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‘Hereditário’: Novo vídeo dos bastidores revela os segredos sombrios da família

O site Bloody Disgusting divulgou um vídeo exclusivo de entrevistas com o elenco do terror Hereditário, mostrando os segredos obscuros da família e as metáforas visuais escolhidas pelo diretor Ari Aster. Confira:

O polêmico terrorHereditário‘ entrou para história da produtora independente A24 após fazer mais de 77 milhões de dólares ao redor mundo, ultrapassando o então sucesso da produtora, ‘Lady Bird – A Hora de Voar’, que somou 76.8 milhões de dólares ano passado. A informação é do IndieWire.

O terror já possui data para chegar em Home Video nos EUA: 4 de setembro.

O DVD e Blu-ray contará com nada menos do que nove cenas deletadas, de um corte original de 3 horas de duração, além de um Featurette chamado “Amaldiçoado: A Verdadeira Natureza Hereditária” e galeria de fotos inéditas.

Além disso, três clipes focados na atuação fantástica da Toni Collette foram divulgados. Confira:

Para assistir o trailer do lançamento em Home Video, basta clicar neste link.

No Brasil, o lançamento deve acontecer em novembro.

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Depois de uma estreia com ótimos US$ 13 milhões, o terror arrecadou mais US$ 7 milhões em seu segundo final de semana, somando um total de US$ 27 milhões.

Esse é o melhor resultado da A24, superando, em apenas 10 dias, os US$ 25 milhões arrecadados pela ‘A Bruxa‘.

De acordo com o CinemaScore, o filme registrou uma nota D+ de seu público, então era esperado uma queda de mais de 70%. No entanto, o terror decaiu menos do que 50%, o que é incomum para filmes de terror em geral.

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

Hereditário‘ já está em exibição nos cinemas.

‘Divertida Mente 2’ | Levantamento aponta o motivo da Pixar apostar em sequências

Até 2010, a única franquia da Pixar que tinha continuações era Toy Story. Na década seguinte, porém, o estúdio começou a vivenciar pequenas crises e decidiu apostar em sequências dos grandes clássicos, o que rendeu sérias críticas da imprensa especializada e dos fãs, que acusaram a Pixar de ter perdido a criatividade. Diante das críticas, em 2016, a diretoria anunciou que prepararia um ciclo de filmes originais, sem sequências, a partir de 2019. O problema é que veio a pandemia e esses novos longas acabaram tendo suas bilheterias afetadas pelo confinamento ou foram lançados diretamente no Disney+.

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Diante dessa nova decepção e de um sucesso praticamente garantido de Divertida Mente 2, que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (20), a nova gestão afirmou que apostará novamente em continuações dos clássicos e não só isso. Admitiram também a possibilidade de fazer filmes derivados e talvez até mesmo reboots de franquias como Procurando Nemo e Os Incríveis.

Por mais que pareça uma afronta aos fãs, essa insistência da Pixar em continuações tem uma motivação muito simples: retorno financeiro. Por mais que as críticas tenham piorado, as bilheterias cresceram, como indica o levantamento feito pelo Bolavip Brasil.

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Realizada em advento da estreia de Divertida Mente 2, a pesquisa analisou as bilheterias de estreia nos EUA dos 28 filmes lançados pela Pixar desde 1995. Vale ressaltar que as bilheterias de estreia são excelentes indicativos do desempenho dos filmes, já que garantem mais sessões de exibição. E o resultado do levantamento é um forte indicador do motivo pelo qual os executivos Disney vão apostar novamente nas continuações.

Das cinco menores bilheterias, apenas uma é proveniente de uma sequência. Ou seja, as outras são originais. O último lugar é ocupado por Luca (2021). Porém, ocupa esta posição porque o filme foi lançado diretamente no Disney+, e a empresa não divulgou os números de sua estreia. Depois dele, vêm Vida de Inseto (1998) com 291 mil dólares, a sequência Toy Story 2 (1998) com US$ 300 mil, Soul (2020) com US$ 431 mil e Red: Crescer é uma Fera (2022) com 578 mil dólares.

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Apesar da bilheteria baixa, ‘Vida de Inseto’ (1998) está eternizado no coração dos fãs. Divulgação/ Disney Pixar

Na outra ponta da tabela, o Top 10 da Pixar é dominado por continuações. Seis dos filmes que aparecem nele são sequências ou ‘prequels’, estando a maioria nas primeiras colocações.

Confira o Top 10 de maiores bilheterias de abertura:

  1. Os Incríveis 2 (2018) – US$ 182.687.905
  2. Divertida Mente 2 (2024) – US$ 154.201.673
  3. Procurando Dory (2016) – US$ 135.060.273
  4. Toy Story 4 (2019) – US$ 120.908.065
  5. Toy Story 3 (2010) – US$ 110.307.189
  6. Divertida Mente (2015) – US$ 90.440.272
  7. Universidade Monstros (2013) – US$ 82.429.469
  8. Os Incríveis (2004) – US$ 70.467.623
  9. Procurando Nemo (2003) – US$ 70.251.710
  10. Up: Altas Aventuras (2009) – US$ 68.108.790
Os Incríveis 2’ foi sucesso de bilheteria, mas as críticas não chegaram perto do original. Divulgação/ Disney Pixar

Em levantamento feito pelo CinePOP, a situação é mais equilibrada, com cinco longas originais e cinco continuações estrelando o Top 10 de maiores bilheterias mundiais da Pixar. Mas é preciso apontar que apenas um filme no Top 5 é original, deixando as sequências dominarem as quatro primeiras colocações.

Confira o Top 10 de maiores bilheterias mundiais da Pixar:

  1. Os Incríveis 2 (2018) – US$ 1.243 bilhão
  2. Toy Story 4 (2019) – US$ 1.073 bilhão
  3. Toy Story 3 (2010) – US$ 1.067 bilhão
  4. Procurando Dory (2016) – US$ 1.029 bilhão
  5. Procurando Nemo (2003) – US$ 940.400 milhões
  6. Divertida Mente (2015) – US$ 858.900 milhões
  7. Viva: A Vida é uma Festa (2017) – US$ 814.300 milhões
  8. Universidade Monstros (2013) – US$ 744.200 milhões
  9. Up: Altas Aventuras (2009) – US$ 735.100 milhões
  10. Os Incríveis (2004) – US$ 633 milhões.

Porém, com os números expressivos que Divertida Mente 2 está conseguindo pelo mundo, não se surpreendam se esse Top 10 mudar até o final de julho. No Brasil, sessões estão esgotadas e as salas de cinemas estão precisando abrir novas sessões para comportar a alta demanda.

Nos EUA, o filme já é a maior bilheteria do ano, tendo superado com tranquilidade – em apenas oito dias em cartaz – o sucesso Duna – Parte 2. Até o momento, o filme sobre as aventuras das emoções da jovem Riley já arrecadou mais de 480 milhões de dólares ao redor do mundo.

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Os filmes da Pixar podem ser assistidos no Disney+. Já Divertida Mente 2 está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Maxton Hall: O Mundo Entre Nós – Envolvente Série de Romance Teen do Prime Video Faz Você Querer Maratonar

Uma boa história de romance tem um casal protagonista que envolve o espectador. Independentemente do gênero, os dois precisam ter um conflito no qual o espectador acredite e torça junto para que o casal consiga superá-lo. Vimos isso com muita clareza na saga ‘Crepúsculo’, que, ainda que seu mote não fosse original (a própria autora comentou sobre sua inspiração no clássico ‘O Morro dos Ventos Uivantes’), em que a mocinha se apaixonava por um rapaz riquíssimo, mas descobria que ele era vampiro e entrava o dilema. Mais ou menos nessa pegada – só que sem o sobrenatural – estreou recentemente na Prime Video a série alemã ‘Maxton Hall: O Mundo Entre Nós’, e rapidamente viralizou nas redes sociais.

Ruby Bell (Harriet Herbig-Matten) é uma das melhores estudantes da escola de elite Maxton Hall, focadíssima em conseguir uma carta de recomendação para entrar na prestigiada Universidade de Oxford – até porque será sua única oportunidade, uma vez que é aluna bolsista. Certo dia, ela flagra o professor Graham (Eidin Jalali) aos beijos com Lydia Beaufort (Sonja Weißer), uma das alunas mais ricas e influentes da escola. Lydia conta sobre esse flagrante para seu irmão gêmeo, James Beaufort (Damian Hardung), que decide subornar Ruby para que ela mantenha o segredo da irmã. Entretanto, diferente de todas as outras com que lidou, Ruby é uma moça com princípios, e, por causa disso, James se meterá em encrencas que fará com que novos sentimentos surjam dentro de seu peito.

Os primeiros dois episódios da série são meio fraquinhos, dando a sensação de que “já vimos aquilo antes”. Porém, alguma coisa acontece nos episódios seguintes (são seis no total, com pouco mais de quarenta minutos cada) e a coisa toda melhora, ao passo de nos dois episódios finais o espectador simplesmente se sentir tão enganchado na trama, que, ao final, sentimos ansiedade por a temporada terminar do jeito que termina. Felizmente a segunda temporada está confirmada.

