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Ben Affleck no cartaz e trailer de ‘A Lei da Noite’

A Warner Bros divulgou o primeiro cartaz e o trailer do drama ‘A Lei da Noite‘ (Live By Night).

Situado em Boston, o filme segue a vida de um ladrão que se tornou o maior vendedor de rum do Costa do Golfo, tudo isso na década de 1920, em plena Lei Seca americana, período em que a produção, distribuição e venda de bebidas alcoólicas era completamente proibida.

Affleck roteirizou, dirigiu e estrela a produção. A estreia no Brasil acontece em Janeiro de 2017.

Confira:

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Fã de ‘The Walking Dead’ tenta viajar com réplica de Lucille e vira sensação em aeroporto

Bem, se você assiste, mas se você também não assiste ‘The Walking Dead’ também sabe que Lucille fez um estrago incrível no grupo de Rick no primeiro episódio da sétima temporada.

Ate aí, tudo bem!

Só que um fã da série, nos Estados Unidos, tentou embarcar no aeroporto de Atlanta com a réplica do taco de baseball com arame farpado.

Além de ter sido parado pelos policiais da área embarque para que o objeto fosse despachado, o rapaz virou sensação no local.

Confira:

 

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

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Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

[SPOILER] 

O episódio 6, intitulado Swear, será focado em Tara e Heath, que terminaram a sexta temporada em busca de suprimentos. Neste momento, ‘The Walking Dead‘ fará um retorno a temporada passada, somente na perspectiva dessa dupla, para explicar o que aconteceu com os dois. Em meio as tentativas de fugir dos Walkers, a dupla chegará em Oceanside, uma outra comunidade que até agora não foi vista na série.

Em Blazing Hell, título do 7º episódio, tudo indica que Negan vai atacar Alexandria com granadas, o que fará com que várias casas do alojamento peguem fogo e que alguns Walkers, novamente, entrem na comunidade.

Por fim, o título do episódio 8 é completamente explicativo. Chamado de Êxodo, o plot indica que Rick vai completar a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop. Vale lembrar também que é no 8º episódio que a série entra em hiato e só retorna entre fevereiro e março de 2017.

The Walking Dead‘ contará com 16 episódios.

 

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Conheça as habilidades da Major no novo comercial de ‘A Vigilante do Amanhã’

A Vigilante do Amanhã‘ (Ghost in the Shell) ganhou um novo comercial, que foca nas habilidades da cyborg Major.

Assista:

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

UAU! ‘Viva – A Vida é uma Festa’ ganha novo trailer espetacular

A Disney e a Pixar Animation liberaram o novo trailer de ‘Viva – A Vida é uma Festa‘ (Coco), animação que trará o Dia dos Mortos mexicano como trama.

O filme estreia no Brasil dia 4 de janeiro de 2018.

Confira, com o cartaz:

A história será a respeito de garotinho de 12 anos chamado Miguel. Ele foi criado em uma vila mexicana que acredita ter sido amaldiçoada pela música. Dessa forma, o garoto vai em busca de seu ídolo Ernesto de la Cruz, já falecido, para que ele o ajude em busca de seus grande sonho de se tornar músico.

Para isso, Miguel vai até o mundo dos mortos e com a ajuda de um esqueleto chamado Hector, o garoto terá que encontrar De La Cruz, conseguir a bênção de sua família para o grande sonho e ainda conseguir voltar para o mundo dos vivos antes que seja tarde demais.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.

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Nova e tensa imagem de ‘Jogos Mortais – Jigsaw’; Confira!

Jogos Mortais: Jigsaw‘ ganhou sua mais nova imagem, liberada pelo Yahoo!

A Paris Filmes lançará o filme no Brasil dia 2 de Novembro de 2017, uma semana após a estreia norte-americana (27 de Outubro).

Confira, com cartazes e trailer:

Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

Vamos jogar um jogo?

‘Uma Noite de Crime 4’: Assista ao teaser da Primeira Noite de Crime!

O terror ‘Uma Noite de Crime 4‘ (‘The First Purge’) teve seu primeiro teaser divulgado, que traz uma propaganda da Primeira Noite do Expurgo.

O filme chega aos cinemas dia 4 de Julho de 2018. .

Confira, com o teaser pôster:

O filme será uma pré-sequência que mostrará os eventos sangrentos que fizeram os EUA aprovar o Dia do Expurgo.

Assista nossa entrevista com o produtor Jason Blum:

Blum também confirmou que a franquia ganhará uma série de TV – saiba mais!

“Os ricos que moram em Staten Island vão passear no Brooklyn durante uma noite, e eles começam a oferecer muito dinheiro para as pessoas muito pobres matar seus vizinhos. Torna-se uma monetização do assassinato e da violência. Você verá o início de quão grotesca é a ideia da Noite de Crime e a manipulação sobre a sociedade “.

O diretor é Gerard McMurray, que dirigiu o aclamado – e inédito no Brasil – ‘Código de Silêncio‘ (Burning Sands).

James DeMonaco, que roteirizou e dirigiu os filmes anteriores, volta apenas como roteirista.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!

‘O Peso do Passado’: Nicole Kidman IRRECONHECÍVEL em trailer violento

O suspense O Peso do Passado (Destroyer), estrelado por Nicole Kidman, ganhou um novo e violento trailer, que traz a atriz irreconhecível.

Assista:

Crítica | O Peso do Passado – Nicole Kidman destruidora em sua melhor atuação (Nota: 6.0)

Sebastian Stan (Vingadores: Guerra Infinita) e Tatiana Maslany (Orphan Black) completam o elenco.

O Peso do Passado acompanha a detetive Erin Bell que, ainda jovem, se infiltrou numa gangue californiana numa missão que teve resultados desastrosos. Anos depois, com o retorno do antigo líder da organização, ela tem que voltar a se relacionar com os membros que restaram daquele grupo e, consequentemente, enfrentar os demônios do seu passado.

A produção, com roteiro de Phil Hay e Matt Manfredi, será dirigida por Karyn Kusama, do ótimoThe Invitation’.

O Peso do Passado  estreia dia 17 de Janeiro de 2019 no Brasil.

‘Vingadores: Ultimato’ será relançado nos cinemas com cenas INÉDITAS

Quem pensou que a Disney deixaria barato o fato de que ‘Vingadores: Ultimato‘ não conseguiu passar ‘Avatar‘ nas bilheterias mundiais estava errado.

O filme, que saiu do TOP 10 das bilheterias mundiais nesse fim de semana, voltará aos cinemas quase dois meses após seu lançamento inicial, e terá outro grande impulso nas vendas de ingressos.

O motivo? A nova versão contará com cenas inéditas que não foram exibidas nos cinemas.

A notícia foi revelada pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, em entrevista ao ComicBook.

“Vamos relançar o filme. Não sei se eles já anunciaram… Mas Vingadores: Ultimato voltará com novas cenas no próximo fim de semana”, afirmou.

Depois, Kevin Feige esclareceu em entrevista ao Screen Rant que não se trata de uma versão estendida com cenas novas, apenas uma versão com uma cena pós-créditos.

“Não é uma versão estendida, mas haverá uma versão entrando nos cinemas com um empurrão de marketing que trará algumas novidades no final do filme. Se você ficar e assistir ao filme, após os créditos, haverá uma cena deletada, um pequeno tributo e algumas surpresas. O lançamento acontece no próximo fim de semana.”, afirmou.

O lançamento ainda ajuda a impulsionar as bilheterias de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que estreia no dia 4 de Julho.

Vingadores: Ultimato‘ tem a 2ª maior bilheteria mundial da história (US$ 2,74 bilhões), atrás de ‘Avatar‘ (US$ 2,78 bilhões).

Assista nossa crítica:

‘Fuja’: Terror com Sarah Paulson é adiado devido ao Coronavírus

O terror Fuja, estrelado por Sarah Paulson, também foi adiado em vista do crescente número de infectados com o Coronavírus pelo mundo.

Anteriormente previsto para chegar aos cinemas em 08 de maio, a Lionsgate removeu o longa de seu cronograma e deve escolher uma nova data em breve.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo excelente ‘Buscando‘.

