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‘Maria’: Diretor explica a escolha de Angelina Jolie para o papel

Angelina Jolie (‘Malévola’) e Pablo Larraín (‘O Conde’) se uniram para trazer à vida a história da lendária cantora de ópera Maria Callas no filme Maria’. A parceria, fruto de uma admiração mútua, promete ser um dos destaques do cinema.

Larraín, conhecido por seus retratos de figuras femininas complexas, como em ‘Jackie’ e ‘Spencer’, revelou em entrevista à Vanity Fair que desejava trabalhar com Jolie há algum tempo. Após assistir a ‘Spencer’, a atriz aceitou o convite para interpretar a diva da ópera.

“Conversei com Angie e disse: ‘Olha, eu gostaria de fazer um filme com você. Não vou te contar o que é, mas por favor vá assistir a Spencer'”, lembrou Larraín.

A escolha de Jolie para o papel não foi por acaso. Larraín buscava uma atriz que encarnasse a força e a fragilidade de Callas, e encontrou em Jolie a combinação perfeita de beleza, talento e intensidade. A preparação da atriz foi árdua, envolvendo aulas de canto, estudo da postura e do sotaque característico da cantora.

“Ela se tornou a soma das tragédias que interpretou no palco. O filme é sobre alguém que, após dedicar sua vida ao público ao redor do mundo que a ouviria, decide encontrar sua própria voz, sua própria identidade, e finalmente fazer algo apenas para si mesma”, declara Larraín. 

“Esta é a maior diva do século XX, e quem poderia interpretá-la? Eu não queria trabalhar com alguém que não tivesse isso já. Eu precisava de uma atriz que naturalmente e organicamente fosse essa diva, carregasse esse peso, fosse essa presença. Angelina estava lá”, explica o cineasta.

O filme se aprofunda na vida pessoal e artística de Maria Callas, explorando a relação entre sua vida pública e privada. Larraín destaca a fragilidade por trás da imagem de diva, mostrando como a busca pela perfeição artística pode ter um alto custo pessoal.

“Enquanto ela cantava, ela estava vivendo tudo o que passou no palco. É por isso que ela também era muito respeitada, não apenas pela qualidade e cor e especificidade de sua voz, mas também pela maneira como se apresentava. Eu me conectei através da forma como a elaboração do seu trabalho pode, às vezes, ser devastadora”, explica Larraín,

“Embora esta seja a história de uma mulher que viveu dos anos 20 aos anos 70 e teve uma vida completamente diferente da minha, há uma fragilidade que é inevitável. É impossível esconder a si mesmo. Ela queimou sua voz, sua vida, ao fazer seu trabalho — e acho que eu queimei um pouco de mim mesmo ao fazer isso”, concluiu.

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Maria tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

“Baseado em fatos, Maria vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970”, diz a sinopse.

‘Marty Supreme’: Timothée Chalamet estará IRRECONHECÍVEL, afirma diretor de fotografia

O astro Timothée Chalamet se prepara para retornar aos cinemas na pele do lendário jogador de pingue-pongue Marty Reisman em ‘Marty Supreme’, cinebiografia dirigida por Josh Safdie.

Em entrevista à Variety, o aclamado diretor de fotografia Darius Khondji compartilhou detalhes sobre o processo de preparação para o longa.

Khondji revelou o comprometimento de Chalamet com o papel: “Ele queria ser como um verdadeiro jogador profissional de pingue-pongue quando começou a filmar”.

O diretor de fotografia acrescentou que, no filme, Chalamet estará cercado por “alguns dos maiores campeões reais de pingue-pongue da atualidade”, vestidos como nos anos 1950.

Khondji também antecipou uma grande transformação para o ator: “Chalamet vai ser muito diferente do Timothée Chalamet que você já viu até agora. Eu não acho que as pessoas vão reconhecê-lo de jeito nenhum” observou, sugerindo que o público não encontrará o “romântico habitual”.

Apesar da centralidade do pingue-pongue na trama, Khondji destacou que “o filme é sobre tudo, menos sobre pingue-pongue”.

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Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é assinado pelo diretor Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘Marty Supreme’ tem previsão de lançamento para 2025. As filmagens já começaram em Nova York.

Keira Knightley fala sobre possível retorno em ‘Piratas do Caribe 6’

A atriz Keira Knightley, que interpretou a icônica Elizabeth Swann na franquia Piratas do Caribe, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel no sexto longa-metragem da série.

Conforme o Collider, Knightley foi direta sobre o assunto, afirmando que “não houve nenhuma conversa” com a produção sobre seu retorno.

“Foi há muito tempo. E eu nem lembro direito o que aconteceu com ela. Então, não sei exatamente para onde ela deveria ir depois disso… Mas acho que ela deveria ser uma pirata, né?”, afirmou.

Orlando Bloom fala sobre possível retorno em ‘Piratas do Caribe’: “Se o roteiro for incrível”

Ainda que o retorno de Keira Knightley não esteja em discussão, o produtor Jerry Bruckheimer já comentou abertamente sobre a possibilidade de Johnny Depp voltar a interpretar o Capitão Jack Sparrow.

Bruckheimer afirmou que conversou com Depp sobre o assunto e que o retorno do ator dependeria do roteiro:

“Se ele gostar da forma como o personagem foi escrito, acho que ele toparia. Tudo depende do que está no papel, como todos sabemos… Ainda estamos trabalhando no roteiro. Queremos fazer esse filme. Só precisamos encontrar o roteiro certo. Ainda não conseguimos, mas estamos perto”, afirmou.

‘Piratas do Caribe’: Produtor acredita que Johnny Depp aceitaria estrelar novo filme

Relembre o trailer do último filme da franquia, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’:

Bruce Campbell afirma que filme é prioridade apesar de diagnóstico de câncer incurável

O ator Bruce Campbell falou abertamente sobre sua carreira após a revelação de seu diagnóstico de câncer. Determinado a promover seu novo filme,Ernie & Emma, o astro destacou que a produção é sua “prioridade absoluta” no momento, apesar de ter anunciado recentemente que enfrenta um tipo de câncer classificado como “tratável”, porém não “curável”.

Conforme reportado pelo Deadline, Campbell escreveu, dirigiu e protagoniza o longa. Em uma declaração sincera, ele explicou como a doença impactou sua perspectiva profissional: “Isso não muda nada para mim. Na verdade, faz você priorizar 100%, e para mim, a prioridade é este filme”.

O longa foi produzido em parceria com sua esposa, Ida Gearon, o que torna o projeto ainda mais especial para o artista. “Minha esposa e eu nunca fizemos um filme juntos antes, e isso é a coisa mais empolgante de todas. Finalmente conseguimos fazer algo sem influência externa. Fizemos isso em nossa própria pequena bolha”.

Bruce Campbell, de ‘Uma Noite Alucinante’ e ‘Homem-Aranha’, anuncia pausa para tratar câncer ‘não curável’

No início deste mês, Campbell explicou que, embora o trabalho continue sendo importante, algumas atividades terão que ficar em segundo plano devido ao tratamento. Isso inclui o cancelamento de sua participação em diversas convenções agendadas para o verão norte-americano.

Ao comunicar a notícia, o ator foi direto: “Não estou tentando buscar simpatia, ou conselhos, só quero me adiantar a essa informação caso dados incorretos comecem a circular. Não se preocupem, sou um velho durão e tenho um ótimo apoio, então espero continuar por aqui por um bom tempo”.

Na trama, Campbell interpreta um vendedor de peras viúvo que viaja para espalhar as cinzas de sua falecida esposa, revisitando memórias de seu casamento ao longo do trajeto. Além de Bruce Campbell, o elenco conta com Cerina Vincent, Robin McAlpine e seu colaborador de longa data, Ted Raimi.

James Gunn CONFIRMA projeto com Exterminador no DCU

Os fãs do personagem podem comemorar! De acordo com James Gunn, o Exterminador aparecerá no DCU em algum momento.

Por meio de suas redes sociais, onde costuma ser bastante ativo, Gunn confirmou que tem planos de incluir o personagem no novo universo da DC nos cinemas.


Vale lembrar que a DC Studios está supostamente desenvolvendo um novo filme com foco nos vilões Bane e Exterminador. O projeto estaria sendo escrito por Matthew Orton, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.

No entanto, segundo o Deadline, embora Bane e Exterminador estejam confirmados no filme, ainda não há certeza se eles serão os protagonistas da trama.

Esse mistério alimentou especulações de que o projeto possa ser, na verdade, uma adaptação do Sexteto Secreto, uma equipe de supervilões que passou por diversas formações ao longo dos anos nos quadrinhos da DC.

Por enquanto, nada foi confirmado oficialmente pela DC Studios.

‘Dom’ é renovada para 3ª temporada pela Amazon Prime Video

De acordo com a jornalista Patrícia Kogut, a 3ª temporada da série ‘Dom‘ foi confirmada pela Amazon Prime Video e deve começar as suas filmagens até o final de 2022.

Lembrando que a segunda temporada da série já teve suas filmagens finalizadas e está em pós-produção, com previsão de estreia ainda para este ano. Já o terceiro ano irá acompanhar a vida do personagem principal (Gabriel Leone) na prisão.

O show que era comandado por Breno Silveira e agora só por Vicente Kubrusly, apresenta a história de Pedro Dom (Leone), líder de uma gangue criminosa que dominou os tabloides cariocas no início dos anos 2000 – leia a crítica da primeira temporada.

