Site Página 4715

‘VisionQuest’: Nova série da Marvel ganha data de estreia

O Disney+ finalmente anunciou quando a série ‘VisionQuest‘, que concluirá a trilogia iniciada por ‘WandaVision‘ e ‘Agatha Desde Sempre‘, será lançada.

A produção estreará no serviço de streaming no dia 14 de outubro.

Estrelada por Paul Bettany no papel titular, a trama seguirá o Visão tentando recuperar suas memórias e humanidade.

A série ainda reunirá o Visão com seus filhos, Billy e Tommy Maximoff, bem como algumas IAs familiares de seu passado e do MCU (que, com base em rumores anteriores, estão escondidas em Madripoor depois de assumirem uma forma “humana”). Mais do que isso, Visão irá lidar com as consequências de sua ressurreição pelas mãos da organização conhecida como S.W.O.R.D. – e que o transformou no Visão Branco, um ser desprovido de qualquer emoção.

‘Vision Quest’: Emily Hampshire revela que não conhecia o MCU; “Tive que procurar no Google”

A série ainda traz Henry Lewis, Jonathan Sayer, Ruaridh Mollica, T’Nia Miller, Lauren Morais, Diane Morgan e Faran Tahir no elenco. James Spader reprisará seu papel como Ultron.

Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assume o cargo de showrunner.

VisionQuest’ está prevista para estrear ainda este ano no Disney+.

Tom Holland quase chorou quando viu reações positivas de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

A alegria de Tom Holland com as primeiras reações de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é tão grande que o jovem ator quase chegou a chorar.

A afirmação partiu dele mesmo, durante uma entrevista com o site Collider. Segundo Holland, o sentimento de gratidão dos fãs é realmente recompensador:

“Eu tenho acompanhando as reações pelo Twitter e é impressionante. Eu acordei recentemente e quase chorei de emoção, de tão feliz que estava, sério mesmo! Eu me dediquei tanto para esse filme, usando um uniforme por 15 horas todos os dias e trabalhamos duro, pois não é fácil fazer uma adaptação desse porte. O processo é longo e árduo. E não quero desmerecer outras profissões que são ainda mais exaustivas, mas o que eu quero dizer é que me entreguei de coração à produção e saber que as pessoas estão curtindo é realmente incrível para mim”.

Leia nossa crítica de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’!

 

‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’: Jimmy Kimmel fará a voz do Batman na animação

A animação ‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’ terá uma participação diferente entre seus dubladores. O apresentador de TV, Jimmy Kimmel, é quem dará vida ao herói Batman.

O anúncio foi feito por ele mesmo, através de um vídeo publicado pela sua conta oficial do Twitter.

Confira:


Confira também o primeiro pôster nacional da animação:

Assista também o divertido trailer da animação:

 

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

Crítica | Deixando Neverland – Michael Jackson volta ao banco dos réus em documentário pesado

Infância abreviada, carreira meteórica, uma sucessão de hits consecutivos, em pequenos intervalos. Michael Jackson começou a construir o seu nome ainda com pouca idade. O mais jovem do grupo Jackson 5, ele sempre foi o maior destaque, alcançando altas notas musicais e compondo canções que encantaram as mais diversas gerações. Atravessando décadas sempre à frente de seu tempo, ele inovou na dança com seu clássico moonwalk e músicas que até hoje são consideradas algumas das melhores composições da história da indústria fonográfica.

Automaticamente, para o público de fora, sua boa reputação profissional se estendera para o campo pessoal, mesmo sem qualquer conhecimento de causa. Mas suas peculiaridades e apego inexplicável à criança que nunca conseguiu ser também se tornaram seu grande problema. Julgado duas vezes por pedofilia – uma delas envolvendo uma criança com câncer em estágio avançado -, ele volta ao banco dos réus, no documentário sensação do Festival de Sundance 2019, Deixando Neverland. E pelos novos relatos, tentar manter sua inocência está cada vez mais difícil – ainda que muitos queiram usar seu sucesso profissional como base para o seu caráter enquanto homem.

Se até então os boatos, relatos e acusações que permearam as décadas de 90 e 2000 pareciam não abalar sua reputação sempre sustentada por fãs – que amam o artista, mas preferem dar às costas para as terríveis alegações -, as cruéis descrições de Wade Robson e James Safechuck podem transformar nossa percepção do tipo de homem que Jackson fora. É fato que seus comportamentos, estilo de vida e escolhas pessoais sempre levantaram sobrancelhas, gerando todo tipo de questionamento. Mas o conteúdo que nos é apresentado nas telas, no novo documentário da HBO, vai além da nossa compreensão humana do que achávamos saber sobre o artista. E, diante das exposições tão gráficas, registradas pelo documentarista Dan Reed, não dá para simplesmente alegar – sem qualquer cerimônia – que estamos diante de dois homens sedentos por dinheiro e poder. A dor dos relatos é profunda demais para ser meramente tratada como “trambiqueiros, oportunistas”.

Causando desconforto, náuseas e um terrível mal estar, as quatro horas de filme, divididas em duas partes, trazem detalhes específicos da sucessão de abusos sofridos. Difícil de assistir, o documentário exige do público um estômago forte e uma pausa necessária, para absorver todo o conteúdo. E ao contrário da maioria – que sequer assistiu e já chama as possíveis vítimas de atores -, os relatos são mais autênticos do que se esperava. Contando como seus relacionamentos começaram com o cantor, percebemos um padrão doentio no comportamento de Jackson e fica ainda mais claro que esse tipo de abuso, nem as mentes mais criativas conseguiriam inventar. E é notável o desconforto de ter que voltar ao passado para relembrar o que ocorreu. A fala travada, os olhos marejados e a linguagem corporal entregam uma verdade que nem a melhor das atrizes seria capaz de entregar. Seria preciso três Meryl Streep para garantir a atuação do século nesse contexto.

A exposição dilacerada, exposta em atos que falam cruelmente sobre as práticas sexuais e o abuso psicológico imposto em crianças de sete e oito anos, deixam ainda mais evidente o peso das declarações. Contradizendo o que muitas pessoas – que jamais foram vítimas de assédio e abuso sexual – adoram dizer, não há prazer e nem benefício direto em se expor diante do mundo. Recontar traumas, principalmente de maneira tão franca e literal, traz mais dores que alívio. A opinião pública, os fãs caóticos que se recusam a dar o benefício da dúvida, o mundo inteiro olhando e te julgando. Se abrir sobre o abuso sexual tem o sabor agridoce de se libertar de uma sofrimento, mas traz consigo as consequências do julgamento alheio. Além disso, não é fácil dizer aquilo que, aparentemente, ninguém está interessado em ouvir sobre um dos maiores ícones da cultura POP.

E ainda que alguns argumentos supunham uma certa parcialidade no documentário, há de se discordar veemente. Vivemos duas décadas ouvindo o que Michael Jackson tinha a dizer sobre as várias acusações (inclusive de uma de sua empregadas, Blanca Francia – que testemunhou alguns comportamentos inapropriados). Tanto ouvimos, que jamais tivemos tempo para escutar as vítimas apresentadas. Jordan Chandler, Gavin Arvizo e seus julgamentos foram tratados pela ótica do estrelato de Michael, sendo desacreditados. O interesse público pelas vítimas se perdeu em meio aos holofotes destinados à reputação artística do músico. Safechuck e Robson, sob anos de abuso emocional firmado na culpa e na demonstração de “amor” por parte do artista, defenderam-no o quanto suportaram. Até entenderem que, o que então fora aprendido com Michael Jackson, entre quatro paredes, não era a definição de amor, mas sim pedofilia.

