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Crítica | Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre – O encerramento PERFEITO para uma jovem história de amor

Para todos os fãs no mundo inteiro, o momento chegou! ‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ já está disponível na Netflix e traz o desfecho perfeitinho para a linda jornada de Lara Jean e Peter.

Depois de passarem por altos e baixos durante o Ensino Médio, Lara Jean (Lana Condor) e Peter (Noah Centineo) seguem juntos e apaixonados. Porém, é o último ano na escola, e logo eles deverão escolher para qual universidade querem ir. Peter consegue uma bolsa na universidade de Stanford, na Califórnia, e os dois começam a fazer planos de irem juntos para a mesma faculdade, para continuarem juntos. Porém, uma viagem de grupo para Nova York acaba expandindo o horizonte de LJ, e, embora ame Peter com todo o seu coração, a jovem passa a ter dúvidas se realmente ir para Stanford é uma escolha sua.

Com uma história fofinha e redondinha, Jenny Han (autora do livro homônimo que inspirou os filmes) conseguiu tudo que se espera de uma boa história de amor: criar expectativas no público, apresentar mocinhos lindos para a gente se apaixonar (mais de uma vez, é verdade), mostrar uma protagonista forte e, de quebra, trazer um elemento novo para o conhecimento do grande público (que, no caso da franquia, é a cultura sul-coreana, país de origem da mãe de LJ). Com esse ótimo material em mãos, Katie Lovejoy não teve nenhuma dificuldade em encontrar o tom certo para o roteiro da última parte de um enredo tão gracinha quanto a química entre a dupla protagonista. Na verdade, Katie deve até ter passado alguma dificuldade em selecionar o que de fato entraria no filme e quais elementos deveriam se prolongar na telona, uma vez que muita coisa acontece nesta terceira parte da franquia.

A direção de Michael Fimognari repete o sucesso alcançado nos outros filmes, embora algumas cenas passem a impressão de uma continuidade interrompida – provavelmente fruto de uma edição abrupta que tirou alguma cena que estava ali e, por isso, atravancou a fluidez da trama. Por outro lado, a tal viagem para Nova York é simplesmente deslumbrante, e o que esse diretor fez para conseguir captar uma atmosfera tão fresca da Big Apple fica quase palpável na tela. Aliás, é bem curioso ver um filme em que personagens vão à Nova York pela primeira vez e ficam tão deslumbrado quanto a gente. Isso sem mencionar, ainda nos quesitos técnicos, a bela direção de arte, o figurino, os cenários, a fotografia (estilo ‘Friends’) e a trilha sonora do filme escolhida a dedo; todos esses elementos juntos fez com que o espectador se sentisse em casa por toda a franquia e desfrute das experiências juvenis junto com LJ e Peter.

Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ vai na contramão de muitas romcoms e apresenta um desfecho mais honesto para uma trama jovem e contemporânea. É um último episódio agridoce e perfeitinho, como o último ano do colégio.

‘Pânico’: David Arquette quer retornar como o Dewey em futuras sequências

Durante uma sessão de perguntas e respostas em seu Instagram, o ator David Arquette expressou seu desejo de retornar como o Dewey Riley em futuras sequências da franquia ‘Pânico‘.

“Eu amo interpretar o Dewey e irei interpretá-lo enquanto eu puder,” declarou o ator.

A aguardada nova sequência da franquia ‘Pânico‘ será lançada no dia 14 de janeiro de 2022.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

O filme teve suas cenas rodadas de 23 de setembro à 17 de novembro, totalizando 8 semanas. Trata-se do mesmo período de tempo de filmagem do primeiro filme da franquia, em 1996.

Além de contar com o trio original formado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, o elenco também conta com Jack Quaid (‘The Boys‘), Jenna Ortega (‘You‘), Kyle Gallner (‘Outsiders‘) Dylan Minnette (‘13 Reasons Why‘), Jasmin Savoy Brown (‘The Leftovers‘) e Melissa Barrera (‘Vida‘).

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

 

‘X-Men’: Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ diz que escalar um novo Wolverine será uma difícil tarefa

Huch Jackman imortalizou a imagem do Wolverine ao longo dos 17 anos em que interpretou o personagem, desde X-Men – O Filme’ (2000) a ‘Logan‘ (2017).

E, segundo o diretor Joe Russo, escolher um novo astro para dar vida ao personagem será uma tarefa bastante difícil.

Em entrevista para o o podcast Lights Camera Barstool, o cineasta disse que:

“A atuação de Hugh Jackman é definitiva, não há como negar. As pessoas vão estranhas um novo Wolverine, então será uma tarefa muito difícil escolher um novo ator para assumir o papel.”

Ele continuou:

“O Wolverine é tão icônico quanto o Batman. Você tem que encontrar um ator que saiba entregar uma nova visão do personagem sem perder sua essência. Estou curioso para ver isso acontecendo.”

Anteriormente, Joe conversou com o Comic Book e disse que ainda é muito cedo para reviver o lendário mutante nos cinemas.

Ele salientou o quanto ama o personagem, mas entende que ele precisa “descansar um pouco”:

“Sabe, Wolverine sempre foi um dos meus personagens favoritos. O Incrível Hulk #181 foi um dos primeiros quadrinhos que me lembro de ter colecionado e foi ali onde o personagem teve sua primeira aparição. E Hugh Jackman fez um trabalho incrível com o herói ao longo dos anos e eu acho que eles deveriam dar uma folga a ele, por enquanto, antes que qualquer pessoa venha a assumir o papel”.

Durante uma entrevista para o The Daily Beast, Hugh Jackman foi questionado se ainda gostaria de se juntar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu sempre quis fazer parte do MCU. Sinceramente, se houvesse essa possibilidade há uns sete anos, eu diria: ‘Mas é claro!’ Mas já passou… Não me arrependo de aposentar o personagem, eu sabia que era o momento certo para isso. Agora está na hora de outra pessoa dar vida ao Wolverine.”

Ele continuou:

“Já me perguntaram dezenas de vezes se eu voltaria a interpretá-lo, mas eu encaro isso como um show, sabe? Às vezes você está cansado e só quer ir embora, mas sempre há alguém dizendo: ‘Ei, tem um novo DJ, novas músicas, não quer continuar?’ Você fica tentado, mas diz: ‘Parece bom, mas é melhor não’.”

Lembrando que a última atuação de Jackman como Wolverine foi há quatro anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold.

 

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Joss Whedon era PROIBIDO de ficar a sós com com a atriz Michelle Trachtenberg

O cineasta Joss Whedon tem sido acusado por seu comportamento abusivo desde 2017, quando sua ex-esposa Kai Cole publicou um bombástico artigo no site The Wrap, revelando detalhes do seu comportamento reprovável.

E em meio às constantes e mais recentes acusações feitas pelo astro Ray Fisher, de ‘Liga da Justiça‘, novas revelações relacionadas a Whedon vieram à tona, só que dessa vez por parte de membros do elenco da aclamada série ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘.

Após Charisma Carpenter se pronunciar pelo Twitter, afirmando ter sofrido maus-tratos, pressão psicológica e assédio por parte do criador da série, agora foi a vez de Michelle Trachtenberg compartilhar a sua história.

Sem dar muito detalhes referentes ao incidente envolvendo o seu nome e o de Whedon, ela agradeceu à Sarah Michelle Gellar por demonstrar o seu apoio a todos os supostos sobreviventes de abuso e revelou que – durante o seu período de trabalho em Buffy’- havia uma regra que proibia o diretor de ficar a sós com ela.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, a atriz, que também estrelou ‘Gossip Girl‘ escreveu:

“Obrigada Sarah Michelle Gellar por dizer isso. Hoje, aos 35 anos, eu sou uma mulher muito mais corajosa para republicar isso, porque isso precisa ser conhecido. Como uma adolescente, com o seu comportamento nada apropriado. Muito inapropriado. Então agora as pessoas sabem o que Joss fez.

O último comentário que farei sobre isso. Havia uma regra que dizia que ‘ele não tem autorização de ficar a sós com a Michelle novamente'”.

Entenda o caso

Recentemente, a atriz Charisma Carpenter se pronunciou no Twitter e revelou os maus-tratos que sofreu de Whedon na época em que ela atuou nas série ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ eAngel’.

Em parte da publicação, a intérprete de Cordelia Chase diz que:

“Durante quase duas décadas, permaneci calada e até dei desculpas para certos eventos que me traumatizam até hoje. Joss Whedon abusou do seu poder em várias ocasiões enquanto trabalhávamos juntos nos bastidores ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e ‘Angel‘. Enquanto ele se divertia em me traumatizar, eu acabei ficando ansiosa e ele estava me alienando, me desempoderando me alienando dos meus colegas.”

Ela continua, dizendo que a relação com Whedon acabou fazendo com que ela adoecesse e adquirisse graves condições físicas que se tornaram um problema até hoje.

Além disso, Carpenter foi chamada de ‘gorda’ quando estava grávida de 4 meses e reforçou que ele criou um ambiente de trabalho tóxico e hostil.

Inclusive, ela alega que o cineasta evitou diversas ligações quando ela tentou avisar que estava grávida e ele ainda sugeriu que ela fizesse um aborto.

