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‘Outer Banks’: John e Sarah dançam em novo clipe da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘Outer Banks‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 30 de julho.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Entrevista com o Vampiro’: Adaptação da AMC ganha as primeiras imagens; Confira!

A AMC divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.

Confira:

O elenco contará com Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

Assista às primeiras cenas da produção abaixo:

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘1923’: Showrunner revela o orçamento GIGANTE do spin-off de ‘Yellowstone’

Em entrevista ao Deadline, o criador Taylor Sheridan revelou que ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘, deve ser a produção mais cara da televisão.

Sheridan comparou sua série com ‘Game of Thones‘, revelando a média do orçamento gigantesco para a produção de cada episódio de ‘1923‘.

“Eu diria que ‘1883’ teve a primeira temporada vai cara da história da televisão. ‘1923’ foi ainda mais cara. Muito mais. Eu não sei qual é o orçamento de ‘Game of Thrones’, mas não acho que eles gastaram tanto. Mostramos seis mil ovelhas, três mil cabeças de gado e, conforme a série avança, vamos para a África. É tudo real. Sabe quão difícil é mover uma equipe para a África em 2022 após a pandemia de COVID, com todas as regras e políticas?”

Ele completa, “A Paramount é muito maleável quanto isso, pelo menos comigo. Eles adicionam mais episódios quando eu preciso deles para contar a história. Essa é uma série que custa cerca de US$ 30-35 milhões por episódio, e eu pedi oito episódios extras. Eu percebi que acabei pedindo por mais US$ 240 milhões.”

E parece que o investimento está dando certo! A pré-sequência ‘1923‘ se tornou a maior estreia da história da Paramount+ (no território norte-americano) – superando o recorde anterior em quase 80%.

A série derivada registrou 7.4 milhões de visualizações no serviço de streaming e através de diversas exibições na Paramount Network. Além disso, a produção também registrou a maior estreia do ano para um canal pago.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

A trama explora as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

‘Chucky’ passa por transformação CHOCANTE no trailer da 2ª metade da 3ª temporada; Confira!

O canal SyFy divulgou o trailer da segunda metade da 3ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos apenas em 2024.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

O Conde de Monte Cristo

(Le comte de Monte-Cristo)

 

Elenco:

Pierre Niney
Bastien Bouillon
Anaïs Demoustier

 

Direção: Alexandre de La Patellière, Matthieu Delaporte

Gênero: Aventura

Duração: 173 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 5 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

A trama de O CONDE DE MONTE CRISTO é centrada em Edmond Dantès, um jovem marinheiro falsamente acusado de traição e encarcerado no Château d’If, uma sombria fortaleza na ilha próxima de Marselha. Após anos de cativeiro, ele escapa e, sob a identidade do Conde de Monte Cristo, planeja vingar-se dos que o acusaram injustamente.

Crítica | O Conde de Monte Cristo – Uma Superprodução Moderna de Clássico da Literatura Francesa

Curiosidades: 

» Nova adaptação do clássico romance assinado por Alexandre Dumas;

» Produzido por Dimitri Rassam e Pathé, o filme traz Pierre Niney como o icônico personagem-título;

» O longa-metragem fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2024;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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‘Juntos’: Terror com Dave Franco ganha data de estreia no Brasil; Confira o teaser LEGENDADO!

A Diamond Films finalmente anunciou quando o terror ‘Juntos‘ (Together), estrelado pelo casal Dave Franco e Alison Brie, será lançado no Brasil.

O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Confira o teaser legendado e siga o CinePOP no Youtube:

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

Confira o visual da Sophie Turner como Lara Croft na 1ª imagem do live-action de ‘Tomb Raider’

Para comemorar o início das filmagens, a Amazon MGM Studios divulgou a primeira imagem promocional da série live-action ‘Tomb Raider‘.

A imagem destaca a atriz Sophie Turner (‘Game of Thrones’) caracterizada como a icônica Lara Croft.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com Sigourney Weaver, Jason Isaacs, Martin Bobb-Semple, Jack Bannon, John Heffernan, Bill Paterson, Paterson Joseph, Sasha Luss, Juliette Motamed, Celia Imrie e August Wittgenstein.

Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) é responsável pela nova adaptação, servindo como criadora, roteirista e produtora executiva.

Ela também servirá como showrunner ao lado de Jonathan Van Tulleken e Chad Hodge.

Vale lembrar que Sophie Turner será a terceira atriz a dar vida à icônica personagem Lara Croft nos cinemas. Antes dela, Angelina Jolie interpretou a aventureira em ‘Lara Croft: Tomb Raider’ (2001) e ‘Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida’ (2003), enquanto Alicia Vikander assumiu o papel em ‘Tomb Raider: A Origem’ (2018).

‘Aftermath’: Schwarzenegger é um homem em busca de redenção em vídeo; Assista!

Arnold Schwarzenegger é um pai em busca de redenção pela morte de sua esposa e filha em um acidente de avião, na cena do drama ‘Aftermath‘, exclusivamente divulgada pelo site Empire.