Esse sentimento é mérito dos diretores Terek Roehlinger e Martin Schreier, que souberam dosar muito bem a chama da paixão adolescente crescendo no ritmo certo, culminando com uma última sequência que presenteia os espectadores dando-lhes aquilo pelo que tanto ansiaram. O roteiro de Daphne Ferraro – baseado na obra ‘Save Me’, de Mona Kasten – equilibra 2/3 da trama centrada na tecitura do romance estilo ‘Gata Borralheira’ (a menina pobre que se apaixona pelo menino rico), mas o 1/3 que resta erige situações que por vezes forçam a barra, como a família excessivamente feliz de Ruby Bell, a recorrência com que os personagens repetem o nome completo da protagonista. Ainda assim, dosa uma pitadinha de ‘Gossip Girl’ com ‘Gilmore Girls’.

A química entre o casal protagonista é o que faz a gente querer mararonar a série. Harriet Herbig-Matten tem um rostinho meio Kristen Stewart, meio Rachel Zegler, a depender da iluminação e do ângulo da câmera, sempre meio incrédula com as coisas que ocorrem ao redor da personagem. Quem conquista mesmo nossos corações, claro, é Damian Hardung, lindinho, perfeitinho, com abdômen trincado e que passa todos os episódios quase chorando. Ele é a personificação do príncipe clássico, porém sensível.

Mesmo com cenas e sequências completamente previsíveis, ‘Maxton Hall: O Mundo Entre Nós’ é adorável, facilmente maratonável e tem um casal protagonista que a gente shippa. Diferente de outras séries estudantis, como ‘Élite’ e ‘Rebeldes’, ‘Maxton Hall’ é dessas histórias que reacendem a chama dentro dos nossos peitos e dá vontade de ligar pro/a crush.

Chris Evans parabeniza Brie Larson por ‘Capitã Marvel’

Chris Evans, protagonista da franquia ‘Capitão América’, parabenizou Brie Larson pelo sucesso de bilheteria de Capitã Marvel, no Twitter.

Confira:

Captain America star Chris Evans congratulated Brie Larson on the box office success of Captain Marvel.

Capitã Marvel surpreendeu nos cinemas nacionais e arrecadou R$ 51,5 milhões no Brasil, a segunda melhor abertura de quatro dias, atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Com este resultado, o Brasil se colocou como o 5º maior mercado do filme com US$ 13.4M, atrás apenas dos EUA (US$ 153M), China (US$ 89.3M), Coréia do Sul (US$ 24.1M) e Inglaterra (US$ 16.8M).

Capitã Marvel também superou o resultado de ‘Pantera Negra‘ em 32%.

Confira o TOP 10:

filmerenda (R$)
1Capitã Marvel *51.500.000
2A caminho de casa1.914.000
3Cinderela pop1.315.000
4Green Book – O guia1.048.000
5A morte te dá parabéns 2634.000
6Sai de baixo – O filme551.000
7A maldição da freira421.000
8Alita – Anjo de combate416.000
9Minha vida em Marte368.000
10Como treinar o seu dragão 3286.000

 

O filme arrecadou US$ 455 milhões mundialmente, a 2ª maior de todos os tempos para um filme de super-heróis.

Capitã Marvel ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 640 milhões), e na frente de ‘Batman vs Superman’ (US$ 422 milhões).

Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).

Nos EUA, o filme fez US$ 153 milhões. No resto do mundo, foram US$ 302 milhões.

Após a primeira leva de avaliações ser contada pelo agregador de reviews, a pontuação de Capitã Marvel alcançou 88% de aprovação – padrão dos filmes do estúdio.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘O Mandaloriano’: Ator de ‘Rocky’ vai dirigir um dos episódios da 2ª temporada

Star Wars: O Mandaloriano’ nem ao menos estreou, mas sua 2ª temporada já está a todo vapor.

O produtor e showrunner Jon Favreau anunciou alguns meses atrás que ficaria responsável por um dos episódios do próximo ciclo e, agora, um outro nome foi adicionado à equipe: Carl Weathers.

O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa para divulgação da série, durante a qual os jornalistas e críticos assistiram a um compilado de trinta minutos dos três primeiros capítulos da produção.

Weather é conhecido por ser um ex-jogador profissional de futebol americano que fez sua estreia como ator em ‘Bucktown’, vindo a ganhar reconhecimento por seu papel como Apollo Creed na franquia Rocky. Ele recentemente dublou o personagem Combat Carl no aclamado Toy Story 4’.

A série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘ e acontece após os eventos de ‘Star Wars: O Retorno de Jedi‘.

Assista ao trailer:

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em Pantera Negra, fica a encargo da trilha sonora.

As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa Next Goal Wins antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.

Shailene Woodley conta sobre a assustadora doença que quase ACABOU com sua carreira

Em uma recente entrevista ao The New York Times, a atriz Shailene Woodley (Big Little Lies) se abriu sobre uma complicada e série doença que quase destruiu sua carreira no momento em que ela decolava.

Woodley contou que estava trabalhando na saga Divergente no começo de seus vinte anos e que também estava “muito, muito doente”. A combinação mortal desses dois lados de sua vida a levou não apenas a rejeitar oportunidades de atuação, mas questionar o quão longe sua filmografia poderia chegar – afinal, sua saúde estava impactando duramente em sua performance.

A atriz não revelou exatamente o que a estava deixando daquela maneira, mas garantiu que os problemas a afetaram pessoal e profissionalmente.

“Não falei muito sobre isso ao público, mas irei um dia. Eu estava muito, muito doente no começo dos meus vinte anos”, ela comentou. “Enquanto fazia os filmes Divergente e trabalhava duro, eu lutava com uma situação física assustadora e bastante pessoal. Por causa disso, rejeitei várias oportunidades, porque precisava melhorar, e esses trabalhos acabaram indo para colegas meus por quem tenho grande afeito. Eles fizeram bastante sucesso, mas as pessoas me diziam: ‘você não deveria ter falado não’ ou ‘você não deveria ter ficado doente'”.

Ela também explicou que a situação a fez questionar sobre seu futuro.

“Tudo isso, combinado com meu processo interno de ‘vou sobreviver ao que estou passando e voltar a ser saudável, ou então ter outras oportunidades em projetos que me interessam por causa da situação em que estou?'”, ela continuou. “Estava em lugar onde não tinha escolher a não ser me render e deixar minha carreira de lado, e isso trouxe uma voz negativa em minha mente que continuou a falar e falar por anos”.

“Agora estou em um lugar melhor, graças a Deus. Grande parte dos últimos anos tem sido sobre focar em minha saúde mental, e é um processo lento”.

Woodley poderá ser vista ao lado de Sebastian StanJamie Dornan em ‘Endings, Beginnings’, que estará disponível em VOD no dia 17 de abril.

‘O Mandaloriano’: Mondo anuncia INCRÍVEL set em vinil da trilha sonora; Confira!

A trilha sonora de Ludwig Göransson foi um dos inúmeros pontos altos de ‘O Mandaloriano’, afastando-se do restante da música do panteão Star Wars em incursões hipnóticas e arrepiantes.

Agora, o Mondo e a Walt Disney Records anunciaram a versão em vinil do instrumental, limitada a 3500 cópias para o mundo inteiro e já disponível para pré-venda aqui. O box custa US$200 e será lançado em 26 de agosto, com entrega prevista para novembro.

Confira as capas promocionais:

Em entrevista ao Deadline, Göransson, que ficou responsável pela trilha sonora da primeira temporada da série, revelou alguns detalhes sobre o próximo ciclo da produção, dizendo que ele tomará rumos inesperados.

“Começamos alguns meses atrás e estou bastante animado. [O criador] Jon [Favreau] está levando a história para lugares que não imaginava possíveis, e acho que é bastante divertido”.

Durante uma reunião de acionistas da Walt Disney, foi revelado que o próximo ciclo chega ao Disney+ em outubro deste ano.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

Em um dos melhores ganchos das séries atuais, a 1ª temporada terminou com o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) saindo de seu TIE Fighter empunhando o lendário Sabre Negro de Pre Vizla, um antigo líder da tribo de caçadores de recompensa.

E parece que as origens da arma serão exploradas ao longo da 2ª temporada da atração, como revelou Esposito durante uma entrevista para o Deadline.

“Depois que Gideon tomou posso do Sabre Negro, eu ouvi muitos fãs perguntando: ‘De onde veio esse sabre e como ele foi revivido?’ Essa é uma das principais tramas da 2ª temporada. O público vai conhecer um pouco mais do sabre e como essa antiga arma veio para no mundo moderno.”

Ele continuou, indicandoo que o passado de Gideon está diretamente ligado ao sabre.

“O sabre é a chave para desvendar o passado do Moff Gideon, que possivelmente tem muito a ver com sua verdadeira origem.”

Como ficou claro, a arma não é apenas um troféu para Gideon, e além de poder manejá-la, parece que ele tem alguns truques escondidos.

Anteriormente, Esposito conversou com o Comic Book e sugeriu que o vilão é sensitivo à Força.

