deu sinal verde para que Zack Snyder pudesse concluir sua versão de ‘Liga da Justiça‘, o cineasta considerou trazer Ryan Reynolds para reprisar seu papel como Lanterna Verde.

Para quem não se lembra, Reynolds deu vida ao herói na fracassada adaptação de 2011, dirigida por Martin Campbell (‘O Estrangeiro’).

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Snyder disse que:

“Eu tive a ideia de inserir um Lanterna Verde que não era Ryan, mas pensei que podíamos seguir adiante com a trama do ‘Lanterna Verde de 2011’, só que eu teria que trazer Ryan [Reynolds] junto com outros Lanternas, mas essa história fica para depois.”

Infelizmente, Snyder não deu mais detalhes sobre a ideia e nem deu uma pista sobre qual seria esse outro Lanterna Verde.

Além disso, é difícil imaginar como o filme iria explicar a versão de Reynolds na trama. No fim das contas, foi melhor não trazê-lo, pois os fãs poderiam ficar confusos e esperançosos de que Reynolds pudesse voltar ao papel em novos filmes do herói.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ já está disponível!

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Fãs criam Jetpack inspirado na série ‘O Mandaloriano’

O canal do YouTube Hacksmith Industries lançou uma série de vídeos mostrando a construção de acessórios inspirados na série ‘O Mandaloriano‘.

Desta vez, os apresentadores do canal resolveram criar um Jetpack parecido com o de Din Djarin (Pedro Pascal).

Para quem não sabe, os mandalorianos são conhecidos por suas armaduras de Beskar e, geralmente, utilizam mochilas a jato para voarem em baixas atitudes a longas distâncias.

Ao longo de 17 minutos, o vídeo explora o design do Jetpack, desde a impressão 3D e a pintura até a instalação dos propulsores a gás.

Infelizmente, o modelo é apenas uma réplica não funcional, mas o resultado ficou incrível!

Confira:

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ já foi confirmada, mas segue sem previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Boys’: Aya Cash já havia sido escalada antes da estreia da 1ª temporada

Quem acompanha The Boys‘ sabe que a vilã Tempesta (Aya Cash) foi o grande destaque da 2ª temporada, tornando-se até mais odiada que o Capitão Pátria (Antony Starr).

Quando o criador Eric Kripke estava planejando a série, ele sabia que a Tempesta faria sucesso, e Cash já havia sido escalada para o elenco antes mesmo da estreia da 1ª temporada.

A informação foi revelada pela própria Cash durante uma entrevista para o Collider.

“Meses antes da estreia da série, eu já tinha sido escolhida para o papel. Acho que já estavam fazendo os trajes dos personagens e precisavam de alguém para vesti-los logo. A 2ª temporada nem tinha sido confirmado, mas eu já fui contratada.”

Ela disse que Kripke conversou com ela durante os testes e avisou que ela poderia sofrer hate online porque a personagem estava no centro de assuntos delicados, como seus ideais nazistas.

“Eu entrei, fiquei uns 20 minutos conversando com Eric e fiz o teste. Eu lembro quando me disseram: ‘Olha, vai ser um papel complicado. Fique longe da internet por um tempo’. Mas eu não tenho nenhum problema em interpretar pessoas ou vilões profundamente desagradáveis, mas obviamente isso seria algo que precisava ser tratado com inteligência e de forma delicada.”

Ela ainda brincou e deixou claro que não compactua com nada vindo da Tempesta.

“Esse é um trabalho que estou desempenhando, porque eu não glorificaria essa personagem. Eu torci muito para que as pessoas conseguissem separar a atriz da personagem, mas depois de falar com Eric, eu senti que estava em boas mãos.”

Infelizmente, Cash também revelou à Entertainment Weekly que não vai retornar para a 3ª temporada após Tempesta ter sido mutilada e carbonizada pelo filho do Capitão Pátria.

Lembrando que as gravações dos novos episódios já foram iniciadas, mas ainda não há previsão de estreia.

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica | Labirinto do Medo – Série sobrenatural é um bom entretenimento estilo ‘Arquivo X’

As famosas séries de ficção de suspense e sobrenatural estadunidenses dos anos 1990 possuíam uma estrutura em comum: embora tivessem uma trama pessoal do casal de protagonistas, cada episódio começava com o mote daquele capítulo sendo apresentado nos primeiros minutos, para, em seguida, entrar a vinheta de abertura e o enredo ser deslocado para os protagonistas, acompanhando como o caso chegava às mãos deles. É assim com ‘Arquivo X’ e ‘Law and Order, por exemplo, e essa mesma estrutura é recuperada no lançamento dessa semana da Netflix, ‘Labirinto do Medo’.

Will (Anthony Oseyemi) é um escritor de livros paranormais e sobrenaturais. Mesmo sendo sul-africano, ele passou a maior parte da vida na Inglaterra, após um trauma em seu passado. Agora Will está de volta à África do Sul, numa tentativa de se reconectar com suas raízes, porém, a aparição de um fantasma no aquário da Cidade do Cabo faz com que seus planos cruzem com os de Kelly (Shamilla Miller), uma influencer que estava no local para fazer um protesto contra o uso desenfreado de plástico. Então, Will se dá conta de que seu novo livro será inspirado nas ocorrências sobrenaturais em sua terra natal, por isso, a ajuda do ex-policial Joe (Rea Rangaka) será fundamental para garantir a segurança da equipe.

Não é preciso dizer que um dos fatores mais atraentes de ‘Labirinto do Medo’ é o fato de essa série ser sul-africana, com um elenco todo negro. O lance é que o roteiro de Gareth Crocker equilibra bem os elementos do mainstream, entregando a narrativa esperada por espectadores que consomem esse tipo de entretenimento estadunidense, e, dentro desse universo, insere elementos da cultura sul-africana, valorizando as raízes daquele país. Ou seja, tal como o protagonista Will, a série transita entre esses dois mundos, trazendo o melhor de cada um deles.

