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Kevin Costner e Woody Harrelson podem estrelar filme sobre Bonnie e Clyde pela Netflix

O filme ‘Highwaymen’, que já chegou a ser pautado para ir para as telonas com Robert Redford e Paul Newman, terá uma nova chance pelas mãos da Netflix. A plataforma de streaming está tentando resgatar o projeto, que atualmente tem seus direitos sob o comando da Universal Studios.

Para trazer à vida a cinebiografia, a empresa já estaria de olho em Kevin Costner e Woody Harrelson para estrelarem a produção. Segundo o site Deadline, os atores estariam em negociações iniciais, mas nada concreto havia sido firmado.

A trama acompanha a história real dos policiais Frank Hamer e Manny Gault, os responsáveis pela captura de uma das duplas de bandidos mais famosas, Bonnie Parker e Clyde Barrow. Os veteranos já aposentados fizeram seu retorno para a força policial a pedido dos donos de bancos. Para caçar os ladrões, eles lideraram um núcleo de investigação especial.

Mesmo com o filme ainda de posse da Universal, o Deadline pontuou que a Netflix já conta com John Lee Hancock na direção. Além disso, o cineasta já teria re-escrito o roteiro, a partir do material de John Fusco.

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Vídeo mostra o legado dos 10 anos do MCU; Assista!

Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um novo vídeo, que mostra todo o legado dos 10 anos do Marvel Cinematic Universe até a chegada do mais novo filme.

Confira:

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘A Beautiful Day In The Neighbourhood’: Tom Hanks é apresentador de TV Mr. Rogers em primeira imagem de biografia

O vencedor do Oscar, Tom Hanks, vai interpretar o aclamado apresentador de TV, Mr Rogers, na cinebiografia ‘A Beautiful Day In The Neighbourhood‘, que mudou de nome pela segunda vez.

O longa, que anteriormente se chamava ‘You Are My Friend‘, ganhou mais uma nova imagem, que traz Hanks caracterizado como Rogers.

Confira:

Marielle Heller vai dirigir a produção, que vai focar no relacionamento de Fred Rogers com o jornalista premiado Tom Junod. O roteiro será assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster. As filmagens devem ser iniciadas em setembro deste ano.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Mulher-Leopardo é destaque em nova imagem; Confira!

Mulher-Maravilha 1984‘ ganhou uma nova imagem, que traz a vilã Mulher-Leopardo em destaque, ao lado de Maxwell Lord.

Confira:

Até o momento, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ está agendado para estrear nos cinemas em 4 de junho.

Roven e Jenkins gostariam que a estreia fosse adiada para agosto, já que o plano é que o filme seja exibido nos cinemas.

Por enquanto, encare tudo como um rumor.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

‘Shazam! 2’: Rachel Zegler entra para o elenco da sequência

A aguardada sequência ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ ganhou uma nova adição em seu elenco, com a chegada a atriz Rachel Zegler.

Novata em Hollywood, ela fará a sua estreia nas telonas com o vindouro do remake de ‘Amor, Sublime Amor‘.

A novidade foi anunciada por ela mesmo, por meio de sua conta oficial do Twitter. No entanto, ainda não se tem detalhes referentes à sua personagem na sequência. O pouco que se sabe é que ela terá um “papel chave”, conforme compartilhado em sua publicação.

Confira:

Shazam: Fúria dos Deuses‘ estreia em junho de 2023.

Recentemente, Zachary Levy compartilhou em seu perfil do Instagram o primeiro pôster da sequência.

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Primeiras Impressões | Made for Love: Série da HBO Max retorna com 2ª temporada cheia de dilemas tecnológicos e humor afiado

Os traumas de infância e os dilemas das relações interpessoais ganham um ar divertidamente pitoresco em Made for Love. Sob uma ótica ultra tecnológica, os criadores Alissa Nutting, Dean Bakopoulos, Patrick Somerville e Christina Lee entregam uma distopia inusitada, que usa a evolução digital para criar um debate intenso e estranhamente cômico sobre como lidamos uns com os outros e com sentimentos que não conseguimos controlar, como o próprio amor. E Billy Magnussen e Cristin Milioti retornam ainda mais ásperos na segunda temporada desta que talvez seja uma das séries mais originais da atualidade.

O que torna Made for Love tão fascinante é seu afinco em transformar a tecnologia em uma metáfora da nossa necessidade doentia de querer curar (ou pelo menos maquiar) os nossos traumas e dilemas mais íntimos a partir dela. Aqui, o Byron Gogol (Magnussen) está em busca da fórmula do amor: um chip que una dois parceiros para eternidade, sincronizando seus pensamentos, anseios e desejos – evitando qualquer “emboscada” que os segredos íntimos de cada indivíduo possam gerar dentro de um relacionamento amoroso.

E enquanto divaga sobre a obsessiva necessidade de controle das relações afetivas, Made for Love nos leva a uma jornada incrivelmente cativante pelos dissabores de ser humano em plena era digital. Em uma cultura onde o parecer atrai mais likes e publicidade do que o ser, a trama expande suas discussões psicológicas para o âmbito pessoal, nos levando a refletir sobre como – em escala infinitamente menor – somos um pouquinho como o próprio sociopata e revolucionário geek. A fim de controlar nossa própria narrativa, criamos uma especial de miragem nas redes sociais, para mostrarmos como gostaríamos de ser percebidos pelas pessoas que nos acompanham. De forma simples e objetiva, muitas vezes somos pegos na mentira de vender uma vida impecável e sem defeitos, em busca da aprovação de gente que a gente talvez nem goste tanto assim.

E logo em seus dois primeiros episódios, a segunda temporada de Made for Love já se mostra ainda mais afiada. Expandindo nosso conhecimento sobre o “Eixo” – a realidade virtual criada por Gogol (pegou a referência ao Google?!) onde ele se afasta do mundo real e é capaz de viver uma vida inteira apenas a partir de hologramas e realidades aumentadas -, a série mostra novas camadas em seus dois protagonistas. Aqui, aquela linha de moralidade e controle obsessivo – que sempre os separou tão bem na temporada um – se torna cada vez mais tênue.

Essa nova temporada nos lembra logo de cara que embora a síndrome do abandono tenha tornando o magnata da tecnologia um perigoso lunático por controle, o carisma inebriante de Magnussen divide nossos pensamentos e nos torna ainda mais curiosos para compreender sua bizarra e subversiva visão de mundo. E como os primeiros capítulos sutilmente sugerem, talvez não sejamos os únicos a querer ir ainda mais além dentro desse estranho e apaixonante universo.

E à medida em que reforça a peculiaridade do seu humor ácido, trazendo novos personagens, Made for Love se consolida como aquela série que pouco se preocupa em passar uma mensagem, mas que está muito mais interessada em divagar sobre a estranha sociedade que nasceu da tecnologia avançada. E mesmo não sendo “tão Black Mirror”, a original HBO Max tem o suficiente pra nos impressionar em meio a momentos cômicos subversivos demais para não serem desfrutados.

Crítica Netflix | O Que Ficou Para Trás – Fascinante Terror Sobrenatural sobre Refugiados na Europa

Premiado em Sundance no início de 2020, O Que Ficou Para Trás (His House) ganhou distribuição mundial pela Netflix em 30 de outubro. Lançado às vésperas do Dia das Bruxas, a ambientação macabra combina com o tom da época e evoca uma analogia ainda pouco usual no gênero terror, a realidade sombria dos refugiados africanos na Europa. A simbologia e o processo de adaptação são os pontos fortes da narrativa do estreante diretor britânico Remi Weekes.

A princípio, a travessia de Bol (Sope Dirisu) e Rial (Wunmi Mosaku), da sua cidade no Sudão do Sul até a Inglaterra, é apresentada em poucas cenas sem desenvolver a vida deles anterior à partida. Dessa maneira, o terror proposto pelo roteiro reside exatamente no suspense sobre o passado do casal e na sua trajetória até a locação comunitária para refugiados no Reino Unido.

Depois de alguns meses de traumas pelo caminho, o casal é convidado pelo departamento de imigração a ocupar uma residência como um modo de teste de adaptação. Apesar da boa nova, ambos não podem trabalhar e na entrevista com a imigração eles forçam um sorriso de simpatia como forma de afirmar uma presença cordial. Em contrapartida, o agente responsável pelos dois (vivido por Matt Smith, o Príncipe Philip do seriado The Crown) aparenta frieza e pouca condescendência. 

Sair de um ambiente de guerra e chegar em um outro país apenas com a roupa do corpo é uma situação aterrorizante por si só, ou seja, Bol e Rial possuem apenas um ao outro na luta por pertencer a algum lugar. Essa experiência de sentir-se arrebatado e oprimido ao mesmo tempo é astutamente utilizada por Remi Weekes para criar um lar fantasma. Aos olhos do espectador, o vazio, a precariedade e o isolamento da casa são uma mensagem clara do que habita dentro dos próprios protagonistas. 

Normalmente, uma residência como cenário de horror é simbólico e funcional para trabalhar as camadas mais profundas dos personagens. Desse modo, é igualmente possível traçar um paralelo com a obra Sob a Sombra (Under the Shadow, 2016), também disponível na Netflix, do diretor britânico-iraniano Babak Anvari. Nesta obra, a guerra durante a revolução islâmica entre Irã e o Iraque nos anos 1980 exalta a tensão e o desespero na vivência dos personagens e as suas resistências em relação a uma ameaça sobrenatural. 