Estar diante de Deixando Neverland é doloroso. É difícil também julgar um homem que não está mais aqui para se defender. Mas descreditar vítimas, como os anos e o mundo assim o fizeram, não dá mais. Observar os relatos da maneira mais imparcial possível é necessário para que aprendamos a olhar para os que sofreram e ainda sofrem com o abuso que viveram. É também preciso separar o homem do artista performático para ter essa visão. Como público, que cresceu assistindo a alguns dos melhores clipes já feitos na história, tendemos a absorver a paixão platônica por um artista, transferindo-a para o seu caráter.

E talvez esse seja um dos grandes erros cometidos à época, quando o mito sobrepôs o ser humano, dificultando um julgamento mais justo. E acostumadas a serem vistas com escárnio e piada, essas e tantas outras vítimas de tantos outros abusos optam pelo refúgio do silêncio, justamente pelo impacto negativo que a verdade pode trazer. Passados mais de 20 anos, este documentário traz à tona um questionamento profundo sobre uma ferida aberta que custa a fechar, abrindo brecha para novas alegações. E ainda que muitos insistam em defender MJ cegamente, sem qualquer questionamento, precisamos assistir ao documentário até o final e nos perguntar: será mesmo que não aconteceu absolutamente nada?

Bob Iger abre mão do salário da Disney em virtude do coronavírus

O coronavírus afetou o ramo do entretenimento de forma grandiosa, interrompendo a produção de filmes e séries, bem como o lançamento de vários projetos nas telonas e telinhas.

E pensando no impacto econômico que a pandemia e o período de reclusão podem gerar na Disney, o ex-presidente e agora executivo de alto escalão da empresa decidiu abrir mão de seu milionário salário durante o delicado momento.

Já o novo CEO da Casa do Mickey, Bob Chapek, decidiu abrir mão de 50% de seu pagamento. Vale ressaltar que Chapek assumiu a presidência da empresa recentemente, em virtude do anúncio da saída imediata de Iger do cargo. Anteriormente, o ex-CEO permaneceria na função até 2021.

Chapek assume a Disney após ter sido o presidente da divisão de Parques da empresa. Sua repentina ascensão no cargo é marcada por um dos momentos mais delicados da empresa, que se viu forçada a fechar seus parques ao redor do mundo, a fim de evitar a propagação do coronavírus.

Além disso, diversos projetos cinematográficos da Disney foram afetados, como as filmagens de ‘Shang-Chi‘ e as estreias de ‘Mulan‘ e ‘Viúva Negra‘.

 

 

 

 

‘Sky Rojo’: Série de suspense dos criadores de ‘La Casa de Papel’ já está disponível na Netflix

Sky Rojo’, a nova série de Álex Pina e Esther Martínez Lobato – criadores do sucesso ‘La Casa de Papel‘ -, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (19), na grade de programação.

Na trama, para fugir de um cafetão e seus capangas, três mulheres embarcam em uma jornada alucinante em busca da liberdade. 

Assista ao trailer:

“Este é meu clube. Aqui passamos as noites em um sofá de couro vermelho tentando parecer maravilhosas o suficiente para que caras desprezíveis queiram fazer amor com a gente”.

Assim Coral (Verónica Sánchez) descreve o Clube Las Novias, bordel de onde ela foge com Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado). Juntas, vão em busca de liberdade enquanto são perseguidas por Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer), os capangas de Romeo (Asier Etxeandia), o cafetão e dono da boate.

As três garotas iniciam uma corrida desesperada na qual enfrentam todo tipo de perigo, com o objetivo de permanecerem vivas e conquistarem a liberdade. Tudo é possível quando o futuro se trata apenas de sobreviver pelos próximos 5 minutos. E só há uma maneira para que essa realidade não acabe com elas: com determinação, perspicácia e senso de humor. É vida ou morte!

Com humor ácido, com grandes doses de ação e pura adrenalina, Sky Rojo, a nova série original Netflix que estreia globalmente em 19 de março, tem seu trailer revelado hoje. Sky Rojo tem duas temporadas confirmadas, a primeira delas com oito episódios de 25 minutos, e um formato absolutamente inovador para uma série dramática, em que se encontram vários gêneros, e  batizaram de ‘pulp latino’.

Lali Esposito, Yany Prado e Victoria Sanchez estrelam a produção, que ainda contará com Asier Etxeandia e Miguel Ángel Silvestre.

Elenco fala sobre ESCANDALOSO assassinato que inspirou série criminal da Disney

‘Bem-Vindos ao Clube da Sedução’, que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales, já está em exibição no streaming Star+ e a nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o elenco principal, que revelou detalhes da nova série criminal da Disney.

Ao longo do bate-papo, os atores Murray Bartlet, Annaleigh Ashford e Robin de Jesús falam sobre o escandaloso assassinato que inspirou a nova produção original da plataforma Star+.

Confira:

A história gira em torno de Banerjee (Kumail Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

Relembre o trailer:

O elenco também é formado por Annaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan StevensRobin De JesúsJuliette Lewis.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

Crítica | Perpetrator – Alicia Silverstone em Louco Filme de Terror Feminista [Berlim 2023]

Em seu segundo longa-metragem, Jennifer Reeder cria uma atmosfera de horror e mistério em tom de comédia e com uma pegada queer feminista. Ou seja, Perpetrator mistura várias ideias e momentos bizarros, os quais somente os fãs de derramamento de sangue e resoluções mirabolantes vão apreciar. 

Tudo começa quando algumas adolescentes de uma cidadezinha norte-americana desaparecem misteriosamente. Há cartazes espalhados por todos os cantos. A cena inicial é uma dessas jovens sendo sequestrada e, em seguida, “manipulada” por um carrasco. 

Em seguida, o enredo nos apresenta a jovem Jonny (Kiah McKirnan). Bem diferente das meninas dos cartazes, isto é, donzelas em perigo, Jonny é durona e, por vezes, realiza furtos para  ajudar o seu problemático pai a pagar o aluguel. Seu verdadeiro plano, no entanto, é deixá-lo para trás e seguir a vida adulta por conta própria.

Prestes a completar 18 anos, a jovem é enviada para casa da distante tia Hildie (Alicia Silverstone). Com a mudança repentina, vem também uma nova escola, onde ocorre cenas estranhas de humor e diálogos sem pé nem cabeça. Desse modo, a trama é quase um palco de stand-up comedy, isto é, onde todo mundo tem uma tirada engraçadinha. 

Propositalmente, todas as frases e diálogos de Alicia Silverstone são inapropriados para situação ou extremamente caricaturais. Com o objetivo de banhar-se no gore, a cineasta norte-americana não poupa cenas de mergulho em um vermelho pulsante e sangue coagulado. Jonny, por exemplo, está sempre com hemorragia nasal. 

Sabemos que o sangue representa a passagem da infância à maturidade sexual para as mulheres, entretanto, Perpetrator abusa dessas demonstrações. Após seu aniversário de 18 anos, Jonny “desperta” seus poderes ancestrais de sentir as emoções alheias e de transformar-se em outras pessoas. 

Como grandes poderes trazem grandes responsabilidades, Jonny se incube da missão de encontrar as meninas desaparecidas. Por que não? No meio desse jogo de sobrenatural e mistério, a jovem ainda tem um caso com a colega Elektra (Ireon Roach) e o chorão Kirk (Sasha Kuznetsov).

Todo mundo que sai com Kirk desaparece em seguida. O mistério do filme joga a culpa para um dos quatro homens do elenco, o playboy Kirk, o policial da cidade, o diretor da escola (Christopher Lowell) e o próprio pai de Jonny. Perpetrator não se preocupa em construir um bom mistério, muito menos numa resolução plausível. 

Em filmes desse tipo, as atenções estão voltadas para as mutilações e banhos de sangue. Em outras palavras, o roteiro faz o serviço para os fãs de filme de gênero. Por ter uma mensagem de empoderamento feminino, a obra ganhou mais evidência e lançamento na mostra Panorama do Festival de Berlim.