Dividida em oito episódios de cerca de quarenta minutos cada, as temáticas flutuam entre fantasmagoria, serial killer, bruxaria, demônio e, não obstante, também as tradições locais, convidando o espectador, por exemplo, a mergulhar no episódio 6 em um baobá misterioso, onde o Umbulali (uma espécie de abutre espiritual) sequestra homens para sugar a alma deles. Ou a enfrentar algo como o espírito de um bode maligno que funciona como uma boneca vudu e mata pessoas no episódio 5. Assim, se na primeira metade da série temos histórias mais genéricas, a parte final do arco se aprofunda no solo africano, mostrando o seu verdadeiro diferencial.

É claro que construir uma produção desse porte não é barato, e o orçamento parece ter encolhido na realização dos efeitos especiais, que surgem de maneira bem amadora, remetendo-nos uma vez mais àqueles dos anos 1990. Dirigida por Gareth Crocker e Fred Wolmarans, ambos poderiam ter dedicado mais investimento neste que é um dos pontos cruciais para engajar o espectador contemporâneo.

Labirinto do Medo’ é uma série gostosinha e inocente de sobrenatural. Não dá medo, mas entretém e diverte, cumprindo o papel de transportar o espectador para um outro mundo. Ideal para maratonar em tardes frias, debaixo da coberta, comendo pipoca e rindo dos comentários sacanas de Joe, que, dentre todos, é o único descrente nessa coisa toda de paranormalidade e, portanto, fala as coisas que o espectador pensa.

Amazon Prime | Clássicos do Terror para comemorar os 200 milhões de Assinantes

Essa semana foi divulgado que a plataforma Amazon Prime Video chegou à impressionante marca de 200 milhões de assinantes. O recorde da empresa a aproxima cada vez mais da toda poderosa Netflix, que atualmente possui cerca de 204 milhões de assinantes. De acordo com o The Hollywood Reporter, a quantidade colossal da Amazon foi atingida este mês, com a adição de 50 milhões de assinaturas nos últimos três meses. Como forma de comemorar essa impulsionada da plataforma de streaming azul, que muito em breve pode vir a se tornar a favorita do grande público pelo mundo, ultrapassando a até agora campeã Netflix, resolvemos selecionar em nossa nova matéria uma série de dicas de um gênero que adoramos e é um dos favoritos de vocês, nossos leitores: o terror.

A Amazon Prime Video tem em seu acervo atual grandes clássicos do terror para você assistir neste instante. Portanto não perca mais tempo. Aqui iremos ajudar você nesta peneiração, a fim de encontrar essas verdadeiras preciosidades escondidas na plataforma. Confira abaixo.

Franquia Halloween

Você que é fã do maníaco Michael Myers, adorou o reboot Halloween (2018), e mal pode esperar para a sequência Halloween Kills – que estreia este ano -, mas ainda não teve a oportunidade de conhecer os capítulos anteriores da saga, esta é para você. A Amazon possui quase todos os filmes da franquia. O primeiro, Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter, nem precisa ser dito, é imprescindível, e uma verdadeira obra-prima do terror. A continuação Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) está fazendo 40 anos em 2021, conta com roteiro e produção de Carpenter e embora não se compare ao original, ainda é uma boa pedida.

Halloween III (1982) tem uma ideia ousada que não deu muito certo na época, mas ressurgiu como obra cult atualmente. Aqui, ainda com produção de Carpenter, Michael Myers não dá as caras, e temos uma história envolvendo magia sombria e ciência. E bem, você pode ver esses três e parar por aí. A plataforma ainda possui as partes 4 e 5 da franquia, com a volta de Michael Myers, mas esses assista por sua conta e risco, se for muito fã ou curioso.

The Monster Squad

Intitulado no Brasil Deu a Louca nos Monstros, essa produção de 1987 consta com seu título original na Amazon, The Monster Squad (Esquadrão dos Monstros). Assim, para facilitar sua busca, utilizamos aqui o nome original também, embora muitos o conheçam pelo título brasileiro das reprises da TV aberta. O conceito do filme é muito legal, e mistura os Goonies, com uma turminha de pré-adolescentes a la Stranger Things, se deparando com os monstros clássicos da Universal, ou seja: Drácula, Frankenstein, o Lobisomem, A Múmia e o Monstro do Lago Negro. Por não ter feito muito sucesso em sua época de lançamento, o filme ficou logo restrito ao status de cult já naquela época. Ao longo dos nos, no entanto, um grupo cada vez menor (só formado por quem o conheceu na época) guardava com carinho a lembrança do longa. Esta é a chance de fazer esta produção, que mistura terror e aventura, ressurgir para uma nova geração.

Um Lobisomem Americano em Londres

Por falar em lobisomens, este talvez seja o filme mais famoso do cinema a abordar tais criaturas peludas. Além disso, serviu para revigorar a mitologia das bestas assassinas para uma nova geração, adicionando muito humor ácido, criatividade, mas sem esquecer os inúmeros sustos. Ainda reverenciado como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, Um Lobisomem Americano em Londres completa 40 anos em 2021, fazendo desta a ocasião perfeita para ser visto ou revisitado. O filme levou o Oscar de melhor maquiagem, premiando o especialista Rick Baker com a primeira de suas 7 estatuetas da Academia.

Dia dos Namorados Macabro

Por falar em filmes de terror que completam 40 anos em 2021, aqui voltamos ao terreno das obras slasher. No mesmo ano de Halloween II, era lançado no chamado ano do boom do subgênero este Dia dos Namorados Macabro. Uma produção canadense, o longa ficou conhecido como o “slasher proletário”, com trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade tendo seus pares atormentados por uma figura misteriosa. O filme gerou uma boa refilmagem em 2009.

O Duende

Aqui temos um clássico não dos anos 80, mas sim dos anos 90. Lançado em 1993, o terror traz o famoso Warwick Davis (Willow e Harry Potter) como um infame duende assassino. A ideia era impulsionar um novo ícone do terror, como Michael Myers, Jason e Freddy. Mas o que chama atenção mesmo é a presença da estrela Jennifer Aniston, antes de Friends, em seu primeiro papel no cinema. Assim como a franquia Halloween, a Amazon disponibiliza quatro dos filmes do Duende na plataforma, mas sendo muito amigo de vocês, recomendamos apenas o primeiro por uma curiosidade mórbida de ver Aniston protagonizando um filme de terror ainda bem novinha.

