Site Página 44

‘Cidade das Estrelas’: Spin-off de ‘For All Mankind’ ganha novo teaser INTRIGANTE; Confira!

Apple TV divulgou um novo teaser intrigante de Cidade das Estrelas(‘Star City’), série derivada do aclamado drama sci-fi For All Mankind.

O spin-off tem lançamento agendado para o dia 29 de maio na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer completo:

Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.

A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.

O elenco inclui Rhys Ifans, Agnes O’Casey, Solly McLeod, Alice Englert, Adam Nagaitis, Josef Davies, Ruby Ashbourne SerkisPriya Kansara.

Kacey Musgraves performa o single “Dry Spell” no ACM Awards 2026; Confira!

A aclamada cantora, compositora e produtora Kacey Musgraves lançou recentemente seu sétimo álbum de estúdio, intitulado ‘Middle of Nowhere’.

O compilado de originais conta com o elogiado lead single “Dry Spell”, que foi apresentado ao vivo na última cerimônia do ACM Awards.

Agora, a performance foi disponibilizada no canal oficial da premiação no YouTube.

Assista:

 

Consagrando-se como uma das principais vozes do country contemporâneo, Musgraves fez sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Same Trailer Differente Park’, em 2013, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum Country.

Em 2018, a artista lançaria a obra-prima de sua carreira, Golden Hour, que lhe rendeu a estatueta de Álbum do Ano e entrou para a nossa lista dos Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI, contando com faixas como “Space Cowboy”“Butterflies”.

Suas últimas incursões foram Star-Crossed, em 2021, que apareceu na nossa lista de Melhores Álbuns do Ano; e o elogiado Deeper Well, em 2024.

Mistério ATERRORIZANTE no trailer do thriller sci-fi ‘Hope’; Confira!

NEON divulgou o primeiro trailer oficial de Hope, novo thriller sci-fi escrito e dirigido pelo aclamado realizador sul-coreno Na Hong-jin.

O longa fez sua estreia mundial no último dia 17 de maio, no Festival de Cannes, e será lançado no circuito norte-americano em breve.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama…

Na remota vila de Hope Harbor, perto da fortemente fortificada Zona Desmilitarizada (DMZ), a comunidade mergulha no caos quando se suspeita do aparecimento de um tigre e o chefe de polícia local, Bum-seok, é alertado. Mas o que começa como uma emergência local logo se transforma em um mistério mais profundo e aterrorizante, que força os moradores da cidade a confrontar o desconhecido.

Hwang Jung-minZo In-sungJung Ho-yeonTaylor RussellCameron BrittonAlicia VikanderMichael Fassbender estrelam.

Uhm Tae-gooLee Kyu-hyung completam o elenco.

Ella Langley é a grande VENCEDORA do ACM Awards 2026; Confira a lista!

A queridinha da música country e cantora e compositora Ella Langley dominou a 61ª edição do Academy of Country Music Awards, levando para casa sete troféus e vencendo em todas as categorias em que atuava.

A voz de “Choosin’ Texas” conquistou alguns dos maiores prêmios da noite, incluindo Artista Feminina do Ano, Canção do Ano, Single do Ano, Evento Musical do Ano e Artista/Compositora do Ano.

No entanto, o prêmio de Artista do Ano foi para Cody Johnson, categoria para a qual Langley não conquistou nomeação. Johnson triunfou sobre os concorrentes Luke Combs, Jelly Roll, Megan Moroney, Chris Stapleton, Morgan Wallen e Lainey Wilson.

Confira a lista de vencedores abaixo:

ARTISTA DO ANO
Luke Combs
Jelly Roll
Cody Johnson (VENCEDOR)
Megan Moroney
Chris Stapleton
Morgan Wallen
Lainey Wilson

ARTISTA FEMININA DO ANO
Kelsea Ballerini
Miranda Lambert
Ella Langley (VENCEDORA)
Megan Moroney
Lainey Wilson

ARTISTA MASCULINO DO ANO
Luke Combs
Riley Green
Cody Johnson (VENCEDOR)
Chris Stapleton
Zach To

GRUPO DO ANO
49 Winchester
Flatland Cavalry
Old Dominion
Rascal Flatts
The Red Clay Strays (VENCEDOR)

DUPLA DO ANO
Brooks & Dunn (VENCEDORES)
Brothers Osborne
Dan + Shay
Muscadine Bloodline
Thelma & James

ARTISTA REVELAÇÃO FEMININA DO ANO
Avery Anna (VENCEDORA)
Mackenzie Carpenter
Dasha
Caroline Jones
Emily Ann Roberts

ARTISTA REVELAÇÃO MASCULINO DO ANO
Gavin Adcock
Vincent Mason
Shaboozey
Hudson Westbrook
Tucker Wetmore (VENCEDOR)

ÁLBUM DO ANO
Ain’t In It For My Health – Zach Top
Cherry Valley – Carter Faith
Don’t Mind If I Do (Deluxe) – Riley Green
I’m The Problem – Morgan Wallen
Parker McCollum – Parker McCollum (VENCEDOR)

CANÇÃO DO ANO
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton
Am I Okay? – Megan Moroney
Choosin’ Texas – Ella Langley (VENCEDORA)
I Never Lie – Zach Top
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson

SINGLE DO ANO
6 Months Later – Megan Moroney
Choosin’ Texas – Ella Langley (VENCEDORA)
I Never Lie – Zach Top
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
The Fall – Cody Johnson

