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‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: Confira as armaduras de guerra do Flash e do Ciborgue

O diretor Zack Snyder começou a divulgar sua versão de ‘Liga da Justiça‘ e as novidades não param de pipocar.

Conforme Snyder havia prometido, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue.

Agora, o estúdio Iron Heads divulgou as armaduras de guerra do Flash e do Ciborgue que eles criaram para o filme.

Confira, com o teaser:

A Warner vai gastar mais de US$ 30 milhões para finalizar a versão do diretor.

A equipe de Snyder trabalhará junta nos próximos meses para concluir os efeitos visuais, editar tudo e concluir outros aspectos da pós-produção do filme.

“O mais adorável é que podemos explorar esses personagens de maneiras que você não consegue versão teatral mais curta”, disse Snyder.

O corte terá em torno de 4 horas. 

Fã adiciona Lanterna Verde e Caçador de Marte na formação da ‘Liga da Justiça’

O ComicBook Movie divulgou artes criadas por George Evangelista, que mostram uma formação nova da ‘Liga da Justiça‘, contando com o Caçador de Marte (que pode ser visto na série ‘Supergirl‘), John Stewart e Hal Jordan.

Além disso, George também ilustrou como seria James Mardsen como Hal Jordan e fez também uma nova arte com o Superman de uniforme preto.

Vale lembrar que o ator Harry Lennix confirmou hoje que filmou cenas para o Snyder Cut como o personagem. Na trama, o General Swanwick (Harry Lennix) vai se revelar ser ninguém menos que o marciano favorito das crianças que cresceram vendo Liga da Justiça Sem Limites, o Ajax.

Confira as imagens:

“Alimentado por sua fé, restaurada na humanidade e inspirada pelo ato altruísta de Superman,
Bruce Wayne pede a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar uma equipe de meta-humanos para lutar contra uma ameaça recentemente despertada. Mas apesar da formação desta liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Cyborg e The Flash, talvez já seja tarde demais para salvar o planeta de uma invasão de proporções catastróficas.”

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

O filme está agora em processo de pós-produção, para uma estreia em 17 de Novembro de 2017.

O elenco conta com Ben Affleck (‘Batman‘), Henry Cavill (‘Superman‘), Amy Adams (Lois Lane), Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha‘), Jason Momoa (‘Aquaman‘), Ezra Miller (‘The Flash‘), Raymond Fisher (‘Cyborg‘), Willem Dafoe, Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Diane Lane, Connie Nielson (Rainha Hipólita) e J.K. Simmons (Comissário Gordon).

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Ciaran Hinds interpreta o Lobo da Estepe, vilão de Liga da Justiça‘. O visual do personagem será diferente do apresentado na cena excluída de Lex Luthor em ‘Batman V Superman‘, sendo feito por meio da captura de movimentos, assim como o Thanos, de ‘Vingadores – Guerra do Infinito‘.

Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman vs Superman’) escreve o roteiro. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman‘, dirige.

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

‘O Homem nas Trevas 2’: Stephen Lang explica se o vilão do 1º filme se tornou o herói da sequência

O trailer da sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ recebeu duras críticas pela forma como o personagem de Stephen Lang foi colocado como uma espécie de “herói” do filme, ao invés de ter sido apresentado como um genuíno vilão.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o astro Stephen Lang explicou por que o Homem Cego virou o “herói” da sequência e se existem planos para mais filmes.

Assista:

O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Filme mais BEM AVALIADO de todos os tempos no Letterboxd é lançado em mais cinemas nos EUA; Assista ao trailer!

O filme mais elogiado do ano até agora conseguiu expandir sua exibição nas salas de cinemas dos EUA e continua dando o que falar.

A comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ (‘Everything Everywhere All at Once’) estreou em uma exibição limitada nas principais cidades (apenas em 38 cinemas há duas semanas), mas expandiu esse fim de semana para 2.200 cinemas.

O longa estrelado por Michele Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) abriu com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, tanto dos críticos quanto do público. E o título também vem fazendo sucesso no Letterboxd, rede social na qual os usuários compartilham suas opiniões sobre filmes e séries.

Surpreendentemente, ‘Tudo em Todo Lado ao Mesmo Tempo‘ já é o filme mais bem avaliado de todos os tempos da plataforma.

Com nota 4.6 a partir de 8.268 votos, o filme ultrapassou os até mesmo os aclamados ‘O Poderoso Chefão’ (4.5), ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (4.4) e ‘Batman: O Cavaleiros das Trevas’ (4.4).

Assista ao trailer LEGENDADO:

 

Entre os comentários, os críticos foram unânimes ao elogiar a imprevisibilidade do roteiro, que passa de um entediante drama sobre uma imigrante chinesa endividada para uma inesperada batalha multiversal.

E, como não poderia ser diferente, os elogios também destacam as performances de Yeoh, que interpreta diversas versões de si mesma com características completamente diferentes.

Tudo isso muito bem conduzido pela genialidade e excentricidade dos roteiristas e diretores Daniel Kwan e Daniel Scheinert.

Confira:

“Uma aventura deslumbrantemente caleidoscópica que é genuinamente emocionante e muitas vezes hilária, com lutas de artes marciais sensacionais em uma variedade sempre surpreendente de cenários, com uma montanha-russa de reviravoltas surpreendentes que se sustentam em visualizações repetidas.” – Movie Mom.

Michelle Yeoh entrega o desempenho de uma vida neste filme. Toda a trama parece uma homenagem a ela e uma celebração de sua carreira.” – Paul’s Trip to the Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ se propõe a desconstruir seu cérebro e encontra uma variedade de maneiras de desconstruir seu coração… E, mesmo assim, consegue uniros dois com tanta habilidade numa narrativa artesanal que quase parece um milagre. – Mark Reviews Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo’ é um filme de ação delirantemente exagerado num multiverso que é levado ao limite de forma implacável.” – The Ringer.

“O filme é ambientado em um mundo selvagem, mas Yeoh atua como seu núcleo, uma força gravitacional que mantém até mesmo a batalha anal ancorada na realidade dessa jornada. Que filme.” – Fox 10 Phoenix.

“É difícil saber o que fazer com ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘. É um tour de força – mas de quê? É exaustivo, e confuso, mas essa é a graça.” – Washington Post. 

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia nos cinemas nacionais.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outos universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

Oi?! Mulher de Osasco perde R$ 208 MIL REAIS achando que namorava Johny Depp

Uma mulher de 61 anos, brasileira aposentada, entregou R$ 208,4 mil a um golpista que fingia ser o astro Johnny Depp. A senhora que mora em Osasco – SP iniciou em outubro de 2020 uma conversa no Instagram com um falso perfil do ator.

Segundo o relato que ela fez à Justiça, no princípio, as conversas eram sobre “assuntos do cotidiano. Uma história triste de que precisava de dinheiro para o pagamento de condenações em processos nos quais ele estava envolvido”.

O ator estava envolvido na época em uma disputa judicial com Amber Heard, sua ex-mulher, que o acusara de violência doméstica (em junho deste ano a Justiça deu uma sentença favorável a Depp).

“Junto com a história triste de não ter dinheiro para pagar as referidas taxas, teve início um ‘romance’ onde começaram as promessas do golpista de levar a autora [do processo] para morar com ele”, disse a advogada da vítima.

“A pandemia contribuiu para que ela acreditasse em toda mentira contada pelo golpista, haja vista o abalo emocional vivenciado. Ela só procurava uma saída ou mudança de vida”, falou.

A aposentada disse também ter vendido um carro e uma casa para ajudar o falso Depp. Os depósitos foram feitos no Banco do Brasil em uma conta que o golpista disse ser do “amigo brasileiro de seu advogado”.

MELHOR ficção científica de 2023 estreia fazendo SUCESSO no Star+ e você precisa assistir…

Na última década, o diretor Gareth Edwards se destacou como um expoente da ficção.

Seu primeiro grande trabalho foi Monstros (2010), que misturou a ficção com o terror para contar a história de uma invasão alienígena. Isso abriu portas para que ele chegasse aos grandes mercados, comandando a nova versão do Godzilla (2014) e o espetacular Rogue One: Uma História Star Wars (2016).

Em ambos os longas, ele contou com um orçamento maior, permitindo a ele explorar um artifício que virou sua marca registrada: o trabalho singular com as escalas, criando tensão e arrastando aquele clima de ansiedade por meio de objetos ou monstros gigantescos sendo revelados ao pouco, assustando pela comparação com seus personagens.

Com isso, o britânico passou dimensionar as tramas pessoais de seus protagonistas, mostrando que por menor que pareçam, podem ter impactos gigantes no destino do mundo. Além, claro, de sempre dar um jeito de abordar temáticas sociais controversas e sempre homenagear elementos da cultura japonesa, uma obsessão do diretor.

Agora, em Resistência, que estreou no Star+ fazendo o maior SUCESSO, Gareth Edwards reúne o que seu estilo tem de melhor para contar uma história de guerra em meio a um cenário pós-apocalíptico mais atual do que nunca.

