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‘Wrecked’: BBC está desenvolvimento série de terror em um navio com ‘mortes brutais’

De acordo com o Variety, a BBC Three deu sinal verde para a série de terror cômica ‘Wrecked‘, que contará com seis episódios.

Ryan J. Brown será responsável pelo roteiro.

“A trama será ambientada em um navio cruzeiro e seguirá o novo recruta Jamie, um jovem de 19 anos que se junta à tripulação para procurar pela sua irmã desaparecida. Ela estava trabalhando a bordo do mesmo navio em uma viagem anterior e nunca voltou para casa. Jamie é iniciado na vida de cruzeiro e tem um curso intensivo sobre os grupos de adolescentes dentro da equipe que festejam muito e permanecem alheios aos assassinatos sangrentos que acontecem a bordo. Jamie é forçado a virar detetive e descobrir a verdade sinistra.”

“Nessa série, as mortes serão brutais, as risadas serão altas e os momentos emotivos serão reais,” declara o roteirista Brown. “Eu queria criar algo no mesmo estilo de ‘Pânico’, com a atmosfera de ‘O Iluminado’ e a mitologia de ‘O Segredo da Cabana’. No final das contas, ‘Wrecked’ é uma história de amadurecimento sobre um jovem gay e perdido que embarca em uma jornada de paranoia e autodescoberta.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

EXCLUSIVO! Assista ao trailer DUBLADO de ‘Rogai Por Nós’, terror produzido por Sam Raimi

O CinePOP traz, com EXCLUSIVIDADE, o trailer dublado do terror ‘Rogai Por Nós‘ (The Unholy).

Produzido por Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’), o filme tem estreia prevista nos cinemas nacionais para o dia 20 de maio.

Confira, com o cartaz nacional:

Rogai Por Nós‘ acompanha Alice, uma jovem com deficiência auditiva que, depois de uma suposta visitação da Virgem Maria, consegue, inexplicavelmente, ouvir e curar pessoas. Conforme a história se torna conhecida e mais fiéis viajam para testemunhar seus milagres, um jornalista decadente (Jeffrey Dean Morgan), esperando reviver sua carreira, visita a pequena cidade de New England para investigar. Quando eventos aterrorizantes começam a acontecer, ele passa a questionar se esses fenômenos são obras da Virgem Maria ou de algo sinistro.

Evan Spiliotopoulos, responsável pelo roteiro do live-action de ‘A Bela e a Fera‘, assina e dirige o longa-metragem.

O elenco conta com Jeffrey Dean Morgan, Katie Aselton, William Sadler, Cricket Brown, Diogo Morgado e Cary Elwes.

A trama é baseada no livro Shrine, escrito por James Herbert, e publicado em 1983.

‘Círculo de Fogo: The Black’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Círculo de Fogo: The Black‘, baseada no longa homônimo de Guillermo del Toro, para a 2ª temporada.

“Ainda não há acabou, há muito mais pela frente…”

A série foi criada por Craig Kyle (‘Thor: Ragnarok’) e Greg Johnson (‘X-Men: Evolution’).

“Há muito tempo atrás, a humanidade derrotou o Kaiju. Agora, eles estão evacuando a Austrália. Em 2021, una-se a um de irmãos e seu surrado e abandonado Jaegar, à medida em que eles batalham ao redor de um continente de perigo em Pacific Rim: The Black”. 

Jensen Ackles, de ‘Supernatural’, dublará o Batman em novo filme animado

De acordo com o THR, Jensen Ackles (‘Supernatural’) dublará o icônico Bruce Wayne/Batman no filme animado ‘Batman: The Long Halloween‘, que será dividido em duas partes.

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

A produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Na trama…

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’) será responsável pela direção.

The Long Halloween: Part One‘ será lançado durante o versão norte-americano de 2021. Já a segunda parte irá estrear apenas no final do ano.

‘Demonic’: Novo terror do diretor de ‘Distrito 9’ ganha data de estreia

Finalmente foi anunciado quando o novo terror do diretor Neill Blomkamp (‘Distrito 9’ e ‘Elysium’), intitulado ‘Demonic‘, irá estrear.

Nos EUA, a IFC Midnight lançará o filme no dia 20 de agosto.

Na trama, uma jovem liberta demônios aterrorizantes quando forças sobrenaturais nascidas de uma rixa de décadas entre mãe e filha são implacavelmente reveladas.

O elenco contará com Carly Pope (‘Elysium’), Chris William Martin (‘The Vampire Diaries’) e Michael Rogers (‘Siren’).

O longa foi filmado em segredo durante o período de quarentena na Colúmbia Britânica, durante o verão norte-americano.

Esse será o primeiro filme do Blomkamp desde ‘Chappie‘, lançado em 2015. Recentemente, o cineasta tem dirigido curtas-metragens como ‘Rakka‘, ‘Firebase‘ e ‘Zygote‘.

‘O Homem nas Trevas 2’: Stephen Lang revela como se preparou para a sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Stephen Lang (‘Avatar’) revelou como se preparou para retornar ao seu papel na sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘.