Após o longa de estreia Knives and Skin (2019), o cineasta Bong Joon Ho (Parasita) colocou Jennifer Reeder na sua lista de “diretores a ficar de olho nos anos 2020”. Com esta recomendação de peso, a diretora/roteirista legitima seu domínio nos filme de gênero, todavia precisa aprimorar os diálogos e as motivações no seu roteiro. 

Perpetrator diverte exatamente por não se levar a sério. Sangue pelo sangue gera audiência, mas o trash com coerência nos inebria. Vale lembrar de pequenas grandes produções de horror recentes, como a belga Yummy (2019), de Lars Damoiseaux, e a taiwanesa A Tristeza (2021), de Rob Jabbaz

‘The Walking Dead’: Assista aos primeiros 4 minutos do próximo episódio

A AMC divulgou os primeiros 4 minutos do décimo episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead, que irá ao ar no próximo domingo (04). Assista:

O episódio 9 da 8ª temporada intitulado “Honor”, que marcou o retorno de The Walking Dead após mais de dois meses de hiato, registrou 8.3 milhões de espectadores para a AMC no domingo (25).

Este foi o melhor número desde o episódio 4 da temporada, exibido em 12 de novembro de 2017.

“Honor” marcou a despedida do personagem Carl (Chandler Riggs), que estava na série desde a 1ª temporada.

The Walking Dead retorna no próximo domingo (04), no canal Fox. Confira o teaser:

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

A Justiceira

(Peppermint)

 

Elenco:

Jennifer Garner

Pell James

John Gallagher Jr.

Direção: Pierre Morel

Gênero: Ação

Duração: 101 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 25  milhões

Estreia: 18 de Outubro de 2018

Sinopse:

O filme conta da história de uma jovem mãe, Riley North (Garner), que acorda do coma depois que seu marido e sua filha são mortos em um ataque brutal contra a família. Quando o sistema frustrantemente protege os assassinos da justiça, Riley se transforma de cidadã a uma justiceira urbana. Canalizando sua frustração em motivação pessoal, ela passa anos se escondendo e aperfeiçoando sua mente, corpo e espírito para se tornar uma força imparável enquanto entrega metodicamente sua marca pessoal de justiça.

Crítica | A Justiceira – Jennifer Garner detona bandidos (e o público) com ação mequetrefe (Nota: 1.0)

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Dica do feriado | Clássicos dos Estúdios Ghibli na Netflix

Os Estúdios Ghibli se consolidaram como um dos principais produtores de animações do mundo. Com obras clássicas, principalmente as comandadas pelo lendário Hayao Miyazaki, o estúdio conquistou um lugar merecido nos corações de milhões de fãs pelo mundo. Neste feriadão, o CinePOP selecionou cinco obras clássicas para você assistir e se maravilhar. Confira!

Ah sim, conforme indica o título da matéria, todos os filmes citados aqui estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Porco Rosso: O Último Herói Romântico

Inspirado pelos grandes heróis da aviação, Porco Rosso conta a história de um piloto de bom coração que lutou na guerra e foi amaldiçoado a viver com a aparência de um porco. Isolado da maior parte do mundo, ele passa a ganhar a vida atuando como caçador de recompensas, se tornando o pior pesadelo dos “piratas do ar”.  E por se passar no mar da Itália, o filme investe em visuais de tirar o fôlego, além de mandar uma clara mensagem contra as guerras.

O Serviço de Entregas da Kiki

Nesta trama sobre crescimento e provações da transição da adolescência para a vida adulta, acompanhamos a jovem Kiki, uma bruxinha sonhadora que completa 13 anos e se vê precisando deixar sua casa para encontrar seu lugar no mundo, conforme manda a tradição das bruxas. Acompanhada de seu gatinho preto, Jiji, ela começa um serviço de entregas para se sustentar, mas a independência não é tão fácil quanto parece.

Meu Amigo Totoro

Ambientado no bucólico Japão rural, esse longa fantástico segue duas irmãs, cuja família se mudou para uma casa no campo, onde o pai poderá ficar mais perto da mãe, que está doente. Conforme os dias passam, elas realizam suas tarefas, mas começam a explorar mais a floresta da região, que esconde criaturas diferentes e divertidas, como os peludos e engraçados Totoros.

Ponyo: Uma Amizade Que Veio do Mar

Inspirado no clássico da literatura nórdica, A Pequena Sereia, essa animação conta a história de um menino de cinco anos, que vive na costa japonesa, e de uma princesinha do mundo submarino, a Ponyo, que cruza caminho com ele e passa a sonhar em ser humana. Agora na superfície, a princesa-peixinho vai começar a se adaptar, enquanto sua terra – ou seria água? – natal tenta buscá-la de volta para as profundezas do oceano.

A Viagem de Chihiro

Vencedora do Oscar de Melhor Animação, essa aventura surreal traz elementos dos contos japoneses para acompanhar a jovem Chihiro, que estava em uma viagem de mudança com os pais, até que eles decidiram tomar um atalho e acabaram passando por um túnel misterioso. Do outro lado, eles encontram um vilarejo excêntrico, onde procuram um lugar para comer. O problema é que os pais acabam virando porcos e a Chihiro sai correndo e acaba se metendo em uma série de eventos inesperados, com missões estranhas que ela deve cumprir se quiser escapar.

Conheça o Suspense Psicológico da Netflix Cheio de Reviravoltas Vai dar NÓ no seu Cérebro!

Como é bom poder assistir a um filme que desafia sua inteligência e te leva por caminhos não imaginados! É o desafio mais buscado pelos fãs de terror e suspense, afinal, é a imprevisibilidade da trama que injeta adrenalina nas veias dos fãs e fazem com que o espectador engaje de vez no filme. Não é todo filme que faz isso com a gente, mas, quando acontece… ah, que delícia! Para quem está buscando um bom exemplo disso que estou falando, é só clicar para assistir a ‘As Linhas Tortas de Deus’, novo suspense psicológico da Netflix que tem se mantido inabalável no Top 10 da plataforma desde sua estreia.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Alice (Bárbara Lennie) é uma detetive particular contratada por um homem poderoso para investigar o caso de um suposto suicídio de um rapaz internado em uma clínica psiquiátrica. Uma vez na clínica, Alice decide assumir uma nova identidade, chamando-se Alicia, e fingir transtornos mentais, dizendo-se paranoica, internada voluntariamente porque seu marido quer ficar com sua fortuna. Tudo vai bem no seu plano até a investigação começar propriamente, e realidade e ficção começarem a se misturar fortemente em sua cabeça, com médicos e pacientes colocando em dúvida suas maiores certezas. Sem conseguir definir qual é a verdade, Alice procurará convencer a todos que o que fala é a realidade, e que seu marido está de fato construindo um complô para interditá-la para ficar com sua fortuna.

Com duas horas e meia de duração (sim, dava para fazer um pouquinho menor), desde suas primeiras cenas ‘As Linhas Tortas de Deus’ mostra que será desses filmes com muitos plot twists e não decepciona: até literalmente a última cena o espectador é presenteado por grandes reviravoltas, que fazem com que a história se faça e se desfaça constantemente, relegando a nós a definição do que seria exatamente o fim do filme.

Diante de uma assinatura tão boa na construção do enredo, fica fácil identificar a razão: o realizador Oriol Paulo também é responsável por outros dois grandes thrillers de sucessos na Netflix – ‘Durante a Tormenta’ (2018 ) e ‘Um Contratempo’ (2016), cujas críticas podem ser lidas ao clicar nos títulos.

Oriol Paulo imprime um tom beeem hitchcockiano em seu ‘As Linhas Tortas de Deus’, especialmente observados na trilha sonora, que recupera os mesmos instrumentos e notas de ‘Psicose’, e na fotografia, apoiadora do suspense e da paranoia da protagonista. Esses dois elementos envolvem a personagem Alice/Alicia, uma musa em desconstrução apresentando-se inicialmente como uma femme fatale que, no desenrolar da trama, vai perdendo todas as suas características até virar a vítima da história. E nada disso o espectador percebe acontecer.