A trama acontece em um futuro alternativo em que a Inteligência Artificial avançou a níveis impressionantes, permitindo, por exemplo, que humanos transferissem sua consciência para corpos artificiais após a morte, fazendo com que essas máquinas adentrassem de vez na sociedade. Porém, após uma I.A. supostamente lançar uma bomba nuclear contra Los Angeles, o Ocidente declara uma guerra sem precedentes contra essas máquinas sencientes. No entanto, o Oriente não embarca nessa empreitada e segue aceitando que humanos e máquinas convivam em harmonia. Diante dessa nova configuração sociopolítica, o governo dos EUA investe trilhões para construir uma máquina capaz de exterminar o grande criador por trás dessas inteligências artificias. Mas, para isso, eles precisam encontrá-lo primeiro.

Então, eles infiltram um soldado em uma colônia de I.A., que acaba se apaixonando pela filha humana deste deus das máquinas. Porém, seu disfarce acaba sendo descoberto após anos e ele acaba perdendo tudo que tinha. Anos mais tarde, o governo volta atrás dele para guiar um time militar pela região, onde sua ex-esposa supostamente estaria viva e ajudando a esconder uma arma que pode pôr fim à resistência humana. Ele topa, mas logo descobre que as coisas não são bem assim.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Narrativamente falando, Resistência tem um ritmo e uma história que parecem juntar elementos de Logan (2017) e Avatar (2009), reunindo o que cada uma dessas obras têm de melhor. Isso porque o soldado, interpretado por John David Washington, passou anos largado pelo governo, após perder sua utilidade, e acaba embarcando em um tipo de road movie futurista com a grande arma, que nada mais é que uma criança sintética. No entanto, a relação da dupla, que interage ativamente com o ambiente em questão, dá ao longa um aspecto único. A química entre eles é espetacular, transitando entre as situações de empatia e as de conflito com muita habilidade. É o trabalho mais complexo de Washington até aqui e ele lida com ele de forma muito competente.

E a crítica social do filme é muito nítida. Qualquer um que tenha vivido os anos da Guerra do Vietnã ou nos últimos 30 anos da “Guerra ao Terror” vai identificar o mesmo discursinho maniqueísta que os presidentes norte-americanos utilizaram para tentar legitimar invasões que só causavam caos e destruição para os países do Oriente. É uma abordagem muito ousada do diretor, tendo em vista que seu principal mercado é o norte-americano. Ao mesmo tempo, ele aproveita para contar a história por meio de um trabalho estético impecável. Inspirado nos contos orientais e na estética cyberpunk japonesa, Edwards cria um mundo fascinante e crível de tecnologias interativas.

E isso funciona perfeitamente em cena porque a parte técnica desse filme é primorosa! O trabalho de computação gráfica misturado com um time de maquiagem de outro mundo pôde criar pessoas meio humanas meio máquinas extremamente reais. Os robôs mais “clássicos” do filme também são impressionantes. Porque vivemos em tempos nos quais parece que já vimos todo tipo de robô nos cinemas, mas o time criativo conseguiu bolar máquinas simples e repletas de personalidade. Para quem curte essas representações de robôs com um visual mais analógico, o filme é um deleite. Você vê cada pecinha funcionando, o que é visualmente fantástico.

Há também uma excelente ambientação desse mundo, fazendo um contraste interessante entre o “mundo humano” e o “mundo das máquinas”. A vida no Ocidente, onde as máquinas foram banidas, é cercada por prédios, pilhas de lixo e pessoas em situação de pobreza, enquanto o Oriente, onde humanos e robôs vivem em paz, há uma conexão muito maior com a natureza, por exemplo, mostrando um caminho mais ecologicamente correto e mais de acordo com um mundo melhor. Não a toa vemos várias famílias, crianças brincando felizes em escolas e coisas do tipo. É uma forma sutil de realmente questionar o público acerca dos rumos que a sociedade toma, enquanto te faz refletir sobre a humanidade dos personagens em tela.

Por fim, o elenco de apoio, composto por Ken Watanabe e Gemma Chan cumpre bem seu papel, sem roubar o destaque da dupla principal, mas ainda assim marcando quem for assistir. Essa parceria entre Watanabe e Edwards, inclusive, é bem antiga e vem rendendo bons frutos para ambas as carreiras.

Resistência é um longa único que consegue abordar temas polêmicos em uma ficção repleta de questionamentos morais, disposta a debater o que é o amor e o que faz de um ser humano… Bem, humano. Ah sim, por ser um filme no qual a construção do mundo e sua estética são muito importantes, vale a pena pagar um pouco a mais para conferi-lo em uma sala IMAX. Há muitos detalhes para ver e o telão mais amplo engrandece e muito essa experiência, além de contar com um sistema de som mais potente, que casa perfeitamente com as cenas de combate.

 

2ª temporada de ‘Pacificador’ ganha vídeo com cenas inéditas

Enquanto os fãs aguardam ansiosamente pela segunda temporada de Pacificador, a Max divulgou um vídeo com cenas inéditas.

Confira, com um vídeo do set postado por Gunn:

Lembrando que a 1ª temporada de Pacificadorestá disponível na HBO Max, relembre o trailer:

Pacificadortraz John Cena reprisando seu papel do filme O Esquadrão Suicida: o polêmico Pacificador. Uma figura determinada a alcançar paz, não importa quantas pessoas ele tenha que matar. Na trama, o personagem é convocado por uma força tarefa improvisada do governo, sem o consentimento de Amanda Waller, para tentar impedir uma ameaça que coloca em risco a vida de muitos.

James Gunn assina o roteiro da série e comanda diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

 

Brendan Fraser revela que QUASE viveu o Superman nos anos 2000; Saiba como seria o filme!

O ator Brendan Fraser, famoso por ‘A Múmia’ e ‘A Baleia’, revelou recentemente ter feito teste para interpretar o icônico Homem de Aço no filme cancelado ‘Superman: Flyby’, que seria produzido no início dos anos 2000.

Segundo o ComicBookMovie, Fraser relembrou como a segurança em torno do projeto era extremamente rígida:

“Ah, eu adorei aquele roteiro. Eles me deixaram ler. Me trancaram em um escritório vazio, sei lá, em algum estúdio. Assinei um NDA [acordo de não divulgação]. Estava impresso em preto sobre papel carmesim, para que você não pudesse tirar fotocópias ou sair com ele discretamente pela porta”, afirmou.

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O ator continuou a elogiar o material e revelou que, de fato, chegou a vestir o traje do Último Filho de Krypton:

“Quero dizer, era Shakespeare no espaço. Era um roteiro realmente bom. Era mesmo. E sim, eu fui considerado. Fiz um teste de câmera. Vesti o traje do grandalhão”.

Infelizmente, Fraser confirmou que não possui nenhuma foto usando o traje, pois foi instruído a não tirar nenhuma.

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Quando questionado sobre sua empolgação durante o processo de audição, Fraser disse que, na maior parte do tempo, estava ansioso e, principalmente, hesitante em aceitar a possibilidade de ficar associado ao Homem de Aço pelo resto da carreira:

“Se eu pensar nisso, lembro de sentir… sabe, você sempre sente uma certa ansiedade quando está disputando um grande trabalho. Mas também lembro de pensar: ‘Hm, se eu conseguir esse papel, então… acho que “Superman” vai estar escrito na minha lápide’, sabe? Existe esse elemento de que você será aquilo pelo resto dos seus dias. Sua carreira. E não é algo ruim. Não estou dizendo que isso vai me matar tão cedo, mas, sabe, vira parte de toda a sua marca. De quem você é”, acrescentou.

Fraser explicou ainda que não sabia se estava realmente pronto para assumir um papel de tamanha magnitude:

“Não sei se eu estava pronto para assumir isso naquela época. Quer dizer, eu sentia que estava, porque, sabe, grande oportunidade, empolgação e tal. Mas… não sei. Como [o diretor Terry George] disse uma vez: ‘Se não for para você, vai passar direto por você […] e não era para mim'”, destacou.

Brendan Fraser está PRONTO para ‘A Múmia 4’: “Esperei vinte anos por esse chamado”

Após o cancelamento de ‘Superman: Flyby’, a Warner Bros. trouxe Bryan Singer para dirigir o filme que se transformou em ‘Superman: O Retorno’ (2006), realizando uma nova escolha para o papel, agora com Brandon Routh no elenco.

5 filmes que refletem sobre a Disformia Corporal

Hoje vamos falar sobre um assunto muito sério que é a Disformia Corporal. Essa questão delicada que gera enormes abalos emocionais em muitas pessoas mundo à fora, pode ser definida como um transtorno psicológico onde a pessoa acredita ter defeitos físicos onde muitas vezes não tem, uma espécie de autoimagem distorcida, como se as imperfeições fossem muitas vezes classificadas como deformidades, levando até mesmo a casos extremos onde não consegue-se parar de pensar sobre a questão.

