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‘Vingadores: Guerra Infinita’: “Hulk ficará impressionado com Thanos”, diz Mark Ruffalo

Parece que nem mesmo o Gigante Esmeralda vai conseguir encarar o mestrão Thanos! Pelo menos é o que garante o ator Mark Ruffaloem entrevista à ScreenRant.

Segundo o ator, Bruce Banner será especialista em Thanos no planeta Terra:

“Banner sabe mais sobre Thanos do que provavelmente qualquer um neste filme, ele avisará o quão perigoso ele é. É quase um cenário ‘Chicken Little’. Ele vem gritando sobre esse assassino sanguinário. Ele sabe a destruição que ele pode causar e todos os seus poderes. O objetivo dele será reunir seu grupo, transcender suas diferenças e deixar claro o tamanho do perigo que estão enfrentando.

Já o Hulk… também ficará muito impressionado com Thanos

Recentemente, o ator que vive o principal vilão do Marvel Studios, Josh Brolin, revelou ao site Flickering Myth que já conseguiu assistir 30 minutos de ‘Guerra Infinita’ e contou o que achou:

“Eu vi 30 minutos de Guerra Infinita e achei incrível, sério”

Já sabemos que o vilão Thanos será o foco de Vingadores: Guerra Infinita e que seu passado será explorado nos cinemas. Agora, pelo visto, a juventude do mestrão também será retratada, confirma Brolin, explicando que só assim as pessoas vão entender suas motivações.

Em entrevista ao EW, o ator contou:

“Sabemos que Thanos é diferente de sua família. Eles são todos Titãs e todos se parecem muito, mas ele nasceu deformado. Você vê como ele cresceu, e que ele era quase o Quasimodo de seu tempo, ou se você já leu ‘O Perfume’, é um grande paralelo com Thanos. Ele era uma anomalia na infância. Uma aberração. E isso lhe trouxe essa aparente insanidade que veremos nos próximos filmes”

O ator ainda ressaltou que, apesar da aparência bruta, o vilão será de longo o personagem mais inteligente do filme.

 

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Jornalistas se emocionam em sessão de ‘Nasce Uma Estrela’

O remake de Nasce Uma Estrela, protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper, ainda nem chegou aos cinemas mas já está conquistando os críticos nos EUA.

Em uma exibição especial para dois jornalistas da Entertainment Weekly, visando fazer uma matéria sobre o longa, o filme foi extremamente elogiado e ambos revelaram ter se emocionado, acima de tudo, com a atuação da Gaga.

Através do Twitter, eles comentaram:

“Sou um robô e até eu tive as lágrimas escorrendo pelo meu rosto durante a sessão de ‘Nasce uma Estrela

Lady Gaga chorou. Eu (feio) chorei. Você vai chorar quando ver ‘Nasce uma Estrela'”

 

Confira os cartazes nacionais, junto com o trailer:

Após ser adiado três vezes, o remake do clássico musicalNasce Uma Estrela’ ganhou data de estreia no Brasil.

A Warner Bros. lança o filme por aqui dia 11 de Outubro, uma semana após a estreia norte-americana.

Confira a sinopse:

Nasce uma Estrela‘ é estrelado pelo ator quatro vezes indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e a premiada estrela da música indicada ao Oscar Lady Gaga, em seu primeiro papel como protagonista em um longa-metragem. O filme marca a estreia de Cooper na cadeira de diretor. Nesta releitura da trágica história de amor, ele interpreta o experiente músico Jackson Maine, que descobre a artista desconhecida Ally (Gaga), por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso… até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios.

Beyoncé Knowles chegou a ser cotada para estrelar o remake, mas as negociações não avançaram.

Esta será a terceira versão para o cinema do musical de 1937, que foi refeito em 1954 e depois em 1976.

Opinião | DCEU chega ao fim com gosto amargo e lições de como não fazer um universo compartilhado

Esta quarta-feira (20) marca o fim do Universo Estendido DC, o DCEU, que teve início em 2013, quando os filmes com super-heróis viviam um momento dourado. Na época, o Universo Cinematográfico Marvel tinha acabado de reunir Os Vingadores em tela e o público havia se despedido do universo mais pé no chão do Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan. Nesse contexto, o DCEU veio com a proposta de misturar as conexões da concorrente com o estilo sombrio e ‘adulto’ do Batman, mas sem precisar abordar eles com tanto realismo. O primeiro longa foi O Homem de Aço (2013), que trouxe um Superman mais controverso e cheio de dúvidas a seu posicionamento moral. Dali para frente, foram lançados mais 14 projetos nos cinemas, incluindo Aquaman 2: O Reino Perdido, que estreia hoje nos cinemas.

Ao longo dessa última década, o DCEU sofreu com uma inconstância muito grande em seus lançamentos. O que parecia ser promissor, logo se tornou um pesadelo, quando a visão do diretor e produtor Zack Snyder passou a ser amplamente repudiada por parte considerável dos fãs e pela crítica especializada. Seu estilo mais sombrio, de heróis com uniformes sem tanta cor e apelando para violência mais forte, parecia não combinar com os personagens que estavam em tela.

Na verdade, esse estilão do diretor parecia ser perfeito para um filme do Batman, não do Superman, por exemplo. Curiosamente, dentre a trindade da Liga da Justiça, o único herói que Zack acabou não se envolvendo, seja com direção ou produção, foi o Homem-Morcego. E essa combinação parecia ter realmente tudo para dar certo, porque dentre todas as críticas desferidas ao controverso Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016), o Batman de Ben Affleck conseguiu se salvar, conquistando diversos elogios.

Muito se debate sobre qual foi o momento em que a derrocada do DCEU começou. Alguns podem dizer que foi em BVS, mas é complicado definir a queda de um universo compartilhado ainda em sua segunda produção. Afinal, ame ou odeie, o longa tinha a personalidade e a visão de seu diretor, além de estar de acordo com a ideia inicial aprovada pela Warner para esse mundo. E cá entre nós, os executivos pegaram pesado demais com o desempenho do longa. Veja bem, eu não gosto do filme, mas é surreal pensar que ele foi considerado um fracasso comercial pelos executivos por não ter atingido a marca de um bilhão de dólares em bilheteria. No fim de sua passagem pelas salas de cinema do mundo, o embate dos heróis arrecadou mais de US$ 872 milhões, um valor excelente. Some a isso mais de US$ 314 milhões em vendas de mídias físicas e fica ainda mais grotesco pensar que os investidores tenham achado que era hora de abandonar o projeto inicial.

Para mim, a derrocada do DCEU começa mesmo com Esquadrão Suicida (2016). Aquela quimera é uma representação tenebrosa da falência moral desse universo. O filme foi feito em grande parte ainda com a visão antiga do estúdio. Seria uma aventura mais pé no chão, recheada de violência e uma trama mais séria. Então, vendo a Disney, por meio da Marvel, empilhar bilhão atrás de bilhão, a Warner já tinha na mente que qualquer produção que lançasse com seus super-heróis DC deveria repetir e até superar o sucesso da concorrente. Afinal, historicamente falando, os personagens da DC são mais populares dentre o grande público. Para piorar as coisas, a FOX, também em parceria com a Marvel, tinha acabado de ver Deadpool (2016) fazer uma bilheteria espetacular (US$ 782,6 milhões), mesmo sendo um filme para maiores de 18 anos e tendo um orçamento de duas coxinhas e um guaraná natural.

Movida pela ganância e o olho grande, a Warner decidiu que não queria mais ‘suportar o processo para viver o propósito’. Dessa forma, no meio da produção, eles mandaram o diretor David Ayer refilmar uma boa parte de Esquadrão Suicida, praticamente apagando qualquer traço de personalidade do projeto, para fazer com que ele se enquadrasse na ‘Fórmula Marvel, usando mais cores e apostando num humor mais bobinho. A mudança no tom do longa foi tão drástica, que era possível notar a diferença entre os trailers. O resultado desse filme foi tão bizarro quanto essa decisão de ‘trocar o pneu com o carro em movimento’.

Em termos de bilheteria, o filme teve uma resposta muito acima do esperado, arrecadando mais de US$ 747 milhões. Mais do que isso, surpreendendo a todos, o longa ainda conquistou um Oscar de Melhor Maquiagem. Só que aí entra o funcionamento das bilheterias. Em grandes franquias, a arrecadação de um filme costuma ser inflada pelo sucesso do anterior. Por exemplo, se o público e a crítica gostarem de Batman Begins (2005), as projeções indicam uma bilheteria ainda maior na sequência. Porém, se ele não tiver boa resposta, é prevista uma queda nas arrecadações. É claro que a explicação completa é bem mais complexa do que isso, mas a grosso modo dá para entender. Tomando como exemplo a própria franquia Cavaleiro das Trevas, é possível ver bem essa projeção de crescimento nas bilheterias.

Então, não dá para falar da bilheteria de Esquadrão Suicida sem levar em consideração o grande interesse do público que curtiu a estética de BVS e proporcionou uma bilheteria muito boa. O problema é que as críticas ao filme foram ainda piores que as de BVS. Todos perceberam que o longa de Ayer estava genérico e tinha dois tons completamente diferentes conflitando por conta das refilmagens. Para piorar, o grande trunfo da história, que era o Coringa de Jared Leto, virou piada com uma atuação deplorável do vocalista de Thirty Seconds to Mars.

Neste filme, a Warner teve todos os sinais do que fazer ou não no Universo Estendido DC, mas por conta de uma boa resposta na bilheteria, decidiu apostar num caminho mais genérico para tentar agradar o grande público, ignorando a fanbase fiel que já havia mostrado estar disposta a embarcar na visão original do universo.