Dom‘ foi inspirada em eventos reais. O elenco também conta com Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fábio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

Armadilha

 

O que você faria se estivesse em um caixa eletrônico, em uma madrugada deserta, prestes a sofrer uma violência de um maluco encapuzado parado em frente à uma porta eletrônica? Dirigido pelo estreante em longas metragens, David Brooks, “Amadilha” (‘ATM’, como são chamados os “Caixas Eletrônicos 24 horas” nos EUA) tenta criar uma atmosfera de suspense que não surpreende nem gera medo em nenhum dos 90 minutos de filme.
Muito difícil saber quem está pior em cena, Josh Peck ou Alice Eve. Brian Geraghty ao menos se esforça ao seu máximo para tentar dar algum sentido ao seu medroso personagem.

Na trama, um amigo convence um outro de ir à uma festa de confraternização onde estará a garota de seus sonhos. Após um lance de sorte (bastante forçado, diga-se de passagem), o jovem apaixonado tem a chance de dar uma ‘carona amorosa’ à sua eminente conquista, porém, um amigo também embarca nessa viagem e o trio, após um pedido inusitado por comida, dá uma parada em um caixa eletrônico onde acabam em uma luta desesperada para salvar suas vidas quando ficam “presos” no local por um homem misterioso vestido com uma roupa de frio.

Quem assina o roteiro é Chris Sparling (que também fez o roteiro do ótimo “Enterrado Vivo”), pena que não consegue acertar com esse, como em trabalhos anteriores. Tudo é muito sem sentido e o material humano também não ajuda. Muitas das situações que vemos nas sequências são extremamente forçadas e sem um pingo de criatividade, deixa muito à desejar. É uma verdadeira maratona ir até o fim da fita.

Tem coisas que não dá para entender: 1) Porque eles decidiram ir até o “ATM” mais escuro, isolado e sombrio da cidade? 2) Porque o carro foi estacionado a muitos metros de distância da entrada do “ATM” ? 3) Qual o motivo do Serial “ATM”? Essas são apenas algumas, muitas outras vocês indagarão se forem ver esse longa que prometia ser ao menos interessante mas se perde do início ao fim.

Esse não vale nem levar aquela paquera para ver, o filme não dá medo! Se você quer pulos nas cadeiras ou uma trama intrigante corra para ver outra fita! Muito abaixo da média entre os filmes do gênero!

 

Crítica por: Raphael Camacho (Blog)

 

 

Sequência de ‘Millennium’ não deve acontecer, diz Rooney Mara

Rooney Mara, protagonista de ‘Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’, não está esperançosa em relação à sequência do filme de 2011.

Em entrevista ao E! Online, a intérprete de Lisbeth Salander diz acreditar que nunca mais viverá a personagem.

“Eu não acho que o filme vai acontecer. Estou triste por nunca mais poder interpretá-la novamente, mas parece que o filme não está nos planos [do estúdio]”, falou a atriz.

Em setembro do ano passado, o diretor David Fincher se mostrou otimista quanto aos planos de uma trilogia, afirmando que “a Sony gastou milhões de dólares em direitos e no roteiro, então acho que isso resultará em algo”.

Andrew Kevin Walker (‘Seven – Os 7 Crimes Capitais’) estava revisando o roteiro do segundo filme, ‘A Menina que Brincava com Fogo‘ (The Girl Who Played With Fire), originalmente escrito por Steven Zaillian, o roteirista original.

Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres‘ não foi tão bem nas bilheterias e ficou aquém das expectativas da Sony Pictures, arrecadando US$ 102,5 milhões nos EUA.

Escrita pelo jornalista sueco Stieg Larsson (1954-2004),’Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres‘ foi lançado em 2005 e tornou-se rapidamente um dos livros mais vendidos da atualidade, com mais de 21 milhões de cópias e lançado em 40 países.

A terceira e última parte da trilogia é A Rainha do Castelo do Ar (Luftslottet som sprängdes).

George Lucas ofereceu a Leonardo DiCaprio o papel de Anakin Skywalker nos prelúdios de ‘Star Wars’

Mais uma bela curiosidade para fecharmos 2015 com chave de ouro.

Conforme o The Short List, Leonardo DiCaprio não estava pronto para entrar em uma franquia de grande porte, sobretudo, por que vários outros projetos para longas mais técnicos chegaram em suas mãos. Afinal, depois que ‘Titanic‘ chegou às telonas em 1997, Leo e Kate Winslet se tornaram as duas maiores estrelas jovens da década de 90.

George Lucas convidou o ator na década de 90 para viver Anakin Skywalker, papel que ficou com Hayden Christensen .

“Eu não sentia que estava pronto para fazer esse mergulho naquele momento”, afirmou DiCaprio à ShortList.

 

Star Wars: O Despertar da Força‘ arrecadou US$ 1 bilhão em tempo recorde: apenas dez dias. O recorde anterior pertencia a ‘Jurassic World’, que ultrapassou a barreira do US$ 1 bilhão em 13 dias. Em seu segundo final de semana nos EUA, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ caiu apenas 38% em relação à sua estreia e arrecadou mais US$ 153,5 milhões.

O filme já soma US$ 544 milhões nos EUA, e US$ 546 milhões no resto do mundo.

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Segundo Paul Dergarabedian, analista da empresa que acompanha os números de bilheterias Rentrak, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ pode quebrar o recorde de ‘Avatar‘ e chegar aos US$ 3 bilhões mundialmente.

“Se algum filme conseguir quebrar a barreira inédita dos US$ 3 bilhões, esse filme é Star Wars. Os fãs esperavam um filme melhor que os anteriores, e conseguiram isso. E os números nas bilheterias são prova do bom resultado. Não imagino outro filme que conseguiria quebrar essa marca, a não ser esse”, afirmou ao The Wrap.

O recorde atual é de ‘Avatar‘, que conquistou US$2,7 bilhões mundialmente.

O Star Wars Que Minha Geração Merece 

J.J. Abrams gostaria de dirigir ‘Star Wars – Episódio VIII’

 

Império e Rebeldes terão novos nomes em ‘O Despertar da Força’

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

 

Críticas de ‘Harry Potter e o Menino Amaldiçoado’ são POSITIVAS!

Depois de quase nove anos de espera, os fãs finalmente conheceram a nova história de Harry Potter com a peça de teatro ‘Harry Potter e o Menino Amaldiçoado‘.

As primeiras resenhas críticas, sem surpresa, foram esmagadoramente positivas, com os fãs obedecendo a autora JK Rowling e mantendo os spoilers em segredo.

Apesar da imprensa não ter sido convidada para a première que aconteceu na noite de ontem, 7, algumas críticas já surgiram online.

O Telegraph disse que a peça foi “super movimentada e, o mais importante, engraçada”:

“O enredo, um hino à amizade e aos desajustes dos adolescentes, contém reviravoltas suficientes para agradar aos fãs mais fieis, que permaneceram resolutamente de boca fechada sobre o enredo e como eles encerraram a Primeira Parte”, afirmou.

O jornal continuou:

“Quaisquer medos de que o mundo de Hogwarts no palco não conseguiria competir com os filmes realizados com milhões de dólares foram rapidamente derrubados pela superprodução da peça de teatro”.

Enquanto isso, o The Mirror também elogiou a peça:

“As crianças roubam a cena junto com todo o drama dos livros e filmes, um monte de cenas divertidas e alguns efeitos especiais fantásticos. JK Rowling já pode ter a certeza de que o público vai estar de volta para a Parte 2, após o final deixado pela primeira parte!”.

Deadline revelou que os efeitos especiais “são tão perfeitos que nunca foram vistos em nenhuma outra peça de teatro, e deixarão encantados até os fãs mais céticos.”

J.K. Rowling se revolta com comentários racistas contra Hermione negra 

CONFIRMADO! ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ será lançado como livro 

28 imagens inéditas do novo parque temático de ‘Harry Potter’

A trama da peça teatral começa 19 anos após o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling, e mostrará Harry Potter adulto tentando conectar com o mais jovem de seus três filhos, Alvo.

“Depois do confronto final entre Harry e lorde Voldemort, visto em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, o bruxinho se tornou um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças para criar. Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar onde pertence, seu filho Alvo tem que lidar com o legado do seu pai. Com o mal retomando forças, o passado e presente começam uma sinistra fusão, e pai e filho descobrem a verdade desconfortável: por vezes, a escuridão vem de lugares inesperados”, afirma a sinopse.

A saga literária vendeu mais de 450 milhões de livros em mais de 200 países, e foi traduzida para 73 idiomas. A franquia Harry Potter teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.

Uma trilogia derivada de Harry Potter está a caminho do cinema – leia mais.

Daniel Radcliffe revela que odiou sua atuação em um dos filmes ‘Harry Potter’; Saiba qual!

A peça é dividida em duas partes para serem assistidas no mesmo dia, ou em duas noites consecutivas.

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‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta’ ganha cartaz nacional

A Universal Pictures liberou o primeiro cartaz nacional de ‘SING – Quem Canta Seus Males Espanta‘ (SING).

A publicação também confirmou que Call Me Maybe, música de Carly Rae Jepsen, é a mais nova confirmação no lineup de trilha sonora que já inclui, Nicki Minaj, Kate Perry.

Confira com os últimos vídeos liberados:

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Situado em um mundo inteiramente habitado por animais, ‘SING – Quem Canta Seus Males Espanta‘ conta com candidatos de peso na luta pelo prêmio de cem mil dólares: um rato, uma elefanta tímida com enorme pânico de palco, uma mãe sobrecarregada que cuida de uma ninhada de 25 leitões, um gorila gangster e um porco-espinho fêmea que curte punk-rock.

A comédia tem direção de Garth Jennings e produção de Chris Meledandri e Janet Healy. As vozes originais são de Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Seth MacFarlane, Scarlett Johansson, John C. Reilly, Taron Egerton, Tori Kelly, Nick Kroll, Jennifer Saunders, Peter Serafinowicz, Leslie Jones, Jay Pharoah, Nick Offerman e Beck Bennett.