O mundo do cinema algumas vezes já nos fez compreender mais sobre o tema, seja na visão do protagonista ou mesmo das pessoas que estão por perto de quem apresenta traços desse transtorno. Pensando nesse assunto resolvemos criar uma lista abaixo com 5 filmes que refletem sobre a Disformia Corporal:

 

Diário de Viagem

O grito que ninguém escuta. Abordando conflitos intensos entre a mente e o corpo na perspectiva de uma jovem adolescente, o longa-metragem brasileiro Diário de Viagem começa sua jornada em meados da década de 90, na época de criação do plano real. O recorte aqui é na fase adolescente, no ensino médio, aos olhos de uma personagem em conflito, que não sabe o que gosta, o que quer, se sente perdida em seu pensar com o peso de não conseguir se relacionar, como se todos não a entendessem. O epicentro desses conflitos é em relação ao transtorno alimentar. Viver essa fase em total solidão. É duro, angustiante, a narrativa caminha nessa estrada de forma profunda. Escrito e dirigido pela cineasta Paula Kim, o filme é baseado na adolescência da própria diretora.

 

Thin

Esse documentário, lançado em 2014, que está disponível na HBO Max, mostra algumas jovens com grandes abalos emocionais e psicológicos ligados à maneira como enxergam seus corpos. Elas estão em uma clínica onde precisam lidar e passar por um tratamento para bulimia e a anorexia. Dirigido por Lauren Greenfield.

 

Reflect

Se aceite e seja feliz! No ritmo da leveza e da delicadeza, o curta-metragem Reflect, disponível no catálogo da Disney Plus, nos leva a refletir sobre a aceitação do nosso corpo. Se formos pensar mais profundamente, encontramos uma relação com a sociedade que ainda massacra as emoções criando traumas através de um padrão. O trabalho é assinado por Hillary Bradfield, em seu primeiro projeto como diretora, antes ela realizou inúmeros trabalhos no departamento de artes em filmes como: Encanto, Frozen 2 e mais recentemente no aguardado filme de James Cameron, Avatar: O Caminho da Água. Reflect apresenta a primeira protagonista plus size da história da Disney.

 

O Mínimo para Viver

Escrito e dirigido pela cineasta californiana Marti Noxon, O Mínimo para Viver aborda a anorexia. Na trama, conhecemos uma jovem que após iniciar um tratamento com um novo médico acaba embarcando em uma jornada de autodescoberta. O filme estreou mundialmente na edição de 2017 do Festival Sundance de Cinema.

 

Likeness

Curta-metragem protagonizado por Elle Fanning nos leva para um recorte da vida de uma jovem que durante uma festa enxerga o ambiente ao seu redor com muita pressão fruto dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade, levando-a para um estado de abalos emocionais e em consequência um episódio de Bulimia. Dirigido pelo cineasta mexicano Rodrigo Prieto, em seu primeiro trabalho como diretor. Ele já fora indicado três vezes ao Oscar como diretor de fotografia.

 

 

Jogos Vorazes: Em Chamas (2)

CHAMAS DA VINGANÇA

Jogos Vorazes é a melhor franquia para o cinema baseada numa obra literária infanto-juvenil. A única outra que ficaria à altura é Harry Potter, mas o material criado pela escritora americana Suzanne Collins consegue ser mais urgente, sério e provocador, mesmo disfarçado em um blockbuster pipoca para ser consumido pelos jovens. O segundo exemplar, Em Chamas, não deixa a bola cair. Vejam se essa ideia soa familiar, ou talvez com uma realidade terrivelmente próxima: Um governo totalitário e corrupto usa a TV como forma de anestesiar o povo, que se banha em grande miséria enquanto os poderosos usufruem de um status intocável.

Essa é a ideia central da obra, que ainda exibe diversas outras subcamadas em sua trama, como a personalidade de cada um dos vários personagens bem explorados. Em matéria de ideias latentes, podemos afirmar que essa produção “mirada ao público jovem” (como é definida ainda por muitos simplesmente por preconceito), consegue ter mais o que dizer até mesmo do que a maioria dos filmes de super-heróis, extremamente populares e que se tornaram um subgênero por si só. Jogos Vorazes é o filme com uma super-heroína que grandes empresas (como a Marvel) jamais conseguiram fazer. E essa é justamente outra quebra de barreira da obra, emplacar uma superprodução de conteúdo protagonizada por uma jovem mulher.

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É claro que aqui também é encontrada muita adrenalina, cenas de ação, aventura, momentos tensos, e o típico triângulo amoroso. Mas dá pena de quem só consegue enxergar isso. Ao contrário da maioria do que é visto dentro do cinema de entretenimento de Hollywood, dá prazer anunciar que a franquia Jogos Vorazes continua a ter o que dizer, e a querer ser relevante e pertinente sobre assuntos como política, sociedade, e por que não, entretenimento. Além do material principal, tudo é tão bem feito e detalhado dentro da produção que acreditamos e sentimos cada momento em relação ao que nos é mostrado na tela. Isso é saber contar uma história.

Um exemplo disso é numa cena durante os jogos, quando uma fumaça ácida é solta, que quando entra em contato com a pele humana a desfigura com terríveis queimaduras instantaneamente. O conceito é tão louco e surreal, que o imagino em qualquer filme de super-herói, como Homem-Aranha, ou Superman, sem que déssemos a devida importância. O segredo aqui é que os envolvidos (diretor, produtores, escritores e atores) criam personagens com os quais nos importamos, mortais e falhos. Então quando uma ameaça chega, mesmo que desse nível de surrealismo, sentimos por eles.

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Em Chamas começa com os vencedores do último jogos vorazes, Katniss e Peeta (vividos por Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson respectivamente), precisando manter a ilusão de seu romance para as câmeras. Seu relacionamento se dá pela ameaça direta do presidente Snow (Donald Sutherland), já que a figura de Katniss incitou uma onda de protestos e revoltas contra o governo, em variados distritos. Nesse momento sobra alfinetada até mesmo para a vida forjada de celebridades, que imaginamos ser perfeita, como nos é vendida. São realidades que vão desde casamentos para esconder homossexualidade, até mesmo mudanças bruscas de comportamento, ou melhor dizendo, reinvenção de uma personalidade ou marca (afinal será que existe desespero maior do que as das personas de Lady Gaga e Miley Cyrus).

Assim, o governante escuso logo desenvolve uma forma de calar a rebelião. Formular um novo jogo, comemorando seus 75 anos de existência. Uma edição apenas com ex-vencedores, já que os tais (e não apenas Katniss) representam uma nova ameaça. Dessa forma, Peeta e Katniss voltam aos jogos. Junto com eles uma nova gama de personagens, dentre os quais valem ser mencionados o boa praça e exímio guerreiro Finnick (vivido por Sam Claflin, de Branca de Neve e o Caçador); o cerebral Beetee (Jeffrey Wright, de Cassino Royale); e a temperamental Johanna (Jena Malone, de Sucker Punch – Mundo Surreal). E dentre os novos personagens, ganham destaque o novo programador dos jogos, Plutarch (afinal qual filme não se beneficia em ter o grande Philip Seymour Hoffman no elenco), e o violento militar Comandante Thread (Patrick St. Esprit, de Super 8).

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Em Chamas pode ser considerado até mesmo superior ao seu original. Algo como O Império Contra-Ataca, referência a todas as sequências que excedem os primeiros filmes. Tudo é maior, principalmente o desenvolvimento da trama e dos personagens. A violência, e principalmente a crueza de situações também são elevados, sem nunca serem gratuitas. Esse não é um mal de mentirinha, e sim bem real. No quesito das atuações, a vencedora do Oscar Jennifer Lawrence (menina de ouro de Hollywood) também se excede numa atuação consciente e levemente exagerada (o chamado overacting). Nada que tire o impacto do melhor blockbuster do ano, que chega para deixar Homem de Ferro 3, Thor, e todos os heróis e marmanjos no chinelo.  Esse, assim como a trilogia original da saga espacial de George Lucas, é um filme mais sombrio, e se encaixa perfeitamente como um episódio do meio, já que seu desfecho é brusco e inconclusivo.

De Goonies a Gremlins | 10 Filmes dos Anos 80 que Merecem Continuação após SUCESSO de Top Gun: Maverick

Top Gun: Maverick, continuação do clássico Top Gun – Ases Indomáveis, se tornou um dos maiores fenômenos de bilheteria da história recente. O filme já arrecadou US$ 1,37 bilhão e ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão), se tornando a 13ª maior bilheteria de todos os tempos.

Com o sucesso, Hollywood provavelmente vai olhar com outros olhos para outros clássicos dos anos 80 e repensar em possíveis continuações.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar algumas das obras mais adoradas dos anos 80 que mereceriam continuação (a maioria até está sendo planejada). Vem conhecer.

 

Conan (1982)

Outra continuação anunciada. Conan, o Bárbaro (1982) foi o primeiro grande filme de Arnold Schwarzenegger como protagonista. Baseado nos quadrinhos de Robert E. Howard, seu tom mais sóbrio e ritmo deliberadamente lento afastaram um pouco os fãs do material original. Assim, dois anos depois, em 1984, Conan, o Destruidor se aproximou mais do clima de HQs e trouxe um filme repleto de ação, aventura e fantasia. Pesando na balança hoje, o primeiro tem mais prestígio apesar do ritmo e o segundo envelheceu como a típica galhofa dos anos 1980, ou seja, é bem mais divertido.

