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Terror ATERRORIZANTE do diretor de ‘Espíritos: A Morte Está ao seu Lado’ estreia no Prime Video

Se você gosta de passar medo, talvez vá amar o novo lançamento do Amazon Prime Video.

O streaming lançou em seu catálogo o terror tailandês ‘A Médium‘.

A trama segue a aterrorizante história da herança de um xamã na região de Isan, na Tailândia. Um membro da família se fica possuído por uma Deusa, mas a entidade que toma conta do seu corpo pode não ser quem eles pensam…

Confira o trailer dublado e legendado:

O longa é escrito e dirigido por Banjong Pisanthanakun, do aclamado ‘Espíritos: A Morte Está ao seu Lado‘.

GulmongkolpechSawanee UtoommaSirani Yankittikan estrelam a produção.

Após fracasso de ‘Flash’, Andy Muschietti não deve mais dirigir novo filme do ‘Batman’

Andy Muschietti, o diretor responsável pelo filme ‘The Flash‘, havia sido confirmado no comando de ‘The Brave and the Bold‘ (O Brazo e o Audaz, em tradução livre) há algum tempo.

Mas com o fracasso de ‘The Flash‘, o insider Batman-On-Film revelou que Andy não está mais ligado ao projeto que vai passar por uma reformulação.

Segundo a fonte, “o projeto mudou e não acontecerá da maneira que James Gunn apresentou”.

Muschietti ainda tem no currículo ‘It – A Coisa‘ e ‘Mama‘.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Esse longa-metragem será responsável por introduzir a Batfamília no Universo DC, ampliando o escopo e explorando o mundo dos vigilantes de Gotham City.

Nos quadrinhos, a saga foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival, que seria publicado a partir de 2007.

A fase que vai servir de base para o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin, introduzindo no cinema a Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne.

A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai.

Intitulado ‘Gods and Monsters’ (Deuses e Monstros), o primeiro capítulo da nova DC também inclui mais quatro filmes (‘Superman – O Legado’, ‘The Authority’, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’ e ‘Monstro do Pântano’) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos’, ‘Waller’, ‘Gladiador Dourado’, ‘Lanterns’ e ‘Paradise Lost’).

O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Muita AÇÃO em novo comercial de ‘Demolidor: Renascido’

Demolidor: Renascido’, série do Disney+ que continuará a história vista nas temporadas da Netflix, ganhou um novo comercial de TV cheio de cenas de ação.

Sendo o primeiro projeto destinado ao personagem no UCM, a produção gera grandes expectativas com o retorno de Charlie Cox como Matt Murdock.

Assosta:

Em uma entrevista à revista SFX, Vincent D’Onofrio, intérprete do Rei do Crime, revelou algo que animará ainda mais o público.

De acordo com o astro, ‘Demolidor: Renascido‘ terá uma surpresa “bem legal” no UCM. O ator também contou que os fãs ainda não imaginam o que pode ser.

“Algo que as pessoas não sabem, que nem mesmo estamos completamente esclarecidos. A Marvel guarda muitos segredos… mas nós temos pistas”, disse o Vincent D’Onofrio.

Demolidor: Renascido’, que se passa cinco anos após os eventos da produção original da Netflix, mostrará um Matt Murdock aposentado, forçado a retomar sua vida de vigilante ao enfrentar novos planos de Wilson Fisk

Em uma recente entrevista à SFX Magazine, o astro Charlie Cox falou um pouco sobre o futuro do Demolidor na Marvel Studios.

“Me sinto rejuvenescido, sortudo e abençoado por ainda ter a oportunidade de interpretar esse personagem”, explicou o ator. “Você raramente consegue realizar uma paleta tão variada de tarefas como ator. Eu recebo todas essas coisas legais como advogado, recebo cenas emocionantes com vários interesses amorosos, e então posso usar uma fantasia incrível de super-herói e pular de telhados.”

Ele continua: “eu amo tudo isso. Normalmente, quando você entra no décimo ano interpretando o mesmo personagem, você tende a desacelerar, mas estamos indo na direção oposta. Seria interessante saber o que acaba primeiro, a fé da Marvel em nós ou em nossos corpos!”.

Quando lhe foi dito que Demolidor talvez liderasse os Vingadores, Cox respondeu: “isso seria incrível”.

Lembrando que Demolidor: Renascido’ chega ao Disneyem 04 de março.

Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+

Além de Charlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Fique ligado para mais informações!

Após POLÊMICAS, Tom Hardy vai retornar na 3ª temporada de ‘Terra da Máfia’

As polêmicas de bastidores envolvendo o astro Tom Hardy na série Terra da Máfia ganharam novos desdobramentos.

Ao contrário dos rumores iniciais publicados pelo portal Puck, que apontavam a demissão do ator após desentendimentos com o roteirista Jez Butterworth e o produtor David Glasser, Tom Hardy teve seu retorno CONFIRMADO na terceira temporada.

A Paramount e o astro finalizaram as negociações para o seu retorno na terceira temporada de maneira positiva.

De acordo com múltiplos envolvidos, as tensões de fato existiram, mas o trio resolveu as diferenças.

Um dos principais aliados do ator nos bastidores foi o cineasta Guy Ritchie.

Tom Hardy se RECUSAVA a sair do próprio trailer durante as gravações de ‘Terra da Máfia’, revela fonte

Fontes ligadas à produção apontam que “houve culpa dos dois lados” no desgaste da relação de trabalho. De um lado, são apontados os atrasos frequentes de Hardy no set e sua insistência em reescrever cenas; de outro, os problemas estruturais da própria produção.

Por exemplo, fontes apontam que Hardy estaria incomodado com o fato de Butterworth entregar os roteiros muito tarde, às vezes apenas uma semana antes das gravações.

“Tom gosta de se preparar”, explicou uma fonte.

Além disso, o roteirista não costuma acompanhar as filmagens, o que dificultava alterações pontuais exigidas pelo ator. Embora outra fonte afirme que Hardy participava de reuniões semanais via Zoom com os produtores, a falta de contato diário gerava atritos.

“Muitas vezes as ideias dele fazem bastante sentido e ele quer que sejam levadas a sério. Jez meio que não tem tempo para lidar com essas observações”, ponderou um integrante da equipe.

O acúmulo de funções de Butterworth também foi citado como agravante, já que ele se divide entre Terra da Máfia, a série ‘The Agency’ e as futuras cinebiografias dos The Beatles dirigidas por Sam Mendes:

“Acho que Jez basicamente assumiu trabalho demais”, destacou a fonte.

Tom Hardy revela desgaste físico após anos de ação: “Tudo está desmoronando”

Nos episódios comandados por Guy Ritchie, a ausência do roteirista não causava problemas, dada a experiência do diretor em improvisar e ajustar textos no set. A situação complicou-se quando outros diretores assumiram o comando:

“O diretor não podia simplesmente virar e dizer ‘vamos reescrever isso’, porque não tinha autoridade para isso. E eles também não tinham muita autoridade sobre Hardy. Ele está acostumado a trabalhar com alguns dos melhores diretores do mundo, então, quando acaba trabalhando com um diretor de TV mais comum, ele tem dificuldade e, até certo ponto, consegue intimidá-los”, detalhou a fonte.

Ritchie, porém, mantém o controle da situação devido à parceria de longa data com o ator, iniciada em ‘RocknRolla’ (2008): “Tom se comporta melhor com Guy”.

O mesmo não se aplica ao produtor executivo da série: “Acho que, em termos de personalidade, Tom tem dificuldades com esse perfil de produtor hollywoodiano como David Glasser. David é um cara duro. Justo, mas duro”.

Apesar dos atrasos relatados, que chegaram a fazer com que os astros Pierce Brosnan e Helen Mirren esperassem “por muito tempo” por Hardy no set, as fontes garantem que o clima com os colegas de elenco é profissional e livre de rivalidades ideológicas.

“Helen já disse algo como: ‘Vamos lá, Tom, estamos aqui há séculos, vamos começar logo’, mas nunca pareceu ser anti-Tom. Nunca ouvi falar de nada político. Helen não é esse tipo de pessoa”, destacou.

Tom Hardy considera pausar sua carreira como ator e futuro de ‘Venom’ é incerto

Em Terra da Máfia, Hardy interpreta Harry De Souza, um intermediário que trabalha para os Harrigans, uma família criminosa de Londres originária da Irlanda. Na primeira temporada, ele liderou a disputa da família com os rivais Stevensons, que terminou em grande derramamento de sangue.

Criada por Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’), a trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo.

Com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a série foi elogiada pela performance de seu elenco principal e pela abordagem narrativa, que segue o estilo criativo de Ritchier.

Tom Hardy (‘Venom’), Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Helen Mirren (‘1923’) e Paddy Considine (‘A Casa do Dragão’) estrelam a produção.

Johnny Flynn (‘Beast’) e Ophelia Lovibond (‘Minx’) farão parte dos novos episódios.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

A Case of You

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Ah, amor! Sempre ele envolvendo histórias no mundo do cinema. Será que há espaço e criatividade para escrever um roteiro um pouco diferente de tudo que já vimos? Buscando inovações na maneira de contar uma inusitada história de amor, o norte-americano Justin Long (que você já deve ter visto em muitos filmes) roteiriza, produz e atua no interessante A Case of You. Dirigido pela belíssima Kat Coiro, o filme é uma jornada de incertezas em busca do amor perfeito.

Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor perfeito.

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Os personagens ditam o ritmo do filme a todo instante. Isso é uma tática arriscada, as vezes parece que falta história mas no final tudo fica bem interessante. A história gira totalmente em torno de Sam. Parece a Apollo 13, do desastre ao triunfo. Consegue fazer tudo errado ao mesmo tempo e mesmo assim, por conta da sorte, é bem sucedido em muitas atitudes ao longo do filme. O personagem é bem problemático, isso fica bem claro para o espectador. Justin Long desempenha com eficácia esse papel que consegue com um carisma tímido conquistar o público.

Birdie é uma daquelas personagens que somente Evan Rachel Wood consegue interpretar. Tinha tudo para ser sem graça e amarga mas com muita sutileza e charme, a Srta. Wood mais uma vez consegue elevar a qualidade de um filme que trabalha. Que baita atriz essa! A história funciona exatamente porquê há química entre esses dois personagens.

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A direção é apenas mediana, chega a ser preguiçosa. Poderia ajudar muito mais e elevar a qualidade da história. O filme luta a todo instante fugir dos clichês. Mesmo assim, por conta de seus atores principais e um monte de nomes ótimos como coadjuvantes, como Sienna Miller, Sam Rockwell e Peter Dinklage, A Case of You consegue agradar.

10 grandes filmes protagonizados por atores que já se foram!

A cada novo ano, a vida nos lembra, que grandes nomes do cinema também partem. No entanto, como sabemos, o cinema é eterno — e as obras deixadas por esses artistas ajudam a amenizar a saudade que fica. Pensando nisso, preparamos uma lista com 10 grandes filmes estrelados por atores que já se foram:

 

Candy

Um dos grandes filmes da carreira de Heath Ledger, uma obra subestimada, profunda e reflexiva. Baseado no romance de Luke Davies, Candy: A Novel of Love and Addiction, em Candy acompanhamos dois jovens apaixonados que acabam embarcando em uma jornada destrutiva pelo mundo das drogas.

 

A Conversação

Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, esse filmaço de Francis Ford Coppola nos leva até a história de um especialista em escutas que aceita um trabalho e se vê em conflito por conta do que descobre.

 

Asas do Desejo

Na trama, conhecemos um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) que passeiam por uma Berlim do lado ocidental, friorenta, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhe enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).

 

Sociedade dos Poetas Mortos

Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 50. Aos poucos, com seus métodos diferente do que todos encontravam na escola, consegue inspirar seus alunos a combaterem suas ansiedades e os conflitos provocados por uma sociedade conservadora.

 

The Lunchbox

Na curiosa história, conhecemos dois personagens que sofrem por amor, cada um à sua maneira. Saajan Fernandes (interpretado pelo excelente Irrfan Khan) é um homem solitário que está prestes a se aposentar depois de 35 anos na mesma empresa. Já Ila (Nimrat Kaur) é uma mulher que se sente muito sozinha, pois, é rejeitada pelo marido que a trai constantemente.  Quando um equívoco no sistema de entregas de refeições de Mumbai – os Dabbawallahs – acontece, todo almoço preparado por Ila para seu marido vai para Saajan. Assim, essas duas almas carentes por um grande novo amor, constroem juntos um mundo paralelo de amizade, carinho e afeto através de bilhetes deixados nas marmitas nas quais as comidas são entregues. Até que certo dia eles resolvem se conhecer pessoalmente.

 

Se Meu Apartamento Falasse

Se Meu Apartamento Falasse, uma comédia que gira seu roteiro em torno de uma situação onde todo mundo um dia já passou ou passará: as decepções amorosas! Escrito e dirigido pelo genial cineasta polonês/norte-americano Billy Wilder, esse é um dos filmes preferidos de muitas pessoas!

 

De Onde Eu Te Vejo

Um casal, após muitos anos de união, resolve se separar. Uma das partes se muda para um apartamento bem perto de onde morava. Ao longo desse tempo distantes um do outro, essas duas almas embarcarão em uma jornada de novos aprendizados imersos na nova situação.

 

Ben-Hur

Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.

 

A Felicidade não se Compra

Dirigido por Frank Capra, nessa obra-prima lançada no final da década de 1940, conhecemos um homem amargurado por várias questões, e a beira de cometer uma loucura, que tem um encontro inesperado com um anjo lhe mostrando aos poucos a importância do seu viver.

 

Casablanca

Na trama, conhecemos um exilado norte-americano que comanda um badalado clube noturno em Casablanca até que um dia reencontra um antigo amor.

 

‘O Diabo de Cada Dia’ – Drama que critica o fanatismo Religioso estreia na Netflix dividindo opiniões

O horror nosso de cada dia nos dai hoje

Adaptar para as telas uma obra literária é uma tarefa dificílima. Por isso, os bem sucedidos, mesmo que alterem bastante seu material original, merecem todos os louros do mundo. Quando falamos de obras complexas, repletas de personagens e com linhas narrativas distintas, como é o caso com este O Diabo de Cada Dia (baseado no livro homônimo escrito por Donald Ray Pollock em 2011 – que também fornece a narração), tudo fica ainda mais arriscado. Uma adaptação cinematográfica precisa criar conexão com seu espectador para além do já estabelecido público-alvo, e no caso deste longa – e bota longa nisso, com 2h20min de projeção – termina com um resultado pouco memorável.

A ideia por trás do roteiro adaptado por Paulo Campos e Antonio Campos (também diretor do filme e filho do veterano jornalista brasileiro Lucas Mendes) é a de uma crítica ferrenha ao fanatismo religioso. A todas as atrocidades cometidas pelo homem em nome de Deus, e a um senso moral incrivelmente deturpado, que somente esconde e valida ações de indivíduos altamente desequilibrados. Justamente servindo a este tapa na cara em relação a tal fé cega, o título em português chega bem acertado e mais eficiente do que sua versão original em inglês.

Aqui, o cineasta aponta para o quão desprezíveis são os que se envolvem num manto santificado para liberar toda a sua monstruosidade, na ilusão de realmente estarem acima do bem e do mal. Num delírio íntimo de se encontrarem como um canalizador da voz divina. Mas igualmente enfatiza o perigo de uma crença acima de qualquer suspeita, deixando para trás avaliações lúcidas, nas quais os fiéis são facilmente manipulados e levados a cometer atrocidades. Tudo, novamente, em nome de Deus.

O Diabo de Cada Dia funciona de forma episódica, com diversas subtramas (ou micro histórias) que vão se entrelaçando ao longo da trajetória, e no final se afunilam para uma conclusão. Assim, a obra se torna quase uma antologia – como A Balada de Buster Scruggs (2018), dos irmãos Coen, por exemplo -, aqui costurando todos os contos com a temática da falsa ideologia religiosa e o fanatismo. Tudo começa com Bill Skarsgard (o palhaço Pennywise dos novos It: A Coisa), um jovem veterano de guerra retornando para casa na sua pequena cidadezinha rural. Ah sim, devo mencionar também que todas as histórias são ambientadas durante a década de 1950, e que o elenco é simplesmente estelar, e um dos melhores, definitivamente, dos últimos anos. O filme é produzido pelo ator Jake Gyllenhaal – ou seja, talento não falta na frente e atrás das câmeras.

Voltando para Skarsgard, ele se casa com a personagem da gracinha Haley Bennett (ainda exibindo o inchaço pós-gravidez de seu primeiro filho com o diretor Joe Wright), e logo depois chega a cria do casal, o menino Arvin. Quando a mulher adoece, o patriarca vai aos poucos deixando florescer os traumas de guerra nunca enterrados, em especial sobre um colega crucificado e esfolado vivo pelos japoneses. Deus é visto por ele como uma entidade cruel, com quem precisa barganhar vidas. Assim, a tragédia se abate por completo sobre esta família. A esta altura vale dizer que O Diabo de Cada Dia é um filme altamente depressivo, trágico, sem qualquer vislumbre de alegria. É a ira de Deus, a tempestade sem a bonança.

O que o grande público irá querer ver ao acessar o ícone do filme na Netflix, no entanto, são as presenças de dois jovens astros do momento, cujos nomes são capazes de arrastar multidões: Robert Pattinson e Tom Holland. Da dupla, é Holland quem tem o protagonismo, interpretando a segunda fase, mais velha, de Arvin. E assim como Peter Parker, o órfão é criado por uma figura materna (aqui a avó), combate valentões no colégio e faz de seu trabalho eliminar “vilões” – aqui, de forma muito mais intensa e visceral. Mas quem rouba o show, apesar do elenco pra lá de eficiente e harmonioso de forma geral, é mesmo Pattinson em mais um desafio em sua filmografia. O vindouro intérprete do Batman escolhe para si o que é o personagem mais asqueroso de sua carreira: um pastor egocêntrico, que usa sua fala mansa e através da articulação da palavra bíblica abusa da boa fé de seu rebanho. E como adoramos odiá-lo no papel.