Chris Pratt e Jennifer Lawrence em novas imagens do sci-fi ‘Passageiros’

Chris Pratt e Jennifer Lawrence vivem um romance incrível em meio ao espaço sideral e a luta pela sobrevivência nas novas imagens de ‘Passageiros‘ (Passengers).

Confira, com o trailer:

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Na trama escrita por Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’, ‘Prometheus’), uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.

Lawrence receberá nada menos que US$ 20 milhões para estrelar o drama. O valor representa um quarto do orçamento previsto para o filme.

Com os US$ 10 milhões de cachê de Pratt e mais US$ 3 milhões pagos ao diretor Morten Tyldum (indicado ao Oscar por ‘O Jogo da Imitação’), o longa já gastou cerca de US$ 40 milhões sem sequer ter uma cena filmada, o que já ascendeu o sinal vermelho na Sony.

Laurence Fishburne (‘Matrix’) completa o elenco.

O filme de longa gestação já teve Keanu Reeves, Reese Witherspoon e Rachel McAdams associados ao elenco. Todos desistiram do projeto.

A estreia está marcada para 21 de dezembro de 2016 nos EUA, e 5 de Janeiro de 2017 no Brasil.

 

LEGO Ninjago – O Filme

(The Lego Ninjago Movie)

 

Elenco:

Olivia Munn
Justin Theroux
Dave Franco
Jackie Chan
Michael Peña
Kumail Nanjiani
Zach Woods

Direção: Charlie Bean

Gênero: Animação, Aventura

Duração: 101 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 28 de Setembro de 2017

Sinopse: 

Nesta grande aventura de Ninjago, a batalha por Ninjago City chama para a ação o jovem Lloyd, também conhecido como o Ninja Verde, junto com seus amigos, que são todos guerreiros secretos e LEGO Master Builders.

Conduzidos pelo mestre Wu do kung fu, ele devem derrotar o vilão Garmadon, o indivíduo mais perverso de todos os tempos e que ainda é o paizinho de Lloyd. O confronto épico testará esta equipe feroz e indisciplinada de ninjas modernos que devem aprender a controlar seus egos e a se reunir para liberar o seu verdadeiro poder.
Curiosidades: 

» O elenco de dublagem ainda conta com Dave Franco como Lloyd, Michael Peña como Kai, Abbi Jacobson como Nya, Kumail Nanjiani como Jay, Zach Woods como Zane e Fred Armisen como Cole.

» O novo projeto também é considerado um spin-off de ‘Uma Aventura LEGO‘, que chegou aos cinemas mundiais em fevereiro de 2014.

» Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas de ’Uma Aventura LEGO’, cuidam da produção, enquanto Charlie Bean (‘Tron: Uprising‘) dirige.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica em Vídeo | O Rastro – Terror nacional com qualidade hollywoodiana

O crítico Renato Marafon fala sobre ‘O Rastro‘ – terror nacional que chega aos cinemas tentando revolucionar o gênero, com uma superprodução milionária digna de Hollywood.

Assista:

O elenco traz Rafael Cardoso, Leandra Leal, Claudia Abreu, Felipe Camargo, Jonas Bloch e Alice Wegmann.

João (Rafael Cardoso) é um médico escolhido para coordenar a remoção de pacientes de um antigo hospital prestes a ser desativado. Na noite da transferência, uma menina de dez anos desaparece sem deixar vestígios. Quanto mais João se aproxima da verdade, mais ele mergulha em um universo obscuro, que nunca deveria ser revelado.

Dirigido por J.C. Feyer, o longa estreia amanhã, dia 18 de Maio.

Luc Besson já roteirizou as sequências de ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas’

Em entrevista ao Nerdist, Luc Besson revelou que terminou o roteiro de ‘Valerian 2′, e que inclusive já iniciou os trabalhos para o terceiro filme.

“Eu terminei o segundo e estou escrevendo o terceiro. Não sei se faremos, porque não depende de mim. Cabe ao público, se eles gostarem. Estou feliz em escrevê-lo. Eu nem espero. Estou apenas escrevendo para mim. Eu terminei a sequência, e há um mês estava entediado, então eu disse, ‘vamos escrever o terceiro'”.

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas‘ estreia hoje no Brasil.

Assista a entrevista e nossa crítica:

Além de DeHaan, que interpreta Valerian, o filme também é protagonizado por Cara Delevingne, no papel de Laureline. Clive Owen (‘Closer’), Ethan Hawke (‘Boyhood: Da Infância à Juventude’) e Rihanna (‘Battleship: a Batalha dos Mares’) também estão no elenco.

A ficção científica foi baseada na clássica saga de quadrinhos francesa “Valerian et Laureline”, criada pelo artista Jean-Claude Mézières e o escritor Pierre Christin, e utilizou as referências do comic para criar uma versão épica e contemporânea do original.

Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) são agentes especiais do governo dos territórios humanos, responsáveis pela manutenção da ordem em todo o universo. Valerian quer mais do que uma relação profissional com a sua parceira e deixa isso bem claro. Mas sua extensa história com mulheres somados aos valores mais tradicionais de Laureline a levam a rejeitar um romance.

Seguindo as ordens de seu comandante (Clive Owen, de Os Especialistas), Valerian e Laureline embarcam em uma missão para a cidade intergaláctica Alpha, uma metrópole em constante expansão composta de milhares de espécies diferentes de todos os quatro cantos do universo. Os 17 milhões de habitantes de Alpha convergiram no tempo e no desejo de unir talentos, tecnologia e recursos para a melhoria de todos. Infelizmente, nem todos em Alpha tem os mesmos objetivos. Na verdade, forças invisíveis estão operando na cidade, colocando a raça humana em grande perigo.

EXCLUSIVO: Assista aos bastidores de ‘Dark’, série de suspense da Netflix

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um vídeo legendado com os bastidores de Dark‘ – nova série original da Netflix.

Elenco e showrunners contam tudo sobre esse suspense sobrenatural único no qual o desaparecimento de duas crianças acaba expondo as vidas duplas e relações disfuncionais de uma cidadezinha alemã.

Assista:

Leia nossa crítica em TEXTO:

Crítica | Dark – Nova série da Netflix é mais madura e assustadora que Stranger Things 

Dark‘ se passa em uma cidade alemã no dia em que o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas e a ruptura de relações entre quatro famílias. Em dez episódios de uma hora, a história assume um toque sobrenatural que se volta para a mesma cidade em 1986.

Escrita por Jantje Friese e dirigida por Baran Bo Odar (Invasores – Nenhum Sistema está à Salvo), ‘Dark‘ é uma série de mistério e drama arrepiante: um complexo quebra-cabeça cheio de reviravoltas. Um trabalho de câmeras com imagens precisas e performances realistas aprimoram uma rede texturizada de personagens curiosos, todos os quais têm uma conexão com a turbulenta história da cidade, mesmo que eles saibam ou não.

Os episódios já estão disponíveis na Netflix.

Fox lançará ‘Deadpool’ surpresa dia 21 de Dezembro… de 2018; Confira!

A 20th Century Fox anunciou que um novo filme de ‘Deadpool’ vai chegar aos cinemas em no dia 21 de dezembro… deste ano.

Por mais que muitos gostariam que fosse ‘Deadpool 3’, o Deadline, afirma que a produção em questão seria uma versão PG-13 de ‘Deadpool 2‘ e não necessariamente um longa completamente novo.

Com essa suposta readequação, a sequência deve passar por várias adaptações quando à linguagem excessivamente agressiva, além da redução ou censura de cenas violentas. A publicação pontua que além disso, a narrativa deve passar por algumas alterações.

Ainda não há informações a respeito de um possível relançamento no Brasil.

Recentemente, o astro Ryan Reynolds publicou um imagem em seu Twitter, que traz o anti-herói Deadpool lendo uma história para dormir para o ator Fred Savage, em uma recriação do cenário do filme.

Confira:

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um featurette legendado de ‘Deadpool 2‘ focado na relação do Mercenário Tagarela com o Colossus.

Assista, com vídeos anteriores:

‘Deadpool 3’: Fox pode estar desenvolvendo a sequência em silêncio! 

A Fox confirmou que a ‘Edição do *&#@$%@‘ já está disponível nos principais serviços de streaming (iTunes, NOW, Google Play Store, entre outras).

Confira abaixo mais detalhes sobre as novidades do lançamento:

DEADPOOL 2 – EDIÇÃO DO *&#@$%@

EXTRAS
• Erros de gravação
• Cenas estentedidas/ excluídas
• Até que sua cara doa: tomadas alternativas
• Os lábios de Deadpool estão selados: segredos e easter eggs
• O membro mais importante da X-Force
• Valores da família Deadpool: elenco de personagens
David Leitch, não Lynch: a direção de Deadpool 2
• Role com os socos: ação e proezas
• O experimento Deadpool na prisão
• Chadrez
• Bombado e sexy
• Monólogo de 3 minutos
• Comentário de Ryan Reynolds, David Leitch, Rhett Reese e Paul Wernick
• Saco de risada de Deadpool 2
• Fotografias  

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

 

Batalha judicial atrapalha sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

Um filme vencedor de 6 Oscar, com 97% de aprovação da imprensa especializada, com quase US$ 400 milhões em caixa ao redor do mundo e um dos favoritos de todos os tempos na opinião do grande público só teria motivos para comemorar, certo? Errado se este filme for Mad Max: Estrada da Fúria, e seu diretor for George Miller.