Em O Que Ficou Para Trás, a partir de um singelo apagar de luzes, Weekes coloca em evidência a batalha interior do casal de refugiados. Ao entrar na propriedade, Bol declara: “esta é a nossa casa”. A frase é evocada algumas vezes no enredo tal como um mantra, afinal, a casa é apenas um espaço de representação do que o casal tenta incutir em suas mentes: a Inglaterra, a pátria colonizadora, como um lar. Na mesma proporção, Bol afirma que deseja começar uma família, como uma tentativa de renascimento em um nova casca. 

Todos os elementos de O Que Ficou Para Trás comunicam uma única mensagem repetidamente. Isto é, a presença de um desconforto e um vazio em relação ao não pertencimento. Por exemplo, em uma caminhada pelas ruas da vizinhança Rial perde-se do caminho e, ao pedir ajuda a três jovens negros, ela ouve a resposta: “Volta para África!”, por conta do seu sotaque. Assim como uma vizinha (Vivienne Soan) diz a Bol que ele devia partir daquele lugar já que eles não pertencem ao espaço.

Em conjunto a afronta do cotidiano, todas as noite o fantasma da sua filha Nyagak (Malaika Wakoli-Abigaba) aparece para atormentá-los, assim como o de outras pessoas em pressuposto a todos os mortos no acidente de barco a caminho do Reino Unido. De forma enigmática, o ocorrido apresenta-se como um martírio maior que o próprio luto.

Fundamentado em cenas para causar sustos, O Que Ficou Para Trás se apropria de uma lenda contada por Rial ao marido sobre uma bruxa que amaldiçoa um ladrão a fim de nos ambientar ao sobrenatural e aceitá-los de forma plausível. Todos os pontos são conectados a partir das crenças, traumas e ações do passado de ambos. Portanto, enquanto eles tentam provar que são cidadãos dignos do território da Coroa Britânica, os dois carregam consigo a mácula deste semblante. 

Quando Bol pede uma casa nova ao serviço de imigração, ele é recebido com indiferença, afinal livrar-se da casa seria deixar igualmente a oportunidade de continuar na Inglaterra. A caracterização da presença sobrenatural no domicílio é, na verdade, algo que sempre os acompanhará. Na situação de refugiados, o abandono da terra natal não é uma escolha, é um movimento em consequência a uma onda gigante que passa e deixa todos os tripulantes à deriva sem aviso prévio. 

Em uma visita medical, Rial apresenta as marcas em sua pele como lembrança dessa reviravolta, isto é , algo que sempre estará presente na experiência do casal. Em outras palavras, os fantasmas nas paredes da casa permanecerão sempre com os seus habitantes. Assim como no ótimo The Babadook (2014), a presença do monstro sob o mesmo teto é simbólico como um aprendizado de lidar com o medo, pois ele sempre habita onde você reside. 

Enfim, o movimento de abandono de seus traços culturais e identitários (no filme evidenciados pelas nuances de comer com talheres e à mesa) transforma a adaptação em um processo de esvaziamento de si para sobreviver. Será que existe algo mais assustador do que isso? O Que Ficou Para Trás nos fornece uma resposta. 

‘Pantera Negra’: Diretor explica a ausência do [SPOILER] no filme

O diretor Ryan Coogler explicou, durante uma entrevista ao The Empire Film Podcast, sobre a ausência de um certo personagem durante Pantera Negra, aparecendo apenas em uma das cenas pós-créditos.

[CUIDADO COM SPOILERS]

O personagem em questão é Bucky Barnes (Sebastian Stan), que está em Wakanda, porém não ajuda na batalha que acontece durante o filme, aparecendo apenas em uma das cenas pós-créditos, ao lado de Shuri. Coogler explicou sua decisão de não incluir Bucky dentro da trama:

“Definitivamente era algo que sempre pensei que seria uma coisa da Shuri, porque em nosso mundo achávamos que Bucky Barnes seria uma tarefa dela. Nós deixamos a insinuação para isso quando eles trouxeram Ross e ela disse: ‘Ah, mais um homem branco para arrumarmos’. Então nós deixamos algumas dicas.

Acho que Bucky estaria em estresse pós-traumático, precisando de orientação espiritual. A última coisa que ele precisaria fazer seria entrar naquela Guerra Civil de Wakanda. E seria potencialmente problemático ter um grupo de africanos lutando e você trazer um cara branco atirando em pessoas. Estávamos cientes disso. Bucky não é treinado para neutralizar pessoas de forma pacífica, o cara é um assassino”

Segundo o Box Office Mojo, em apenas quatro dias o filme solo do herói conseguiu ser a maior bilheteria em uma segunda-feira de todos os tempos, arrecadando US$ 40,2 milhões. Com isso, o filme chegou a um total de US$ 242 milhões em 4 dias.

Esse total dentro deste período supera ‘Os Vingadores’ (US$ 226,3 milhões), ‘Jurassic World’ (US$ 234 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 241,6 milhões).

Pantera Negra‘ soma US$ 404 milhões mundialmente e também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.

Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘The Flash’: Jeffrey Dean Morgan indica que filme será uma história de origem do herói

Apesar de alguns problemas na produção, tudo indica que o filme solo do Flash está começando a andar novamente.

Porém, era esperado que o filme adaptasse a saga Flashpoint dos quadrinhos, o que não deve mais acontecer após as mudanças internas da DC Comics nos cinemas, indica o ator Jeffrey Dean Morgan em entrevista à MTV.

Segundo ele, o filme irá narrar a história de origem do personagem, sendo assim, sua participação como o pai do Batman torna-se mais complicada de acontecer.

“Quando Zack Snyder estava mais envolvido no mundo da DC, acho que havia uma possibilidade real, mas agora ele meio que se afastou um pouco e eu ouvi coisas diferentes, que o Flashpoint pode não seguir esta direção e que será mais como uma história de origem para o Flash, mas estou sempre aqui e adoraria aparecer, com certeza”

Recentemente, segundo o The Hollywood Reporter, o longa abandonou as características mais sombrias que faziam parte da produção inicial e da DC Comics, e levará um dos nomes mais conhecidos dos anos 1980 como guia: De Volta Para o Futuro.

Recentemente, o filme teve seu diretores confirmados: John Francis Daley e Jonathan Goldstein vão comandar o projeto. A dupla é conhecida por assinar o roteiro de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.

O filme solo de Flash está com previsão de estreia para 2020.

‘Flashpoint’: Repórter sugere que filme solo do Flash está “morto”

Fontes confiáveis e próximas à produção contaram que o longa terá orçamento de US$ 100 milhões e deve começar as filmagens em julho desse ano, em Londres, com o objetivo de ser lançado em 2020.

Além disso, visando evitar críticas pelo CGI, a Warner planeja um extenso período de pós-produção para a criação de todos os efeitos especiais.

Quanto aos vilões, as fontes revelam que o longa terá vários, como o Flash Reverso e Caitlin Snow, que também estará presente, podendo se transformar em Nevasca futuramente. Já o Doutor Luz deve ser o grande vilão da história.

Vale lembrar que todas essas informações ainda são rumores, mas pelo menos nos dá a possível direção que o loga irá seguir.

‘Batgirl’: Joss Whedon deixa a direção

Crítica ‘Chucky’ | Primeiro episódio da segunda temporada traz um Chucky ainda mais sem limites

Depois de voltar com tudo para os holofotes da Cultura Pop, o boneco assassino de Don Mancini retornou cheio de moral e ainda mais sem escrúpulos do que da última vez que o vimos. Bem, ao menos é isso que o primeiro episódio da segunda temporada dá a entender. Ambientado no Halloween, um ano após a chegada do ruivinho endiabrado a Hackensack, o capítulo introdutório começa exatamente de onde a trama havia parado, dando uma solução inesperada para aquele plano de dominação mundial visto no season finale de 2021. E por mais surpreendente que tenha sido, essa cena de abertura já dita o tom certinho do que deve ser essa nova temporada: grotesca e recheada de humor de tiozão de botequim, que curiosamente casa bem com o assassino diminuto.

Claro que as consequências desse início não devem ser duradouras. Afinal, ela segue uma regrinha fundamental dos filmes de terror. A dica de que isso não é definitivo vem já mais próximo do final, quando o Jake questiona essa mesma regra ante o boneco. De qualquer forma, a série mostra o destino dos três principais personagens humanos após o massacre do ano passado. Cheios de traumas e praticamente todos órfãos, cada um segue um caminho traçado pelo Conselho Tutelar.

Jake (Zackary Arthur) foi adotado por uma nova família de Salém, onde ganhou um irmãozinho que o trata como um herói – literalmente. Já seu namorado, Devon (Bjorgvin Arnarson) foi adotado por uma mulher rica que o usa para ostentar sua “modernidade” para os amigos e o deixa ao relento enquanto viaja pelo mundo. E Lexy (Alyvia Alyn Lind) seguiu com sua mãe e irmã na cidade, enquanto a família tenta se reerguer, e a mãe tenta uma nova candidatura para tentar retornar ao seu cargo de prefeita.

Um dos pontos interessantes desse primeiro episódio é que ele transita, principalmente entre Jake e Lexy, pelos efeitos que o Chucky causou em suas vidas e como cada um lida com eles. Enquanto Jake despeja seu amor no irmãozinho novo, suprindo o tanto de ódio e perda do último ano com a admiração do caçula, Lexy cede às drogas e sensações mundanas para suportar a dor e as crises de ansiedade. O Devon que ficou meio esquecido no rolé, mostrando que ele segue com a pose de adolescente maduro, mesmo que tenha muitos traumas consigo.

