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‘Divertida Mente 2’ passa ‘Planeta dos Macacos – O Reinado’ como MAIOR BILHETERIA do ano no Brasil

GIGANTE! ‘Divertida Mente 2‘ se tornou a maior bilheteria do ano no Brasil com apenas uma semana em cartaz.

O filme se tornou a segunda maior abertura da história dos cinemas brasileiros ao levar 4,5 milhões de espectadores para a frente das telonas, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019), que vendeu 5,5 milhões de ingressos.

Agora, com R$ 112,4 milhões arrecadados, o filme ultrapassou os R$ 56,7 milhões arrecadados por ‘Planeta dos Macacos – O Reinado’ – até então a maior bilheteria do ano.

Confira, junto com o TOP 10:

filmerenda (R$ mil)
1Divertida mente 2112.474
2Planeta dos macacos – O reinado56.715
3Aquaman 2 – O reino perdido49.139
4Godzilla e Kong – O novo império43.461
5Kung Fu Panda 442.605
6Todos menos você39.557
7Minha irmã e eu38.279
8Duna – Parte 237.809
9Wish – O poder dos desejos37.636
10Os farofeiros 236.448

Mundialmente, a sequência conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 724 milhões nas bilheterias mundiais em apenas 12 dias em cartaz.

Nos EUA, já arrecadou sólidos US$ 387.8 milhões – o que representa a maior bilheteria doméstica do ano, desbancando ‘Duna: Parte 2‘ (US$282.1M).

Em menos de duas semanas, a produção conseguiu entrar para o TOP 10 das maiores animações da história do país, ultrapassando sucessos como ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$370M), ‘Procurando Nemo‘ (US$381M) e ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ (US$382M).

O próximo filme a ser desbancado no território norte-americano será ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$400.9M).

A expectativa é que a produção entre para o TOP 5 das maiores arrecadações globais do gênero, que atualmente conta com ‘Frozen II‘ (US$1.4B), ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B), ‘Frozen‘ (US$1.28B), ‘Os Incríveis 2‘ (US$1.24B) e ‘Minions‘ (US$1.1B).

Internacionalmente, ‘Divertida Mente 2‘ acrescenta US$ 411.9 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados internacionais é formado pelo México (US$68.4M), Reino Unido (US$31.1M), Coreia (US$30.4M) e Brasil (US$23.3M).

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

Barriga de grávida de Scarlett Johnasson foi removida em CGI em cenas de ‘Vingadores: Era de Ultron’

A Magia do Cinema… Uma imagem divulgada no box da Saga do Infinito do UCM mostra Scarlett Johansson grávida gravando suas cenas… A atriz estava de cinco meses quando teve que participar de algumas refilmagens.

Depois, podemos ver o resultado após a aplicação do CGI.

Incrível, né?

Confira:

A personagem morreu durante os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘.

O insider UnBoxPHD divulgou a primeira foto do set gigantesco de ‘Vingadores: Doomsday‘ sendo construído no Reino Unido.

Confira:

As câmeras vão começar a rodar em março deste ano, em Londres, marcando o início de uma nova fase para a franquia.

Sebastian Stan, Chris Hemsworth e Joe Russo foram vistos no Reino Unido nos últimos dias para as filmagens.

Confira:

O mais interessante sobre essa produção é que será a primeira vez que a Marvel Studios vai filmar um filme dos Vingadores no Reino Unido desde ‘Vingadores: A Era de Ultron‘ (2015), que também teve cenas gravadas em Londres.

Os dois filmes mais esperados do Universo Cinematográfico Marvel, ‘Vingadores: Apocalipse‘  e ‘Guerras Secretas‘, estão previstos para chegar aos cinemas em 1º de maio de 2026 e 7 de maio de 2027, respectivamente.

A insider MyTimeToShineHello revelou uma suposta lista de heróis que estarão presentes em ‘Vingadores: Apocalipse‘:

O Quarteto Fantástico, Os Thunderbolts, Deadpool, Wolverine, Os Homens-Aranha, Os Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Capitão América Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate, Pepper Potts.  

 

Por Onde anda o Elenco de ‘Percy Jackson’?!

Andávamos meio sumidos com a coluna Por Onde Andam, é verdade. Mas não esquecemos desta coluna que todos vocês adoram. E depois desse breve hiato, nada melhor do que retornar com uma franquia amada pelos fãs de literatura jovem adulta, criada por Rick Riordan, e que casa muito bem com o tom fantástico e de fantasia da época do Halloween: Percy Jackson.

Ps. Nesta edição levaremos em conta as duas produções cinematográficas de Percy Jackson e seus personagens: O Ladrão de Raios (2010) e Mar de Monstros (2013).

Como sempre, não esqueça de conferir nossas edições passadas da coluna: As Patricinhas de Beverly Hills, O Clube dos Cinco, Supergirl – O Filme, A Múmia e American Pie. E não esqueça também de comentar deixando sua opinião. Vamos começar?

Logan Lerman (Percy Jackson)

No melhor estilo Harry Potter, nosso protagonista é um jovem que acha sua vida sem graça, até se descobrir como descendente de Deuses Gregos. Seu intérprete, o jovem Logan Lerman, de 25 anos, já havia participado de produções como Os Indomáveis (2007) e Gamer (2009) antes de ser escolhido para o papel. Depois de protagonizar esta aventura, Lerman conseguiu destaque em filmes como Os Três Mosqueteiros (2011), As Vantagens de Ser Invisível (2012), Noé (2014) e Corações de Ferro (2014). Seu último trabalho foi no drama de época Indignação, lançado em 2016. O ator também poderá ser visto em breve no thriller dramático Sidney Hall, ao lado de Elle Fanning e Michelle Monaghan.

Alexandra Daddario (Annabeth)

A beldade Alexandra Daddario, de 31 anos, talvez seja a atriz do elenco de Percy Jackson que mais destaque na carreira vem conseguindo, isso incluindo até mesmo o protagonista Lerman. No mesmo ano do segundo filme da franquia, Daddario protagonizava O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua, o sétimo filme da famosa série de terror. Depois, os holofotes novamente voltariam para a moça, em sua participação numa das melhores minisséries de antologia de todos os tempos, a enigmática True Detective, que estreava sua primeira temporada em 2014. Daí vieram participações na série American Horror Story, na adaptação de Nicholas Sparks A Escolha, e em duas superproduções ao lado de Dwayne Johnson, Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) e Baywatch (2017). Este ano, a atriz lança o romance When We First Met, ao lado de Robbie Amell e estará na sequência de San Andreas, já anunciada.

Brandon T. Jackson (Grover)

Grover, o melhor amigo de Percy Jackson, é na verdade um fauno, meio homem, meio bode. Jackson já havia marcado presença com sua hilária personificação do rapper Alpha Chino na comédia igualmente hilária Trovão Tropical (2008). Depois do primeiro Percy Jackson, viveu o filho de Martin Lawrence na continuação Vovó… Zona 3: Tal Pai, Tal Filho (2011). No mesmo ano da estreia do segundo Percy Jackson, o ator interpretou Aaron Foley, filho do Tira da Pesada em pessoa, Axel Foley (Eddie Murphy), num episódio piloto da série que não vingou. Um dos últimos filmes de Jackson foi o terror Eloise (2017), protagonizado por Eliza Dushku, a eterna Faith de Buffy – A Caça-Vampiros.

Pierce Brosnan (Chiron)

O ator britânico dispensa apresentações, já que antes da franquia personificou por quatro filmes o agente secreto mais famoso da sétima arte, 007. Após sua participação no primeiro Percy Jackson (o ator não retornaria para viver o mesmo personagem na sequência), interpretando o centauro Chiron (meio homem, meio cavalo), Brosnan teve uma série de filmes nada memoráveis em seu currículo. Alguns dos principais destaques foram os trabalhos na minissérie Bag of Bones (2011), baseada no livro de Stephen King; Heróis de Ressaca (2013), de Edgar Wright; nos recentes The Only Living Boy in New York (2017), de Mark Webb; e no ainda inédito no Brasil Urge, um suspense intrigante. Um de seus últimos filmes lançados foi o thriller de ação e espionagem O Estrangeiro (2017), o qual protagoniza ao lado do lendário Jackie Chan.

Anthony Stewart Head (Chiron)

Com a saída de Pierce Brosnan da franquia, coube ao eterno bibliotecário Giles de Buffy (a série aí de novo) substituí-lo no mesmo personagem. O ator Anthony Stewart Head, agora conhecido apenas como Anthony Head, como dito, ficou imortalizado como o mentor de Sarah Michelle Gellar na cultuada série juvenil Buffy. Depois, o ator teve participações em filmes como Scoop – O Grande Furo (2006), de Woody Allen, A Dama de Ferro (2011) e Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2011). Além disso, o ator participou de uma versão moderna do musical cult, The Rocky Horror Picture Show (2006). Um dos últimos trabalhos de Head foi no drama da Sony, Um Gato de Rua Chamado Bob (2016).

Sean Bean (Zeus)

O ator Sean Bean tem fama de morrer na maioria dos filmes e séries que participa. E seu papel como Ned Stark na prestigiada Game of Thrones não deixa mentir. É claro que antes, Bean já havia marcado presença em filmes como 007 Contra Goldeneye (1995), no qual contracenou com o colega de elenco Pierce Brosnan, Ronin (1998) e na trilogia Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003). Recentemente, o ator pôde ser visto em Perdido em Marte (2015), filme indicado ao Oscar na categoria principal. Este ano o ator esteve em Drone, novo suspense militar que discute o uso das máquinas, depois de Good Kill: Máxima Precisão (2014) e Decisão de Risco (2015); e na série dramática Broken, na qual interpreta um padre.

Rosario Dawson (Persephone)

Rosario Dawson é mais uma atriz talentosa que emprestou seu nome para a franquia, mas não voltou para a segunda parte. É claro que entre os trabalhos da moça destacam-se filmes como Sin City – Cidade do Pecado (2005), À Prova de Morte (2007), de Quentin Tarantino, e o drama Sete Vidas (2008), no entanto, Dawson começou a carreira no cinema em 1995, como parte do elenco do polêmico Kids, escrito por Harmony Korine (diretor de Spring Breakers e o sujeito que tentou roubar Meryl Streep no programa de David Letterman). Depois vieram produções como Jogada Decisiva (1998) e A Última Noite (2002), ambas de Spike Lee, Josie e as Gatinhas (2001) e Homens de Preto 2 (2002). Atualmente, a atriz vai muito bem, obrigado, mais conhecida como Claire Temple, de todas as séries da parceria Marvel / Netflix (vide as duas temporadas de Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Os Defensores).