No vídeo, Arnie exige desculpas da empresa responsável pelo ocorrido e é pressionado a abrir mão de sua vingança para receber uma indenização.

Confira o clipe, sem legendas:


Confira, com o trailer legendado:

Duas vidas colidem após de um grave acidente aéreo devastador. Aftermath conta uma história de culpa e vingança, depois de um erro cometido pelo controlador de tráfego aéreo, que resulta na perda da esposa, filha e neta de um homem (Arnold Schwarzenegger).

Além de Schwarzenegger como protagonista, o elenco ainda é formado por Maggie Grace (‘Busca Implacável‘), Scoot McNairy (‘Argo‘), Kevin Zegers (‘Transamérica‘), entre outros nomes.

Com direção de Elliott Lester (‘Nightingale – Peter e Sua Mãe’) e com roteiro de Javier Gullón (‘O Homem Duplicado‘), ‘Aftermath‘ tem estreia prevista para março de 2017 nos EUA.

O filme ainda conta com a produção de Darren Aronofsky (‘Cisne Negro‘, ‘Réquiem por um Sonho‘).

Esposa de Robin Williams revela verdadeira causa da morte do ator

A esposa do veterano Robin Williams, Susan Williams, falou pela primeira vez sobre a súbita morte do ator em um programa de TV.

E segundo ela, o suicídio de Robin não teria sido em virtude de um caso de depressão, mas sim devido a uma longa luta do ator contra uma doença que afeta o sistema cognitivo.

Disse ela:

“Não foi a depressão que o matou. Na verdade, ele sofria de Demência com corpos de Lewy. Depressão foi apenas uma palavra que eles escolheram para se referir a 50 sintomas distintos, quando na verdade era apenas um”.

Susan ainda pontuou durante a entrevista que Robin teria recebido um diagnóstico preocupante. Ela afirma que o médico deu apenas três anos de vida ao veterano, salientando que estes serão os piores de sua vida.

Continuou:

“Lhe foi dito que ele teria apenas três anos de vida e estes seriam extremamente difíceis e ele provavelmente estaria completamente debilitado. Pouco antes de ele tirar sua própria vida, estava paranóico e muito ansioso. Mas uma semana antes dessa tragédia, ele estava querendo se internar em um hospital que pudesse monitorar suas habilidades neurocognitivas”.

 

 

‘Star Wars’: Série de Jon Favreau ganha título oficial e novos detalhes da trama

A série live-action de ‘Star Wars‘, escrita e produzida por Jon Favreau, está caminhando a passos largos e teve seu título oficial divulgado.

A produção se chamará ‘The Mandalorian‘ (Os Mandalorianos) e foi anunciado pelo próprio cineasta, por meio de sua conta oficial do Instagram. Além do nome da produção, Favreau trouxe novos detalhes relacionados à trama, que pontuam seu contexto histórico e apresentam um novo guerreiro.

“Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo de ‘Star Wars’. ‘Os Mandalorianos’ se passa depois da queda do Império e da emersão da Primeira Ordem. Seguimos a labuta de um pistoleiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República…”

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

#starwars #TheMandalorian

Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em

 

O diretor já esteve envolvido com Star Wars antes, emClone Wars (a série animada), e fez uma participação em Han Solo: Uma História Star Wars.

A série deve ser lançada no final de 2019.

‘Star Wars’: Criadores da série de ‘Game of Thrones’ produzirão os novos filmes

‘Tell Me Who I am’: Chocante documentário da Netflix ganha trailer intenso; Assista!

O chocante documentário da Netflix, intitulado ‘Tell Me Who I am‘, ganhou um intenso trailer.

Confira:

Após perder a memória aos 18 anos, Alex Lewis confia em seu irmão gêmeo Marcus para ensiná-lo sobre si mesmo. Mas a idílica infância que Alex imagina ter tido de fato esconde um traumático segredo de família, que os gêmeos terão que enfrentar juntos, décadas depois.

Tell Me Who I am‘ estreia na Netflix no dia 18 de outubro.

 

 

‘A Escolhida’: Terror com Janelle Monáe será lançado nos EUA em Blu-ray em novembro

Após ganhar uma nova data de estreia para 21 de agosto, o terror Antebellum, protagonizado por Janelle Monáe, teve seu lançamento nos cinemas cancelado, foi direcionado para o formato VOD (video on demand) e em breve chegará às prateleiras em Blu-ray e DVD, bem como nos moldes digitais.

De acordo com o portal ComicBook.com, o lançamento norte-americano acontecerá no dia 03 de novembro.

Em um comunicado oficial conjunto, os roteiristas e diretores do terror, Gerard Bush e Christopher Renz, comentaram a novidade, salientando a jornada do longa, que era um dos mais aguardados de 2020:

“Estamos entusiasmados com o fato de ‘A Escolhida‘ continuar sua marcha em direção aos lares em toda a América. Ultra 4k HD, Blu-ray e DVD incluirão cenas bônus deletadas nunca antes vistas e a capacidade de voltar e pegar todas as pistas que você pode ter perdido na primeira exibição. ‘A Escolhida‘ com certeza gerará algumas conversas realmente animadas ao redor da mesa de jantar neste próximo Natal”. 