O projeto seguinte foi Mulher-Maravilha (2017), que começou a ser feito ainda sob a visão original do DCEU, mas teve seu terceiro ato completamente alterado, dando um final mais ‘meloso’ e apelando para o velho cliché da protagonista resolvendo o problema por meio do amor. Entretanto, a aventura estrelada por Gal Gadot – e dirigida por Patty Jenkins – conseguiu fazer mais de US$ 820 milhões em bilheteria, conquistando tanto a crítica quanto o público, mesmo que tenha recebido reclamações justamente sobre o terceiro ato, que foi quando abriram mão de sua personalidade e apelaram para o genérico.

Isso causou um grande mal-estar na cúpula do estúdio, que já estava decidida a chutar Zack Snyder para fora do DCEU por conta de divergências criativas. No meio das gravações de Liga da Justiça, o diretor sofreu uma tragédia pessoal e se afastou do filme, que foi para as mãos de Joss Whedon, diretor dos filmes dos Vingadores, que recebeu a seguinte missão: “Faça o seu ‘Vingadores’ da DC”. E assim o fez. Ele pegou o esqueleto do longa de Snyder e fez um remendo com as situações e piadas que haviam dado certo com os Vingadores. Foi feio demais. E aí sim foi um fracasso, tanto de crítica quanto bilheteria.

E a pá de cal sobre a visão original do universo veio com o sucesso de Aquaman (2018). Com uma visão completamente oposta ao que foi iniciado por Zack Snyder em 2013, o ‘Midas de Hollywood’ trouxe sua estética própria para o universo, enchendo o filme do Rei de Atlântida de cores, elementos de terror, um humor canalha irresistível e uma inspiração narrativa nada sutil nas obras de Júlio Verne. Os acionistas soltaram fogos quando viram um personagem que era motivo de piada na Cultura Pop conquistar os fãs, os críticos e enfim romper a marca do bilhão de dólares nas bilheterias. A partir daquele momento, até os executivos que gostavam do estilo de Snyder se convenceram de que não havia mais espaço para ele no DCEU.

Em meio a tantos processos de mudanças no comando da Warner, com direito a novos CEO e vendas, o caos só aumentou. Foram anunciando uma série de projetos que nunca saíram do papel e perderam o rumo de suas produções. Antes, por mais que fosse polêmica, a visão de Snyder dava um direcionamento para o DCEU. Com sua saída, eles se perderam. E foi assim que surgiram projetos que pareciam isolados uns dos outros, enquanto o futuro da Liga da Justiça parecia ser não ganhar uma continuação tão cedo. Oras, como se constrói um universo compartilhado em que o principal grupo de heróis não está nos planos? Ainda assim, por contar com muitos personagens fascinantes em seu panteão, algumas pérolas surgiram, como Shazam! (2019) e O Esquadrão Suicida (2021).

O problema é que mesmo com as boas críticas, os filmes não estavam refletindo na bilheteria. Com a pandemia, a situação piorou ainda mais. Enquanto os longas saíam sem um norte para seguir, com projetos cada vez mais isolados um do outro, as mudanças no comando da Warner seguiam e pareciam só complicar mais as coisas. Então, houve um embate de narrativas que definiria de uma vez por todas o fim do DCEU. Diz o ator Dwayne Johnson que prometeram para ele o controle criativo de uma retomada do DCEU, que seria centrada no embate entre o Superman (Henry Cavill) e o seu Adão Negro. Do outro lado, rumores indicavam que a Warner queria o excêntrico James Gunn no comando.

Mais uma vez a desorganização do estúdio veio a público e o tempo deu razão aos rumores, com Gunn sendo o escolhido para recomeçar a jornada dos heróis da DC nos cinemas. Com o fim do DCEU, consumado agora com o lançamento de Aquaman 2: O Reino Perdido, resta ao público torcer para que o homem responsável por formular todo o núcleo cósmico da Marvel consiga repetir o sucesso criando o Universo DC, tendo como ponto de partida Superman: Legacy, em 2025.

No fim das contas, o próprio Aquaman 2 deixa um gosto amargo na boca porque fica a sensação de que tinha muita coisa boa a ser aproveitada e desenvolvida no falecido DCEU. E a grande lição que se tira dessa ‘década perdida’ da DC nos cinemas é que não adianta querer apressar as coisas. Criar um universo compartilhado demanda tempo e planejamento. Quando foi lançado, esse projeto tinha um potencial colossal não só de fazer frente à Marvel, mas de superá-la. Quando se tem heróis como Batman, Superman e Mulher-Maravilha nas mãos, as chances de acertar com eles são muito maiores do que as de errar.

Ao tentar correr para chegar aos números da Marvel que já tinha cinco anos de trabalho e sete filmes nos cinemas – tendo lançado apenas dois filmes, os executivos da DC deram um tiro no pé e jogaram fora todas aquelas promessas feitas em Comic Cons pelo mundo. Ao longo dos anos, visando apenas os números, ele confrontaram fãs e compraram brigas infundadas com os principais financiadores desse universo. Afinal, como você espera vender um universo compartilhado para um público se menospreza todas as suas demandas, sugestões e reclamações?

É triste ver que o DCEU chegou ao fim como um case do que não se fazer nos cinemas, mas fica de lição para as próximas empreitadas. Para os fãs, só resta chorar sobre o leite derramado e abrir a mente para o vindouro DCU.

Aquaman 2: O Reino Perdido está em cartaz nos cinemas.

10 Filmes de Terror e Suspense no Festival do Rio 2023

Sabemos que os leitores do CinePOP são fãs de filmes de terror, por isso, em um evento tão grande como o Festival do Rio 2023 não poderíamos deixar de dar umas dicas de filmes com pegada de terror e suspense na programação do festival esse ano, para vocês se organizarem direitinho e não perderem nada. Confiram!

10 – Não Abra!

Sam, uma adolescente que lida com os conflitos entre sua origem indiana e a vida nos EUA, acidentalmente liberta uma antiga entidade demoníaca de um jarro que jamais deveria ter sido aberto. À medida que o mal se alimenta dos seus piores medos, Sam precisará desvendar segredos ancestrais para tentar salvar sua vida e a de todos ao seu redor. Dos mesmos produtores de Corra! (2017).

9 – O Sequestro do Voo 375

Em 1988, o trabalhador Nonato se rebela contra o presidente e as dificuldades de um país em crise e orquestra o sequestro de um voo comercial para um atentado ao Palácio do Planalto. Murilo, o piloto do avião, se vê responsável pela vida de mais de 100 pessoas a bordo e, mesmo com toda a tensão criada pelo sequestrador, executa a manobra mais impressionante de sua carreira, mudando a história da aviação. Baseado em uma história real.

8 – Dario Argento Panico

Em quartos de hotéis, protegido do mundo exterior, Dario Argento criou seus filmes mais aclamados. Hoje, ele está escrevendo seu último. Desta vez, no entanto, não está só. Ele volta ao hotel para concluir seu roteiro e ser entrevistado, filmado e acompanhado por uma equipe que grava um filme sobre ele. Argento inicialmente não se sente à vontade, lutando para encontrar tranquilidade tanto para terminar o processo de escrita quanto para confiar em quem o entrevista. Mas o demônio do cinema, que nunca o abandonou, o empurrará, mais uma vez, à entrega total.

7 – Bergamota

Curta do diretor Hsu Chien, primeira produção de terror LGBTQIAP+ do diretor. Todo em preto e branco, haverá uma única sessão, dia 13/10, às 18hs, seguida de debate, dentro da programação paralela do RioMarket.

6 – A Super Fêmea

Um laboratório de produtos farmacêuticos traz para o Brasil a pílula anticoncepcional para homens. Para o lançamento, contrata os serviços de uma agência de propaganda, que descobre que 83% dos consumidores em potencial temem que o produto diminua a virilidade. Buscando reverter essa ideia, a empresa recorre ao seu melhor redator, que se apoia em três mitos fundamentais — a mulher, o jogo e o café — para promover uma mulher-mito, Eva (Vera Fisher).

5 – Augúrio

Acompanhando o retorno de Koffi à sua terra natal após ter sido banido pela família, Augúrio explora o peso das crenças sobre o destino de cada um através de quatro personagens. Acusados de bruxaria e feitiçaria, todos estão entrelaçados e guiam uns aos outros pela fantasmagoria da África. Vencedor do Prêmio New Voice da mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes 2023.

4 – Corta!

Em um prédio abandonado, um filme de zumbi de baixo orçamento está ruindo durante as gravações. O diretor abusivo já anda testando os limites do elenco e da equipe com seu comportamento desagradável, quando revela seu plano especial para injetar energia e emoção no projeto: liberar uma maldição zumbi de verdade. Em um frenético plano-sequência em que pedaços de corpos e fluidos voam, os atores lutam contra os mortos-vivos e contra o diretor pela sobrevivência — antes que o filme chegue a uma conclusão chocante. Filme de abertura do Festival de Cannes 2022.

3 – Kubi

Com o objetivo de controlar o Japão, o Lorde Nobunaga Oda se envolve em duras batalhas contra os exércitos Mouri, Takeda e Uesugi, encarando ainda as forças dos templos e santuários em Kyoto. Enquanto isso, seu vassalo Araki Murashige incita uma rebelião e desaparece. Nobunaga reúne os outros vassalos e ordena que procurem Murashige em troca de sua herança. Hideyoshi, junto com o irmão Hidenaga e o estrategista militar Kanbei Kuroda, elabora um plano e pretende aproveitar a desordem para tomar o poder. Exibido no Festival de Cannes 2023.

2 – On Off

Onoff é um escritor mundialmente famoso que não publica nenhum livro há algum tempo e cada vez mais se deleita com uma personalidade reclusa. Numa noite de tempestade, é apanhado pela polícia sem qualquer identificação ou memória dos acontecimentos recentes, deixando as autoridades desconfiadas. Durante o interrogatório, um inspetor apaixonado por literatura tenta apurar o que aconteceu naquela tarde e mergulha na mente do escritor que admirava para revelar um misterioso crime. Inspirado no filme Uma Simples Formalidade (1994), de Giuseppe Tornatore.

