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‘Coringa 2’: Diretor revela que Arthur Fleck pode não ser o verdadeiro Palhaço do Crime

Após a estreia de ‘Coringa‘, diversos fãs questionaram a origem do vilão e se perguntaram se Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) é o verdadeiro Palhaço do Crime ou apenas um louco que inspirou o futuro arqui-inimigo do Batman.

De acordo com o Comic Book, o diretor Todd Phillips sugere no material extra do Blu-ray que essa teoria pode ser possível.

Durante uma entrevista nos bastidores da produção, Phillips diz que:

“Há muitas maneiras de assistir ao filme. Ele pode não ser o verdadeiro Coringa. Esta é apenas uma versão de origem do Coringa. É apenas a versão que aquele cara está dizendo enquanto é examinado em uma instituição para doentes mentais. Não sei se ele é o narrador mais confiável do mundo, entende o que estou dizendo?”

Na adaptação, Fleck assume o nome de Coringa após criar um caos na cidade de Gotham, sendo admirado por marginais e lunáticos pelas ruas.

Dessa forma, sua fama poderia continuar se espalhando ao longo dos anos, o que poderia inspirar o surgimento do verdadeiro Coringa.

E você, o que acha da teoria?

Segundo o jornal Daily Mirror, Joaquin Phoenix está negociando um contrato de US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes.

A fonte afirma que os roteiros das duas sequências já estão sendo escritos e Joaquin está “bastante engajado” com a produção.

A ideia da Warner Bros é lançar os novos filmes em 2022 e 2024.

Assista à nossa crítica do longa:

Letitia Wright, a Shuri em ‘Pantera Negra’, fala sobre a versão feminina de ‘Os Vingadores’

Desde que as heroínas da Marvel apareceram juntas numa cena espetacular em ‘Vingadores: Ultimato‘, muitos fãs pedem por um filme protagonizado por elas.

E não são apenas os fãs, já que Letitia Wright, intérprete de Shuri, manifestou seu interesse em atuar no possível spin-off.

Durante uma entrevista para o Yahoo! Entertainment, a estrela disse que está confiante de que a Marvel Studios pode apostar na ideia futuramente.

“Na época [que as heroínas apareceram juntas], parecia que havia uma pressão do público para que fizessem um filme delas. Mas eu não acho que temos que lutar por isso, porque é apenas uma questão de tempo até que a Marvel aposte na ideia. [A produtora] Victoria Alonso tem muita autoridade e pode lidar com isso no futuro. Ela e Kevin [Feige] têm muitas ideias inovadoras.”

Ainda que a ideia possa demorar alguns anos, vale lembrar que o estúdio está investindo com força nas heroínas do MCU.

Wright – que interpretou a irmã mais nova de T’Challa, Shuri – também revelou que voltar para ‘Pantera Negra 2‘ sem Boseman será estranho.

“Ainda estamos de luto por Chad, então não é algo que eu queira pensar. A ideia de fazer isso sem ele é meio estranha. Estamos apenas sofrendo no momento, então estamos tentando encontrar a luz no meio disso”, revelou.

Lembrando que Kate Bishop (Gaviã Arqueira), Miss Marvel, e a Mulher-Hulk serão introduzidas nas vindouras séries da Disney+, e a Miss America deve ser apresentada em ‘Doutor estranho no Multiverso da Loucura‘.

Falando nisso, o Deadline divulgou que Xochitl Gomez (‘O Clube das Babás’) foi confirmada ao elenco da vindoura sequência do Mago Supremo.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados, mas diversos fãs começaram a especular que a pequena poderia viver America Chavez, mais conhecida nos quadrinhos como a Miss America.

Para quem não conhece, ela é um dos membros da equipe chamada ‘Jovens Vingadores’. Chavez pareceu pela primeira vez na HQ Vengeance #1, lançada em 2011 e ganhou sua própria série de quadrinhos escritas por Gabby Rivera a partir de 2017.

Entre suas habilidades, estão a super-força e agilidade, além de ter a capacidade de se teletransportar entre múltiplas realidades, o que faz todo sentido para a sequência de ‘Doutor Estranho‘.

Ela é um pouco mais velha no material original, mas a escolha de Gomez pode indicar que a Marvel esteja preparando o terreno para uma adaptação dos ‘Jovens Vingadores‘.

Um dos filmes de terror mais NOJENTOS e impactantes está disponível na Netflix

O jovem cineasta Eli Roth foi considerado um dos diretores mais promissores de Hollywood no ramo do terror e suspense quando dirigiu ‘Cabana do Inferno‘, terror que arrecadou mais de 100 milhões de dólares nas bilheterias e conseguiu chamar a atenção dos fãs do gênero e da crítica.

Logo depois, ele voltou a fazer sucesso com o nojento – mas ótimo – ‘O Albergue‘ (Hostel), que arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2006.

O macabro e popular terror já está disponível na plataforma de streaming da Netflix.

Na trama, três jovens que levam suas vidas de forma hedonista partem para uma viagem até a Eslováquia, a fim de conhecer o paraíso de diversão sexual – que supostamente existe numa de suas cidades. Ao chegar no local, hospedam-se num albergue e o que parecia ser a melhor viagem da vida deles, começa a transforma-se num pesadelo total, pois algo maligno, nefasto e perigoso parece está escondido no lugar. Algo ligado a terror, morte e tortura física e psicológica.

Essa descoberta pode mudar para sempre o modo de vida deles, pois lutar pela sobrevivência e conhecer lados obscuros da mente humana podem ser uma experiencia das mais aterradoras.

Assista ao trailer de ‘O Albergue”:

O Albergue‘ (Hostel) arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2006.

Após um segundo filme mediano lançado em 2007 (dirigido por Roth) e o terceiro filme (dirigido por Scott Spiegel) feito direto para o mercado de Home Vídeo, Roth revelou que tem planos para ‘O Albergue 4‘ (Hostel 4)

“Na verdade sim [vamos fazer]. Eu já tenho até uma ideia para o filme. Não pretendo dirigi-lo, mas estarei envolvido”, afirmou. 

Clipe EXCLUSIVO de ‘Abestalhados 2’ mostra o sonoplasta REVOLTADO

O CinePOP traz um clipe EXCLUSIVO da comédia nacional ‘Abestalhados 2‘, que mostra o sonoplasta Eric Rios REVOLTADO.

O filme estreia nos cinemas nacionais dia 27 de Outubro.

Assista:

Paulo, Manuel, Eric e Alex Bala sonham em fazer um filme de ação e aventura. Com um enorme talento para se meter em encrencas, eles partem em uma hilária aventura em busca do reconhecimento e do sucesso.

Paulinho Serra, Raul Cheque e Felipe Torres estrelam. A direção fica por conta de Marcos Jorge e Marcelo Botta

 

‘Som da Liberdade’ estreia em 1º LUGAR nas bilheterias nacionais

Sucesso nos Estados Unidos com mais de 200 milhões de dólares arrecadados e líder em todos os países na América Latina onde já estreou, o longa ‘Som da Liberdade‘ (Sound of Freedom) segue carreira e chega também ao topo das bilheterias brasileiras.

O longa, que chegou aos cinemas em 21 de setembro, já foi assistido por mais de 240 mil pessoas, segundo dados parciais da Comscore.

Confira o TOP 10:

Com distribuição da Paris Filmes, a produção protagonizada por Jim Caviezel, de “A Paixão de Cristo, contou com forte divulgação no Brasil – com presença do diretor e roteirista Alejandro Monteverde, Jeffrey Harmon (cofundador da Angel Studios), Fernando Garibay e Justin Jesso, responsáveis pela produção e canção original do filme -, para eventos no Rio de Janeiro e São Paulo. O longa contou ainda com pré-venda de ingressos.

Baseado em uma história real, o filme acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard (Jim Caviezel), que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.

Tivemos a oportunidade de conversar com o diretor Alejandro Monteverde e com Jeffrey Horman, CEO da Angel Studios (que adquiriu os direitos de exibição do longa após o projeto ser descartado pela Disney).

Durante a conversa, Horman explicou como se deu o processo de compra do longa-metragem, dizendo que tudo aconteceu de forma muito rápida:

“Esse filme começou com a [extinta] 20th Century Fox, ele conta. “O filme foi feito por eles, ficou completo. A Disney comprou a Fox e, por alguma razão, decidiram não lançar [o projeto]. Há várias especulações do porquê [disso]. E, então, eles venderam para [o produtor] Eduardo [Verástegui], que arrecadou o dinheiro e comprou o filme de volta. Então, veio a pandemia. Nós descobrimos que o longa estava disponível uma semana antes de assinarmos. Em questão de seis, sete dias, conversamos com os advogados, assinamos [o contrato] e lançamos o filme oitenta dias depois. Foi muito rápido”.

Pouco depois, quando questionado o motivo da Casa Mouse não ter investido esforços para dar continuidade o projeto após ter comprado a Fox.

“Eu posso ver vários motivos. Várias razões comerciais. Este não é um filme que a Disney já fez antes, seria o primeiro. E, se eles nunca fizeram algo assim, por que ficariam nervosos sobre como fazê-lo? Não quero especular muito. Acho engraçado, porque, no passado, a Angel Studios teve uma grande briga com a Disney e, eventualmente, conseguimos o filme que eles tinham. E [‘Som da Liberdade’] saiu na mesma época que Indiana Jones e o Chamado do Destino – e o superou nas bilheterias. Isso não importa muito, mas acho que é engraçado”. 

Andrew Lincoln fala sobre a morte que “estragou” ‘The Walking Dead’

The Walking Dead, a série de zumbis inspirada nos quadrinhos de mesmo nome, se consolidou como um dos títulos mais famosos do gênero.

Em meio à sua trajetória, um dos momentos mais marcantes foi sem dúvida a morte de Glenn, personagem interpretado por Steven Yeun.

