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Ótimos trabalhos de alguns ASTROS de ‘Barbie’ no cinema e nas séries

Um dos mais curiosos filmes de 2023 é, sem dúvidas, Barbie. Repleto de interrogações sobre a trama, o projeto dirigido pela ótima atriz e cineasta Greta Gerwig, com roteiro assinado pelo craque Noah Baumbach deve girar em torno de descobertas da protagonista após ser expulsa da Barbielândia.

 

Como grande parte do elenco já foi anunciado, resolvemos escrever essa matéria com alguns ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘Barbie’ no cinema e nas séries:

 

Margot Robbie

Filha de um magnata da cana-de-açúcar e uma fisioterapeuta, Margot nasceu em Dalby, Queensland, na Austrália. Estudou teatro no Somerset College e no início da fase adulta teve alguns empregos para ajudar na renda, como: limpadora de casas e na famosa loja de sanduíches Subway. Ela estreou nos cinemas em 2008 em um filme chamado Vigilante. Indicada para dois Oscars e ainda com uma curta carreira no mundo do cinema, Margot já foi destaque em alguns filmes, como: O Lobo de Wall Street, Babilônia, Esquadrão Suicida, Eu, Tonya e O Escândalo.

 

Kingsley Ben-Adir

Nascido em Gospel Oak, Londres, Kingsley se formou na Guildhall School of Music and Drama em 2011 e logo começou uma carreira de sucesso no teatro britânico. No mundo dos seridos já participou do elenco de The OA, Alta Fidelidade, Peaky Blinders e mais recentemente com papel de destaque em Invasão Secreta. No cinema, seu maior destaque veio no ótimo longa-metragem Uma Noite em Miami… , onde interpretou Malcolm X.

 

Ryan Gosling

Filho de um caixeiro viajante e uma secretária, Ryan nasceu em Ontário, no Canadá. Aos 12 anos foi aprovado em uma audição par ao programa The Mickey Mouse Club do Disney Channel, ao lado de Britney Spears, Christina Aguilera e Justin Timberlake. Aos 17 anos resolveu se dedicar à carreira de ator. Indicado duas vezes ao Oscar, é um dos melhores atores da sua geração. No currículo, excelente filmes, como: Namorados para Sempre, Diário de uma Paixão, A Garota Ideal, Drive, La La Land: Cantando Estações, Half Nelson, entre outros belos trabalhos.

 

John Cena

Filho de um locutor e uma dona de casa, John nasceu em West Newbury, Massachusetts. Desde criança adorava luta livre. No início da fase adulta, após se formar na Springfield College em fisiologia do exercício e movimento corporal, buscou seguir carreira no fisiculturismo. No final dos anos 90, entrou para a equipe das famosas lutas livres da TV onde ficou famoso rapidamente. Mais tarde, começou sua trajetória no cinema. Um de seus primeiros trabalhos foi em 2006, no longa-metragem Busca Explosiva. Ele é o grande destaque da série Pacificador.

 

Will Ferrell

Filho de um saxofonista e uma professora, Will nasceu em Irvine, Califórnia. Muito comunicativo, após o ensino médio entrou para a University of Southern Califórnia, onde estudou transmissão esportiva. Mas não era isso que queria seguir como profissão, e no início dos anos 90 fez teste para um grupo de comédia e se mudou para Los Angeles. Tem no currículo muitas comédias, mas vamos destacar dois ótimos dramas: Pronto para Recomeçar e Mais Estranho que a Ficção.

 

RELEMBRANDO! Os 30 Filmes Mais Esperados de 2016

Na primeira semana de janeiro, o CinePOP selecionou os 30 filmes mais aguardados de 2016. Com muitos filmes já lançados, decidimos republicar a matéria para que vocês relembrem quais eram as nossas expectativas, quais filmes fizeram sucesso, quais decepcionaram e quais ainda serão lançados.

Afinal, relembrar é viver.

Vamos relembrar quais eram os 30 filmes mais esperados desse ano que já caminha para o seu fim?

30. Alice Através do Espelho

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Tudo bem, a maioria dos adultos concorda que Alice no País das Maravilhas (2010) não é um filme assim tão bom. No entanto, a produção de Tim Burton foi um enorme sucesso junto ao público, em especial com as crianças e adolescentes. A continuação é igualmente baseada num dos contos de Lewis Carroll e como ponto a favor traz de volta todo o elenco do original, como Mia Wasikowska (Alice), Johnny Depp (Chapeleiro Louco), Anne Hathaway (Rainha Branca) e Helena Bonham Carter (Rainha Vermelha) – que promete roubar o show de novo. Burton, desta vez, atua apenas como produtor.

29. Vizinhos 2

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Vizinhos, filme protagonizado por Seth Rogen e Zac Efron, foi uma das comédias mais legais do ano passado. Este ano, a dupla estará de volta para combater uma casa universitária de irmandade, recheada de meninas, mostrando que o sexo feminino pode ser tão incorreto quanto os rapazes. No comando das delinquentes estão Chloë Moretz e Selena Gomez. Lisa Kudrow, a eterna Phoebe de Friends, completa o elenco como a reitora da faculdade.

28. Truque de Mestre 2

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Já deu para ver que 2016 será o ano das continuações. E esta é a sequência do sucesso surpresa sobre ilusionistas de 2013. O primeiro filme fez mais sucesso ao redor do mundo, como no Brasil (um dos países onde o filme mais arrecadou), do que nos EUA em si. Daniel Radcliffe, mais conhecido como o famoso bruxinho Harry Potter, é a adição no elenco, trazendo uma referência legal para o filme dos mágicos.

27. Mogli: O Menino Lobo / Tarzan

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Em 2016, ganharemos também produções bem similares. Mogli: O Menino Lobo é mais uma adaptação em live action dos livros de Rudyard Kipling, escritos em 1894, e imortalizados por uma animação tradicional da Disney de 1967. Os chamarizes desta versão:  Jon Favreau (Homem de Ferro) como diretor e as vozes de famosos como Scarlett Johnasson, Bill Murray, Idris Elba e Lupita Nyong´o, dublando os animais. Tarzan também adapta um livro clássico (de Edgar Rice Burroughs) passado na selva, em versão live action. A direção é de David Yates (Harry Potter) e no elenco chamam atenção Christoph Waltz, Samuel L. Jackson e a musa do momento, Margot Robbie.

26. Assassin´s Creed / Warcraft

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Filmes baseados em videogames não possuem uma boa reputação, é verdade. Ao contrário dos filmes baseados em quadrinhos, este segmento ainda não encontrou seu lugar ao sol. O que temos no subgênero são no máximo filmes aceitáveis. Dois novos candidatos a mudar isso são Assassin´s Creed e Warcraft. O primeiro é uma aventura medieval, protagonizada pelos respeitáveis Michael Fassbender e Marion Cotillard. A curiosidade é que o filme pipoca reúne os atores ao diretor Justin Kurzel, do épico adulto Macbeth (baseado em Shakespeare).  Já Warcraft é uma aventura de fantasia, e está mais para Senhor dos Anéis (ou O Hobbit, dependendo do seu ponto de vista). O chamariz é o talento do cineasta Duncan Jones, filho do cantor David Bowie, que tem no placar 2X0 com as ficções científicas elogiadas Lunar (2009) e Contra o Tempo (2011).

25. Angry Birds: O filme

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No item acima falamos sobre a dificuldade de fazer vingar um videogame nas telonas. Bem, Angry Birds também se encaixa no quesito e poderá se tornar um grande sucesso do subgênero. Se o filme for bom, melhor ainda e, sem dúvida, mais irônico. Criatividade em animações recentes é o que não falta, e desde que o brinquedo de encaixe LEGO se tornou um dos filmes mais divertidos do ano passado, por que não apostar as fichas em uma produção sobre pássaros raivosos saídos de um jogo extremamente popular?

24. Bourne 5

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Matt Damon se tornou um herói de ação com A Identidade Bourne (2002), baseado no livro de Robert Ludlum, sobre um espião desmemoriado. O que chamou atenção foram as sequências de luta e ação extremamente realistas. Tanto que se tornaram referência no gênero, moldando inclusive marcas muito mais antigas, como 007. Dois filmes depois (A Supremacia Boune e O Ultimato Boune) e Damon atingia o auge da popularidade ao lado do protagonista Bourne. Sem o ator, a série deu uma estremecida com O Legado Bourne, protagonizada por Jeremy Renner. Agora, Damon volta (mesmo após anunciada sua aposentadoria da franquia) num dos filmes mais misteriosos do ano. É esperar para ver.

23. The Free State of Jones

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Daremos um desvio nos filmes pipoca, para um mais sério e adulto na lista. Matthew McConaughey foi redescoberto e recuperou todo o prestígio de seu início de carreira. Ele é novamente um astro, daqueles que a cada novo projeto os cinéfilos ligam os radares. Este é um épico sobre um dos períodos mais intrigantes da história norte-americana, a Guerra da Secessão. O ator interpreta um abolicionista, lutando contra seu próprio estado e contra a escravidão. A direção é de Gary Ross (Jogos Vorazes).

22. Doutor Estranho

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O projeto da Marvel, que viu brevemente a possibilidade de ter o peculiar Joaquin Phoenix como protagonista, narra a história de origem do maior mago da editora, o Dr. Stephen Strange (mais conhecido pelo título do filme). O talentoso Benedict Cumberbatch é quem comanda o show na pele do protagonista. A direção é do especialista em terror (a maioria de qualidade) Scott Derrickson. Justamente por isso, essa é a chance da Marvel tentar algo diferente, com a capacidade de um teor alucinógeno, entorpecente e psicodélico, bem próximo dos quadrinhos do personagem. Para completar a ansiedade, no elenco temos reunido provavelmente o melhor grupo de atores de um filme da casa, com Tilda Swinton, Chiwetel Ejiofor, Mads Mikkelsen e Rachel McAdams.

21. Inferno

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Há alguns anos, o escritor Dan Brown era considerado o autor mais cinematográfico do momento. Seus livros pareciam prontos para se tornaram filmes. Bem, daí vieram O Código Da Vinci (2006) e Anjos e Demônios (2009), e a coisa não parecia mais tão empolgante assim. De qualquer forma, o sucesso junto ao público é inegável e estas produções podem funcionar inclusive como prazeres culposos (O Código Da Vinci até entretém). Sete anos depois e o diretor Ron Howard tenta novamente em uma aventura do simbologista Robert Langdon (interpretado por Tom Hanks pela terceira vez). Esperem mistérios, certo suspense e muita aula de história apressada. Ben Foster é o vilão, e os reforços no elenco ficam por conta do carismático Omar Sy e da gracinha Felicity Jones.

20. Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, O Filme

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Se fofura fosse um filme, seria Snoopy & Charlie Brown. Baseado nas historinhas homônimas de Charles M. Schultz, Peanuts é o retrato de uma época, na qual as crianças brincavam nas ruas e tinham desejos simples. O mais legal de tudo é que apesar da abordagem gráfica ser outra, com uma animação computadorizada em 3D, a ideia permanece a mesma, sem informática, celulares ou qualquer mídia social. A socialização ocorre de forma real e cara a cara. É nostalgia pura.

19. Invocação do Mal 2

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O que acontece quando um filme vai bem em Hollywood? Uma sequência é confeccionada. Com filmes de terror isto é uma regra. O entusiasmo é grande para reencontrar o casal de investigadores paranormais Ed (Patrick Wilson) e Lorraine (Vera Farmiga) Warren. Até mesmo o diretor do original, James Wan, está de volta. Mesmo que na maioria dos casos, em especial no gênero do terror, a sequência nunca seja satisfatória, é preciso lembrar que a outra franquia de horror do cineasta, Sobrenatural, vai muito bem, obrigado. Se possuir a metade da disposição do original estaremos satisfeitos.

18. O Quarto de Jack

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Novamente abrindo espaço para um filme diferente e mais adulto. O Quarto de Jack (Room) é um dos filmes mais elogiados deste ano, marcando 96% de aprovação com os críticos. Além disso, já começa a gerar falatório de prêmios, com chances reais no Oscar – o que inclui destaque para a protagonista, a jovem talentosa Brie Larson. Na trama, uma mãe é obrigada a criar seu filho de forma enclausurada, dentro de um único cômodo. Este é um filme intimista e bastante emotivo. Aguardem novos elogios quando ele chegar ao país.

17. Sete Homens e um Destino

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Se você é fã do gênero faroeste, deve conhecer Sete Homens e um Destino (1960), um dos maiores clássicos do gênero, que por sua vez é baseado no clássico japonês Os Sete Samurais (1954), do mestre Akira Kurosawa. Refilmagens se tornaram lugar comum hoje dentro do mercado de Hollywood e dificilmente nos surpreendem. Poderia ser este o caso com a nova roupagem deste filme icônico, não fossem por alguns elementos. Primeiro, o comando do enérgico Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) na direção. Depois, o elenco renomado para dar vida aos sete pistoleiros, entre eles Denzel Washington, Ethan Hawke (marcando uma reunião icônica do filme citado com o diretor), Chris Pratt, Matt Bomer, Vincent D´Onofrio, Byung-hun Lee e Peter Sarsgaard.

16. Creed: Nascido para Lutar

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Por falar em produções icônicas, teremos o retorno de um verdadeiro ídolo: Rocky Balboa. Um dos personagens mais conhecidos da história do cinema, que começou a carreira lá atrás, quando muitos de vocês sequer sonhavam em nascer (1976 para ser mais preciso), está de volta. Esta, no entanto, não é mais uma luta do “garanhão italiano”, tampouco um filme seu. Na verdade, trata-se de um derivado, focando na história de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), filho de Apollo Creed, o maior rival de Rocky. Stallone e seu personagem são apenas coadjuvantes. As apostas são que Creed remeta ao filme original do boxeador, muito mais um drama do que um veículo de ação. Para tanto, Jordan reencontra o diretor Ryan Coogler, do elogiado Fruitvale Station: A Última Parada.

15. X-Men: Apocalypse

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A franquia dos heróis mutantes da Fox é formada de altos e baixos. Começou com dois filmes muito bons (o segundo superando o primeiro), seguiu para um terceiro mediano e um quarto (o primeiro filme solo do Wolverine) bem abaixo da média. A ideia do reboot (de certa forma) trouxe novo fôlego, com os elogiados Primeira Classe (2011) e Dias de um Futuro Esquecido (2014). Este último resgatou inclusive o diretor dos originais, Bryan Singer. Mas a verdade é que ainda falta algo, e particularmente não coloco esses últimos filmes num pedestal como a maioria. A quantidade de personagens em cena e certa falta de foco torna tudo um tanto desorganizado. Aqui, finalmente veremos introduzido um dos maiores vilões do cânone dos heróis, o imortal Apocalypse (interpretado pelo talentoso Oscar Isaac). Estamos na torcida por um foco maior em bons personagens, que nunca tiveram muita chance na franquia, vide Tempestade e Ciclope.

14. Independence Day 2

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O ano era 1996 e os efeitos especiais não eram uma constante. Poucos filmes haviam produzido algo em nível espetacular (Exterminador 2, Jurassic Park, Twister). Independence Day chegava com a invasão alienígena mais realística e assustadora (em matéria de escala) que o cinema já havia visto – de quebra explodindo a Casa Branca e sendo aplaudido por isso. Corta para vinte anos depois, numa época em que até mesmo um adolescente cria, em seu quarto, bons efeitos para a internet. Ou seja, o chamariz desta vez precisa ser outro. A única coisa que sabemos neste ponto é que se trata de uma nova invasão e que Will Smith não estará no filme. Jeff Golblum e Bill Pullman, no entanto, retornam. E o elenco é reforçado com Liam Hemsworth, a gracinha Maika Monroe (Corrente do Mal) e a cult Charlotte Gainsbourg (por falar em escalação inusitada).

13. Animais Fantásticos e Onde Habitam

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A série Harry Potter no cinema acabou em 2011. Mas se você acha que a Warner e a criadora J.K. Rowling iriam parar de tirar leite dessa vaca, está muito enganado. Passado no mesmo universo, este prelúdio de 70 anos apresenta Newt Scamander (o Oscarizado Eddie Redmayne) como protagonista. Novos perigos, novos feitiços, novos personagens, novos vilões e, espera-se, a mesma magia. A direção é do mesmo David Yates (atarefado em 2016 no comando de duas grandes produções – além desta, o citado Tarzan) e no elenco, além de Redmayne, Katherine Waterston, Colin Farrell, Samantha Morton, Jon Voight, Ron Pearlman e Ezra Miller.

12. Procurando Dory

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Procurando Nemo (2003) é uma das animações mais queridas de todos os tempos, e um dos maiores sucessos do estúdio Pixar. Uma continuação era basicamente exigida pelos fãs (e pela atriz e apresentadora Ellen DeGeneres, que cedeu a voz para a esquecida Dory). Agora, treze anos depois, finalmente chega Procurando Dory, a sequência justamente focada na peixinha azul que roubou a cena no filme original. As prévias até o momento não revelaram muito e tampouco empolgaram verdadeiramente. Mas será que alguém realmente duvida que o filme será algo menos que especial?