“Gideon é um militar completo, é um guerreiro, é um lutador. Ele sabe como manusear o sabre negro. E ele tem um poder dentro de si que o torna diferente de todos os outros personagens. Isso é realmente interessante para mim.”

O veterano ainda teorizou que Gideon pode estar em busca de algum legado no passado dos Jedi.

“O que ele quer realmente? Ninguém sabe, ainda. Ele é um herói caído? Um devoto de Darth Vader? Algo me diz que ele sabe muito mais do que aparenta, mas teremos que esperar para descobrir.”

E aí, o que você acha dessas declarações?

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Flash’: Ator de ‘Shadowhunters’ entra para o elenco da 7ª temporada

Segundo o TVLineJon Cor, conhecido por seu papel como Hodge Starkweather na série Shadowhunters, foi elencado na 7ª temporada de The Flash, da The CW.

O ator dará vida ao vilão Mark Stevens/Chillblaine em um papel recorrente. Segundo a descrição oficial do personagem, “o cientista Mark Stevens é um jovem carismático obcecado por tecnologia criogênica. Enquanto não invade cofres corporativos, ele está ocupado quebrando corações com seu irresistível charme e seu estilo malandro. Com suas armas frias, ele se tornará um novo espinho no caminho do Time Flash como o vilão Chillblaine”.

Cor também é conhecido por produções como Perdidos no EspaçoBeing Human.

Vale lembrar que o novo ciclo estreia em 23 de fevereiro de 2021.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Batwoman’: Elenco estampa os novos e belíssimos cartazes promocionais da 2ª temporada; Confira!

The CW divulgou diversos cartazes individuais belíssimos da 2ª temporada de Batwoman.

Os pôsteres trazem os personagens principais da trama.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘FAUCI’: Documentário sobre o infectologista Anthony Fauci já está disponível no Disney+

‘FAUCI’, novo documentário que gira em torno do famoso especialista em doenças contagiosas Dr. Anthony Fauci, já está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido pela dupla vencedora do Emmy John HoffmanJanet Tobias, e foi produzido em parceria com o canal National Geographic.

Conheça a história surpreendente de um dos funcionários públicos mais importantes dos Estados Unidos.

Artigo | Os 10 anos de ‘Valente’, o arriscado conto de fadas da Pixar

A mitologia escocesa sempre foi alvo de grande exploração pelas inúmeras vertentes artísticas, seja no teatro, na literatura, no cinema ou na televisão. Sua incrível e insuperável gama céltica de personagens e criaturas lendárias espalhou-se através dos séculos para os quatro cantos do planeta e influenciou subculturas e até mesmo narrativas urbanas que conseguiram conduzir de forma extraordinária a atemporalidade primordial do povo anglo-saxônico.

Conhecendo o alto-escalão criativo dos estúdios Pixar, e sua incrível paixão pela universalidade, era meio de se esperar que, após entregarem obras-primas como a franquia Toy Story’ ou uma épica e emocionante jornada do herói com Up – Altas Aventuras’, a equipe partisse para algo mais histórico, mantendo a magia inquestionável de produções audiovisuais atemporais enquanto procurava pela expansão de seu legado inquestionável.

O resultado foi um dos longas-metragens com intenções tão puras quanto a própria história das grandiloquentes narrativas do povo do qual puxa inspiração. Valente, um título que já indica o que poderemos encontrar nas florestas e castelos nórdicos de outrora, gira em torno de uma jovem garota que passa – ou tenta passar – por uma das transformações mais intrínsecas e mais irreversíveis de sua vida, ainda que os deslizes de sua produção por vezes se tornem gritantes e o afastem da tangência perfeccionista dos predecessores. Entretanto, a caracterização de cada um dos personagens, dos cenários e até mesmo da atmosfera sinestésica é algo a ser ovacionado pelo time – principalmente se levarmos em consideração a “lição de moral” buscada pelo filme.

AY, LASSIE

Valente começa com um breve prólogo. Diferentemente de outros filmes do estúdio, o prefácio narrativo-visual entra como uma base histórica tanto para o background das personagens e não de quem cada um é, visto que estamos tratando de humanos como protagonistas. Aqui, conhecemos a família regente das Terras Altas da Escócia, a qual é formada por Merida (Kelly Macdonald), Fergus (Billy Connolly) e Elinor (Emma Thompson). Os três representam a famosa trindade real a povoar os diversos clãs da própria história do Reino Unido, além de serem caracterizados como tais: enquanto o patriarca da família é robusto e atrapalhado, a matriarca se mostra como uma figura muito mais imponente para elevar-se ao status de rainha, além de ter pulso firme com a filha para transformá-la em um “espelho”.

Entretanto, nem tudo são flores para a família – afinal, em se tratando de misticismo, a mitologia céltica é uma das pioneiras em criar cenários assombrosos para seus personagens, e é óbvio que Valente não ficaria fora disso. Elinor e Merida acreditam piamente nas forças místicas que estão em constante observância dos meros mortais, e são bombardeadas pela ferrenha descrença do pai, cujo treinamento bélico o transformou em um visível e claro estereótipo do milenar guerreiro galês, preferindo-se manter-se à mercê do crível em vez da fé. Tudo segue uma ordem natural, até que um dos primeiros antagonistas do longa aparece, na gigantesca e amedrontadora forma de Mor’du, um urso negro com a força de dez homens e que há tempos aterroriza as terras onde vivem.

O último frame dessa sequência inicial é Fergus sendo atacado pelo inimigo, e o embate entre os dois começa segundos antes da entrada do título. O mais correto a se pensar seria que este personagem encontrou seu fim nos cinco minutos iniciais do filme, mas na verdade ele apenas perdeu a perna direita, como passamos a saber momentos depois. Agora, Merida é uma hábil adolescente versada nas artes do arco-e-flecha, além de puxar a inclinação de sua família para as lutas. Sua independência emerge na tela quando a vemos montando seu cavalo e saindo em disparada por entre a densa floresta que cerca sua moradia, atirando de forma certeira nos diversos alvos espalhados por aí. Um dos principais pontos a serem discutidos aqui é o modo como o roteiro assinado por Brenda Chapman preza pela conexão entre homem e natureza, trabalhando até mesmo a concepção visual nos diálogos e nos solilóquios proferidos pela protagonista.

A organicidade indissociável entre os elementos que vemos em tela é um dos ápices da animação: o trabalho com que até as árvores – todos as espécies que conseguimos encontrar – e os animais são delineados entra em contraste com a perfeição quase renascentista das construções humanas. Apesar das personalidades lineares e bem definíveis no início do filme, cada um possui traços únicos que os transformam em idealizações arquetípicas para cada uma das facetas humanas, seja na coragem, na rebeldia, no autocontrole ou na submissão.

Merida seguiu o passo do pai em relação à busca de sua identidade, vivendo sua vida sem se preocupar com as consequências de seus atos e tornando-se uma bolha de enclausuramento e proteção contra o mundo externo. Enquanto isso, Elinor constantemente a vigia, tentando transformá-la em uma cópia mais jovem de si mesma ao ensiná-la táticas de guerra, etiqueta, esgrima, leitura e tudo o que for possível, transmitindo-lhe o conhecimento que guarneceu durante anos e que finalmente agora pode passar para a próxima geração. E é aqui que a complexidade familiar se eleva a mais um nível por breves momentos ao discorrer sobre a diferença etária e mental entre mãe e filha.

E por que digo que essa análise um pouco mais profunda é breve? Bom, simplesmente pelo fato das disputas familiares entre dois membros da família se constituírem como um dos temas-base de diversos longas-metragens – a ponto de se tornar batido e passível de resgatar clichês do gênero. O interessante aqui, e outro ponto a ser aplaudido, é como a narrativa consegue transportar este tema tão contemporâneo e ainda visto em comédias românticas, por exemplo, para a primitiva e pitoresca “não-sociedade” ortodoxa escocesa da Idade Média, além de colocar elementos da cultura pop em algumas sequências dialogais engraçadíssimas.

As coisas ficam mais tensas quando Elinor anuncia em pleno jantar que a aliança entre os clãs das Terras Altas deve ser reafirmada com o casamento de Merida com um dos três primogênitos dos outros governantes, trazendo um misto de asco e descontentamento por parte desta. Afinal, a protagonista nunca se viu necessitada de firmar laços matrimoniais, prezando pela liberdade e por sua eminente ascendência à Rainha, mesmo que isso quebrasse as tradições da família. A fagulha se transforma num incêndio ideológico após Merida tornar-se uma das próprias pretendentes numa competição de arco-e-flecha, enfrentando o autoritarismo de sua mãe em detrimento de reafirmar independência. Após isso, as duas têm uma discussão “calorosa” que resulta numa brusca quebra da posição mãe e filha, colocando-as em patamares antagônicos.