Aparentemente, todos seguiam bem seus rumos, até o momento em que o boneco assassino retorna e toca o terror na vida deles. E aí entra um ponto muito bem executado pela direção que é adotar uma estética mais “terror de TV”, com direito a longas cenas de corredores vazios e perspectivas de personagens baixinhos, brincando com a audiência de quando há ou não a presença do Chucky no recinto. É uma opção bem simples da direção, mas que tem bastante efeito na hora de criar tensão. E, claro, eles usam alguns jumpscares simples, mas suficientes para dar aquele sustinho despretensioso no coração.

E a forma como Chucky se refere à Tiffany (Jennifer Tilly) já dá a sensação de que essa temporada vai a fundo na rivalidade dos dois. A própria presença da versão “boneca normal” da noiva do Chucky já flerta com uma possível competição entre os ex-noivos. Pena de quem estiver pelo caminho.

Por fim, o episódio já elimina um personagem recém-introduzido, mas faz isso de forma tão bem executada que você se sente mal pela partida do infeliz assassinado. É uma forma de deixar claro que eles não vão poupar ninguém nessa nova temporada. Principalmente agora os protagonistas vão ficar presos em um internato católico.

Os novos episódios de Chucky estreia toda quarta-feira no Star+.

Crítica | Justiceiras – Camila Mendes e Maya Hawke querem Vingança em Comédia Teen da Netflix

Dona Netflix não é boba e não dá ponto sem nó. De olho no crescente interesse de seu público mais jovem por remakes e reboots de produções antigas feitas pelas empresas concorrentes – e ciente do evolutivo fandom que a juventude tem criado com seu time de talentos –, a gigante do streaming resolveu dar sua cartada do ano: misturar sucessos da garotada dos anos 1990 e 2000 com os queridinhos do momento em uma trama toda nova. Assim podemos descrever ‘Justiceiras’, lançamento desse fim de semana na plataforma que já está conquistando os espectadores.

Drea Torres (Camila Mendes, de ‘Riverdale’) é superpopular. Querida pelo ciclo de amizades mais top da escola, desfruta de sua festa de aniversário organizada e financiada por sua melhor amiga, Tara (Alisha Boe, de ‘13 Reasons Why’), ao lado do seu namorado, Max (Austin Abrams, de ‘Dash & Lily’ e ‘Euphoria’). Tudo vai bem na sua vida e Drea tem os olhos em uma vaga em Yale… até que um vídeo íntimo seu, enviado apenas para Max, vaza para a escola inteira, e a jovem passa a ser excluída e comentada por todos. Revoltada com o impacto em sua vida social sem ter feito nada de mais, Drea acaba agredindo Max, o que lhe rende uma detenção na escola. Felizmente as férias de verão chegam, e Drea se refugia em uma academia de tênis, onde conhece Eleanor (Maya Hawke, de ‘Stranger Things’), uma jovem sem nenhum status, que acaba lhe confessando seu plano: está pedindo transferência para a escola de Drea para se vingar de sua antiga paixão, Carissa (Ava Capri, da série ‘Com Amor, Victor’), que destruíra sua vida. Assim, as duas irão unir forças de modo a uma realizar a vingança da outra, para que ambas saiam ilesas de tudo no final.

Como dá para ver, o elenco principal é recheado de rostinhos conhecidos por produções teen, e conta ainda com Rish Shah (o Kamran de ‘Ms. Marvel’), Maia Reficco (do novo ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’), Sophie Turner (a Samsa de ‘Game of Thrones’) e Sarah Michelle Geller (a eterna ‘Buffy, A Caça-Vampiros’). Sério, com um time com tanto nome estelar, fica difícil não conquistar o público, né?

O roteiro de Celeste Ballard e Jennifer Kaytin Robinson recupera cenas e clichês que fizeram sucesso nas gerações anteriores e os repagina em ‘Justiceiras’. É fácil identificar referências a ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, ‘Jovens Bruxas’, ‘Meninas Malvadas’, entre outros. Ainda que o mote não seja nem um pouco original – o obsessão que os jovens estadunidenses têm por status na fase escolar, custe o que custar – e os meios para conseguir os objetivos continuem sendo duvidosos (aparentemente nenhum roteirista se preocupa em evidenciar que compartilhar vídeos íntimos sem consentimento é crime, independente da punição social que o personagem receba na trama), a diferença em ‘Justiceiras’ é não só colocar as duas protagonistas (que são de mundos diferentes) lado a lado lutando por um objetivo em comum estilo ‘Thelma e Louise’, como também apresenta uma grande reviravolta na história, que é bem, bem legal.

Divertido, colorido, cheio de moda, bem-feito. ‘Justiceiras’ é claramente um filme pensado em agradar aos jovens, e consegue. Recheado de rostinhos conhecido, passa a sensação de estarmos reencontrando os amigos depois de um longo período de férias. Meio comédia, meio suspense, uma pitada de drama, ‘Justiceiras’ não busca justiça, mas sim vingança, e a melhor forma para alcançar esse objetivo é promover a ruína social do oponente.

10 ótimos filmes brasileiros para assistir DE GRAÇA durante a quarentena

Em tempos de quarentena… é sempre bom lembrar: fique em casa! E diante disso, nada melhor do que uma vasta lista de alternativas do que assistir na TV e no streaming. Se você está ligado no CinePOP pôde conferir que nossa área de matérias está repleta de dicas sobre o que você pode assistir sem sair de casa.

Diante do cenário da epidemia do coronavírus, algumas plataformas da internet liberaram seus acervos para o público. E, melhor, alguns diretores e produtores também abriram mão temporariamente de seus direitos para disponibilizar suas obras online.

Assim sendo, fizemos uma seleção super especial de 10 filmes brasileiros que estão disponíveis de graça na internet. Temos de todos os tipos e para todos os gostos.

 

Meu Tio Matou um Cara (2004)

Onde assistir: Vimeo

Uma das produtoras mais respeitadas do país, a Casa de Cinema de Porto Alegre disponibilizou nada menos que 24 filmes, entre curtas e longas, em seu site oficial. Dentre os filmes, está a divertidíssima comédia Meu Tio Matou um Cara, de Jorge Furtado. A trama acompanha Duca (Darlan Cunha), um adolescente de 15 anos que recebe a notícia de que seu tio (Lázaro Ramos) foi preso após confessar um assassinato. Com o tempo, o garoto passa a desconfiar que o tio confessou o crime para salvar a casa de Soraya (Deborah Secco), sua namorada. Assim, Duca busca a ajuda de dois colegas da escola para tentar desvendar o crime e ajudar o irmão de seu pai. O elenco conta ainda com Ailton Graça, Sophia Reis, Júlio Andrade e Dira Paes.

 

Crítico (2008)

Onde assistir: Vimeo

Muito antes de se aventurar no mundo da ficção e brilhar com filmes como Bacurau e Aquarius, Kleber Mendonça Filho atuou como crítico de cinema no Recife. Ele realizou inúmeras entrevistas e coberturas de eventos, no Brasil e no exterior. Por anos, ele gravou conversas com diretores e críticos especializados. E daí nasceu Crítico, sua estreia em longas-metragens. O filme debate vários elementos da crítica cinematográfica, desde sua relação com o público às pressões e novas realidades do mercado. É uma opção bem interessante para quem pensa em seguir a trajetória como crítico. São vários depoimentos interessantíssimos. 

 

Central do Brasil (1998)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O Telecine abriu os sinais por trinta dias por causa da quarentena. Diante disso, dá pra conferir uma lista ampla de filmes nacionais. Um dos destaques, é claro, é Central do Brasil, clássico dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Montenegro, Vinicius de Oliveira, Marília Pêra e Matheus Nachtergaele. Na trama, Dora é uma mulher que trabalha escrevendo cartas na Central do Brasil. Ela acaba encontrando o menino Josué, e embarca em uma viagem para ajudá-lo a encontrar o pai. O filme recebeu indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz, mas acabou derrotado em uma clássica injustiça da Academia.

 

Tropa de Elite (2007)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)  

Dirigido por José Padilha, Tropa de Elite é um dos maiores fenômenos da história do cinema nacional. O primeiro filme acabou sendo vítima de pirataria antes mesmo da estreia, o que prejudicou o desempenho comercial, mas que ao mesmo tempo gerou um burburinho impressionante. O vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim retrata o dia a dia do BOPE, força policial do Rio de Janeiro. A trama acompanha a rotina de violência e corrupção na polícia carioca a partir dos olhos do Capitão Nascimento (Wagner Moura). O longa ganhou uma continuação que eleva ainda mais o debate político. As duas produções estão disponíveis no Telecine. 

 

Amor, Plástico e Barulho (2013)

Onde assistir: Vimeo 

Se você não se encantou ou se apaixonou por Maeve Jinkings cantando “Chupa que É de Uva”, você não sabe o que está perdendo. A cena é uma das mais marcantes de Amor, Plástico e Barulho, filme que é uma espécie de “A Malvada do brega”. O trama se passa na cena da música popular do Recife e acompanha Shelly (Nash Laila), uma jovem dançarina que sonha em ser cantora brega. Ela acaba desenvolvendo uma relação de admiração e rivalidade com Jaqueline (Jinkings), sua companheira de banda. A direção é de Renata Pinheiro.

