O atorBill Skarsgård, que viveu o Pennywise nos bem-sucedidos ‘It – A Coisa: Parte 1 e 2‘, revelou ao Jake’s Takes que não deve retornar para a série ‘Welcome to Derry‘.
“Vamos ver o que eles inventam e o que fazem com isso. No momento, não estou envolvido na série. E se outra pessoa fizer isso, meu conselho seria apenas: faça do seu jeito, faça do seu jeito, divirta-se com isso, entende o que quero dizer?”, ele afirmou.
A série mostrará o passado do Palhaço.
“Se você começa a ler o livro cheio de cocaína de Stephen King, você pensa, ‘Que diabos?’ Há tantas história estranhas e abstrações que você pode sentar e decifrar, e foi isso que fiz com o personagem, e eu realmente gosto desse aspecto. E o livro é realmente um presente dessa forma, então se alguém o aceitar, é só ler o livro e encontrar todas as pistas, e elas estão tão por aí que você pode tirar suas próprias conclusões”, ele concluiu.
A primeira temporada completa da série foi oficialmente encomendada pela HBO Max.
‘Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.
Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa: Parte 1‘. Não está claro se algum do elenco retornará, mas espera-se que Bill Skarsgård voltará a viver o Palhaço.
Se a Warner Bros. aprovar a série, Muschietti deve comandar o episódio piloto. A sala dos redatores do programa está atualmente aberta.
O elenco ainda contará com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).
Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também será responsável pela direção.
O cineasta irá repetir sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.
No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.
Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.
O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).
“Tenho que dizer que não vi o original, então talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre as diferenças do original. Dá para acreditar nisso? Dá para acreditar? Eu sei. Eu quero muito assistir agora que, sabe, já passamos da fase de produção. Eu realmente quero muito assistir. Mas mesmo só quando li a sinopse, pensei: “Nossa, isso é completamente diferente, sabe? Parece que o único fio condutor é a ideia básica de uma babá que chega em casa e causa estragos, e os filmes definitivamente compartilham isso, mas todo o resto é um mundo completamente novo, uma nova família, uma nova… e inerentemente isso significa que é uma história completamente diferente.” Então, é, eu… eu não senti que assistir ao filme me informaria muito sobre o que estávamos fazendo. Mas eu quero ver.”, afirmou.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.
Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.
A justiça selvagem numa estrada de inconsequências. Dois anos depois de estrelar nos cinemas o primeiro filme da vitoriosa franquia Velozes e Furiosos, o ator californiano Vin Diesel chegaria aos cinemas com um filme pulsante que explora a dor da perda, a cegueira da vingança e o nebuloso universo do narcotráfico mundial, tudo isso preenchido por uma narrativa dinâmica repleta de cenas de ação. O Vingador, completa 20 anos em 2023.
Na trama, acompanhamos Sean (Vin Diesel), um agente do DEA (órgão norte-americano especializado em combate ao narcotráfico) que após meses de uma operação na fronteira entre os Estados Unidos e o México consegue enfim prender um poderoso chefão do crime organizado. Algum tempo depois, como forma de retaliação com a prisão do criminoso, um atentado acontece contra Sean e nesse momento sua esposa Stacy (Jacqueline Obradors) acaba morrendo. Partindo para uma vingança desenfreada, Sean contará com a ajuda do amigo e parceiro Hicks (Larenz Tate).
Dirigido por F. Gary Gray, O Vingadorexplora o temido universo dos cartéis de drogas e os limites de um protagonista que perde completamente seu rumo, consumido por uma vingança sem limites. Lançado em abril de 2003 nos Estados Unidos, chegando ao Brasil somente em agosto daquele ano, o projeto consegue fixar um olhar eficiente para as pessoas que estão ao redor do protagonista. O melhor exemplo disso é o melhor amigo e seus conflitos quando percebe que o descontrole toma conta.
Outro ponto interessante é a hipocrisia de um homem da lei querer fazer justiça com as próprias mãos. Estabelecendo a sua própria justiça como verdade absoluta, o protagonista opta pelo abandono da ética trazendo paralelos importantes para reflexões. O comportamento humano aqui se tornam mais um personagem que é incorporado na narrativa.
Muito mais que um filme de ação, a narrativa por aqui explora o transbordar de sentimentos conflitantes transformando o filme em um forte drama. Acompanhamos tudo sob o ponto de vista de um homem da lei que começa a enxergar a estrada na sua frente de forma embaçada, consumido pela vingança, por se sentir culpado pelo ocorrido com a esposa. Essa jornada pelo mundo da inconsequência faz o espectador refletir a todo instante sobre os limites do ser humano.
A problemática toda que gira em torno do poder dos narcotraficantes no México é colocada de maneira superficial mas sem deixar de buscar uma amplitude sobre a questão. Um tema que todos, em qualquer lugar, temos que refletir. A expansão desses criminosos é algo que percorre o tempo chegando até os dias de hoje (com faturamentos já na casa dos bilhões), transformando a região citada no filme em uma terra sem leis e com expansão para outros negócios se tornando uma página sangrenta da história mundial.
Mesmo fixo no lugar comum, o herói estereotipado que de forma indomável vai derrotando um a um de seus inimigos (no caso os vilões), O Vingadorconsegue passar sua mensagem que é, como qualquer obra do universo do cinema, transportar para a tela um recorte social importante e que merece total atenção.
Carregado por uma impecável trilha sonora (com direito a uma canção de Seal nos créditos finais), o longa-metragem não fez tanto sucesso no Brasil na época de seu lançamento mas pode ser que com o tempo ele ganhe novos olhares. Se você quiser conferir, o filme está disponível no catálogo da HBO Max.
Embora muita gente não saiba, fazer um filme de sucesso é quase um milagre. Ter centenas de milhões de dólares em mãos nada significa sem a empatia do público. E isso, obviamente, vale para as animações também. Ou você duvida que o sonho da maioria é se tornar uma franquia rentável. Nem todas conseguem, porque, caso você também não saiba, fazer um filme custa muito e o retorno precisa corresponder ao investimento. Então, da próxima vez que você se perguntar cadê a continuação daquele filme que você tanto gostou, saiba que se ela não saiu do papel, muito provavelmente a maioria do público não compartilhou de seu entusiasmo.
Esse não é o caso com Meu Malvado Favorito (2010), produção da Illumination Entertainment, braço de animação da Universal. O filme, além de marcar o debute do estúdio, caiu nas graças do público, gerando uma sequência em 2013 e um derivado, protagonizado pelas criaturinhas amarelas que roubaram o show nos dois primeiros filmes, Os Minions (2015). Existem estudos e palestras sobre a “fórmula do sucesso”, mas a verdade é que o público pode ser tão imprevisível quanto as marés e o fracasso de determinada obra será explicado exaustivamente, enumerando seus percalços.
A própria Illumination já viu uma de suas produções “flopar”, vide O Lorax (2012). A prata da casa, no entanto, segue sendo Gru, suas filhas e seus Minions. Para quem pegou o bonde andando, Gru (voz de Steve Carell no original) é um autointitulado mestre do crime, clamando o posto de maior vilão do mundo. Até que em sua porta, aparecem três pequenas meninas, dispostas a derreterem seu coração. Essa paternidade inesperada é o tema do primeiro filme. Na continuação, o gelo do músculo mais forte de Gru segue derretendo, e o sujeito se apaixona por Lucy (Kristen Wiig). Totalmente reabilitado, Gru abandona a vida de crime, e agora trabalha para os mocinhos. É onde o encontramos no início de Meu Malvado Favorito 3.
A trama aqui, escrita pelos mesmos Ken Daurio e Cinco Paul dos filmes anteriores, é bem simples e talvez seja a menos interessante da franquia. Se fosse uma série de TV, este seria o momento de usarmos o conhecido termo “jumping the Shark”, ou “forçar a barra” para os íntimos. Sendo uma animação mirada aos pequeninos, certamente relevamos. Aqui, Gru descobre um irmão gêmeo que nunca soube possuir – isso mesmo! O contraponto de personalidades entre os irmãos é ironicamente adereçado, através de suas aparências físicas e mais ainda pelos comportamentos. Enquanto Gru é o sósia do Tio Funério da Família Addams, Dru, com seus cabelos loiros esvoaçantes e visual clean, parece viver na terra do arco-íris.
Ao interagir com o irmão perdido, Gru deixa de exercer a dinâmica com as filhas e com os Minions, parte do charme do original. Porém, para não se tornarem totalmente obsoletos para o longa, a turminha ganha suas próprias subtramas. Assim, temos o trecho em que Lucy aprende a se tornar mãe (depois de Gru, agora é a sua vez) e outro no qual os Minions abandonam Gru e acabam presos (o momento de menos brilho aqui – acreditem, mesmo sendo os Minions). O charme cafona de Meu Malvado Favorito 3 é provido pelo chamado “vilão da semana” (termo usado em séries que mostravam o mocinho a cada episódio combatendo uma nova ameaça). O antagonista da vez é Balthazar ‘Evil’ Bratt, uma explosão alucinada e hilária, na forma de festa dos anos 1980. É ver para crer. Os baixinhos por outro lado, não pegarão as inúmeras referências direcionadas para os papais e os que já passaram dos trinta.
Na versão dublada,Leandro Hassum (Dru e Gru), Maria Clara Gueiros (Lucy) e Evandro Mesquita (Bratt) dão o recado, adaptando de forma mais que eficiente as gags para o nosso país, sem que nada se perca na tradução. Um momento específico, colocando especialmente para o cantor líder da Blitz trará sorriso para os nostálgicos. Isso sem perder o timing e a essência do personagem preso ao passado. Meu Malvado Favorito 3 é diversão leve e despretensiosa, que garante o entretenimento dos pequenos, sem ofender os grandinhos.
Para aquecer essas noites frias de inverno, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você, envolvendo um tema bem caliente.
Portanto, peguem o caderninho para anotar nossas dicas e prepare aquela noite especial com a pessoa desejada. Esses são os dez filmes mais eróticos de anos recentes.
PS. Para a lista deixamos de fora clássicos do cinema erótico, como Calígula (1979), para enfatizar novas produções, talvez pouco mencionadas pelos cinéfilos, e que você provavelmente não conheça.
O primeiro item da lista não é tão sensual quanto é desconfortável. Deixe para o polêmico dinamarquês Lars von Trier criar um filme de terror de arte, cuja mensagem certamente não será entendida por todos. Na época, o diretor havia saído de um hospital psiquiátrico para ajudar em sua depressão, sem completar o tratamento. O resultado é o que vemos na tela. A trama apresenta um casal sofrendo pela morte do filho pequeno, que como forma de terapia resolve viajar para uma cabana na floresta. No local, estranhos acontecimentos se desenrolam. Só a capa do filme já dá ideia do que nos aguarda, mostrando o casal fazendo sexo embaixo de uma árvore assombrada. No longa, von Trier foca nas genitálias do casal (vivido por Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, musa do cineasta) e as castiga de forma torturante.
9) Brown Bunny, 2003
Todos conhecem a atriz Chloë Sevigny, indicada ao Oscar por Meninos Não Choram (1999) e protagonista de séries como Big Love (2006 – 2011) e American Horror Story (2012 – 2016). O que talvez nem todos saibam é que ela tem uma cena de sexo oral verdadeira em seu currículo, realizada neste filme escrito, dirigido e protagonizado por Vincent Gallo, cineasta e ator independente. A cena ocorre nos minutos finais do longa e foi realizada com apenas Gallo e Sevigny no recinto. A história fala sobre um piloto profissional de corridas de moto, numa viagem onde encontra diversas mulheres, mas apenas uma é capaz de curá-lo de sua solidão. Pelo filme, Gallo entrou em atrito com o celebrado crítico Roger Ebert, e os dois trocaram ofensas públicas, quando o jornalista acusou o filme de ser o pior já exibido no Festival de Cannes. Aparentemente, Winona Ryder (paixão do diretor) e Kirsten Dunst também faziam parte do elenco, mas foram demitidas por Gallo. Será que recusaram cenas explícitas como a de Sevigny?
Suspense dramático francês, o longa do diretor Alain Guiraudie aborda relações homossexuais de forma explícita, contando a história de um lago onde homens gays vão para encontros de sexo casual. O cineasta francês usa muitas de suas experiências pessoais, utilizando inclusive como cenário um lago real que conhece. As cenas de sexo, no entanto, não foram protagonizadas pelos atores do longa, já que o diretor achou que seria pedir demais dos artistas, assim utilizando dublês para os momentos explícitos. Guiraudi disse ainda que tentou adaptar o roteiro modificando os personagens para heterossexuais, mas que não ficou bom, só funcionando desta forma. O filme ganhou o prêmio de direção no prestigiado festival de Cannes.
Produção alemã que deixou o público de diversos festivais por onde foi exibido, como Sundance, transtornado, em saber exatamente ao que haviam assistido. A trama focada numa protagonista excêntrica, papel de Carla Juri, que tenta reaproximar os pais divorciados, choca por fazer uso de cenas sexuais intensas, mas, principalmente, por polemizar com momentos repulsivos envolvendo a higiene pessoal de sua protagonista. O filme, também conhecido pelo título Wetlands, é dirigido por David Wnendt, da comédia sobre Hitler, Ele está de Volta(2015).
6) Deite Comigo, 2005
Baseado no livro de Tamara Berger, com roteiro assinado pela própria, a trama apresenta uma jovem mulher sexualmente agressiva, interpreta pela bela Lauren Lee Smith, que encontra seu páreo nas formas de um sujeito com as mesmas características, papel de Eric Balfour. O curioso é que ambos os atores tiveram carreiras, de certa forma, significativas após o longa, com participações em séries de TV e filmes. Segundo um dos produtores, o único motivo do filme ter sido produzido foi realmente para se beneficiar da polêmica, alavancando em festivais de cinema as carreiras dos envolvidos, e sendo a produção canadense que inspirou o controverso e cultuado Shortbus (2006), no ano seguinte, segundo os envolvidos. De acordo com o cineasta Clement Virgo, as cenas de sexo do longa não são simuladas, mas sim reais, envolvendo os próprios atores, que não foram pedidos para realizar os atos, apenas sugeridos. Marketing ou não, o fato é que as ditas cenas reais não são mostradas no filme, que não foca no sexo explícito, não fazendo uso de momentos de penetração ou sexo oral realmente consumado. O fato do casal protagonista não estar em uma relação durante as filmagens corrobora que tudo pode não ter passado de propaganda.
5) 9 Canções, 2004
Ao contrário do item acima na lista, 9 Canções, apesar de igualmente ter como protagonistas dois atores que não se conheciam antes das filmagens, exibe suas cenas explícitas, com foco em situações sexuais. Tanto que o filme foi a primeira obra cinematográfica contendo cenas de sexo explícitas a receber um certificado na República da Irlanda. Esta produção britânica, do cultuado cineasta Michael Winterbottom (Código 46), tem como proposta o relacionamento amoroso iniciado entre uma estudante americana e um jovem inglês, intercalando momentos sexuais entre os dois, com cenas de shows de rock em que compareceram. O título resume o número de ambos os itens citados presentes no longa. Kieran O´Brien e Margo Stilley são os protagonistas e únicos atores presentes no filme.
4) Ninfomaníaca (Parte 1 e 2), 2013
Novamente o polêmico Lars von Trier marca presença na lista, com um filme que vai ainda mais longe no quesito sexual que Anticristo. Nesta epopeia da luxúria, novamente saída por completo da mente do distorcido artista, conhecemos Joe, a ninfomaníaca do título e acompanhamos sua trágica história. Na primeira parte, a protagonista assume as formas da bela Stacy Martin, e na sequência, Joe é vivida pela musa do cineasta Charlotte Gainsbourg. Aqui, o diretor utiliza a mesma técnica que Alain Guiraudie emUm Estranho no Lago, e para as cenas de sexo explícito usa dublês de corpo substituindo seus atores, ou através de computação gráfica mesclando corpos com rostos dos famosos. O elenco é de nomes conhecidos, mas o interessante é notar que apesar do conteúdo, Ninfomaníaca não é uma obra sensual ou atraente, pelo contrário, causa repulsa ao tratar do lado negro, feio e sujo do sexo, apresentando-o como uma doença.
O item mais recente desta lista é também uma das melhores produções cinematográficas a chegar ao Brasil neste ano. Baseado na obra literária da britânica Sarah Waters, intitulada Fingersmith, e dirigido pelo cultuado coreano Park Chan-wook (Oldboy) é um conto sobre vingança e traição, montado como uma peça de teatro, contando com três atos, cada qual devidamente recheado de reviravoltas em seu desfecho. Além disso, a belíssima produção traz momentos de sexo tórrido entre suas protagonistas, a herdeira rica Lady Hideko (Kim Min-hee) e sua dúbia criada (Kim Tae-ri). A intensidade das cenas é tamanha que aguça nossa curiosidade para saber como de fato tais trechos foram filmados, embora não tenha sido anunciado que se trata de cenas reais.
Outro item recente que chamou atenção por sua originalidade e inovação, ao menos no quesito técnico, já que se trata do primeiro filme contendo sexo explícito a utilizar também a técnica do cinema 3D. No Brasil, infelizmente, foram poucos os cinemas que exibiram o longa escrito e dirigido pelo argentino Gaspar Noé desta forma. Ao mesmo tempo, ao contrário de Ninfomaníaca, Loveé o filme mais bonito, sofrido e nostálgico da lista, que fala do amor de uma forma pura e doce. A trama apresenta o casal Murphy (Karl Glusman) e Electra (Aomi Muyock), que decide incluir em suas aventuras sexuais uma nova vizinha, papel de Klara Kristin. Quando Electra viaja, Murphy cai em tentação novamente com a vizinha, somente para descobri-la grávida um tempo depois. Assim a vida do casal é arruinada e Electra some. Uma impactante história de amor trágico, que usa o sexo real como pano de fundo, somando para a trama e não sendo apenas o único artifício.
O primeiro lugar da lista é outro filme que não utiliza de fato o sexo explícito. Bem, ao menos foi isso que os realizadores passaram para a gente, através de notas e entrevistas. De qualquer forma, as cenas de sexo contidas no longa, que narra o amor florescendo entre duas jovens francesas, são quentes o suficiente e foram comentadas à exaustão para garantir a polêmica. Acima disso, as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos vieram a público reclamar das inúmeras tomadas que precisaram protagonizar e da forma com que foram tratadas pelo diretor Abdellatif Kechiche. Depois de vencerem a Palma de Ouro em Cannes a coisa mudou um pouco de figura. Apesar de tudo, o que foi reportado é que para as intensas cenas, as francesas usaram uma espécie de tapa sexo que reproduz a genitália feminina, como forma de segurança.
O elogiado filme de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que chegou a gerar certo falatório de Oscar na época, serviu para impulsionar a carreira do astro Michael Fassbender. No longa, o ator interpreta Brandon, um jovem bem sucedido, atraente, que parece ter a vida perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: é um viciado em sexo a um passo da disfunção. O polêmico longa deu o que falar no seu lançamento, abordando um tópico delicado e funcionando como obra quintessencial sobre o assunto. Apesar do tema, Shame não contém sexo explícito, apenas simulado, mesmo assim garantindo a nudez frontal de Fassbender, Carey Mulligan (que interpreta sua irmã) e da bela Nicole Beharie, entre outros.
É seguro dizer que os streamings substituíram a forma de transmissão de programas de TV. A maneira tradicional de se assistir televisão em casa, ou seja, com a transmissão de canais convencionais, está basicamente morta e enterrada.
Esse fenômeno moderno ocorreu em grande parte do mundo evoluído, deixando pouco espaço para a concorrência. Tanto que colossos como a rede Globo no Brasil, percebendo a mudança inevitável, resolveu investir em sua própria plataforma de streaming, a Globo Play, disponibilizando todo o seu acervo televisivo (ou grande parte dele), como programas jornalísticos, e até mesmo as famosas novelas, sejam antigas ou as novas. Além disso, investiu também em programação original para os assinantes da plataforma, como o recente sucesso de audiência ‘Os Outros’.
E se no Brasil está assim, no resto do mundo nem se fala. Nos EUA, com uma maior diversidade de opções de streamings, as grandes redes de TV se associaram aos maiores estúdios formando assim produtivas parcerias. Ou seja, cada vez mais estas plataformas agregam outros tipos de conteúdo, para além de filmes e séries (como também esportes, programas de auditório, documentários e jornalismo, por exemplo).
Esse é apenas o próximo passo do advento da internet, conteúdo para ser consumido no próprio tempo de cada espectador. E se os streamings já fazem frente ao cinema, o que dirá para a programação tradicional da TV.
O que presenciamos agora é uma guerra destas plataformas pelo número de assinantes, cada uma oferecendo mais vantagens do que a outra – medida principalmente por seu conteúdo exclusivo.
A Netflix foi a primeira e a que durante 10 anos dominou o mercado, mas agora estamos diante de uma grande mudança que simboliza uma troca de hierarquia. Isto é, ao menos nos EUA, onde a Amazon acaba de ultrapassar em popularidade a concorrente.
Através de uma matéria de pesquisa do veículo JustWatch, divulgada também pelo 9to5Mac, foi notada uma reviravolta nessa guerra. Confira abaixo os números das porcentagens das principais plataformas de streaming nesta segunda metade de 2023 nos EUA.
No início de 2023, uma pesquisa realizada pelo mesmo veículo (JustWatch) havia revelado que aAmazon Prime Video se tornou a plataforma de streaming favorita dos americanos. Agora, para essa segunda metade do ano, a plataforma mantém sua posição, com exato 1% acima da ex-campeã Netflix. A Amazon atualmente domina a preferência em seu país de origem, com 21% do mercado.
Isso se deve pelo fato da loja virtual da Amazon, uma verdadeira gigante do mercado de e-commerce, estar atrelada à sua plataforma de streaming. Ou seja, os membros deste serviço nos EUA automaticamente possuem a assinatura da Prime Video e podem fazer bom uso dela – dona de um dos custos mais baratos do mercado. No catálogo da plataforma, grandes sucessos como a série ‘The Boys’ e filmes elogiados, recém-saídos dos cinemas, como ‘Creed III’, ‘Air – A História por Trás do Logo’, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Triângulo da Tristeza’.
A primeira plataforma de streaming a realmente dar certo e se tornar extremamente popular, a Netflix fez história. Do começo como serviço de entrega de filmes em mídia física (algo como uma locadora express), a Netflix se tornou um verdadeiro colosso do audiovisual, com a iniciativa também de produzir seu próprio conteúdo, primeiro com séries de TV e depois com filmes. A empresa fez o mundo do cinema se curvar perante ela.
A Netflix ainda domina o mercado pelo mundo, sendo o streaming mais popular – mesmo com decisões polêmicas, como o recente corte no compartilhamento de senhas para pessoas que não se encontram na mesma residência. Porém, em relação apenas aos EUA, o país de origem da companhia, a Netflix foi superada (em 1%) pela então vice-líder do mercado, a Amazon Prime Video. O que podemos dizer é que esta é uma disputa acirrada, cabeça a cabeça. Em seu acervo, o maior em programação original, o streaming disponibiliza sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Black Mirror’, ‘Wandinha’, e no terreno dos filmes o recente e badalado ‘Resgate 2’.
Outra reviravolta ocorreu na hierarquia de poder das principais plataformas de streamings: a HBO Max, ou simplesmenteMax (nos EUA, e em breve também no Brasil e no mundo) ultrapassou a Disney+ e se tornou a terceira em preferência para os americanos. Aqui, no entanto, presenciamos uma diferença de dois pontos percentuais, o que neste mercado competitivo se torna uma boa diferença.
A Max passa por um momento transitório, não apenas pela mudança de marca, mas também devido aos principais produtos cinematográficos da Warner Bros. (de onde sai sua maior receita). Falamos do universo DC, grande fonte de matéria para os maiores filmes da casa. Veremos um renascer a partir de 2025, o que deve trazer ainda mais popularidade para a plataforma. No entanto, os pontos adquiridos se devem pela parceria com a Sony e à qualidade de suas séries.
E se a Max se vê em um momento transitório, onde algumas de suas maiores produções se encontram em fase terminal, a Disney passa por crise similar, precisando reestruturar seus programas originais para o streaming. Ao que parece, a plataforma “despeja” os filmes que não são bons o suficiente para o cinema em seu acervo e igualmente vem recebendo duras críticas quanto a suas séries – em especial do universo Marvel – de onde ocorre o maior fluxo de audiência e monetário.
Esses fatores podem ter sido responsáveis por fazer a Disney+ cair para quarta posição na preferência do público norte-americano, um dos que mais consome o serviço. Os analistas se surpreenderam com essa segunda alteração no ranking, nessa que é a segunda maior rivalidade entre as plataformas de streaming (Amazon vs. Netflix e Max vs.Disney+). É claro que mesmo com a queda, a Disney+ ainda conta com algumas das maiores marcas da cultura pop mundial, como a Marvel, a LucasFilm (‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’), o acervo da extinta Fox (agora 20th Century Studios), a Pixar, além, é claro, do acervo do próprio estúdio Disney.
Outro às na manga que a Disney possui é ser o único streaming que na verdade são dois. Ou seja, se formos contar os 13% da Disney+ somados aos 11% do Hulu, a Disney seria a líder de mercado com 24% do domínio. Tudo bem que precisamos levar em conta que são empresas diferentes, com outra administração e independentes, ou seja, você pode assinar uma e não a outra.
O Hulu é o streaming “adulto” da Disney, onde consta o acervo de produções de censura mais alta. No Brasil e algumas partes do mundo, a plataforma recebeu o nome deStar+. O streaming é focado também em esportes, e conta com grande parte do acervo da Fox, além de produções da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures, subsidiárias da Disney nos anos 80 e 90 justamente focadas em filmes de teor não recomendado para toda a família.
Outra novidade no ranking foi o crescimento da Paramount+, o streaming do estúdio Paramount. Anteriormente havia sido reportado que a empresa estava encontrando dificuldade de penetração no mercado e que possivelmente iria começar a distribuir seu conteúdo para outras plataformas num esquema de “leilão” para quem oferecesse mais por suas produções. Porém, com essa mudança, mesmo que pequena (mas significativa), a Paramount+ aos poucos melhora seu status no ranking e agora se apresenta acima da Apple TV+, por exemplo.
Além das produções para o cinema do estúdio, como ‘Top Gun Maverick’ e as sagas ‘Missão Impossível’ e ‘Star Trek’, a Paramount+ tem como chamariz o universo em parceria com o roteirista Taylor Sheridan, onde se encaixam ‘Mayor of Kingstown’, ‘Tulsa King’ e a saga de ‘Yellowstone’ e seus derivados, vide ‘1883’, ‘1923’ e mais dois vindouros projetos. Fora isso, em breve irá estrear ‘Operação Lioness’, série de ação, suspense e espionagem protagonizada por Zoe Saldana, Nicole Kidman e Morgan Freeman.
07) Apple TV+ – 6%
Com a menor fatia do mercado dentre os principais streamings da atualidade, temos a Apple TV+. A plataforma foi ultrapassada recentemente pela Paramount+, mesmo com mais tempo de atividade. Segundo o porta-voz da empresa, a proposta é investir na qualidade das produções e não na quantidade, conquistando a fidelidade do público e crescendo a longo prazo. Tal prestígio vem sendo reconhecido já que o streaming conseguiu emplacar algumas produções no Oscar e possui em seu acervo algumas das séries mais queridas e elogiadas da atualidade, como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’, ‘Falando a Real’, ‘Silo’ e ‘The Morning Show’. Fora isso, a Apple é uma das maiores empresas do mundo e possui todos os recursos para investir em um streaming de qualidade, estudando bastante o mercado, sem precisar apressar os resultados. O resto dos demais streamings somam 7% da preferência nos EUA.
A animação ‘PéPequeno’ (‘Smallfoot’), sobre a relação entre humanos e o Pé-Grande, ganhou um novo trailer e cartazes individuais.
Confira:
Uma aventura de animação para todas as idades, com música original e um elenco de estrelas, PéPequeno vira a lenda do Pé Grande de cabeça para baixo quando um jovem e genial Yeti encontra algo que ele achava que não existia – um humano.
A revelação deste “PéPequeno” traz preocupação à comunidade dos Yetis sobre o que pode existir além de seu pequeno vilarejo nas neves em uma nova e divertida história sobre amizade, coragem e a alegria da descoberta.
A Netflix divulgou o trailer do filme ‘Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?‘.
Confira:
O longa é dirigido por Jota Linares, que coescreveu o roteiro ao lado de Paco Anaya.
Quatro amigos decidem comemorar sua última noite juntos no apartamento que compartilharam por anos, mas a festa toma um rumo inesperado que mudará a vida de todos para sempre.
A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.
Uma visita a uma mansão abandonada se torna uma jornada pelo terror. Enquanto permanece em uma antiga mansão para pesquisar sobre a história do local, Christina e sua equipe de documentaristas entrevistam o assustador hóspede Vincent – mas ninguém consegue capturar sua imagem em vídeo. Depois de sonhos assustadores e encontros paranormais, o grupo cai sob os poderes do Vincent. Será que Christina e sua irmã conseguirão enfrentar a magia do Vincent e sobreviver à colheita mortal de Amityville?
A sequência está programada para estrear no dia 18 de junho.
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.
Através da rede social Vecro, o diretor Zack Snyder (‘Army of the Dead’) compartilhou uma arte conceitual incrível de ‘Lua Rebelde‘ (Rebel Moon), seu novo filme sci-fi em parceria com a Netflix.
Confira:
De acordo com o Production Weekly, as filmagens da produção irão começar dia 1º de março, no Condado de Inyo, California, EUA, e estão programadas para se encerrar em 31 de agosto. Serão seis meses de filmagens para o filme da Netflix, um período bem grande.
As filmagens de um filme “normal” levam de um a dois meses de atividades.
Sofia Boutella (‘A Múmia’) foi escalada para o papel principal. Por enquanto, ainda não há detalhes sobre o papel, mas as atualizações devem ser divulgadas em breve.
Anteriormente, Snyder conversou com oComic Book e disse que vai voltar a trabalhar com Billy Crudup no longa.
Para quem não sabe, Crudup deu vida ao Dr. Manhattan em ‘Watchmen‘ e fez o pai de Barry Allen, Henry, em ‘Liga da Justiça’.
Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:
“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”
Ele continuou:
“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”
Dirigido e co-escrito por Snyder em parceria com Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’), ‘Lua Rebelde‘ começa quando uma colônia pacífica na orla da galáxia é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajude-os a se posicionar.
“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.
A Warner Bros. divulgou o novo cartaz nacional de ‘Adão Negro‘, que destaca os membros da Sociedade da Justiça da América – a primeira equipe de super-heróis a aparecer nos quadrinhos.
Confira, com os cartazes individuais:
Após os recentes adiamentos de ‘Aquaman e o Reino Perdido’ e ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’, ‘Adão Negro’ será o único filme daDC Comics a chegar aos cinemas este ano.
E parece que as exibições-teste ainda estão acontecendo antes da estreia, marcada para 20 de outubro nos cinemas nacionais.
Através do Twitter, uma fan page dedicada a novidades do filme compartilhou o momento em que o protagonista Dwayne Johnson surpreendendo os fãs que participaram de uma dessas exibições.
Considerando os aplausos e sorrisos, parece que a multidão gostou do que viu na tela, já que eles nem sabiam que o astro estava presente.
Obviamente, a publicação não traz nenhum detalhe específico sobre a trama da adaptação, mas Johnson confirmou que um novo trailer será lançada esta semana.
Ainda não foi confirmado o dia, mas rumores apontaram que a prévia deve ser lançada na quinta-feira (08), durante o Thursday Night Football.
Confira o momento em que o astro se revela para os fãs:
“The Rock surpreende os fãs de uma exibição-teste de ‘Adão Negro‘ e confirma que o segundo trailer será lançado est semana! ‘Psssiu… O lançamento global do nosso trailer #2 de ‘Adão Negro‘ vai acontecer esta semana…”
.@TheRock surprises fans from a #BlackAdam test screening and confirms the second trailer will drop THIS WEEK!
“Pssst…the global launch of our BLACK ADAM trailer #2 is going down this week….”
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
A Netflix confirmou oito novos atores no elenco da 2ª temporada de ‘Round 6‘.
O próximo ciclo contará com a adição de Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).
A nova temporada ainda contará com o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.
A série conquistou catorze nomeações no Emmy Awards, incluindo Melhor Ator em Série de Drama para Lee Jung-jae, Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Jung Ho-yeon e Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Park Hae-sooe Oh Yeong-su.
Mas isso não foi tudo: ‘Round 6’ também foi relembrada na categoria de Melhor Série de Drama e se tornou a primeira produção televisiva de língua não-inglesa a conquistar tal feito.
“Eu me sinto muito feliz e honrado”, o criador Hwang Dong-huyk comentou em uma declaração oficial. “Espero que as indicações de ‘Round 6’ ao Emmy abram ainda mais oportunidades para o mundo inteiro se divertir e apreciar os conteúdos de outros países, para além das barreiras da cultura e da linguagem”.
Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6’ foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.
Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.
Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.
Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?
O novo trailer de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ foi exibido exclusivamente no CinemaCon 2024, e o filme promete ser extremamente tenso.
No vídeo, Lupita Nyong’o e Joseph Quinn enfrentam dezenas de monstros enquanto fogem por uma Nova York devastada. O longa promete ter mais ação e muito mais terror que os anteriores. Sequências épicas.
O suspense vai mostrar os momentos aterrorizantes vividos pelos personagens quando os alienígenas chegam à Terra, mostrando o primeiro dia em que o mundo precisou ficar em silêncio. E tudo se passando na cidade de Nova York…
A Paramount Pictures agendou a estreia do filme no Brasil para o dia 27 de Junho, segundo o FilmeB.
A Paramount planeja que este filme ajude a estabelecer uma franquia maior de ‘Um Lugar Silencioso‘ que o estúdio possa construir nos próximos anos.
Emily Blunt e John Krasinski não vão reprisar seus papéis no derivado. Krasinski servirá como produtor ao lado de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller.
Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 3‘ já foi CONFIRMADO, mas não tem previsão de estreia.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Sonic 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.
Com o sucesso do terceiro filme, a franquia superou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação. Juntos, os dois primeiros filmes haviam alcançado US$ 725.2 milhões mundialmente.
Nos EUA, ‘Sonic 3‘ já arrecadou US$ 187.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 124.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 312 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$23.6M), México (US$16.2M), França (US$14.4M), Austrália (US$9.7M) e Brasil (US$6.8M).
“A franquia ‘Sonic’ se tornou uma força cultural implacável com potencial ilimitado,” declarou Brian Robbins, presidente da Paramount Pictures. “Cada novo capítulo das aventuras do Sonic continua a elevar o nível, e nós estamos incrivelmente orgulhosos e animados em continuar lançando histórias e personagens que ressoam com o público ao redor do mundo.”
Vale lembrar que o quarto filme da franquia já está em desenvolvimento!
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
Johannes Grenzfurthner é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Benjamin Roberts.
Um expatriado americano se junta a uma equipe de especialistas que vasculham uma casa de fazenda austríaca abandonada em busca de documentos históricos nazistas que possam estar escondidos ali. Ao descobrirem um segredo enterrado nas entranhas do local, a equipe se vê forçada a confrontar um mal antigo e insaciável que pretende consumi-los, assim como tudo o que lhes importa.
O elenco conta com Jon Gries, Aleksandra Cwen, Roland Grtzer, Jasmin Hagendorfer, Ronald von den Sternen, Peter Plos, Galen Howard e Sky Elobar.
O terror australiano será lançado em VOD no dia 10 de outubro.
A produção alcançou o topo dos seriados mais assistidos do catálogo brasileiro do serviço de streaming, desbancando ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘, ‘Oasis‘, ‘O Polígamo‘, ‘Uma Nova Mulher‘, ‘Aprendendo a Lição‘ e ‘As Bruxas Mayfair‘.
Na trama, um pai inocente que cumpre pena perpétua pelo assassinato do próprio filho e que recebe evidências de que seu filho pode ainda estar vivo — e precisa fugir da prisão para descobrir a verdade.
O episódio oito da 2ª temporada de ‘Westworld’ ganhou um novo trailer, que novamente traz a participação do personagem Ford (Anthony Hopkins).
Confira:
Depois de apenas dois episódios de seu segundo ano exibidos, a HBO já confirmou oficialmente a renovação de sua série ‘Westworld‘.
Ainda não se sabe quando a 3ª temporada estreará, considerando o hiatus de mais de um ano entre as duas primeiras temporadas.
A 2ª temporada tem registrado uma média, até o momento, de 0.81 na demo, e um total de 1.9 milhões de espectadores.
O que muita gente não sabe é que as temporadas de ‘Westworld’ possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolanrevelou à EW o nome da segunda:
“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’“
Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.
Com a compra da Fox, a Disney acabou assumindo uma árdua missão de decidir os rumos dos projetos que já estavam em andamento dentro do estúdio.
Uma das produções que está passando por esse pente fino é ‘Kingsman: O Grande Jogo‘. Embora as filmagens já tenham começado, a Casa do Mickey tem autonomia para decidir seguir adiante ou interromper o processo.
E segundo o The Hollywood Reporter, a Disney deu sinal verde a favor da prequel, confirmando que o projeto continua mais firme do que nunca em sua nova casa.
Ainda não se sabe com certeza o destino de outras produções, como é o caso da atual franquia de ‘X-Men‘. Rumores apontam que ‘Fênix Negra‘ pode ser o último. O desempenho do longa nas bilheterias e com os críticos podem confirmar a permanência ou não da saga.
Além disso, ‘X-Men: Novos Mutantes‘ continua na berlinda, ainda sem data de estreia. Mesmo estando pronto, existe a grande possibilidade da produção nunca ver a luz do projetor.
Confira as primeiras imagens dos bastidores de ‘Kingsman: The Great Game‘, prelúdio dos outros filmes ‘Kingsman‘, protagonizados por Taron Egerton.
Ralph Fiennes (‘A Lista de Schindler’) estampa as imagens.
Confira:
O elenco ainda conta com Stanley Tucci (O Diabo Veste Prada), Tom Hollander (Bohemian Rhapsody), Gemma Arterton (Fúria de Titãs), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass: Quebrando Tudo), Matthew Goode (Watchmen: O Filme), Djimon Honsou (Aquaman), Charles Dance (Game of Thrones), Daniel Bruhl (Bastardos Inglórios) e Alison Steadman (Orphan Black) completam o elenco.
Hollander terá três papéis no filme: George V, o Kaiser e o Czar russo, enquanto Arterton vive uma personagem batizada simplesmente como Nanny.
Embora os detalhes sobre a história sejam muito escassos, o site afirma que o filme será um “drama de época”, em contraste com os aspectos de espionagem dos dois primeiros filmes. O filme deve mostrar os grandes acontecimentos da história da humanidade através dos olhos de Kingsman.
Além da pré-sequência, Vaughn está trabalhando duro escrevendo a continuação de ‘Kingsman: O Círculo Dourado‘, que ele pretende dirigir e que mais uma vez traria de voltaTaron Egerton e Colin Firth. O terceiro filme irá concluir a história da relação entre os personagens de Egerton e Firth, mas não está sendo pensado como o enredo final desses personagens.
A pré-sequência de ‘Kingsman‘ estreia nos cinemas em 08 de novembro de 2019.
Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes da franquia arrecadaram um total de US$ 825.3 milhões mundialmente.
A Netflix continua expandindo seus projetos no formato de streaming e mais uma famosa história em quadrinhos será adaptada pela plataforma.
A saga ‘Lady Killer’, escrita por Joëlle Jones e Jamie S. Rich, ganhará o seu próprio filme, estrelado e produzido pela atriz Blake Lively. A informação foi revelada pelo portal Deadline.
Na trama,Josie Schuller é uma dona de casa impecável dos anos 50, que leva uma vida secreta como uma assassina de aluguel.
O longa será roteirizado por Diablo Cody, vencedora do Oscar pelo roteiro de ‘Juno‘, além de também ser responsável por ‘Tully‘ e ‘Jovens Adultos‘.
‘Lady Killer‘ foi introduzida pela primeira vez em 2015 e chegou a ser indicada na categoria de Melhor Minissérie em 2016, no Eisner Awards.
Essa é a segunda HQ de Jones a ser adaptada para as telas. No passado, a emissora The CW chegou a desenvolver uma série baseada nos quadrinhos de ‘Wonder Girl‘, mas o canal decidiu não seguir adiante com o projeto.
‘Star Trek: Section 31‘, o primeiro filme da marca ‘Star Trek’ feito para o streaming, ganhará uma versão em 4K em Blu-ray. O longa chega neste formato no dia 29 de abril. A novidade foi revelada pelo portal Collider.
Além da apresentação em 4K, o colecionável vai incluir um hora de conteúdos extras, como entrevistas com o designer de produção, Paul Kirby, bem como com a decoradora de set, Summer Gaal. Os materiais adicionais ainda incluem análise dos personagens, um mergulho profundo nas armas e gadgets usadas na trama e um conteúdo especial com o coordenador de cenas de ação, Christopher McGuire.
‘Star Trek: Section 31’, estrelado pela vencedora do Oscar Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), já está disponível no catálogo da Paramount+.
Yeoh retorna no longa como a Imperatriz Philippa Georgiou, que esteve presente também em ‘Star Trek: Discovery’.
De acordo com a premissa, “Georgiou fica encarregada de proteger a Federação Unida dos Planetas, mas deve enfrentar os pecados de seu passado”.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudsonem entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson eHugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocouSong Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa deCraig Brewerparece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
O longa será uma parceria entre a Platinum Dunes, de Michael Bay e a Paramount. Os detalhes sobre a produção ainda são mantidos em segredo.
Lançado em 2000 na Nickelodeon, ‘Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.
Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.
Um dos atores mais queridos de Hollywood, que dará vida ao vilão ‘Venom’ muito em breve, parece que está considerando dar uma pausa na carreira para descansar e se dedicar mais a família.
Em uma nova entrevista a Esquire, Tom Hardy comentou que já se sente satisfeito como ator e que deseja passar mais tempo em casa. O ator comparou sua carreira como uma grande escalada ao Monte Evereste.
“Sabe, você quer escalar o Evereste. Já é um milagre que conseguiu chegar perto da montanha, que dirá escalá-la. Depois disso, quer fazer tudo de novo? Ou sair da montanha e encontrar uma praia? O que é que te motiva a fazer isso outra vez? Nessa idade que estou, não sei mais o que posso fazer. Já sinto que tive o suficiente. Estou sento muito honesto agora: quero seguir adiante com minha vida. Isso é tudo”
O ator fez parte de grandes franquias como ‘Mad Max’ e ‘Batman’, de Christopher Nolan, mas parece agora que sua vontade é mesmo descansar.
Isso põe em jogo o futuro da franquia ‘Venom’, já que a Sony esperava inserir o vilão em diversos outros filmes do “Aranhaverso”, além de uma possível sequência do filme solo do simbionte.
‘Venom’ estreia nos cinemas brasileiros em 4 de outubro.
No fim de semana do Oscar, muita gente decide maratonar os filmes indicados ou correr atrás daqueles que ainda não assistiu. No entanto, vale a pena assistir produções correndo só para dizer que assistiu?
Pensando nisso, o CinePOP vai indicar cinco produções disponíveis nos streamings para você assistir neste fim de semana caso queira dar uma fugidinha da premiação mais famosa do cinema. Confira!
Super Mario Bros. O Filme
Fenômeno de 2023, a animação do encanador mais famoso do mundo só não foi o maior sucesso de bilheteria do ano porqueBarbie arrebentou a boca do balão. Pois bem, nesta animação, acompanhamos os irmãos Mario e Luigi indo parar em uma terra mágica dos cogumelos, onde se comprometem a ajudar a salvar a Princesa Peach das garras do Bowser. No caminho, eles se envolvem em diferentes fases do jogo e franquias dentro do mundo de Mario Bros.
