Site Página 4724

Danny Trejo enfrenta ‘A Lenda da Chorona’ em novo trailer do terror; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Legend of La Llorona‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Patricia Harris Seeley é responsável pela direção.

“Andrew, Carly e seu filho Danny viajam para uma fazenda isolada no México para férias muito necessárias. Ao entrarem na cidade, placas mostrando crianças desaparecidas dão um tom sinistro. A família aprende sobre a lenda da Chorona, o espírito maligno de uma mãe perturbada que se esconde perto da beira da água e causa medo nos corações de todos que a veem. A Chorona atormenta a família impiedosamente, arrebatando Danny e prendendo-o em um submundo entre os vivos e os mortos. Com a ajuda do engenhoso motorista de táxi Jorge (Danny Trejo), a família corre para salvar seu único filho, navegando pelo campo agourento dominado por ameaçadores bandidos do cartel. Ganhando força, poder e deixando um caminho de morte e destruição em seu rastro, a Chorona é aparentemente imparável. Mas um segredo do passado de Carly pode fornecer uma oportunidade para finalmente derrotar o espírito.”

O terror será lançado em VOD no dia 11 de janeiro.

‘The Morning Show’: Julianna Margulies tem retorno CONFIRMADO na 3ª temporada

De acordo com o TVLine, Julianna Margulies (‘The Good Wife’) teve o retorno confirmado na 3ª temporada da série dramática ‘The Morning Show‘, em caráter recorrente.

A atriz interpreta Laura Peterson, uma repórter que foi introduzida no segundo ciclo da produção, que teve um interesse amoroso na Bradley, personagem da Reese Witherspoon.

Sobre sua personagem, Margulies havia declarado: “A Laura é completamente diferente dos outros personagens na série, porque ela está 100% confortável consigo mesma. Ela é a única personagem na série que não tem esqueletos em seu armário. Tudo é de conhecimento público e ela é a melhor no que faz, sem medo de nada ser tomado dela.”

Vale lembrar que o próximo ciclo irá introduzir Jon Hamm (‘Mad Men’) ao elenco. O ator interpretará Paul Marks, “um titã corporativo que tem interesse na UBA”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam. O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup e Gugu Mbatha-Raw.

Coração Ardente

(Corazón Ardiente)

 

Elenco:

Carmelo Crespo
Claudio Crespo
Wendy Gara

 

Direção: Antonio Cuadri, Andrés Garrigó

Gênero: Drama

Duração: 85 min.

Distribuidora: Kolbe Arte Produções

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Junho de 2023

Sinopse: 

A história de Lupe Valdés, uma escritora de sucesso que investiga as aparições do Sagrado Coração de Jesus, em busca de inspiração para o seu próximo livro. Guiada por Maria, perita em mistérios, Lupe descobrirá as revelações de Jesus a Santa Margarida Maria de Alacoque e encontrará santos, assassinos, exorcistas, papas, presidentes, conspiradores… além de milagres e crimes. Por meio de sua pesquisa, Lupe também descobrirá os segredos do seu próprio coração, afligido por velhas feridas que precisam ser curadas.

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Andrés Garrigó também assina o roteiro ao lado de Pedro Delgado;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o divertido trailer do remake da comédia ‘Viva! A Babá Morreu!’

O remake da comédia clássica ‘Viva! A Babá Morreu!‘ (Don’t Tell Mom the Babysitter’s Dead) ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Bille Woodruff (‘Um Salão do Barulho’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chuck Hayward (‘Cara Gente Branca’).

Tanya, uma jovem de 17 anos, planeja viajar para a Europa com suas amigas antes de começar a faculdade. No entanto, sua mãe decide ir para um retiro na Tailândia, forçando-a a ficar em casa com seus irmãos. Quando sua babá inesperadamente morre, Tanya consegue um emprego e tem a oportunidade de trabalhar ao lado de uma mulher ambiciosa chamada Rose. Enquanto tenta equilibrar trabalho, família e um complicado romance, Tanya irá ter um gostinho do que é ser uma pessoa adulta às custas do seu último verão de liberdade.

Surpreendentemente, a nova versão recebeu uma alta classificação etária pelo MPAA por “uso de drogas, linguagem e referências sexuais”. Vale lembrar que o filme original é uma produção familiar, com a típica classificação PG-13 (recomendado para maiores de 13 anos).

O elenco conta com Nicole Richie, June Squibb, Jermaine Fowler, Ms. Pat, Gus Kenworthy, Simone Joy Jones, Donielle Tremaine Hansley, Miles Fowler, Iantha Richardson e Tyriq Withers.

O longa está programado para estrear no dia 12 de abril.

Estrelado por Christina Applegate, o longa original uma adolescente de 17 anos assume o papel de chefe da casa e passa a tomar conta dos irmãos mais novos quando sua babá morre inesperadamente durante o sono.

‘Extermínio: A Evolução’ se torna o 2º trailer de TERROR mais assistido da HISTÓRIA

De acordo com o Deadline, o primeiro trailer da sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ registrou 60.2 milhões de visualizações durante as primeiras 24 horas desde o seu lançamento.

Os números representam não apenas o trailer de terror mais assistido do ano, como também o segundo mais assistido da história – atrás apenas de ‘It: Capítulo 2‘ (96 milhões).

Atualmente, o vídeo já acumula mais de 146 milhões de visualizações mundialmente.

O site ainda divulgou o TOP dos trailers mais assistidos do gênero:

  • It: Capítulo 2 (96M, estreia de US$91M)
  • Extermínio: A Evolução (60.2M)
  • A Freira (55.4M, estreia de US$53.8M)
  • Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio (55.2M, estreia de US$24.1M)
  • Halloween (51.6M, estreia de US$76.2M)
  • Sorria 2 (33.1M, estreia de US$23M)
  • Nosferatu (26.4M)

Vale lembrar que ‘Extermínio: A Evolução‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Recentemente, em conversa com o IndieWire, o ator Ralph Fiennes revelou que a nova trama acompanhará a história de um jovem garoto que busca desesperadamente por um médico para salvar sua mãe – e confirmou que dois longas-metragens foram rodados (o segundo sob as mãos de Nia DaCosta, de ‘As Marvels’).

“São três filmes, dois dos quais já foram rodados”, ele afirmou. “[Na trama,] a Grã-Bretanha está há 28 anos nessa terrível praga de pessoas infectadas, transformadas em humanos violentos, com poucas comunidades não infectadas. O novo filme é focado em um jovem garoto que deseja encontrar um médico para ajudar sua mãe moribunda”.

O ator também destacou o perigo da jornada do protagonista, que acaba encontrando uma figura intrigante que pode oferecer a ajuda necessária.

“O garoto leva sua mãe através dessa paisagem bonita e desolada, no norte da Inglaterra, enquanto se depara com infectados escondidos nas florestas e colinas ao redor. No entanto, ele encontra um médico excêntrico, porém com boas intenções, que se torna importante na jornada”, completou o ator.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Luciane Buchanan NÃO retornará para a 3ª temporada de ‘O Agente Noturno’

De acordo com o Deadline, Luciane Buchanan (‘Chefe de Guerra’) não retornará para a 3ª temporada de ‘O Agente Noturno‘ (The Night Agent).

A atriz interpretou Rose Larkin, uma especialista em segurança cibernética envolvida em uma perigosa conspiração governamental. Ela foi a única personagem a retornar para a segunda temporada ao lado do protagonista Peter Sutherland (Gabriel Basso).

“Não retornarei na terceira temporada de ‘O Agente Noturno’. Por mais que aquela série tenha sido incrível, os roteiristas decidiram que queriam acompanhar Peter e sua jornada com base no que aconteceu no final da segunda temporada. E, portanto, não veremos o que acontece com Rose, mas acho que é um momento muito emocionante para a série e, quem sabe, não será uma despedida para sempre,” declarou a atriz ao site.

Sobre a saída da atriz, o showrunner Shawn Ryan explicou: “Nosso plano sempre foi criar uma série que segue uma história diferente em cada temporada, com um novo elenco. Quando começamos a desenvolver a trama da terceira temporada, não encontramos um espaço satisfatório para a Rose. Não acredito que a história do Peter e da Rose acabou. Espero que ela possa retornar ao universo da série.”

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

Na trama, ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg deve arrecadar US$ 65 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o aclamado ‘DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa está programado para abrir com US$ 35 milhões – um desempenho semelhante a outros filmes do gênero comandados pelo cineasta, como ‘Minority Report – A Nova Lei‘ (US$35.6M) e ‘A.I. – Inteligência Artificial‘ (US$29.3M).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 30 milhões através de 73 territórios.

Aclamado pelos críticos, o filme – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais – alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

 

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Jessica Chastain é CONFIRMADA como a vilã de ‘X-Men: Fênix Negra’

A atriz Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) foi confirmada como a vilã de ‘X-Men: Fênix Negra‘.

Ela viverá vilã Lilandra, a Princesa (ou Majestrix) do Império Shi’ar. Nas HQs, ela foi casada com o Professor Xavier e tenta exterminar a Fênix.

Em uma publicação no Instagram, Chastain provocou seu colega de elenco e amigo James McAvoy.

A indicada ao Oscar, que já trabalhou com o escocês em ‘Dois Lados do Amor‘, divulgou uma foto  afirmando que fará o intérprete do Professor Xavier “chorar muito” em Montereal, onde as filmagens de ‘X-Men: Fênix Negra‘ acontecerão.

Confira:

Lembrando que  Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam.

O elenco trará o retorno de Nicholas Hoult (Fera), Alexandra Shipp (Tempestade), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope) e Kodi Smit-McPhee.

Simon Kinberg dirige e roteiriza.

O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.

X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.

‘The Gifted’: Atriz de ‘Empire’ entra para a 2ª temporada

A Fox anunciou um novo acréscimo ao elenco da 2ª temporada de ‘The Gifted‘. Grace Byers, que já participou da série ‘Empire‘, fará parte da trama de forma recorrente.

A atriz dará vida à Reeva, uma personagem que deve se aliar a Polaris (Emma Dumont), às irmãs Frost (Skyler Samuels) e a Andy (Percy Hynes White).

Segundo a descrição oficial, Reeva “é uma bela mulher inteligente, charmosa, autoritária e elegante, que é implacável em seus esforços para lutar pelas pessoas. Ela lidera um grupo de elite de seguidores e embora seja sutil com seus novos recrutas, é capaz de ser extremamente violenta em desefa de sua visão”.

 

A renovação era incerta, após a série alcançar apenas 2,8 milhões de espectadores e uma classificação de 0,8 no grupo demográfico 18-49. Dado o declínio constante nas classificações desde a estreia (4,85 milhões de espectadores e 1,5 na demo de 18 a 40), ‘The Gifted‘ estava no grupo de risco de cancelamentos.

Também foi divulgada uma promo do final da primeira temporada da série ‘The Gifted‘.

Confira:

Mya-Lecia Naylor, atriz de ‘A Viagem’ e ‘The Witcher’, morre aos 16 anos

A jovem atriz britânica, Mya-Lecia Naylor, morreu aos 16, após subitamente desmaiar. Embora a morte tenha acontecido no início de abril, no dia 07, a informação só foi divulgada esta semana. A causa da morte ainda não foi revelada.

Em um pronunciamento, a agência A&J Management, responsável por gerenciar sua carreira, lamentou a repentina perda da atriz:

“É com o mais profundo pesar que temos que anunciar que no domingo, 7 de abril, Mya-Lecia Naylor, infelizmente, morreu. Mya-Lecia foi muito talentosa e uma grande parte da A & J, vamos sentir muito a sua falta. Nosso amor e pensamentos estão com toda sua família e amigos neste momento difícil.”

A atriz havia sido escalada para ‘The Witcher‘, série da Netflix com Henry Cavill.

Embora seja desconhecida do público geral, Mya-Lecia Naylor tinha uma carreira sólida na BBC, participando das séries infantis ‘Almost Never‘ e ‘Millie Inbetween‘. Enquanto a primeira abordava uma rixa de uma boyband com uma girlband, a segunda contava a histórias de duas irmãs se adaptando ao divórcio dos pais.