Hellraiser – Renascido do Inferno

Outro marco do terror, Hellraiser é baseado no livro do mestre Clive Barker e o primeiro filme é inclusive dirigido pelo próprio. O autor tem um desempenho primoroso no comando da obra, sendo responsável pelos pesadelos de uma geração inteira com suas imagens para lá de gráficas contidas no filme. Inferno e prazer são alguns dos temas deste longa. Assim como ocorre muitas vezes no terror, Hellraiser gerou continuações intermináveis, mas a Amazon disponibiliza apenas quatro dos filmes. Recomendamos os três primeiros, que são os únicos que de fato valem a pena, sendo que mesmo assim vão se diluindo em qualidade gradativamente. O primeiro, no entanto, ainda se mantém como uma das obras-primas do terror gore saídas da década de 80.

Suspiria

Por falar em obras-primas do terror, aqui voltamos mais 10 anos no passado em relação a Hellraiser, para o ano de 1977. Quem comanda é um nome muito celebrado no gênero: Dario Argento, diretor italiano que é sumidade no terror. Os filmes de terror italianos ficaram conhecidos pela alcunha Giallo (amarelo), que fala sobre o uso excessivo de violência, sangue (gore) e a sensação de pesadelo versus realidade. Tirando o último item, podemos dizer que tais filmes tiveram influência no subgênero americano do slasher. Esse é um dos poucos filmes em que Argento utiliza elementos sobrenaturais como fonte de seu horror. Muito famoso por sua estética, aqui temos uma companhia de dança que serve como fachada para um covil de bruxas. O filme é a primeira parte de uma trilogia e foi refilmado em 2018 por Luca Guadagnino.

O Mestre dos Desejos

Muitos entusiastas e especialistas do terror afirmam que o último grande vilão do gênero criado foi Candyman. No entanto, nos anos 90 outros vilões que visavam o coração e a popularidade com os fãs tentaram emplacar no gosto do público. Foi o caso com o citado Duende em 1993. Alguns anos depois, em 1997, o mesmo acontecia neste terror protagonizando pelo vilão Djin, um “gênio da lâmpada” maldito que proporcionava desejos a todos que encontrassem uma pedra preciosa de onde ele saía. A pegadinha era que os tais desejos nunca aconteciam da forma que a pessoa imaginava e o infeliz terminava na maioria das vezes morto ou ferrado. Produzido pelo veterano Wes Craven a grande sacada nos bastidores do filme foi reunir os lendários Jason, Freddy Krueger e o citado Candyman em seu filme. Bom ou quase. Já que quem dá as caras mesmo são os intérpretes de tais personagens sem a maquiagem.

Cujo

Voltando para a década de 80, agora vamos soltar a cachorrada. O primeiro é este cão da raça São Bernardo, cuja origem data de um livro do mestre do gênero Stephen King. Na trama, um cachorro bonachão é mordido por um morcego e adquire raiva, se tornando assim uma fera incontrolável. Ele termina encurralando uma mãe de família (papel da atriz Dee Wallace – que no ano anterior havia brilhado em E.T. – O Extraterrestre) e seu pequeno filho num carro, onde passam um dia inteiro desesperados por ajuda. É tensão na forma mais pura.

Cão Branco

Um ano antes de Cujo chegar aos cinemas, o lendário diretor Samuel Fuller entregava uma obra perturbadora e muito questionadora, para além de simplesmente um filme de terror. Antes de Jordan Peele, outros cineastas já haviam pego temas mais sérios e dignos de discussão e os moldado para formas mais pop a fim de indagar e questionar sobre seus significados. Assim, Fuller criava um longa para discutir o racismo na forma de terror. Na trama, uma atriz de Hollywood encontra um cão da raça Pastor alemão branco ferido e decide ficar com ele para cura-lo. O que ela não sabe é que seu antigo dono era um racista e o treinou para atacar pessoas negras, criando assim uma verdadeira máquina de matar. Agora, a mulher precisa desprogramar essa raiva no animal.

As Franquias do Cinema que Dominaram os ANOS 80!

Ah, os anos 80! Só quem viveu sabe. A época mais que especial continua bastante viva na cultura popular. Hoje, diversos canais de Youtube (a TV moderna) são especializados em nostalgia desta década marcante, seja no Brasil ou internacionalmente, como nos EUA. Fora isso, é claro, diversos produtos da época cismam em querer voltar, através de continuações, reboots e remakes de filmes, séries e desenhos do período. Além, é claro, de intermináveis homenagens, sendo o programa Stranger Things, da Netflix, uma das mais populares da atualidade.

Pensando nisso, resolvemos voltar justamente para os anos 80, e relembrar das franquias cinematográficas que mais fizeram parte do período – seja devido a suas intermináveis sequências, sucesso monstruoso de seu marketing e peças de merchandising, ou abrangência para outras mídias (como cartoons, por exemplo). Confira abaixo.

Star Wars

Falar do domínio mundial de Star Wars – ou Guerra nas Estrelas para os íntimos – é chover no molhado. Porém, muito antes de se tornar propriedade da Disney e da Disney Plus, a franquia da Galáxia muito, muito distante já era uma febre entre os jovens da década de 80. Tudo bem, o filme original é de 1977, e logo no ano seguinte inclusive foi lançado o infame “especial de natal”. No entanto, Foi quando O Império Contra-Ataca (1980) estreou nos cinemas e tivemos a confirmação de uma trilogia que tudo atingiu novos níveis de histeria em massa.

Sim, a trilogia foi “concluída” em 1983, com O Retorno de Jedi. Mas não parava por aí. Logo no ano seguinte, em 1984, o próprio criador George Lucas produzia Caravana da Coragem, um filme passado no mesmo universo, protagonizado pelos ursinhos Ewoks, na época muito adorados. Esse filme chegou a receber uma continuação em 1985, intitulada Batalha de Endor. Acha que acabou? Os mesmos ursinhos se tornaram protagonistas de um desenho animado, que durou de 1985 a 1987, e fez a alegria de crianças da geração. Mas não parou por aí, e os robozinhos mais famosos do cinema, C3PO e R2D2 também viravam animação em uma série de desenhos com Droids, que durou de 1985 a 1986. Isso que é uma verdadeira febre.