A cena, repleta de intensidade e emoção, gerou grande repercussão entre os fãs e até mesmo questionamentos do próprio astro da série, Andrew Lincoln.

Em entrevista a Empire, Lincoln revelou suas reflexões sobre a morte de Glenn:

“Ainda penso que pode ter sido quando exageramos. Talvez tenha sido um foco [tempo] muito longo”.

Ele se refere à cena brutal em que Negan, interpretado por Jeffrey Dean Morgan, utiliza seu taco de beisebol Lucille para tirar a vida de Glenn. A sequência, além de chocante, dividiu opiniões do público, gerando debates sobre a necessidade de tamanha violência. Foi uma sequência de revirar o estômago que se mostrou tão controversa na adaptação quanto em sua forma original.

Filmar essa cena memorável não foi fácil. Lincoln descreve a noite como uma das “mais intensas da qual já participou”, enaltecendo o profissionalismo de Morgan:

“Um dos caras mais legais que você vai conhecer, interpretando um dos personagens mais desagradáveis”, declara.

Ele relata a admiração pelo colega, que precisou realizar um monólogo complexo em seu primeiro dia de gravações, emocionando toda a equipe.

A audiência da série nunca mais foi a mesma após esse episódio.

Depois de sair de ‘The Walking Dead‘  na 9ª temporada, Lincoln recentemente reprisou seu papel na série seguinte ‘The Walking Dead: The Ones Who Live‘, explorando as consequências da saída inesperada de Grimes da série principal e reunindo-o com o amor perdido Michonne (Danai Gurira).

“Essa foi a razão para fazer The Ones Who Live ”, ele explica. “Nós poderíamos ter abandonado a série, mas pensamos: ‘Por que não reunir esses dois amantes e ver se o amor deles sobreviveu, se eles ainda são as mesmas pessoas depois de todo esse tempo e distância?’ No momento em que pudemos nos encontrar diante das câmeras, o ar mudou, e tudo fez sentido.”

Pelo menos alguém tem um final feliz, então. Só o Glenn que não.

The Walking Dead está disponível na Netflix.

the walking dead (1)

Marvel divulga cena de perseguição aérea em cima do Tiamut de ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’, o novo longa da Marvel, já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Para divulgar o filme, a Marvel lançou um clipe com uma grande perseguição aérea sobre o Tiamut.

Assista:

Um dos grandes destaques do filme é a aparição de Tiamut, o celestial que foi morto em ‘Os Eternos’, e cujo corpo ficou congelado no oceano.

Desde o lançamento do filme, os fãs pedem por uma menção à presença dele nos longas da Marvel. No longa, o corpo de Tiamut aparece sendo chamado de “Ilha Celestial”, que também é apontada como a fonte do adamantium.

Durante uma entrevista à Variety, Julius Onah, diretor do filme, explicou como surgiu a ideia da Ilha Celestial.

“A Ilha Celestial sempre foi parte dessa história, porque era uma maneira divertida de explorar as grandes ramificações geopolíticas de um gigantesco alienígena espacial surgindo do Oceano Índico. O essencial foi não deixar isso ser algo que ofuscasse ou sobrecarregasse o filme, mas chegar até lá de uma forma que fosse orgânica. Então, novamente, a investigação de Sam é o que nos leva até lá”, explicou Onah.

Sobre a introdução do adamantium, ele comentou:

“Obviamente, estamos vendo personagens do universo dos X-Men se integrando ao MCU. Vimos isso com Deadpool e Wolverine. Mas o adamantium ainda não existe no MCU. Como os filmes do Capitão América são uma ótima maneira de estabelecer a realidade deste universo, todos nós discutimos o quão divertido e surpreendente seria usar [o adamantium] como uma peça geopolítica — e não apenas fazer disso a iteração mais óbvia que você poderia ter visto com Wolverine, declarou o diretor.

Sobre a possibilidade de Sam ir até a ilha, Onah afirmou:

“Pensamos nisso. Experimentamos algumas versões disso, mas você nunca quer sobrecarregar o filme com muitos elementos que não estão necessariamente avançando a história da maneira que você quer. Mas o destino do filme, no final das contas, teve que voltar para Washington, onde conhecemos Sam e o Soldado Invernal, onde, obviamente, Ross agora é presidente, e onde, nas proximidades da capital, Baltimore, a história de Isaiah começou. Isso realmente me pareceu o lugar correto, tanto emocional quanto tematicamente”, concluiu.

Com 52% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é um filme morno, mas de entretenimento honesto

Crítica 2 | Com uma história esquecível, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ não justifica a própria existência

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Entrevista | Nicolas Cage fala sobre ‘O Peso do Talento’; Saiba como ele TORROU US$ 150 milhões…

O ator Nicolas Cage vem aí num papel que ele nasceu para interpretar, o dele mesmo, ou quase ele mesmo. A trama de O Peso do Talento é muito próxima da vida real. Próxima, mas não é tudo real, segundo o astro faz questão de explicar.

“De início, eu estava extremamente temeroso de estar num filme, interpretando um personagem que tem o meu nome. De fato, interpretando uma versão de mim mesmo. Eu não queria estar em algo parecido com o quadro de uma comédia de televisão”, conta Nicolas Cage.

Ele também é um dos produtores do filme. Na história, Cage sofre para conseguir papéis e está a beira de pedir falência. A salvação aparece quando um fã oferece $1 milhão de dólares para que ele apareça na sua festa de aniversário. Parecia dinheiro fácil mas a situação se complica quando o astro é abordado pelo serviço de espionagem americano, a C.I.A.. O tal fã milionário, na realidade, é perigoso e está sendo monitorado pela polícia.

O astro ficou sabendo do projeto através de uma carta que recebeu do diretor Tom Gormican (Namoro ou Liberdade). No início, Cage gostou do conhecimento do diretor, mas viu problemas com o roteiro.

NIC CAGE NEURÓTICO

“O Tom Gormican é uma pessoa muito inteligente. Ele estudou numas das melhores universidades americanas,a Brown. Então, ele tem uma abordagem muito intelectual.Ele tem algumas idéias boas sobre a minha pessoa.Algumas delas são hilárias. E meu trabalho como intérprete é facilitar a visão do diretor, mas muitas destas idéias não são eu. Não são como eu sou, realmente.E eu estou fazendo um personagem chamado Nic Cage.E eu digo p’ra ele: Tom, não é bem assim. Tem um palavrão aqui, um palavrão alí.E eu não falo palavrão o tempo todo. O que é isso? De onde vem isso? E ele responde (risos), o Nic Cage neurótico é o melhor Nic Cage. Eu pergunto, você não quer me mostrar em casa, lendo, brincando com meu gato. Ele responde, não, eu não quero (risos).Então eu aceitei aquilo, os palavrões. Falei um bem grande no filme. Tudo bem”, explica o ator.

PURA INVENÇÃO

O astro também faz questão de ressaltar outra diferença com  o personagem do filme. Ele afirma que  tem um ótimo relacionamento e é muito dedicado à família.

“A ideia de que eu não passo tempo com a família ou não passo tempo suficiente, é pura invenção. Aquele não sou eu. Não tem nenhuma versão no universo onde o Nic Cage não passa tempo com as suas crianças. Mas porque o filme é sobre um ator que está excessivamente obcecado com a carreira e tentando colocar a carreira (ele gesticula sinalizando abrir e fechar aspas) de volta nos trilhos, ele não passa tempo de qualidade com a filha da maneira que deveria. O argumento dele (diretor), que é um bom argumento, foi que o personagem precisa evoluir, melhorar, se tornar um homem melhor e chegar num lugar para fazer a escolha de passar tempo com a filha, interpretada pela Lilly Sheen, em vez de estar sempre procurando vender, ’filme, filme, filme’. Esta é uma grande diferença entre o verdadeiro eu e o eu no filme. Mas eu estava facilitando a visão dele (diretor)”, continua Cage.

DESPEDIDA EM LAS VEGAS

Sobrinho do cineasta Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão), nome verdadeiro Nicolas Kim Coppola, 58 anos, o ator já apareceu em 115 filmes. O filme atual faz referência a alguns dos clássicos do cinema que marcam a carreira do astro.

“O Tom (Gormican, diretor) é realmente um aficionado de filmes e estava, genuínamente, interessado em alguns de meus primeiros trabalhos. Ele colocou referências no roteiro àqueles filmes, como A Outra Face e Despedida em Las Vegas. Aí ele entrou numa área que eu achei, realmente, fascinante, que são vinhetas de personagens diferentes que eu interpretei como em A Outra Face, Despedida em Las Vegas e 60 Segundos”, observa o protagonista.

COMO TORRAR $150 MILHÕES DE DÓLARES.

As dificuldades financeiras mencionadas na estória são também conhecidas na vida de Cage fora da tela. O site financeiro CNBC, por exemplo, documenta como o ator perdeu uma fortuna de $150 milhões de dólares, acumulou uma dívida de $6.3 milhões de dólares com o imposto de renda e quase perdeu várias propriedades.

O ator comprou 15 mansões. Entre elas, ele pagou $3.4 milhões de dólares pela mansão LaLaurie, em Nova Orleãs, conhecida como a casa mais assombrada da América.

Os gastos também incluem $12.3 milhões de dólares por dois castelos na Europa.

Uma ilha deserta nas Bahamas custou $3 milhões de dólares.

O Lamborghini do falecido Xá do Irã custou $450 mil dólares.

Um polvo para o aquário particular custou $150 mil dólares.

A primeira revista em quadrinhos do Super-Homem custou mais $150 mil dólares.

Ele venceu o colega Leonardo Dicaprio num leilão, ao adquirir um crânio de dinossauro, pagando $276 mil dólares. Acabou que o objeto era roubado e ele teve que devolve-lo ao museu do governo da Mongólia.

O ator contou a revista People que em meio aos desafios financeiros, ele cuidava da mãe, gastando $20 mil dólares por mês com os cuidados dela, evitando coloca-la num asilo.