 

Pixote – A Lei do Mais Fraco (1980)

Onde assistir: Spcine Play/Looke 

Clássico do cinema brasileiro dirigido por Hector Babenco, Pixote – A Lei do Mais Fraco foi premiado no Festival de Locarno e recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. A trama acompanha Pixote (Fernando Ramos da Silva), um garoto que foi abandonado por seus pais e luta para viver nas ruas. Com um passado de internações e presença em reformatórios, ele sobrevive de pequenos crimes, que vão aumentando com o tempo, a despeito de ter apenas. Além da grande atuação de Fernando, o longa traz as presenças marcantes de Marília Pêra, Jardel Filho, Beatriz Segall, Rubens de Falco e Elke Maravilha.

 

TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva (2016)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto) 

Lançada em 2016, a comédia TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva merecia muito mais reconhecimento do que recebeu. Antes dos sucessos com Lady Night e Choque de Cultura, Tatá Werneck e Daniel Furlan protagonizaram esta insana e inspiradíssima comédia romântica sobre uma atriz e influenciadora que vive uma crise pessoal num momento em que precisa manter as aparências de contos de fadas. Em meio ao lançamento de um livro (que ela não escreveu), acaba se envolvendo com um vendedor de uma livraria (Furlan) sem grandes perspectivas para a vida. Vera Holtz, Bruno Gagliasso e Luis Lobianco completam o elenco. A direção é de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic.

 

Bacurau (2019)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

Você já viu Bacurau??? Prêmio do Júri no Festival de Cannes e um dos maiores fenômenos do cinema e da cultura pop brasileira em 2019, Bacurau já está disponível no Telecine. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa acompanha o dia a dia da pequena Bacurau, comunidade no sertão de Pernambuco que acaba de perder uma de suas moradoras mais ilustres. Ao mesmo tempo, a chegada de estrangeiros ameaça a rotina dos habitantes do local. Importante, reflexivo e envolvente. Além de tudo, um entretenimento de primeira. Grandes atuações de Bárbara Colen, Thomas Aquino, Silvero Pereira, Udo Kier, Karine Teles e Sonia Braga

 

À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964)

Onde assistir: Spcine Play/Looke

À Meia-Noite Levarei Sua Alma é um clássico do cinema de horror dirigido pelo recém-falecido José Mojica Marins. A história acompanha o sádico e brutal coveiro Zé do Caixão, que sonha em ter um filho perfeito e fica obcecado em encontrar a mulher superiora para gerir a criança. Para isso, não se preocupa em matar todos que se coloquem na frente de seu plano. Foi a primeira aparição do Zé do Caixão nos cinemas. O Spcine Play está disponibilizando outros nove filmes do diretor, um ícone do terror nacional.

 

Que Horas Ela Volta? (2015)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O sucesso dirigido por Anna Muylaert está disponível no Telecine. Estrelado por Regina Casé, Camila Márdila, Karine Teles e Lourenço Mutarelli, Que Horas Ela Volta? conta a história de Val, uma empregada doméstica que mora na casa dos patrões de classe média alta. Determinado dia, a filha de Val, Jéssica, chega em São Paulo para visitar a mãe e prestar vestibular. A presença da jovem na casa acaba abalando a relação da mãe com os patrões e a própria dinâmica entre estes. Trata-se de uma obra inteligente e envolvente, que discute as relações de trabalho no Brasil e as hierarquias entre domésticas e classe média.  

‘Coringa’: Joaquin Phoenix estampa novo banner promocional; Confira!

Coringa ganhou um novo banner oficial estampando Joaquin Phoenix como o Príncipe Palhaço.

Confira:

Lembrando que Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Home Before Dark’: Drama policial da Apple ganha trailer oficial; Confira!

Home Before Dark, novo drama policial do serviço de streaming da Apple, ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira:

A série foi criada por Jon M. Chu (Podres de Ricos).

O mistério é inspirado pelas reportagens da jovem jornalista investigativa Hilde Lysiak, contando a história de uma jovem moça que se muda do Brooklyn para a pequena cidade em que seu pai morava. Quando chega lá, sua necessidade de descobrir a verdade traz à tona um caso que cada morador (incluindo o pai) tentou enterrar.

Brooklynn Prince estrela. Jim SturgessAbby MillerLouis HertrumKiefer O’ReillyMichael WestonKylie Rogers e outros completam o elenco.

Home Before Dark estreia no dia 03 de abril.

‘Chemical Hearts’: Romance com Lili Reinhart ganha trailer COMPLETO; Confira!

A Amazon divulgou o primeiro trailer completo legendado do romance ‘Chemical Hearts‘.

Confira:

O romance será lançado no dia 21 de agosto.

Dirigido por Richard Tanne, o longa é baseado no livro ‘Our Chemical Hearts‘, escrito por Krystal Sutherland.

Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.

Lili Reinhart (‘Riverdale’) e Austin Abrams (‘Euphoria’) estrelam a produção.

‘Gucci’: Jeremy Irons será Maurizio Gucci no novo filme de Ridley Scott

Segundo o The Hollywood Reporter, o vindouro drama de assassinato ‘Gucci’ acrescentou mais um membro a seu elenco: Jeremy Irons (‘Watchmen’).

Irons dará vida a Maurizio Gucci, herdeiro da icônica maision Gucci. Em 1995, o estilista foi assassinado por um sicário e, pouco depois, sua esposa Patrizia Reggiani (Lady Gaga) foi declarada como culpada. O papel de Gucci iria, originalmente, para Robert De Niro.

MGM comprou o longa-metragem recentemente por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.

Ridley Scott comanda o projeto.

Adam DriverJared LetoAl PacinoRobert De NiroJack Huston e Reeve Carney completam o elenco.

A trama será adaptada do romance de não-ficção The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.

Scott recentemente dirigiu a sequência Alien: Covenant e a ficção científica Perdido em Marte. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado Nasce Uma Estrela, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.

‘Small Axe’: Antologia de Steve McQueen conquista 15 indicações ao BAFTA 2021!

Os indicados ao BAFTA TV 2021 foram revelados hoje (28) e a antologia fílmica ‘Small Axe’, criada por Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’), se tornou a produção mais nomeada da edição.

A obra foi relembrada em nada menos que 15 categorias, disputando por prêmios como Melhor MinissérieMelhor Ator para John BoyegaShaun ParkesMelhor Atriz para Letitia Wright Melhor Ator Coadjuvante para Malachi KirbyMichael Ward.

A premiação ocorre no dia 06 de junho.

Todos os filmes da antologia foram dirigidos e co-escritos por McQueen. Alastair Siddons Courttia Newland também assinam o roteiro.

A obra já está disponível na Amazon Prime Video.

A produção antológica é uma compilação de cinco filmes originais (, Lovers Rock, Mangrove, Red, White and Blue, Alex Wheatle e Education) que abordam questões raciais. Sua a premissa é retirada de um antigo provérbio caribenho que diz: “se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”.

Letitia WrightJohn BoyegaMalachi KirbyShaun ParkesRochenda SandallAlex JenningsJack LowdenMichael Ward fazem parte do elenco.

‘Ms. Marvel’: Nova série do Disney+ ganha possível data de lançamento; Confira!

Segundo o perfil do Twitter @5150Aamrit, a aguardada série ‘Ms. Marvel, estrelada por Iman Vellani, ganhou uma possível data de estreia.

O novo boato indica que a produção chegará ao Disney+ em fevereiro de 2022, confirmando os rumores anteriores do insider Matt Webb Mitovich.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Better Things’: Família Fox se despede no trailer oficial da 5ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

O canal FX divulgou o trailer oficial da 5ª (e última) temporada da comédia ‘Better Things‘ será lançada.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 28 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada por Louis C.K. e Pamela Adlon, que também estrela a produção.

Sam Fox é uma mãe solteira e atriz sem filtro que cria suas três filhas, Max, Frankie e Duke em Los Angeles. Ela também cuida de sua mãe, Phil, uma expatriada inglesa de capacidades questionáveis que vive logo do outro lado da rua. Seja ganhando a vida, navegando pelas vidas desafiadoras de suas filhas ou tentando ter uma dela mesma, Sam lida com cada desafio com amor feroz, honestidade crua e muito humor.

O elenco ainda conta com Mikey Madison, Hannah Riley, Olivia Edward e Celia Imrie.

‘Elvis’: Austin Butler e Olivia DeJonge contam como foi trazer Elvis e Priscilla Presley à vida [COLETIVA]

Em poucos dias, o público brasileiro poderá assistir à aguardada cinebiografia ‘Elvis’, que gira em torno do icônico Rei do Rock Elvis Presley, nas telonas. A produção, comandada por Baz Luhrmann e que traz Austin Butler no papel principal, narra a descoberta, a ascensão ao estrelato e a queda de Elvis no mundo do show business, escolhendo detalhes certeiros para tirá-lo do estigma de deidade intocável e torná-lo ainda mais humano.

Nas últimas semanas, o CinePOP teve a honra de participar de uma coletiva de imprensa com Luhrmann, Butler e o restante do elenco, que revelou alguns detalhes sobre a construção do longa-metragem e como cada um se preparou para seu respectivo papel na produção. Agora, trazemos para você a segunda parte da coletiva.

Butler faz um trabalho admirável ao interpretar Presley, transformando-se por completo e absorvendo cada trejeito e cada nuance vocal do artista – não é surpresa que ele tenha recebido aplausos por parte da crítica especializada e seja um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Quando questionado sobre como se preparou para o papel, o astro disse:

“Eu tive aqueles dois anos em que não fiz nada além de me obcecar, e foi algo que atiçava minha curiosidade sempre – e eu tive pessoas incríveis sempre me ajudando. Meu treinador de dialeto, meu treinador de canto, meu instrutor de luta, nós fizemos bastante trabalho e tento ser tão meticuloso o possível. Mas, no final do dia, tudo culmina em querer encontrar a humanidade dele. O que me fascinou mais foi afastá-lo do ícone, despi-lo das caricaturas e de seus figurinos, e descobrir quem era ele em quarto vazio, sozinho, no final do dia; como ele acordava toda manhã, como era sua vida íntima. E ele era um homem incrivelmente espirituoso”.