Oriol Paulo conseguiu de novo. Em seu ‘As Linhas Tortas de Deus’ o espectador se depara com um complexo e imprevisível suspense psicológico de roer as unhas e dar nó no cérebro. Uma ótima pedida nesse fim de ano.

‘Vingadores: Ultimato’: Thanos pode não ser a maior ameaça enfrentada pelos heróis

Ano passado, várias linhas de brinquedo  deram a entender que os heróis de ‘Vingadores: Ultimato’ iriam enfrentar um perigo muito maior que Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’. E é claro que vários fãs começaram a especular quem ou o quê poderia ser essa entidade.

Em uma recente teoria, diz-se que Dormammu, vilão de ‘Dr. Estranho’, poderia retornar por vingança depois de ser derrotado pelo personagem.

Originalmente postado pelo usuário /u/ak2usp no Reddit, a teoria explica que, já que o Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch) foi desintegrado em ‘Guerra Infinita‘ com o estalo de Thanos, Dormammu vai perceber que o acordo entre eles não é mais válido, retornando para destruir a Terra.

Quando paramos para pensar nisso, a teoria tem uma argumentos bem estruturados. Assumindo que a ameaça seja uma entidade viva, faz sentido que os estúdios Marvel escolheriam alguém que já introduziram em outro filme, ainda mais porque adicionar um novo personagem seria brincar com fogo e poderia deixar a narrativa de ‘Ultimato’ saturada demais.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Coringa’: Todd Phillips e Joaquin Phoenix comentam sobre controvérsias temáticas do longa

O aguardado Coringa nem mesmo estreou, mas já está causando grandes controvérsias acerca dos temas dos quais se dispõe para narrar a jornada do antagonista Arthur Fleck (Joaquin Phoenix).

Em uma recente entrevista ao site IGN, o diretor Todd Phillips comentou um pouco sobre a narrativa de sua nova produção, criticando aqueles que ainda não assistiram ao filme e que estão destilando ódio gratuito devido aos temas trabalhados.

“O longa faz declarações sobre a falta de amor, sobre traumas de infância, falta de compaixão no mundo. Acho que as pessoas podem lidar com a mensagem”, ele comentou.

“Acho que, para a maioria de nós, todos são capazes de diferenciar o certo do errado”, acrescentou Phoenix. “E aqueles que não são, são capazes de interpretar qualquer coisa do jeito que quiserem. As pessoas não entendem letras de uma canção. Não entendem passagens de livros. Então não acho que seja responsabilidade de um cineasta ensinar moral ou essa diferença para o público”.

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil. 

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Westworld’: Assista aos créditos de abertura da 3ª temporada!

HBO divulgou o vídeo oficial dos créditos de abertura da 3ª temporada de Westworld.

Confira:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

Westworld quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

Westworld retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Medidas drásticas serão tomadas na cena oficial do episódio 07×11

The CW divulgou uma nova cena oficial de “Brand New Day”, décimo primeiro episódio da 7ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’.

O capítulo vai ao ar hoje, 05 de agosto.

Confira, junto à promo:

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘The World’s A Little Blurry’: Documentário sobre Billie Eilish ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de ‘The World’s A Little Blurry’, documentário sobre a cantora vencedora do Grammy Billie Eilish.

O filme é dirigido por R.J. Cutler e estreia no dia 26 de fevereiro.

Confira, junto ao trailer:

O documentário vai explorar parte da sua infância e seu desenvolvimento artístico ao lado do seu irmão, compositor e produtor Finneas.

Eilish se tornou mundialmente famosa com seu álbum de estreia ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que lhe rendeu inúmeros prêmios. Ela se tornou a artista mais jovem a conquistar os principais prêmios do Grammy Awards, incluindo Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do Ano e Artista Revelação.

‘Sombra e Ossos’: Vídeo compila os melhores momentos de Ben Barnes na série; Confira!

A ambiciosa fantasia Sombra e Ossos, baseado na saga Grisha de Leigh Bardugo, finalmente chegou à Netflix e já está conquistando os fãs ao redor do mundo.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um breve vídeo compilando os melhores momentos de Ben Barnes como o General Kirigan/Darkling na produção.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘The Great’: Elle Fanning está de volta nas imagens oficiais da 2ª temporada; Confira!

Hulu divulgou hoje (28) novas imagens oficiais da 2ª temporada de The Great, estrelada por Elle Fanning.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 19 de novembro.

Confira, junto ao teaser trailer:

 

Criada por Tony McNamara, a série foca na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning e Nicholas Hoult estrelam. Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan completam o elenco.

Gillian Anderson aparecerá em dois episódios do novo ciclo, interpretando a mãe de Catarina II.

‘Space Force’: 2ª temporada da comédia sci-fi já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Space Force’, série de comédia sci-fi estrelada por Steve Carrell, já estreou na Netflix.

Os novos episódios foram disponibilizados hoje, 18 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

De acordo com o The Hollywood Reporter, o novo ciclo passou por uma “renovação criativa”. A produção foi transferida de Los Angeles para Vancouver, em um esforço para reduzir os custos.

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Estrelada por Carell, a trama gira em torno do general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana. Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

Crescer é difícil no trailer de ‘Amber Brown’, nova série da Apple TV+

Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de Amber Brown, nova série infantil baseada na saga literária de Paula Danziger.

A produção tem estreia agendada para o dia 29 de julho na plataforma de streaming.

Confira:

Bonnie Hunt (‘Doze é Demais’) entra como roteirista e diretora.

Crescer é uma obra de arte. Amber Brown gira em torno de uma jovem garota que encontra sua voz através da música e da arte, no desperta do divórcio dos pais e da mudança da melhor amiga.

O elenco também conta com Darin Brooks (Max), Ashley Williams (Pam), Michael Yo (Philip) e Liliana Inouye (Brandi).

As 10 Melhores Animações de 2022

2022 já está terminando – e, como é de costume, é sempre bom relembrarmos a nata da nata do que já assistimos na explosiva indústria do entretenimento.

Nessa nova matéria, voltamos nossa atenção para um dos gêneros mais adorados pelo público: as animações.

Por isso, preparamos uma breve lista elencando as melhores produções animadas do ano, desde o incrível ‘A Fera do Mar’ até a impecável e pungente adaptação em stop-motion de Pinóquio.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. MINIONS 2: A ORIGEM DE GRU

“Curtinho, com apenas uma hora e vinte de duração, e sem pós-créditos, ‘Minions 2: A Origem de Gru’ tem o formato certo para agradar tanto a garotada quanto aos pais que os acompanha no cinema. Ao mesmo tempo em que o roteiro de Matthew Fogel para a história de Brian Lynch se preocupa em incluir cenas de suave escatologia para arrancar risadas dos pequenos, também trabalha, de maneira não profunda porém evidente, a importância da passagem do saber dos mais velhos aos mais novos, a valorização do conhecimento (dos avós), que andou sendo desprezado pela juventude mas que atualmente vem sendo resgatado” – Janda Montenegro

9. LIGHTYEAR

“É inegável perceber as inspirações adotadas pela produção à medida que compramos essa jornada, mas a maior surpresa vem com a competência do time de animadores. O hiper-realismo empregado no filme é de tirar o fôlego, apostando fichas em uma space-opera colorida e vibrante, cuja paleta de cores avermelhada da estação espacial contrasta com o inebriante esverdeado do planeta e das criaturas que lá vivem – e com a iminência mortal de uma nave alienígena que começa a atacar a colônia humana. E, no topo disso, a atmosférica e orquestral trilha sonora de Michael Giacchino nos transporta a uma belíssima sinestesia instrumental” – Thiago Nolla

8. OS CARAS MALVADOS

“[…] o filme fica mais interessante quando a trama dele mesmo se acha, ou finalmente se mostra, e é aí que percebemos que a história não é apenas uma adaptação ou um filme de gangue com ladrões que querem roubar algo. Na realidade, o longa de estreia do diretor francês Pierre Perifel discute a respeito de vários preconceitos, dos quais os seus personagens centrais são expostos. E, nesse sentido, a analogia com a figuras de cada animal se mostra inteligente e, finamente, original” – Wilker Medeiros

7. CYBERPUNK: MERCENÁRIOS

A aclamada animação Cyberpunk: Mercenários foi lançada em setembro na Netflix e serviu como uma produção baseada no aclamado game ‘Cyberpunk 2077’. Na trama, um jovem tentando sobreviver em uma cidade do futuro, cheia de tecnologia e modificações corporais. Tendo tudo a perder, ele escolhe permanecer vivo ao se tornar um edgerunner – um mercenário fora da lei também conhecido como cyberpunk.