BOA NOITE, MAMÃE

É comum em diversas narrativas adolescentes, e até mesmo na vida real, que o desvirtuamento do conceito mais tradicionalista de família encontre seu ápice em uma terceira parte dentro da jornada que normalmente é associada ao símbolo do falso do guardião ou da ajuda externa não premeditada, carregada com um simbolismo que atuará nas consequências dos atos seguintes do longa-metragem até que as peças principais encontrem a tão aguardada epifania. Em Valente, Merida encarna todas essas saídas formulaicas do classicismo literário com um toque místico ao sair cavalgando pelas florestas de seu reino até ser dramaticamente levada para um círculo de pedras.

O arquétipo deste guardião inesperado vem na figura da Bruxa, interpretada pela sempre bem-vinda presença de Julie Walters como mais um dos personagens mais carismáticos do cinema. Essa personagem é uma mistura híbrida de uma profissional da publicidade com uma soturna sabe-tudo que não deseja que seus segredos sejam escondidos. Sua caracterização cênica nos relembra da Rainha Má de Branca de Neve e os Sete Anões’ (1937), com o nariz pontudo, a postura arqueada e as verrugas no rosto; mas suas nuances construtivas resgatam pontuais inclinações para outros personagens cômicos, até mesmo Madame Mim (A Espada Era a Lei’, 1963). Entretanto, estamos focando em sua imprescindível importância para o desenrolar da história e do fechamento do primeiro ciclo.

A Bruxa, não tendo nome próprio por razões óbvias, é uma anciã, uma sábia, que conhece de longe o desespero humano e sabe como aproveitar das fraquezas daqueles à sua volta para benefício individualista. Entretanto, em dissonância de outros “pseudo-vilões” do cinema, ela não deseja utilizar de seus poderes para ajudar Merida, mas sim que ela vá embora e resolva seus problemas. Apesar disso, a garota consegue convencê-la a ajudar, criando um feitiço que mudará o destino dela e de sua mãe. Mas o que ela não esperava é que essa mudança seria levada ao pé da letra.

Talvez seja aqui que o potencial brilho de Valente encontre obstáculos e não saiba como ultrapassá-los, preferindo uma saída segura ao invés de uma original e que honre completamente o legado dos estúdios. A narrativa principal segue uma ordem cronológica que consiste em apenas dois dias, mas que se transforma em um período muito maior por sua previsibilidade, incluindo as descobertas feitas pela filha e pela mãe – com algumas breves e exceções. Assim que retorna para casa, Merida entrega o feitiço para Elinor (na forma de um bolinho de frutas), o qual a transforma em… Um urso. É irônico que a literalidade de seu pedido tenha alcançado um aglomerado de futuros problemas, incluindo a sede insaciável de seu pai em eliminar seu arqui-inimigo, que é um urso, e sua devoção à esposa, que tragicamente se transformou em um deles.

O desbotamento de tais viradas vem com a constante “homenagem” a uma das obras mais adoráveis e atemporais – no tocante premissivo – do panteão Disney/Pixar: Sexta-Feira Muito Louca’. É engraçado citar este longa-metragem nem um pouco presunçoso e que consegue arquitetar um microcosmos satisfatoriamente consistente para as duas personagens principais, que são releituras predecessoras de Merida e Elinor. Ganhando um remake nos anos 2000, o filme supracitado conta a história de como um relacionamento à beira da destruição sofre um baque inesperado quando mãe e filha trocam de corpo após desejarem que uma entendesse o lado da outra. Claro, as protagonistas de Valente não passam por esse problema, mas nenhuma esperava ser levada ao pé da letra.

Após saírem em mais uma jornada para reencontrarem a Bruxa, as duas percebem que cabe a elas remendarem os laços de seu relacionamento destrutivo e conturbado para que a maldição seja quebrada e a ordem seja restaurada. É fácil pensar nas soluções encontradas pela animação, incluindo beats de constante endossamento maternal e hierárquico, mas com pinceladas de uma modernidade que definitivamente não veríamos em outro filme de época.

A imperdoabilidade do filme vem ao final do terceiro ato. Elinor e Merida entram em constante conflito por serem essencialmente contraditórias: enquanto esta é uma rebelde mimada que não aceita que outros lhe deleguem tarefas ou ordens, ainda que permaneça fiel aos seus princípios e queira encontrar seu lugar dentro de uma família complicada, aquela busca suas inspirações em prováveis gerações passadas para fincar a marca feminina dentro de uma sociedade comandada por homens. A ideia era que as viradas epifânicas tornassem-na mais maduras, mas a verdade é que nenhuma das duas muda; a permanência em confortáveis casulos encontra um momento de alívio antes de reemergirem e trazerem um desfecho inaceitável.

CANTE A CANÇÃO

Valente é o primeiro conto de fadas dos estúdios Pixar e, por isso, sofre várias alterações em relação aos longas-metragens anteriores. Os deslizes são claros e tornam a obra inconstante e nos deixam irritados e ao mesmo tempo com um gostinho de quero mais, principalmente no tocante ao soberbo misticismo da mitologia escocesa, que realmente poderia ser mais explorada pelo roteiro.

Entretanto, devemos levar em consideração que esta narrativa é muito mais sombria e mais “madura” no sentido ao desenvolvimento heroico, ainda que não tenha alcançado sua potencialidade total, de filmes do gênero, colocando-o em uma equiparação quase paradoxal a animações clássicas. Uma jogada arriscada e que, apesar de não ter funcionado muito bem, até chega a emocionar – só não do modo como deveria.

Shea Coulée, de ‘RuPaul’s Drag Race’, entra para o elenco de ‘Coração de Ferro’

Segundo o Deadline, a famosa drag queen Shea Coulée foi escalada para o elenco de Coração de Ferro, nova série da parceria entre a Marvel Studios e o Disney+.

Coulée, que é conhecida por ter ganhado a quinta temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, se junta aos previamente confirmados Alden EhrenreichLyric RossAnthony RamosManny MontanaHarper Anthony.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Dominique Thorne estrela como Riri Williams.

“Inspirada por Tony Stark, a genial Riri Williams decide criar sua própria armadura para lutar pelo bem. Essa garota super inteligente trabalha duro e trará muita humanidade ao seu papel como a super-heroína Coração de Ferro”.

Vale lembrar que a personagem será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, próximo filme da Marvel.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Coração de Ferro irá estrear em 2023 durante o outono norte-americano, que engloba os meses entre setembro e dezembro.

Confira o logo oficial:

‘F1: Dirigir para Viver’: 5ª temporada da série documental ganha trailer e data de estreia na Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 5ª temporada da série documental F1: Dirigir para Viver.

Os novos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 24 de fevereiro.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 6ª temporada.

Confira:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Artigo | ‘Zootopia’ e as TEORIZAÇÕES sociológicas da Walt Disney…

O império Walt Disney não promoveu uma revolução no cenário cinematográfico por qualquer motivo; afinal, cada um dos membros dessa indústria investiu esforços significativos para construir narrativas atemporais, capazes de atravessar gerações de forma inenarrável. E, ano após anos, é notável como a Casa Mouse continua a entregar narrativas competentes e muito bem construídas, ainda que, de vez em quando, falhem em cumprir com o que prometem. Felizmente, isso não é o caso de Zootopia – Essa Cidade É o Bicho’.

A ideia começou quando Byron Howard, que viria se tornar um dos diretores da animação, apresentou nada menos que seis ideias aos executivos da Disney – uma delas funcionando como adaptação do clássico ‘Os Três Mosqueteiros’, outra girando em torno de um gato médico que transforma crianças em animais; essas ideias mirabolantes nutriam de um ponto em comum: resgatar o classicismo de animações como ‘Robin Hood’ e colocar personagens animais antropomorfizados como protagonistas. E, após conversas e mais conversas, o enredo de Zootopia nasceu.

O complexo cosmos comandado por Howard e por Rich Moore acompanha uma jovem coelha chamada Judy Hopps (Ginnifer Goodwin), cujo maior sonho é sair da pequena cidade de Bunnybarrow e se tornar uma grande policial combatendo o crime e prezando pela justiça em Zootopia, uma megalópole em que presas e predadores vivem em comunhão. Após se formar como a primeira cadete coelha em sua turma, deixar sua enorme família para trás e dar início a um novo capítulo de sua jornada – isso é, até ser atribuída com a tarefa de aplicar multas de trânsito em infratores. E, ainda que seu futuro não esteja sendo tão radiante quanto imaginava, ela sente que algo se esconde na vibrante e colorida Zootopia. Dito e feito, Judy resolve ajudar uma pobre lontra a encontrar o marido desaparecido, aliando-se com o golpista Nick Wilde (Jason Bateman) para descobrir seu paradeiro – desenterrando um obscuro segredo que explica eventos estranhos acontecendo na cidade.

Diferente do que imaginava, Judy não enfrenta apenas um desaparecimento, mas um complô que está encarcerando predadores que, de alguma maneira, voltaram à selvageria – mesmo séculos depois de um processo evolutivo que os inibiu de seus “instintos primitivos”. E é justamente nesse ponto que a história ganha camadas muito mais profundas do que esperávamos.