No ano seguinte houve ainda uma tentativa de juntar Conan com outra criação de Howard, a guerreira Red Sonja em Guerreiros de Fogo (1985). O problema? Como os direitos de Conan estavam com outro estúdio que não o liberou, a solução foi trazer Arnold caracterizado como o personagem, mas com o nome Kalidor (seria mais fácil chamá-lo de “Konan”). Em 2011, um remake do original com Jason Momoa morreu na praia. Agora, o próprio Arnold planeja A Lenda de Conan. Como será o personagem na terceira idade?

 

Os Fantasmas se Divertem (1988)

Beetlejuice para os íntimos, foi o primeiro sucesso da carreira de Tim Burton e o filme que o conseguiu a direção de Batman (1989). O fantasma amalucado e obsceno, personificado por Michael Keaton, virou ícone da cultura pop e ganhou até um desenho animado. Mas nada de sequência. Há algum tempo fala-se desta continuação, com o próprio Burton à frente – com uma recente peça de teatro na Broadway a ideia se intensificou. O projeto está em fase de desenvolvimento, mas esperamos que o diretor esteja mais inspirado, e volte às raízes, do que tem demonstrado em seus últimos lançamentos.

 

Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986)

Todas as crianças da década de 80, que cresceram assistindo às reprises deste longa de ação e fantasia na Globo, sonharam em um dia descobrir o que aconteceu com Jack Burton (Kurt Russell) depois que sai com seu caminhão numa noite de tempestade, com um monstro aparecendo em sua traseira. A brincadeira foi um cliffhanger que jamais seria continuado, enervando toda uma geração. O filme que ajudou a moldar o game Mortal Kombat, é claro, foi dirigido pelo mestre John Carpenter.

Existe certo falatório de um remake, que traria Dwayne Johnson no papel de Russell. Pode até ficar bem legal, mas o que os fãs queriam mesmo era ver Russell de volta ao papel, assim como o elenco original, numa sequência mesmo que muito tardia.

 

Um Tira da Pesada (1984)

Tudo bem, o longa responsável pela carreira de Eddie Murphy já teve duas continuações, sabemos disso. E Um Tira da Pesada 3 (1994) foi um fracasso tão grande que colocou fim nas aventuras do policial zoador Axel Foley por tempo indeterminado. Este é outro filme do qual rumores sobre uma possível continuação viraram quase uma lenda urbana em Hollywood. Uma série de TV focada no filho de Foley foi produzida, mas logo cancelada antes da estreia, e terminou se transformando num filme para a TV em 2013, ainda inédito também.

Agora, parece que a quarta aventura do peixe fora d´água finalmente sairá do papel, tendo confirmado roteiristas e diretores, além, é claro, de Murphy voltando ao papel. Será interessante vê-lo introduzido dentro deste novo contexto social. Ah sim, e os realizadores podem assistir ao novo Shaft (2019), da Netflix, para saberem exatamente o que NÃO FAZER!

 

Stallone Cobra (1986)

Ou simplesmente Cobra, como é conhecido mundialmente, é um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Cobra foi o filme seguinte do astro, que estava no topo do mundo, após os sucessos consecutivos e absurdos de Rocky 4 e Rambo 2, ambos de 1985. Curiosamente, Cobra deve sua total existência ao item acima, Um Tira da Pesada. O filme sobre o policial de Chicago levado à Beverly Hills era inicialmente pensado para ter Stallone como protagonista. O veterano, por outro lado, recusou o projeto, que era muito mais voltado para a ação inicialmente.

Assim, moldado para a comédia, o filme caiu nas mãos de Muprhy, o transformando num astro. O roteiro de Um Tira da Pesada, entretanto, foi modificado ao ponto de se tornar este Cobra, muito mais violento e sombrio, ganhando status de cult entre os fãs de Sly. Já passou do tempo para o ator tirar o durão Marion Cobretti da aposentadoria para um novo filme.

 

Gremlins (1984)

Este é outro filme da lista que já teve uma continuação. Porém, uma que em 1990 desagradou mais do que agradou. As criaturas viscosas saídas do Mogwai fofucho Gizmo permanecem no subconsciente coletivo até hoje, demonstrando o sucesso que o longa fez em sua época. As criaturas já apareceram em toda a parte, em participações desde desenhos até comerciais de TV. Só não ganham um novo filme. Sim, é preciso fazer da maneira certa, e pensar numa história que valha ser contada e ao mesmo tempo insira os queridos personagens no contexto atual – para não ficar soando como uma obra tirada do passado e deslocada no tempo.

É preciso trabalhar bem para não meter os pés pelas mãos e se tornar mais uma franquia que vive dando com os burros n´água, vide Alien e Exterminador do Futuro. Essas sim, precisam de um tempo para se reconfigurar. Bem, parece que Gremlins 3 em breve sairá do papel também, com Chris Columbus (o roteirista original) e Steven Spielberg na produção. Nem precisa dizer que queremos as participações de Zach Galligan e Phoebe Cates, o casal protagonista original.

 

Uma Cilada para Roger Rabbit (1988)

De todos os itens na lista, este é um dos que os fãs mais queriam ver sair do papel e um dos mais difíceis. Muitos afirmam inclusive que não sabem como o filme aconteceu de fato, sendo que precisou de diversos acordos entre responsáveis pelos direitos de grandes personagens, como a Disney, a Warner e outros como o Pica-Pau, cujo direito está com a Universal. Nos dias de hoje, seria algo como se a Marvel e a DC se unissem para fazer um filme e ainda adicionassem personagens de outras empresas, vide Hellboy ou o Juiz Dredd.

Sentiram o grau de dificuldade que seria todos concordarem numa proposta boa o suficiente para todas as partes? Quem conseguiu o grande feito de unir Mickey e sua turma com Pernalonga e sua turma, além de diversas outras propriedades (como Betty Boop, o cãozinho Droopy e o citado Pica-Pau) foi o mega diretor e empresário Steven Spielberg, produtor do longa.  Bem, ao que tudo indica a mágica difícil, mas não impossível, está para acontecer novamente. Produzido novamente por Spielberg e por Robert Zemeckis (diretor do original), a sequência tem sido discutida há anos.

 

Tudo por uma Esmeralda (1984)

Pegando carona no sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), este filme foi apenas um dos que viram potencial no gênero da aventura de matinê e trataram de confeccionar uma história nos mesmos moldes. Dos “imitadores” foi o mais bem sucedido. Com um timaço como Robert Zemeckis na direção e Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito no elenco, Tudo por uma Esmeralda se mostrou um vencedor nas bilheterias e tirou do papel uma continuação logo no ano seguinte: A Joia do Nilo (1985).

Apesar do sucesso deste segundo filme também, a ideia morreu por aí (talvez os protagonistas tenham se interessado em seguir caminhos diferentes). Em 1989, o elenco se reuniu para A Guerra dos Roses, um novo longa juntos, mas sem qualquer ligação com a série. Vê-los a esta altura do campeonato talvez não funcione tão bem, mas vale a pena lembrar que Douglas continua “chutando traseiros” na pele de Hank Pym, nos filmes do Homem-Formiga da Marvel. Ou seja, se Harrison Ford pode, por que ele não?

 

Os Goonies (1985)

Na lista, grandes filmes dos anos 80 que todos queriam ver continuação desde a década mais especial de todas irão, aparentemente, ganhar suas tão esperadas continuações. Goonies, um dos filmes mais queridos pelos fãs, há muito promete uma sequência. A cada ano, a cada reunião, o público exige uma nova aventura. O diretor Richard Donner quer e já disse topar a brincadeira. O diretor Spielberg igualmente não se opõe. O mais famoso da equipe, Josh Brolin, está mais do que dentro.

O que falta então? Um bom roteiro? Goonies tem a ver com ser criança e se meter em aventuras. Então, a história precisa abordar os filhos do elenco original e para isso escalar um novo time mirim – enquanto, quem sabe, os adultos se metem em seus próprios problemas. Veremos se esse será o caminho que irão seguir, mas já temos anunciada a sequência do longa. Resta saber se sairá mesmo do papel.

 

Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Ferris Bueller é um ícone sem defeitos. O rapaz matador de aula, personificado por Matthew Broderick, fez tanto sucesso que ainda é citado até hoje, referência em produções como Deadpool (2016). Ele o filme estão entranhados na cultura pop e até hoje segue como o filme de John Hughes que todo mundo viu, adora e cita. O que poucos sabem é que, embora não tenha gerado uma continuação, o longa derivou uma série, que foi ao ar quatro anos depois, em 1990, e durou apenas uma temporada de 13 episódios.

Bem, nenhum dos atores originais retornou, e Ferris foi interpretado por Charlie Schlatter. A curiosidade aqui é que no papel de sua irmã Jeannie, tínhamos ninguém menos do que Jennifer Aniston, que quatro anos depois ficaria imortalizada no papel de Rachel na série Friends. A mensagem aqui é não desistir nunca.