Indiana Jones

Por falar em George Lucas, o cineasta estava no topo do mundo na época, sendo responsável por duas das franquias mais bem sucedidas dos anos 80. Além de Star Wars, Lucas também foi o produtor e criador de Indiana Jones, que entregou para o amigo Steven Spielberg dirigir. Tudo começou com Os Caçadores da Arca Perdida (1981), e o longa se tornou tão famoso e prestigiado (com direito inclusive a uma indicação de melhor filme no Oscar), que gerou duas continuações, reinando absoluto na década. Vieram O Templo da Perdição (1984) e A Última Cruzada (1989). Agora só nos resta esperar pelo quinto episódio das aventuras do arqueólogo mais famoso do cinema, que já tem Phoebe Waller-Bridge e Mads Mikkelsen confirmados no elenco, além do próprio Harrison Ford. Esse será o primeiro filme sem direção de Spielberg, que passa o comando para James Mangold (Logan). A estreia é em 2022.

Rambo

Pode não parecer tanto, mas as franquias Rambo e Indiana Jones possuem muito em comum. Primeiro, ambas reinaram na década de 80 com trilogias e só existiram por lá. Isso é, até a chegada de 2008, ano em que ambas lançaram suas quartas aventuras com os heróis, digamos, mais maduros. Quando falamos em quintos filmes, porém, Rambo saiu na frente e lançou Rambo – Até o Fim em 2019, enquanto a quinta aventura de Indy sai só ano que vem. Sylvester Stallone tirou a sorte grande ao protagonizar um livro que servia de crítica anti-guerra, e decidir não matar o protagonista, como na obra original. Rambo – Programado para Matar (1982) fez bastante sucesso e gerou uma continuação. Mas nada prepararia o ator ou o mundo para a chamada “Rambomania” que seria instaurada a partir de 1985, com o lançamento de Rambo II – A Missão.

Fenômeno de bilheteria, o personagem se tornava ícone da cultura pop e garoto propaganda da era Ronald Regan. Para termos uma ideia, Rambo virava inclusive desenho animado no ano seguinte, com Rambo – A Força da Liberdade. Além disso, vieram bonecos, lancheiras e todo tipo de merchandising. No Brasil, o saudoso Gugu Liberato comandava o concurso do Rambo brasileiro nos sábados à noite em seu programa Viva a Noite. Uma terceira parte era inevitável, e ela chegaria em 1988, com Rambo III.

Karatê Kid

Muitos fãs descobriram a franquia Karate Kid graças ao sucesso atual da série Cobra Kai, uma muito bem-vinda homenagem ao clássico dos anos 80, sua mitologia e à época em si. Voltando para 1984, Karate Kid – A Hora da Verdade era um coming of age diferente, falava sobre bullying, numa época em que tais questões não eram amplamente discutidas, e pegava carona na febre que eram as lutas marciais na época. O sucesso foi tanto que uma continuação era lançada dois anos depois, levando os personagens para o Japão. Três anos depois e quem conseguiria dizer não para o rio de dinheiro que entrava, mesmo no fundo sabendo que já deviam ter parado? Assim, um terceiro filme, repetindo muito os feitos do original, tirava mais alguns caminhões de dinheiro do nosso bolso. Assim como Rambo, embora não tão violento assim, Karate Kid virou bonecos de ação para a garotada e um desenho animado, que estreava na mesma época do lançamento do terceiro filme.

Loucademia de Polícia

Esquecida atualmente, a franquia de comédia Loucademia de Polícia era simplesmente a mais famosa e bem sucedida dos anos 80. Volumosa, a série cinematográfica lançou praticamente um filme por ano desde sua estreia em 1984, e ajudou muitos estrangeiros a aprenderem a falar inglês. É inegável também que o primeiro filme é o “mais sacana”, com diversas piadinhas sujas e miradas aos mais velhos, e que com o passar dos anos os filmes foram ficando cada vez mais bobinhos, mirados aos fãs de “Chaves” – os produtores devem ter percebido quem era seu público-alvo de verdade e decidido “pegar leve” nos temas picantes.

Assim, Loucademia de Polícia lançava: A Primeira Missão (1985), De Volta ao Treinamento (1986) e O Cidadão se Defende (1987) – todos protagonizados por Steve Guttenberg. Após a saída do ator, a franquia não quis saber de parar e seguiu com: Missão Miami Beach (1988) e Cidade em Estado de Sítio (1989). Na década seguinte, Loucademia de Polícia ainda estreou mais um filme e uma série de TV live action. Antes disso, ainda nos anos 80, é claro que os policiais atrapalhados viraram desenho animado, num programa que durou de 1988 a 1989.

Os Caça-Fantasmas

Todos os itens da matéria até agora ganharam várias continuações no cinema. Mas aqui, temos um caso raro, de filme que se tornou fenômeno logo com seu primeiro exemplar e rendeu apenas uma única continuação… até o momento. Muitos filmes faziam sucesso nos anos 80, mas quando falamos de Os Caça-Fantasmas, estamos falando de um verdadeiro fenômeno. Lançado em 1984, a obra é lembrada com enorme carinho até hoje. A prova disso é que segue constantemente homenageada, como na segunda temporada de Stranger Things, por exemplo. Dois anos depois do filme, os personagens se tornavam desenho animado, num programa para a criançada que durou de 1986 a 1991. Com a série animada ainda no ar, finalmente todos concordaram em retornar para a continuação Os Caça-Fantasmas 2 (1989), fazendo a alegria das crianças dos anos 80. Em 2021, uma espécie de terceiro filme, com o elenco original, será lançado. Não falta ansiedade.