A solução dos problemas foi fazer 4 filmes por ano distribuídos diretamente em vídeo, em vez dos cinemas.

As dívidas hoje estão pagas, segundo o ator.

FAÍSCA GENUÍNA

O ator destaca as semelhanças com o personagem: o amor pelo cinema e pelo trabalho.

“Tem muitas cenas no filme em que o Javi, o personagem do Pedro (Pascal) e o meu personagem estão conversando sobre filmes e tem uma faísca genuína naqueles diálogo.Aquilo é real. Aquilo sou eu. Eu fico contente de conversar com qualquer pessoa sobre filmes e receber sua recomendação.A outra idéia com que me identifico no filme é trabalho.Adoro trabalhar. O trabalho é algo que sempre foi como um anjo da guarda p’ra mim.É onde eu posso fazer algo construtivo com minha imaginação, emoção ou minhas experiências de vida. Em vez de algo destrutivo. Isto é um fato.Tem diálogos que refletem isto.Eu gosto de trabalho, desfruto do trabalho, sou feliz com o trabalho. Me sinto melhor quando estou trabalhando”, revela ele.

FIASCO

Nicolas Cage conta que num dos momentos do filme, ele canaliza a frustração de uma experiência desagradável que vivera dias antes.

“Eu terminei o filme e tive que voltar para fazer novas cenas. Não foram cenas que tivemos que refazer. Foram cenas adicionais. Eu tinha acabado de interpretar um personagem diferente (em outro filme). Então foi um tremendo exercício mental ter que voltar a versão de Nic Cage do diretor Tom Gormican. Tive  que voltar e filmamos na Califórnia. Aí aconteceu um fiasco, que eu não quero entrar em detalhes mas, ôpa acabei de mencionar. Então aquilo estava na minha cabeça. Aí tive que fazer estas novas cenas .Tem uma cena em que estou batendo na parede. Meu personagem e o personagem do Pedro (Pascal),o  Javi, os dois estão doidões com algum tipo de químico na cabeça. Naquela cena eu usei todo o estresse que eu estava experimentando naquele momento em que estou batendo na parede, (o ator explica batendo com as palmas das mãos nas pernas e simulando um grito nervoso).Tudo o que aconteceu naquela cena foi resultado da minha experiência frustrada, dias antes, com um fiasco em Las Vegas”, desabafa o astro.

OUTRO NIC CAGE

Nicolas Cage conta ainda que  tem um nome na cabeça se tivesse que escolher outro ator da atualidade ou do passado para interpreta-lo no cinema.

“Eu adoraria ver o Gene Wilder fazer este papel (como Nic Cage) .Acho que o Gene Wilder seria maravilhoso neste filme (risos).Eu pagaria para ver o filme com ele me interpretando”, revela o ator.O comediante Gene Wilder faleceu em 2016 , aos 83 anos. Ele foi protagonista de muitos clássicos, entre eles A Fantástica Fábrica de Chocolate original.

DRÁCULA

A agenda do ator continua cheia. Um dos próximos projetos é aguardado com bastante antecipação. Ele deve interpretar Drácula, uma comédia de horror do diretor Chris McKay (A Guerra do Amanhã).O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2023.

10 Livros pra ter na estante que viraram filmes FANTÁSTICOS!

Muitas obras cinematográficas são baseadas em obras literárias. Dentro das infinidades de possibilidades de uma narrativa – mesmo não conseguindo explorar todos os detalhes – alguns desses projetos conseguem ser tão bons quanto os livros. Pensando em alguns desses filmes, segue abaixo uma ótima lista:

 

Os Bons Companheiros

Adaptação do livro Wiseguy, de Nicholas Pileggi, Os Bons Companheiros é um dos grandes clássicos do cinema quando pensamos em filmes de máfia. Dirigido por Martin Scorsese o filme nos mostra a estrada tumultuada de um homem, desde a adolescência, até seus inconsequentes atos ao longo de anos. Ao longo de cerca de 30 anos vamos acompanhando a ascensão e a queda de três homens que convivem com a violência a cada dia que se encontram. O projeto não deixa de ser um recorte do mundo dos mafiosos sob o ponto de vista dos mesmos, já que é baseado em fatos reais.

 

Psicose

Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel perto da estrada onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins) que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.

 

Lavoura Arcaica

Ambientado na década de 1940, ao longo de quase três horas acompanhamos a história de André que após fugir de sua família caba retornando ao lar e enfrenta conflitos intensos. Baseado num romance homônimo escrito pelo brasileiro Raduan Nassar.

 

Garota, Interrompida

Filme que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Angelina Jolie conta a história de uma jovem diagnosticada com bordeline e para o tratamento é enviada para um hospital psiquiátrico. Baseado no livro homônimo de Susanna Kaysen.

 

Clube da Luta

A obra-prima de um dos maiores cineastas da atualidade. Desde a vinheta inicial sabíamos que estaríamos diante de uma engenhosa obra cinematográfica ligada as emoções, um verdadeiro tour pela mente humana. Clube da Luta, dirigido por David Fincher, com roteiro baseado numa obra homônima escrita por Chuck Palahniuk, parte das inconsequências de um complexo protagonista que vai ao encontro da dor do outro buscando conforto para o que sente e não entende nadando de braçadas rumo ao fundo do poço do seus dramas.

 

Esperando Bojangles

Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.

 

Duna

O medo mata a mente. Muito antes de sermos surpreendidos por disputas entre casas que comandam reinos, no tremendo sucesso Game of Thrones, algo parecido já havia sido criado, só que bem longe do universo medieval e sim pelas galáxias. Duna é uma aclamada obra da literatura escrita por Frank Herbert, inclusive sendo considerada o livro de ficção científica mais vendido de todos os tempos. Ganhou uma adaptação na década de 80 pelas mãos do cineasta David Lynch, e, uma nova agora, bem recente, nesse ano de 2021, assinada pelo canadense Denis Villeneuve. Sobre essa última, em meio a toda a complicação que é explicar uma obra tão complexa aos poucos vai ganhando o selo de épico não só pelas sequências eletrizantes de ação e aventura mas também pela excelente composição do drama, principalmente no recorte complicado nessa saga de mãe e filho.

 

Orgulho e Preconceito

Dirigido pelo cineasta Joe Wright e lançado em meados de 2006 em cinemas de todo o mundo, Orgulho e Preconceito, adaptado do livro de Jane Austen, conta a história de Elizabeth Bennet e suas irmãs que vivem início do século XIX, na Inglaterra quando ela se vê atraída pelo rico e orgulhoso Sr. Darcy. O filme foi indicado para quatro Oscars.

 

 

Razão e Sensibilidade

A vida das irmãs Elinor (Emma Thompson) e Marianne (Kate Winslet) vira de ponta a cabeça quando seu pai (Tom Wilkinson) falece e logo percebem que não ficarão com nada de sua herança. Filhas do segundo casamento – junto da jovem Margaret (Myriam Emilie Francois) – precisam sair da casa onde moraram a vida toda e são ajudadas por outros parentes indo morar em um chalé no campo. A sensível e romântica Marianne logo se apaixona John Willoughby (Greg Wise) enquanto Elinor começa a ter fortes sentimentos pelo gentil Edward Ferrars (Hugh Grant). Ao longo do tempo, vamos acompanhando as surpresas na vida das personagens.

 

O Príncipe das Marés

 

O trauma e o recomeço. Batendo na tecla de que a arte do recomeçar pode ser algo que venha algumas vezes ao longo de uma vida, no início dos anos 1990, um profundo drama chegou aos cinemas unindo as facetas do amor com as ultrapassagens por caminhos espinhosos de um passado em eterno conflito. O Príncipe das Mares é antes de mais nada uma jornada encantadora com lições por todos os lados.

Os 40 Anos de ‘Sexta-Feira 13’ | O Maior Slasher do Cinema

Uma das franquias mais duradouras do cinema completa 40 anos em 2020. Lançado no dia 9 de maio de 1980 nos cinemas americanos (chegando ao Brasil em dezembro do mesmo ano), Sexta-Feira 13, um filme de história simples e direta, rendeu nada menos do que nove sequências, uma série de TV, um derivado e uma refilmagem. É claro, sem contar as inúmeras peças de marketing e produtos, como álbuns de figurinhas, camisas, bonecos, etc. .

Muito se falou numa continuação para o remake, a ideia, no entanto, não saiu do papel. Agora o plano é por um novo reboot – que possivelmente trará o jogador de basquete LeBron James à frente do projeto como produtor -, apesar de aparentemente estagnado, sem muitas novidades concretas. Uma nova série explorando o tema começou a ser filmada também, porém, prontamente cancelada antes de seu lançamento. Ou seja, a famosa data de azar no título parece ter pego a franquia.

O que importa na verdade, para todos os fãs e aficionados, é o aniversário da saga, que este ano se torna quarentona. E tudo começou aqui, com o primeiro Sexta-Feira 13. Como forma de homenagear este que se tornou o maior slasher de todos os tempos no cinema, o CinePOP traz esta nova matéria com muitas informações, comentários e diversas curiosidades interessantes que talvez muitos não saibam. Portanto, apaguem as luzes, olhem o calendário e vamos conhecer.

O Criador

O grande nome por trás da franquia é Sean S. Cunningham, o diretor e produtor que começou tudo. Cunningham tinha 39 anos quando lançou Sexta-Feira 13 nos cinemas, e já trabalhava como produtor e cineasta – na maioria, filmes de baixo orçamento que não ganharam muita notoriedade. Seu projeto mais famoso até então era Aniversário Macabro (1972), thriller intenso que virou cult, dirigido por Wes Craven (outro lendário nome do gênero), no qual trabalhou como produtor.