“Quando ele soube da minha gravidez, ele me chamou para uma sala fechada e questionou se eu pretendia manter meu bebê”, diz ela.

Confira:

Anteriormente, um casal de dublês que participou de ‘Buffytambém se pronunciou contra Whedon. 

Durante uma entrevista para o Metro, o coordenador de dublês Jeff Pruitt, casado com a também dublê Sofia Crawford, afirmou que Whedon exigiu o término do relacionamento se eles quisessem continuar fazendo parte da série.

“Na quarta temporada, eu estava de saco cheio e disse aos produtores que iria sair para começar minha carreira como diretor de segunda unidade em outra série. Eu não aguentava mais porque Whedon é um egomaníaco. Quando comecei a namorar a Sofia, me disseram que ele estava obcecado em acabar com nosso namoro. Ele reagiu como se ela e eu estivéssemos escondendo algo.”

Crawford também participou da entrevista e relembrou o episódio, dizendo:

“Fui chamada ao escritório dele e recebi um ultimato. Me disseram: ‘Você pode continuar na série, mas precisa terminar com Jeff. Caso contrário, não apareça mais’. Eu comecei a chorar e respondi: ‘Vai se f#der. Isso é horrível, pode me cortar.”

Até o momento, Whedon não quis se pronunciar sobre as alegações.

Crawford e Pruitt atualmente.

Para quem não se lembra, a personagem Buffy foi criada em 1992 no filme Buffy – A Caça-Vampiros’, e foi vivida pela atriz Kristy Swanson.

Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série estrelada por Sarah Michelle Gellar, que estreou em 1997 e teve 07 temporadas, sendo exibida originalmente até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘Doutor Estranho 2’: Benedict Wong compartilha nova imagem de bastidores da sequência

Doutor Estranho está voltando para a aguardada sequência ‘No Multiverso da Loucura’ e, ao que tudo indica, as filmagens já começaram no Reino Unido.

Em seu Instagram oficial, o astro Benedict Wong, que reprisa o papel de Wong, compartilhou uma nova foto de bastidores da produção, usando calças estilosas do Homem-Aranha e escrevendo: “nos bastidores de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’“.

Confira:

Uma recente notícia do site The Direct sugere que a sequência pode trazer uma aparição bastante interessante à trama: Rintrah.

O personagem, que, segundo as informações, será interpretado por Adam Hugill, é um minotauro interdimensional que tem habilidades similares às de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch).

Rintrah apareceu pela priemeira vez na revista Doutor Estranho #80, conforme ele e seu mestre, Enitharmon – um mago parecido com um dinossauro – foram tabulados com a missão de consertar um rasgo na Capa da Levitação utilizada pelo herói.

Confira abaixo o que podemos esperar do novo capítulo da saga:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

‘The Devil Below’: Terror no estilo ‘Abismo do Medo’ ganha trailer TENSO; Assista!

O terror ‘The Devil Below‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Bradley Parker (‘Chernobyl: Sinta a Radiação’).

“Há um local abandonado situado no interior dos Apalaches, onde minas de carvão subterrâneas estão em chamas há décadas. Quando uma equipe de pesquisadores tenta descobrir como os incêndios começaram, eles logo descobrem algo mais surpreendente do que o mistério que os levou até lá: eles não estão sozinhos.”

O elenco conta com Alicia Sanz, Adan Canto, Zach Avery, Chinaza Uche, Jesse Latourette, Jonathan Sadowski e Will Patton.

Eric Scherbarth e Stefan Jaworski são responsáveis pelo roteiro.

O terror será lançado oficialmente no dia 5 de março.

Disney + | Os Live-Action dos Anos 80 que Mais queremos ver na Plataforma

Os brasileiros finalmente puderam comemorar a chegada da Disney Plus no Brasil. E a plataforma chegou com os dois pés na porta. Não podia ser de outra forma, afinal enfrentar a concorrência pesada da Netflix, Amazon e outras não é moleza. Aos poucos a plataforma da Disney vai crescendo e prometendo novos conteúdos inéditos e exclusivos, além de lançar grandes produções diretamente em seu streaming, como foi o caso com o live-action de Mulan e da animação elogiadíssima Soul.

No entanto, um bom serviço do tipo precisa apelar também para os mais velhos e nostálgicos, que terminam sempre dando mais atenção aos produtos do passado. Pensando neste seleto grupo de espectadores, peneiramos algumas produções da Walt Disney da década de 1980 que ainda não se encontram na plataforma, mas que já fazem parte da lista dos mais pedidos dos fãs. Em vias da entrada da HBO Max em solo brasileiro, essa seria uma boa maneira da Disney dar ao seu público o que ele pede e ganhar ainda mais gás na preferência geral. Afinal, o estúdio possui uma biblioteca pra lá de rica. Confira abaixo os filmes dos anos 80 que a Disney PRECISA colocar em seu acervo.

Leia também: Clássicos em live-action dos anos 80 para assistir na Disney Plus

Condorman – O Homem-Pássaro

Caso tivesse sido bem sucedido em seu lançamento no ano de 1981, esta investida da Disney em um super-herói (baseado num livro) sem dúvida teria gerado sua própria franquia do nível de, digamos, algo como Indiana Jones (cujo primeiro filme, Os Caçadores da Arca Perdida, foi lançado no mesmo ano). Mistura de herói alado com 007, Condorman funciona igualmente como sátira aos filmes de espiões do cinema, apresentando o cartunista Woody Wilkins (Michael Crawford) ajudando a CIA contra a União Soviética. Para a missão, ele resolve se tornar a criação de suas páginas, o herói Condorman, que utiliza diversas bugigangas em seu arsenal e uniforme, sendo a mais marcante um par de asas que o permite voar. A Disney estava tão confiante na produção que já planejava a sequência e inclusive teve um chocolate na bomboniere dos cinemas com o nome do filme. Já está na hora de disponibilizarem este clássico em seu acervo da Disney Plus e, quem sabe, revitalizar a ideia num novo filme ou série.

 

Popeye

Uma das criações mais icônicas da cultura pop, o marinheiro Popeye fez a alegria de gerações em seus desenhos ao longo dos anos. Embora muitos não tenham conhecimento ou não lembrem, o personagem chegou a ganhar seu próprio filme em live-action, ainda em 1980. E não foi um filme qualquer, esta era uma grande aposta do estúdio trazendo ninguém menos que o saudoso Robin Williams na pele do protagonista comedor de espinafre e Shelley Duvall (que no mesmo ano estrelaria O Iluminado) como Olivia Palito. Na direção, um verdadeiro mestre cultuado: Robert Altman. Apesar dos elogios da imprensa, este musical de orçamento caro falhou em chamar o público e não rendeu o esperado. Depois disso, nada mais foi feito com o personagem em live-action, o que é uma pena. Popeye, no entanto, talvez seja um pouco mais difícil cair no acervo da Disney Plus, por se tratar de uma produção conjunta com a Paramount, que distribuiu o longa em muitos países. Mesmo problema que exclui os novos filmes do Homem-Aranha com Tom Holland da plataforma.

O Dragão e o Feiticeiro

O mesmo problema de direitos autorais citado acima, é pelo que passa essa superprodução, que igualmente foi criada em parceria com a Paramount – o que pode impedir sua inclusão no acervo da Disney Plus. Quem sabe o estúdio não dê um jeito na situação para o futuro. O início da década de 1980 foi uma época muito produtiva para o gênero da aventura medieval de capa, espada e fantasia – que influenciaram de tudo até o blockbuster Star Wars. Na trama do filme, Peter MacNicol (Os Caça-Fantasmas 2) interpreta um aprendiz de feiticeiro partindo numa missão mortal: matar um dragão que está se alimentando de meninas num reino próximo. Apesar de não muito falado atualmente, esta obra de 1981 foi indicada a dois Oscar – melhores efeitos especiais e trilha sonora. De fato, os efeitos que criam o dragão antagonista impressionam até hoje e a criatura foi considerada o melhor dragão jamais visto em filme por ninguém menos que George R.R. Martin, criador da série Game of Thrones. O autor é tão fã do monstro e do filme que batizou um dos dragões da famosa série como Vermithrax, o mesmo nome do bicho deste longa. Bem que a Disney poderia encontrar uma forma de recuperar a propriedade e quem sabe orquestrar um reboot moderno.

O Voo do Navegador

Os itens acima até desculpamos por motivo da colaboração entre estúdios, mas este não tem muito perdão. Um dos filmes juvenis mais adorados da década de 80, tendo sido lançado em 1986, O Voo do Navegador ainda não está no acervo da plataforma Disney Plus, mesmo sendo um dos maiores acertos em live-action do estúdio no período. O clássico mistura em seu enredo dois elementos que estavam muito em voga no período: viagens espaciais (graças ao sucesso de Star Wars) e amizade entre um menino e criaturas alienígenas (E.T. – O Extraterrestre). Na trama, o menino David Freeman (Joey Cramer) desaparece por 8 anos e quando retorna demonstra não ter envelhecido um ano sequer. É claro que seres de outro planeta estão envolvidos e agora o menino possui seu próprio melhor amigo vindo do espaço. As autoridades americanas começam a investigar. O filme marca um dos primeiros trabalhos da estrela Sarah Jessica Parker num papel coadjuvante.