6. O GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO DESEJO

“Com todos os personagens em busca desse tal último desejo – um mágico mapa regado por uma lenda mítica -, a audiência é presenteada com uma aventura eletrizante, que caminha entre a calmaria reflexiva das atitudes de cada um e as intensas cenas de ação tradicionais da narrativa do protagonista principal. Exibindo uma mescla de estilos de desenhos que garantem maior dinamismo à trama, O Gato de Botas 2 inova dentro de seu formato e se inspira na arte oriental dos animes com liberdade, criando um filme que sempre nos surpreende artística e tecnicamente”- Rafaela Gomes

5. A FERA DO MAR

A recente animação da Netflix veio sem muitos materiais promocionais – mas já conquistou o público da gigante do streaming e vem fazendo sucesso considerável entre a crítica especializada. Conquistando nada menos que 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, a trama é ambientada numa época em que as feras aterrorizantes ainda vagavam pelos mares e os caçadores de monstros eram considerados heróis — e o maior de todos eles era o valente Jacob Holland. Agora, o famoso aventureiro encontrará em Maisie, uma garota que embarcou como clandestina em seu navio, uma aliada inesperada numa jornada épica por águas desconhecidas.

4. RICK E MORTY – 6ª TEMPORADA

Depois de um espetacular season finale‘Rick e Morty’ retornou para novos episódios e manteve e aplaudível nível da série. Dessa vez, Justin Roiland, criador da animação, parece ter investido mais fichas em histórias amadurecidas e que trouxeram não apenas arcos incríveis para seus personagens, como reviravoltas espetaculares e uma celebração do cânone que vem sendo estabelecido há vários anos. Mais uma temporada impecável de uma das maiores obras da atualidade.

3. THE HOUSE

“A pretensão e o desejo são os temas que se repetem nas histórias da antologia, pinceladas com pulsões psicológicas e intimistas que refletem a atmosfera teatral dos enredos. A construção dramática de “And heard within, a lie is spun”, que abre a jornada, é apenas o princípio de uma afeição pelo surrealismo cinematográfico que remonta a clássicos do terror e do suspense, nunca, de fato, chegando à essência do medo, mas fomentando uma agridoce sensação de que confiar nas pessoas erradas pode ser um trajeto sem volta. E o que mais funciona é a brevidade das inflexões, que se desenrolam por pouco mais de meia hora” – T.N.

2. RED – CRESCER É UMA FERA

“Pouco depois de ter lançado ‘Soul’ e ‘Luca’, duas produções bastante diferentes entre si e que tiveram problemas próprios para enfrentarem, a Pixar retomou sua parceria com a incrível Domee Shi, vencedora do Oscar pelo curta-metragem Bao, para uma de suas narrativas mais honestas. Tomando forma no título de RedCrescer é uma Fera, Shi, aliando-se a uma equipe técnica e artística aplaudível, constrói uma jornada relacionável pelas complexidades do amadurecimento e pelos conflitos intergeracionais – algo que é costumeiro dentro desse panteão animado. A diferença é que, pela primeira vez, começamos a ter uma representatividade mais acentuada com personagens complexos e que fogem da bolha mainstream dos últimos anos (cortesia da diretora e de um elenco de dublagem que não perde a mão em qualquer que seja a cena).” – T.N.

1. PINÓQUIO

“As investidas artísticas dialogam com o enredo das formas mais variadas: cada sequência é pensada com detalhismo apaixonante, desde os galhos das árvores às protuberâncias do monstro marinho que engole os protagonistas. As cores transitam entre o naturalismo de um escopo amalfitano, paradisíaco, ao pessimismo convulsionado da guerra, manchada por vermelho, laranja e pela sóbria neutralidade do marrom; a trilha sonora, assinada por Alexandre Desplat e uma forte concorrente ao Oscar, aposta em elementos fantasiosos, mas fundindo teatralidade com realismo em uma explosão sentimental que nos arrepia do começo ao fim. O único obstáculo enfrentado pelo filme é a paixão repentina de explicar as coisas que acontecem, movido a uma precisão que, por vezes, se torna cansativa (em outras palavras, seria mais divertido que fôssemos levássemos a pensar sobre os temas tratados do que engoli-los já mastigados)” – T.N.

‘Succession’: Vídeo LEGENDADO nos leva aos bastidores do 8º episódio da 4ª temporada; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional legendado nos levando aos bastidores do 8º episódio.

Assista:

Lembrando que o próximo capítulo, intitulado “Church and State”, vai ao ar no dia 21 de maio.

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Roteirista original de ‘Os Vingadores’ DETONA Joss Whedon: “Um escr*to” e uma “pessoa má”

Lançado em 2012, Os Vingadores foi escrito e dirigido por Joss Whedon – e, apesar de ter recebido crédito por seu trabalho, o roteirista Zak Penn deveria ter assinado a adaptação por conta própria.

Penn, conhecido por seu trabalho em ‘O Incrível Hulk’, passou anos desenvolvendo a narrativa de Os Vingadores, visto que estava a bordo do projeto há muito tempo. Isso mudou quando Whedon foi contratado como diretor em 2010 – sendo sua primeira decisão jogar fora o roteiro de Penn.

Refletindo sobre a situação no livro MCU: The Reign of Marvel Studios’, Penn falou sobre ter sua história substituída pela de Whedon, que foi descrito como rude e muito desagradável.

“[De] todos os outros diretores sobre os quais conversamos, Joss não estava na lista”, ele explicou. “Ouvi dizer que ele mesmo iria reescrever o roteiro. Ele nem queria se encontrar comigo – o que, aliás, sempre faço com o roteirista que estou substituindo. Sinto que isso é uma cortesia”.

Ao entrar em contato pessoalmente com Whedon, Penn acrescentou: “ele me disse: ‘Não, não é estranho para mim. Estou reescrevendo você’. Ficou bastante aparente que ele não tinha nenhum interesse em, de alguma forma, me envolver no filme”.

E isso não é tudo: Penn também revelou que ficou preocupado sobre como iria contar isso para os filhos. Whedon, alegadamente, disse que não se importava com isso.

“Meus filhos cresceram enquanto eu trabalha [no projeto]”, ele acrescentou. “Eles falaram sobre isso para todos os amigos. O que vai acontecer quando os amigos deles disserem: ‘seu pai não trabalhou em Os Vingadores? [Whedon respondeu:] ‘o que vai acontecer quando meus filhos pensarem que você escreveu metade da história?'”.

“Acho ele um escr*to”, Penn concluiu. “Acho ele uma pessoa má e foi muito surpreendente. Lembrando [que] meu bônus é baseado no meu crédito. Literalmente, milhões e milhões de dólares, o que não é a questão aqui, que saíram do meu bolso e foram para o bolso [dele]”.

Glen Powell é destaque no cartaz inédito de ‘Assassino Por Acaso’; Novo trailer será lançado AMANHÃ!

A Netflix divulgou um cartaz inédito do suspense Assassino Por Acaso (Hit Man), além de revelar o novo trailer da produção será lançado amanhã, 18 de abril.