É apenas normal que ícones do mundo do entretenimento posem como um trabalho difícil a ser levados para adaptações cinematográficas e, por muitas vezes, deixar o personagem de lado não é muito fácil. Por exemplo, Lady Gaga ficou nove meses infundida em um sotaque italiano para interpretar Patrizia Reggiani em ‘Casa Gucci’, e Marion Cotillard mal podia se reconhecer ao viver Edith Piaf em ‘Piaf – Um Hino de Amor’. E parece que Butler também teve certa dificuldade em deixar Elvis de lado depois de interpretá-lo.

“E em relação ao fato dele ainda estar atado a mim… Várias coisas aconteceram, meu relacionamento com o medo mudou, por causa da quantidade de pressão que senti em todo esse processo. Foi uma responsabilidade imensa, um medo de que iria decepcioná-lo e decepcionar seu legado ou sua família ou até mesmo os fãs ao redor do mundo que o amam tanto. Mas, ao mesmo tempo, foi uma ótima lição, porque ele sentia medo, e houve momentos, quando como em 1968, em que a carreira dele estava por um fio, a vida dele estava por um fio. E eu podia me confortar no fato de que Elvis sentia medo e, mesmo assim, fazia coisas extraordinárias”.

Como já mencionado, o astro encarna com paixão invejável os trejeitos do Rei do Rock, desde as rendições vocais aos memoráveis passos de dança. E, considerando que Elvis teve uma mudança considerável em suas performances com o passar dos anos, Butler teve que estudar cada uma de suas fases a fundo.

“[Comecei a tentar imitá-lo] mais ou menos um ano e meio antes de começarmos a gravar. A princípio, você olha e parece impossível, vendo o tanto de filmagens que temos e o tanto de gravações de voz que temos. O que me deixou mais surpreso foi o quanto a voz dele mudou com o passar dos anos. Uma vez entre 1954 e 1956, depois em 1962, totalmente diferente, e em 1972 ele soa diferente de tudo, e em 1977, de novo. Você tem todas essas vozes diferentes e tem que entender como elas evoluem com o passar do tempo. Eu passaria um dia vivendo e o interpretando – e o pessoal tinha que me aturar. E por haver tantas caricaturas dele, eu dei o dobro de mim como se aquela fosse a minha vida, como se eu enxergasse através dele, e não cair em nenhuma dessas armadilhas – porque é bem fácil cair nisso”.

O ator também se recorda de um momento das filmagens em que ficou arrepiado e se emocionou – e que serviu de parâmetro para saber se estava fazendo um bom trabalho ou não:

“Eu fiquei encantado por alguns detalhes, sabe? Quando falamos do físico, de coisas faciais ao que ele faz em uma escala maior. O que importa é que tudo vem dos movimentos musicais e de quando ele está no palco. Não é uma coreografia, mas parece, porque você tem que aprender o ângulo da perna, o ângulo da mão… É a constante ida e volta. Mas quando falamos sobre fomos para Nashville, rodar as cenas na tenda gospel, quando Elvis entra naquela tenda, eu estava no meio dos trinta cantores gospel mais incríveis que eu já ouvi na vida. A primeira pessoa começou a cantar e eu fiquei arrepiado; e quando as vozes se juntaram, lágrimas correram pelos meus olhos. E todos começaram a bater os pés e eu senti o momento que Elvis também sentiu. No momento que eu não sentia aquilo, eu sabia que não estava certo”.

Além de Butler, Olivia DeJonge também entregou uma atuação espetacular como Priscilla Presley, à época esposa de Elvis. Mais do que isso, DeJonge conheceu Priscilla ao vivo e em cores – e aproveitou para contar como foi se encontrar com ela.

“A primeira vez que a conheci, nós estávamos indo ao Gala do MET e foi bastante animador, o prospecto de tê-la por perto. E, sim, eu a conheci, ela é amável e linda. Depois disso, ela veio nos ajudar nessa turnê. E é muito especial olhar nos olhos da mulher que você interpreta e tê-la de uma forma tão receptiva e gentil foi uma benção, porque com certeza poderia ter acontecido totalmente diferente”.

Ela continua, dizendo qual foi a parte favorita em levá-la às telonas: “minha parte favorita em interpretá-la foi se respaldar em sua empatia e sua feminilidade, foi uma belíssima lição de vida e uma honra interpretá-la”.

Quando questionada sobre o que vai levar do projeto, DeJonge disse:

“Bom… Acho que a flexibilidade e maleabilidade e ter a paciência em você mesma para seguir em direções que não pensava que iria seguir. E acho também que é uma enorme lição sobre confiança. Eu estava incerta, mas tive que aprender a relaxar, mergulhar de cabeça e realmente confiar na direção em que as engrenagens seguiam, sabe? Lembrar que tudo ia ficar bem”.

Por fim, a atriz rasgou elogios para Baz, dizendo que trabalhar com ele foi “incrível, obviamente”.

Lembrando que ‘Elvis’ chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

Os 22 Melhores Álbuns de 2022

2022 está chegando ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, já começamos a divulgar algumas listas com as melhores produções cinematográficas, televisivas e musicais do ano que passou.

Para tanto, elencamos os 22 melhores álbuns de 2022 – e garantimos que, assim como o cinema e a televisão, o cenário fonográfico também nos presenteou com algumas pérolas que merecem ser ouvidas pelos amantes da música.

Desde a magnum opus de ROSALÍA, que ascendeu a um dos melhores discos do século assim que lançado nas plataformas de streaming, até o aguardado retorno de nomes como Kendrick LamarBeyoncéFlorence + the Machine, montar a lista abaixo foi um trabalho complicado, mas tentamos fazer o nosso melhor.

Veja as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito e quem ficou de fora:

22. SOFIA CARSON, Sofia Carson

“Em momento algum o álbum tem o desejo de revolucionar o mercado fonográfico ou ousar para além do que consegue – mas não se enganem: o disco sequer chega perto de ser simplista; pelo contrário, a ousadia em questão dá as caras no momento em que Carson percebe que não precisa se desvencilhar das fórmulas, e sim utilizá-las a seu favor. A ideia aqui é buscar originalidade no convencionalismo, através de mensagens que conversam com sua própria identidade e que contem uma história, sendo com músicas dançantes ou com melodias sensoriais que nos fazem apertar o botão de repeat de novo, e de novo, e de novo. E seu senso estético é provado por “a+b” quando chegamos ao fim da produção com o envolvente nu-disco de “Two Tears in a Bucket”” – Thiago Nolla

21. QVVJFA?, Baco Exu do Blues

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

20. HOLY FVCK, Demi Lovato

“Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”)” – T.N.

19. ANAÏS MITCHELL, Anaïs Mitchell

“Desde o singelo e atmosférico início de “Brooklyn Bridge” à nostálgica trama que protagoniza “Now You Know”, Mitchell se reafirma como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos (ora, podemos até ver a essência da cantora em ‘Folklore’, que abandonou o costumeiro pop de Taylor Swift para uma criação mais reservada). A faixa inicial nos arremessa de volta para um cândido passado, uma “carta de amor” à cidade de Nova York, como ela bem descreveu em entrevista; a progressão oscila entre a balada e o anthem, nunca deixando que os instrumentos falem mais alto que uma belíssima rendição (“sobre a ponte do Brooklyn, eu e você no banco de trás” pode esbarrar no mero romance, mas prova ser uma fascinante epopeia epistolar)” – T.N.

18. COOL IT DOWN, Yeah Yeah Yeahs

A banda Yeah Yeah Yeahs é conhecida principalmente pela clássica canção “Heads Will Roll”, que se tornou um dos emblemas do Dia das Bruxas. Qual foi nossa surpresa quando, quase uma década mais tarde, o grupo fez um grandioso retorno com o álbum ‘Cool It Down’ – trazendo todos os elementos que imortalizaram sua imagem, incluindo os aspectos mais gritantes do rock alternativo. Conquistando uma indicação ao Grammy 2023 (e tendo chances consideráveis de ganhar), o compilado também nos presenteia com uma colaboração de Perfume Genius e merece lugar na nossa lista.

17. EMAILS I CAN’T SEND, Sabrina Carpenter

“Talvez o aspecto mais divertido e interessante do disco seja a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. Mostrá-los ao mundo é um testamento de que não se arrepende do que escreveu, e sim de que forma seus pensamentos antigos dialogam com quem é na atualidade. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo explorado por Selena Gomez em “Bad Liar” e até mesmo com as tendências de distorção promovidas por Billie Eilish e Olivia Rodrigo nos últimos anos: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar” – T.N.

16. CHLOË AND THE NEXT 20TH CENTURY, Father John Misty

O quinto álbum de estúdio de Father John Misty, nome artístico de Josh Tillman, configura-se como seu primeiro lançamento de originais desde 2018. ‘Chloë and the Next 20th Century’ foi recebido com aclamação imediata por parte dos críticos e do público, em virtude de versos eximiamente bem escritos e a promoção de um retorno ao passado, em composições que misturam jazzfolkswing. Mais do que isso, Tillman constrói um cânone à sua própria arte, talhando uma história de intimidade invejável que se relaciona em diversos níveis com quem ouse ouvir um dos melhores discos de sua carreira.