No Templo das Tentações

Hoje, é quase impossível que um estúdio tão politicamente correto e amigável com a família inteira possa criar um filme de terror com elementos perturbadores – mesmo que sem a intensidade e gore mais hardcore. No entanto, na década de 1980, a Disney garantia seus pesadelos para a criançada. E um dos responsáveis foi esta adaptação do livro de Ray Bradbury, cujo roteiro foi escrito pelo próprio autor, lançada em 1983. Jack Clayton, produtor e diretor do clássico de horror psicológico Os Inocentes (1961), é quem comanda a obra – para termos uma ideia do que a casa do Mickey aprontava no passado. Na trama, uma cidadezinha pacata é assombrada quando no local chega um circo diabólico. Mr. Dark (nome nada sutil), o proprietário, é um sujeito demoníaco, interpretado com muito gosto pelo indicado ao Oscar Jonathan Pryce. Mas o ator não é o único nome de peso aqui, e fazendo dobradinha com ele estão o saudoso Jason Robards (vencedor de 2 Oscar) e a veterana Diane Ladd (indicada para 3 Oscar). A história mistura elementos depois usados por Stephen King em Trocas Macabras (1993), onde desejos podem trazer consequências tenebrosas se realizados. Cadê o filme no acervo da plataforma, Disney?

Max Devlin e o Diabo

Numa era de cancelamentos em que vivemos, é muito improvável que a Disney queira resgatar do limbo esta sua produção de 1981. Tudo porque protagonizando o filme temos o comediante Bill Cosby, visto por anos como um dos mais carismáticos humoristas do país, com uma importância social sem tamanho por ter impulsionado artistas negros na TV com seus programas. No entanto, numa reviravolta diabólica, Cosby viu tudo ruir ao ser condenado pela acusação de drogar mulheres e as estuprar durante anos. Algo simplesmente inaceitável e totalmente execrável. Mas será que banir todas as produções que trazem sua participação é a resposta? Sim, a Disney baniu A Canção do Sul (1946) por conter conteúdo considerado racista, e a HBO Max colocou um aviso do que seria encontrado no clássico …E o Vento Levou (1939) pelo mesmo motivo. Mas Max Devlin e o Diabo não possui nada de tão controverso em sua trama, e a polêmica só existe nos bastidores da vida pessoal de seu protagonista. No filme, Elliott Gould interpreta um homem de negócios corrupto, forçado a fazer um pacto com o Diabo (Bill Cosby) a fim de salvar sua alma do inferno. Talvez ter Cosby como o Diabo seja uma ironia ácida por si só atualmente.

Clássicos em live-action dos anos 80 para assistir na Disney Plus

A chegada da plataforma de streaming Disney Plus no Brasil esse ano sacudiu as coisas no mercado. O lançamento oficial da plataforma, no entanto, ocorreu no final de 2019 e nós brasileiros precisamos esperar um pouco mais de um ano para finalmente conseguirmos conferir tudo o que o novo serviço do maior estúdio da atualidade tem a oferecer. O que, sem dúvidas, é muito. No entanto, se formos falar apenas em material original e inédito, o serviço ainda está dando seus primeiros passos. As séries da Marvel e do universo Star Wars prometem mudar isso, mas por enquanto o que temos já pronto são duas temporadas de O Mandaloriano e WandaVision (com um episódio lançado por semana) para ser consumido.

Para contrabalançar e apelar aos nostálgicos, a plataforma possui muitos clássicos em seu acervo, aos poucos inserindo mais e aumentando sua biblioteca com os produtos da casa, isso sem falar na filmografia completa de sua última aquisição a 20th Century Fox.

Aqui nesta nova matéria iremos nos concentrar em verdadeiras pérolas da década de 80 “escondidas” no acervo da plataforma, para você conhecer e assistir. Uns são mais conhecidos e famosos e outros muitos podem sequer ter ouvido falar. Para efeito de selecionar melhor, neste texto iremos nos focar em produções da própria Walt Disney Studios, ou seja, nada de Star Wars, Marvel, Fox ou sequer das subsidiárias do estúdio, vide a Touchstone Pictures – em breve faremos uma lista só com esses também. Sem maiores delongas, vem conferir.

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Tron: Uma Odisseia Eletrônica

Começamos com uma produção relativamente famosa, que viveu para se tornar um filme cult durante os anos 1980 e 1990. Quem viveu na época sem dúvida deve lembrar das exibições deste filme no SBT – já que o canal possuía acordo de exibir os filmes da Disney na época. Lançado em 1982, Tron não foi um sucesso retumbante como o estúdio esperava e com um orçamento de US$17 milhões, viu de volta aos cofres US$33 milhões. Por outro lado, o longa se tornou um verdadeiro marco quando falamos em efeitos visuais revolucionários, com uma trama inteiramente passada num “mundo de videogames”, quando estes ainda engatinhavam.

Escrito e dirigido por Steven Lisberger, Tron traz ninguém menos que um Jeff Bridges novinho em início de carreira como protagonista. Ele vive Kevin Flynn, um hacker de computadores que termina dentro de uma máquina como parte de seu programa, precisando se digladiar em competições virtuais a fim de conseguir escapar. Os efeitos precursores para uma época muito longe do CGI chamaram atenção e o filme foi indicado a dois prêmios no Oscar: figurino e som. Para a geração de hoje, infelizmente, o visual de Tron pode ser considerado extremamente datado e encarar longos trechos sem diálogos onde apenas contemplamos os efeitos (diga-se grandes polígonos / corridas com criações muito aquém de qualquer vídeo game atual) pode vir a se mostrar um desafio.

Para os nostálgicos, no entanto, o item é um prato cheio garantido de disparar gatilhos da memória afetiva. A badalação cult em torno de Tron foi tanta que a Disney tirou do papel uma sequência tardia, 28 anos depois, novamente estrelada por Bridges e, claro, com efeitos melhores e mais modernos. Por anos fala-se de uma terceira parte – já que Tron: O Legado fará 11 anos de seu lançamento em 2021 – e parece que ela finalmente irá sair do papel, com Jared Leto vinculado para protagonizar e Garth Davis (Lion e Maria Madalena) na direção. Isso significa que teremos Rooney Mara no elenco também?

Querida, Encolhi as Crianças

Hoje pode não parecer muito, mas em 1989, época de lançamento do filme, esta história sobre um pai cientista avoado encolhendo acidentalmente seus filhos e os do vizinho a um tamanho menor do que formigas capturou a imaginação de toda uma geração de crianças, que só falavam e pensavam no filme. Em termos de efeitos, diversão, história e dimensão foi algo parecido com o que tivemos nos filmes do Homem-Formiga (2015 e 2018) para as crianças de hoje. Pois é, a Disney já havia feito antes, e com efeitos impressionantes para a época, que marcaram igualmente. A ligação com a Marvel não para por aí, já que este foi o primeiro trabalho como diretor de Joe Johnston, que viria anos mais tarde a comandar Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) e ajudar com o pontapé inicial no MCU.

O semi-aposentado Rick Moranis é quem protagoniza, capitalizando em cima do auge de sua fama nos anos 1980 (de filmes como Os Caça-Fantasmas, A Pequena Loja de Horrores e SOS – Tem um Louco Solto no Espaço). Ele interpreta Wayne Szalinski, um cientista genial que está sempre a um passo de revolucionar o mundo com alguma invenção fantástica, se ao menos alguma delas funcionasse e tivesse uso real. A última, uma máquina capaz de encolher qualquer ser ou objeto a um tamanho microscópico, termina por acidentalmente fazer de quatro adolescentes (incluindo seus filhos) as cobaias. Querida, Encolhi as Crianças fez mais sucesso do que o estúdio esperava quebrando recordes de bilheteria para a Disney. Desta forma não demorou para os responsáveis tirarem do papel uma sequência, e ela chegou três anos depois com Querida, Estiquei o Bebê (1992). Desta vez, o mais novo membro da família, o bebê Adam é o alvo acidental das experiências do patriarca Wayne e começa a crescer incontrolavelmente até se tornar um gigante da altura de prédios. Quem são Kong e Godzilla na fila do pão? Ainda tentando surfar em tal popularidade, mas já tendo perdido grande parte do gás, um terceiro filme foi lançado direto em vídeo em 1997. Querida, Encolhi a Gente já explica tudo pelo título.

Pulamos para 2021, uma época em que a Disney domina o mercado do entretenimento e com o advento de sua própria plataforma de streaming é claro que uma das palavras de ordem é ressuscitar marcas famosas e pré-estabelecidas do passado. Assim, além o terceiro Tron, o estúdio está a toda na pré-produção de Shrunk, remake (ou reboot) de Querida, Encolhi as Crianças, que promete, entre outras coisas, tirar o sumido Rick Moranis de sua reclusão (o ator não lança um filme no cinema desde 1996). Moranis está vinculado para viver Wayne pela quarta vez e, assim como no reboot de Férias Frustradas (2015), um ator mais famoso pega o papel do filho do veterano, protagonizando a nova obra. Aqui é Josh Gad quem interpreta Nick e a história será centrada em sua família. Uma curiosidade é que na direção teremos o mesmo Joe Johnston do original.