Paulson interpretará uma mãe que cria sua filha adolescente em isolamento, apenas para ver sua vida começar a se desenrolar quando ela descobre o passado sinistro de sua mãe.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

Por onde anda o elenco de ‘Lenda Urbana’?

Para os aficionados por terror slasher que cresceram nos anos 1990, Lenda Urbana – um dos “filhotes” de Pânico (1996) – marcou época. O citado filme de Wes Craven foi responsável por revitalizar o subgênero do terror adolescente, acrescentando muita metalinguagem e humor. Assim, logo viu seus “imitadores”, que por trás tinham um estúdio e produtores visando uma fatia deste lucro.

Não demorou para que a Columbia/Sony lançasse nos cinemas, em 1998, seu próprio exemplar. Curiosamente, Lenda Urbana foi um dos únicos longas dentro do gênero que não fez uso de um roteiro de Kevin Williamson, grande nome envolvido na história de quase todos no fim dos 90’s. Ele foi escrito por Silvio Horta (da série Ugly Betty) e dirigido por Jamie Blanks (O Dia do Terror). Com um orçamento de US$14 milhões, Lenda Urbana arrecadou US$38 milhões apenas nos EUA, e cinco vezes mais mundialmente, com US$72,5 milhões pelo mundo.

Recentemente, foi anunciado um reboot do filme a ser lançado pela própria Sony, e a Netflix promete a estreia do terror muito em breve em sua plataforma, no dia 1º de Agosto. Ou seja, voltando ao tópico das notícias, esse é o momento ideal para falarmos um pouco deste slasher tão querido pelos fãs na coluna “por anda o elenco”. Lembrando que Lenda Urbana teve duas continuações: Lenda Urbana 2, lançada dois anos depois, e Lenda Urbana 3: A Vingança de Mary (2005), lançamento direto em vídeo. Assim, vamos recapitular o paradeiro deste então jovem elenco promissor.

Jared Leto (Paul Gardener)

Muitos podem não lembrar, mas o galã Jared Leto é o protagonista masculino do slasher, então em seus 26 anos. Leto vive o ambicioso e egocêntrico Paul, aspirante a jornalista que só pensa na matéria que os assassinatos podem render, e termina se tornando o principal suspeito. A brincadeira é que o personagem não se afasta muito da personalidade real do ator. Leto seguiu para trabalhos maiores e impactantes como Clube da Luta (1999) e Réquiem para um Sonho (2000). Depois de um hiato longe das telas, dando ênfase a sua carreira como músico, ele retornaria para ganhar um Oscar com Clube de Compras Dallas (2013). Em seguida, escorregou como um Coringa, digamos, insatisfatório, em Esquadrão Suicida (2016), mas recuperou a forma em Blade Runner 2049 (2017). Ano que vem ele retorno ao universo das HQs no filme Morbius, projeto solo de um vilão do Homem-Aranha. Em sua ficha ainda são prometidos dois filmes na pele do palhaço do crime, se irão vingar…

Alicia Witt (Natalie Simon)

Jared Leto pode ser o nome mais famoso do elenco, mas Alicia Witt é a mocinha desta história, a protagonista heroína por quem iremos torcer durante a projeção. Curiosamente, o papel foi oferecido para Reese Witherspoon, Jennifer Love Hewitt e Melissa Joan Hart antes, que recusaram a personagem, assim terminando nas mãos de Witt. A atriz começou sua carreira ainda criança no filme Duna (1984) e na série Twin Peaks (1990), ambos do diretor David Lynch. Na época do filme, Witt estava no elenco da série de comédia Cybill (1995-1998). Ela viria a seguir carreira na TV, onde ficou mais conhecida em séries renomadas vide Friday Night Lights, Justified, Nashville, O Exorcista e Orange is the New Black – sua última participação marcante nas telas, ocorrida no ano passado.

Rebecca Gayheart (Brenda Bates)

A bela morena interpreta a melhor amiga da protagonista. Afinal, neste tipo de filme toda heroína precisa de sua sidekick, geralmente uma jovem espevitada, cheia de tiradas ácidas e irônicas. Sua personagem guarda alguns spoilers em relação à trama do filme, portanto o quanto menos falarmos melhor. Antes de Lenda Urbana, Gayheart havia marcado presença em outro slasher famoso da época, Pânico 2, sequência do sucesso de 1996 lançada no ano seguinte. No entanto, a atriz tem um papel bem pequeno neste filme, e aqui ganha bem mais destaque como a terceira mais importante no elenco. Curiosamente, ela está confirmada para reprisar seu papel como Brenda no reboot, e apareceu no estilo piscou perdeu na obra-prima de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood (2019).

Michael Rosenbaum (Parker Riley)

Apesar de ser querido pelos fãs do gênero, os críticos não pegaram leve com Lenda Urbana na época de seu lançamento, e o principal motivo do desdém veio com a acusação de ser apenas uma cópia de Pânico. Bem, isto ele é mesmo. E tem até sua própria cena do telefone, na qual a vítima fala com o psicopata, com direito até a um modulador de voz – e quem protagoniza a cena é justamente o personagem de Rosenbaum, o farrista Parker. O ator viveu Lex Luthor na série Smallville por dez anos e, pasmem, teve papel em Guardiões da Galáxia Vol 2 (2017), como Martinex, personagem de pele de cristal, parte da trupe de Stallone. Será que eles ganharão um derivado?

Loretta Devine (Reese Wilson)

Personagem inspirado em Dewey (David Arquette) de Pânico, Loretta Devine vive Reese, a segurança do campus onde a trama se desenrola, que sonha em ser policial. Sua influência de empoderamento racial é mostrada enquanto assiste na TV o blaxploitation Foxy Brown (1974), com Pam Grier. Mas a representatividade poderia ser maior, já que Reese, no primeiro tratamento do roteiro seria lésbica. Reese retorna na continuação de 2000, e também foi confirmada no reboot – que ao que parece será mais uma continuação. Devine é vencedora do Emmy, e atualmente faz parte do elenco da comédia da Netflix, Reunião de Família.

Joshua Jackson (Damon Brooks)

A carreira do jovem Joshua Jackson estava em ascensão na época, já que ele havia acabado de estrear na série de sucesso Dawson’s Creek no mesmo ano do lançamento de Lenda Urbana. E na melhor piada do filme, desliga o rádio de seu carro rapidamente ao perceber a música “I Don’t Want to Wait”, de Paula Cole, que embalava a abertura do programa citado. Jackson foi escalado para o papel do brincalhão Damon, e com o salário comprou uma casa para sua mãe. O ator nunca emplacou muito no cinema, mas fez bastante sucesso na TV, em séries como Fringe e The Affair. Recentemente, fez parte do elenco da elogiadíssima Pequenos Incêndios por Toda Parte (2020), no papel do marido de Reese Witherspoon.

Tara Reid (Sasha Thomas)

Antes de seus problemas com o vício em drogas e bebida, Tara Reid era considerada uma jovem atriz promissora em Hollywood. Na mesma época em que estrelou este terror, lançava em menos de um ano a comédia sensação American Pie (1999), na qual retornou em duas das três sequências (2001 e 2012). Reid esteve em O Grande Lebowski (1998), dos irmãos Coen, e fez filmes com Ryan Reynolds (O Dono da Festa) e Ashton Kutcher (A Filha do Chefe). Porém, por pouco não ficou de fora deste slasher, já que a atriz contratada originalmente para o papel da DJ Sasha havia sido Sarah Michelle Gellar, que precisou desfalcar devido a conflitos de agenda com o seriado Buffy. Infelizmente, os problemas em sua vida pessoal relegaram Tara Reid a uma carreira nos filmes B, onde se destaca sua participação nas seis produções da franquia Sharknado (de 2013 a 2018).