Crítica | Escolhida – Terror com Janelle Monáe é uma mistura pouco inspirada de Jordan Peele e Shyamalan

A trama acompanha Veronica Henley, uma escritora de sucesso que se vê presa em uma cruel realidade nos tempos em que os negros ainda eram escravizados nas fazendas de algodão dos EUA. 

Assista:

O filme é dirigido por Gerard BushChristopher Renz.

O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.

Eric LangeJena MaloneJack HustonKiersey ClemonsTongayi Chirisa, Gabourey Sidibe, Robert AramayoLily Cowles completam o elenco.

Crítica | A Última Noite: Terror cômico natalino com Keira Knightley poderia ser incrível, mas se perde

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2021

Temas apocalípticos nunca foram tão palpáveis em nossas vidas. E em uma Hollywood que ama uma catástrofe global de proporções bíblicas, filmes como A Última Noite facilmente encontram em nós um cantinho, um apreço natural. E no longa dirigido e roteirizado por Camille Griffin, nossos conflitos com o meio ambiente chegam ao seu epicentro, resultando em uma reação em cadeia onde a morte chegará no exato dia em que celebramos o nascimento de Cristo. Mas no terror cômico natalino estrelado por Keira Knightley, o que poderia ser uma oportunidade valiosa de debater privilégios e outras injustiças sociais se transforma em uma experiência incompleta, onde ficamos tanto à deriva quanto os próprios personagens.

O que A Última Noite traz de cativante é a conflitante e constante tensão entre os personagens, por todos saberem e temerem o instante de suas mortes. Durante aquele que será o último jantar entre um grupo de amigos e suas respectivas famílias, questões existenciais, traumas do passado e problemas mal resolvidos voltam à vida como zumbis, enquanto todos esperam pelo momento em que poderão tomar aquela pílula “mágica” que garantirá uma morte indolor – em meio a um cenário onde o ar tóxico causa uma asfixia mortal digna de um filme de terror. Mas Griffin se perde na sua própria narrativa.

Ainda que tente abordar questões fundamentais como diferenças sociais – em um contexto onde apenas os ricos tiveram acesso à pílula da morte -, a roteirista é incapaz de se aprofundar em seus apontamentos, deixando aquelas reflexões existenciais, que deveriam ser tão conflitantes para a audiência, como meras frases de pára-choque. Mesmo com um background instigante, ainda parece que estamos diante de conversas vazias e cheias de privilégios e o que deveria soar como uma ácida e quase metalinguística crítica socioambiental, acaba perecendo como um grande vazio ao final do filme.

E A Última Noite tem os elementos certos. Consegue ser angustiante até certo ponto, mas é raso demais para nos fazer importar até mesmo com as suas questões mais sérias. Com personagens pouco cativantes, não nos identificamos com suas histórias e dilemas e passamos boa parte do tempo em conflito. Será que o filme é tão ruim que nos deixou vazios de sentidos e sentimentos ou seria ele bom demais para dimensionarmos? Os erros de sua construção nos apontam mais para a primeira opção.

O filme é sobre um fragmento, o hiato final da existência humana, mas mesmo tendo a oportunidade de explorar assuntos existenciais mais fundamentais – naturais do fim da vida, o roteiro nunca chega lá, não nos confronta na nossa própria e apocalíptica realidade de pandemia. E ainda que Knightley e Matthew Goode se esforcem com vontade, apenas Roman Griffin Davis (conhecido por estrelar Jojo Rabbit) é quem realmente brilha, como a personificação da histeria do iminente fim.

Mas A Última Noite não é de todo mal. Ainda que seja esquecível, o thriller consegue acertar em alguns raros momentos e cresce vertiginosamente em seu terceiro e último ato, ainda que seja um pouco tarde demais. De modo geral, o filme nos intriga. Mas quando analisado de perto, sua falta de substância grita a plenos pulmões e seus debates pobres e simplistas demais infelizmente tornam aquilo que poderia ser uma ótima experiência em um terror melancólico ambicioso demais para conseguir suprir suas próprias expectativas.

‘Something Blue’: Ator de ‘Outlander’ vai estrelar comédia de casamento +18

O ator David Berry, conhecido por viver o elegante Lord John Grey em ‘Outlander‘ e pelo drama ‘A Place To Call Home‘, está pronto para trocar os trajes de época por algo bem mais caótico — e hilário.

Segundo o Deadline, ele foi escalado como protagonista da comédia romântica R-rated (para maiores) ‘Something Blue‘, novo projeto do cineasta britânico Gary Sinyor, o mesmo de ‘Procura-se uma Noiva‘, com Renée Zellweger.