O Mundo Fantástico de Oz

Você sabia que o atemporal O Mágico de Oz (1939), um dos mais famosos filmes de todos os tempos, teve uma continuação? Pois é, a maioria talvez não saiba. O Mundo Fantástico de Oz na época de seu lançamento em 1985 inclusive entrou para o livro dos recordes como a continuação mais tardia para um filme, são 46 anos que o separam de seu original. Em 2006, Oz perdeu seu recorde para a animação Bambi 2, lançada nada menos que 64 anos depois do primeiro (1942). Hoje, temos filmes como O Retorno de Mary Poppins (2018), separado do original por 54 anos. Ou seja, uma prática já comum na Disney.

No entanto, o motivo por você nunca ter ouvido falar deste filme é mais obscuro e deve-se unicamente ao fracasso monumental do longa tanto financeiramente quanto de crítica. Tendo custado US$25 milhões, Return to Oz fez “somente” US$11 milhões nos EUA. O motivo é que grande parte da magia do original não conseguiu ser capturada por esta sequência. Seus problemas de bastidores, com atrasos e orçamento estourado (que limitou a participação dos personagens icônicos a pontas rápidas) assustou o estúdio e a obra terminou sendo “enterrada”. Mesmo assim, o filme foi indicado ao Oscar de efeitos visuais. E hoje ressurge como cult.

Na trama, Dorothy desta vez é interpretada por Fairuza Balk (Jovens Bruxas, 1996) ainda na infância, e precisa retornar ao mundo de Oz. Mais sombrio, o longa inicia com a protagonista internada num manicômio por não conseguir tirar da cabeça as aventuras do original, relatos tratados como loucura por todos ao redor. A menina chega ao cúmulo de ser “tratada” com eletrochoque, cena que causou polêmica e fez os críticos da época rangerem os dentes. Afinal, não é exatamente o que pensamos ou queremos de um filme do Mágico de Oz. De qualquer forma, seja como prazer culposo, filme subestimado ou produção obscura, vale a pena redescobrir por conta própria essa grande produção chamativa da casa enquanto Malvadas (Wicked), prometido para este ano, não estreia.

Viagem Clandestina

Aventura dramática para toda a família, esta é outra pérola escondida e pouco falada do acervo da Disney, mas o filme inclusive foi indicado ao Oscar (de melhor figurino). Lançado em 1985, Viagem Clandestina conta a história da “moleca” Natty Gann durante a década de 1930, uma jovem disposta a atravessar o país, fugindo de seus guardiões legais, para se reunir com o pai após este ter buscado trabalho em outro estado. Ele enfrentará o frio intenso, a neve e, como diz o título, viagens clandestinas de trem. No percurso, ela fará aliados, como seu lobo de estimação e o andarilho Harry, interpretando por um John Cusack com 19 aninhos em um de seus primeiros papeis sérios no cinema.

A protagonista Natty Gann é interpretada pela atriz Meredith Salenger em seu primeiro trabalho, já estreando com o pé direito numa grande produção da Disney, selecionada entre milhares de moças. Curiosamente, Salenger de certa forma retornaria ao papel, não numa sequência do filme, mas em A Montanha Enfeitiçada (2009), estrelado por The Rock, que por sua vez é o remake de uma produção homônima do estúdio de 1975.

Amy – Uma Vida Pelas Crianças

Produção de 1981, o longa é protagonizado por Jenny Agutter, atriz que ficaria conhecida por papeis em filmes de terror, como Um Lobisomem Americano em Londres (lançado no mesmo ano) e Brinquedo Assassino 2 (1990). Aqui, num filme de teor muito diferente, ela interpreta Amy Medford (que dá título ao longa), esposa no início do Século XX que abandona o rico marido após a morte de seu filho. Ela decide trabalhar ajudando crianças surdas e cegas numa escola especial, mesmo sem ter muito treinamento. Seus métodos começam a funcionar e logo ela se torna a professora preferida dos alunos no local.

O drama de época Amy foi concebido para ser um filme para a TV, parte de uma série de antologia planejada pela Disney. Porém, ao invés o longa foi lançado nos cinemas. Ao longo dos anos, assim como outros da lista, a obra caiu na obscuridade. Ou seja, a ocasião perfeita para ser descoberta.

O Natal Mágico

Finalizando a lista, apresentamos o filme ideal para ser assistido no feriado de fim de ano. Misturando elementos do clássico literário de Charles Dickens, Um Conto de Natal (A Christmas Carol, 1843), o ícone do cinema A Felicidade Não se Compra (1946) e filmes com anjos e o Papai Noel, O Natal Mágico apresenta uma cínica dona de casa, Ginny, que odeia o Natal e tudo que o cerca devido às dificuldades da vida. Então é quando um anjo chamado Gideon é enviado para mudar o pensamento da mulher dura e mostrar o verdadeiro significado da data.

Este poderia ser apenas mais um título natalino genérico, mas trata-se de um lançamento Disney nos cinemas protagonizado pela vencedora do Oscar Mary Steenburgen (que 5 anos depois ficaria conhecida como a professora Clara do blockbuster De Volta para o Futuro III) no papel de Ginny. No papel do anjo Gideon outro chamariz, o saudoso Harry Dean Stanton (Alien – O Oitavo Passageiro). Além disso, O Natal Mágico marca a estreia nas telas de Sarah Polley, que viria a se tornar uma atriz e diretora de prestígio na cena independente norte-americana. A história foi escrita por Thomas Meehan, dramaturgo de musicais da Broadway vide Annie, Hairspray e Os Produtores.

‘Batman 3’: Tim Burton fala sobre como seria a sequência de ‘Batman, o Retorno’

Podemos dizer que o diretor Tim Burton mudou para sempre o conceito de como os filmes baseados em quadrinhos de super-heróis eram vistos pelo público, crítica e os estúdios de Hollywood. Batman (1989) foi um grande divisor de águas. Mas quando foi a hora de dirigir o terceiro filme do Homem Morcego – o qual o cineasta já havia detalhado e se preparado – a Warner resolveu afastá-lo após o resultado sombrio e não recomendado para crianças de Batman, o Retorno (1992).  Assim, Burton terminou apenas produzindo Batman Eternamente (1995), que completou 23 anos em 2018.

Enquanto um novo filme do Cavaleiro das Trevas de Gotham passa por uma nova epopeia – com a possível saída de Ben Affleck do papel -, nesta nova matéria iremos adentrar uma realidade alternativa e investigar um pouco mais sobre o filme que Burton queria fazer e quase fez. Vamos conhecer como seria o Batman Eternamente de Tim Burton.

Título

Tim Burton estava preparado para começar as filmagens de seu terceiro Batman. O filme inclusive já passava pela fase de pré-produção, tendo sido criados tratamentos do roteiro e inclusive testes de figurino. O diretor afirmou em entrevistas que não gosta nada dos títulos que vieram a seguir. Sobre o título Batman Eternamente, o diretor disse: “Parece uma destas tatuagens que os adolescentes fazem e depois se arrependem”. O título do filme de Burton seria Batman Continues, ou Batman Continua. Acham melhor?

Diretor

Tim Burton queria dirigir um terceiro filme do cruzado de capa, porém, após o resultado sombrio e violento de Batman, o Retorno (1992), executivos da Warner, que não haviam conseguido associar a produção a quase nenhum merchandising (brinquedos ou até mesmo o McLanche feliz), optaram por afastar diretor ao cargo de produtor. A ideia dos executivos do estúdio era por um filme mais leve e mirado às crianças. Para isso, muitas cores foram adicionadas à direção de arte e fotografia. Joel Schumacher, famoso por obras como Os Garotos Perdidos (1987) e O Cliente (1994), foi o cineasta escolhido para ocupar a cadeira de diretor. Antes dele, no entanto, alguns outros foram cogitados, incluindo Sam Raimi – que havia feito seu próprio filme de super-herói original com Darkman: A Vingança sem Rosto (1990) e viria a comandar Homem-Aranha (2002).

O curioso é que Schumacher já revelou em entrevistas que sua opção também era por um filme mais sombrio, focado nos traumas e medos do herói, e em sua origem. No entanto, o estúdio seguia forçando por um tom mais leve e infantil. O ator Michael Keaton disse em entrevistas que os primeiros tratamentos do terceiro Batman justamente focavam na origem do herói, elemento que não havia sido adereçado até então no cinema. Esta origem voltaria a ser tópico numa produção do Homem Morcego em 2005, quando Christopher Nolan assumiu Batman Begins.

Protagonista

Obviamente, Michael Keaton vestiria a capa e o capuz do herói de novo no filme de Burton. Porém, quando o diretor foi afastado pelo estúdio, o protagonista começou gradativamente a perder o interesse em estrelar o filme. Keaton chegou a ter reuniões com Joel Schumacher após o diretor ser confirmado no comando do terceiro Batman, mas terminou optando se desligar da produção por não concordar com o caminho que o cineasta e o estúdio estavam levando o personagem. Keaton disse em entrevistas que o roteiro era simplesmente muito ruim e que não tinha interesse em ver o personagem mirado apenas para a venda de produtos, como brinquedos para crianças. O ator também não gostou do tom leve e colorido que o longa seguia.