Ainda sobram tramas para Jason Clarke (Cemitério Maldito, 2009) e Riley Keough (Mad Max: Estrada da Fúria) – a neta de Elvis Presley – como um casal de degenerados; Sebastian Stan (o Soldado Invernal da Marvel), num papel que seria do colega Chris Evans, como um xerife corrupto; Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres) como uma inocente carola; Harry Melling (sócio da Netflix, de filmes como Buster Scruggs e o recente Old Guard) se destacando como um pastor caído em desgraça; e Mia Wasikowska como uma vítima das circunstâncias, numa participação piscou, perdeu. Ou seja, “só gente boa”, nesta verdadeira sinfonia da miséria humana. Todos ligados pelo pecado de amar demais a Deus, ou ao menos corromper completamente seus ensinamentos.

A crítica funciona, a mensagem é passada de forma clara, e estes elementos estão entre os acertos do longa. Assim como a reconstrução mais que eficiente da época, e atuações de alto nível, em especial as de Pattinson, Melling e Keough. Porém, para um filme transcender sua intenção e o próprio assunto a que se propõe a discutir é preciso algo mais. E em sua maioria os personagens não obtém destaque ao ponto de realmente nos identificarmos e começarmos a nos importar com eles. Em muitos momentos, seja pela falta de diálogos mais fervorosos (para acompanhar o tema) ou pela confecção de cenas mais chamativas (ou artisticamente ousadas), sentimos como se O Diabo de Cada Dia fosse apenas uma sucessão de eventos muito ruins e violentos ocorrendo constantemente de forma genérica, sem grande apelo. Apesar de suas qualidades, é pouco provável que o longa possua a resiliência de permanecer marcado em nossas mentes.

Mais velhos que todos nós! ‘Taxi Driver’, ‘Rocky’ e os clássicos absolutos do cinema que completam 50 anos!

Sim, querido leitor, existia cinema antes do TikTok. Existia cinema antes do Instagram. Existia cinema antes mesmo do Facebook. Mas quer saber uma que vai ser dolorida? Existia cinema antes dos streamings e antes mesmo da internet. Já pensou? Era a época do cinema totalmente analógico, coisa que grande parte dos fãs hoje em dia apenas ouviram falar como um conto antigo de ninar.

Bom, e se a geração Z não sabe o que foi viver em um mundo analógico, a geração anterior, chamados de geração Y ou millenials, não sabem o que foi viver em um mundo sem acesso às locadoras (os streamings da época). As gerações mais antigas é que sabem o que significa ver filmes apenas nos cinemas ou na TV. E bem, os filmes que iremos apresentar aqui hoje são exatamente desta época. E não por menos, eles estão completando 50 anos de seu lançamento nas telonas em 2026. Abaixo iremos dar uma olhada em 10 verdadeiros clássicos absolutos da sétima arte. Confira.

Taxi Driver

Nem sempre os filmes do Oscar são os mais lembrados ou os que mais resistem ao teste do tempo. Isso é um fato bem curioso, porque se formos analisar, os indicados ao maior prêmio do cinema são considerados “os melhores” e deveriam ser constantemente lembrados. De tempos em tempos, o prestígio e a popularidade se cruzam, e temos conjunções como a do Oscar de 1977, no qual todos os filmes indicados (de 1976) entraram para a história da sétima arte. Bem, quase todos, tirando o esquecido ‘Esta Terra é Minha Terra’. Mas aqui falamos de ‘Taxi Driver’, obra-prima de Martin Scorsese, que possui um cunho bem underground, alternativo e incorreto, ao tratar de um protagonista desequilibrado, que não encontra lugar em sociedade após a guerra do Vietnã, e começa a dirigir um taxi à noite. ‘Taxi Driver‘ foi indicado ao Oscar de melhor filme, é claro, e ainda ator (para Robert De Niro) e atriz coadjuvante (para um bem novinha Jodie Foster). Além de ser um dos três desta lista, considerado parte dos melhores de todos os tempos com o grande público no IMDB. Seu maior prêmio, sem dúvida.

Rocky – Um Lutador

O segundo filme do Oscar daquela época, foi também o grande vencedor do prêmio naquela noite. Existe uma discussão sobre qual filme de fato seria o melhor, e muitos ainda choram por ‘Taxi Driver’, símbolo da contracultura da época, não ter levado. A verdade é que o filme de Scorsese representa como poucos o que foram os anos 1970. Por outro lado, ‘Rocky’ é aquele filme perfeito, que agrada todo tipo de público. Um filme que tem o coração no lugar certo e que fala sobre a verdadeira essência humana, da bondade, da superação e da conquista. Mostra que todos nós somos capazes de uma segunda chance e de mudar nossas vidas quando a oportunidade se apresenta. É sobre ter coragem e aceitar o desafio. Fora isso, é a história de Davi e Golias para àquela época, considerado até hoje o melhor filme de esporte da história da sétima arte. ‘Rocky‘ levou o Oscar de melhor filme, diretor (John G. Avildsen) e edição; e foi indicado para melhor ator (Sylvester Stallone), roteiro (também para Stallone) e mais cinco prêmios, incluindo três de atuação.

Fora isso, Stallone se tornou o terceiro artista na história do Oscar a receber indicações de melhor ator e roteirista no mesmo ano, depois de Charles Chaplin por ‘O Grande Ditador‘ (1940) e Orson Welles por ‘Cidadão Kane‘ (1941). E que ótima companhia para se ter. ‘Rocky‘, é claro, também está entre os melhores filmes de todos os tempos no IMDB, e resistiu ao teste do tempo, criando uma franquia que já possui 9 filmes.

Rede de Intrigas

Como dito, dos filmes do Oscar desta época, apenas ‘Esta Terra é Minha Terra’ se tornou esquecido, uma obra pouco falada hoje em dia. As outras duas também eram obras atuais, que falavam sobre a força do jornalismo, seja televisivo ou impresso (você lembra?). Começaremos com o primeiro, o jornalismo televisivo, que nos anos 70 já enfrentava bastante ceticismo. ‘Rede de Intrigas’ surge como crítica máxima à indústria das notícias sensacionalistas e da ganância do mundo corporativo. Das grandes redes de TV, mais interessadas na audiência do que de fato em realizar um programa que sirva ao cidadão. Nesse contexto, o diretor Sidney Lumet cria a sua obra-prima, que jamais foi igualada quando o tema é os bastidores de um telejornal. Na trama, um âncora demitido pela baixa audiência de seu programa enlouquece e vira sensação da noite para a dia, fazendo os executivos do canal o transformarem em uma estrela. A mensagem é: será que vale tudo pela audiência? ‘Rocky‘ pode ter sido o grande vencedor daquela noite (com o Oscar de melhor filme) – ‘Taxi Driver‘ foi o grande perdedor -, mas ‘Rede de Intrigas‘ ganhou ainda mais prêmios da Academia.

O filme venceu quatro estatuetas: melhor ator (Peter Finch, que se tornou o primeiro ator da história a levar uma prêmio póstumo de atuação – ele havia falecido pouco tempo antes), melhor atriz (Faye Dunaway), melhor atriz coadjuvante (Beatrice Straight) e melhor roteiro original. Ah, é claro, também faz parte dos melhores filmes de todos os tempos no IMDB.

Todos os Homens do Presidente

Outro filme sobre jornalismo, outro filme indicado ao Oscar que resistiu ao teste do tempo. E se por um lado, ‘Rede de Intrigas’ era sobre o que de pior o jornalismo tinha a oferecer (sendo de uma forma inclusive profético), onde a audiência precisa chegar em primeiro lugar, e a ética profissional em segundo; ‘Todos os Homens do Presidente’ é o outro lado da moeda. Aqui, temos a essência da profissão, ou seja, ética, comprometimento e responsabilidade. Essa é a história real dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que através de uma minuciosa investigação, conseguiram descortinar o escândalo que ficou conhecido como o “caso Watergate”, envolvendo corrupção na política, chegando até o mais alto escalão do governo americano e derrubando o então presidente Richard Nixon. No filme, os jornalistas são interpretados pelo saudoso Robert Redford e o veteraníssimo Dustin Hoffman. O longa também foi indicado ao Oscar de melhor filme e levou quatro prêmios da Academia: ator coadjuvante (Jason Robards), melhor roteiro adaptado, direção de arte e som.

Nasce uma Estrela

Se você só conhece este título pelo filme da Lady Gaga, saiba que antes existiu outro filme. Sim, o longa de Bradley Cooper e Lady Gaga é um remake. Bem, na verdade não existiu somente outro filme, mas três. Acontece que a primeira versão deste roteiro data de 1937, quando a história ainda falava sobre uma aspirante à atriz e um astro em decadência. Depois veio a versão de 1954 com Judy Garland, que migrava a personagem para uma atriz e cantora. Depois veio este aqui (que completa 50 anos), a terceira versão da história, estrelada por Barbra Streisand e Kris Kristofferson, que a narrativa migraria completamente para o mundo dos cantores celebridades. Essa é a versão que muita gente conhece e foi a versão da qual o filme de 2018 mais pegou emprestado. Este ‘Nasce uma Estrela’ não foi indicado ao Oscar de melhor filme, mas bem que poderia ter ocupado a vaga de ‘Esta Terra é Minha Terra’. No entanto, o longa foi indicado para os Oscar de melhor fotografia, melhor som, trilha sonora e levou o de melhor canção.