1 – ‘Pobres Criaturas

A fantástica evolução de Bella Baxter, uma jovem que é trazida de volta à vida pelo brilhante e pouco ortodoxo cientista Dr. Godwin Baxter. Sob a proteção de Baxter, Bella está ansiosa para aprender. Desejando conhecer mais sobre o mundo, Bella foge com Duncan Wedderburn, um advogado astuto e debochado, para uma aventura por vários continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella se firma em seu propósito de defender a igualdade e a libertação. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza 2023.

‘Capitã Marvel’: Primeiras reações do filme são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Capitã Marvel chegará muito em breve aos cinemas, mas você não precisa esperar para conferir as primeiras reações ao filme, cuja primeira exibição aos críticos foi feita ontem, 19.

E apesar das críticas completas serem divulgadas apenas no dia 05 de março, o público pode ter uma prévia do que aguardar da mais nova aventura Marvel – e escolher se prefere ir ao cinema conferir a jornada de Carol Danvers ou ficar em casa e esperar o lançamento do filme no Disney+.

Veja:

“Fãs dos quadrinhos da #CapitãMarvel irão amar o filme. Simples e prático” – Brandon DavisComicBook.com.

 

Capitã Marvel é incrível! Tem algumas surpresas que não vi chegando, e o mistério/origem é envolvente e divertido. Brie Larson é ótima e entra no MCU de forma fantástica” – Eric EisenbergCinema Blend.

 

“#CapitãMarvel tem uma ótima vibe sci-fi dos anos 90 com um tom diferente de qualquer outro filme da Marvel, de verdade. É retrô, bizarro, misterioso e cômico. É engraçado em lugares surpreendentes e de tirar o fôlego nos lugares certos. E é divertido porque está sempre mudando. [O filme] tem várias coisas certas” – Erik DavisFandango

 

“#CapitãMarvel é pura alegria. Eu não posso esperar pela geração de garotinhas que crescerão com Carol Danvers como uma heroína.”, Devan Coggan, EW.

 

“Espero que os Skrulls sejam as Joias do Infinito da MCU daqui para frente. Ben Mendelsohn é incrível e todo o conceito de mudança flui muito bem. #CapitãMarvel”, Brandon Davis, ComicBook.

 

“Os fãs de quadrinhos e do MCU gostarão mais do #CaptainMarvel do que o espectador comum. Ainda assim, esse público vai gostar muito, é totalmente uma história de origem.”, Brandon Davis, ComicBook.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Delilah’: Nat Faxon entra para o elenco da nova série da HBO

Segundo a VarietyNat Faxon (‘(Des)Encanto’) e Nicole Byer (‘Tuca & Bertie’) foram elencados na nova série da HBO MaxDelilah. Faxon será Brian, o filho mais velho e mais irritado de Tom Childs, enquanto Byer será Cassie, a única pessoa a dar boas-vindas à personagem-titular à cidade.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Arturo Castro (Narcos), que vai interpretar o afável Pastor Dale na produção.

Jessica Rothe será Delilah e Michael McKean será Tom Childs, um charmoso e bem-sucedido dono de uma concessionária que ainda está de luto devido à morte de sua esposa, que lhe deu três filhos, uma casa feliz e uma vida confortável. Tom agora deve lidar com os preparativos do funeral e a chegada de Delilah, uma jovem mulher que alega ser sua filha.

Castro também participou do drama The Good Wife e da antologia Room 104. Ele também participará do remake em live-action de A Dama e o Vagabundo, como Marco.

O roteiro foi assinado por Aisling Bea Sharon Horgan, com reescrita a encargo de Kirker Butler.

Delilah ainda não tem previsão de estreia.

‘Jurassic World: Dominação’: Colin Trevorrow divulga nova imagem de bastidores; Confira!

Jurassic World: Dominação entrou em um hiato indefinido devido à pandemia do Coronavírus, mas não impediu a equipe de continuar trabalhando de suas casas.

Agora, o diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de bastidores que mostra um monitor de computador e um personagem andando de bicicleta em meio a detritos.

Confira:

 

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Working from home. #JurassicWorld

Uma publicação compartilhada por Colin Trevorrow (@colin.trevorrow) em

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

50 Músicas Essenciais para Conhecer Madonna

Madonna completou 62 anos no dia 16 de Agosto e seu legado continua mais vivo que nunca. Depois de atravessarmos sua jornada musical, está na hora de reapresentá-la ao mundo que ou não conhece essa lendária cantora e compositora ou conhece apenas suas músicas mais famosas.

Separamos uma extensa lista com 50 canções essenciais para se familiarizar ou relembrar os clássicos da rainha do pop – incluindo não apenas a discografia principal, mas suas incursões cinematográficas e algumas músicas que marcaram época e revolucionaram o cenário mainstream.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

EVERYBODY

Lançamento como single: 06 de outubro de 1982

Álbum: Madonna

O primeiro single da lendária performer enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, Madonna não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que não teve uma recepção tão sólida da crítica – a qual disse que a música era repetitiva demais.

HOLIDAY 

Lançamento como single: 07 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

“Holiday” é, sem sombra de dúvida, uma das músicas mais famosas de Madonna. Apesar de um instrumental repetitivo e cansativo, a canção viralizou em diversos países, com renomados historiadores e críticos chamando-a de “infecciosa”. De fato, não houve uma pessoa que não ouviu a canção e automaticamente sentiu uma vontade incontrolável de se jogar nas pistas de dança.

LUCKY STAR

Lançamento como single: 08 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

Apesar de divertida, “Lucky Star” não teve o mesmo sucesso que sua predecessora, sendo chamada pelos críticos de “esquecível”. Com o passar dos anos, a canção adquiriu um status cult e foi redescoberta, principalmente por sua influência disco e por seu icônico videoclipe

BORDERLINE 

Lançamento: 15 de fevereiro de 1984

Álbum: Madonna

Facilmente um das melhores produções de Madonna, “Borderline” foi a primeira forte separação da artista do disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

LIKE A VIRGIN

Lançamento como single: 31 de outubro de 1984

Álbum: Like a Virgin

O primeiro single de ‘Like a Virgin’ foi sua música epônima, orientada pelo dance e por uma da batidas mais instantaneamente reconhecíveis de todos os tempos. Liricamente contando sobre a primeira vez de uma garota, que é encarnada por Madonna, a música se tornou o primeiro #1 de Madonna na Billboard e uma de suas produções definitivas..

MATERIAL GIRL

Lançamento como single: 23 de janeiro de 1985

Álbum: Like a Virgin

Madonna voltou a explorar o soubrette com “Material Girl”, encarnando Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’. Com lírica sobre materialismo e joias e tudo que possa cintilar, o arranjo se rende aos sintetizadores com força incrível e colocando tanto a música quanto o videoclipe como um dos maiores influenciadores do século passado.

INTO THE GROOVE

Lançamento como single: 15 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Into the Groove” integrou o clássico longa-metragem ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ e, por mais que a obra cinematográfica não tenha feito tanto sucesso, a canção ganhou lugar especial entre o público e a crítica. Voltando a incorporar elementos do synth-pop, madonna começava a se sentir mais confortável com sua fama e percebia que convidar seus fãs para se jogar nos night clubs era a receita certa para o sucesso.

DRESS YOU UP

Lançamento como single: 24 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.

LIVE TO TELL

Lançamento como single: 26 de março de 1986

Álbum: True Blue

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

PAPA DON’T PREACH

Lançamento como single: 11 de junho de 1986

Álbum: True Blue

“Papa Don’t Preach” tem uma poderosa letra que conta a história de uma jovem garota que engravidou e, com medo da reação do pai, decidiu que irá criar o filho independente do que ele pensa. A música causou certa comoção negativa por parte de entidades parentais, as quais diziam que encorajava gravidez na adolescência – mas controvérsias à parte, Madonna conseguiu seu quarto #1 na Billboard.

TRUE BLUE

Lançamento como single: 29 de setembro de 1986

Álbum: True Blue

Buscando um look diferente daqueles que já havia utilizado, a música homônima de ‘True Blue’ tornou-se um sucesso de crítica e de paradas, garantindo mais uma canção no Top 10 da Billboard consecutiva para a rainha do pop. Com uma atmosfera retrô, intimista e reconfortante, a artista se inspirou no clássico grupo dos anos 1960 Motown para dar vida à faixa.

OPEN YOUR HEART

Lançamento como single: 19 de novembro de 1986

Álbum: True Blue

Elogiada por sua simplicidade, “Open Your Heart” é uma simples narrativa romântica que também serve como metáfora para o ato de ser vulnerável, expandindo-se para o relacionamento íntimo. O conceito principal coloca seu eu-lírico como uma vítima do amor e, seguindo os passos dos singles predecessores, tornou-se um sucesso comercial mundial e ganhou reconhecimento por suas homenagens a Liza MinnelliMarlene Dietrich.

LA ISLA BONITA

Lançamento como single: 25 de fevereiro de 1987

Álbum: True Blue

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

WHO’S THAT GIRL

Lançamento como single: 23 de junho de 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

Trazendo instrumentais como bateria, baixo e instrumentos de corda, “Who’s That Girl” continuou mostrando a fascinação de Madonna pela cultura hispânica, permitindo que ela até mesmo trouxesse versos em espanhol e utilizasse o efeito de vocais duplos. Apesar da recepção mista por parte da crítica, alcançou o topo das paradas e foi indicada ao Grammy de Melhor Canção em Filme e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

CAUSING A COMMOTION

Lançamento como single: 25 de agosto 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

“Causing a Commotion” também fez parte da trilha sonora de ‘Quem é Essa Garota?’ e, assim como a música supracitada, não teve uma recepção solidamente favorável por parte da crítica. Usando elementos do dance, a canção foi inspirada pelo relacionamento com Sean Penn e sua natureza abusiva e violenta.