Depois da saída de Keaton, inúmeros atores foram cogitados para assumir a capa do Morcego. Isso era algo importante, pois o ator escolhido seria o segundo intérprete do personagem no cinema. Schumacher terminou optando por Val Kilmer, que aceitou o papel sem sequer ler o roteiro. Durante as filmagens, no entanto, Kilmer se mostrou um pesadelo para o diretor, que definiu seu comportamento como “infantil”. Os dois brigavam constantemente e Schumacher terminou precisando substituí-lo para o filme seguinte. Para Batman & Robin (1997), saía Kilmer e entrava George Clooney. Algo que me diz que Val saiu ganhando nessa.

Duas-Caras

O Duas-Caras de Tommy Lee Jones é um dos pontos baixos de um filme que já não é grandes coisa. O ator escolhe interpretar o vilão atormentado e cruel como uma espécie de palhaço bufão. Curiosamente, durante as filmagens, Jones disse na cara do colega de cena Jim Carrey que o odiava, não o respeitava, não gostava de seus filmes e não podia aprovar sua canastrice. Ao assistir ao filme podemos reparar que o desempenho de Jones nada mais é do que uma imitação do que Carrey costumava fazer.

Seja como for, o primeiro intérprete do personagem no cinema (ou ao menos uma parte dele) foi o ator Billy Dee Williams, o eterno Lando Calrissian de O Império Contra-Ataca (1980). Williams viveu Harvey Dent, o alter ego de Duas-Caras, em Batman (1989), de Tim Burton, numa pequena participação. O ator afirmou em diversas entrevistas que o principal motivo de ter aceitado o papel foi sua eventual transformação no vilão bipolar – ele possuía inclusive uma cláusula em seu contrato que o garantia o papel. A Warner teve que pagar a multa ao ator na hora de desligá-lo do projeto. Williams recebeu recentemente um prêmio de consolação e finalmente viveu o vilão Duas-Caras na animação LEGO Batman (2017), infinitamente superior a Batman Eternamente.

Fontes também afirmam que o personagem havia sido pensado em alguns tratamentos de Batman, o Retorno (1992), e o desfecho do filme traria a Mulher Gato usando os fios do gerador do Pinguim para desfigurar Harvey Dent, que assim se transformaria no Duas-Caras. O roteiro foi readaptado usando muitas das ideias do personagem para Max Schreck, vivido por Christopher Walken.

O curioso é que apesar da treta entre Williams e o estúdio, muitos afirmam que o vilão Duas-Caras não estava originalmente nos planos de Tim Burton para o terceiro filme. E que ele só foi adicionado com a entrada de Schumacher no projeto. Será que Burton o estava reservando para um quarto filme? Ou será que iria voltar atrás a pedido do estúdio e inserir o vilão nas formas de Williams?

Charada

Com o vilão Charada existe mais confusão. Definitivamente este seria o vilão do terceiro filme de Burton, confirmado por todas as fontes. Algumas dizem que seria o único vilão do filme, outras que seria o vilão principal, mas nenhuma o descarta. No entanto, a questão sobre seu intérprete é o mais nebuloso. A maioria das fontes afirma que Robin Williams viveria o enigmático antagonista na versão de Burton e que foi dispensado quando Schumacher assumiu. Outros dizem que Williams recusou o papel ainda na fase Burton por estar chateado com a Warner – que o havia oferecido o papel do Coringa no primeiro filme e depois entregue a Jack Nicholson, um ator mais renomado.

Aparentemente, a versão de Williams teria um corte de cabelo na forma de um ponto de interrogação. Ideia que Jim Carrey quis trazer à sua encarnação, mas foi impedido, pois precisava aparecer em corte para finalizar seu divórcio. Outras fontes afirmam que a escolha de Burton para o antagonista era Micky Dolenz, um dos integrantes do grupo The Monkeys. Fora isso, a identidade do personagem não seria Edward Nygma, mas sim Lyle Heckendorf, um industrialista rival de Bruce Wayne, e não um funcionário de sua empresa. O vilão conseguiria seu uniforme no circo e o adaptaria para o do Charada.

Interesse Amoroso

Inicialmente, Burton queria a volta da Mulher Gato, de Michelle Pfeiffer. O sonho de um novo filme com a anti-heroína perdurou por décadas nas mentes de Burton e Pfeiffer, que chegaram a cogitar um filme solo para a felina. Mas isso não eliminaria a presença da Dra. Chase Meridian, personagem criada para o filme, sem ter aparecido em qualquer HQ. Antes de Nicole Kidman ser escolhida para o papel na versão de Schumacher, Burton havia batido o martelo em Rene Russo, então no auge de sua carreira, saída dos sucessos de Máquina Mortífera 3 (1992) e Na Linha de Fogo (1993). Não é confirmado, mas espera-se que esta versão fosse mais interessante e sofisticada do que a maníaca sexual interpretada por Kidman – que tudo o que parecia querer da vida era ir para cama com um total desconhecido em roupa de morcego.

No entanto, quando Burton foi tirado de jogada e, consequentemente, Keaton pulou fora, os produtores e Schumacher acharam Russo (então com 41 anos) muito velha para Val Kilmer (35 anos na época). Keaton tinha 43 anos na época. Assim, Russo foi substituída por Kidman, com 28 anos na época. Não deixa de ser curioso imaginar como seria a dinâmica de dois interesses amorosos na vida do morcego (a Mulher Gato e a Dra. Chase) na versão de Burton.

Robin

Outro caso peculiar. O ajudante do cruzado de capa sempre foi motivo de piada, mas o “menino prodígio” figurou em muitos tratamentos dos roteiros, desde o filme original de 1989. Em certo momento, chegou-se a cogitar um filme de Batman voltado ao humor, mais na veia do seriado da década de 1960 – espírito este revivido por Batman & Robin (1997). Neste tratamento cômico para o personagem, Batman teria como intérprete Bill Murray, e Eddie Murphy seria seu Robin. Por mais absurda que seja a proposta, Burton tirou uma ideia deste conceito. É claro que o diretor aboliu qualquer pensamento cômico e trouxe o Batman sombrio que o mundo viria a conhecer e repetir até hoje.

Porém, o que Burton tinha interesse mesmo era em utilizar um Robin negro. O cineasta já havia mudado a etnia de Harvey Dent, e sua escolha para o parceiro do herói era Marlon Wayans (Todo Mundo em Pânico). Uma escolha ousada e difícil de acreditar – não pela questão racial, mas pela associação do ator a projetos duvidosos. O que poucos sabem, no entanto, é que Wayans possui desempenhos dramáticos e mais contidos em seu repertório, vide Réquiem para um Sonho (2000) e G.I. Joe (2009), papeis nos quais se saiu bem. Na época, com 23 anos, Wayans já havia feito testes para figurinos do personagem, que seria adicionado em Batman, o Retorno (1992), mas terminou sendo excluído.

Wayans, que na época não era famoso, já havia assinado o contrato para o personagem. A Warner, novamente, pagou uma multa ao ator para que Chris O´Donnell assumisse o papel.

Espantalho

O assustador vilão do Homem Morcego que trabalha à base do medo só deu as caras no cinema em 2005, no filme Batman Begins. No entanto, Tim Burton tinha planos para o personagem em um de seus filmes. Num dos tratamentos do roteiro, o diretor planejava trazer o antagonista às telas na forma de Brad Bourif, a voz do boneco Chucky, da franquia Brinquedo Assassino. Não seria demais ouvir a voz do Espantalho soando como a o boneco mais creepy do cinema?

E você, o que acha da versão de Tim Burton para Batman Eternamente? Acha que iria funcionar ou ficaria ruim? Está satisfeito com a versão que temos de Joel Schumacher? O que poderia ser melhorado? Comente.

Ps. Veja abaixo o modelo do uniforme do herói na versão de Tim Burton.

‘Velozes e Furiosos 9’ vai homenagear Paul Walker e Kobe Bryant, revela ator

Em entrevista ao Entertainment Tonight, o astro Ludacris, que vive Chris Bridges em ‘Velozes e Furiosos 9‘, revelou que a lenda da NBA Kobe Bryant serviu de inspiração para ele e para o resto do elenco da franquia.

A perda só fortaleceu o vínculo entre todos os membros do elenco após a tragédia de perder Paul Walker. Agora, essa última perda foi um ponto focal para eles, ao concluir seu trabalho no filme.

“Começamos com orações, sempre falamos sobre a família e o quão importante é a família e isso é uma família inteira”, começou Ludacris. “Estou falando desse elenco inteiro dentro e fora da tela. Eu acho que é isso que faz a nossa química tão bem. Está sempre na lembrança e na motivação de como cumprimos nosso dever e honramos Paul Walker e agora até Kobe Bryant. Garantir que façamos tudo ao nosso alcance para tornar o melhor filme possível. Para que isso ressoe com todos. ”

Assista a entrevista:

O que esperar de ‘Velozes e Furiosos 9’?