Carrie – A Estranha

Carrie’ foi o primeiro livro de Stephen King. Não por menos, foi também a primeira adaptação para o cinema de uma obra sua. Ou seja, ‘Carrie’ precede até mesmo o clássico dos clássicos ‘O Iluminado’. Esse ano ganharemos uma série da Amazon Prime Video que reimagina o conto inesquecível de King, sobre uma menina retraída, que sofre bullying no colégio e em casa sofre punições de sua mãe fanática religiosa. Ao mesmo tempo em que entra na puberdade, Carrie White também descobrem poderes telecinéticos, que fogem rapidamente de seu controle. Esperamos que a nova série nos faça esquecer o remake de 2013 com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore. Por outro lado, sempre teremos o clássico absoluto dirigido por Brian De Palma – um dos primeiros papeis de destaque de Sissy Spacek (indicado ao Oscar pelo filme).

A Profecia

Por falar em filmes de terror, há 50 anos ganhávamos alguns bastante icônicos, que jamais esqueceríamos. Podemos dizer que os filmes de terror eram mais sutis antes. Muitos podem inclusive afirmar que ‘Carrie’ não é bem um filme de terror, e foca mais no drama pessoal da protagonista, uma jovem reprimida, que sofre bullying e em casa pena com os abusos da mãe fanática. Outro que pode ser analisado desta forma mais sutil dentro do terror é ‘A Profecia’, longa que segue os passos de ‘O Exorcista’ e fala sobre o “capeta” encarnado. Porém, enquanto ‘O Exorcista’ mostrava uma garotinha possuída por um demônio zombeteiro, ‘A Profecia’ apresenta um menininho ainda mais jovem, que é a reencarnação do anti-Cristo. Nesse aspecto ele guarda semelhanças com ‘O Bebê de Rosemary’ também. ‘A Profecia‘ levou para casa o Oscar de melhor trilha sonora, e ainda foi indicado para melhor canção.

King Kong

King Kong’ é uma das histórias mais clássicas da dramaturgia norte-americana e um de seus melhores roteiros fantásticos. Justamente por isso já foi reinterpretado diversas vezes. A história simples, mas muito eficiente, mostra o embate mais antigo que existe: homem versus a natureza. Basicamente, um grupo de exploradores encontra um gorila gigantesco em uma ilha remota, e resolvem trazê-lo para a cidade, a fim de explorá-lo comercialmente. É claro que a coisa dá errado e uma enorme tragédia se inicia. O filme original é de 1933, em preto e branco, e todo criado através da técnica do stop-motion. Já esta versão aqui, de 50 anos atrás, foi o primeiro remake do clássico, produzido por Dino De Laurentiis, e estrelado por Jeff Bridges e Jessica Lange. O gorilão desta vez era criado através de um ator usando uma roupa de gorila. É claro que a versão que quase todos lembram é a de 2005, criada por Peter Jackson após o sucesso da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’. O ‘King Kong‘ dos anos 70 rendeu uma sequência em 1986, e foi indicado aos Oscar de melhor fotografia e som; além de ter levado um Oscar especial pelos efeitos visuais.

A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa

Os mais jovens talvez não conheçam a franquia ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ de uma forma, digamos, mais íntima. Isso porque os mais recentes exemplares foram o remake estrelado por Steve Martin e sua continuação, que passaram praticamente em branco. Ao lado da franquia do espião 007, a série cômica da ‘Pantera’ é uma das mais antigas ainda em vigor na cultura pop, datando do início da década de 1960. Foram nove filmes, adentrando pelas décadas de 1970, 1980 e 1990, até o citado reboot de 2006. Há 50 anos, ganhávamos o mais engraçado de todos estes filmes: ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’. Os filmes, é claro, foram estrelados pelo icônico humorista Peter Sellers, que imortalizou o detetive mais atrapalhado do cinema, o inspetor Jacques Clouseau. É dito que a próxima versão de Clouseau no cinema será na forma animada, dublado por Eddie Murphy. Voltando para ‘A Nova Transa…‘, o longa foi indicado ao Oscar de melhor canção.

Se Eu Fosse Minha Mãe

Você certamente viu e se divertiu com ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, um filme muito adorado por todos que eram criança ou adolescente na época. O filme estrelado por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan (em seu auge de popularidade) apresentava mãe e filha que viviam em conflito, trocando de corpos, em uma jornada extrema de aprendizado, compreensão e união. Ah sim, você pode até não saber, mas a comédia cult ganhou uma tão esperada sequência 22 anos depois. E bem, não foi a mesma coisa – mas quem é fã sem dúvida agradece. No entanto, mesmo o maior fã destes filmes pode não saber que tudo nasceu há 50 anos, numa produção da Disney em live-action intitulada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’. Nessa versão, a atriz Barbara Harris interpretava a mãe e a filha rebelde era vivida por ninguém menos que uma Jodie Foster ainda bem jovenzinha. Aliás, Foster foi convidada para o remake de 2003, para viver a mãe, porém, recusou.

‘Gladiador’ vai ganhar SEQUÊNCIA; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, quase 20 anos depois de ter sido lançado, ‘Gladiador‘ ganhará sequência.

Ridley Scott deve assumir a direção, que terá roteiro de Peter Craig.

Gladiador 2‘ vai seguir a continuação da história de Lucius, o filho de Lucilla. O jovem era o sobrinho de Commodus, filho do líder romano Marco Aurélio, que assassinou seu pai, assumiu o trono e acabou na arena de gladiadores com Maximus, que, embora mortalmente ferido, espetou o imperador antes de ir para grande além para se reunir com sua esposa e filho mortos. Maximus salvou o menino e sua mãe enquanto vingava sua própria família e deixou uma forte impressão no jovem Lucius.

Fontes indicam que a Paramount será o estúdio desenvolvendo o projeto, e a Universal terá a opção de ser cofinanciadora.

O filme original, estrelado por Russell Crowe, foi lançado em 2000, e recebeu 11 nomeações ao Oscar, das quais venceu 5, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator. Sucesso nas bilheterias, o filme arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo.

O Farol

(The Lighthouse)

 

Elenco:

Robert Pattinson

Willem Dafoe

 

Direção: Robert Eggers

Gênero: Terror

Duração: 110 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Entrevista:

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor do aclamado terror ‘A Bruxa‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Ozark’: Netflix divulga resumo especial da 2ª temporada; Confira!

Para comemorar a proximidade do lançamento da 3ª temporada da série ‘Ozark‘, a Netflix divulgou um resumo especial do segundo ano, para ajudar a refrescar a memória dos espectadores.

Confira:

A nova temporada estreia no dia 27 de março.

Crítica | Ozark 2ª Temporada – Série Consegue Manter a Tensão da Primeira Temporada

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Woke’: Comédia é renovada para a 2ª temporada

Hulu renovou oficialmente a comédia ‘Woke‘ para a 2ª temporada.

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

O elenco conta com Lamorne MorrisBlake AndersonT. MurphLara Goldie.

‘Vingança Sabor Cereja’: Série dos criadores de ‘Channel Zero’ ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série de terror, intitulada ‘Vingança Sabor Cereja‘ (Brand New Cherry Flavor).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 de agosto.

Criada por Nick Antosca e Lenore Zion, dupla responsável por ‘Channel Zero‘, a série é baseada no livro homônimo escrito por Todd Grimson.

A trama segue a história de Lisa Nova (Salazar), um aspirante a diretora de cinema no mundo ensolarado e úmido de Los Angeles, em 1990, que embarca em uma jornada surpreendente – das ruas de Beverly Hills às florestas do Brasil – de vingança sobrenatural.

Rosa Salazar (‘Alita: Anjo de Combate’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Catherine Keener (‘Corra!’), Eric Lange (‘A Escolhida’), Jeff Ward (‘Agents of SHIELD’), Manny Jacinto (‘The Good Place’), Hannah Levien (‘The Magicians’), Leland Orser (‘I Am The Night’) e Patrick Fischler (‘Em Defesa de Jacob’).

BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA and CATHERINE KEENER as BORO in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. SERGEI BACHLAKOV/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ERIC LANGE as LOU BURKE and ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) JEFF WARD as ROY HARDAWAY and ERIC LANGE as LOU BURKE in episode 102 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) MANNY JACINTO as CODE in episode 103 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021

‘Man’s Son’: Jaime King estrelará terror inspirado em Charles Manson

De acordo com o Deadline, Jaime King (‘Dia dos Namorados Macabro’) entrou para o elenco do terror ‘Man’s Son‘, que será estrelado por Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’), como o líder de um culto sinistro.

O elenco ainda contará com Katherine Hughes e Josh Plasse.

A produção será inspirada em um caso real que aconteceu no deserto da Califórnia.