LIKE A PRAYER

Lançamento como single: 03 de março de 1989

Álbum: Like a Prayer

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

EXPRESS YOURSELF

Lançamento como single: 09 de maio de 1989

Álbum: Like a Prayer

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

VOGUE

Lançamento como single: 27 de março de 1990

Álbum: I’m Breathless

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

SOONER OR LATER

Lançamento como single: 21 de maio de 1990

Álbum: I’m Breathless

Também parte de ‘I’m Breathless’, a música foi composta pelo lendário liricista Stephen Sondheim como forma de evocar a natureza teatral e o estilo do filme. A balada retomar o jazz dos anos 1930, criando uma atmosfera que nos recorda dos nightclubs da época. Eventualmente, a música levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.

JUSTIFY MY LOVE

Lançamento como single: 06 de novembro de 1990

Álbum: The Immaculate Collection

No mesmo ano que lançou várias produções icônicas, Madonna também aproveitou o momento para lançar seu primeiro compilado de hits – usando o álbum especial para trazer aos fãs a canção inédita “Justify My Love”, um trip-hop que fala sobre romance e sexo. A iteração teve recepção mista por parte da crítica, mas alcançou o #1 na Billboard (a nona música da artista a chegar ao topo das paradas).

EROTICA

Lançamento como single: 13 de outubro de 1992

Álbum: Erotica

Se Madonna havia revolucionado a música em 1989, ela faria a mesma coisa poucos anos depois com o revolucionário, controverso e blasfemo ‘Erotica’. A faixa-título, o primeiro single de uma era esteticamente perfeita, é uma ode ao BDSM e a primeira encarnação da artista como Dita (em homenagem a Dita Parlo), um de seus vários pseudônimos. Através de vocais falados, a performer convida seu amante para se submeter às suas vontades e explorar os limites entre o prazer e a dor.

DEEPER AND DEEPER

Lançamento como single: 08 de dezembro de 1992

Álbum: Erotica

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

RAIN

Lançamento como single: 05 de agosto de 1993

Álbum: Erotica

Com resposta bastante positiva por parte da crítica e uma estreia sólida nos charts mundiais, “Rain” é uma balada de grande calibre que quebra os tabus explorados por Madonna em ‘Erotica’. A música traz espectros do R&B e do trip-hop, que voltariam em sua próxima era, para o comando de um pop comedido e envolvente.

SECRET

Lançamento como single: 27 de setembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

Depois de chocar o mundo com ‘Erotica’, Madonna resolveu dar um passo para trás e “pedir desculpas” à conservadora sociedade que claramente não estava preparada para suas músicas. Com “Secret”, a artista dava origem a ‘Bedtime Stories’ – e a sagaz canção é memorável em cada incursão instrumental, apresentando uma nova camada cada vez que a ouvimos de novo.

TAKE A BOW

Lançamento como single: 06 de dezembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

“Take a Bow” permitiu que Madonna quebrasse o recorde de Carole King cmoa artista com mais #1 nos charts da Billboard – permanecendo nada menos que sete semanas no topo das paradas. Guiado por um pano de fundo orquestral e por elementos da cultura asiática, a canção foi elogiada por sua poética romântica e pela trágica narrativa.

HUMAN NATURE

Lançamento como single: 06 de junho de 1995

Álbum: Bedtime Stories

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

YOU’LL SEE

Lançamento como single: 30 de outubro de 1995

Álbum: Something to Remember

“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.

DON’T CRY FOR ME ARGENTINA

Lançamento como single: 04 de feereiro de 1997

Álbum: Evita (OST)

Para a personagem titular em ‘Evita’, Madonna passou por um intenso treinamento vocal para honrar a originalidade elegíaca de Julie Covington em 1976. O resultado foi bastante positivo e rendeu à rainha do pop não apenas uma atuação sólida, mas também uma das rendições mais operísticas e teatrais de sua carreira.

FROZEN

Lançamento como single: 23 de fevereiro de 1998

Álbum: Ray of Light

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

RAY OF LIGHT

Lançamento como single: 06 de maio de 1998

Álbum: Ray of Light

A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e também foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

BEAUTIFUL STRANGER

Lançamento como single: 19 de maio de 1999

Álbum: Austin Power: O Agente Bond Cama (OST)

“Beautiful Stranger” foi uma das músicas mais aguardadas de Madonna e, sendo bem recebida pela crítica especializada, misturou incursões do pop psicodélico e do disco, trazendo reverberações de guitarras elétricas e loopings sonoros para falar sobre uma história de amor.

AMERICAN PIE

Lançamento como single: 03 de março de 2000

Álbum: Sobrou pra Você (OST)

A versão de Madonna para o clássico “American Pie”, de Don McLean, falhou em resgatar o teor crítico e teve recepção relativamente negativa por parte da crítica. Transformando um impactante folk-rock em um dance-pop esquecível, a única coisa que realmente salva é o videoclipe dirigido por Philipp Stölz.

MUSIC

Lançamento como single: 21 de agosto de 2000

Álbum: Music

Afastando-se completamente da sinestesia intimista de ‘Ray of Light’, Madonna retornou às pistas de dança no começo do novo século com ‘Music’. A música-título, primeiro single do álbum, trouxe influências do funk e do dance-pop, liricamente erguendo-se como um hino disco com uma infecciosa e dançante progressão.

DON’T TELL ME

Lançamento como single: 14 de novembro de 2000

Álbum: Music

“Don’t Tell Me”, em comparação com o single analisado acima, é mais uma ótima adição ao catálogo de sucessos de Madonna; entretanto, diferente das distorções apresentadas em “Music”, a peça em questão opta pelo folk e pelo electro-country, experimentando certas dissonâncias interessantes e bem-vindas.

AMERICAN LIFE

Lançamento como single: 08 de abril de 2003

Álbum: American Life

‘American Life’ é uma das produções mais polêmicas de Madonna – ainda mais porque a artista ousa criticar o sonho americano e o militarismo desenfreado de sua pátria. A música-título é uma representação interessante das mensagens que a artista pretende mostrar para o mundo, mas a gestação do single transforma uma crítica social de suma importância em uma egolatria oscilante.

HUNG UP

Lançamento como single: 17 de outubro de 2005

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

SORRY

Lançamento como single: 07 de fevereiro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.

GET TOGETHER

Lançamento como single: 06 de junho de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.

JUMP

Lançamento como single: 31 de outubro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.

4 MINUTES

Lançamento como single: 17 de março de 2008

Álbum: Hard Candy

“4 Minutes”, primeiro single do álbum ‘Hard Candy’, é uma das parcerias de maior sucesso crítico e comercial de Madonna. Batalhando contra o fim do mundo ao lado de Justin Timberlake, o dance-pop ganhou o mundo e, integrada a um CD oscilante e apático, é um dos pontos altos sem sombra de dúvida

GIVE IT 2 ME

Lançamento como single: 24 de junho de 2008

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna apostou em si mesma na construção de “Give It 2 Me”. Mais uma vez retomando as incursões do dance-pop, a performer buscou dar vida a uma profusão perfeita de sintetizadores gritantes e de percussões do oeste africano.

GIRL GONE WILD

Lançamento como single: 02 de março de 2012

Álbum: MDNA

“Girl Gone Wild” é uma profusa canção que integra o 12º álbum de Madonna, ‘MDNA’. Movida pelas incessantes inflexões do electropop e do Euro Disco, a faixa resgata “Act of Contrition”, de ‘Like a Prayer’, para dar vida a uma narrativa indesculpavelmente blasfema, mesmo com seus erros, tornou-se bastante conhecida.

MASTERPIECE

Lançamento como single: 02 de abril de 2012

Álbum: MDNA

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

LIVING FOR LOVE

Lançamento como single: 20 de dezembro de 2014

Álbum: Rebel Heart

‘Rebel Heart’ é um subestimado álbum de Madonna que, apesar do número exorbitante de produtores, culminou em uma coesa joia que merecia mais atenção. No topo desse convidativo CD, há o single “Living for Love”, que explora EDM e diva house com perfeição, aliando a pontual presença do piano de Alicia Keys com um coral gospel de arrepiar.

REBEL HEART

Lançamento: 06 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

GHOSTTOWN

Lançamento como single: 13 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

“Ghosttown” é uma daquelas músicas que merecia muito mais reconhecimento do que realmente tem. Acompanhada de um videoclipe cinemático irretocável, a balada traz os elementos do órgão e da matéria para construir uma história introspectiva que vai para além de um mero conto romântico, atingindo um âmbito metafórico que conversa com a própria vida da artista.

BITCH I’M MADONNA

Lançamento como single: 15 de junho de 2015

Álbum: Rebel Heart

A parceria de Madonna com Nicki Minaj é um afastamento brusco de qualquer coisa que já nos tenha sido apresentado. Produzida por Diplo, a mistura de EDM e dubstep é consideravelmente coesa nos atos principais, falhando com um prólogo desnecessário e pedante e fechando uma história sobre se jogar na pista de dança não importa o que aconteça.

MEDELLÍN

Lançamento como single: 17 de abril de 2019

Álbum: Madame X

Quatro anos depois de sua última investida musical, Madonna resolveu mergulhar de cabeça no experimentalismo – e, depois de ser introduzida à cultura fonográfica portuguesa, deu origem a ‘Madame X’. O 14º álbum teve início com o lançamento de “Medellín”, trazendo a cantora refletindo sobre traumas passados e uma coesão sonora bastante sólida.

DARK BALLET

Lançamento como single: 07 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“Dark Ballet” é a música mais experimental da carreira de Madonna: aliando-se a uma imagética que retoma a mitológica figura de Joana D’Arc e introduzindo incursões de Tchaikovsky para uma ambientação electro-gospel, a canção merece reconhecimento por sua ousadia reverberante, ainda que o resultado não seja tão memorável quanto poderia.