11. O Regresso

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Existem diretores que surgem para se tornar estrelas, tomando o lugar dos astros de seus filmes nos holofotes. O mexicano Alejandro Gonzáles Iñárritu recai justamente em tal categoria. Seus quatro primeiros filmes (Amores Brutos, 21 Gramas, Babel e Biutiful) já haviam lhe rendido prestígio e status cult, mas foi com o fenomenal Birdman (ainda o melhor filme deste ano), que o cineasta subiu para outro patamar. Hoje, Iñárritu consegue chamar atenção no comando de um comercial de pasta de dente. Bem, garanto que o que entrega em O Regresso está bem longe disso. O trailer é de tirar o fôlego, mesmo sem diálogos. A trama apresenta uma história de sobrevivência no estilo homem versus natureza. De quebra, dois dos melhores atores da atualidade são os protagonistas, Leonardo DiCaprio e Tom Hardy.

10. Deadpool

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Agora adentramos o top 10 dos filmes mais aguardados. E o primeiro da lista é esta produção sobre o herói mais incorreto da Marvel. Ryan Reynolds apostou todas as suas fichas (em parte para limpar a sujeira feita em Origens Wolverine) e por enquanto a coisa parece maravilhosa. Um filme impróprio, de censura alta, mirado a uma fatia específica do público (até parece que os menores não irão arranjar um jeito de entrar nos cinemas para assistir). Violento, erótico e desbocado, Deadpool é o filme sobre o mercenário tagarela e vítima de câncer. Num ano recheado de filmes de super-heróis (para variar), Deadpool corre o risco de ser o mais legal.

9. O Caçador e a Rainha do Gelo

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Continuação do sucesso Branca de Neve e o Caçador, protagonizado por Kristen Stewart. Desta vez, no entanto, a jovem estrela não está no longa, devido à polêmica com os “pegas” no diretor Rupert Sanders, que também foi afastado da sequência. Muitos agradecem. Seja como for, Charlize Theron, que havia roubado a cena em 2012, está de volta na pele da (deliciosamente) exagerada Rainha Ravenna e Chris Hemsworth ganha os holofotes na pele do Caçador (agora o protagonista do filme). Não bastasse isso, ainda temos duas das estrelas mais quentes da atualidade enaltecendo o projeto: Jessica Chastain e Emily Blunt (recém saída do sucesso de público No Limite do Amanhã e do sucesso de crítica Sicario: Terra de Ninguém). Será um verdadeiro duelo de beldades.

8. Passengers

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Tido como uma das produções mais caras do ano, em parte devido apenas aos salários dos astros Jennifer Lawrence (a atriz mais bem paga da atualidade) e Chris Pratt, pouco se sabe desta ficção científica espacial. O que sabemos é que unirá dois dos atores mais quentes da atualidade. Fora isso, a premissa traz elementos de romance no futuro e fala sobre uma imensa nave transportando milhares de passageiros para uma colônia em outro planeta. Quando uma das câmaras de criogenia dá defeito e se abre 60 anos antes do prazo, um único passageiro tem como destino envelhecer sozinho. Como segunda opção, ele resolve abrir outra cápsula e despertar uma passageira. E olhem só, justamente a de Jennifer Lawrence. Quem não queria? Na última vez que uma ficção conceitual usava como chamariz sua premissa e dois astros, o resultado foi Gravidade (2013).

7. Star Trek Beyond

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Os novos filmes da franquia Star Trek têm sido bem satisfatórios, conseguindo ser revitalizada para toda uma nova geração, graças ao talento do cineasta JJ Abrams. Agora, porém, o diretor se bandeou para outros lados da “força”, e deixou o comando para o eficiente Justin Lin (Velozes e Furiosos 6). A trama ainda não foi divulgada, mas o que é sabido é que a crescente de vilões continua. Após Benedict Cumberbatch em Além da Escuridão (2013), agora é a vez de Idris Elba aterrorizar a tripulação da Enterprise. Presença e carisma o ator possui de sobra, é só conferir Beasts of No Nation.

6. As Caça-Fantasmas

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Sei que este item causará muita polêmica, mas vamos com calma. Vamos por partes. Primeiro, Os Caça-Fantasmas (1984) é um dos filmes mais legais de todos os tempos. Ponto. Embora a continuação não tenha sido propriamente satisfatória (apesar de ainda funcionar em variados quesitos), o desejo por um novo filme vinha se alongando por décadas. Bem, ele finalmente está aqui. E se não era bem o esperado, tenho certeza de que irá minimamente satisfazer. Em segundo lugar, precisamos levar em conta o diretor do longa, Paul Feig, um especialista em comédias femininas, com sucessos como Missão Madrinha de Casamento (2011) e A Espiã que Sabia de Menos (2014) no currículo, e um fã assumido do original. O cuidado de Feig com os detalhes na produção dá ânimo e o filme tem tudo para ser um digno descendente do original.

5. Os Oito Odiados

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Lembra dos diretores estrela, citados acima? Pois bem, Tarantino é o maior da atualidade. Poucos diretores tem o prestígio de arrastar verdadeiras multidões apenas com a menção de seu nome nos créditos. Não importa o elenco, a história ou o gênero que o cineasta escolhe trabalhar. Tendo seu nome como chamariz, a produção será um sucesso. Gêneros que não costumam apelar ao grande público, vide filmes de guerra ou faroestes, são completamente transformados em pop sob a lente de Tarantino. Ele exala cultura popular e dá o melhor sentido para a palavra: filmes acessíveis para todos (não apenas para meia dúzia de pseudointelectuais) com qualidade. Com Os Oito Odiados, Tarantino revisita o faroeste, criando algo totalmente diferente de Django Livre – mais semelhante inclusive a Cães de Aluguel.

4. Star Wars – Rogue One

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Rogue One não é o primeiro derivado de Star Wars no cinema (afinal quem esqueceria Caravana da Coragem). Mas pode ser o primeiro verdadeiramente bom. Desde que foi vendida para a Disney, a franquia Star Wars entrou em movimento novamente, sendo colocada pelo estúdio bilionário para fazer o que sabe melhor, gerar dinheiro. Logo de cara foi anunciado o episódio VII, O Despertar da Força, que chega aos cinemas mundiais no próximo mês. Sem perder muito tempo, o derivado sobre a Aliança Rebelde chega logo em seguida. O elenco inspira confiança, com Felicity Jones, Forest Whitaker, Ben Mendelsohn, Diego Luna e Mads Mikkelsen. A esta altura vale dizer apenas que qualquer coisa com o selo Star Wars nos tem como público cativo.

3. Esquadrão Suicida

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Ficou difícil decidir sobre as três primeiras posições da lista. De certa forma, Esquadrão Suicida pode ser considerado o mais interessante, afinal nunca tivemos um filme de heróis destinado aos antagonistas, os infames vilões. A proposta única da DC pode servir para reinventar o jogo e gerar novos filmes focados nos maus elementos, até mesmo da rival Marvel. Fora isso, temos o comando do diretor especialista em “pancadões” David Ayer (Marcados Para Morrer e Corações de Ferro), que pode entregar um filme mais cru e visceral. Quer mais? Temos apenas a atriz mais sexy da atualidade, Margot Robbie, vivendo uma personagem desde já icônica, e que promete roubar a cena: a maluquinha Arlequina. Mais? Um elenco com o astro Will Smith, os ascendentes Joel Kinnaman, Jai Courtney e Cara Delevingne, e a talentosa Viola Davis. Mais? A aparição de Ben Affleck como Batman. Mais? Jared Leto assustador como o insano Coringa. Bem, chega. Mais só vendo o filme, que tenho certeza, guardará inúmeras outras surpresas emocionantes.

2. Capitão América: Guerra Civil

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Também conhecido como Vingadores 2.5, o novo filme do herói da Marvel reunirá grande parte dos seus personagens para um quebra pau homérico. Por mais que Vingadores 2: Era de Ultron tenha deixado bastante a desejar, o terceiro filme do Capitão América será dirigido novamente pelos irmãos Russo, que fizeram um excelente trabalho com O Soldado Invernal (2014), um dos melhores exemplares da casa. A Guerra Civil, que está devendo um trailer e enlouquecendo os fãs, pode ser tudo o que o segundo Vingadores não foi. Agora, é aguardar.

1. Batman Vs Superman: A Origem da Justiça

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É verdade, amigos. Não tem para ninguém. Um dos maiores filmes deste ano fugiu para se tornar um dos maiores filmes do ano que vem. Por mais que os outros filmes desta lista despertem nosso interesse, nenhum é tão gigantesco quando o encontro de duas lendas, que transcendem inclusive o fato de terem surgido como personagens de quadrinhos. Superman e Batman são entidades, símbolos, que podem ser qualquer coisa na realidade. É difícil encontrar alguém que não esteja minimamente curioso pelo encontro de duas franquias bilionárias e do duelo mais esperado desde Deus e o Diabo.

 

Menções honrosas:

As Tartarugas Ninja 2
A Bruxa
A 5ª Onda
The Boy
Um Namorado para Minha Mulher
Vai que Dá Certo 2
Minha Mãe é uma Peça 2
Anjos da Noite 5
A Garota Dinamarquesa
Kung Fu Panda 3
O Bom Dinossauro
Steve Jobs
Spotlight
Convergente

Euphoria e a “Maldição” das Excelentes Primeiras Temporadas das Séries da HBO

O início de 2022 no mundo do entretenimento viu o retorno de uma das séries mais aclamadas pelo público e elogiadas pela imprensa especializada internacional: Euphoria. Criado por Sam Levinson e lançado em 2019, o programa original da HBO serviu para catapultar a carreira da ex-atriz mirim Zendaya, a elevando ao status de uma das jovens estrelas de maior prestígio da Hollywood atual. Claro, Zendaya está na trilogia recente do Homem-Aranha na Marvel, cantou e dançou em O Rei do Show, e arrumou uma pontinha de papel importante (e que virá a aumentar consideravelmente na sequência) em Duna. As atrizes que se consagram realmente, no entanto, são as que conseguem fazer de tudo, e conseguem mesclar produções escapistas-pipoca com obras mais substancialmente pungentes. Euphoria deu este respaldo para Zendaya, demonstrando que a intérprete de 25 anos segura bem uma performance pesando mais ao drama.

Aqui não iremos falar sobre a carreira de Zendaya, no entanto, e sim sobre a trajetória não apenas de Euphoria, mas também de algumas séries da HBO que se encaixam num cercadinho ao lado dela. Devo começar dizendo que as produções das séries originais da HBO dificilmente encontram páreo. O canal que está de pé desde a década de 1990, veio se aperfeiçoando em contar histórias, seja na forma de filmes criados para a TV, séries ou minisséries. Se formos enumerar alguns dos programas televisivos preferidos do grande público de todos os tempos, certamente encontraremos muitos produtos da casa, vide Família Soprano, The Wire, Band of Brothers, Sex and the City e Game of Thrones. Além da excelência com que confecciona programas elogiadíssimos pela crítica, seus seriados possuem grande apelo popular, invariavelmente se tornando o novo fenômeno midiático do momento – como alguns dos citados acima.

Dentro deste parâmetro podemos dizer que Euphoria também se encaixa. A série pode não ter se tornado um rolo compressor do nível de Game of Thrones, por exemplo, mas dentro da proposta de um programa juvenil focado em adolescentes colegiais, foi um dos sopros de originalidade mais marcante dos últimos tempos. A forma inovadora como Levinson e sua equipe apresentam cada um dos personagens e suas características, personalidades e dramas, é algo tão original que definitivamente elevou o jogo para outros programas do gênero. O assunto principal é o abuso das drogas, já que este é o tema da trajetória de Rue (Zendaya), uma menina que perdeu o pai cedo devido a um câncer e desde então se entregou a substâncias ilícitas para aliviar sua dor, se viciando e se transformando num peso para sua família: sua mãe (Nika King) e sua irmã mais nova (Storm Reid). E esse poderia ser mais um drama sobre jovens e drogas rotineiro, mas Euphoria faz valer a máxima de que todo assunto pode se tornar revigorante dependendo da forma inventiva que esta história for contada. E Levinson opta por dar novas tonalidades, seja através do humor ou de cenas completamente inusitadas.

Em uma determinada cena da primeira temporada, quando Rue usa drogas, a “euforia” do título é sentida pelo público através da “onda” da personagem refletida em cena com ela vendo literalmente a casa girar. Para tal, um artifício digno de superprodução foi criado, com uma sala que realmente vai girando enquanto a atriz caminha – algo visto no blockbuster A Origem (2010), de Christopher Nolan. Tais elementos apenas contribuíram para o fascínio do programa. Além disso tínhamos também as cores vibrantes, que representavam as viagens alucinógenas, a paixão destes jovens sendo externalizada, e também as maquiagens usadas pelas personagens principais, que em pouco tempo viraram tendência junto às expectadoras e profissionais da área.

Rue é a personagem principal, mas a primeira temporada de Euphoria, com seus oito episódios, consegue dar espaço não apenas para a angústia de outros jovens, como também discute temas atuais importantíssimos. Temos a relação extremamente abusiva e doentia entre Nate (Jacob Elordi) e Maddy (Alexa Demie); a forma como o comportamento sexualmente livre de jovens mulheres ainda é visto de maneira muito recriminatória (na história de Cassie – Sydney Sweeney); o despertar sexual do “patinho feio” que se aproveita de seu novo status para faturar (Kat – Barbie Ferreira); a raiva reprimida de Nate pelos atos de seu pai (Cal – Eric Dane). E o mais importante de todos: a inclusão social com muita naturalidade de Jules, uma aluna trans, interpretada pela atriz trans Hunter Schafer – algo inédito dentro da dramaturgia mirada ao público adolescente. As atuações são certeiras, como por exemplo a subversão da persona de atores como Eric Dane e Jacob Elordi, galãs bons moços em outras produções, aceitando o desafio com personagens complexos e por vezes odiosos.

Em resumo, a sensação que Euphoria passou para o espectador foi a de estar antenado em perfeita sintonia com a juventude atual. O programa, em sua primeira temporada, consegue abordar muitos dos tópicos tidos como malditos de forma autêntica e urgente. Sua modernidade é sentida, e tão atual que mesmo três anos depois ainda pode ser visto como um produto que poderia estar falando diretamente com o nosso 2022. Justamente por isso quando a segunda temporada estreou debaixo de grande hype, o que trouxe foi algo no mínimo decepcionante. Sejamos justos, o sucesso da primeira temporada elevou Euphoria a um patamar que talvez fosse impossível manter. Mas o mundo queria mais. A verdade é que Euphoria não pedia mais. O desfecho com a separação de Rue e Jules é perfeita, e caso fosse um filme, terminar em tal nota seria o ideal. Como continuar algo assim? Talvez fosse o caso de criar uma série de antologia, com novas questões de outros personagens sendo o assunto.

O público, no entanto, queria mais de Rue, Jules e a turminha disfuncional da série. E durante a pandemia que se abateu sobre o mundo, as filmagens da segunda temporada tiveram que ser adiadas. Para acalmar os fãs ávidos por novidades, a HBO soltou dois especiais neste intervalo, que servem de ponte entre a primeira e a segunda temporada: um focado em Rue e outro em Jules, após o “desencontro” do último episódio. Confesso que existia em mim o receio de como o canal trataria de continuar aquela história que havia terminada da melhor forma possível – ou seja, sem respostas fáceis e finais felizes inacreditáveis. Havia sido encerrado na nota certa. Continuar seria difícil, mas talvez pudesse ser feito. Este mal já havia se abatido sobre outras séries interessantes da casa no passado em suas segundas temporadas, vide True Detective, Westworld e Big Little Lies. O que Euphoria trouxe ao jogo em sua segunda temporada, infelizmente, foi algo mais mundano e sem o mesmo brilho. A proposta do criador para este segundo ano foi a “desglamourização” do vício – sem as firulas visuais e narrativas que permeavam a primeira temporada e, convenhamos, eram o charme da série.

A segunda temporada é mais suja, feia e cru. Até aí tudo bem, uma mudança estética serve para distinguir cada ano do seriado. O problema está no roteiro, que apenas repete o que já havia sido mostrado antes sem nenhum acréscimo. Agora que as vidas de alguns personagens evoluíram a outro patamar, vide Kat, a personagem é automaticamente tratada como desinteressante, com sua narrativa estagnada – justamente ela que era uma das mais cativantes no primeiro ano. O drama também sofre uma queda para se tornar algo meramente adolescente, algo visto em qualquer outra série do gênero, com conflitos amorosos sendo a principal preocupação de alguns protagonistas – até mesmo triângulos amorosos são incluídos no programa: um entre Nate, Maddy e Cassie, e outro entre Rue, Jules e Elliot (Dominic Fike).

A máxima ainda é verdadeira. No cinema, só vale à pena realizar uma continuação se existir algo mais a falar sobre aquele tema – caso contrário rapidamente o sentimento de caça-níquel se instala, e muitas produções sofrem de tal mal. Na TV o mesmo conceito deve ser aplicado, mesmo com o clamor e a pressão dos fãs e do canal. É impossível tirar a sensação de retrocesso na segunda temporada de Euphoria – que parece se apoiar somente na violência, na nudez e sexo para chocar e se envolver no manto da relevância, sem nunca justifica-lo. As tramas parecem sem desenvolvimento, sem saber para onde ir, por qual caminho seguir com tais personagens. O segundo ano apenas frisa o que havia sido construído no primeiro, sem acrescentar muita novidade. Nem mesmo o reencontro entre Rue e Jules, que poderia render debates e diálogos interessantes – que poderiam ser o coração da segunda temporada -, ocorre de forma apática, como se nada tivesse acontecido, com elas continuando de onde haviam parado.