O panorama de Zootopia é infundido com diversas linhas de pensamento antropológico e sociológico do funcionamento da sociedade – dialogando com linhas que perpassam o existencialismo e a dicotomia humana entre civilidade e poder. Judy é a representação maniqueísta da “bondade”, do indivíduo com intenções nobres cuja benevolência será testada constantemente por aqueles a seu redor; mais do que isso, ela é pautada em um onirismo inquebrável que demonstra sua ingenuidade perante os verdadeiros problemas e que a impede de entender que todos temos um lado bom e um lado ruim. É por esse motivo que seu arco de amadurecimento é tão bem fixado nas estruturas macrocósmicas do longa-metragem – em que ela precisa cair para poder ressurgir das cinzas e completar sua travessia.

Nick, pelo contrário, tem essa plena consciência da ambiguidade que acomete todos – ora, quando mais jovem, forçaram-no a usar uma focinheira por seu status como raposa e, por conseguinte, como predador. É por isso que ele não confia em ninguém e, se alguém quer ver-lhe como uma raposa trapaceira, é exatamente isso que ele será. Afinal, não há motivo para querer ser diferente.

Apesar de distintos em tantas maneiras, Judy e Nick se assemelham pela necessidade de serem mais do que são – uma necessidade que enfrenta complicações quando posta frente a frente com um perigo que instaura caos e medo nos moradores de Zootopia. É notável como Howard e Moore, aliados ao certeiro roteiro assinado por Jared Bush e Phil Johnston, explicitam referências filosóficas a Foucault e Heidegger, digladiando a intrínseca relação que existe entre o medo e o poder: à medida que a trama vai tomando forma, descobrimos que o prefeito Lionheart (J.K. Simmons), envolvido com o aprisionamento dos predadores, na verdade estava tentando entender o que acontecia – e o motivo dos animais estarem retornando às raízes “involuídas” de milhares de anos atrás. A verdadeira vilã é a vice-prefeita Bellwether (Jenny Slate), uma ovelha que sempre esteve à sombra de Lionheart e, ao atingir o limite, se rebela contra aqueles que sempre a deixaram desconfortável.

Em um paralelo um pouco longínquo, podemos nos recordar da icônica frase do pensador Paulo Freire, que diz que o “sonho do oprimido é ser o opressor”; apesar de Freire estar associando a máxima à liberdade promovida pela educação, podemos traçar similaridades entre a frase e a construção de Bellwether: ela se sentiu por muito tempo diminuída e invisível, mesmo pertencendo a mais de noventa por cento da população de Zootopia. E, pelo fato de não ter as características físicas de uma predadora, ela se inclinou para os efeitos do medo para expor um “inimigo em comum” e garantir uma legião de seguidores. Heidegger, inclusive, discorre sobre o medo como uma força instaurada pelo coletivo, e não pelo individual – algo que explica as motivações da antagonista.

Até Judy é arrastada para esse errôneo pensamento, emergindo como a heroína de um grupo de animais que precisava de um símbolo. A policial, movida pelo senso cego de proteger, acaba cometendo um erro gravíssimo ao promover, indiretamente, um segregacionismo ferrenho que escala a tensões sociais e que pode ser traduzida pelo abismo que permanece vivo nas nossas comunidades – como o racismo, a xenofobia e a LGBTQIAfobia. São várias as temáticas impulsionadas pelo longa-metragem e, mesmo sete anos depois de sua estreia, permanecem de importância considerável para discussão.

Zootopia configura-se como uma das melhores e mais impecáveis animações da Disney, seja por sua originalidade, seja pelo teor bastante relacionável que cria com os espectadores. Como é de costume com grandes obras-primas da sétima arte, o filme é destinado não só às crianças, mas a qualquer um que navegue por essas majestosas águas.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Filme de Quentin Tarantino já está disponível na Paramount+!

Era uma Vez em Hollywood‘ já está disponível no catálogo Paramount+.

O longa-metragem, dirigido por Quentin Tarantino, chegou à plataforma de streaming hoje, 23 de novembro.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

Relembre o trailer:

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

O filme conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como dez indicações ao Oscar e duas vitórias, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Pitt. Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$377,6 milhões ao redor do mundo.

Marisa Abela é Amy Winehouse no teaser INÉDITO da cinebiografia ‘Back to Black’; Confira!

Universal Pictures divulgou mais um teaser inédito da cinebiografia Back to Black, que conta a história da icônica cantora e compositora Amy Winehouse.

Confira:

O filme teve uma estreia decepcionante no Rotten Tomatoes, amargando uma aprovação de 38% com base em 66 críticas.

No geral, os críticos elogiaram o desempenho de Abela, mas apontaram que o filme é falho e medíocre.

Aqui estão alguns trechos das avaliações:

“‘Back to Black’ é a história vista através dos próprios olhos da cantora, o que é uma maneira muito inteligente de evitar as armadilhas que acompanham qualquer tentativa de contar sua história de ascensão e queda”, disse Damon Wise da Deadline.

“‘Back to Black’ é, assim como sua protagonista, imperfeito e falível, mas frequentemente muito comovente”, disse Leslie Felperin do Hollywood Reporter.

“O intermitente e sinuoso poder do filme começa com a atriz britânica Marisa Abela, cuja atuação principal captura Amy Winehouse em cada olhar, humor, pronunciamento e expressão musical”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Uma cinebiografia competente, embora ocasionalmente desajeitada, animada por uma excelente Marisa Abela, que verdadeiramente incorpora Winehouse e dá vida a essas músicas”, disse James Mottram da Total Film.

“Existem outras maneiras mais difíceis e sombrias de retratar a vida de Winehouse na tela – mas Abela transmite sua ternura e, talvez o mais comovente de tudo, sua juventude, tão contrastante com aquela imagem dura e a voz estranhamente madura”, disse Peter Bradshaw da Guardian.

“Uma performance sólida prejudicada por um roteiro que escolhe a dedo os fatos e, no final das contas, nos diz menos do que já sabemos. Assista a ‘Amy’, de Asif Kapadia, em vez disso”, disse Hayley Campbell da Empire Magazine.

Confira a imagem, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007).

O título é uma referência ao álbum homônimo que a cantora lançou em 2006 com hits como ‘Rehab’, ‘You Know I’m No Good’ e a faixa título.

‘O Sobrevivente’: Astro de ‘Clube dos Vândalos’ entra para o elenco do REMAKE

De acordo com o DeadlineKarl Glusman (‘Clube dos Vândalos’) foi escalado para o elenco do remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Glusman se junta ao previamente confirmado Daniel Ezra. Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova versão.

O elenco ainda conta com Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’).

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Carême’: Série sobre o primeiro chef FAMOSO do mundo ganha trailer e data de estreia na Apple TV+!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Carême – O Rebelde da Culinária’, série francesa sobre Antonin Carême, o primeiro chef famoso da história.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 30 de abril na plataforma de streaming.

Confira:

A série é dirigida por Martin Bourboulon e conta com o roteiro de Ian Kelly Davide Serino.

Carême – O Rebelde da Culinária’ conta a fascinante história do primeiro chef famoso do mundo, Antonin Carême (Benjamin Voisin), que, de origens humildes em Paris, ascendeu ao auge do estrelato culinário na Europa napoleônica. Embora sonhasse apenas em se tornar o chef mais famoso do mundo, seu talento e ambições atraíram a atenção de políticos poderosos e renomados, que o usaram como espião da França. Determinado a escapar da pobreza e realizar seu sonho, Carême pode escolher a vingança ou ter tudo o que sonhou: mulheres, riqueza e fama. Mas a que preço? Seu amor, sua alma, sua vida.

Lyna KhoudriJérémie RenierAlice Da Luz e outros também fazem parte do elenco.

Série derivada de ‘O Resgate’ escala Boyd Holbrook no elenco

Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Sandman’‘Narcos’Boyd Holbrook assinou contrato para coestrelar a série derivada de O Resgate, da Netflix.

Juntando-se ao previamente confirmado Omar Sy, o ator dará vida a David Ibarra, líder de um time de extração e resgate, como aponta o Deadline.

Na trama…

Um mercenário (Sy) está em uma perigosa missão para resgatar reféns na Líbia. Preso entre facções em guerra e assassinos implacáveis, a série mergulha nos conflitos emocionais de personagens complexos e imperfeitos, cada um enfrentando traumas, traições e decisões de vida ou morte.

As filmagens da primeira temporada estão programadas para começar em dezembro de 2025 e devem seguir até o início ou meio de 2026. As locações escolhidas para a série são no Marrocos, norte da África.

A nova série contará ainda com Glen Mazzara como roteirista.

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‘Resgate’ e sua sequência estão disponíveis na Netflix.

Madelyn Cline se junta a Glen Powell na nova COMÉDIA do diretor de ‘Ligeiramente Grávidos’

Segundo o DeadlineMadelyn Cline (‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, ‘Outer Banks’) está em negociações para integrar o elenco da nova comédia ainda sem título oficial da Universal Pictures.

Caso o acordo seja fechado, Cline se juntará aos previamente confirmados Cristin Milioti (‘Pinguim’) e Glenn Powell (‘O Sobrevivente’) no longe-metragem, que é dirigido por Judd Apatow (‘Ligeiramente Grávidos’).

Apatow e Powell assinam o roteiro.