A atriz também participou do filme ‘A Viagem‘ (2012), ao lado de Tom Hanks, Halle Berry e Hugh Grant.

‘How I Met Your Mother’: Cobie Smulders faz paródia de ‘Let’s Go To The Mall’ para a quarentena

A atriz Cobie Smulders surpreendeu os fãs de ‘How I Met Your Mother‘ com uma nova versão do clássico hit da série, “Let’s Go To The Mall“.

A paródia – feita no piano – readapta a letra, convidando a todos a permanecerem em casa seguros, em virtude da quarentena.

Confira:

Confira o clipe de ‘Let’s Go To The Mall’:

Estrelada por Josh Radnor, Cobie Smulders, Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason Segel, e Cristin Milioti, a série permaneceu no ar entre 2005 e 2014.

Na trama, Ted Mosby (Radnor) explica para seus filhos como entrou numa desesperada tentativa de encontrar o amor da sua vida enquanto aproveitava a companhia de seus amigos pelas ruas de Nova York.

Relembre a abertura:

 

‘O Informante’: Suspense com Rosamund Pike e Joel Kinnaman já está disponível na Netflix

O suspense criminal ‘O Informante‘, estrelado por Rosamund Pike, Joel Kinnaman e Common, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta quinta-feira (29) na grade de programação.

Na trama, depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.

Assista ao trailer:

Anna de Armas e Clive Owen completam o elenco.

O Informante‘ é dirigido por Andrea Di Stefano, a partir de um roteiro co-assinado por Rowan Joffe e Matt Cook.

 

‘Imparável’ | “Não é fácil expor sua vida em público”, reflete Jennifer Lopez sobre história de superação que inspirou novo filme da Prime Video

Embora difíceis e complexas, as adversidades físicas e pessoais vividas pelo atleta Anthony Robles nunca o impediram de sonhar de forma ousada e desafiadora. Sua história de superação e sua tenra e poderosa relação com sua mãe, Judy Robles, estamparam publicações diversas, chamaram a atenção do mundo e agora encontram uma nova audiência através da cinebiografia ‘Imparável’, original da Prime Video.

PHILADELPHIA, PA – MARCH 18: Anthony Robles (L) of Arizona State University wrestles Jarrod Patterson of the University of Oklahoma in the 125 pound weight class during the NCAA Wrestling Championships on March 18, 2011 at the Wells Fargo Center in Philadelphia, Pennsylvania. (Photo by Hunter Martin/Getty Images)

Lançada no Festival de Toronto de 2024, o longa dirigido por William Goldenberg, a partir de um roteiro de Eric Champnella, Alex Harris e John Hindman é baseado na incrível jornada de Anthony como um lutador que nasceu sem sua perna direita. Implacável em seus confrontos na modalidade wrestling, Robles se consagrou tricampeão All-American e campeão nacional da NCAA de 2011. Sua impressionante jornada no tatame ainda o levaram a integrar o Conselho Presidencial de Condicionamento Físico, Esportes e Nutrição, do presidente Barack Obama, em 2014.

E fazendo um amplo panorama da infância e juventude de Anthony, explorando até mesmo a complicada relação com seu padrasto Rick, ‘Imparável’ se aprofunda nas feridas cicatrizadas e nos momentos de glória de mãe e filho, em meio a uma realidade tensa e instável. E para Jennifer Lopez, trazer todas essas rachaduras, agruras e lutas não foi um trabalho fácil e exigiu um grande nível de confiança mútua entre ela e Judy.

Durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP foi um dos convidados, Lopez ponderou sobre o assunto e se emocionou ao lembrar do processo de construção de sua personagem:

“Me dá vontade de chorar. Foi muita coisa. Eu realmente tentei absorver tudo que a Judy compartilhou comigo e muito desse resultado é crédito a ela, do quão vulnerável ela se permitiu estar. Não é facil expor sua vida para o público, eu sei disso. E isso foi peça chave para que eu fosse capaz de contar sua história da melhor maneira, porque se ela ficasse me dizendo o tempo todo que tudo estava indo bem, nós jamais teríamos chegando à essência de quão triunfante essa história é. Porque ela realmente se trata da luta que eles tiveram como uma mãe, um filho, como uma mulher também. Era necessário unir tudo isso e criar essa pessoa completa que você vê aqui, que é igualmente incrível e complicada, como qualquer mãe e mulher é”, revelou.

Para Jharrel Jerome, trazer a jornada de Anthony para as telas também seguiu os mesmos critérios, a fim de que o personagem pudesse ser conhecido para além das suas impressionantes habilidades físicas no tatame. Ao longo da coletiva, o vencedor do Emmy Award refletiu sobre o caráter do atleta e sua inspiradora relação com sua mãe:

“Eu aprendi muito cedo que wrestling é o ultimo aspecto que forma o Anthony. Nós já o conhecemos como lutador e como um vencedor, mas aqui você consegue conhecê-lo melhor e até se esquece de que ele é um monstro no tatame, porque ele é tão proteror e uma alma tão gentil…Praticamente o oposto do que ele é no esporte, onde precisa dominar e derrotar. Em casa, ele trabalha para garantir que tudo fique em paz e estável e isso é uma evidência de quem ele é, do homem de caráter que é e de todas as adversidades que venceu. E Judy tem sido a força que tem lhe protegido por todo o caminho. Então quando eu e a Jen conversamos no começo, nós sabíamos que essa não seria uma relação água com açucar e fofinha entre mãe e filho. Sabíamos que deveríamos mostrar o elo e a ligação entre os dois, porque não existiria Anthony sem a Judy”, ponderou.

Como parte desse processo de construção em tela, Anthony ainda foi dublê de cenas de ação para Jharrel, o que – naturalmente – os aproximou para além da dinâmica de estudo de personagem. E de acordo com o atleta, essa relação nascida nos bastidores das gravações permitiu que uma irmandade nascesse entre ambos, com o jovem chegando a compartilhar traumas e antigas feridas com o ator, tamanha confiança e segurança que sentiu nessa nova amizade.

“Foi uma experiência bem nova pra mim. Esse processo de trabalhar com o Jharrel e vê-lo atento aos detalhes que me fazem quem eu sou permitiram que tudo ficasse mais natural, porque desenvolvemos esse vínculo, um relacionamento, uma irmandade. Então eu pude confiar muito nele para compartilhar alguns sentimentos e me abrir sobre algumas memórias dolorosas que em outros casos eu não falaria, mas que aqui fluíram naturalmente. E no tatame, trabalhar com o Jharrel como seu dublê – na questão de wrestling – é o que eu sei fazer melhor. Eu conheço o aspecto técnico da modalidade. Mas foi impressionante o Jharrel ter aprendido, não apenas o estilo, mas também a fazer os movimentos com apenas uma perna. Ele realmente se comprometeu a aprender essas pequenas coisas comigo e foi empolgante vê-lo em cena”.

E embora o wrestling seja uma parte importante do longa, para o diretor William Goldenberg, ‘Imparável’ é muito mais que o um drama esportivo e se sustenta majoritariamente na relação poderosa entre mãe e filho e a maneira como sobreviveram às circunstâncias mais difíceis.

“Pra mim, esse filme nunca foi sobre wrestling. Sempre foi uma história sobre mãe e filho, o apoio incondicional um pelo outro e como esse amor imortal os formou e os moldou. E foi isso que tornou essa história única. Você pode falar que é um filme esportivo, mas não vi um filme assim ainda e foi o que me atraiu à história. Acho que muitas pessoas conseguem se identificar com isso. Relacionamento com pai e mãe é universal. E lendo o livro e conhecendo Judy e Anthony, ficou tão claro para mim que essa história se aplicaria a qualquer contexto, wrestling, culinária…Essa foi a essência para mim. E você consegue perceber, ao nos ouvir aqui comentando sobre esse processo, o quanto viramos uma grande família e o quanto queremos honrar uns aos outros com essa obra”, concluiu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama acompanha a inspiradora história de Anthony Robles (Jharrel Jerome), um lutador real que nasceu sem a perna direita. Ele fez história ao conquistar o campeonato nacional de luta livre individual da NCAA em 2011, na categoria de peso até 56 kg.

William Goldenberg faz sua estreia como diretor com o projeto, enquanto Eric ChampnellaAlex HarrisJohn Hindman assinam o roteiro.

Bobby CannavaleMichael PeñaDon Cheadle integram o elenco.

7 Filmes de Romance para Ver no Mês do Orgulho LGBTQIA+

O Mês do Orgulho LGBTQIA+ é tempo de celebração, visibilidade e, claro, amor em todas as suas formas. Para homenagear essa data tão significativa, reunimos uma seleção de sete filmes de romance queer lançados a partir de 2020, que se destacam não apenas pela representatividade, mas também pela força estética e emocional — atravessando diversos contextos geográficos e políticos.

Os títulos fogem da fórmula clássica do “felizes para sempre”. O que os torna memoráveis é justamente a forma como abordam o apaixonamento e a entrega amorosa de seus personagens — muitas vezes sem garantias, mas sempre com intensidade. O foco aqui é a jornada, não o destino final.

Essa lista comprova que o romance queer contemporâneo é multifacetado, emocionalmente denso e, muitas vezes, esteticamente inovador. Em vez de finais previsíveis, esses filmes convidam a mergulhar na complexidade de amar e ser amado — com todas as alegrias, perdas e contradições que isso envolve. No Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebre também essas histórias que desafiam normas e celebram o amor em sua forma mais livre.

1. Todos Nós Desconhecidos (2023)

Dirigido por Andrew Haigh (45 Anos), Todos Nós Desconhecidos (All of Us Strangers) acompanha o romance enigmático entre os solitários Adam (Andrew Scott) e Harry (Paul Mescal), que se encontram em um prédio quase vazio e mergulham em uma relação inesperada e íntima. O filme transita entre o real e o fantástico, ao abordar também a reconexão de Adam com seus pais falecidos. Uma obra sobre memória, luto e conexões profundas, com atuações arrebatadoras dos protagonistas.

Disponível na Disney+

2. Verão de 85 (Été 85, 2020)

Das mãos de François Ozon (Dentro de Casa) nasce a cativante relação de Alexis (Félix Lefebvre) e David (Benjamin Voisin) à beira-mar, nos anos 1980, ao som de Rod Stewart. Juventude, desejo e descoberta sexual se entrelaçam em uma narrativa melancólica e potente, adaptada do romance Dance on My Grave, de Aidan Chambers, o qual marcou profundamente a juventude do cineasta. A estética oitentista e a trilha sonora nostálgica fazem deste filme um retrato sensível do amor adolescente.   Destaque para a atuação magnética de Benjamin Voisin, indicado ao César pelo papel. 

Disponivel na GloboPlay e Telecine

3. Nós Duas (Deux, 2020)

Nina (Barbara Sukowa) e Madeleine (Martine Chevallier) vivem um amor secreto há décadas, escondido atrás de portas vizinhas em um prédio. Quando uma tragédia as separa, a luta para manter esse amor vivo se torna comovente. Primeiro —  e até agora único — longa do diretor Filippo Meneghetti, Nós Duas é um romance delicado e poderoso sobre resistência, envelhecimento e coragem. A forma peculiar de filmagem — ocultando os momentos-chave e nos levando a imaginar o desenrolar dos sentimentos — rende ao filme a nomeação para representar a França no Oscar 2022.

Disponível na Globoplay e Reserva Imovision

4. Love Lies Bleeding O Amor Sangra (2024)

Com uma pegada noir e atmosfera sombria, Love Lies Bleeding mistura romance, crime e um toque de fantasia. A gerente de academia introvertida Lou (Kristen Stewart) se envolve com a forasteira Jackie (Katy O’Brien), uma fisiculturista cheia de segredos. Escrito e dirigido por Rose Glass (Saint Maud), o filme exala tensão sexual e emoção bruta. Em um cenário de pretensos gângsteres, o amor entre elas é colocado à prova entre proteção, obsessão e desejo.

Disponível na Max.