Voltando ao tópico, sabemos que com alguns clássicos não se mexe, mas não seria legal ver Ferris adulto (com a volta de Broderick), casado com Sloane (Mia Sara), às voltas com os filhos e travando um duelo de esperteza com eles? Afinal, por mais sagazes que as crianças de hoje possam ser, derrotar Ferris Bueller na malandragem não é tarefa fácil. Ah sim, o filme teria que contar com as presenças de Alan Ruck como o melhor amigo Cameron, e Jennifer Grey como sua irmã. Seria catártico. Só acho.

‘Sense8’: Produtor fala sobre o desenvolvimento do episódio final; Saiba mais!

O último episódio de ‘Sense8‘ já foi lançado, e comoveu os fãs com um desfecho apropriado. Em entrevista ao EW, o produtor executivo Grant Hill falou sobre o desenvolvimento do episódio final.

“Nosso objetivo para o episódio final era promover algumas coisas. Nós e a Netflix sentimos que deixamos os fãs da série com um desfecho que não era conclusivo. Nós tínhamos, obviamente, muito apoio dos fãs, e eles sentiram isso. Então, decidimos que, se fôssemos fazer, teria que ser feito muito bem, e espelhar o sentimento que foi transmitido por toda a série. E tivemos a oportunidade de destacar personagens que estavam em segundo plano, e basicamente terminamos com uma mensagem positiva, cheia de energia e que pareceu adequado para o final da série.”

O produtor também revelou que eles só tinham duas horas para filmar os últimos 30 minutos do episódio:

“Nós só tínhamos seis horas. No dia que filmamos, estava chovendo, e nosso tempo foi reduzido para duas horas, então toda a sequência na Torre Eiffel foi filmada em apenas duas horas. Havia tanta energia enquanto filmávamos.”

 

Depois de um cancelamento que devastou os fãs de ‘Sense8‘, a Netflix voltou atrás de encomendou um episódio final para dar um fim digno à história.

As Melhores Séries de Terror de 2018

Ano passado foi um ótimo ano para os fãs do gênero, não só pelos ótimos filmes nas telonas, mas também pelas séries incríveis que foram lançadas. Pensando nisso, separei minhas séries favoritas de terror de 2018!

Séries como ‘Nightflyers‘ e ‘Siren‘ ficaram de fora pelo simples motivo de eu não ter gostado (!). Também tentei evitar colocar suspenses como ‘Sharp Objects‘ e ‘Killing Eve‘ por estarem muito distantes do gênero, mas ambas são excelentes e recomendo a todos.

E, claro, convido vocês a fazerem suas próprias listas. Quais suas séries do gênero favoritas em 2018?

5. GHOUL

Essa é uma série de terror indiana lançada pela Netflix. Originalmente, o projeto seria o filme, mas foi convertido em uma minissérie de três episódios. A trama traz como vilão um demônio do folclore árabe, o que é sempre bom para valorizar a relevância cultural da história, mas sua execução não se diferencia muito das produções americanas – com um certo apoio exagerado no CGI. Ainda assim, a série traz algumas cenas bastante tensas e se destaca ao acrescentar uma crítica social sobre a situação sócio-política do país.

4. The Alienist

Esse é um suspense sombrio ambientado em Nova York durante o Século XIX, onde assassinatos extremamente brutais estão sendo cometidos. Além da história em torno dos crimes ser intrigante, a produção não poupa o espectador das cenas mais fortes. E, apesar de ser uma série de suspense, o clima de terror é maximizado nos episódios, o que a diferencia de outras produções investigativas. O que mais surpreende, no entanto, é o fato do “alienista” do título não ser o grande destaque no elenco, mas sim a personagem Sara Howard, interpretada pela ótima Dakota Fanning, que rouba todas as cenas em que aparece.

3. Castle Rock

Sem dúvidas é uma das produções mais intrigantes do ano passado. Apesar de não ser baseada em uma história de Stephen King, a série se passa na cidade fictícia criada pelo autor, trazendo diversas referências e até mesmo personagens de suas obras. Com uma trama completamente original, ‘Castle Rock‘ é uma antologia que funciona como uma coleção de contos nunca lançados por King. Apesar da primeira temporada ter os seus problemas – com o ritmo da trama e o seu desfecho –, certamente conseguiu recriar o tom instigante das obras do autor, honrando o seu material.

2. O Mundo Sombrio de Sabrina

Nesse reboot sombrio do divertido clássico dos anos 90, a Netflix traz uma trama completamente sinistra sobre uma adolescente que precisa escolher entre uma vida normal ou se entregar para o lorde das trevas em seu aniversário de 16 anos. Pesado, né? Mas a série incrivelmente consegue fazer isso com muito bom humor, trazendo um perfeito equilíbrio entre o sombrio e o divertido.

1. A Maldição da Residência Hill

O primeiro lugar obviamente não poderia ser de outra série além de ‘A Maldição da Residência Hill‘ – de longe uma das melhores produções do gênero dos últimos anos, seja na TV ou nos cinemas. Essa série resgata o tom clássico dos filmes de terror antigos e, ao mesmo tempo, traz sua própria personalidade, com uma história dramática e envolvente de uma família cercada por tragédia, cujo espectador realmente se identifica e torce. Essa produção é um verdadeiro presente para os fãs do gênero!

Bônus: Channel Zero: The Dream Door (4ª temporada)

Channel Zero‘ é uma série de terror antológica que demorou para conseguir  reconhecimento do público e, infelizmente, foi cancelada depois de sua melhor temporada, The Dream Door. A história dessa quarta temporada definitivamente é uma das mais insanas dessa lista, mas de alguma forma os roteiristas conseguiram fazê-la ter sentido. Com um antagonista tanto carismático quanto assustador, o palhaço contorcionista Jack Pretzel, a quarta temporada de ‘Channel Zero‘ é um show de bizarrices inesperadas que com certeza garantem um ótimo entretenimento.

Sam Raimi explica o motivo de não dirigir mais filmes e indica possível retorno

Durante o painel na Comic-Con de Nova York, Sam Raimi revelou o motivo de seu hiatus na direção de longa-metragens e indicou que pode voltar à cadeira de diretor em breve.

“Eu adoraria [voltar para a direção]. Eu amo dirigir filmes. Mas é algo difícil – especialmente quando você não tem um bom roteiro para comandar. Estou esperando encontrar um roteiro com o qual eu realmente me identifique, algo que todos iriam amar, mas muito pessoal para mim também. Então, eu adoraria retornar à direção de um filme.”

Ele completa, “Atualmente estou escrevendo um novo filme com meu irmão Ivan [Raimi], e espero conseguir dirigi-lo.”

Vale lembrar que o último longa que Raimi dirigiu foi ‘OZ: Mágico e Poderoso‘, em 2013. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos (58% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando quase US$ 500 milhões mundialmente.

‘Coisa Mais Linda’: Elenco revela quais músicas marcaram suas vidas em novo vídeo

Para promover o lançamento da 2ª temporada da série nacional ‘Coisa Mais Linda‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com o elenco falando sobre as músicas que marcaram suas vidas.

Confira:

Na nova leva de episódios, enquanto seguem em frente após uma recente tragédia, Malu e as amigas abraçam novos desafios profissionais e novas possibilidades de amor, além de confrontar injustiças corajosamente.

A série foi criada por Giuliano CedroniHeather Roth.

Na São Paulo do final da década de 50 está Maria Luiza, uma moça conservadora e completamente dependente de dois homens: seu pai, Ademar, e o marido dela, Pedro. No entanto, sua vida toma um rumo completamente diferente quando Pedro desaparece ao viajar para o Rio de Janeiro a fim de montar um restaurante. Maria Luiza, é claro, segue os rastros do marido, mas acaba transformando o sofisticado restaurante em uma casa noturna. Em terras cariocas, essa jovem passa então a descobrir um novo mundo na companhia de mulheres feministas e liberais e ao som da Bossa Nova.

Maria CasadevallPathy DejesusFernanda VasconcellosMel LisboaLeandro Lima, Ícaro Silva, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz estrelam.

‘Raya e o Último Dragão’ DECEPCIONA nos EUA, com estreia menor de ‘Tom e Jerry’ e ‘Os Croods 2’

De acordo com o Deadline, a nova animação da Disney, ‘Raya e o Último Dragão‘, arrecadou apenas US$ 8.6 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Para termos de comparação, a produção, que foi exibida em 2.045 salas de cinema do país, teve uma estreia menor que o live-action de ‘Tom e Jerry‘ (US$ 14.1 milhões) e da sequência ‘Os Croods 2‘ (US$ 9.7 milhões).

Além do impacto da pandemia de COVID, grande parte do fraco desempenho do longa se deve ao boicote de diversas redes de cinema, que se recusaram a exibir a animação devido a recusa da Disney em alterar os termos de exibição do filme em sua plataforma de streaming.

Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 26.2 milhões através de 23 mercados.

Vale lembrar que ‘Raya e o Último Dragão‘ já está disponível na plataforma do Disney+ no Premier Access, com o custo extra de R$ 69,90 para os assinantes, que poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos.