Na trama…

Um jovem casal deseja criar um visual interessante para um vídeo de audição para um vindouro filme sobre o Charles Manson. Mas, quando eles escolhem o deserto da Califórnia como o cenário perfeito, eventos sombrios de suas gravações lentamente invadem suas realidades. Eventualmente, eles se encontrarão ligados aos planos de um sinistro líder de culto.

Remy Grillo será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Josh Plasse e Brev Moss.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Maligno 2’: James Wan compartilha notícia TRISTE sobre a sequência do terror

Em entrevista ao Screen Rant, o diretor James Wan (‘Invocação do Mal’) compartilhou uma atualização decepcionante para quem estava esperando a sequência do terror ‘Maligno‘.

Apesar de não descartar a possibilidade, o cineasta revelou que o projeto não é prioridade no momento – e ainda deve demorar para sair do papel.

“Só posso dizer que estamos trabalhando em muitas coisas atualmente. ‘Maligno 2’ não é necessariamente prioridade. Estamos mantendo a [roteirista] Akela [Cooper] muito ocupada.”

Anteriormente, Wan havia revelado que a sequência iria depender da demanda dos fãs.

“Isso é o que eu diria para ‘Maligno 2’. Se os fãs quiserem, eu quero que eles façam um grande barulho com o estúdio. É assim que tudo acontece. Vamos criar o movimento #RestoreTheMalignantUniverse. Isso é o que precisa ser feito para que um ‘Maligno 2’ aconteça”.

Vale lembrar que o terror já está disponível na HBO Max!

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Grande Sertão

Elenco:

Caio Blat
Luisa Arraes
Rodrigo Lombardi

Direção: Guel Arraes

Gênero: Drama

Duração: 92 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 06 de Junho de 2024

Sinopse: 

A luta entre policiais e bandidos assume ares de uma guerra de verdade: a comunidade é cercada por um enorme muro, helicópteros rondam os céus, batalhões desfilam pelas ruas, os bandidos possuem um verdadeiro exército de guerreiros. Tudo isso se passa na gigantesca periferia urbana chamada de Grande Sertão.

Crítica: 

Crítica | Grande Sertão – Com Belíssima Fotografia, Filme é Versão DEFINITIVA da Obra de Guimarães Rosa

Curiosidades: 

» O longa é baseado no clássico literário homônimo de Guimarães Rosa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Hazbin Hotel’: Série animada é RENOVADA para a 3ª e 4ª temporada pelo Prime Video

Durante o painel na Comic-Con San Diego, o Prime Video anunciou que a série animada ‘Hazbin Hotel‘ foi oficialmente renovada para mais duas temporadas.

Agora, a continuidade da produção está garantida até, pelo menos, o quarto ciclo.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Infelizmente, a segunda temporada ainda não possui previsão de lançamento.

Relembre o trailer:

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

‘O Rei dos Reis’: Animação cristã ultrapassa US$ 45 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A animação cristã ‘O Rei dos Reis‘ surpreendeu em sua passagem pelos cinemas, arrecadando US$ 45.8 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de três vezes o valor do seu orçamento, que girou em torno de US$ 5-15 milhões.

Nos EUA, a produção segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana, e sua bilheteria doméstica (US$45.3M) representa 98.9% de sua arrecadação total.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.

Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.

Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:

“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

O Rei dos Reis’ já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.

As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.

Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.

Confira:

“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru

“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)

“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)

O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online

“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak

“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine

“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

Queens of the Dead

(Queens of the Dead)

 

Elenco:

Jaquel Spivey
Katy O’Brian
Quincy Dunn-Baker

 

Direção: Tina Romero

Gênero: Terror

Duração: 101 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Março de 2026

Sinopse: 

Em QUEENS OF THE DEAD, um apocalipse zumbi que surge no Brooklyn na noite de uma grande festa em um galpão, onde um grupo eclético de drag queens, club kids e rivais precisa deixar suas diferenças de lado e usar suas habilidades únicas para lutar contra os mortos-vivos sedentos por cérebros.

Curiosidades: 

» Filha de George A. Romero dirigiu terror de ZUMBIS com Drag Queens que conquistou 93% de aprovação no RT

» Tina Romero é a filha do lendário cineasta George A. Romero, que revolucionou o cinema com sua trilogia ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘;

» Aclamado pelos críticos, o terror cômico conquistou impressionantes 83% de aprovação no Rotten Tomatoes;

» Além de dirigir, Tina Romero também assina o roteiro ao lado de Erin Judge;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretor de fotografia da Síria é impedido de entrar nos EUA para o Oscar 2017

O diretor de fotografia de 21 anos, Khaled Khateeb, foi impedido de entrar no território americano para prestigiar a premiação do Oscar, que acontece neste domingo (26).

Responsável pela fotografia do curta-documentário da Netflix indicado ao Oscar, ‘Os Capacetes Brancos’, ele teve sua entrada barrada pelo Departamento de Segurança Nacional por ser um cidadão da Síria, um dos sete países banidos pelo presidente Donald Trump.

Segundo a Associated Press, os oficiais americanos acharam “informações depreciativas”a respeito do jovem Khaled, antes de seu voo para Los Angeles que vinha de Istambul.

Os Capacetes Brancos’ é um documentário de apenas 40 minutos que aborda a Defesa Civil da Síria, também conhecida como “Capacetes Brancos”, responsável por ter salvo mais de 60 mil pessoas de prédios bombardeados durante a guerra no país. Atualmente George Clooney está trabalhando em uma adaptação inspirada no grupo.

‘Liga da Justiça’ deve encerrar jornada nas bilheterias com “apenas” U$ 675 milhões

O período de ‘Liga da Justiça‘ nos cinemas já está se encerrando e as expectativas nas bilheterias, segundo o Box Office Guru, é que a produção encerre seu tempo de exibição atingindo a marca de US$ 675 milhões ao redor do mundo.

Com uma abertura doméstica equivalente a US$ 93 milhões, a adaptação dos quadrinhos chegou a sua sexta semana nas telonas com o montante correspondente a U$ 219,5 milhõesnos Estados Unidos.

A popularidade do filme foi muito maior fora de seu país de origem, conseguindo conquistar US$ 416,5 milhões no mercado internacional, totalizando a grande marca de US$ 636 milhões.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanecerá atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

HILÁRIO! Kristen Bell lê tweets de Donald Trump como ‘Gossip Girl’; Assista!

Os infames tweets do presidente norte-americano Donald Trump ganharam uma versão hilária e divertida, pela voz da atriz Kristen Bell.

A protagonista de ‘The Good Place é quem emprestou sua voz para narrar a popular série ‘Gossip Girl‘, no papel homônimo.

E seguindo a mesma marcante tonalidade, ela foi convidada para interpretar as publicações do presidente, como se tudo não passasse de mais uma fofoca da Gossip Girl.

Confira o resultado:

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O peso da batina vem sempre acompanhado por diversos silogismos. Dogmas religiosos, posturas ritualísticas, maneirismos e burocracias que revelam um enorme distanciamento entre a mais alta cúpula do catolicismo e os seus fiéis. O Vaticano consolidou sua histórica trajetória como uma instituição imponente, observada avidamente e por diversas vezes intocável. Seus líderes – equivocadamente – permanecem como figuras santificadas e até mesmo impalpáveis diante dos seus e dos de fora. Mas Fernando Meirelles decide quebrar o silêncio abafado pelos cantos líricos que ecoam em sua suntuosa e ostensiva estrutura em Dois Papas, uma cinebiografia que faz da comédia o sabor ideal para um conto que é mais identificável do que poderia se esperar.

A troca entre papados foi amplamente televisionada e um tanto polêmica à sua época. O mundo viu o Papa Bento VXI abdicar da sua jornada vitalícia, entregando a responsabilidade nas mãos de uma figura pouco conhecida, mas que já possuía sua própria popularidade. Papa Francisco, de origem latina, assumia a responsabilidade em fevereiro de 2013, iniciando uma jornada bem avessa ao que já havíamos visto dentro do Vaticano. Mas as motivações, os dissabores, os questionamentos e as dúvidas que cercaram todo esse contexto permaneciam enclausuradas em um ambiente secreto, distante dos olhos e mentes curiosas da sociedade. E em Dois Papas, esse pequeno segredo é revelado ao público, mostrando – de maneira leve e cômica – as entranhas que toda essa atmosfera ritualística papal resguarda em si. Como um convite inesperado e inadvertido, somos convocados a entrar no Vaticano e especular aquelas conversas de bastidores que sempre despertou a curiosidade em tantos.

E aqui, o longa dirigido pelo brasileiro e roteirizado por Anthony McCarten – como uma adaptação de sua própria peça homônima, nos leva a conhecer a peculiar dinâmica relacional de duas figuras religiosas sempre tão cercadas por estigmas e simbolismos. Desmitificando ambos os papas, a produção os despe diante da audiência, por meio de diálogos desconfortáveis e irreverentes, que são cercados por um humor doce, sutil e dignamente eclesiástico, por razões óbvias. Ao apresentá-los como duas pessoas que, em sua essência, buscam entender e fazer a vontade de Deus, Dois Papas faz o serviço que o próprio Vaticano insistentemente não quer desempenhar, ao continuar apresentando suas figuras religiosas como arquétipos imaculados acima de qualquer suspeita, dignas de reverência e, naturalmente, longe da realidade.