15. POMPEII, Cate Le Bon

Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

14. CAPRISONGS, FKA Twigs

“Não é apenas o conceitualismo que fala mais alto nesta obra – pelo contrário, os movimentos realizados por FKA Twigs e por uma gama gigantesca de produtores e compositores criam picos e vales de significações múltiplas, que variam desde audaciosas progressões até reflexões mercadológicas. Dessa maneira, “honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa” – T.N.

13. SPECIAL, Lizzo

“O disco, composto por doze faixas originais na versão padrão, serve como um testemunho da própria Lizzo ao que ela já havia entregado nos anos anteriores. Se ‘Cuz I Love You’ havia apostado em uma construção mais cinemática e dançante, tais aspectos seriam trazidos para o novo universo que arquitetara em Special. Entretanto, é sempre necessário perceber como a discografia da performer é marcada por reinvenções que reiteram sua sagacidade em construir uma narrativa crescente, que oscila das incursões mercadológicas a um amadurecimento estético de tirar o fôlego. E, levando isso em consideração, o elemento inesperado vem com sua regressão a um passado não muito distante, em que nomes como Diana RossPrince e Janet Jackson dominavam as paradas e utilizavam a fusão de múltiplos estilos para se eternizarem no cenário fonográfico” – T.N.

12. HOLD THE GIRL, Rina Sawayama

“Há algo de mágico que permeia cada uma das músicas assinada pela artista, que parece nos impedir de encontrar qualquer defeito; eles existem, é claro, mas soam como tendo um propósito, uma camada a mais de rebeldia que auxilia na construção das várias camadas. “Phantom”, por exemplo, dá às caras em um longevo enredo que, apesar das repetições, cria um cosmos tão receptivo que é impossível escapar dele – reverenciando o fabulesco estilo de Taylor Swift e Carrie Underwood no começo de suas respectivas carreiras; “Forgiveness”, por sua vez, ascende como uma peça retirada das trilhas de Theodore Shapiro, não em um mero espectro emprestado, mas sim remodelado com a beleza sutil do soft-rock e do ritmo cintilante dos baixos” – T.N.

11. DAWN FM, The Weeknd

“O ápice de criação vem pelo mote do qual o álbum se vale – afinal, o título em si já é uma brincadeira metalinguística com as estações de rádio e com a popularização desse recurso nas décadas anteriores. Para unir essas peças, temos a ilustre presença de Jim Carrey como o narrador e o apresentador do “programa”, transformando o lúdico jogo em um etéreo conto que convida os ouvintes para uma mística jornada pelo anoitecer e pelo amanhecer. A consciente estrutura da obra, dessa maneira, reafirma que Dawn FM não é apenas uma produção fonográfica, mas uma experiência multimídia que arranca músicas irretocáveis de um dos maiores nomes da música atual” – T.N.

10. CRASH, Charli XCX

“A obra é uma enorme mixórdia de diversos estilos que, fundidos com um objetivo específico, irrompem em resultados mágicos que só alguém com o nível criativo de Charli e de seus inúmeros colaboradores poderia criar – e devo dizer que, pelo fato de assinar todas as tracks, a cantora tem controle completo do que quer fazer. No geral, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”“. – T.N.

9. THE GODS WE CAN TOUCH, AURORA

“O álbum não é uma mera declaração artística, mas uma epopeia bíblica que perpassa pela história da humanidade sem se deixar levar pelas fórmulas a que estamos acostumados. É nesse âmbito que “Heathens”, cujo título já demonstra uma promissora narrativa, funciona como uma crítica transparente e coesa ao fato de que, segundo as entidades onipotentes que nos criaram, somos todos pecadores e “vivemos como pagãos”, repetindo o verso inúmeras vezes como parte de uma jornada à compreensão e à lucidez. Algo parecido ocorre na sensualidade agourenta de “Artemis”, que se mostra comedida e esconde seus verdadeiros significados pela suavidade de uma performance familiar e magnético. Em “Everything Matters”, a colaboração entre AURORA e a cantora francesa Pomme é uma verborrágica constatação ethereal-trap de que o que fazemos importa – nem que seja para nós próprios” – T.N.

8. MULTITUDE, Stromae

Como já mencionado, 2022 se tornou um ano de retornos aplaudíveis ao cenário fonográfico – e diversos artistas da década passada aproveitaram o crescente “retorno à normalidade” para fazerem o que fazem de melhor. Este foi o caso de Stromae, musicista belga cujo último álbum havia sido em 2013. Felizmente, o performer voltou com tudo este ano com o impecável Multitude, uma explosão eletrônica de faixas ácidas e pungentes que arrebatou qualquer um que o tenha escolhido para colocar nas playlists.

7. FOSSORA, Björk

“A artista escolheu “Atopos” como a faixa de abertura dessa inesperada jornada e como lead single – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade. É a partir daí (e resgatando o conceito de atopia e da efemeridade das sensações de Roland Barthes) que a primeira track insurge, como um arauto do nada e do não-lugar: “estas não são apenas desculpas para se conectar?”, ela pergunta a um interlocutor invisível, destacando a fugacidade de um relacionamento cujos problemas não importam” – T.N.

6. DANCE FEVER, Florence + The Machine

“Analisar um álbum de Florence, ou, como conhecemos seu ato musical ao lado de Isabella SummersFlorence + the Machine, nunca é um trabalho fácil, pelo fato das músicas não se encaixarem essencialmente em um gênero bem demarcado. Sua última incursão, High as Hope, fincou os pés em um coming-of-age sinestésico pincelado por diversos estilos sonoros – e, agora, atingindo uma maturidade surpreendente, retornamos com uma agressiva e aplaudível mixórdia estilística que já se inicia com a potente “King”, um dos singles oficiais do álbum. Enquanto a pessoalidade inalienável das produções anteriores abria espaço para reflexões íntimas e individuais, a canção em questão ergue-se em um empoderamento antêmico e discorre, ao longo de quase cinco minutos, sobre um dos principais que as mulheres continuam enfrentando: o sacrifício de sonhos em prol do forçoso papel lhes dado desde o nascimento” – T.N.

5. SUPERNOVA, Nova Twins

Dois anos depois de terem feito sua estreia oficial no mundo da música, Amy LoveGeorgia South, também conhecido como Nova Twins, retornaram com o aclamadíssimo Supernova – facilmente uma das maiores surpresas de 2022. No compilado de onze faixas, o duo mistura rock alternativo, punk rockrap rock em uma profusão exemplar de faixar que falam sobre a experiência que ambas tiveram durante a pandemia de COVID-19 e os protestos contra o preconceito racial que se tornaram emblema crítico nesses últimos anos – funcionando como um processo de cura para si próprias.

4. MR. MORALE & THE BIG STEPPERS, Kendrick Lamar

Qualquer lançamento de Kendrick Lamar já é o suficiente para nos fazer parar com tudo o que estamos fazendo e conferir o que esse ícone da música contemporânea tem para nos entregar. Afinal, Lamar é responsável por alguns dos melhores álbuns de todos os tempos, como o memorável ‘To Pimp a Butterfly’; agora, em 2022, ele retorna com mais um projeto espetacular, intitulado Mr. Morale & the Big Steppers, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzbluesrap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

3. AND IN THE DARKNESS, HEARTS AGLOW, Weyes Blood

“A estrutura do disco parece não seguir parâmetros a que estamos acostumados: o fraseamento de Mering divide os versos como bem deseja, picotando as sílabas poéticas para fornecer mais ritmo às canções, por exemplo. Mas a coesão existe, como um fio invisível que une as faixas em um reverberante chamber-rock e folk-rock: tais estilos aparecem com mais detalhamento em “Hearts Aglow”, uma iteração de quase seis minutos que fala sobre o medo de se apaixonar e de enfrentar o desconhecido; já em “The Worst Is Done”, temos homenagens a Joni Mitchell e Blondie em uma investida mais animada e ritmada que entra em conflito com a pungente narrativa (“eles dizem que o pior passou, mas acho que apenas começou”); “Twin Flame”, contrariando as orientações aos subgêneros do rock, traz aspectos do new age, principalmente pela proeminência de seu caráter mais subjetivo e regido por uma bateria suave e acolhedora” – T.N.

2. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que ‘MOTOMAMI’ não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

1. RENAISSANCE, Beyoncé

“Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego” – T.N.

‘Cidade em Chamas’: Assassinato misterioso no trailer da nova série da Apple TV+; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense Cidade em Chamas(‘City on Fire’).

A produção será lançada pelo serviço de streaming no dia 12 de maio.

Confira:

Criada por Josh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada no livro homônimo do autor Garth Risk Hallberg.

Após Samantha Cicciaro ter sido baleada no Central Park, na cidade de Nova York, no dia 4 de julho de 2003, a investigação criminal revela uma conexão inesperada entre uma série de incêndios misteriosos em toda a cidade, a cena musical do centro e uma rica família imobiliária se desgastando sob a tensão dos muitos segredos que guardam.

O elenco conta com Wyatt Oleff, Chase Sui Wonders, Jemima Kirke, Nico Tortorella, Ashley Zukerman, Xavier Clyde, Max Milner, Alexandra Doke, Omid Abtahi, Kathleen Munroe, John Cameron Mitchell, Michael Tow, Alexander Pineiro, Amel Khalil e Beth Malone.