EVENTO MUSICAL DO ANO
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton
Amen – Shaboozey & Jelly Roll
Don’t Mind If I Do – Riley Green feat. Ella Langley (VENCEDOR)
Trailblazer – Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson
You Had To Be There – Megan Moroney & Kenny Chesney

MÍDIA VISUAL DO ANO
6 Months Later – Megan Moroney
A Song To Sing – Miranda Lambert & Chris Stapleton
Cuckoo -Stephen Wilson, Jr. (VENCEDOR)
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
The Fall – Cody Johnson

COMPOSITOR DO ANO
Jessie Jo Dillon (VENCEDORA)
Ashley Gorley
Charlie Handsome
Chase McGill
Blake Pendergrass

ARTISTA-COMPOSITOR DO ANO
Luke Combs
Riley Green
Ella Langley (VENCEDORA)
Megan Moroney
Morgan Wallen

SOUR | Elegemos as MELHORES músicas do álbum de estreia de Olivia Rodrigo

Olivia Rodrigo é, sem sombra de dúvida, uma das maiores vozes da nova geração da música – e seu impacto continua se estendendo continuamente, mesmo tendo apenas dois álbuns em sua discografia.

Dona de três estatuetas do Grammy e de inúmeros recordes, Rodrigo fez sua estreia oficial no cenário fonográfico com SOUR, que lhe garantiu um gramofone dourado de Artista Revelação e outros dois nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal e Melhor Performance Pop Solo (esta pelo lead single “drivers license”, uma das canções mais populares da década). O álbum não apenas colocou a artista no centro dos holofotes, como preparou terreno para o pop-punk de ‘GUTS’, seu segundo compilado de originais, e para o vindouro ‘you seem pretty sad for a girl so in love’, que será lançado em breve em todas as plataformas de streaming.

Em 2026, SOUR completa cinco anos e, para celebrar o grandioso début de Olivia no cenário fonográfico, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do álbum.

Confira abaixo o nosso ranking e conte para nós qual a sua faixa favorita – ou qual deixamos de fora do pódio:

5. “JEALOUSY, JEALOUSY”

SOUR é uma esplêndida estreia para uma jovem artista que, com apenas dezoito anos, emergiu como um ícone da própria geração – e, por esse motivo, não é surpresa que o compilado conte com várias faixas muito bem trabalhadas. Uma delas é “jealousy, jealousy”, em que a performer fornece uma sensação proposital de cansaço e irritabilidade com o denso baixo que se apropria da atmosfera. Essa ambientação logo dá espaço para as dissonâncias do piano que ganham força após a bridge e pelos vibrantes sintetizadores que implodem em um dos melhores refrões do álbum.

4. “BRUTAL”

Em SOUR, Rodrigo nutre de uma singularidade apaixonante que dá as caras logo na primeira faixa do álbum, “brutal”, que dá início à jornada com propósitos muito bem delineados e que oblitera o “livrinho de regras” que todos somos forçados a seguir na vida. A faixa, que nos soa ligeiramente emprestada de Taylor Momsen, é resumida no verso “eu estou cansada dos meus 17, onde diabos está meu sonho adolescente?”, seguido e precedido de uma consciência de (des)pertencimento absolutamente fantástica.

3. “TRAITOR”

O álbum faz um claro movimento de dilatação e contração – algo que explica a intercalação constante de baladas e frenéticas explosões. Inspirada até mesmo pela “bênção” que recebeu de Taylor Swift alguns meses atrás, Olivia mergulha em dramatizações teatrais da belíssima “traitor”, cuja poética verborrágica é o melhor elemento da canção, bem como a retórica envolvente da cantora, além de servir como emblema para as hábeis mãos do produtor Dan Nigro.

2. “GOOD 4 U”

Se há algo que Olivia sabe fazer muito bem é construir reflexos das angústias e dos problemas da vida jovem-adulta com uma análise sarcástica e quase cética do que a incomoda. Quando pensamos nisso, talvez não haja uma faixa que melhor represente esse seu apreço além da ácida “good 4 u”, cujo impacto, inclusive, pode ser visto em outras narrativas irônicas de sua discografia, como “bad idea right?” e “get him back”. Aqui, Rodrigo trabalha com quebras de expectativa muito sagazes, dando vida a uma nostálgica vendeta pessoal que mistura pop-punk, grunge e pop-rock em um mesmo lugar.

1. “DRIVERS LICENSE”

A conquista de Rodrigo sobre o cenário mainstream definitivamente veio com o lançamento de seu primeiro single oficial, “drivers license”. Tornando-se a maior estreia feminina de todos os tempos – debutando em primeiro lugar nos charts da Billboard pelo íntimo bedroom pop a que se prestou a construir, a canção recebeu aclame universal por parte da crítica internacional e nos deixou bastante intrigados para descobrir o que vinha a seguir e o que a artista estava escondendo em sua borbulhante mente.

Crítica | ‘Hit Me Hard and Soft: The Tour’ é uma celebração da excelência artística de Billie Eilish

Billie Eilish se tornou uma das vozes mais emblemáticas da nova geração da música e, em pouco tempo de carreira, transformou-se em uma powerhouse inegável que lhe garantiu inúmeras estatuetas do Grammy e nada menos que duas estatuetas do Oscar (ambas na categoria de Melhor Canção Original). Responsável por pungentes e densas canções que trouxeram o dark-pop e o bedroom pop de volta aos holofotes, Eilish angariou uma legião de fãs ao redor do mundo e eternizou uma discografia que se torna cada vez mais imaculada, lançamento a lançamento.