5. Baby (2020)

Poster do filme 'Baby' com dois homens abraçados

Entre os romances recentes da cinematografia brasileira, Baby, de Marcelo Caetano, é um dos mais instigantes. Ambientado em uma São Paulo onírica, acompanha o desenvolvimento gradual e conflituoso do relacionamento entre o jovem Baby (João Pedro Mariano) e o michê Ronaldo (Ricardo Teodoro). Eles se conhecem em um cinema pornô — um buscando companhia, outro um cliente — mas ambos encontram desejo, fuga e transgressão. Com narrativa fragmentada e sensual, o filme une solidão e erotismo de forma poética.

Lançado nos cinemas em janeiro; ainda sem distribuição em VOD/SVOD

6. Só ao meu Desejo (Mon seul désir, 2023)

Quando a universitária Aurore (Louise Chevillotte) conhece a misteriosa Mia (Zita Hanrot) em um clube de strip, sua vida dá uma reviravolta.  Erotismo, amizade e romance se entrelaçam em uma jornada de autodescoberta entre duas mulheres que jamais imaginariam essa conexão. Dirigido por Lucie Borleteau (Chanson Douce), o filme é ousado na sensualidade e livre de moralismos, refletindo sobre o direito de desejar sem culpa — mesmo quando isso desafia convenções. 

Lançado no MyFrenchFilmFestival 2023; disponível via VPN na Plex.TV (EUA)

7. Jumbo (2020)

Em um dos romances mais inusitados do cinema recente, Jeanne (Noémie Merlant) se apaixona por uma atração de parque de diversões. Pode parecer absurdo, mas Jumbo, de Zoé Wittock, trata esse amor com uma sensibilidade surpreendente. É uma das poucas obras a abordar a sexualidade com objetos de forma genuína e emocionante. Um conto queer simbólico, que questiona os limites do desejo e da identidade.

Lançamento no Brasil pela SescTV; disponível via VPN na Paramount+ (França). 

Após trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha belíssimo pôster animado; Vem ver!

Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita ganhou um belíssimo pôster animado. Confira:

Assista também o novo e espetacular trailer:

Vingadores: Guerra Infinita terá 2 horas e 36 minutos de duração. Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).

Pantera Negra, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

‘Pantera Negra’ encerra sua carreira nos cinemas dos EUA com mais de US$ 700 milhões

Wakanda para sempre! ‘Pantera Negra‘ encerrou sua carreira nos cinemas americanos no fim de semana passado com US$ 700 milhões.

A aventura dirigido por Ryan Coogler se torna, assim, a terceira maior bilheteria da história nos EUA, atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 760 milhões) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 936 milhões).

Atualmente, já acumula mais de US$ 1.34 bilhões mundialmente.

Recentemente, Kevin Feige confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento.

O diretor Ryan Coogler está em conversas com Donald Glover (‘Han Solo’) para viver o possível vilão da continuação.

“Fontes internas” confirmam que a Marvel e a Disney estão conversando com o ator, porém, nada foi confirmada ainda. Além disso, Michael B. Jordan também pode retornar e a produção deve começar apenas em 2019.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (‘Creed: Nascido para Lutar’).

 ‘Pantera Negra’ se torna o 2º filme da Marvel a ultrapassar os US$ 500 milhões nos EUA

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Após o fraco ‘Mergulho Noturno’, conheça um SURPREENDENTE suspense sobre piscina no Prime Video

Nos últimos anos, com a computação gráfica dominando os principais sucessos de bilheteria do cinema mundial, houve uma série de filmes lançados que tentaram compensar histórias fracas com efeitos especiais espetaculares. Houve também casos de longas com tramas ruins e um CGI tão fraco quanto. No entanto, o filme do qual vamos falar hoje seguiu o caminho oposto ao do recente ‘Mergulho Noturno ao trazer um roteiro simples, mas eficaz. E apesar da boa execução, esse filme tem os piores efeitos visuais que você possa imaginar.

Em A Piscina, acompanhamos um jovem que acorda cheio de machucados e com uma dor incômoda. Então, quando ele olha pra baixo, se depara com um crocodilo enorme mastigando sua perna. O rapaz tenta se livrar do bicho e então nos é revelado que ele está preso em uma piscina vazia com o animal. Então, a direção volta no tempo e mostra como tudo começou. O protagonista estava trabalhando como assistente na gravação de um comercial. Então, quando as filmagens chegaram ao fim, ele aproveitou para aproveitar a piscina com 6 metros de profundidade. O problema é que enquanto ele cochilava em uma boia, seu amigo de trabalho deixou o sugador ligado e foi embora. Assim, quando o menino acorda, a piscina está com a água pela metade e ele não consegue mais sair.

Para piorar a situação, um crocodilo escapou da região com as enchentes que aconteceram dias antes e acaba entrando na piscina. Como se isso não fosse desesperador o suficiente, a desatenta namorada do rapaz vai a seu encontro, não percebe que a piscina está pela metade e sem escadas, tenta mergulhar e acaba se machucando. Agora, a dupla tentará sobreviver ao crocodilo e às condições climáticas, enquanto procuram uma forma de escapar dessa situação terrível.

Conduzido de forma não linear, o filme já apresenta seu protagonista numa situação deplorável, fazendo o público se questionar como ele chegou àquele ponto. Então, já tendo noção de que ele irá se machucar bastante ao longo da história, o público fica aflito a cada tentativa de fuga que dá errado. E a direção também não poupa o coitado, que passa por situações dignas de um ser humano desesperado pela sobrevivência, se prestando a arriscar sua integridade física para poder sobreviver.

Para mostrar que ele está disposto a tudo, a direção usa de cenas cheias de sangue e com um realismo incômodo, como no momento em que ele machuca o dedo, que vai inflamando conforme os dias se passam, e as oportunidades diversas de escapar que se esvaem num piscar de olhos, mas não sem deixar sequelas físicas ou emocionais no coitado.

Mas o grande mérito mesmo é saber explorar o cenário e o mundo ao redor desta dupla isolada. Ao longo do filme, o roteiro e a direção criam diversas possibilidades para que o jovem escape. Seja um entregador que aparece na hora errada, um telefone que começa a vibrar em direção a piscina ou até mesmo um drone que sobrevoe a região, tudo indica que ele irá escapar. Porém, seja pelas ações do próprio garoto ou pelo infortúnio de aparecerem na hora errada, tudo que poderia ajudá-lo não funciona. Ou pior: complica ainda mais sua vida.

É uma ferramenta muito inteligente da direção, que cria o suspense por meio da aflição e da frustração. Com isso, o público começa a torcer pelo protagonista, que passa o filme inteiro sob a ameaça de um terrível crocodilo faminto. E talvez por entender que a computação gráfica do animal estava explicitamente ruim, a direção realmente usa o crocodilo apenas como apoio para o drama e a sensação de perigo, deixando o suspense mesmo para as tentativas de fuga do menino.

E por mais que isso tivesse tudo para dar errado, a direção de Ping Lumpraploeng é tão competente em criar um clima de agonia e desespero, que o público até faz vista grossa para algumas (in)conveniências do roteiro diante do clima de tensão criado. Porém, fora o CGI do crocodilo, outro ponto negativo é o drama do casal. Há uma subtrama deles discutindo sobre ter ou não um filho, que pouco acrescenta ao desenrolar da história, mas é compreensível que tenham apelado para isso, talvez como forma de motivar ainda mais o protagonista em sua fuga.

No final das contas, esse suspense tailandês de apenas 1h30 se mostra surpreendentemente bom, apesar da má primeira impressão causada pelo crocodilo. E por se tratar de um suspense oriental, há situações realmente distantes do cotidiano do entretenimento do ocidente, que podem causar um desconforto ainda maior do que ver um rapaz se machucando e sofrendo de diferentes formas. É um bom entretenimento para quem quer se angustiar com uma obra interessante e diferente dos suspenses padrões de Hollywood. Sem contar que esse filme aqui é um tapa na cara dos diretores de blockbusters que se apoiam num orçamento gigantesco e não conseguem criar 1/3 da tensão dessa história de um rapaz preso numa piscina com um crocodilo. Vale a assistida.

A Piscina está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

Os 10 MELHORES Filmes e Séries de Natal Para Ver nos Streamings

Falta UM MÊS para o Natal! Dá pra acreditar? Realmente 2023 passou tão rápido, com tantos filmes sendo lançados nos cinemas e nas plataformas, que, quando piscamos, o Natal já se aproxima novamente. E como sabemos que aqui no Cinepop temos leitores que aguardam ansiosamente essa época do ano, separamos para vocês os 10 melhores filmes natalinos para vocês assistirem nos streamings, afinal, faltam 5 sábados até o Natal!

10 – Um Passado de PresenteNetflix

Chuva de clichês é tudo que queremos num filme natalino, certo? Aqui um cavaleiro medieval viaja para os tempos atuais e encontra uma professora desiludida do amor. Às vésperas do Natal e sentindo-se responsável por tê-la atropelado, Brooke (Vanessa Hudgens) decide cuidar de Sir Cole (Josh Whitehouse) até ele recuperar a memória.

9 – Guardiões da Galáxia: Especial de Festas – DisneyPlus

Quem disse que Marvel e super-heróis não celebram o Natal? Pois o especial de Natal da galera dos ‘Guardiões da Galáxia’ se tornou uma das melhores produções do gênero dos últimos anos. Com quarenta minutinhos de duração, os Guardiões vão à Terra para tentar trazer algo especial para Starlord, pois sabem que o Natal é uma data especial para os terráqueos. Entre confusões e trapalhadas, o especial emociona pra caramba!

8 – Um Homem de Família – Prime Video

Esse filme tem mais de vinte anos, mas permanece um clássico no coração de muita gente. Estrelado por Nicolas Cage, conta a história de um homem, as escolhas que fazemos e as consequências que elas causam nas nossas vidas.

7 – Amor Com Data Marcada – Netflix

O argumento aqui já foi usado muitas vezes – alguém solteiro que se vê obrigado a dar um jeito de arranjar alguém como companhia para as festas de fim de ano. Acontece que nessa comédia romântica a química entre Emma Roberts e Luke Bracey é tão adorável, que a gente simplesmente torce para que tudo dê certo, ainda mais que eles fazem um acordo para serem a companhia um do outro em diversas datas festivas.

6 – Tudo Bem no Natal Que Vem – Netflix

Conhecido pelas comédias, Leandro Hassum lançou este drama cômico natalino com a Netflix que arrancou lágrimas de muitos espectadores. Aqui ele interpreta um cara que detesta o Natal, mas, por causa de um determinado episódio, ele acaba viajando no tempo… e sempre na véspera de Natal.

5 – Alguém Avisa? – Netflix

O mote é o mesmo de muitos outros filmes: o casal que leva o parceiro para a casa dos pais de um deles para conhecer a família no Natal. A diferença aqui é que o casal é lésbico, formado por Kristen Stewart e Mackenzie Davis, e os pais são conservadores e desconhecem o relacionamento da filha. É desses filmes pra ter junto um lencinho para enxugar lágrimas no fim…

4 – Dash & Lily – Netflix

Baseada em livro homônimo, essa minissérie natalina é dessas que traz um quentinho para o coração. São oito episódios lindinhos totalmente maratonáveis, que contam a história de dois jovens que não se conhecem, mas que trocam mensagens através de um caderno, sendo que ela ama o Natal e ele, não.

3 – KlausNetflix

Para quem gosta de filme de Natal independentemente do formato, ‘Klaus’ é um longa de animação surpreendente que, na versão dublada, conta com a voz de Rodrigo Santoro. A história é centrada em um rapaz, cujo trabalho é entregar cartinhas, e um homem de bom coração que fabrica brinquedos. O longa foi indicado ao Oscar de Melhor Animação.

2 – Uma Segunda Chance Para Amar – Aluguel no Prime Video/ iTunes

Há quatro anos o Cinepop inclui esse filme dentre os melhores de Natal. É que Emilia Clarke está completamente adorável neste filme de drama com romance e comédia que traz tantas emoções e surpreende em tantos níveis, que se tornou um filme necessário em qualquer fim de ano, justamente por trazer ao coração aquele quentinho gostoso que nos faz pensar em dias melhores.