Com um toque autobiográfico, o filme gira em torno de um homem que está prestes a se casar pela segunda vez com uma mulher que está subindo ao altar pela primeira. Uma combinação promissora de desastres e recomeços, perfeita para o humor ácido que Sinyor costuma explorar.

“David tem esse charme australiano tranquilo que contrasta perfeitamente com o caos grosseiro ao redor dele nesse projeto”, comentou o diretor. “Agora só precisamos encontrar sua noiva igualmente carismática.”

Sinyor, que recentemente trabalhou com Berry na série ‘Hapless‘, já disponível na Peacock (EUA) e Prime Video (Reino Unido), promete uma mistura de astros consagrados e talentos revelados nas redes sociais.

“Hollywood pode até ter desistido das comédias, mas a comédia nunca deveria desistir de Hollywood,” brinca Sinyor. “Quero filmar nos EUA e apoiar uma indústria que já foi sinônimo de filmes para rir até chorar.”

Com produção prevista para os próximos meses, ‘Something Blue‘ promete entregar uma comédia escrachada e moderna sobre amor, segundas chances — e tudo que pode dar errado em um casamento.

‘Pantera Negra’ ganha belas artes promocionais; Vem ver!

A Marvel divulgou novas artes promocionais de Pantera Negraque destacam T’Challa, Okoye e Nakia. Confira:

O filme ganhou um novo comercial para TV, que traz novas cenas que até então não tinham sido vistas pelo público.

Assista:

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Novos Deuses’: Ava DuVernay diz que não será apenas um filme de super-heróis

A diretora deUma Dobra no TempoAva DuVernay, foi confirmada na direção de Novos Deuses para a Warner Bros e o DC Films.

Agora, em uma entrevista no Late Night, a diretora comentou que o filme não será “apenas um filme de super-heróis comum”:

“Olha, não é apenas um filme de super-heróis comum. São os ‘Novos Deuses’. Os Novos Deuses de Jack Kirby. É algo sublime. É um dos mais exuberantes… o melhor de todos”

Pensando nisso, um fã postou em seu twitter um cartaz incrível que desenvolveu para o filme da DC, com uma pegada meio Marvel Studios, a estética seria interessante:

Segundo novas informações do Deadline, a Warner Bros. definiu Kario Salem, conhecido por seus trabalhos em ‘Tudo por um Sonho’ e ‘A Cartada Final’, como roteirista do projeto.

Nos quadrinhos, os Novos Deuses são os heróis habitantes do planeta Nova Gênese. Liderados pelo Pai Celestial, eles lutam contra os vilões do planeta-gêmeo Apokolips, cujo comandante é o temido Darkseid.

Apesar disso, ainda não há maiores informações e nem possível data de lançamento. Novidades devem sair em breve.

O próximo filme da DC será Aquaman, que estreia em 21 de dezembro de 2018.

Crítica | Godzilla II: O Rei dos Monstros – UFC de Titãs

Após um primeiro filme morno, a nova versão do mítico Godzilla retorna aos cinemas para tentar elevar a franquia de patamar. Para isso, a nova equipe criativa decide atender a um velho desejo dos fãs: muita pancadaria entre monstros. Mas um filme consegue se sustentar apenas com isso?

Godzilla II: O Rei dos Monstros traz de volta do primeiro filme Sally Hawkins e Ken Watanabe, além do próprio Godzilla, é claro. E o personagem de Ken, o Dr. Ishiro Serizawa, é de longe o melhor que o núcleo de humanos tem a oferecer. Houve a adição de nomes de peso ao elenco, como Vera Farmiga, Kyle Chandler, Charles Dance e Millie Bobby Brown, a Onze de Stranger Things. Mas nem essa galera toda dividindo tela consegue fazer a trama humana do filme interessante. Quer dizer, o arco do Dr. Serizawa é bem interessante e a Maddie de Milly B. Brown consegue se destacar com uma atuação franca, só que pra um filme com o Godzilla enfrentando vários kaijus diferentes, o que menos importa é a trama humana, convenhamos.

E esse é o grande ponto fraco do filme: drama humano barato. O personagem de Kyle Chandler chega a ser irritante de tão estereótipo do Soldado Americano Salvador da Pátria. A cientista vivida pela Vera Farmiga é um clichê ambulante e não tem um arco coerente. Eles tentam causar choque com ela, mas o dramalhão prevalece. E as motivações do vilão são bem fúteis, o que não seria um problema se fosse bem desenvolvido. É complicado você querer dar mais foco a um certo grupo de pessoas quando o mundo está sendo destruído e não conseguir nem ao menos fazê-los soarem interessantes. E, claro, a galera vai pra ver o Godzilla, que tem mais tempo de tela do que no filme anterior, mas ainda assim fica aquela sensação de: “poxa, poderia ter aparecido mais”.