O longa ficará à venda no Disney+ por tempo limitado, entre 5 a 19 de março.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo passe, o filme estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Assista ao trailer:

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

‘How I Met Your Father’: Kim Cattrall viverá versão mais adulta da Hilary Duff na série

De acordo com o Deadline, Kim Cattrall (‘Sex and the City’) entrou para o elenco da comédia ‘How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘.

A atriz será a narradora da produção, interpretando uma versão mais adulta de Sophie, a personagem da Hilary Duff.

A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie (Hilary Duff) conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie e seu grupo de amigos — Jesse (Chris Lowell), Valentina (Francia Raisa), Charlie (Tom Ainsley), Ellen (Tien Tran) e Sid (Suraj Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

Carter Bays e Craig Thomas, criadores da série original, servirão como produtores executivos do spin-off.

A produção, que contará com 10 episódios, ainda não possui previsão de lançamento.

How I Met Your Mother‘ foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason SegelCobie Smulders.

‘Final Summer’: Terror estilo ‘Sexta-Feira 13’ ganha cartaz e imagens; Confira!

O terror ‘Final Summer‘, um slasher no mesmo estilo do clássico ‘Sexta-Feira 13‘, ganhou o primeiro cartaz e imagens oficiais.

Confira:

John Isberg é responsável pela direção.

No verão de 1991, é durante o último dia no acampamento de verão Camp Silverlake quando a tragédia acontece. Naquela noite, enquanto os conselheiros tentam fechar o acampamento, alguém está esperando na escuridão em busca de vingança. Quem é o assassino mascarado? É uma lenda urbana ou algo mais sinistro?

O terror irá estrear no festival World Premiere em agosto, mas segue sem previsão de lançamento.

‘The Good Doctor’ é RENOVADA para a 7ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série médica ‘The Good Doctor‘ para a 7ª temporada.

O sexto ciclo tem registrado uma média de 0.6 na demo, e um total de 6.2 milhões de espectadores – o que representa uma queda de 25% no índice demográfico. Apesar disso, dentre todos os dramas da emissora, a produção está no TOP 2 em termos de audiência – atrás apenas de ‘The Rookie‘.

Vale lembrar que o último episódio da 6ª temporada irá ao ar no dia 1º de maio. Na trama, “Shaun e Lea estão a caminho da sala de parto e todos do hospital estão presentes – menos uma pessoa muito importante. Enquanto isso, um acidente trágico envolvendo os doutores Perez e Kalu pega a todos de surpresa, incluindo o Dr. Murhpy”.

Infelizmente, o spin-off ‘The Good Lawyer‘ ainda não recebeu sinal verde.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Happy Face’: Dennis Quaid viverá um serial killer na nova série da Paramount+

De acordo com o Variety, Dennis Quaid (‘O Intruso’) interpretará um serial killer na série ‘Happy Face‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

Seu personagem será baseado em um assassino da vida real, que ficou conhecido pelo nome que dá titulo à produção.

Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’) também estrelará o projeto.

Na trama…

Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”

O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.

Jennifer Cacicio servirá como roteirista, showrunner e produtora executiva.

Com 8 episódios encomendados, a produção está programada para 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Como Ganhar Milhões Antes que a Avó Morra

(How to Make Millions Before Grandma Dies)

 

Elenco:

Putthipong Assaratanakul
Usha Seamkhum
Sanya Kunakorn

 

Direção: Pat Boonnitipat

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

Em COMO GANHAR MILHÕES ANTES QUE A AVÓ MORRA, um homem abandona o trabalho para cuidar da avó à beira da morte, motivado pela sua fortuna. Ele planeja conquistar a preferência dela antes que ela morra.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Pat Boonnitipat também assina o roteiro ao lado de Thodsapon Thiptinnakorn;

» O longa foi o representante oficial da Tailândia para a categoria Melhor Filme Internacional na 97ª edição do Oscar;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jovem cuidando de idosa em uma sala.

Idosa com guarda-chuva, jovem empurrando carrinho.

Avó e neto em jardim tranquilo

Jovem apoia idosa sentada em ambiente acolhedor

Idosos sorrindo em conversa amigável.

Crônicas de Exorcismo: O Início

(Exorcism Chronicles: The Beginning)

 

Elenco:

Nam Doh-hyeong
Choi Han
Paulette Victor Lifton

 

Direção: Kim Dong-Chul

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 2 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em CRÔNICAS DE EXORCISMO: O INÍCIO, Padre Park, um médico que se tornou sacerdote, foi excomungado por realizar exorcismos em uma igreja que se recusava a acreditar em seres sobrenaturais atacando inocentes. Quando seu velho amigo, um monge de um templo secreto e mágico, o chama para proteger uma criança ingênua, mas poderosa, de seu mestre corrupto, Padre Park deve enfrentar seus demônios internos para resgatar o menino ou arriscar repetir a mesma tragédia que ele pegou a cruz para evitar.

Curiosidades: 

» Com roteiro assinado por Lee Dong-ha, o longa é baseado no livro Toemarok, de Lee Woo-hyeok;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diego Luna se junta ao elenco do live-action de ‘Enrolados’

De acordo com o Deadline, Diego Luna (‘Andor’) foi confirmado no elenco do live-action de ‘Enrolados‘, que está sendo desenvolvido pela Disney.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados – mas é possível que ele interprete o rei, pai da protagonista.

O astro se junta aos atores Teagan Croft (Rapunzel), Milo Manheim (Flynn Rider) e Kathryn Hahn (Mãe Gothel), previamente anunciados.

Jennifer Kaytin Robinson (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) assina o roteiro da nova versão.

Michael Gracey, conhecido por ‘O Rei do Show‘, assume a direção da adaptação.

A produção é assinada por Kristin Burr, responsável pelo live-action de Cruella (2021). Lucy Kitada atua como produtora executiva do projeto.

Lembrando que a escolha do elenco aconteceu após uma ampla busca por protagonistas nos Estados Unidos e no Reino Unido, que incluiu testes de elenco em Londres, realizados em dezembro, antes do recesso de inverno. Como ação simbólica, a Disney chegou a lançar lanternas no céu, em referência ao clássico animado.

Lançada em 2010, a animação original de ‘Enrolados‘ foi um grande sucesso de crítica e público.

O filme, que conta a história da princesa Rapunzel e do foragido Flynn Rider, arrecadou mais de US$ 591 milhões mundialmente. O legado da produção inclui a canção indicada ao Oscar “When Will My Life Begin”, o curta-metragem ‘Enrolados Para Sempre‘ (2012) e a série animada ‘As Aventuras de Rapunzel‘ (2017).

‘Domino’: Carice Van Houten substitui Christina Hendricks no thriller de Brian De Palma

A nova produção de Brian De Palma, ‘Domino’, sofreu algumas alterações em seu elenco.

A atriz Christina Hendricks deixou a produção e quem assumirá seu papel agora é Carice Van Houten, de ‘Game of Thrones’.

Com o roteiro escrito por Petter Skavlan (A Aventura de Kon-Tiki), o filme traz Nikolaj Coster-Waldau como um policial que trabalha em Copenhagen e está em busca de justiça, após seu parceiro ter sido assassinado por um misterioso criminoso chamado Imran. Ele se junta a outro policial e a amante de seu colega falecido (Van Housten), a fim de caçar Imran. No entanto, o caso se desenvolve em uma corrida de gato e rato que envolve um perigoso agente da CIA e se estende da Escandinávia para a Espanha.

As filmagens de ‘Domino‘ começam em breve, em locações na Bélgica, Dinamarca, Espanha e Holanda.

‘Aquaman’: Confira a descrição do trailer exibido durante a CinemaCon

O primeiro trailer de ‘Aquaman‘ foi exibido durante a CinemaCon pela Warner Bros. e a descrição do vídeo já pode ser conferida.

O conteúdo foi compartilhado pelo portal Screen Rant e sugere que uma batalha épica está a caminho.

Segundo os relatos apurados pela publicação, as filmagens focam no choque entre o Aquaman e o Mestre do Oceano (Patrick Wilson). O vídeo traz tomadas urbanas de Atlantis, cavalos marinhos armados, além de um coliseu com aspecto de gladiador. Neste local, o Mestre do Oceano instiga o público, mobilizando-o contra o herói, que desafiará seu irmão pelo trono. Pouco depois, Jason Momoa apresenta seu porte físico como Aquaman, empunhando seu tridente e levantando um submarino de dentro da água.

O trailer ainda traz o Mestre do Oceano dizendo: “A guerra está chegando à superfície e eu trarei a ira dos sete mares comigo!”. Isso confirma o conflito que a sinopse oficial do filme já trazia. Mera (Amber Heard) também suplica a Arthur, dizendo “ao menos que você nos ajude, milhões morreram”.

O vídeo vai ainda mais além e traz alguns momentos cômicos de Momoa, com sacadinhas engraçadinhas. Ao final, vemos Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II), que foi descrito como ser extremamente parecido com a versão original dos quadrinhos.

