A Netflix anunciou que a 6ª temporada de ‘Orange is the New Black’ estreia em 27 de julho, além disso, a série ganhou um novo trailer. Assista:

As cinco temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo do streaming.
A Netflix anunciou que a 6ª temporada de ‘Orange is the New Black’ estreia em 27 de julho, além disso, a série ganhou um novo trailer. Assista:

As cinco temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo do streaming.
Após dois anos parado por conta da pandemia do corona vírus e uma breve semana de estreias nacionais em julho, o Festival do Rio finalmente voltou ao seu formato presencial, trazendo ao público carioca o que vem de melhor do cinema mundial para os próximos meses. E, seguindo uma tradição, a noite de abertura foi com nada menos que ‘Madres Paralelas’, novíssimo filme do diretor espanhol Pedro Almodóvar, cujos filmes sempre estrearam – e causaram! – nas edições anteriores do Festival.

Janis (Penélope Cruz) é uma renomada fotógrafa que está fazendo uma sessão com o antropólogo Arturo (Israel Elejalde), com quem acaba se relacionando e de quem engravida. Por ser Arturo casado, Janis o liberta de qualquer responsabilidade com a criança, decidida a ter seu filho sozinha. Então, no dia do parto, conhece Ana (Milena Smit), uma jovem mãe com quem trava amizade. O tempo passa e as duas mantêm o contato, trocando impressões sobre a experiência da maternidade. Porém, quando Arturo conhece a filha e planta uma dúvida na cabeça de Janis, ela não irá sossegar até descobrir a verdade completa.

Em duas horas de filme, ‘Madres Paralelas’ pode ser dividido em duas histórias: uma bastante evidente (a jornada pessoal da protagonista em se tornar mãe) e uma que fica tão de pano de fundo, que quase não lhe prestamos atenção (o motivo pelo qual Janis e Arturo se aproximam, que é a possibilidade de ele escavar a fossa do povoado em que Janis nasceu, onde estariam os restos mortais dos homens do povoado, mortos pela ditadura). Ao escrever essas duas histórias em paralelo, Pedro Almodóvar aproxima seu público tradicional, mais velho, com a juventude que o está descobrindo agora, mas que não tem tanta profundidade acerca de temas importantíssimos da história da Espanha. É ao fim do longa que nos damos conta do brilhantismo dessa construção. Pelo viés da ficção encenada por uma atriz de renome, o diretor espanhol quer apontar aos jovens a importância de não silenciar a história sombria de seu país; ao contrário, é necessário revirarmos as fossas e trazermos à tona as verdades que tentam esconder sobre os tempos das ditaduras e das guerras.

Ainda que essa tenha sido a motivação do filme, não é sobre este tema que ‘Madres Paralelas’ se debruça. No enredo principal, encontramos todos os elementos almodovarianos principais, como as cores fortes (especialmente o vermelho), mulheres poderosas, crises nervosas, alta moda, um leve toque de thriller no drama pessoal e, claro, a participação da querida atriz Rossy de Palma, figurinha fácil de suas produções. Penélope Cruz volta a apresentar uma ótima performance no protagonismo de uma mulher forte, ainda que imperfeita, sabendo esconder suas emoções na hora certa e apresentando conflito para o espectador sem pronuncias palavras.
Conduzido pelo viés do thriller, Pedro Almodóvar faz de um drama comum feminino um argumento valiosíssimo sobre nunca nos voltarmos contra nossas raízes, mostrando às atuais gerações a importância de lutar pela verdade, ainda que muitas famílias ainda sofram por não conseguirem essa informação. Não à toa, ‘Madres Paralelas’ termina com uma citação de Eduardo Galeano, em um convite à reflexão. É o melhor filme de Almodóvar desta década, e felizmente chegará à Netflix já em 2022.

Durante uma recente entrevista no programa do Jimmy Fallon, Oscar Isaac falou sobre como C-3PO terá um papel extremamente importante na história de ‘Star Wars: Episódio IX’, funcionando como uma despedida a altura do trabalho de Anthony Daniels que interpreta o dróide há mais de quarenta anos:
“Foi um marco. E o que é particularmente especial é que o dia em que eu terminei esses três filmes gigantes, uma parte enorme da minha vida, foi tipo, ‘Beleza, o Oscar acabou’, então eu fiz um discurso. E então foi tipo, ‘E também é o último dia de Anthony Daniels no set!’. Tirou toda a atenção. Ele está lá desde o começo. Originalmente George Lucas viu toda a saga como uma história sobre C-3PO e R2-D2- esses droides que testemunham tudo isso.”
“Ele estava super emocionado com isso, pendurar a chuteira dourada. E ele ficou dizendo como essa foi a maior diversão que ele teve. Ele teve muitas coisas divertidas para fazer no Episódio IX. Nós pudemos trabalhar bem mais próximos e foi incrível ver essa parte da História tão de perto.”
Dirigido por J.J. Abrams, ‘Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.
O filme estreia no dia 20 de dezembro de 2019.
Dois anos depois que Taylor Swift lançou ‘Reputation’, a princesa do country-pop voltou a explorar relacionamentos conturbados com a estreia de ‘Lover’, seu sétimo álbum de estúdio. E, logo de cara, a própria estética fonográfica onírica da produção nos arremessa de volta para 2014, mais precisamente para o auge de sua carreira (‘1989’) com uma deliciosa e contraditória aventura através de um tema que ela certamente conhece muito bem: o romance. Felizmente, ainda que a artista acabe se rendendo às mesmas narrativas de sempre, é inegável dizer que Taylor carrega consigo uma habilidade incrível para compor letras memoráveis e que, à prima vista, divirjam entre si.
Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).
Como se não bastassem as ótimas baladas – como a empática “Soon You’ll Get Better”, carregada pelas notas envolventes e familiares de um melódico violão, ou a declamatória e teatral “Daylight” -, Taylor não abre mão de suas já conhecidas críticas bastante ácidas, preferindo a sutileza condescendente a brutos ataques. Não é à toa que o álbum abra com a minimalista e controversa “I Forgot That You Existed”, que mistura o melhor dos toques contemporâneos com um envolvente pop clássico enquanto diz com todas as palavras que “não é amor, não é ódio, é indiferença”.
Do mesmo jeito, ela se exila em meio à comunidade LGBT+ em um sonoro e divertido protesto intitulado “You Need to Calm Down”, que nutre de certas semelhanças com “Royals” (principalmente a superposição das várias camadas no início do refrão), mas sem perder sua identidade. Aqui, Swift preza pela palavra cantada e alcança a mensagem que desejava passar desde o princípio (isso sem comentar a presença ilustre de nomes como Billy Porter, Ellen DeGeneres e Ryan Reynolds no videoclipe oficial).
Entretanto, a lead singer não se isenta de alguns brutos deslizes que, eventualmente, são ofuscados pela beleza da obra em sua completude. Por exemplo, temos a colaboração entre ela e Brandon Uries em “ME!”, faixa que sem sombra de dúvida não corresponde à capacidade criativa da artista. Na verdade, esta é a track mais solta de toda a obra, visto que é infantil demais e reflete uma personalidade linear que nada mais é que uma cópia malfeita de “Next to Me”, de Emili Sandé. Do mesmo modo, “It’s Nice To Have a Friend” é uma competente delineação, mas sofre por dois motivos: estar localizado em um esquecível lugar dentro do compilado de músicas e ser extensão de outras entregas muito melhor arquitetadas.
Nossa surpresa também ganha palanque quando as canções mais animadas e dançantes cedem espaço para as ballads. De um lado, temos o solilóquio “The Archer” que busca elementos tanto do synth-pop quanto do gospel-pop (a entrada dos vocais em coro é soberba em diversos níveis), mesmo que falhe em buscar uma explosão catártica, não sonora, em lyrics bem pensadas cujas metáforas são ricas em uma melancólica tristeza amorosa, respaldadas pela atmosfera dark; de outro lado, “Lover” talvez insurja como a track mais emotiva do CD, principalmente pelo fato de usar o saudosismo musical a seu favor. Nesta segunda faixa, a faixa em mid-tempo é movida pelos acordes do violão e pela bateria demarcada, mas, diferente de sua conterrânea, não deixa que a linearidade fale mais alto: a expressividade é canalizada pela profunda e dramática atuação de Taylor, expandindo-se para dois bridges que poderiam ser editados sem fazer muita diferença ao poder desse espetáculo.
Elementos de ‘Reputation’ também não são descartados por completo: em “Cruel Summer”, os sintetizadores e as distorções vocais que contemplam o pano de fundo harmonizam com a levada que tangencia a perfeição fonográfica de Swift. Nem mesmo a mudança brusca entre os dois atos principais é o suficiente para tirar as glórias da faixa – e é estranho e animador ao mesmo perceber como a canção dialoga em progressão pura com “Out of the Woods” (uma das melhores investidas de sua carreira). Esses mesmos elementos voltam a dar as caras em “The Man”, aproveitando o momento para recuar o peso do synth-pop e se valer de algo prático, apesar de convencional.
A ambiência mais obscura e quase tétrica volta com a deliciosa “Miss Americana & the Heartbreak Prince”, um interessante contos de fadas desconstruído que, apesar da presença exorbitante de estilos musicais, tem uma consistência considerável que utiliza até mesmo as propositais notas dissonantes para abrir espaço a uma épica aventura. Já sua sucessora, “Paper Rings”, afasta-se do que já vimos e mergulha em uma jornada de volta ao passado com um rock-pop-country dinâmico refletido pela enérgica performance da cantora – e, ainda que não esteja no mesmo nível que as outras, a música em questão suprimi seus claros deslizes ao nos convidar para redescobrir um hit quase roubado da década passada.
‘Lover’ é o álbum que todos esperávamos. Ao mesmo tempo que retorna para suas raízes, Taylor Swift não deixa de se reinventar e acrescentar uma bela obra fonográfica para sua carreira e, talvez, essa seja sua produção mais dramática e mais pessoal de todas.
Nota por faixa:
A AMC divulgou um novo teaser dos próximos episódios de ‘The Walking Dead‘, mostrando Daryl (Norman Reedus).
Confira:
Sorry bad quality. Just caught it on tv lol. pic.twitter.com/0Dl2sZ5aE7
— Missy (@dognnie1) February 16, 2020



A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro.
Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.
A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.
O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

Segundo o The Hollywood Reporter, Noah Centineo, galã das rom-coms adolescentes ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ e ‘O Date Perfeito’, foi elencado na vindoura adaptação de ‘Adão Negro’.
Centineo dará vida o Esmaga-Átomo, um personagem que consegue controlar sua estrutura molecular e pode manipular o próprio tamanho e a própria força. Smasher já apareceu nas telinhas antes, em um dos episódios da série ‘The Flash’.
O ator se junta ao previamente anunciado Dwayne Johnson, que vai interpretar o personagem titular.
Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’) comanda o projeto. Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar, visto que o projeto sofreu adiamentos em virtude da pandemia do novo Coronavírus.
Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, sabe-se que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão DC.
‘Adão Negro’ tem estreia marcada para o dia 22 de dezembro de 2021.

A Universal Pictures divulgou um novo teaser oficial do drama faroeste ‘Relatos do Mundo’, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Paul Greengrass.
Confira, junto ao trailer completo:
ONE MONTH until #NewsOfTheWorld.
From Academy Award-nominated director Paul Greengrass and starring Academy Award winner Tom Hanks — see it in theaters this Christmas. pic.twitter.com/vRsy7SsqHv
— News of the World (@NewsOfTheWorld) November 25, 2020
Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.
Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.
O longa chega aos cinemas brasileiros em 2021.

O longa de ação ‘Infiltrado‘ (Wrath of Man), estrelado por Jason Statham (‘Carga Explosiva’), ganhou um novo trailer legendado.
Assista:
Inicialmente previsto para o dia 23 de abril, apenas uma semana depois da estreia de ‘Mortal Kombat‘, o filme foi adiado para o dia 7 de maio – data que pertencia ao lançamento de ‘Viúva Negra‘.
Dirigido por Guy Ritchie (‘Aladdin’), o longa é um remake de ‘Assalto ao Carro Forte‘, filme francês lançado em 2004.
A trama segue H, um homem misterioso que consegue um trabalho em uma empresa de caminhões blindados responsável por movimentar milhões de dólares todas as semanas. Mas, ao contrário do que se pode esperar, ele tem um motivo secreto por para aceitar esse emprego, o que o levará em uma jornada perigosa e emocionante.
O elenco ainda contará com Jeffrey Donovan, Josh Hartnett, Scott Eastwood e Holt McCallany.

O Adult Swim divulgou um novo comercial live-action da aclamada animação ‘Rick e Morty’, trazendo o icônico Christopher Lloyd no papel de Rick e o jovem Jaeden Martell como Morty.
O breve vídeo faz referência ao final do primeiro episódio da série.
Confira:
C-137 #rickandmorty pic.twitter.com/9c9sDbRLaD
— adult swim (@adultswim) September 6, 2021
Lembrando que o último capítulo da 5ª temporada já está disponível na HBO Max!
Compilando dois capítulos em um só, o especial de uma hora é composto pelos títulos “Forgetting Sarick Mortshall” e “Rickmurai Jack”.
Confira a cena de abertura:
A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

A nova série animada da Marvel, intitulada ‘Hit-Monkey‘, finalmente estreou no Star+.
A produção foi lançada com exclusividade na plataforma de streaming hoje, 26 de janeiro.
A trama acompanha um macaco da neve japonês guiado pelo espírito de um assassino americano, que embarca em uma jornada sombria repleta de vingança e momentos peculiarmente engraçados pelo submundo de Tóquio. Após ver seus companheiros serem assassinados brutalmente, Hit-Monkey jura fazer justiça com as próprias mãos.
Com a ajuda de Bryce Fowler, ele consegue encontrar os culpados e fazê-los pagar pelos crimes que cometeram. Depois disso, Hit-Monkey faz de seu propósito de vida ir atrás de matadores e foras-da-lei para reparar as injustiças que cometeram. Durante seu trajeto, ele conhece Akiko, sobrinha de um poderoso político, e os dois acabam se aproximando e se ajudando em seus objetivos.
Relembre o trailer legendado:
Criada por criada por Will Speck e Josh Gordon, ‘Hit-Monkey‘ conta com Jason Sudeikis (Ted Lasso), Olivia Munn (X-Men: Apocalipse) e George Takei (Star Trek) no elenco de dubladores originais.

A CW divulgou a promo oficial de “Something’s Missing”, 20º e último episódio da 2ª temporada do reboot de ‘Walker’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).
Na trama, “Gale se abre para Geri sobre as forças do passado; Cordell revive uma parte sua que havia enterrado há muito anos; e Trei considera aceita a última oferta feita pelo Capitão James”.
O capítulo vai ao ar no dia 23 de junho.
Confira:
Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).
A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet Brinson, Kale Culley, Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.
A lendária cantora, compositora e atriz Lady Gaga conquistou duas indicações ao Grammy Awards 2023.
Gaga concorre na categoria de Melhor Canção para Mídia Visual pela aclamada “Hold My Hand”, música-tema de ‘Top Gun: Maverick’, e na categoria de Melhor Compilado para Mídia Visual pela trilha sonora do mesmo filme.
Essa é a quarta indicação da artista em Melhor Canção para Mídia Visual, depois de ser relembrada por “Till It Happens to You”, “Shallow” e “I’ll Never Love Again” (vencendo o prêmio pelas últimas duas).
Os vencedores serão anunciados no dia 05 de fevereiro de 2023.
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris.
A atemporalidade das peças de Arthur Miller é um ponto sempre muito importante a ser levado em consideração quando alguém resolve mergulhar fundo em seus textos. Ainda que ‘Morte de um Caixeiro Viajante’ configure-se como uma de suas investidas mais famosas, trazendo inúmeros temas para uma autorreflexão bruta e realista por parte público, é em ‘As Bruxas de Salem’ que o dramaturgo encontra sua real identidade, criando um microcosmos que mistura passado e presente através de uma narrativa sobrenatural e analítica. Além disso, faz-se necessário entender que as criações de Miller procuravam analisar a sociedade norte-americana de modo a encontrar um real significado para “sonho americano” – lema de vida carregado por grande parte da população; desse modo, não é nenhuma surpresa que os diálogos que arquiteta sejam carregados de uma perspectiva sociológica muitas vezes mascarada por arquétipos cênicos.
Toda essa extensa estrutura foi relida para as telonas em 1996 pelo diretor Nicholas Hytner. Aqui, o realizador consegue manter viva a poesia das sequências mais dramáticas e utilizar elementos teatrais para compor sua própria subjetividade honrosa – podendo não acertar em todas as incursões que se preza a desenvolver, mas contribuindo para uma interpretação bem-vinda da peça e oferecendo uma visão mística e, ao mesmo tempo, sociológica do universo de Miller.
O filme se inicia com uma sequência angustiante, na qual inúmeras garotas correm em direção a uma enevoada floresta para se encontrarem com a escrava africana Tituba (Charlayne Woodard), a qual prometeu ajudá-las em alguns feitiços amorosos. Cada jovem traz um pequeno souvenir, por assim dizer, para que seus pretendentes possam se apaixonar por elas – e nesse meio há a figura pálida e inexpressivamente assustadora de Abigail Williams (Winona Ryder), cuja personalidade inclina-se para o adultério e para a vingança (afinal, ela deseja a morte da esposa de seu “futuro homem”). Toda a construção imagética é pautada numa montagem brusca e que reflete o inebriante sentimento de confusão e tensão que se alastra à medida que as moças começam a dançar em torno de uma fogueira; o uso de cores mais frias ressalta a morbidez da cena, inclusive quando contrastado com a acidez do sangue que eventualmente dá às caras.

E é com a resolução desse pequeno prólogo que as coisas começam a desandar. Uma das garotas mais jovens acaba tendo um ataque de pânico e fica desacordada por vários dias, atraindo a atenção do Reverendo Parris (Bruce Davidson), que também presenciou as personagens em questão dançando nuas no meio da floresta. A partir daí, percebemos que a narrativa toma um rumo mais religioso e tradicionalista que conversa com os valores cristãos da época, marcada pela imigração da comunidade inglesa para a América e a continuação de sua cultura conservadora. E levando em consideração o período (final do século XVII), teremos sim uma grande influência da mentalidade pós-Inquisição, que perdurou durante vários anos e foi um dos maiores responsáveis pela condenação em massa da cidade de Salem.
Abigail é a encarnação do individualismo; ainda que pregue valores católicos e porte-se como uma “moça de respeito” aos olhos daquela comunidade patriarcal, ela pensa apenas em si mesma e como pode agir em prol de salvar-se da forca. Ela, pois, consegue convencer grande parte das jovens que a acompanharam para a floresta e começa uma rede de mentiras, dizendo-se portar a Luz de Deus e ter sido escolhida para limpar o vilarejo dos malefícios do Diabo – ou seja, ela começa a mentir. E se há algo que Miller, responsável também pelo roteiro, sabe fazer de melhor é manter-se fiel às raízes que resolve explorar, principalmente através do diálogo e dos acontecimentos.

Sabemos que o filme traz sua essência teatral de forma bastante clara; desse modo, após chegarmos a meados do segundo ato, passamos a encarar uma crescente e proposital monotonia e repetição de fatos, que nos enclausura em uma inescapável e indestrutível engrenagem ideológica. Todavia, sua perspectiva tenta ousar indo além do óbvio, mas acaba rendendo-se a zona de conforto e opta por planos gerais que enquadrem a maior parte dos personagens, visto que estão todos presos em uma grande bolha de falso moralismo e hipocrisia exacerbados. O que Hytner faz é permitir que a câmera deslize pelo cenário e mude o foco do público para o que deseja ser visto – oferecendo uma espécie de metalinguagem à época em que a história ocorre.
O conflito principal emerge quando uma parcela da comunidade ousa enfrentar o poder incontestável da Igreja, a qual é representada tanto pelo Reverendo quanto pelo Juiz Danforth (Paul Scofield). Tal grupo é inconscientemente liderado pela transgressora figura de John Proctor (Daniel Day-Lewis), um fazendeiro com bastante afinidade pelas causas nobres e que percebe em Abigail uma complexa mesquinhez cujas consequências tornam-se drásticas. Através de todas essas mentiras, Proctor acaba perdendo tudo, inclusive sua esposa Elizabeth (Joan Allen) para acusações sem fundamento e que servem como base para condenar mais da metade dos habitantes à forca. Ele eventualmente encontra a sua ruína e sua aceitação em um momento de epifania social chocante e que leva a um dos gloriosos momentos do filme: o frame final.
‘As Bruxas de Salem’ é uma obra que envelheceu muito bem e que merece ser revista. O estruturalismo poético dialoga com força com o arcabouço de Miller – e, mesmo com os deslizes supracitados, é notável como o filme auxilia a imortalizar o legado de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos.
O novo filme de ficção científica do diretor Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’), ‘Resistência‘ (‘The Creator’), teve mais um teaser inédito divulgado pela 20th Century Studios.
O longa, que chega aos cinemas em 28 de setembro, é estrelado por John David Washington, e acompanha um homem com uma missão misteriosa em uma distopia em que a inteligência artificial dominou a Terra.
Confira, junto ao trailer final:
‘Resistência’ é um filme de drama e ficção científica que se passa em um futuro distante, em meio a um planeta tomado por uma intensa guerra entre seres humanos e inteligência artificial. O ex-agente Joshua (John David Washington) é recrutado para localizar e matar o Criador – um misterioso arquiteto responsável por desenvolver uma arma capaz de acabar com o confronto e com toda a humanidade. Joshua e sua equipe partem, então, para um território sombrio ocupado pela IA, mas acabam fazendo uma descoberta chocante: a arma que devem destruir é, na verdade, uma inteligência artificial em forma de criança.
O elenco é formado por também por Gemma Chan, Danny McBride, Allison Janney, Ken Watanabe, Ralph Ineson e Sturgill Simpson.
Além de escrever e dirigir, Edwards também será um dos produtores, junto com Kiri Hart (‘Soul’), representante da New Regency.

Segundo o Deadline, a 2ª temporada de ‘As Bruxas Mayfair’, baseada na saga literária de Anne Rice, acabou de ganhar mais um membro em seu elenco (via ComicBook.com).
As informações indicam que Ben Feldman, conhecido por seu papel como Michael Ginsberg na aclamada série ‘Mad Men’, foi escalado para a nova iteração. Ele dará vida a Sam “Lark” Larkin”, um CEO de grande sucesso de uma startup focada em desenvolvimento genético – e que também é ex-namorado de Rowan (Alexandra Daddario).
O ator se junta aos previamente confirmados Thora Birch, Ted Levine e Alyssa Jirrels.
Birch dará vida a Gifford Mayfair, uma leitora de tarô autodepreciativa e aspirante à boêmia que passa boa parte do tempo em sua casa no lago. Levine, por sua vez, será Julien Mayfair, pai de Cortland, descrito como um mestre da manipulação e uma diabólica presença que assombra a família Mayfair. Por fim, Jirrels será Moira Mayfair, prima de Rowan Fielding e uma poderosa telepática que culpa a família pela morte da irmã, Tessa.
Além disso, foi revelada a primeira arte oficial do novo ciclo.
Confira e siga o CinePOP no Youtube:
Rowan is no longer the only key witch in the Mayfair story. #MayfairWitches pic.twitter.com/gM3rr4tKTY
— Anne Rice’s Immortal Universe (@Immortal_AMC) February 6, 2024
Lembrando que a 1ª temporada está disponível no Prime Video.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen Richards e Maura Grace Athari.






‘Sonic 3‘ já se tornou um dos filmes mais aguardados dos próximos meses e, agora, foi revelado quando será divulgado o primeiro trailer da sequência.
Segundo o ComicBook.com, a Paramount Pictures exibirá o material amanhã, 27 de agosto.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 02 de janeiro de 2025.
Confira o cartaz:
First promo for ‘SONIC 3’ has been spotted.
(Via: @InPursuitofToys) pic.twitter.com/deJtjB87cn
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) May 23, 2024
Em entrevista ao Collider, Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), que dá voz ao Knuckles na franquia live-action do ‘Sonic‘, revelou que o terceiro filme terá muitos easter eggs para os fã da saga.
O ator ainda afirmou que o novo filme se aprofundará no universo do icônico ouriço.
“Eu posso dizer que ‘Sonic 3’ será incrível. O novo filme irá se aprofundar ainda mais no universo do Sonic. Sinto que o terceiro filme foi feito para os fãs de verdade do Sonic. Eles irão amar todos os easter eggs na produção.”
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Apesar da trama não ter sido revelada, a continuação irá contar com o anti-herói Shadow the Hedgehog, que marcou presença na cena pós-créditos do segundo filme.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O aclamado musicista Kendrick Lamar permanece como um dos maiores nomes da indústria fonográfica – e continua levando para casa prêmios do Grammy Awards 2025.
Lamar conquistou a estatueta de Música do Ano pelo aclamado single “Not Like Us”.
Ele também levou para casa os prêmios de Gravação do Ano, Melhor Canção Rap, Melhor Performance Rap e Melhor Videoclipe pela mesma canção.
Lembrando que Lamar será o headliner do próximo show do intervalo do Super Bowl (via THR), apresentando-se no dia 09 de fevereiro de 2025.
A performance será exibida pela FOX nos Estados Unidos.
Lamar já participou do show do intervalo em 2022, apresentando-se ao lado de Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige e 50 Cent. Todos os performers levaram para casa o Emmy de Melhor Especial de Variedades pelo espetáculo.
Lamar é considerado um dos maiores rappers de todos os tempos e já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Pulitzer e 17 estatuetas do Grammy.
Seu álbum ‘To Pimp a Butterfly’ é considerado um dos melhores da história, enquanto sua incursão mais recente foi o aclamado ‘Mr. Morale & The Big Steppers’, de 2022. Em 2024, lançou a faixa “Not Like Us” como capítulo final da rixa contra o rapper Drake.
Após se divorciar da cantora e compositora indicada ao Grammy Katy Perry, com quem permaneceu durante nove anos, Orlando Bloom foi visto neste último sábado (28) ao lado de Sydney Sweeney (via TMZ).
O astro, conhecido por seus papéis em ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Piratas do Caribe’, foi fotografado junto à atriz de ‘Euphoria’ em Veneza, após participarem do casamento de Jeff Bezos e Lauren Sanchez.
Bloom e Sweeney também foram fotografados ao lado de Tom Brady.
As fotos levantaram comentários nas redes sociais de que os astros poderiam ter dado início a um caso romântico – o que, ao menos até agora, não teve indícios concretos além das imagens divulgadas.
Confira:


Bloom e Perry se conheceram durante uma cerimônia do Globo de Ouro, “brigando” por um hambúrguer durante uma afterparty. Entre o início de um namoro e uma pausa que durou pouco menos de um ano, os dois adentraram um relacionamento bastante sólido, que culminou em noivado em 2019 e no nascimento da filha, Daisy Dove Bloom, em agosto de 2020.
A Row K Entertainment divulgou o trailer oficial de ‘Dead Man’s Wire’, thriller estrelado por Bill Skarsgard (‘IT: Bem-Vindos a Derry’).
O longa chega aos cinemas norte-americanos em 16 de janeiro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
Confira:
O longa é coestrelado por Dacre Montgomery, Myha’la, Cary Elwes, Colman Domingo e Al Pacino.
Gus Van Sant (‘Gênio Indomável’) entra como diretor, enquanto Austin Kolodney assina o roteiro.
A trama é inspirada em eventos reais e retrata o sequestro por Tony Kiritsis na década de 1970 de seu hipotecário bancário, exigindo não apenas uma grande quantia de dinheiro em troca de seu refém, como também um pedido de desculpas.
O filme teve sua estreia mundial no Festival de Veneza, onde conquistou impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Olivia Wilde definitivamente não está preocupada com sua recente viral aparição no tapete vermelho.
A estrela e diretora de ‘Não se Preocupe, Querida’ recentemente comentou sobre as críticas recebidas em relação à sua aparência no Festival Internacional de Cinema de São Francisco, em 24 de abril, após um vídeo viralizar nas redes sociais (via E! Online).
Em um story compartilhado em seu Instagram no último dia 3 de maio, o irmão de Wilde, Charlie Cockburn, perguntou a ela: “Olivia Wilde, você gostaria de comentar os recentes rumores de que você é um cadáver ressuscitado?”.
Fazendo uma montagem com uma foto de Olivia tirada durante o Festival — em que ela usava uma saia preta de cintura baixa e uma camiseta branca — ao lado de uma de Gollum, famoso personagem de ‘O Senhor dos Anéis’, Wilde reagiu ao que os internautas interpretaram como sua aparência mais magra.
“Olha, isso é uma lente olho de peixe”, ela explicou sobre sua aparência alterada. “E eu admito, esse é o meu melhor ângulo? Esse foi o meu melhor visual? Não, é uma imagem chocante”.
“Não sei por que estava tão perto da câmera”, Wilde continua, dando uma risadinha. “Eu não precisava”. Para reforçar seu ponto de vista, a atriz acrescentou, brincando: “não estou morta”.
Ela também debochou das perguntas do irmão, escrevendo na tela: “só o seu irmãozinho mesmo para te encher o saco”.
Confira a foto em questão abaixo:

Há algumas semanas, imagens vazadas dos bastidores da produção de ‘Viúva Negra‘ mostraram o Taskmaster a bordo de um veículo militar e hoje uma arte conceitual revelou o visual completo do vilão.
Confira:


Até o momento, sabemos que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.
Confira a descrição do teaser de ‘Viúva Negra’, exibido durante a San Diego Comic Con e divulgado pelo Comic Book:
O teaser começa com flashbacks de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Corta para cenas de ‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Ela narra e diz que pegou Os Vingadores se tornaram sua família após tantas tragédias. Ela cometeu erros. Ela traiu Tony parando o Pantera Negra. O logotipo da Marvel Studios é reproduzido.
BUDAPESTE. Ela entra em uma escada em espiral, entrando em uma sala com uma arma. “Eu sei que você sabe que eu estou aqui fora”, ela diz. “Vamos conversar como adultos?”. Ela fica cara a cara com a personagem de Florence Pugh , Yelena Belova. Elas começam a lutar e destroem uma cozinha. A Viúva Negra tenta segurá-la e amordaçá-la com uma toalha, mas acaba sendo jogada. Armários são destruídos. Ela pega uma Faca. A cena lembra o Soldado Invernal aparecendo em Capitão América: O Soldado Invernal. Uma magnífica luta segue na sala de estar enquanto as mulheres acabam tentando se estrangular com uma cortina. Corta. Natasha liga para sua irmã e eles tomam uma bebida. Corta para perseguições de motocicleta. Lutas de arma. Correndo pelas ruas. Pulando pelas janelas. “Eu fiquei devendo em minhas missões. Eu gostaria de acabar com isso.”, ela diz. O chefe de missões, com um escudo e uma máscara, tira fotos dela. O logotipo é reproduzido.
Além de Scarlett Johansson e David Harbour, foram confirmadas no elenco Rachel Weisz e Florence Pugh. Pugh irá interpretar Yelena Belova.
A estreia foi agendada para 01 de Maio de 2020.
“‘Viúva Negra‘ acontecerá após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ainda contará com a história de Budapeste!”, afirma a sinopse.
Confira o logo:

O filme será dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘).
Quando a primeira adaptação dos quadrinhos de ‘Kick-Ass‘ foi lançada, muitos fãs ficaram animados com a presença de Nicolas Cage como intérprete de Damon Macready, conhecido como o vigilante Big Daddy.
No entanto, a primeira escolha do diretor Matthew Vaughn era ninguém menos que Brad Pitt, mas conflitos de agenda o impediram de entrar para o elenco.
“Brad Pitt estava escalado para interpretar o Big Daddy, mas ele estava prestes a gravar suas cenas em ‘Bastardos Inglórios‘, então chamamos Nic Cage.”, disse Vaughn ao THR. “Eu sabia que Nic amava histórias em quadrinhos e super-heróis, e ‘Kick-Ass‘ é carta de amor ao gênero. Muitas pessoas acham que é uma sátira aos heróis, mas é uma homenagem e tanto.”
Anteriormente, Vaughn revelou à Empire que está trabalhando em reboot da franquia, confirmando que uma possível continuação do segundo filme não deverá acontecer.
Desta vez, a protagonista será Patience Lee, personagem criada especialmente para os quadrinhos mais recentes.
“Faremos um reboot de ‘Kick-Ass‘ e ‘Hit-Girl‘. Vejam o que Mark Millar está fazendo nos quadrinhos atuais para encontrar pistas sobre o enredo.”
Além disso, o diretor também confirmou que um filme solo da Hit-Girl, interpretada por Chloë Grace Moretz nos cinemas, também está em desenvolvimento, porém não informou se a estrela irá retornar.
Lembrando que o último filme da franquia foi lançado em 2013 e se tornou um fracasso de crítica e público, com apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 30 milhões, a sequência arrecadou apenas US$ 61 milhões pelo mundo.

O trailer de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ mostra o herói vivido por Tom Holland em uma intensa cena de ação enquanto impede o assalto de um restaurante vestindo o traje do Aranha de Ferro.
A cena ainda teve um momento cômico quando o Cabeça de Teia diz aos policiais que precisava de férias por fazer o trabalho deles, o que deixou muitos fãs animados e ansiosos.
No entanto, toda a cena acabou ficando de fora da sequência… Mas por que os editores removeram esse trecho da versão final?
Durante uma entrevista para o Comic Book, Julian Foddy, membro da Industrial Light and Magic disse que:
“Foi uma decisão estratégica… A cena não está nos outros trailer porque. Ainda estávamos desenvolvendo os trajes do filme. Se as pessoas vissem o Aranha de Ferro em todos os trailers, elas iriam suspeitar que Peter tinha sobrevivido ao estalar de dedos de Thanos… Lembre-se que o primeiro trailer foi divulgado antes da estreia de ‘Vingadores: Ultimato’.”
Ele continuou:
“Tivemos que pensar rápido e criar algumas soluções para o público não desvendar a charada. No fim das contas usamos esse trecho apenas como marketing viral, sabe?”
Apesar da estratégia, foi uma decisão um tanto equivocada… Porque era óbvio que a Marvel Studios e a Sony não deixariam Peter Parker ‘morto’.
De qualquer forma, a cena seria mais um momento emocionante nos 129 minutos da sequência.
Relembre a cena:
“Esse é o momento mais Homem-Aranha de todos. Por que eles deletaram essa cena?”
THIS IS THE MOST SPIDER-MAN SCENE EVER WHY DIDNT THEY KEEP THIS IN
— 🪐Jay🪐 (@imdownbadfr) January 5, 2021

A maior expectativa dos fãs sobre ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é ver o retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield como as versões alternativas do herói.
Pensando nisso, um usuário do Youtube criou um fan trailer reunindo os Aranhas de Maguire e Garfield junto com o de Holland, ambos enfrentando os membros do Sexteto Sinistro.
Em apenas dois dias, o vídeo já registrou quase 180 mil visualizações.
Assista:
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.
Assista ao trailer:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
O diretor Taika Waititi conseguiu revitalizar a imagem do Thor (Chris Hemsworth) em ‘Ragnarok‘ e vou a assumir a franquia em ‘Amor e Trovão’.
Apesar do novo filme não ter sido lançado, os fãs já estão suspeitando que este será o primeiro de uma nova trilogia.
Infelizmente, Waititi negou a informação em entrevista para o Fandango.
“Não pensei nisso como parte de uma nova trilogia, porque toda vez que faço um filme, eu penso: ‘nunca vou fazer isso de novo…’, porque eles são muito difíceis.”
Ele continuou:
“Eu já fiz oito filmes, e nas oito vezes, eu disse: ‘Acho que está na hora de me aposentar. Eu já tive uma boa carreira’. Mas sinto que serei atraído de novo por tudo que gira em torno de Hollywood, o dinheiro, a fama, os Oscars…”, brincou ele.
E aí, você está ansioso para o novo filme do herói mitológico?
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.
Assista ao mais recente trailer:
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.


Durante o mais recente episódio do podcast The Hot Mic, o jornalista Jeff Sneider disse que a DC Studios estava desenvolvendo um filme animado que iria servir como continuação de ‘Batman do Futuro‘.
Para quem não conhece, a trama gira em torno do jovem Terry McGinnis, que assume o papel do Homem-Morcego quando Bruce Wayne está velho demais para atuar como justiceiro.
A sequência foi encomendado quando Walter Hamada ainda era presidente da divisão e seria um possível rival de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’, da Sony.
Como o estúdio passou por uma reformulação quando James Gunn e Peter Safran substituíram Hamada, não está claro se o projeto ainda está em desenvolvimento, mas Sneider garante que sim.
“A animação foi encomendado por Walter Hamada“, disse Sneider. “Até onde eu sei, nunca foi divulgado, mas ainda está em desenvolvimento. Há vários rascunhos dele… Daniel Casey, roteirista ‘Velozes e Furiosos 9‘, escreveu um deles, enquanto Christina Hodson estava escrevendo um roteiro para live-action. A animação seria a resposta da DC para ‘Homem-Aranha no Aranhaverso.”
No ano passado, Umberto González, do The Wrap, comentou com Sneider que o estúdio pretendia adaptar a animação para o live-action.
Em seu perfil do Twitter, González escreveu:
“Jeff Sneider, para sua informação, o filme solo do Batman com Michael Keaton de que você está falando e que Christina Hodson estava escrevendo, era de fato o filme ‘Batman do Futuro‘.”
Confira:
FYI @TheInSneider, the “solo” Michael Keaton Batman movie you’re talking about that Christina Hodson was writing, was in fact the BATMAN BEYOND movie. pic.twitter.com/I1MpKZiJGG
— Umberto Gonzalez (@elmayimbe) December 9, 2022
Durante uma entrevista para o canal SYFY, Bruce Timm, co-criador da animação, foi questionado sobre o assunto e havia demonstrado apoio à ideia.
“Sinceramente, acho que a ideia de Michael Keaton fazendo isso é legal. Na verdade, seria bom demais para ser verdade. Ele deve estar com uns 60 e poucos anos, não é? Mas nem parece, eu acho que o velho Bruce teria que parecer realmente velho… Mas, quem sabe? Poderia dar certo.”
Ele também comentou sobre o amor dos fãs pela animação, mesmo depois de quase 25 anos do lançamento.
“É super gratificante saber que as pessoas ainda se interessem pela animação, especialmente porque foi a estreia foi há quase 25 anos. É uma loucura porque a trama se passa em 2039 e estamos quase lá… Acho que não poderia haver uma época melhor para uma adaptação live action, então é uma possibilidade que eu não descartaria.”
Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.
Confira um fan pôster de Keaton como o velho Bruce Wayne:

Os fãs da franquia ‘Jogos Mortais‘ estão extremamente entusiasmados com o anúncio do décimo primeiro filme, que chegará aos cinemas em 27 de setembro de 2024.
No entanto, o longa não vai contar com o retorno dos roteiristas do filme anterior, Josh Stolberg e Pete Goldfinger.
Uma perda e tanto, já que ‘Jogos Mortais X‘ conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.
A informação foi revelada pelo próprio Stolberg em seu perfil do Twitter.
Na publicação, ele escreveu:
“Pete e eu estamos deixando este capítulo de lado. Estou muito animado para vê-lo como um fã da franquia. Acho que as pessoas ficarão satisfeitas com a equipe.”
Got a slew of DM‘s today about the Lionsgate @saw announcement. Pete and I are sitting this chapter out. Very excited to see this one as a fan of the franchise. I think people will be pleased with the team. ♥️♥️♥️
— Josh Stolberg (@joshstolberg) December 12, 2023
Ele então brincou:
“OBRIGADO a todos que escreveram palavras gentis sobre ‘Jogos Mortais X’ e sua decepção por não escrevermos a sequência. Para fazer vocês se sentirem melhor, lembre-se do que vocês disseram quando ‘Jigsaw’ foi lançado! HAHAHAHA. Snceramente, estou muito animado para sentar e assistir a este novo como um fã!”
THANK YOU to everyone writing kind words about Saw X and your disappointment that I won’t be writing Saw XI. To make you feel better, just remember what y’all said when Jigsaw came out! HAHAHAHA. Honestly, SO excited to sit back and watch this new one as a fan! #SawForever
— Josh Stolberg (@joshstolberg) December 12, 2023
De qualquer forma, os fãs da icônica franquia criada por James Wan (‘Invocaçãdo do Mal’) estão vibrando com a notícia, provando que os filmes ainda têm fôlego para manter o público interessado após tantos anos.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno da sequência, o que está deixando os fãs ainda mais ansiosos.
Confira as reações:
JOGOS MORTAIS 11 CONFIRMADÍSSIMO, COMO É BOM VIVER pic.twitter.com/5sDlrR1B4Q
— andri (@andrissci) December 12, 2023
Jogos mortais 11 confirmado
— Berna The Grappler (@LuizBerna1) December 12, 2023
Isso aqui vai ser interessante..
Jogos Mortais 11, em 2024. pic.twitter.com/Ag14O1s9wd
— Henrique Cesar. (@Henry_SilvaOn) December 12, 2023
JOGOS MORTAIS 11 CONFIRMADÍSSIMO PRA ANO QUE VEM FML UM GRANDE DIA PARA NÓS AUTISTAS FÃS DE TERRORpic.twitter.com/qzG0sYy8RH
— luiza ⛓️️ da silva (@orbitltm) December 12, 2023
Jogos Mortais 11 confirmado pra Setembro de 2024
Que os jogos continuem… pic.twitter.com/LFSUxN1qFi
— Mister M (@mvl5212) December 12, 2023
VAI TER JOGOS MORTAIS 11???? ALO BRASIL pic.twitter.com/Ow3lCEBZx5
— thatha (@dobuthaisa) December 12, 2023
cade a venda dos ingressos pra jogos mortais 11
— ayra ⚢︎ (@ayrakmnr) December 12, 2023
jogos mortais 11 está a 9 meses de nós nao acredito
será que é nesse que o adam volt- pic.twitter.com/ZcXwGXs3Jx— ᶠˡᵃᵛⁱᵃ (@pricefield_1) December 12, 2023
meu deus vai ter jogos mortais 11 TO TENDO JM COISO
— débora (@hottestpepper_) December 12, 2023
Passando pra avisar q Jhon vai atacar o terror em Jogos Mortais 11 pic.twitter.com/WkOLRJ36CO
— (@Luizjigsaw) December 12, 2023
JOGOS MORTAIS 11 PQP AAAAAAAA https://t.co/Mlbf0wSp2y
— Brownie Atemporal (@oporravictor) December 12, 2023
Confira o cartaz:
Cartaz de #JogosMortais11, que foi CONFIRMADO e estreia em 27 de Setembro de 2024! pic.twitter.com/WrwbGrdaDN
— CinePOP (@cinepop) December 12, 2023
Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:
Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.
O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.

Em evidência atualmente, o Rei dos Lagartos é um símbolo de um período diferente do cinema japonês
O mais novo crossover entre Godzilla e King Kong está atraindo a atenção de muitos pela premissa: um embate entre dois grandes símbolos do cinema ao estilo de lutas entre kaijus (monstros gigantes) visto anteriormente em produções como Círculo de Fogo e as obras antigas do próprio Godzilla.
Esse filme, parte do assim chamado Monsterverse, é portanto uma culminação da versão moderna de King Kong apresentada em Kong: Ilha da Caveira e em ambos os filmes do Godzilla lançados em 2014 e 2019. Estes sendo tentativas visíveis de modernizar dois ícones criados em momentos específicos do cinema.
O primeiro, por exemplo, remonta aos anos 30 quando os filmes de aventura tinham grande interesse pelos ambientes florestais; Tarzan é um grande ícone desse período por todo o simbolismo do homem desbravando a selvageria da natureza. Dessa maneira, quando King Kong chega em seu filme próprio em 1933 ele surge como uma subversão dessa onda aonde agora é a natureza que desbrava a selva de pedra.

Já Godzilla só veio alguns anos depois, mais especificamente em 1954, na obra Gojira. Na superfície essa pode ser encarada como uma tentativa do mercado cinematográfico japonês de seguir o movimento iniciado nos Estados Unidos durante os anos 30, com o próprio King Kong, de elaborar produções com monstros gigantes em ambientes urbanos. No entanto, o contexto mundial ao redor da produção de Gojira faz toda a diferença.
Na chamada Era Atômica se tornou a obsessão de muitas nações a necessidade de possuir mais armamentos que seus vizinhos e, para alguns, que esses armamentos fossem nucleares. As diversas revoluções e contra-revoluções que ocorreram durante a Guerra Fria invariavelmente estavam ligadas à corrida armamentista de países mais pobres e pela disputa de influência entre Estados Unidos e União Soviética, a quem muito era interessante essas instabilidades espalhadas.
As farpas trocadas entre as duas potências no período não se limitaram apenas ao campo político e econômico mas ao cinema também, este visto com bons olhos por ambos como uma potencial ferramenta de propaganda. No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War escrito pelo professor Pierre Sorlin é apontado que em meados do século XX o cinema detinha um poder invejável junto as massas.
“Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva pública sobre o mundo contemporâneo. As imagens eram inicialmente destinadas aos países ocidentais, especialmente na Europa, onde elas contribuíram para formar a opinião pública”.
Não acidentalmente muitas das obras produzidas em meados dos anos 50 tinham um elevado teor de ficção cientifica pessimista, quase que conscientes de que o fim do mundo poderia ocorrer por meio da tecnologia. Guerra dos Mundos de 1953 foi, por exemplo, uma atualização interessante da obra de H.G. Wells feita no século XIX sobre a destruição perpetrada por uma invasão marciana com tecnologia superior à humana.

Portanto, essa noção de que a instabilidade global estava ligada de alguma forma ao progresso científico e consequentemente a proliferação de armas nucleares não se limitou apenas no ocidente mas encontrou reverberações no Japão, este com ligações bem mais sensíveis com todo o drama atômico do período devido às explosões em Hiroshima e Nagasaki ao final da Segunda Guerra Mundial..
Correndo em concordância vinha a indústria de cinema japonesa que atravessava um período de reconstrução. Da mesma forma que ocorreu na Alemanha, o cinema no Japão durante o período pré-fascismo já havia se estabilizado como um negócio rentável e que via novos estúdios surgindo com regularidade, sendo capaz de competir com o fluxo de filmes que vinham do ocidente.
Esse período inicial de século é retratado como um período empolgante quando estilos consagrados do cinema nacional passaram a se popularizar como os filmes de época conhecidos como Jidaigeki e os de samurai (em uma época pré Akira Kurosawa o nome de Daisuke Ito era a grande referência do gênero de samurais) e, durante os anos 30, foi implementada a tecnologia sonora em filmes.

Nas palavras de Vibeke Oseth Gustavsen para o artigo The Evolution of the Japanese Period Film é dito que “os custos de filmagem triplicaram, porém enquanto os diretores eram desencorajados em assumir quaisquer riscos em seus projetos o público desejava experimentos e as companhias desafiando umas às outras…”
Essa rápida evolução viria a sofrer um redirecionamento após o princípio de expansão do império japonês a partir de 1931 quando o cinema passou a ser explorado como uma ferramenta publicitária para incitar o apoio ao imperador e a validação da expansão e após o fim da guerra, de forma similar ao que aconteceu na França durante o mesmo período, houve uma forte interferência estrangeira na gerência do cinema.
Dessa forma, quando chegam os anos 50 o efeito da cultura ocidental era bastante forte no Japão; em especial para o produtor Tomoyuki Tanaka, que poderia dar seguimento a um velho projeto esquecido pela Toho Studios, e para a referência em efeitos especiais do cinema japonês Eiji Tsuburaya (que alguns anos depois participaria da produção de Ultraman). O ponto que tornou o projeto de Gojira diferente de King Kong foi quando Ishiro Honda assumiu a direção com o objetivo de tornar o monstro gigante uma metáfora para discutir como o trauma nacional do Japão dialogava com a instabilidade do mundo.

Peter H. Brothers aponta nas linhas de Japan’s Nuclear Nightmare: How the Bomb Became a Beast Called Godzilla que Honda possuía uma ligação bastante pessoal com os traumas do pós-guerra japonês. “Honda conhecia em primeira mão os horrores da guerra… Após a rendição ele passou seis meses como prisioneiro de guerra e depois de ser repatriado ele andou pelas ruínas do que havia sido a cidade de Hiroshima. Como resultado desses eventos, esse filme é um mórbido testemunho dessas experiências”.
Ainda segundo Brothers a condução da obra por Honda é levada como um simulador dos momentos finais do Japão na guerra, ainda que o desejo do diretor não fosse que essa correlação parecesse muito explícita ou interferisse na diversão do espectador. O surgimento da criatura, nascida de um clarão avistado por pescadores no início do filme, remete à experiência visual daqueles que presenciaram as explosões em Hiroshima e Nagasaki; o rugido de Godzilla nasce de uma edição dos sons reais de alertas antibombardeio, assim como seus passos remetem as subsequentes explosões que vinham após essas sirenes.
A aposta era arriscada para os estúdios Toho, afinal eles estavam lidando com um novo gênero inexplorado dos kaijus, diferente de tudo que havia dado certo no cinema do Japão anteriormente. Mesmo assim o retorno cultural inesperado tornou Gojira não só um ícone no Japão como também o filme nipônico mais conhecido e reverenciado da história.
Os fãs do Lil Nas X têm uma grande novidade para aguardar: o documentário ‘Lil Nas X: Long Live Montero‘, que acompanha a primeira turnê global do talentoso rapper vencedor do Grammy, está prestes a estrear mundialmente no prestigioso Festival de Cinema de Toronto 2023 (TIFF 2023).
O anúncio foi feito pela comissão do festival nesta sexta-feira (18). (via Deadline)
Com mais de 60 dias de filmagens, o documentário promete oferecer uma visão única da jornada de Lil Nas X durante sua turnê, capturando os momentos emocionantes e as conexões profundas que ele estabeleceu com seu público ao redor do mundo.
Cameron Bailey, CEO do TIFF, expressou entusiasmo pelo documentário: “Lil Nas X: Long Live Montero é uma ode triunfante ao extraordinário poder da autoexpressão, música e identidade”. Bailey acrescentou: “Neste documentário inovador, testemunhamos Lil Nas X desafiando limites e reconfigurando o cenário artístico. A envolvente jornada do filme destaca o impacto profundo de Lil Nas X, que reúne corajosamente o público por meio da linguagem universal da música.”
First poster for Carlos López Estrada and Zac Manuel’s ‘LIL NAS X: LONG LIVE MONTERO’.
The film follows Lil Nas X on an emotional odyssey through the creation & performance of his “Long Live Montero” show. pic.twitter.com/UURJ2q46RU
— DiscussingFilm (@DiscussingFilm) August 18, 2023
O documentário é co-dirigido por Carlos López Estrada, conhecido por ‘Blindspotting‘, e Zac Manuel.
Lil Nas X ganhou destaque com seu hit de platina “Montero (Call Me By Your Name)”, que estreou em primeiro lugar na Billboard Hot 100 em março de 2021.
Seu álbum de estreia, intitulado “Montero”, foi lançado em setembro de 2021, consolidando ainda mais sua posição como um dos artistas mais influentes e inovadores da cena musical contemporânea.
O trailer da cinebiografia do Rei do Pop, ‘Michael’, emocionou o público durante a CinemaCon 2024 em Las Vegas. O produtor do longa, Graham King, fez uma aparição especial no evento para encerrar a sessão da Lionsgate.
O filme continua em fase de gravação sob a direção de Antoine Fuqua. No entanto, um primeiro clipe foi montado e apresentado durante o evento, prometendo uma experiência cinematográfica única para os fãs de Jackson.
Segundo o Deadline, King disse: “Estou ansioso para dar ao público uma emoção como eles nunca viram antes”. Ele prometeu que o filme cobrirá a carreira de Jackson, sua vida pessoal, arte e legado musical. “É uma história digna de uma apresentação cinematográfica. Pela primeira vez, fãs e gerações de cinéfilos se reunirão para conhecer o artista mais prolífico que já viveu”.
King disse que os cineastas tentaram “encontrar a versão não contada da história”.
“Michael Jackson era um enigma, cheio de excentricidades e… talento”, disse. Ele também era “simplesmente um homem que viveu uma vida muito complicada. O filme vai entrar em tudo isso, incluindo mais de 30 músicas que abrangem sua carreira… Sua vida no palco e sua vida fora dos olhos do público”.
O trailer compartilhado mostra cenas de fãs gritando e corta para Jackson como um garotinho cuja mãe lhe diz: “Pode haver algumas pessoas que pensam que você é diferente e isso vai tornar a vida um pouco mais difícil para você, mas você nunca foi como ninguém”. Na narração, um Jackson adulto diz sobre a performance: “Isso transporta todo o seu ser, é isso que eu quero que o mundo sinta – magia”.
As imagens cobrem todas as eras icônicas de Jackson, desde suas raízes humildes com o Jackson 5 até o auge de sua fama como artista solo.
O trailer começa com cenas da infância de Jackson em Gary, Indiana, com a música “ABC” do Jackson 5 tocando ao fundo. Vemos então uma montagem que acompanha a ascensão de Jackson ao estrelato, desde suas aparições na televisão com seus irmãos até a era “Thriller”, que definiu sua carreira.
Algumas das imagens mostradas revelam momentos da era Off the Wall e Bad, com a música “Man in the Mirror” como destaque. O sobrinho do cantor pop, Jaafar Jackson, interpreta seu tio no palco, e em um momento emocionante, a voz de Katherine Jackson diz: “Você tem uma luz muito especial, então deixe a luz brilhar no mundo”.
Imagens icônicas da carreira de Jackson são recriadas, desde o início com o Jackson 5 até a era “Thriller”, com Jaafar Jackson capturando a voz e os movimentos de seu tio com impressionante fidelidade.
O trailer também aborda os aspectos mais controversos da vida de Jackson. Uma cena mostra o cantor em um hospital após o acidente com a Pepsi, enquanto outra sugere o incidente do bebê pendurado. Há também um breve vislumbre de Michael tomando uma pílula, possivelmente um aceno para seus problemas com o uso de medicamentos.
Em um momento emocionante, a mãe de Michael diz a ele: “Você nunca foi como todos os outros”. O trailer termina com uma imagem poderosa de Michael se apresentando para uma multidão de fãs.
O filme ‘Michael’ tem um orçamento de US$ 155 milhões e estreia em 17 de abril de 2024 nos cinemas nacionais.
O elenco conta com Jaafar Jackson interpretando Michael Jackson na fase adulta, enquanto Juliano Krue Valdi assume o papel na fase infantil. Colman Domingo interpreta Joe Jackson, e Nia Long representa Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.
Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.
A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”

Em recente declaração, o ator Will Smith negou categoricamente qualquer envolvimento com os supostos crimes atribuídos a Sean “Diddy” Combs.
Segundo a People, em meio à crescente onda de rumores e memes que o associavam ao magnata da música, Smith decidiu se pronunciar publicamente para esclarecer a situação.
“O mundo em que estamos agora, está muito difícil para vocês discernirem o que é real e o que é verdade, sabem?”, afirmou Smith.
Ele acrescentou: “Eu tenho visto os memes e tal… Algumas dessas coisas são engraçadas… Eu não falei sobre isso publicamente, mas só quero deixar isso muito claro: Eu não tenho nada a ver com o Diddy, então podem parar com esses memes. Podem parar com essa bobagem toda”.
O ator foi ainda mais enfático ao negar qualquer participação nas supostas ações de Combs.
“Eu nem cheguei perto desse homem, não fiz nenhuma dessas coisas estúpidas”, disse Smith. “Então, sempre que vocês ouvirem isso, se alguém disser, é uma mentira”.
Vale lembrar que Diddy foi preso em 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes.
Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.
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As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.
Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.
Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.
Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.
Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.
Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.
Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.
Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado ‘Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.
Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.
Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.