‘Sex Education’: Vídeo explora a jornada de Adam Groff na série; Confira!

A 4ª e última temporada de ‘Sex Education’ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um vídeo explorando a jornada do icônico Adam Groff, interpretado por Connor Swindells.

Confira:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco também conta com Gillian Anderson, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

TUBARÃO aterroriza Paris no trailer do suspense ‘Sob as Águas do Sena’; Confira!

Netflix divulgou o trailer do novo suspense francês Sob as Águas do Sena.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 05 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Xavier Gens, que também assina o roteiro ao lado de Sebastien AuscherYannick Dahan.

A trama acompanha Sophia, uma cientista brilhante que descobre que um tubarão enorme está nadando nas profundezas do rio Sena.

O elenco conta com Bérénice BejoNassim LyesIñaki LartiqueLéa Léviant e outros.

Kelsey Grammer revela que pode retornar ao MCU como o Fera após ‘As Marvels’

O icônico astro Kelsey Grammer reprisou seu papel como Hank McCoy/Fera na breve cena pós-créditos deAs Marvels, tendo interpretado o mutante na primeira trilogia ‘X-Men’.

Para aqueles que não se recordam, o longa termina com Monica Rambeau (Teyonah Parris) presa em outro universo depois que a Kree Dar-Benn (Zawe Ashton) rasga um buraco no tecido do espaço. Dada como perdida por suas aliadas Capitã Marvel (Brie Larson) e Ms. Marvel (Iman Vellani), Monica acabou em outro lugar no multiverso: em uma realidade onde sua falecida mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch), é a super-heroína cósmica Binary e aliada do mutante Fera (Grammer) e dos X-Men.

Agora, em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Grammer revelou que houve “algumas conversas” sobre seu retorno ao Universo Cinemático Marvel após a recepção bastante positiva de sua aparição no longa em questão.

“Não há nada sobre o que posso falar”, ele afirmou. “O que eu sei é que houve uma comoção generalizada quando eu apareci no final de ‘As Marvels’. A resposta foi quase… Foi inesperada. [Sabia] que teria uma resposta, mas foi bem impactante; então, houve certas conversas”.

Anteriormente, em entrevista ao mesmo site, Grammer afirmou que essa não será a última vez que o público verá o mutante Henry “Hank” McCoy no Universo Cinematográfico Marvel.

“É minha esperança que vocês o [vejam novamente]. Posso dizer com certa confiança que verão. Eu adoraria”, ele afirmou.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Disney+.

Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan, também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau. Juntos, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como As Marvels.

‘Cinderela’, ‘A Malvada’ e outros CLÁSSICOS do cinema que completam 75 anos em 2025!

Quanto mais mergulhamos na história do cinema, mais nos deparamos com filmes históricos de extrema importância para a compreensão da mudança estrutural e até mesmo narrativa com o passar dos anos – até chegarmos aos dias atuais, que funcionam como uma amálgama ao mesmo tempo saudosista e original de tudo que já nos foi apresentado num passado remoto.

Dessa forma, chegou o momento de mergulharmos de cabeça nos anos 1950 e nos aventuramos na trilogia fantástica de Jean Cocteau, nas emocionantes animações dos estúdios Walt Disney e no retorno de Bette Davis ao estrelado com o memorável A Malvada para uma matéria super especial.

Pensando nisso, separamos sete produções que completam 75 anos em 2025 para você assistir.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

CREPÚSCULO DOS DEUSES

Crepúsculo dos Deuses, ao lado de um seleto grupo de longas-metragens irretocáveis, é um dos títulos que melhor representa os trejeitos arrepiantes e envolventes do gênero noir. Indicado para nada menos que onze estatuetas do Oscar, a história gira em torno de uma estrela veterana do cinema mudo se recusa a aceitar que seu reinado acabou. Ela, então, resolve contratar um jovem roteirista para ajudá-la a reconquistar o sucesso. O escritor acredita que pode manipular a atriz, mas percebe que está redondamente enganado.

A MALVADA

Pouco antes de ser rodado, Bette Davis disse com total certeza de que o roteiro de A Malvada foi o melhor que havia lido em toda sua carreira – e sua determinação em estrelar como a perigosa e impiedosa Margo Channing era admirável, ainda mais considerando sua decadência cinematográfica na década anterior. Aqui, sua personagem entrou em um mágico atrito com a aspirante a atriz Eve Harrington, uma jovem que se infiltrou no mundo do show biz através de Margo – apenas usando sua influência para depois descartá-la.

CINDERELA

Cinderela entrou para a história como um dos melhores filmes já feitos pela Casa Mouse – e também como a solução para os problemas financeiros que enfrentava desde o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ em 1937. Recuperando a glória outrora perdida e apagada de Walt Disney, a produção é baseada no conto de Charles Perrault e gira em torno de uma pobre jovem que é maltratada por sua madrasta e suas meias-irmãs até receber a visita de uma Fada Madrinha que muda sua vida por apenas uma noite.

RASHÔMON

Japão, século XI. Durante uma tempestade, um lenhador, um sacerdote e um camponês procuram abrigo nas ruínas de um portão histórico em Rashomon. Lá, o sacerdote conta o crime envolvendo o estupro de uma mulher e o assassinato do marido dela. O polêmico filme foi dirigido pelo lendário Akira Kurosawa, levando para casa a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro em 1952 e se tornando uma produção indispensável para os cinéfilos.

PÂNICO NAS RUAS

Depois que o doutor Clint Reed é convocado para supervisionar uma autópsia em um homem desconhecido, descobre que a causa da morte foi peste bubônica. Ao revelar sua descoberta ao prefeito e outras autoridades municipais, Reed é informado que tem 48 horas até que o público seja comunicado sobre a possível epidemia. Junto ao capitão Tom Warren e sua mulher, Nancy, o médico precisa correr contra o tempo para descobrir de onde veio o homem desconhecido.

OS ESQUECIDOS

Luís Buñuel foi um dos nomes mais prolíficos do cinema espanhol e um dos grandes ícones da cultura ibérica, principalmente por sua obra religiosamente inspirada nos trabalhos surrealistas de Salvador Dalí. E, 22 anos depois de dar vida a ‘Um Cão Andaluz’, o diretor iniciou sua fase mexicana com Os Esquecidos, indicado ao BAFTA e sendo honrado no Festival de Cannes. O enredo retrata o cotidiano de um grupo de jovens delinquentes, entre eles Jaibo, recém fugido do reformatório, e Pedro, um garoto rejeitado pela mãe que acaba se envolvendo em um assassinato.

CAIÇARA

Adolfo CeliTom PayneJohn Waterhouse se uniram em 1950 para comandar ‘Caiçara’, um filme de produção brasileira rodado na cidade de Ilhabela, Rio de Janeiro. O mitológico longa conta a história de Marina, uma jovem que se casa com um viúvo quarentão, proprietário de um sítio no litoral de São Paulo. Sua nova vida só lhe traz decepções: o marido vive de bebedeiras e ela é cobiçada pelos homens do lugar. Seu único conforto é o menino Chico, cuja avó é adepta da macumba. Até que um marinheiro se apaixona por Marina, sendo correspondido. Através da macumba, Marina consegue livrar-se do marido e, assim, viver seu amor.

Emmy Awards 2025 | As SURPRESAS e os ESNOBADOS da próxima edição da premiação

Os indicados à 77ª edição do Emmy Awards foram revelados hoje (15) – e trouxeram algumas surpresas na lista de nomeados, bem como esnobados que trouxeram a ira dos internautas.

A HBO | Max foi a emissora/plataforma de streaming mais relembrada da edição, conquistando gigantescas 142 indicações – que incluíram a minissérie ‘Pinguim’, que já coletou diversas estatuetas desde seu lançamento no ano passado; a 2ª temporada de ‘The Last of Us’, que rendeu nomeações a Pedro Pascal e a Bella Ramsey nas principais categorias; e a aclamada comédia ‘Hacks’, estrelada por Jean Smar. Todavia, a Apple TV+ ganhou espaço considerável na lista em questão com duas produções extremamente aclamadas: o suspense dramático ‘Ruptura’, que retornou este ano com um fabuloso ciclo, conquistou 27 nomeações; e ‘O Estúdio’, comédia metalinguística criada por Seth Rogen, seguiu de perto com 23 indicações (incluindo para o lendário realizador Martin Scorsese na categoria de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia – e com sólidas chances de levar para casa o prêmio).

agatha desde sempre

De qualquer maneira, títulos bem recebidos pela crítica e pelo público foram deixados de fora ou falharam em conquistar indicações que, a priori, pareciam certeiras. Uma delas foi ‘Agatha Desde Sempre’: facilmente a melhor série da Marvel Studios desde ‘WandaVision’, o spin-off faturou três nomeações nas categorias técnicas, mas não teve votos o suficiente para garantir que Kathryn Hahn (Agatha Harkness), Patti LuPone (Lilia Calderu), Aubrey Plaza (Rio Vidal/Morte) e Joe Locke (Wiccano) fossem relembrados nas seções performáticas – nomes que, de fato, mereciam um pouco mais de atenção. A série, em si, também não foi relembrada na categoria de Melhor Série Limitada ou Filme para TV.