Uma Thurman (Medusa)

A modelo transformada em atriz iniciou a carreira no cinema participando de produções como As Aventuras do Barão de Münchausen (1988), de Terry Gilliam, e Ligações Perigosas (1988), de Stephen Frears. No início da década de 1990, Thurman chegaria a um dos pontos mais altos de sua carreira com Pulp Fiction (1994), de Quentin Tarantino, sétimo filme mais bem votado de todos os tempos na preferência do público do maior site de cinema da rede, o IMDB. Além disso, Pulp Fiction renderia para a atriz sua única indicação ao Oscar. Parceria esta reprisada com Tarantino no épico de vingança dividido em duas partes, Kill Bill – Volume 1 (2003) e Volume 2 (2004).

No final da mesma década (90), a atriz conheceria também alguns dos pontos mais baixos de seu currículo, participando de superproduções malfadadas, vide Batman & Robin (1997) e Os Vingadores (1998). Nos últimos anos, Thurman também participou de outro épico dividido em duas partes, este bem mais polêmico, saído de uma mente muito mais controversa: Ninfomaníaca 1 e 2 (ambos de 2013), de Lars von Trier. O último trabalho da atriz foi justamente ao lado do cineasta dinamarquês, no suspense A Casa que Jack Construiu, sobre a vida de um serial killer ao longo de 12 anos.

Leven Rambin (Clarisse)

Clarisse foi uma das novas personagens adicionadas na continuação Mar de Monstros (2013), e que ganhou grande destaque na trama. A jovem marrenta criou uma boa dinâmica de embate com os protagonistas, inicialmente se tornando aquele tipo de personagem que adoramos odiar. A bela texana Leven Rambin já havia aparecido nas telonas em outra franquia de muito sucesso no ano anterior ao lançamento do segundo Percy Jackson: Jogos Vorazes (2012), no qual interpretou a personagem Glimmer.

Depois de sua participação na série como Clarisse, e seguindo os passos de sua colega de elenco Alexandra Daddario, Rambin ganhou um papel na segunda temporada do programa de prestígio da HBO, True Detective, no qual viveu a irmã da personagem de Rachel McAdams. Além disso, a atriz esteve no drama gay independente I Am Michael, com James Franco e Zachary Quinto. A próxima parada para a moça é o seriado sobre sequestros Gone, baseado no livro de Chelsea Cain.

Douglas Smith (Tyson)

Embora muitos não o reconheçam, Douglas Smith foi o jovem ciclope, meio irmão do protagonista Percy Jackson, no segundo (e último) filme da franquia inacabada. Antes desta curiosa participação, Smith havia personificado Ben Henrickson por 53 episódios na série Amor Imenso (Big Love), com o saudoso Bill Paxton. Depois de sua incursão na franquia baseada nos livros de sucesso, o ator esteve em filmes de terror como Ouija: O Jogo dos Espíritos (2014) e Nunca Diga o Seu Nome (2017), em blockbusters como O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015), e em séries como Vinyl (2016), de Martin Scorsese. Seu novo trabalho é na série de época, crime e drama, The Alienist, protagonizada por Dakota Fanning, Daniel Brühl e Luke Evans, e criada por Cary Fukunaga (True Detective e It – A Coisa).

Chris Columbus (Diretor – Primeiro Filme)

O cineasta Chris Columbus também dispensa apresentações. Na década de 1980, o diretor foi responsável pelo roteiro de alguns dos maiores sucessos da época, vide Gremlins (1984), Os Goonies (1985) e O Enigma da Pirâmide (1985). Como diretor emplacava enormes campeões de bilheteria na década seguinte, vide Esqueceram de Mim (1990) e sua continuação (1992), e Uma Babá Quase Perfeita (1993).

É claro, não podemos esquecer (desculpe pelo infame trocadilho) que Columbus foi o responsável pelo pontapé inicial da mais bem sucedida franquia baseada em literatura jovem adulta da história, tendo comandado os dois primeiros filmes de Harry Potter (2001 e 2002).  O último trabalho até o momento do diretor obteve uma recepção morna, apesar da premissa nostálgica: Pixels (2015), com Adam Sandler. Seu próximo projeto pode ser The Secret Lives of Road Crews, uma comédia de ação sobre um grupo de operários de estrada precisando combater uma ameaça alienígena. Vizinhos Imediatos de 3º Grau (2012), alguém?

Thor Freudenthal (Diretor – Segundo Filme)

Cineasta de pouca expressividade, Freudenthal começou a carreira no cinema com filmes de comédia infantil, vide Hotel para Cachorros (2009), com Emma Roberts, e Diário de um Banana (2010). Depois de sua incursão na série Percy Jackson, o diretor se voltou para a TV e comandou episódios de seriados de heróis como Flash, Supergirl e Arrow.

‘Quarteto Fantástico’ (2005) – O PRIMEIRO filme dos heróis da Marvel para o cinema completa 20 Anos!

O mês de julho tem tudo para ser o maior em termos de bilheteria, quando falamos do ano de 2025. Isso porque ele abriga três superproduções que devem se destacar em termos de arrecadação mundial. O primeiro a chegar é ‘Jurassic World: Recomeço’, que serve como reboot da franquia dos dinossauros mais famosa do cinema. O segundo será ‘Superman’, que serve como reboot não apenas do maior super-herói de todos no cinema, como também do universo inteiro da DC nas telonas. E por fim teremos ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, reboot do primeiro grupo de heróis da Marvel, agora no MCU.

Falamos sobre todos eles em matérias especiais sobre estas franquias no cinema. Agora para entrar no clima de ‘Quarteto Fantástico’, que estreia no último fim de semana de julho, no dia 24, iremos revisitar a primeira superprodução com os personagens no cinema, quando os direitos ainda estavam com a extinta 20th Century Fox. Esse filme, que pegou carona na primeira onda do gênero está completando nada menos que 20 anos em 2025.

O filme ‘Quarteto Fantástico (2005) teve como ideia central adaptar para o cinema a origem e as aventuras dos famosos super-heróis da Marvel, criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1961. A proposta era trazer uma narrativa que explorasse a transformação dos quatro protagonistas após uma missão espacial que lhes concede poderes extraordinários. O roteiro buscava equilibrar ação, drama e momentos de humor, mostrando a dinâmica entre os personagens e suas lutas internas e externas. O foco também estava em apresentar o vilão Doutor Destino como uma ameaça poderosa e complexa. O filme tentou capturar o espírito dos quadrinhos dos anos 60, modernizando a história para o público contemporâneo.

A produção teve como desafio realizar efeitos visuais que representassem fielmente os poderes únicos de cada herói, como a elasticidade do Senhor Fantástico e a invisibilidade da Mulher Invisível. Além disso, o elenco escolhido tinha a missão de dar vida a personagens icônicos com carisma e química, essencial para a credibilidade da equipe. O filme pretendia abrir portas para sequências e ampliar o universo Marvel no cinema, numa época em que as adaptações ainda estavam em crescimento. Apesar das limitações técnicas e críticas, ‘Quarteto Fantástico serviu para popularizar esses heróis para um público mais amplo. Foi um marco inicial para as adaptações cinematográficas de quadrinhos, que cresceriam muito nos anos seguintes.

Na época do lançamento de ‘Quarteto Fantástico em 2005, o cenário dos filmes de super-heróis estava em plena expansão, impulsionado pelo sucesso crescente das adaptações de quadrinhos para o cinema. O público já havia se acostumado com produções de alto orçamento e efeitos visuais impressionantes, que traziam à vida personagens icônicos com grande apelo popular. Os estúdios começaram a investir pesado nesse gênero, percebendo seu potencial comercial e a capacidade de atrair diferentes faixas etárias. Havia uma busca constante por equilibrar ação, narrativa e fidelidade aos materiais originais dos quadrinhos. Esse período marcou o início do que viria a ser a era dos blockbusters de super-heróis.

Filmes como ‘X-Men (2000) e ‘Homem-Aranha (2002) já haviam estabelecido um novo padrão para o gênero, conquistando tanto crítica, quanto público. O sucesso dessas franquias abriu caminho para outras adaptações, mostrando que heróis das HQs podiam ser protagonistas de filmes lucrativos e com apelo global. Além disso, ‘Batman Begins (2005), lançado no mesmo ano, começou a redefinir o gênero com um tom mais sombrio e realista, influenciando futuras produções. Esse ambiente favorável estimulou a Marvel e outros estúdios a apostarem em personagens menos conhecidos, como o ‘Quarteto Fantástico, na esperança de replicar esses êxitos. Assim, o gênero começava a se consolidar como um dos pilares do cinema comercial.

A escolha de Tim Story como diretor de ‘Quarteto Fantástico em 2005 foi uma aposta dos produtores em um cineasta com experiência em comédias e filmes voltados para o público jovem. Antes deste filme, Story havia dirigido ‘Uma Turma do Barulho‘ (Barbershop), de 2002, com bom desempenho comercial e humor acessível.

Outros diretores cogitados para o filme incluíram Peter Segal, conhecido por comédias de Adam Sandler, vide ‘Tratamento de Choque‘ (2003) e ‘Como se Fosse a Primeira Vez‘ (2004), e Brett Ratner, que já havia dirigido sucessos de ação e comédia, como os dois ‘A Hora do Rush‘. Ou seja, era clara a intenção do estúdio por um filme mais leve e com apelo para todos os públicos. Dos três, Story terminou ficando com a vaga. Seu estilo descontraído chamou atenção para conduzir um filme de super-heróis com uma pegada familiar. Embora não tivesse experiência prévia em grandes efeitos visuais, sua capacidade de trabalhar com elenco e humor foi vista como um diferencial. A escolha refletiu o desejo de balancear ação com momentos de leveza na narrativa de ‘Quarteto Fantástico.

No elenco, o então desconhecido Ioan Gruffudd ficou com o papel principal de Reed Richards, o Senhor Fantástico. Na época, Gruffudd era mais conhecido por seu trabalho em ‘Hornblower, série de filmes britânicos lançados direto em vídeo (se estendendo de 1998 até 2003), onde interpretou um jovem oficial naval em produções históricas de grande prestígio. Entre os atores que foram cogitados para o papel estavam Matthew McConaughey, que estava no auge de sua carreira, e Nicolas Cage, que também chegou a ser considerado, mas por diferentes motivos não assumiram a função. Após o sucesso moderado do filme, Ioan continuou sua carreira no cinema e na TV. Apesar de não ter se tornado uma grande estrela de Hollywood, manteve uma carreira sólida e diversificada no entretenimento internacional.

Para o papel da cara-metade do protagonista, Sue Storm, provavelmente a maior heroína da Marvel, foi escalada a musa da época, Jessica Alba. A escolha de Alba se deu pelo desejo dos produtores em ter uma jovem atriz com forte apelo popular entre o público adolescente e jovem adulto. Dois anos depois, Alba se tornaria a atriz mais “buscada na internet”. Na época em que foi eleita a Mulher Invisível do cinema, Alba já vinha ganhando destaque por seus papeis em séries como ‘Dark Angel e filmes como ‘Sin City‘, também de 2005.