GOD CONTROL

Lançamento como single: 14 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“God Control” é facilmente uma das melhores faixas de ‘Madame X’ e, com mais força que suas conterrâneas, traz o retorno de Madonna para a crítica social. Introduzindo o hi-NRG em sua carreira e revisitando o disco que outrora a colocou no topo do mundo, a música é uma pungente declamação acerca da política de controle armamentista nos Estados Unidos – além de fazer menção ao tiroteio da balada Pulse, em Orlando, no ano de 2016.

I RISE

Lançamento como single: 04 de outubro de 2019

Álbum: Madame X

Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.

‘Soul’: Pixar revela artes conceituais OFICIAIS da animação; Confira!

Durante uma watch party promovida pela Walt Disney, a Pixar divulgou uma série de artes conceituais oficiais de ‘Soul’, sua mais recente e aclamada animação.

As imagens trazem diversas cenas-chave do longa-metragem, incluindo a catártica sequência em que Joe Gardner (Jamie Foxx) volta à vida e percebe que não a esteve aproveitando como deveria.

Confira:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘A Casa Coruja’: 2ª temporada da série animada ganha data de estreia no Disney Channel

Disney Channel divulgou recentemente o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de ‘A Casa Coruja’, aclamada série animada.

O breve vídeo anuncia também a estreia dos novos episódios: 12 de junho.

Confira:

A série é uma mistura de comédia e terror e gira em torno de uma garota chamada Luz que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.

A produção é comandada por Dana Terrace.

Sarah-Nicole RoblesWendie MalickAlex HirschTati GabrielleIsaac Ryan BrownMae WhitmanIsabella Rossellini e outros fazem parte do elenco de dublagem.

‘Pânico 5’: Ghostface está de volta nas primeiras imagens oficiais do longa; Confira!

EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais do aguardado Pânico 5’, novo filme da icônica franquia slasher.

Confira:

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Immigrant’: Astro de ‘The Boys in the Band’ é escalado para a série sobre o grupo de dança Chippendales

Segundo o ColliderRobin De Jesús, conhecido por seus trabalhos em obras como ‘The Boys in the Band’‘Tick, Tick… Boom!’, foi escalado para ‘Immigrant’, nova série do Hulu que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales.

O ator dará vida ao papel regular de Ray Colon, um jovem porto-riquenho do Bronx que encontra seu chamado em meio aos Chippendales como um faz-tudo e logo é abraçado como pupilo pelo empresário Somen “Steve” Banerjee (Kumail Nanjiani).

De Jesús também se junta aos previamente confirmados Murray BartlettAnnaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan Stevens.

A história gira em torno de Banerjee (Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

Nenhum outro detalhe foi revelado.

Beyoncé lança duas novas versões de “Break My Soul”, single do álbum ‘Renaissance’; Confira!

A icônica Beyoncé divulgou duas novas versões de “Break My Soul”, lead single do aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

O compilado de originais será lançado no dia 29 de julho.

website oficial da cantora e compositora inclusive já permite que os fãs façam o pre-save do disco.

Ouça:

Confira a tracklist oficial:

1. I’m That Girl
2. Cozy
3. Alien Superstar
4. Cuff It
5. Energy (feat. Beam)
6. Break My Soul
7. Church Girl
8. Plastic off the Sofa
9. Virgo’s Groove
10. Move (feat. Grace Jones e Tems)
11. Heated
12. Thique
13. All Up in Your Mind
14. America Has a Problem
15. Pure/Honey
16. Summer Renaissance

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

‘Gotham Knights’: Misha Collins se transforma no Duas-Caras em novo vídeo de bastidores

Gotham Knights é a mais nova série da The CW e estreia muito em breve.

Agora, o astro Misha Collins divulgou um vídeo de bastidores em que se transforma no icônico antagonista Duas-Caras.

Confira:

A produção tem estreia agendada para o dia 14 de março de 2023, mesmo dia da 3ª temporada de ‘Superman & Lois’.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca March e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘It’s Always Sunny in Philadelphia’: FX divulga novo teaser OFICIAL da 16ª temporada; Confira!

FX divulgou um novo teaser oficial da 16ª temporada da adorada comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’.

Lembrando que os próximos capítulos estreiam em 07 de junho.

Confira, com o trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Com a renovação para um novo ciclo, a série se tornou a comédia live-action com maior longevidade da história da televisão americana, superando ‘The Adventures of Ozzie and Harriet‘, que durou por 14 temporadas.

It’s Always Sunny in Philadelphia‘ foi criada por Glenn Howerton e Rob McElhenney.

Na trama, cinco amigos com grandes egos e atitudes arrogantes são proprietários de um pub irlandês em Philadelphia.

O elenco conta com Charlie Day, Glenn Howerton, Rob McElhenney, Kaitlin Olson e Danny DeVito.

Alan Ritchson está de volta no trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘Reacher’; Confira!

Prime Video Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de Reacher, série de ação estrelada por Alan Ritchson.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming em 15 de dezembro.

Confira:

A segunda temporada não seguirá a ordem dos livros e adaptará “Azar e Contratempo”, 11º livro da série do autor Lee Child. O livro acompanha Jack Reacher que é forçado a voltar à ação quando seus ex-companheiros começam a ser mortos.

Durante uma entrevista para o Collider, Vernon Sanders, presidente de conteúdo televisivos da Amazon Studios, provocou o público ao dizer que a nova temporada será ainda melhor que a anterior.

Além disso, ele espera que o próximo ciclo seja lançado ainda esse ano.

“Estamos indo muito bem. Alan está de volta, e ele está fantástico no papel. Estou tão orgulhoso dos produtores por acharem o cara adequado para dar vida a Reacher. E a recepção dos fãs do romance foi um sonho. A 2ª temporada está incrível.”

Ele continuou:

“Por melhor que a 1ª temporada tenha sido, eu acho que a 2ª é melhor, vai muito além, e acho que há uma boa chance de que a série volte no ano que vem.”

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

Gabriel Leone é Ayrton ‘Senna’ no teaser INCRÍVEL da nova série da Netflix

A minissérie ‘Senna’, produção da Netflix baseada na vida do ícone brasileiro Ayrton Senna, ganhou seu teaser trailer oficial.

Gabriel Leone daá vida ao protagonista.

A atração estreia ainda em 2024, sem dia confirmado.

Confira:

https://twitter.com/NetflixBrasil/status/1785293084290322705?t=THDF8_xRXgeUgZd4L8PgdA&s=19

O primeiro drama ficcional sobre o ídolo Ayrton Senna da Silva (1960-1994) dará aos fãs a chance de cruzar a linha de chegada não com Senna, mas com Beco ou Becão, apelidos carinhosos do piloto entre amigos e familiares.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

“É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto”, celebrou Viviane Senna, irmã de Ayrton.

“Senna é uma pessoa que precisamos. Um jovem que batalhou por seu sonho e enfrentou inúmeras barreiras para representar uma nação. Senna une o Brasil”, comentam Fabiano e Caio Gullane.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

“Assim como Senna começou sua jornada em São Paulo e conquistou o mundo, estamos honrados em levar sua inspiradora trajetória para todos os seus fãs, onde quer que eles estejam. Ayrton Senna tem um legado que atravessa gerações e fronteiras, e a Netflix se orgulha de poder levar um novo olhar sobre o homem por trás do piloto para os nossos assinantes em mais de 190 países”, afirmou Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix no Brasil.

Kaya Scodelario também está no elenco: “É uma honra estar envolvida em um projeto que conta a história de Ayrton, um verdadeiro herói nacional que significa muito para o povo brasileiro. Fazer parte dessa série é uma responsabilidade enorme e estou extremamente animada para embarcar nessa jornada.”

A minissérie, gravada em inglês e português, conta com oito episódios.

‘O Poço 2’ estreia na Netflix | Analisamos o filme original, um dos mais VISCERAIS da Netflix

O gênero distópico sempre teve um lugar especial na literatura e nas telonas – principalmente no tocante à inclinação crítica. A criação de mundos que passaram por grandes reviravoltas e que encontraram um modo complexo e problemático de resolver seus problemas data desde o surgimento da arte fílmica, ganhando impulso com a emergência do cinema falado e novos capítulos na contemporaneidade. Desde adaptações como 1984′ e Admirável Mundo Novo’ até releituras de V de Vingança’ e Jogos Vorazes’, as narrativas normalmente trazem personagens comuns para o primeiro plano e os colocam em um arco de reflexão que quebra paradigmas e que acende uma faísca que urge por mudança – e, com frequência, por justiça.

Seguindo a estética e a preferência supracitadas, a Netflix investiu, em 2020, em um longa-metragem intitulado O Poço, que acaba de ganhar uma sequência.

O filme original incrementa o suis-generis com aspectos do thriller, do suspense e gore. Ambientada em uma prisão vertical com centenas de andares, o enredo gira em torno de Goreng (Iván Massagué), um homem que acorda numa cela cúbica ao lado de Trimagasi (Zorion Eguileor), um detento veterano que já está lá há dez meses e que tenta explicar (do modo mais cínico e mais árduo possível) como aquele lugar funciona. A cada trinta dias, uma dupla de prisioneiros é destinado a um dos andares e, para sobreviverem, só podem comer os restos da comida devorada pelos níveis superiores. Logo de cara, Trimagasi deixa bem claro que o lugar onde se encontram (a 48ª cela) é consideravelmente agradável, visto que podem se alimentar o suficiente para sobreviverem. Os problemas (e a verdadeira face de todos) vêm à tona quando, no mês seguinte, acordam no nível 171.