O uso da trilha clássica do monstrão é um acerto e vale ser destacada. Falando em acerto, vamos ao personagem que dá nome ao filme. O Godzilla está mais monstruoso do que nunca e ver sua rivalidade histórica com o Ghidorah e até mesmo com o Rodan sendo representada com a tecnologia atual é um deleite para os fãs. Se o Rei Dragão já era monstruoso como marionete, a sensação de perigo aumenta com o belo CGI da Legendary. Todas as cenas em que um dos Titãs aparece, é impossível não abrir um sorriso. Quando lutam então… e o que falar da Mothra? Sua mitologia foi bem adaptada e alguns easter eggs fazem menção a seu passado. Fora que sua representação visual é lindíssima.

A direção de Michael Dougherty não é tão técnica e focada na tensão como foi a de Gareth Edwards no Godzilla de 2014. Ele apela pra algo mais dinâmico e agressivo, quase como se fosse um videogame. Vai agradar a alguns, principalmente pelos confrontos, mas pode incomodar os fãs da tensão.

Enfim, Godzilla II: O Rei dos Monstros é um dos daqueles casos em que o filme funcionaria melhor se o foco fosse nos Monstros, não em pessoas tentando sobreviver a eles. Mas ainda assim vale a pena pelas cenas de ação e dos tão sonhados embates entre os Titãs. Falando nisso, tem um certo Gorila doidinho para enfrentar o Rei dos Monstros. Vale lembrar que a Warner já anunciou a adaptação do lendário confronto entre Godzilla e King Kong para os cinemas. Se puderem, tentem assistir naquelas salas que possuem um sistema de som mais avançado. Parte da graça dos Kaijus são os barulhos emitidos em duelo. E isso tem bastante.

Ah, tem cena pós-créditos.

Godzilla II: Rei dos Monstros estreia em 30 de Maio de 2019

Crítica | Em um Relacionamento Sério – Emma Roberts estrela interessante drama cômico da TNT

Em um Relacionamento Sério’ é o segundo filme original da TNT que entra em sua grade de programação com a missão de atrair os espectadores sedentos por novidades. E, embora possua algumas semelhanças com o abre-alas ‘Convidado Vitalício’, que estreou na semana anterior (ambos os filmes tratam de relacionamentos amorosos entre jovens adultos), o tom deste longa é um tantinho mais agridoce.

Logo de cara conhecemos Hallie (a queridinha Emma Roberts, mais conhecida do público por ‘Scream Queens’ e ‘American Horror Story’ e que está ruiva aqui) e Owen (Michael Angarano), um casal que de imediato faz a gente se perguntar como eles ficaram juntos, para início de conversa. É que fica óbvio que Hallie tem outros planos – ela quer morar junto com o namorado e aprofundar o relacionamento dos dois –, enquanto Owen não se mostra tão seguro assim, dando indícios de que tudo que a namorada faz ou fala é motivo para ele se irritar. No meio disso tudo, conhecemos o inseguro Matt (Patrick Gibson), que acabou de se mudar para Los Angeles e está de olho na prima de Hallie, Willa (Dree Hemingway), que também acabou de se mudar.

Se num primeiro momento o espectador acha que o casal principal é Hallie e Owen, o longa rapidamente inverte o foco e joga luz no casal em ascensão, Matt e Willa. E isso é uma das coisas mais legais do roteiro de Sam Boyd, que também dirigiu e produziu o longa. Através de quatro personagens tão gente como a gente, o espectador rapidamente se conecta com um ou mais personagens, inclusive com os erros e defeitos deles, e as situações vividas por eles são bastante reais, recheadas de referências cinematográficas e interesse por serial killers – algo bastante comum entre os jovens de classe média.

Com uma história simples que se passa em três meses, ‘Em um Relacionamento Sério’ faz um retrato das dificuldades e das inseguranças dos relacionamentos entre jovens adultos, que ao mesmo tempo que buscam segurança para suas vidas, também se sentem como se tivessem muitas opções à sua escolha e, portanto, querem desfrutar o mundo inteiro. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência, e talvez esse seja o ponto de declive do longa: a construção de personagens tão reais acaba por torná-los um pouco chatos, especialmente os dois rapazes, que se mostram dois inseguros incapazes de tomar decisões sérias em suas vidas.

Em um Relacionamento Sério’ é um drama cômico diferente dos clichês do gênero, com uma proposta tão honesta que parece real, estrelado pela ótima Emma Roberts. É desses filmes com final surpreendente e que faz refletir, especialmente em tempos carnavalescos e relações fugazes.

Pastor Cláudio

(Pastor Cláudio)

 

Elenco: —

 

Direção: Beth Formaggini

Gênero: Documentário

Duração: — min.

Distribuidora: Arthouse

Orçamento: —

Estreia: 14 de Março de 2019

Sinopse: 

Um encontro histórico entre duas figuras pessoalmente antagônicas: o bispo evangélico Cláudio Guerra, responsável por assassinar e incinerar os opositores à ditadura militar brasileira, e Eduardo Passos, um psicólogo e ativista dos Direitos Humanos.

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Hillbilly Elegy’: Freida Pinto entra para novo filme original da Netflix

Freida PintoBo HopkinsOwen Asztalos foram elencados no mais novo filme da NetflixHillbilly Elegy. As informações são da Variety.