O site ainda pontuou que as reações ao trailer foram extremamente positivas. Embora algumas das tomadas ainda não tivessem passado pelo tratamento final dos efeitos especiais, o público presente elogiou, chamando o vídeo de “épico”, além de comentar que a qualidade aparenta ser muito superior aos filmes anteriores da DC.

O novo filme da DC chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Oscar 2019: Confira a poderosa performance de “Shallow” de Lady Gaga e Bradley Cooper

A edição 2019 do Oscar foi marcada por muita representatividade e um dos momentos mais emblemáticos foi, certamente, a poderosa performance do hit “Shallow”, de Lady Gaga e Bradley Cooper.

A apresentação arrancou aplausos acalorados do público presente e emocionou a audiência, que conferiu de casa a transmissão ao vivo.

Confira:

‘This is Us’: Último episódio da 4ª temporada ganha várias imagens; Confira!

A 4ª temporada de ‘This is Us‘ foi encerrada na última terça-feira (24) e o capítulo em questão ganhou algumas imagens.

Duas delas trazes os atores Sterling K. Brown e Justin Hartley mais velhos, em cenas de flash forward gravadas para o final do ciclo atual.

Confira:

Criada por Dan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

This is Us‘ já está renovada para mais duas temporadas, garantindo a continuidade da produção até, pelo menos, a sexta temporada.

‘Na Mira do Perigo’: Liam Neeson aparece em exibição do filme para comemorar o retorno dos cinemas

O astro Liam Neeson compareceu a uma exibição do seu novo filme, ‘Na Mira do Perigo‘ (The Marksman), em uma das salas de cinema da rede AMC, da Lincoln Square, na cidade Nova York.

Sua aparição aconteceu na última sexta-feira (05), data que marcou o primeiro dia de reabertura dos cinemas na capital novaiorquina. As redes de exibição permaneceram fechadas por quase um ano, em virtude da pandemia do coronavírus.

Na ocasião, o astro – que estava de máscara – celebrou os cinéfilos que marcaram presença na sessão de seu filme, refletindo sobre o quão importante é a experiência compartilhada de assistir a uma produção nas telonas.

Segundo a revista EW, Neeson – que já tomou a primeira dose da vacina contra o Covid-19 – pontuou:

“Vir aos cinemas é como voltar para casa. Eu acho isso sagrada. E esse sentimento nunca mudou”.

Confira algumas imagens de sua aparição:

Na trama, Liam Neeson (Busca Implacável, O Passageiro) vive um fazendeiro com problemas financeiros e recém-viúvo que mora no Arizona, próximo a fronteira com o México. Ao presenciar um crime, o homem se vê responsável por uma criança que precisa chegar até a sua família em Chicago. A viagem até o norte do país é repleta de aventura e ação na perseguição que sofrem por parte de um poderoso cartel latino.

Confira o cartaz nacional:

O filme tem atuação de Katheryn Winnick (Vikings) e está previsto de estrear em 2021.

Crítica | O Homem mais Odiado da Internet: Original Netflix denuncia o submundo da depravação virtual

Como uma faca de dois gumes, a internet e as redes sociais deram voz a todos os tipos de anseios, trazendo como efeito colateral um emaranhado de atrocidades divulgadas sob a pecha do anonimato. A história de Hunter Moore não foi bem assim. Mas como alguém que surgiu das profundezas do mais grotesco esgoto, ele se tornou um dos grandes precursores da pornografia de vingança, ganhando a vida a partir de um site que se alimentava de nudes de homens e mulheres – na maioria das vezes sem seu consentimento. Hackeando informações pessoais e fotos íntimas jamais publicamente divulgadas, não é atoa que ele acabou se tornando O Homem mais Odiado da Internet.

A minissérie original da Netflix, dirigida por Rob Miller, se aprofunda na história de um pária que se consagrou no cânone de subcelebridades por conta de seu site, sempre abastecido por fotos constrangedoras e bastante reveladoras. Em uma época onde o mundo ainda estava aprendendo a lidar com a internet em termos legais (como copyright e distribuição de conteúdo explícito e gráfico sem discriminação), Hunter Moore se tornou em 2011 o que hoje chamamos de influencer. E ao longo de três episódios, O Homem mais Odiado da Internet vai além de sua famigerada história de ascensão e queda e se concentra em contar a narrativa mais importante: A obstinação de uma mãe que não mede esforços para lutar pela honra de sua filha.

A produção documental nos chama atenção para além de seu título extremamente chamativo e completamente condizente com a persona de Moore. A minissérie detalha os bastidores da saga de Charlotte Laws, que foi até às últimas consequências para desbancar um criminoso POP que até chegou a ter o seu próprio exército de minions – um culto chamado Família. No decorrer das quase três horas de documentário, acompanhamos todas as fases da investigação, que alcançou veículos de imprensa como The Rolling Stones e Village, chegando a se transformar em uma grandiosa investigação do FBI.

Com um material fonte bem gráfico (mas todos devidamente censurados), a produção conta com diversas entrevistas com vítimas e outras figuras diretamente associadas a Moore e pode ser emocionalmente exaustiva. Disposta a causar um verdadeiro embrulho no estômago, a original Netflix denuncia o submundo da depravação virtual e expõe o que há de mais horrendo e nojento na internet. Nos lembrando que muitas vezes o ambiente online é sim uma terra de ninguém, O Homem mais Odiado da Internet faz um perfil importante sobre um dos influencers mais desprezíveis e permite que outros públicos fora da América do Norte conheçam a fundo não apenas sua trajetória demoníaca, mas também a jornada heróica de uma mulher que não desistiu de buscar justiça.

Com uma montagem excelente e uma boa direção (que peca apenas por aquelas batidas simulações), a minissérie salienta a força que a Netflix tem quando se trata de produzir documentários. Doloroso de assistir, mas também muito necessário e inspirador, O Homem Mais Odiado do Mundo deve ser consumido entre pequenas pausas, exige uma enorme disposição emocional, mas é também um refrigério de que mesmo em tempos de cyberbullying, é possível combater a impunidade que sustenta os abusadores virtuais.

Festival de Cannes 2021 | Sean Penn critica Trump e não queria atuar em Flag Day

Cinco anos depois de ter apresentado o já esquecido A Última Fronteira no Festival de Cannes 2016, Sean Penn volta a Croisette com Flag Day na competição oficial pela Palme d’Or. Pela primeira vez o artista trabalha como diretor e ator ao mesmo tempo e também é a estreia de pai e filha juntos diante das câmeras. Aos 30 anos, Dylan Penn experimenta seu primeiro grande filme e responde a muitas questões sobre misturar os papéis entre pai e filha em cena e na vida real. 

Leia também: Em Home Vídeo | A Última Fronteira – Charlize Theron paga mico com direção de Sean Penn

Entre Pai e Filha 

Baseado no livro de memórias da jornalista norte-americana Jennifer Vogel (Flim-Flam Man: A True Family History, 2004), Flag Day conta a relação da escritora, da infância à idade adulta, com o seu progenitor, um falsário e fugitivo da polícia. Segundo o Sean Penn, o interesse pelo projeto nasceu simplesmente do encontro com uma história fantástica, que o emocionou. Ele ainda confessou: “a primeira imagem que eu tive enquanto estava lendo o roteiro foi o rosto dela [apontando para filha ao seu lado] e com isso veio todo o resto. Claro, a história em si é tocante, por razões claras, e Jennifer [Vogel] escreveu um ótimo livro que tornou-se uma bíblia de referência”. 

Dylan Penn e Sean Penn na coletiva de Flag Day (Foto: Letícia Alassë)

Já Dylan, que esteve apenas em pequenos trabalhos – como o desconhecido filme de terror Condemned (2015) -, viu-se com a chance de estrear como protagonista em Cannes. Sobre a história, ela diz ter lido o livro pela primeira vez aos 15 anos, então ao ler o roteiro aos 30 foi quase como ler o seu diário da adolescência. A verdadeira dona da difícil trajetória apresentada no filme, Jennifer Vogel afirmou: “quando uma história é tão íntima, como esta é, a gente deseja que esteja em boas mãos. Porque é importante saber como as coisas serão representadas e se o diretor dará a devida atenção a todos os personagens”. 

Ser ou não ser o protagonista

A princípio Sean Penn não queria atuar no filme. “Nunca tive vontade de ter um segundo trabalho, além do de diretor, neste filme”, expõe. Quase dois meses antes de começarem as filmagens, o protagonista não estava decidido. “Eu realmente fiz tudo que pude para não pegar este papel. Eu enviei o roteiro um mês e meio antes de começar a filmar par Matt Damon, que foi muito generoso em me ligar rapidamente, não para dizer que ele não poderia fazer ou que poderia, mas que eu seria um idiota completo se eu não o fizesse e perder a oportunidade de atuar com a minha filha neste trabalho”. 

Jennifer Vogel, elenco e produtores de Flag Day, filme da Mostra Competitiva em Cannes 2021. (Foto: Letícia Alassë)

Com a pressão dos produtores e conselho do colega Matt Damon, Sean Penn topou o jogo duplo. Como ele representa um pai ausente, Penn mencionou a suposição das pessoas dele ter sido, por conta da profissão de ator, um pai ausente igualmente ausente na vida dos filhos Dylan e Hooper Penn (também presente no filme). O artista explica que é exatamente o oposto: “Nunca passei mais de duas semanas longe deles. (…) Na verdade, quando não estou em gravação, estou em casa 24/7”. 

Fora das Filmagens

Lembrado pelos seus atos humanitários, Sean Penn alfinetou a desinformação do governo de Donald Trump no início da pandemia e a declarou como “obscena”. “Fomos decepcionados, negligenciados, mal informados”, declarou. O ator estava com a máscara do projeto CORE (Community Organized Relief Effort, na tradução Esforço de Ajuda Organizado pela Comunidade), o qual ele ajudou a divulgar e ampliar a testagem contra Covid-19 e a distribuir alimentos, em Los Angeles, nos Estado Unidos, logo no início do contágio em abril de 2020.

Saoirse Ronan vive romance complicado em trailer do drama ‘Na Praia’; Assista!

‘Na Praia’ (‘On Chesil Beach’), adaptação do romance de Ian McEwan, ganhou novo trailer. Assista:

A trama conta a história de um casal, que passa por vários desentendimentos e medos durante suas vidas. Uma vida pode mudar por completo por um gesto ou palavra não dita.

A direção é do estreante Dominic CookeBilly Howle e Anne-Marie Duff completam o elenco.

‘Na Praia’ estreia nos EUA  dia 18 de Maio. Ainda sem data de lançamento no Brasil.

Muita ação nos novos vídeos de ‘Mentes Sombrias’, mistura de ‘X-Men’ e ‘Jogos Vorazes’

Foi divulgado novos teasers da ficção científica ‘Mentes Sombrias’ (The Darkest Mind), primeira obra trilogia da escritora Alexandra Bracken. A trama parece uma mistura de ‘X-Men‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Em uma América pós-apocalíptica, 98% das crianças foram erradicadas devido a uma terrível doença e os 2% que restaram desenvolveram poder sobre-humanos. Estas super-crianças remanescentes são colocadas em campos de internação do governo para a segurança da população e delas mesmas.

Assista:

Gwendoline Christie, de ‘Game of Thrones’, Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’) e Mandy Moore (‘This Is Us’) estrelam. A direção do projeto fica a cargo de Jennifer Yuh Nelson. Este será o primeiro live action que ela dirigirá, após ter feito os dois primeiros filmes de ‘Kung Fu Panda’.

Amandla Stenberg interpretará Ruby, uma garota de 16 anos que consegue escapar do campo com um grupo de adolescentes super poderosos. Gwendoline viverá a caçadora de recompensas contratada pelo governo, que possui a missão de rastrear e encontrar os jovens fugitivos a qualquer custo.

Mentes Sombrias’ chegará aos cinemas nacionais dia 16 de Agosto de 2018.

Crítica | ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ é um filme MORNO que se distancia da franquia do herói

Cercado de muitas expectativas por abrir a Fase Cinco da Marvel, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania chega aos cinemas nesta quinta-feira (16) com a difícil missão de seguir com a saga do herói diminuto, que se estruturou como a mais descontraída de todo o MCU, e de apresentar o tom dos próximos filmes e séries, que contarão com a ameaça do terrível Kang, o Conquistador. Para isso, mantiveram o diretor, Peyton Reed, que decidiu focar mais no núcleo “super-heróico” e nos mistério do Reino Quântico.

Logo de cara, é importante dizer que esse filme passará longe da unanimidade dos longas das fases anteriores da Marvel, e muito desse problema está diretamente relacionado ao roteiro de Quantumania. Em filmes com super-heróis, é comum que certas conveniências na narrativa aconteçam. Algumas, inclusive, se tornaram momentos clássicos e muito celebrados pelos fãs. Só que nessa história aqui, essas conveniências estão exageradas. Algumas delas causam aquele efeito grandioso e até divertido, mas tem outras que perdem a linha do aceitável e criam momentos bobos. São tantas conveniências acontecendo que a sensação de perigo se esvai.

E isso é problemático principalmente porque o vilão do filme, interpretado brilhantemente por Jonathan Majors, é Kang, o Conquistador. A próxima grande ameaça do MCU, que resultará numa dor de cabeça multiversal para os Vingadores, é uma criatura extremamente poderosa e tem o tempo em suas mãos. Em outras palavras: é um malfeitor muito ameaçador, que acaba tendo sua introdução ao público em geral – considerando que nem todos assistiram à série do Loki (2021) – em um filme que não compreende bem o tamanho do risco que o Kang representa.

Não que Majors não dê o peso necessário ao personagem, muito pelo contrário, mas o filme faz com que suas ameaças e seus poderes sejam suavizados por resoluções simples ou quase mágicas (com o famoso deus ex-machina agindo constantemente), ou pela presença de um vilão secundário que diminui a sensação de perigo só de aparecer em tela. Em respeito aos fãs, lançaremos apenas na quinta (16)  crítica COM SPOILERS para falar mais sobre isso sem vazar nenhuma informação antes do longa estar nos cinemas.

Quantumania é um daqueles casos em que o roteiro é realmente o grande problema do filme. Não bastasse passar grande parte do tempo tentando introduzir um vilão que não pode atingir seu potencial por questões de coerência narrativa, já que ele precisar estar no auge em filmes que sairão daqui a dois anos, a equipe criativa não soube trabalhar a diferença de tom cômico dos filmes anteriores do Homem-Formiga para a seriedade que quiseram dar neste terceiro capítulo. Então, o conjunto da obra fica parecendo uma quimera, com momentos divertidíssimos e bobos, como aqueles que consagraram o herói como um dos favoritos dos fãs, e outros muito sérios e escuros, que trazem situações mais voltadas para os épicos de guerra, que só não convencem.

O filme tenta ser uma versão em miniatura de Vingadores: Ultimato (2019) ambientada no Reino Quântico, mas estrelada por diversos personagens recém-chegados, com o qual o público sequer teve tempo de simpatizar ou de se importar minimamente. Então, mesmo que algum deles se fira ou até mesmo morra, não faz diferença para quem está assistindo. E no final das contas, as melhores cenas dessa aventura subatômica são justamente aquelas que se aproximam mais do estilo do primeiro filme solo do herói.

No entanto, o filme não é ruim. Isso quer dizer que ele é bom? Também não. Ele habita ali numa zona cinzenta, existindo como um filme “ok”, que talvez divirta alguns e irrite outros, mas que também não se torna totalmente descartável. Infelizmente, é uma aventura genérica incapaz de explorar todo o potencial de sua proposta, que é o tal Reino Quântico. Há um momento em que o Hank Pym (Michael Douglas) até chega a se questionar sobre as implicações da existência e do funcionamento desse mundo oculto para a vida na Terra. Só que é isso aí… Tudo se resume a um questionamento que não será abordado novamente.

Por outro lado, a direção usa melhor uma das mais interessantes habilidades do Homem-Formiga, que é a capacidade de se comunicar e manipular as formigas. Sim, há formigas no Reino Quântico. Então, é bem legal a forma como eles trabalham esses insetos, apesar de darem uma forçada de barra em alguns momentos. Quem também está bem no filme é o Vespa original, vivida por Michelle Pfeiffer. Se ela havia ficado de lado no segundo capítulo da saga, desta vez ela tem bastante tempo de tela e traz uma atuação convincente, apesar das motivações pelas quais ela manteve segredos sobre o Reino Quântico simplesmente não façam sentido.

Dos personagens “novos”, só mesmo a Cassie de Kathryn Newton se destaca. Ela é a terceira atriz a viver a personagem, que só agora ganha algum tipo de desenvolvimento, se transformando em uma cientista/ ativista enquanto o pai esteve preso no Reino Quântico. Nem mesmo a presença de Bill Murray consegue trazer algo de novo ou interessante.

Mas é preciso elogiar o CGI desse filme. Após alguns trabalhos questionáveis, principalmente nas séries e nas produções feitas durante os períodos mais críticos da pandemia, a Marvel voltou a acertar a mão nos efeitos especiais. E cá entre nós, o filme é todo feito numa tela verde. Praticamente 80% dos cenários e personagens são animados em computador. Se o CGI fosse ruim, esse filme nem poderia ser lançado. A única exceção é justamente um dos vilões, que ficou muito destoante do resto.

Enfim, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é aquele filme que não é nem bom nem ruim. Ele caminha no limite entre ambos e acaba sendo apenas uma aventura genérica, que ganha relevância muito mais pelas consequências dos atos do longa nas próximas produções do que pelo que ele faz efetivamente na história. É um filme que se sustenta, mas não cativa tanto assim. Lembra em alguns momentos Vingadores: A Era de Ultron (2015), que queria ser grande, mas não podia. Ah, vale ressaltar que há duas cenas pós-créditos que devem agradar aos fãs dos quadrinhos depois de um filme mais ou menos.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania estreia nos cinemas em 16 de fevereiro de 2023.