O filme, que traz Powell interpretando uma estrela da música country em decadência, tem estreia agendada para o dia 5 de fevereiro de 2027 nos cinemas.

Apatow também assume a cadeira de produtor através da Apatow Productions, enquanto Powell e Dan Cohen integram o time pelo selo BarnstormKevin Misher também é um dos produtores.

Cline ganhou fama ao estrelar o drama jovem-adulto ‘Outer Banks’, da Netflix, que ainda está em exibição na plataforma de streaming. Ela também colaborou com o aclamado realizador Rian Johnson na comédia de mistério ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, segundo capítulo da franquia ‘Entre Facas e Segredos’. No ano passado, ela estrelou o remake do clássico slasher ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’.

Mais informações não foram reveladas.

Ethan Hawke e Russell Crowe no ÉPICO trailer do drama histórico ‘The Weight’; Confira!

Vertical Entertainment divulgou o trailer oficial de The Weight, épíco histórico estrelado por Ethan Hawke (‘O Telefone Preto’) e Russell Crowe (‘Gladiador’).

O longa chega aos cinemas norte-americanos no dia 18 de setembro.

Confira:

Ambientado no Oregon da década de 1930, durante o auge da Grande Depressão, o filme acompanha Samuel (Hawke), um veterano com cicatrizes de batalha que aceita um trabalho perigoso contrabandeando uma fortuna em ouro através da natureza para salvar o que restou de sua família.

Padraic McKinley dirige o projeto, que está sendo supervisionado pela Fields Entertainment, Under The Influence e Augenschein Filmproduktion, em colaboração com a Construction Film.

Julia Jones, Austin Amelio, Avi Nash, Sam Hazeldine, Avy Berry, George Burgess, Lucas Lynggaard Tonnesen e outros integram o elenco.

Luke Cage pode ser resgatado em filme da Marvel, mas Mike Colter será reescalado

Há algumas semanas, rumores indicaram que a Marvel Studios pretende resgatar o Demolidor, Jessica Jones, e o Justiceiro para introduzi-los ao MCU.

Além disso, seus respectivos intérpretes: Charlie Cox, Krysten Ritter, e Jon Bernthal podem retornar aos seus papéis de origem.

E, de acordo com o We Got This Covered, Luke Cage também deve ser resgatado, mas Mike Colter, intérprete do personagem na série da Netflix, não foi convidado para reprisar o papel.

Ainda não se sabe qual será a importância do personagem no futuro do MCU, mas vale lembrar que ele já foi membro dos ‘Thunderbolts‘, e há grandes chances da equipe ser apresentada no filme da ‘Viúva Negra’.

Nos quadrinhos, os ‘Thunderbolts‘ são uma equipe de vilões reformados servindo ao governo em busca de redenção, assim como o ‘Esquadrão Suicida‘. Entre seus principais membros estão o Hulk Vermelho, Soldado Invernal, Motoqueiro Fantasma, e Barão Zemo.

Por enquanto, ainda não há nada confirmado, já que a Marvel não pode usar os personagens da Netflix por pelo menos mais dois anos, por conta de questões contratuais.

Enquanto isso, os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

 

Rede de cinemas insiste em reabertura a partir de agosto; Confira!

De acordo com o Comic Book, a Cineworld, responsável pela redes de cinema Regal, planeja reabrir suas portas no território americano a partir de 21 de agosto.

Mesmo com o avanço da pandemia do Coronavírus, o presidente da companhia, Mooky Greidinger, pretende recuperar o que resta da temporada de exibições em 2020.

Através de um comunicado, o executivo demonstrou animação com a decisão.

“Receber o público nas nossas salas de cinemas será uma celebração, não apenas para nossa equipe e indústria, mas principalmente para os fãs que aguardam ansiosamente os próximos lançamentos do ano.”

Ele também ressaltou que a principal prioridade é a saúde de todos, e a companhia vai obedecer todas as normas de segurança propostas pelas autoridades.

“A saúde e a segurança de nossa equipe, clientes e colaboradores é a nossa principal prioridade, estamos felizes em convidar o público a reviver à experiência atemporal de assistir filmes nas telonas, algo que todos sentimos falta. Para isso, continuaremos a monitorar a situação de perto, obedecendo os regulamentos ou orientações das autoridades de saúde pública”.

Para quem não sabe, a Regal possui mais de 7.000 salas de cinema espalhadas em 42 estados dos EUA.

Esta é a 2ª vez que a companhia planeja a reabertura, que estava agendada para 10 de julho.

No entanto, uma pesquisa publicada pelo The Hollywood Reporter revelou que a maioria do público não está preparado para retornar aos espaços.

Realizada pelo Morning Consult, a pesquisa entrevistou 2200 pessoas no território americano.

Questionados se pretendiam retornar aos cinemas assim que as salas fossem reabertas, apenas 7% dos entrevistados disseram que se sentem à vontade sobre isso, enquanto 65% afirmaram que “é muito improvável.”

Os pesquisadores foram mais além e perguntaram se alguém pretendia retornar ao longo de 2020. Somente 12% do público disse que sim, e 37% que não.

Por outro lado, 34% responderam que se sentiriam mais seguros a retornar se as redes obrigassem o público a usar máscaras durante as sessões.

Confira:

‘Mortal Kombat’: Lewis Tan diz que várias cenas de luta foram descartadas da versão final

Mortal Kombat já estreou em diversos países e os fãs da franquia estão surtando com as brutais cenas de luta da adaptação dirigida por Simon McQuoid.

No entanto, parece que o longa teria muito mais cenas desse tipo, mas que acabaram sendo descartadas da versão final.

A informação foi revelada por Lewis Tan em resposta a um fã, que perguntou se uma versão estendida poderia ser lançada em algum momento.

Confira:

“‘Mortal Kombat‘ foi épico! Quero acreditar que algum dia poderia ser lançada uma versão estendida com mais cenas de luta! Bom trabalho, Ludi Lin, Lewis Tan, Joe Taslim, Max Huang, Todd Garner, Greg Russo, Jessica McNamee e Mehcad Brooks!”, disse o fã.

Ao que Tan respondeu:

“Há muito mais lutas que não foram inseridas, incluindo a minha favorita. Espero que sejam divulgadas em conteúdos extras.”

Infelizmente, o astro não entrou em detalhes sobre as cenas, talvez porque elas realmente possam ser divulgadas no lançamento do Blu-ray.

No Rotten Tomatoes, o longa sofreu uma queda brusca em suas avaliações após a estreia nos EUA, caindo de 66% de aprovação para 55%, dando ao filme o título ‘rotten’ (tomate podre).

Para quem não sabe, o site agrega críticas de todo o mundo e dá aos filmes uma classificação a partir da análise geral.

Caso um título fique abaixo dos 75%, é considerado um ‘tomate podre’, em referência ao ato de quando o público atirava tomates estragados em artistas ruins em peças teatrais.

Em uma das avaliações, um crítico da Slant Magazine diz que “o filme traz apenas violência gratuita na tentativa de entreter o público com uma narrativa pobre copiada das telas de games”.

Confira as principais análises:

“Essa versão é mais envolvente que a de 1995, mas é difícil evitar a sensação entediante que os filmes inspirados em games passam par nós.” – indieWire.

“Os fãs de longa data de ‘Mortal Kombat’ poderiam aproveitar melhor seu tempo com a última versão do jogo do que assistindo uma história de origens.” – Chicago Sun Times.

“Sub-zero e Scorpion estão perfeitos. Mas o resto é tão fraco que esta versão consegue ser pior que o primeiro filme, injustamente difamado.” – Nestor Cine Desde Hollywood.

“A narrativa fina como papel é tão sem sentido que dificilmente é uma desculpa para as mesquinhas ambições do filme.” – Mark Reviews Movies.

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Cobra Kai’: 6ª temporada JÁ ESTÁ sendo escrita, confirma showrunner

Quando a Netflix adquiriu os direitos de exibição e produção de ‘Cobra Kai‘, foram planejadas apenas cinco temporadas para a derivada de ‘Karatê Kid‘.

No entanto, o showrunner Josh Heald já havia revelado que tem planos para algo mais além disso.

E, durante uma entrevista para o Collider, o cineasta confirmou que a 6ª temporada da atração já está sendo escrita.

“Há personagens e enredos que consideramos desde o início. Em alguns casos, teríamos dito: ‘Ok, isso vale para uma temporada’, e esse enredo acabou acontecendo em um episódio ou dois. E então há o oposto disso, quando um enredo específico pode se estender para mais de uma temporada. Por isso, sempre olhamos para o nosso plano original com a mente aberta, porque há tantos novos rumos, personagens, interações…”

Ele continuou:

“Quando você se aprofunda em alguns relacionamentos, você naturalmente consegue desenvolver mais histórias. Ainda temos um plano para o fim da série., mas já estamos escrevendo material para além da 5ª temporada. Tem sido divertido trazer esses novos personagens e vê-los caminhar em suas próprias estradas.”

Lembrando que a 4ª temporada já está disponível na Netflix. 