Em 2024, a cantora, compositora e produtora lançou seu terceiro álbum de estúdio, HIT ME HARD AND SOFT, que se tornou um sucesso de vendas e de crítica assim como suas incursões anteriores – e que foi elogiado como a melhor entrada da carreira de Eilish até agora. E, após embarcar na turnê promocional, ela se aliou ao vencedor do Oscar James Cameron para um projeto especial rodado em IMAX e que chegou recentemente aos cinemas nacionais e internacionais: Hit Me Hard and Soft: The Tour (Live in 3D)’, como ficou conhecido o longa-metragem, é um encontro entre música e cinema que o destitui dos conhecidos convencionalismos de outros filmes-concerto e que oferece uma visão inédita sobre o processo criativo de uma das mentes mais prolíficas e originais da atualidade.

Estendendo-se por pouco menos de duas horas, o projeto funciona como uma celebração do álbum mais íntimo e mais especial para a própria Eilish, mostrando de que maneira sua visão artística continua a ser recepcionada pelo público. Contando com uma mistura de vídeos de bastidores e uma espetacular rendição performática que ocorreu no Co-op Live, em Manchester, o filme é um grande presente para os fãs da artista e um lembrete de que a jovem performer ainda tem muitas cartas na manga – e é justamente isso o que explica nosso contínuo interesse por ela.

Toda a arquitetura do longa parte de uma premissa sensorial e sinestésica, acompanhando a estética que Eilish vem firmando desde sua estreia no cenário fonográfico. À medida que seus incontáveis hits ganham uma roupagem diferente nos palcos, somos convidados a conhecer não só a ideia por trás do show, mas a preparação vocal, física e emocional que a cantora passa antes de se conectar com seu público – e, dessa maneira, a condução de Cameron permite uma abordagem mais humanizada, mas que não deseja explorar a biografia de Eilish, e sim o momento em que ela está na carreira.

Alguns podem argumentar que o projeto é mais focado no estilo do que na substância, mas em momento algum a dupla promete fornecer uma narrativa a que estamos acostumados, optando por unir arte e técnica à medida que “bad guy”, “oxytocin”, “the diner” e tantas outras músicas são delineadas com uma ótica distinta, em que até mesmo a paleta de cores é definida de acordo com o estilo de apresentação de Eilish. Seja sentada no centro do palco e tomada por uma catártica luz branca, seja gravando a si mesma com uma câmera enquanto singra por um palco tomado por pulsões do dourado e do amarelo, cada segmento tem sua identidade e nos engolfa de uma maneira peculiar e inescapável.

Os momentos mais cândidos podem ser escassos, mas carregam uma pungência gritante, principalmente quando explora a já conhecida relação entre Eilish e seu irmão, Finneas O’Connell, com destaque a uma das sequências em que artista encabeça o show pela primeira vez sozinha; aqui, Cameron consegue capturar fortes emoções que servem de combustível para as performances da artista e de que maneira ela utiliza isso para construir seu próprio storytelling, contrariando as expectativas à medida que foca seus esforços em um espetáculo visual que precisa ser conferido na melhor tela e com o melhor som.

Lembrando que o filme ainda está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Penúltimo episódio de ‘The Boys’ entrega as últimas cartas do jogo e nos prepara para o confronto final

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A popularidade da série The Boyspode ser explicada por uma gama de fatores, desde os densos e complexos personagens até os ácidos e pungentes comentários políticos que traz aos espectadores. Um dos elementos que sempre conquistou o público foi a total franqueza dos assuntos abordados, pincelados com um frenesi incontrolável de muitas cenas de ação e muito sangue – e talvez por essa mesma razão a temporada de encerramento da aclamada produção tenha atraído tantos comentários divisivos nas redes sociais, com muitos internautas criticando o ritmo do ciclo e o fato de todos os episódios parecem fillers.

Este que vos escreve prefere encarar a quinta temporada como uma meticulosa iteração slow-burn que pega a sátira política e a eleva à enésima potência em cada uma de suas cenas mais insanas. Desde o início do ciclo, que nos mostrou uma América sob o comando autoritário e fascista do Capitão Pátria (Antony Starr) até sua consagração como “divindade” no episódio anterior, o showrunner Eric Kripke nos alimenta pouco a pouco com as intrincadas engrenagens que regem um Estados Unidos submetido às vontades de um super-herói agora imortal e com uma enorme personalidade ególatra e mitomaníaca que pode colocar todos em risco – e que, ao transformá-lo em um mimado psicopata, oferece uma metáfora muito clara ao que acontece no mundo nos dias de hoje.

Cada episódio parece propositalmente constrito a uma mensagem determinada que pretende entregar – e não apenas isso, como também mostra-se determinado a fornecer a mais insana e inesperada conclusão aos personagens que aprendemos a amar (ou a odiar, neste caso). E enfim chegamos ao penúltimo capítulo da série, “The Frenchman, the Female, and the Man Called Mother’s Milk”, que chegou recentemente à grade de programação do Prime Video e, que, mais uma vez, toma o tempo necessário para garantir que possíveis pontas soltas sejam amarradas e pavimentar o terreno para um épico finale que será exibido nesta próxima semana.

Após ser injetado com o V1, o Capitão Pátria enfim assume sua verdadeira forma psicótica e, tornando-se a divindade que sempre quis, ele tira o presidente dos Estados Unidos da reta e dá aval a uma série de medidas totalmente excludentes que inclui a dissolução dos Sete (transformando-o no único a ser adorado pelos EUA e, em breve, pelo mundo), a instituição da Igreja Democrática da América como o único conduíte religioso do país e a invasão de quaisquer cidades que tenham abrigado luzestrelistas. Mas isso não é tudo: seu domínio de terror se estende até mesmo a seus seguidores, que se veem atraídos para uma armadilha comandada por Ó Pai (Daveed Diggs) e que pune os “hereges” com uma morte dolorosa e violenta.