Porém, antes que fosse escolhida, concorrentes que também estavam em ascensão como Rachel Nichols e a outra Jessica da época, Biel. Em meados da década de 2000, Biel se destacava com o remake de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Blade Trinity‘. Já Nichols quatro anos depois seria a personagem Scarlett no filme dos “Comandos em Ação“, com ‘G.I. Joe – A Origem de Cobra‘ (2009). No fim, Jessica Alba acabou conquistando a vaga devido ao maior apelo comercial. A escolha ajudou a impulsionar ainda mais sua carreira, tornando-a um rosto conhecido do gênero de ação e ficção científica.

Michael Chiklis, já conhecido por sua presença forte graças ao seriado de ação e drama ‘The Shield’ (2002-2008), no qual viveu o policial durão Vic Mackey, ficou com o papel do Coisa. Sua habilidade para incorporar figuras de força física foi decisiva para que ele assumisse o personagem – que igualmente apresenta um lado dócil e traumático. O papel também exigia o uso de maquiagem pesada.

Finalizando o quarteto principal, Chris Evans foi o Tocha Humana, Johnny Storm. Esse foi um marco importante na carreira do ator, que até então acumulava trabalhos menores em filmes e em séries de TV. Na época, Evans ainda buscava um papel de destaque em grandes produções, e sua energia o tornaram uma escolha ideal para interpretar o personagem extrovertido e impulsivo. Seis anos depois, como todos sabem, Evans foi escolhido para ser um herói ainda maior, o Capitão América da Marvel no MCU. Fora isso, o ator tirou sarro com seu herói mais antigo na zoeira conhecida como ‘Deadpool e Wolverine‘ (2024).

Ainda no elenco, Julian McMahon, então conhecido como o Dr. Christian Troy, da série ‘Nip/Tuck‘ (2003-2010), abocanhou o papel do maior vilão da Marvel, o Doutor Destino – personagem que agora será vivido por Robert Downey Jr. no próximo filme dos ‘Vingadores‘. McMahon foi escolhido pela combinação de presença marcante e aptidão para personagens com um lado sombrio e dramático. Sua performance trouxe uma mistura de elegância e ameaça ao personagem, que se tornou um dos pontos fortes do filme.

Quarteto Fantástico (2005) conta a origem dos quatro jovens astronautas Reed Richards, Sue Storm, Johnny Storm e Ben Grimm, que participam de uma missão experimental no espaço para estudar um fenômeno cósmico. Durante a missão, uma tempestade de radiação cósmica os atinge, causando mutações que lhes conferem poderes extraordinários. Reed ganha a habilidade de esticar seu corpo, Sue pode se tornar invisível e gerar campos de força, Johnny controla o fogo e voa, e Ben se transforma em uma criatura rochosa de força sobre-humana chamada Coisa. De volta à Terra, eles precisam aprender a controlar seus poderes enquanto enfrentam os desafios pessoais decorrentes das transformações.

O principal antagonista é Victor Von Doom, antigo amigo e rival, que também foi exposto à radiação e desenvolveu habilidades perigosas, assumindo a identidade de Doutor Destino. Ele planeja usar seus poderes para dominar o mundo, colocando o Quarteto em rota de colisão com ele. O filme foca tanto nas batalhas contra Doom, quanto na dinâmica da equipe, explorando amizade, sacrifício e responsabilidade. No final, o grupo se une para impedir uma catástrofe, consolidando-se como heróis. O filme mistura ação, aventura e momentos de humor, tentando capturar a essência dos quadrinhos originais.

Antes da versão final de ‘Quarteto Fantástico (2005), diversas versões do roteiro foram cogitadas ao longo dos anos, refletindo diferentes abordagens para a origem e tom do filme. Inicialmente, havia propostas que buscavam um tom mais sombrio e científico, focando na complexidade das relações entre os personagens e nos dilemas morais dos poderes adquiridos. Em outras versões, o roteiro dava mais ênfase à ação e aos efeitos especiais, tentando tornar a história mais acessível para um público jovem e familiar. Também foram discutidas ideias para incluir subtramas mais profundas envolvendo o passado de Victor Von Doom, tornando-o um vilão mais tridimensional desde o início.

Além disso, algumas versões exploravam diferentes origens para a transformação dos heróis, como acidentes em laboratórios ou experimentos secretos, em vez da missão espacial com radiação cósmica, buscando inovar na narrativa clássica. Houve também debates sobre o equilíbrio entre humor e drama, pois os roteiros variavam entre um tom mais leve e descontraído ou um clima mais sério e épico. Essas mudanças refletiam a dificuldade em adaptar um time tão diverso de personagens para a tela grande, tentando agradar fãs dos quadrinhos e também o público geral. A versão dirigida por Tim Story acabou optando por um meio-termo, com foco na dinâmica familiar da equipe e uma pegada mais leve.

Na época do lançamento de ‘Quarteto Fantástico (2005), a crítica recebeu o filme de forma bastante mista, com muitos apontando falhas no roteiro e na profundidade dos personagens. Embora elogiado pelos efeitos visuais na representação dos poderes, o filme foi criticado pela simplicidade da trama e pela falta de um desenvolvimento mais consistente dos protagonistas e do vilão. A química entre os atores também dividiu opiniões, com alguns críticos achando que o elenco não conseguiu transmitir a dinâmica cativante dos quadrinhos originais. Além disso, o tom mais leve e humorístico, que buscava agradar a um público familiar, foi visto por alguns como superficial demais para um filme de super-heróis.

No entanto, houve quem valorizasse o filme por sua diversão despretensiosa e pelo esforço em trazer personagens menos explorados para as telas, especialmente em um momento em que o gênero ainda estava se consolidando. A bilheteria foi razoável, o que indicava interesse do público, apesar das críticas. Com o tempo, ‘Quarteto Fantástico passou a ser visto como uma adaptação que falhou em explorar todo o potencial da equipe, mas que serviu como um importante passo inicial para futuras produções de super-heróis. Essa recepção crítica mista influenciou a forma como as sequências e outras adaptações passaram a ser planejadas.

Na época da produção de ‘Quarteto Fantástico (2005), a rivalidade indireta com a Disney, que lançava ‘Os Incríveis(2004), foi bastante comentada, já que ambos os filmes abordavam equipes de super-heróis, porém, em estilos bem distintos. Enquanto ‘Quarteto Fantástico apostava em uma abordagem live-action com foco em efeitos especiais e ação realista, ‘Os Incríveis trouxe uma animação sofisticada, com humor afiado e uma história que agradou tanto crianças quanto adultos. O sucesso crítico e comercial de ‘Os Incríveis destacou as limitações de ‘Quarteto Fantástico, evidenciando como a Pixar soube equilibrar emoção, entretenimento e originalidade. Essa comparação fez com que o filme da Fox fosse visto por muitos como uma produção mais convencional e menos impactante, intensificando o debate sobre qual estúdio melhor entendia o gênero de super-heróis naquele momento.

Quarteto Fantástico (2005) teve uma bilheteria sólida, arrecadando cerca de US$330 milhões mundialmente, um resultado razoável para a época, especialmente considerando que o gênero de super-heróis ainda estava em crescimento. Nos Estados Unidos, o filme estreou no dia 8 de julho sem uma grande concorrência verdadeira. ‘Guerra dos Mundos‘, de Steven Spielberg, com Tom Cruise, havia estreado na semana anterior, e ‘Quarteto Fantástico‘ conseguiu tirar sua liderança, ficando com a primeira posição do ranking nas bilheterias. Porém, o blockbuster seria desbancado na semana seguinte, não apenas por ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, de Tim Burton, com Johnny Depp, mas também pela comédia escrachada ‘Penetras Bons de Bico‘, com Vince Vaughn e Owen Wilson; caindo para terceira posição. O filme, no entanto, seguraria essa terceira posição na semana seguinte, sem dar chance para ‘A Ilha‘, de Michael Bay, com Scarlett Johansson e Ewan McGregor.

Apesar de não ter alcançado o status de blockbuster estrondoso como ‘Homem-Aranha ou ‘X-Men, o desempenho financeiro de ‘Quarteto Fantástico‘ foi o suficiente para justificar a produção de uma sequência. A bilheteria refletiu o interesse do público em adaptações de quadrinhos, embora as críticas mistas tenham limitado o potencial máximo do filme nas salas. O resultado consolidou o longa como uma franquia viável, mesmo que com espaço para melhorias nas próximas produções.

O sucesso comercial razoável de ‘Quarteto Fantástico (2005) foi fundamental para que os estúdios autorizassem a produção da sequência lançada em 2007, ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado. A bilheteria mundial demonstrou que havia um público interessado na franquia, o que motivou a Fox a investir em um segundo filme com orçamento maior e a inclusão de personagens mais complexos, como o icônico Surfista Prateado. Além disso, o primeiro filme estabeleceu a base da história e dos personagens, criando uma familiaridade que os produtores queriam explorar e expandir. A recepção do público e a lucratividade serviram como incentivo para melhorar aspectos técnicos e narrativos na sequência. Assim, o filme de 2005 abriu portas para uma tentativa de elevar a franquia a um patamar mais épico e ambicioso.

Vinte anos após seu lançamento, ‘Quarteto Fantástico (2005) é visto como um marco importante, embora imperfeito, na evolução das adaptações de quadrinhos para o cinema. Seu legado está em ter sido a primeira tentativa de levar a famosa equipe de super-heróis da Marvel para as telas em uma era ainda inicial para o gênero, ajudando a pavimentar o caminho para o boom dos filmes de super-heróis que viria a dominar Hollywood na década seguinte. Apesar das limitações no roteiro e na profundidade dos personagens, o filme mostrou a viabilidade comercial desse tipo de produção e popularizou personagens que antes eram menos conhecidos do grande público. Hoje, ele é lembrado com certo carinho nostálgico, mas também como um exemplo das dificuldades e aprendizados iniciais na adaptação desses universos.

Quarteto Fantástico (2005) influenciou diretamente as futuras produções da Marvel, destacando a importância de equilibrar fidelidade ao material original com uma narrativa envolvente e personagens bem desenvolvidos. A experiência acumulada nesse filme serviu como referência para os estúdios na hora de abordar franquias mais complexas e ambiciosas, como o Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Por fim, a obra deixou claro que, para ter sucesso duradouro, adaptações de super-heróis precisam combinar efeitos visuais avançados com roteiros sólidos e personagens cativantes — lições que moldaram os sucessos posteriores do gênero.

‘Segurança em Jogo’: Série da Netflix com ator de ‘Game of Thrones’ ganha trailer; Assista!

A nova série da Netflix, intitulada ‘Segurança em Jogo‘ (Bodyguard), estrelada por Richard Madden (‘Game of Thrones‘), ganhou um novo trailer legendado.