E ao retirar Francisco e Bento dessa pesada áurea mítica e mitológica, Meirelles conquista a audiência com facilidade, despertando um interesse particularmente incalculado pela narrativa, que ainda é capaz de permanecer na neutralidade, sem preferências religiosas. Com uma trilha sonora original que emana o lirismo do catolicismo, o cineasta ainda faz um divertido contraste musical que extrai risos leves, transformando hits da cultura POP em versões romantizadas e eclesiásticas. Aqui, o clássico da Disco Music, Dancing Queen (Abba) ganha uma releitura delicada e quase teatral, ajudando a compor o tom do humor da trama. Ao seu lado, Blackbird, do Beatles, e a nova queridinha italiana, Bella Ciao, também são repaginadas ao compasso da trama com viés clerical, garantindo uma percepção incrivelmente apurada do roteiro, solidificando seus protagonistas como – eventualmente – duas figuras estranhamente identificáveis.

A harmonia da narrativa se torna completa pela excepcional caracterização dos veteranos Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Na pele dos papas Francisco e Bento XVI, respectivamente, eles entregam atuações sublimes e pontuais, que se assemelham com brilhantismo às figuras reais que encaram nas telonas. Do porte físico ao timbre da voz, os atores são a combinação perfeita de Dois Papas e divertem o público com a excentricidade de suas linguagens corporais, de seus maneirismos e até mesmo de suas personalidades, regadas das tradições de seus próprios países de origem. Sob um roteiro bem escrito e uma direção que explora as extremidades dos ângulos, ambos os astros se entregam em seus papéis, demonstram o quão à vontade estão na batina e conquistam o público, que ainda corre o risco de devanear na peculiar amizade que as consequências da vida proporcionaram entre os dois.

Promovendo uma experiência que beira uma espiada de canto por trás dos pilares de mármore, Fernando Meirelles domina a direção da cinebiografia com maestria, explora a beleza plástica do Vaticano em suas tomadas e sabe exatamente quando entrar com o humor, adocicando-o com pitadas dramáticas, que só acrescentam e dão equilíbrio para a trama. De uma leveza impressionante, Dois Papas é a combinação perfeita de uma história bem condensada e de uma primorosa comédia inocente, que tantas vezes se perde nos cinemas em vulgaridades e piadas de mal gosto. Inesperadamente divertido, o novo filme da Netflix é aquele que vai unir famílias no sofá, independente de suas percepções religiosas.

Jim Carrey está IRRECONHECÍVEL como Joe Biden em novo quadro do Saturday Night Live; Confira!

O astro Jim Carrey está irreconhecível em seu novo trabalho, para o aclamado e popular programa de sketches cômicos, Saturday Night Live.

O comediante dará vida ao ex-presidente dos Estados Unidos e candidato do partido Democrata, Joe Biden.

Ele formará uma dupla dinâmica ao lado de Maya Rudolph, que retorna para a temporada 46 com novos sketches como Kamala Harris.

O novo vídeo divulgado pelo SNL traz astros se transformando em ambos os politicos.

Confira a imagem, seguido pelo vídeo de anúncio com o visual dos atores:

“Senhoras e senhores… Joe Biden e Kamala Harris”. 


 

 

‘House of the Dragon’: Série derivada de ‘Game of Thrones’ ganha teaser LEGENDADO; Confira!

A HBO Brasil divulgou a versão legendada do teaser da aguardada série pré-sequência de Game of Thrones, intitulada House of the Dragon.

No vídeo promocional, o amado e disputado Trono de Ferro está de volta, em meio à muitas tensões e uma poderosa dinastia que pretende manter o seu poder a todo custo.

Assista ao teaser:

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Extermínio: A Evolução’: Danny Boyle fala sobre retorno ao terror e possibilidade de dirigir James Bond novamente

Após anos afastado da icônica franquia de terror iniciada com ‘Extermínio‘ (28 Days Later), Danny Boyle está de volta com ‘Extermíno: A Evolução‘, novo capítulo da saga que mistura horror, tensão social e vírus que transformam pessoas em criaturas violentas.

Em entrevista ao podcast Crew Call, do Deadline, o cineasta britânico compartilhou detalhes sobre o projeto — e comentou a possibilidade de voltar à franquia 007, agora sob comando da Amazon MGM Studios.

Boyle revelou que o novo longa, protagonizado por Aaron Taylor-Johnson e o jovem ator Alfie Williams, foi filmado com um iPhone 15 Pro Max, utilizando iluminação natural inspirada no estilo do cineasta grego Theo Angelopoulos. A decisão estilística, segundo ele, traz uma estética crua e visceral ao filme, evocando realismo e urgência.

“Há um movimento em direção à beleza. Não é apenas sobre o horror — embora haja muito horror —, mas também é uma jornada em direção ao belo”, afirmou Boyle.

O longa traz uma dimensão mais íntima ao universo caótico dos infectados: um pai tentando proteger seu filho pequeno em meio ao cenário devastado do Reino Unido, agora transformado em uma ilha de quarentena infestada de monstros. A sensibilidade do enredo contrasta com o terror físico e psicológico que marca a franquia.

Alex Garland, roteirista de ‘Extermínio‘, também retorna à parceria com Boyle — algo que os fãs aguardavam desde que os planos de continuação se esfriaram após ‘Extermínio 2‘ (2007), dirigido por Juan Carlos Fresnadillo. A vivência do mundo real com a pandemia de COVID-19 reacendeu o interesse de ambos pelo tema:

“Foi impossível não pensar em como a nossa história parecia ter previsto o que vivemos em 2020”, refletiu o diretor.

Sobre os próximos passos da trilogia, Boyle comentou sobre um possível retorno à franquia James Bond, após sua saída do projeto ‘007: Sem Tempo para Morrer‘. O cineasta deixou a porta entreaberta:

“Nunca diga nunca. Mas no momento, estou totalmente imerso nesse mundo [‘Extermíno: A Evolução‘], e tem sido incrivelmente recompensador.”

Extermíno: A Evolução‘ estreia nos cinemas nesta quinta-feira (21) e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto

(Slender Man)

 

Elenco:

Joey King

Julia Goldani Telles

Annalise Basso

Jaz Sinclair

Javier Botet

Direção: Sylvain White

Gênero: Terror

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 23 de Agosto de 2018

Sinopse:

As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar em um monstro chamado Slender Man, elas decidem invocá-lo por meio de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma em um perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece sem deixar pistas, cabendo às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura.

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto‘  é baseado na lenda do Slender Man – O Homem Esguio, famosa na internet, criado por Victor Surge.

Crítica | Slender Man: Pesadelo Sem Rosto – Polêmico terror capricha nos sustos (Nota: 5.0)

Crítica em Vídeo:

 

Curiosidades: 

» ‘Slender Man’: A história REAL das meninas que esfaquearam a amiga por causa da lenda

» EXCLUSIVO! ‘Slender Man’: As cenas MAIS VIOLENTAS foram retiradas do filme

» EXCLUSIVO! ‘Slender Man’: Joey King fala sobre cinema que se recusou a exibir o terror

» O elenco é de matar! Foram confirmadas como protagonistas as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de ‘Ouija – Origem do Mal‘.

» A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

» Baseado na famosa lenda da internet, o Slender Man;

» O criador da lenda, Victor Surge, escreve o roteiro do filme;

Trailer:

 Cartazes:

Fotos:

 

 

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganha trailer recriado em LEGO; Assista!

Han Solo: Uma História Star Wars ganhou uma nova versão do trailer oficial, recriada pelo LEGO. Assista:

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

Venda concluída! Confira quais franquias da Fox foram para a Disney

A fusão entre a Disney e a 21st Century Fox está oficialmente concluída.

O maior e mais relevante acordo na história de Hollywood tornou-se oficial à 00h02 desta quarta-feira, confirmou a própria 21st Century Fox.

O prazo tinha sido antecipado na semana passada para que os acionistas da 21st Century Fox escolhessem a quantidade de dinheiro e ações da Disney que querim receber no âmbito da fusão.

Mas a pergunta que todos fazem agora é: o que isso significa? Que a Disney se tornou a maior potência do entretenimento atual, oras. Como se fosse pouco ter em seu poder a Marvel Studios – e em seu acervo personagens extremamente lucrativos, vide Homem de Ferro, Capitão América e os Guardiões da Galáxia – e a Lucasfilm – que dá direito ao estúdio do Mickey sobre propriedades como a franquia Star Wars e Indiana Jones (me surpreende até o momento não terem tirado este segundo do chão ainda), a Disney possui agora toda a biblioteca de cinema da 20th Century Fox e igualmente seus derivados na TV, no braço de animação e no cinema independente (este que sempre emplaca na época de premiação).