No novo ciclo, Johnny e Daniel terão que deixar as diferenças de lado e unir forças para impedir que o sensei John Kreese gere uma nova e perversa rivalidade entre um grupo de adolescentes. Prestes a entrar em um novo torneio de Karate, eles dois ainda descobrirão que o que está em jogo é muito mais do que um simples troféu.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

 

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

 

 

 

 

 

 

 

 

Diretor de ‘X – A Marca da Morte’ diz que ‘Pearl’ quase não saiu do papel

Ao longo de sua carreira, o diretor Ti West mergulhou em diversos elementos do terror, incluindo o tormento sobrenatural em ‘Hotel da Morte‘, um culto satânico em ‘A Casa do Demônio‘ e uma homenagem aos slashers dos anos 80 em ‘X – A Marca da Morte‘.

Este último gira em torno de um grupo de cineastas que estão prestes a gravar um filme erótico, mas que acabam sendo atacados por uma assassina idosa e maníaca chamada Pearl (Mia Goth).

O longa foi bastante aclamado e recebeu 94% de aprovação dos críticos, o que levando a criação de mais dois filmes, a pré-sequência Pearl e o vindouro ‘MaXXXine‘, que dará continuidade à trama do primeiro título.

No entanto, a trilogia quase não aconteceu, como revelou West.

Em entrevista para o Bloody Disgusting, o cineasta disse que inicialmente pensou em ‘X – A Marca da Morte‘ como um filme único, pois o roteiro de ‘Pearl nasceu apenas como um exercício de criatividade.

Por outro lado, a produtora A24 apostou na ideia, o que incentivou West a lapidar o roteiro e a escrever mais uma história, que deu origem ao que veremos em ‘MaXXXine‘.

“Nós nunca teríamos feito este filme [‘Pearl’], sem o incentivo da A24. Depois de ‘X – A Marca da Morte’, nosso pensamento era de ir para casa porque o trabalho estava concluído.”

Ele continuou:

“O roteiro de ‘Pearl‘ não era para valer nada. Eu sabia disso quando o escrevi. Eu sabia que era completamente uma aposta sem retorno, era mais como um exercício de escrita, e isso era tudo porque não parecia que fazia sentido. Além disso, achei que o orçamento do filme seria enorme para reproduzir tudo o que estava no papel.”

Felizmente para os fãs de terror, A24 arriscou na trilogia e ‘Pearl foi aclamado com 86% de aprovação da crítica especializada.

E com a vindoura chegada de ‘MaXXXine‘, a trilogia ‘X’ pode ser mais uma jogada de sucesso no currículo da produtora.

Relembre o trailer de ‘Pearl‘:

Lembrando que West já está desenvolvendo o roteiro do terceiro filme, intitulado ‘MaXXXine‘.

“Sou muito grato à A24 por ter tido a oportunidade de fazer isso. Uma das partes mais legais desse filme é a noção que há algo maior por trás de tudo isso. O que eu posso dizer sobre [a pré-sequência] ‘Pearl’, que nós já filmamos, é que será focada nessa personagem. Nós iremos descobrir mais sobre ela. Terá uma estética muito diferente de ‘X’. Eles poderão ser assistidos de forma independente, mas os dois filmes se completam de uma forma específica.”

Ele completa, “O terror ‘X’ é influenciado pelos filmes independentes dos anos 70, enquanto ‘Pearl’ irá abordar uma era muito diferente do cinema. Se tivermos a chance de fazermos o terceiro filme, ele também será inspirado por uma era diferente.”

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

Você percebeu? ‘The Flash’ traz pequena participação de astro de ‘Game of Thrones’

O texto abaixo contém SPOILERS!

The Flash‘ conta com uma série de participações especiais, algumas são essenciais para a trama e outras servem apenas como fan service.

Além disso, ainda há aquelas que servem como uma simples participação sem grande importância, mas que podem agradar aos fãs, como a de Nikolaj Coster-Waldau, o Jaime Lannister de ‘Game of Thrones‘.

Sua aparição acontece quando o Barry (Ezra Miller) mais jovem está aprendendo a usar seus poderes e sente uma sobrecarga metabólica.

No instante seguinte, ele rouba uma fatia de pizza de um pedestre desavisado, e a vítima é ninguém menos que Coster-Waldau.

Para quem não sabe, o astro é um grande amigo do diretor Andy Muschietti, com quem trabalhou em ‘Mama‘ (2013) filme de terror baseado em um curta de autoria do próprio Muschietti.

O longa marcou sua estreia na direção de grandes produções, e desde então ele e Coster-Waldau apoiam um ao outro em seus trabalhos.

Por conta disso, o ator não poderia ter recusado sua breve aparição em ‘The Flash‘.

E aí, você reparou que era ele ou piscou e perdeu a cena?

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Trailer de ‘Coringa 2’ provoca casamento de Arthur e Harley Quinn

A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Coringa: Delírio a Dois’, aguardada sequência do filme de 2019 que traz Joaquin  Phoenix reprisando o papel icônico do palhaço do crime e Lady Gaga como sua amante, Arlequina.

E a prévia pode ter dado uma pista de um possível casamente dos criminosos.

Um dos elaborados números musicais mostrados nas cenas destaca Arthur e Harley Quinn em um palco, com Harley caminhando por uma passarela iluminada em direção a uma capela.

Embora não se saiba exatamente qual é o contexto dessa cena – se é ou não algum tipo de sonho ou ilusão – pelo menos provoca que o matrimônio do Coringa e da Harley pode ser uma dos temas da sequência.

Nos quadrinhos, o relacionamento da dupla raramente se encaminha para o casamento, especialmente com os quadrinhos mais recentes abordando a natureza problemática ou totalmente tóxica desse romance.

A única grande exceção foi em ‘Batman: O Cavaleiro Branco‘, uma série de quadrinhos do selo Elseworlds, na qual os vilões realmente juntaram as alianças.

E aí, o que você acha da hipótese?

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Vale lembrar que é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Roteirista revela ideia INUSITADA para ‘Velocidade Máxima 3’

Keanu Reeves, um dos protagonistas do clássico filme de ação ‘Velocidade Máxima‘ de 1994, revelou recentemente que está aberto a fazer um terceiro filme da franquia, caso haja uma boa história a ser contada.

O primeiro filme, que conta a história de um ônibus que explode caso a velocidade caia abaixo de 55 milhas por hora (88 quilômetros por hora), é considerado um marco dos anos 90 e lançou Reeves e Sandra Bullock para o estrelato.

No entanto, a sequência de 1997, ‘Velocidade Máxima 2‘, não agradou o público ou a crítica, levantando questões sobre o potencial limitado da franquia.

O escritor original Graham Yost brincou que, se um terceiro filme fosse desenvolvido, seria basicamente a mesma história, mas com a velocidade mínima aumentada em 5 milhas por hora.

“O que Keanu disse foi: ‘Se o roteiro for bom o suficiente'”, disse Yost ao ComicBook. “E é isso que realmente importa. O que você faz? Minha piada antiga para ‘Velocidade Máxima 3’ era ‘Desta vez, é 60’, e é isso. Apenas um pouco mais rápido, mas é tudo a mesma coisa. E todo mundo envolvido tem 60 anos. É como quando você assiste John Wick; cada um é basicamente o mesmo filme, mas eles são ótimos. Eu gosto, eles são brutais.”

Embora a possibilidade de um terceiro filme ainda seja incerta, os fãs ainda aguardam ansiosamente por uma chance de ver Reeves voltar ao universo da franquia.

Enquanto isso, Keanu Reeves está em cartaz nos cinemas com o aclamado John Wick 4: Baba Yaga‘, que já fez US$ 350 milhões mundialmente, superando a bilheteria total do terceiro filme e se tornando a maior arrecadação global da franquia.

No Rotten Tomatoes, o longa reside com nada menos que 93% de aprovação, com nota 8.10/10 baseada em 89 reviews até o momento, tornando o capítulo o mais bem avaliado do site. A encargo de comparação, os outros capítulos possuem 86%89% e 89% de aprovação, respectivamente.

Além de rasgarem elogios para as cenas de ação e para o estelar elenco, os especialistas disseram que a produção é uma das melhores do gênero de ação da última década.

Confira os comentários:

“Com duração de 2 horas e 49 minutos, é maior que os filmes anteriores em todos os sentidos – nem melhor nem pior, apenas mais” – BBC.com.

John Wick 4’ ganha cada segundo de seu tempo de execução épico, e há um forte argumento a ser feito de que é a melhor das sequências” – CinemaBlend.

“[O filme] é um épico em todos os sentidos da palavra: épico em extensão, épico em escala e épico em emoções” – Digital Spy.

John Wick 4’ pode ser um pouco longo, mas quando é divertido, poucos filmes conseguem competir com seu magnetismo” – Sunshine State Cineplex.

“Se os três filmes anteriores não foram sua preferência, o que é servido por John Wick 4’ não vai mudar sua opinião. Mas se você adora ação cinética ambientada em locais deslumbrantes, não há ninguém em Hollywood fazendo isso melhor do que Reeves e [o diretor Chad] Stahelski” – The Lamplight Review.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

Reboot de ‘Highlander’ terá trilha sonora do Queen, confirma diretor

Em uma entrevista ao The Wrap, o diretor Chad Stahelski confirmou que o aguardado reboot de ‘Highlander‘, estrelado por Henry Cavill, manterá a icônica trilha sonora do Queen.