Assista:

Na trama, Madden vive o sargento David Budd, um veterano de guerra que lutou no Afeganistão, que possui dois filhos e é separado. Ele é convocado para proteger a conservadora Secretária Civil (Keeley Hawes), colocando-o em uma situação conflituosa em que suas crenças e seu trabalho podem acabar colidindo entre si. Nesse emaranhando, ameaças externas colocam o povo londrino em perigo.

A série foi roteirizada e criada por Jed Mercurio. A produção estreia na Netflix em 24 de outubro.

‘Aladdin’ ultrapassa a marca de US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais

Uau! Em um mês, ‘Aladdin‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 700 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa acumula US$ 263.4 milhões. No mercado internacional, são US$ 461.4 milhões.

Ao total, o live-action já arrecadou US$ 724.8 milhões mundialmente.

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Lucifer’: Showrunners já assinaram contrato para possível 6ª temporada

De acordo com o TVLine, os showrunners Ildy Modrovich e Joe Henderson já assinaram contrato para uma possível 6ª temporada de ‘Lucifer‘.

Vale lembrar que a 5ª temporada foi anunciada como o ciclo final da produção, mas a Netflix voltou atrás por causa da enorme popularidade da série, e está tentando fechar um acordo para uma nova temporada.

O único obstáculo é o protagonista: Tom Ellis, que ainda não assinou contrato para uma nova temporada, e atualmente está em negociações com a Warner Bros.

A quinta temporada da série irá estrear em 2020, e será dividida em duas partes, cada qual com oito episódios. Além disso, foi confirmado que o último ano terá um episódio musical.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘The Walking Dead’: Atriz de ‘One Tree Hill’ irá interpretar Lucille, a esposa do Negan

De acordo com o ComicBook, Hilarie Burton (‘One Tree Hill‘) irá interpretar Lucille, a esposa do Negan, em um dos episódios adicionais da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Vale destacar que a atriz é a esposa do Jeffrey Dean Morgan, intérprete do personagem, na vida real.

“Tem sido muito difícil manter isso em segredo. Eu amo trabalhar com o Jeffrey Dean Morgan. Eu amo vê-lo incorporar o Negan. E eu amo a família ‘The Walking Dead’. Eles fazem parte da nossa família há muito tempo e sou muito grata pela gentileza deles,” declarou a atriz no Twitter.

A 10ª temporada foi estendida com a encomenda de mais seis episódios, que serão exibidos somente em 2021.

Por conta disso, 11ª temporada deve estrear no final do ano que vem, marcando a despedida da série.

Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero:

 

 

‘Modern Love’: Novas histórias de amor no trailer LEGENDADO da 2ª temporada; Assista!

A Amazon Prime divulgou o trailer legendado da 2ª temporada da aclamada série antológica ‘Modern Love‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 13 de agosto.

Confira as sinopses e imagens dos novos episódios:

Modern Love
ep 1

Episódio 1, com Zoë Chao & Gbenga Akinnagbe: Uma mulher com síndrome do sono atrasado conhece o amor da sua vida. O problema é que ele está acordado quando o dia está raiando e ela não.

Modern Love
ep 2
tk, Marquis Rodriguez + Zane Pais

Episódio 2, com Marquis Rodriguez & Zane Pais: Para dois jovens homens, se reencontrar na rua traz de volta a memória do seu primeiro e único encontro juntos. Mas será que suas lembranças dessa fatídica noite são as mesmas?

Modern Love
ep
Lulu/Grace

Episódio 3, Grace Edwards & Lulu Wilson: Uma jovem estudante do Ensino Fundamental questiona sua sexualidade, quando ela descobre que possui sentimentos por outra garota. Ela decide fazer alguns quizzes nas redes sociais para obter sua resposta.

Modern Love
ep 4
Dominique Fishback + Isaac Powell

Episódio 4, com Dominique Fishback & Isaac Powell: A nova garota da escola se apaixonada por seu melhor e está convencida de que eles foram feitos um para o outro…Ainda que ela não consiga sair da famosa “friend zone”.

Modern Love
ep 5
Garrett Hedlund + Anna Paquin

Episódio 5, com Anna Paquin & Garrett Hedlund: Após um encontro pelo acaso na sala de espera do consultório de um terapeuta, um ex militar do exército americano e uma dona de casa formam uma inesperada conexão, ao descobrirem que ambos os seus conjugues estão tendo um caso entre si.

Modern Love
episode 6
Lucy Boynton + Kit Harington

Episódio 6, com Lucy Boynton & Kit Harington: Dois estranhos se conhecem em um trem de Galway para Dublin, em março de 2020, e decidem agir à moda antiga: Sem troca de celulares, apenas com a promessa de que eles se reencontrarão no trem, duas semana depois. No entanto, uma pandemia global acaba fechando as fronteiras da Irlanda.

Modern Love
ep 7
Minnie Driver

Episódio 7, com Minnie Driver & Tom Burke: A única conexão existente de uma mulher com o seu falecido esposo é o seu carro vintage. Mas agora, 30 anos depois, ela será confrontada pela difícil decisão de ter que vendê-lo e dizer adeus ao seu antigo amor para sempre.

Modern Love
ep 8
Tobias Menzies + Sophie Okonedo

Episódio 8, com Sophie Okonedo & Tobias Menzies: Após anos divorciados criando seus filhos em parceria, um homem e uma mulher reascendem a sua antiga chama do amor. O reencontro do casal será marcado por um inesperado e transformador diagnóstico médico, que pode custar a vida de um deles.

O elenco do próximo ciclo ainda contará com inúmeros rostos novos: Kit Harrington, Milam Ray, Lucy Boynton, Anna Paquin, Dominique Fishback, Gbenga Akinnagbe, Susan BlackwellTom BurkeZoe Chao, Maria Dizzia, Minnie DriverGrace EdwardsKathryn Gallagher, Garrett Hedlund, Telci Huynh, Nikki M. James, Aparna Nancherla, Larry Owens, Zane Pais, Isaac Powell, Ben Rappaport, Jack Reynor, Miranda Richardson, Marquis Rodriguez, James Scully, Zuzanna Szadkowski, Lulu Wilson, Don Wycherley e Jeena Yi.

A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times.

‘Gentleman Jack’: 2ª temporada será lançada em abril; Confira o trailer legendado!

HBO Max divulgou o trailer legendado da 2ª temporada do aclamado drama ‘Gentleman Jack‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado no streaming em abril.

Criada por Sally Wainwright (‘Happy Valley’), a série é baseada nos diários de Anne Lister.

A produção britânica se passa no ano de 1800 e acompanha a vida de Anne Lister (Jones), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher.

O elenco conta com Suranne Jones, Sophie Rundle, Joe Armstrong, Amelia Bullmore, Rosie Cavaliero, Gemma Whelan, Gemma Jones e Timothy West.

‘Chef Jack’: Animação BRASILEIRA com Danton Mello ganha trailer e data de estreia

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer da animação brasileira ‘Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro‘.

Confira:

O longa está programado para estrear no dia 19 de janeiro.

Guilherme Fiúza Zenha é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Roger Keesse.

A trama segue o cozinheiro Jack, um cara de bom coração, mas com uma pitada de excesso de confiança. Ele é um dos prodígios da Culinária de Aventura e viaja o mundo todo atrás dos ingredientes mais raros para completar suas receitas únicas. Contudo, as coisas azedam para o lado de Jack após cometer um grave erro em um prato e sua reputação virar uma piada. Para dar a volta por cima e provar para o mundo inteiro que ele ainda é o maior chef aventureiro da atualidade, ele só tem uma saída, participar da maior competição de culinária de aventura do mundo: a Convergência de Sabores! O que Jack pensava ser uma tarefa fácil, acaba se tornando um grande desafio e ele terá que aprender a trabalhar em equipe com o novato pouco confiante, o sonhador Leonard. Será que Jack vai conseguir deixar o orgulho de lado e, junto com Leonard, ganhar a competição?

Danton Mello (‘Órfãos da Terra’) dubla o personagem principal.

Tyrese Gibson enfrenta serial killer no trailer do suspense ‘Squealer’; Confira!

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do suspense ‘Squealer‘, estrelado por Tyrese Gibson (‘Velozes e Furiosos 10’).

Confira:

Dirigido por Andy Armstrong, o longa é inspirado em uma história real.

“Quando jovens mulheres começam a desaparecer numa pequena cidade, um polícia e uma assistente social seguem pistas até uma remota fazenda de porcos, onde descobrem que o açougueiro local tem trazido o seu trabalho para casa…”

O elenco ainda conta com Theo Rossi, Wes ChathamKatherine MoennigRonnie Gene Blevins, Danielle BurgioChristina Gonzalez.

O suspense será lançado em VOD no dia 3 de novembro.

Pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary’ será para MAIORES por “cenas violentas”

O terror psicológico ‘Apartment 7A‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘O Bebê de Rosemary‘, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.

Ambientada em 1965, em Nova York, a trama se passará antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.

“Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.”

Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’) será responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Christian White.

Desenvolvido pela Paramount Pictures, o terror será lançado direto no serviço de streaming da Paramount+.

John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’), Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller servem como produtores.

Julia Roberts lida com ESCÂNDALO sexual no trailer de ‘After the Hunt’; Confira a descrição!

After the Hunt‘, próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’), teve o seu primeiro trailer divulgado na CinemaCon 2025.

Estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), o longa explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa um professor de agressão sexual.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com o acadêmico Harry (Andrew Garfield) falando sobre o medo da nova geração de dizer a coisa errada, o que desperta a atenção de sua aluna, interpretada por Ayo Edebiri. Ela trabalha ao lado da amiga de Harry, interpretada pela Julia Roberts. A amizade dos dois parece forte, até que Edebiri aborda Roberts e revela ter sido agredida sexualmente pelo Harry.”

“As acusações são negadas por Harry, que cita a cultura do cancelamento e até chama a alegada vítima de “puta”. Enquanto as alegações tomam proporções ainda maiores, incluindo um elemento racial entrando em questionamento, Julia Roberts se encontra no meio de todo o caos na faculdade.”

“O vídeo termina com as duas protagonistas aparentemente em lados opostos. Enquanto Ayo diz que não está ‘mais confortável tendo essa conversa’, Julia responde que ‘nem tudo deve te deixar confortável’.”

O longa está programado para estrear no dia 17 de outubro.

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

Nora Garrett assina o roteiro.

POV: Presença Oculta

(Bodycam)

 

Elenco:

Sean Rogerson
Jaime M. Callica
Keegan Connor Tracy

 

Direção: Brandon Christensen

Gênero: Terror

Duração: 75 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 12 de Março de 2026

Sinopse: 

Em POV: PRESENÇA OCULTA, o que começou como uma chamada de rotina vira um pesadelo quando dois policiais se envolvem em um acidente fatal. Bryce, desesperado para proteger seu emprego e sua família, convence seu parceiro a destruir todos os registros para esconder a verdade. Mas conforme a madrugada avança, eles percebem que as câmeras não eram as únicas testemunhas e que algo sobrenatural acompanhava cada movimento deles naquela noite.