1 – Spirited – AppleTV+

A clássica história escrita por Charles Dickens ganhou uma nova versão estrelada por Ryan Reynolds e Will Ferrell. Só que dessa vez a história é um musical que conta, inclusive, com um solo de Octavia Spencer. Apesar de ser uma história já conhecida do público, a forma como ela foi adaptada é tão emocionante e cativante que imediatamente se torna um desses filmes para ver e rever na época de Natal… ou o ano inteiro!

‘Coringa’: Vídeo revela nova risada do personagem-título

Ainda faltam alguns meses para a estreia de Joaquin Phoenix como o personagem-título em Coringa, mas os fãs podem ver e ouvir uma faceta da performance do ator no longa.

Um novo vídeo publicado no Instagram viralizou e, aparentemente, ele revela algumas coisas sobre o aguardado filme, incluindo a nova risada do icônico personagem da DC. Confira clicando aqui.

Abaixo você confere algumas imagens de bastidores.

A estreia de Coringa será dia 3 de outubro de 2019.

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Governo tem nova derrota e Justiça mantém edital para produções LGBTQ+

Em agosto deste ano, o governo de Jair Bolsonaro anunciou a suspensão do edital que financiaria séries de temática LGBTQ+, cessando a liberação de 70 milhões de reais em recursos para a produção desses shows.

Osmar Terra, Ministro da Cidadania, encaminhou a publicação ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª região. O texto impedia repasse dos recursos supracitados pelos próximos seis meses, com possibilidade de ser prorrogado por mais seis, como forma de controle e análise dos projetos que receberiam dinheiro público.

Entretanto, o governo sofreu uma nova derrota com a negação da tentativa de cassar o edital. Dessa forma, a liminar da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro permanece intacta.

Segundo o site O Globo, Bolsonaro atacou quatro séries que falavam abertamente de diversidade de gênero e orientação sexual: ‘Sexo Reverso’‘Transversais’‘Afronte’‘Religare Queer’.

Para o Ministério Público Federal (MPF), houve “discriminação” por parte do governo. Com a decisão de manter o repasse dos recursos, a Ancine (Agência Nacional de Cinema) poderá retomar o edital.

‘Selah and the Spades’: Cheerleader procura “herdeira” no novo filme da Amazon; Confira!

Amazon divulgou o trailer oficial de ‘Selah and the Spades’, seu novo drama original.

Confira:

Tayarisha Poe faz sua estreia diretorial com a produção e também fica a encargo do roteiro.

No fechado mundo de um internato de elite na Pensilvânia, o corpo estudantil é controlado por cinco facções. A jovem Selah Summers controla o grupo mais dominante, os Spades, com pose inabalável. As tensões entre as facções começam a aumentar e, quando o melhor amigo de Selah se distrai por conta de um novo amor, ela abraça uma menina chamada Paloma, tentando passar-lhe sua sabedoria em como dominar a escola. Mas com a graduação chegando e Paloma se mostrando uma aprendiza muito rápida, os medos de Selah crescem – e ela percebe que pode perder o controle que sempre a definiu.

Lovie SimoneCeleste O’ConnorJharrel Jerome estrelam.

‘Selah and the Spades’ estreia no dia 17 de abril.

27 Artistas Negras Internacionais que Você Precisa Conhecer

A cultura mundial costuma apagar a história e o legado de icônicas artistas negras que revolucionaram o cenário do entretenimento – principalmente da música. Na verdade, diversos gêneros e incursões criativas são apropriadas pela cultura neoimperialista branca e retiradas de suas raízes, reformuladas para um cenário mainstream que, até os dias hoje, permanece racista.

Pensando nisso, separamos uma breve lista com 27 artistas negras da esfera fonográfica que você precisa conhecer, atravessando as décadas e entregando nomes tanto do panorama clássico quanto do contemporâneo.

Confira abaixo nossas escolhas:

GLORIA GAYNOR

Se você não conhece o nome Gloria Gaynor, certamente conhece sua música mais famosa –+ “I Will Survive”. A musa do R&B dominou a música na era disco e, além de guiar o cenário artísticas da época, também tornou-se uma grande ativista pelos direitos da comunidade LGBTQ+ e um ícone feminista, falando sobre empoderamento e emancipação em uma discografia que abrange quase vinte álbuns.

DIANA ROSS

Diana Ross é a musa de diversos artistas que despontaram no final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, tendo influenciado Michael Jackson, Madonna e Beyoncé. Ross é a voz por trás de clássicos como “Ain’t No Mountain High Enough”, “Upside Down” e “I’m Coming Out”. Sua história e sua arte foram homenageadas pela cultura pop através de musicais, longas-metragens e honrarias ao redor do mundo.

ANITA WARD

Começando sua carreira em 1979, Anita Ward é mais conhecida por seu clássico hit “Ring My Bell”, uma das músicas mais viciantes que já foi lançada. Ward ganhou reconhecimento por temperar o cenário disco e, com poucos álbuns lançados, foi aclamada com seu début ‘Songs of Love’. De qualquer forma, sua carreira foi ofuscada por mulheres com maior sucesso comercial.

BEYONCÉ

Nossa deusa Beyoncé atingiu a maturidade artística ainda em 2013, com o lançamento de seu álbum homônimo que remodelou a indústria fonográfica para sempre. Dona de produções aclamadíssimas e bastante premiadas, Queen-B tem 24 estatuetas do Grammy e é a artista feminina mais premiadas de todos os tempos, com um legado que atravessa gerações e culturas.

NORMANI

A jovem Normani ficou mundialmente famosa em 2012 ao integrar o grupo feminino Fifth Harmony. Depois de seis anos, investiu em sua carreira solo e nos encantou com “Motivation”, seu primeiro single sem a participação de outro cantor. Com apresentações incríveis e comparações que a colocavam num caminho parecido com o de Beyoncé, Normani também fez parte da trilha sonora de ‘Aves de Rapina’ e fez uma aparição no videoclipe “WAP”.

DOJA CAT

Assim como Normani, Doja Cat faz parte da nova geração da música e alcançou sucesso com o single “Say So”, que dominou as paradas da Billboard e a garantiu uma nomeação ao VMA 2020 de Artista Revelação. Cat também fez parte da trilha sonora de ‘Aves de Rapina’, entregando uma das melhores músicas do ano – “Boss Bitch”.

DONNA SUMMER

Donna Summer nos deixou sem mais nem menos, mas também deixou para trás um legado sem igual. A verdadeira Rainha do Disco foi influenciada pela contracultura dos anos 1960 e realizou inflexões do psych-rock antes de mergulhar de cabeça em praticamente todas as áreas artísticas. Com 42 músicas de sucesso mundial, sua discografia inclui as iterações “Bad Girls”, “Heaven Knows” e “Last Dance”.

ARETHA FRANKLIN

Uma das vozes mais conhecidas de todos os tempos é, sem dúvida, a de Aretha Franklin. Seus sucessos incluem “I Say a Little Prayer”, “Respect” e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e, ao longo de mais de sessenta anos, transformou-se numa força descomunal que lhe rendeu a alcunha de Rainha do Soul.

NINA SIMONE

A sexta de oito crianças de uma pobre família da Carolina do Norte, Nina Simone representa o verdadeiro de versatilidade na indústria fonográfica, com estilos que incluíam jazz, blues, folk, R&B, gospel e pop. Simone possui um legado extenso que é honrado por diversos ícones contemporâneos, como Elton John, Christina Aguilera e Alicia Keys.

ELLA FITZGERALD

Agency: Redferns
Credit: Michael Ochs Archives / Redferns

Ella Fitzgerald foi e continua sendo conhecida como a Primeira-Dama da Música, a Rainha do Jazz ou simplesmente Lady Ella. Ela ganhou reconhecimento mundial por sua perfeita dicção e por suas pronúncias musicais irretocáveis, que, apesar de renderem mais para o blues, também incursionavam para o pop, o bepop e o swing. Fitzgerald é a grande musa de nomes como Queen Latifah e Michael Bublé.

LAURYN HILL

Costumeiramente mencionada como uma das maiores rappers de todos os tempos, a Lauryn Hill credita-se o pioneirismo do gênero neo soul, quebrando barreiras de gênero e de raça dentro do cenário fonográfico – inclusive trazendo o hip hop para a cultura popular. Em 1998, sua estreia solo (‘The Miseducation of Lauryn Hill) levou para casa cinco estatuetas do Grammy, incluindo a de Álbum do Ano.

WHITNEY HOUSTON

Whitney Houston, ou simplesmente A Voz, nos deixou muito cedo e chocou o mundo ao ser encontrada em sua casa. Tendo vendido ais de 200 milhões de álbuns ao longo de sua carreira, diversos historiadores da música e críticos especializados colocam Houston no topo da lista de melhores cantoras de todos os tempos. Ela quebrou as barreiras racistas para mulheres negras na indústria e influenciou nomes como Toni Braxton, Lady Gaga e Céline Dion.

JANELLE MONÁE

Janelle Monáe é uma atriz, compositora, rapper, cantora, modelo e produtora – o pacote completo basicamente. Com apenas três álbuns em sua carreira, Monáe provou sua habilidade musical com impecáveis rendições e construções sonoras, além de ser uma ativa militante pela causa negra e LGBTQ+.

MARY J. BLIGE

Mary J. Blige já ganhou nove estatuetas do Grammy e já vendeu mais de 80 milhões de álbuns ao redor do mundo. Além de ser uma aplaudível cantora, compositora, filantropa e atriz, ela foi a primeira mulher a ser indicada para as categorias de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Música Original e é um dos nomes mais influentes do hip hop e do R&B contemporâneos.

NICKI MINAJ

Nicki Minaj é um dos nomes mais prolíficos da indústria atual e uma dos grandes ícones do rap, tendo influenciado nomes como Doja Cat, Cher Lloyd e Tinashe. Considerada uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos, Minaj ganhou reconhecimento por sua estética crua e ácida e por seus rápidos e frenéticos versos – como vistos nos hits “Chun-Li”, “Pound the Alarm” e “Anaconda”.

ALICIA KEYS

A rainha Alicia Keys é multitalentosa e comentou a compor suas próprias músicas aos 12 anos. Com apenas 15, assinou seu primeiro contrato com a Columbia Records e, desde então, investiu seus esforços em vários gêneros musicais que lhe renderam 15 Grammys e sucessos como “Girl on Fire”, “If I Ain’t Got You” e “Diary”.

AALIYAH

Aaliyah tinha uma carreira de incrível sucesso pela frente, mas um acidente aéreo tirou sua vida aos 22 anos de idade. Mesmo tão jovem, a cantora e compositora ajudou a redefinir o cenário do R&B, do pop e do hip hop nos anos 1990, revolucionando a estética estagnada dos estilos com misturas inesperadas e produções futuristas – influenciando o icônico grupo Destiny’s Child, por exemplo.

JANET JACKSON

Janet Jackson continua como uma proeminente figura na cultura pop e, assim como seu irmão, Michael Jackson, se aventurou em vários estilos fonográficos – culminando, por exemplo, no icônico e atemporal ‘Rhythm Nation 1814’, lançado em 1989. Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, ela é uma das artistas mais bem-sucedidas da história e já levou para casa cinco estatuetas do Grammy.

ETTA JAMES

Assim como suas conterrâneas, Etta James tem uma variedade de inflexões musicais creditadas em sua carreira, como jazz, rock e gospel. Sua música mais conhecida, a balada “At Last”, foi regravada dezenas de vezes por artistas profissionais e amadores. James é um símbolo de superação e de resiliência, por ter enfrentado diversos obstáculos em sua vida (como encarceramento e abuso físico).

PATTI LABELLE

Patti LaBelle é uma cantora, filantropa, atriz e compositora cuja carreira atravessa nada menos que seis décadas. LaBelle é a madrinha do soul e foi descrita como o maior ícone gay de todos os tempos e um exemplo primário entre a interseção entre a comunidade LGBTQ+ e os artistas negros. Ainda na ativa, ela já lançou 11 álbuns de estúdio e foi integrada ao hall da fama do Grammy em 2004.