Robert Englund (Professor William Wexler)

Esse dispensa apresentações. Se você se diz fã de terror e não conhece Robert Englund, precisa reavaliar seus conceitos. Tudo porque o ator ficou imortalizado como o vilão Freddy Krueger em oito filmes da franquia A Hora do Pesadelo. E essa é uma das graças de Lenda Urbana, trazer em seu elenco grandes referências do gênero terror dando prestígio ao longa. E para Englund, um verdadeiro mestre no tema, nada mais justo que oferecer o papel de um professor. Para a surpresa dos fãs, Englund voltou ao papel de Freddy 15 anos depois de Freddy Versus Jason (2003) em uma participação no seriado Os Goldbergs em 2018. O ator ainda fala em retornar à franquia A Hora do Pesadelo.

Danielle Harris (Tosh)

Seguindo pelas referências de atores icônicos do gênero, tivemos a escalação da jovem Danielle Harris. Tudo bem que ela não é tão simbólica para o terror quanto outros do elenco, mas mesmo assim viveu a pequena protagonista Jamie de Halloween 4: O Retorno de Michael Myers (1988) e Halloween 5: A Vingança de Michael Myers (1989), após a saída da estrela Jamie Lee Curtis. Harris voltaria à franquia nos remakes de Rob Zombie (2007 e 2009), interpretando outro papel. De início, Harris fez teste para interpretar Natalie, mas terminou ficando com a personagem Tosh, a mal humorada e gótica colega de quarto da protagonista. Harris foi outro membro do elenco de Lenda Urbana que fez participação em Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino, no ano passado.

Natasha Gregson Wagner (Michelle Mancini)

Todo filme de terror da época precisava abrir com uma morte, e se fosse de uma atriz relativamente conhecida, melhor – seguindo os moldes de Pânico. Aqui, a escolhida para a eletrizante cena prólogo foi Natasha Gregson Wagner, que no ano anterior havia estrelado o romance a três com Robert Downey Jr. e Heather Graham, Uma Paixão para Duas (1997), da Fox. Fora isso, Wagner é filha da lendária estrela de Hollywood, Natalie Wood. Michelle, a personagem da atriz, está diretamente ligada com a trama e a motivação do assassino, embora sua participação seja apenas na cena de abertura. Esse é também o melhor trecho do filme no quesito suspense. Wagner está desde 2017 afastada das telas, sendo sua última participação na série Date my Dad.

Brad Dourif (Atendente do Posto)

Outro ícone do terror, Brad Dourif é a voz do boneco Chucky na franquia Brinquedo Assassino e sua forma humana no filme original de 1988. Aqui, ele divide a cena de abertura com Natasha Gregson Wagner, tendo inclusive uma participação não creditada como Michael, o atendente do posto de gasolina. O personagem gago desperta o pavor de Michelle, que acredita que ele seja um psicopata. O verdadeiro assassino, no entanto, estava à espreita da moça, e o pobre funcionário queria apenas avisá-la da presença do intruso. Dourif foi cogitado para o papel de Coringa em Batman (1989) e nas sequências quase viveu o Espantalho nos planos de Tim Burton. Anunciado para 2021, Dourif está confirmado para a série Chucky, reprisando a voz do boneco assassino mais infame do cinema, que irá ao ar em duas emissoras: SyFy e USA, com a tagline anunciando um “mal grande depois para passar apenas em um canal”.

Crítica | A Vida Depois do Tombo, doc de Karol Conká, reacende fogueira do ódio para tratar crise de imagem

“Cancelada” antes mesmo do lançamento, a série documental A Vida Depois do Tombo não tem autorização para usar a música ‘Tombei’, que inspira o título, para contar a história da rapper Karol Conká após sua eliminação recorde do BBB21. O indício dos problemas de relacionamento da artista com ex-parceiros de trabalho, que impedem a série de usar este e outros hits, permeiam os quatro episódios, sem declarar um certo ou um errado. Aqui, não estão em jogo julgamentos de valor de um lado ou de outro, e a mesma postura é o que move a reflexão do material pela passagem de sua protagonista pelo reality. 

Gravado nos dias seguintes à saída de Karoline dos Santos Oliveira da casa do Big Brother Brasil, o documentário parece ser uma versão “ao vivo e a cores” do tal tribunal da internet, do qual ela virou algoz. E reprisa, talvez ironicamente, talvez não, todas as suas idiossincrasias — boas ou ruins.

De um lado, A Vida Depois do Tombo expõe todas as atitudes negativas da ex-sister em um telão que literalmente a cerca por todos os lados, escancarando fisicamente a metáfora de que ela não é capaz, ali, de fugir de encarar seus próprios erros. A isso, resta a Karol pedir desculpas, dizer repetidas vezes que se arrepende, chorar, afirmar que, se pudesse, voltaria no tempo e corrigiria o que fez de errado.

Do outro, está a Karol filha de Dona Ana e mãe de Jorge, em casa com a família, a cachorrinha e tentando voltar à vida normal, pedindo aos céus de São Paulo que a chuva limpe a maldade e o julgamento das pessoas para que ela possa seguir em frente. 

Com direção de Patrícia Carvalho e Patrícia Cupello, e roteiro de Malu Vergueiro e Valéria Amaral, ‘A Vida Depois do Tombo’ comete o mesmo equívoco do próprio tribunal da internet que parece ter tentado emular. Dedicado e muito feliz em sua pesquisa das origens da cantora curitibana, ele busca várias vertentes de narrativa. Mas assim como as threads de Twitter e textos raivosos do Instagram, não se debruça de verdade sobre nenhuma delas. A exposição, talvez preocupada em mostrar os “dois lados” — onde a Karol errou na casa e onde ela “tem uma carreira bem bonita aqui fora” — acaba ficando superficial pelo não comprometimento.

Existem, portanto, dois materiais dentro de um, e o problema é que eles pouco conversam entre si e trazem um resultado um tanto esvaziado. Quando se dispõe a contar a história de como Karol Conká saiu de Curitiba e alcançou a repercussão nacional e mundial que já tinha antes do programa, superou a pobreza, o racismo e o machismo para ganhar dinheiro vendendo sua arte e cantando suas lutas, faz um trabalho competente de mostrar sua riqueza complexa. Mais do que isso, busca não desassociar todas as vivências sobre as quais ela compõe de quem ela realmente é.

Desta forma, o documentário traz depoimentos da mãe e do filho de Karol, além de colegas de trabalho e do ex-namorado, o pai de Jorge, colocando sob uma perspectiva mais realista as explosões de humor e os comentários incômodos feitos pela rapper no confinamento. Ana diz que a filha é “bem brava”, mas que estava diferente dentro da casa, enquanto amigos e colegas de trabalho também deixam claro que a relação com a cantora permanece e que ela recebeu o devido acolhimento de quem a rodeava, ainda que alguns admitam terem tomado um certo susto.

Por outro lado, assuntos que poderiam ter sido explorados com mais clareza deixam apenas algumas informações no ar e outras coisas no campo do subjetivo. O produtor e empresário KondZilla cita que observou alguns artistas que, na visão dele, aproveitaram o momento para aumentar o coro de críticas a Karol Conká e capitalizar em cima do movimento vendendo publicidade. A declaração poderia ter sido ponte para uma reflexão maior sobre cultura de redes sociais e comportamento de manada, mas ficou apenas jogada como uma peça semi-solta desse quebra-cabeças gigantesco. 

Em outros momentos, o documentário traz à tona conflitos com figuras como Flora Matos, DJ Zegon, DJ Nave Beatz e Drica Lara, mas faz isso para que Karol possa contar suas versões dos fatos, sem que provocar qualquer conversa com a rejeição da cantora no reality global — que veio, a princípio, do público, e não de outros artistas. Boatos de uma “personalidade difícil” nos bastidores da música são brevemente explicados de forma circunstancial, e toda a cobertura midiática das possíveis consequências negativas do BBB para a sua carreira, seja ela de grandes veículos ou de repórteres de celebridades, é tratada como “fake news”.

Até mesmo a ‘cultura do cancelamento’, da qual Karol foi vítima, mas também sujeito agente, é vista apenas como o pontapé inicial, e ‘A Vida Depois do Tombo’ não enxerga necessidade de mergulhar no que realmente é, ou não, o cancelamento — ainda mais diante desta realidade em que os prejuízos financeiros, cancelamentos de contrato e desavenças na equipe são expostos como pura boataria. 