Vale lembrar também que mesmo antes de todas essas aquisições, a Disney já era uma potência quase imbatível. Dona da Pixar – que todo ano catapulta suas animações entre as maiores bilheterias dos cinemas – e de franquias como Piratas do Caribe. Além disso, outro filão recém-conquistado pelo clássico estúdio são as versões em live action de suas animações. Tudo começou com Malévola (2014) e daí seguiram Cinderela (2015), Mogli – O Menino Lobo (2016) e A Bela e a Fera (2017). E uma verdadeira enxurrada começa em 2019, com O Rei Leão, Dumbo e Aladdin atingindo os cinemas no mesmo ano.

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O fato só dificulta ainda mais a vida dos outros estúdios, que lutam aos tropeços para conseguir emplacar suas franquias. Esse ano, por exemplo, tivemos grandes escorregadas da Paramount (Transformers: O Último Cavaleiro, Baywatch e Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã), Universal (A Múmia e Boneco de Neve) e Warner (Liga da Justiça), com muitas franquias em potencial desperdiçadas graças à falta de qualidade de seus filmes. A Disney parece estar mais em controle e em sintonia com seu público, entregando exatamente o que ele quer. E mesmo quando não acerta em cheio o alvo, não é o caso de um erro astronômico. A Sony também estaria nessa lista, mas se bandeou para o lado da Disney, e com ela fechou um lucrativo acordo para fazer uma de suas maiores franquias funcionar, como eles mesmos não estavam conseguindo. Trata-se do Homem-Aranha, que este ano ganhou filme o solo De Volta ao Lar  já dentro desta parceria.

Pensando na nova propriedade da Disney, que está se tornando um verdadeiro monopólio do entretenimento, resolvemos apresentar para você alguns dos recém-adquiridos bens do estúdio, antes considerado uma empresa infantil e que agora está em seu caminho para dominar o mundo. Estas são as aquisições mais quentes da Fox que vão parar nas mãos da Disney.

X-Men

O universo X nos quadrinhos é basicamente tão grande e relevante quanto a própria Marvel em si. E no terreno do audiovisual seguia pelo mesmo caminho. A franquia X-Men é atualmente uma das propriedades mais quentes da Fox. Bem, o primeiro pensamento que chega à mente uma vez o Universo X estando nas mãos da Disney é que agora o estúdio possui todos os grandes personagens da Marvel reunidos numa única casa. Homem-Aranha e X-Men eram os últimos que faltavam – e eram dois dos mais populares. Ah, sim, Quarteto Fantástico também – e voltaremos a este tópico.

Podemos esperar a inclusão dos mutantes já a partir da fase 4 dos filmes da Marvel. Não acredito que filmes como Homem-Formiga e a Vespa (2018), Capitã Marvel (2019) e o vindouro Vingadores 4 (2019), ainda sem título oficial, irão fazer uso dos personagens. Ao mesmo tempo, ano que vem estão para ser lançados X-Men: Fênix Negra, quarto da franquia iniciada em 2011 com Primeira Classe, e o derivado de terror X-Men: Novos Mutantes. O resultado de tais filmes irá ditar qual caminho o estúdio seguirá. Pensando pelo aspecto de que a Disney não curte muito deixar suas aquisições na geladeira (veja o que ela fez com Star Wars, que tem lançado um filme por ano), e que Hugh Jackman se aposentou como o popular Wolverine depois de Logan, lançado este ano, espere uma nova escalação para o personagem em breve. Ou melhor ainda, Jackman havia dito que desistiria da aposentadoria se fosse para entrar no elenco do próximo Vingadores. Bem, agora isso é uma possibilidade.

Fora isso, temos também as séries de TV derivadas desta franquia, como The Gifted e Legion.

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Deadpool

Uma das maiores preocupações dos fãs em relação a esta bilionária compra, é se a Disney irá embarreirar produções como Deadpool e Logan, que recentemente conquistaram o direito de uma censura alta, tão almejada pelos fãs do gênero, incluindo violência gráfica extrema, muito palavrão e – a parte que ainda está devendo – nudez. Não acredito que Disney irá reverter esse quadro. É só lembrar que o estúdio tem suas subdivisões e que os filmes iniciais de Quentin Tarantino, por exemplo, vide Pulp Fiction e Jackie Brown, foram lançados enquanto a Miramax estava de posse do estúdio. Então, acredito que como sábia que é, a empresa não mexerá neste time que está ganhando, e continuaremos a receber super-heróis de censura alta. Agora, talvez até com mais frequência.

Avatar

Há muitos anos desenvolvendo as continuações de sua saga espacial, James Cameron talvez tenha o incentivo que precise agora para tirar do papel suas tão almejadas sequências. Seja como for, Avatar 2 já está confirmado para estrear no dia 18 de Dezembro de 2020, com a volta do elenco original, e Kate Winslet (quem Cameron jogou ao estrelato em Titanic) num dos papeis principais.

Alien

A franquia Alien não vai bem das pernas, com os últimos exemplares Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), dirigidos por Ridley Scott. Como igualmente é uma das propriedades mais valiosas da casa, a Disney pode dar uma mexida estruturalmente, e fazer a coisa funcionar. Talvez sem Scott e seus devaneios existencialistas de boteco. Queremos ver são os xenomorfos em toda a sua glória e não histórias enfadonhas sobre criação de androides. Quem sabe agora sai do papel o filme colocado na geladeira de Neill Blomkamp, que continuaria os eventos de Aliens – O Resgate (1986), eliminando assim todos os equívocos desta franquia. Scott poderia servir apenas de produtor.

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Quarteto Fantástico

Eu disse que voltaria a este tópico. Quarteto Fantástico foi a primeira superequipe da Marvel nos quadrinhos e a resposta da editora para a Liga da Justiça, da rival DC, acredite! No terreno do audiovisual, esta super família, extremamente popular nos quadrinhos, nunca teve grande sorte. Na década de 1990, um filme lançado por Roger Corman, apenas para não se perder os direitos sobre os personagens foi feito – reparem que eu não disse foi lançado, porque de fato não foi, assim se tornando uma lenda. As séries em animação dos personagens igualmente não se mostraram populares. Em meados da década passada, em 2005 e 2007, duas produções cinematográficas foram feitas com os heróis, de teor mais leve, cômico e indicado para toda a família. Em 2015, a propriedade era reinventada, com um tom mais sombrio e apelo de ficção científica, resultando num dos filmes mais desastrosos de anos recentes. A Fox então planejava um crossover dos heróis com os mutantes de X-Men. Ideia esta que a Disney agora poderá levar a fundo, além de misturá-los também com os personagens já em sua posse. Resta saber se o estúdio irá manter os atores da última adaptação. Meu pensamento é: não! Creio que a opção da Disney será recomeçar, com um novo elenco, assim como fez com o Homem-Aranha. E assim como o herói aracnídeo, a primeira aparição do Quarteto em terras de Marvel não precisará ser uma história de origem.

Predador e Planeta dos Macacos

A Fox é o estúdio retentor de mais criaturas lucrativas dentre todos os estúdios. E aqui estão mais dois, prestes a cair nas mãos da Disney. Enquanto a franquia Planeta dos Macacos foi revitalizada com esta trilogia recente que deu muito certo, e recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada, ninguém acredita que está nos planos do novo estúdio simplesmente aposentá-la. Assim imaginamos que em breve, de uma forma ou de outra, veremos novas aventuras símias, mesmo sem Caesar e companhia. Já o Predador está com filme novo em fase de pós-produção para o lançamento em Agosto de 2018, com Shane Black na direção. O resultado do longa definirá continuações. A verdade é que a Disney com seu toque de midas faria até mesmo um novo Alien VS. Predador dar certo.

Os Simpsons e Arquivo X

Duas das séries televisivas da Fox são as mais icônicas de todos os tempos – ou as duas mais icônicas – e serão colocados em bom uso pela Disney, ninguém duvida. Os Simpsons, animação famosíssima da família amarela, está em cartaz desde 1989. Pois é. É a produção audiovisual mais duradoura da história. E se não parou até agora, não será nas mãos da Disney que irá para escanteio. Arquivo X, série de suspense e ficção científica iniciada em 1993, havia fechado as portas em 2002. Portas essas reabertas ano passado, com a décima temporada tardia, que trouxe de volta os protagonistas originais David Duchovny e Gillian Anderson. A décima primeira temporada é prometida para ano que vem. Arquivo X está entre as melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs.

Uma Noite no Museu e Kingsman

Franquias recentes da FOX que se mostraram extremamente lucrativas são Uma Noite no Museu e Kingsman. A primeira embora não faça muito a cabeça dos críticos, por seu teor bem infantilizado e com apelo apenas a crianças pequenas, é totalmente a praia da casa do Mickey, e o estúdio poderá certamente reinventá-la ou seguir para um quarto episódio, com o próprio Ben Stiller. A esta altura não imaginaria o motivo do ator querer sair da mira deste gordo contracheque, que provavelmente irá garantir-lhe um novo apartamento. Já Kingsman, mais subversivo e visceral, atingiu status cult em 2015, com o lançamento do original. O segundo, seguiu a mesma batida. De fato, foi tão semelhante que se tornou quase uma refilmagem. Seja como for, existe muito potencial ainda para ser totalmente abandonada.