O desespero para conseguir sustentar a esposa e o filho tirou de Cunningham seu lado mais marqueteiro, e o sujeito só queria realizar um filme de sucesso. Esse era seu principal objetivo: pensar em um projeto unicamente por seu lado financeiro. Para isso, a primeira ideia do cineasta foi o título. Sexta-Feira 13 é impactante o suficiente. E isso era tudo o que ele tinha realmente quando criou um grande anúncio nas páginas de uma famosa revista da indústria na época, no qual mostrava a arte do título em terceira dimensão quebrando a tela de vidro – algo semelhante ao que é visto no trailer do filme. Foi assim que o cineasta ofereceu seu “filme” aos estúdios. Apesar disso, o título original pensado pelo roteirista era “A Long Night at Camp Blood” – algo como “Uma Longa Noite no Acampamento Sangrento”.

Provocados pelo título intrigante, alguns estúdios fizeram ofertas como num leilão e a Paramount acabou levando a melhor. Tudo o que a empresa estava comprando, no entanto, era um título. Com um orçamento de US$550 mil, o próximo passo era desenvolver a história.

A Ideia

Para o roteiro, Cunningham alistou o usual colaborador Victor Miller. E se o primeiro é o responsável por Sexta-Feira 13 existir, Miller é o responsável por tudo que vemos em tela. É dele a história sobre um grupo de jovens tentando reformar e reabrir um antigo acampamento de verão, mas sendo impedidos por uma presença misteriosa, que os mata um a um. Miller é muito claro (até hoje em entrevistas) sobre o pedido de seu produtor e diretor: imitar HalloweenA Noite do Terror (1978) – que havia se tornado um sucesso de bilheteria anos antes.

Miller, que não era fã de terror, foi então realizar sua pesquisa sobre filmes do gênero, em especial Halloween. A primeira coisa que notou era que precisava de uma tragédia prévia. Em Halloween, o filme abre com o menino Michael Myers matando sua irmã mais velha a facadas – depois, pulamos para o tempo presente. No roteiro de Miller, dois assassinatos ocorrem em 1958 e o acampamento Crystal Lake é fechado. Depois, ficamos sabendo que antes disso um menino chamado Jason havia se afogado no local, devido à negligência dos monitores que deveriam cuidar dele. Para quem conhece a trama, tal fato é toda a motivação do assassino.

Levando em conta que o filme tem nada menos que 40 anos, a esta altura todos devem saber seu segredo. Caso não queiram levar um spoiler, parem de ler, corram para assistir a este novo clássico e continuem este texto depois. Estão avisados.

Uma das sacadas do roteiro de Miller é usar o artifício do “whodunnit”. Isto é, todos os assassinatos são cometidos em primeira pessoa e nunca vemos o rosto do vilão – apenas vislumbres de seus pés e mãos. O filme faz questão de esconder a identidade do psicopata até seu desfecho. No entanto, o culpado não é nenhum personagem que tenha sido apresentado previamente. O assassino aqui é uma mulher – coisa rara em obras do gênero – e não apenas isso, mas é a típica e acolhedora mamãe americana, a Sra. Voorhees. A ideia de Miller era subverter o conceito da agradável mãe de família, que faz tortas de maçã e cuida do marido e dos filhos, a transformando numa psicopata sanguinária e feroz. Ela havia trabalhado no local como cozinheira, e Jason, o menino afogado, era seu filho. Agora, ela retorna para se vingar de todos que pensam em reabrir o local.

O Elenco

Para os personagens que seriam eliminados um a um, Cunningham buscava um elenco jovem e bonito. Esses eram os únicos requisitos. Nas palavras do próprio, eles precisavam parecer figurantes num comercial de Pepsi. No entanto, grande parte destes jovens eram atores de musicais da Broadway, com conhecimento do palco, mas em seu primeiro trabalho no cinema. Dentre os jovens, Kevin Bacon viria a se tornar o rosto mais conhecido – e o único que atualmente evita falar sobre sua participação no terror slasher.

Curiosamente, na época não era o nome de Kevin Bacon o planejado para chamar atenção no elenco dos jovens. Seguindo novamente de perto os planos de Halloween, que trouxe como protagonista Jamie Lee Curtis (filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh), os produtores de Sexta-Feira 13 escalaram Harry Crosby (filho do lendário Bing Crosby) para sua estreia no cinema, no papel do protagonista masculino Bill. A ideia era atrair o público com este chamariz. Ao contrário da protagonista de Halloween, no entanto, a carreira do filho de Crosby não decolou.

A verdadeira protagonista do filme, porém, é Alice, papel de Adrianne King. Ela é a chamada “final girl”, a heroína que sempre sobrevive ao final em todo filme de terror slasher, derrotando o vilão. Curiosamente, ela não é impulsionada desta forma durante a projeção, ganhando protagonismo meio sem querer, ao seguir vivendo enquanto seus amigos são eliminados. Ganhamos, inclusive, uma brincadeira no estilo de Psicose (1960), clássico irretocável de Hitchcock, onde o filme tenta nos vender uma falsa protagonista, que se torna a primeira vítima – aqui a caronista Annie (Robbi Morgan), a nova cozinheira que nunca chega ao acampamento.

O verdadeiro nome de peso em Sexta-Feira 13 na época, entretanto, era o da atriz Betsy Palmer, que interpreta a vilã Sra. Voorhees. Palmer, falecida em 2015 aos 88 anos, era uma atriz estabelecida da década de 1950, que havia parado de atuar. Entrando no ostracismo e precisando do dinheiro, ela aceitaria o papel mesmo tendo achado o roteiro uma boa m*rda, palavras da própria. Mal sabia ela que esta viria a se tornar sua personagem mais famosa e a que a deixaria imortalizada para sempre. Palmer tentou dar o máximo de credibilidade ao papel, atuando de forma contida e séria (dentro do possível), evitando exageros megalomaníacos – mesmo que possamos perceber claramente sua loucura no desfecho. Betsy Palmer recebeu US$1 mil por dia, e trabalhou apenas dez dias na produção.

Maquiagem e Trilha Sonora

Apesar de algumas surpresas em sua trama e alguns diferenciais (como ter uma assassina mulher, uma senhora em busca de vingança pela morte do filho), o roteiro de Sexta-Feira 13 não é um primor, por assim dizer. Então, o longa foi vendido através de alguns outros possíveis atrativos. Um deles foi a sua maquiagem e efeitos visuais – os melhores da época no gênero. Para tanto, a produção foi atrás de Tom Savini, que havia criado tais elementos para Despertar dos Mortos, de George Romero, dois anos antes, e impressionado a equipe deste filme. E grande parte do sucesso de Sexta-Feira 13 se deve aos impressionantes efeitos sangrentos que Savini trouxe para a produção. São flechas atravessando pescoços, machadadas na cara, decapitações e todo tipo de cortes, perfurações e machucados – que chocaram e entretiveram a plateia da época, assim como um trem fantasma de parque de diversão. Ou uma montanha russa, repleta de sustos e adrenalina.

Foi inclusive devido à maquiagem de Savini que ganhamos o maior vilão que esta franquia veria: Jason. Como dito acima, a assassina aqui é a Sra. Voorhees, a mãe de Jason – o próprio aparece apenas em flashback se afogando enquanto sua mãe conta sobre sua morte acidental. Originalmente, Jason não estaria no primeiro filme, e em partes não está.

Acontece que os realizadores perceberam que precisavam de um final apoteótico, e seguiram à risca “copiando” de sucessos recentes da época. O escolhido como “inspiração” para terminar o longa foi Carrie – A Estranha (1976), que utiliza um jump scare final de uma mão saindo do túmulo – uma sequência de sonho. Em Sexta-Feira 13, foi criada a cena final em que o menino Jason pula do lago e leva Alice para o fundo. Ela acorda no hospital, mostrando que era apenas um sonho, assim como no filme citado de Brian De Palma. Para que o susto ficasse ainda mais impactante, Savini desenvolveu a maquiagem deformada para o rosto de Jason, além do lodo e das plantas, por ter ficado todo este tempo dentro do lago. Daí nascia o conceito do grande vilão dos slasher.

Quanto à música, a famosa trilha de Sexta-Feira 13, o responsável foi o compositor Harry Manfredini. Sua ideia foi usar a nervosa música apenas nos ataques do assassino. E para isso, tirou dos delírios da Sra. Voorhees a amálgama de sílabas das palavras por ela proferidas durante o filme para criar a icônica “tchi tchi tchi tcha tcha tcha”. Na verdade, ecos de sintetizadores que ressoam o “ki ki ki” da palavra kill (matar) e “ma ma ma” de mommy (mamãe). Ou seja, trechos do diálogo “mate ela mamãe”, que a vilã, no melhor estilo Norman Bates e sua mãe, profere a si mesma.

Recepção e Legado

Sexta-Feira 13 estreou e se tornou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Com um orçamento de US$550 mil, o terror rendeu US$40 milhões somente nos EUA. O filme virou uma febre e viveu para se tornar o mais famoso dentro do subgênero slasher – podemos até mesmo afirmar que foi o responsável por impulsioná-lo ao mainstream, e criar tendência. De repente, todo mundo queria uma fatia deste sucesso, e diversas produções no estilo eram criadas, pelos mais variados estúdios e produtoras. Até mesmo Halloween, o filme imitado, se viu correndo atrás dos louros de seu imitador – os produtores obrigaram John Carpenter a confeccionar uma sequência para surfar no sucesso de Sexta-Feira 13.

Mostrando que crítica e público nem sempre respondem a um filme da mesma forma, Sexta-Feira 13 foi massacrado pela imprensa especializada. As principais acusações eram a violência excessiva e a violência direcionada à mulher. Acusado de misoginia, o filme foi usado como exemplo no programa especial dos críticos Gene Siskel e Roger Ebert (os primeiros e mais famosos “críticos em vídeo” do mundo) sobre a violência contra jovens mulheres neste tipo de filme. Siskel foi além, chegando ao ponto de divulgar o endereço de Betsy Palmer no jornal em que escrevia (um veículo importante de Chicago), incentivando os fãs decepcionados da atriz a lhe escreverem cartas criticando sua escolha de projeto. Felizmente para Palmer, o crítico divulgou o endereço errado.