O consagrado cineasta de 72 anos está, ao lado de sua produtora, processando o estúdio responsável por seu último filme, a Warner Bros., por não lhe pagar o bônus prometido pelo filme. O que acontece é que no contrato de Miller com a Warner constava que se o diretor entregasse a obra dentro do orçamento pré-estipulado de US$ 175 milhões, iria receber US$ 7 milhões a mais. Como os custos para o filme ultrapassaram o valor, a Warner cumpriu o contrato e não pagou Miller a mais.

Porém, Miller e sua produtora entraram com um processo em setembro contra o estúdio, afirmando que o valor excedente do orçamento ocorreu devido à decisões, mudanças e novas exigências da própria Warner, o que culminou em atrasos, custos adicionais e despesas para o filme, terminando por elevar o valor. Segundo os advogados de Miller e sua companhia, se tal valor adicional das mudanças exigidas pela Warner fosse subtraído do total, o filme estaria dentro do contrato e do valor estipulado.

E agora? Quem está com a razão? Esperamos que isso não afete a vontade de ambas as partes em realizar novos filmes da franquia Mad Max, os quais Miller diz já ter mais dois em mente. Imagina Mad Max sem Miller?

‘Fortuna Maldita 2’: Possessão demoníaca no trailer ASSUSTADOR do terror; Assista!

O terror ‘Fortuna Maldita 2‘ (May the Devil Take You: Chapter Two), que será lançado pela Netflix, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Timo Tjahjanto retorna à direção da sequência.

A trama segue Alfie (Chelsea Islan), uma jovem solitária e depressiva, que descobre que seu pai, Lesmana (Ray Sahetapy), está doente. Alfie viaja para a vila do pai para tentar descobrir o que está acontecendo com ele e como isso se conecta com a morte misteriosa de sua mãe. Outras complicações surgem com a chegada de Maya (Pevita Pearce), meia-irmã de Alfie. As duas mulheres lentamente viajam em uma horrível espiral de violência e insanidade, enquanto se aproximam da verdade sobre o que ou com quem Lesmana está morando.

O longa será lançado no dia 27 de fevereiro, mas ainda não foi confirmado quando chegará ao catálogo da Netflix.

‘90210’ estreia na Globoplay com o título ‘Barrados no Baile – Nova Geração’

A Globoplay adicionou o reboot da série ‘90210‘, exibida de 2008 a 2013, em seu catálogo.

Levando em conta o título da série original, o reboot chegou ao Brasil com o título ‘Barrados no Baile – Nova Geração‘.

A série segue a vida de vários estudantes ricos frequentando a West Beverly Hills High School na comunidade de luxo e repleta de estrelas de Beverly Hills, Califórnia. Depois a série se concentra no mesmo grupo de amigos quando eles se formam e começam suas vidas no mundo adulto. Alguns frequentam a faculdade na Universidade da Califórnia, enquanto outros começam a explorar o ensino pós-secundário.

Confira o anúncio da Globoplay:

A série acompanha a família Wilson, os novos moradores de Beverly Hills, Annie Wilson (Shenae Grimes) e Dixon Wilson (Tristan Wilds). Seu pai, Harrison Wilson (Rob Estes) retornou de Wichita, Kansas, para sua casa de infância em Beverly Hills com sua família para cuidar de sua mãe, a ex-atriz de televisão e teatro Tabitha Wilson (Jessica Walter), que tem um problema com bebida e entra em conflito com sua esposa Debbie Wilson (Lori Loughlin). Annie e Dixon lutam para se adaptar às suas novas vidas enquanto fazem amigos e ainda aderem aos desejos de seus pais.

Assista ao trailer:

Regina Casé pede orações por Paulo Gustavo, internado com COVID-19

Desde o último sábado (13), o ator e humorista Paulo Gustavo (‘Minha Mãe é Uma Peça’) está internado num hospital do Rio de Janeiro após ter sofrido complicações no quadro de infecção por Coronavírus.

Em suas redes sociais, Regina Casé pediu orações e energia positiva para o ator e humorista.

“Dei zoom na foto pra todo mundo sentir quanto amor tem nesse abraço… Assim como eu, sei que muita gente ama muito o Paulo Gustavo, e agora é hora de pensar em cada emoção, cada risada que ele nos dá de presente, tanta coisa boa, e devolver em reza, torcida, energia positiva, vibração de cura!. Vamos pedir com força que ele continue melhorando e fique logo bem pra continuar fazendo tanto bem pra gente!”, pediu a atriz.

Sexta (19), a atriz Monica Martelli revelou em seu Twitter que o ator apresentou melhora de seu quadro.

“Esses tweets são justamente pra acolher vocês e assim acolher a ele também, através dessa energia boa que vocês mandam. Te amo, Paulo, e sei que o Brasil te ama. Estamos contigo e o desejo geral é de saúde, saúde e saúde.”, afirmou.

No começo da semana, a mãe do ator, Dea Amaral, pediu o apoio dos fãs numa corrente de oração pela recuperação do filho.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou uma mensagem dizendo que ele já se recuperando, mas reforçou a importância da campanha de orações:

“Olá, amigos! Paulo Gustavo precisou se internar por complicações do Covid. Mas graças a equipe médica e a corrente de energia e orações ele está vencendo o vírus e melhorando a cada dia. Ele está louco para voltar a fazer a gente rir. Pelo que continuemos rezando em conjunto, 12h, 15h e 18h todos os dias para que ele se recupere o mais rápido possível! Não consigo responder a todos, mas agradeço todas as mensagens de carinho e fé! Estão funcionando muito!”.

Confira:

 

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Uma publicação partilhada por Dea Amaral (@dealucia66)

Thales Bretas, marido de Paulo, também reforçou o pedido e lembrou aos seguidores que:

“Esse vírus é realmente muito traiçoeiro, agressivo e contagiante! Por favor, quem puder, fique em casa, se cuide, use máscara e álcool gel o tempo todo! Continuemos em orações! Ele vai ficar bem!!!” 

Produtor revela seus planos e ideias para ‘Vingadores 5’

Vingadores: Ultimato’ deu fim à Saga do Infinito e às três primeiras fases do Universo Cinemático Marvel – e abriu as portas para que novas histórias fossem contadas.

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Nate Moore quais são os planos para Vingadores 5’.

“Eu acho que Vingadores 4 foi chamado de Ultimato por uma razão. Nós realmente não falamos de uma maneira real sobre o que será o Vingadores 5. Acho que podemos  fazer o que quisermos agora. Nós poderíamos desenvolver um quinto filme ou apenas dizer, ‘Ei, aqui está um filme independente dos Vingadores’. E acho que, desde que a história seja forte e interessante, as pessoas virão e verão. Somos nerds, então gostamos de construir as coisas e gostamos de espalhar migalhas de pão e ver de onde elas vêm… Mas sim e acho que o público também quer ser surpreendido. Então, até certo ponto, não queremos dizer: ‘Você viu esse truque, vamos fazer de novo’. Qual é a nova maneira de surpreender as pessoas se, e quando fizemos um filme dos Vingadores , qual seria a versão mais divertida disso?”, afirmou.

Agora que o Kang, vivido por Jonathan Majors, vai dilacerar as linhas do tempo, podemos ter alguns efeitos colaterais multiversais em todos os filmes que se seguem.

“Estamos indo ao contrário e tornando as apostas realmente pessoais e pequenas, porque o que é maior do que Ultimato? Você sabe o que quero dizer? Como podemos tornar as apostas maiores do que aquilo? O universo vai entrar em colapso? Eu não sei. Ou há outra maneira em que, ‘Oh, aqui está uma missão realmente inteligente: Os Vingadores vão ficar menores. Mais uma vez, podemos brincar com todas as ideias, mas sinto que a porta está um pouco aberta e o público vai gostar de nos seguir. “, afirmou.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, CONFIRMOU recentemente ao Collider que o quinto filme da saga vai acontecer, mas deve demorar.

“Queremos que haja um tempo razoável desde Ultimato para começar uma nova saga, mas ela já está em andamento e já começou. Precisamos de tempo, como fizemos na Fase 1, para fazer apresentar todos esses personagens antes de juntá-los em Vingadores 5”, afirmou.

Segundo o site, é possível que ‘Vingadores 5‘ aconteça por volta de 2025 (quatro anos após o início da Fase 4 com a ‘Viúva Negra‘).

Você está ansioso para ‘Vingadores 5‘?

‘E.T. O Extraterrestre’, clássico de Steven Spielberg, será RELANÇADO nos cinemas nacionais!

Um dos filmes mais conhecidos e adorados de todos os tempos é, sem sombra de dúvida, a clássica aventura sci-fi ‘E.T. O Extraterrestre’.

Em 2022, a obra completa nada menos que 40 anos de idade e, para celebrar seu aniversário, a Universal Pictures relançará a produção nos cinemas nacionais.

‘E.T. O Extraterrestre – Aniversário de 40 Anos’ estreia no dia 3 de Novembro de 2022.

A produção, lançada em 1982 pelas mãos de lendário Steven Spielberg e escrita por Melissa Mathison, gira em torno de Elliott, um garoto que faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

O conceito do longa foi baseado em um amigo imaginário que Spielberg criou quando criança, depois do divórcio dos pais – e se tornou um sucesso de crítica e de bilheteria automático, arrecadando mais de US$790 milhões mundialmente e sendo aclamado pelos especialistas, que o caracterizam como uma das melhores produções de todos os tempos. Indicado a nove categorias do Oscar, o projeto trouxe nomes como Dee WallaceHenry ThomasDrew Barrymore e outros ao elenco.