Enquanto isso, Luz-Estrela (Erin Moriarty), Billy Bruto (Karl Urban), Hughie (Jack Quaid) e M.M. (Laz Alonso) invadem os estúdios da Vought para resgatarem os seguidores do Capitão Pátria das garras de seus asseclas, plantando uma semente de esperança que com certeza será explorada no último capítulo. O problema é que, nesse meio-tempo, Billy e Hughie são capturados e um dos seguidores do Capitão, o Verme (Ely Henry), descobre o paradeiro de Kimiko (Karen Fukuhara), Frenchie (Tomer Capone) e Mana Sábia (Susan Heyward) e vai atrás deles – culminando em uma das mortes mais tristes da série.

Como bem sabemos, o mote da temporada é focado no destrutivo complexo divino que o Capitão Pátria desenvolve e que o fez acreditar piamente de que é o novo Messias; porém, essa destruição não é tão visceral quanto já visto nos ciclos anteriores, optando por uma abordagem que não requer a explicitação, e sim um cuidado mais emocional que, aqui, encontra sucesso na comunhão do roteirista Anslem Richardson e da diretora Sylvain White, ambos ousando onde conseguem para arquitetar pequenas gemas audiovisuais.

O destaque vai também ao trabalho imprescindível do elenco, com destaque óbvio ao trabalho de Urban e Starr em incursões memoráveis, e de Fukuhara em uma de suas melhores performances dentro desse universo – nos guiando por uma pungente sequência que coloca sua personagem em uma dolorosa despedida de Frenchie. Terminando de maneira melancólica e sombria, fica claro que o penúltimo episódio de The Boys representou a gota d’água para, enfim, o aguardado confronto que ocorrerá em alguns dias.

Lembrando que o episódio de encerramento vai ao ar em 20 de maio.

‘The Boys’: Imagens nos levam aos bastidores de uma das mortes mais TRÁGICAS da série [SPOILERS]

Cuidado: MUITOS SPOILERS À FRENTE.

O penúltimo episódio da temporada final de The Boys já está disponível no Prime Video e entregou um dos momentos mais sombrios da produção: a despedida do Francês (Frenchie). O personagem sacrificou a própria vida para impedir que o Capitão Pátria alcançasse Kimiko e Sister Sage, encerrando sua jornada como o “coração” técnico e emocional da equipe.

Agora, com a exibição do capítulo, a página oficial da série no Instagram compartilhou algumas imagens de bastidores inéditas que nos levam ao momento em que Capitão Pátria, interpretado por Antony Starr, brutalmente assassina Frenchie, vivido por Tomer Capone – reunindo os astros em um momento fofo e que antecede a tragédia.

Confira:

Recentemente, o showrunner Eric Kripke explicou a difícil decisão de eliminar um dos integrantes originais do grupo de Billy Butcher às vésperas do series finale (via ComicBookMovie).

“Nós sabíamos que precisávamos matar um dos The Boys, afirmou Kripke. “Você não pode ter uma chance de vitória sem que isso custe algo realmente importante aos seus heróis. Sempre achei que O Senhor dos anéis fazia isso muito bem, assim como Game of Thrones. Para criar impacto narrativo, os heróis precisam pagar um preço alto, porque é assim que funciona no mundo real.”

O produtor detalhou o processo de escolha do personagem que deixaria a trama: “Começamos a analisar cada personagem para decidir qual morte seria a mais devastadora emocionalmente. Acho que desde cedo sabíamos que seria o Francês. Em muitos sentidos, Francês e Kimiko são o coração da série. Apesar de serem assassinos, os dois possuem uma doçura emocional muito forte”.

Kripke concluiu reforçando a necessidade narrativa do sacrifício: “Sabíamos que isso causaria o máximo de destruição emocional possível, e acho que precisava acontecer. Eles não teriam chance de vencer se Francês não se sacrificasse”.

Na narrativa, Francês e Sister Sage trabalham contra o tempo para replicar em Kimiko o experimento que concedeu ao Soldier Boy a capacidade de neutralizar o Composto V. O objetivo era capacitar a jovem a remover o V1 do organismo do Capitão Pátria.

Entretanto, o líder dos Sete descobre o paradeiro do esconderijo. Para garantir a segurança de Kimiko, Francês a oculta e confronta o vilão em uma sala de urânio, ativando uma carga de radiação que atinge ambos. Embora o experimento tenha sido concluído, a eficácia contra o Capitão Pátria permanece incerta. Após o antagonista abandonar o local, Francês sucumbiu aos ferimentos e faleceu nos braços de Kimiko, consolidando o tom trágico do encerramento da série.

Prime Video anuncia exibição do último episódio de ‘The Boys’ nos cinemas

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Após ‘O Justiceiro: Uma Última Morte’, Marvel já tem planos para NOVO projeto centrado em Frank Castle [RUMOR]

O especialO Justiceiro: Uma Última Morte já está disponível no Disney+, e seu desfecho marca uma transição fundamental para o anti-herói. Após concluir sua jornada de vingança, Frank Castle assume uma nova missão: proteger civis perseguidos por organizações criminosas.

Com o sucesso da produção, o conhecido insider Daniel Richtman agora revela que a Marvel Studios está seguindo em frente com um novo projeto centrado no personagem.