Como dito, esse mal parece se abater sobre outras séries ótimas da casa. Big Little Lies é baseado num livro da autora Liane Moriarty. E apesar de um desfecho questionável na primeira temporada, repleto de conveniências e saídas fáceis, podemos muito bem entender o apelo de uma história muito feminina, que discute violência doméstica, estupro, maternidade, relacionamentos, tudo feito com muita propriedade e bom gosto. No fim, a mensagem que prevalece é a união de mulheres muito diferentes, não necessariamente amigas, em prol de um bem maior: combater e eliminar a masculinidade tóxica de uma vez por todas. Tudo bem, é passível. Mas à altura que foi anunciada a segunda temporada, a pergunta que pairou foi: precisava? Meryl Streep foi anunciada como reforço no elenco. Ótima adição, anima um pouco as coisas e eleva o jogo. O roteiro foi escrito pela autora, o que é mais um somatório. Porém, ao invés de avançar, a trama retrocede, sendo inteiramente baseada em eventos que ocorreram na primeira temporada – ao invés de caminhar com as próprias pernas. As histórias individuais das personagens se arrastam e andam em círculos, realmente como se tirassem as últimas gotas de tal suco. Se fosse a sequência de um filme, o segundo ano de Big Little Lies seria rapidamente varrido para debaixo do tapete.

Com True Detective temos um diferencial. Esta, de fato, é uma série de antologia, com cada temporada contando sua própria história, com início, meio e fim. Menos mal. O que ocorre é que a primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson foi um verdadeiro primor da dramaturgia televisiva, dono de picos de criatividade raramente vistos até mesmo no cinema hoje em dia (o que é a cena com plano sequência no conjunto habitacional?). Desta forma, já poderíamos imaginar que um segundo ano seria difícil de superar o primeiro. Mas a expectativa estava lá. De todos estes seriados “amaldiçoados” por excelentes primeiras temporadas, True Detective é o que entrega um segundo ano mais distinto. A segunda temporada bem que tentou, e foi bem até o seu desfecho. Levantou boas questões, com novos personagens, como o de Taylor Kitsch, mas terminou por sair dos trilhos com um final insatisfatório. Justamente por isso, o programa criado por Nic Pizzolatto ficou engavetado por quatro anos desde o desfecho da segunda temporada em 2015. Com o final da primeira, os EUA e grande parte do mundo pararam suas vidas para assistir. Com a segunda, a sensação foi do resultado não descer completamente redondo. A terceira aconteceria somente em 2019 e passaria em branco, sem qualquer alvoroço – como era de costume antes.

A adorada Westworld sofre do mesmo mal. A primeira temporada, de 2016, é uma das produções mais detalhadamente bem construídas, com um enredo enigmático e escopo literalmente cinematográfico. A fotografia do seriado não deixa a desejar em relação a nenhum blockbuster e merece ser visto na maior tela possível. É simplesmente lindíssimo. Não é à toa que Westworld foi escolhido para substituir Game of Thrones, um dos programas mais adorados da HBO de todos os tempos. E em sua primeira temporada, Westworld não fez feio, mantendo o nível de excelência do colega de canal. Com nomes como Anthony Hopkins no elenco, não dava para esperar menos. Porém, com o final da primeira temporada, muitos dos mistérios do programa foram respondidos – para não dizer todos, ao menos os mais importantes. Assim, muito pouco sobrou para a continuação na segunda temporada. A “solução” foi substituir suspense e questões que prendiam a atenção do público, com um bom roteiro, por ação. A segunda temporada termina se apoiando em efeitos e ação mais do que no conteúdo, uma vez que todos os mistérios que intrigavam o espectador foram solucionados. A falta do que falar ficou evidente quando a terceira temporada exibiu apenas 8 episódios ao invés dos costumeiros 10.

Euphoria, Big Little Lies e Westworld poderiam ter sido desenvolvidos como minissérie e ter mantido sua qualidade com primeiras temporadas irretocáveis (em especial a primeira e a terceira citadas). Imagine se produções do nível de Chernobyl ou Watchmen, ambas igualmente da HBO, rendessem segundas temporadas. Dificilmente manteriam o mesmo nível. As duas foram desenvolvidas como minisséries e se tornaram duas das obras televisivas mais elogiadas, merecidamente, de anos recentes. Realmente não existe nada de errado com o formato seriado, que se alonga por novas temporadas. Mas ele só é aplicável e justificável quando mais precisa ser contado sobre aquela determinada história. Esse é sempre o caso. Em matéria dos três exemplos em especial citados acima, é impossível escapar do sentimento de que o que precisava ser dito ficou no primeiro ano de tais programas.

‘American Horror Story’: Billie Lourd voltará para a 8ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz Billie Lourd, que estrelou em ‘American Horror Story: Cult‘, voltará para a 8ª temporada da série, que se passará em um futuro próximo.

Evan PetersSarah Paulson e Kathy Bates já foram oficialmente confirmados.

Rumores apontam que a nova temporada irá se passar no Arizona em 2032, depois de uma explosão nuclear. A temporada será centrada em um grupo de sobreviventes que não foram afetados pela explosão.

Sobre o oitavo ano, Ryan Murphy recentemente disse: “Não será necessariamente preso na realidade como na temporada passada. Nós meio que estamos voltando para Asylum e Coven. Este será o tom da temporada.”

Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman também devem retornar.

Crítica em Vídeo | Wanted – Série SENSACIONAL da Netflix cheia de ação e suspense

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da série australiana ‘Wanted‘, que já tem suas duas primeiras temporadas disponíveis no catálogo da Netflix.

Assista a crítica:

Elas são duas estranhas – e totalmente opostas. Mas quando testemunham um assassinato envolvendo policiais corruptos e são incriminadas, viram parceiras de fuga.

O elenco conta com Geraldine Hakewill, Rebecca Gibney e Anthony Phelan.

‘Stranger Things’: 3ª temporada ganha teaser com cenas inéditas

A terceira temporada de ‘Stranger Things‘ estreia na Netflix nesta quinta-feira, dia 4, e ganhou um novo teaser com cenas inéditas.

Assista:

A nova temporada recebeu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 35 avaliações publicadas. Para comparação, a primeira temporada teve 96% e a segunda conquistou 94%.

Confira as principais críticas traduzidas pelo CinePOP:

“Acho que posso finalmente dizer que #StrangerThings é a melhor temporada da série até agora. Não é perfeita, mas há momentos que são tão bons, tão engraçados, tão profundamente sinceros que vão deixar você sem fôlego. Também é espetacularmente sombria e eu adorei.”, Crystal Bell, MTV.

“Há alguns tropeços ao longo do caminho, mas no geral é outra temporada sólida que termina muito bem. Há referências divertidas e leves gemidos, mas os personagens ainda são muito simpáticos e fundamentam a série, o que é uma grande parte de seu sucesso.”, Eric Goldman, Fandom.

“Eu realmente amei a nova temporada de #StrangerThings, mas eu estou mais animada para todo mundo ver e se apaixonar perdidamente pela atriz Maya Hawke, que é simplesmente maravilhosa. Ela roubou a temporada para mim.”, Lindsey Romain, Nerdist.

“Eu assisti #StrangerThings duas vezes já e eu acho que as pessoas que já odeiam encontrarão ainda mais para odiar, mas eu realmente acredito que a série transcende seus flertes deselegantes da cultura pop dos anos 80 com trabalho de personagens de alto nível e subversão arquetípica. Billy é o cara nessa nova temporada”, Randall Colburn, AVClub.

“Ele aproveita o clima de verão, um monte de nostalgia e muitas referências divertidas. Mas sua história começou a se tornar muito complicada e muito dispersa.”, Allison Keene  – Paste.

“A terceira temporada apenas imita as duas primeiras.”,  Judy Berman  – Revista Time .

“Nossos heróis não são os jovens bobos que costumavam ser. A terceira temporada realinha e reconfigura-as em novas combinações e alianças entre esses personagens.”, Suzi Feay – Financial Times

“Divertida, duradora e confortável, a 3ª temporada é o que você espera e, certamente, o que você quer, se o que você quer são as mesmas coisas das temporadas 1 e 2, com algumas reviravoltas ao longo do caminho.”, Verne Gay – Newsday

“A terceira temporada equilibra risadas bem-humoradas com uma nostalgia encantadora através de personagens simpáticos lutando contra os horrores iminentes. No entanto, parece que está sustentando seu passado para justificar seu presente.”, Brandon Katz – Observador

“Ao se aprofundar nos relacionamentos dos personagens,  a 3ª temporada de ‘Stranger Things’ oferece um novo capítulo encantador e mais profundo do que o esperado.”, Ben Travers – indieWire.

Stranger Things finalmente se torna um produto extravagante e excessivamente ambicioso, um espetáculo de aventura que teria liderado as bilheterias dos cinemas durante os anos 80, mas continua sendo uma série de TV simplesmente obcecada por filmes daquela década.”, Kevin Yeoman – ScreenRant.

“Apesar de seu início difícil, os criadores e artistas encontram uma maneira de conseguir o impossível e entregar a melhor temporada, ao mesmo tempo em que homenageiam sua fiel base de fãs e os desafiam a querer mais de uma série conhecida por ser segura.”, Patrick Cavanaugh  – ComicBook.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery

Megan Fox fala sobre surto psicológico que teve após ‘Transformers’ e ‘Garota Infernal’

Em entrevista com a Entertainment Weekly, Megan Fox revelou que, após o sucesso de ‘TransformerseGarota Infernal‘, teve um surto psicológico por não conseguir lidar com a fama.

“Não foi apenas durante esses filmes, foi em todos os dias da minha vida, o tempo todo, em todos os projetos em que trabalhei. Achei que estava enlouquecendo. Foi um transtorno real.”, explicou Fox.

A atriz disse que as críticas ao seu corpo também afetaram sua auto-estima e influenciaram em seu estado de saúde.

“Eu não queria fazer mais nada. Não queria ser vista, não queria tirar fotos, dar entrevistas, não queria sair em público… O medo e a certeza absoluta de que eu seria ridicularizada ou julgada eram muitos fortes. Eu passei por um momento muito sombrio depois disso. Mas, agora que amadureci, vivo uma perspectiva diferente, isso me fez um ser humano muito melhor.”

Atualmente com 34 anos de idade e mãe de 3 filhos, Fox deixou claro que se recuperou e que a maternidade a mantém saudável.

‘Scooby-Doo’: James Gunn relembra frase de duplo sentido do filme que enganou órgão de censura

A franquia ‘Scooby-Doo voltou com tudo após o lançamento de uma nova animação, mas os fãs ficaram ainda mais empolgados em reviver a versão live-action, que ganhou dois filmes disponibilizados somente agora na Netflix.

Agora, o roteirista James Gunn revelou que uma de suas frases preferidas de toda sua carreira foi no live-action, com uma frase de duplo sentido que escapou dos censores e da Motion Picture Association of America (MPAA), órgão que define a classificação indicativa dos filmes.

Ne cena, um Scooby-Loo ainda filhote fala: “Eu não tenho escrúpulos para esse trabalho”.

Porém, a palavra “scrote” também significa “escroto” em inglês.

“Sim, um dos meus momentos mais shakespearianos.”, afirmou Gunn.

Confira:

Mas porque o terceiro ‘Scooby-Doo não foi produzido?

Apesar de hoje o público estar apreciando Scooby-Doo (2002) e Scooby-Doo: Monstros À Solta’ (2004), na época do lançamento as produções foram bombardeadas pelos críticos.

Como resultado, a sequência falhou em chamar público aos cinemas, encerrando a franquia live-action que trazia estrelas de peso em seu elenco.

O primeiro ‘Scooby-Doo foi lançado em 2002 e custou US$ 84 milhões. O filme arrecadou US$ 275,6 milhões mundialmente e conseguiu se pagar, fazendo que a sequência fosse aprovada.

Já a sequência ‘Monstros À Solta‘ foi lançada em 2004, dois anos depois, mas não gerou tanto lucro para a Warner. O filme custou US$ 80 milhões e arrecadou apenas US$ 181,2 milhões mundialmente, encerrando a franquia live-action nos cinemas.

Recentemente, o diretor James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) revelou que teria ficado responsável por Scooby-Doo 3‘ e aproveitou o momento para contar alguns detalhes da obra descartada.

O cineasta foi questionado sobre o plot do longa-metragem, dizendo que a turma viajaria para a Escócia.

“A turma seria contratada por uma cidade na Escócia, que reclamaria sobre um ataque de monstros. Entretanto, descobriríamos que, na verdade, os monstros eram as vítimas e Scooby e Salsicha teriam que enfrentar seus próprios medos e mudar seu sistema de crenças”, diz a postagem.

Confira:

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, Gunn respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia‘.

Você gostaria que a Warner fizesse um ‘Scooby-Doo 3‘?

‘Dexter’: Ator concorda que ‘final da série foi DECEPCIONANTE’ e quer corrigir com revival

Em entrevista ao The Daily Beast, o ator Michael C. Hall afirmou que espera que o revival de ‘Dexter‘ repare o “desfecho decepcionante” da série original, que permanece, até hoje, como um dos finais mais criticados das telinhas.

“Vamos falar a verdade: os espectadores acharam que a conclusão da série foi muito decepcionante e sempre houve esperanças de que surgisse uma história que valesse a pena ser contada. Eu me incluo nesse grupo que se pergunta: ‘O que aconteceu com aquele cara?’. Então, estou empolgado em retornar. Nunca tive essa oportunidade de interpretar um personagem vários anos depois.”

Ele completa, fazendo menção ao desfecho da série clássica ‘A Sete Palmos‘, como um exemplo de final satisfatório:

“Eu definitivamente pensei que foi justificável o Dexter fazer o que fez. Acho que algumas críticas são em relação a isso, e também há as críticas sobre como tudo se encerrou, e elas são válidas. Nós vivemos em uma era que as expectativas são muito altas e tão simultâneas quanto as reações do público. Eu já participei dos dois extremos; finais ‘extremamente satisfatórios’ e ‘extremamente decepcionantes’.”

O Showtime divulgou um novo teaser do revival de ‘Dexter‘, que conta com o retorno do ator Michael C. Hall.

Confira:

Michael C. Hall retorna como o personagem-título.

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country‘), Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘The Walking Dead’: 10ª temporada ganha data de estreia na Netflix

A Netflix confirmou hoje que a 10ª Temporada de ‘The Walking Dead‘ já tem data para estrear no streaming.

Os episódios estarão disponíveis dia 30 de Janeiro de 2022.

O primeiro episódio do retorno da 10ª temporada de ‘The Walking Dead mostra tenso o reencontro entre Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan).

Intitulado “Home Sweet Home“, o episódio vai ao ar dia 28 de fevereiro.

Assista:

Já a a segunda parte da 11ª e última temporada retornará nos EUA no dia 20 de fevereiro de 2022 –  no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

“Notícias inventadas viajam mais rápido que a verdade”, diretor de ‘Pantera Negra’ fala sobre polêmica envolvendo Letitia Wright

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Ryan Coogler falou sobre os rumores envolvendo o nome da atriz Letitia Wright e sua posição antivax no set de ‘Pantera Negra – Wakanda para Sempre‘.

“Como uma família, nós tentamos bloquear isso, para que pudéssemos trabalhar. Como eu digo, nós focamos naquilo que podemos controlar. Sabe, a triste realidade nesse mundo é que as pessoas fofocam, e que às vezes notícias ruins voam mais rápido que notícias boas. E às vezes notícias inventadas viajam mais rápido que a verdade. E na maioria das vezes as pessoas querem pegar o menor denominador comum, talvez um erro ou algo que foi mal interpretado, e querem usar isso como exemplo, como se isso fosse a coisa mais importante sobre alguém”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O The Hollywood Reporter relatou que a atriz Letitia Wright continuava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, mesmo após se desculpar por ter postado um vídeo contra a imunização em massa no ano passado.

Em um movimento semelhante à reação da Warner Bros. Discovery às muitas controvérsias de Ezra Miller, a Disney decidiu não abordar o assunto diretamente e o caso pareceu terminar depois que Wright excluiu sua conta no Twitter.

No podcast “The Town with Matt Belloni”, o repórter do Deadline, Justin Knoll, confirmou “absolutamente interrompida por algumas das coisas [que Letitia Wright fez]”, especificamente seus comentários anti-vax.

Além disso, como Wright voou de volta para o Reino Unido durante a produção, levantou “questões sobre se ela poderia voltar” devido ao seu status de vacinação ambíguo e como esse incidente foi “uma dor” para a Marvel Studios.

Kroll explicou como em Hollywood, há muitos atores “que não são vacinados que optaram por não fazê-lo”, mas estipula que, ao contrário de Wright, eles “ficaram quietos sobre isso”. Mas, Knoll assegurou que “uma vez que ela começou a ser vocal, você não ouvia o nome dela para [papeis]”.