Crítica | POV: Presença Oculta – Câmeras Corporais de Policiais Flagram o Sobrenatural em novo TERROR

Curiosidades:

» ‘POV: Presença Oculta’: Terror estilo ‘V/H/S’ alcança 86% de aprovação no RT; Confira as reações!

» Além de dirigir, Brandon Christensen também assina o roteiro ao lado de Ryan Christensen;

» Do mesmo diretor de ‘O Enviado do Mal‘, ‘Amizade Maldita‘ e ‘A Anfitriã‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jessica Biel comete crime hediondo no trailer da série ‘The Sinner’

Após um hiato fora do meio cinematográfico, a atriz Jessica Biel prepara seu retorno à televisão, na mais nova série do canal USA Network, intitulada ‘The Sinner’.

A produção ganhou seu primeiro trailer, confira:

Baseado no livro homônimo da escritora alemã, Petra Hammesfahr, o thriller acompanha uma jovem mãe, protagonizada por Biel, que após ser tomada por um súbito ataque de fúria, esfaqueia um homem publicamente, sem saber explicar o porquê do crime. A trama vai se aprofundar nas motivações que possam ter levado a protagonista a cometer o ato de violência, abordando também a obsessão do investigador por respostas. Nessa jornada, os dois irão até as profundezas da psique da personagem, além dos segredos violentos de seu passado que ainda permanecem escondidos.

O elenco também conta com Christopher Abbott, Bill PullmanTeri WyblePatti D’ArbanvilleAbby Miller.

Além de estrelar, Biel assume também a produção executiva da série, ao lado de Michelle Purple. O episódio piloto foi criado e escrito pelo estreante na TV, Derek Simonds, e dirigido por Antonio Campos. ‘The Sinner’ ainda não tem data de estreia. 

 

‘Jogador Nº 1’: Photoshop estranho chama atenção no cartaz do sci-fi de Steven Spielberg

Jogador Nº 1, adaptação dirigida por Steven Spielberg, ganhou um novo cartaz… que chamou a atenção pelos motivos errados. Em um aparente erro de Photoshop, a perna do protagonista vivido por Tye Sheridan ficou desproporcionalmente maior.

Comente nos comentários abaixo o que você achou da arte:

Zak Penn escreveu o roteiro do filme, que tem estreia prevista para 29 de Março de 2018.

‘Young Sheldon’: Segunda temporada ganha nova imagem

A segunda temporada da comédia spin-off  ‘Young Sheldon‘ ganhou uma nova imagem

Confira:

O novo ciclo, que conta a história do jovem e gênio Sheldon de ‘The Big Bang Theory, retorna no dia 24 de setembro na CBS.

 

 

 

 

Crítica | Coringa é o filme que o mundo precisa assistir…

Assistimos ao Filme durante o Festival de Toronto 2019

Ao som das notícias vindas de um rádio antigo, seus traços começam a ser formados. Cores quentes como o vermelho e o azul desenham o seu rosto pálido de pintura circense, que gradativamente ganha as feições de um palhaço. Ainda sem o seu sorriso largo e colorido que extrapola os limites de seus lábios, Joaquin Phoenix tenta fazer surgir um sorriso verdadeiro. Estica o rosto e se depara com seu conflitante olhar tristonho no espelho. Se rir é um santo remédio, no caso de Arthur Fleck, é uma grave doença. Mas ainda insistindo em uma alegria plástica, ele se esforça, mas é incapaz de controlar as lágrimas que escapam pelo canto dos olhos, criando um rastro de tinta azul em sua face esguia.

Coringa é fruto de uma tristeza inimaginável na alma de um homem. Como uma figura nascida sem lar e trazida para um seio familiar doentio, ele é o reflexo de uma vida de alienação parental, abusos e abandono. Acostumado a isso, o personagem – até então um homem consciente de sua complexidade mental e plenamente medicado a fim de controlá-la – constrói uma fortaleza de isolamento ao seu redor. Ele até que se esforça, quer ser sociável, gentil e compassivo. Tem uma fala mansa, olhos confusos e perdidos e uma tristeza inexplicável, que poderiam facilmente compreender aspectos de uma personalidade borderline ou de alguém que sofre de depressão. E aqui, Phoenix entrega esse emaranhando febril de uma mente calejada, que queria ser saudável, mas parece que ninguém está disposto a ajudá-lo a chegar nisso.

Essa construção complexa de Arthur Fleck é um dos aspectos mais fascinantes da história de origem de um dos maiores e mais consagrados vilões das histórias em quadrinhos. Como um agente do caos, ele é introduzido em seu filme solo como um fruto desse mesmo caos, um homem comum que tinha sonhos e ambições saudáveis, mas viu todas elas se desvanecerem no vento em virtude da mais completa sensação de abandono. E o cineasta Todd Phillips nos mostra exatamente isso. Coringa não é uma figura insana sem propósito. Ele é uma criação do colapso da sociedade contemporânea, em meio à ruptura de princípios éticos e morais. Como alguém nascido em uma terra sem lei – a Gotham City de 1980, uma clara referência à Nova York do mesmo período – ele surge como o mal necessário, o mártir de uma cidade cujas instituições e sistemas não mais funcionam e são críveis. E onde não há ordem, o caos sempre impera. E é assim que nasce o palhaço por trás do singelo homem de ombros caídos e corpo esguio.

Mas antes de chegar em sua eclosão máxima, no nascimento de seu lado vilanesco, Coringa apresenta à audiência um Arthur Fleck identificável. Tratado a vida inteira como uma piada, um homem sem lar, o conhecemos como alguém que sofreu demais pelos traumas da vida. Nesse contexto, o diretor Todd Phillips nos presenteia com uma percepção apurada e precisa do vilão antes de receber esse título. E impactados por sua sofrida trajetória, nos compadecemos de Fleck, que se transforma em uma visão da própria sociedade mundial, se tornando um fragmento de tantas histórias reais. Suas dores, seu pesar e seus anseios representam muitos de nós, fazendo com que a linha de distanciamento que nos separa da loucura ensandecida do personagem suma, nos levando a dar um passo em direção a ele.

Essa construção tão simbólica e complexa do Coringa faz com que o filme cruze as fronteiras do gênero de adaptação de quadrinhos, se tornando de fato uma obra-prima da sétima arte. Abordando a psique humana de Arthur Fleck com precisão, o cineasta – cujas origens remetem à trilogia Se Beber Não Case – presenteia o público com um filme espetacular, roteirizado de maneira estratégica e dirigido com delicadeza e profundidade. Esse trabalho técnico é ainda mais hipnotizante ao contemplarmos a caracterização de Joaquin Phoenix como o vilão. Com 23 quilos a menos, conhecemos uma versão completamente diferente da atuação do ator. Cadavérico, seus ossos estão aparentes e saltados moldando uma figura assustadora do personagem. Com sua coluna reclinada, evidenciando a fragilidade de sua forma física, ele ainda insiste em alguns passos de dança, cria uma plateia cativante ao seu redor e contorce seu corpo com uma antagônica leveza, de quem busca se encontrar em uma arte na qual ele não parece dominar.

Em um constante contraste entre quem Arthur Fleck gostaria de ser – um comediante stand-up – e quem de fato ele acaba se tornando, a nova versão do Coringa enche olhos com as lágrimas mais genuínas, justamente por transformar a essência de uma das figuras mais conhecidas da cultura POP em um símbolo do cinema contemporâneo do mais alto escalão. Visualmente belo, o longa ainda conta com uma fotografia urbana cativante, que faz uso de elementos como fogos de artifício e a sombriedade das sujas ruas de Gotham, além de explorar a excepcional linguagem corpora de Phoenix para construir sua beleza plástica. Com uma trilha sonora adaptada que resgata clássicas canções de musicais dos anos 30 e 40, a adaptação dos quadrinhos ainda traz referências a Fred Astaire e contempla os fãs da Era de Ouro do cinema com a música Smile, de Charles Chaplin, do filme Tempos Modernos.

Fazendo da sua trilha o guia das emoções e das sensações de Coringa, Todd Phillips usa a música como um maestro para conduzir o nível de intensidade da narrativa, nos fazendo ainda ouvir o hit Laughing, de The Guess Who, pela própria e pesada voz de Joaquin Phoenix. Dramático, visceral, voraz e violento, a nova versão do vilão inaugura um novo momento na história da Warner/DC, representando o zeitgeist de maneira brilhante, à medida que abre o caminho para que mais novas adaptações de quadrinhos entrem para o hall de grandes produções da história do cinema. Dilacerado e honesto, Coringa é o filme que o mundo precisa assistir e é o cumprimento de uma antiga promessa feita aos fãs da DC. Preparem-se para o melhor filme de 2019.

 

Confira os lançamentos da Amazon Prime Video nesta semana

O mês de setembro está encaminhando para o fim, mas muitos títulos novos ainda chegam na plataforma da Amazon Prime Video. E para você não ficar perdido, separamos a agenda com todos os títulos programados para os próximos dias.

Lembrando que a programação da Amazon está sujeita à alterações!

20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

 

‘Miracle Workers’: Série de comédia com Daniel Radcliffe e Steve Buscemi já está disponível na HBO Max

As duas primeiras temporadas da série antológica de comédia, ‘Miracle Workers‘, já está disponível na plataforma HBO Max. A produção é estrelada por Daniel Radcliffe e Steve Buscemi.

Na trama, depois de tanto dedicar sua existência para cuidar da Terra, Deus decide focar nos seus próprios interesses. Com isso, os anjos responsáveis por ouvir as orações das pessoas precisam realizar um milagre a fim de evitar a destruição da humanidade.

Produzida pela TBS, a série é baseada no livro cômico de Simon Rich, intitulado ‘What in God’s Name‘ e segue um viés antológico. A primeira temporada foi ambientada no céu.

O segundo ciclo permanece sob os os cuidados de Rich e trará o retorno de Radcliffe, Buscemi, Lorne Michaels, Andrew Singer e Katy Jensen entre os produtores.

Nesse novo ciclo, a série traz uma nova narrativa, acompanhando um grupo de aldeões na era medieval, que  tentam seguir uma vida longe da violência e de assassinatos. Se passando em um tempo de desigualdade e fake news, a história terá o foco na família e na amizade.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a produção já conta com a 3ª temporada e foi renovada para mais um ciclo.

Empolgando com a renovação, Rich falou sobre a oportunidade de contar sua história por meio da série:

“Sou tão grato por ter recebido a oportunidade de trazer meu livro ‘What In God’s Name‘ à vida na primeira temporada. E agora que eu esgotei essa narrativa, estou muito empolgado por contar uma história novinha com o mesmo grupo de brilhantes atores”.

Miracle Workers‘ também conta com Geraldine Viswanathan e Karan Soni em seu elenco.

A primeira temporada da série alcançou 26,4 milhões de pessoas por meios de todas as plataformas da TBS.

‘DOC’: Felicity Huffman entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo informações do Deadline, a Fox anunciou uma adição de peso ao elenco de sua série médica ‘Doc‘: Felicity Huffman será uma das protagonistas da segunda temporada, que estreia no outono norte-americano. A atriz, vencedora do Emmy por ‘Desperate Housewives‘, retorna a um papel fixo em uma série após anos afastada dos holofotes.

Na trama, Huffman interpretará a Dra. Joan Ridley, uma médica veterana com especialização dupla em clínica geral e cirurgia. Descrita como charmosa, carismática e dona de um humor ácido que esconde uma ambição feroz, Joan é o tipo de profissional que impõe respeito sem precisar elevar a voz. Fã de uísque, Marlboro vermelho e jantares sozinha com bife, ela se define como uma “mulher à moda antiga”.

A personagem tem uma conexão direta com a protagonista da série, Dra. Amy Larsen (vivida por Molly Parker). Joan foi professora e mentora de Amy na faculdade de medicina — e Amy, sua aluna mais brilhante. A relação entre as duas é marcada por respeito mútuo, tensão e franqueza, o que torna Joan a escolha ideal para assumir o cargo de chefe do departamento de clínica médica do hospital Westside, substituindo o Dr. Richard Miller (Scott Poter).

Mas Joan chega ao hospital com segundas intenções: além de querer ajudar Amy e a equipe, ela carrega um segredo que a motiva ainda mais.

Vale lembrar que Patrick Walker e Charlotte Fountain-Jardim foram promovidos ao elenco regular da 2ª temporada da série.

Walker dá vida ao Dr. TJ Coleman, um amigo de longa data de Amy (Parker). Fountain-Jardim, por sua vez, interpreta Katie Hamda, filha de Amy e de Michael (Omat Metwally).

Relembre o trailer de ‘Doc‘:

Na trama…

Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.

Omar MetwallyAmirah VannJon-Michael EckerAnya BanerjeeScott WolfPatrick Walker e outros também fazem parte do elenco.

A série foi criada por Barbie Kligman.

‘Aquaman’: Veja a primeira imagem oficial de Jason Momoa no novo filme da DC

A Entertainment Weekly divulgou a primeira foto oficial de Jason Momoa em Aquaman. Confira:

O diretor James Wan (Invocação do Mal) garantiu que o efeito usado por Zack Snyder em Liga da Justiça’ de criar uma bolha para os diálogos debaixo d’água, não existirá no filme solo do Aquaman‘. Confira:

“Não se preocupe, não terão ‘bolhas de ar para diálogos’ no meu mundo debaixo d’água.”

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Leia a nossa crítica: Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

Jason Momoa confirma que Aquaman apareceu em ‘O Homem de Aço’, Confira!

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

A Warner lança Aquaman em 21 de dezembro de 2018.

‘Objetos Cortantes’: Minissérie da HBO com Amy Adams ganha data de estreia

A aguardada série ‘Sharp Objects‘ (‘Objetos Cortantes’), estrelada por Amy Adams, ganhou seu primeiro trailer, junto com a data de estreia.

Segundo o Deadline, o primeiro dos oito episódios da minissérie estreia em 8 de julho na emissora.

Confira o trailer:

A série será lançada em junho de 2018 pela HBO. Estrelada pela atriz cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams (Retratos de Família, Dúvida, O Vencedor, O Mestre e Trapaça), a produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.

As primeiras imagens do programa já foram divulgadas. Confira abaixo.

Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.

Objetos Cortantes é criação de Marti Noxon, produtora de Buffy – A Caça-Vampiros. Produzindo o programa estão Jason Blum, rei do terror atual e cabeça da Blumhouse, o cineasta Jean-Marc Vallée (Big Little Lies), Gillian Flynn, Marti Noxon e a própria Amy Adams.

No elenco, Patricia Clarkson (Ilha do Medo), Lulu Wilson (Annabelle 2) e Sophia Lillis (It: A Coisa) – para quem queria ver Adams interpretando Lillis mais velha no filme do palhaço Pennywise, este talvez seja o prêmio de consolação.

Crítica 2 | Jurassic World: Reino Ameçado [com SPOILERS]

T-rEx-Machina

Com estreia no dia 21, mas com algumas sessões de pré-estreia já acontecendo, Jurassic World: Reino Ameaçado traz a direção excelente de Juan Antonio Bayona, que dá ao filme um tom muito diferente dos outros capítulos da franquia. Quase uma obra de terror, Jurassic World 2 não é perfeito, mas é extremamente eficiente dentro daquilo que se propõe.

Ambientado três anos depois do filme anterior, Reino Ameaçado mostra o mundo após a chacina causada pelo terrível Indominus Rex. Muita coisa mudou e uma fatalidade está prestes a acontecer: o vulcão da Ilha Nublar foi reclassificado como “ativo” e pode entrar em erupção a qualquer momento. Diante disso, o governo dos Estados Unidos começa a fazer audições para saber se eles devem interferir e salvar os dinossauros restantes, ou se devem deixá-los na ilha para que a natureza possa agir.

Pra começar, o segundo capítulo da trilogia Jurassic World mostra toda sua vontade de se afastar da franquia Jurassic Park. Apesar de seguir uma estrutura narrativa bem próxima de O Mundo Perdido (1997), dá para ver a diferença na abordagem e o desejo de enfim afirmar que não se trata apenas de um reboot, mas de um conteúdo próprio, com ideias novas.

Dito isso, muitos fãs da trilogia original podem fechar a cara para essas ideias novas. Desde o primeiro Jurassic World, já dava para perceber que essa saga exigiria um pouco mais de imaginação e inocência a fim de ter suas ideias compradas. Enquanto o original apostava na nostalgia, a sequência quer estabelecer o futuro da saga e um tom de tensão mais intenso do que no próprio Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993).

Mas o que é essa tal nova ideia tão absurda, porém, curiosa? Dinossauros sendo usados como armas. É, pois é… entretanto, por mais surreal que possa parecer, a direção do filme conduz a trama de um jeito que te faz comprar a ideia e até mesmo ansiar pelo próximo capítulo. Confesso que saí da sala completamente surpreso e curioso para ver como irão lidar com o final de Reino Ameaçado.

As atuações estão no mesmo nível do primeiro Jurassic World. O destaque negativo nesse setor fica com Justice Webb, o alívio “cômico” do filme, que é tão engraçado quanto um atropelamento de unicórnio. Não é engraçado. O próprio Chris Pratt, que tinha uma função mais humorística anteriormente, acaba tendo uma abordagem um tiquinho mais séria. Ele está uma representação perfeita do Indiana Jones de Harrison Ford.

Agora, mesmo querendo se distanciar do original, o respeito e admiração usados para tratar de assuntos que remetem ao filme de 93 são fantásticos. Você vê o trabalho feito por alguém que realmente gosta e entende do assunto! Um ponto digno de aplausos é a representação de todas as teorias sobre a extinção dos dinossauros em cada cena de perigo aos lagartões.

As teorias mais conhecidas sobre o que poderia ter causado a morte dos dinossauros são a queda do asteroide, as erupções vulcânicas, os gases tóxicos e a evolução dos sobreviventes. O filme mostra uma cena para cada teoria dessas. Temos o vulcão explodindo, as pedras de foco caindo em direção aos répteis, uma cena de sufocamento por gás (em que eles estão privados da luz do sol) e a disputa evolutiva entre as espécies.

O incômodo surge em razão de algumas conveniências de roteiro que poderiam ter sido resolvidas com um pouco mais de empenho no roteiro. A principal delas é o T-Rex Ex-Machina, carinhosamente apelidado por mim como T-rEx-Machina. Ela aparece de duas a três vezes ao longo do filme para salvar os protagonistas. Já era estranho abordar a T-Rex como heroína no primeiro Jurassic World, mas persistir nesse erro é muito estranho. Soa como interferência do estúdio.

Falando nisso, mesmo com a nítida participação da Universal nos rumos do filme, Bayona entendeu o que eles queriam e soube dar sua assinatura em cima do genérico. Ele não está em seu melhor, como em O Orfanato (2007), por exemplo, mas é um trabalho absurdamente competente. Ele cria tensão e faz suspense com os detalhes mais sutis. É a melhor coisa do filme.

Ideal para quem busca entretenimento de qualidade com toques de terror psicológico, Jurassic World: Reino Ameaçado vale o preço do ingresso. Melhor que  seu antecessor, ele promete novos rumos para a franquia e mesmo se sustentando sozinho, deixa um gancho sensacional para o terceiro.

OBS: Tem cena pós-créditos.

Confira todos os objetos assombrados que aparecem em ‘Annabelle 3’

Annabelle 3: De Volta ao Lar’ estreou nos cinemas e trouxe aos espectadores uma curiosidade que permeou todo o universo de Invocação do Mal desde o primeiro filme: quem e quais são os objetos amaldiçoados da Mansão dos Warren? Qual é a história por trás de cada um deles? Uma vez que o novo filme da franquia joga luz sobre essa questão, mas não as aprofunda (provavelmente para testar o público, ver quais deles fazem sucesso para, no futuro, fazerem filmes solos deles), levantamos aqui as principais coisinhas endemoniadas que aparecem no filme. Contém spoilers e muita história bizarra.

 

8 – O Macaco com Pratos

Este é um dos símbolos que mais aparece em filmes de terror e outros gêneros. Já figurou em ‘O Fantasma da Ópera’, em ‘Toy Story 3’ e nas duas versões de ‘Aladdin’, por exemplo. Foi criado e comercializado pelo Japão entre as décadas de 1950 e 1970. Seu aspecto super esquisito inspirou o mestre do terror, Stephen King, a escrever uma história sobre ele, ‘O Macaco’. No universo dos Warren, ele originalmente aparece na casa de ‘Amityville’, e esta é a provável razão pela qual ele é amaldiçoado.

7 – A TV Amaldiçoada

Desde a criação da tv, na década de 1930, muitas pessoas acreditam que esse objeto é amaldiçoado e consegue se comunicar com os mortos. Este argumento já foi utilizado em diversos filmes, como ‘O Chamado’. Essa lenda urbana se fundamenta na inovação tecnológica da época – afinal, conseguir reproduzir pessoas em movimento dentro de uma caixa só poderia ser coisa do capiroto. Ou seja, é uma história baseada na fé de alguns e no medo de muitos.