Para celebrar o relançamento, preparamos uma breve matéria especial separando algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Spielberg rodou a maior parte do filme no nível de olhar de uma criança, para fornecer ainda mais conexões entre Elliott e o E.T.
  • Até hoje, o final do longa foi uma das experiências musicais mais significativas da carreira do compositor John Williams. Depois de várias tentativas para construir a trilha sonora do filme, Spielberg tirou o filme das telas e encorajou Williams a conduzir a orquestra da mesma maneira que faria em um concerto. Ele assim o fez e Spielberg reeditou o filme para combinar com a música – algo bastante inesperado dentro da indústria cinematográfica. O resultado garantiu a Williams o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original em 1983.

  • Em dado momento, Gertie olha para o E.T. e diz: “eu não gosto dos pés deles”. Essa fala, na verdade, foi improvisada por Barrymore e se referia ao agrupamento de fios que saíam da marionete do personagem titular. Ela também improvisou a fala “me dê um tempo!” depois de Elliott dizer que apenas criancinhas podem ver o E.T.
  • Durante uma certa época das filmagens, Barrymore estava consistentemente esquecendo as falas, irritando Spielberg a ponto do diretor gritar com ela. Logo depois, ele descobriu que ela tinha comparecido ao set com febre alta. Sentindo-se culpado, ele a abraçou e pediu desculpas, conforme ela chorava. Ele, então, a mandou para casa com uma nota do próprio diretor.
  • Boa parte do roteiro foi escrita durante as filmagens de ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, também de Spielberg, em meio às pausas. O cineasta ditava a história para Mathison, que estava lá com seu então namorado e futuro marido Harrison Ford.

  • Durante as audições, Thomas pensou sobre o dia em que seu cachorro havia morrido para expressar tristeza. O teste correu tão bem que Spielberg chorou e ofereceu o papel de Elliott a ele imediatamente.
  • Ford havia rodado uma aparição no filme como o diretor da escola de Elliott, mas a cena foi descartada do corte final.
  • Em junho de 1982, Spielberg fez uma exibição pessoal do filme na Casa Branca, para o presidente Ronald Reagan e a primeira-dama Nancy Reagan.

  • Os produtores haviam pedido para que M&Ms fossem usados para atrair o E.T., mas a companhia negou o pedido, temendo que a caracterização do personagem assustasse as crianças. Os doces Reese’s Pieces foram utilizados no lugar e, como resultado direto, as vendas dos produtos escalaram exponencialmente. Por causa disso, mais e mais companhias começaram a pedir que seus produtos fossem usados em filmes – uma prática comum que já tinha sido feita com a franquia ‘007’.
  • Spielberg trabalhou simultaneamente em ‘E.T. O Extraterrestre’ e no terror ‘Poltergeist: O Fenômeno’ (que foi dirigido por Tobe Hooper, mas produzido por Spielberg). Ambos foram criados para se complementarem: ‘E.T.’ representava os sonhos suburbanos, enquanto ‘Poltergeits’, os pesadelos suburbanos.

Crítica em Vídeo | Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1 é a definição do Blockbuster PERFEITO…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do espetacular ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1‘, filme estrelado por Tom Cruise que é o mais grandioso da franquia e consegue sair na frente como o melhor filme de 2023 até o momento.

Assista a crítica:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘ é dos mesmos roteiristas e diretor dos sucessos ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (2018) e ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘ (2015). O mundo corre grande perigo e o implacável agente do MI6 Ethan Hunt (Tom Cruise) está de volta em mais uma aventura de tirar o fôlego.

Dessa vez, o ex-diretor da CIA Eugene (Henry Czerny) deixa claro para ele que essa será a mais importante e perigosa missão de sua vida, uma inteligência artificial chamada A Entidade. Hunt poderá contar com os parceiros Benji (Simon Pegg), Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) e Luther (Ving Rhames).

Enquanto isso, o time de vilões (Esai Morales, Vanessa Kirby e Pom Klementieff) fará de tudo para impedir o sucesso de sua equipe.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma excelente aprovação de 97%, e com uma nota média de 8/10. Os críticos destacam que esse é potencialmente o melhor filme da franquia e aclamam as cenas de ação alucinantes protagonizadas por Tom Cruise.

O filme chega aos cinemas no dia 13 de julho.

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

Oliver Stone lança documentário sobre prisão de Lula em Cannes e defende: “Ele é um HERÓI”

O documentário de Oliver Stone sobre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva foi exibido na 77ª edição do Festival de Cannes e o aclamado diretor concedeu entrevista à revista Variety apontando os motivos que o levaram a produzir um longa sobre Lula.

Stone não acredita nas alegações de que o presidente brasileiro era culpado de lavagem de dinheiro, observando que ele vive “modestamente” – e ele acredita que a corrupção é uma acusação levantada contra figuras políticas sem examinar as causas profundas da podridão.

“A corrupção é um modo de vida”, diz Stone. “Isso remonta aos gregos, aos romanos e, antes disso, aos babilônios. Há corrupção ao longo de toda a história, então não sejamos Polianas sobre isso e pensemos que somos a ‘América limpa’ e que somos melhores do que qualquer outra pessoa. Isso é uma besteira.” 

Stone prossegue sugerindo que o problema mais pernicioso na política é o dinheiro.

“Se você é um homem pobre ou de classe média, é muito difícil concorrer a um cargo público nos Estados Unidos, a menos que você tenha dinheiro e patrocinadores corporativos. O dinheiro controla a política nos Estados Unidos. Se formos aos países europeus, descobriremos que as suas eleições são muito obrigatórias. As eleições britânicas têm um custo muito baixo, ou costumavam ter até recentemente. Na França, eles têm regras eleitorais. E precisamos disso nos Estados Unidos. Vamos tirar o dinheiro da política.”

Stone é um convertido a Lula. Ele acredita que o líder brasileiro, que cumpriu dois mandatos de 2003 a 2011, antes de realizar uma recuperação notável que o viu derrotar Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022, é um herói. Ele atribui a ele o mérito de ter tirado milhões de pessoas da pobreza e de ter fortalecido a rede de segurança social do Brasil.

“Ele teve dois mandatos tremendamente produtivos como presidente. Foi bonito; você não poderia ter pedido dois mandatos melhores”, diz Stone.

Ele está satisfeito com a abordagem de Lula desde que voltou ao poder.

“Gosto do espírito de luta dele”, Stone oferece. “Adoro como ele deixou claro que não vamos ter fascistas no nosso governo e que vamos dirigir um governo limpo.”

O documentário de Stone detalha a queda de Lula em desgraça, bem como as muitas reviravoltas que levaram à anulação de sua condenação. Nessa altura, a opinião pública tinha mudado a favor do antigo presidente depois de ter sido revelado que Sergio Moro, o juiz que supervisionou uma investigação de corrupção mais ampla sobre a apropriação indébita de fundos públicos, tinha conspirado indevidamente com os procuradores para construir um caso contra Lula. Moro também causou espanto depois de assumir o cargo de Ministro da Justiça no governo Bolsonaro.

“Havia sérias evidências de má conduta por parte de Moro”, diz Stone. “Ele era como um Torquemada – ele simplesmente se tornou excessivo em seu zelo pela reforma.” 

Além de ter dirigido clássicos como ‘Platoon‘, ‘Wall Street – Poder e Cobiça‘, ‘Assassinos Por Natureza‘, o cineasta também comandou documentários sobre figuras emblemáticas como Fidel Castro e Hugo Chávez.

Leia mais: Festival de Cannes 2024 | ‘Motel Destino’, do brasileiro Karim Aïnouz, Lanthimos, Cronenberg, Coppola competem pela Palma de Ouro

Entre os dias 14 e 25 de maio, os longas serão exibidos nos cinemas em torno do Palácio do Congresso e festivais. Organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema, a mostra competitiva reúne sete filmes de cineastas de primeiro e segundo longa e mais quatro em sessão especial.  

Veja também: Crítica | Corpo Elétrico – cinema nacional representativo  

Chevelle SS e outros CARRÕES que serão usados em ‘Velozes e Furiosos 11’ são destaque em vídeo

Através do seu Instagram, Vin Diesel (‘Eclipse Mortal’) divulgou um novo vídeo dos bastidores do próximo ‘Velozes e Furiosos‘.

No vídeo, podemos ver o Chevelle SS e outros carrões que serão usados no filme.

“O primeiro carro de Velozes está aqui. A história está sendo feita”, ele afirmou.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Vin Diesel confirma o retorno às raízes em ‘Velozes e Furiosos 11’: “Voltará para casa”

O astro também confirmou o retorno de Dwayne Johnson, além de comentar sobre a possibilidade da saga ser concluída com mais dois filmes e ainda deu uma previsão de lançamento para o décimo primeiro capítulo.

“Eu tenho a Universal Pictures no meu ouvido dizendo que precisamos lançar ‘Velozes e Furiosos XI’ até março de 2026. No meu outro ouvido, está a Comcast dizendo que nós precisamos de mais dois filmes para finalizarmos a franquia. Então, o roteirista de ‘Velozes e Furiosos 5’ me mandou essa imagem e disse que nós precisamos ver o Dom e o Hobbs resolvendo suas diferenças.”

Ele completa, “Eu só quero voltar para as corridas de rua reais, cenas de ação práticas… e a reunião de uma linda irmandade.”

Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 11’ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.

Sem entrar em detalhes, Diesel escreveu:Enquanto fazia ADR esta semana no lote da Universal, para uma peça lindamente escrita por Chris Morgan… Fui lembrado dos momentos abençoados ao longo desta jornada… onde os laços transcendiam o filme.‘Velozes e Furiosos 11’, escrita por Zach Dean… Vai mexer muito com você! Espero poder te deixar orgulhoso!”.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Johnny Knoxville apronta TODAS no trailer de ‘Jackass 5’, o ÚLTIMO filme da franquia

Chegou a hora de reviver os melhores momentos… e se despedir em grande estilo. Assista ao trailer oficial de ‘Jackass: Best and Last‘, que estreia exclusivamente nos cinemas em 25 de junho.