Nesta indústria, “você pode ser louco e um idiota e ainda receber propostas”, mas quando se torna público e afasta o público, “é aí que os executivos do estúdio ficam cautelosos com você”.

“Quando você está perdendo reuniões, isso não ajuda em sua trajetória”, concluiu.

A intérprete de Shuri negou as acusações e se defendeu através do Instagram, dizendo-se perseguida pela mídia.

Na publicação, ela compartilhou um trecho da passagem bíblica de Isaías 54:17, que diz:

“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda palavra dita contra ti não terá efeito.”

Na legenda, ela desabafou, dizendo:

“Deus abençoe todos vocês. Me entristece ter que abordar os relatórios publicados pelo The Hollywood Reporter em 06 de outubro de 2021. O relatório falava sobre minha conduta no set de ‘Pantera negra 2’. Sinceramente, afirmo que isso era completamente falso. Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que trabalho muito duro em meu ofício e meu foco principal é sempre fazer um trabalho impactante e inspirador. Esse tem sido e continuará sendo meu único foco. Vou continuar a segurar nas mãos de Deus e na escritura de Isaías 54:17. Eu continuo a me concentrar na minha cura. Obrigado por suas orações. E eu continuo a orar pelo amor, paz e alegria de Deus para todos vocês. Deus os abençoe. Letitia.” 

Para quem não se lembra, a atriz se desculpou no ano retrasado após postar um vídeo do palestrante Tomi Arayomi, um líder sênior da Igreja Light London, questionando as vacinas para a COVID-19.

QUE BARRO! Regina George está de VOLTA no teaser incrível do novo ‘Meninas Malvadas’

A adaptação musical de Meninas Malvadas‘ para os cinemas ganhou seu primeiro teaser trailer.

Renée Rapp (Regina George) e Bebe Wood (Gretchen Wieners) surgem cantando e dançando na nova versão.

Assista:

O novo filme é escrito e produzido por Tina Fey e adaptará a versão musical da Broadway.

A estreia foi agendada para o dia 11 de Janeiro de 2024 nos cinemas brasileiros.

O elenco conta com Angourie Rice (Cady Heron), Auli’i Cravalho (Janis Ian), Jaquel Spivey (Damian Leigh), Busy Philipps (June George) e Ashley Park.

Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall, retornam.

Jon Hamm voltará a trabalhar com Tina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de Meninas Malvadas’.

Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.

Lançado há dezessete anos, Meninas Malvadas tornou-se um clássico do gênero comédia adolescente e trouxe no elenco nomes como Lindsay LohanRachel McAdams Amanda Seyfried.

Relembre o trailer:

2ª temporada de ‘The Last of Us’ ganha primeiro teaser: “Eu Salvei a Vida Dela…”

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ será lançada em 2025, e teve seu primeiro teaser divulgado pela Max.

Assista:

A série vai surpreender os fãs do jogo com tramas que vão além do material original.

Em entrevista para o Deadline, o criador da adaptação, Craig Mazin, diz que embora a série da HBO não vai se distanciar muito dos jogos, os novos episódios vão explorar histórias inéditas dentro do contexto da franquia.

“Como fã, estou emocionado que possa haver um terceiro jogo. Como co-criador da série, não há nenhum lugar onde eu gostaria que nosso programa fosse além do material de origem. A 2ª temporada vai adaptar os eventos do 2º jogo, mas há bastante material que é relevante para essa história, mas, como eu disse, percorre novos caminhos interessantes, histórias inéditas que foram contadas dentro do contexto do jogo, mas que não foram exploradas.”

Mazin não entrou em detalhes sobre o que essas ‘histórias inéditas’ implicam à trama, mas Neil Druckmann, co-criador da série, argumentou que “existe um plano maior que une todas as temporadas de ‘The Last of Us“.

“Nosso foco são os dois jogos”, disse Druckmann. “Como Craig mencionou, há bastante material com o qual estamos dedicando nosso tempo, e estamos analisando cada peça individualmente para ter certeza de que elas têm seu próprio arco, sua própria jornada, caminhos pelos quais os personagens seguem, mas há um plano maior que une todas as temporadas.” 

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Val Kilmer morre aos 65 anos

O ator Val Kilmer morreu em Los Angeles aos 65 anos.

Sua filha, Mercedes Kilmer, disse ao The New York Times que ele morreu de pneumonia na terça-feira, 1º de abril. Ele foi diagnosticado com câncer de garganta em 2014 e depois se recuperou, ela acrescentou.

Durante duas décadas, Kilmer destacou-se como um nome de peso no cinema hollywoodiano, estrelando blockbusters, contracenando com vários astros em filmes de sucesso como “Batman Eternamente” (1995), quando substituiu Michael Keaton, dividiu cena com Tom Cruise em “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), com Al Pacino e Robert DeNiro em “Fogo contra Fogo” (1996) e incorporou Jim Morrison com impressionante realismo em “The Doors” (1991), polêmica cinebiografia dirigida por Oliver Stone. Difícil imaginar que tanto talento caiu no ostracismo das duas últimas décadas desde que protagonizou “Planeta vermelho” (2000), seu último trabalho relevante, além de papel menor em “Alexandre o Grande” (2004) a partir de quando teve filmes diretamente lançados em home vídeo, além de ser afastado dos grandes papeis.

O documentário “Val”, já disponível no Amazon Prime Video,  promete cobrir a vida e a carreira do ator para seus fãs que sentem falta de seu talento.

O documentário é franco e direto ao desconstruir sua imagem de galã dos anos 80, deixa transparecer sua decepção com o rumo de sua carreira e fala de momentos desconhecidos para o grande público como a morte de seu irmão Wesley, quando crianças. Editado como uma sucessão de flashbacks sobre sua vida e carreira, as imagens revisam sua juventude idolatrando Marlon Brando com quem contracenou em “A Ilha do Dr.Moreau” (1996), o período em que estudou na Julliard (renomada escola em que Robin Williams e Christopher Reeve estudaram), entre outras passagens de sua vida exposta ora em fotos e filmagens de seu arquivo pessoal ora cenas de seus filmes.

O documentário não esconde histórias que negativam a imagem do ator diante do público como comportamento abusivo do ator durante as filmagens de “A Ilha do Dr. Moreau” (1996) quando queimou o rosto de um cameraman om um cigarro ou acusações de comportamento violento e infidelidade durante seu casamento com Joanne Whalley-Kilmer, com quem esteve unido entre 1988 e 1996. Desse casamento nasceram Mercedes (29 anos) e Jack (26 anos).

Do começo como cantor e agente secreto na parodia “Top Secret – Super Confidencial” (1984), passando a papeis como de nerd em “Academia de Gênios” (1985) ou de guerreiro em épico de fantasia em “Willow – na terra da Magia” (1989) , Val Edward Kilmer, hoje aos 61 anos, se defende assumindo ser um perfeccionista, espelhando até mesmo o polêmico Brando. Uma aura inevitável de lamento se faz sentir pelos problemas de saúde de Val, diagnosticado com câncer na garganta em 2016, que o levou a fazer traqueostomia e a usar um aparelho para ajudá-lo a falar.

Vale a pena assistir ao documentário e ter um vislumbre de sua personalidade, e estrelato que indiscutivelmente esteve presente ao longo da vida do astro.

 

Crítica | O Negociador – Malvino Salvador e Barbara Reis BRILHAM em série da Prime Video

A verdade é o único caminho. Abordando diversas questões dentro da linha de ação de uma equipe do Gate, o novo seriado brasileiro da Prime VideoO Negociador, apresenta ao espectador conflitos, traumas, dramas, de um experiente negociador, envolto em uma crise emocional que precisa lidar com um abalo traumático de num passado recente e seu cotidiano repleto de variáveis já que a violência faz arte da sua própria rotina. Ao longo de oito intensos episódios de sua primeira temporada O Negociador busca refletir em cima das ações dos personagens e principalmente na linha que existe entre a justiça e justiceiro.

Na trama, conhecemos Gabriel Menck (Malvino Salvador) um policial que fez parte do processo de reestruturação do GATE, se tornando seu principal negociador. Num presente, retornando de uma licença após a morte da esposa e ainda em evidente estresse pós-traumático, ele precisa lidar com seu dia a dia, uma nova major que assume o comando da sua equipe, os olhares duvidosos de seu ex-mentor e em paralelo o olhar da corregedoria que caminha para acusá-lo pela morte da esposa.

Produzido por Zasha Robles e Gustavo Mello, com direção de Isabel Valiante, esse thriller policial possui uma narrativa consistente que busca um olhar amplo para os dilemas de alguns personagens quando a vida pessoal se choca com o lado profissional. Além do protagonista e seus conflitos, ganham espaço uma major (interpretada pela ótima Barbara Reis) que assume o comando tático depois de passar um tempo de treinamento na SWAT e ainda possui um relacionamento no passado com outra pessoa da equipe além de embates com outros membros do time tático. Também há um olhar para um suspeito chefe do GATE com óbvias questões misteriosas.

A informação como interesse público ou questão de segurança? O papel da mídia em cima das ações ganham espaço na figura de uma repórter em muitos momentos deveras crítica em relação aos desfechos de algumas operações. Em paralelo, enxergamos a parte política que acabam se associando à impudências dentro de todo o teatro de operações. Adotando o lema: ‘Hoje ninguém morre’, vemos uma equipe de homens e mulheres que se desconstroem não limitando questões a certas ou erradas, tudo é muito mais profundo.

A cada episódio um novo caso de sequestro e uma subtrama envolvente sobre a investigação da morte suspeita da esposa do protagonista. Com isso, a série se torna dinâmica, até mesmo com um ritmo eletrizante espalhando surpresas principalmente na última cena do seriado, que fecha a temporada, deixando margens para uma possível próxima jornada.

Oscar 2017 | Nossas Previsões

Olá, queridos leitores do CinePOP. A ressaca da última premiação do Oscar sequer passou para muitos (Leonardo DiCaprio que o diga), mas as apostas para a edição 2017 começam a pipocar nos veículos especializados. Mesmo que a maioria dos filmes possivelmente indicados ainda não tenham estreado oficialmente, tendo sido exibidos somente em festivais de cinema pelo mundo, o hype ao redor de tais obras, criado por quem já pôde conferi-las, é o suficiente para fazê-las sair como as prediletas. Como não gostamos de perder tempo, resolvemos lançar nossa previsão também, tentando adivinhar quais produções irão cair no gosto dos votantes este ano. Então, prepare-se para anotar os próximos filmes imperdíveis na temporada de prêmios 2017.

O Nascimento de uma Nação

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Desde que foi exibido no Festival de Sundance em janeiro deste ano, esta espécie de reimaginação do clássico homônimo de 1915, dirigido por D.W. Griffith (hoje considerado um filme extremamente racista), despontou como um dos favoritos a prêmios do ano. Aqui, o diretor e protagonista Nate Parker subverte o tema, usando o mesmo título, para contar a história de uma revolução de escravos, comandada por seu personagem. O novo Birth of a Nation chega também para contestar o chamado Oscar so White das últimas edições do prêmio, nas quais nenhum ator negro ou filme com tal tema foi lembrado para indicações. Birth of a Nation pode garantir pelo menos três categorias, direção e ator principal para Nate Parker, além de melhor filme. Isto é, se a polêmica envolvendo Parker em uma acusação de estupro não ofuscar totalmente este que parece ser um grande filme. Birth of a Nation tem 88% de aprovação da crítica, e estreia marcada para o dia 7 de outubro nos EUA. Os brasileiros, como sempre, terão que esperar um pouco mais para ver o filme, que chega por aqui no dia 26 de janeiro de 2017 – completando um ano de sua primeira exibição.

Sully: O Herói do Rio Hudson

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Um piloto percebe um defeito em seu avião e precisa estrategicamente realizar um pouso forçado. Tido inicialmente como um herói, o sujeito logo começa a ser alvo de uma investigação que busca descobrir se sua manobra na realidade era necessária ou se terminou por arriscar a vida dos tripulantes. Sim, você já viu esta história antes, e não, você não voltou para uma sessão de O Voo (Flight, 2012), com Denzel Washington. Os dois filmes utilizam tramas bem similares e se serve de incentivo para a nova produção, o filme com Washington, dirigido por Robert Zemeckis, foi indicado para dois prêmios no Oscar 2013. A verdade é que O Voo muito possivelmente se inspirou na história de Sully e tantos outros relatos de desastres aéreos, já que é uma obra de ficção. Sully, por outro lado, é baseado em fatos e traz o queridinho da Academia Tom Hanks como protagonista. Se isso não bastasse, o filme é dirigido por outra prata dos votantes, o veterano Clint Eastwood, realizando outro trabalho grandioso. Sully pode emplacar nas categorias de melhor filme, diretor para Eastwood, ator para Hanks e inclusive vem sendo cotado na categoria atriz e ator coadjuvante – Laura Linney e Aaron Eckhart respectivamente. Sully tem 83% de aprovação da imprensa, já estreou nos EUA e chega ao Brasil no dia 1º de dezembro.

A Chegada

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Um dos filmes mais mencionados por especialistas como um dos grandes favoritos tem a estrela Amy Adams como protagonista. Deixe para o prestigiado canadense Denis Villeneuve emplacar uma ficção científica entre as produções mais elogiadas deste fim de ano. O diretor não é estranho aos prêmios da Academia e já esteve presente três vezes no evento (com indicações para Incêndios, Os Suspeitos e Sicario). Aqui, nesta superprodução dramática da Sony, Amy Adams é quem estrela na pele de uma linguista trabalhando para militares a fim fazer contato com alienígenas em grandes naves que vieram visitar a Terra. Soa como um Independence Day sério, artístico e mais voltado ao psicológico dos personagens do que para a ação. Tem tudo para entrar para a história. A Chegada pode emplacar na categoria de melhor filme, diretor para Villeneuve e protagonista para Adams – que tem outra atuação importante na disputa para o ano que vem e cinco indicações no passado, sem vitória. O filme fez seu debute no festival de Veneza no início do mês, e seguiu para Telluride nos EUA e Toronto. A Chegada tem 100% de aprovação da imprensa (lembrando que poucos puderam conferir) e estreia programada para 11 de novembro nos EUA e um dia antes, no dia 10, aqui no Brasil.

Silêncio

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O que seria de uma corrida do Oscar sem a participação de um trabalho do mestre Martin Scorsese. Silence, o novo filme do monstro sagrado, é um épico que narra a jornada de dois padres jesuítas ao Japão a fim de localizar seu mentor e propagar a mensagem do cristianismo, enquanto encaram a violência e perseguição, no século XVII. Um projeto há tempos anunciado que ganha forma sem que muito seja divulgado, Silence marca o retorno de Scorsese depois do barulho feito por O Lobo de Wall Street (2013). O problema é que o tio Scorsese não exibiu seu Silêncio em nenhum festival de cinema, deixando os possíveis elogios ao longa no escuro, a serem divulgados somente após a estreia oficial do filme – mas vindo do cineasta alguém tem dúvidas? Silence pode render indicações nas categorias de melhor filme, diretor para Scorsese e coadjuvante para Liam Neeson. Em menor escala, Andrew ex-Homem-Aranha Garfield sai na disputa de melhor ator. Lembrando que o elenco faz uso do rouba cenas Adam Kylo Ren Driver. Silence, obviamente não possui porcentagem de aprovação da imprensa, e tem estreia limitada em novembro nos EUA, chegando ao Brasil no dia 26 de janeiro de 2017.

La la Land – Cantando Estações

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La la Land pode se revelar o melhor filme de Woody Allen não dirigido pelo cineasta. Todos os elementos de paixão do diretor octogenário estão lá: um pianista de jazz se enamora por uma aspirante a atriz, neste musical que vem coletando elogios e disparando como um dos favoritos na corrida do Oscar. Na verdade, o filme tem no comando o menino de ouro Damien Chazelle, que parou o mundo do cinema há dois anos com o fantástico Whiplash – Em Busca da Perfeição, uma das melhores produções de seu respectivo ano. Agora, Chazelle se embrenha novamente pelo terreno da música, mais uma vez assinando o roteiro, e embarcando na ala dos jovens diretores mais prestigiados da atualidade. Não prejudica ter no elenco um par de atores do momento. Ryan Gosling e Emma Stone tem química de sobra e já provaram isso em Amor a Toda Prova (2011) e Caça aos Gângsteres (2013), entrando para a história como uma das grandes duplas do cinema moderno. Mais que isso, La la Land tem tudo para ser seu melhor trabalho juntos. Pela premissa e trailer, o filme enaltece justamente o que precisamos, vide que as produções geralmente lembradas são as que ressaltam a dureza e crueldade da vida. Produções positivas como esta fazem falta. La la Land vem chamando atenção e pode render indicações de melhor filme, diretor para Chazelle e para o casal de protagonistas. O filme marca 96% de aprovação da imprensa (lembrando que foi visto por poucos), tendo feito sua estreia no final de agosto no Festival de Veneza, seguindo para Telluride e Toronto. A estreia nos EUA ocorre no início de dezembro de forma limitada, chegando ao Brasil no dia 12 de janeiro de 2017.

A Longa Caminhada de Billy Lynn

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O novo filme do cineasta taiwanês Ang Lee tem o mesmo problema da obra de Scorsese, não foi exibido (isto é, no caso deste, será brevemente em outubro no Festival de Nova York antes de sua estreia). Mesmo assim, pela sinopse, trailer, prestígio e talentos envolvidos, os especialistas já começam a dar como certa a inclusão do filme entre os concorrentes a uma vaga. A obra de visual incrível soa, pela sinopse, como um tapa de luva na face de políticos pró-guerra. Baseado num livro, o roteiro narra a volta para casa do personagem título, um jovem de 19 anos, celebrado em sua cidade natal como um herói. Através de flashbacks, conhecemos o que verdadeiramente passou com o jovem durante seu tempo na guerra do Iraque. Billy Lynn pode render indicações para melhor filme, diretor para Lee, ator protagonista para o estreante Joe Alwyn, que interpreta o personagem título, ator coadjuvante para Steve Martin (ainda temos Vin Diesel no elenco) e, para a fúria dos haters, melhor atriz coadjuvante para Kristen Stewart – sim, ela mesmo! Billy Lynn ainda não possui porcentagem de avaliação dos especialistas, e tem estreia programada para o dia 11 de novembro nos EUA e dia 19 de janeiro de 2017 no Brasil.

Fences

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Se Birth of a Nation não emplacar como resposta a uma cerimônia do Oscar mais diversificada, Fences o fará. Melhor ainda se ambos fizerem. Trata-se da nova produção dirigida pelo astro Denzel Washington, que já mostrou no passado ser um cineasta de mão cheia, com Voltando a Viver (2002) e O Grande Debate (2007). Baseado na peça de August Wilson, vencedora do prêmio Pulitzer e do Tony, a trama narra a vida de uma família negra nos EUA na década de 1950, cujo pai (Washington) enfrenta problemas raciais ao mesmo tempo em que tenta criar seus filhos. Fences (Cercas, na tradução literal) possui um tema poderoso, criando grande expectativa, mesmo sem ter sido exibido previamente em qualquer lugar. Além de Washington, o elenco destaca a sempre ótima Viola Davis, no papel de sua esposa. Fences pode levar indicações para melhor filme, diretor e ator para Washington e atriz para Davis. O filme terá sua estreia nos EUA no dia 25 de dezembro. No Brasil, a data de estreia ainda não foi definida.

Manchester à Beira-Mar

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Todo ano em época de premiações temos a cota de filmes independentes saídos do Festival que é a casa deles, Sundance. Este ano, um dos filmes que mais chamou atenção foi este drama dirigido por Kenneth Lonergan, do problemático Margaret (2011). A carreira de Lonergan poderia ter acabado com a obra citada, protagonizada por Anna Paquin e Matt Damon, que se tornou uma espécie de Chatô americano, demorando anos para ser finalizado e precisando utilizar dinheiro dos amigos atores. Bem, a produção foi elogiada e tudo foi esquecido. O cineasta dá a volta por cima com um dos filmes mais elogiados deste ano e que vem despertando grande falatório de prêmios. Manchester by the Sea é um drama emotivo que conta a história de um tio (papel de Casey Affleck), obrigado a se tornar pai, cuidando do próprio sobrinho, após a morte de seu irmão e da esposa. O trailer é melancólico o suficiente e chama atenção. Manchester pode ser indicado nas categorias de filme, diretor para Lonergan, ator para Affleck e atriz coadjuvante para Michelle Williams, uma das favoritas na categoria. O filme tem 96% de aprovação da imprensa, e fará sua estreia nos EUA no dia 18 de novembro, chegando ao Brasil pela Sony Pictures no dia 12 de janeiro de 2017.

Loving

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Festivais de cinema pelo mundo são mesmo um termômetro forte para época de premiações. Aqui, temos um exemplar saído de Cannes, o festival mais prestigiado do mundo. Loving é a nova obra do talentoso Jeff Nichols, que presenteou o mundo com pérolas como O Abrigo (Take Shelter, 2011) e Amor Bandido (Mud, 2012). Seu mais recente trabalho, Destino Especial (Midnight Special, 2016), apesar dos elogios, viu um lançamento direto no mercado de vídeo brasileiro. A redenção virá na forma deste novo trabalho, que vem conquistando mais e mais especialistas. Loving é um drama biográfico racial, mostrando que este ano a Academia não terá muito para onde fugir. O filme apresenta a historia real de Richard e Mildred Loving, um casal que acaba preso, simplesmente pelo fato de terem se casado, pertencendo a raças diferentes, na Virgínia de 1958. Quem comanda o show na frente das câmeras é o multifacetado Joel Edgerton e a revelação elogiada Ruth Negga. Nem precisa dizer que o filme, Nichols, Edgerton e Negga são concorrentes imediatos a todos os prêmios que o cinema possa oferecer-lhes. Loving tem 92% de aprovação da imprensa e faz sua estreia nos EUA no dia 4 de novembro. No Brasil, o filme ainda não recebeu uma data de estreia.

Filmes Feel Good

Os filmes feel good são obras positivas, geralmente no gênero comédia dramática ou dramas açucarados, daquele tipo lacrimoso, confeccionado para arrancar suspiros do público, mas que pode fazer o cinéfilo mais calejado revirar os olhos. O que de forma alguma significa falta de qualidade em tais produções. Em anos recentes tivemos exemplos como Histórias Cruzadas (2011), A Teoria de Tudo (2014) e O Jogo da Imitação (2014). No próximo ano, poderemos ter novos representantes deste cinema, digamos, seguro e sem grande criatividade, entre os filmes que emplacarão na época de premiações. Dois deles se destacam.

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O primeiro é Hidden Figures, que tem no elenco duas atrizes lembradas recentemente em premiações – Taraji P. Henson (indicada ao Oscar como coadjuvante por O Curioso Caso de Benjamin Button) e Octavia Spencer (vencedora do Oscar como coadjuvante justamente pelo citado Histórias Cruzadas) – e um elenco de peso, que inclui o veterano Kevin Costner, Kirsten Dunst e a cantora Janelle Monáe em um de seus primeiros papeis no cinema (ela também está presente em Moonlight). O filme é dirigido por Theodore Melfi, de Um Santo Vizinho (2014) – também um feel good – e fala sobre as mulheres negras que ajudaram a NASA com números e dados importantes para o lançamento do programa espacial norte-americano na década de 1960. Hidden Figures fará sua estreia no Canadá e EUA em janeiro e chega ao Brasil pela Fox no dia 23 de fevereiro.

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O outro feel good que pode emplacar nas premiações é Lion, drama agridoce sobre um menino indiano de cinco anos que se perde da família e é adotado por um casal australiano. Anos depois, já adulto, nas formas de Dev Patel (Quem quer Ser um Milionário?), ele decide sair à procura da família de sangue. No elenco, pratas do Oscar e premiações como Nicole Kidman (vencedora do Oscar por As Horas), no papel da mãe adotiva, e Rooney Mara (indicada ao Oscar por Millennium e Carol), no papel da namorada do rapaz. Lion é dirigido pelo estreante em longas Garth Davis, fez seu debute no Festival de Toronto deste ano e chega aos EUA no dia 25 de novembro. No Brasil, o filme é prometido pela Diamond Films para o dia 19 de janeiro de 2017.

Obscuros e Subversivos

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Amy Adams (sim, ela de novo) é a protagonista de Animais Noturnos, suspense dramático que mais desperta o interesse deste que vos fala dentre os itens desta lista. É só conferir o trailer que acabou de ser divulgado. Na trama, Adams interpreta a ex-mulher do escritor vivido por Jake Gyllenhaal, que acaba de lançar um livro violento e perturbador dedicado à antiga cônjuge. Por não terem terminado o relacionamento da forma mais positiva, isto faz com que a protagonista tome medidas cautelares com medo de que algo de fato a aconteça. No elenco, um dos mais brilhantes do ano, estão Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough e Michael Sheen. A direção é de Tom Ford, estilista transformado em cineasta, que emplacou no Oscar 2010 com o ótimo Direito de Amar (A Single Man). Animais Noturnos estreou em Veneza e seguiu para Toronto agora em setembro. O filme estreia de forma simultânea no Brasil (pela Universal) e EUA no da 17 (18) de novembro.

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Além de Amy Adams, temos a volta da cantora Janelle Monáe a um filme que vem despertando falatório de prêmios. Moonlight, no entanto, centra na história do jovem Kevin, em três fases de sua vida (interpretado respectivamente pelos atores Jaden Piner, Jharrel Jerome e André Holland). A trama apresenta a infância, adolescência e vida adulta de um protagonista negro tentando sobreviver no submundo das drogas de Miami, ao mesmo tempo em que descobre o amor em lugares inesperados e tenta mudar sua vida. Moonlight é escrito e dirigido por Barry Jenkins e tem no elenco o rosto conhecido de Naomie Harris. O filme foi exibido nos Festivais de Telluride e Toronto, com estreia programada para 21 de outubro nos EUA. No Brasil, ainda não foi definida a data de estreia.

Blockbusters

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Com a vaga aumentada na categoria principal para até dez filmes, vimos a indicação de produções miradas ao entretenimento e ao grande público sendo tratadas de forma séria. Filmes como Avatar (2009), Up – Altas Aventuras (2009), A Origem (2010), Toy Story 3 (2010) e Gravidade (2013) mostraram que pode haver diversidade em relação ao que é considerado “filme sério”, pavimentando o caminho para novas obras do tipo.

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No próximo ano, pode chegar a vez de produções elogiadas, que obtiveram um grande sucesso financeiro também, como Mogli – O Menino Lobo, de Jon Favreau; Zootopia e Moana da Disney; Passageiros, ficção científica com Jennifer Lawrence e Chris Pratt, dirigida por Morten Tyldum (O Jogo da Imitação); Beleza Oculta, com Will Smith e grande elenco, dirigido por David Frankel (O Diabo Veste Prada), mostra o encontro do protagonista com entidades abstratas como o Amor e a Morte.

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Temos ainda Até o Último Homem, filme de guerra dirigido por Mel Gibson; Sete Minutos Depois da Meia Noite, fantasia dirigida pelo espanhol J.A. Bayona (O Impossível); e Horizonte Profundo, filme catástrofe estrelado por Mark Wahlberg.

Atrizes

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As atrizes mais cotadas até o momento, além das já citadas acima, são Natalie Portman por seu retrato da primeira dama Jacqueline Kennedy em Jackie, filme do chileno Pablo Larraín (No); Meryl Streep por Florence: Quem é Essa Mulher?, filme do veterano Stephen Frears que já estreou e passou em branco aqui no Brasil; a renomada francesa Isabelle Huppert pelo suspense Elle, de Paul Verhoeven (Instinto Selvagem).

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Kate Beckinsale, Alicia Vikander, Rosamund Pike e Marion Cotillard também vêm sendo muito mencionadas por suas performances nos filmes Amor & Amizade, A Luz Entre Oceanos, A United Kingdom e Aliados, respectivamente.

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O Brasil torce por uma indicação para Sonia Braga pelo polêmico Aquarius. Duas das favoritas, no entanto, são Emily Blunt por A Garota no Trem, considerado o Garota Exemplar do ano; e Jessica Chastain pelo thriller dramático Miss Sloane, uma espécie de Obrigado por Fumar (2005), sem humor e trocando a indústria do tabaco pela de armas.

Atores

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No quesito atores, além dos citados anteriormente, o renovado Michael Keaton dá novamente as caras em Fome de Poder, biografia do fundador do McDonald´s. Matthew McConaughey, outro ator renovado, também corre na disputa com Gold, filme sobre dois aventureiros explorando minas de ouro na Indonésia, inspirado em eventos reais. No filme McConaughey está transformado fisicamente, como os votantes de prêmios gostam. Joseph Gordon-Levitt também criou um interessante trabalho de voz para personificar Edward Snowden, na biografia Snowden, de Oliver Stone.

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Miles Teller poderá receber consolo pela não indicação por Whiplash em Bleed for This, no qual interpreta um boxeador. E Adam “Kylo Ren” Driver vem arrancando elogios como um motorista de ônibus sensível em Paterson, de Jim Jarmusch. Já Chris Pine vive um assaltante em Hell or High Water, um dos filmes mais elogiados do ano nos EUA, e Eddie Murphy (sim, ele) pode ter nova chance de prêmios com sua comentada atuação em Mr. Church. Finalizando, o rouba Oscar Ben Affleck entrega sua nova produção com cara de prêmios. Trata-se de A Lei da Noite, sobre mafiosos na época da lei seca, baseado num livro de Dennis Lehane.

Acha que esquecemos de algum filme que promete estar nas premiações? Deixe sem comentário.

ADEUS, CINEMA! Grandes Atrizes que hoje estrelam Séries de TV e Streaming…

O cinema e a TV sempre coexistiram, mas nem sempre de forma pacífica. Enquanto em seus primórdios, a telona era considerada um programa de luxo para a alta classe da sociedade, a TV, apesar de inicialmente ser um item raro somente para alguns, logo se popularizou mostrando-se um entretenimento mais mundano. A diversão entrava em sua casa de graça (ou quase), ao contrário do evento que era ir ao cinema.

Para atores e artistas em geral, se destacar na TV era a porta de entrada para algo maior, para se tornar um ator de cinema. Assim, muitos intérpretes ainda percorrem esta rota, conseguindo inclusive tornarem-se grandes astros do cinema. Voltar, no entanto, fazendo o caminho inverso, era considerado cair em desgraça.

Hoje, com produções televisivas mais caras (ou tão caras quanto, com orçamentos milionários) as obras do cinema, donas de uma liberdade criativa maior, privilegiando ideias originais; numa era em que o cinema parece apenas reciclar marcas pré-estabelecidas, é natural que todo e qualquer grande ator faça a migração reversa, buscando qualidade na TV. Assim, diretores, roteiristas e diversos outros profissionais da área são comumente vistos em trabalhos nas telinhas atualmente, recebendo inclusive o mesmo salário astronômico das telonas.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar esta matéria para falar de algumas das maiores estrelas da atualidade, que optaram protagonizar séries ou minisséries de TV recentemente. Sim, é um admirável novo mundo, onde a televisão reina absoluta.

Jane Fonda

Tão grande quanto Meryl Streep, ou quem sabe ainda maior, Jane Fonda é um dos grandes nomes da sétima arte. No auge de seus gloriosos 82 anos, a eterna Barbarella tem 2 estatuetas do Oscar em casa e outras 5 indicações. Fonda tem nada menos que 60 anos de carreira (e você, quantos tem de vida?) e 57 bem escolhidos créditos como atriz, além de ter esbofeteado a musa Jennifer Lopez em A Sogra (2005) – se isso não é moral.

Nesta fase de sua carreira, a veterana optou pela TV, onde protagoniza na Netflix a série cômica Grace and Frankie, ao lado de outro ícone, Lily Tomlin. O programa lançou sua sétima e ÚLTIMA temporada este ano. Antes disso, Fonda já havia marcado presença na telinha, em participações mais que especiais recorrentes ao longo das três temporadas da elogiada The Newsroom, da HBO, sobre os bastidores de um telejornal.

 

Meryl Streep

Bem, a matéria poderia acabar por aqui. Quando soubemos que a estrela máxima do cinema, Meryl Streep, aceitou participar de uma série de TV, percebemos que não existe mais limite do tamanho de uma intérprete nas telinhas. E o melhor, humilde como é (sinal de um grande ser humano), Streep topou um papel coadjuvante e ainda por cima na segunda temporada de uma série, ou seja, pegaria o bonde andando. Tudo bem que sendo um programa do porte do drama Big Little Lies, da HBO, ajuda muito o caso. Streep tem 44 anos de carreira, 89 créditos como atriz, 3 Oscar decorando sua casa, e mais outras absurdas 18 indicações.

 

Glenn Close

Uma das maiores injustiçadas vivas dos prêmios da Academia, a veterana Glenn Close já brincou que sempre foi muito confundida com Meryl Streep, “menos na hora de ganhar o Oscar”, como diz sempre a mesma. Bem, outra semelhança entre as duas é a escolha por participar de uma série de TV.

Close, que tem 45 anos de carreira e 86 créditos como atriz, possui nada menos que 7 indicações ao Oscar sem vitória – a última ocorreu ano passado pelo drama A Esposa. Close protagonizou por 5 temporadas (de 2007 a 2012) a série Damages, na qual interpretou uma grande advogada servindo de tutora para a novata interpretada por Rose Byrne. Antes disso, a atriz havia participado como personagem fixa da quarta temporada do seriado policial The Shield: Acima da Lei.

Jessica Lange

Outra grande intérprete ainda em atividade, Jessica Lange tem suas duas estatuetas do Oscar decorando a prateleira. Além dos dois prêmios, a veterana consta com outras 4 indicações abrilhantando sua filmografia. São nada menos do que 44 anos de carreira, datando lá de seu primeiro papel no remake de King Kong (1976), com um total de 45 créditos como atriz – incluindo um filme onde aterrorizou Gwyneth Paltrow (Segredo de Sangue, 1998) e ganhou nosso respeito. Just kidding.

Como o público mais jovem deve saber muito bem, Lange ficou conhecida para a nova geração devido ao programa de terror do canal FX, American Horror Story (História de Horror Americana). A série de antologia, na qual a cada temporada uma nova trama é contada, teve Lange como estrela nas 4 primeiras temporadas, e em participações na quinta e na oitava.

Lange também estrelou a interessante minissérie Feud (2017), sobre a lendária rivalidade das estrelas clássicas Joan Crawford (Lange) e Bette Davis (Susan Sarandon). Atualmente, Lang pode ser vista na série da Netflix, The Politician, que terá sua terceira e última temporada.

 

Helen Mirren

Longa vida à Rainha. Sim, a Rainha Elizabeth II é imortal, mas no cinema, nossa Rainha é Helen Mirren, e a talentosa veterana britânica tem até o Oscar pelo papel em A Rainha (2006) para provar. Fora esta honraria máxima da Academia, são mais outras 3 nomeações. Mirren está na estrada como atriz há nada menos do que 53 anos e coleciona impressionantes 132 créditos como intérprete.

Em seu repertório, Mirren soma grandes mulheres da história, assim um de seus papeis recentes mais elogiados foi na pele de Catarina II da Rússia, na minissérie da HBO, Catherine The Great (2019). Em 2005, um ano antes de seu papel vencedor do Oscar, a atriz já havia curiosamente vivido numa minissérie a Rainha Elizabeth I, num programa homônimo.

 

Julia Roberts

Agora, saímos de uma geração e adentramos outra. Assim, os fãs de cinema mais jovens começam a se familiarizar mais com as estrelas recentes. Julia Roberts é um ícone para toda uma geração, e se tornou uma das estrelas mais reconhecíveis do mundo através de seu papel em Uma Linda Mulher (1990), que lhe rendeu sua segunda indicação ao Oscar. A vitória, no entanto, viria em 2001, com Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento.

Além de seu brinquedinho dourado em casa, Roberts tem mais outras 3 indicações. Uma das maiores estrelas que Hollywood já viu, Roberts tem 33 anos de carreira, e 64 créditos como atriz. Nesta nova fase de sua carreira, aos 52 anos de vida, seu último trabalho até então foi nas telinhas, na série de antologia da Amazon, Homecoming (2018), onde viveu uma terapeuta ajudando veteranos de guerra a se readaptarem em sociedade.

Homecoming teve sua segunda temporada programada no último ano, desta vez protagonizada por Janelle Monáe.

 

Nicole Kidman

Nicole Kidman é da mesma geração de Julia Roberts, mas demorou um pouco mais para se consolidar na carreira como estrela. De fato, sua consagração ocorreu mais para o final da década de 1990. A havaiana gigantesca recebeu sua primeira indicação ao Oscar em 2002, por Moulin Rouge!, e a vitória sairia logo no ano seguinte, como protagonista de As Horas. Além destas duas, a loira tem mais outras duas indicações no currículo. São 37 anos de carreira e 86 créditos como atriz na filmografia.

A ex de Tom Cruise foi uma das grandes escalações da prestigiada Big Little Lies, a qual protagonizou por duas temporadas. Antes disso, Kidman havia protagonizado a segunda temporada da série criada por Jane Campion, Top of the Lake (2017). Ela protagonizou minissérie da HBO, The Undoing. Também fez Nove Desconhecidos, do Amazon Prime Video.

 

Renée Zellweger

A grande vencedora do Oscar, como protagonista por Judy – Muito Além do Arco-Íris, Renée Zellweger andava meio sumida e quase caiu no ostracismo, apesar de já ser uma estrela vencedora do Oscar (Could Montain). Ser indicado ao Oscar é um privilégio e algo muito difícil de ser alcançado – é só ver o grande número de atrizes talentosas que ainda não tiveram esta honraria em sua carreira. Agora imagine ter duas estatuetas para chamar de sua. É isto que Zellweger alcançou.

Este ano foi sua volta aos holofotes. Antes do prêmio máximo do cinema, a atriz ensaiou a volta, ao protagonizar para a Netflix a série deliciosamente novelesca Dilema, na qual viveu uma vilã daquelas de dar gosto. Zellweger tem 28 anos de carreira e 45 créditos como atriz. E até a perdoamos por O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno (1995) no início de carreira. Além das duas vitórias no Oscar, ela possui outras duas indicações. Atualmente estrela The Thing About Pam.

 

Jennifer Aniston

Calma, sabemos que Jennifer Aniston se tornou uma estrela devido ao seriado atemporal Friends (1994-2004) – mesmo que antes disso tenha participado da série baseada no sucesso Curtindo a Vida Adoidado, Ferris Bueller (que durou apenas uma fatídica temporada), no papel da irmã do protagonista. Sabia desta? Aniston é um dos maiores exemplos de estrela das telinhas que se torna estrela das telonas. Já faz muitos anos que os fãs pedem uma reunião dos amigos para um revival nas telinhas ou quem sabe nas telonas. E agora a turminha parece inclinada à ideia.

Antes disso acontecer, no entanto, Aniston retornou à TV como protagonista  no drama The Morning Show – o programa usado como carro-chefe do novo streaming da Apple: Apple TV+. Pelo papel de uma apresentadora de um programa matutino, Aniston recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, e a série já foi renovada para seu terceiro ano – com estreia para 2022. A estrela tem 32 anos de carreira, 63 créditos como atriz, mas ainda não possui uma indicação ao Oscar para chamar de sua – embora tenha chegado perto com o drama Cake – Uma Razão para Viver (2014), tida como uma de suas melhores atuações no cinema.

 

Halle Berry

Halle Berry viu sua carreira cambalear devido a escolhas ruins consecutivas. Podemos afirmar como epicentro de tal ruína o desastre conhecido como Mulher-Gato (2004). Mas Berry conseguiu dar a volta por cima recentemente no cinema, escolhendo participações em franquias de sucesso, vide Kingsman: O Círculo Dourado (2017) e John Wick 3: Parabellum (2019). Fora isso, em papeis mais dramáticos, vale a pena mencionar o inédito nos cinemas brasileiros, Kings: Los Angeles em Chamas (2017).

Porém, Berry guardará para sempre em sua história um feito que jamais será apagado, pelo contrário, seu legado é importantíssimo e permanecerá eterno, muito depois dela ter deixado esta existência. Berry é a primeira atriz negra na história do cinema a ganhar o Oscar na categoria principal. Se isto não é algo importante, não sabemos o que é.

Foi pelo longa A Última Ceia (2001), sua primeira e única indicação, que Halle Berry marcaria seu nome na eternidade. A carreira de Berry já tem 31 anos de estrada, e 56 créditos como atriz. Em 2014, ela migrou para a TV protagonizando a ficção científica Extant, do canal CBS, no qual interpretava uma astronauta que se descobre grávida durante sua missão espacial. O programa durou duas temporadas, até 2015.

 

Drew Barrymore

Drew Barrymore é um dos exemplos mais citados de uma atriz mirim que conseguiu se firmar como estrela também na fase adulta. Ainda na infância, em um de seus primeiros papeis de destaque do cinema, a atriz viveu a inesquecível menininha de E.T. – O Extraterrestre (1982), um dos grandes sucessos do cinema entretenimento. Ou seja, a carreira de Barrymore já rola há 42 anos, mesmo que a atriz tenha apenas 45 anos de idade.

São 76 créditos como atriz, incluindo sucessos como Para Sempre Cinderela (1998), Nunca Fui Beijada (1999), As Panteras (2000) e Como se Fosse a Primeira Vez (2004), ainda sem uma nomeação ao Oscar. Ela também vem construindo uma bela carreira como produtora, inclusive como dona da franquia as Panteras no cinema. A primeira incursão pela TV ocorreu em 2017, no programa cômico sobre zumbis, Santa Clarita Diet, do qual igualmente é produtora. O seriado durou 3 temporadas até 2019.

 

Amy Adams

Você sabia que… Amy Adams é italiana? A estrela perfeita sem defeitos nasceu em Vicenza, Veneto, norte da Itália, filha de pais americanos, e depois foi criada no Colorado, EUA. Ah sim, você estava esperando que eu falasse que Adams é a Leonardo DiCaprio de saias, com 7 indicações ao Oscar ainda sem vitória. Isso nem precisa mais ser dito. Sabemos também que a estrela, dona de uma carreira de 21 anos, e 61 créditos como atriz, logo terá em mãos sua estatueta do careca dourado.

Depois de viver três vezes a repórter Lois Lane nos malfadados filmes do Universo DC no cinema (será que ela já está livre deste compromisso?), Adams protagonizou na TV um texto da talentosa Gillian Flynn (Garota Exemplar), na pele de… uma jornalista – desta vez com sérios problemas psicológicos, em Objetos Cortantes (2018). Pelo papel, Adams recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. E adivinhe, não levou. Típico.

 

Reese Witherspoon

Reese poderia muito bem estar no topo da lista, por um detalhe específico. A estrela está mergulhando de cabeça na TV atualmente, em uma série de prestígio atrás da outra. Assim como a colega Drew Barrymore, Witherspoon se tornou uma empresária do mundo do cinema, com uma carreira bem sucedida como produtora.

Conhecida por seus papeis adolescentes em Medo (1996), Eleição (1999), Segundas Intenções (1999) e Legalmente Loira (2001) – que ganhará uma terceira parte em breve, com a própria novamente no papel -, a estrela adentrou a década de 2000 debaixo de prêmios, levando para casa o Oscar de melhor atriz por Johnny e June (2005). Quase dez anos depois e a atriz repetia o feito, com uma indicação por Livre (2014). São 29 anos de carreira, com 61 créditos como atriz.

Na TV, tudo começou com Big Little Lies, a qual produziu e estrelou por duas temporadas. Depois partiu para The Morning Show, novamente nas duas funções. Fechando a trinca, atualmente em cartaz, Little Fires Everywhere, da Hulu, baseado num Best seller dramático, Reese estrela lado a lado com outro grande nome da TV, Kerry Washington, de Scandal.

 

Emma Stone

Chegamos à atriz mais jovem da lista. Emma Stone tem 31 anos de idade, 15 anos de carreira, e uma filmografia de 49 créditos como atriz. Além disso, seu prestígio a rendeu a tão almejada estatueta do Oscar em 2017 por La La Land. Fora esta, Stone possui mais duas indicações no currículo, sendo a última ano passado por A Favorita.

No topo do mundo na atualidade, ou de Hollywood, como uma das jovens estrelas mais quentes do momento (mesmo tendo escorregadas como Sob o Mesmo Céu em seu histórico, afinal quem nunca?), Stone poderia apenas aceitar papeis no cinema nesta altura de sua carreira. No entanto, a estrela é outra que reafirma o poder que a TV possui hoje em dia, ao acertar a participação como protagonista na minissérie Maniac (2018), da Netflix. Com ecos de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004) e A Origem (2010), o programa não é para os fracos de estômago, ou seria de mente?

 

Anne Hathaway

Finalizando a matéria, colocamos os holofotes agora em Anne Hathaway – conhecida nos bastidores por ser uma “theatre child”, termo usado para uma artista precoce que cresce ambiciosa. Hathaway começou adolescente nos filmes O Diário da Princesa (2001), da Disney, e desde lá se vai uma carreira de 21 anos, com 47 créditos como atriz. Na fase adulta, se destacou em O Diabo Veste Prada (2006), onde teve a grande chance de atuar ao lado da icônica Meryl Streep.

Dois anos depois e a estrela estava na cerimônia do Oscar, indicada por O Casamento de Rachel, onde viveu uma problemática irmã da noiva. Alguns anos depois, Hathaway finalmente levaria o tão sonhado prêmio para casa, por seu retrato da sofrida Fantine no clássico musical Os Miseráveis (2012). Seus últimos trabalhos no cinema não tem tido muita sorte, vide Oito Mulheres e um Segredo (2018), Calmaria (2019) e As Trapaceiras (2019).

Mas a estrela achou um bom abrigo na TV, de quebra ganhando um de seus melhores personagens em anos recentes, e fazendo por onde com uma de suas melhores interpretações igualmente. Em Amor Moderno (2019), série de antologia da Amazon, Hathaway viveu uma jovem com um forte grau de bipolaridade. Atualmente estrela  WeCrashed, nova série biográfica do famigerado casal Rebekah e Adam Neumann, a dupla que fez da startup WeWork uma chacota em meio aos nerds e – principalmente – em Wall Street.

‘The Expanse’: Amazon está em negociações para reviver a série

Segundo o Variety, a Amazon está em negociações para reviver a série ‘The Expanse‘, cancelada há algumas semanas pela SyFy.

“Estamos tão animados, mas o acordo ainda não foi fechado… ainda não estão fora de perigo. Continuem lutando e assistam os episódios ao vivo na SyFy. Nós estaremos dançando nas estrelas junto com vocês assim que for oficial.”

Sobre o cancelamento, o chefe da NBCUniversal Cable Entertainment disse:

“‘The Expanse‘ nos transportou pelo sistema solar durante três brilhantes temporadas. Todos no SyFysão grandes fãs da série, e isso foi uma decisão muito difícil. Queremos agradecer ao elenco incrível, a equipe e todos que se envolveram para trazer esta história emocionante à vida. E aos fãs mais leais, nós agradecemos todos vocês.”

Os cinco primeiros episódios da 3ª temporada registraram uma média de 0.2 na demo.

Sequência de ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ é oficializada pela Netflix

Segundo o Hollywood Reporter, a Paramount Pictures fechou contrato com a Netflix para desenvolver a sequência do sucesso ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘.

O filme foi baseado no primeiro livro da trilogia escrita por Jenny Han, que tem as sequências ‘P.S. – Ainda Amo Você‘ e ‘Agora e Para Sempre Lara Jean‘.

Lana Condor e Noah Centineo retornam, assim como a diretora Susan Johnson.

Para Todos os Garotos que Já Amei‘ foi visto 80 milhões de vezes pelos assinantes, mundialmente, se tornando a comédia romântica mais assistida do serviço de streaming.

Ainda não se sabe qual será a história, já que o segundo livro da trilogia teve algumas passagens adaptadas em ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘.

Recentemente, a diretora Susan Johnson revelou que já tem ideias para a sequência, que deve mostrar Lara Jean e Peter enfrentando problemas no romance.

“A dificuldade de não ter um contrato em um namoro, e construir algo na base da confiança, são assuntos muito importantes. Relacionamentos são difíceis, não são? Nós amamos o casal Lara e Peter, então vê-los com problemas vai doer, mas também causará uma identificação com o público. Então, surge esse novo jovem legal para Lara, e e confunde ainda mais as coisas!”, afirmou.

Crítica | Para Todos os Garotos que Já Amei: A doçura e delicadeza da descoberta do amor

Confira nossa crítica e o trailer:

 

‘O Rei Leão’ ganha belo comercial ao som de Can You Feel the Love Tonight

O Rei Leão’ ganhou um novo comercial focado no amor de Simba e Nala, ao som da nova versão de Can You Feel the Love Tonight.

Assista.

Além disso, o filme ganhou um featurette com cenas dos bastidores e a gravação da nova versão de Hakuna Matata, que você pode escutar pela primeira vez. Confira, no minuto 1:30:

O filme teve sua duração revelada e terá 30 minutos a mais que a animação original de 1994. O remake tem 1h 58min de duração, enquanto o original tinha 1h 28min.

Sean Bailey, executivo que cuida das adaptações live-action da Disney, confirmou que a nova versão será bastante diferente do desenho original.

“Sabemos o quanto O Rei Leão é um filme amado e lembrado pelas pessoas, então temos que prestar homenagens àquelas partes que o público está ansioso para rever nas telonas. Mas teremos muitas coisas novas no filme. A tecnologia usada em Mogli: O Menino Lobo evoluiu, e mostraremos para o público uma nova maneira de fazer filmes.”.

Recentemente, Rob Minkoff, co-diretor da animação original ‘O Rei Leão‘, revelou que Scar e Mufasa não serão irmãos no remake!

“Enquanto estávamos fazendo o filme, descobrimos que Scar e Mufasa não poderiam ter o mesmo pai. A maneira como os leões operam na natureza… quando o leão macho envelhece, outro leão desonesto vem e mata seu progenitor. Isso faz com que as fêmeas entrem em calor [para se reproduzir], e então o novo leão mais jovem mata o rei e todos os seus bebês”, afirmou.

O que você achou da alteração?

O longa é dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo’).

Will Smith revela porque trocou ‘Independence Day 2’ por ‘Esquadrão Suicida’

O astro Will Smith explicou em suas redes sociais porque preferiu fazer ‘Esquadrão Suicida‘ ao invés de ‘Independence Day: O Ressurgimento‘.

“Eu estava com dois roteiros em mãos… e precisava escolher um deles. Preferi Esquadrão Suicida para seguir em frente e deixar o passado para trás. Eu queria fazer novas coisas, inovar e chegar a um novo auge em minha carreira”, explicou.

Por fim, ‘Esquadrão Suicida‘ arrecadou US$ 746 milhões mundialmente, enquanto ‘Independence Day: O Ressurgimento‘ fez apenas US$ 390 milhões.

Como forma de continuar o universo Independence Day, o personagem de Will Smith foi morto na sequência de maneira trágica:

No teste de pilotagem da primeira máquina híbrida com a tecnologia alien ESD, um mal funcionamento desconhecido provocou a morte prematura do Coronel Hiller. A participação de Hiller na guerra de 96 fez dele um ícone global amado cujo ataque contra a nave-mãe alien levou diretamente a derrota do inimigo. Ele deixa sua esposa Jasmine e filho Dylan.

 

 

 

 

PlayArte anuncia reabertura dos cinemas de São Paulo

Após cerca de 7 meses fechados devido a pandemia do Coronavírus, a rede PlayArte anuncia a reabertura de 07 complexos de São Paulo a partir do dia 15 de Outubro de 2020. A reabertura ocorrerá nos cinemas PlayArte ABC, Splendor, Ibirapuera, Marabá, Plaza Sul, Metrópole e Praça da Moça.

Respeitando todas as normas e protocolos sanitários, a Rede se preparou para uma retomada segura tanto para seus colaboradores, quanto clientes, adotando algumas mudanças em seus procedimentos.

Algumas destas mudanças serão:

– Tapetes sanitizantes Kapazi¹ na entrada do cinema para redução do número de contaminantes bacterianos;
– Disponibilizamos álcool em gel para assepsia das mãos em pontos estratégicos do cinema;
– Intervalo maior entre as sessões para evitar aglomerações e para que haja higienização de todas as poltronas;
– Redução da capacidade das salas. Serão vendidos apenas ingressos para uma quantidade reduzida de poltronas (60% da ocupação da sala), com um metro e meio de distância uma da outra, intercalando sempre duas poltronas de cada lado, sendo que o mesmo número de poltronas vendidas em uma fileira será bloqueado nas fileiras da frente e de trás.
Apenas as pessoas que comprarem os ingressos juntos poderão sentar lado a lado. Nossos funcionários farão vistorias constantes pelo complexo para evitar qualquer tipo de ação que viole as normas de segurança e distanciamento.
– Sinalizações estratégicas em ambientes de circulação, indicando os cuidados individuais necessários e alertando sobre o distanciamento correto em locais comuns;
– Higienização e sanitização dos filtros do ar condicionado, utilizando o produto DESIX³, recomendado e certificado pela Anvisa no combate contra o COVID 19, eliminando bactérias e promovendo a limpeza e efetiva do ar.

O ar condicionado é composto por dutos diferentes de entrada e saída do ar que são responsáveis por retirar o ar das salas, jogando para o exterior. Dutos diferentes trazem o ar externo para dentro das salas.

Com isso o ar das salas é renovado constantemente, permitindo um fluxo de ventilação seguro para quem estiver no interior das salas.

Além de todos os cuidados necessários, a equipe do cinema passará por um treinamento para garantir um atendimento e ambiente seguro para todos.

O cinema funcionará todos os dias, das 15h00 às 22h00. A programação completa e endereço informações sobre os cinemas estará disponível no site.

‘Quem Vai Ficar com Mário?’: Homem tenta contar para o pai que é Gay no trailer da comédia

A comédia ‘Quem Vai Ficar com Mário?‘ ganhou seu divertido trailer oficial.

Assista:

Mário Brüderlich, um rapaz de 30 anos resolve finalmente visitar sua família e contar para seu pai, um gaúcho de família tradicional, que é escritor de teatro e que mora junto com seu namorado, Fernando. Mas, uma surpresa adia os planos de Mário, que se envolve com Ana, a coach que seu irmão Vicente contratou para ajudar a modernizar a cervejaria da família.

O elenco conta com nomes de peso como Daniel Rocha (‘Império’), Letícia Lima (‘Porta dos Fundos’), Felipe Abib (‘Faroeste Caboclo’), Nany People (‘O Sétimo Guardião’), José Victor Castiel, Rômulo Arantes Neto, Elisa Pinheiro e Marcos Breda.

Com direção de Hsu Chien (‘Ninguém Entra, Ninguém Sai’), esta divertida comédia estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 27 de maio de 2021.

Especial de reunião de ‘Harry Potter’ ganha cartaz

A HBO Max finalmente divulgou o cartaz do especial ‘Harry Potter: Return to Hogwarts‘, evento comemorativo aos 20 anos de lançamento de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’.

A arte em questão reúne o trio protagonista da adorada saga fantástica: Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson, e o resto do elenco.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Marcado para 01 de janeiro de 2022, o especial trará os protagonistas se reunindo com o diretor Chris Columbus e outros membros do elenco, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′.

O teaser mostra alguns astros da franquia recebendo uma carta para retornarem à famosa escola de magia e bruxaria da saga.

Entre eles, a prévia traz vislumbres de Evanna Lynch (Luna Lovegood), Robbie Coltrane (Hagrid), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Mark Williams (Sr. Weasley) e Emma Watson (Hermione Granger).

Confira:

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, escreveu Watson.

 

O especial também terá Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

Antes disso, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ terá mais uma exibição em 3D.

As sessões acontecerão exclusivamente no dia 12 de dezembro em cinemas de todo o Brasil e a pré-venda de ingressos já está disponível. Os fãs do mundo mágico de Harry Potter terão a oportunidade de ver – ou rever – o início de todo o universo da magia em uma ação que será lembrada para sempre.

Nova série dos criadores de ‘Dark’ está deixando os assinantes da Netflix CONFUSOS; Confira as reações!

1899, produção de terror criada por Jantje FriseBaran bo Odar, responsáveis pela aclamada Dark, estreou na Netflix e já está dando o que falar.

A história acompanha um grupo de imigrantes europeus a bordo de um navio e em busca de uma nova vida em outro país.

No entanto, a jornada toma um rumo inesperado quando se deparam com um navio que havia desaparecido meses antes de sua viagem, e o que eles encontram a bordo transforma a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal.

Nas redes sociais, os assinantes que começaram a assistir já estão completamente imersos e confusos com a trama, que promete dar tantos nós na mente quando ‘Dark‘.

E os elogios vão desde à abertura psicodélica, à profundidade e imprevisibilidade do roteiro, ao clima de suspense e às atuações convincentes, elementos que prendem a atenção do público a todo momento.

Confira as reações:

Relembre o trailer:

A produção terá oito episódios e será multilíngue.

A história gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

Aneurin Barnard, Andreas Pietschmann, Miguel Bernardeau e Emily Beecham estrelam.

‘Ato Final’: Assista ao EXCLUSIVO e impactante trailer do filme sobre vítimas de relacionamentos abusivos

As personagens principais de ‘Ato Final‘ estão mortas. Para contar suas histórias, as atrizes Janine Correa, Sabrina Feu e Sara Nichio experimentam, no palco, as emoções de mulheres que vivem intimamente o risco do feminicídio.

Enquanto isso, um grupo de sobreviventes luta para amparar vítimas de relacionamentos abusivos. Juntas, elas gritam, porque o silêncio mata mulheres todos os dias.

Assista:

Norma das Graças Francisco, Camila Lopes da Costa, Liliene Rosa Pinheiro da Conceição, Cristiane Mendes e Marciane Pereira dos Santos contam suas histórias de sobrevivência diante da violência doméstica que sofreram e trazem ao público uma discussão cada vez mais urgente para a sociedade atual: o feminicídio. Dados do Mapa da Violência, do Atlas da Violência no Brasil e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que, nos últimos dez anos, os casos cresceram em 30%.

Ato Final‘ chega aos cinemas em 16 de novembro de 2023.

O longa-metragem participou do Selo Elas, em 2021, iniciativa da Elo Studios que fomenta longa-metragens dirigidos por mulheres como forma de colaborar com a equidade de gênero no setor.

Beetlejuice está de volta no trailer FINAL de ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’

A Warner Bros. Divulgou o trailer final de

Assista:

Eduardo Sterblitch vai dublar o Beetlejuice, personagem de Michael Keaton, em ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘.

Beetlejuice foi dublado no original pelo Nilton Valério, que nos deixou em 2007.

Confira o anúncio:

O filme ganhou classificação indicativa PG-13 nos EUA, ou seja, não recomendado para menores de 13 anos.

Em justificativa, a Motion Picture Association, órgão que regula a faixa etária das produções norte-americanas, aponta que o filme traz “conteúdo violento, imagens macabras e sangrentas, linguagem inadequada e material sugestivo em relação ao uso de drogas”.

Embora alguns desses elementos sejam encontrados no filme original, o longa de 1988 teve classificação livre, então não se sabe se o novo filme trará mais intensidade em relação ao motivo das restrições.

Anteriormente, o Cryptic HD QUALITY revelou que a sequência terá 1 hora e 44 minutos de duração.

O filme original de 1988 tinha 1 hora e 32 minutos.

O longa-metragem da Warner Bros. será exibido fora da competição do evento, no dia 28 de agosto, na Sala Grande.

Em uma declaração oficial, o diretor Tim Burton disse: “estou muito animado por isso. Significa muito para mim ter a estreia mundial deste filme no Festival de Veneza”.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 05 de setembro.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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Primeiras cenas de ‘Five Nights at Freddy’s 2’ serão reveladas HOJE na CinemaCon; Saiba o horário!

O produtor Jason Blum divulgou um novo teaser da aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, prometendo novidades envolvendo o terror para HOJE na CinemaCon.

O CinePOP está no evento e vai trazer a cobertura COMPLETA em tempo real pelo X, além de fazer vídeos no Instagram e YouTube revelando como foi o trailer CENA POR CENA!

O painel começa as 19h45 (horário de Brasília) e termina as 22h30. Assim que acabar, traremos os detalhes do conteúdo que foi divulgado.

Com estreia programada para o dia 4 de dezembro, a continuação contará com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Emma Tammi retornará à direção.

 

10 Filmes com contextos AMOROSOS conflitantes

Os caminhos para o amor nem sempre são estradas em linha reta, há conflitos, escolhas e situações que trazer um ar de maturidade para aqueles que conseguem entender que a vida é um grande aprendizado. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista de filmes intensos: 10 filmes com contextos amorosos conflitantes.

 

Wet Season

Na trama, acompanhamos Ling (Yeo Yann Yann) uma professora que ensina mandarim em uma escola na Singapura, onde sua matéria é considerada a menor das prioridades. Seu casamento está em dias muito ruins, com a provável infidelidade do marido nada presente. Seu cotidiano é muito afetado, pois, precisa cuidar do debilitado sogro que mora na sua casa marido sempre que chega em casa. Certo dia, começa a se aproximar de um aluno que tem os pais ausentes. Há de cara uma observação de uma interseção dentro da solidão que caminham suas vidas, mesmo com a faixa de idade sendo bastante acentuada entre os dois. Uma relação acontece de algumas formas e maneiras, e ambos precisam lidar com tudo que acontece em suas voltas.

 

A Garota Ocidental

Na trama, conhecemos a jovem Zahira (Lina El Arabi) uma imigrante paquistanesa que mora na França e está totalmente adaptada ao seu estilo de vida nessa cidade. Quando chega aos 18 anos e seu pai e mãe impõem um casamento arranjado, onde ela deve escolher entre três pretendentes, a jovem com bastante coragem se diz contrária a decisão e acaba provocando um grande abalo na família. O subtítulo do filme no Brasil, entre o coração e a tradição é exatamente o conflito que a protagonista percorre durante intensos 98 minutos de projeção.

 

Loving

Na trama, baseada em fatos reais e ambientado no final da década de 50 no Estado da Virgínia nos Estados Unidos, conhecemos o casal Mildred (Ruth Negga) e Richard (Joel Edgerton), dois seres humanos apaixonados que resolvem oficializar seu amor se casando quase que secretamente em uma cerimônia bem simples. Mas as autoridades do local onde vivem começam a persegui-los, pois, por serem um homem branco e uma mulher negra, naquela época o casamento entre eles, naquela cidade, era proibido. Assim, enfrentando todo um preconceito de uma região, eles irão enfrentar a todos sempre fortalecidos pelo maior de todos os sentimentos do mundo, o amor.

 

Suk Suk – Um Amor em Segredo

Na trama, conhecemos Pak (Tai-Bo), um taxista que passou as últimas duas décadas dirigindo 18 horas por dia para dar uma estrutura de vida aceitável para sua esposa e seus filhos. Certo dia encontra um homem por quem logo se apaixona, o aposentado Hoi (Ben Yuen), pai de família que criou o filho sozinho e hoje vive seus dias lutando pelos direitos aos homossexuais, ajudando os amigos e buscando uma relação melhor com o filho agora adulto e cada vez mais distante. Essas duas almas precisarão descobrir qual o tamanho e força dessa relação que se estabelece e principalmente que rumos gostariam de trilhar no futuro.

 

Sem Filhos

Na trama, conhecemos Fidel (Alfonso Dosal), um homem na casa dos trinta e poucos anos, divorciado que tem uma chamativa loja de instrumentos musicais no centro de uma cidade mexicana. Ele tem uma filha, Ari (Francesca Mercadante), por quem tem um imenso carinho. Certo dia, reaparece na sua vida uma conhecida de outros tempos, a fotógrafa Marina (Regina Blandón) por quem logo se apaixona. A questão é que Marina não gosta de crianças, assim Fidel precisará inventar uma história mirabolante para não perdê-la.

 

Ammonite

Na trama, ambientada em meados de 1800, conhecemos Mary Anning (Kate Winslet), uma cientista famosa mas pouco conhecida pessoalmente, uma caçadora de fósseis Descobridora de ossadas, ou melhor vestígios, como por exemplo de um Ictossauro que está em um museu famoso. Certo dia, um homem que nutre a mesma paixão pelos fósseis bate em sua porta e assim ela conhece a esposa do mesmo, Charlotte Murchison (Saoirse Ronan). Após uma situação complicada de resolver entre marido e mulher, Mary e Charlotte acabam passando um bom tempo juntas na mesma casa e assim nasce uma paixão.

 

Retrato de uma Jovem em Chamas

Na trama, conhecemos a jovem pintora Marianne (Noémie Merlant) que é contratada por uma mulher (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua filha Héloise (Adèle Haenel). Só que essa última não aceita o futuro casamento que já está entrelaçada com um homem em milão e assim, Marianne precisa disfarçar a princípio seus reais motivos do convívio diário durante algumas semanas com Héloise. Só que após muitas conversas, um interesse mútuo vira algo que transborda, transformando dramas em uma paixão arrebatadora.

 

Notre Dame

Na trama, conhecemos a arquiteta Maud (Valérie Donzelli), mãe de dois filhos no início da adolescência que é separada (ou não) do ex-marido, o faz nada Martial (Thomas Scimeca). Quando, de maneira bastante inusitada, acaba ganhando um concurso para renovação estética do pátio diante da catedral de Notre-Dame sua vida vira uma loucura maior ainda e precisará lidar com um gigante orçamento, as intervenções de seu chefe, o reaparecimento de um antigo amor do passado, uma gravidez inesperada e escolhas que precisarão serem tomadas.

 

Entre o Amor e a Paixão

Na trama somos apresentados a Margot e Lou, um casal muito simpático que enfrenta uma crise definida pela mesmice. O público é guiado para dentro desse relacionamento que logo fica exposto que há um tipo de solidão, tristeza que insiste em tomar conta do ambiente. Com a entrada de um novo vizinho na história, Margot não sabe o que fazer, se fica fiel ao marido que escreve livros sobre cozinhar frangos ou se entrega a uma paixão avassaladora.

 

A Walk on the Moon

Na trama, ambientada no verão do recheado ano de 1969 nos Estados Unidos, conhecemos Pearl (Diane Lane) e Marty (Liev Schreiber) um casal que vive seu cotidiano dentro da mesmice e que passa parte da estação mais quente do ano em uma espécie de retiro com outras famílias conhecidas. Ela é dona de casa enquanto ele conserta televisores para viver. Eles formam um belo casal, cheio de harmonia mas algo não está muito certo aos olhos de Pearl. Quando a protagonista conhece o caixeiro viajante, vendedor de blusas, Walker Jerome (Viggo Mortensen), desejos escondidos e uma vontade de imaginar e viver coisas diferentes da mesmice que vive ganham contornos dramáticos quando ela passa a ter um caso com Walker.

Crítica | Gênios do Crime

Baseado em Inacreditáveis Fatos Reais

Os fãs de cinema estão acostumados a ver biografias e histórias baseadas em acontecimentos reais. No entanto, comédias baseadas em fatos são um pouco mais raras. Se depender deste ano o segmento pode vir a se tornar um subgênero, já que 2016 nos brindou com dois exemplares na categoria: Cães de Guerra (War Dogs), com Miles Teller e Jonah Hill, que mesmo se tratando de uma comédia fez uso de contornos bem sérios e dramáticos; e agora chega este Gênios do Crime, que estreia neste fim de semana nos cinemas brasileiros e americanos.

A trama real, pra lá de absurda, relata um dos maiores roubos a banco na história dos EUA. A pegadinha está no fato dos autores que orquestraram tal roubo serem caipiras donos de pouca inteligência, vivendo no sul dos EUA, onde a história se passa. Gênios do Crime teve sua estreia adiada, com um lançamento original planejado na primeira metade do ano, fato que nunca significa boa coisa, mas o resultado surpreende por passar longe, bem longe, de um desastre completo.

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O talento cômico reunido para o filme chama atenção. No comando da obra, Jared Hess, mais conhecido por seus filmes de humor estranho e bem peculiar – vide Napoleon Dynamite (2004) e Nacho Libre (2006). O cineasta comanda o primeiro filme cuja autoria do roteiro não é sua. Esse, no entanto, é um tipo de humor mais corriqueiro e abrangente, pronto para atingir o maior número de pessoas, diferente dos trabalhos anteriores do diretor. Esta é a produção mais ambiciosa de Hess também, e a que possui um orçamento mais folgado.