“Durante o primeiro filme, eu apenas me joguei, porque o que eu sabia? Eu fiz da melhor forma que eu podia. Eu fui entendendo durante as filmagens. E eu pude ir além nesse segundo filme. Dessa vez, eu senti que tive tempo suficiente para realmente me preparar. Eu tive apenas um mês para me preparar para o primeiro filme, mas funcionou. Funcionou muito bem.”

Ele continua, “Mas, com a sequência, eu me senti na obrigação de realmente me aprofundar especificamente na cegueira do personagem, porque eu tive tempo para fazê-lo. Eu entrei em contato com uma organização incrível, Associação de Cegos do Nordeste, localizada em Albany. Eu comecei a trabalhar com o seu diretor para orientação e movimento. O roteiro do segundo filme é… muito diferente. Eu precisava fazer essa preparação. Quando você está trabalhando na mecânica de uma função, é tangível. Eu realmente gostei de me preparar para este papel. Eu me tornei o Homem Cego novamente, mas com total confiança dessa vez.”

O longa será lançado nos cinemas no dia 13 de agosto de 2021.

Confira a sinopse:

A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

‘Mare of Easttown’: Suspense estrelado por Kate Winslet ganha pôster oficial; Confira!

HBO divulgou o cartaz oficial da minissérie ‘Mare of Easttown‘, estrelada pela vencedora do Oscar Kate Winslet.

Confira, junto ao trailer legendado:

No Brasil, a produção estreia em 18 de abril.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Spirit – O Indomável’ é uma emocionante história sobre identidade, revela a diretora; Assista ao trailer!

A nova animação da DreamWorks, ‘Spirit – O Indomável‘, promete emocionar os amantes da popular e longeva franquia, trazendo uma história sobre a busca pela identidade pela conexão cultural de uma jovem garota de origem latina – que ainda lida com a delicada perda da sua mãe.

E a produção, dirigida por Elaine Bogan, produzida por Karen Foster e co-dirigida pelo brasileiro Ennio Torresan, possui um valor todo especial para a cineasta. Durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, ela compartilhou à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes sobre como sua própria trajetória inspirou a cativante trama de Lucky:

“Eu cresci e estudei no Canadá e sair de lá e me mudar para Los Angeles, para me tornar uma artista de storyboard em um grande estúdio, se tornou algo gigantesco. Isso foi um enorme compromisso emocional e uma grande parte de uma enorme mudança na minha vida. E todas as vezes que eu tive dificuldades aqui, sempre me ajudou muito me lembrar de onde eu vim e quem eu sou, por conta da minha mãe e do meu pai e eu acho que isso é uma grande parte da história. Essa é também uma grande jornada para a Lucky”.

Confira o trailer NACIONAL de ‘Spirit’:

A animação, que também pertence à Universal Pictures, possui uma conexão muito particular o co-diretor Enio Torresan.

Animador da DreamWorks há quase 20 anos, o artista brasileiro reside em Los Angeles e refletiu sobre como a busca da protagonista Lucky por conexão e identidade está intimamente relacionada à sua trajetória como um imigrante – que junto à sua esposa, cria os seus filhos em meio à uma cultura bem distinta.

“Eu me identifico com o filme de uma forma muita íntima e pessoal, é mais um elemento da história que me atraiu tanto a ela. A gente fala português aqui em casa e a minha esposa é brasileira. Além disso, eu tenho um background italiano, então a gente está colocando os nossos filhos para aprender italiano, pois não queremos perder essa riqueza cultural que temos.

E é isso que acontece com a Lucky, quando ela volta e descobre que é outra pessoa. E as pessoas reconhecem a sua mãe nas feições dela. Isso transforma essa menina de uma forma total. E o mais incrível é que a gente tentou descobrir que são esses personagens, baseado no primeiro episódio da série da Netflix. Como eles pensam, suas identidades… Então fomos a fundo nos personagens e em suas motivações”.

‘Spirit – O Indomável’ conta com um elenco estelar de dubladores, composto por Julianne Moore, Jake Gyllenhaal, Isabela Merced, Eiza González e Mckenna Grace.

Milagro Navarro (Eiza González, center) and other horseback riders and their horses in DreamWorks Animation’s Spirit Untamed, directed by Elaine Bogan.

Confira a sinopse oficial do filme:

Quando um tratador de cavalos sem coração (indicado ao Emmy, Walton Goggins, por ‘Justified‘) e sua equipe planejam capturar Spirit e sua manada e leiloá-los para uma vida de cativeiro e trabalho duro, Lucky convoca seus novos amigos e corajosamente embarca na aventura de uma vida inteira para resgatar o cavalo que deu a ela liberdade e um senso de propósito e ajudou Lucky a descobrir uma conexão com o legado de sua mãe e sua herança mexicana que ela nunca esperava.

Spirit: O Indomável é o próximo capítulo da amada franquia da DreamWorks Animation, que começou com o filme indicado ao Oscar, Spirit: O Corcel Indomável, e inclui uma série de TV ganhadora do Emmy.

A trilha sonora do filme é da compositora Amie Doherty (‘Undone‘, da Amazon, e ‘Marooned‘, da DreamWorks Animation).

Spirit -O Indomável‘ estreia nos cinemas no dia 10 de junho.

‘M.O.D.O.K.’: Criador da série divulga títulos oficiais da 1ª temporada; Confira!

O criador e showrunner Jordan Blum divulgou através do Twitter os títulos oficiais da 1ª temporada de ‘M.O.D.O.K.’, série stop-motion produzida entre o Hulu e a Marvel Television.

Confira:

Episódios:

  • 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.”
  • 01×02: “The M.O.D.O.K. that Time Forgot”
  • 01×03: “Beware from What Portal Comes!”
  • 01×04: “If Saturday Be… For the Boys!”
  • 01×05: “If Bureaucracy Be Thy Death!”
  • 01×06: “Tales from the Great Bar-Mitzvah War!”
  • 01×07: “This Man… This Makeover!”
  • 01×08: “O, Were Blood Thicker Than Robot Juice!”
  • 01×09: “What Menace Doth the Mailman Deliver”
  • 01×10: “Days of Future M.O.D.O.K.s”

A série tem estreia marcada para o dia 21 de maio.

Confira a sinopse dos dois primeiros capítulos:

Episódio 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.” (escrito por Jordan Blum & Patton Oswalt; dirigido por Eric Towner & Alex Kramer) – O supervilão M.O.D.O.K. leva sua organização do mal, a A.I.M., à ruína, e é forçado a vendê-lo para a companhia de tecnologia GRUMBL. À medida que o megalomaníaco vilão luta para reconquistar controle de sua criação, ele arrisca perder algo ainda mais importante… Sua família!

Episódio 01×02: “The M.O.D.O.K. That Time Forgot” (escrito por Geoff Barbanell Itai Grunfeld; dirigido por Eric TownerAlex Kramer) – Em uma tentativa para reconquistar sua esposa, Jodie, M.O.D.O.K. a leva em uma viagem através do tempo para um concerto da banda Third Eye Blind que perderam anos atrás. Eles são atacados por um colega de M.O.D.O.K., que rouba a máquina do tempo e os prende no passado.

Leia a sinopse completa abaixo:

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

 

‘Clube da Luta’ e ‘Matrix’ completam 22 anos – O Revolucionário fim dos anos 90 no Cinema

O Final da década de 90 possuiu um clima muito próprio que influenciou o cinema, especialmente por  dois filmes

É interessante constatar como cada década do século XX possuiu um clima bastante próprio, moldado principalmente por acontecimentos de naturezas diversas em sua época. Consequentemente o cinema (normalmente representado por Hollywood, mas não descartando os movimentos na França, Alemanha, Rússia etc) absorveu muito desses momentos pontuais ou duradouros, e isso é perceptível pelos filmes lançados em cada período, constantemente mudando seus tons narrativos e visuais para se adequar às novas tendências (os movimentos cinematográficos são justamente isso).

E os anos 90 não foram exceção. Essa década foi bastante diversa em alguns aspectos; no início o mundo assistiu ao fim formal da União Soviética e do modelo internacional bipolar vigente. Durante sua metade ocorreu a formalização da internet e um maior acesso a computadores domésticos. E em seu final, o medo da virada do milênio. Esse episódio em específico foi uma onda genuína de, senão medo, ansiedade e curiosidade sobre o que poderia ocorrer.

Publicado em 1999, o artigo The Turn of the Millennium, assinado pela dupla Robert Cohen e Diana Turk, pontua o medo presente relacionado a uma pane tecnológica geral. “Imerso em um boom econômico guiado pela internet, os americanos temiam o que lhes poderia ocorrer nos primeiros quinze minutos do novo milênio se o problema Y2K (bug do milênio) afetasse seus computadores…”.

Muito dela motivado pela desconfiança sobre a rede global de internet e como ela estava remodelando rapidamente o sistema de relações entre países. O que poderia acontecer na virada do milênio? Alguma pane geral poderia desestabilizá-las? Sem dúvidas o grande filme do período a se debruçar sobre uma possível ameaça tecnológica ligada a esse momento foi Matrix.

Matrix é o exemplo mais conhecido de filmes em fins dos anos 90

Prestes a ingressar no catálogo da Netflix referente a novembro, a obra máxima das irmãs Wachowski se destacou por abordar o questionamento sobre até onde a realidade do final do século é, de fato, real. Junto a isso o filme dá continuidade ao medo que rondava a tecnologia, evocando um tema que já havia sido trabalhado no passado (Exterminador do Futuro e 2001 – Uma Odisseia no Espaço por exemplo).

No artigo The Matrix at 20 – How this hightech classic hacked Holywood de Al Horner para a revista Little White Lies é dito que a abordagem do filme furou as barreiras da ficção e chegou ao mundo real. “A linguagem de Matrix tem feito parte de nossas discussões políticas também. Entre ativistas de direitos humanos e extremistas de direita, o termo ‘pílula azul’… é usado como abreviação para pessoas que negam a existência de uma conspiração gigantesca mundo a fora”.

O fenômeno reflexivo do final de década, porém, não se limitou à ficção científica. Em 1999 o diretor David Fincher lançou Clube da Luta, uma obra que se tornaria bastante diferenciada por tecer comentários muito críticos sobre o consumismo na sociedade e como as pessoas pautam muito de suas vidas de forma direcionada a sanar essa “fome”. Para tanto ele utiliza como ferramenta narrativa a dupla principal de personagens trabalhados por Edward Norton e Brad Pitt de modo que tamanha é a diferença deles em tantos campos que fique bastante evidente o choque entre essas duas realidades.

Obra de David Fincher é famosa não só pelos rumos que a trama tomou mas pela forte mensagem social

Tanto o filme de Fincher quanto sua inspiração, o livro de Chuck Palahniuk, são atribuídos como frutos do pensamento da corrente Situacionista. Essa ideologia surgiu por meio do grupo Internacional Situacionista e tinha como membro mais proeminente o escritor marxista Guy Debord. Para eles a sociedade de consumo havia criado uma sociedade do espetáculo e que por sua vez anestesiou todo o grupo social por completo. Sendo assim a sociedade se tornou tão imersa em consumo e propaganda que acabou se mantendo apática de seus problemas e incapaz de resolvê-los.

Essa linha de pensamento acaba se conectando com o início do filme, no qual a montagem de cenas em velocidade acelerada mostra o protagonista completamente anestesiado por toda a propaganda diária que recebe e a necessidade de sempre comprar mais e se manter assim em um emprego que não lhe agrada; isso também se evidencia pela narração do mesmo.

Tanto Matrix como Clube da Luta souberam captar o espírito do tempo em que viveram. O final da década de 90 foi, na mais simples das palavras, “mudança”; de forma ininterrupta e intensa. Bastante de acordo com o século a que pertenceu. Seja pelo medo das possibilidades da tecnologia ou da insatisfação com o modelo econômicosocial vigente, o final dos anos 90 foi para se sentir e os filmes contemporâneos, em sua maioria, entenderam isso.

‘Resident Evil’: Reboot vai deixar os fãs dos jogos muito felizes, revela astro

O vindouro Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ promete trazer uma nova perspectiva à icônica franquia pós-apocalíptica e, segundo Tom Hopper, que dará vida à nova versão de Albert Wesker, a abordagem irá agradar bastante aos fãs do games originais.

“Creio que os fãs dos jogos ficarão felizes, mas, ao mesmo tempo, acho que devem reconhecer que queremos fazer desses personagens algo real e pé no chão ao máximo”, ele comentou em entrevista ao Collider“Sinto como se o Wesker nos jogos obviamente tem aquela ideia do Agente Smith de ‘Matrix’. Eu queria que ele fosse mais tridimensional que aquilo, e tivesse uma veia moral. Não é seco e calculista como nos jogos. Há um elemento de origem a Wesker nisso, o que ele foi antes que o transformou no que vemos nos games”.

O filme será lançado nos cinemas brasileiros em 02 de setembro deste ano e irá adaptar a histórias dos dois primeiros jogos.

Assim como no jogo original, ‘Bem-vindo A Raccoon City‘ acontecerá no ano de 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City estarão no filme.

O elenco contará com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Robbie Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.  

Ele roteirizou o reboot ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘The Handmaid’s Tale’: Elisabeth Moss estampa o cartaz oficial da 4ª temporada; Confira!

Depois de divulgar o novo trailer, o Hulu compartilhou em seu Twitter oficial o incrível cartaz da 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 28 de abril.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a sua 5ª temporada.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘Solo: Uma História Star Wars’: Erin Kellyman diz que adoraria reprisar seu papel como Enfys Nest

Erin Kellyman fez sua estreia nas telonas como a rebelde Enfys Nest em ‘Solo: Uma História Star Wars’, e teve bastante destaque na trama o liderar um grupo de insurgentes contra o império.

Infelizmente, o longa foi muito mal avaliado tanto pela crítics qunto pelo público, o que acabou com as chances de possíveis sequências.

Mesmo assim, Kellyman disse ao Screen Rant que adoraria reprisar o papel no futuro.

“Não sei se isso [uma sequência] vai acontecer, mas eu adoraria reprisar meu papel, caso aconteça. Até agora não fiquei sabendo de nada. Se o pessoal da Disney me ligasse perguntando se eu toparia, eu estaria 100% disposta. Interpretar Enfys foi muito desafiador para mim e tenho um enorme carinho por ela, foi uma experiência muito divertida.”

Vale lembrar que a Disney e a Lucasfilm estão desenvolvendo uma série ambientada durante a juventude Lando Calrissian, vivido por Donald Glover emSolo‘.

Esta seria uma ótima oportunidade de resgatar a personagem de Kellyman na franquia.

Enquanto isso, vale lembrar que ela está no elenco de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ como Karli Morgenthau, líder dos apátridas, uma organização terrorista que busca unificar o mundo sob um único governo.

Em seu perfil do Instagram, Kellyman publicou uma imagem dos bastidores em que eles aparecem bastante descontraídos.

Fazendo todos os tipos de caretas, o elenco demonstra bastante simpatia, desconstruindo suas imagens como vilões.

Confira:

“Conheça os apátridas”, escreveu Kellyman.

 
 
 
 
 
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Até o momento, ainda não foi revelado qual é o objetivos dos apátridas depois de unificarem o planeta, então só nos resta acompanhar o desenvolvimento da trama. 

Lembrando que o terceiro episódio da série será lançado em 02 de abril, na Disney+.

Confira o trailer e a sinopse da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Do Pior ao Melhor | Ganhadores do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro do Século XXI

Com o sucesso de crítica de Druk – Mais uma Rodada tanto no exterior quanto no Brasil, a tragicomédia de Thomas Vinterberg (A Caça) já é o favorito ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2021. Vale ressaltar que o filme também ganhou uma indicação na categoria Melhor Diretor, logo os filmes internacionais com outras nomeações acabam por apresentar maior favoritismo. Com exceção de alguns casos, como O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001), o qual ganhou cinco indicações, saindo sem nada, mas tornou-se mais famoso que todos os ganhadores do prêmio nesta seção.

Leia também: Quais filmes indicados ao OSCAR 2021 já estão disponíveis na Netflix e Amazon Prime

De modo que a categoria de filme estrangeiro é uma abertura de portas para o cinema além Hollywood, o CinePOP realiza este ranking do pior ao melhor das produções cinematográficas que conseguiram conquistar os membros da academia. O nosso termômetro será a nota dos usuários do IMDB, um dos maiores agregadores de opinião cinematográfica do mundo. O critério de desempate é o maior número de votantes em cada título. 

Fica o desafio: você já viu todos esses 20 filmes?

20. Uma Mulher Fantástica | 2018 (Chile) – 7.2 (23 K)

Querido entre a crítica, a obra de Sebastián Lelio – responsável por Desobediência (2017) e Glória Bell (2018) – abre a nossa lista na última posição. Sutil e terno, o enredo segue a trajetória de Marina Vidal (Daniela Vega). Uma mulher transgênero e aspirante a cantora na casa dos vinte anos em Santiago, Chile. Após o falecimento do seu amante, bem mais velho, Marina sente sozinha para lidar com suas dores e as consequências dessa morte repentina, além da ex-mulher e o filho adulto do finado.

19. Infância Roubada | 2006 (África do Sul) – 7.2 (27,7 K)

Por quatro mil votos a mais que o filme chileno, a produção sul africana conquistou a penúltima colocação. A trama acompanha um bandido sul-africano chamado Tsotsi (Presley Chweneyagae). Ele vive sob um código de violência da sua gangue que ronda, dia e noite, as ruas de Joanesburgo. Depois de atirar casualmente em uma mulher e roubar seu carro, ele descobre um bebê no banco de trás. Em vez de prejudicar o pequeno indefeso, ele o leva para casa e cuida dele. Desse modo, a criança atua como um catalisador para o bandido endurecido recuperar sua humanidade.

18. Ida | 2015 (Polônia) – 7.4

Com atuação e fotografia esplêndidas, Ida é um reencontro do diretor Pawel Pawlikowski, responsável por Guerra Fria (2018), com suas raízes. Em 1962, Anna (Agata Trzebuchowska) estava prestes a fazer votos como freira quando descobre a existência de uma tia de sua origem judia, Wanda (Agata Kulesza). Ambas as mulheres embarcam em uma jornada para descobrir a história da família e seu local de pertencimento. Após este filme a jornalista Agata Trzebuchowska compartilhou o desejo de nunca mais trabalhar como atriz, uma pena.

17. Lugar Nenhum na África | 2003 (Alemanha) – 7.5 (12,5 K)

Considerado pela crítica como um épico visualmente deslumbrante e com personagens cativantes, o filme alemão impressiona pela beleza estética e o conflito dos seus personagens. Após a ameaça representada por Hitler, o advogado judeu Walter Redlich (Merab Ninidze) se muda com sua esposa Jettel (Juliane Köhler) e sua filha Regina (Lea Kurka) para uma fazenda no Quênia. As coisas pioram quando a família é obrigada a mudar-se novamente, desta vez para Nairóbi por ordem das autoridades britânicas. Desanimado, Walter decide se juntar ao exército aliado, enquanto Jettel encontra conforto com outros homens.

16. O Filho de Saul | 2016 (Hungria) – 7.5 (45,5 K)

Pela maior popularidade, o filme húngaro ganhou a disputa entre o 17º e 16º lugar. Logo no seu primeiro longa-metragem László Nemes abocanhou um Oscar e tornou-se um talento promissor a ser assistido. Sombriamente intenso, mas totalmente gratificante, O Filho de Saul oferece uma experiência memorável. Em resumo, a trama se desenrola durante a Segunda Guerra Mundial, quando um trabalhador judeu (Géza Röhrig) no campo de concentração de Auschwitz tenta encontrar um rabino para dar a uma criança um enterro adequado.

15. As Invasões Bárbaras | 2004 (Canadá) – 7.6 (28,3 K)

Primeiro filme franco-canadense a ganhar um César, o Oscar francês, As Invasões Bárbaras é o segundo filme de uma longeva trilogia começada por Denys Arcand com O Declínio do Império Americano (1986) e seguida por A Era da Inocência (2007). Nesta sequência, o professor de meia-idade Rémy (Rémy Girard), que mora em Montréal, descobre que está com câncer em estado terminal. Essa revelação o leva a se reconectar com seu filho, Sébastien (Stéphane Rousseau), um especialista financeiro em Londres, cujos ideais estão em completo desacordo com as tendências socialistas de seu pai.

14. Em um Mundo Melhor | 2011 (Dinamarca) – 7.6 (38,6 K)

Diretora do fenômeno Netflix Birdbox (2018), Susanne Bier fez o seu nome ecoar pelo mundo a partir da obtenção do Oscar. Umas das diretoras e roteiristas mais proeminentes da Dinamarca, Bier é conhecida por tratar de relações familiares e conjugais complicadas e trágicas, vide Irmãos (2004) e Serena (2014). Nesta trama não é diferente, Anton (Mikael Persbrandt) é um médico que viaja frequentemente entre a Dinamarca e um campo de refugiados na África. A relação com a esposa, Marianne (Trine Dyrholm), é conflituosa, enquanto que seu filho, Elias (Markus Rygaard), é vítima de bullying na escola. Quando um menino, cuja mãe morreu recentemente, muda-se para a cidade e torna-se amigo de Elias, as coisas se tornam trágicas.

13. Os Falsários | 2008 ustria) – 7.6 (43,4 K)

Os Falsários é um relato emocionante do dilema moral do prisioneiro Salomon Sorowitsch, magnificamente interpretado pelo ator Karl Markovics. O protagonista vive entre a jogatina, bebidas e mulheres em Berlim durante o regime nazista. De repente, ele é preso e levado a um campo de concentração. Lá, Salomon exibe habilidades excepcionais e, em seguida, é transferido para um acampamento atualizado. Por conta de sua aptidão única, ele é forçado a produzir moeda estrangeira falsa.

12. Roma | 2019 (México) – 7.7

Ganhador do Oscar de Melhor Direção para Alfonso Cuarón e, de longe, um dos melhores filmes da safra de premiações 2019, Roma merecia uma posição melhor no nosso ranking. Contudo, a opinião do público encontrou alguns entraves no retrato da infância de Cuarón no bairro de Roma, México, durante os anos 1970. Como uma obra de memória afetiva, o diretor destaca a vivência da empregada doméstica Cleo (Yalitza Aparício) no meio de uma família de classe média mexicana. Ganhador de três Oscar, Roma merecia ter levado também a estatueta de Melhor Filme, perdida para o mediano Green Book: O Guia (2018), de Peter Farrelly.

11. O Apartamento | 2017 (Irã) – 7.8 (52,2 K)

Aclamado por sua distinta filmografia, o roteirista e diretor Asghar Farhadi (A Separação) propõe um olhar complexo e ambicioso para temas instigantes. O Apartamento é um resultado bem-sucedido desta teia tecida pelo cineasta iraniano. O pontapé inicial da narrativa é a busca por um novo apartamento do casal de artistas teatrais Rana (Taraneh Alidoosti) e Emad Etesami (Shahab Hosseini). Com sua antiga moradia em ruínas, um dos seus colegas de trabalho oferece um novo teto, no entanto, eles ignoram o fato da antiga locatária ter sido uma prostituta. Uma noite, um antigo cliente entra no apartamento enquanto Rana está sozinha no banho. O resultado dessa “visita” transforma completamente a vida pacífica do casal.

10. A Grande Beleza | 2014 (Itália) – 7.8 (81,9 K)

Chegamos ao TOP 10 e igualmente a metade da nossa lista. A maior ganhadora de Oscar nesta categoria, no total 14 prêmios (sendo três honorários, antes da modalidade tornar-se oficial), a Itália aparece apenas uma vez entre os vitoriosos dos últimos 20 anos. Quinze anos após Roberto Benigni levar o prêmio por A Vida É Bela, Paolo Sorrentino retoma o prestígio do cinema italiano na cerimônia. Lindamente filmado e totalmente cativante, A Grande Beleza acompanha a trajetória da vida de exuberância e delírio do jornalista Jep Gambardella (Toni Servillo), um lendário intelectual de Roma. No seu aniversário de 65 anos, um choque do passado provoca uma profunda reflexão sobre a sua vida. Desse modo, ele percorre a cidade de Roma para encontrar toda a sua glória: uma paisagem atemporal de beleza absurda e requintada.

9. O Tigre e o Dragão | 2001 (Taiwan) –  7.8 (254,8 K)

Esta produção catapultou Ang Lee para as fileiras dos cineastas de alto escalão de Hollywood, cujo trabalho foi premiado duas vezes, com o Oscar de Melhor Direção por O Segredo de Brokeback Mountain (2005) e As Aventuras de Pi (2012). O Tigre e o Dragão apresenta uma hábil mistura de incríveis batalhas de artes marciais, belas paisagens e bom drama narrativo. O filme é considerado um marco para as produções internacionais nos Estados Unidos. Primeiro, a obra recebeu 10 indicações ao Oscar e saiu com quatro troféus. Segundo, foi o primeiro longa-metragem em língua estrangeira a arrecadar mais de US $100 milhões nas bilheterias norte-americanas em 2001.

8. Terra de Ninguém | 2002 (Bósnia Herzegovina) – 7.9 (44,9 K)

Desolador e com humor sombrio, Terra de Ninguém ilustra vividamente o absurdo da guerra. A história se desenrola na Bósnia e Herzegovina durante 1993, na época dos combates mais pesados ​​entre os dois lados em guerra. Dois soldados de lados opostos no conflito, um bósnio e um sérvio, enfrentam-se em uma trincheira entre os limites de cada pátria. As coisas se complicam quando Nino (Rene Bitorajac) e Ciki (Branko Djuric) percebem que estão presos com um terceiro soldado sobre uma mina ativada. Eles tentam chamar a atenção de ajuda exterior para salvá-los, mas as previsões não lhe são favoráveis.

7. Amour | 2013 ustria) – 7.9 (93,8 K)

Com cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, este amargo drama do alemão Michael Haneke nos impacta de forma pungente. Com performances elevadas do elenco de peso formado por Jean-Louis Trintignant (Os Melhores Anos de Uma Vida), Emmanuelle Riva (Perdidos em Paris) e Isabelle Huppert (Frankie), Amour conta a história do casal octogenário Georges (Trintignant) e Anne (Riva). Eles são professores de música aposentados e cultos. A filha (Huppert), também musicista, mora na Grã-Bretanha com a família. Um dia, Anne tem um derrame e a partir deste acontecimento o vínculo de amor do casal é severamente testado. De forma honesta e comovente, Haneke ressignifica a expressão “ato de amor”.

6. Mar Adentro | 2005 (Espanha) – 8.0

É o maior ganhador do Goya, principal premiação do cinema espanhol, de todos os tempos, com 14 estatuetas das 15 para as quais foi indicado. Além disso, a obra é responsável por apresentar Javier Bardem (Sonhos de Uma Vida) ao mundo, após mais de 20 anos de carreira. Em uma performance fascinante, Bardem retrata a vida real do espanhol Ramón Sampedro, que lutou durante 30 anos para conquistar o direito de acabar com sua vida com dignidade. Dirigido por Alejandro Amenábar (Os Outros), Mar Adentro explora o relacionamento de Ramón com duas visitantes: Júlia (Belén Rueda), uma advogada que apoia sua causa, e Rosa (Lola Dueñas), uma mulher local que quer convencê-lo de que vale a pena viver a vida. O título transcende o melodrama com ternura e graça.

5. A Partida | 2009 (Japão) – 8.1

Apesar de lento e previsível, A Partida destaca-se como um conto acalentador e positivo. Na trama, Daigo Kobayashi (Masahiro Motoki) é um violoncelista sem orquestra e em busca de um emprego. Assim, ele decide voltar à sua cidade natal com sua esposa para recomeçar a vida. Ao responder a um anúncio chamado “Partidas”, ele acaba por ser empregado em uma funerária. Agindo como um gentil porteiro musical entre a vida e a morte, entre o falecido e a família do finado, Daiho descobre a maravilha, a alegria e o significado da vida.

4. O Segredo dos Seus Olhos | 2010 (Argentina) – 8.2

Consagrada pelo mundo, a trama argentina é baseada na novela de Eduardo Sacheri e representa um período de ditadura militar no país. Dirigido por Juan José Campanella e protagonizado por Ricardo Darín (A Odisseia dos Tontos) e Soledad Villamil (Muito Amor Para Dar), O Segredo dos Seus Olhos é o segundo filme argentino a receber um Oscar nesta categoria, o primeiro foi A História Oficial, de Luis Puenzo, em 1986. Com um enredo envolvente, imprevisível e rico em simbolismo, este suspense de assassinato faz jus ao seu Oscar, além das atuações hipnóticas. Não à toa a produção ganhou uma versão norte-americana chamada Olhos da Justiça (2015), sem o mesmo prestígio. Vale ressaltar que o diretor Juan José Campanella recebeu uma indicação anterior à categoria com a obra O Filho da Noiva (2001).

3. A Separação | 2012 ( Irã) – 8.3

Com um dos melhores finais de roteiro dos últimos tempos, Asghar Farhadi é o único diretor e roteirista presente duas vezes nesta lista. Sendo considerada sua obra mais proeminente, A Separação também foi indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Original, sendo um feito inédito para o Irã. A trama concentra-se na ousada decisão de Simin (Leila Hatami) em separar-se do marido Nader (Payman Maadi) para morar no exterior e oferecer melhores oportunidades para sua única filha, Termeh (Sarina Farhadi). Isso porque Nader recusa deixar o país para cuidar de seu pai (Ali-Asghar Shahbazi), que sofre de Alzheimer.