Sexta-Feira 13 é violento, assustador e sangrento. Seu único objetivo era o sucesso financeiro e isto foi atingido por seu criador Sean S. Cunningham. Mas nem mesmo ele, o roteirista Victor Miller, ou qualquer envolvido poderia prever o sucesso meteórico do filme junto aos fãs de terror e dos jovens. Para termos uma ideia, as críticas conservadoras de gente como Gene Siskel citado acima, apenas serviram para catapultar ainda mais as vendas de ingresso. É a famosa estratégia publicitária do falem mal, mas falem de mim. Seu rendimento foi tão satisfatório que a Paramount tratou de dar sinal verde instantâneo para a sequência, lançada logo no ano seguinte. E assim novas continuações foram lançadas durante praticamente todos os anos da década de 1980 – com um total de oito filmes lançados até 1989.

Ninguém imaginaria a proporção que a coisa tomaria e a dimensão desta propriedade, adorada até hoje. Cunningham construiu um mini império e os envolvidos continuam famosos e adorados. Mesmo com uma ideia simples, talvez datada hoje, mas bem executada, Sexta-Feira 13 é um pré-requisito e uma obra indispensável para todos que se dizem fãs do gênero terror no cinema.

CLÁSSICO faz sucesso na Netflix – Sigourney Weaver e Holly Hunter caçam um serial killer no thriller que faz 30 anos

Nos anos 1990, Hollywood viveu uma verdadeira febre de thrillers psicológicos com assassinos em série: ‘O Silêncio dos Inocentes, ‘Seven, ‘O Colecionador de Ossos… e no meio desse panteão sangrento surgiu uma joia tensa e elegante chamada ‘Copycat – A Vida Imita a Morte, lançada em 1995, cheia de suspense, paranoia e… enciclopédias sobre crimes reais. O filme completa 30 anos de seu lançamento e está fazendo sucesso atualmente na Netflix.

A ideia para o filme partiu do roteirista Ann Biderman, que viria a criar anos depois a aclamada série ‘Ray Donovan. O conceito era intrigante: um assassino começa a cometer crimes inspirados em outros famosos serial killers da história, como Jack, o Estripador, e Ted Bundy. Um caso para especialistas, com certeza — e foi justamente isso que tornou o projeto tão atraente para os estúdios na época.

Mas havia um diferencial aqui: o centro da trama seria ocupado por duas mulheres. Nada de detetive homem durão fumando no canto. A protagonista era uma psicóloga criminal reclusa e agorafóbica, e sua aliada, uma detetive durona e sem papas na língua. Bingo! Um thriller policial que quebrava o molde e colocava duas atrizes de peso para sustentar a tensão.

Com o roteiro em mãos, a produção caiu no colo da Regency Enterprises, com distribuição da Warner Bros., em plena fase de ouro do gênero suspense. Quem assumiu a direção foi Jon Amiel, um cineasta britânico que já tinha no currículo o elogiado ‘Sommersby: O Retorno de um Estranho (com Jodie Foster e Richard Gere).

Amiel queria que o filme tivesse uma abordagem mais cerebral do que sanguinolenta. Em vez de cenas gratuitas de violência, o diretor preferiu focar na psicologia dos personagens e em como o medo pode paralisar, tanto literal quanto emocionalmente. A atmosfera do longa é sufocante, densa, mas com um visual elegante — quase como uma versão noir high-tech dos anos 90.

O diretor também se preocupou em criar um vilão que fosse mais do que apenas um psicopata: alguém que acreditava ter um propósito, ainda que distorcido. O resultado é um jogo de gato e rato tenso, onde a única constante é o medo.

A estrela do filme é ninguém menos que Sigourney Weaver, num dos papeis mais complexos de sua carreira. Ela interpreta a Dra. Helen Hudson, uma renomada psicóloga criminal que, após ser atacada por um ex-paciente, desenvolve um quadro severo de agorafobia e passa a viver trancada em seu apartamento, cercada por tecnologia, livros e ansiedade.

Do outro lado da história, temos a excelente Holly Hunter, no papel da detetive M.J. Monahan — uma policial durona, sarcástica e altamente competente. A dinâmica entre as duas atrizes é o coração do filme: Helen é o cérebro, M.J. é a ação. Ambas são feridas, mas determinadas.

O vilão é interpretado por William McNamara, que entrega um desempenho perturbador como o jovem Peter Foley, um assassino com fascínio por serial killers clássicos. E não dá pra esquecer do sempre eficiente Dermot Mulroney, como o parceiro de M.J., e do inquietante Harry Connick Jr., que interpreta Daryll Lee Cullum, o maníaco preso que já tentou matar Helen e ainda assombra sua mente com telefonemas e citações assustadoras.

A história de ‘Copycat gira em torno da Dra. Helen Hudson, que após sobreviver ao ataque de um serial killer, decide nunca mais sair de casa. Sua vida se resume a janelas fechadas, encontros virtuais e palestras online — lembrando que isso era 1995, muito antes do Zoom virar moda.

Mas sua reclusão é abalada quando um novo assassino começa a atacar vítimas seguindo padrões de famosos serial killers da história. Os crimes são meticulosamente copiados: as poses, os métodos, até os locais. A polícia percebe que não está lidando com um assassino comum, e M.J. recorre à única especialista capaz de identificar o padrão — Helen.

Juntas, Helen e M.J. tentam decifrar a identidade do assassino, num jogo de tempo e mente. O problema é que o assassino também está observando Helen, e sabe exatamente como fazê-la quebrar. O suspense cresce em ritmo acelerado, culminando num terceiro ato cheio de tensão, tiroteios e uma das melhores reviravoltas do gênero.

Lançado no final de outubro de 1995, ‘Copycat foi bem recebido pela crítica, embora tenha sido um pouco ofuscado por outros thrillers da década. A direção segura de Amiel e o roteiro bem estruturado foram elogiados, mas o que realmente conquistou os críticos foram as atuações centrais.

Sigourney Weaver foi amplamente aclamada por sua interpretação vulnerável, mas afiada, de uma mulher traumatizada tentando superar seus medos. Holly Hunter, por sua vez, brilhou com uma personagem carismática, firme e completamente diferente de seus papeis anteriores.

A crítica também destacou o roteiro inteligente e a abordagem mais contida da violência, com suspense mais psicológico do que explícito. Alguns críticos compararam o filme com ‘O Silêncio dos Inocentes, apontando que, embora não tivesse o mesmo impacto cultural, ‘Copycat era mais realista em sua abordagem do medo e da obsessão.

Copycat‘ estreou no fim de semana do dia 27 de outubro de 1995. Nessa época, outro filme de serial killer dominava as bilheterias: ‘Seven‘, de David Fincher, lançado no final de setembro, o longa permaneceu em primeiro lugar das bilheterias por quatro finais de semana. Quando ‘Copycat‘ estreou, ‘Seven‘ já havia caído para sexta posição, e o topo da bilheteria era dominado pela comédia ‘O Nome do Jogo‘, com John Travolta e Gene Hackman, que também permaneceu bastante tempo como número 1 – por três semanas.

Copycat‘ estreou em quarta posição do ranking, com US$5.1 milhões. Como dito, o primeiro lugar pertencia a ‘O Nome do Jogo‘, mas outras duas estreias foram melhores que a do thriller. Em segunda posição, o drama sobrenatural ‘Energia Pura‘, com Jeff Goldblum. Pouco mencionado hoje em dia, na época o longa fez certo sucesso, e abriu com US$7.1 milhões. Em terceira posição, o “terror” de Eddie Murphy, ‘Um Vampiro no Brooklyn‘, que abriu com US$7 milhões.

Com um orçamento estimado em US$ 20 milhões, ‘Copycat teve um desempenho razoável nas bilheteiras: faturou cerca de US$32 milhões nos Estados Unidos, e um total global de mais de US$60 milhões. Não foi um blockbuster, mas também não foi um fracasso — foi o típico “thriller de respeito”, que encontrou seu público aos poucos.

O filme se destacou especialmente no mercado de home video e nas locadoras, onde virou presença constante nas prateleiras de suspense. Muita gente descobriu o longa por acaso em VHS ou DVD, o que ajudou a construir seu status de cult ao longo dos anos.

Além disso, o timing atual ajudou: com o crescimento do interesse por true crime e serial killers, ‘Copycat ganhou um novo fôlego ao ser constantemente citado em listas do tipo “thrillers esquecidos que valem a pena”.

Em 2025, três décadas depois de sua estreia, ‘Copycat – A Vida Imita a Morte se mantém como um dos thrillers mais subestimados dos anos 1990. Em tempos de podcasts sobre crimes reais, séries como ‘Mindhunter‘, documentários da Netflix sobre serial killers e até comédias como ‘Only Murders in the Building‘, o filme parece até mais relevante hoje do que em sua época.

A dinâmica entre Sigourney Weaver e Holly Hunter envelheceu como vinho, e o enredo que gira em torno do medo, do trauma e da obsessão permanece assustadoramente atual. O filme também é celebrado por ser um dos poucos thrillers do gênero com duas protagonistas femininas fortes — sem precisar sexualizar ou forçar estereótipos.

Reassistido hoje, ‘Copycat é uma aula de suspense elegante: silencioso, calculado, cheio de tensão e sem perder o apelo pop. Seu vilão não é só assustador — ele é plausível. E isso é o que torna o filme ainda mais eficaz.

Copycat pode não ter ganhado o Oscar ou virado uma franquia milionária, mas deixou sua marca como um dos thrillers mais inteligentes e bem construídos da década de 90. E cá entre nós: poucos filmes conseguem fazer você olhar por cima do ombro depois de desligar a TV.