Como mencionado, ‘The Last of Us’ foi uma das principais produções a se destacarem no ano, com um forte retorno que apostou mais no drama e no suspense, deixando um pouco o terror dos infectados pelo Cordyceps de lado: com dezesseis nomeações, Pascal e Ramsey retornaram para mais uma edição em Melhor Ator e Melhor Atriz em Série de Drama, enquanto Kaitlyn Dever, Jeffrey Wright e Catherine O’Hara apareceram nas categorias de Melhor Ator Convidado e Melhor Atriz Convidada em Série de Drama (esta última também conquistando um espaço em Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia por ‘O Estúdio’). Entretanto, Isabela Merced, que vem se mostrando como uma das maiores atrizes da nova geração e entregou-se de corpo e alma ao papel de Dina, par romântico de Ellie, não foi indicada para Melhor Atriz Coadjuvante – um dos maiores “crimes” cometidos pela Academia de Televisão neste ano.

the last of us

Dentre outros títulos e atores que ficaram fora da lista, tivemos Diego Luna, Denise Gough e Kyle Soller sendo deixados de lado pela soberba 2ª temporada de ‘Andor’; a temporada final de ‘Round 6’, que, apesar de permanecer como uma das produções mais populares e elogiadas da Netflix, sequer conseguiu uma indicação; Elisabeth Moss, vencedora do Emmy de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘The Handmaid’s Tale’ e guardando outras quatro indicações, também não foi relembrada pelo ciclo de encerramento do drama distópico; Jon Hamm, que fez um esplêndido trabalho na subestimada série ‘Seus Amigos e Vizinhos’; e Natasha Lyonne, que voltou com força para a 2ª temporada da comédia de mistério ‘Poker Face’ (uma das atrações mais subestimadas dos últimos anos).

Em meio a esnobações inexplicáveis, algumas escolhas merecem nota por terem nos surpreendido: Harrison Ford, após co-estrelar três temporadas da divertida comédia ‘Falando a Real’ ao lado de Jason Segel, finalmente conquistou sua primeira indicação ao Emmy, na categoria de Melhor Ator; Kathy Bates, que levou uma estatueta por seu trabalho em ‘American Horror Story: Coven’, tornou-se a atriz mais velha a ser nomeada às categorias dramáticas por seu impecável trabalho em ‘Matlock’; Sharon Hogan, que navegava fora do radar em ‘Mal de Família’, disputa pelo prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia; e, é claro, Scorsese, ao interpretar uma versão fictícia de si mesmo em ‘O Estúdio’, ganhou aplausos ao redor do mundo e mereceu sua indicação a Melhor Ator Convidado em Série de Comédia.

 

A cerimônia de vencedores do Emmy Awards 2025 ocorre em 14 de setembro.

Confira a lista de indicados aqui!

‘Industry’: 4ª temporada do ACLAMADO drama ganha cenas inéditas; Confira!

HBO divulgou cenas inéditas da 4ª temporada do aclamado drama ‘Industry‘.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro de 2026, tanto na emissora quanto na plataforma da HBO Max.

Confira, a partir de 00:26, e siga o CinePOP no YouTube:

A nova temporada estreará oficialmente no dia 11 de janeiro.

O próximo ciclo irá introduzir Kal Penn (‘Designated Survivor’), Charlie Heaton (‘Stranger Things’) e Claire Forlani (‘Departure’), Max Minghella (‘The Handmaid’s Tale’), Jack Farthing (‘Conexões’), Toheeb Jimoh (‘Ted Lasso’), Amy James-Kelly (‘Unidas pela Esperança’) e Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’). Harry Lawtey não retornará para a nova temporada.

A série foi criada por Mickey Down e Konrad Kay.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘The White Lotus’: HBO escala DOIS novos membros ao elenco da 4ª temporada!

De acordo com o DeadlineCharlie DavisKamilla Karthigesu, ex-participantes do popular reality show ‘Survivor’, foram escalados para o elenco da 4ª temporada da aclamada antologia The White Lotus.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O elenco grandioso ainda contará com Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Laura Dern (‘Jurassic Park’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’), Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), Heather Graham (‘Eles Vão Te Matar’), Rosie Perez (‘The Flight Attendant’), Ben Schnetzer (‘Madison’), Tobias Santelmann (‘Os Casos de Harry Hole’), Pekka Strang (‘Memórias de um Verão’), Frida Gustavsson (‘Vikings: Valhalla’), Laura Smet (‘The Bridesmaid’), Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) e Max Minghella (‘O Conto da Aia’) f

Vale lembrar que a Helena Bonham Carter (‘The Crown’) deixou o elenco da produção, e foi substituída por Dern.

“Durante as gravações da quarta temporada deThe White Lotus, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

White retorna como produtor e showrunner.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Teoria sugere que Marvel já está planejando substituto para o Homem-Aranha no MCU

Segundo o Screen Rant, uma teoria sugere que a Marvel já planejou o possível substituto do Homem-Aranha no MCU.

Durante a D23, o estúdio anunciou a série da ‘Miss Marvel, e a notícia veio na mesma semana em que a parceria com a Sony chegou ao fim.

Ao que parece, a Marvel deve preencher o espaço de Peter Parker introduzindo Kamala Khan no MCU logo após a estreia de Miss Marvelna Disney+.

Enquanto o Homem-Aranha era ‘o herói de todos os homens’, a Miss Marvel foi criada como ‘uma heroína para todas as pessoas’, e essa é apenas uma das semelhanças entre eles.

Tudo indica que, assim como Parker se espelhava em Tony Stark, Khan será inspirada pela Capitã Marvel, como nos quadrinhos. E isso deve ser explorado nos próximos filmes, aos moldes da interação entre o Homem-Aranha e o Homem de Ferro.

A teoria faz sentido para você?

Miss Marvel‘ fará parte da Fase 4 do MCU, mas ainda não há previsão de estreia.

‘Stargirl’: CW divulga nova imagem oficial do Rei Dragão; Confira!

A CW divulgou uma nova imagem oficial do Rei Dragão (Nelson Lee), o vilão do próximo episódio de ‘Stargirl‘, que vai ar em 09 de junho.

Intitulado ‘Wildcat‘, o episódio mostrá a introdução do Rei Dragão como o mais novo membro da Sociedade da Injustiça.

Também conhecido como Dr. Ito, o Rei Dragão era um oficial japonês e um brilhante cientista de alto escalão no governo japonês durante a Segunda Guerra Mundial.

Após a rendição do Japão em 1945, o Rei Dragão se escondeu e experimentou combinações de seu próprio material genético e de um lagarto, tornando-se um híbrido reptiliano.

Confira, junto com as novas imagens promocionais:

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

Reboot de ‘Blade’ não será para maiores de 18 anos

Durante sua participação na Television Critics Association Press, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, falou sobre os futuros projetos do estúdio.

O cineasta foi questionado se planeja outros filmes para maiores de 18 anos além de ‘Deadpool 3‘… E a resposta foi NÃO! Nem mesmo o reboot de ‘Blade‘.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

Anteriormente, o The Hollywood Reporter divulgou que o reboot estrelado por Mahershala Ali será intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros‘.

O título é uma referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

O título deixou alguns fãs curiosos, já que a Disney agoira detém os direitos da franquia ‘Buffy – A Caça Vampiros‘, que compartilha o mesmo subtítulo do Blade em inglês, já que ambos são conhecidos como Vampire Slayers. 

Apesar disso, parece pouco provável que o estúdio invista num crossover entre a dupla de caçadores.

Anteriormente, o portal divulgou que Stacy Osei-Kuffour, conhecida por seu trabalho na aclamada e premiada série Watchmen, foi contratada para supervisionar a história do reboot.

Vale lembrar que, segundo o guia de programação do Dia dos Investidores dos estúdios Walt Disney, o novo filme do icônico caçador de vampiros pode chegar aos cinemas em 2022, entre o lançamento de ‘Pantera Negra 2’‘Capitã Marvel 2’.

O guia em questão descreve uma listagem de filmes em ordem cronológica e, ao que tudo indica, pode ter revelado a previsão de estreia do reboot. No entanto, nem a Marvel e nem a Disney se pronunciaram sobre o assunto.

Por hora, ainda não há previsão de estreia paraBlade

Polêmico terror com Anthony Hopkins está fazendo SUCESSO na Netflix

Lançado em 2011, ‘O Ritual‘ trouxe Anthony Hopkins como um padre exorcista numa trama que prometia renovar o gênero do terror desde o lançamento de ‘O Exorcista‘, de 1973.

Na trama dirigida por Mikael Håfström, o cético seminarista Michael Kovak (Colin O’Donoghue) está prestes a se afastar da igreja quando seu superior o orienta a passar um período no Vaticano para estudar rituais de exorcismo.

Chegando lá, ele entra em contato com o Padre Lucas (Hopkins), mas o encontro só aumenta suas dúvidas e questionamentos ao passo em que ele conhece o lado mais obscuro do catolicismo.

À medida que a relação entre eles se aprofunda, Kovak também mergulha em reflexões sobre a crença no diabo e em Deus.

Ao mesmo tempo, seu lado cético tem o apoio da jornalista Angeline (Alice Braga), que investiga as atividades de Lucas, fazendo crescer em Kovak uma ambiguidade que testará sua fé.

Apesar de ter uma premissa atarente, a adaptação inspirada no livro ‘The Rite: The Making of a Modern Exorcist‘, de Matt Baglio, recebeu duras avaliações e conquistou míseros 21% de aprovação da crítica e 40% do público no Rotten Tomatoes.

Orçada em US$ 37 milhões, a produção dirigida também foi muito mal nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 96,6 milhões pelo mundo.

Mesmo assim, o terror vem fazendo sucesso desde que chegou ao catálogo da Netflix e diversos usuários da plataforma estão contentes com a novidade.

Confira as reações:

Assista ao trailer: