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Após repercussão negativa, categoria Melhor Filme Popular é incerta no Oscar

O mundo do Cinema foi pego de surpresa no dia 8 de agosto. Em uma decisão revolucionária, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou a inclusão de uma nova categoria na cerimônia do Oscar: “Best Popular Movie”, ou como gosto de chamar: “O Campeão do Povo”.

Hoje, a Acadêmia anunciou que decidiu adiar a criação da categoria após toda a polêmica, e irá estudar de maneira melhor planejada se incluirá ou não as mudanças.

“A série de reações que recebemos em relação a criação da categoria Melhor Filme Popular foi ouvida, e percebemos que realmente precisamos discutir mais profundamente com nossos membros. Fazemos mudanças no Oscar anualmente e queremos continuaremos a evoluir, enquanto ainda respeitando o maravilhoso legado dos últimos 90 anos”, afirmou o CEO da Academia, Dawn Hudson.

Sobre a categoria Melhor Filme Popular 

Ao longo dos anos, o Oscar seguiu uma linha de prestígio crescente, não à toa a cerimônia é vendida como a “Premiação Máxima do Cinema”. Nos últimos tempos, entretanto, essa curva veio decaindo, assim como a audiência e o interesse do público pelo evento. E quando a audiência vai lá embaixo, os patrocinadores deixam de ver aquilo como um negócio lucrativo e acabam desistindo de investir na grande festa. Por conta disso, os organizadores ficaram desesperados e passaram a tentar de quase tudo para fazer do Oscar algo chamativo para as novas gerações.

Não é por acaso a crescente inclusão de filmes que exaltam ou trabalham com a diversidade de gênero, raça e classes sociais na premiação. Uma das maiores – senão a maior – reclamações era justamente a falta de filmes com protagonistas negros, latinos, mulheres, gays, trans e afins sendo indicados. A academia resistiu até o último momento, mas acabou abrindo um pouco a cabeça para esses filmes, antes esnobados.

Eles, aos poucos, pareciam estar incluindo fatores para agradar e atrair esse público de viés mais de esquerda para a cerimônia. Só que o mundo está polarizado, e quanto mais a Academia dava chances para um público diverso, mais o “homem branco e rico” ficava frustrado.

Entendo que deva ser frustrante para a Academia. Houve muita relutância para eles abrirem minimante a cabeça para trabalhos que fugissem dos padrões, os chamados “filmes de Oscar”. E quando eles começam a aceitar esse começo mínimo de uma premiação baseada na qualidade, não na cor ou gênero do elenco, a outra parte da audiência se mostra resistente e relutante a ela.

Junto a isso, a “comunidade nerd” ganhou muita voz na internet e muitos representantes no cinema. Os Blockbusters têm mantido os cofres dos estúdios cheios e esse tipo de público, esse tipo de dinheiro, não pode ser ignorado. Os Geeks enchem o saco todo ano pedindo pelo menos um filme de herói no Oscar. Por muito tempo, eles foram postos em segundo plano. Agora não dá mais.

E nessa onda de querer agradar a todos, eles vieram com essa ideia de “Jênio” de criar uma categoria para filme mais “popular”. O que pode parecer uma ideia inocente se mostra um grandessíssimo tiro no pé.

Mas apesar de burra, ela não veio do nada. Foi algo pensado e discutido muita gente antes de ser aprovada. E não precisa estar muito por dentro pra saber o que levou a Academia a amarrar essa corda no pescoço… estamos falando de dois filmes muito populares. Um do ano passado, outro desse ano. Dois arrasa-quarteirões de mesma temática: “Corra!” e “Pantera Negra”.

A simples indicação do suspense/ terror da Blumhouse foi o suficiente para encher a internet de Mimimi proveniente daqueles que chamam os outros de “Mimizentos”. Quando o filme foi agraciado com o prêmio de Melhor Roteiro Original… meu amigo, o choro foi tão grande que seria capaz de encher a Cantareira por 10 verões seguidos.

Essa quantidade considerável de reações negativas direcionou TODOS os olhares da Academia para o fenômeno de 2018: Mbappé Pantera Negra. O sucesso estrondoso da aventura africana da Marvel deixou os jurados do Oscar de cabelos em pé! Afinal, se ele não for indicado a nada ou ainda for indicado, mas não vencer nenhuma categoria, as críticas serão pesadíssimas em cima dos coroas do júri. Foi um blockbuster, mas muito mais que “apenas” um filme, foi um fenômeno cultural! A mobilização provocada por T’Challa e sua turma foi algo impressionante.

Eu, particularmente, não o indicaria para nenhuma categoria principal (apesar de achar que a estatueta de Melhor Canção Original já está no papo). Mesmo sendo um fenômeno cultural, ele segue a estrutura de alguns outros filmes da Marvel. E essa é minha opinião impopular. Entretanto, há muita gente por aí que vê a indicação de Pantera Negra a Melhor Filme como obrigação. E é algo que dá para entender, o que não dá pra entender é o Oscar de Melhor Atriz indo pra Gwyneth Paltrow em 1999.

Enfim, a saída mais fácil para não ser destruída na internet, seja pela direita ou pela esquerda, foi adotar a categoria de melhor filme popular. O problema é que isso levanta algumas questões debatidas há décadas!

O QUE É UM FILME POPULAR? POR QUE UM “FILME POPULAR” NÃO PODE SER INDICADO A MELHOR FILME? FILMES “CULT” VALEM MAIS QUE UM “FILME POPULAR”? POR QUE A OPINIÃO DA ACADEMIA RETRÓGRADA DÁ MAIS IMPORTÂNCIA PARA OS “FILMES DE ARTE” DO QUE PARA OS DO “POVÃO”?

Entendem? É surreal. Numa aparente tentativa de evitar problemas para eles, a Academia instaurou uma falsa democracia cinematográfica que vai separar e elitizar ainda mais certos filmes e rotular de maneira negativa outros.

Wall-E (2008) é um ótimo exemplo disso. O longa-animado recebeu SEIS indicações no Oscar 2009 (Melhor Roteiro, Melhor Canção, Trilha Sonora, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som e Melhor Longa-Metragem de Animação). É um filme conduzido por um protagonista de vocabulário limitado a pouquíssimas palavras, recheado de situações “Kubrickianas” e tem um plot maravilhoso! Ele foi indicado a basicamente tudo, menos “Melhor Longa-Metragem”. Porém, venceu o segmento de “filme animado”. E aí, Wall-E deixa de ser um filme de arte só por ser feito em animação 3D? Ele é bom o suficiente pra vencer um filo, mas não é o bastante para os jurados o colocarem na “categoria principal”?  Na época, muito se falou em preconceito da Academia contra filmes animados ou direcionados a crianças.

Se eles queriam evitar discussões ou deixar a cerimônia mais acessível, erraram feio. Essa categoria, que deve ter Pantera Negra como vencedor, servirá apenas como paliativo. Filmes de heróis passarão a ganhar prêmios, com certeza. Mas todo esse começo de avanço iniciado nos últimos anos será jogado fora! Se preparem para ver filmes excelentes sendo subjugados a “Campeões do Povo” para que a Academia não precise fazer uma cerimônia mais justa e igualitária.

O humorista Roberto Bolaños, o querido Chaves, costumava dizer que não sabia a receita para o sucesso, mas sabia a receita para o fracasso: querer agradar a todos. Com essa nova “categoria”, o Oscar cavou sua própria cova. Cabe a nós assistir ao enterro ou debater para tentar mudar enquanto ainda há tempo.

A próxima Cerimônia do Oscar acontece dia 24 de fevereiro de 2019.

Após ‘Vingadores’, irmãos Russo querem fazer ‘Guerras Secretas’

O futuro de Joe e Anthony Russo na Marvel em ‘Vingadores: Ultimato‘ ainda é uma seleta incógnita. Enquanto eles acham que sua fase de filmes de super-heróis chegará ao fim, ainda há dúvidas que planos Kevin Feige reserva para a dupla de diretores.

Se depender de Anthony e Joe Russo, eles pretendem adaptar a saga das HQs Guerras Secretas, que se inicia quando a entidade chamada Beyonder promove uma batalha épica entre os maiores heróis e vilões do universo Marvel.

Em entrevista à MTV, eles voltaram a falar sobre a adaptação.

“Fizemos Ultimato para mostrar que sempre existem vários pontos de vista diferentes, por isso amamos Guerras Secretas. Foi o primeiro quadrinho que nós lemos. Se a aquisição da Fox pela Disney der tudo certo, são muitos personagens para se trabalhar de uma só vez, então pode valer a pena fazer algo como Guerras Secretas, seria demais!”, afirmaram.

Guerras Secretas‘ foi uma das sagas principais da Marvel ao reunir diversos de seus heróis mais populares em um torneio cósmico contra o vilão Beyonder.

Vingadores: Ultimato’ estreia em 25 de abril de 2019.

‘Democracia em Vertigem’: Filme brasileiro é indicado ao Oscar 2020!

O aclamado documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, foi condecorado hoje com uma indicação ao Oscar 2020 de Melhor Documentário.

Dirigido por Petra Costa, o filme acompanha o passado político da cineasta de maneira pessoal e íntima no contexto do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o processo que culminou com o impeachment de Dilma Rousseff, analisando a ascensão e a queda desses governantes e a consequente crise política no Brasil.

A produção foi indicada a diversos prêmios além do Oscar e entrou para a lista do New York Times como uma das melhores obras de 2019.

“O documentário analisa com louvor a política brasileira. Ele mostra o processo que derrubou dois presidentes e elegeu um presidente autoritário. Tudo é narrado à partir do ponto de vista indignado da cineasta Petra Costa”, afirma o conceituado jornal.

Relembre o trailer:

Andrew Lloyd Webber diz que adaptação de ‘Cats’ ficou “ridícula”

O compositor Andrew Lloyd Webber, responsável pelo musical ‘Cats‘, deu uma entrevista ao The Sunday Times falando sobre a adaptação cinematográfica lançada em 2019 que não agradou a crítica.

“O problema do filme foi que o diretor Tom Hooper decidiu que não queria ninguém envolvido do musical original. A coisa toda foi ridícula.”

O resultado desastroso repercutiu na bilheteria. Segundo o Deadline, a adaptação de ‘Cats‘ deu um prejuízo ainda maior que o esperado pelos analistas.

O filme arrecadou US$ 27,2 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 47,4 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 74,6 milhões contra um orçamento de produção de US $ 95 milhões.

Com isso, o prejuízo para a Universal foi de US$ 113 milhões.

O filme ficou no terceiro lugar no ranking de maiores prejuízos de 2019. ‘X-Men: Fênix Negra‘ apareceu em primeiro, com US$ 133 milhões. ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ ficou em segundo, com prejuízo de US$ 122 milhões.

Vale lembrar que ‘Cats‘ amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

 

Não agradou? Veja o que os críticos estão falando de ‘Um Príncipe em Nova York 2’

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video – mas parece que a nova história não conquistou o coração da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 51% de aprovação, com nota 5.60/10 baseada em 96 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “décadas depois de seu predecessor brincar sobre a tênue linha entre amor e náusea, Um Príncipe em Nova York 2’ lembra o público que há uma linha igualmente fina entre uma sequência e uma repetição”.

Confira as principais críticas abaixo:

“Eu fiquei desconfortável quando assisti [ao primeiro filme] aos 15 anos. Continuo desconfortável agora” – Film Freak Central.

“[O filme] erra algumas coisas, mas ainda assim acerta várias outras” – London Evening Standard.

“Não parece que os cineastas escreveram um novo roteiro, e sim reescreveram o antigo” – New York Magazine/Vulture.

“Está tudo aqui. Mas essa parada de Melhores Hits parece cansada sob os olhos de Eddie Murphy” – Detroit News.

“No final, Um Príncipe em Nova York 2’ nos ganha. É estranho como esses filmes criam um sentimento bem aconchegante” – San Francisco Chronicle

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

Kristen Stewart dá um SHOW como a Princesa Diana no trailer final legendado de ‘Spencer’

Spencer‘ ganhou seu trailer final legendado que traz a atriz Kristen Stewart brilhando como a princesa Diana.

Assista:

A atuação de Stewart foi ovacionada pelos críticos e ela já é uma das preferidas para o Oscar 2022.

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

Assista ao vídeo da atriz sendo aplaudida:

A cinebiografia da Princesa Diana chega aos cinemas apenas em 05 de novembro.

A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.

Além de Stewart, o elenco também conta com Timothy Spall, Sally Hawkins e Sean Harris.

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Cachorro ZUMBI ataca em clipe da série ‘Resident Evil’, da Netflix

Resident Evil: A Série‘ teve um novo clipe divulgado pela Netflix, que traz as duas irmãs protagonistas fugindo de um cachorro zumbi.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Com 7 críticas publicadas até o momento, a nova adaptação da icônica franquia de jogos da Capcom, conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar de extremamente divertida e cheia de cenas de ação, a produção não inova, se apoiando em clichês do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de não ser perfeita, os monstros e as cenas de ação tornam ‘Residente Evil: A Série’ uma produção divertida que te deixa com vontade de assistir mais.” (Bloody Disgusting)

“É ridículo… mas muito divertido para quem só quer desligar o cérebro e se entreter.” (Daily Telegraph UK)

“‘Em algum nível, essa série poderia ser uma ótima adaptação de ‘Resident Evil’, mas ela só assopra… não morde.” (Collider)

“Apesar de uma das timelines ter sido mais divertida de se acompanhar do que a outra, a primeira temporada de ‘Resident Evil: A Série’ traz uma história original, interessante e deixa muito espaço para um novo ciclo.” (IGN Movies)

“Apesar dos ótimos efeitos e das performances sólidas, ‘Resident Evil: A Série’ se parece muito com uma produção genérica de ficção científica, oferecendo apenas fan service suficiente para impedir que os fãs leais da franquia desliguem a televisão.” (Flickering Myth)

Vale lembrar que a produção será lançada amanhã, no dia 14 de julho.

Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie. 

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) fica responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

O elenco conta com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) interpreta o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

CW CANCELA série de terror após três temporadas

A CW cancelou oficialmente a série de antologia de terror ‘Two Sentence Horror Stories‘ após três temporadas na rede.

A notícia, confirmada pelo TVLine , pode não ser uma surpresa para os fãs da série, já que a terceira temporada da série terminou em fevereiro de 2022 e não houve atualizações desde então.

A série originalmente começou como conteúdo curto em 2017 no aplicativo go90 antes de ser adaptada para a CW Seed em 2018, onde sua popularidade levou a série a chegar à rede principal da CW em 2019.

Criada por Vera Miao, a série acompanhava contos contemporâneos de terror e assombrações.

Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.

Confira:

Wesley Snipes vai aparecer como Blade em ‘Deadpool e Wolverine’, afirma rumor

Segundo o insider MyTimeToShineHello, Wesley Snipes vai aparecer como Blade em ‘Deadpool e Wolverine‘.

O Daniel Ritchman já havia adiantado que Snipes estava negociando seu retorno.

Entre 1998 e 2004, a trilogia ‘Blade‘ arrecadou para a New Line Cinema pouco mais de US$ 400 milhões nas bilheterias globais.

É uma quantia bastante satisfatória, considerando que os filmes receberam classificação para maiores de 18 anos.

Naquela época, as adaptações de quadrinhos também não eram tão populares, mas a trilogia foi tão bem recebida que o protagonista Wesley Snipes acreditou que novos filme seriam produzidos.

Em entrevista para o Comic Book, o astro revelou que ele e sua equipe elaboraram dois roteiros alternativos para um 4º filme, que foram reaproveitados em outros projetos.

Questionado sobre o assunto, ele disse:

“Para falar a verdade, escrevemos dois roteiros. São duas versões de uma história que se encaixaria bem no universo criado ao longo da trilogia. Então eu tenho dois assassinos Blade.” 

‘Deadpool e Wolverine’ | 12 pontos para prestar atenção no trailer do novo filme da Marvel

 

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

‘Chico Bento’, ‘Babygirl’, ‘Interestelar’ e as ESTREIAS do fim de semana nos cinemas

Vários filmes estreiam nos cinemas nesta quinta-feira, dia 9 de Janeiro, e separamos a lista para você.

Confira:

Estreias

Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa

As crianças e adolescentes do Brasil sempre esperaram por um filme da ‘Turma da Mônica’ com atores de carne e osso. Demorou algumas décadas, mas em 2019, a coisa finalmente aconteceu. E depois que acelerou, parece que nunca mais freou. Nos últimos anos, ganhamos diversas produções centradas nos queridos personagens de Mauricio de Sousa, como a continuação direta nos cinemas em 2021, duas séries de TV, e um derivado com o quarteto adolescente. Agora, chega aos cinemas o primeiro filme do Chico Bento, o personagem rural deste universo. O elenco de apoio traz gente como Taís Araújo e Débora Falabella.

Babygirl

Como dito, janeiro é mês de anúncio do Oscar. E mês dos filmes que visam indicações. Assim, o primeiro a estrear em 2025 é ‘Babygirl’, drama que vem jogando Nicole Kidman aos holofotes para uma nova nomeação na carreira da estrela. No longa, Kidman vive uma mulher bem-sucedida profissionalmente, que se envolve com um homem muito mais jovem, estagiário de sua empresa, colocando em risco não apenas a sua carreira, como também sua vida pessoal.

Interestelar

Se fizéssemos uma pesquisa com os cinéfilos sobre os filmes mais populares nos últimos 10 anos, sem dúvida ‘Interestelar’, a ópera espacial de Christopher Nolan, estaria no ranking, correndo o sério risco de ser o número 1. Acontece que Nolan é o maior cineasta da atualidade e qualquer coisa que faça, automaticamente se torna sinônimo de sucesso. ‘Interestelar’ retorna aos cinemas brasileiros para a comemoração de 10 anos de sua estreia e promete ser a chance de grande parte do público mais novo poder conferir nas telonas.

A Semente do Fruto Sagrado

Por falar em época de premiações e Oscar, aqui temos uma produção iraniana que pode dar trabalho para o nosso ‘Ainda Estou Aqui’. Isso porque este é um dos filmes mais badalados desta temporada, sucesso no Festival de Cannes, e indicado ao Globo de Ouro de obra estrangeira, onde disputa com o brasileiro o prêmio. Muito provavelmente, deve figurar também nos prêmios da Academia. O filme acompanha a jornada de um juiz em meio a agitação política no Teerã causada pela morte de uma jovem. Ele passará por uma verdadeira provação, incluindo dentro de sua própria família.

Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams

Um dos filmes mais inusitados de anos recentes, aqui temos uma espécie de biografia do músico e produtor Pharrell Williams, um dos nomes mais badalados da indústria fonográfica norte-americana. Ao invés da esperada biografia musical, aqui temos uma animação para contar a história do astro. Mas não uma animação qualquer, e sim uma criada através de peças de Lego. Muitos podem inclusive achar que se trata de mais um filme do universo Lego no cinema, que já lançou quatro longas no período de dez anos.

Em Breve

16/01

Lobisomem

O mês de janeiro também será um prato cheio para os amantes da adrenalina e dos sustos na sala escura. Além dos vampiros de ‘Nosferatu’, também ganharemos um filme focado em outra das criaturas mitológicas mais famosas do terror: o homem-lobo. Quem ensaia um retorno à popularidade para os bichões é Leigh Whannell, o mesmo responsável pelo elogiadíssimo ‘O Homem Invisível’ (2020). Se formos esperar algo na mesma linha do longa citado, também teremos uma investida mais realista no mito, onde o que mais conta é o desenvolvimento e o drama dos personagens.

Maria Callas

Outro que está cotadíssimo para a época do Oscar, ao menos para uma indicação para melhor atriz, é ‘Maria Callas’, biografia da lendária soprano grego-americana. Quem interpreta o ícone da música é Angelina Jolie – que corre atrás de mais uma indicação em sua carreira pelo papel. É dito também que ‘Maria Callas’ faz parte de uma trilogia do diretor chileno Pablo Larraín, que conseguiu indicar ao Oscar suas atrizes, de filmes como ‘Jackie’ (2016) – Natalie Portman – e ‘Spencer’ (2021) – Kristen Stewart. Ao que tudo indica, Jolie será mesmo a terceira.

Aqui

Projeto experimental, que visa trazer à boa forma novamente o diretor Robert Zemeckis. O cineasta estará para sempre escrito nos anais da sétima arte, já que carrega em seu currículo produções icônicas como a trilogia ‘De Volta para o Futuro’, ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’, ‘Forrest Gump’ e ‘Náufrago’. Mas nos últimos anos, o cineasta não tem acertado tanto. Aqui, ele se reúne com Tom Hanks e Robin Wright, de seu filme mais famoso, para a história de uma família ao longo das gerações. Mais do que isso, essa é a história de um lugar no espaço. Um pedaço de terra, que durante gerações foi uma casa. O diretor filma o longa inteiro de um único ângulo – com a câmera parada em um único ponto. Sem dúvidas é uma proposta ousada.

MMA – Meu Melhor Amigo

Sentiram a sacada do título? Sim, este é um filme sobre o MMA, sigla para “Mixed Martial Arts”, ou Artes Marciais Mistas. Ou seja, uma competição na qual os lutadores podem usar todo o seu conhecimento nas mais variadas formas de luta. Marcos Mion é quem estrela. Mas aqui, o MMA não significa o que todos conhecem, pois a história fala sobre um lutador que descobre um filho de 8 anos. E não apenas isso, pois colocando um pouco de sua própria vida no roteiro, o filho de Mion no filme também possui o espectro autista. E agora o protagonista precisará lidar com os desafios atrelados a esta condição.

23/01

Paddington: Uma Aventura na Floresta

Não podemos esquecer também que janeiro é mês de férias escolares. Ou seja, a criançada está com a energia a mil, e cabe aos pais entretê-las. Para os que não forem viajar, uma ótima pedida sempre é levar a garotada aos cinemas. Ou se você for viajar para alguma cidade que tenha cinema, dá para juntar os dois programas. Ainda mais quando temos um filme de qualidade como ‘Paddington’. Os filmes do ursinho caridoso, mas trapalhão, são alguns dos melhores infantis de todos os tempos. E agora chega a terceira parte, com uma viagem muito especial para o Peru.

Ameaça no Ar

O ano também começa bom para os fãs de um suspense de gelar a espinha. Dirigido pelo astro Mel Gibson, aqui temos um thriller eletrizante, que ocorre a muitos metros do solo. Na trama, Mark Wahlberg interpreta um piloto de um pequeno avião, cuja tarefa é transportar um fugitivo da justiça, sendo levado a um julgamento por uma militar. Porém, o piloto pode não ser quem diz, levando a um jogo de gato e rato pelos céus, enquanto os outros tripulantes tentam evitar o pior.

Conclave

Voltamos para os filmes do Oscar. ‘Conclave’ é um dos que mais vem despertando falatório de indicações. Parte drama, parte suspense, a história se passa dentro de um dos lugares mais guardados do mundo: o Vaticano. Acompanhamos o conclave papal, ou seja, a escolha de um novo Papa, após a morte do anterior. Ao mesmo tempo que a seleção é realizada, muito no estilo de uma campanha política, com direito às mais variadas intrigas; descobrimos também que a morte do antigo regente pode não ter sido tão natural assim, fazendo parte de uma conspiração maior. O comando é do mesmo diretor de ‘Nada de Novo no Front’ (2022), e no elenco, Ralph Fiennes pode finalmente sair vitorioso de sua tão aguardada estatueta.

Anora

Outro cineasta badalado nesta temporada é Sean Baker, o mesmo de ‘Projeto Flórida’ (2017). Aqui, Baker cria um ‘Uma Linda Mulher’ (1990), de uma forma mais nua e crua – e mais jovial. Também temos um romance aflorando entre uma garota de programa e um milionário. A diferença é que os personagens aqui são mais jovens, e o milionário é um herdeiro da oligarquia russa. A protagonista Mikey Madison se tornou um dos nomes mais quentes da temporada graças a seu trabalho como a prostituta que dá título ao filme.

30/01

Acompanhante Perfeita

O mês de janeiro está repleto de produções de todos os gêneros, para todo tipo de público aproveitar o recesso no início de ano, e se divertir dentro de uma sala de cinema fresquinha, fugindo do calor que faz em grande parte do país. Os fãs de suspense, por exemplo, estão mais do que abastecidos, com diversas produções. Essa aqui é uma das mais curiosas, e traz Jack Quaid e Sophie Tatcher como um casal aparentemente perfeito. Porém, basta uma segunda olhada no misterioso trailer para percebermos que nada é o que parece. Ao que tudo indica, o sujeito sequestrou a jovem. Mas as coisas podem não ser bem assim também.

Covil de Ladrões 2

Os que curtem ação policial também estarão abastecidos em janeiro, com a estreia da sequência do sucesso ‘Covil de Ladrões’, de 2018. No filme, Gerard Butler é um policial corrupto, que tenta aliciar um criminoso para fazer o serviço sujo por ele. Porém, o esperto bandido consegue lhe dar uma volta. Agora, anos depois, o policial consegue encontrar o sujeito, vivido por O’Shea Jackson Jr., e para se vingar planeja um novo golpe juntos.

A Verdadeira Dor

Muitos filmes são mirados a época do Oscar, porém, nem todos conseguem chegar de fato até as indicações. Esse pode ser o caso com ‘A Verdadeira Dor’, filme que visa nomeações, mas não se encontra no primeiro escalão das possibilidades. No entanto, tudo pode acontecer. Dirigido e estrelado por Jesse Eisenberg, aqui temos dois primos (Eisenberg e Kieran Culkin), de personalidades opostas, viajando até a Polônia para se reconectar com suas origens familiares. É claro que no caminho tudo irá acontecer.

Setembro 5

Enquanto alguns filmes badalados para a época, muitas vezes passam totalmente em branco no Oscar, outros parecem ter surgido do nada e acabam entre os indicados. Esse pode ser o caso com ‘Setembro 5’, que apareceu nos 45 do segundo tempo entre os cotados. Misto de drama e thriller, a história acompanha a equipe da transmissão de TV dos Jogos Olímpicos de 1972 em Munique, Alemanha. Baseado em uma história real, o pior acontece e um grupo de atletas israelenses são feitos de reféns por terroristas. Agora, a equipe americana precisa tentar ajudar nesta situação.

NOSTALGIA! O trailer “PROIBIDO” do ‘Homem-Aranha’ era pura magia com trilha sonora impactante e Torres Gêmeas; Assista!

Se existe um personagem capaz de parar a internet inteira, esse personagem é o Homem-Aranha. Ao longo de mais de 20 anos de cinema, cada novo trailer do herói deixou de ser apenas uma prévia para se tornar um evento global, capaz de derrubar sites, bater recordes e gerar milhões de teorias em questão de minutos.

Com a popularização do YouTube e das redes sociais, os números de visualizações dispararam, culminando em um recorde histórico que colocou o herói no topo do marketing cinematográfico. De repente me bateu uma nostalgia. Lembrei que em 2002 ainda não existia YouTube, e você tinha que baixar os vídeos para assistir. E você ficava com eles para sempre no seu HD. Velhos Bons Tempos!

NOSTALGIA!

Eu me lembro quando o trailer de ‘Homem-Aranha‘ foi lançado, a internet era muito diferente da atual, sem YouTube ou redes sociais rápidas. Você tinha que baixar o trailer no Apple QuickTime para assistir. Que lembrança!  A forma mais comum era baixar o trailer pelo site da Apple, que era referência em alta qualidade para a época. Os usuários frequentemente esperavam horas pelo download dos trailers, assistindo em players como o QuickTime. E demorava horrores, dependendo da sua internet discada.

Parece ontem, mas os trailers eram assistidos por downloads em sites ou exibidos no cinema. Que loucura, né?

O teaser original misturou ficção e realidade de forma inesperada. No vídeo, um grupo de assaltantes fugia de helicóptero após um roubo de banco, apenas para descobrir que a aeronave havia ficado presa em uma gigantesca teia esticada entre as torres do World Trade Center. Era uma imagem poderosa, quase simbólica, que apresentava o herói como um guardião silencioso da cidade. Depois dos atentados de Ataques de 11 de setembro, a Sony retirou o teaser imediatamente do ar. O vídeo desapareceu dos sites oficiais, os pôsteres foram alterados e o filme passou por pequenas mudanças para remover referências às torres. De repente, aquele trailer virou uma espécie de relíquia digital, compartilhada em CDs gravados, fóruns e servidores obscuros, muito antes de a ideia de “lost media” virar moda. Eu até queimei um CD com o vídeo para deixar guardado de lembrança, só não sei aonde está;

Assistir ao teaser também era uma experiência estética muito diferente dos trailers atuais. Ele parecia mais um clipe musical do que uma prévia tradicional, com cortes rápidos, câmera lenta dramática e um clima urbano e eletrônico embalado pela música Leave You Far Behind, da dupla Lunatic Calm. A faixa já tinha ganhado notoriedade ao aparecer em ‘Matrix‘, e dava ao teaser uma energia moderna, quase futurista, que ajudava a vender a ideia de que aquele Homem-Aranha não seria mais um filme colorido e infantil, mas algo estiloso e cinematográfico.

A internet daquele começo dos anos 2000 era um lugar mais bagunçado, alegre, divertido, inocente. As pessoas comentavam o trailer em comunidades, fóruns e, claro, no MSN Messenger, trocando links e teorias enquanto personalizavam seus nicks com letras coloridas e frases dramáticas. Não existiam reações no TikTok ou threads no X; existia a emoção de mandar o link para um amigo e esperar ele responder minutos depois com um “cara, isso é muito f***”.

Nos cinemas, o cenário também era outro. O gênero de super-heróis ainda buscava respeito depois de anos difíceis nos anos 90, e o sucesso de ‘Homem-Aranha‘ não era garantido. Filmes como ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones‘ e ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres‘ dominavam as conversas geek, enquanto Hollywood começava a perceber que grandes franquias poderiam definir o futuro do entretenimento. Quando Homem-Aranha finalmente estreou, ele não apenas quebrou recordes de bilheteria como também ajudou a legitimar de vez os filmes de heróis como blockbusters de primeira linha.

O mais curioso é que, para muita gente, o primeiro contato com esse fenômeno não foi no cinema, mas justamente naquele teaser baixado com dificuldade, assistido em uma tela pequena e compartilhado com orgulho. Era uma época em que a internet ainda parecia um clube secreto, e encontrar um vídeo raro como aquele dava a sensação de fazer parte de algo especial.

Homem-Aranha 2 (2004)

Hoje, com trailers sendo lançados simultaneamente em todas as redes sociais e acumulando centenas de milhões de visualizações em poucas horas, é fácil esquecer como tudo começou. Mas para quem viveu 2002, sempre vai existir um certo carinho ao lembrar de um arquivo .mov, de uma barra de progresso avançando lentamente e da primeira vez em que vimos o Homem-Aranha balançando entre os prédios — antes mesmo de o mundo saber o quanto aquele herói mudaria o cinema para sempre.

Hoje, o trailer proibido está disponível no YouTube. Não é oficial. Alguém que guardou o arquivo em um CD deve ter feito o upload. De repente, estava no Kazaa ou no eMule. Risos. E você merece assisti-lo. Ele envelheceu que nem um bom vinho!

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Saiba quais são os 10 Trailers Mais VISTOS da História! ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ é o 1º lugar…

 

 

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Vale lembrar que ‘Um Novo Dia’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de julho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quatro anos se passaram desde os eventos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, e Peter agora é um adulto vivendo completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias de quem ama. Combatendo o crime em uma Nova York que já não sabe mais o seu nome, ele se dedica integralmente a proteger a cidade — um Homem-Aranha em tempo integral —, mas, à medida que as exigências aumentam, a pressão desencadeia uma surpreendente evolução física que ameaça sua própria existência, enquanto um estranho padrão de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou.

Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) assume a direção.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie SinkLiza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

 

Qual é a ligação entre Bomba Atômica? História é REVELADA em filme da Netflix!

As distâncias entre a paz e a moral. Traçando um profundo recorte do ponto de vista de um dos mais famosos cientistas da nossa história, a produção original da Netflix Einstein e a Bomba, em menos de 80 minutos, caminha por contextos históricos marcantes que levaram o homem a lançar, sem dó nem piedade, uma poderosa bomba que traçaria para sempre o destino da humanidade e colocaria em xeque a moral. A culpa e a responsabilidade são variáveis que contornam todos os contextos por aqui.

Uma mente brilhante, um pacifista, famoso por inúmeras descobertas como a relação entre a matéria e a energia. Baseado em eventos que circularam a trajetória da vida de Albert Einstein, ambientado em um contexto histórico onde a Europa vive os primórdios dos horrores da ascensão do nazismo, acompanhamos o aclamado físico, na maior parte do tempo, exilado na Inglaterra, fugindo do pesadelo que virou sua rotina na Alemanha. Nesse lugar isolado, depois de perder todo seu patrimônio para os seguidores de Hitler, revisitamos memórias sobre sua trajetória e visão do mundo até ali.

Esse ponto central da narrativa é o divisor de águas do personagem principal com sua relação, mesmo que indireta, com a corrida pela bomba nuclear que desencadeou o tão falado e ultrassecreto projeto manhattan (do qual Einstein não participou). No governo de Truman, os Estados Unidos jogariam a primeira bomba nuclear da história na cidade de Hiroshima.

Desbravador de até então enigmas indecifráveis da natureza, Einstein usou estruturas matemáticas como ponto de apoio para se chegar em soluções que ele nunca imaginara, em seu tempo, serem utilizadas como base para algo bem distante da paz que tanto almejava. As descobertas da pequena quantidade de massa convertida em uma quantidade bem grande de energia, além de uma carta enviada ao até então presidente Franklin Roosevelt, viraria o ponto central de vantagens políticas e a sede insaciável pelo poder logo virando conclusões em desabafos no pós bomba levando-o ao confronto com a culpa e a responsabilidade.

A narrativa opta pelo vai e vem temporal, o que gera dinamismo, com um bem detalhado contexto de eventos e fatos históricos marcantes. Os avanços e as novas perguntas que surgem a partir das palavras do grande físico geram caminhos para o espectador responder sobre a importância da ciência mas também sobre os rumos do destino da humanidade e as associações com a moral.

 

Crítica | Atômica – O filme de ação mais sensual do ano

Ah, Charlize Theron <3

David Leitch, dublê transformado em diretor, já pode ser considerado um dos cineastas mais visualmente estilosos trabalhando hoje em Hollywood. Sua estreia em De Volta ao Jogo (o primeiro John Wick, para os íntimos), de 2014, não foi creditada, é verdade, mas o dedo do sujeito estava ali, sintonizado com o colega Chad Stahelski, igualmente saído do mundo dos stunts e diretor “oficial” do longa. Stahelski seguiu sozinho para a continuação das aventuras do matador interpretado por Keanu Reeves, e a pompa estética seguiu junto – recebendo ainda mais elogios da imprensa especializada.

Poderíamos até dizer que Stahelski era a força da dupla, não fosse por este Atômica, lançado agora na segunda metade do ano, mostrando que Leitch igualmente manja do riscado, sem dever nada para sua contraparte inicial. O resultado de seu primeiro filme solo já levanta todas as expectativas nerds de plantão para seu próximo projeto, Deadpool 2, continuação do sucesso de 2016, em fase de filmagens.

Atômica (ou Atomic Blonde, Loira Atômica – título mais legal ainda) é baseado nos quadrinhos The Coldest City (título usado anteriormente para o longa), de Antony Johnston e Sam Hart, e o cineasta consegue transpor com eficiência o clima pulsante do imagético exagerado. Muitas cenas são verdadeiras pinturas vivas, transbordando o clima cool, contido apenas em lugares fora do real.

Pode-se argumentar também que o recheio deste bolo não é tão saboroso quanto sua cobertura, mas os detalhes dos confeitos são tão minuciosamente trabalhados, que não nos deixam pensar em mais nada. Na verdade, o que Leitch faz aqui é brincar, e muito, com a forma. Assim como já havia feito em De Volta ao Jogo, que virou de cabeça para baixo a fórmula do “filme de vingança”, acrescentando nas entrelinhas frescor suficiente para acharmos que tudo aquilo era novidade, ele repete a dose, com sua brincadeira com os filmes de espiões.

Na trama somos transportados de volta para os anos 1980 – para o último ano de tal década para ser mais preciso. O cenário é a Alemanha, Guerra Fria, na época da queda do muro de Berlim, que dividia o país. Lorraine Broughton (Charlize Theron) é uma agente do MI6, serviço secreto britânico, em missão para recuperar uma lista contendo os nomes de diversos espiões como ela (Missão: Impossível, alguém?), que serão revelados se caírem nas mãos erradas, ao mesmo tempo em que tenta descobrir o assassino de um antigo colega de profissão – e algo mais que isso – e em que circunstâncias se deu sua morte.

Uma vez no país, a exímia espiã (e quando digo exímia, quero dizer quase sobre-humana) terá como guia o agente infiltrado David Percival (James McAvoy), cuja lealdade pode estar comprometida e ter cambiado devido ao intenso disfarce de anos. E não apenas isso, como diz o superior da protagonista: “não confie em ninguém”. Atômica tem uma história simples, feita complicada devido às inúmeras reviravoltas de personagens e situações, daquele tipo no qual não sabemos quem está jogando para quem e por quê.

Atômica é um deleite. As cenas de ação, frisando mais as lutas e coreografias aprendidas pela musa Theron, e replicadas à perfeição no longa, são o que todos querem ver, afinal o filme é vendido por elas. Muitos tiros, violência e pancadas. Devido a censura do longa, aqui podemos sentir de verdade as consequências das brigas. Olhos roxos, hematomas espalhados por todo o corpo, e sangue até não poder mais. O realismo é enfatizado de forma crua e muito visceral, portanto não espere algo cartunesco como algumas fases de James Bond.

Fora isso, existe também muito humor implícito em Atômica. O roteiro adaptado por Kurt Johnstad (300) cria diálogos rápidos e recheados de ironia. As trocas entre o doce canalha Percival de McAvoy são o contraponto perfeito para a mulher autossuficiente e empoderada de Theron. Num dos diálogos mais sacanas, o sujeito cai de amores aos seus pés declarando: “acho que te amo”, ao que a ácida protagonista não hesita em retrucar: “que pena”.

Por falar em protagonista empoderada, Lorraine Broughton é uma das personagens femininas mais originais dos últimos tempos, e Charlize Theron é dona dela com gosto. A atriz vencedora do Oscar se entrega com tamanho comprometimento, realizando além das cenas ininterruptas de ação (a cereja no topo do bolo), momentos pra lá de sensuais, mostrando que a heroína pode ser e fazer o que quiser, inclusive se comportar como predadora sexual quando o momento lhe convir. E por que não? Em uma cena ao lado da exótica Sofia Boutella (A Múmia), que interpreta a misteriosa Delphine Lasalle, as atrizes incendeiam a tela.

E você pode até dizer, mas Angelina Jolie e Milla Jovovich já viveram o mesmo tipo de personagem em outras produções. E se você disser, estará equivocado. Lorraine exibe o comportamento da mulher moderna, mesmo em 1989. Ao ponto de acharmos que a personagem era originalmente um homem, reescrito como mulher, sem mudar qualquer traço de sua personalidade – como costumam erroneamente muitas vezes fazer.

McAvoy está especialmente bom com seu complexo personagem, tirando muito humor das situações. Mas não há como negar que o filme é Theron, e somente uma atriz que acredita num projeto, consegue vende-lo de tal forma. Em um momento quando está sendo interrogada por seus atos pelos superiores, Theron olha para a câmera de forma tão intensa, que somos nós na plateia que nos sentimos constrangidos e desviamos o olhar. Por esta olhada, sentimos a ameaça de uma verdadeira femme fatale, tipo de personagem que Theron tem se especializado, no entanto, a cada incursão criando uma nova abordagem (seja a caricata Rainha Ravenna de Branca de Neve e o Caçador, a fria e robótica Vickers de Prometheus, a sofrida heroína relutante Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, ou a calculista Cipher de Velozes e Furiosos 8 ), sua abrangência é ampla deste jeito.

Tudo o que nos resta é esperar por um possível retorno de Lorraine às telonas. Ou quem sabe num crossover com o personagem que seria seu par perfeito: John Wick – criando assim a terceira parceria entre seus intérpretes no cinema, depois de Advogado do Diabo (1997) e Doce Novembro (2001).

Ps. A fotografia Jonathan Sela (De Volta ao Jogo) é hipnótica, de cores neon vibrantes, dá o toque almejado de sedução, e a trilha sonora, composta somente de sucessos dos 80´s – incluindo uma grande favorita deste que vos fala (Cities in Dust, de Siouxsie and the Banshees), empolga e precisa estar na playlist de todos.

Os Filmes Mais Esperados de Maio 2018

A verdade é que ainda estamos recuperando o fôlego do mês de abril. O quarto mês do ano trouxe nada menos do que o maior filme de 2018, e ele chegou devastando há pouquíssimos dias (a estreia foi na última quinta). É claro que estamos falando de Vingadores: Guerra Infinita, da Marvel.

Antes disso, no entanto, abril nos presenteou com o fenômeno Um Lugar Silencioso. Houve espaço também para o blockbuster Rampage: Destruição Total; para o nacional elogiado Aos Teus Olhos; e para o filme amorzinho do ano, Com Amor, Simon. Ou seja, com um mês movimentado como foi o último, maio precisará se esforçar para superá-lo. Será que consegue? Bem, o quinto mês traz suspense, terror e muitos filmes nacionais, tudo encabeçado pelos carros chefe de dois mercenários muito queridos do cinema: Deadpool e Han Solo. Sem mais delongas, vamos aos grandes lançamentos do mês.

03/05

Verdade ou Desafio

Mais um terror da Blumhouse aporta nos cinemas nacionais. Depois do sucesso estrondoso do “terrir” A Morte te dá Parabéns, a produtora aposta novamente num thriller jovem, que aumenta como nunca antes as apostas do inocente jogo verdade ou consequência. A intenção aqui é impulsionar a carreira da menina Lucy Hale, saída da série Pretty Little Liers, assim como fez com Jessica Rothe (do filme citado).

Gringo – Vivo ou Morto

Preste atenção neste elenco, pois você não precisará de muito mais. Charlize Theron, David Oyelowo, Joel Edgerton, Thandie Newton, Amanda Seyfried e até mesmo Paris Jackson  sim, a filha do rei do pop Michael Jackson (desabrochando em uma linda mulher). A trama desta comédia de ação criminal envolve um funcionário de uma grande empresa (Oyelowo) viajando até o México para negócios, quando as coisas saem terrivelmente errado. Charlize Theron como a loira fria e calculista: sim, por favor!

Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos

Produção nacional, protagonizada pelo veterano Edson Celulari em nova fase de sua carreira. Aqui, o ator se arrisca num papel delicado, de um deficiente visual, a fim de enumerar os problemas sociais do dia a dia de pessoas assim. Completando o elenco, a argentina Soledad Villamil, estrela do cult vencedor do Oscar, O Segredo dos Seus Olhos (2009).

Os Fantasmas de Ismael

Um dos filmes mais renomados da edição 2017 do Festival de Cannes, a obra do cineasta francês Arnaud Desplechin traz um embate de grandes atuações entre um quinteto de nomes que são alguns dos mais proeminentes da atualidade no cinema mundial. Em cena, Marion Cotillard, Charlotte Gainsbourg, Mathieu Amalric, Louis Garrel e Alba Rohrwacher. A trama apresenta um cineasta precisando lidar com a volta de sua ex-companheira problemática, justamente quando está prestes a iniciar sua nova produção.

10/05

A Noite do Jogo

À primeira vista, esta parece ser mais uma comédia escrachada rotineira protagonizada por Jason Bateman. O primeiro indício de mudança de concepção é a presença da sempre ótima Rachel McAdams, que ultimamente tem escolhido seus projetos com muito cuidado. O segundo, é o abraço que o filme recebeu da imprensa internacional, com uma aprovação de mais de 80% dos críticos. Sim, esta ainda é uma comédia incorreta, mas aparentemente uma com muita graça e qualidade. Na trama, um grupo de amigos começa a perceber que seu costumeiro jogo semanal acaba de se tornar real e perigoso.

Desejo de Matar

Agora podemos dizer que Bruce Willis é o Duro de Matar e tem Desejo de Matar. Piadinhas infames de lado, trata-se da refilmagem do clássico de 1974, protagonizado pelo icônico Charles Bronson, que gerou quatro continuações até 1994. Desta vez, é o “destelhado” Bruce Willis quem assume o manto de Paul Kersey, médico que precisa lidar com uma grande tragédia na família relacionada à criminalidade. Então, o uma vez pacato sujeito decide se armar para fazer justiça com as próprias mãos. Quem comanda tudo é o “carniceiro” Eli Roth, mais acostumado a dirigir filmes de terror gore, vide O Albergue (2006).

17/05

Deadpool 2

Pois é, amiguinhos. Se abril teve Guerra Infinita, este mês temos Deadpool 2. A continuação de um dos maiores sucessos de 2016 teve sim seus problemas de bastidores, como troca de direção, refilmagens e ajustes no roteiro. Tudo bem, normal. O maior desafio, no entanto, é lidar com uma trama mais complexa, recheada de personagens e um orçamento maior sem perder sua essência. Se depender dos trailers, as risadas estão garantidas (sim, estamos falando de você Peter, o melhor personagem desde já). Junte a isso, o girl power de Dominó (Zazie Beetz) e a ameaça de Cable (Josh Brolin) e podemos ter em mãos um sucesso tão devastador ou ainda maior que o primeiro. E que venham mais filmes do mercenário tagarela.

Tungstênio

Essa produção nacional poderia passar despercebida, não fosse pela presença do diretor por trás dela. Estamos falando de Heitor Dhalia, responsável por um dos melhores longas do cinema nacional nos últimos anos, o estranhamente hilário O Cheiro do Ralo (2006). Além disso, o cineasta já trabalhou na gringa com o suspense 12 Horas (2012) e entregou o chamativo Serra Pelada (2013). Agora, Dhalia volta num suspense dramático, entrelaçando quatro histórias em sua narrativa, envolvendo um policial, sua mulher, um traficante e um ex-militar. Todas, rodeando o crime ambiental da pesca com explosivos em Salvador, Bahia.

24/05

Han Solo – Uma História Star Wars

Deapool 2 não é o único blockbuster a emplacar nas salas de cinema no mês de maio. Ao lado do herói tagarela da Marvel/Fox, que deve render rios de dinheiro em bilheteria, chega outro mercenário sem muitos escrúpulos, este mais clássico e vindo de uma galáxia muito, muito distante. O ano era 1977, quando Han Solo, na pele de Harrison Ford aparecia pela primeira vez no cinema. Depois de dois filmes, e levariam mais de trinta anos até o personagem retornar para nossas vidas, já na terceira idade em O Despertar da Força. Bem, todos nós sabemos como acabou aquele filme. Agora a ideia é contar os primórdios do jovem Solo, interpretado por Alden Ehrenreich. Esperem aparições de Chewbacca e Lando Calrissian. Será nostalgia pura.

Tully

A última vez que o trio Charlize Theron, Jason Reitman e Diablo Cody se uniu, o resultado foi o drama Jovens Adultos (2011), obra que dividiu opiniões com seu teor politicamente incorreto. O fato é, Cody tem seu Oscar por Juno (2007), Reitman tem quatro indicações e Theron também possui sua estatueta em casa. Isso que é um grupo de artistas de prestígio. Aqui, Theron ganha sobrepeso para viver uma mãe de três crianças desesperada, ganhando a muito bem vinda ajuda de sua nova babá. A promissora Mackenzie Davis vive a babá e personagem título. Repararam que teremos dois filmes com Charlize Theron em maio? Bem que todos os meses podiam ser assim!

Alguém Como Eu

Pulando de uma comédia dramática norte-americana para uma comédia nacional, Paolla Oliveira interpreta uma mulher bem sucedida em viagem para Portugal, onde conhece sua alma gêmea, papel de Ricardo Pereira. Da noite para o dia, após um pedido para Deus, de que seu companheiro fosse mais parecido com ela, a protagonista começa a vê-lo como uma mulher. Muitas das comédias nacionais parecem apenas uma desculpa para os atores e equipe saírem em viagem para outro país. Este é o tipo de roteiro que se fazia muito na década de 1980 em Hollywood.