Sem muitos detalhes revelados, não se sabe se o estúdio está preparando outra apresentação especial, uma série revival ou um filme. Todavia, o jornalista afirma que há grandes planos para o retorno de Frank Castle ao MCU.

Vale lembrar que o anti-herói aparecerá em Homem-Aranha: Um Novo Dia, quarto capítulo da saga estrelada por Tom Holland – e ‘Uma Última Morte’ funciona como uma espécie de prelúdio para a reintrodução do personagem nesse universo.

Recentemente, o diretor Reinaldo Marcus Green comentou sobre o estado psicológico de Frank e a conexão com o futuro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), conforme reportado pelo ComicBookMovie:

“Eu sinto que estamos chegando no momento certo. Como fã do Justiceiro e fã do Jon [Bernthal], eu quero vê-lo mais em cena. Aquele trailer parece incrível. Destin Daniel Cretton é um diretor fantástico. Então saber que eu trabalhei primeiro com o Frank foi muito legal, chegar antes de todo mundo e preparar o personagem. Agora sabemos o estado psicológico dele antes de entrar em Homem-Aranha. Não poderíamos ter escolhido um timing melhor”, afirmou.

Green ressaltou que o especial foi planejado para ser acessível tanto para leitores ávidos de quadrinhos quanto para novos espectadores:

“Acho que tanto fãs quanto não fãs ainda podem apreciar o especial. Alguém como minha mãe, que nunca viu O Justiceiro, consegue entender onde o Frank está em sua mente, e talvez ela vire fã e vá assistir Homem-Aranha. Espero que possamos conquistar novos membros para o público”, acrescentou.

O Justiceiro: Uma Última Morte’ está disponível no Disney+.

O especial seguirá a jornada do anti-herói após os eventos de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Sob a direção de Reinaldo Marcus Green, a produção deve ter cerca de 45 minutos de duração, seguindo o modelo estabelecido por ‘Lobisomem na Noite‘.

O próprio Jon Bernthal já provocou os fãs ao afirmar que esta será a versão mais intensa do Justiceiro já vista.

“Acho que será o Justiceiro mais intenso que vocês já viram. O que era realmente importante para mim, para o Destin e para o Tom, era acreditar que o Justiceiro poderia sair do set de Homem-Aranha e entrar diretamente no set do especial, e eu acredito que conseguimos isso”, afirmou.

Bob Odenkirk relembra ataque cardíaco durante gravações de ‘Better Call Saul’: “Eu DESMAIEI”

Durante uma recente ao The Times, o aclamado ator Bob Odenkirk relembrou sobre o ataque cardíaco que sofreu em 2021 durante as gravações da série Better Call Saul.

“Eu desmaiei e Rhea [Seehorn] e Patrick [Fabian] me seguraram e começaram a gritar, mas [os membros da equipe] acharam que eles estavam rindo”, disse Odenkirk. “Então houve atrasos na resposta, porque estávamos todos muito distantes uns dos outros. Eu desmaiei. Fiquei pálido. Finalmente, o paramédico do set apareceu e não sabia o que fazer. Ele nunca tinha feito RCP”.

“Muitas pessoas têm aquela maravilhosa lembrança da vida, ou alguém que pergunta: ‘você quer voltar?'”, acrescentou. “Nada disso para mim. A primeira lembrança que tenho é de sair do hospital uma semana depois de ter sido internado”.

Apesar do susto, Odenkirk disse que conseguiu valorizar mais a vida depois do ocorrido. Ele descreveu seu período de recuperação como “um verdadeiro presente”, acrescentando: “me senti muito, muito feliz e envolvido”.

Em julho de 2021, Odenkirk desmaiou durante as filmagens de um episódio da 6ª temporada da série derivada de ‘Breaking Bead’. À epoca, foi noticiado que o ataque cardíaco foi causado por “um acúmulo de placa que bloqueou uma artéria”. Desde então, o ator “reduziu o consumo de açúcar e toma estatinas, aspirina e metoprolol, um betabloqueador que reduz a pressão arterial”.

Dias após o ocorrido, Odenkirk usou as redes sociais para agradecer aos fãs pelo apoio incondicional, escrevendo no antigo Twitter (agora X): “oi. Aqui é o Bob. Obrigado. À minha família e amigos que me apoiaram esta semana. E a todos que demonstraram preocupação e carinho por mim. É impressionante. Mas eu sinto o amor e isso significa muito para mim”.

Vale lembrar que ‘Better Call Saul’ está disponível na Netflix.

Crítica | ‘A Noiva do Ano’ – Um passatempo açucarado e com roteiro ingênuo chegou à Netflix

O casamento é uma data especial, sonhada por muitas pessoas, uma celebração de uma futura união que deseja um laço eterno com um alguém para passar a vida toda. Na realidade, e bem longe de contos de fadas, nem sempre é assim. Quando os obstáculos se somam sem soluções, frustam, e geralmente nos levam até uma jornada de incertezas, mesmo quando existe um forte sentimento envolvido.

Buscando abordar de uma maneira bem peculiar esse sonho do casamento, com um roteiro ingênuo que investe tempo de tela em um universo caricato, fantasioso e previsível, chegou à Netflix o longa-metragem sul-africano A Noiva do Ano, dirigido pelo cineasta Joshua Rous.

Smiling couple dancing with arms outstretched; man stands behind, supporting the woman’s waist in a striped red blouse.

Nessa trama inocente, que busca blindar seus desacertos narrativos com uma comédia romântica repleta de soluções triviais, vamos caminhando a passos largos rumo a uma história bobinha, mas que pelo menos não tem a pretensão de ser nada além do que oferece sua premissa.

Bride in a white gown holding a bouquet walks down the aisle at an outdoor garden wedding ceremony.

Lienkie (Carine Rous) é uma empreendedora que possui uma loja de doces e sonha em ser A Noiva do Ano, um concurso anual que, desde a infância, alimenta seus sonhos. Porém, no dia de seu casamento, ela flagra o futuro marido com a estagiária. Com o mundo despedaçado, ela resolve bolar um plano mirabolante para ganhar o concurso mesmo assim e, para isso, contará com a ajuda do malandro Frank (Bouwer Bosch).

Com uma boa dose de exageros e desencontros narrativos, além dos clichês que estão contidos praticamente a cada 5 minutos de filme, a obra usa a conveniência de forma demasiada como uma ferramenta de apoio para uma narrativa que busca ser um entretenimento leve e divertido. Ao mesmo tempo, insiste em uma abordagem idealizada, culminando na validação da ideia de que os opostos se atraem e de que o amor pode surgir de todas as formas possíveis.

Bride in a voluminous pink wedding dress posing with her wedding party in colorful outfits against a pink studio backdrop with hanging decorations, center stage.

Não há problema nenhum nessas mensagens bonitas que o filme se dispõe a entregar. A questão mesmo é como se chega até isso. Buscando o entretenimento rasteiro a partir do conforto do final feliz, A Noiva do Ano se consolida como um passatempo açucarado, capaz de entreter em alguns momentos, mas bem longe de ser uma comédia inesquecível.

‘Obsessão’: Terror SURPREENDE e arrecada US$ 16 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o aclamado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) arrecadou sólidos US$ 16 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor supera as projeções recentes, que indicavam uma abertura entre US$ 10-12 milhões.

O site afirma que o público foi composto por 59% de homens, com 40% deles entre 25 e 34 anos.

Além de ter alcançado 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Vale lembrar que a Focus Features adquiriu os direitos do longa por apenas US$ 14 milhões.

Obsessão‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Filme-concerto de Billie Eilish registra QUEDA de quase -90% em 2º final de semana nos EUA

Apesar das críticas positivas, o filme-concerto da cantora Billie Eilish registrou uma queda abismal de quase -90% em seu segundo final de semana no território norte-americano.

O longa arrecadou apenas US$ 800 mil neste segundo final de semana, caindo do TOP 5 para o TOP 13.

Vale lembrar que ‘Hit Me Hard and Soft: The Tour‘ abriu com US$ 7.5 milhões nos EUA.

Ao total, o filme soma US$ 9.2 milhões no país e US$ 25 milhões nas bilheterias mundiais.

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota A do público no CinemaScore.

Codirigido pelo aclamado cineasta James Cameron (‘Avatar’), o longa foi produzido através de uma parceria entre a Paramount Pictures e a Interscope Records, e contou com um orçamento de US$ 20 milhões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é fruto da parceria da vencedora do Grammy e do Oscar com o prestigiado e aclamado diretor James Cameron (‘Avatar’, ‘Titanic’).

As boas novas foram confirmadas em meados deste ano, durante uma das apresentações da turnê promocional do álbum em Manchester.

“Então, vocês devem ter notado que há mais câmeras do que o normal aqui”, brincou Billie no palco para a plateia. “Basicamente, não posso falar muito sobre isso, mas o que posso dizer é que estou trabalhando em algo muito, muito especial com uma pessoa chamada James Cameron, e vai ser em 3D”.

Eilish continuou, criando expectativa: “Então, tirem suas próprias conclusões, e saibam que esses quatro shows aqui em Manchester, entre vocês e eu, fazem parte de algo que estou criando com o James”.

A cantora ainda mencionou, com bom humor, que Cameron “está em algum lugar nesta plateia” e completou: “Provavelmente estarei usando exatamente essa roupa por uns quatro dias”.

‘Mortal Kombat 2’ supera US$ 100 milhões e se torna a 2ª MAIOR arrecadação da franquia

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Mortal Kombat 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa a segunda maior arrecadação da franquia da franquia, atrás apenas da adaptação live-action de 1995 (US$122M).

Nos EUA, o longa soma US$ 62.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 39 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 101.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$3.9M), México (US$2.9M), Austrália (US$2.8M), Brasil (US$2.5M) e China (US$2.4M).

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 38.7 milhões no território norte-americano (e US$63M globalmente). Abaixo das estimativas, que indicavam uma estreia em torno de US$ 50 milhões, a continuação foi desbancada pelo fenômeno ‘O Diabo Veste Prada 2‘ (US$41M).

Com 65% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação fica abaixo do primeiro filme (B+) e da adaptação original de 1995 (A-), mas supera a infame sequência ‘Mortal Kombat: Aniquilação‘ (C+).

A produção foi orçada em US$ 80 milhões, sem considerar os gastos com marketing.

Mortal Kombat 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

‘Mortal Kombat 2’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da sequência; Confira!

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

Crítica | ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’ é um dos melhores e mais INSANOS filmes do ano

Às 22h10min de uma noite qualquer, um homem misterioso abre as portas de um restaurante Norms, alegando ter vindo de um futuro pós-apocalíptico em que uma tecnologia de inteligência artificial destruiu metade da população mundial e condenou a outra metade a viver em uma falsa realidade, obrigando-os a uma complacência inconsciente. E isso não é tudo: os catastróficos avisos vêm acompanhados do anúncio de que aquela não é a primeira, nem a segunda, mas a 117ª vez que ele volta para aquele mesmo momento, tentando encontrar a combinação certa de recrutas (dentre os clientes que estão no restaurante) para ajudá-lo a encontrar o responsável pela criação da IA e infundi-la com um protocolo de segurança.