Zach Galifianakis, mais conhecido como o Alan da trilogia Se Beber, Não Case (2009, 2011 e 2013), estrela como David Ghantt, um sujeito simples e  ingênuo, que trabalha como segurança de uma empresa transportadora de dinheiro. Galifanakis funciona muito bem neste tipo de personagem, construindo como só ele sabe mais uma figura exótica, que parece ter saído de outro planeta. Além de Galifianakis, Gênios do Crime é recheado de muitos nomes proeminentes do humor norte-americano atual. Temos, por exemplo, três das novas Caça-Fantasmas: Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones. Todas acertando bem suas notas, extraindo bastante comicidade de suas cenas e com muito mais a fazer do que no citado blockbuster do diretor Paul Feig.

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Completando o elenco principal, Owen Wilson interpreta o verdadeiro cabeça do crime, e Jason Sudeikis rouba alguns momentos como um matador de aluguel que desenvolve laços afetivos com sua vítima. Gênios do Crime atinge bem o alvo, resultando em uma comédia mais engraçada do que qualquer um esperaria. Avaliar comédias é difícil, sendo que a base principal é saber se o humor funciona ou não, e isto pode ser bem relativo.

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Aqui, é seguro dizer que funciona bem, e se você tiver paladar para a coisa, não irá se desapontar. Em entrevista, Galifianakis disse que conheceu o verdadeiro Ghantt e repetia constantemente para ele que estava interpretando uma versão mais burra sua. Como de tanta burrice e de erros comprometedores conseguiu se extrair um dos maiores desfalques de um país como os EUA, guarda por si só a maior das graças e ironia.

10 FRACASSOS do Cinema que se Transformaram em Ouro na Netflix

Podemos olhar o caso por dois ângulos. Por um lado, a Netflix é a plataforma de streaming ainda número 1 do mundo, tão popular que virou sinônimo de se ficar em casa relaxando – o bordão “Netflix and chill”. Assim, podemos imaginar que tudo o que a plataforma toque vira ouro, mesmo que certos produtos não sejam assim, digamos, de muita qualidade. Mas há ainda uma outra forma de ver o cenário geral. A cada década que se passa, uma nova geração é formada (ou talvez em menos tempo até). E essa é definitivamente a geração Netflix. Ou seja, crianças e adolescentes que já crescem em um mundo onde as plataformas de streaming, em especial a citada, são uma realidade e fazem parte do seu dia a dia. Do seu acesso a filmes, série e programas. Na minha época, se quiséssemos assistir a um filme tínhamos que ir até a locadora, ou esperar a exibição da TV aberta. Hoje todos simplesmente assistem. E isso inclui nós também, os adultos.

Seguindo esse raciocínio, é claro que gostamos quando qualquer filme recebe uma segunda ou até terceira chance de encontrar seu público. Muitas vezes acontece de assistirmos um filme no cinema, gostarmos muito, mas percebermos que ele não fez sucesso algum e foi logo varrido para debaixo do tapete. Na nossa época, ele ainda tinha chance de fazer sucesso em vídeo. Agora, ele tem a chance de encontrar sua audiência na Netflix e streamings afins. Nesta nova matéria resolvi separar mais um lote de dez filmes que passaram despercebidos pelos cinemas, ou fracassaram em sua estreia, mas que terminaram figurando no Top 10 dos mais assistidos na Netflix. Confira abaixo.

Leia também: Os Fracassos do Cinema que Viram ‘Ouro’ na Netflix

Projeto Gemini

Antes de ser “cancelado” após o surto de violência no último Oscar, o astro Will Smith já havia passado por maus bocados em sua carreira no que diz respeito ao resultado de alguns de seus filmes. Afinal, quem pode esquecer bombas como As Loucas Aventuras de James West, Depois da Terra, Esquadrão Suicida e Beleza Oculta? O mais recente fiasco de sua carreira atende pelo título Projeto Gemini. A ideia parecia boa, trazendo um Will Smith atual e calejado para duelar com um Will Smith jovem (através de um efeito visual impressionante) da época de Um Maluco no Pedaço. Na direção, o prestigiado Ang Lee. A crítica apedrejou o longa de 2019, tascando uma aprovação de 26%, e nas bilheterias, com um orçamento de US$138 milhões, o filme recuperou para a Paramount Pictures apenas US$48 milhões nos EUA, e US$173 milhões mundiais numa época pré-pandemia. Mas na Netflix, uma nova geração descobriu o filme e garantiu sua entrada no top 10 da plataforma.

Cópias – De Volta à Vida

Keanu Reeves foi redescoberto pelas novas gerações de fãs do cinema e foi abraçado por eles como o novo muso da internet. Tudo bem, isso já faz alguns anos. O ator parece realmente ser boa-praça, porém, isso não o impede de se envolver em alguns projetos bem duvidosos. Na primeira matéria que fiz sobre os fracassos que se tornam ouro na Netflix, tratei de incluir logo duas produções do muso Reeves. E o astro não passará ileso desta nova matéria. Cópias é uma ficção científica de 2018, aspirante a blockbuster, que morreu na praia em sua passagem pelos cinemas mundiais – com muitos sequer tomando conhecimento de sua existência. Justamente por isso, ao cair nas mãos da Netflix e figurar em seu top 10, chamou nossa atenção. Na história de Frankenstein moderno, Reeves interpreta um cientista obcecado em trazer de volta à vida, na forma de seres artificiais, sua família morta em um acidente de carro. Os críticos que assistiram riram do filme, com 11% de aprovação, e com um orçamento de US$30 milhões, Cópias fez menos de US$10 milhões nas bilheterias mundiais.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Essa superprodução da Universal Pictures de 2016 era para ser o representante de um bom filme baseado num vídeo game. Bem, não foi bem assim. Uma mitologia enorme que é motivo de grande culto por parte dos fãs, os games Warcraft eram tidos como “intransponíveis” para o cinema. Mesmo assim o diretor talentoso Duncan Jones, filho de David Bowie, topou o desafio. E repito mais uma vez que a qualidade das produções aqui não tem nada a ver com seu sucesso de crítica ou público. Às vezes, como é o caso com este filme, a venda é simplesmente muito difícil. A investida foi no estilo de O Senhor dos Anéis, mas em 2016 o hype de uma aventura medieval neste formato talvez já tivesse se esvaído. Com a crítica, Warcraft foi bem mal, com 28% de aprovação. E nas bilheterias a coisa não melhorou muito, já que com um orçamento de US$160 milhões, fez apenas US$47 milhões nos EUA, e de forma mundial melhorou um pouco com US$439 milhões em caixa. Mas na Netflix, o filme conseguiu figurar no top 10 dos mais vistos.

Nunca Mais

Agora voltamos um pouco mais no tempo. Vinte anos no passado para ser mais preciso, para o ano de 2002. É curioso, mas este thriller dramático estrelado pela musa Jennifer Lopez voltou a ser “manchete” ao adentrar o top 10 da Netflix. Quem sabe devido à nova popularidade da cantora latina em seu relacionamento de contos de fada com o ex, Ben Affleck. A trama aqui é uma espécie de “o que aconteceria se em Dormindo com o Inimigo, Julia Roberts resolvesse revidar as pancadas no marido”. Lançado quase dez anos depois do filme citado, a proposta aqui era mostrar que a mulher vítima de abuso doméstico não precisa aguentar calada. É o que faz a personagem principal, que, cansada de apanhar do marido, resolve aprender a luta marcial krav maga e surrá-lo também. Soa perigoso e insano? Sim. E talvez por isso os críticos o tenham recebido com 22% de aprovação. Nas bilheterias, o filme da Sony (Columbia) quase não conseguiu se pagar, e com um orçamento de US$38 milhões, arrecadou US$40 milhões nos EUA, e US$51 milhões totais ao redor do mundo.

A Cura

Que filme é esse, você pergunta? Sim, é verdade, a estadia deste terror foi tão rápida nos cinemas no início de 2017 que a maioria sequer o notou. Mas não importa, pois na Netflix o longa (e bota longa nisso, já que possui 2h 26 minutos de projeção) ganhou sobrevida na Netflix adentrando seu top 10 dos mais vistos. Não pense você, no entanto, que esta é uma produção B qualquer. Com o nome da 20th Century Fox produzindo, o filme marcou o retorno de Gore Verbinski (do ótimo remake americano de O Chamado) ao gênero que o consagrou. O resultado, porém, não foi exatamente o planejado por todos. Muito estiloso em sua forma visual, a história mostra um jovem (Dane DeHaan) se aventurando em descobrir o paradeiro de um colega de trabalho que desapareceu num misterioso spa de bem-estar nos Alpes Suíços. O local, é claro, guarda segredos escabrosos. A Cura custou US$40 milhões e fez apenas US$8 milhões nos EUA, e US$26 milhões mundiais em bilheteria. Já com a crítica, A Cura recebeu 42% de aprovação.

O Justiceiro

A Marvel hoje é a maior potência do cinema, considerada irretocável por muitos fãs. Porém, ao voltarmos para o início de sua ascensão, enquanto ainda tinha muitas de suas propriedades espalhadas por outros estúdios, iremos perceber o quanto foi longo o caminho do estúdio para chegar onde chegou. Um dos primeiros passos foi com este O Justiceiro, uma versão em grande escala do anti-herói de seu universo, cuja narrativa não utiliza nenhum elemento fantástico e cujo tema é considerado muito pesado e deprimente até mesmo pelos fãs. Basicamente a história é a seguinte: o policial Frank Castle (Thomas Jane) tem a família assassinada por mafiosos. Deixado para morrer, ele finge sua morte e ressurge como um justiceiro violentíssimo, eliminando não apenas os que o fizeram mal, mas todo criminoso que cruza seu caminho. O personagem já havia ganhado um longa com ares de filme B em 1989, protagonizado por Dolph Lundgren. Mas seguindo o rastro de X-Men (2000), Homem-Aranha (2002) e HULK (2003), era a vez do Justiceiro estrelar um blockbuster em 2004. Com John Travolta como chamariz no elenco no papel do vilão, o filme naufragou e no Brasil não chegou nem a passar nos cinemas. Com um orçamento de US$33 milhões, o filme viu o mesmo valor em bilheteria nos EUA, e ao redor do mundo um pouco mais com US$54 milhões. A crítica também não gostou, com 29% de aprovação.

Os Mortos Não Morrem

Esse filme parecia não ter como errar. Isso porque fazia a junção de dois elementos que prometiam agradar a gregos e troianos. Os zumbis são as criaturas monstruosas mais populares da cultura pop hoje e continuam a dar frutos. Tudo quanto é tipo de história segue sendo contada envolvendo os comedores de carne humana em realidades apocalípticas. Se pegarmos essa temática e adicionarmos o estilo do diretor indie Jim Jarmusch, extremamente cultuado pelos cinéfilos amantes de “filmes de arte”, o resultado só poderia ser puro ouro. Bem, era o que se esperava. O resultado de Os Mortos Não Morrem, no entanto, foi bem outro. Tido como uma comédia, o filme comete o maior dos pecados do gênero: simplesmente não tem graça. O timing do humor está completamente desligado e as tentativas de humor caem por terra toda vez. Na descrição também temos o terror, mas o filme tampouco dá medo. Com um elenco de peso, de nomes como Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton, Os Mortos Não Morrem é uma experiência apática para sua audiência. Por isso, recebeu 54% de aprovação dos críticos e embora seu orçamento não seja divulgado, fez em bilheteria nos EUA US$6 milhões e US$15 milhões mundiais. Mas na Netflix talvez tenha recuperado um pouco de seu prestígio.

Pequena Grande Vida

Um dos filmes mais “What the Fuck?” de anos recentes, este longa estrelado por Matt Damon está completando 5 anos de seu lançamento em 2022. De fato, essa foi a expressão que usei para defini-lo quando o assisti em primeira mão direto do festival de Toronto. O filme do geralmente eficiente Alexander Payne dá uma verdadeira volta ao mundo, seguindo por todos os lados sem muito foco em suas arrastadíssimas 2h 15 minutos de duração – que parecem intermináveis. Na trama, o personagem de Damon passa por um experimento e diminui fisicamente de tamanho, a fim de cortar um pouco suas despesas. Sua esposa, por outro lado, desiste do combinado e o abandona na hora H. O drama não funciona e nem a comédia, e por isso Pequena Grande Vida recebeu apenas 47% de aprovação dos críticos. A Paramount investiu US$68 milhões no filme, mas viu retorno apenas de US$24 milhões nos EUA, e US$55 milhões mundiais. Já na Netflix… bem, você já sabe.

O Último Caçador de Bruxas

Sabe aquela história de ator de um papel só? Ou ator que só funciona em um filme ou franquia? Pois bem, essa é a história que resume o astro Vin Diesel. Ele até que tenta, e investe em outros tipos de personagens dentro de sua alçada, sempre esperando tirar da manga uma nova franquia para chamar de sua. Mas o fato é: ele só dá certo dentro do universo de Velozes e Furiosos. O mais curioso é que de começo, Diesel não queria ficar preso ao papel de Dom Toretto e disse não para a primeira continuação de Velozes e Furiosos, retornando somente para um ponta no terceiro. A esta altura, o ator já havia entendido que seu lugar era como Toretto na franquia, e a partir do quarto filme, em 2009, não se separariam mais. Voltando para 2015, Diesel, que é um aficionado por fantasia e ficção, resolveu estrelar um pseudo filme de terror, no papel de um caçador de bruxas milenar, vivendo através dos tempos como um Highlander para cumprir sua missão. De quebra o ator ainda teve a oportunidade de contracenar com o grande Michael Caine. A superprodução fez uso de US$90 milhões de orçamento e viu de retorno fraquíssimos US$27 milhões em bilheteria nos EUA – sorte que internacionalmente fez mais US$119 milhões. Com os críticos não houve salvação, com 18% de aprovação.

Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Outro filme que está completando cinco anos de seu lançamento é a comédia escrachada nacional, escrita, produzida e estrelada pelo humorista Danilo Gentili. O comediante e ator já havia estado na “boca do sapo” na época do lançamento do filme nos cinemas, e agora o longa voltou a se envolver em polêmica cinco anos depois de sua estreia, ao adentrar no acervo da Netflix. Para o streaming, qualquer publicidade é boa publicidade e a controvérsia acerca do filme o colocou no top 10 dos mais vistos e comentados. É o famoso tiro no pé de quem é a favor de boicotar ou censurar a arte – sendo que a melhor punição para algo que não gostamos é o esquecimento. Assim como a rede Globo e o STF, Danilo Gentili parece não ter como ganhar no meio desta polarização política que o mundo se vê. Devido ao posicionamento político do humorista, mais voltado para a direita, e também pelo teor politicamente incorreto do longa, o filme foi atacado em sua estreia nos cinemas por jornalistas de ideologia voltada a esquerda. Agora, na Netflix, o boicote veio por parte dos apoiadores do governo, ou seja, da própria direita bolsonarista, em especial devido a uma cena envolvendo a participação de Fábio Porchat e a alusão ao abuso de menores.

‘Objetos Cortantes’: Minissérie da HBO com Amy Adams ganha cartaz

A aguardada série ‘Sharp Objects‘ (‘Objetos Cortantes’), estrelada por Amy Adams, ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

O primeiro dos oito episódios da minissérie estreia em 8 de julho na HBO.

Confira o trailer:

Estrelada pela atriz cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams (Retratos de Família, Dúvida, O Vencedor, O Mestre e Trapaça), a produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.

As primeiras imagens do programa já foram divulgadas:

Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.

Objetos Cortantes é criação de Marti Noxon, produtora de Buffy – A Caça-Vampiros. Produzindo o programa estão Jason Blum, rei do terror atual e cabeça da Blumhouse, o cineasta Jean-Marc Vallée (Big Little Lies), Gillian Flynn, Marti Noxon e a própria Amy Adams.

No elenco, Patricia Clarkson (Ilha do Medo), Lulu Wilson (Annabelle 2) e Sophia Lillis (It: A Coisa) – para quem queria ver Adams interpretando Lillis mais velha no filme do palhaço Pennywise, este talvez seja o prêmio de consolação.

‘Pantera Negra’ e ‘Green Book’ são eleitos os Melhores Filmes do ano pelo National Board of Review

Green Book: O Guia, estrelado por Viggo Mortensen (‘O Senhor dos Anéis‘) e Mahershala Ali (‘Moonlight‘), foi o grande vencedor do prêmio do National Board of Review.

O NBR elege os melhores filmes do ano desde 1930, e é um dos principais termômetros para o Oscar.

Crítica | Green Book: O Guia – Emocionante ‘road trip’ digna de Oscar! 

Além disso, os críticos elegeram os 10 Melhores Filmes do Ano, que contaram com a presenta do blockbuster ‘Pantera Negra‘.

Confira os vencedores de 2018:

The Ballad of Buster Scruggs
Pantera Negra
Poderia Me Perdoar?
Eighth Grade
First Reformed
Se a Rua Beale Falasse 
O Retorno de Mary Poppins
Um Lugar Silencioso
Pomegranate
Nasce uma Estrela