O filme é estrelado por Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’) e Adria Arjona (‘Andor’). A trama segue um policial disfarçado de assassino de aluguel, cuja missão é prender aqueles que tentam o contratar. Mas a tarefa sai do controle quando ele salva uma mulher em perigo.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Crítica | ‘Hit Man’ – Divertido até o último suspiro, Richard Linklater entrega um FILMÃO [Festival do Rio 2023]

 

O novo filme dirigido por Richard Linklater (trilogia ‘Antes do Amanhecer’) recebeu aclamação durante sua exibição no Festival de Toronto, e foi adquirido pela Netflix por aproximadamente US$ 20 milhões.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 07 de junho.

Artigo | Os 23 anos de ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’, clássico de Steven Spielberg

Em 1911, o irreverente e rebelde Peter Pan ganhava as graças de uma gama de leitores que definitivamente tinham uma afeição por contos de fada. O novelista inglês J.M. Barrie tornou-se um nome muito conhecido em meio à sociedade britânica e seus escritos alcançaram um patamar atemporal ao serem lidos e relidos inúmeras vezes para o cinema e para a televisão – e seu legado foi endossado mais uma vez à medida em que todo o cosmos aventuresco que arquitetou permitiu uma crescente expansão até cair nas mãos de um conhecido nome na indústria dos blockbusters: Steven Spielberg. Partindo da fábula original, o cineasta resolveu trazer uma nova perspectiva para as telonas ao trazer o personagem-título para uma aventura de autodescobrimento e amadurecimento – e ainda que não funcione completamente, sua mais nova obra é, sem dúvida, agradável.

Com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, viajamos para uma época mais contemporânea onde uma versão adulta de Peter Pan, intitulada Peter Banning, é um homem de negócios com uma carreira bem-sucedida e que eventualmente coloca sua família em segundo lugar. É claro que essa informação de que o protagonista é na verdade uma versão engessada do “garoto que nunca cresce” deve carregar tanto o semblante de um homem bombardeado pelas necessidades e pelos afazeres de uma sociedade individualista quanto as feições de uma criança perdida – e, nesse quesito, Robin Williams simplesmente acerta em cheio. É claro que, considerando seus papéis anteriores e até mesmo posteriores, fica difícil enxergá-lo dentro de um drama puro, e é justamente que a opção por uma dramédia vem em boa hora, até mesmo para tornar o personagem que encarna ainda mais complexo.

Peter é casado com Moira Banning (Caroline Goodall), uma mãe que se preocupa muito com o relacionamento entre seu marido e os filhos, percebendo pequenos detalhes que farão diferença em determinado momento – no caso, mais cedo do que se imagina. “Daqui poucos anos, eles serão adultos. Tudo passa muito rápido”, ela diz, criticando o marido por causa de sua incessante preocupação acerca do trabalho e da manutenção do status que seu nome carrega. E é claro que essa personalidade amargurada e até mesmo ofensiva encontra tanto um guia quanto um terrível obstáculo: o primeiro emerge na figura da Vovó Wendy Darling (Maggie Smith), uma senhora de idade que, apesar das rugas, nunca abandonou os seus sonhos e jamais deixou seus sonhos serem apagados. É incrível como Smith, mesmo com pouquíssimo tempo de cena, insurge como um dos ápices de uma narrativa desequilibrada e com certos deslizes rítmicos, principalmente por sua envolvência quanto atriz e pelos seus diálogos carregados com poesia e metáforas.

O outro fator decisivo para a brusca mudança de Peter dá as caras no início do segundo ato: como já é de se esperar, o temido e ardiloso Capitão Gancho, cujo nome em inglês é emprestado para o título do filme, retornou de algum modo de seu infame encontro com o crocodilo Tic Tac para orquestrar uma vingança contra seu arqui-inimigo, começando pela captura de seus filhos. Ainda que suas ambições se percam em meio a um roteiro cru, não podemos tirar mérito do incrível Dustin Hoffman, visto que sua perfeita caracterização consegue perpassar o âmbito cômico e o dramático de forma equilibrada e que consiga envolver o público e afastá-lo dos aparentes erros. Entretanto, o antagonista basicamente se vale de seus charmes e de seu poder de convencimento chantagista para atacar Peter, canalizando seus esforços para fazer seu filho Jack (Charlie Korsmo) voltar-se contra o próprio pai.

Ainda que os livros de Barrie sejam pautados em inúmeras críticas, a dupla formada por Jim V. Hart e Malia Scotch Marmo abandona essas pequenas sutilezas e rende-se a vários clichês do gênero de aventura, incluindo a entrada de extensas cenas de luta em detrimento da coesão narrativa. A partir de certo ponto, perdemos a conta da quantidade de furos no roteiro que se mostram aparentes pela falta de cuidado e pela altivez exacerbada da estética fílmica: se o miolo do longa-metragem traz referências incríveis à jornada do herói e permite que o protagonista retorne para seu escopo pueril e inocente, os atos extremos ou são apressados, ou monótonos. Nem mesmo a apurada direção de Spielberg parece encontrar um lugar adequado aqui – seja nos planos-sequência (que talvez sejam sua grande marca registrada), seja pelos enquadramentos mais fechados.

Se Hook’ peca em sua história, definitivamente excede no quesito direção de arte. A utilização de efeitos visuais não é pedante em nenhum momento, visto que os caprichos permanecem na criação de objetos de cena e em grande parte dos cenários: seja dentro da embarcação de Gancho, no píer habitado pelos piratas ou até mesmo na morada dos Garotos Perdidos, Norman Garwood consegue trabalhar cada um dos aspectos de modo soberbo; cada um dos sets principais conversa com uma época fantasiosa sem se valer das impossibilidades cênicas e mesmo assim abrindo margem para que alguns elementos mais contemporâneos entrem no cosmos da Terra do Nunca – como, por exemplo, as bolinha de gude e uma paleta de cores de pigmentação mais forte para contrastar com o uso constante de marrom e amarelo-alaranjado.

Apesar desse cuidado estilístico, o filme tem seus desperdícios – sendo Julia Roberts um deles. A atriz dá vida à famosa e brincalhona fada Sininho, que representa um arquétipo da guardiã e da conselheira de Peter; mas seus trejeitos em cena são muito exagerados e over-the-top, o que se afasta de uma fluidez e de um naturalismo cômico dos outros personagens, incluindo Williams, para fincar-se a uma infeliz canastrice. Roberts faz um uso desnecessário de movimentos com os braços que parecem traduzir seus diálogos de modo errôneo e redundante (por exemplo ao convencer Gancho de lhe dar algum tempo para colocar Pan em forma).

Nem mesmo a trilha sonora consegue alcançar todo o seu potencial e permanece em uma tentativa constante de exprimir catarse para o público. Ainda que John Williams seja um mestre compositor inegável e retorne para mais um trabalho ao lado de Spielberg, ele parece não querer explorar muito uma musicalidade enigmática, preferindo apenas realizar algumas investidas genéricas ao utilizar instrumentos premeditáveis para certas ocasiões – como a grave acentuação do violoncelo para os momentos de tensão e o retorno dos fabulescos violinos para uma atmosfera mais simples ou mais alegre. De qualquer forma, é inesquecível mencionar aqui que o primeiro ato é respaldado por uma risível composição que se assemelha ao escopo sinfônico de basicamente qualquer comédia romântica generalizada.

Spielberg pode não estar em seu melhor momento com Hook – A Volta do Capitão Gancho’, mas certamente sabe apostar em determinados elementos para não deixá-lo à mercê de um fracasso total. Mesmo com seus deslizes, o incrível elenco emociona com atuações envolventes e competentes – e sem sombra de dúvida os esforços acerca da recriação de lúdica atmosfera da Terra do Nunca funcionam em quase sua totalidade.

Anna Kendrick e Blake Lively no trailer INÉDITO de ‘Outro Pequeno Favor’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘Outro Pequeno Favor’, sequêncis de Um Pequeno Favorque traz Blake LivelyAnna Kendrick de volta.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 01 de maio.