É um fato dizer que a soma de todos os fatores da produção é bem mais positiva pelas metáforas que induz com simulacros da realidade e por gentis inclinações a simbologias escondidas. A história, por si só, expande-se em um competente suspense que perdura os pouco mais de 90 minutos e nos envolve do começo ao fim – isso é, até o rechaçável grand finale que resolve não amarrar as pontas e transformar o protagonista num mártir messiânico sem consolidar o lado empático de sua personalidade. Na verdade, é-nos revelado que Goreng erroneamente escolheu ser trancafiado no Poço para “parar de fumar” ou algo assim, até descobrir, tarde demais, que não deveria jamais ter pensado nisso. Afinal, ele é atacado por um psicótico Trimagasi, tenta salvar uma perigosa e lunática assassina chamada Miharu (Alexandra Masangkay) e observa impotente enquanto alguns “colegas” se jogam no infindável buraco para acabarem com sua miséria.

As coisas começam a mudar de figura quando, depois do espetacular assassinato de seu algoz, o protagonista é transferido para o 33º nível e divide a cela com Imoguiri (Antonia San Juan), ex-funcionária que também resolveu entrar na prisão para se livrar de seus pecados e trazer um pouco de sensatez a bárbaros desumanos que não se importam com ninguém além de si mesmos. É Imoguiri, em sua conturbada autorrealização, que tenta em vão convencer as outras pessoas a comerem apenas o necessário e permitir que a plataforma de comida chegue com alimento o suficiente para os dos níveis mais baixos. Eventualmente, Goreng decide destruir o mecanismo de dentro para fora, aliando-se com Baharat (Emilio Buale Cokan) para racionar comida e permitir que todos comam.

Apesar dos claros deslizes, o filme constrói-se com uma estética impecável que transcende as expectativas da audiência e transforma claustrofóbicos quartos em uma imensidão de culpa internalizada e loucura, cortesia do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. À medida que busca uma identidade própria, nutre suas habilidades de outros thrillers intimistas como O Quarto do Pânico’Jogos Mortais’ para analisar, ainda que na superfície, o retorno do ser humano à condição de selvageria e de impotência frente a um obstáculo invisível e amedrontar: a fome. O grande deslize, entretanto, isola-se no início do terceiro ato, que ergue-se num pedantismo épico sem sentido e acaba jogando todas as incríveis sutilezas no lixo em prol de uma presunçosa e infeliz resolução que não alcança a catarse à qual se propõe nem a crítica que explora nos blocos anteriores.

Na verdade, as próprias alegorias trazidas pela equipe criativa premeditam o que se pode esperar das reviravoltas: cada um dos prisioneiros pode trazer consigo um objeto qualquer; Goreng escolhe o clássico romance Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, mas não à toa: tanto a trama do livro quanto a do filme discorrem sobre a necessidade do sacrifício e da morte, e caminham para um final que nunca resolve as questões levantadas, fazendo com que nos perguntemos se realmente absorvemos tudo o que foi apresentado. Mesmo os nomes dos personagens principais e coadjuvantes não foi escolhido ao acaso; pelo contrário, trouxeram significados mais profundos que explicam partes dos arcos e ações a priori incompreensíveis.

O Poço é uma interessante adição ao catálogo da plataforma de streaming – e um convite à reflexão de extrema importância nos dias de hoje, almejando a tópicos de discussão como empatia e comunhão. Apesar da agridoce decisão do roteiro em mudar o curso principal, somos envoltos em uma névoa de tensão que nos impede de desviar os olhos por sequer um segundo (inclusive nas cenas mais explícitas).

Agora, a sequência já está disponível no catálogo. Será que o filme precisava de uma continuação?

‘Hacks’: 4ª temporada ganha primeiro teaser; Trailer completo será lançado AMANHÃ!

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e, agora, o primeiro teaser foi revelado.

Além disso, foi anunciaci que o trailer completo será lançado amanhã, 11 de março.

Confira:

https://x.com/StreamOnMax/status/1899234139154657578?t=f0UFvnHIJGk9GAzwj3Gi4g&s=19

Recentemente, Julianne NicholsonMichaela WatkinsBresha WebbRobby HoffmanEric Balfour foram escalados para papéis convidados nos novos episódios.

O próximo ciclo chega à plataforma de streaming em 2025 e contará com dez episódios.

A nova temporada acompanha o cabo de guerra entre Deborah (Smart) e Ava (Hannah Einbinder) enquanto elas dão início ao seu programa noturno, ao mesmo tempo em que fazem história ao trazê-lo à vida.

As três primeiras iterações já estão disponíveis na Max.

Jean SmartHannah Einbinder estrelam.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Hacks conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’: Novo filme do diretor de ‘Harry Potter’ chega ESTE MÊS ao streaming!

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (The Thursday Murder Club, no original), adaptação do aclamado romance de Richard Osman comandada por Chris Columbus (‘Harry Potter’) chega este mês ao catálogo da Netflix.

O longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme e estrelado por Helen MirrenPierce BrosnanBen KingsleyCelia Imrie.

Columbus também entra como roteirista do projeto.

Steven Spielberg entra como um dos produtores executivos através de sua companhia Amblin Entertainment.

Confira a sinopse oficial:

Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.

Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.

Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.

O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.

Crítica | Timothée Chalamet e Josh Safdie unem forças para o primoroso e irretocável drama cômico ‘Marty Supreme’

Os Irmãos Safdie são conhecidos por inúmeras colaborações que trouxeram uma originalidade inerente à arte de se fazer filmes, desde sua estreia com o elogiado ‘Traga-me Alecrim’ até a poderosa comédia dramática ‘Joias Brutas’, uma das produções mais subestimadas da década passada. Agora, os irmãos parecem estar navegando em suas próprias trajetórias, com Benny Safdie tendo comandado a recente e elogiada cinebiografia ‘Coração de Lutador: The Smashing Machine’, com The Rock e Emily Blunt, e Josh Safdie se aventurando no mundo esportivo com a impecável dramédia ácida ‘Marty Supreme’ – e é sobre este filme que falaremos no texto a seguir.

Retomando parceria com seu colaborador de longa data, Ronald Bronstein, Josh arquiteta um dos melhores longas-metragens da década ao garantir que cada uma das engrenagens dessa frenética jornada esteja em perfeita sincronia com as demais, entregando-se de corpo e alma para um roteiro exemplar, uma montagem vibrante e uma fotografia que explora até onde a ambição humana pode chegar. E, para construir o longa-metragem, Safdie trouxe Timothée Chalamet, que ganhou inúmeros elogios por seus múltiplos papéis no cenário do entretenimento, no papel de sua carreira – e que muito provavelmente pode lhe render um merecido Oscar de Melhor Ator.

Na trama, que traz inspirações livres da vida de Marty Reisman, Chalamet encarna Marty Mauser, um jovem vendedor de sapatos que trabalha no Lower East Side de Manhattan e que, nas horas vagas, compete como um jogador de tênis de mesa profissional cujo maior sonho é participar do Torneio Mundial. Navegando entre o atribulado mundo dos esportes e envolvendo-se com pessoas perigosas e sedutoras, Marty tem o desejo autodestrutivo de se provar não apenas para si mesmo e para as pessoas que conhece, mas para o planeta inteiro, com ganas de se tornar uma divindade encarnada em terra que merece ser idolatrada – e que, ao mesmo tempo, parece não enxergar o mundo à sua frente.

Josh tem uma visão muito clara do que quer: se desassociar do estilo que firmou ao lado do irmão, mas sem renegar a carga criativa que explorou em outras produções. Em outras palavras, é notável como o diretor e corroteirista investe esforços consideráveis para construir uma espécie de ‘Joias Brutas’ com esteroides, valendo-se da mesma estética clássica e envolvente que explorou no filme estrelado por Adam Sandler, com um filtro nostálgico e sutil que ajuda a levar o público em uma viagem no tempo, nos levando para os principais polos do tênis de mesa dos anos 1950 à medida que singra por anacronismos estilísticos que apenas ajudam a aumentar a densidade da narrativa.

Safdie e Bronstein fazem questão de não construir um herói clássico ou um anti-herói romantizado, mas sim uma pessoa dotada de falhas e de um senso de superioridade que ultrapassa um sistema de crenças totalmente desestabilizado – motivo pelo qual ele não tem escrúpulos em se envolver com Rachel Mizler (Odessa A’zion), uma antiga amiga de infância que, mesmo casada, mantém uma relação secreta com Marty; e Kay Stone (Gwyneth Paltrow), uma ex-atriz e socialite que cai na mira de Marty e que passa a ter um caso escandaloso com o esportista. E, à medida que o personagem principal tenta se desvencilhar de cada um dos capítulos que encerrou em sua vida, ele se vê diante de um trabalho impossível ao passo que duas realidades totalmente se chocam em um explosivo tour-de-force.

Chalamet, que já havia causado grande comoção com suas performances em ‘Me Chame pelo Seu Nome’, ‘Querido Menino’, ‘Duna’ e ‘Um Completo Desconhecido’, volta a nos surpreender com a melhor atuação da carreira (ao menos até agora) ao mergulhar de cabeça no papel que parece ter nascido para interpretar. Ao encarnar as múltiplas facetas de um jovem cuja necessidade de estar sempre no centro dos holofotes apaga qualquer traço de empatia e de compreensão, Chalamet reitera seu status como um dos maiores atores da geração, garantindo que cada sentimento e cada beat esteja em uníssono com um espetáculo que ao mesmo tempo se expande para analisar a pequenez do ser humano e se contrai para denotar a inexorabilidade da solidão e do vazio.

À medida que trata os acontecimentos com pinceladas ácidas do sarcasmo, da ironia e de uma exploração nada arbitrária da avidez de Marty, Safdie faz questão de deixar que os outros membros do elenco tenham seu momento de brilhar – com destaque à contida e sólida entrega de Paltrow em um glorioso retorno às telonas, e de A’zion em mais uma bem-vinda entrada em sua carreira em ascensão. Integrando esse “time dos sonhos”, temos Kevin O’Leary como Milton Rockwell, um magnata influente casado com Kay que se interessa por Marty e por sua carreira esportiva; e Fran Drescher em uma breve aparição como Rebecca Mauser, mãe de Marty e ponto-chave para que o protagonista se mantenha fincado a uma realidade que não pode varrer para debaixo do tapete.