MISSY ELLIOTT

Missy Elliott ressignificou o rap desde sua primeira incursão artística, o que lhe rendeu, no ano passado, diversas honrarias por sua importância musical e por seu impacto na indústria do entretenimento audiovisual. Seus videoclipes experimentais mudaram o cenário temático do hip hop e incluíram debates sobre feminismo, igualdade de gênero, positividade corporal e quebras de tabus sexuais.

TINA TURNER

Aos oitenta anos, Tina Turner está mais ativa do que nunca e seu legado apenas lhe concedeu a alcunha de Rainha do Rock’n’Roll. Ela já levou para casa 12 Grammy Awards, incluindo oito da competição principal e três honrarias que refletem o impacto de seu extenso legado. Como se não bastasse, ela integra a lista dos melhores cantores de todos os tempos da Rolling Stone e de outras revistas especializadas.

JENNIFER HUDSON

Com apenas 38 anos de idade, Jennifer Hudson já encarnou personagens icônicas no cinema e deu origem a uma discografia original e envolvente – além de ser referida como a Princesa do Soul por conterrâneos e críticos. Em 2013, recebeu uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood, além de já ter levado uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar e duas do Grammy.

RIHANNA

Rihanna é sinônimo de poder – e a performer e empresária já provou que domina o mundo mais de uma vez. Com sucesso desmedido no pop, no R&B, no reggae e no dance, ela é influenciada pela música caribenha e está no patamar de grande ícone musical e fashion. Além disso, já ganhou nove prêmios do Grammy Awards, tem 14 músicas em primeiro lugar na Billboard e a artista feminina mais rica com fortuna estimada em US$600 milhões.

TONI BRAXTON

Um dos ícones do R&B, Toni Braxton já ganhou sete estatuetas do Grammy e diversos outros prêmios que refletem a adoração da academia fonográfica por sua arte atemporal. Suas músicas de maior sucesso incluem “Un-Break My Heart”, “Breathe Again e “Another Sad Love Song”.

CHLOE x HALLE

As novatas Chloe e Halle Bailey lançaram seu primeiro álbum de estúdio ainda neste ano, ‘Ungodly Hour’ – e já se tornaram queridinhas da crítica e do público. Inspiradas por artistas como Missy Elliott e Grimes, a dupla tem um futuro incrível no escopo fonográfico, principalmente por misturarem diversos gêneros em uma fusão incrível e envolvente.

VANESSA WILLIAMS

Vanessa Williams ficou mundialmente conhecida ao se tornar a primeira mulher negra a receber a coroa de Miss America em 1983. Desde então, jogou-se na carreira de atriz e de cantora, lançando seu álbum de estreia em 1988, ‘The Right Stuff’. Sua discografia inclui os clássicos “Save the Best for Last” e “Dreamin’”.

‘Vingadores: Ultimato’ arrecadou mais que a bilheteria inteira dos Estados Unidos em 2020

‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se um evento cinematográfico e desbancou ‘Avatar’ como o filme de maior arrecadação de bilheteria de todos os tempos. E as comparações com o longa-metragem da Marvel Studios continuam a surpreender, ainda mais com o panorama fílmico do ano passado (via We Got This Covered).

Em virtude das leis de distanciamente social e das restrições implicadas por causa da pandemia do COVID-19, os cinemas ao redor do mundo fecharam ou reduziram seu funcionamento para impedir a disseminação do vírus. Não apenas isso, mas boa parte das produções e das distribuidoras tiveram dificuldades com grandes projetos – afetando o esfera financeira da indústria do entretenimento.

Dessa forma, ‘Ultimato’ acabou arrecadando bem mais que toda a bilheteria dos Estados Unidos em 2020. O longa-metragem atingiu massivos US$2,79 bilhões no mundo inteiro, enquanto a arrecadação doméstica do país estacionou em US$2,3 bilhões. Filmes que tinham chance de se tornar estouros financeiros enfrentaram obstáculos pelo fato do público não se sentir seguro ou não conseguir ir aos cinemas.

Será que a situação irá melhorar em 2021?

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Poor Things’: Mark Ruffalo se junta a Emma Stone em novo filme do diretor de ‘A Favorita’

Segundo o ColliderMark Ruffalo entrou para o elenco de Poor Things, vindoura adaptação do romance homônimo assinado por Alasdair Gray.

O astro se junta aos previamente confirmados Emma Stone, que dará vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por um cientista excêntrico, mas brilhante; e Willem Dafoe, cujo papel não foi revelado.

Dirigido pelo aclamado diretor Yorgos Lanthimos (‘A Favorita, ‘O Lagosta), o longa reproduz uma paródia da literatura vitoriana e uma reimaginação de Frankenstein, clássico atemporal de Mary Shelley, na qual o monstro é substituído por uma jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de uma criança.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Uma das criações mais brilhantes de Alasdair GrayPoor Things é uma revisão pós-moderna de Frankenstein’ que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”

LanthimosTony McNamara assinam o roteiro.

O filme ficará a encargo da Searchlight Pictures e começa a ser rodado ainda este ano com previsão de lançamento em 2022.

Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada e bizarra cinebiografia ‘A Favorita’, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

A atriz é conhecida por um número enorme de icônicos papéis, incluindo A Mentira‘La La Land: Cantando Estações’ (filme pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Atriz da Academia), BirdmanZumbilândiaHistórias Cruzadas e muitos outros. Ela também viverá a clássica vilã Cruella De Vil na adaptação em live-action da Disney.

Dafoe também é bastante conhecido como o Norman Osborn na primeira trilogia do ‘Homem-Aranha’, como o vilão de ‘Velocidade Máxima 2’ e o assassino J.G. Jopling  em ‘O Grande Hotel Budapeste’, além de ter atuado no filme brasileiro ‘Meu Amigo Hindu’. 

Lanthimos, por sua vez, é conhecido por narrativas que fogem ao convencional e que lhe renderam nada menos que quatro indicações ao Oscar por seus trabalhos. Seus títulos mais conhecidos incluem o supracitado ‘A Favorita’O LagostaO Sacrifício do Cervo Sagrado‘Alpes’Dentes Caninos.

Ruffalo, um dos atores mais aclamados da contemporaneidade, é mundialmente conhecido por suas múltiplas rendições como Bruce Banner no Universo Cinemático Marvel. Outros trabalhos incluem ‘Spotlight – Segredos Revelados’‘I Know This Much is True’Truque de MestreZodíaco.

‘Just Beyond’: Série de terror cômico já está disponível no Disney+!

A série de terror cômico ‘Just Beyond‘, baseada nos escritos do lendário romancista R.L. Stine, já está disponível no Disney+.

A produção foi lançada ontem, 13 de outubro, na plataforma de streaming.

Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) é o showrunner da série.

“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?”

Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.

‘Ptolemy Grey’: Drama com Samuel L. Jackson ganha novo vídeo promocional INCRÍVEL; Confira!

Apple TV+ divulgou recentemente um novo vídeo promocional de The Last Days of Ptolemy Grey, drama estrelado pelo icônico Samuel L. Jackson.

A série tem estreia agendada para o dia 11 de março na plataforma de streaming.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

A obra é adaptada do romance best-seller homônimo de Walter Mosley.

A história é centrada no personagem titular (Jackson), um senhor de noventa anos de idade que lida com demência e que foi esquecido pela maior parte de sua família. Seu único contato com o mundo externo era através do sobrinho-neto, que foi assassinado em um tiroteio, levando Ptolemy a duvidar das intenções de qualquer um que queira se aproximar.

Eventualmente, ele conhece Robyn (Fishback), inquilina de sua sobrinha que se dispõe a cuidar dele. Encorajado pela jovem a sair do confinamento de sua casa e a interagir como mundo, Ptolemy visita um médico para uma droga experimental que lhe dará vigor e claridade. Com sua mente limpa, ele decide resolver o mistério por trás da morte do sobrinho.

Jackson e Diane Houslin entram como produtores executivos ao lado de David LevineEli Selden.

A série é composta por seis episódios e marca o segundo projeto do ator com a plataforma de streaming depois de The Banker.

Dominique Fishback co-estrela a produção. Cynthia Kaye McWilliamsDamon GuptonMarsha Stephanie BlakeOmar MillerWalton Goggins completam o elenco.

‘Mulher-Hulk’: Tatiana Maslany e Jameela Jamil são destaque nas novas fotos promocionais da série; Confira!

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ chega em breve ao catálogo do Disney+ e, agora, foram divulgadas duas novas imagens promocionais dando destaque a Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Tatiana Maslany) e Mary MacPherran/Titânia (Jameela Jamil).

Confira:

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

‘New Amsterdam’: Episódios FINAIS da série ganham trailer oficial; Confira!

A adorada série médica ‘New Amsterdam‘ chega ao fim com sua 5ª temporada e, agora, a NBC revelou o trailer oficial dos dois últimos episódios.

Intitulados “Right Place” e “How Can I Help?”, os capítulos serão exibidos no dia 13 de janeiro de 2023.

Confira:

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

Doze Homens e Outro Segredo | Relembrando o FRUSTRANTE segundo capítulo da franquia de Steven Soderbergh

É de praxe que um bom filme peça por uma sequência – a não ser é claro que ele funcione como um standalone totalmente amarrado. Entretanto, quando Steven Soderbergh desenterrou o fracassado “clássico” Onze Homens e um Segredo dos anos 1960 e conseguiu transformá-lo em uma releitura muito melhor que o original, era quase óbvio esperar que o golpista Danny Ocean (George Clooney) retornasse com sua trupe de enganadores mais um roubo inesperado. Entretanto, se você tinha qualquer esperança de que essa continuação fosse melhor ou superasse quaisquer expectativas, sinto informar que as coisas não tiveram um desenrolar muito agradável.

Três anos depois do assalto aos cassinos de Las Vegas, Danny finalmente mergulhou em uma vida “tranquila”, por assim dizer, ao lado de sua agora esposa Tess (Julia Roberts retornando com um protagonismo merecido para uma personagem pouco explorada na iteração anterior). Os dois planejam reformar a grande casa que compraram e comemorar o segundo-terceiro aniversário de casamento até que são abordados por um já esquecido Terry Benedict (Andy Garcia), voltando para acertar as contas e ameaçar cada um do grupo – conhecido como Ocean’s Eleven – a devolver o que pegaram. Parece meio clichê apresentar agora uma mudança tão brusca no jogo, mas Soderbergh tenta tirar o maior proveito que consegue disso.

Para dizer a verdade, toda a premissa e o pano de fundo inicial do longa são bem interessantes e nos deixam intrigados quanto ao que pode vir. Isso já ocorre no breve prólogo, o qual nos transporta para uma relação desconhecida entre Rusty Ryan (Brad Pitt) e a detetive da polícia europeia Isabel Lahiri (Catherine Zeta-Jones), desenvolvendo-se do modo mais cômico possível e sendo retomada inúmeras vezes ao longo da narrativa. E como complemento, devo dizer que Zeta-Jones é uma das poucas coisas que realmente brilham nesse novo microcosmos narrativo.

Do ponto de vista crítico, gostaria muito de dizer que o problema estrutural principal se resume ao roteiro – e que esse deslize seria facilmente mascarado por uma boa direção e uma boa montagem. Entretanto, além do aparente emburrecimento dos personagens, Soderbergh parece não saber como trabalhar com a câmera; é quase se estivéssemos assistindo a inúmeros fragmentos fílmicos diversos que foram amalgamados forçosamente. A cada virada de ato, a estética cênica muda de forma brusca e não se preocupa em buscar uma explicação estilística satisfatória para o público; aliás, talvez o diretor duvidasse, ainda que sem intenções, da capacidade de compreensão dos espectadores de que várias coisas não estavam fazendo sentido.

Mas primeiro, falemos da história em si: já vimos este tipo de história várias vezes, e tínhamos alguma esperança de que Soderbergh, em parceria com George Nolfi, pudesse continuar a incrível investida feita em 2001. Porém, tal preocupação de manter-se fiel aos esquemas de outrora dura apenas no primeiro e no começo do segundo ato, sendo retomado brevemente em um deus ex machina totalmente ridículo e que traz à tona algumas das sequências mais risíveis dos últimos tempos. Todo o escopo arquitetado, incluindo o delineamento do plano para roubar o famoso Ovo Fabergé (estimado em mais de 150 milhões de dólares), cai em convencionalismos que poderiam ser evitados e que, na verdade, funcionam como cansados estigmas de um reaproveitamento de gênero; em outras palavras, o mesmo do mesmo.