A estreia mundial acontecerá no Festival SXSW em 07 de março.

Confira:

Em entrevista prévia ao ComicBook.com, o diretor Paul Feig revelou quais foram as inspirações para a continuação.

Feig contou que foi o casamento entre seu amor pelas personagens e uma ideia para outro filme que deu origem à continuação.

“Eu os evitei como uma praga, mas neste, eu simplesmente amo esses personagens e lembro-me de ter pensado: ‘acho que há algo mais a ver com eles’. E tive uma ideia para um filme diferente que aconteceu na Itália, e eu pensei: ‘espere, e se eu casar essas duas ideias?’. E foi isso que fizemos. E é muito divertido. Acabamos de fazer nossa primeira exibição-teste de um corte inicial que fiz esta semana e teve um resultado muito positivo”.

Lively e Kendrick reprisarão seus papéis como Emily Nelson e Stephanie Smothers, respectivamente.

O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor completam o elenco.

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

Diretor afirma que novo ‘Resident Evil’ irá HONRAR os jogos originais

As gravações da nova adaptação cinematográfica de Resident Evil, estrelada por Austin Abrams, promete “honrar” a icônica franquia de jogos original da Capcom.

Durante uma recente entrevisa ao ComicBook.com, o diretor Zach Cregger (‘Noites Brutais’) trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou o motivo pelo qual queria contar essa história.

“Porque eu amo os jogos”, ele contou. “Eu joguei todos os jogos. Joguei Resident Evil 4’ centenas de vezes. Sou obcecado [pela franquia]. E, então, só queria contar uma história que esteja honrando a experiência que nós temos quando jogamos os games”.

Ele continuou: “não assisti aos filmes, não é minha praia. Mas os jogos são. É um parquinho que eu amo… E acho que o filme vai arrasar. Acho que vai arrasar”.

Anteriormente, conversando com a SFX Magazine, Cregger confirmou que o longa-metragem não será “completamente fiel” aos jogos.

O cineasta ressaltou a importância de desenvolver uma boa adaptação, ressaltando querer resgatar a sensação de terror dos primeiros jogos:

“Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”.

Ele completa: “não acredito que estou quebrando regras importantes, mas também reconheço que, não importa o que eu faça, algumas pessoas ficarão irritadas. Então, eu só quero me concentrar em fazer um bom filme e contar uma história interessante. Sei que ficarei satisfeito com a adaptação, então espero que outras pessoas também sintam o mesmo.”

O reboot está programado para estrear no dia 18 de setembro de 2026.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

“Sou um grande fã desses jogos por décadas e ter a chance de trazer este título para as telonas é uma verdadeira honra,” declarou o cineasta.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega ao Brasil pela primeira vez em 2026, com temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo

A aguardada produção musical Diana – A Princesa do Povo’ chega pela primeira vez ao Brasil em 2026, marcando sua estreia nacional no Rio de Janeiro e, na sequência, temporada em São Paulo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como ‘Quase Normal’‘A Cor Púrpura’‘Querido Evan Hansen’. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia brasileira acontece no dia 27 de fevereiro de 2026, no Teatro Multiplan, localizado no Shopping VillageMall, no Rio de Janeiro. Após a temporada carioca, a produção segue para São Paulo, onde estreia em 14 de maio de 2026, no Teatro Liberdade, ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como ‘Les Misérables’‘O Fantasma da Ópera’‘West Side Story’‘Cats’‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara SarresClaudio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

Nicolas Cage revela MOTIVO pelo qual deu o nome de Kal-El ao filho

Nicolas Cage é um dos atores mais populares de todos os tempos e não apenas eternizou alguns personagens bastante memoráveis no cinema e na televisão, com sua mais recente incursão sendo o live-action Spider-Noir, como chamou a atenção da mídia por um curioso detalhe sobre sua família.

Em 2004, Cage se casou com Alice Kim em um rancho privada na parte mais ao Norte da Califórnia. No ano seguinte, Kim deu à luz um menino que recebeu o nome de Kal-El – o mesmo nome de batismo kryptoniano do icônico super-herói Superman.

Em uma recente entrevista ao Entertainment Tonight, Cage comentou sobre essa inusitada escolha, afirmando que o filho não se importa em ter esse nome.

“Bom, ele ama o próprio nome”, o ator inicia.

Confira a INCRÍVEL sequência de abertura de ‘Spider-Noir’, série estrelada por Nicolas Cage!

“O que é engraçado é que eu não era um entusiasta do Superman. Eu cresci lendo os monstros, como o Motoqueiro Fantasma e o Incrível Hulk. Era isso que me interessava”, acrescenta o vencedor do Oscar. “A coisa com o Superman apenas aconteceu”.

Cage continua, afirmando que o nome é, de fato, real – e foi seu significado que o fez escolhê-lo para o filho: “é um nome, é um nome genuíno. Na verdade, é um nome hebraico que significa ‘a Voz de Deus’. Sempre achei Kal-El um nome lindo. Então, eu dei esse nome a ele não por causa de uma enamoração ou adoração pelo Superman”.

Confira o trecho abaixo:

Vale lembrar que o projeto mais recente de Cage, Spider-Noir, já está disponível no catálogo do Prime Video.

Emmy Awards 2019: Confira a lista com os vencedores da premiação

A cerimônia do Emmy Awards 2019, a maior premiação da televisão americana, aconteceu no último domingo (22), em Los Angeles.

Entre os destaque, ‘Game of Thrones’ surpreendeu ao vencer na categoria de Melhor Série de Drama, ‘Chernobyl‘ já era a favorita ao prêmio de Melhor Minissérie, e ‘Fleabag‘ garantiu a estatueta de Melhor Comédia.

Confira abaixo a lista com os vencedores da noite:

Melhor série de drama

Better Call Saul
‘Bodyguard’
Game of Thrones
Killing Eve
Ozark
Pose
‘Succession’
This is Us

Melhor série de comédia

Barry
‘Fleabag’
The Good Place
The Marvelous Mrs. Maisel
‘Boneca Russa’
Veep
‘Schitt’s Creek’

Melhor minissérie

Chernobyl
Escape at Dannemora
Fosse/Verdon
Objetos Cortantes
‘Olhos que Condenam’

Melhor atriz em série dramática

Emilia Clarke – ‘Game of thrones
Jodie Comer – ‘Killing Eve
Viola Davis – ‘How to get away with murder
Laura Linney – ‘Ozark
Mandy Moore – ‘This is us
Sandra Oh – ‘Killing Eve
Robin Wright – ‘House of cards

Melhor ator em série dramática

Jason Bateman – ‘Ozark
Sterling K. Brown – ‘This is Us
Kit Harington – ‘Game of Thrones
Bob Odenkirk – ‘Better call Saul
Billy Porter – ‘Pose
Milo Ventimiglia – ‘This is Us

Melhor atriz em série de comédia

Christina Applegate – ‘Dead to me’
Rachel Brosnahan – ‘The Marvelous Mrs. Maisel
Julia Louis-Dreyfus – ‘Veep
Natasha Lyonne – ‘Boneca Russa’
Catherine Ohara – ‘Schitt’s creek’
Phoebe Waller-Bridge – ‘Fleabag’

Melhor ator em série de comédia

Anthony Anderson – ‘Black-ish’
Don Cheadle – ‘Black monday
Ted Danson – ‘The good place
Michael Douglas – ‘O Método Kominsky
Bill Hader – ‘Barry
Eugene Levy – ‘Schitt’s creek’

Melhor atriz em série limitada ou filme para TV

Amy Adams – ‘Objetos Cortantes
Patricia Arquette – ‘Escape at Dannemora
Aunjanue Ellis – ‘Olhos que Condenam’
Joey King – ‘The Act
Niecy Nash – ‘Olhos que Condenam’
Michelle Williams – ‘Fosse/Verdon

Melhor ator em série limitada ou filme para TV

Mahershala Ali – ‘True Detective
Benicio del Toro – ‘Escape at Dannemora
Hugh Grant – ‘A Very English Scandal
Jared Harris – ‘Chernobyl
Jharrel Jerome – ‘Olhos que Condenam’
Sam Rockwell – ‘Fosse/Verdon

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama

Alfie Allen – ‘Game of Thrones
Peter Dinklage – ‘Game of Thrones
Nikolaj Coster-Waldau – ‘Game of Thrones
Jonathan Banks – ‘Better Call Saul
Giancarlo Esposito – ‘Better Call Saul
Michael Kelly – ‘House of Cards
Chris Sullivan – ‘This Is Us

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama

Gwendoline Christie – ‘Game of Thrones
Lena Headey – ‘Game of Thrones
Fiona Shaw – ‘Killing Eve
Maisie Williams – ‘Game of Thrones
Sophie Turner – ‘Game of Thrones
Julia Garner – ‘Ozark

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia

Henry Winkler – ‘Barry
Tony Shalhoub – ‘The Marvelous Mrs. Maisel
Alan Arkin – ‘O Método Kominsk’
Tony Hale – ‘Veep
Stephen Root – ‘Barry
Anthony Carrigan – ‘Barry

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia

Kate McKinnon – ‘Saturday Night Live’
Alex Borstein – ‘The Marvelous Mrs. Maisel
Anna Chlumsky – ‘Veep
Betty Gilpin – ‘GLOW’
Marin Hinkle – ‘The Marvelous Mrs. Maisel
Sarah Goldberg – ‘Barry
Olivia Colman – ‘Fleabag’
Sian Clifford – ‘Fleabag’

Melhor roteiro de comédia

Barry
‘Fleabag’
‘PEN15’
‘Boneca Russa’
The Good Place
Veep

Melhor reality show de competição

‘The Amazing Race’
‘Ninja Warrior’
Nailed It!’
‘RuPaul’s Drag Race’
Top Chef
The Voice

Melhor programa de variedades

‘The Daily Show with Trevor Noah’
‘Full frontal with Samantha Bee’
‘Jimmy Kimmel Live!’
‘Last Week Tonight with John Oliver’
‘The Late Late Show with James Corden’
‘The Late Show with Stephen Colbert’

Melhor filme para a TV

Black Mirror: Bandersnatch
Brexit
DeadWood
Rei Lear
‘My Dinner with Hervé’

‘The Witcher’: Showrunner dá detalhes sobre a relação entre Geralt e Ciri na 2ª temporada

Ao final da 1ª temporada de ‘The Witcher‘, Geralt de Rivia (Henry Cavill) e a princesa e Ciri (Freya Allan) finalmente se encontraram depois de enfrentarem suas jornadas pessoais.

Durante uma entrevista para o The Wrap, a showrunner Lauren S. Hissrich deu alguns detalhes de como será a relação entre eles na 2ª temporada.

“O que eu acho mais divertido sobre Geralt e Ciri é que eles foram a família mais inesperada e desajustada possível. Quando juntamos um bruxo que mata coisas por dinheiro e uma garotinha assustada que está tentando escapar de seu passado, o que poderíamos esperar? Mas o interessante é que os fãs vão perceber como eles irão influenciar um ao outro à medida que forem se conhecendo melhor.”

Apesar das diferença entre os dois, Hissrich disse que eles vão desenvolver um carinho como se fossem pai e filha.

“Agora que o público já tem uma boa noção de quem são eles dois, todos devem estar curiosos para saber como eles vão interagir, porque eles são completamente diferentes e se veem forçados a unir forças para enfrentarem circunstâncias em comum. A relação entre eles nem sempre é bonita, eles discutem, brigam, mas sentem afeto um pelo outro. Esse arco de pai e filha é uma das minhas partes favoritas da história.”

Vale lembrar que o site Production Weekly confirmou que as gravações da 2ª temporada serão retomadas a partir de 17 de agosto nos estúdios Arborfield, no Reino Unido.

A renovação da série foi anunciada logo após a estreia na Netflix, e as gravações foram iniciadas em fevereiro, até que foram interrompidas depois que Kristofer Hivju foi diagnosticado com COVID-19.

Para evitar a propagação do vírus, a produção havia sido pausada sem previsão de retorno, faltando cinco meses para a conclusão das cenas, além do trabalho de pós-produção.

Por conta do atraso, é provável que a estreia dos novos episódios seja adiada em alguns meses.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano (entre junho e setembro) de 2021.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Pantera Negra 2’: Martin Freeman confirma seu retorno e fala sobre a perda de Chadwick Boseman

Apesar da Marvel ainda tentar encontrar uma forma de continuar a produção de ‘Pantera Negra 2sem Chadwick Boseman, parece que as ideias já estão em andamento.

Durante uma entrevista para o Collider, Martin Freeman adiantou que o diretor Ryan Coogler já entrou em contato com ele para confirmar seu retorno na sequência.

“Sim, está confirmado. Estarei em ‘Pantera Negra 2′”, disse ele. “Falarei com Ryan em breve sobre como será minha participação. Ainda não recebi e o roteiro e estou bem curioso. Não sei nada do que vai acontecer.”

O intérprete do agente Everett Ross também fez questão de falar sobre a perda de Boseman, falecido no ano passado devido a um câncer no cólon.

Ele disse que ficou relutante com a ideia de fazerem um novo filme sem a presença do astro.

“Pouco antes de Chadwick morrer, se minha memória não falha, o roteiro foi enviado para nós. A equipe já estava trabalhando nele, e então Chadwick morreu… Eu pensei imediatamente que não precisávamos uma sequência. Eu poderia viver um mundo onde não há mais filmes do ‘Pantera Negra‘, sabe? Como você fazer um filme desses sem o próprio Pantera Negra? Não sei como serão as coisas sem ele. Sua perda foi chocante e ainda é muito, muito estranho que ele não esteja aqui. Então, estou tão curioso quanto os fãs para ver como isso vai funcionar. Assim que eu descobrir, eu vou contar.”

Desde a perda do astro, a Marvel Studios e o diretor Ryan Coogler vêm divulgando atualizações para acalmar os fãs que anseiam pelo futuro da franquia.

Durante uma entrevista para o podcast Unbothered, Coogler disse palavras de partir o coração, relatando sua luta em continuar a história sem a presença de Boseman.

“Sabe, estou enfrentando o luto. Às vezes, é muito difícil continuar, é complicado seguir em frente quando você está passando por um momento como esse. Esta é uma das sensações mais profundas que já senti na minha vida, ter que fazer parte da manutenção deste projeto sem Chad… Ele era a ligação que mantinha todos unidos.”

Ele continuou:

“Dito isso, eu preciso dizer que tenho uma vida pessoal e uma profissional. Mas, quando você trabalha em algo que você ama, sua vida profissional se mistura com a pessoal, Eu criei um forte laço com Chad, entende? E agora que estamos sem ele, estou tentando encontrar um equilíbrio entre essas duas vidas. Estou tentando construir duas coisas que podem se sustentar sozinhas. Eu ainda não cheguei lá. Mas, isso é sem dúvida a coisa mais difícil que já tive que fazer na minha vida profissional.”

Certamente, o legado de Boseman será preservado na aguardada sequência, já que seu personagem não será reescalado.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021, com a possibilidade de novos acordos contratuais entre os atores.

Os ajustes nos salários, caso sejam devidamente formalizados, ainda contemplarão uma compensação extra ao elenco e aos membros do alto escalão da equipe técnica (como diretor, roteirista e produtores), caso o filme venha a ser lançado na plataforma Disney+.

A Marvel confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ (Black Panther 2) estreia em 8 de julho de 2022.

O longa está sendo escrito e dirigido por Ryan Coogler, e irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Lembrando que o filme arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro e também tornou-se o primeiro do gênero super-heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.