A decisão do diretor em rodar o filme em 35mm promove à obra uma fuga da cronologia, por assim dizer, garantindo um efeito de granulação natural que nos permite encontrar a narrativa em determinado ponto do espaço-tempo, mas não a ponto de nos distanciar da época. Pelo contrário, a indução de nostalgia e saudosismo se firma na medida certa, e vem acompanhada de uma trilha sonora propositalmente anacrônica que utiliza elementos robóticos e retrofuturistas dos anos 1980 em uma composição etérea e intangível – cortesia das habilidosas mãos de Darius Khondji como diretor de fotografia e Daniel Lopatin como compositor.

‘Marty Supreme’ é um dos filmes que definem o cinema contemporâneo como ele é e como deveria ser, carregado de ousadias e de um comprometimento apaixonante que transforma as potentes duas horas e meia de tela em uma delirante jornada antropológica que é, ao mesmo tempo, incansável e satisfatória. Contando com a presença formidável de Timothée Chalamet no melhor papel da carreira, o novo longa de Josh Safdie é, com a falta de outro adjetivo, primoroso.

‘Eles Vão Te Matar’: Terror sangrento e engraçado produzido pelo diretor de ‘It’ chega ao streaming!

O terror cômico de ação Eles Vão Te Matar, estrelado por Zazie Beetz (‘Deadpool 2’), finalmente chegou ao streaming após uma breve passagem nos cinemas.

O longa-metragem, que conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, chegou ao catálogo da HBO Max no último dia 12 de junho.

Na trama, uma mulher responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico.

O elenco ainda conta com Myha’la (‘Morte Morte Mprte’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’).

Kirill Sokolov (‘Morra!’) fica responsável pela direção. Além de comandar a produção, ele também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.

Andy Muschietti e Barbara Muschietti, conhecidos por seu trabalho na aclamada franquia ‘IT: A Coisa’, produzem.

Durante entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os irmãos revelaram o motivo de terem escolhido o filme como o primeiro de sua nova produtora, a Nocturna.

Confira, junto à nossa entrevista completa, e siga o CinePOP no Youtube:

‘Star Wars’: George Lucas ficou decepcionado com ‘O Despertar da Força’, segundo presidente da Disney

De acordo com o Screen Rant, George Lucas ficou decepcionado com a falta de originalidade de ‘Star Wars: O Despertar da Força e sua semelhança com os elementos de ‘Uma Nova Esperança’.

A informação foi revelada num livro publicado pelo presidente da Disney, Bob Iger, intitulado ‘O Passeio da Vida: Lições Aprendidas ao longo de 15 anos como CEO da Walt Disney Company’.

Iger revela que Lucas criticou o estúdio por não aproveitar suas ideias para a sequência, e que o filme não apresentou ‘nada de inovador para a saga’.

Em cada um dos filmes da trilogia original, Lucas se preocupou em apresentar novos mundos, novas histórias, novos personagens, e novas tecnologias.

Para ele, ‘O Despertar da Força‘ apenas reciclou as ideias de ‘Uma Nova Esperança‘.

Em sua defesa, Iger explica que a Disney precisava construir uma ponte para resgatar os antigos fãs da franquia, enquanto tentava atrair novos.

Lembrando que ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Cinemark pretende reduzir preço dos ingressos após reabertura dos cinemas

De acordo com a Times Online, a Cinemark pretende reduzir o preço de seus ingressos para incentivar o público a frequentar suas salas cinema após a reabertura nos EUA, prevista para 10 de julho.

Foi dito que o valor dos ingressos custará apenas US$ 05 para os adultos e US$ 03 para crianças e adolescentes de até 18 anos.

Além dos ingressos, a companhia também pretende reduzir o preço dos alimentos vendidos por distribuidoras parceiras.

No entanto, a oferta será válida por tempo limitado e apenas em algumas regiões do país, sendo assim, não se sabe se a promoção estará disponível nos cinemas brasileiros.

Mas, apesar de investir em meios para atrair o público, Mark Zoradi, o presidente da Cinemark anunciou que não vai exigir que os clientes usem máscaras enquanto circulam pelas filiais ao redor do mundo.

O empresário deixou claro que os funcionários da rede serão obrigados a usar máscaras, mas “o público terá a escolha de usar ou não o acessório de segurança.”

Zoradi divulgou a notícia durante uma teleconferência trismestral para investidores da empresa, que aconteceu em 27 de maio.

“Estamos nos concentrando ativamente na criação de protocolos de saúde e segurança que vão passar confiança e paz de espírito para os nossos funcionários e para o público após a reabertura das nossas salas de cinema ao redor do mundo. Todos os funcionários vão usar máscaras, e vamos incentivas os visitantes a fazer o mesmo, mas não vamos obrigá-los.”, disse ele.

Ele também afirmou que os funcionários ficarão responsáveis por limitar o espaço entre o público, desinfetar poltronas entre cada sessão, fornecer álcool em gel para as mãos e diminuir o horário de exibição dos títulos disponíveis.

Mesmo assim, vale lembrar que ainda é muito cedo para apostar na reabertura dos cinemas, pois ainda não há tratamento eficaz para o Coronavírus.

Até o momento, mais de 09 milhões de pessoas foram infectadas pelo mundo, o que resultou em pelo menos 470 mil mortes.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: [SPOILER!] já está causando ódio no público; Confira!

O texto abaixo contém SPOILERS!

O primeiro episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ mostra que Sam Wilson (Anthony Mackie) está relutante em aceitar seu papel como o próximo Capitão América.

Por isso, a trama termina com o governo escolhendo outra pessoa para assumir o manto: John Walker, vivido por Wyatt Russell.

O personagem é apresentado em uma coletiva de imprensa, empunhando o icônico escudo de Steve Rogers e ostentando uma nova versão de seu traje.

Apesar de ser um breve momento, foi o bastante para gerar o ódio do público.

Nas redes sociais, alguns internautas fizeram questão de expressarem sua decepção com a cena.

Confira:

“Eles realmente fizeram um bom trabalho em dar a John Walker um rosto socável. Eu simplesmente quero arrebentá-lo.”

Nos quadrinhos da Marvel, John Walker também é conhecido como Agente Americano e é uma versão corrompida do Capitão América.

Controlado pelo governo americano, Walker já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers, o que faz dele um poderoso inimigo.

No entanto, ainda não se sabe como ele será adaptado na série.

Mas o showrunner Michael Spellman conversou com o Polygon e indicou que ele pode ter um papel bem diferente do que os fãs imaginam.

“O tema central da série é a busca por uma identidade… Os fãs já viram como Bucky (Sebastian Stan) se sente confuso sobre si mesmo, mas há um outro cara que costuma questionar seus próprios atos e seu nome é John Walker.”

Ele continuou:

“Alguns enxergam a si mesmos como justiceiros, no caso de Zemo (Daniel Bruhl), mas heróis também se veem como peões, e é nesse campo que encontramos Walker. Ele é um veterano de guerra que fez tudo por seu país mas não tem ninguém para ajudá-lo a juntar seus cacos, e isso mexe com a sua cabeça. Como é ser usado e se sentir descartável? isso é algo com o qual brincamos um pouco.”

Pelo visto, o personagem não será tratado inicialmente como um vilão, mas como um herói. Apesar disso, a declaração de Spellman sugere que ele irá se tornar uma anti-herói ou até mesmo um vilão.

A não ser que ele seja redimido ao longo dos episódios.

O que você acha?

Lembrando que os episódios serão lançados semanalmente no Disney+.

Confira o trailer:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘The Witcher’: Cena divulgada mostra o REENCONTRO de Geralt e Vesemir na 2ª temporada; Assista!

Um usuário do Twitter divulgou uma cena da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, mostrando o reencontro entre Geralt de Rivia (Henry Cavill) e Vesemir (Kim Bodnia), seu tutor enquanto ele era treinado em Kaer Morhen.

O trailer já havia mostrado vislumbres da reunião entre os personagens, mas esta é a primeira vez que vemos eles conversando, o que vai alegrar bastante os fãs da franquia.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘What If…?’: 2ª temporada da animação será ainda mais LOUCA que a 1ª

A animação What If…?’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, como Peggy Carter tomando o soro do Super-Soldado no lugar de Steve Rogers, Killmonger como um dos guarda-costas de Tony Stark e Hank Pym como um perigoso assassino atrás dos membros dos Vingadores.

E parece que a 2ª temporada vai apresentar tramas ainda mais loucas.

Durante uma entrevista para o Deadline, o diretor Bryan Andrews foi questionado sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios, ao que ele respondeu:

“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”

Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.

“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada, e a Disney+ revelou na San Diego Comic-Con que a 2ª temporada será lançada no ano que vem.

O teaser do próximo ciclo foi exibido no evento e trouxe cenas com o retorno da Capitã Carter e do Steve Rogers com o HYDRA Stomper, além da adição da Valquíria, Korg, Hela, Shang-Chi, Feiticeira Escarlate e vários outros personagens.

Confira o anúncio:

Todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Disney+.

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‘A Pequena Sereia’: Jacob Tremblay rebate CRÍTICAS ao visual do Linguado

Quando as primeiras imagens do Linguado foram reveladas no remake live-action de ‘A Pequena Sereia‘, o personagem dublado por Jacob Tremblay (‘Extraordinário’) recebeu diversas críticas por conta de sua aparência ‘nada simpática’.

Além disso, a falta de cores mais vibrantes no peixinho, como no desenho original, também foram motivo de reclamação na internet.