A compra garantiu ainda para a Disney franquias como Duro de Matar, Alvin e os Esquilos, Doutor Dolittle, Esqueceram de Mim, A Era do Gelo, Rio, Percy Jackson e Maze Runner, entre outras.

E você, o que acha desta aquisição da Disney? Qual franquia gostaria de ver primeira transformada pela casa do Mickey? Ansioso pela junção de X-Men e Quarteto Fantástico com Os Vingadores? Comente!

Diretor de ‘A Cidade dos Piratas’, Otto Guerra fala da dificuldade de adaptar a obra da Laerte [EXCLUSIVO]

Em cartaz nos cinemas com o longa de animação ‘A Cidade dos Piratas’, baseado nas tirinhas da cartunista Laerte Coutinho, o diretor Otto Guerra conversou com exclusividade com o CinePOP sobre como ele conseguiu perlaborar os personagens ultrapassados dos anos 80 e fazê-los dialogar com a contemporaneidade.

Diante da dificuldade de fazer esses personagens atravessarem quase quarenta anos no tempo, o diretor comenta que “houve uma grande evolução nesse período, dos anos 80 pra cá. Muita coisa melhorou, muita coisa piorou. Mas o trabalho da Laerte também. Por exemplo, o trabalho mais recente dela tem essa coisa existencialista, ela deu um upgrade, digamos, no universo dos quadrinhos. Ela passou a fazer um trabalho mais complexo né, bem mais complexo. Às vezes até bem hermético também, mais fechado. Mas eu adoro os quadrinhos da Laerte da época dos Piratas, Chiclete com Banana, Piratas do Tietê. O Glauco era um dos amigos, um dos geniais. Eu acho que o trabalho da Laerte evoluiu muito, e eu acabei preferindo colocar os Piratas junto com essa nova Laerte que surgiu. E foi bem difícil, com o processo do filme em andamento, a gente conseguir trazer esse universo novo depois de escrever o roteiro durante muitos anos. E ainda por cima sobre os Piratas né. Misturar o universo antigo com os Piratas. Eu gostei muito do resultado.”

Mas nem tudo foram flores durante a elaboração do projeto, e, com tantas mudanças na sociedade, vieram as dificuldades. Mesmo assim, Otto reflete: “É, a Laerte é uma visionária. Tem várias coisas ali. Não só essa coisa do “politicamente correto”. Mas o que mais me impressionou nessa história toda da Laerte, e nesse filme, foi o ódio. O político armazenar esse excesso de ódio… isso em 2007. Como é que a gente podia imaginar que o ódio ia ser uma coisa tão grande no Brasil, assim como está, o ódio uns pelos outros, as famílias. Então, é uma coisa incrível a Laerte. Parece que ela tem um radar ligado, assim, no que ia acontecer né.”

Em entrevista aqui no CinePop, Laerte comentou que não tinha planos de participar diretamente do filme, a princípio, mas acabou aparecendo. Sobre essa mudança, Otto comenta que “ela é muito generosa. E profissional também. Ela não queria, dizia que era uma pessoa desinteressante… Só não é interessante quem é interessante né, pelo amor de Deus. Então, ela colaborou de forma espontânea, muito solícita, generosa. Ela confiou na gente. E mesmo não querendo aparecer, ela gravou as cenas bem, não tava de má vontade. E acabou colaborando mesmo. Na real, eu tava até com medo de ela acabar não gostando. Ela viu o filme depois, me beijou lá. Ela viu a primeira vez lá na Mostra de cinema, no ano passado. E aí eu fiquei muito aliviado que ela gostou. E, nossa! Tirei uma tonelada das minhas costas. Os personagens são como filhos né, então…”

Depois de finalmente estrear com a adaptação ‘A Cidade dos Piratas’ nos cinemas e enfrentar tantas e inúmeras dificuldades, Otto Guerra promete que não vai parar tão cedo e, em breve, os fãs de quadrinhos poderão conferir mais novidades tanto no cinema quanto na tv aberta. O diretor conta, com exclusividade ao CinePop, que “está fazendo uma série, também, pro canal Brasil, chamada ‘Rock e Hudson e os Cowboys Gays’, do Adão. Estamos terminando a série agora. São 13 episódios. Nós vamos entregar agora, era para ser esse mês, atrasou um mês, acho que só estreia no ano que vem, eu acho. Não sei. Mas já tá pronto. Falta só terminar o último episódio e vamos entregar esse mês de novembro agora a série. E estamos produzindo o ‘Filho da Puta’, que é um longa que a gente já aprovou antes dessa entrada da Ancine aí de censura prévia né. O ‘Filho da Puta’ é a história de um menino que é um filho em um bordel lá no interior do sertão, que quer conhecer o pai. É uma história muito legal, muito… É o roteiro de uma baiana que mora em Madri chamada Carla Guimarães. É o clássico jornada do herói. Um roteiro muito bom. E vamos partir para o mundo infantil, finalmente. A Otto [Desenhos Animados, produtora dele] queria que eu fizesse filmes para crianças. Estamos fazendo um longa chamado ‘Joe e o Capitão da Guarda’, que é uma princesa que quer ser o capitão da guarda né. Também tem esse mote aí da questão de gênero né, mas infantil, uma história para criança. Estou pensando. Minha vida tem tantas coisas acontecendo… Agora mesmo eu fechei com a produção de um piloto de uma série, estamos fazendo também quatro, cinco núcleos criativos, que é uma… Que são um longa mais quatro séries, para desenvolver os roteiros né.”

Pelo o que podemos ver, ainda teremos muita adaptação de quadrinhos e de animação brasileira pelos próximos meses, então, fiquem ligados aqui no CinePop para mais novidades!

‘Aladdin’: Will Smith aparece como Gênio em novas imagens

O Gênio da Lâmpada certamente é um dos personagens mais queridos da Disney e já está com data confirmada para retornar as telonas.

Semana passada, o filme ganhou um pico de popularidade por conta da matéria da EW e Will Smith ainda está no ritmo de divulgação para ‘Aladdin‘.

Em um Instagram, o ator aparece caracterizado em novas imagens:

Recentemente, o diretor Guy Ritchie revelou em entrevista à EW as diferenças entre o personagem animado com o do live action:

“A melhor coisa sobre o papel do Gênio é que ele é essencialmente uma hipérbole para quem aquele indivíduo é, para o ator, então é uma plataforma e tapetaria maravilhosa para um ator calçar as botas, e Will Smith é um extrovertido, e você precisa disso para o Gênio.”

“Então quando você encontra uma voz, o que leva um tempo – e é engraçado porque uma das coisas que percebemos, porque testamos as coisas, é que a preocupação com Robin Williams era uma questão, e essa questão foi eliminada quase que imediatamente, dado o comprometimento de tom que tivemos com Will – e Will retratou nossa interpretação de como o Gênio deveria ser, e é bem diferente da do Robin. Há muita mímica que acontece no original, e isso foi bem sucedido, mas nós fomos para um caminho diferente aqui.”

Só resta esperar para ver se essa versão será tão boa quanto.

Confira novas imagens do filme:

Assista a um vídeo com cenas inéditas do filme:

O longa estreia apenas no final da primeira metade de 2019, mas a Disney já começou a fazer as exibições testes para ponderar o grau de satisfação do público diante do filme.

E as primeiras reações já estão circulando na internet. Três usuários do Twitter comentaram brevemente sobre as percepções de que conferiu a nova versão em primeira mão, pontuando que o filme é bom, mas não chega a ser “memorável“.

Confira:

“Fiquei sabendo das exibições testes que o Aladdin de Guy Ritchie é muito bom”.

“Eu ouvir falar que é bacana, mas não é muito memorável”.

“‘Aladdin teve uma exibição teste positiva, ‘Dumbo parece ser de aquecer o coração e a adaptação de ‘Mogli: O Menino Lobo’, de Jon Favreau ficou tão boa que minhas expectativas com ‘O Rei Leão‘ estão bem altas”.

O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.

Marwan Kenzari vive o vilão Jafar, Naomi Scott é Jasmine, Menda Massound é Aladdin’ e Will Smith dubla o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem dirige a adaptação.

Além de ter faturado mais de US$ 500 milhões no mundo, sendo a maior bilheteria daquele ano, a animação conquistou dois Oscars.

‘Jessica Jones’: Misteriosa prévia indica retorno de conhecido vilão; Confira!

Aproveitando o hype para a terceira temporada de Jessica Jones, a Netflix continua a investir em um pesado marketing para a série. Ontem, 10, a página oficial do show divulgou uma nova e bastante críptica prévia que indica que Salinger, antagonista do primeiro ano interpretado por Jeremy Bobb, pode retornar para os próximos episódios.

Veja:

Confira o trailer oficial abaixo:

Criada por Melissa Rosenberg, a série faz parte do Universo Compartilhado da Marvel.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

O elenco inclui Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville e Carrie-Anne Moss.

A terceira (e última) temporada será lançada na plataforma no dia 14 de junho.

‘Plot Against America’: Winona Ryder e John Turturro nas primeiras imagens da série

HBO divulgou recentemente as primeiras imagens oficiais de sua nova minissérie, ‘Plot Against America’.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

A série ainda não tem data de estreia confirmada.