Celebrada até hoje pelos fãs de quadrinhos e pelos apaixonados pelos mutantes da Marvel, a série dos anos 90 dosX-Men definitivamente marcou uma geração. E como lançamento de X-Men ’97 programado para o dia 20 deste mês, nada melhor que começar a rever a série para chegar na nova temporada com tudo fresquinho na memória. Os 76 episódios das cinco temporadas estão disponíveis no streaming.
Recém-saído dos cinemas do mundo todo, Wonka foi um sucesso que pegou todo mundo de surpresa. Não só porque ninguém havia pedido uma prequel de A Fantástica Fábrica de Chocolate, mas também porque ainda tinha muita gente com má vontade e desconfiança sobre Timothée Chalamet. A trama acompanha a jornada do jovem Willy, que chega a uma nova cidade buscando concluir seu sonho de virar o maior chocolateiro do mundo.
Inspirado no livro homônimo da jornalista Daniela Arbex, esse documentário importantíssimo conta a história do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena, mais conhecido como Colônia, que funcionou em Minas Gerais e registrou, entre os anos 1960 e 1980, mais de 60 mortes, seja por tratamentos psiquiátricos questionáveis ou pela mais pura e simples negligência ante os internados. O doc. traz elementos visuais fortes e reúne depoimentos de sobreviventes, ex-funcionários e parentes.
É impossível falar de Rio de Janeiro sem entrar no assunto Jogo do Bicho. Nascido como forma de impulsionar o lucro de um zoológico, esse jogo virou uma ferramenta para formar impérios na Cidade Maravilhosa, movimentando milhões anualmente há décadas. Nesta série documental, o mundo da contravenção é retratado por meio de entrevistas, casos e relatos impressionantes. É uma produção tão boa que já teve sua segunda temporada confirmada para 2025.
Não é exagero dizer que boa parte dos brasileiros passaram suas infâncias e adolescências lendo aos gibis da Turma da Mônica. Para além do entretenimento, as histórias em quadrinho de Mauricio de Sousa ajudaram a criar o hábito de leitura em boa parte da população, e também ajudaram a trabalhar temas que, em muitos aspectos, ajudaram pais e professores a conseguir conversar sobre eles nas escolas e dentro de casa. Nas adaptações audiovisuais, isso não seria diferente, afinal, dialogar com o mundo juvenil sempre esteve no cerne da Mauricio de Sousa Produções. Para ajudar nossos leitores do Cinepop a observarem quais os temas abordados, ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’, levantamos aqui os principais pontos do novo filme (mas cuidado, contém spoilers!).
Crise de identidade
Durante o desenvolvimento do caráter próprio, é natural que o jovem questione muitas coisas sobre si mesmo, principalmente quando recebe uma crítica forte ou quando sofre bullying, como ocorre com a Mônica no filme (que, a partir desses dois elementos, passa a desejar ser diferente, como todas as outras pessoas). Por ser o ponto principal, é ele que conduz todas as ações dos personagens e também dá a resolução da trama.
Foto: Divulgação/ Laura Campanella
Separação
Ter amigos do coração é algo que marca a vida dos jovens para sempre. Mas… a primeira separação é terrível. Pode ser por pouco tempo, ou por muito tempo (afinal, o tempo, na época da juventude, passa de maneira diferente e potencializa todos os eventos), mas fato é que viver experiências longe dos melhores amigos ou imaginar que eles estão se divertindo sem a gente (ou, pior ainda, imaginar que as coisas podem mudar se nos afastarmos um tempo) pode ser muito doloroso na vida de um jovem, como ocorre com a Mônica e seus amigos. O importante, sempre, é entender que os amigos estarão sempre conosco, mesmo que nem sempre estejam perto de nós.
Bullying
O bullying é um dos temas mais recorrentes no mundo juvenil, pois em menor ou maior escala boa parte da garotada diz já ter sofrido algum tipo de bullying. No filme, isso também acontece com a Mônica (que é acusada por Carmen Fru Fru de violência física), por ela e pelo Cebola (chamados pelos apelidos provocativos de suas infâncias), o que engatilha reações impensadas em ambos.
Medo
O tema está até no título do filme, mas por ser algo complexo, acaba sendo transposto na telona em muitas camadas: o medo do Cascão com relação a um personagem ameaçador de sua infância (cujas histórias foram contadas pelo seu tio) e o medo dele de nunca mais encontrar o tio; o medo de Magali de não ser boa o suficiente para ser aceita na Ordem; o medo de não ser amado pelos próprios pais, como ocorre com Carmen Fru Fru; o medo de Mônica de que a amizade entre eles mude caso eles se afastem; de revelar os sentimentos a quem se ama, como acontece com o Cebola.
Lutar pelo que se acredita
Embora não seja algo diretamente ligado ao universo jovem, a especulação imobiliária presente no filme contribui de maneira clara no desencadeamento dos eventos, uma vez que as dívidas imobiliárias de Licurgo com o prédio do Museu faz com que este seja leiloado privativamente, o que impulsiona o protesto da garotada. Com a luta como causa comum entre todos, os alunos se juntam para lutar pelo bem maior, que é o patrimônio do museu.
Primeiro amor
De duas maneiras diferentes o amor é trabalhado no novo filme. Entre Denise e Jerê, que se encontram escondidos (e o motivo pode ser debatido, afinal, não é evidenciado) e entre Mônica e Cebola (como já mencionado, o medo de revelar sentimentos, o medo de sentir o sentimento, o medo de perder a quem se ama). O primeiro amor é o mais intenso e o mais inesquecível, e também o mais trabalhoso de se entender na cabecinha de um jovem.
Abandono parental
Carmen Fru Fru não é apenas uma patricinha metida. No fundo, parte do seu jeitinho mandão tem a ver com o rancor que sente dos próprios pais, que estão sempre ausentes de sua vida. No fundo, ela só queria ser amada, e essa ausência dos pais está moldando seu caráter de maneira bastante sombria. Assim, o abandono parental também está presente no longa, pois tudo que Carmen queria era voltar a tomar café da manhã com sua própria mãe.
O remake da icônica animação ‘Aladdin’ está chegando aos cinemas em maio deste ano – e uma nova imagem promocional traz Naomi Scott no memorável figurino azul da Princesa Jasmine.
Confira:
‘Aladdin’ chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.
“Blurred Lines”, terceiro episódio da 5ª temporada de ‘Supergirl’, ganhou seu trailer oficial.
Confira:
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
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