Em entrevista para a Variety, Tremblay foi questionado sobre o assunto e rebateu as críticas, dizendo que não há nada de errado na aparência do personagem, já que é uma versão realista e não caricata.

“Já haviam me mostrado o design do Linguado quando fui para minha audição. O diretor Rob Marshall havia me mostrado. Eu simplesmente tive fé total em Rob. Achei ótimo, porque é como o boneco que eles tinham no set. E então, quando fui ver o filme – assisti ontem à noite – acho que tudo funcionou tão bem. Não conseguia imaginar um peixe realista parecendo diferente do que fizemos. Acho que eles foram geniais e fizeram funcionar muito bem.”

Anteriormente, ele já havia conversado com a People sobre os memes que surgiram após a divulgação do personagem.

“A internet tem disso [as zoeiras] e está tudo bem. Acho que o design funciona perfeitamente para um filme live-action. Acho que combina com toda a proposta. Então, se fosse diferente, não acho que ficaria legal.”

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘O Corvo’: Visual de Bill Skarsgård gera polêmica e fãs o comparam ao Coringa de Jared Leto; Confira!

Há alguns dias, foram divulgadas as primeiras imagens do vindouro remake do clássico O Corvo, que é estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’) e pela cantora FKA Twigs.

Com estreia marcada para 07 de junho, o filme já está sofrendo uma enxurrada de comentários negativos devido ao visual de Skarsgård, que aparece com o corpo repleto de tatuagens e um corte de cabelo radicalizado.

Nas redes sociais, os fãs do personagem clássico estão zombando da nova versão e alguns até o compararam ao Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘ (2016).

Inclusive, a comparação é tão grande que muitos internautas estão dizendo que não vão assistir ao filme, prevendo que será um fracasso.

Confira as reações:

Em entrevista à Vanity Fair, o diretor Rupert Sanders falou sobre o novo filme e celebrou a memória de Brandon Lee, astro do filme original que faleceu durante as gravações, e disse que espera que a nova versão honre o legado deixado pelo ator.

“Obviamente, foi uma tragédia terrível – e é definitivamente algo que sempre tivemos em mente durante o filme”, ele comentou. “Brandon era uma voz original e acho que sempre será sinônimo de O Corvo. Espero que ele fique orgulhoso do que fizemos e como trouxemos a história de volta. Sua alma está muito viva neste filme. Há uma fragilidade e uma beleza reais na versão dele e acho que Bill se sente como sucessor”.

Lee faleceu nas filmagens do projeto original depois de ser atingido por um projétil de chumbo disparado pela arma usada pelo ator Michael Massee.

Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munições de verdade, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso do ator

O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído.

Confira as primeiras imagens e a sinopse oficial:

Eric Draven (Bill Skarsgård) e Shelly Webster (FKA Twigs) são almas gêmeas. Uma noite, eles são brutalmente assassinadas quando são encontrados por demônios de seus passados. Como ele se sacrificou para salvar seu verdadeiro amor, Eric volta para o mundo dos vivos para uma jornada de vingança impiedosa contra seus assassinos, atravessando os mundos dos vivos e dos mortos para acertar as contas.

O elenco ainda conta com Danny Huston, Laura BirnSami Bouajila Jordan Bolger.

O roteiro foi escrito por Zach Baylin, que recentemente foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho em ‘King Richard: Criando Campeãs‘.

Com orçamento médio de US$ 50 milhões, as filmagens da nova versão estão programadas para começarem em junho, em Praga e Munique.

Edward R. Pressman e Malcolm Gray servirão como produtores.

A produção é baseada nos quadrinhos homônimos de James O’Barr.

 

Pedro Pascal comenta que não está preso ao papel de “pai solteiro”: “Só coincidência”

Pedro Pascal se tornou um ícone nos papéis de “pai solteiro” de Hollywood. De ‘The Mandalorian‘ onde ele toma conta do Baby Yoda, até ‘The Last of Us‘, onde ele tem que cuidar de Ellie, uma criança que pode ser a cura para a infecção que alastrou a humanidade, o astro é referência no assunto.

Por mais que hajam piadas envolvendo Pedro Pascal e seus papéis muito semelhantes, o ator garantiu que não está preso somente a esse tipo de personagem.

“Você precisa aproveitar as oportunidades que chegam até você. Acho que esse tipo de dinâmica de pai relutante sempre foi familiar para nós, o tempo todo”, disse Pascal em entrevista para a Radio Times (via CBR).

“Provavelmente é só uma coincidência. Não é uma decisão consciente que eu tomo quando escolho meus trabalhos. Mas no que diz respeito ao que eu posso trazer para os personagens, talvez seja essa parte protetora de mim. Posso ser muito protetor com meus amigos e com a minha família, mas não tenho filhos.”

A série ‘The Mandalorian‘ voltou com sua terceira temporada, com episódios sendo exibidos toda quarta-feira no Disney+.

Já ‘The Last of Us‘ teve sua primeira temporada encerrada no domingo (12). Enquanto aguardamos por novidades do próximo ciclo, a HBO Max divulgou um vídeo nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.

Confira:

Todos os episódios estão disponíveis no HBO Max.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘O Continental’: Diretor comenta sobre possível 2ª temporada

O diretor Albert Hughes, responsável pelo sucesso de ‘O Continental: Do Mundo de John Wick‘, recentemente abordou a expectativa dos fãs sobre uma segunda temporada da série.

Em uma entrevista exclusiva com a Games Radar, Hughes compartilhou que, até o momento, a série não foi renovada, mas isso não o impediu de sonhar com o que poderiam fazer a seguir.

“Ainda não ouvi nada sobre uma segunda temporada. Mas, é claro que isso não me impede de sonhar sobre o que poderíamos fazer a seguir”, revelou Hughes durante a entrevista.

Relembre o trailer:

Anteriormente anunciada como uma minissérie regular, a produção foi reformulada como uma série de três episódios, com cada capítulo funcionando como um filme. A história irá focar no hotel de assassinos que se tornou bastante popular na obra original.

A produtora Erica Lee deu alguns detalhes sobre a trama, que será ambientada na década de 1970:

“A trama foca no jovem Winston e no jovem Charon. Depois de muitas conversas com os showrunners, sentimos vontade de fazer uma pré-sequência, porque a linha do tempo alternativa nos deu muita flexibilidade quando se trata de histórias paralelas.”

Ela continuou:

“Mas o que eu acho que as pessoas amam tanto no universo de ‘John Wick’ são os segredos escondidos no hotel. Demos tão pouco sobre cada personagem e sobre o hotel em cada filme que acho que as pessoas estão realmente empolgadas em aprender mais e se aprofundar sobre o Continental. Como são os funcionários? Como é a rotina? Como é se hospedar lá? Como são feitas as moedas de ouro? Então, com essa linha do tempo e essa configuração, podemos mergulhar profundamente nesses detalhes e explorar muito mais desse ‘personagem’.”

O elenco é formado por Colin Woodell, Mishel PradaHubert Point Du-JourJessica AllainNhung KateBen Robson, Ayomide Adegun, Peter GreeneJeremy Bobb, Katie McGrath, Ray McKinnon, Adam Shapiro, Mark Musashi e Marina MazepaMel Gibson foi confirmado no spin-off como o misterioso personagem Cormac.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos deve girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) dirige dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, entra como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

‘Elite’: 8ª e ÚLTIMA temporada ganha data de estreia!

A Netflix anunciou a data de estreia da 8ª e última temporada da aclamada série ‘Elite’.

A série retorna à plataforma em 26 de julho.

O elenco conta com nomes como André Lamoglia, Valentina Zenere, Álvaro de Juana, Carmen Arrufat, Álex Pastrana, Ana Bokesa, Ander Puig, Nadia Al Saidi e Omar Ayuso.

Mirela Balić (‘Cristo e Rey’), Fernando Lindez (‘SKAM’), Gleb Abrosimov, Iván Mendes (‘Estoy Vivo’), Alejandro Albarracín (‘+ de 100 mentiras’), Maribel Verdú (‘Now & Then’) e Leonardo Sbaraglia (‘Dor e Glória’) foram introduzidos no ciclo anterior.

Confira o teaser:

‘Michael’: Cinebiografia do Rei do Pop revela cenas gravadas no Rancho Neverland

A aguardada cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael’, ganhou um toque de autenticidade ao ter cenas gravadas no lendário Rancho Neverland, a icônica propriedade do falecido Rei do Pop.

Segundo à Entertainment Weekly, a informação foi revelada pelo ator Miles Teller.

Teller, que interpreta John Branca, o advogado de longa data de Michael Jackson, compartilhou detalhes sobre a experiência de filmar no local que já abrigou um parque de diversões particular.

“Filmamos em Neverland, foi surreal”, disse o ator de 37 anos. “Interpretar John Branca e estar naquele lugar com toda a sua história foi uma experiência única”.

Lembrando que Neverland foi adquirida por outro proprietário, após a morte de Michael Jackson No entanto, a equipe de produção do longa trabalhou arduamente para recriar a atmosfera original do rancho.

“Nós decoramos o local para a produção. Foi incrível ver como a equipe conseguiu trazer de volta a magia de Neverland”, explicou Teller.

Miles Teller também compartilhou sua admiração pelo Rei do Pop, revelando que era um grande fã do cantor na juventude.

“Eu aprendi a fazer o moonwalk quando tinha 11 anos”, relembrou o ator.Michael Jackson foi um ícone para mim e para muitas pessoas. Fazer parte deste filme é uma honra”.

Vale lembrar que o filme foi adiado para 02 de outubro.

O elenco conta com Jaafar Jackson interpretando Michael Jackson na fase adulta, enquanto Juliano Krue Valdi assume o papel na fase infantil. Colman Domingo interpreta Joe Jackson, e Nia Long representa Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.

Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”