007

Um verdadeiro ícone da cultura pop, o agente secreto britânico James Bond – 007 nasceu nos livros do autor Ian Fleming no início da década de 1950. No início da década seguinte, chegava às telonas nas formas do eterno Sean Connery. Ou seja, 007 é a franquia mais duradoura da sétima arte, com quase 6 décadas de estrada, 24 filmes oficiais (2 fora do “cânone”) e mais um a caminho (com estreia programada para 2021). Sendo assim, é claro que o espião faria parte dos anos 80 também. Já nas formas de Roger Moore e sua fase galhofeira (tudo a ver com a época), o herói estrelou 3 filmes: Somente para Seus Olhos (1981), Octopussy (1983) e Na Mira dos Assassinos (1985).

Além disso, passava o manto para o mais sisudo Timothy Dalton, que fechava a década com os filmes: Marcado para a Morte (1987) e Permissão para Matar (1989). Mas calma, não para por aí. Como dito, existem filmes fora da cronologia oficial da série e um deles é estrelado pelo homem em pessoa. Sean Connery protagonizou Nunca Mais Outra Vez doze anos após sua “aposentadoria” do papel, e em 1983 ocorria um verdadeiro duelo de 007 nos cinemas. Se isso não é overdose de James Bond…

Star Trek

Antes de Marvel vs DC, os nerds já se digladiavam para ver qual franquia de ficção científica era a melhor: Star Wars ou Star Trek. Antes do universo criado por George Lucas, Jornada nas Estrelas virava um programa televisivo cult, permanecendo no ar de 1966 a 1969, e ganhando seguidores graças às constantes reprises. Em 1979, tal universo ganhava vida nas telonas, com o primeiro filme de Jornada nas Estrelas (Star Trek), protagonizado pelos mesmos atores da TV. Assim a franquia seguiu com filmes melhores nos cinemas por toda a década de 80. Foram um total de 4 filmes no período: A Ira de Khan (1982), À Procura de Spock (1984), A Volta para Casa (1986) e A Última Fronteira (1989). Fora isso, na TV, a ideia ganhava sobrevida com A Nova Geração, que trazia uma nova tripulação, e durou de 1987 a 1994.

Sexta-Feira 13

Nem só de comédia, ação e aventura são feitas as franquias que dominaram os anos 80. Na década tivemos bons exemplares de terror também, que ainda são lembrados com muito carinho pelos fãs. E se os anos 80 são a casa do cinema slasher, duas franquias são perfeitos exemplares de sucesso no subgênero. A primeira é Sexta-Feira 13, “cópia” de Halloween que podemos dizer que elevou o conceito a um novo patamar. Lançado em 1980, o primeiro Sexta-Feira 13 gerou basicamente uma continuação por ano até o fim da década. Se isso não é moral…

Foram um total de 7 filmes lançados de 1980 a 1989, com apenas os anos de 1983 e 1987 órfãos do maníaco imortal Jason e suas vítimas, os adolescentes com hormônios à flor da pele. Para tentar “tapar esse buraco” e surfando em cima da popularidade da marca e nem tanto de Jason em si, era lançada a série de Sexta-Feira 13 ainda nos anos 80. Aposto que essa nem todos sabiam. Conhecida por aqui como A Loja do Terror, o programa trazia um casal dono de uma loja de antiguidades, precisando lidar com objetos amaldiçoados. Nem sinal de Jason, melhor para eles. O programa durou de 1987 (estreando na lacuna de um ano sem filme da franquia no cinema) a 1990.

A Hora do Pesadelo

E se Sexta-Feira 13 marcou um golaço logo no início da década de 80 para o terror, encontraria um rival à altura em 1984 – quando estreava o primeiro exemplar de A Hora do Pesadelo. Freddy Krueger, o psicopata queimado que faz suas vítimas no mundo dos sonhos, surgia para se tornar um dos personagens mais populares do cinema (e não apenas do terror), virando um verdadeiro símbolo da época. Depois de sua estreia em 1984, Krueger também bateu ponto por quase toda a década, se ausentando somente em 1986. Foram quatro sequências, que perduraram para além dos anos 80.

Na época, os fãs de terror também possuíam uma rivalidade para saber qual era a melhor franquia e quem era o assassino mais sádico e “competente”. Tudo que se falava na época era Freddy versus Jason, e a dupla chegou inclusive a “protagonizar” um álbum de figurinhas para os aficionados e entusiastas. Não é o máximo um produto voltado para as crianças estampando psicopatas sanguinários? Coisas que só os anos 80 proporcionavam para nós. Ah sim, Freddy também ganhou uma série de TV. Intitulada O Terror de Freddy Krueger (Freddy’s Nightmares), o programa trazia o serial killer celebridade (ainda interpretado por Robert Englund) como apresentador do programa de antologia, e às vezes se metendo nos episódios para atormentar novas vítimas. O programa durou de 1988 a 1990.

‘Death Note 2’: Roteirista revela que sequência da Netflix será mais fiel ao mangá

Greg Russo, roteirista de ‘Mortal Kombat‘, revelou detalhes sobre ‘Death Note 2‘ – sequência do criticado remake hollywoodiano que será lançada pela Netflix.

Em entrevista ao We Got This Covered, ele revelou que o roteiro da sequência trará muito mais do enredo original.

“É engraçado porque parece uma mudança de gênero, mas na verdade, tudo se resume às mesmas coisas. Trata-se de adaptar a franquia. É sobre tentar agradar um fã e tentar fazer isso da maneira certa. Eu sou um grande fã do mangá Death Note, sou um grande fã do material de origem original e acho que é um dos melhores mangás já escritos. E então, para mim, eu não desempenhei nenhum papel em Death Note, o primeiro filme que a Netflix fez, mas eu entrei com uma espécie de ponto de vista sobre o que eu queria fazer em uma sequência. E parte disso é que eu queria voltar ao material de origem. Eu queria voltar ao que tornou o material original tão bom, então estamos fazendo algo realmente legal com isso. Esperançosamente, haverá mais informações sobre isso em breve”, afirmou.

 

Ted Sarandos, CEO da empresa, considera que o primeiro filme foi um sucesso considerável de público, ainda que as críticas tenham sido negativas.

O diretor Adam Wingard volta a dirigir.

O elenco principal conta com Nat Wolff, Lakeith Stanfield, Willem Dafoe e Margaret Qualley.

Death Note 2’ deve ser lançado apenas em 2022.

’47 Ronins’: Atriz de ‘Lucifer’ será roteirista da sequência do filme estrelado por Keanu Reeves

Segundo o Deadline, a Netflix e a Universal contrataram Aimee Garcia e AJ Mendez para roteirizar a sequência de ‘47 Ronins‘ – filme de ação estrelado por Keanu Reeves em 2013.

Garcia é mais conhecida por interpretar Ella Lopez na série sobrenatural ‘Lucifer‘, enquanto Mendez fez a transição com sucesso de uma carreira de lutador campeão da WWE para roteirista.

A dupla lançou a Scrappy Heart Productions no ano passado e até agora colaborou em vários projetos de quadrinhos, incluindo uma temporada da ‘Mulher Maravilha‘ na DC, começando em julho deste ano.

Aqui está o que a dupla teve a dizer em resposta à notícia:

“AJ e eu estamos animados para escrever um filme de ação diversificado e inclusivo”, disse Garcia em um comunicado. “A visão do diretor Ron Yuan de combinar artes marciais, terror, cyber-punk e ação foi inspiradora e gostaríamos de agradecer à equipe por nos apoiar.”

O ator e diretor Ron Yuan vai dirigir a sequência de ‘47 Ronins‘. A continuação é fruto de uma parceria entre o estúdio e a Netflix, que ficará responsável pela distribuição em seu catálogo.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a sequência, exceto que a trama será ambientada 300 anos após o original e terá um visual cyberpunk.

Ainda sem previsão de estreia, a produção deve ser rodada nos próximos meses de 2021.

Para quem não conhece, Yuan foi diretor de ‘Ela Dança, Eu Danço 6′, e será visto em breve como o Sargento Qiant no live-action de ‘Mulan‘.

Em entrevista ao portal, o astro disse que está animado por trabalhar com o estúdio e explorar os diferentes gêneros da produção.

“Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura diversos gêneros, incluindo artes marciais, ação, terror e a temática cyberpunk. Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”.

O longa original foi dirigido por Carl Rinsch, a partir do roteiro de Chris Morgan e Hossein Amini, e se tornou um fracasso de crítica e público.

Orçado em US$ 175 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 151,8 milhões pelo mundo. No Rotten Tomatoes, conquistou míseros 16% de aprovação.

A trama acompanha Kai (Keanu Reeves), um samurai rejeitado que atravessa o Japão medieval para e juntar a 46 outros samurais na tentativa de derrotar o poderoso Lord Kira (Tadanobu Asano), responsável pela morte de um respeitado mestre de Samurais.

 

Curiosidades da primeira versão cinematográfica de ‘Mortal Kombat’ (1995)

O reboot de Mortal Kombat estreia nos cinemas brasileiros dia 13 de Maio e os fãs estão ansiosos após o ótimo primeiro trailer. É claro que o título é a adaptação para as telonas do famoso game violento de luta do início da década de 1990, que marcou época com seu público, hoje todos marmanjos com mais de trinta. A marca é tão forte que segue encantando gerações com sua sanguinolência pra lá de gráfica.

Mortal Kombat‘ estreou em 17 países nesse fim de semana, arrecadando US$ 10,7 milhões em 4.596 telas. A Rússia foi o país que mais arrecadou com US$ 6,1 milhões. Arábia Saudita (US$ 691 mil), Emirados Árabes Unidos (US$ 689 mil), Tailândia (US$ 574 mil) e Taiwan (US$ 554 mil) completam o Top 5.

Mortal Kombat‘ será lançado em mais 12 países no próximo fim de semana, incluindo México e Espanha.

Bancado pela Warner, através de sua subsidiária New Line, o novo Mortal Kombat tem direção do estreante Simon McQuoid, e roteiro de David Callahan (Mulher-Maravilha 1984) e Gregg Russo. Sem rostos muito conhecidos à frente do elenco, o chamariz verdadeiro do longa é o nome de James Wan na produção – um cineasta que tem carta branca no estúdio, devido aos sucessos da franquia Invocação do Mal e de Aquaman.

Surfando nesta onda do momento, resolvemos voltar ao passado e relembrar a primeira adaptação do famoso game ao cinema. Sim, meus amiguinhos, esta não é a primeira vez que Mortal Kombat vai aos cinemas, e sua estreia ocorreu há 26 anos, em agosto de 1995. Vamos relembrar, ou quem sabe conhecer, algumas curiosidades sobre este novo clássico do cinema entretenimento – que foi um dos carro-chefe de um segmento (ou subgênero) no cinema. Confira abaixo.

O 4º Filme de Videogame da História

Mortal Kombat (1995) foi um dos precursores de um “movimento” que dura até hoje, mas que parece não ter encontrado ainda seu lugar ao sol. Ao contrário, digamos, das adaptações de quadrinhos ao cinema, que vivem hoje um tempo áureo. A primeira adaptação de um game para os cinemas ocorreu em 1993, com o cult Super Mario Bros., filme execrado em seu lançamento. Assim seguiram Double Dragon e Street Fighter – A Última Batalha, ambos de 1994. E, finalmente Mortal Kombat. À época, dos quatro, ele foi o que arrecadou mais críticas positivas dos especialistas e do grande público.

Sucesso no Top 10 das bilheterias

Após seu lançamento, Mortal Kombat permaneceu por três semanas consecutivas no primeiro lugar das bilheterias norte-americanas. Com um orçamento de US$18 milhões, o filme arrecadou US$70 milhões somente nos EUA, e o total de US$122 milhões mundialmente, fazendo dele um sucesso financeiro. Fora isso, mantém o título como o quarto filme adaptação de videogame mais rentável já lançado, atrás somente de Lara Croft – Tomb Raider (2001), Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo (2010) e Pokémon – Mewtwo Contra-Ataca (1998).

Cameron Diaz é Sonya Blade

Talvez muitos não saibam, mas a agora aposentada Cameron Diaz chegou a ser contratada para o papel da policial Sonya Blade. Os produtores escolheram a atriz após verem seu trabalho em O Máskara (1994), que marcou a estreia da então modelo no cinema. Diaz, por outro lado, quebrou o punho durante os treinos antes das filmagens começarem e precisou se afastar da produção, abrindo assim espaço para a colega Bridgette Wilson assumir o papel. Será que foi melhor para Diaz, para Wilson ou para as duas?

Van Damme não é Johnny Cage

Na época, o lutador marcial e dublê de ator Jean Claude Van Damme estava no topo do mundo, gozando de sua imensa popularidade como astro de ação. Por isso, as ofertas de blockbusters do tipo não paravam de chegar na casa do sujeito. Um destes roteiros foi Mortal Kombat, no qual Van Damme era visado para o papel de Johnny Cage – o personagem do jogo seria, supostamente, baseado no ator. Não se importando muito com o fato, Van Damme prontamente recusou e partiu para protagonizar Street Fighter (1994) ao invés, filme que contém a atuação derradeira do saudoso vencedor do Globo de Ouro, Raul Julia.

O Diretor

Após considerarem alguns cineastas para o trabalho de comandar Mortal Kombat, os produtores decidiram pelo jovem britânico e pouco experiente Paul W. S. Anderson (então conhecido como Paul Anderson). O que pesou para a escolha foi o primeiro trabalho do diretor, o drama criminal Shopping – O Alvo do Crime (1994), protagonizado por Jude Law. O que impressionou os executivos, além do estilo estético e narrativo de Anderson, foi o fato do longa ter sido reportadamente produzido por apenas US$100 mil. Assim, estavam decididos que Anderson seria o homem ideal para o serviço. Antes dele, nomes como Rob Cohen (Velozes e Furiosos) estiveram na mira dos produtores.

Sub-Zero e Scorpion Deturpados

Tudo bem que os heróis do jogo são personagens como Sonya Blade, Johnny Cage e Liu Kang, mas é indiscutível que os ninjas azul e amarelo, Sub-Zero e Scorpion, são os que fazem a alegria dos jogadores e se tornaram os personagens mais populares. O primeiro é uma espécie de “homem de gelo”, enquanto o segundo é uma criatura infernal, cheia de espinhos e correntes, que cospe fogo. Como não amar? Apesar disso, eles se encontram em lados opostos como grandes rivais. Essa mitologia, porém, mal foi arranhada no longa, surgindo como a maior mudança na trama. Fora isso, no filme, ambos se tornaram escravos controlados pelo poder do mago Shang Tsung.

A Maior Reclamação dos fãs: Sem Sangue

Mortal Kombat ficou conhecido como um dos games mais violentos de sua época, fator que só foi aumentando a cada nova plataforma por onde passa. Hoje, jogos do tipo são comuns, mas quando voltamos trinta anos no passado, este tipo de material, destinado a crianças e adolescentes, preocupava muito. Um dos motivos do jogo ser tão revolucionário. Porém, o que funcionou em uma mídia, não deu certo na outra. Ao ser traduzido para o cinema, o roteiro original até tinha planos de ser mais fiel ao game, ou seja, almejando uma censura alta (R-rated) devido à violência e linguagem imprópria. No entanto, o acordo dos produtores com a New Line visava que entregassem um filme mais brando, de censura baixa (PG-13), a fim de que o longa atingisse especialmente seu público-alvo, os adolescentes. Dessa forma, violência diminuída e nada de sangue.

O Deus Sean Connery

Não foram apenas Cameron Diaz e Jean Claude Van Damme que quase fizeram parte do elenco de Mortal Kombat. Muito antes de terminar sua carreira com o duvidoso A Liga Extraordinária, o “imortal” Sean Connery foi a primeira escolha para o Deus do Trovão, Raiden. Já pensou? Mas o eterno 007, assim como faria longos anos depois com a oferta de Steven Spielberg para Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, queria apenas descansar e jogar golfe, desinteressado em papeis que o exigissem fisicamente. Assim, o personagem terminou nas mãos de seu colega de elenco de Highlander – O Guerreiro Imortal (1986) e Highlander 2 – A Ressurreição (1991), o francês Christopher Lambert.

Goro, um boneco pesado

Um dos antagonistas mais medonhos do game é a criatura conhecida como Goro. Espécie de ogro, o “bicho” tem quatro braços, é extremamente forte e grande. Enquanto sua versão 2021 será criada em computador, a versão de 1995 foi bem mais problemática, quase comparada ao boneco Bruce de Tubarão, lançado vinte anos antes. Goro era um boneco animatrônico que precisava ser operado por 13 a 16 funcionários. Fora isso, a criação vivia dando pane e causando atrasos às filmagens. Ele sequer pôde ser levado à locação na Tailândia, onde o filme foi gravado, e precisou ficar num estúdio próprio em Los Angeles para suas cenas. O resultado no filme, apesar de todos os percalços, ficou interessante. O que você acha?

A Maldição de Jaxx

Jaxx é o parceiro negro da policial Sonya Blade, que termina perdendo os dois braços e os tendo substituídos por braços biônicos. Muitos talvez não lembrem, mas Jaxx deu as caras logo no primeiro filme de 1995, numa participação bem pequena, sem ter os braços mecânicos ainda. Quem faria o papel era o ator Steve James, que infelizmente veio a falecer um ano antes da produção começar. Seu substituto Gregory McKinney é quem aparece no filme. Mas o ator igualmente faleceu um tempo depois, em 1998. Ambos aos 41 anos.

Uma Venda Difícil

Sabe aquela história quando só você parece acreditar num projeto? Pois bem, este foi o caso com o produtor de Mortal Kombat, Lawrence Kasanoff. Super entusiasta dos dois primeiros jogos, ele estava convencido de que o material daria um grande filme (ou quem sabe até uma série de TV). Kasanoff chegou inclusive a apelidar o projeto de “Star Wars encontra Operação Dragão”. Porém, antes do projeto se concretizar, os fracassos de obras como Super Mario Bros (1993) e Double Dragon (1994) tiraram o entusiasmo da maioria dos estúdios. Assim, o produtor demorou três meses até conseguir convencer os desenvolvedores do jogo, na Midway Games, a venderem os direitos de adaptação e até mesmo de receber sinal verde da New Line. O estúdio chegou a lhe dizer que havia detestado o roteiro, mesmo optando produzir o filme.

Operação Dragão – Uma grande influência

Muitos notaram, desde o lançamento de Mortal Kombat, a semelhança da sua trama com o clássico de artes marciais Operação Dragão (1973), protagonizado pelo mestre Bruce Lee. Dentre as “coincidências” nos filmes temos os três lutadores principais, a chegada até uma ilha misteriosa utilizando um antigo barco e a batalha final contra um experiente lutador veterano, por exemplo.

Tom Cruise barrado

The 5 Best Tidbits from Tom Cruise's Impromptu Grad Speech - MTV

Já imaginou expulsar um astro do porte de Tom Cruise dos bastidores de um filme? Pois é, foi o que aconteceu no set de Mortal Kombat, segundo relatos. De acordo com o ator Linden Ashby, intérprete de Johnny Cage no filme, o segurança do set (que também era o médico da produção!?) “enxotou” do local ninguém menos que o protagonista de Missão: Impossível quando Cruise estava na área e decidiu dar uma espiadinha no que faziam por ali. Curiosamente, Cruise foi considerado para viver Cage – assim como Johnny Depp.

Um filme de Sucesso Musical

A trilha sonora do filme, contendo o contagiante tema techno homônimo (música perfeita para fazer exercícios físicos), se tornou um sucesso tão grande que em menos de duas semanas o álbum ganhou o disco de Platina devido às inúmeras vendas. Antes, porém, os produtores penaram para conseguir bolar a trilha para o filme, sendo rejeitados pela Sony e pela Virgin Records. Tudo porque os produtores do filme visavam um álbum com música eletrônica e dance music, enquanto as gravadoras insistiam em artistas populares, vide Van Halen e Janet Jackson. Finalmente, ao irem até a TVT Records, uma gravadora pequena na época, o álbum se tornaria o primeiro disco de platina EDM da história.

Bridgette Wilson, a dura na queda

Como dito, Bridgette Wilson-Sampras terminou por substituir Cameron Diaz após esta ter se machucado no início das gravações. Querendo provar ainda mais que a colega é da geração “leite com pera”, Wilson-Sampras se recusou a usar dublês e fez ela mesmo todas as suas cenas de luta e de ação. No processo a loirinha terminou deslocando o ombro, que foi recolocado no set, deixando-a pronta para um novo round. Isso que é guerreira.

Steven Spielberg era fã do Jogo

Curiosamente, o diretor renomadíssimo Steven Spielberg é um fã ávido da franquia de games. O eterno “Peter Pan” gostava tanto dos jogos que aceitou participar do filme, no papel do cineasta que comanda a produção que Johnny Cage (Linden Ashby) participa no início do filme. No entanto, devido a conflitos de agenda, o vencedor do Oscar não pôde realizar seu cameo. A produção, por outro lado, não perdeu tempo e tascou um sósia do cineasta para compor a cena. É só conferir no longa.

A Continuação

Sem perder muito tempo após o sucesso de Mortal Kombat, a New Line começou a planejar uma continuação. E logo o estúdio convidou o diretor Paul W.S. Anderson a retornar ao comando da sequência. No entanto, Anderson tinha planos diferentes e acabou optando pela direção de O Enigma do Horizonte (1997), lançado no mesmo ano de Mortal Kombat – A Aniquilação, o segundo filme da franquia. Após o ocorrido, Anderson disse não ter gostado da continuação (ele e grande parte do planeta) e confessou ter se arrependido não ter tocado o barco na franquia. Motivo pelo qual o diretor anos depois seguiria envolvido com outra série que adaptou ao cinema um famoso game, Resident Evil.

‘Família Upshaw’: Sitcom da Netflix com Wanda Sykes ganha divertido trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou hoje (20) o trailer oficial de Família Upshaw, nova sitcom estrelada por Wanda SykesMike Epps.

A produção tem estreia marcada para o dia 12 de maio.

Confira:

A série gira em torno de uma família negra da classe trabalhadora que luta, com muito bom humor, para pagar as contas e se sustentar – ainda que ela não faça ideia de como conseguir isso.

Além de protagonizarem, Sykes e Epps serão os produtores executivos da série, ao lado de Regina Y. Hicks (‘Insecure‘). Hicks e Sykes também compartilham o cargo de showrunners.

Kim Fields, Page Kennedy, Diamond Lyons, Khali Daniya-Renee Spraggins, Jermelle Simon, Gabrielle Dennis e Journey Christine completam o elenco.

“Novo Pânico vai conquistar os fãs da franquia”, afirma ator

Durante uma entrevista para o Collider, Kyle Gallner (‘Outsiders‘) comentou sobre o novo filme da franquia Pânico‘ e garantiu que a sequência vai agradar os fãs do original.

“Quando se trata de sequência ou remakes, eu sou o primeiro a falar: ‘É, você sabe, tenho minhas dúvidas’… Mas este não é o caso, eu achei incrível o roteiro [de ‘Pânico‘] porque ele reproduz a magia do filme original. Quem amou o original, também vai amar esse aqui.”

O astro também revelou que se interessou pelo projeto porque adorou o trabalho do diretor Tyler Gilett em ‘Casamento Sangrento‘.

“Tenho muita fé em Tyler porque adorei ‘Casamento Sangrento‘, e conheço ele há muitos anos. Eu tenho certeza que esse filme vai ser bom, então estou bastante animado. O elenco é incrível, os veteranos e os novatos são muito talentosos e eu não poderia estar mais grato em fazer parte dessa jornada.” 

O novo filme trará o retorno dos veteranos Neve CampbellCourteney CoxDavid Arquette Marley Shelton e introduzirá os novatos Dylan Minnette, Mason Gooding, Kyle Gallner, Jasmin Savoy Brown, Mikey Madison, Jack QuaidMelissa Barrera e Jenna Ortega. Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) dirigem.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.