 

6 – O Samurai

É ou não é bizarrinha aquela armadura de Samurai parada no meio do corredor? É uma das peças mais antigas da coleção dos Warren, e, no filme, ela apenas fica parada e vira o pescoço quando Mary Ellen é obrigada a passar por ela, e, ao fazê-lo, Mary Ellen consegue ouvir ao longe uma mulher gritando em desespero e um homem berrando com ela. O espírito encarnado na armadura do Samurai provavelmente faz menção às diversas histórias aterrorizantes dos samurais assassinos do Japão Feudal, como a da prática dos tsujigiri, utilizada pelos samurais que recebiam uma nova katana ou desenvolviam uma nova técnica de luta, e, para testar a nova habilidade, eram permitidos simplesmente matar pessoas aleatórias, especialmente à noite.

5 – O Barqueiro

O Barqueiro não é exatamente uma novidade, porém, é uma figura bastante bizarra. Ele é inspirado na mitologia grega, o Caronte, que é o sujeito responsável por levar para o Outro Mundo a alma daqueles que morrem, iluminando o caminho delas pelas sombras e pela escuridão. Entretanto, a pessoa tem que pagar por esse serviço, por isso na cultura grega quando uma pessoa morria era preciso colocar moedas sobre os olhos dela, para que pudesse pagar pelo serviço do Barqueiro Caronte. Vocês podem imaginar o que acontecia com aqueles que eram enterrados sem essa pequena propina, né?

4 – O cachorro/lobisomen/Hellhound

Este é um cachorro sobrenatural cujo folclore diz que pode se transformar em fumaça, além de poder virar uma besta enorme e feroz. Pode ter até três cabeças e no cinema já apareceu como o Fluffy, de ‘Harry Potter e a Câmara Secreta’. O filme aponta que o cachorro amaldiçoado é, originalmente, da Inglaterra, onde ele perseguiu um homem no interior do país. Sua principal habilidade é a capacidade de aparecer e desaparecer de repente, e esse elemento surpresa quase fez com que ele conseguisse matar Bob e Judy no filme.

3 – O Piano

Por mais que pareça um instrumento musical comum, o piano que aparece no filme, na verdade, toca sozinho. E, sim, ele está no Museu dos Warren.

2 – A Noiva

O vestido de noiva que é visto no canto da sala dos artefatos possuídos vai atrás de Judy e Danielle no filme. O espírito que habita o vestido consegue se mover nas sombras e nos reflexos das superfícies espelhadas, mas ele também consegue caminhar no nosso mundo. A Noiva segura uma faca constantemente, e um dos lados da sua cintura está manchado de sangue. Embora a Noiva consiga ferir Danielle no filme, na cena seguinte a jovem não está ferida. Isso acontece porque a faca usada pela Noiva é apenas uma projeção, uma ilusão criada pelo espírito amaldiçoado que vive dentro dele e que usa essa projeção para se aproximar das pessoas e conseguir possuir a vítima. E é o que acontece com Danielle.

1 – Annabelle, a original

Por fim, vamos falar da verdadeira Annabelle, que originalmente aterrorizou duas amigas e que neste terceiro filme da franquia mostra sua verdadeira face aparece. A fofínea aparece num programa, quando Judy Warren está assistindo televisão. Sua aparência é muito mais cute cute na vida real, porém, como sabemos, as aparências enganam, né non?

‘Vingadores: Ultimato’: Teoria aponta Katherine Langford como uma nova vilã

Enquanto ‘Vingadores: Ultimato‘ não chega aos cinemas, muita gente dedica seu tempo para criar diversas teorias mirabolantes. A última que surgiu aponta Katherine Langford como uma das novas vilãs que o filme deve apresentar.

No caso, um fã observou que em ‘Thor: Ragnarok‘, Thor sempre se refere à Hela como meia-irmã, ou seja, oriunda de outro relacionamento de Odin.

Na teoria, portanto, teremos a introdução de Senhora Morte, mãe de Hela, no filme, já funcionando como o interesse romântico de Thanos. Segundo o fã, quem vai interpretar a poderosa personagem é Katherine Langford que ainda não teve seu papel revelado.

Será que isso deve acontecer? É bastante improvável, mas é impossível definir alguma certeza para as surpresas que a Marvel esconde.

Lançado há uns dias, o primeiro vídeo de ‘Vingadores: Ultimato‘ quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.

Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).

A dupla Anthony Russo e Joe Russo retorna para a direção.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Blumhouse está desenvolvendo filme de terror baseado na Bola-8 Mágica

Blumhouse Productions ganhou notoriedade por seus competentes filmes de terror, como as franquias Atividade ParanormalA Morte Te Dá Parabéns, e obras como Corra!’ ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’, ambos indicados ao Oscar em seus respectivos anos.

A companhia, porém, também é conhecida por adaptar um conhecido jogo de tabuleiro para os cinemas, dando origem à franquia ‘Ouija: O Jogo dos Espíritos’, que se tornou um sucesso de bilheteria e rendeu uma continuação. Agora, parece que a produtora está desenvolvendo uma narrativa baseada na famosa Bola-8 Mágica.

Segundo o site Deadline, que primeiro confirmou as notícias, um dos executivos da Mattel FilmsRobbie Brenner, confirmou que ambos os grupos irão se unir para contar essa inesperada história. “Desde 1950, a Bola-8 Mágica inspirou nossa imaginação e intrigou diversas gerações”, ele declarou. “Esse brinquedo icônico tem uma conexão incrível com os fãs e um potencial gigantesco para os cinemas”.

“Não há parceiros melhores para contar a história desse brinquedo em colaboração com a Mattel Films que Jeff Wadlow e a Blumhouse Productions, cuja perspectiva do gênero thriller cativou audiências no mundo inteiro e ganhou aclame considerável”, Brenner acrescentou.

Para aqueles que não conhecem o brinquedo, a Bola-8 Mágica é um objeto que contém certo número de respostas pré-dispostas em seu interior; quando alguém faz uma pergunta e a sacode, uma dessas respostas aparece em primeiro plano.

Ainda sem muitas informações divulgadas, o filme será dirigido por Wadlow (Verdade ou Consequência).

‘Cats’: Primeiras reações indicam que o filme é estranho e indescritível

Cats chega nos cinemas nacionais no dia 25 de Dezembro, mas as primeiras reações começaram a despontar nas redes sociais – indicando que o filme é uma mágica e bizarra aventura.

Porém, os críticos não estão sabendo lidar com o visual pra lá de “estranho” do filme.

Confira:

Cats é a experiência cinemática mais espetacular, mágica, estranha e desconcertante que já tive. Não tenho ideia do que aconteceu, mas sei que valeu a pena”.

“Não fico nem um pouco satisfeita em dizer que [o filme] é muito arisco para seu próprio bem”.

“De alguma forma eu não sabia que Ray Winstone interpreta Growltiger em Cats – e deixem-me dizer que eu gritei e uivei”.

 

Tom Hooper fica a encargo da direção.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

Baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber, o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de dezembro.

Assista ao trailer:

 

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer afirma que performance de Jared Leto foi apagada do filme

Desde que a WarnerMedia confirmou o lançamento do corte do diretor de ‘Liga da Justiça’, vários fandoms começaram a realizar petições exigindo a versão original de diversos longas-metragens – sendo o mais recente deles o de Esquadrão Suicida, de David Ayer.

Conforme a comoção ganha as redes sociais, Ayer também aproveita para revelar alguns detalhes da produção. Segundo ele, o corte cinematográfico é bem diferente do que ele havia imaginado, incluindo a representação de Coringa (Jared Leto).

Em resposta a um fã em seu Twitter oficial, o diretor escreveu que: “Jared foi bem maltratado durante isso. Ninguém viu sua performance. Foi praticamente arrancada do filme”.

Confira:

Ayer também aproveitou para divulgar algumas informações sobre a versão, dizendo que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu.

Após as diversas críticas do diretor David Ayer à Warner, por ter interferido criativamente emEsquadrão Suicida‘, a diretora Cathy Yan fez um polêmico comentário revelando que “entende como ele se sente”.

No post, Ayer diz:

Esquadrão Suicida foi refilmado porque o tom era ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Tirei minha inspiração de Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared e Margot. Coringa era aterrorizante. Harley era complexa.”, afirmou.

A diretora respondeu:

“Sinto muito que isso tenha acontecido com você, David. Eu conheço a dor.”

Pelo visto, o estúdio também interferiu criativamente no filme.

Confira:

Nas redes sociais, o diretor afirmou que o tom do filme mudou após as críticas negativas de ‘Batman vs Superman‘ e do sucesso de ‘Deadpool‘. Os executivos quiseram tirar o tom obscuro e adicionar mais humor.

“O primeiro trailer acertou o tom e a intenção do filme que fiz. Metódico. Em camadas. Complexo, bonito e triste. Depois, as críticas de BVS e o sucesso de Deadpool chocaram a liderança da época – e meu drama comovente foi transformado em uma ‘comédia'”, afirmou.

Nas redes sociais, os fãs iniciaram a campanha #ReleaseTheAyerCut. Confira:

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Homem-Aranha 3’: Doutor Estranho é reimaginado como o Mágico de Oz em INCRÍVEL pôster de fã

Ontem, o The Hollywood Reporter confirmou que Benedict Cumberbatch reprisaria mais uma vez seu papel como Doutor Estranho em Homem-Aranha 3, servindo como mentor para Peter Parker (Tom Holland) depois da morte de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.).

Agora, a conhecida página BossLogic divulgou no Twitter uma incrível arte de fã do novo capítulo da saga que reimagina o poderoso feiticeiro como o Mágico de Oz.

Confira:

A aparição de Dr. Estranho ajudaria a explicar o multiverso que será aberto e trará de volta Jamie Foxx como Electro.

Em seu perfil do Instagram, Foxx publicou uma imagem de três versões do Homem-Aranha encarando o rosto do Electro numa gigantesca nuvem de eletricidade.

O estranho é que ele logo excluiu a publicação depois que alguns fãs começaram a questionar sobre o ‘Aranhaverso‘.

Na legenda, ele ainda deu alguns detalhes sobre o vilão, garantindo que não será azul desta vez.

Confira:

“Diga ao Cabeça de Teia que vamos nos reencontrar. Estou super entusiasmado com o próximo filme do Homem-Aranha… Mal posso esperar para que que vocês vejam. E eu não serei azul desta vez! Mas muito mais durão.”

lembrando que logo após a escalação do astro, não demorou muito para os fãs começarem a teorizar que a Sony e a Marvel estão criando o Aranhaverso, que pode trazer o retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Para quem não se lembra, o Electro foi introduzido em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘, quando Peter Parker ainda era vivido por Garfield.

Confira as reações:

De acordo com o ComicBook.com, rumores apontam que o novo longa será intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘. De acordo com aqueles ligados ao projeto, essa reviravolta na história ajudará Peter a se tornar seu próprio herói, em vez de ser um mentoreado dos outros Vingadores.