2. A Vida dos Outros | 2007 (Alemanha) –  8.4

A medalha de prata é concedida para uma das obras mais instigantes e tocantes sobre espionagem. Saímos da seara da Segunda Guerra Mundial para os anos de divisão dos blocos mundiais entre capitalistas e comunistas na Guerra Fria. Em 1984, Berlim Oriental, o agente da polícia secreta Gerd Wiesler (Ulrich Mühe) vigia o escritor Georg Dreyman (Sebastian Koch) e sua amante Christa-Maria (Martina Gedeck). Cada vez mais, o agente vê-se absorvido por suas vidas. Diferentes das tradicionais histórias de espionagem, A Vida dos Outros destaca os personagens acima de perseguições e traições, assim, as performances (como a do falecido Ulrich Mühe) permanecem em nossa memória.

1. Parasita | 2020 (Coreia do Sul) – 8.6

Ganhador de seis estatuetas, Parasita é a única produção a obter o prêmio de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro, ao mesmo tempo. Esta é a obra-prima de Bong Joon Ho. Não é à toa que o longa ocupa a primeira posição e torna-se uma experiência cinematográfica mandatória daqui em diante. Comédia, crítica social, suspense, alegoria, terror e ação, todos os gêneros condensam-se para construir uma metáfora de luta de classe entre a família de Dong Ik (Lee Sun Kyun) e de Ki Taek (Song Kang Ho). Vale a pena conferir toda a produção do diretor e roteirista, desde Cão Que Ladra Não Morde (2000), passando por O Hospedeiro (2006), Mother: A Busca Pela Verdade (2009) e, claro, Expresso do Amanhã (2013). 

Saiba quais foram os 10 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema!

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

‘Godzilla vs. Kong’: Monstros se enfrentam no novo cartaz NACIONAL do longa; Confira!

Warner Bros. divulgou um novo cartaz nacional do vindouro cross-over titânico Godzilla vs. Kong’, que chega aos cinemas no dia 29 de abril.

Confira:

O filme teve a melhor estreia do cinema desde o começo da pandemia, arrecadando US$121,8 milhões nas bilheterias mundiais e dando a Hollywood a esperança de que as tendas de sustentação possam retornar com a reabertura das salas.

O longa alcançou sucesso principalmente na China, onde arrecadou enormes US$70,3 milhões, além de ter abertura sólida no México, na Austrália e na Rússia.

Falando nisso, as críticas do filme foram divulgadas pela imprensa norte-americana e o filme recebeu 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – tornando-se o filme mais bem avaliado do Monsterverse.

O primeiro filme da saga, ‘Godzilla‘ (2014), é o segundo mais bem avaliado – com 76% de aprovação. Em terceiro lugar vem ‘Kong: Ilha da Caveira‘ (2017) – com 75% de aprovação. Em quarto, e com a pior avaliação, vem ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019), com apenas 42%.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Trem Infinito’: 4ª temporada da animação ganha nova imagem oficial; Confira!

HBO Max divulgou uma nova imagem oficial da 4ª temporada de Trem Infinito (‘Infinity Trem’), aclamada animação do Cartoon Network.

Confira:

A próxima temporada terá 10 episódios que estreiam no dia 15 de abril. Os novos protagonistas são: Min-Gi Park (Johnny Young), Ryan Akagi (Sekai Murashige) e Kez (Minty Lewis).

Assista ao trailer:

A série, que demorou alguns anos para estrear na emissora, foi feito no formato de curta-metragem dirigido por Owen Dennis em 2016. Pouco depois, a obra ganhou popularidade e os fãs realizaram uma petição para transformá-la em série.

‘The Bad Batch’: Série animada do universo ‘Star Wars’ ganha novo cartaz NACIONAL; Confira!

Disney+ divulgou o cartaz nacional de ‘The Bad Batch‘, nova série animada baseada no popular universo de ‘Star Wars‘.

Confira, junto ao trailer legendado:

A série irá estrear oficialmente no dia 4 de maio.

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Big Shot: Treinador de Elite’: Série do Disney+ com John Stamos ganha novo teaser oficial; Confira!

A Disney+ divulgou um novo teaser oficial de ‘Big Shot: Treinador de Elite‘, série estrelada por John Stamos (‘Três é Demais’).

Confira, junto ao trailer completo:

A série foi criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies‘).

A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental, que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.

O elenco ainda conta com Jessalyn Gilsig, Yvette Nicole Brown, Richard Robichaux, Sophia Mitri Schloss, Nell Verlaque, Tiana Le, Monique Green, Tisha Custodio e Cricket Wampler.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha novo teaser oficial com cenas inéditas; Confira!

Disneydivulgou um novo teaser oficial de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, apresentando cenas inéditas dos próximos episódios.

Confira:

Lembrando que o terceiro episódio será lançado em 02 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.