Caso esta sequência conseguisse ao menos reverenciar a soberba montagem de seu original, os claros equívocos dialógicos seriam facilmente varridos para debaixo do tapete. Mais uma vez, a expectativa mostra-se a mãe de todas as decepções, e as construções imagéticas insurgem como um experimentalismo exacerbado do diretor – que, em pouco mais de 120 minutos, cria um visual documentarista, faz referências à irreverência de Jean-Luc Godard e até mesmo inclina-se para os enquadramentos típicos da Era de Ouro de Woody Allen. Para um filme policial tragicômico, tudo isto é desnecessário; saturado; descartável, se pensarmos por esse lado – e, no geral, não contribui em nada para aumentar a complexidade do filme.

Se Doze Homens e Outro Segredo peca nas questões supracitadas, não podemos deixar de citar seus momentos de glória. Além do retorno de um elenco de ponta – que também traz Matt Damon em um arquétipo de escape cômico mais sagaz que o restante de seu time -, a trama mantém-se fiel (ao menos isso) à sua rebeldia de gênero. Falas ácidas, sarcasmos a todo vapor e algumas alfinetadas conseguem contribuir para a envolvência do público. Roberts e Zeta-Jones entregam-se a performances memoráveis e aprazíveis – esta recém-saída do sucesso ‘Chicago’ -, e até ousam brincar com uma metalinguagem na qual Roberts, encarnando Tess, interpreta a si mesma em cenas de glória ao lado de Bruce Willis (sim, é isso mesmo).

Em suma, a sequência que nos é apresentada é falha. Bem falha. Porém, é possível compreender o que Soderbergh tentou alcançar – mais um sucesso a um projeto que se mostrou competente, ao menos no passado. Mesmo com boas intenções, o longa prova um ponto, sem sombra de dúvidas: às vezes é melhor não forçar a barra e não mexer em time que está ganhando.

‘As Marvels’: Fãs estão ENCANTADOS com a cena pós-créditos de ‘As Marvels’; Confira! [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A aguardada sequência As Marvels chegou aos cinemas mundiais recentemente e, dentre as várias surpresas, uma das que mais nos chama a atenção é a cena pós-créditos envolvendo Monica Rambeau (Teyonah Parris).

Na sequência em questão, após enfrentar Dar-Benn (Zawe Ashton) ao lado da Capitã Marvel (Brie Larson) e de Ms. Marvel (Iman Vellani), Monica fica presa em um universo alternativo. o acordar em uma maca hospitalar, ela fica em choque ao se ver sentada ao lado da falecida mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch).

Todavia, Monica percebe que aquela não é sua mãe, mas uma versão alternativa que está usando o traje de Binário, que os fãs da Marvel podem reconhecer dos quadrinhos. Como se não bastasse, a personagem também é atendida por Fera, um dos membros dos X-Men interpretado por ninguém menos que Kelsey Grammer.

Para aqueles que não se recordam, Grammer interpretou o personagem em ‘X-Men: O Confronto Final’, em 2006, reprisando o papel em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, em 2014.

Nas redes sociais, os fãs reagiram à cena em questão, revelando terem ficado em choque com a revelação de que os mutantes da Fox estão vivos e que podem voltar em produções futuras.

Confira:

De acordo com ComicBook.com, As Marvels não alcançou o sucesso esperado nas bilheteiras.

O filme arrecadou US$ 21,3 milhões na sexta-feira, e deve encerrar o fim de semana com  US$ 52 milhões.

Esse número coloca o filme abaixo da abertura de ‘O Incrível Hulk‘ (US$ 55,4 milhões), quando o conceito do MCU ainda estava começando.

Quando ‘Capitã Marvel‘ chegou aos cinemas em março de 2019, conquistou o que foi então o sétimo maior fim de semana de estreia entre os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, com US$ 153 milhões – um número colossal que apenas um lançamento de 2023, ‘Barbie‘, superou.

O novo longa obteve uma aprovação mediana no Rotten Tomatoes, sendo classificado como um filme de classe B pelos críticos.

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

Dia do Amigo | 10 Filmes sobre Emocionantes Amizades

A amizade é uma das razões da felicidade de muitas pessoas. Quantos amigos você tem? Já parou para pensar nisso? Qual a importância disso para sua vida? Enquanto o mundo nos prega peças terríveis, obstáculos que achamos nunca serem possíveis de serem ultrapassados, sempre temos alguém por perto que podemos contar. Um alguém que às vezes não é nem da nossa família (mas é como se fosse), que chega de surpresa e preenche diversas falhas do nosso cotidiano, traz amor, alegria e leveza para nossas vidas.

Ao longo dos anos vamos nos emocionando nas salas de cinema, no sofá de nossa casa, na casa de amigos, com histórias que passam na telona (ou telinha) sobre amizade. Esse sentimento tão bonito que nos fortalece para enfrentarmos qualquer situação nos momentos não tão bons e somar em alegria nos momentos maravilhosos.

Para comemorarmos esse 20 de julho, onde no Brasil é chamado de dia do Amigo (apesar de a data também ser lembrada em 30 de julho no Dia Internacional da Amizade), preparamos uma lista especial para você amigo (a) cinéfilo (a) com filmes emocionantes que falam sobre esse sentimento de grande afeição, simpatia, apreço entre seres humanos.

 

Livre para Voar

A fita britânica Livre para Voar é um drama que mostra um peculiar relacionamento de amizade entre duas almas em fúria, por circunstâncias da vida. O filme conta com a ótima direção de Paul Greengrass (O Ultimato Bourne) e tem no elenco dois grandes artistas que juntos em cena elevam a qualidade do longa. Uma grata surpresa direto da terra da Rainha.

O longa, que foi lançado em janeiro de 1999 nos EUA, conta a história de Richard um sonhador que é fascinado por aviação. Certo dia, decide tentar voar (com uma bugiganga inventada por ele) no prédio onde trabalha sua namorada; o desfecho é de um total fiasco. Após o ocorrido, perde a namorada e começa a ter uma crise emocional muito forte e decide se mudar de Londres. Em um novo lugar, cheio de montanhas, dedica-se à algumas horas de serviços comunitários (para compensar o incidente do Vôo). Assim, entra em sua vida Jane Hatchard, uma jovem de apenas 25 anos que possui uma doença degenerativa. A função de Richard agora é cuidar dessa jovem e aos poucos uma grande amizade vai sendo criada mesmo após um pedido peculiar da corajosa jovem.

Você vai rir, se emocionar com esse maravilhoso trabalho que tem o roteiro assinado por Richard Hawkins e atuações inesquecíveis de Helena Bonham Carter e Kenneth Branagh.

 

Intocáveis

Um filme que transborda alegria em vez de lágrimas. Uma amizade improvável de duas pessoas que vivem em dois mundos diferentes. Intocáveis (2012), trabalho da dupla de diretores franceses Olivier Nakache e Eric Toledano colecionou recordes de bilheteria ao redor do mundo. Com uma narrativa leve e descontraída o filme foge a todo tempo do clima pesado (que poderia facilmente ter), assim, agradando a todo tipo de público. É uma história bonita, muito bem estruturada e adaptada para o mundo do cinema.

Na trama, conhecemos Philippe um homem já de idade que ficou tetraplégico após um acidente de parapente anos atrás. Com grande dificuldade de relacionamento com sua família, principalmente sua filha adolescente, convoca muitas vezes ao ano candidatos para a vaga (que sempre fica desocupada) de assistente pessoal. Em uma dessas seleções conhece o carismático Driss, que fora expulso de casa pela mãe, e fica totalmente sem rumo, até conhecer Philippe. Assim, aos poucos, uma grande amizade vai surgindo levando os dois a importantes descobertas sobre o viver.

Conforme caminhamos nessa história vemos por todo lado sofrimentos, de ambas as partes. Um busca respostas, o outro busca saídas para as dificuldades que enfrenta. A relação não é de dor nem culpa (meio que um clichê em filmes do gênero) é de gratidão pela amizade. Quando um entra no universo do outro, mesmo que superficialmente, o entendimento fica mais fácil para os dois seguirem seus próprios caminhos. Nessa amizade o valor é revertido em preenchimento de lacunas um do outro. François Cluzet e Omar Sy estão excelentes, conseguem um ótimo entrosamento gerando um ganho instantâneo de simpatia com o espectador.

 

As Vantagens de ser Invisível

Dirigido e roteirizado por Stephen Chbosky, As Vantagens de ser Invisível tinha tudo para ser mais uma historinha sobre adolescentes e muita bobagem. Engana-se quem pensou isso. Dessa vez, os cinéfilos foram brindados com uma fita muito verdadeira sobre as experiências de jovens em busca de descobertas e realizações. Tem cenas cativantes e canções que marcaram outras gerações. É uma visão madura e divertida sobre a adolescência, seus mistérios e suas surpresas. A busca pelo infinito vai de baladas românticas até uma homenagem à The Rocky Horror Picture Show, esse último uma das grandes passagens do longa.

Na trama conhecemos Charlie, um rapaz pacato e solitário que sofre por não ter amigos. Com o início do ano letivo ele tem mais uma chance de conseguir aumentar seu número de amizades (que basicamente se restringe a seus irmãos). Após algumas situações constrangedoras e o início de uma amizade com seu professor de literatura, Charlie conhece Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), um casal de meio irmãos que fazem parte da turma dos descolados. Logo, Charlie se sente muito bem aceito por esses novos amigos e assim uma grande amizade vai nascendo. Quando achamos que a história é só essa, paralelos em analogias dramáticas mostram passados tristes, cheios de revelações escondidas restando apenas o poder da amizade contra todas essas coisas tristes do mundo.

Existem vários momentos em que você sabe que a história vai te comover. Isso é muito positivo, pois se você perder um desses momentos, logo um outro chega e te leva pra dentro dessa ótima trama. O filme tem um encapamento retrô, recheado de fitas cacetes, bailinhos estudantis e clássicos musicais rolando solto. Os flertes, o mundo adolescente, tudo é muito bem captado pelas belas sequências do diretor. Quando chega a hora certa, as vantagens de ser invisível aparece, levando o público a animados minutos na frente da telona. Caro amigo(a), não deixe de conferir!

 

Papéis ao Vento

Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade. Baseado na obra homônima criada por Eduardo Sacheri, o longa-metragem argentino Papeles en el Viento, dirigido pelo cineasta Juan Taratuto, é um drama com pitadas milimetricamente cômicas tendo o futebol como fundo de fundo para os conflitos, conseqüências e ações dos personagens, esses últimos, cada um de sua forma, esbanjam categoria na sempre decisiva interação com o público. Há muita simpatia e empatia em cena, isso transborda nos espectadores que aos poucos vão se deliciando com essa curiosa história.

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

O roteiro é muito interessante, possui seus atos muito bem definidos e consegue fisgar o espectador na maneira como é montado a história dos personagens, por meio de flashbacks da união dos amigos antes do falecimento de um deles. É como se o grupo que mantém a amizade há anos, fosse um ator só, tão bem definido é a importância da amizade nessa história. Todos os atores em cena possuem um belo entrosamento e os ótimos diálogos do roteiro, assinado também pelo diretor, dão uma leveza e simpatia ao drama que volta e meia chega a ser bem profundo.

 

Uma Passagem para Mário

A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada. Com um relato extremamente emocionante sobre o poder e carinho de uma amizade entre dois grandes amigos, o longa-metragem Uma Passagem para Mario, ao longo de seus curtos 77 minutos, promete deixar dezenas de olhos cheios de lágrimas. O diretor Eric Laurence consegue criar um documentário inovador, com peças que se encaixam perfeitamente e deixando o projeto praticamente impecável tecnicamente.

Na trama, conhecemos mais sobre a vida de Mário, um aventureiro gente boa que mora em Recife. Mário faz tratamento contra o com câncer semanalmente mas mesmo assim resolve planejar uma viagem com seu melhor amigo. Assim, somos jogados em várias passagens de tempo que mostra os preparativos dessa grande excursão que parte do Recife, atravessa a Bolívia, até chegar ao deserto do Atacama, no Chile.