‘Tidelands’: Série australiana da Netflix sobre sereias ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua primeira série australiana, intitulada ‘Tidelands‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada no dia 14 de dezembro.

Na trama, “Um corpo aparece na costa de uma pequena cidade pesqueira, que é habitada por criaturas metade sereias e metade humanas, conhecidas como Tidelanders.”

O elenco inclui Charlotte Best, Dustin Clare, Mattias Inwood, Aaron Jakubenko, Finn Little, Madeleine Madden, Bill Sentelle, Elsa Pataky e o brasileiro Marco Pigossi.

‘O Homem Invisível’: Aldis Hodge entra para o elenco do remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Aldis Hodge (‘Do que os Homens Gostam‘) entrou para o elenco do remake de ‘O Homem Invisível‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Detalhes sobre o seu papel, no entanto, ainda não foram revelados.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão terá baixo orçamento e está sendo descrita como “assustadora”.

A trama vai seguir Cecilia (Moss), que recebe a notícia sobre o suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em dúvida quando ela começa a suspeitar que seu ex não está realmente morto.

Por enquanto, apenas Elisabeth Moss e Storm Reid estão confirmadas no elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março de 2020.

Antes do Dark Universe da Universal Pictures entrar em colapso, Johnny Depp iria protagonizar o remake, mas se afastou do projeto devido as mudanças criativas.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Um Lugar Silencioso 2’: Família luta pela sobrevivência em novo cartaz IMAX

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ ganhou um novo cartaz IMAX.

Confira:

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequênci promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Vampiro gay ataca no trailer VIOLENTO do terror ‘Thirst’; Assista!

O terror ‘Thirst‘ ganhou um trailer extremamente violento.

Confira:

O longa é dirigido pela dupla Gaukur Úlfarsson e Steinþór Hróar Steinþórsson.

A trama segue Hulda, uma mulher que é suspeita de ser responsável pela morte do seu irmão e está sendo investigada pela polícia. Depois de ser liberada sob custódia devido a falta de evidências, ela não tem pra onde ir. Parada em uma rua fria, ela se torna amiga de homem que acaba se revelando um vampiro solteiro e gay com mais de 1000 anos, que traz o seu irmão de volta dos mortos, o que acaba trazendo consequências terríveis.

O elenco inclui Hjörtur Sævar Steinason, Ingvar E. SigurdssonHalldóra Geirharðsdóttir e Ólafía Hrönn Jónsdóttir.

O terror será lançado direto em VOD no dia 1º de dezembro.

‘We Have a Ghost’: Diretor de ‘A Morte te dá Parabéns’ comandará novo terror da Netflix

Através do seu Twitter, o diretor Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’) anunciou que as filmagens do seu novo terror, intitulado ‘We Have a Ghost‘, já começaram.

O longa está sendo desenvolvido em parceria com a Netflix.

Confira a primeira imagem dos bastidores:


A produção é baseada no conto Ernest, escrito por Geoff Manaugh.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o filme é descrito como “história de fantasmas socialmente mediada”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Você’: Atriz de ‘Ghosts’ entra para o elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Charlotte Ritchie (‘Ghosts’) entrou para o elenco da 4ª temporada da popular série ‘Você‘ (YOU).

A atriz interpretará Kate, diretora de uma galeria de arte que suspeita do Joe.

Vale lembrar que as filmagens da 4ª temporada já começaram. Confira o anúncio:

Ainda sem previsão de lançamento, no novo ciclo deve estrear no final de 2022.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

Penn Badgley (‘Gossip Girl’) estrela a produção.

‘Your Honor’: Bryan Cranston corre perigo no trailer INTENSO da 2ª temporada

O canal Showtime divulgou o trailer completo da 2ª (e última) temporada de ‘Your Honor‘, aclamada série estrelada por Bryan Cranston (‘Breaking Bad’).

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.

O roteirista Joey Hartstone assumirá como showrunner na última temporada, substituindo Peter Moffat.

O drama traz Cranston como Michael Desiato, um respeitado juiz de Nova Orleans cujo filho adolescente, Adam (Hunter Doohan), se envolve com um atropelamento que culmina em um jogo de mentiras, fraudes e escolhas impossíveis.

Michael StuhlbargHope DavisCarmen EjogoIsiah Whitlock Jr.Sofia Black-D’Elia completam o estelar elenco. Amy LandeckerMargo MartindaleLorraine ToussaintChet HanksLamar JohnsonLilly Kay também fazem aparições como atores convidados.

Sorria 2

(Smile 2)

 

Elenco:
Naomi Scott
Kyle Gallner
Lukas Gage
Sosie Bacon
Rosemarie DeWitt

 

Direção: Parker Finn

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Outubro de 2024

Sinopse: 

SORRIA 2‘ é estrelado pela Naomi Scott (‘Aladdin’), que interpreta Quinn Parsons, uma cantora pop infeliz em turnê que está tentando se recuperar do seu vício em substâncias. Ela começa a ser perseguida pela maldição após testemunhar o suicídio do personagem do Lukas Gage.

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Curiosidades: 

» Parker Finn retorna à direção da sequência, além de também ficar responsável pelo roteiro;

» Com US$ 217.4 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ se tornou o filme do gênero mais popular de 2022;

Trailer:

 

Cartazes: 

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Fotos: 

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Ator afirma que Tom Cruise AMOU assistir ‘Twisters’

Em entrevista ao site PEOPLE, Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) revelou que o astro Tom Cruise (‘No Limite do Amanhã’) amou assistir ao filme ‘Twisters‘.

O protagonista da franquia ‘Missão Impossível‘ compareceu à pré-estreia do longa para apoiar seus amigos, e parece ter se divertido muito com a sessão.

“Glen [Powell] estava sentado atrás de mim, meu irmão estava do meu lado, e o Tom [Cruise] estava atrás do meu irmão. O Tom ficou me empurrando o filme inteiro. Depois da terceira vez, eu virei e disse: ‘Ei, o Tom Cruise está me incomodando!’. E ele continuou me empurrando.”

Ele completa, “Ele ficava me empurrando porque estava animado por diversos momentos do filme, e ele estava rindo. Ele ficou rindo alto o filme inteiro. Não estava com medo de se expressar, e eu sou muito grato por isso.”

Cruise chegou a compartilhar o momento em seu Instagram: “Noite divertida com amigos, assistindo um filme.”

Vale lembrar que o longa já em exibição nos cinemas nacionais!

 

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Predador caça samurais, vikings e soldados no trailer LEGENDADO do novo filme da franquia; Confira!

Predador: Assassino de Assassinos‘ (Predator: Killer of Killers), próximo filme da franquia clássica, ganhou trailer legendado.

O longa animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.

Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.

A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.

 

DST da beleza se espalha no trailer completo de ‘The Beauty’, próxima série de Ryan Murphy

O Disney+ divulgou o trailer completo de ‘The Beauty: Lindos de Morrer‘, série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=46IiPVc9SlI

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro, Disney+.

https://www.youtube.com/watch?v=XnN7M8yXhFM

Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.

Justin Timberlake, Sting e John Legend se apresentarão no Oscar 2017

Os indicados ao Oscar 2017, Justin Timberlake, Lin-Manuel Miranda e Sting se apresentarão na noite da maior premiação do cinema.

Ao lado deles, o vencedor da estatueta em 2015 na categoria Melhor Canção Original, John Legend, completa o grupo de performances na 89ª edição dos Academy Awards.

Em um comunicado, os produtores do show, Michael De Luca e Jennifer Todd, compartilharam o valor da presença destes artistas:

“Nós estamos empolgados em dar as boas vindas a estes músicos de classe mundial ao Oscar. Estes artistas não apenas celebrarão as cinco extraordinárias canções indicadas, como também o papel integral que a música tem no cinema”.

Timberlake cantará “Can’t Stop The Feeling” do filme ‘Trolls’, enquanto Sting tocará “Empty Chair”, do documentário ‘Jim: The James Foley Story‘. Já Miranda apresentará a música tema da animação ‘Moana’, “How Far I’ll Go”, ao lado de Auli’i Cravalho.

John Legend ficará responsável por cantar duas canções do musical ‘La La Land: Cantando Estações’: “Audition (The Fools Who Dream)” e “City of Stars”.

Lembrando que na segunda-feira, dia 27 de Fevereiro, a Rede Globo exibirá os melhores momentos do Oscar durante o Vídeo Show, cancelando a Sessão da Tarde e estendendo o especial até o início de Malhação.

 Miguel Falabella se juntará a Artur Xexéo e Maria Beltrão, apresentadores fixos da cerimônia – saiba mais!

 

 

‘Liga da Justiça’: Assista a cena de abertura em alta resolução

Liga da Justiça’ ainda continua nos cinemas, mas na internet já está circulando a cena de abertura completa da adaptação dos quadrinhos em alta resolução.

Assista na íntegra:

Vaza possível trama COMPLETA de ‘Liga da Justiça’ [MEGA SPOILERS]

Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Quem criou a cena do Superman no trailer de ‘Liga da Justiça’… Zack Snyder ou Joss Whedon? 

‘Liga da Justiça’ – Fãs encontram easter egg do Coringa e Arlequina no trailer

Após boatos de ter sido cortado, Lex Luthor deve aparecer em ‘Liga da Justiça’ 

 

 

 

‘High Fidelity’: Zöe Kravitz vai estrelar nova série do streaming da Disney

A atriz Zöe Kravitz será a grande estrela da mais nova série do streaming da Disney. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Ainda não há detalhes mais profundos em relação à produção e o pouco que se sabe é que ela foi criada pelas roteiristas e produtoras Sarah Kucserka e Veronica West (‘Ugly Betty‘ e ‘Hart of Dixie‘).

Atualmente, Kravitz faz parte do elenco principal da aclamada série da HBO,Big Little Lies‘. A segunda temporada da produção já finalizou suas filmagens e tem seu retorno marcado para 2019.