Isso não quer dizer que Karol deva ser alvo eterno de ódio coletivo e sofrer eternamente pelos seus pecados. Porém, embora o documentário se disponha a mostrar como a cantora está lidando com a rejeição e com a necessidade de refletir sobre seus erros, ele alcança dois resultados: minimizar a grande comoção pela saída de Karol a uma histeria coletiva sem fundamento e dar mais munição aos odiadores para que continuem odiando.

Em dois momentos, o material toca em pontos extremamente pertinentes, e talvez o resultado teria sido melhor se tivesse se debruçado com mais calma sobre eles. Quando a empresária Eliane Dias, que trabalha com os Racionais MCs, aborda o racismo estrutural, expõe que Karol foi vítima de ataques racistas por pessoas supostamente indignadas com seu tratamento a Lucas Penteado. Aqui, o documentário desperdiça mais uma oportunidade de transpor este caso a algo que fale sobre um assunto verdadeiramente universal, que é a perda desta linha tênue entre o Réu e a Acusação no Tribunal da Internet. 

Em outro momento, um dos mais fortes dos quatro episódios, Karol fala sobre a morte precoce do pai, vítima do alcoolismo, quando ela tinha 14 anos. A cantora faz um paralelo entre a sua memória traumática familiar e a maneira como reagiu a Lucas na casa em Curicica, sobretudo quando ele bebia nas festas.

É doloroso de se assistir, e o depoimento de Karol é extremamente delicado e genuíno. Mas, sem o contraponto do ator, acaba virando um relato unilateral.

O reencontro entre os dois, aliás, tratado como clímax por toda a série, não é realmente o clímax desejado em proporções, e apenas obriga Karoline a, mais uma vez, pedir desculpas. Ela o faz exaustivamente durante todo o documentário, enquanto a câmera observa de forma quase ameaçadora, dizendo sem dizer que o melhor a fazer, agora, é realmente pedir desculpas dezenas de vezes e chorar. 

Logo nos primeiros minutos do primeiro episódio, Karol reflete: “As pessoas acham que, pra gente se arrepender, a gente tem que aparecer definhando na frente das câmeras. Chorando, implorando, usando uma roupa muito simples, aparecer toda feia pra daí convencer o povo de que: ‘Sim, eu estou arrependida’.” [sic]

Apesar de ter consciência disso, o documentário muitas vezes parece ter um prazer sádico em pender para este lado — exceto, é claro, que Karol nunca deixa de se vestir como uma elegante vilã de desenho animado da Disney, no melhor dos sentidos. Quando ela precisa refletir falando com as paredes sobre a recusa de Carla Diaz e Arcrebiano de se encontrarem com ela, é como se estivesse realmente implorando por perdão a um deus abstrato, sem a alternativa de se arrepender e seguir em frente. O que mais ela pode fazer além disso?

Apesar de ter um material rico em mãos com a história da carreira de Conká, ‘A Vida Depois do Tombo’ peca na pressa de aproveitar a cauda longa do BBB 2021. Ao tentar resolver a crise de imagem da rapper curitibana antes de as chamas se apagarem completamente, acaba reacendendo a fogueira. Assim como Lucas Penteado e o público, Karol merece seguir em frente. Para isso, é preciso tempo. 

‘Only Murders in the Building’: Cara Delevingne se junta ao elenco da 2ª temporada

A atriz Cara Delevingne se juntou ao elenco da 2ª temporada da série ‘Only Murders in the Building‘, que é exibida pelo Hulu nos EUA, e pelo Star+ no Brasil.

Ela viverá Alice, uma garota moderna que trabalha no mundo da arte.

A primeira temporada a série cômica de suspense conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os críticos apreciaram o tom cômico da produção, além de não poupar elogios aos seus protagonistas, Steve Martin, Selena Gomez e Martin Short – que são o verdadeiro destaque da série.

Confira os trechos das principais críticas:

“A série acaba apresentando – assim como ‘A Princesa Prometida’, ‘Heróis Fora de Órbita’ e ‘Jane the Virgin’ – uma coisa rara e incrível: uma paródia que também é uma ótima produção por si só.” (Rolling Stone)

“[Steve] Martin e [Martin] Short têm uma ótima química, com um timing cômico perfeito. Mas quando [Selena] Gomez se junta a eles, sua presença impassível adiciona uma contribuição contemporânea muito apreciada.” (Arizona Republic)

“A produção é divertida, tem um mistério inteligente e um elenco de peso, mas é difícil afastar a sensação de que a série perdeu uma oportunidade de ser algo especial.” (Entertainment Weekly)

“A série é bem-sucedida na maioria das vezes, graças às locações incríveis e ao elenco de peso.” (Decider)

“A série mira diretamente no nosso estranho fascínio coletivo com as mortes horríveis de outras pessoas, e esmurra aquele alvo com uma enxurrada de risadas afiadas, reforçadas pela presença de duas lendas da comédia.” (TVLine)

“Assim como qualquer bom podcast sobre crimes reais, ‘Only Murders in the Building’ deixa você querendo mais no final de cada episódio. Suas reviravoltas surpreendentemente previsíveis são impulsionadas pelos seus três protagonistas talentosos.” (Consequence)

 

O elenco ainda conta com Dan Fogelman, Jess Rosenthal, Jamie BabbitAaron DominguezAmy Ryan.

A série é criada por Steve Martin e John Hoffman.

‘Blade’: Marvel já tem um diretor em vista para substituir Bassam Tariq

Depois que o diretor Bassam Tariq desistiu de dirigir ‘Blade‘, o reboot da Marvel Studios teve que adiar suas filmagens – que estavam programadas para começar este ano.

Agora, o The Cosmic Circus afirma que o estúdio está em negociações com Elegance Bratton para que ele comande a produção.

Novato, Elegance tem no currículo como o diretor apenas o drama inédito ‘The Inspection‘, que estreará nos EUA em 18 de novembro.

The Inspection‘, da A24, narra a inspiradora e profundamente comovente própria história do diretor Elegance Bratton, um jovem negro gay, rejeitado por sua mãe e com poucas opções para seu futuro, decide se juntar aos fuzileiros navais, fazendo o que for preciso para ter sucesso em um sistema que lançaria ele de lado.

A estreia de ‘Blade‘ foi adiada de 03 de novembro de 2023 para 06 de setembro de 2024.

Anteriormente, o The Direct revelou que o roteiro vai ser reescrito do ZERO porque não satisfez o ator Mahershala Ali, que achou o texto ‘sem vida’ e as cenas de ação totalmente ‘sem graça’.

Beau DeMayo – que roteirizou ‘Cavaleiro da Lua‘ – foi contratado para reescrever o roteiro de Stacy Osei-Kuffour (‘Watchmen’).

O roteiro original mostraria a origem do Blade na década de 1920 e teria vários saltos temporais até os dias de hoje.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

Milan RayAaron PierreDelroy Lindo também fazem parte do elenco.

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Crítica | ‘Jogo Justo’ – EXCELENTE thriller psicosexual da Netflix na pegada ‘Instinto Selvagem’

Talvez os icônicos thrillers eróticos dos anos 90 pudessem até prever a espiral decadente de Emily e Luke, que partem do mais puro êxtase sexual para uma destrutiva disparidade de gênero capaz de transformar o amor em ódio em uma fração de minutos. Mas a verdade é que Jogo Justo (Fair Play) vai muito além de suas nostálgicas referências a clássicos como Instinto Selvagem e Atração Fatal. Resgatando essa atmosfera de suspense psicossexual que se perdeu ao longo das últimas décadas, em meio a tantos efeitos visuais e adaptações de quadrinhos, o longa que marca a estreia na direção de Chloe Domont é um inebriante filme de gênero, que faz um estudo de personagens a partir do colapso de um relacionamento diante da ebulição de egos, poder e pressões sociais e profissionais.