Todos nós já tivemos ou temos uma grande amizade, é algo instintivo de todos nós seres humanos. Talvez, por isso a história de Uma Passagem para Mario chegue bem forte em nossos corações. Mário domina a tela como se tivesse o talento de um grande protagonista. Os diálogos com a família, os carinhos com a sobrinha, os desabafos quase cômicos sobre seus relacionamentos, todos esses elementos se encaixam de maneira sincronizada com o andamento das sequências. Eric Laurence mais parece um mecânico que consegue encontrar cada peça para construir uma máquina. Nesse caso, foi construída uma super máquina de emocionar.

O filme nunca vai deixar de ser uma enorme homenagem à Mario. Na verdade, o poder do cinema vai além, torna qualquer mensagem infinita. O desfecho dessa história é algo inovador, criativo, uma ideia que vai ficar guardada para sempre na memória de todos nós que tivemos a sorte de conhecer um grande ser humano na telona. Bravo!

 

A Viagem de Fanny

A amizade é um amor que nunca morre. Falando sobre os horrores da maior guerra que esse mundo já viu na visão de um grupo de crianças, A Viagem de Fanny é mais um recorte sobre a caçada nazista aos judeus em uma época onde confiar era muito difícil tamanho o medo que a população das cidades ocupadas pelas tropas alemães tinham. Baseado na obra Le Voyage de Fanny – L’Histoire Vraie d’une Jeune Fille au Destin Hors du Commun, um livro de memórias da protagonista dessa saga pela sobrevivência, a cineasta francesa Lola Doillon percorre o caminho das emoções de maneira doce sem deixar de mostrar as realidades dessa jornada.

Na trama, ambientado na década de 40 na França, e baseada em fatos reais, conhecemos a jovem Fanny (Léonie Souchaud) uma menina corajosa e teimosa que vive com as irmãs em um lar repleto de outras crianças judias. Na França, durante a segunda guerra, judeus confiavam seus filhos a diversas instituições encarregadas de protegê-los de qualquer ameaça. Certo dia, com a iminente invasão nazista a instituição que Fanny estava, ela precisa fugir com um grupo de outros pequenos e tentar de todas as formas chegar até o território suíço.

Viajando por lindas paisagens, em contraponto ao caos que os nazistas provocavam naquela época, o grupinho super carismático enfrenta enormes desafios na luta pela sobrevivência. O filme não deixa de mostrar o lado imaginário e dos sonhos dos jovens que a cada pequena oportunidade voltam a ser crianças brincando com os animais ou jogando bola entre uma fuga e outra. As recordações de seus pais geram momentos de muita emoção, cada pequenino enxerga o momento em que vivem de uma maneira, ganhando força na esperança e na amizade. Fanny acaba virando a líder do grupo por acaso, quando as opções desaparecem, é um conflito de emoções muito grande que a jovem precisa enfrentar mas sempre contando com a ajuda de seus amigos.

 

Truman

Um amigo se faz rapidamente, já a amizade é um fruto que amadurece lentamente. Vencedor de alguns prêmios na famosa premiação Goya, o longa-metragem do cineasta espanhol Cesc Gay, Truman, é um projeto que transborda emoção, delicadeza e reúne dois dos grandes atores deste planeta, Javier Cámara e Ricardo Darín. Ao longo dos 108 minutos de fita, somos envolvidos, já nos primeiros minutos, por essa linda história.

Na trama, conhecemos o pacato Tomás (Javier Cámara), um homem de meia idade que mora no Canadá e convencido pela esposa embarca em um vôo para a Espanha onde irá encontrar o seu melhor amigo de toda uma vida, Julian (Ricardo Darín) um ator que está à beira do falecimento por conta de tumores que se espalharam por seu corpo e busca um novo e futuro lar para seu fiel companheiro, Truman. Ao longo de poucos dias, a dupla viverá situações inesquecíveis, misturado a um tsunami emocional, que se juntarão ao grande álbum de amizade que colecionam durante anos.

Os arcos são delimitados, um a um, por um dedilhado sonoro encantador. A trilha sonora é um elogio à parte, tamanha delicadeza e encaixe perfeito chega em nossos corações como uma flecha repleta de emoção. Os diálogos entre os velhos amigos são ótimos, repletos de nostalgia, humor peculiar, carinho, afeto e uma curta chama de esperança. A direção de Cesc Gay é segura e prefere explorar todos os curtos planos da maneira mais simples possível, dando muita veracidade e emoção às sequências.

Reunindo todo tipo de sentimentos e reações das pessoas que Julian encontra nesses últimos dias aproximam o filme de uma realidade e naturalidade que impressiona. O personagem tinha tudo para ser caricato por conta das inusitadas ações que se assegura, mas Darín é Darín. Com uma potência impressionante na arte de prender a atenção do público um dos melhores atores do mundo não deixa também de se auto homenagear interpretando um ator e contracenando nos palcos dos teatros. Grande e conhecida paixão deste tremendo artista. Javier Cámara também brilha bastante, em um papel muito difícil que executa com grande brilhantismo. Reunir dois espetaculares atores dá nisso, um filme inesquecível e comovente que deixará até os corações mais frios, bastante emocionados.

 

Meu Amigo Enzo

A arte de andar na chuva. Chegou aos cinemas brasileiros anos atrás, quase de que maneira desapercebida um lindo filme que além de falar sobre amizade, universo canino, diz muito sobre o poder de nossos sonhos e a importância que a família tem em nossa vida. Dirigido pelo britânico Simon Curtis (A Dama Dourada), baseado em um roteiro adaptado do livro de Garth Stein, dos mesmos produtores de Marley e Eu, Meu Amigo Enzo é uma grande jornada ao redor da vida de um amoroso e carinhoso piloto profissional de carros. Dividido em arcos bem definidos, vamos nos aproximando da história através da narração de Enzo, o cãozinho que vive os dias mais intensos da vida do protagonista.

Na trama, conhecemos Enzo, um cãozinho lindo que foi adotado pelo excelente piloto Denny Swift (Milo Ventimiglia). Seu cachorro está sempre observando suas atitudes e acaba sendo um ótimo narrador para todos os acontecimentos emocionantes que acontecem ao longo dos 100 minutos de projeção. Filosofando sobre os humanos, maternidade, um novo amor de seu dono, e outras questões existenciais, vamos sendo levados ao destino das escolhas e todas as consequências que as cercam.

Pouco divulgado no Brasil, Meu Amigo Enzo segue os padrões de Marley e Eu, no papel principal, talvez o melhor pai da televisão norte americana: Milo Ventimiglia (This is Us), é impressionante como encaixa bem nesse tipo de papel. Longe de ser perfeito como um todo, com clichês para todo lado, recebeu inúmeras críticas negativas. Mas o aval final quem faz é o público, e quando um filme consegue atingir nossos corações, não adianta, vamos gostar de alguma forma dele.

É muito interessante o fato do filme ser narrado por Enzo, questões complexas que lemos nos jornais a cada dia são colocadas na frente e analisadas pelo pensamento canino esperto e amoroso. Tudo influencia quem somos como gente, como animais, a família é a base de tudo e nesse filme essa linda mensagem preenche todas as linhas do roteiro. É um filme para se emocionar e ver com a família.

 

Legalize Já

“Eu quero ver se tu é homem, mané…Do jeito que eu fui e que eu sou.” Dirigido pela dupla Johnny Araújo e Gustavo Bonafé e com uma estética toda em preto e branco, que dão um grande charme ao projeto, ao longo de menos de duas horas de projeção somos testemunhas de um encontro entre sonhadores que mudou para sempre não só a história deles mas toda uma geração musical da década de 90. Pode-se dizer que é uma cinebiografia da famosa banda Planet Hemp mas o filme é muito mais que isso, é um contemplar à amizade e os obstáculos enfrentados por jovens mentes criativas da cultura popular brasileira.

Na trama, conhecemos Marcelo (Renato Góes, com boa atuação) um camelô de blusas de rock and roll que trabalha no centro do RJ que vê sua vida mudar por alguns acontecimentos: a gravidez de sua namorada e o encontro inusitado com um engajado e viciado em música chamado Skunk (Ícaro Silva, em grande atuação). Aos poucos, se conhecendo melhor, entre brigas e vindas, resolvem investir tempo e criatividade no que viria a se tornar a inesquecível banda Planet Hemp.

Uma mistura de emoções contemplam as interseções entre os arcos aumentando a força da curiosidade sobre todos os temas explorados. Tudo que vemos é baseado em uma história real, todos (ou pelo menos a maioria de nós) conhece ou já ouviu falar de Marcelo D2. Mas e Skunk? Praticamente como uma grande homenagem a esse guerreiro sonhador, que descobre o mortal vírus daquela década e acaba não aproveitando as glórias de tudo que criou com D2, antes Marcelo, Legalize Já passa longe de falar somente sobre drogas ou qualquer pré-conceito que podem estabelecer, conta a saga de dois amigos com um dom de por meio das palavras cantadas passar a todos um pouco do que viveram no seu dia a dia até chegarem até ali.

 

Viver é Fácil Com os Olhos Fechados

 

Me ajude, se você puder, me sinto pra baixo e eu aprecio você estar por perto, ajude-me, coloque meus pés de volta no chão. Um dos mais maravilhosos filmes do ano de 2014 fala sobre a vida, a música, a amizade, os Beatles e a arte da simplicidade. Diretamente da terra de Pedro Almodóvar, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados é uma singela fábula passada em outros tempos que conta com uma atuação espetacular e emocionante de um dos melhores atores do cinema espanhol atual, Javier Cámara.

Dirigido pelo espanhol David Trueba e passado na década de 60, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados conta a história de um inspirador professor, que usa as músicas dos Beatles para ensinar inglês em um colégio religioso espanhol, que parte em uma viagem inusitada com o objetivo de conhecer seu grande ídolo John Lennon que está filmando em uma região isolada na Espanha. No meio dessa jornada, acaba encontrando pelo caminho uma jovem grávida e um jovem que fugiu de casa por conta de seus diversos problemas com o pai. Assim, os três embarcam estrada à dentro em uma jornada que vai mudar a vida de todos eles.

O filme é inspirador, não tem como defini-lo de outra forma. O carisma dos personagens, a direção impecável de Trueba e o roteiro pra lá de emocionante nos levam em uma história que geram lembranças inesquecíveis para se discutir nas mesas de bares. O papel do professor na educação dos jovens é bem explorada, Javier Cámara mostra mais uma vez porque é um dos grandes atores do cinema espanhol da última década, impossível o espectador não se emocionar com as atitudes maravilhosas desse personagem deslumbrante.

Além de toda a doçura, delicadeza e simplicidade na condução essa trama, as letras de John Lennon e dos Beatles são parte de explicações sobre o viver e se juntam a trilha sonora dessa história, transformando triviais sequências em frames que transpiram lições para uma sociedade que muitas vezes não sabe aproveitar as simples coisas da vida. Viver é Fácil Com os Olhos Fechados é um filme inesquecível.

 

Crítica | ‘Quartos Vazios’ – Indicado ao Oscar traduz dor imensurável

Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vazios é um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto da NETFLIX, indicado ao Oscar 2026, parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.

O jornalista Steve Hartman e o fotógrafo Lou Bopp, vinham produzindo, ao longo de alguns anos, uma reportagem sobre crianças mortas em tiroteios escolares. Faltando três histórias para concluir seu projeto, a ideia é ampliada e se transforma nessa obra documental. Com a permissão dos pais, passam a fotografar os quartos de crianças que perderam a vida em ataques armados em escolas.

Cena de 'Quartos Vazios'
Cena de ‘Quartos Vazios

Com depoimentos do jornalista, do fotografo e dos pais das crianças, somos conduzidos para uma história de cortar o coração, mas que também deixa belas mensagens sobre o que aqueles lugares significavam para cada uma das crianças e o que representam nos dias de hoje para seus pais. A importância desse registro se torna cada vez maior, quando Steve levanta um ponto crítico ao revisitar a própria carreira e refletir sobre as formas como reportagens sobre tragédias – que levaram a muitos quartos vazios –  foram conduzidas ao longo dos anos.