 

 

‘Coringa’: Joaquin Phoenix fala sobre a influência da música na construção do vilão

O filme solo do ‘Coringa‘ usa a trilha sonora de maneira bem impactante na construção narrativa do vilão, a partir de canções clássicas e bem conhecidas do público geral, bem como por meio de sua trilha original.

E segundo o astro Joaquin Phoenix, desenvolver a atmosfera ideal com o auxílio da música nos bastidores das filmagens pode contribuir para a criação do personagem, conforme ele revelou ao portal ComickBook.

Durante uma entrevista ao site, ele falou sobre como a música impactou na formação dos movimentos do Coringa em cena:

“Eu acho que vários cineastas com quem trabalhei usaram a música no set e essa ferramenta pode realmente ser muito efetiva e até mesmo eu faço uso dessa técnica. Mas para este filme foi absolutamente instrumental e de novo, aquele tipo de dança que fiz na cena do banheiro aconteceu na primeira vez que eu havia escutado a trilha sonora e isso teve uma enorme influência na maneira que – eventualmente – descobrimos o movimento para aquela cena. Então foi absolutamente integral para o personagem”.

Todd Phillips ainda compartilhou que a produção de toda a trilha sonora do filme foi feita de maneira bem particular e peculiar, fugindo à regra. Segundo ele, a música original foi produzida a partir do roteiro, sem qualquer cena apresentada:

“Eu nunca tinha feito isso antes. Quando eu estava escrevendo o roteiro, eu fui assistir Sicário 2, porque eu amo aquele filme e Stefano Sollima é um dos meus diretores favoritos. Pois bem, fui assistir o filme e eu estava ouvindo a trilha sonora e aquilo simplesmente me tocou e fiquei me perguntando: Quem fez essa trilha? E foi essa mulher, Hildur Guðnadóttir. Eu escrevi um e-mail para ela e disse ‘hey, vou começar este filme e eu queria fazer algo estranho. Eu queria te mandar apenas o roteiro e gostaria que você começasse a escrever a música do filme’. Então ela escreveu a trilha a partir do roteiro. Normalmente, um compositor assiste primeiro a cena e então escreve a trilha”.

 

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil. 

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

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Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘The Quarry’: Thriller de ação com Michael Shannon já está disponível na Amazon Prime Video

O thriller de ação The Quarry, baseado no romance homônimo de Damon Galgut, já está disponível na plataforma de streaming da Amazon Prime Video.

O filme é um conto de pecado e redenção ambientado na selvageria do Texas. Depois de matar um pastor viajante, um fugitivo viaja para uma pequena cidade e finge ser o homem que assassinou. Apesar da congregação adorar seus sermões sobre perdão, o chefe da polícia local começa a suspeitar dele. Logo, uma descoberta horrenda em uma pedreira local força o homicida a lutar por sua liberdade.

Confira:

Scott Teems comanda a produção.

Shea WhighamMichael Shannon estrelam.

 

Conheça a nova série criminal da Netflix que está dominando o 5º lugar do Top 10

As produções originais da Netflix seguem conquistando o mundo e a nova série criminal francesa ‘Submundo do Crime‘ está surpreendendo os fãs brasileiros, conquistando uma popularidade surpreendente na grade de programação do streaming.

Dominando o 5º lugar do Top 10 da plataforma, a produção conta com apenas seis episódios em sua primeira temporada.

Na trama, quando um expert em roubos e uma novata no mundo criminal se envolvem em uma guerra territorial entre traficantes de drogas, eles precisarão trabalhar em equipe para salvar sua própria pele e também a de seus entes queridos.

Julien Leclercq e Hamid Hlioua assinam a criação da série.

Confira o trailer:

‘American Love Story’: Nova antologia de Ryan Murphy ganha data de estreia e primeiras imagens

Ryan Murphy divulgou as primeiras imagens dos atores Paul Kelly e Sarah Pidgeon como JFK. Jr. e Carolyn Bessette para ‘American Love Story’, sua vindoura série antológica do universo de ‘American Story’.

O material, que corresponde ao teste de câmera dos protagonistas em seus figurinos oficiais, foi compartilhado pelo Instagram e ainda veio acompanhado do anúncio do período de estreia da produção. A temporada inaugural chega em fevereiro de 2026 e suas filmagens já estão acontecendo em Nova York.

Confira as imagens:

Vale lembrar que Grace Gummer (‘American Horror Story’), Sydney Lemmon (‘Succession’) e Alessandro Nivola (‘O Brutalista’) também foram anunciado no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio se junta aos previamente confirmados Naomi WattsPaul Kelly, que serão Jackie Kennedy e John F. Kennedy Jr., respectivamente. Sarah Pidgeon será Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr..

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

Max Winkler (‘Grotesquerie’) comanda o episódio piloto.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

‘Os Últimos Jedi’ deve arrecadar mais de US$ 425 milhões em bilheteria mundial

De acordo com o Hollywood Reporter, Star Wars: Os Últimos Jedideve arrecadar, até domingo, mais de US$ 425 milhões na estreia mundial. Se a estimativa estiver certa, será um dos cinco maiores lançamentos da história, desconsiderando a inflação.

Estima-se que apenas nos EUA a bilheteria seja de aproximadamente US$ 200 milhões, tornando-se assim o filme com melhor desempenho do ano, porém, ficando um pouco abaixo de O Despertar da Força, que arrecadou US$ 247,9 milhões nos EUA.

Ansiosos?

A maior estreia de 2017, ‘Star WarsOs Últimos Jedi’, está cada vez mais perto de nós e a grande pré-estreia mundial já aconteceu e trouxe consigo as primeiras impressões da crítica especializada.

Segundo as avaliações, divulgadas por jornalistas norte-americanos no Twitter, o Episódio VIII é surpreendente e vai mudar os rumos da saga permanentemente.

E para te preparar para o que vem por ai, separanos as primeiras impressões.

Confira:

“Cada tomada possui um propósito e Os Últimos Jedi é facilmente o filme mais divertido de Star Wars. E isso é algo fantástico”.

Star Wars: Os Últimos Jedi é tão diferente, empolgante e surpreendente. Tantas emoções, tantos momentos incríveis. Fique longe de spoilers”.

“Galera, Rian Johnson fez o o filme de Star Wars mais épico e emocionantemente poderoso de todos. Sem comparações. Meu forte conselho é: seja cauteloso com os spoilers. Quanto menos você souber sobre Os Últimos Jedi, melhor. Bravo, bravo, bravo”.

“Impressionado com Star WarsOs Últimos Jedi. Ele da alguns passos muito grandes, impressionantes e surpreendentes, que eu definitivamente não esperava. Nem tudo sobre o roteiro é perfeito, mas o trabalho nos personagens é novamente fantástico e é simplesmente incrível ver Luke Skywalker de volta em ação”.

“Acabei de ver Star WarsOs Últimos Jedi e é uma obra prima em diversas maneiras insanas. Acho que o fator destaque é a direção nota A de Rian Johnson. Nunca houve um filme de Star como esse”.

“Todas as percepções de Os Últimos Jedi virão semana que vem, mas em uma versão mais curta: esse é um ótimo filme de Star Wars”.

“Há uma cena em Star WarsOs Últimos Jedi que eu continuo passando continuamente em minha cabeça, que é tão maravilhosa e inesperada que eu não quero me esquecer de como eu me senti na primeira vez que vi. Esse filme é diferente de qualquer outro filme de Star Wars, em todas as formas que eu esperava”.

Star WarsOs Últimos Jedi é incrível! Eu estou impressionado com todos os tipos de emoções do quão incrível o filme de Rian Johnson é! Eu mal posso esperar para assisti-lo novamente. Também, porgs!”

“Não ficará melhor que Star WarsOs Últimos Jedi!”

“Eu estou encantado por Star WarsOs Últimos Jedi. Eu arquejei, eu ri, eu gritei, eu chorei e tive a experiência da minha vida. Rian Johnson arrebentou, fazendo o que deve ser o melhor filme de Star Wars de todos os tempos”.

“Eu acho que Os Últimos Jedi deve ser o primeiro filme de Star Wars que não se trata apenas de crescer, mas também envelhecer. Novos personagens maduros, os veteranos aprendem sobre  se tornar mais poderosos do que você poderia imaginar”.

 

Uau! ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o filme mais visto no Brasil em 2018

Vingadores: Guerra Infinita‘ continua quebrando recorde mundo afora, e se tornou o filme mais assistido (até agora!) nos cinemas brasileiros em 2018.

Exibido em mais de 2.000 salas nacionais, o novo longa do Marvel Studios superou os números do filme religioso nacional, ‘Nada a Perder’, e já atraiu mais de 12 milhões de espectadores, arrecadando mais de R$ 203 milhões até agora. As informações são do site Filme B.

Além disso, o filme já é a quarta maior bilheteria da história do cinema mundialmente.

A produção soma US$ 1.675 bilhão mundialmente, ultrapassando ‘Jurassic World‘ (US$ 1.671 bilhão).

Agora, o filme da Marvel está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Confira o TOP 10:

1AvatarFox$2,788.0$760.527.3%$2,027.572.7%2009^
2TitanicPar.$2,187.5$659.430.1%$1,528.169.9%1997^
3Star Wars: The Force AwakensBV$2,068.2$936.745.3%$1,131.654.7%2015
4Avengers: Infinity WarBV$1,675.1$558.733.6%$1,106.466.4%2018
5Jurassic WorldUni.$1,671.7$652.339.0%$1,019.461.0%2015
6Marvel’s The AvengersBV$1,518.8$623.441.0%$895.559.0%2012
7Furious 7Uni.$1,516.0$353.023.3%$1,163.076.7%2015
8Avengers: Age of UltronBV$1,405.4$459.032.7%$946.467.3%2015
9Black PantherBV$1,342.5$696.751.9%$645.848.1%2018
10Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2WB$1,341.5$381.028.4%$960.571.6%2011

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Guia para Sobreviver À CCXP: Posso levar um penico? Tem muitas filas? Wi-Fi?

Apesar de ser um evento Nerd, a CCXP exige um preparo físico de maratonista. O acesso ao local já é meio complicado, cheio de ladeiras e calçadas irregulares, mas o bicho pega mesmo é lá dentro. E não, infelizmente não podemos entrar com um penico, então você terá que separar um tempinho para ir ao banheiro.

Vamos às dicas?

1 – Conforto é Essencial:

Como é um ambiente gigantesco, preze SEMPRE pelo conforto. Sério, esquece calça jeans, All Star, sapatênis ou chinelo. Sabe aquele visual maroto de academia? Tira ele do armário e use sem vergonha. Você vai para um lugar em que um rapazote vestido de Ursinho Carinhoso tá se divertindo sem julgamentos, não vão te julgar por conta de tênis de ginástica.

2 – Água é vida:

Água é fundamental. Apesar de haver bebedores pela CCXP, é sempre bom ter uma garrafa de água por perto para casos de emergência. As chances de passar mal pelo cansaço e desgaste físico são enormes.

3 – Tenha Internet:

Não se fie no Wi-Fi do evento. Ele é bom, mas você deve lembrar que estará competindo com cerca de 80 mil pessoas por um sinal de internet.

4 – Não esqueça o carregador:

Sério. Não confie na sua bateria. O local é cheio de totens para carregar, então leve o do seu celular.

5 – Evite Pegar Peso:

Se for comprar algo muito pesado, alugue um espaço para deixar seu colecionável ou mochila guardados até o final da feira. Além de te cansar menos, evita de ficar batendo nos outros pelo caminho e diminuem as chances de você acabar quebrando seu colecionável.

6 – Se Divirta:

Fui em todas as edições da CCXP até hoje e falo com tranquilidade: a melhor coisa do evento é estar nele. Aproveite ao máximo, deixe a vergonha em casa, puxe assunto nerd com qualquer um… É um lugar em que provavelmente todo mundo tem um assunto em comum, então aproveite. Não é sempre que acontece isso. E se você ficar preso em fila, faça amizade. Não há lugar melhor pra fazer amigos do que em filas.

7 – Mudanças nas filas:

Houve algumas mudanças do ano passado pra cá. A principal reclamação era sobre as intermináveis filas para os estandes e alguns tentaram resolver essa parada. E mais: confira o que você deve levar para sobreviver lá dentro e os destaques do primeiro dia.

Quem já é “veterano” de CCXP sabe como as filas são insuportáveis. Desde a primeira edição, são sempre o ponto fraco do evento. Só que ano passado foi complicado. Foi, de longe, a edição na qual você perdia mais tempo aguardando para conferir uma atração.

Visando diminuir as reclamações, alguns estandes resolveram programar as visitas. Caso da HBO e da Warner.
Se você quiser ver as atrações, deve marcar horário antes. A Warner disponibilizou esse site, que abre diariamente com os horários disponíveis https://warnernaccxp2018.com.br

Já a HBO optou por distribuir pulseiras para evitar as 3h de fila no sempre disputado estande de Game Of Thrones.

Pode ser frustrante para alguns, mas é a melhor alternativa. Se você não consegue ir ao estande, pelo menos não vai perder seu dia esperando para nada. Fica a sugestão para o estande da Netflix.

Você vai na Comicon esse ano? Conta pra gente como foi sua experiência!

 

Entenda a história e o significado da polêmica série ‘The I-Land’, da Netflix

The I-Land’ é, provavelmente, a minissérie mais odiada da Netflix.  Com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, nota baixa no IMBD e diversas críticas decepcionadas com o lançamento da rede de streaming, ‘The I-Land’ é, na verdade, uma pérola mal compreendida. Calma, calma, nós vamos explicar todos os pontos, mas saiba que, a partir daqui nossa matéria contém spoilers.

Depois de lerem, me digam se a série não é uma jogada de gênio, tal qual ‘Bandersnatch’, e que a Netflix está realmente criando produtos interativos que pedem que o espectador não fique apenas no papel passivo de assistir a uma história, mas sim que consiga decifrar os códigos secretos que ela insere nas suas produções.

O livro

Logo no primeiro episódio, quando os personagens estão encontrando coisas aleatórias na praia, Taylor está tomando sol na praia e encontra um livro. Ela apenas o folheia e o joga de lado, mas é justamente esse livro que dá o argumento da minissérie: ‘A Ilha Misteriosa’, de Júlio Verne. Se você pescou essa informação, então você terá uma experiência completamente diferente ao assistir a minissérie.

Admirável Mundo Novo

Esse é o nome do primeiro episódio, mas é também o título de um livro de Aldous Huxley, publicado em 1932. Na trama dessa distopia, Bernard Marx sente-se insatisfeito com o mundo em que vive por ser diferente do restante da sua casta, que viviam em redutos como o que hoje conhecemos como reservas indígenas e com costumes mais “selvagens”. Bem parecido com o que acontece no primeiro episódio de ‘The I-Land’, que também é uma distopia.

 

Os prisioneiros

Em ‘The I-Land’ os participantes do experimento são dez prisioneiros que se voluntariaram no projeto. Na trama de Júlio Verne, são cinco prisioneiros de guerra que tentam escapar em um balão em plena Guerra Civil norte-americana.

Os personagens

Em ‘A Ilha Misteriosa’ os personagens são Cyrus, que é engenheiro ferroviário e oficial do exército (ou seja, Chase), Nab, o fiel escudeiro de Cyrus e que também é negro na história (Cooper), o marinheiro Pencroft (Brody, apenas porque na série falam que ele tem fósforos e bússola, embora não seja usada na história), seu filho Harbert (Mason, pois se autodeclara um bebê por precisar de cuidados), o jornalista Gideon (Hayden, a moça que parecia ter um dom pra literatura) e o cão Cyrus (Donovan, pois é quem fica obcecado por atenção e carinho).

A ilha

Em ‘A Ilha Misteriosa’, o grupo de prisioneiros foge num balão e acaba caindo numa ilha deserta, que mais tarde revela ter outra ilha menor. Aos poucos o grupo começa a perceber que a ilha esconde segredos que explicam por que um deles se machucou e conseguiu se curar sozinho (Donovan), como eles conseguem sobreviver na ilha, o surgimento de uma caixa com armas e ferramentas, entre outras coisas. O mesmo acontece na minissérie.

O barco

Na história original, o grupo constrói um barco para chegar na outra ilha. Na minissérie, Chase simplesmente avista uma espécie de tenda-bote flutuando no mar e a resgata. Mais tarde, Taylor a usa para tentar escapar e chega na outra ilha.

 

A tempestade

Como toda história de Júlio Verne, tem que ter uma tormenta. Ela ocorre quando o grupo decide explorar a outra ilha, enquanto na série ela ocorre num momento de discórdia, que obriga Chase a revelar o bote que encontrou para conseguir abrigar todo mundo.

 

A fogueira que atrai

Quando Chase encontra a chave da maleta misteriosa, ela sai correndo para o local onde a deixara enterrada, mas, no caminho, encontra Brody, que questiona por que tanta agitação, ao que ela disfarça dizendo que vira uma fogueira acesa e correra naquela direção para saber quem a teria acendido. No livro de Verne, após explorarem a outra ilha, o grupo retorna e corre atraído pela fumaça de uma fogueira acesa, que ninguém lembra de ter acendido.

 

Piratas

Em determinado ponto de ‘A Ilha Misteriosa’ o local é invadido por piratas, que colocam em risco a harmonia e a sobrevivência do grupo. Na minissérie esse papel é atribuído aos agentes infiltrados, que se inserem na ilha para provocar os participantes, com o intuito de manipular os resultados da experiência em andamento.

 

Duas ilhas

É preciso esclarecer que ‘I-Land’ não tem a ver com i-Phone ou com diminutivo de island (que quer dizer ilha em inglês.) Na verdade o I é o número romano correspondente ao número um, ou seja, o local onde eles estão é a Ilha Número 1, tanto que mais tarde Taylor acaba encontrando a Ilha Número 2, que é menorzinha. Assim como no livro de Verne, que possui duas ilhas, uma maior e outra menor.

O selvagem

No livro de Verne, ao chegar na outra ilha o grupo encontra Ayrton, um homem que vivia com hábitos selvagens. O mesmo acontece com Taylor na minissérie, que, ao chegar na Two-Land, encontra um canibal, que a faz comer os próprios dedos.

Capitão Nemo

Por fim, na história de Verne, o grupo descobre que a ilha é, na verdade, o esconderijo do submarino Nautilus, do Capitão Nemo, e que fora ele quem os salvara, enviara as caixas com utensílios e indicara sobre a outra ilha. Nem precisamos dizer que quem faz esse papel na minissérie é Wells, o diretor da prisão. Vale dizer que no final do livro, Nemo morre de velhice na ilha. O mesmo ocorre na minissérie ao final, quando Wells é enviado para a I-Land para morrer por lá.

A inundação

No final do livro de Verne a ilha explode e o grupo acaba sobrevivendo em apenas um pedaço da ilha, que conseguiu ficar acima do nível do mar. No final de ‘The I-Land’, a enfermeira avisa a Chase que muitas cidades desapareceram do mapa após o aumento do nível da água do mar. Então, Chase caminha pro lado de fora da prisão e vemos um Texas todo modernizado, porém completamente inundado, cercado de água por todos os lados.

 

Como vocês podem ver, ‘The I-Land’ oferece bem mais do que está sendo difundido. Ao que parece, a maioria das pessoas fez como a Taylor, que encontrou o livro e o jogou de lado, desprezando-a. Mas nós aqui do CinePop encontramos a mensagem da garrafa, e esperamos que essa matéria os ajude a olhar ‘The I-Land’ com novos olhos.