O FILHO DE DOM E LETTY

Em Velozes e Furiosos 8’, Dominic (Vin Diesel) descobriu que teve um filho chamado Brian Marcos com Elena Neves (Elsa Pataky). Entretanto, as coisas saíram do controle quando a vilã Cipher (Charlize Theron) os sequestrou e os utilizou como chantagem para obrigar Dom a ajudá-la em seus malignos planos.

Depois que tudo se resolveu, apesar da infeliz morte de Elena, Dom e Letty (Michelle Rodriguez) decidiram pisar no freio e desacelerar para criar o jovem menino, que agora está mais crescido e mora com os pais em uma linda fazenda. Entretanto, por mais que a dupla tente livrá-lo dos estigmas de uma vida marcada por traumas, é bem provável que ele seja arrastado em mais uma perigosa aventura.

JOHN CENA COMO… O IRMÃO DE VIN DIESEL

John Cena havia sido confirmado há vários meses na nova sequência da saga, mas detalhes acerca de seu personagem estavam sob segredo (até agora).

Com a chegada do trailer completo, tivemos o primeiro look do ator em seu primeiro projeto depois do spin-off ‘Bumblebee’ – e mais: dando as caras como o perigoso Jakob, irmão mais novo de Dom que é um perigoso assassino, corredor e um mestre do roubo, tornando-se a principal ameaça do já conhecido elenco.

CHARLIZE THERON E SEU CORTE CHANEL RETRÔ

Theron apareceu pela primeira vez em Velozes e Furiosos como a sedutora e perigosa Cipher, uma cibercriminosa que quase conseguiu alcançar seus objetivos. Depois de ser pega por Dom e seus colegas, ela foi presa – mas acabou cruzando caminho com Jakob e decidiu manipulá-lo para destruir seu nêmeses de uma vez por todas.

Mas isso não é tudo: Theron apareceu com um corte de cabelo totalmente diferenciado: um chanel retrô que substitui seu longo rabo de cavalo.

GIRL POWER

O meio do trailer resolve dar foco para a aguardada girl power, defendida por Rodriguez antes mesmo das gravações começarem. Bom, parece que seu pedido foi atendido – e da melhor forma possível.

Na sequência em questão, Letty e Mia Toretto (Jordana Brewster) se unem em uma incrível luta contra membros da gangue de Jakob (possivelmente), utilizando suas habilidades nas lutas marciais para sobreviverem e para dar um fim à toda aquela patifaria.

MAIS CARROS (E UM FOGUETE)

Velozes e Furiosos é uma franquia conhecida por, além de trazer um elenco com química incrível, mostrar automóveis incríveis com habilidades estupendas de pularem de um prédio para o outro ou impedir que um míssil seja lançado.

Agora, estamos lidando com a próxima fase desses carros – um deles, inclusive, sendo incrementado com uma turbina de foguete que assusta mais que encanta os corredores.

O RETORNO DE HAN

A franquia estrelada por Diesel e Rodriguez é conhecida por certas escolhas narrativas duvidosas – e inexplicavelmente absurdas. Mas nenhuma delas chegou aos pés do retorno inesperado de Han (Sunga Kang) do mundo dos mortos.

Para aqueles que não se recordam, Deckard Shaw (Jason Statham) revelou em Velozes e Furiosos 8’ que havia matado o personagem – e causado bastante comoção por parte do público. Felizmente, Han retornou, e cabe ao próprio roteiro nos explicar de que modo isso poderia ser possível.

Confira o trailer abaixo:

Lembrando que o longa estreia em maio de 2021.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

De ‘Toy Story’ a ‘Soul’: A Teoria do Universo Compartilhado Pixar

É quase uma obviedade dizer que os fãs dos estúdios Pixar já estão familiarizados com a teoria do universo compartilhado entre todas as animações da companhia. Criada pelo jornalista Jon Negroni e postada em seu blog pessoal em 2013, a teoria analisa as diversas conexões e easter eggs entre as obras audiovisuais, negando sua aleatoriedade e endossando a capacidade idealística de um microcosmos único e incomparável. É interessante afirmar que o próprio estúdio confirmou a existência das correlações narrativas entre seus filmes e que pretende expandi-las.

De acordo com Negroni, o ponto principal para deixar a teoria crível é sua tendência ao naturalismo. Em outras palavras, a ideia é se divertir, exercitando a imaginação ao mesmo tempo em que procura por conexões interessantes entre essas fantásticas obras-primas.

O universo tem início há mais de 66 milhões de anos, com O Bom Dinossauro. No longa-metragem lançado em 2015, a História foi recriada e permitiu que os dinossauros não fossem extintos, muito pelo contrário: permaneceram na Terra e começaram a desenvolver um relacionamento com os humanos – eventualmente perecendo por não terem as mesmas capacidades de adaptação que a nova raça.

Dessa forma, os humanos não puderam criar combustível fóssil o suficiente para evoluírem, valendo-se de uma espécie de energia humana, canalizada através de emoções, para dominarem o planeta (e o universo).

É aí que entramos em Valente (2012). A animação, de fato, é a primeira e a última a fechar o círculo Pixar. Como é bem claro, a narrativa em si entrega uma atmosfera centrada na Escócia medieval, buscando referências nos séculos XIV e XV para a emersão de Merida, uma garota lutando pela constante liberdade e que eventualmente descobre que a “magia” pode resolver seus problemas – apesar de inadvertidamente transformar sua mãe em uma ursa. Descobrimos também que essa força inexplicável está diretamente relacionada a uma bruxa sem nome que tem a capacidade de controlar a magia de forma inenarrável – e aqui nós não apenas vamos animais se comportando com humanos, mas também objetos inanimados com características individualistas, como a vassoura da casa da feiticeira, a qual também tem a habilidade de desaparecer através de portas de madeira.

A constante evolução dessa magia culminaria, pois, no nascimento de super-heróis – pessoas com habilidade sobre-humanas, provindas de algum fator genético sem embasamento científico que ocasionou uma grandiosa mutação. Esta classe de humanos, vista com bastante profundidade em Os Incríveis (2004) e Os Incríveis 2’ (2018), mantinham a ordem no mundo até que Buddy, um pseudo-herói, criou duas coisas para sua decadência: robôs de inteligência artificial chamados de Omnidroides e a alta-tecnologia Zero Point Energy (uma energia eletromagnética existente no vácuo). Este é o acontecimento principal a partir do qual vemos as máquinas erradicarem seus inimigos e, conforme ZPE é espalhada devido às inúmeras batalhas, outros objetos inanimados começam a absorvê-la e a criar vida própria – como brinquedos.

Os primeiros sinais de vida desses brinquedos vêm em Toy Story (1995). Tal “família” cria um código de regras e valores e descobrem que o amor dos humanos é outra fonte de energia, passando a utilizá-la para sobreviverem e não caírem em sua forma mais crua. Na continuação da franquia, percebemos que o grau de evolução atingiu níveis altíssimos, visto que esses objetos descobrem que o isolamento é um fato de risco. Brinquedos antes inanimados começam a questionar seu propósito em vida – Jesse, por exemplo, tem ressentimento de sua antiga dona, Emily, por abandoná-la, cultivando um ódio disfarçado de tristeza e arrependimento, transformando-a em um ser tão complexo quanto os humanos. E essa patologia darwiniana logo começa a se espalhar não apenas para coisas, mas também para os animais.

Em Procurando Nemo(2003) e Procurando Dory (2016), é possível perceber que, no oceano, as criaturas marinhas são extremamente avançadas: possuem escolas, um sistema de navegação e até mesmo de comunicação. Descobrimos também que os humanos estão poluindo o planeta e realizando experimentos em peixes e outros animais, possivelmente indicando que esta é a causa do esquecimento de Dory – e não podemos deixar de citar que os sinais de ressentimento permanecem existindo e crescendo, tornando os animais mais curiosos e carregados de características humanas. ‘Ratatouille (2007) entra como uma análise do mundo humano em fusão com o animalesco. Remy, o protagonista da narrativa, acha uma paixão em cozinhar e é pincelado com características antropomórficas, como andar em duas patas, lavar as mãos, ler e criar.

É nesse longa que vemos a primeira interação real entre humano e animal, mas com o propósito de subjugação daquele. Remy controla Linguini porque ele não consegue fazer absolutamente nada em termos culinários, ao mesmo tempo em que o clã de roedores não aprova um de sua espécie no mundo daqueles que os matam. Em ‘Toy Story 3′ (2010), temos a perspectiva dos brinquedos novamente, mostrando que eles já passaram por poucas e boas com os humanos. Se você já assistiu aos filmes, pode entender o quão cansados eles estão, sendo abusados física e psicologicamente por seus “donos”.