Cena de Quartos Vazios
Cena de Quartos Vazios

Desde o final da década de 1990, os tiroteios em escolas nos Estados Unidos aumentaram mais de 600% ao ano – um dado alarmante! Esse filme chega para se somar às importantes reflexões sobre políticas de armamento, pauta em constante discussão entre políticos norte-americanos, eleição após eleição. Do Tennessee, passando pelo Texas e chegando à Califórnia, Quartos Vazios amplia seu alcance ao conscientizar e, em apenas 34 minutos, consegue expor com uma sensibilidade profunda a dor imensurável de famílias que precisam, todos os dias, reaprender a viver.

O que seria dos Vilões sem eles? Elegemos os 10 Melhores Capangas da franquia 007

007 – Sem Tempo para Morrer está em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O filme já se tornou um sucesso de crítica e de bilheteria, fechando com chave de ouro a era de Daniel Craig e pronto para ingressar em uma nova fase. O que será que vai vir por aí? Independente do que seja, sabemos que parte essencial das aventuras do espião James Bond são os seus vilões megalomaníacos e psicóticos, assim como também as belíssimas Bondgirls. Tudo, é claro, como não poderia estar ausente, fez parte da trajetória de Daniel Craig no papel também. Porém, tirando SPECTRE (2015), o capítulo mais fraco desta fase, um item que os filmes de Craig como 007 deixaram a desejar foi na criação de capangas icônicos.

Sim, quase tão importantes quanto os vilões principais em si, são seus seguranças, assassinos ou capatazes. Muitas vezes eles conseguem inclusive roubar a cena do vilão principal, se tornando mais reconhecíveis do que os milionários excêntricos e loucos que costumam povoar a galeria de inimigos do espião. Fechando nossa série de matérias sobre os filmes da franquia (já elegemos os melhores filmes, os melhores James Bond, os melhores vilões, as Bondgirls e inclusive as aberturas musicais), agora trazemos os melhores vilões secundários, também conhecidos como os capangas – muitas vezes mais interessantes e com atrativos maiores que os antagonistas principais. Confira abaixo.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

10 – Zao (Rick Yune)

Abrimos a lista com o braço direito do Coronel Moon, militar do exército norte coreano, visto em Um Novo Dia para Morrer (2002). Existe inclusive nas entrelinhas uma relação homossexual a ser lida entre o Moon e Zao, ou seja, uma decisão bem corajosa dos produtores. Após Moon ser dado como morto em combate com James Bond, Zao é gravemente ferido quando uma explosão deixa seu rosto cravado de diamantes – as pedras preciosas são uma temática do filme. Anos mais tarde, Zao reaparece com uma aparência medonha, digna de filmes de terror, desta vez colado com Gustav Graves, um playboy milionário. Seria esta uma nova paixão? Ou quem sabe uma antiga mesmo.

09 – Barão Samedi e Tee Hee (Geoffrey Holder e Julius Harris)

Difícil decidir entre os chamativos capangas do Dr. Kananga (Yaphet Kotto) em Viva e Deixe Morrer (1973), o primeiro filme estrelado por Roger Moore na franquia. Uma das coisas mais legais deste episódio é sua ligação com a cultura negra africana, o que inclui o uso da crença do vodu. É como se desta vez James Bond enfrentasse forças sobrenaturais de forma inédita em sua carreira, como se fosse algo saído diretamente de um filme de terror. O Barão Samedi, papel de Geoffrey Holder, é o mais marcante, um feiticeiro com direito à cartola e pintura de caveira no rosto. O sujeito inclusive parece ser imortal e aparece no desfecho do filme mostrando que está pronto para uma próxima (infelizmente nunca dando as caras de novo na franquia). Já Tee Hee (Julius Harris) possui um braço biônico e mão de garra, capaz de esmagar qualquer objeto com facilidade.

08 – Nick Nack (Hervé Villechaize)

O anão Hervé Villechaize foi para os anos 1970, o que Peter Dinklage é para os dias atuais. Ou seja, um ator de baixa estatura extremamente popular. E se caso houvesse interesse de introduzir Nick Nack novamente em algum momento na franquia, Dinklage seria uma escolha ideal – é claro que o papel precisaria ser recalibrado para acomodar o talento do astro de Game of Thrones. Isso porque Nick Nack é nada mais do que uma espécie de mordomo para Francisco Scaramanga, o maior assassino do mundo, interpretado por Christopher Lee. No entanto, o baixinho não deixa de ter seu próprio repertório de artimanhas. É curioso pensar que Villechaize fez carreira interpretando o braço direito de homens grisalhos de meia idade, muito elegantes, e que vivem numa ilha. Além de O Homem com a Pistola de Ouro (1974), outro trabalho marcante do ator foi em A Ilha da Fantasia (1977-1983), em que viveu Tattoo, o servente do Sr. Roarke (Ricardo Montalban).

07 – Hinx (Dave Bautista)

O vigésimo quarto filme da franquia intitulado SPECTRE não é dos mais bem vistos pelos fãs. Grande parte do público e também os críticos tiveram muitas reservas quanto ao filme. Mas se tem algo que todos parecem concordar é a eficiência do capanga vivido pelo grandalhão Dave Bautista. Embora entre mudo e saia calado, o Sr. Hinx foi a melhor adição do filme no que diz respeito aos seus personagens. SPECTRE marcou por não possuir novos personagens carismáticos. Temos a Bondgirl Madeleine (Léa Seydoux), uma verdadeira parede em branco – vindo a mostrar seu potencial somente em Sem Tempo para Morrer; e o Blofeld de Christoph Waltz, uma escolha tão óbvia que termina com sabor amargo. Uma teoria curiosa de um fã afirma que teria sido muito melhor se Bautista fosse o escolhido para uma nova versão de Blofeld, como uma ameaça física igualmente como uma ameaça intelectual. Bem, isso não aconteceu e ficamos apenas com o tsunami que é Hinx e suas unhas metálicas que esmagam olhos.

06 – Sr. Wint e Sr. Kidd (Bruce Glover e Putter Smith)

Ao contrário do item nove da lista, em que dois capangas distintos receberam a mesma posição, aqui no sexto lugar temos uma dupla que só funciona junta. Em Os Diamantes São Eternos (1971), o filme mais “farofa” de Sean Connery, pouca coisa se salva verdadeiramente (apesar de ser um episódio divertidamente ruim). Um dos destaques, no entanto, é a presença de dupla de assassinos Sr. Wint e Sr. Kidd, contratados para matar James Bond. A graça dos matadores está em serem extremamente cordiais e educados em suas trocas de diálogos, soando como eruditos universitários, totalmente contraditório com sua verdadeira arte: matar. Mas a sacada por trás dos sádicos não para por aí, já que Wint e Kidd são um casal gay, retratados de forma “discreta” para a sociedade da época, mas que basta uma segunda olhada hoje para notar algo que estava óbvio desde o início.

05 – Xenia Onatopp (Famke Janssen)

Uma das graças da franquia 007 é a capacidade que os realizadores possuem de criar nomes icônicos para seus personagens. E aqui temos uma que marcou a era de Pierce Brosnan. Embora oficialmente só tenhamos notícia de uma vilã propriamente dita na franquia (a Elektra King de Sophie Marceau), quando falamos em capangas, a série nos apresenta um verdadeiro leque de possibilidades. No entanto, o que acontece na maioria dos casos é que algumas destas capangas ou vilãs terminam por virarem a casaca no terceiro ato do filme, se mostrando donas de bons corações. Neste sentido, Xenia Onatopp (que nome!) talvez tenha sido a única capanga que se manteve má até o final, e pagou por isso com a morte. É claro que personificando a sadomasoquista para lá de sexy, que tinha orgasmos quando matava suas vítimas, a holandesa Famke Janssen entrou com o pé direito em Hollywood no filme GoldenEye (1995).

04 – May Day (Grace Jones)

O argumento usado acima pode descrever facilmente May Day, a segurança barra-pesada do magnata da indústria da computação Max Zorin. O sujeito foi interpretado por um platinado Christopher Walken, como uma espécie de Mark Zuckerberg diabólico; embora muitos fãs apresentem similaridades com a trama de Goldfinger. Neste sentido, não poderia faltar sua própria versão de Oddjob. E ela veio nas formas de May Day, papel da exótica Grace Jones. Figuraça marcante da década de 1980, Jones é puro vigor e energia. Sua disposição no filme demonstra que ela facilmente poderia dar um couro em ambos James Bond e no patrão Zorin juntos. Na Mira dos Assassinos (1985), a despedida de Moore, consegue destaque pelo papel da mulher, que como citado troca de lados no desfecho se tornando uma aliada de 007.

03 – Oddjob (Harold Sakata)

Ninguém destrói uma bola de golfe com as mãos melhor que o capanga de Auric Goldfinger, Oddjob. De fato, em 007 Contra Goldfinger (1964) somos presenteados com o melhor capanga da fase de Sean Connery. O intérprete do sujeito, Harold Sakata era um levantador de peso olímpico e embora baixo em estatura, era duro como um toco de árvore. Silencioso como todo bom assassino no cinema, Oddjob é simplesmente letal e usa como arma de escolha seu chapéu. Isso mesmo! O chapéu mais mortífero da história do cinema tem abas com lâminas super afiadas, o qual o asiático dispara de forma certeira, sem dó, nem piedade, para cima de suas vítimas. Uma delas é a pobre Tilly Masterson (Tania Mallet), jovem em busca de vingança pela morte da irmã Jill (Shirley Eaton), a modelo pintada de ouro pelo psicótico vilão que dá título ao filme, e patrão de Oddjob. Alguns elementos são simplesmente icônicos na mitologia de 007, e Oddjob sem dúvidas é um deles.

02 – Red Grant (Robert Shaw)

O veterano Robert Shaw, falecido em 1978, sempre será lembrado por seu papel do turrão marujo Quint, do clássico Tubarão (1975), de Steven Spielberg. No entanto, se formos procurar seu segundo filme mais famoso, acharemos o ótimo Moscou Contra 007 (1963), o segundo filme na cronologia oficial da franquia 007 no cinema. E em partes graças ao desempenho de Shaw, esta continuação consegue superar o original. No filme, após James Bond ter derrotado os planos do Dr. No, a organização da qual ele faz parte, a SPECTRE, inicia a temporada de caça ao espião. Para o feito de dar cabo de 007, é contratado Donald ‘Red’ Grant, um talentoso assassino, de treinamento afiado, que se mostra um rival à altura em todos os sentidos para James Bond. Ele é inteligente, ágil, forte e possui todas as técnicas do maior espião do mundo. Sendo assim, o protagonista precisará enfrentar quase a si mesmo. O interessante é o clima de suspense criado no longa, ao termos o agente secreto agora no papel da vítima, precisando superar um de seus maiores adversários.

01 – Jaws (Richard Kiel)

Talvez mais icônico do que Oddjob como capanga da franquia 007 só exista um personagem, e ele atende pela alcunha de Jaws. Interpretado pelo grandalhão Richard Kiel, o capanga é um gigante de dentes metálicos inspirado na temática submarina que O Espião que me Amava (1977) possui. O vilão Stromberg (Curd Jürgens) possui nadadeiras nas mãos e deseja destruir a raça humana, criando uma nova população submarina. Assim, nada mais natural que um de seus assassinos seja Jaws (Tubarão, de Spielberg, havia sido lançado dois anos antes). O curioso é que Jaws não foi o único capanga esquisito do filme, com Sandor (Milton Reid), um careca parrudo de aparência bizarra, fazendo uma dobradinha como segundo capataz. Sandor morre, e Jaws permanece vivo. O sucesso do gigante de dentes de aço foi tanto, que os produtores ouviram os fãs e o trouxeram de volta para O Foguete da Morte (1979), onde o assassino persegue James Bond no carnaval do Rio de Janeiro e nos bondinhos do Pão de Açúcar parte os cabos com os dentes. Como ele havia agradado também as crianças, no desfecho Jaws se torna bonzinho, começa a falar e até arruma uma namorada.