Johnny Knoxville e toda a turma estão de volta para uma última e insana despedida nas telonas. Misturando acrobacias inéditas, muita idiotice (no melhor sentido possível) e uma seleção dos maiores sucessos e gargalhadas da franquia, Jackass: Best and Last promete ser uma celebração caótica e nostálgica de tudo aquilo que os fãs aprenderam a amar ao longo dos últimos 25 anos.

A proposta aqui é simples: entregar o pacote completo de loucura, amizade e situações completamente absurdas que definiram o legado do grupo. Então já sabe — chame seus amigos mais sem noção, prepare o brinde e se prepare para viver um evento cinematográfico que promete arrancar algumas das últimas (e mais intensas) gargalhadas dentro de uma sala de cinema.

Assista:

Johnny Knoxville falou recentemente sobre o futuro da saga e revelou que o quinto filme será, de fato, o último. A jornada, que começou com a série original no ano 2000, caminha para um encerramento definitivo.

“Este é o lugar natural para encerrar”, afirmou Knoxville, conforme o Deadline. Com seu humor ácido característico, ele completou: “Então, vai ser absolutamente horrível”.

Ao ser questionado sobre o sucesso da produção, Knoxville brincou com as expectativas do público fiel: “Você deve torcer para que não dê certo de jeito nenhum! O esperado é que seja um desastre completo. Acho que nós projetamos o filme exatamente assim”.

Johnny Knoxville revela se fará cenas de ação em ‘Jackass 5’ após acidente no filme anterior

25 anos de ‘Tudo Sobre Minha Mãe’, uma obra-prima de Pedro Almodóvar

Uma poesia para todas as mães que querem ser mães. Vencedor do Oscar, do BAFTA e do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, da Palma de Ouro em Cannes de Melhor Direção, Tudo Sobre Minha Mãe, escrito e dirigido por Pedro Almodóvar é uma jornada intensa, cheia de desencontros, perdas, perdão, onde o elemento humano é colocado em total exposição através de fortes sentimentos. Emocionante até sua última cena, circula por temas como: a doação de órgãos, a AIDS, a identidade sexual, sempre com um vermelho impactante, presente, numa profunda identidade visual pra narrativa.

Na trama, conhecemos a enfermeira Manuela (Cecilia Roth), uma mãe solteira que vive com seu filho Esteban (Eloy Azorín) em Madri. Um dia, ao irem juntos a uma peça de teatro e esperarem pela protagonista nos fundos do lugar, Esteban acaba sendo atropelado e logo falece. Manuela então embarca para Barcelona em uma jornada de redescobertas, em busca do paradeiro do pai do seu filho, e assim acaba conhecendo de maneira mais próxima a protagonista do espetáculo que tinha ido com Estéban.

Misturando o cinema e o teatro, num simbolismo marcante, com cores remetendo aos sentimentos mais profundos, um dos filmes mais premiados do aclamado cineasta espanhol circula pela força das relações, da amizade ao amor, da aceitação às redescobertas, do luto ao recomeçar. A maternidade e os olhares de afeto numa visão maternal não deixam de buscar preencher as lacunas do acaso, do distanciamento, da falta da outra metade.

Pelo caminho de uma fantástica protagonista, interpretada por uma fabulosa Cecilia Roth, uma mãe e seu luto, nos leva para os dilemas mundanos, onde as interpretações das verdades podem chegar por meio de mentiras. A aceitação é algo que também ganha os holofotes, aqui o roteiro preenche com muito brilho personagens em outros momentos de escolhas, lutando diariamente por suas próprias verdades mesmo que o mundo insista em julgar.

Com algumas passagens de tempo e tendo essa variável como apoio para uma narrativa deslumbrante, o roteiro alcança um amplo contexto caminhando em um drama que remete ao campo das homenagens, isso se mostra claro na forte presença da sua principal referência, na obra escrita pelo dramaturgo norte-americano Tennessee Williams no final os anos 40, Um Bonde Chamado Desejo, que logo virou um filme muito lembrado da carreira de Marlon Brando e lançado nos cinemas no ano de 1951.

Há tempo para reflexões sobre o preconceito, a sexualidade, a AIDS, a doação de órgãos, os conflitos familiares, questões que estão na nossa realidade e nas palavras de Almodóvar ganham ternura com forte presença do afeto mas sem nunca esquecer das memórias que nunca perdem sentido.

Lançado no segundo semestre de 1999 em nosso país, esse tremendo sucesso de Almodóvar se torna um frescor atemporal, nunca perde sua força, um filme pra ver e rever, principalmente para todas as mães que querem ser mães. Para quem se interessar, está disponível nos catálogos da MUBI, Prime Video e Telecine.

Crítica | A Noiva – Terror russo aposta em berros, mas esquece do medo

A Noiva Cadáver

É bom ver tentativas de cinema mainstream de outros países que não os EUA, emplacando no Brasil. Afinal, se o cinema de arte tem seu espaço cativo em nosso país, globalizando cinéfilos alternativos, porque a mesma proposta não pode ser introduzida em cinemas de shopping, com grandes produções vindas de outros mercados. E o terror é uma boa pedida para servir como esta porta, já que é um gênero muito específico e sempre em voga com os jovens.

Ano passado, o incrível Invasão Zumbi, produção sul coreana, caiu no gosto de cinéfilos e amantes casuais de cinema, e sua entrada em seguida no acervo da Netflix contribuiu para um novo público (aqueles que não tem pressa de ir ao cinema e preferem assistir no conforto de casa) igualmente o descobrir. A Rússia também quer sua fatia deste bolo. Há alguns anos, o país investiu pesado e emplacou mundialmente seu épico de ação e fantasia, vendendo Guardiões da Noite (2004), e sua sequência Guardiões do Dia (2006), de forma intensa com seu apelo visual extravagante e efeitos especiais hollywoodianos. De brinde, o cineasta Timur Bekmambetov (O Procurado e Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros) foi exportado, fazendo carreira nos EUA.

Assista nosso vídeo sobre ‘A Noiva’

Este ano, a Rússia entrou na brincadeira dos super-heróis e investiu em sua própria interpretação do subgênero com Os Guardiões, de Sarik Andreasyan. Agora o país está de volta às salas de cinema brasileiras para lançar um filme de terror inteiramente voltado ao grande público que lota as salas dos multiplex. A Noiva, escrito e dirigido por Svyatoslav Podgaevskiy, usa como premissa a lenda russa sobre como as fotografias de mortos aprisionavam suas almas, amaldiçoando-os em nosso mundo. Bem, que bom para os que conhecem a lenda, porque o filme não se esforça muito em desenvolvê-la para nós.

A Noiva é um filme extremamente genérico, cujo único propósito parece ser enfatizar seu mote, como se fosse um grande achado. É o mesmo que se ter um conceito intrigante e deixa-lo morrer lentamente sem investir qualquer outra ideia ou pensamento para fazê-lo funcionar. Afinal, sabemos muito bem que um filme precisa ser muito mais do que simplesmente uma boa ideia para um ponto de partida.

Na trama, a jovem universitária Nastya (Victoria Agalakova) não poderia estar mais feliz. Ela está noiva e de casamento marcado com Vanya (Vyacheslav Chepurchenko) – não, este não é um romance lésbico, infelizmente, este é somente um nome típico para homens no país. Assim, o jovem apaixonado leva sua noiva para o interior, na fazenda da família, a fim que ela conheça seus parentes. No local, a matriarca é Liza (Aleksandra Rebenok), irmã de Vanya, e mãe de um casal de crianças. O local, no entanto, esconde um cabuloso segredo, e logo a protagonista se verá precisando lutar por sua vida.

A ideia de que almas são amaldiçoadas quando os mortos são fotografados é interessante, porém, o roteirista não se dá ao trabalho de adereçar a origem de tal lenda, de onde ela surgiu e por que, ou sequer apresentar os pormenores do que acontece com quem sofre tal maldição. Regras precisam ser especificadas, ainda mais se quiserem ser quebradas. A impressão que o filme passa é que os detalhes foram sendo criados no improviso, resultando em fatos desconexos e sem sentido.

Outro ponto negativo aqui são os personagens. Mal trabalhados, eles soam apenas como rascunho de personalidades. Da protagonista Nastya, por exemplo, sabemos apenas que é uma universitária, pois sua cena de abertura a coloca numa sala de aula. De resto, a loirinha parece não ter passado ou tampouco demonstra qualquer identidade no presente, servindo somente como a donzela em perigo, tomando as decisões mais idiotas de um personagem num filme do gênero e caprichando nos pulmões para os inúmeros berros que solta durante a projeção – muitos desacompanhados do medo em si.

A parte técnica é minimamente boa. O cenário da velha casa é assustador o suficiente, sem precisar de qualquer atuação investida nela. A fotografia também garante o teor típico para o gênero, com externas enfumaçadas pela neblina – embora o nacional As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas, o deixe, no quesito, no chinelo.

A direção de Podgaevskiy não é dinâmica e termina como desserviço à sua parte técnica. A Noiva demora muito a engatar e passa a metade de sua projeção apenas preparando o terreno de sua história. Se o objetivo do cineasta era entregar algo que o grande público está acostumado a consumir, seria necessário que algo sacudisse a narrativa logo de início. O filme leva tempo com uma longa preparação, para entregar (ou tentar) o que o espectador quer ver só na segunda metade.