Berenice Procura

Exibido em outubro passado, durante o Festival do Rio, este suspense nacional é estrelado por Cláudia Abreu, vivendo a personagem título. Na trama, Berenice é uma motorista de táxi, convivendo com o machismo do marido e as descobertas sexuais do filho. Quando uma transgênero é assassinada na praia de Copacabana, a protagonista começa sua própria investigação do caso.

Antes que Eu Me Esqueça

E os filmes nacionais continuam a chegar aos cinemas do país no mês de maio. Essa é uma comédia dramática estrelada por José de Abreu, no papel de Polidoro, um juiz aposentado, de 80 anos, que resolve abrir mão da estabilidade de sua vida pacata para se tornar dono de um clube de strip.

Colheita Amarga

Só existe um motivo para este drama de época estar em nossa lista, e ele se chama Samantha Barks. Desde que abrilhantou com seu talento musical o filme Os Miseráveis (2012), a jovem britânica entrou em nosso subconsciente, sem jamais abandoná-lo. Ficamos ansiosamente aguardando a próxima oportunidade da bela nos cinemas, que foi a melhor coisa daquele musical vencedor de prêmios. Agora chega esta chance. Aqui temos um clássico conto de amor proibido, durante a era de Stalin, passado na Ucrânia da década de 1930.

31/05

Os Estranhos – Caçada Noturna

Faz mais de dez anos que o terror Os Estranhos original foi lançado. Típico thriller pesado de invasão domiciliar, o longa era estrelado por Liv Tyler. A filha do roqueiro da banda Aerosmith, no entanto, passou bem longe desta sequência tardia, que agora traz os mesmos três psicopatas mascarados aterrorizando um camping de trailers. A protagonista da vez é a voluptuosa Christina Hendricks, da série Mad Men.

Não se Aceitam Devoluções

No cinema, na arte e na vida, nada se cria, tudo se copia. Pensando nesta máxima, chega a mais nova comédia brasileira encabeçada pelo rei do gênero nas telonas: Leandro Hassum. O filme é baseado no homônimo mexicano de 2013, protagonizado por Eugenio Derbez. No nacional, já em sua nova forma física, Hassum é obrigado a criar uma criança depois de um grande mal entendido. Por seus últimos programas televisivos, o humorista tem se especializado neste tipo de papel, o do pai deslocado.

De ‘A Maldição da Residência Hill’ a ‘O Clube da Meia-Noite’ | Ranqueamos as Séries de Terror de Mike Flanagan para a Netflix

A Queda da Casa de Usher’ é o mais novo sucesso de terror da Netflix em parceria com o diretor Mike Flanagan. A minissérie vem arrancando inúmeros elogios, seja dos críticos, dos quais recebeu avaliação de 89% no Rotten Tomatoes, ou do grande público – gozando de uma nota 8.1 no IMDB. O diretor Mike Flanagan já coleciona cinco produções televisivas junto à Netflix, mas a parceria do streaming com o cineasta começou não em séries e sim com dois filmes: ‘Hush – A Morte Ouve’ (2016) e ‘Jogo Perigoso’ (2017).

Apesar desta parceria bem frutífera, como geralmente acontece em nosso mundo capitalista e competitivo, Mike Flanagan recebeu uma proposta, digamos, mais atraente em um ponto de vista financeiro de uma concorrente da Netflix, a Amazon Prime Video, e resolveu trocar de time. Mal podemos esperar para ver o que diretor irá aprontar em novas terras, mas por enquanto podemos degustar o menu variado que o cineasta criou para a Netflix. Como dito, em um total de cinco programas, datando de 2018 até o mais recente, lançado no dia 12 de outubro deste ano, Flanagan pôde adaptar grandes clássicos da literatura de terror em versões modernas, com um toque bastante especial, personagens muito bem desenvolvidos, sem esquecer os inúmeros momentos assustadores.

De fato, podemos costurar esses programas, que contam quase sempre com o mesmo elenco – a panelinha de confiança do diretor. Em homenagem ao seu mais recente e, ao que tudo indica, último trabalho ao lado da Netflix (pelo menos por enquanto), resolvemos criar uma lista com as cinco séries do diretor na plataforma ranqueadas da pior à melhor. Confira abaixo e não esqueça de deixar a sua ordem nos comentários.

05) O Clube da Meia-Noite (2022)

Uma das mais recentes investidas de Mike Flanagan na Netflix, ‘O Clube da Meia-Noite’ é considerada seu esforço, digamos, menos satisfatório. Tanto que foi cancelada logo na primeira temporada, exibindo apenas 10 episódios. Ao contrário de todas as demais que veremos abaixo na lista, ‘O Clube da Meia-Noite’ foi a única que não era uma minissérie, e sim era planejada como uma série para ter mais temporadas. Em especial por se tratar da adaptação de uma série de livros juvenis de terror, do autor Christopher Pike, lançados em 1994. Isso faz da série também a adaptação de uma obra mais recente. A trama acompanha um grupo de jovens pacientes em um hospital, todos doentes terminais. No local, eles se encontram todas as noites, escondidos, para contar histórias de terror; e assim vamos conhecendo um pouco mais um a um deles.

04) A Maldição da Mansão Bly (2020)

Esse foi o segundo seriado de Mike Flanagan na Netflix. Muitos consideram ‘A Maldição da Mansão Bly’ uma continuação espiritual de ‘A Maldição da Residência Hill’, seu primeiro sucesso de forma seriada. Muitos dos atores são repetidos aqui – e em especial Victoria Pedretti, a jovem atriz que havia dado um show com seu desempenho na primeira e que todos queriam ver novamente. É seguro dizer, porém, que a atriz não marcou tanto assim no novo programa, e a série igualmente não gerou tanto falatório quanto a antecessora.

A aposta de Flanagan aqui foi pela adaptação de ‘A Volta do Parafuso’, livro gótico que Henry James escreveu ainda em 1898. Como sempre, o diretor injeta na narrativa um olhar moderno único sobre o clássico, que conta sobre um casal de pequenos irmãos órfãos em uma grande casa, meio abandonada, depois que seus pais morrem. Após a morte da primeira babá que cuidava da dupla, uma nova é contratada e chega ao local com a missão de cuidar das crianças. Porém, algo mais pode se encontrar por lá.

03) Missa da Meia-Noite (2021)

Essa aqui é uma preferida pessoal, e dá um aperto no coração colocá-la em terceira posição apenas – já que é uma forte concorrente ao primeiro lugar (se dependesse unicamente deste que vos fala). O que acontece é que aqui não nos baseamos em gosto pessoal, e sim em uma média tirada entre as avaliações dos críticos e do grande público. Sua posição em terceiro lugar não é um demérito, no entanto, e apenas atesta à qualidade dos dois primeiros itens que veremos abaixo. Aqui, nem uma obra clássica da literatura, e tampouco uma adaptação mais moderna de contos assustadores. Essa é a primeira série original de Mike Flanagan na Netflix, ou seja, uma história que não foi baseada em nenhum material prévio. Bem, em partes.

O que acontece é que embora ‘Missa da Meia-Noite’ não seja oficialmente uma adaptação, o que temos aqui é uma grande homenagem que não consegue esconder sua inspiração em uma obra literária de Stephen King: ‘Os Vampiros de Salem’. O livro de King que fala sobre vampiros já recebeu sua própria adaptação na década de 1970, sendo o segundo produto em audiovisual com o nome do escritor. Mas ao contrário de ‘Carrie’ e ‘O Iluminado’, ‘Os Vampiros de Salem’ viraria uma minissérie em dois episódios exibida na TV e não ganhou os cinemas. Uma versão moderna parece se encontrar no limbo e foi tirada da grade de lançamentos da Warner. Duvidamos que fosse tão boa quanto ‘Missa da Meia-Noite’ de qualquer forma. Na trama, um sujeito retorna à sua cidadezinha, somente para descobrir um plano nefasto no local, envolvendo a dominação da comunidade por meio de uma criatura das trevas.

02) A Queda da Casa de Usher (2023)

A Queda da Casa de Usher’ é o mais recente sucesso da Netflix, e marca a despedida do diretor Mike Flanagan como criador de produções de sucesso na plataforma. Como dito, foram cinco no total, com grande parte caindo no gosto do público, enaltecidas como alguns dos melhores programas do streaming quando o assunto é terror. Sentimos a entrega de Flanagan a cada novo projeto, seu envolvimento e sua paixão. O cineasta entrega linhas narrativas atraentes, e personagens interessantes para movimentar sua trama. E como podemos perceber, o cineasta se despede da parceria com o pé direito, pronto a nos entregar mais material de altíssima qualidade, agora na Amazon.

Aqui, Flanagan decide apostar em algumas das principais obras do autor Edgar Allan Poe, sumidade quando o assunto é livro clássico do terror gótico. O autor lançou muitos de seus contos na década de 1830 – e se tornou um dos autores mais adaptados ao cinema e audiovisual de todos os tempos. É claro que Mike Flanagan não deixaria de homenageá-lo. E o fez como uma espécie de ‘Succession’ macabro, onde irmãos em uma grande família donos de um império farmacêutico lutam para se tornar o sucessor de seu pai nos negócios. O novo trabalho do diretor, como de costume, possui muito drama, sem esquecer o clima assustador e para lá de sombrio.

01) A Maldição da Residência Hill (2018)

Subindo ao pódio em primeiríssimo lugar e levando a medalha de ouro, temos a primeira de todas. ‘A Maldição da Residência Hill’ foi a primeira série de Mike Flanagan na Netflix, e seu sucesso estrondoso serviu para abrir portas para todos os outros programas do realizador na plataforma. Aqui, o cineasta faz jus ao clássico ‘The Hauting of Hill House’, de Shirley Jackson; e à sua primeira adaptação no cinema ‘Desafio do Além’ (1963). Em 1999, Steve Spielberg produziu uma versão moderna do conto para os cinemas intitulada ‘A Casa Amaldiçoada’, que infelizmente confiou mais nos efeitos especiais da época e não em personagens cativantes ou em uma narrativa verdadeiramente assustadora. Assim, o resultado ficou bem abaixo do esperado.

Em todas as versões anteriores, um grupo de pessoas passa por um experimento organizado por um especialista em distúrbios do sono. Todos eles aceitam passar a noite em uma casa dita ser assombrada. Na versão de Flanagan na Netflix, os personagens se tornam membros da mesma família, atormentada por tragédias do passado, como uma espécie de maldição que volta a persegui-los. Quando foi lançado, o programa chamou atenção de todos os fãs de obras audiovisuais de qualidade, exibindo o detalhamento de sua confecção, como em cenas de planos-sequência sem cortes e momentos artesanais que apostavam em efeitos práticos realizados durante as filmagens. O tipo de trabalho defendido pelos grandes realizadores, como Christopher Nolan, por exemplo. Ou seja, logo de cara Mike Flanagan demonstrou que sua produção não era qualquer obra de terror, mas sim uma feita de forma precisa, e que entraria para os anais do gênero.

SyFy quase fez uma sequência para ‘O Enigma de Outro Mundo’

De acordo com o The Thing Collector Community, o canal Syfy quase produziu uma sequência para ‘O Enigma de Outro Mundo‘, clássico de John Carpenter.

“Em 2005, o Syfy estava desenvolvendo uma sequência para ‘O Enigma de Outro Mundo’, na forma de uma minissérie de quatro horas. O projeto seria chamado ‘O Retorno da Coisa’, e foi escrito por David Leslie Johnson.”

Apesar de não ter sido revelado o motivo do projeto ter sido engavetado, a sequência começaria com uma equipe de russos encontrando os corpos de MacReady e Childs, e os restos da coisa. A história se passaria 23 anos depois, com a coisa escapando no Novo México, e as tentativas para contê-la.

Confira algumas páginas do roteiro:

‘Brinquedo Assassino’: Remake tem estreia adiada no Brasil!

A Imagem Filmes adiou em mais de um mês o lançamento do remake de ‘Brinquedo Assassino‘. Inicialmente previsto para chegar aos cinemas nacionais em 20 de junho, o terror agora só irá estrear no dia 25 de julho.

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

‘Entre Facas e Segredos’: Todos são suspeitos em novo clipe do suspense; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo clipe do suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out).

Confira:

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou US$ 126.1 milhões mundialmente.

Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

’50 States of Fright’: 2ª temporada ganha data de estreia

O Quibi finalmente anunciou quando a 2ª temporada de ‘50 States of Fright‘, série antológica de terror produzida por Sam Raimi, será lançada.

A segunda temporada irá estrear no dia 26 de outubro.

O novo ciclo irá explorar histórias baseadas em lendas urbanas do Colorado, Iowa, Missouri e Washington, levando os espectadores em uma jornada de terror pelos estados dos EUA.

 

Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’), Lee Cronin (‘A Morte do Demônio 4’), Daniel Goldhaber (‘Cam’) e Cate Devaney serão responsáveis pela direção dos novos episódios.

O elenco conta com Taissa Farmiga, Ron Livingston, Katie Stuart, Rory Culkin, Lulu Wilson, Christina Ricci, Jacob Batalon, Victoria Justice, Colin Ford e Erica Tremblay, Elizabeth Reaser.

‘Panic’: Série da Amazon Prime estilo ‘Jogos Vorazes’ ganha trailer; Assista!

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer da série ‘Panic‘, que traz um jogo perigoso no melhor estilo ‘Jogos Vorazes‘.

Confira:

A série será lançada na plataforma no dia 28 de maio.

Criada por Lauren Oliver, a série é baseada em seu best-seller homônimo.

A história se passa em uma pequena cidade do estado do Texas, nos Estados Unidos, onde todo verão os estudantes do último ano do Ensino Médio participam de uma série de desafios e o vencedor ganha um prêmio – algo que acreditam ser a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das circunstâncias de onde moram.

Mas esse ano as regras mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e o jogo se tornou ainda mais perigoso. Os jogadores irão enfrentar cara a cara seus maiores e mais sombrios medos, e serão forçados a decidir até que ponto estão dispostos a correr riscos para ganhar.

O elenco conta Olivia Welch, Mike Faist, Jessica Sula, Camron Jones, Ray Nicholson e Enrique Murciano.

‘Wolf Like Me’: Novo trailer revela o segredo SINISTRO de Isla Fisher na série; Assista!

O Peacock divulgou o novo trailer da série de suspense ‘Wolf Like Me‘.

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Abe Forsythe (‘Pequenos Monstros’) é responsável pela direção da série, que contará com seis episódios.

Todos trazem suas próprias bagagens ao começarem um novo relacionamento. Gary (Josh Gad) e Mary (Isla Fisher) não são diferentes. Gary está devastado e lutar para cuidar de sua filha após a morte de sua esposa. E Mary tem um segredo que não pode compartilhar com ninguém. O universo juntou os dois por uma razão, eles apenas precisam reconhecer os sinais.

O primeiro episódio já foi lançado no serviço de streaming do Peacock.

‘Pantera Negra 2’: Kevin Feige revela por que não reescalou o papel do Chadwick Boseman na sequência

Em entrevista ao Empire Magazine, Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, revelou o motivo de não ter reescalado o personagem T’Challa na sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ após a morte do ator Chadwick Boseman.

“Nós sentimos que era muito cedo para reescalar o personagem. Stan Lee sempre disse que a Marvel representa o mundo fora de sua janela. Nós sempre discutimos sobre como, por mais extraordinários e fantásticos nossos personagens e histórias são, sempre há um elemento real e humano em tudo o que fazemos. O mundo ainda está processando a perda do Chadwick Boseman. E o diretor Ryan Coogler mostrou isso através da história.”

Ele completa, “Nossas discussões giraram em torno do que faríamos a seguir e como fazer o legado de Chadwick – o que ele fez para ajudar Wakanda e o Pantera Negra a se tornarem essas ideias incríveis, icônicas e inspiradoras – continuar. Esse sempre foi o nosso foco.”

Recentemente, Letitia Wright afirmou que o filme é dedicado à memória e ao legado de Boseman, que morreu em agosto de 2020.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, ela garantiu que cada cena foi feita a fim de deixar Boseman orgulhoso, caso estivesse vivo.

“Sinto que, para mim, é uma bela contribuição para o legado de Chadwick. Sinto que é uma carta de amor para ele. Eu sei que todos os dias que fui ao set, concentrei minha energia em cada cena para dedicar a ele. Eu queria dedicar excelência a este filme para que ele possa se orgulhar”, ela disse.

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Toc Toc Toc: Ecos do Além’: Terror com Lizzy Caplan ganha novo clipe TENSO; Confira!

O terror ‘Toc Toc Toc: Ecos do Além‘ (Cobweb), estrelado pela Lizzy Caplan (‘Atração Fatal’), ganhou um novo clipe tenso.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.

Escrito por Chris Thomas Devlin, o longa será dirigido por Samuel Bodin, responsável pela série de terror ‘Marianne‘, cancelada pela Netflix.

O filho de um casal é atormentado por sons de batidas vindos de dentro das paredes, até que ele começa a suspeitar que seus pais escondem um terrível segredo.

O elenco também conta com Antony Starr (‘The Boys’), Cleopatra Coleman (‘The Last Man on Earth’) e Woody Norman (‘Poldark’).

‘Feud: Capote vs. the Swans’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Star+

O Star+ divulgou o trailer legendado de ‘Feud: Capote vs. the Swans‘, segunda temporada da série antológica criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o ciclo completo será lançado em seu catálogo brasileiro no dia 8 de maio.

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A nova temporada aborda o embate entre Truman Capote e as ‘Swans’ (Cisnes) – um grupo de mulheres ricas da alta sociedade.

O elenco inclui Tom Hollander (Truman Capote), Naomi Watts (Babe Paley), Diane Lane (Slim Keith) e Chloë Sevigny (C.Z. Guest), além de Calista Flockhart, Demi Moore, Molly Ringwald e Jessica Lange.

A trama do novo ciclo mostrará como o autor Truman Capote traiu diversas de suas amigas ao publicar o conto ‘La Côte Basque’, em 1965.

As personagens da história eram versões mal disfarçadas das amigas e confidentes de Capote na vida real, e o conto revelou muitos de seus segredos mais escandalosos. Após sua publicação, as mulheres em questão cortaram o contato com Capote, e a história foi alvo de uma polêmica generalizada.

A produção será baseada no livro Capote’s Women: A True Story of Love, Betrayal, and a Swan Song for an Era, escrito por Laurence Leamer.

Gus Van Sant irá dirigir todos os oito episódios, com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) servindo como roteirista e showrunner.

Anteriormente, Ryan Murphy havia anunciado que a segunda temporada iria focar no divórcio de Charles e Princesa Diana, mas a narrativa foi eventualmente descartada.

Scott Foley busca recomeço na Itália no trailer de ‘La Dolce Villa’, nova comédia romântica da Netflix

A Netflix divulgou o trailer dublado de ‘La Dolce Villa‘, comédia romântica estrelada por Scott Foley (‘Scandal’).

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A produção será lançada na plataforma no dia 13 de fevereiro.

Um empresário bem-sucedido (Foley) vai à Itália para impedir sua filha sonhadora (Maia Reficco) de restaurar um casarão caindo aos pedaços. Só que a Itália tem outros planos para ele, oferecendo muita beleza, magia e romance.

O elenco ainda conta com Violante Placido, Giuseppe Futia, Simone Luglio, Tommaso Basili e Daniel Panzironi.

Mark Waters, de ‘Meninas Malvadas‘, é responsável pela direção.

‘The Drama’: Comédia romântica com Robert Pattinson e Zendaya ganha data de estreia

A aclamada A24 finalmente anunciou quando ‘The Drama‘, comédia romântica estrelada por Robert Pattinson (‘Batman’) e Zendaya (‘Euphoria’), será lançada.

O longa está programado para estrear no dia 3 de abril de 2026.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas os astros devem interpretar um casal cujo relacionamento toma um rumo inesperado antes do casamento.

Anteriormente, Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator. “Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.

O filme é dirigido por Kristoffer Borgli e produzido por Ari Aster e Lars Knudsen, através da companhia Square Peg.

Alana Haim, Mamoudou Athie e Hailey Gates também estrelam a produção.

‘God of War’: Filmagens do live-action são INTERROMPIDAS após acidente no set

De acordo com o TMZ, as gravações do live-action de ‘God of War‘ foram interrompidas após um acidente grave nos bastidores da produção.

O site afirma que o ator Ryan Hurst, que dá vida ao protagonista Kratos, rompeu o bíceps enquanto filmava uma cena de ação, e terá que passar por uma cirurgia.

Fontes ligadas ao projeto esperavam que as gravações pudessem ser retomadas em meados de agosto, mas o processo de recuperação deve levar bem mais tempo. Rumores apontam que as filmagens só devem recomeçar em 2027.

Confira a primeira imagem do live-action:

Na trama…

“Kratos e seu filho, Atreus, embarcam uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Através de suas aventuras, Kratos tenta ensinar seu filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar seu pai a ser um ser humano melhor.”

O elenco ainda conta com:

  • Mandy Patinkin como Odin, o Pai de Todos;
  • Ólafur Darri Ólafsson como o poderoso Thor;
  • Teresa Palmer como Sif, esposa de Thor e deusa da família;
  • Max Parker como Heimdall, o vigilante de Asgard;
  • Ed Skrein como Baldur, filho de Odin;
  • Alastair Duncan reprisando seu papel memorável dos jogos como Mimir;
  • Jeff Gulka e Danny Woodburn como os carismáticos irmãos ferreiros Sindri e Brok;
  • Louis Cunningham como Modi, filho do meio de Sif e Thor;
  • Ben Chapple como Magni, filho mais velho de Sif e Thor;
  • Evelyn Miller como Gna, comandante das Valquírias de Odin;
  • Island Austin como Thrud, filho mais novo de Sif e Thor.

Frederick E.O. Toye, vencedor do Emmy pelo seu trabalho em ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Ronald D. Moore servirá como showrunner, roteirista e produtor executivo.

‘Game of Thrones’: Lena Headey revela o que Cersei pensou ao conhecer Daenerys

[SPOILER]

Com o fim da sétima temporada, os fãs da aclamada série ‘Game of Thrones‘ terão que esperar por um bom tempo para mais novidades relacionadas aos capítulos finais da trama.

E um dos acontecimentos que será melhor abordado no oitavo ciclo será a dinâmica da Cersei com Daenerys e Tyrion, após mentir que ofereceria seu completo apoio na luta contra os Caminhantes Brancos.

Em uma entrevista feita ao site Entertainment Weekly, Lena Headey revelou quais foram as impressões genuínas de Cersei Lannister em relação à mãe dos dragões.

Segundo ela, a rainha teme Daeny por várias razões:

“Imediatamente ela teve inveja de Daenerys, pelo fato de ela ser mais bela, jovem e, claro, devido à profecia que diz que alguém mais jovem e belo tomaria seu lugar. Eu tenho certeza que é esse temor que ela carrega em sua mente. Aliado a tudo, isso, Tyrion é a Mão da garota, então é mais um motivo para ela odiá-la”.

Recentemente, a HBO sofreu um ataque hacker que rendeu muita dor de cabeça.

 

‘The Good Place’ é recriada para experiência imersiva na San Diego Comic-Con

A comédia da NBC, The Good Place, criada por Mike Schur (Parks and Recreation), permitirá aos visitantes da San Diego Comic-Con uma experiência completamente imersiva e interativa.

De acordo com o TV Line, a emissora vai recriar a vizinhança da produção na Gaslamp Square, uma praça localizada em frente aos hotéis Hard Rock e Omni.

O ambiente permitirá que os fãs interajam com o cenário, tirem fotos nas principais locações da série e ainda participem de dinâmicas em vídeo. Além disso, os visitantes ganharão brindes e lembranças.

A SDCC acontece entre os dias 19 e 22 de julho.

Confira:

Na trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma mulher que é mandada ao paraíso por engano e teme ser descoberta e ter que ir para o inferno.

No Brasil, The Good Place é transmitida pela Netflix.

‘Capitã Marvel’: Yon-Rogg se vê na Inteligência Suprema em cena deletada

Com a chegada do Blu-ray e da versão digital de ‘Capitã Marvel‘, os fãs terão a oportunidade de conferir algumas cenas deletadas que ficaram de fora do corte final do longa.

E em uma delas, o personagem de Jude Law, Yon-Rogg, faz uma visita à Inteligência Suprema e acaba vendo a si mesmo. A informação foi compartilhada pelos diretores do longa, Anna Boden e Ryan Fleckem uma entrevista ao site CinemaBlend.

Segundo Fleck:

“Yon-Rogg, obviamente, vê a si mesmo quando ele visita a Inteligência Suprema. Até porque você vê a pessoa que mais admira, certo?”

Completando o seu raciocínio, Boden explicou um pouco mais sobre a cena, pontuando o tom humorístico que ela possui.

Disse:

“Eu acho que esse take em que Jude visita sua Inteligência Suprema é muito divertida. Creio que ela esteja no quadro de cenas deletadas. É apenas uma daquelas deliciosas cenas after em que o ator interpretar dois personagens simultaneamente, sendo brutal e vulnerável dentro do mesmo espaço”.

 

Capitã Marvel’ é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

‘Stranger Things’: 4ª temporada terá participação especial de grandes estrelas

Os fãs de ‘Stranger Things‘ serão surpreendidos com a 4ª temporada da produção original da Netflix. Segundo os Irmãos Duffer, o novo ciclo trará a participação especial de grandes estrelas.

Durante uma entrevista ao portal Deadline, a dupla instigou o público quanto à essas aparições surpresas que virão no novo ano da série:

“Nós temos algumas pessoas bem legais vindo nesse ano. É uma forma bem divertida de conhecer seus ícones. Sabe, escreva um papel para eles e veja se eles gostariam de participar”.

Recentemente, durante sua participação na Galaxy Con online, Gaten Matarazzo foi questionando sobre a pausa nas gravações do novo ano e disse que não há previsão de retorno.

O intérprete de Dustin Henderson também revelou que não sabe quanto tempo de gravações restava para a conclusão dos novos episódios.

É meio difícil saber disso porque não gravamos as cenas em ordem direta. Basicamente, gravamos desde as mais fáceis até as mais complicadas, tudo depende do lugar onde estivermos gravando também. Nos disseram que faríamos uma pausa de duas semanas e já se passaram três meses. Como não há previsão de retorno, não sei quanto falta para concluirmos a temporada.”

Por fim, Matarazzo disse que está aproveitando a pausa para relaxar em casa e aproveitar a companhia da família.

“Quando estou gravando, eu fico longe de casa por um longo tempo. Devido à pandemia, estou em casa há meses curtindo a companhia da minha família. No início, eu estava meio impaciente porque sou muito agitado. Eu estava ansioso, querendo voltar ao trabalho, mas é bom descansar um pouco. Já fiquei longe de casa por uns sete ou oito meses enquanto estava trabalhando.”

Enquanto as atualizações sobre os novos episódios não são divulgadas, confira nossa crítica da 3ª temporada:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘The Handmaid’s Tale’: Ann Dowd revela que fã “correu de medo” ao reconhecê-la no aeroporto

Uma das personagens mais assustadoras da série ‘The Handmaid’s Tale‘ é certamente a Tia Lydia, vivida pela atriz Ann Dowd. E sua poderosa e horripilante caracterização tem sido tão convincente, que até chegou a assustar uma das fãs da produção, durante um inesperado encontro em um aeroporto.

A história em questão foi revelada pela própria atriz, ao longo de sua participação no talk show The Ellen DeGeneres. Na ocasião, Dowd contou a hilária situação, que acontecerá na escada rolante, a caminho do seu voo:

“Eu estava no aeroporto, indo em direção ao meu voo – sabe, quando você está descendo a escada rolante. E uma senhora pulou na minha frente, apontando o dedo para mim. Ela dizia: ‘Eu conheço você, conheço você. Quem é você?'”.

Conforme o relato da atriz, a mulher tentou se lembrar quem ela era, enquanto estava na direção contrária da escada rolante lhe encarando. A senhora lhe fez várias perguntas, com a veterana se esquivando com respostas mais evasivas.

“E então ela disse: ‘Eu conheço você, conheço você. Sei quem você é. Você é ela, não é?’ Respondi de forma afirmativa e a mulher simplesmente se virou e saiu correndo de medo”.

A 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ já pode ser conferida na íntegra no streaming Paramount+.

Confira a prévia do episódio final:

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘Power Ballad’: Assistimos ao PRIMEIRO trailer de comédia com Paul Rudd e Nick Jonas; Confira a descrição!

A comédia ‘Power Ballad‘, estrelada por Paul Rudd e Nick Jonas, teve seu primeiro trailer divulgado na CinemaCon 2025 e o CinePOP teve a oportunidade de conferi-lo, em primeira mão.

Confira a descrição:

O longa é dirigido por John Carney, que coassina o roteiro ao lado de Peter Mcdonald. Na trama, acompanhamos a relação entre um cantor de casamentos e uma estrela POP.

A produção é descrita como “uma história motivadora impulsionada pela música sobre um cantor de casamentos, uma estrela do rock e a canção que surge entre eles”.

O filme, que foi rodado em Dublin, terá seus direitos de distribuição à venda no marketplace do Festival de Cannes.

O longa ainda não possui data de estreia.