Amy Adams, Glenn Close, Haley Bennett e Gabriel Basso completam o elenco. Ron Howard será o diretor.

Baseado no romance autobiográfico best-seller de J.D. Vance, o longa é uma exploração moderna do “sonho americano” e conta a história de três gerações de uma família apalaque contada pelo membro mais novo do núcleo, um estudante de direito de Yale que é forçado a voltar para sua terra natal. Close será a avó da família.

Vanessa Taylor (A Forma da Água) será a roteirista. Howard, Brian GrazerKaren Lunder serão os produtores. O orçamento do filme será em torno de 45 milhões de dólares, considerado baixo dentro da indústria cinematográfica.

Ainda não há data de estreia prevista para o filme.

‘The Witcher’: Henry Cavill revela que levou todo o figurino para casa

Em uma recente entrevista ao NME, o astro Henry Cavill foi questionado se, depois que as filmagens da primeira temporada de The Witcher acabaram, ele levou para casa alguma lembrancinha (um objeto ou então os figurinos).

Cavill, que deu vida ao guerreiro geneticamente modificado Geralt de Rivia, revelou então que “levou tudo para casa”, acrescentando que “não é fácil colocar [os trajes]” e que “levava cerca de duas horas de cabelo e maquiagem todo fia, então agora eu só fico em casa parecendo legal”.

Confira o vídeo:

Apesar da recepção amarga por parte dos críticos, a série teve recepção bastante positiva por parte do público. Devido ao sucesso, o site We Got This Covered revelou que a produção já foi renovada secretamente para a 3ª temporada e que o novo ciclo adaptará o romance ‘Tempo do Desprezo’ (segundo livro da saga assinada por Andrzej Sapkowski).

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Crítica | 1ª temporada de ‘The Witcher’ não enfeitiça como poderia

J.K. Rowling publica carta aberta se defendendo das alegações de transfobia; Confira na íntegra!

J.K. Rowling pode ser conhecida por uma das sagas infanto-juvenis mais icônicas dos últimos vinte anos, mas está ganhando as redes sociais por um motivo bastante condenável: transfobia.

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia Harry Potter. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intituladoO Ickabog, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

O Ickabog será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é Harry Potter e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.

‘Americanah’: HBO desiste de seguir em frente com o projeto após saída de Lupita Nyong’o

Segundo o Collider, a vencedora do Oscar Lupita Nyong’o foi forçada a deixar a nova série original da HBO MaxAmericanah, devido a problemas de cronograma provindos da pandemia do COVID-19. Dessa forma, a plataforma de streaming decidiu que o projeto não vai seguir em frente.

Corey Hawkins, Uzo AdubaZackary MomohDanai Gurira também faziam parte do elenco.

Baseado no romance homônimo de Chimamanda Ngozi Adichie, a obra gira em torno de Ifemelu (Nyong’o), uma jovem, linda e independente mulher que cresceu na Nigéria e que se apaixonou por seu colega de classe Obinze quando adolescente. Vivendo em um país controlado pelos militares, ambos partem de sua terra natal: Ifemelu chega nos Estados Unidos, onde descobre pela primeira vez o que significa ser negra; Obinze, por sua vez, esperava se reencontrar com ela, mas depois dos trágicos eventos do 11 de setembro, ele se encontra numa perigosa situação, morando em Londres sem a documentação necessária.

A minissérie teria 10 episódios. Gurira ficaria responsável pelo roteiro do episódio piloto e pela produção executiva ao lado de Nyong’o.

Ambas as atrizes e produtoras já trabalharam juntas no aclamado Pantera Negra. Nyong’o ganhou um Oscar por sua incrível performance em 12 Anos de Escravidão e estrelou o thriller psicológico NósGurira, por sua vez, retorna pela última vez como Michonne para a série The Walking Dead. Ela foi indicada ao Tony por sua atuação na peça Eclipsed.

Marco Pigossi lê tweets gringos sobre ‘Cidade Invisível’ em vídeo HILÁRIO; Confira!

‘Cidade Invisível’ tornou-se uma das novas sensações da Netflix e trouxe, pela primeira vez, o folclore nacional para as telinhas dos serviços de streaming.

Tanto sucesso não se restringiu apenas ao Brasil, mas também a diversos países do exterior. Pensando nisso, a plataforma se reuniu com o astro Marco Pigossi para ler alguns tweets internacionais sobre a adorada série.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘The Bad Batch’: Disney+ divulga as imagens oficiais do 13º episódio da série animada; Confira!

Disney+ divulgou através do Twitter as imagens promocionais do recém-exibido 13º episódio da série animada The Bad Batch, intitulado “Infestação”.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, “Manto de Guerra”, será exibido em 30 de julho.

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um dos títulos mais aguardados do ano – e parece que tanta espera valeu a pena.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com aprovação máxima por parte da crítica especializada (isso é, 100% de aprovação), com altíssima nota 8.20/10 baseada em 40 reviews até o momento.