Essa é a excêntrica e instigante atmosfera de ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’, o novo filme do conhecido diretor Gore Verbinski. Na inesperada comédia ácida sci-fi estrelada pelo vencedor do Oscar Sam Rockwell, o cineasta se apropria do complexo cenário em que vivemos para tecer uma indesculpável crítica à subserviência à tecnologia e às redes sociais, em que o mundo virtual se transforma em um escape do mundo atomizado em que vivemos. Já tendo explorado temas mais intrincados no subestimado A Cura, de 2016, Verbinski retorna ao circuito cinematográfico com um dos melhores filmes do ano – e o seu primeiro em uma década.

Assim como o longa anterior, o realizador se apoia no desejo intrínseco dos indivíduos em fugir da dura realidade que eles mesmos criaram, em que é preferível fugir do que se conhece do que permanecer na palpabilidade de uma cruel existência. Dessa maneira, o misterioso homem encarnado por Rockwell – cujo nome não nos é revelado em momento algum, como metáfora para a dissolução da alteridade humana perante a queda da civilização moderna -, é o responsável por acordar as vítimas do próprio sistema da maneira mais incisiva e contundente possível. Para tantos, ele recruta sete clientes que, por alguma razão, prenunciam que essa tentativa de preservar uma sociedade prestes a ruir é diferente das outras.

O plano envolver escapar de um cerco policial que rodeia o restaurante e está pronto para exterminar qualquer um à sua frente, cruzar uma vizinhança povoada por mercenários, dissidentes do exército e ratos selvagens, chegar à casa de um gênio de nove anos de idade que criou a perigosa IA e plugar o dispositivo com o protocolo de segurança. E, conforme o intrigante e bizarro Homem do Futuro repete várias vezes que é bem provável que todos morram naquela noite, somos arrastados para uma inesperada e espirituosa aventura tour-de-force que conta com personagens envolventes e uma pungente análise sobre o agora.

Ao longo de pouco mais de duas horas, o enredo se divide em alguns núcleos unidos pela mesma temática. O primeiro deles acompanha os professores Janet (Zazie Beetz) e Mark (Michael Peña), que enfrentam uma horda de adolescentes hipnotizados por uma entidade virtual; o segundo, a inconsolável Susan (Juno Temple), uma mãe que perdeu o filho durante um tiroteio escolar, recorrendo a um programa de clonagem para tê-lo de volta até perceber o erro que cometeu; e Ingrid (Haley Lu Richardson), uma jovem alérgica a celulares e a wi-fi que perde seu namorado para uma realidade virtual que promete lhe dar felicidade e paz.

Cada uma dessas tramas, incluindo a do Homem do Futuro, é um reflexo propositalmente hiperbólico de algo que vem se tornando mais comum dia após dia – uma dependência compulsória por telas e pelo pseudo-mundo que o virtual nos apresenta, construindo uma relação quase parassocial em que laços concretos se diluem para dar espaço a uma transbordante quantidade de bombardeios audiovisuais compactados e incessantes. Conforme somos introduzidos a um espectro narrativo que já é distópico em sua essência desumanizadora e totalmente predatória, o inóspito futuro de onde o viajante veio torna-se inescapável e, em um âmbito mais metonímico, um iminente alerta.

O sucesso do filme não provém apenas dos intrincados temas que o compõe, mas de um trabalho meticuloso do elenco que arranca atuações arrojadas e, ao mesmo tempo, leves o bastante para não se levarem a sério demais conforme seguem o frenético ritmo do roteiro de Matthew Robinson. Em outras palavras, as absurdas falas e reviravoltas ganham camadas mais profundas quando confrontadas com arcos inesperadamente intensos – e que permitem que cada ator e atriz brilhe à sua maneira, com destaque às performances de Rockwell, Richardson e Temple.

Ao passo que caminha para uma ousada e satisfatória conclusão, ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’ é um comentário mordaz de um futuro manifesto e que se desenrola bem à frente dos nos narizes, encantando-nos com uma dose certeira de suspense, drama e comédia que o torna ainda mais delicioso. É claro que alguns excessos da produção podem não ser do agrado de todos, mas suas imprevisibilidades e sua ostensiva arquitetura com certeza são o bastante para contentar.

James Gunn anuncia teaser trailer inédito de ‘Lanternas’ para AMANHÃ!

Muito em breve, o DCU irá se expandir com o lançamento de Lanternas, série da HBO que trará à cena a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes.

Agora, através das redes sociais, o aclamado realizador James Gunn compartilhou um breve vídeo com cenas inéditas da atração, anunciando o lançamento de um teaser trailer inédito para amanhã, 18 de maio.

Confira:

Vale lembrar que a série chega em agosto deste ano à emissora e à plataforma de streaming da HBO Max.

Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.

“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco deLanternas também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.

‘O Diabo Veste Prada 2’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de três semanas, a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de ter superado a arrecadação total do primeiro filme (US$326.5M), a continuação já se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações globais do ano para uma produção hollywoodiana – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘, ‘Michael‘ e ‘Devoradores de Estrelas‘.