Lotso é o terceiro indicativo de que a conturbada vivência entre opressor e oprimido está com seus dias contados. Através de uma evolução incrível que inclusive impactou no amadurecimento dos personagens, o ódio contra humanos tornou-se o principal pano de fundo para o futuro do planeta. O “Urso Carinhoso” revela ser um antagonista às avessas da narrativa, ao começar a demonstrar um cuidado especial com sua raça, para protegê-los e mantê-los a salvo, ainda que tenha que transformado em um tirano megalomaníaco (mantido de forma mais tênue em Toy Story 4’). Isso também nos fornece mais embasamento para a razão da gradativa conquista de máquinas e objetos sobre os humanos. Andy, então, é alertado para se desfazer de seus brinquedos, seguindo as inventivas idealizações de um casal que planeja viver em solidão durante a iminente batalha – Carl e Ellie, de ‘Up – Altas Aventuras’ (2009).

Carl é forçado a vender sua casa para uma corporação intitulada BnL (Buy-and-Large), a qual está expandindo a cidade. Isso premedita uma futura corrida tecnológica que culmina tanto na superpopulação e na poluição exacerbada dos ecossistemas. Entretanto, o foco aqui é no senhorzinho que descobre que os animais conseguem se comunicar com os humanos, compartilhando de sua amargura. Charles Muntz, o vilão do filme, consegue com bastante sucesso traduzir esses sentimentos através de coleiras eletrônicas, além de treinar um exército de cães, marco da batalha entre animais e humanos. Anos depois, a guerra acontece – e as máquinas acabaram vencendo-a para seus idealizadores, alterando o equilíbrio da Terra, ainda que acidentalmente. Para que o balanço fosse recuperado, a BnL mandou a raça humana remanescente para o espaço dentro de uma nave chamada Axiom; todo o restante da maquinaria foi mantido para repopular o mundo e controlar as coisas.

É aí que entramos na era ‘Carros (2006, 2011 e 2017). À essa época – que dentro da cronologia Pixar se passa entre os anos 2100 e 2200 -, percebe-se que não há pessoas em nenhuma parte do mundo, e que, desta vez, a crise mundial dá-se pelo fato do óleo ser usado como fonte única de energia para as máquinas. A corporação Allinol (‘Carros 2′) estava utilizando fontes renováveis como catalisador para um combustível alternativo. Entretanto, como bem sabemos, tal substância estava sendo utilizada para varrer os carros do mundo. Com o uso exacerbado do óleo, a poluição no planeta tornou-se inevitável e, como consequência, irremediavelmente inapto para a preservação da vida natural.

A Terra tornou-se inabitável durante vários séculos devido à BnL. Tal corporação comandava as grandes empresas multinacionais desde a década de 1950. ‘Wall-E (2008) emerge como o único “sobrevivente” após a escassez de recursos, e só conseguiu permanecer funcionando por ser fascinado pela cultura humana, além de ter um relacionamento nada convencional com uma barata – o qual mantém sua personalidade e realização pessoal. Além disso, toda a maquinaria existente na Axiom mostrou-se capaz de desenvolver um senso de propósito a partir da dependência dos humanos. Wall-E é a personificação de Adão, e ele e seu par romântico, apropriadamente nomeado de Eva, salvam a raça humana ao tornar o planeta um lugar benéfico para um novo começo.

Como se sabe, a única fonte de vida natural estava contida dentro de uma bota desgastada. A última planta sobrevivente do desastre ambiental é a primeira a ser cultivada pelos humanos; devido à alta radiação, ela se torna uma gigantesca árvore, lar dos adoráveis personagens vistos em ‘Vida de Inseto (1998). Em pleno século XXXI, seguindo ainda a cronologia futurista, as formigas desenvolveram mutações genéticas que as permitiram viver por um tempo muito mais longo e, nessa nova era, os animais remanescentes não precisam se preocupar com a presença amedrontadora de humanos e acabam se transformando na espécie dominante. Em outras palavras, a radiação não apenas afeta o senso de comunidade dessas espécies, mas permite que entrem em um ciclo evolutivo culminando em seu ápice de desenvolvimento como monstros.

Em ‘Universidade Monstros (2013), sabemos que essa nova raça acidentalmente varreu os humanos da face da Terra. O complexo educacional foi fundado em 1313, mas essa data se baseia num calendário monstro, não humano, nos levando a acreditar que tais eventos ocorreram quase 1400 anos depois de ‘Vida de Inseto. Dentro das instalações, os personagens aprendem equivocadamente que os antigos habitantes do planeta eram tóxicos e de outra dimensão, levando-os a crer piamente que poderiam ser extinguidos caso se encontrassem com uma ameaça daquele nível. Entretanto, é apenas em ‘Monstros S.A.’ (2001) que a espécie dominante percebe seu erro: os humanos são responsáveis pela fonte primária de energia. Portanto, utilizando as máquinas remanescentes e a magia bruta originária da incrível árvore imortal, eles conseguem utilizar portas feitas de madeira para viajar no tempo – mais precisamente, para gerações antecessoras.

Nesse meio-tempo, cruzamos caminho com Divertidamente. A teoria se utiliza dessa brecha das portas para explicar Bing Bong, o suposto amigo imaginário de Riley, que na verdade era um monstro que a visitou quando criança e que desenvolveu uma relação extremamente forte com a garota (explicando sua memória afetiva). A mesma coisa ocorre com ‘Viva – A Vida É uma Festa’, cujo principal tema também é a memória e a lembrança dos antepassados.

E tudo isso culmina no ponto-chave da cronologia Pixar: Boo.

A pequena Boo – a garotinha de vestido rosa que aterrorizou e encantou as vidas dos monstros no longa de 2001 – nunca superou seu guardião Sulley e tornou-se obcecada em descobrir o que aconteceu a ele. Ela se recordava de que as portas eram os símbolos materializados para encontrá-lo e, quando cresceu, descobriu como utilizar a viagem no tempo – utilizando portais de madeira – para retornar à fonte primária de toda a magia (a mesma encontrada por Merida em ‘Valente). Boo deixa evidências na narrativa escocesa: duas esculturas em troncos de árvore: uma representado Sulley e outra um caminhão de pizza – duas das coisas que ela mais amava na vida. E apesar de ter sabedoria o suficiente para manipular essa força cósmica, não consegue determinar o período em que vai parar. Portanto, especula-se que os easter eggs presentes em cada uma das animações são ocasionados pela constante busca da garota por seu melhor amigo, acidentalmente pulando de época em época até conseguir encontrá-lo.

Após demissão de ‘Star Wars’, Gina Carano estrelará filme para site conservador

De acordo com o Deadline, Gina Carano irá estrelar e produzir um novo filme para o The Daily Wire, um conservador site americano de notícias.

O anúncio foi feito apenas um dia após a atriz ter sido demitida da série ‘O Mandaloriano‘, após ela ter feito uma série de publicações controversas e de mau gosto.

“The Daily Wire está me ajudando a realizar um dos meus sonhos: desenvolver e produzir meu próprio filme. Eu me expressei e minhas orações foram ouvidas. Eu estou mandando uma mensagem direta de esperança para todos que vivem com medo do cancelamento por uma multidão totalitária. Eu apenas comecei a usar a minha voz, que agora está mais livre do que nunca. E eu espero inspirar outros a fazerem o mesmo. Eles não podem nos cancelar se nós não permitirmos,” declarou Carano.

A produção, ainda sem título, não teve detalhes divulgados.

Vale lembrar que a atriz, uma forte defensora da política republicana dos EUA, publicou comentários ofensivos contra os judeus em seu perfil do Twitter, chegando a declarar que “ser republicano hoje em dia é como ser um judeu nos campos de concentração durante o Holocausto nazista.”

Antes da polêmica contra os judeus, ela foi irônica ao dizer que não havia campanhas de defesa a favor dos conservadores como há para negros, gays e mulheres, além de zombar da pandemia de COVID.

Confira o anúncio de demissão:

Gina Carano não é mais empregada da Lucasfilm e não há planos para ela no futuro. Suas publicações nas redes sociais insultando as pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes, inaceitáveis e não são toleradas pela nossa equipe.”

Lembrando que Cara Dune fez sua primeira aparição no episódio ‘Sanctuary‘, na 1ª temporada, e conquistou um espaço de destaque na série, tornando-se uma das principais personagens.

A 2ª temporada da série já está em exibição na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Kevin Feige não quer que ‘Viúva Negra’ seja lançado direto no Disney+

Após os diversos adiamentos no lançamento de ‘Viúva Negra‘ e o enorme impacto que a pandemia de COVID continua causando à indústria cinematográfica, cresce cada vez mais a pressão para o lançamento do filme solo da heroína direto no serviço de streaming do Disney+.

Porém, de acordo com o Variety, Kevin Feige, chefe da Marvel, é um dos motivos pela insistência em um lançamento da produção nos cinemas. O produtor alegadamente é contra o lançamento do filme no Disney+ e está determinado em manter a estreia nas telonas.

A Disney parece respeitar sua decisão, pois Bob Chapek, CEO da Walt Disney, confirmou que pretende manter o lançamento de ‘Viúva Negra‘ nos cinemas em maio, mas alertou que estar considerando um lançamento simultâneo no serviço de streaming.

Segundo o executivo, a ideia ainda é lançar o filme nos cinemas, mas como as salas continuam fechadas durante a pandemia, eles estão “flexíveis” a novas ideias.

Confira:

“Disney: disse que BLACK WIDOW ainda está para lançamento nos cinemas, mas quer ser “flexível” e está monitorando de perto a abertura dos cinemas.”

Viúva Negra‘, que já foi adiado diversas vezes por conta da pandemia de coronavírus, está programado para estrear em 7 de maio. Infelizmente, a situação da indústria cinematográfica continua complicada e novas ondas de adiamentos estão sendo anunciadas (‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ foi movido para 8 de outubro de 2021 e ‘Morbius‘ para 21 de janeiro de 2022).

Apesar disso, adiar mais uma vez ‘Viúva Negra‘ poderia comprometer todo o calendário da Fase 4 da Marvel, o que aumenta a pressão para o seu lançamento direto no serviço de streaming.

Por enquanto, a Disney não fez nenhum anúncio oficial sobre seus futuros lançamentos. O único filme com futuro decidido é a animação ‘Raya e o Último Dragão‘, que irá estrear simultaneamente nos cinemas e no Premier Access do Disney+ no dia 4 de março.

A Marvel a Disney acabam de divulgar a duração oficial de ‘Viúva Negra‘: o filme terá 2 horas e 13 minutos de duração.

Para comparação, o filme se aproxima da duração de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos) e Pantera Negra (2 horas e 14 minutos).

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Ponto Vermelho’: Suspense já está disponível na Netflix!

O suspense ‘Ponto Vermelho‘ (Red Dot) estreou no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, durante uma viagem romântica, um casal é perseguido e aterrorizado por um atirador de elite.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Alain Darborg.

“David e Nadja tentam reacender seu relacionamento em uma viagem romântica ao norte da Suécia. A viagem rapidamente se transforma em um pesadelo quando o ponto vermelho de um laser aparece em sua tenda, e eles são forçados a fugir para a selva implacável sendo perseguidos por um atirador desconhecido.”

Anastasios Soulis e Nanna Blondell estrelam a produção.

Jovem é atormentada pelo passado no trailer do terror ‘Sound of Violence’; Assista!

O terror ‘Sound of Violence‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Alex Noyer.

“A história segue Alexis, que recuperou sua audição depois de testemunhar o brutal assassinato de sua família quando tinha dez anos. A experiência visceral despertou habilidades sinestésicas nela e a colocou em um caminho solitário de autodescoberta através dos tons curativos da violência brutal. Ela é apoiada por sua colega de quarto, Marie, que não conhece os segredos obscuros por trás da música singular de Alexis e o papel que ela desempenha sem saber. Diante da probabilidade de perder a audição novamente, Alexis intensifica sua busca por sua obra-prima por meio de experiências de som horríveis e designs devastadores.”

O elenco conta com Jasmin Savoy Brown (da nova sequência de ‘Pânico’), Lili Simmons (‘Ray Donovan’), James Jagger (‘Vinyl’) e Tessa Munro (‘S.W.A.T.’).

Nos EUA, a Gravitas Pictures lançará o terror em VOD no dia 21 de maio.

‘CSI’: Três novos atores entram para o elenco do revival do drama investigativo

De acordo com o TVLine, três novos atores entraram para o elenco do revival do drama investigativo ‘CSI‘, que está sendo desenvolvido pela CBS.

Os novatos Matt Lauria (‘Friday Night Lights’), Paula Newsome (‘Chicago Med’) e Mel Rodriguez (‘Last Man on Earth’) se juntaram à série.

Lauria irá interpretar Josh, um CSI nível 3 que é ótimo em reconstruir cenas de crimes. Newsome viverá a Maxine, a nova chefe do laboratório de Vegas. Já Rodriguez dará vida ao Hugo, examinador médico chefe que tem uma obsessão meio sinistra com corpos.

A produção contará com o retorno dos veteranos William Petersen (Gil Grissom) e Jorja Fox (Sara Sidle).

O plano inicial seria lançar o revival no final de 2020, em comemoração com o aniversário de 20 anos da série original, mas, devido à pandemia de coronavírus, a produção deve estrear apenas em 2021.

Vale notar que o projeto ainda não recebeu sinal verde e a emissora ainda tem que aprovar o desenvolvimento de uma temporada completa do revival.

CSI‘ gerou três spin-offs bem-sucedidos, ‘CSI: Miami‘, ‘CSI: NY‘ e ‘CSI: Cyber‘.

‘Predador 5’: Sinopse revela detalhes sobre a trama da sequência

O site Production Weekly parece ter vazado detalhes sobre a história do novo filme da franquia ‘Predador‘, que recebeu o título provisório de ‘Skulls‘ (Crânios).

Aparentemente, a nova produção não terá conexão com os filmes anteriores, sendo ambientada em um cenário e período muito diferentes: em uma tribo nativo-americana Comanche, antes da chegada dos colonizadores.

A trama será protagonizada por uma jovem que quer quebrar a tradição do seu povo e se tornar uma guerreira. E ela provavelmente terá a chance de se provar ao enfrentar um inimigo muito familiar e mortal…

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

As filmagens estão programadas para começarem em maio de 2021, no Canadá.

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10‘) será responsável pela direção.

O longa-metragem será desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’, ‘Treadstone‘) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados cross-over com Alien.

‘Detetive’: Jogo clássico de mistério vai virar série animada

De acordo com o Deadline, a FOX Entertainment está desenvolvendo uma série animada baseada no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue‘ (Detetive, no Brasil).

Detalhes sobre a produção não foram divulgados, mas ela irá incorporar a dinâmica emocionante e cheia de suspense que fez do jogo uma sensação global por mais de sete décadas.

Entertainment One e Bento Box Entertainment também serão responsáveis pela produção da série.

“‘Coronel Mustard… no Conversatório… com uma pista’. Só de ouvir essas frases icônicas, você imediatamente sabe do que se trata, o que não deixa dúvidas de que ‘Clue’ é um dos jogos mais populares de todos os tempo,” afirmou Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment. “Não poderíamos estar mais animados com a chance de desenvolver uma adaptação como uma série animada ao lado do eOne e Bento Box.”

Clue‘ foi criada em 1943, por Anthony E. Pratt. O jogo foi adaptado pela primeira vez em 1985, em um filme estrelado por Tim Curry, e, posteriormente, em uma minissérie de 2011.

‘Lovecraft Country’ terá 2ª temporada? Chefão da HBO responde!

Em entrevista ao Deadline, Casey Bloys, chefe de conteúdo original da HBO, revelou que está esperançoso sobre uma 2ª temporada de ‘Lovecraft Country‘, afirmando que, atualmente, a criadora Misha Green está desenvolvendo novas ideias para a produção, uma vez que ela não terá mais o livro como base para a trama.

“Misha [Green] está trabalhado ao lado de uma pequena equipe de roteiristas e eles estão tentando criar uma nova direção para a série. Ela tinha o livro para adaptar na primeira temporada, então ela e os roteiristas queriam tirar um tempo para entender esses personagens sem o livro como guia; descobrir qual jornada nós queremos ver a seguir.”

Ele completa, “Todos nós queremos que ela tenha a história certa para contar. É nesse processo que ela se encontra atualmente, trabalhando nessas ideias. Eu estou muito esperançoso por uma nova temporada, assim como a Misha, então estamos dando tempo para eles fazerem o certo.”

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

‘Cherry’: Kevin Smith elogia a performance de Tom Holland em novo drama dos Irmãos Russo

O novo drama dos Irmãos Russo, ‘Cherry‘, é uma das grandes estreias de 2021 e a atuação do astro Tom Holland tem chamado a atenção não apenas da imprensa, mas também de outros colegas da indústria do entretenimento.

E durante o seu podcast, Fatman Beyond, o comediante e cineasta Kevin Smith teceu uma série de elogios ao trabalho da dupla de diretores, ponderando também sobre o exímio trabalho feito por Holland em cena.

Na ocasião, ele pontuou:

“Os irmãos Russo são para valer. E não é apenas ‘oh, eles sabem fazer filmes da Marvel!’. Eles são verdadeiros cineastas e que grande argumento para a expressão ‘duas cabeças pensam melhor do que uma’. Filme lindo, um épico. O garoto é ótimo, eu o assistiria lendo uma lista telefônica ou torrando marshmallows, ele está maravilhoso nesse filme. Ele não é apenas o Homem-Aranha fofo e tal, ele tem uma performance realmente maravilhosa. Eu adorei o filme, não conseguia acreditar que era isso, não tinha ideia do que seria o filme. É baseado em um livro e basicamente é sobre o vício em opioides, a raiz de tudo. Felizmente, nunca lidei com isso, mas conheci pessoas que já lidaram com isso bem de perto. Realmente muito bem feito, então prestem atenção”.

Assista ao trailer:

A trama acompanha um ex-médico do exército (Holland) que sofre de transtorno de estresse pós-traumático ao retornar do Iraque. Tentando lidar com a doença, ele passa a assaltar bancos para sustentar seu vício em drogas.

O longa tem estreia está marcada para 26 de fevereiro no cinemas norte-americanos, e 12 de março no catálogo da Apple TV+.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker.

Além de Holland e Ciara Bravo, o elenco conta com Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.