Junte a isso situações mal encaixadas, uma montagem problemática e atuações, digamos, boas o suficiente para o time C de Hollywood, aqueles artistas que costumam lançar seus filmes direto no mercado de vídeo. A Noiva pode ser uma boa pedida para aqueles consumidores menos exigentes do gênero. Já todos os outros, terminarão o noivado antes do casamento.

Conheça Lily James, a jovem Donna de ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’

Mamma Mia 2 já está em cartaz pelos cinemas brasileiros, contagiando novamente os fãs. A continuação, ao mesmo tempo em que segue os eventos do primeiro, apresenta através de flashback a história que havíamos apenas ouvido falar anteriormente. Assim, ganhamos os queridos personagens originais em versões jovens, dentre os quais destaca-se a nova Donna. E se você está se perguntando de onde conhece sua intérprete, vamos passar sua ficha agora.

Lily James é uma atriz britânica já estabelecida na indústria Hollywoodiana, participando igualmente de obras em seu país de origem. A inglesinha de 29 anos, cujo nome de nascimento é Lily Chloe Ninette Thomson, se formou na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, com bacharelado em artes e graduação de honra em atuação, em 2010. Então, é de se espantar que apenas 8 anos depois a atriz esteja bombando tanto. Na verdade, antes mesmo disso, como veremos a seguir.

A escolha pelo sobrenome “artístico” James não é despropositada. Ao perceber que outra atriz de uma associação da qual fazia parte já portava o nome Lily Thomson, a jovem optou por homenagear seu pai, James Thomson, ator e músico, que havia falecido alguns anos antes. Lily James tem sangue de artista nas veias. Sua avó paterna é a atriz americana Helen Horton, falecida em 2009, conhecida por seu trabalho como a voz do computador “mãe” na icônica ficção científica Alien – O Oitavo Passageiro (1979). Além disso, ela tem parentesco com a família Bush, que governou os EUA em duas gerações e até mesmo com a própria Meryl Streep, de quem é parente distante. As duas dividem a mesma personagem no novo Mamma Mia, mas só contracenam no filme na brincadeira ao final.

Divisor de Águas

Após participações pequenas em séries de TV britânicas, filmes e até mesmo superproduções de Hollywood (vide Fúria de Titãs 2), a grande chance da carreira de Lily James chegou com o papel na cultuada série de época Downton Abbey, na qual adentrou no elenco na terceira temporada na pele de Lady Rose MacClare. James permaneceu como membro fixo até o desfecho do programa em 2015. E foi justamente quando a série terminou que a atriz faria a transição de forma grandiosa para o cinema.

Princesa da Disney

No mesmo ano em que se despedia da série que a colocou no mapa, a atriz dava seu maior passo na carreira. Há inclusive de se argumentar que Cinderela permanece como seu maior filme até o momento. É seu longa mais popular e o que vem à cabeça das pessoas diretamente. Lançado em março de 2015, e dirigido por Kenneth Branagh, Cinderela faz parte da revitalização de clássicos animados que a Disney vem transformando em versões com atores de carne e osso. Na verdade, o longa seguiu de perto Alice no País das Maravilhas (2010) e Malévola (2014), dois dos primeiros, chegando aos cinemas logo depois.

Com o orçamento em torno de US$95 milhões, Cinderela recuperou quase tudo de volta só em sua estreia, somando US$67 milhões em sua abertura nos EUA. Em seu país de origem, a superprodução da Disney fez carreira com US$201 milhões. Já ao redor do mundo, o conto de fadas ultrapassou a marca dos US$543 milhões.

O caminho para a personagem não foi tão simples assim para James. O grande papel que a colocaria no mapa não caiu em seu colo, como podemos imaginar. Em sua trilha, atrizes como Alicia Vikander, Saoirse Ronan e Gabriella Wilde (Amor Sem Fim) foram cogitadas para o papel. A que chegou mais perto de realmente interpretar a personagem foi Emma Watson, que devido a problemas de agenda precisou desistir. Anos mais tarde, ela finalmente se tornaria uma princesa da Disney em A Bela e a Fera (2017).

Confiar em uma atriz desconhecida para um papel tão importante, em uma produção tão cara, que será exportada para o mundo inteiro, é uma aposta arriscada. Além disso, contracenar com uma atriz do calibre de Cate Blanchett, o verdadeiro chamariz no elenco (na pele da Madrasta má), intimida até atores tarimbados, o que dirá uma novata. Lily James manteve a classe e entregou um trabalho à altura. O resto é história.

No mesmo ano do lançamento de Cinderela, a atriz fez uma participação em Pegando Fogo, veículo de Bradley Cooper, que trazia o ator no papel de um chef em busca de redenção. Coincidentemente, o elenco recheado apresentava Alicia Vikander, que havia perdido o papel de Cinderela para James.

Subversão

Nenhum caminho rumo ao sucesso é livre de espinhos. Nesta estrada tortuosa, Lily James parou para respirar e assimilar a notoriedade adquirida por Cinderela. O ano seguinte do estouro da atriz foi marcado por projetos que voaram abaixo do radar, sem chamar muita atenção. O primeiro foi Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016), galhofa com o clássico de Jane Austen, baseado na graphic novel de Seth Grahame-Smith. Planejado como novo sucesso a perseguir o filão dos zumbis, pintado nos moldes de um filme de época, o longa encarou o fracasso e o primeiro baque na carreira da jovem atriz.

Voltando para seu país de origem, James encarnou a protagonista Natasha Rostova em nova versão do clássico de Tolstoy, Guerra & Paz. A nova roupagem foi em uma minissérie de 6 episódios. No mesmo ano veio A Exceção, elogiado drama de época que fala sobre a Segunda Guerra Mundial, trazendo o lendário Christopher Plummer no elenco.

Foi em 2017, no entanto, que a atriz se assentaria em sua condição, recuperando o prestígio adquirido em seu primeiro trabalho de destaque, em novas obras renomadas e extremamente bem sucedidas. Com Em Ritmo de Fuga, de Edgar Wright, Lily James abraçou sua versão moderna em um filme que se tornou cult instantâneo. A obra de assalto do cineasta britânico é hollywoodiana, arrojada, puro entretenimento, mas com pedigree de sobra para agradar a plateia mais elitista. É a perfeita harmonia de dois mundos. Seguindo na mesma linha, porém, apresentando um cinema mais adulto, O Destino de uma Nação, de Joe Wright (sem qualquer parentesco com o diretor anteriormente mencionado), foi uma das obras no radar do último Oscar. O show deste segundo é todo de Gary Oldman, mas na época falava-se de indicação para James. Não veio. No entanto, a atriz subiu mais alguns pontos de prestígio em seu currículo.

Futuro

Antes do futuro, o presente! Lily James pode ser vista atualmente nos cinemas na pele de Donna, personagem interpretada pela deusa do cinema Meryl Streep no cultuado Mamma Mia (2008). Dez anos depois e parte da ideia desta sequência é focada no flashback, mostrando como a personagem protagonista chegou até o local na Grécia onde viria a se estabelecer, comandar a pousada e se envolver com três homens distintos sem saber qual deles é o verdadeiro pai de sua filha. James é uma das melhores coisas da continuação (ou a melhor), esbanjando charme e carisma numa performance bronzeada e apimentada, que tira por completo o pensamento de britânicas azedas. Lily James é uma destas atrizes camaleônicas. E como sentíamos falta de uma assim na nova geração. Por seu desempenho no musical, a atriz voltou ao radar dos fãs e no IMDB se tornou novamente uma das personalidades mais procuradas – índice que atingiu em 2015 com Cinderela e depois em 2017 com Em Ritmo de Fuga.

Antes disso, a atriz lançou o drama cômico de época – de nome complicado – A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata, que se encontra no acervo da Netflix sem passar previamente em nossos cinemas. E também emprestou a voz para o sucesso de crítica Sorry to Brother You. Ambos lançados em 2018.

Lily James tem engatilhados dois novos projetos. O primeiro, intitulado Little Woods, já foi exibido este ano durante o Festival de Tribeca nos EUA, em Abril. O filme não estreou em circuito, no entanto. Considerado um faroeste moderno feminino, o filme traz James e Tessa Thompson como irmãs precisando agir fora da lei para sobrevier. Little Woods é escrito e dirigido por Nia DaCosta.

O segundo projeto, ainda sem título, está em fase de pós-produção. Escrito por Richard Curtis (Simplesmente Amor e Questão de Tempo) e dirigido por Danny Boyle (Trainspotting e Quem Quer Ser um Milionário?), a sinopse ainda não foi divulgada, mas o filme é descrito como uma comédia musical, passada entre as décadas de 1960 e 1970. No elenco, além de James, o músico Ed Sheeran e as atrizes Kate McKinnon e Ana de Armas. A estreia é programada para 2019.

‘Mr. Church’ (2016) – Conheça o Filme Elogiado e Mais Desconhecido da Carreira de Eddie Murphy

Eddie Murphy é um dos maiores astros de Hollywood ainda em atividade e é considerado um verdadeiro ícone representativo por ter se tornado o ator negro mais popular de todos os tempos ainda na década de 1980. Saído do programa humorístico ‘Saturday Night Live’, Murphy já protagonizava seus próprios filmes em meados dos anos 80, em especial após o mega sucesso que foi ‘Um Tira da Pesada’.

Eddie Murphy chegou ao mais alto patamar da maior indústria de cinema do mundo, recebendo cachês de US$20 milhões em alguns de seus filmes – quantia atingida por poucos, considerados a realeza de Hollywood. Em breve o ator retornará para seu papel mais marcante, interpretando pela quarta vez o policial Axel Foley em ‘Um Tira da Pesada 4’, o primeiro longa da franquia que não receberá um lançamento nos cinemas, mas sim na plataforma número 1 de streaming do mundo, a Netflix.

Eddie Murphy estrela como um talentoso cozinheiro em ‘Mr. Church’ e sua atuação despertou falatório de indicação ao Oscar.

A carreira de Eddie Murphy é repleta de sucessos, vide ‘O Professor Aloprado’, ‘Um Príncipe em Nova York’ e ‘Os Picaretas’; e mesmo quando seus filmes não atingem o sucesso esperado, ainda assim se tornam obras famosas. Porém, existe um filme verdadeiramente obscuro na filmografia de Eddie Murphy, e é sobre ele que iremos falar aqui.

Mr. Church’ mal chegou a ser lançado no Brasil. Não estreou nos cinemas e era difícil encontra-lo na época de transição entre as locadoras, os canais de VOD (vídeo on demand) e as plataformas de streaming, que ainda engatinhavam de forma tímida. O filme será exibido hoje, nesta quarta-feira, dia 21 de fevereiro de 2024, na Sessão da Tarde da rede Globo, para os que quiserem conferir este que é um dos filmes mais elogiados da carreira de Eddie Murphy.

Eddie Murphy estava há 4 anos sem participar de um filme, quando aceitou substituir Samuel L. Jackson em ‘Mr. Church’.

Ao contrário das comédias para toda a família, ou algumas mais apimentadas e escrachadas que Murphy já fez em seu repertório, ‘Mr. Church’ é um drama, que deu início a uma boa fase de filmes do ator, sendo seguido por ‘Meu Nome é Dolemite’ (2019), da Netflix. Ambos despertaram falatório de indicações ao Oscar para Murphy em suas respectivas épocas, ‘Dolemite’ mais, porém, ‘Mr. Church’ também chamava atenção daqueles que se disponibilizaram a assisti-lo.

Mr. Church’ fez sua estreia em 2016 no Festival de Tribeca, em Nova York, e depois seguiria para o Festival de Xangai dois meses depois, para finalmente receber uma estreia de forma restrita (ou seja, em circuito reduzido nos cinemas) nos EUA em setembro – época que costumam sair os filmes com chances de indicações aos prêmios do cinema. É uma estratégia utilizada pelos estúdios. Fora estes países, ‘Mr. Church’ só foi lançado nos cinemas na Holanda, e na Alemanha em janeiro de 2017 – nos demais países do mundo chegando diretamente no mercado de DVD.

O astro Eddie Murphy teve um ótimo relacionamento com a roteirista Susan McMartin, cujas experiências reais inspiraram a história do filme.

O filme passou estes últimos 7 anos como uma das obras mais obscuras do cinema contento um grande astro como protagonista. Afinal, você já tinha ouvido falar dele? A exibição na Globo, mesmo em um programa diurno, pode jogar luz no longa e torna-lo conhecido por mais pessoas.

A história do filme é baseada em acontecimentos reais. A roteirista Susan McMartin (da série ‘Mom’), desenvolveu o texto para o filme usando suas próprias experiências com o verdadeiro Mr. Church. A trama é centrada no relacionamento de amizade que surge entre uma menininha e o cozinheiro talentoso contratado por sua mãe. No filme, Marie (Natascha McElhone) cria sua pequena filha sozinha, a menina Charlie (Natalie Coughlin). Precisando criar a filha sozinha, ela contrata a ajuda de Mr. Church (Eddie Murphy), que inicialmente trabalharia para a família por seis meses. Mas a relação termina se estendendo por 15 anos.

No centro da história de ‘Mr. Church’ está o relacionamento paternal entre o protagonista Murphy e a menina Charlie, aqui já crescida nas formas de Britt Robertson.

Nesse período de mais de uma década, Marie luta contra uma doença letal que a acomete, e a pequena Charlie cresce e se torna uma jovem mulher, nas formas de Britt Robertson. Ao longo dessa trajetória também, Charlie e Mr. Church desenvolvem um laço muito forte, que vai além de uma grande amizade, com o sujeito se tornando a figura paterna conselheira para a moça. Segundo a roteirista McMartin, que desenvolveu a obra por 10 anos até chegar aos cinemas, por mais mudanças que a história real tenha sofrido para se tornar um filme de Hollywood, o núcleo da trama permanece o mesmo: o relacionamento entre sua persona e seu “pai adotivo”.

Em uma entrevista ao Hollywood Reporter na época da estreia do filme em solo norte-americano, McMartin tocou no assunto das críticas que o filme vinha sofrendo em relação ao estigma do “magical negro”. O termo, pejorativo para a comunidade negra, se refere a um artifício muito utilizado por filmes e obras do passado, em que pessoas negras eram retratadas como figuras quase místicas, cujo único propósito era ajudar, aconselhar e guiar os brancos, quase como serviçais, sem ter uma vida própria, objetivos ou desejos. Sua única motivação era aconselhar e ajudar os brancos.

O amigo Arnold Schwarzenegger foi prestigiar a estreia de ‘Mr. Church’. A certa altura Murphy iria protagonizar ‘Trigêmeos’, a continuação de ‘Irmãos Gêmeos’.

Em relação a estas críticas, McMartin disse que sentiu seu sangue ferver com tais pensamentos e acusações. Ela diz apenas ter retratado a relação mais significativa que teve na vida, e que a questão da raça nunca foi sequer mencionada entre os dois. Ela diz que o filme não é sobre isso, e que poderia ser um homem branco. Mas calhou de ser um homem negro e ela ser uma menina branca. Segundo McMartin a amizade e a relação paternal foi construída acima de questões raciais, como um elo forte entre dois seres humanos.

Coincidência ou não, para a direção do longa foi contratado Bruce Beresford, responsável pelo vencedor do Oscar ‘Conduzindo Miss Daisy’ (1989), que também fala sobre a amizade de um homem negro, servindo como motorista para uma patroa branca e idosa na década de 1950. Nos papeis principais, Morgan Freeman e Jessica Tandy.

Duas gerações de amizade. Mr. Church aconselha a pequena Izzy (Mckenna Grace), filha de Charlie.

Incialmente, ‘Mr. Church’ teria Samuel L. Jackson como protagonista. O ator havia sido contratado, mas precisou deixar o projeto, sendo substituído por Eddie Murphy. Além disso, a produção teria outra cara totalmente. Isso porque de início, Uma Thurman faria o papel que terminou com Natascha McElhone, e a personagem de Britt Robertson teria as formas de Juno Temple. Na direção, antes de Beresford, o filme seria comandado por David Anspaugh (dos filmes esportivos ‘Momentos Decisivos’ e ‘Rudy’) – que terminou se tornando produtor executivo de ‘Mr. Church’.

Antes de aceitar protagonizar este filme, Eddie Murphy mantinha um hiato de 4 anos sem participar de nenhum longa; com o último tendo sido o infantil ‘As Mil Palavras’, de 2012. Murphy vinha de uma safra de filmes para toda a família, digamos, nada memoráveis. E no período ainda precisou encarar o engavetamento de uma pretensa série de ‘Um Tira da Pesada’, que veria seu filho como protagonista, interpretado por Brandon T. Jackson (que já havia sido o filho da ‘Vovó Zona’ no terceiro filme estrelado por Martin Lawrence). Murphy faria uma participação no piloto como Axel Foley.

Dessa forma, Eddie Murphy precisava reinventar sua carreira se quisesse seguir relevante. E o hiato fez bem para a reestruturação. ‘Mr. Church’ foi o primeiro passo rumo a esta nova onda de popularidade do ator, e abriu portas para ‘Meu Nome é Dolemite’, ‘Um Príncipe em Nova York 2’, ‘Certas Pessoas’, ‘A Batalha do Natal’ e ‘Um Tira da Pesada 4’, em um acordo do ator com as duas principais plataformas de streaming da atualidade: a Netflix e a Amazon Prime Video.

Mr. Church’ pode ser considerado um filme independente, pois não contou com a distribuição de nenhum dos estúdios considerados major em Hollywood. Financeiramente, não foi considerado um sucesso. Pelo contrário. O longa custou US$8 milhões para os investidores, mas não arrecadou sequer US$1 milhão. Porém, precisamos levar em conta o lançamento super restrito que o filme teve nos EUA e no mundo.

Quando falamos do prestígio e elogios, a história é outra. Em especial do público, que o colocou em um pedestal. E o elogio dos fãs é o que motiva grande parte dos realizadores. No Rotten Tomatoes, embora a nota dos críticos não seja nada elogiosa, com 33 resenhas somadas, o grande público, com mais de 2.500 avaliações o enaltece com 81% de aprovação. O mesmo ocorre no IMDB, onde ‘Mr. Church’ soma 76% de aprovação com 31 mil avaliações.

‘The First’: Nova série do Hulu, do criador de ‘House of Cards’, ganha trailer e cartaz

A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou o primeiro cartaz e trailer.

Confira:

Todos os 8 episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 14 de setembro.

A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.

Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:

“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.

‘Crawl’: Kaya Scodelario tenta sobreviver a crocodilos e furacão em novas imagens do terror

O terror ‘Crawl‘ ganhou novas imagens.

Confira:

Além de dirigir, Alexandre Aja (‘Viagem Maldita‘) também escreveu o roteiro com Shawn e Michael Rasmussen.

“A história gira em torno de uma jovem (Scodelario), que, enquanto luta para salvar seu pai durante um furacão de categoria 5, se encontra presa em uma casa inundada, lutando pela sua vida contra os predadores mais selvagens e temidos da Florida.”

Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘) irá produzir.

O filme é estrelado por Kaya Scodelario e Barry Pepper, ambos de ‘Maze Runner‘.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 12 de julho.