Nos EUA, a sequência soma US$ 175.9 milhões. Internacionalmente, foram US$ 370.3 milhões através de 51 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 546.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a Itália (US$34.5M), Austrália (US$23.4M), Japão (US$21.8M), Brasil (US$27M) e México (US$24.6M).

Vale lembrar que o novo filme abriu com US$ 233.6 milhões mundialmente, tornando-se a segunda maior abertura global do ano para uma produção hollywoodiana, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$372.5M). Além disso, o longa também se tornou o maior lançamento da carreira das atrizes Mery Streep (doméstica, internacional e mundialmente) e Emily Blunt (internacional e mundialmente).

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a continuação recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média supera a aprovação registrada pelo primeiro filme (B), há duas décadas.

O Diabo Veste Prada 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘Vingadores: Guerras Secretas’ pode ter estreia ADIADA nos cinemas; Entenda!

Apesar de nenhum anúncio oficial ter sido feito, recentes reportagens indicam que a Marvel Studios planeja dar início às filmagens de Vingadores: Guerras Secretas no início do verão norte-americano (isto é, no começo de junho).

Com as regravações de Vingadores: Doutor Destino tendo sido encerradas nos últimos dias, a janela em questão soa um pouco fora da realidade – e, agora, um dos astros da produção contou que o encerramento da Saga do Multiverso não começará até o outono.

Durante uma entrevista ao Dog Day AfternoonEbon Moss-Bachrach, que reprisa seu papel como o Coisa, de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, contou que resolveu se comprometer com um projeto na Broadway que se estende até o meio de julho justamente pelo fato das gravações de ‘Guerras Secretas’ começarem em meados de agosto.

“Essa peça em que venho trabalhando há alguns anos, ela é muito importante para mim”, ele disse, em relação ao timing do projeto. “Então tudo acabou funcionando”.

A breve e vaga atualização culminou em especulações de que ‘Guerras Secretas’, agendado para 17 de dezembro de 2027 nos cinemas, possa ser adiado – o que não é uma possibilidade totalmente intangível.

As filmagens de ‘Doutor Destino’ ocorreram de abril a setembro de 2025, com regravações realizadas no início deste ano. O filme tem estreia marcada para dezembro. Supondo que ‘Guerras Secretas’ siga um cronograma de produção semelhante e que as câmeras só comecem a rodar em agosto, o lançamento do filme só aconteceria em 2028.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Gostou de ‘Off Campus: Amores Improváveis’? Veja também essas 10 ótimas séries!

Um dos mais recentes fenômenos do universo literário, a série de livros ‘Off Campus’ enfim ganhou sua versão audiovisual. Off Campus: Amores Improváveis vem conquistando o público e, em poucos dias no Prime Video, já alcançou o Top 1 da plataforma. Pra você que assistiu e curtiu, recomendamos abaixo outras séries que você provavelmente vai gostar:

Crítica | ‘Off Campus: Amores Improváveis’ – Nova série do Prime Video passa de ano com folga

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai – que se odeiam -, One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos.

 

Rivalidade Ardente (HBO MAX)

Uma das séries que provavelmente será uma das sensações deste ano, em Rivalidade Ardente acompanhamos duas estrelas do hóquei que mantém um relacionamento escondido.

 

Friday Night Lights

Um dos seriados mais impactantes dos anos 2000, Friday Night Lights nos leva até uma cidade do interior dos Estados Unidos e os dramas de jogadores e o treinador de um time de futebol americano do colégio.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six, um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 1970, em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough).

 

Buffy, a Caça-Vampiros (Disney Plus)

Em março de 1997, chegava ao mundo do entretenimento um seriado que faria enorme sucesso: Buffy, a Caça-Vampiros. Criada por Joss Whedon, ao longo de 7 temporadas, vamos acompanhando a protagonista Buffy, uma jovem que faz parte de uma longa linhagem de guerreiras escolhidas para caçar e destruir vampiros terríveis e outras forças do mal.

 

Dawson’s Creek (Sony One)

Com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico), Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.

 

O.C.: Um Estranho no Paraíso (HBO MAX)

Criada por Josh Schwartz, O.C.: Um Estranho no Paraíso nos levou até a história de um adolescente rebelde que é adotado por um casal rico. Aos poucos, ele passa por transformações e maneiras de entender a vida.

 

Normal People

Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade – e algo mais – de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo, percebem que podem ter sidos feitos um para o outro, mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

Gilmore Girls (Netflix)

Os dramas e conflitos de uma mãe e uma filha que vive em uma cidadezinha dos Estados Unidos contornam a essência de Gilmore Girls. Protagonizado por Lauren Graham e Alexis Bledel, o seriado estreou no ano de 2000 e teve sete temporada – e uns episódios especiais que estrearam na Netflix.

 

Smallville (HBO MAX e Netflix)

Um dos seriados de enorme sucesso nos tempos que a internet ainda engatinhava, Smallville nos mostra parte da origem de Clark Kent e suas descobertas do enorme poder que possui.

 

Cinebiografia do Michael Jackson supera US$ 700 milhões e se torna a 2ª MAIOR arrecadação do ano

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme subiu para o TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$894.2M).

Beneficiando-se de uma excelente estabilidade nas telonas, o longa retornou ao topo das bilheterias norte-americanas em seu quarto final de semana – registrando uma queda doméstica de apenas -31% –, e já soma US$ 282.7 milhões no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 421 milhões através de 83 territórios.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$54.6M), França (US$41.1M), Alemanha (US$27.4M), México (US$26.5M) e Brasil (US$25.4M).

Ao total, o filme já arrecadou impressionantes US$ 60.4 milhões em IMAX.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.