Stahelski revelou que a música da lendária banda britânica será incorporada de uma forma diferente ao filme.

“Sim. Provavelmente de uma maneira diferente do que o público espera, mas teremos Queen”, afirmou Stahelski.

As gravações do filme, que está previsto para ser uma reinvenção épica da amada franquia, estão programadas para começar no início de 2024. O estúdio planeja investir inicialmente cerca de US$ 100 milhões no projeto, indicando uma produção de grande escala.

Em entrevista para o Collider, o diretor foi questionado sobre o desenvolvimento do reboot e deu notícias animadoras.

“Estamos no processo de ajustes agora. Acho que sabemos o que queremos. Mais importante do que tudo, sabemos o que queremos fazer. Está nos estágios de melhorias criativas e sabemos o que estamos tentando fazer. É apenas uma questão de chegar ao ponto em que sentimos: ‘Ok, é isso. Vamos começar’. Mas estamos mais perto do que nunca, então isso é bom.”

Stahleski também mencionou Cavill, dizendo que vem conversando com o ator sobre o projeto.

“Não se trata apenas de músculos, mas de carisma. Acho que ele [Henry] tem um alcance incrível e acho que ele traria algo muito especial para o projeto. E seu entusiasmo sobre a ideia foi incrível.”

No ano passado, Stahelski já havia comentado sobre  a escolha do ator.

“Henry obviamente tem o porte físico, mas isso não significa muito se você também não pode carregar a empatia de um personagem que viveu 500 anos, e eu precisava de alguém que pudesse fazer as duas coisas. O arco do personagem se estende por centenas de anos e ele se torna muitas personalidades diferentes, todas estendendo a linha do tempo de seu crescimento emocional. Então, durante nosso primeiro encontro, minhas suspeitas foram confirmadas: Henry estava imediatamente remexendo na ideia do fardo da imortalidade e você podia ver em seus olhos que ele pode se transformar de uma alma jovem e vibrante em uma alma velha e sábia.”, afirmou o diretor.

Em seu perfil do Instagram, Cavill também afirmou que esta é uma oportunidade única em sua carreira.

“Sou fã de Highlander desde criança. Dos filmes em toda a sua glória da década de 1980, até a série de TV que tinha um ator que se parecia muito com um dos meus irmãos”, disse ele sobre a produção estrelada por Adrian Paul.

Ele continuou:

“Treinar com espadas e ter um diretor tão talentoso como Chad Stahelski no comando, esta é uma oportunidade sem igual. Mergulhar fundo na narrativa da franquia com todas as ferramentas à nossa disposição fará disso uma aventura e tanto (e espero que todos vocês nunca se esqueçam).” 

Lembrando que Cavill conquistou aclamação ao viver um guerreiro com uma espada em ‘The Witcher‘, então é fácil ver porque ele foi escolhido para um filme sobre espadachins imortais.

O reboot de ‘Highlander’ está sendo produzido pela Summit Entertainment, estúdio administrado pela Lionsgate, e a ideia já vinha sendo abordada desde 2009, quando Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 9’) foi cogitado para assumir a direção.

O primeiro Highlander‘ estreou em 1986 e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Para quem não se lembra a série acompanha as aventuras de outro imortal, Duncan MacLeod, vivido por Adrian Paul.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

‘The Boys’: Final de temporada recebe AVISO devido ao ataque a Trump!

The Boys concluiu sua jornada na 4ª temporada, abordando uma eleição presidencial e o dia da posse, período durante o qual são feitas tentativas de assassinato contra o presidente eleito e o vice-presidente eleito.

Anteriormente intitulado “Assassination Run”, o episódio foi escrito há mais de um ano e filmado no ano passado. No entanto, sua exibição coincidiu com os dias seguintes a uma tentativa de assassinato do ex-presidente dos EUA e atual candidato presidencial, Donald Trump.

Como resultado, o episódio foi renomeado simplesmente como “Final da Quarta Temporada”, e um aviso de “discrição do espectador recomendada” foi adicionado no início.

“O final da temporada de ‘The Boys’ contém cenas de violência política fictícia, que alguns espectadores podem achar perturbadoras, especialmente à luz dos ferimentos e da trágica perda de vidas ocorridas durante a tentativa de assassinato do ex-presidente Trump”, diz um comunicado compartilhado pelo Prime Video. “‘The Boys’ é uma série fictícia filmada em 2023, e qualquer semelhança de cena ou enredo com eventos do mundo real é coincidência e não intencional. Amazon, Sony Pictures Television e os produtores de ‘The Boys’ rejeitam, nos termos mais fortes, qualquer tipo de violência do mundo real”.

“Quando apresentamos o show pela primeira vez, foi antes de Trump ser eleito”, disse Kripke em uma entrevista à Variety. “E a ideia de que uma celebridade realmente quisesse se transformar em um autocrata fascista era uma ideia meio louca. Quer dizer, ainda é. Mas acabou acontecendo? De certa forma, tivemos sorte com um show cuja metáfora realmente é sobre o momento em que estamos vivendo, que é o cruzamento entre celebridade e autoritarismo. E uma vez que percebemos isso, pensamos: ‘Bom, temos que ir até o fim’. E assim, a cada temporada, nós apenas empurramos um pouco mais, mas está tudo lá. Quero dizer, está tudo na primeira temporada. [Homelander] está dando discursos muito à la George Bush. Ele está sendo elogiado por multidões de seguidores devotos. Está lá desde o início”.

The Boys está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘Eu Só Posso Imaginar 2’: Anuncia novos nomes no elenco, incluindo Joshua Bassett e Milo Ventimiglia

A Lionsgate e a Kingdom Story Company anunciaram novos nomes para o elenco deEu Só Posso Imaginar 2’, sequência do filme que conta a história de Bart Millard, vocalista da banda cristã MercyMe.

Segundo o Deadline, Arielle Kebbel, Joshua Bassett, Sophie Skelton e Sammy Dell foram contratados para estrelar ao lado de Milo Ventimiglia. Os atores se juntam a John Finley, Trace Adkins e Dennis Quaid, que retornam para a sequência.

As filmagens começam em abril em Nashville. Kebbel interpretará Hilary Timmons, esposa de Tim Timmons (Ventimiglia). Bassett será Christopher, cunhado de Bart, enquanto Skelton interpretará Shannon, esposa de Bart. Dell fará sua estreia no cinema como Sam, filho de Bart.

A sequência será dirigida por Andrew Erwin e Brent McCorkle, com roteiro de McCorkle.

Eu Só Posso Imaginar, lançado em 2018, foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 83 milhões de dólares nos Estados Unidos.

O filme está disponível na Netflix.

De ‘Wicked 2’ a ‘O Telefone Preto 2’: Universal divulga datas de estreia dos seus próximos lançamentos de 2025

Com o final do ano se aproximando, a Universal Pictures divulgou seus próximos lançamentos para os últimos meses de 2025, com destaque para algumas das sequências mais aguardadas do ano.

‘Ele’ (Him)
Estreia: 19 de setembro de 2025

“A trama acompanha Cameron Cade, um jovem jogador de futebol americano que começa a viver situações aterrorizantes após ser orientado pelo veterano quarterback Isaiah White. À medida que sua obsessão por se tornar o “maior de todos os tempos” cresce, as consequências se tornam cada vez mais sombrias e sangrentas”, diz a sinopse.

A Casa Mágica da Gabby: O Filme
Estreia: 26 de setembro de 2025

“Neste filme, Gabby e sua avó Gigi viajam pela estrada, mas a valiosa casa de bonecas de Gabby acaba nas mãos da excêntrica gata Vera. Gabby, então, reúne os Gabby Cats em uma missão para recuperar seu precioso tesouro, antes que seja tarde demais”, diz a sinopse.

O Telefone Preto 2
Estreia: 17 de outubro de 2025

“Em ‘O Telefone Preto 2’, Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro. Enquanto isso, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno. Decidida a resolver o mistério, Gwen convence Finn a visitá-lo durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar”, diz a sinopse.

‘Wicked Parte 2’
Estreia: 21 de novembro de 2025

“Wicked – Parte 2 continua a história de duas amigas improváveis, Elphaba (a Bruxa Má do Oeste) e Galinda (Glinda, a Bruxa Boa). O relacionamento delas é abalado por personalidades e pontos de vista opostos, um mesmo interesse amoroso, reações ao governo corrupto do Mágico e, em última análise, a queda de Elphaba em desgraça”, diz a sinopse.

‘Five Nights at Freddy’s 2’
Estreia: 5 de dezembro de 2025

“Nesta sequência do maior sucesso da história da Blumhouse, Mike, Abby e Vanessa tentam sobreviver por mais cinco noites quando um novo grupo de animatrônicos sai da pizzaria e causa o caos na cidade”, diz a sinopse.