Os primeiros 15 minutos de Jogo Justo funcionam como um inusitado conto de fadas, que rapidamente nos toma por inteiro. E agora investidos nessa relação – tão vibrante e apaixonada entre os personagens de Phoebe Dynevor e Alden Ehrenreich – vemos isso ser tirado de nós, em uma desconstrução narrativa arrebatadora e inesperada. Seguindo por uma caótica e assombrosa epifania decadente, o romance dos sonhos se despe e se desmembra como um enorme pesadelo, que segue em uma constante crescente de emoções a flor da pele e comportamentos que beiram o animalesco, de tão irracionais que são. Nessa mesma toada, uma efervescente intensidade expressiva entre ambos os protagonistas faz a evidente linha que separa o amor e o ódio se dissipar abruptamente, nos mostrando que ambos os sentimentos muitas vezes podem se confundir – ainda que sejam tão díspares.

E ao longo de quase duas horas de filme, Domont esmiúça a mente humana de maneira brilhante, mostrando como as dinâmicas de poder, os egos inflados e a construção desequilibrada do que é masculinidade e feminilidade muitas vezes nos levam a encarar o outro como inimigo – sob uma visão distorcida e até mesmo psicótica. Com um roteiro afiadíssimo, muito bem estruturado e maduro, Jogo Justo não é um filme plano, sem camadas e sem profundidade. Ao invés de seguir pelo exaustivo caminho dos batidos monólogos sobre machismo e misoginia, que repetem frases de efeito e possuem pouco ou nenhum entendimento histórico social, o thriller psicológico se preocupa em construir personagens complexos, mostrando seus erros e acertos e como muitas vezes somos enganados por nossa própria visão distorcida sobre diferenças de gênero e papéis sociais.

Fugindo do formato bidimensional que separa heróis de vilões – como se o ser humano fosse preto no branco, Jogo Justo faz do seu estudo de personagem uma oportunidade valiosa de mostrar dois lados de uma mesma moeda, nos apresentando dois protagonistas igualmente carismáticos, mas também perigosos tanto um para o outro, como para si mesmos. E nessa jornada de amor e ódio, enxergamos Phoebe e Alden através de lentes microscópicas, conforme a tensão e a exemplar trilha sonora original nos embalam em um conto de desejo, expectativa, poder e fragilidade psicoemocional. Como se estivéssemos diante de Michael Douglas e Glenn Close, no icônico Atração Fatal, a dupla de atores entrega performances poderosas, marcadas por uma química apaixonante e vibrante entre ambos. Em meio a sentimentos confusos e muita tensão sexual, os protagonistas nos levam de volta a outro clássico também lançado no Festival de Sundance: Psicopata Americano.

E como se a história se repetisse, Jogo Justo é para o Sundance 2023 o que Psicopata Americano foi em 2000. Extremamente diferentes, mas estranhamente semelhantes, ambos os suspenses desafiam nossa compreensão humana, com o primeiro trazendo uma história avassaladora sobre a colisão caótica entre empoderamento e ego, em uma era tão socialmente sensível. Com uma direção de fotografia enervante, que evidencia ainda mais a riqueza do tenso roteiro de Domont, o thriller dramático ainda nos constrange ao desconstruir toda a nossa percepção de ambos os protagonistas, com um ato final conflituoso e conflitante para a audiência. Destruindo seus personagens, sem a pressão de mantê-los imaculados diante dos nossos olhos – como os primeiros 15 minutos anteriormente nos prometiam -, Jogo Justo já se consolida como um dos melhores thrillers psicológicos dos anos recentes. Um excepcional filme de gênero, o longa vale cada centavo dos US$20 milhões pagos pela Netflix.

Filme assistido durante o Festival de Sundance de 2023

Por que o trailer de ‘Gladiador 2’ teve recepção NEGATIVA?

O trailer de Gladiador 2’ chegou com força, mas as reações do público estão longe de ser unânimes. No canal oficial da Paramount Pictures no YouTube, o vídeo acumula mais deslikes (127 mil) do que likes (99 mil), evidenciando a divisão de opiniões entre os fãs.

De acordo com a Word Of Reel, a música “No Church in the Wild” de Jay-Z e Kanye West foi criticada por muitos por não se encaixar na temática do filme e destoar da atmosfera épica do original.

“‘Esta música do Jay Z menciona um coliseu'”, diz um comentário com 1000 curtidas.

Outro comentário com quase 7 mil curtidas critica: “Os produtores: Conseguimos o Denzel, vamos colocar uma música rap lá para enfatizar o império romano”.

Além disso, há fãs do filme original que não acham que ele merecia uma sequência. “Um filme que nunca precisou de uma continuação”, acrescenta outro comentário, com 5,3 mil curtidas.

Uma crítica adicional é que o trailer revela demais, “é praticamente o filme inteiro em 3 minutos”.

Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro no cinemas nacionais.

Dublado

Legendado

Após a recepção negativa, um canal do YouTube chamado AD_edits reformulou o trailer, que, em vez de três minutos, conta com 1 minuto e 40 segundos, ao som de “Now We Are Free“, música composta por Hans Zimmer para o filme original.

Confira o resultado:

De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.

O produtor também rendeu elogios às performances de Paul Mescal e Denzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.

Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.

Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

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AO VIVO! Assista ao Oscar acompanhando a LIVE do CinePOP…

VAI COMEÇAR! Assista nossa live do Oscar com comentários, especulações, surpresas… e o OSCAR DA FERNANDINHA!

Onde assistir ao Oscar 2025 e a que horas começa?

A cerimônia do Oscar 2025 acontecerá neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico. O evento começará pontualmente às 21h (horário de Brasília), com a tradicional exibição do tapete vermelho, onde celebridades e convidados desfilam seus trajes elegantes. Às 22h, tem início a entrega dos prêmios, e a cerimônia deve durar cerca de três horas, com grandes expectativas para as disputas nas categorias mais relevantes, como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/ Atriz.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira Ainda Estou Aqui, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada Um Completo Desconhecido, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

Wicked nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

Nickel Boys talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que A Substância sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso Conclave. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

anora poster

Apesar de descrito como uma dramédia, Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

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Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama Ainda Estou Aqui. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com O Brutalista. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 24: Glaucia Hamond

A beleza do cinema é conseguir enxergar além do que os olhos conseguem captar. Falar de cinema é uma grande prova de amor ao sentimento das curiosidades que afligem esse imenso mundão que vivemos. Todo tipo de filme, de qualquer gênero, busca o importante elo em apresentar emoções ao espectador, seja ele quem for. Pensando em entender melhor as razões do porquê o cinema é uma coisa tão rica para nossa existência como serers humanos, esse eterno jovem cinéfilo que vos escreve buscou cinéfilos espalhados pelo Brasil (alguns até pelo mundo) para contar um pouquinho da trajetória cinéfila deles para vocês.

Natural de Jundiaí (SP), formada em comunicação social, nossa convidada de hoje, Glaucia Hamond, já foi vendedora de loja, professora de inglês e até já vendeu sanduíche natural. Mas isso tudo ficou para trás quando resolveu seguir seu sonho de infância de se tornar uma atriz. Na década de 90, entrou para a famosa CAL e desde de então vem aprimorando sua arte inicialmente no teatro depois em comerciais, webséries e cinema. No RJ há muitos anos, essa cinéfila dona de uma gargalhada única ama expressar sua arte seja lá onde for.

 

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Eu prefiro as salas do Cinemark do Shopping Downtown. Pois além de ser no bairro onde moro, as salas são confortáveis e o valor costuma ser mais barato que outros cinemas. E como tem várias salas, sempre consigo ver lá os filmes que busco.

 

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?

Não tenho certeza qual foi o primeiro. Mas creio ter sido A Noviça Rebelde ou Fernão Capelo e Gaivota. Mas o cinema foi o antigo Cine Opera na Praia de Botafogo (onde hoje acho que funciona uma “Casa & Video”). Minha mãe lia a legenda para mim, já que eu era muito nova pra acompanhar a rapidez com que as frases apareciam na tela. Pra desespero das outras pessoas ao redor…. (risos). E eu me apaixonei por aquela atmosfera mágica do cinema!