“Vai ser divertido ver Spidey volta em seu elemento, fora da sombra de Tony, fora da sombra dos outros Vingadores, como o seu próprio homem agora, como seu próprio herói”, afirmou Kevin Feige

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Daft Punk | Celebrando a carreira e o legado de uma das duplas mais importantes da música

1997. Paris, França.

Quando ‘Homework’, o aclamado álbum de estreia da dupla Daft Punk, foi lançado, ninguém poderia imaginar o impacto que o ato musical formado por Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter teria. Afinal, eles já despontavam no cenário eletrônico europeu ao insurgirem como pioneiros do French house ainda no começo dos anos 1990, mascarando-se através de um misterioso alter-ego que se valia do poder dos sintetizadores e bebia do deep house, do Chicago house e do techno. Dezoito anos depois de terem se formado, Homem-Christo e Bangalter chocaram o mundo mais uma vez ao anunciarem sua dissociação, deixando para trás apenas quatro álbuns de estúdio, uma icônica trilha sonora e influências que marcaram as mais diversas gerações.

A verdade é que o electro-dance music, popularmente conhecido como EDM, não teria a explosiva aceitação do público se não fosse pelo duo. A artista sueca Robyn, dona de um dos melhores álbuns de todos os tempos (‘Body Talk’), jamais teria dado vida aos seus hits “Dancing On My Own” e “Call Your Girlfriend”; “Hung Up” e toda a construção em setlist de ‘Confessions on a Dancefloor’ nunca veria a luz do dia; Lady Gaga não poderia promover uma revolução estética e performática da música eletrônica no final dos anos 2000. E, bom, já deu para ter uma ideia de como o cenário fonográfico não seria o mesmo caso os apaixonados e aplaudíveis artistas não tivessem se reunido em uma rave no EuroDisney e formado a base de seu primeiro single, “The New Wave” (cujo lançamento limitado em 1994 deixou a faixa um tanto quanto inacessível ao menos até o início da era digital).

No final do século passado, a indústria estava tomada pelas incursões vibrantes do Eurodance – e coube a Daft Punk remodelar esse cenário. É claro que reviver o house não era uma tarefa muito fácil, mas o espetacular resultado gerou frutos inenarráveis, desde as sutis críticas ao establishment à total irreverência estilística que era moldada às obrigatoriedades dos convencionalismos (algo bastante similar ao que Madonna faria em 1998 com o impecável ‘Ray of Light’, que seria responsável por trazer o eletrônico aos Estados Unidos). Porém, antes dela, o grupo se reunia com nomes como Spike Jonze e Roman Coppola para videoclipes que iam de encontro ao esperado e que colocavam-no no centro dos holofotes.

Daft Punk invadiu as pistas de dança e as playlists ao redor do mundo ao mostrar que elementos condenados pelo tradicionalismo eram apenas mal interpretados. O pesado e constante uso de progressões repetitivas, sintetizadores e autotune se tornaram marca de uma imagética sonora robótica, mecânica, da mesma forma como Marinetti presidira com o Manifesto Futurista e toda sua exaltação sobre os avanços tecnológicos e o urbano. A diferença é que os artistas se viam em um crescente alavancamento da globalização e de suas consequências – positivas ou negativas; manter-se rente à originalidade era uma questão de sobrevivência, não importasse a recepção pela academia e pelos ouvintes.

À medida que as narrativas sonoras caíam na mesmice, a dupla percebeu que não teria problemas em homenagear suas grandes influências, como Nile Rodgers e Giorgio Moroder, e em criar um pastiche celebratório para as contraculturas dos anos 1970 e 1980. Por esse motivo, é difícil colocar suas inflexões artísticas em apenas um rótulo, visto que o estilo das faixas varia desde o acid house até o funk – bem como a incorporação extensiva de samples. O lirismo formulaico deu lugar à verborragia instrumental e a uma espécie de ready-made desconstruído e ressignificado em contextos diferenciados, como a cíclica “Around the World” e a electro-disco “One More Time”. Inspirados pela plasticidade do cyber-punk, Daft Punk almejou a uma declaração pungente e memorável, como visto na clássica “Harder, Better, Faster, Stronger” e na unidimensionalidade de “Technologic”.

A fama além-mar alcançou um patamar ainda maior quando o duo foi contratado pela Walt Disney Studios para ficar responsável pela trilha sonora do filme Tron: O Legado, lançado em 2010. Combinando elementos orquestrais com eletrônica, o resultado é similar aos trabalhos anteriores dos artistas e, ao mesmo tempo, demonstra uma partida drástica do que nos apresentaram no passado – e que viria inclusive a influenciar as egrégias de ‘Random Access Memories’, considerado por inúmeros especialistas como o melhor álbum da carreira (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, Daft Punk provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

Uma das maiores contribuições que a dupla trouxe para a música foi a contínua defesa da liberdade criativa. Como Bangalter comentou em uma entrevista ao Yahoo em 2007, “vivemos em uma sociedade em que o dinheiro é o que as pessoas querem, então elas não conseguem ter controle. Nós escolhemos. Controle é liberdade. […] Controle é controlar seu destino sem controlar outras pessoas”. E foi esse viés artístico que, no final das contas, transformaram-na na representação máxima do passado, do presente e do futuro.

Artigo | Como ‘Aliens, o Resgate’ se tornou um divisor de águas para o gênero sci-fi

Quando Ridley Scott lançou o primeiro capítulo da franquia ‘Alien – O 8º Passageiro’ em 1979, jamais imaginou que o longa-metragem se tornaria um dos mais icônicos da história do cinema e construiria um legado mimetizado até os dias de hoje no gênero do sci-fi e do thriller. A história, ambientada na vastidão desconhecida do espaço, nos levou a bordo da Nostromo, uma gigantesca espaçonave que se torna palco de uma chacina causada por um alienígena mortal – o xenomorfo. Apresentando ao público uma das heroínas mais famosas e bem construídas, Ripley (Sigourney Weaver), o sucesso crítico e comercial rendeu nada menos que três sequências diretas e dois filmes derivados que permanecem vivos no imaginário popular.

Mas não estamos lidando com o primeiro filme nesse artigo – e sim da sequência direta. Em celebração ao seu recente aniversário de 35 anos, é sempre bom relembrar o motivo da obra ter alcançado um patamar parecido, senão superior à original; afinal, Aliens, o Resgate’ chegou aos cinemas em 1986 e calcou um legado inenarrável e importante que viria a influenciar praticamente todas as futuras produções do gênero. Scott, apesar de fornecer certa visão criativa, resolveu não aceitar o retorno à cadeira de direção, motivo pelo qual James Cameron foi contratado para assumir a posição. Entretanto, houve motivos pela demora em arquitetar uma continuação, uma delas sendo o descrédito que Cameron passava aos executivos na época – mesmo com o êxito de ‘O Exterminador do Futuro’ dois anos antes. Por ser um realizador relativamente novo, as pessoas tentaram desencorajá-lo a aceitar o trabalho, visto que quaisquer frutos do filme seriam atribuídos a Scott e quaisquer equívocos, a Cameron.

Na trama, Ripley é resgatada após os trágicos eventos no Nostromo, 57 anos após permanecer em sono induzido em uma câmara de criogênio. Quando acorda, descobre que enfrentar o xenomorfo era apenas o começo – e que um grupo de colonos estava habitando o mesmo lugar onde tudo aconteceu. Unindo-se a uma equipe de alto escalão e lutando contra todos os traumas, ela retorna para destruir, de uma vez por todas, a horda de perigosos alienígenas.

Assim como ocorreu em ‘Exterminador’, James provou a todos errado: ele teve capacidade de causar um impacto tão grande quanto seu predecessor, além de auxiliar na recepção menos estigmatizada da ficção científica cinematográfica por parte dos especialistas. Como supracitado, o enredo, que explicitou o combate entre humanos e criaturas desconhecidas, foi emulado à exaustão nas décadas seguintes – chegando a aparecer em títulos como ‘O Predador’, ‘Estranho Passageiro’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Sequências de construção atmosférica apareceram, também, no primeiro capítulo de ‘Resident Evil’; a tétrica e densa trilha sonora de James Horner foi transmutada e reorganizada para o terror psicológico, influenciando, por exemplo, as sagas ‘Invocação do Mal’ e ‘Um Lugar Silencioso’.

O próprio conceito de herói, antes engessado na presença exagerada da masculinidade, abriu portas para mulheres fortes, independentes e que influenciariam outras heroínas e anti-heroínas empoderadas – como pontuou a romancista Mary Lee Settle, Ripley faz parte do cânone revolucionário de transformação da representatividade feminina no cenário mainstream, antecipando o realismo bélico de tantas outras personagens mais atuais. Afastando-se do “escapismo fabulesco”, nas palavras de Settle, a personagem vivida por Weaver mostrou-se complexa o suficiente para não se manter linear – e chegou a causar mais repercussão que Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger em papéis similares. Foi a partir de Aliens que a hiper-masculinização começou a perder força, ainda que a passos curtos.

Se o sci-fi era enxergado com envolturas estereotipadas, talhadas por tantos títulos anteriores – ‘Planeta dos Macacos’, ‘Superman’, ‘Star Trek’ -, Cameron cuidou para honrar o já crescente legado de Scott com ‘O 8º Passageiro’ e chocou a tradicionalista mentalidade crítica, favorável apenas aos clássicos dramas coming-of-age e tour-de-force, ao conquistar nada menos que sete indicações aos prêmios da Academia. Mesmo esnobado na categoria de Melhor Filme, Weaver foi condecorada com uma nomeação para Melhor Atriz, consequência de uma performance estonteante, memorável e bastante profunda. Eventualmente levando para casa os prêmios de Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, percebia-se, pouco a pouco, que o gênero em questão merecia ser levado a sério como qualquer outro.

Aliens, o Resgate’ não é apenas uma investida científica, mas sim uma amálgama de inúmeras inflexões narrativas. Percebe-se a presença do thriller psicológico na primeira metade do longa-metragem, em que cada sequência contribui para uma sensação de crescente desespero e pessimismo: sabemos o que vai acontecer, mas não conseguimos desgrudar os olhos da terra. As incursões aventurescas remontam à literariedade do space opera, mesmo que não com muita força; há o drama de Ripley em ter perdido a filha e reencontrá-la na figura de Newt (Carrie Henn), única sobrevivente do recente ataque dos xenomorfos; e, por fim, há um épico de guerra espacial que toma proporções fantásticas com o início do terceiro ato.

Funcionando como uma aula de montagem e de roteiro, as peças do longa se encaixam perfeitamente umas às outras. A fusão artística é apenas a cereja do bolo de um cuidado processo criativo, cujos frutos são colhidos até hoje – e cujo sucesso rendeu uma franquia multimídia que merece ser redescoberta e apreciada em todos os seus detalhes.