Confira os principais comentários abaixo:

“‘Sem Volta para Casa’ compreende a chave do apelo de Homem-Aranha” – ScreenCrush.

“Surpresas soberbas alavancam alguns dos aspectos mais desequilibrados da narrativa” – Fresh Fiction.

“Em seu âmago, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um filme sobre amizade… Eu adorei e gostei de Peter Parker e todos os seus amigos” – rachelsreviews.net.

“O primeiro e o segundo atos são bem bagunçados, mas o terceiro se acerta e entrega uma emocionante aventura” – Bleeding Cool.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é melhor apreciado pelas pessoas que já assistiram aos filmes anteriores. Está cheio de nostalgia e de piadas internas” – Culture Mix.

“O diretor Jon Watts transforma a difícil premissa em um filme de super-herói consistentemente divertida, amarrando duas décadas de pontas soltas no processo” – Peter Debruge.

“Facilmente um filme a que você vai querer assistir de novo, ‘Sem Volta Para Casa’ é uma viagem que eu nunca quis terminar. É uma maravilha que algo tão ambicioso tenha surgido” – Kirsten Acuna.

“O filme certamente lembrará o público por que nosso amigável bairro, o Homem-Aranha, continua sendo um dos melhores da Marvel, e isso se deve em grande parte ao desempenho de Tom Holland como Peter Parker” – Caitlin Chappell.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa entende os fãs do Homem-Aranha como nenhum outro filme do Homem-Aranha antes dele” – The Mary Sue.

O filme estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Túmulo de Dobby, o elfo doméstico de ‘Harry Potter’, causa POLÊMICA em praia britânica

No panteão Harry Potter, são poucos os personagens tão adorados quanto Dobby, o elfo doméstico – uma criaturinha humilde e engraçada que ajuda o bruxinho titular em sua batalha contra Voldemort e as forças das trevas.

Para aqueles que não se lembram, Dobby infelizmente morre pelas mãos de Bellatrix Lestrange, uma das asseclas de Voldemort, em Harry Potter e as Relíquias da Morte’ e é enterrado em uma praia idílica.

Na adaptação para os cinemas, a sequência em questão foi rodada em Freshwater West, no condado de Pembrokeshire, País de Gales, o que levou diversos fãs a também prestarem homenagens para o personagem.

Entretanto, as constantes reverências começaram a se tornar um problema para as autoridades locais – visto que, além da quantidade absurda de pedras cravadas com o nome de Dobby, os transeuntes também deixam outros “presentes” para o elfo, como meias.

Não demorou muito até que uma enquete feita pelo National Trust, a Fundação Nacional para Locais de Interesse Histórico ou Beleza Natural do Reino Unido, perguntasse ao público se o túmulo de Dobby deveria permanecer naquela praia ou transferida a outro lugar que não causasse tantos problemas.

Em entrevista à BBCVictoria MacLean, fã da saga mágica, deu sua opinião e disse que, na verdade, deveria haver um debate e um consenso sobre o que poderia ser deixado no túmulo.

“Deixar uma meia nova é lindo, mas depois de um tempo essa meia provavelmente fica coberta de todo tipo de coisa. Quanto às pedrinhas, algumas pessoas se esforçaram para pintar algumas delas, apenas para homenagear um de seus personagens favoritos, e isso é muito bonito de ver”, ela comentou.

MacLean também apontou a ineficácia da remoção do túmulo, dizendo que os fãs irão procurar outro lugar para reconstruí-lo: “deve haver algo que agrade aos fãs mantendo a beleza da praia, porque é uma praia incrível”.

Em uma declaração oficial, o National Trust falou sobre essa problemática e reiterou que entrará em um consenso para que as experiências turística e ambiental não sejam prejudicadas:

“Nos últimos anos, vimos um aumento de visitantes que desejam experimentar tudo o que Freshwater West tem a oferecer, incluindo sua bela praia. Adoramos receber as pessoas no local, mas o aumento do número de visitantes significa que suas instalações e infraestrutura estão sob pressão ainda maior. Queremos que todos tenham uma experiência agradável e segura, ao mesmo tempo que garantimos o cuidado desta paisagem especial para as gerações futuras. Um estudo está em andamento para nos ajudar a entender melhor as questões e considerar opções para um futuro sustentável para Freshwater West, que inclui o túmulo de Dobby. Uma das opções que analisamos na pesquisa é transferir o monumento para um local adequado e acessível ao público.”

A enquete feita pela organização estará disponível até o dia 31 de maio.

‘Adão Negro’ ganha BELÍSSIMO cartaz em IMAX; Confira!

Adão Negro é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, o longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson ganhou um belíssimo cartaz em IMAX.

Confira:

De acordo com o Box Office Pro, o filme deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.

O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.

O valor é similar a abertura de Aquaman, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Além disso, o próprio astro vem fazendo um ótimo trabalho de divulgação através de sua ampla base de fãs nas redes sociais.

Por outro lado, o ponto negativo é que as reações aos trailers de ‘Adão Negro foram inconsistentes ao longo do ano, com números de visualizações abaixo do esperado para um filme dessa magnitude.

O primeiro trailer do longa teve apenas 8 milhões de visualizações após 24 horas (via Reddit), enquanto o trailer de ‘Batman‘ alcançou 31 milhões de views no mesmo período (via Film Updates).

Além disso, ‘Adão Negro‘ irá enfrentar a concorrência de ‘Ingresso para o Paraíso‘.

Apesar de já ter sido lançada, a comédia romântica ainda deve permanecer em cartaz semanas após a chegada de ‘Adão Negro‘, e os protagonistas George Clooney e Julia Roberts estão sendo bastante atrativos até o momento.

Por fim, ‘Adão Negro‘ deve encerrar a corrida no mercado interno com uma bilheteria em torno de US$ 135 – 175 milhões.

Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.

Você está na expectativa?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Miley Cyrus lança ‘Endless Summer Vacation’, seu aguardado 8º álbum de estúdio

popstar Miley Cyrus finalmente lançou seu aguardado 8º álbum de estúdio, ‘Endless Summer Vacation‘.

O compilado de originais foi lançado hoje, 10 de março, e conta com os singles “Flowers”“River”.

O álbum conta com treze faixas, incluindo uma colaboração com Brandi Carlile e outra com Sia.

Veja a tracklist:

1. Flowers
2. Jaded
3. Rose Colored Lenses
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile
5. You
6. Handstand
7. River
8. Violet Chemistry
9. Muddy Feet, feat. Sia
10. Wildcard
11. Island
12. Wonder Woman
13. Flowers (demo)

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

‘Lawmen: Bass Reeves’: Nova série derivada de ‘Yellowstone’ ganha teaser INCRÍVEL; Confira!

Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Lawmen: Bass Reeves, nova série derivada de Yellowstone.

Confira, junto às imagens promocionais:

O elenco é formado por David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham Coleman, Shea WhighamDonald Sutherland.

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

Taylor Sheridan, criador da série original, entra como showrunner e produtor do spin-off.

Chad Feehan, David C. Glasser, Oyelowo, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin servem como produtores executivos.

‘Lawmen: Bass Reeves ainda não tem data de estreia confirmada.

‘O Recruta’: 2ª temporada da série de SUSPENSE escala nove membros ao elenco da 2ª temporada

O Recruta‘ (The Recruit), série de suspense e ação estrelada por Noah Centineo (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), foi renovada para a 2ª temporada e, agora, a Netflix anunciou nove membros ao elenco do próximo ciclo (via ComicBook.com).

Além de Teo Yoo (‘Vidas Passadas’), que foi anunciado alguns meses atrás, os novos episódios terão a participação de James PurefoyBrooke SmithDevika BhiseFelix SolisYoung-Ah KimDo Hyun ShinSanghee LeeOmar MaskatiAlana Hawley Purvis.

Mais informações não foram reveladas.

A trama vai seguir Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.

O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.

Além de estrelar, Centineo entra como produtor executivo.

Retorne para as PROFUNDEZAS com o teaser de ‘O Poço 2’

A Netflix divulgou o teaser trailer oficial de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 04 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Milena Smit e Hovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.

Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.

Sarah Michelle Gellar muda de OPINIÃO sobre possível reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’

Sarah Michelle Gellar alcançou fama mundial ao interpretar a personagem titular na clássica e aclamada série de fantasia ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ – e, anos depois do término do show, a atriz comentou que não retornaria para um reboot em potencial da narrativa.

Porém, parece que as coisas mudaram.

Em uma recente aparição ao The Drew Barrymore Show, Gellar contou que está considerando reprisar seu memorável papel como Buffy em um projeto em potencial.

“Eu sempre costumava dizer não, porque [a série] está em sua própria bolha e é muito perfeita”, ela afirmou. “Mas ao assistira  [‘And Just Like That…’] e a [‘Dexter: Pecado Original’] e perceber que há meios de fazer [um reboot], isso faz definitivamente sua mente pensar: ‘bem, talvez'”.

Gellar acrescentou que ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ não necessariamente precisaria ganhar uma pré-sequência, visto que há uma gama considerável de narrativas diferentes a serem exploradas.

“Pode ser qualquer coisa”, ela disse. “É um universo. Faz você perceber que, nesse mundo, precisamos desses heróis – mais do que nunca”.

‘Buffy, a Caça-Vampiros’ está disponível no Disney+.

A série foi lançada em 1997 e estendeu-se por sete temporadas.

Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), uma adolescente de 15 anos, descobre logo cedo que não é uma garota comum. Ela é uma Caça-Vampiros, uma das escolhidas para lutar contra o mal e proteger o mundo de monstros. Com os amigos Willow (Alyson Hannigan) e Xander (Nicholas Brendon), e seu Guardião Giles (Anthony Head), ela vai enfrentar os perigos dos vampiros e demônios enquanto tenta sobreviver ao Ensino Médio.

A atração foi criada por Joss Whedon.