 

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Nossa, tão difícil essa! Tenho apreço por vários diretores! Não consigo citar um só. Gosto do Tarantino, do Coppola, Almodóvar, Stanley Kubrick, etc (risos).

Filme, a mesma coisa. Mas tem alguns que me marcaram muito. O Dólar Furado, por exemplo. Pois assisti ainda pequena com meu pai na TV mesmo. Passou na “Primeira Exibição”, que acontecia aos sábados à noite, na Rede Globo. Eu deveria ter uns 4 anos. E meu pai foi o meu primeiro incentivador a assistir filmes. Eu era tão pequena que nem conseguia falar “primeira exibição”. Eu dizia: “Oba! Hoje tem Primeira Bibibição”! Hahaha

Meu pai citava a sinopse dos filmes com tanto fervor, que eu ficava louca para assisti-los logo! Ele dizia, com o dedo pro alto, como um político num discurso: “O sujeito foi salvo por uma moeda de 1 dólar que estava em seu bolso! A bala pegou na moeda, salvando seu coração! Por isso o nome do filme!” Ele dava spoiler mesmo. Hahahaha Mas os spoilers que me deixavam com mais vontade ainda de ver logo aquilo tudo convertido em imagens. ❤

 

4) Qual seu filme nacional favorito e por quê?

Tem muitos! Mas Central do Brasil me tocou bastante e como teve indicação de melhor filme estrangeiro e melhor atriz para Fernanda Montenegro (sendo a primeira latino-americana indicada ao Oscar) isso colocou o cinema nacional numa evidência internacional.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

É apreciar uma obra cinematográfica por inteiro (como se aprecia um bom vinho, uma boa música, uma peça de arte num museu). Levando em consideração todo o processo de sua elaboração, as pessoas envolvidas (atores, produtores, maquiadores, figurinistas, etc.) e o porquê daquela obra; sua mensagem. É decifrar os mistérios ou enigmas ali presentes. É captar os segredos que possam estar nos pequenos detalhes. Pois um filme sempre te passará algum conteúdo e com isso, sempre te fará crescer.

 

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Não exatamente. Tirando alguns cinemas que tem uma programação diferenciada (no caso daqueles que só passam filmes cult, por exemplo) os cinemas, no geral, passam de tudo um pouco, uma “salada” de estilos e gostos. E eu entendo. Eles precisam de dinheiro para se manter. Por isso essa variedade na programação.

 

7) Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Creio que não, pois a magia de se assistir numa telona não tem comparação!

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Ih, têm muitos! Principalmente os mais antigos. A juventude tem muito preconceito com filme antigo. Filme antigo é uma obra de arte, e tecnologia alguma irá superar! Por isso tenho uma certa implicância com remakes. Sendo assim, indico, pra galera mais nova principalmente, Midnight Cowboy (Perdidos na Noite) com Jon Voight e Dustin Hoffman. Filme que rendeu algumas referências em outros filmes posteriores, principalmente pela música tema Everybody’s Talkin de Harry Nilsson. Em Forrest Gump, por exemplo, a cena de Forrest atravessando a rua com o cadeirante e ex-combatente (Tenente Dan), faz essa menção ao filme.

 

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Olha, tenho receio disso… Mas caso reabram deve-se ter um rigor enorme! Checagem de temperatura na entrada, álcool 70 disponível para todos, assentos intercalados, higienização geral das salas e poltronas entre sessões, e além da máscara individual, o uso do Face Shield (aquele protetor facial) que de repente possa ser emprestado pelo próprio cinema, assim como eram os óculos 3D, porém esterilizados após cada uso.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Está crescendo bastante! Tanto na parte de produção da obra quanto na atuação dos atores. Conheço pessoas que diziam não gostar de cinema brasileiro e que hoje assistem com muito prazer.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Eu não costumo ver um filme apenas pelo ator/atriz. Eu vou pelo conjunto da obra. Mas se é pra citar um, cito Wagner Moura.

 

12) Defina cinema com uma frase.

Vou citar algo parecido que escrevi logo após as filmagens de um curta que participei (sou atriz).

“Cinema é a luz que ganha vida logo após se escutar a palavra ‘ação’, e é nesse exato momento que a magia entra em cena”.

 

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Ah, aconteceu comigo. Em meados dos anos 90 fui ao cinema com alguns amigos assistir A Rede (The Net) com Sandra Bullock. O problema é que eu gosto muito de rir, gargalhar. As vezes vejo graça onde ninguém mais viu… risos. Num determinado momento do filme, a protagonista é perseguida por um atirador num parque de diversões cheio de gente. E como todo parque americano, tem um mascote, um sujeito vestido de coelho, no caso. Aí, quando o atirador está prestes a alcançar a moça, o coelho esbarra sem querer no sujeito, fazendo-o cair, e ainda o pega pelos braços como se quisesse dançar uma valsa. O atirador, raivoso, o empurra para o chão. O coelho se levantou puto e dá uma “banana” com as mãos, dizendo “gee” (caramba). Foi com essa cena boba que eu comecei a gargalhar sem parar! Eu chorava de tanto rir! Porém eu fui a ÚNICA no cinema inteiro a achar graça desta cena boba… hahaha.

Lembrando que eu tenho uma gargalhada bem exagerada… E o pior foi que, no decorrer do filme, eu relembrava o coelho e caía na gargalhada de novo. Meu amigo ao meu lado, me dizia: “Gláucia, você ainda tá rindo do coelho? Não teve graça nenhuma! Para de rir!” E essa frase só fez aumentar ainda mais a minha vontade de gargalhar! As pessoas, incomodadas, CLARO, começaram a pedir silêncio fazendo “sshhiiiii” e eu tive que começar a pensar em coisas muito tristes para poder conter o meu riso. Hahahahaha. Óbvio que por isso nem prestei muita atenção na estória do filme… Mas quando a sessão terminou, eu do lado de fora, me vi finalmente livre para expor minha comoção e voltei a gargalhar! Eis que um adolescente aponta para mim e diz: “olha! Ela que estava rindo!” E eu voltei pra casa chorando de rir daquilo que não teve graça alguma… risos.

Já revi este filme e realmente, a cena não é tão engraçada assim… risos.

 

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Posso definir com uma só palavra: Misericórdia! Hahahaha.

 

15) Muitos diretores de cinema não são cinéfilos. Você acha que para dirigir um filme um cineasta precisa ser cinéfilo?

Acho sim! Melhor dizendo, acho que um diretor deve conhecer de tudo um pouco do universo cinematográfico. Assim como qualquer outra profissão, em que o profissional tem que estudar, pesquisar, ler, buscar fontes, para se inteirar do assunto a ser tratado/executado. Sendo assim, o cineasta que quer reconhecimento e um bom produto final, precisa assistir vários filmes, sim! Simplesmente para não ficar limitado, preso a um único estilo e visão.

10 SÉRIES que nunca perdem seu charme e atravessam gerações!!

Muitas vezes bate aquela saudade daqueles seriados que assistimos e gostamos tanto, a ponto de sempre estarmos relembrando. Com a chegada dos streamings, a possibilidade de rever essas obras seriadas que tanto amamos ficou cada vez mais possível. Para relembrar algumas séries fantásticas que sempre voltamos para rever, segue abaixo uma lista sensacional:

 

Dawson’s Creek

Lançado cerca de 24 anos atrás, com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico) Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos.

 

Os Sopranos (HBO MAX)

Um dos seriados de maior sucesso da história, nos mostra a trajetória de um poderoso mafioso que, entre seu cotidiano cheio de decisões nos negócios e os problemas na parte familiar, resolve procurar ajuda de uma psicóloga.

 

Monk

Contando as hilárias histórias de um brilhante – e excêntrico – detetive, morador de São Francisco, que possui transtorno obsessivo compulsivo, Monk é um seriado que marcou pra sempre a carreira do espetacular ator Tony Shalhoub.

 

House

Um dos grandes seriados da história, nos mostra os dramas e conflitos de um grupo de médicos que se deparam com casos complexos, liderados por um ranzinza mas brilhante médico, o Doutor House.

 

One Tree Hill

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos.

 

Lost 

Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos, mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof, esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.

 

Prison Break 

A fuga da prisão mais conhecida do universo das séries, e talvez a primeira temporada mais impactante da história. Na trama, conhecemos um engenheiro de sucesso que possui apenas um plano de vida: tirar o irmão, que foi condenado à morte, de uma prisão de segurança máxima. Para tal, ele tatua a planta da prisão em seu corpo. Imperdível! Criada por Paul T. Scheuring.

 

Breaking Bad 

Uma das séries mais conhecidas da história da televisão norte-americana, Breaking Bad nos mostra a saga de um homem doente, professor de química de um colégio, que vira um poderoso produtor de metanfetamina levando-o a uma jornada infernal sem volta. Vencedora de 16 emmys e considerada por muito a maior série de todos os tempos.

 

E.R

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes, além de apresentar ao público nomes como George Clooney. Tem na HBO Max.

 

Arquivo X

Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? Em Arquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis. Um dos seriados mais surpreendentes dos anos 1990.

10 Continuações dos anos 2000 que foram um FRACASSO

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

‘Verdade ou Desafio’: Novo clipe do terror te obriga a jogar; Assista!

O novo terror da Blumhouse, ‘Verdade ou Desafio‘, ganhou um novo clipe, onde uma personagem é obrigada a jogar contra sua vontade.

Confira:

A estreia acontece dia 3 de maio.

O thriller apresenta a história de um grupo de amigos que passa a ser perseguido por algo ou alguém depois de jogarem ‘Verdade ou Desafio‘ durante uma viagem de férias. Com o passar dos dias, o jogo se torna mortal e começa a punir os jogadores que se recusam a contar verdades e a participar dos desafios.

‘Bird Box’: Terror da Netflix com Sandra Bullock VAZA na internet em versão dublada

Vixi! Uma das maiores apostas da Netflix nessa reta final do ano é o terror ‘Bird Box‘, baseado no livro ‘A Caixa de Pássaros‘. Infelizmente, para o serviço de streaming, o longa vazou em alta qualidade na internet, o que pode prejudicar seu desempenho na plataforma.

Vale lembrar que o filme só será lançado oficialmente no dia 21 de dezembro.

Não foi revelado como o filme vazou na versão dublada em português. A Netflix não se pronunciou.

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

Visando conquistar indicações ao Oscar, o longa teve uma estreia limitada nos cinemas norte-americanos.

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar Danielle Macdonald completam o elenco.

Assassino à espreita no novo teaser de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ ganhou um novo teaser, com o assassino atacando uma nova vítima no acampamento.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘Divirta-se com o Olaf’: Olaf brinca na floresta em novo episódio da websérie; Assista!

A Disney divulgou um novo episódio da websérie ‘Divirta-se com o Olaf‘ (At Home with Olaf).

Confira:

Hyrum Osmond, diretor de animação dos longas-metragens em questão, é o criador. Ele também é conhecido por seu trabalho em ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

Vale lembrar que Frozen 2 arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

‘The Flash’: Warner quer o retorno de Danny DeVito como o Pinguim no filme

De acordo com o insider Daniel Richtman, a Warner Bros. alegadamente quer que o ator Danny DeVito (‘Jumanji: Próxima Fase‘) retorne como o vilão Pinguim no vindouro ‘The Flash‘.

Vale lembrar que o ator interpretou o icônico vilão em ‘Batman: O Retorno‘, lançado em 1992.

Seu retorno não seria uma surpresa total, considerando que Michael Keaton já foi confirmado no elenco, onde voltará a interpretar o Bruce Wayne pela primeira vez em 30 anos, o que pode ser a oportunidade perfeita para deixar as portas abertas para novas participações especiais desse universo.

The Flash‘ está programado para estrear no dia 4 de novembro de 2022.

Recentemente, a roteirista Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) se juntou ao diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti.

Ao que tudo indica, a trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen (Miller) através do Multiverso da DC, já que Ben Affleck e Michael Keaton foram confirmados ao elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Há alguns meses, o artista George Evangelista publicou no Instagram algumas artes imaginando a reunião do trio.

Confira:

“Aqui está outra arte com Ezra Miller, Michael Keaton e Ben Affleck. Como a versão anterior, o traje do Flash foi inspirado na arte conceitual divulgada na DC Fandome, mas adicionei um pouco da minha estética ao visual.”

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Bingo Hell’: Novo terror da Blumhouse para o Amazon Prime te convida para um jogo mortal; Assista ao trailer!

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer do terror ‘Bingo Hell‘.

Assista:

O terror será lançado oficialmente no dia 1º de outubro.

Dirigido pela Gigi Saul Guerrero (‘México Bárbaro’), o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Depois que a ativista de bairro de 60 e poucos anos Lupita (Barraza) descobre que sua amada sala de bingo local foi ocupada por um misterioso empresário chamado Mr. Big (Brake), ela reúne seus amigos idosos para lutar contra o enigmático empresário. Mas quando seus vizinhos de longa data começam a aparecer mortos em circunstâncias terríveis, Lupita de repente descobre que a gentrificação é o menor de seus problemas. Algo aterrorizante se fez sentir em casa no bairro tranquilo de Oak Springs, e a cada novo grito de “Bingo!” outra pessoa é vítima da presença diabólica. À medida em que os prêmios em dinheiro e a contagem de corpos aumentam constantemente, Lupita deve enfrentar a assustadora percepção de que, neste jogo, o vencedor realmente leva tudo.

O elenco conta com Adriana Barraza, L. Scott Caldwell, Richard Brake e Joshua Caleb Johnson.

‘Vale Night’: Comédia com a Linn da Quebrada estreia no Star+; Confira o trailer!

A comédia nacional ‘Vale Night‘, estrelada pela Linn da Quebrada, já está disponível no catálogo do Star+.

A trama acompanha a história de Daiana e Vini, um casal da periferia paulista que, assim como qualquer outro casal com filho pequeno, sonha com um “vale night” para variar um pouco a rotina.

Confira o trailer:

Crítica | Vale Night – Linn da Quebrada estrela HILÁRIA comédia brasileira

SAO PAULO, SP, BRASIL, 22-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 08-09-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 21-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 22-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 21-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 10-09-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.

Na trama, cansada de lidar com as responsabilidades do primeiro filho, Daiana resolve pegar um “Vale Night” para passar a noite com as amigas, mas para isso precisa deixar o filho com o pai da criança. Vini, também entediado, decide levar o bebê para o baile funk, onde tudo vai bem até que ele perde o menino e parte em busca da criança por toda a comunidade, se colocando em situações inusitadas e divertidas para que Daiana não perceba nada.

Yuri Marçal, Pedro Ottoni e Gabriela Dias também estrelam.

A comédia ainda conta com participações de Jonathan Haagensen, Maíra Azevedo, Neusa Borges, Sol Menezes, Lenita Oliver, Geraldo Mario, Natallia Rodrigues, Iara Jamra, Thiago Pinheiro e Digão Ribeiro.

Dirigido por Luis Pinheiro, o filme é uma produção da Querosene Filmes e distribuição da Buena Vista International.

HBO Max CANCELA série aclamada após três temporadas

A HBO Max cancelou oficialmente a série ‘South Side‘, que possui 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, depois de apenas três temporadas.

“Apesar da HBO Max não seguir em frente com uma quarta temporada de ‘South Side’, nós estamos muito orgulhosos desse universo rico que Bashir Salahuddin, Diallo Riddle e Sultan Salahuddin criaram,” declarou um representante do serviço de streaming. “Durante três temporadas, essa amada série tem balanceado críticas sociais sobre a vida no lado sul de Chicago com humor divertido. O resultado é uma série única e ambiciosa que conseguiu retratar perfeitamente todos que tentam viver o sonho americano.”

A trama seguia dois amigos que acabaram de se formar na faculdade comunitária e estão prontos para dominar o mundo. Mas, até que o façam, estão presos trabalhando na Rent-T-Own.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Diallo Riddle, Bashir Salahuddin e Sultan Salahuddin.

O elenco conta com Sultan Salahuddin, Kareme Young, Chandra Russell, Bashir Salahuddin, Quincy Young e Zuri Salahuddin.

‘Wonka’ surpreende e ultrapassa US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Após superar as expectativas em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, ‘Wonka‘, pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões mundialmente.

O longa arrecadou US$ 39 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – resultado acima das projeções mais recentes. Este é um começo sólido no território norte-americano, especialmente considerando o período morno nas telonas nesta época de datas comemorativas.

Para termos de comparação, musicais clássicos como ‘Mamma Mia!‘ e ‘Hairspray‘ estrearam com US$ 27.7 milhões e US$ 27.8 milhões no país, respectivamente.

Internacionalmente, a produção soma US$ 112.4 milhões através de 77 mercados. Além disso, o longa registrou US$ 8.7 milhões através do formato IMAX.

Após uma sucessão de fracassos do gênero – ‘Em um Bairro de Nova York‘ ($11.5M), ‘Amor, Sublime Amor‘ ($10.5M) e ‘Querido Evan Hansen‘ ($7.4M) –, ‘Wonka‘ tem tudo para se tornar o retorno triunfante dos musicais nas telonas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

‘Dexter: Pecado Original’ ganha novo teaser DUBLADO e data de estreia; Confira!

A Paramount+ divulgou o novo teaser dublado de ‘Dexter: Original Sin‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a série estreará oficialmente no dia 13 de outubro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

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“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretará a versão mais jovem do personagem titular, enquanto Molly Brown (‘Evil’) dará vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.

O showrunner original de Dexter, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em Atração Mortal, assume a direção e a produção executiva.

Dexter: Original Sin’ faz parte da estratégia da Paramount+ de expandir o universo de Dexter, após o sucesso da série original e da sequência Dexter: New Blood’.

Vale lembrar que o revivalNew Blood‘ se tornou a série mais assistida da história do canal Showtime. Os 10 episódios da produção registraram uma média semanal de mais de 8 milhões de espectadores através de todas as plataformas, batendo recordes históricos do canal.

Ao vivo, o último episódio da série foi assistido por 3 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma finale do canal em mais de 8 anos – desde o controverso desfecho da série original ‘Dexter‘, que foi assistido por 3.3 milhões de espectadores, em 2013.

O elenco conta com Michael C. Hall (‘Safe’), Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Confira o divertido trailer de ‘Too Much’, nova série de comédia romântica da Lena Dunham

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Too Much‘, nova série de comédia romântica da Lena Dunham, criadora de ‘Girls‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 10 de julho.

A trama gira em torno de Jessica (Stalter), uma workaholic nova-iorquina de 30 e poucos anos, que tenta se recompor após o fim de um relacionamento que acreditava ser para sempre. Perseguida pelas próprias memórias — e por amizades que ela mesma sabotou —, Jessica vê em uma mudança para Londres a chance de recomeçar. Seu plano: viver em isolamento como uma irmã Brontë moderna.

No entanto, os planos mudam ao conhecer Felix (Sharpe), um britânico excêntrico e emocionalmente imprevisível — ou, como descreve a sinopse oficial, “uma sequência ambulante de bandeiras vermelhas”. Mesmo assim, a conexão entre os dois é inegável.

O elenco conta com Meg Stalter, Will Sharpe, Michael Zegen, Naomi Watts, Emily Ratajkowski, Rita Wilson, Andrew Rannells, Rhea Perlman, Janicza Bravo, Adwoa Aboah e Richard E. Grant.

 

O Gênio do Crime

(O Gênio do Crime)

 

Elenco:

Ailton Graça
Marcos Veras
Douglas Silva
Rafael Losso

 

Direção: Lipe Binder

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em O GÊNIO DO CRIME, quatro amigos que se veem envolvidos em uma investigação surpreendente ao descobrirem uma sofisticada falsificação de uma figurinha rara do álbum da Copa do Mundo. O que começa como uma curiosidade logo se transforma em uma jornada cheia de mistério, aventura e bom humor, levando o grupo a enfrentar desafios e a desvendar um esquema engenhoso.

Crítica:

Crítica | O Gênio do Crime – Nostalgia e Inocência Infantil Marcam Estreia de Best-Seller nas Telonas 

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo de João Carlos Marinho;

» Ana Reber (‘Depois do Universo’) assina o roteiro da adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Four kids with backpacks and camping gear stand beside old cars in a sunlit junkyard by a rusted vehicle row with a large metal structure nearby.
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-08-2025: Mister dorme. Ele acorda bebe café com sal e cospe. Berenice prega peça em Mister no acampamento, sabota a bebida dele e volta para a plataforma. Crianças observam a casa do cambista e o Mister que dorme profundamente. Crianças zombam do Mister. Berenice chama ele de amador. Observam o cambista chegando em casa e veem que Raimundo é filho do Cambista. Durante a Copa do Mundo, o álbum de figurinhas é a maior febre entre os alunos do Colégio Três Bandeiras. Gordo, líder de um grupo empenhado em completar o álbum, descobre uma operação de falsificação de figurinhas, até então, impossível de ser desvendada. Ao lado dos amigos — e de Berenice, uma garota esperta por quem se apaixona — ele embarca numa investigação cheia de suspense, aventura e humor, onde a paixão pelo futebol se une à busca por justiça.
Baseado em um dos maiores clássicos da literatura brasileira, com mais de 1 milhão de cópias vendidas, a obra de João Carlos Marinho é referência para diversas gerações e agora ganha uma superprodução para as telonas. (Foto: Fabio Braga/Pivô Audiovisual) DIVULGAÇÃO.
Boy in a red sweater holds a blue flashlight in a dim museum-like room, looking upward.
SAO PAULO, SP, BRASIL, 10-07-2025: Almeidinha leva João para o local onde falsificam as figurinhas. João faz perguntas pra Almeidinha, que não dá as respostas. Almeidinha diz que ele vai ser a última pessoa que João vai ver na vida. . Durante a Copa do Mundo, o álbum de figurinhas é a maior febre entre os alunos do Colégio Três Bandeiras. Gordo, líder de um grupo empenhado em completar o álbum, descobre uma operação de falsificação de figurinhas, até então, impossível de ser desvendada. Ao lado dos amigos — e de Berenice, uma garota esperta por quem se apaixona — ele embarca numa investigação cheia de suspense, aventura e humor, onde a paixão pelo futebol se une à busca por justiça.
Baseado em um dos maiores clássicos da literatura brasileira, com mais de 1 milhão de cópias vendidas, a obra de João Carlos Marinho é referência para diversas gerações e agora ganha uma superprodução para as telonas. (Foto: Fabio Braga/Pivô Audiovisual) DIVULGAÇÃO.

Four children stand on a rusted metal railing, looking outward with binoculars against a clear blue sky.

Conheça a Deusa do Amor, da série ‘American Gods’, no novo vídeo da série

A primeira temporada ainda nem estreou, mas ‘American Gods‘ já foi renovada para um segundo ciclo. E desta vez, a personagem a ser apresentada ao público é Bilquis, a Deusa do Amor.

Confira, com o trailer:

 

Na trama de ‘American Gods‘, a Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

Com estreia marcada para 30 de abril nos Estados Unidos, ‘American Gods’ terá 10 episódios em sua primeira temporada e é produzida por Bryan Fuller e Michael Green, além de contar com a supervisão de Gaiman em toda a produção.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

 

Peter Dinklage e Morgan Freeman estrelam divertido comercial do Super Bowl; Assista!

Consagrado por ser o horário mais caro da televisão norte-americana, os intervalos do Super Bowl são marcados pelos mais divertidos comerciais.

E em um deles, os astros Peter Dinklage e Morgan Freeman encararam o playback de clássicos da música rap para divulgar o Doritos Blaze e a bebida MTN Dew Ice.

Confira: