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‘Resgate’ pode ganhar filme derivado focado no personagem de David Harbour

O filme de ação Resgate, estrelado por Chris Hemsworth, fez um sucesso gigantesco entre os usuários da Netflix – o que pode levar os diretores Joe e Anthony Russo a expandir o universo do longa-metragem e criar um filme derivado focado em Gaspar (David Harbour).

“Não vou me comprometer a nada, porque acho que é mais divertido surpreender as pessoas, mas direi isso: estamos trabalhando em expandir nosso universo de filmes que potencialmente exploraria outros personagens do primeiro filme e personagens novos, além de vermos mais interações históricas entre eles”, Joe disse em entrevista ao Collider“Então, se você está interessado no personagem de David Harbour, talvez você o veja em um filme futuro”.

Ele também acrescentou que:

“Estamos pensando em jeitos mais interessantes de contar essas histórias e cruzá-las. Somos grandes fãs de forjar novos caminhos narrativos”.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘Resgate 2’: Irmãos Russo revelam quando a sequência começará a ser rodada

Em entrevista ao Collider, os diretores JoeAnthony Russo, conhecidos por seus inúmeros filmes para o Universo Cinemático Marvel, revelaram que a aguardada sequência da ação Resgate começa a ser rodada muito em breve.

“A ideia é começar a rodar em algum momento do outono [norte-americano] do ano que vem. Chris é um cara ocupado, então teríamos que nos adaptar ao seu cronograma, mas é o que pretendemos fazer no momento”.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ refletem sobre o legado de Chadwick Boseman

Antes da estreia de ‘Pantera Negra‘, foram os irmãos Joe e Anthony Russo que trouxeram Chadwick Boseman ao MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Anos mais tarde, eles voltaram a trabalhar com ele em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’.

Durante sua participação na CCXP Worlds, os cineastas fizeram questão de prestar homenagem ao astro, falecido em 28 de agosto, vítima de câncer.

“Ele tinha uma integridade incrível. Ele era um ser humano muito atencioso, artístico e elegante. Era simplismente um prazer estar perto dele.”, disse Joe ao Collider.

Ele continuou, dizendo que o trabalho de Boseman era mais humanitário do que artístico:

“Seu profissionalismo era muito inspirador. Eu acho que ele não queria que sua doença se tornasse um assunto mais importante que o talento natural que ele tinha. Ele conseguiu transformar ‘Pantera Negra‘ em um legado humanitário de representatividade e essa é uma das coisas mais corajosas que já vimos alguém fazer. Não era só um filme para Chad. Ele não estava apenas atuando, ele estava dando voz às minorias.”

Lembrando que o próximo trabalho de Boseman será o já aclamado A Voz Suprema do Blues, que estreia na Netflix em 18 de dezembro.

Em uma recente entrevista ao The Guardian, a vencedora do Oscar Viola Davis revelou que Boseman será relembrado como um herói.

“Creio que ele será lembrado como um herói. Há uma parte do público que o associa a Pantera Negra. Eu não. Eu o associo com sua autenticidade, especialmente em meio a uma profissão que às vezes te drena. Ele era alguém que viveu uma vida maior do que todos. E creio que seu legado, seu corpo de trabalho, sua integridade, irá influenciar gerações e mais gerações futuras”.

Dirigida por George C. Wolfe, a cinebiografia é baseada na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Assista ao trailer:

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

‘Mulher-Maravilha 1984’ tem conexão com o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’? Gal Gadot responde!

Agora que ‘Mulher-maravilha 1984‘ está prestes a ser lançado, muitos fãs estão se perguntando se a sequência terá alguma ligação com o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘.

Como o longa passou por algumas refilmagens envolvendo Diana (Gal Gadot) e sua descoberta sobre o Darkseid (Ray Porter), isso aumentou a curiosidade do público.

Durante uma entrevista para Comic Book, Gal Gadot foi questionada com a mesma pergunta e foi direta ao responder:

“Eu realmente não sei porque ainda não assisti ao corte de Snyder, então eu não faço ideia.”

Infelizmente, tudo indica que não haverá ligação entre as adaptações, já que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi gravado antes das refilmagens necessárias para o Snyder Cut.

Na época, a Warner bros ainda não tinha planos de oficializar a versão de Snyder para a HBO Max.  

Lembrando que o novo filme da heroína chega aos cinemas nacionais em 17 de dezembro, mas a crítica especializada já conferiu e as primeiras impressões são extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gal Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos.

Recentemente, Gadot disse em seu perfil do Instagram que prefere que os fãs vejam o filme nos cinemas… caso se sintam seguros, é claro.

Na publicação, ela disse:

“Ei, pessoal, estou tão animada que o filme finalmente vai sair, e vamos poder compartilhar sua linda mensagem com vocês, com o mundo, durante esses tempos loucos, significa muito para mim. Há muito tempo que estou esperando para compartilhar esse filme com vocês. Sei que os cinemas estão fazendo tudo o que podem para mantê-lo seguro e proporcionar-lhe uma experiência cinematográfica completa. Portanto, se você tiver um cinema seguro perto da sua casa, os ingressos já estão disponíveis. Então, por favor, vá buscar seus ingressos, assista a este filme, assista à Mulher-Maravilha 1984 e curta uma noite especial de cinema. Mal posso esperar para ouvir o que você acha.”.

Assista:

Em entrevista ao Collider, Jenkins revelou que a sequência terá 2 horas e 31 minutos (151 minutos) de tempo de tela – o que é um pouco menor que o previamente confirmado (165 minutos).

Assista ao trailer:

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

‘A Ligação’: Assinantes da Netflix estão AMANDO o TERROR; Confira as reações!

O terror sul-coreano ‘A Ligação‘ (The Call) estreou de mansinho no catálogo da Netflix e está dando o que falar nas redes sociais.

Com uma história assustadora e cheia de reviravoltas inteligentes, o terror conquistou o público brasileiro que foi até as redes sociais elogiar a produção.

Conectada a outra mulher por telefone, mas separada dela no tempo, uma serial killer põe em risco o passado e a vida da sua interlocutora para mudar o próprio destino.

Confira as reações:

O elenco traz grandes nomes, como Park Shin Hye e Kim Sung-Ryung. O filme também revelou ao mundo a estrela Jeon Jong-Seo.

O filme é do diretor e roteirista estreante Chung-Hyun Lee.

CONFIRA e COMPARE os serviços de streaming Disney+, Netflix, Amazon Prime e MAIS!

Pois bem, meus amigos, como se já não estivessem fortes o suficiente, o ano de 2020 serviu para percebermos o quanto precisamos dos inúmeros serviços de streamings disponíveis ao nosso alcance. Com a salas de cinema fechadas pelo mundo – em alguns lugares ensaiando um retorno cambaleante, ainda sem força -, o recurso foi mais utilizado do que nunca. É notório que os cinemas vinham perdendo espaço para estas opções cada vez mais presentes, de assistirmos a um filme no conforto de nosso lar. É a mesma coisa? Não. E ninguém em sã consciência dirá isso. Porém, também não pode ser negada a preferência de muitos por este tipo de programa mais cômodo, em especial no que diz respeito ao nosso tempo sempre escasso.

Com a entrada mais do que agressiva da Disney+ no Brasil – atrasada, diga-se – e o investimento cada vez maior em outras plataformas já presentes no mercado há algum tempo, além do surgimento de novas a todo momento, opções para quem curte filmes e séries é o que não falta. Com o equipamento devido, pode-se inclusive simular o mais próximo possível da experiência (telona, som) – e o melhor, com uma grande biblioteca a seu dispor, para assistir a clássicos e novidades.

No entanto, se você não dispõe de muito tempo e não quer gastar muito assinando todas elas, trazemos esta nova matéria para ajuda-los a decidir (ou quem sabe confundi-los mais) por um serviço de streaming que mais se adeque a seus gostos e possibilidades financeiras. Para a matéria, analisamos rapidamente algumas novidades dos principais serviços de streaming disponíveis no Brasil. Selecionamos a Netflix, Amazon (dupla que domina o mercado), a dita Disney+, Telecine Play, HBO GO, Globo Play e Dark Flix – afinal, terror é nosso lema. Veja abaixo.

Netflix

Valor: R$21,90 (plano básico e individual) / R$32,90 (plano intermediário) / R$45,90 (plano mais caro).

Precursora no conceito de streamings, a Netflix foi criada ainda em 1997, mesmo na época oferecendo um tipo de serviço de vídeo totalmente diferente. Dez anos depois, em 2007, o colosso do audiovisual dava seus primeiros passos no que viria a se tornar, e em 2013 já criava conteúdo próprio, como a série House of Cards – seu primeiro produto original. Tido inicialmente como o causador do fim das videolocadoras e um ferrenho adversário das salas de cinema, a Netflix parece ter chegado para ficar e em pouco mais de uma década domina o mercado, sempre o grande preferido quando o assunto é plataforma de streaming.

Com grandes sucessos de crítica e público, a Neflix investe cada vez mais em suas próprias produções e ano após ano ganha mais prestígio com seus filmes indicados em grandes premiações, como o Oscar, onde emplacou pesado neste ano com obras como O Irlandês, de Martin Scorsese, História de um Casamento e Dois Papas, por exemplo. Fora isso, tem focado em superproduções como Bright, Bird Box, Resgate e Old Guard, alistando uma constelação do nível de Will Smith, Sandra Bullock, Chris Hemsworth e Charlize Theron para suas produções originais.

Discorrer sobre os atrativos da plataforma é chover no molhado, por isso resolvemos frisar o que está chamando atenção dos espectadores atualmente. Um carro-chefe que não poderíamos deixar de mencionar, e que funciona quase como um símbolo da plataforma, é sem dúvida a sensação Stranger Things, que engata sua quarta temporada em 2021. Falando de séries, uma das grandes favoritas de crítica e público, The Crown, acaba de estrear sua quarta temporada. Outra que chegou recentemente foi a elogiadíssima A Maldição da Mansão Bly, segunda temporada da antologia iniciada com A Maldição da Residência Hill – indicada para os aficionados por terror. Ainda falando de favoritos da crítica, O Gambito da Rainha marca absurdos 100% de aprovação da imprensa. Já no lado dos queridinhos do público, Emily em Paris ganhou o coração de grande parte dos espectadores com seu charme cômico e romântico. Não podemos terminar sem falar da série nacional que gerou burburinho como nenhuma outra, o suspense de arrepiar até o último pelinho do pescoço Bom Dia, Verônica.

Em relação aos filmes, quentinhos do forno: Era uma Vez um Sonho mescla em cena a veterana Glenn Close e a multi talentosa Amy Adams, ambas grandes esnobadas do Oscar em busca de uma nova chance de indicações. Quem dirige é Ron Howard. Os 7 de Chicago traz um grande elenco numa incrível história real e tem direção do roteirista vencedor do Oscar, Aaron Sorkin. Destacamento Blood foi um dos últimos trabalhos do saudoso Chadwick Boseman, com direção de Spike Lee. Estou Pensando em Acabar com Tudo é a mais recente “piração” de Charlie Kaufman. Para quem curte aventura, Enola Holmes tenta capitalizar no carisma da jovem Millie Bobby Brown, apresentando-a como a irmã adolescente do grande Sherlock Holmes. Para os que gostam de obras mais cult, a veteraníssima italiana Sophia Loren no auge de seus 86 anos estrela Rosa e Momo, sobre a amizade entre uma idosa e um menino de rua negro. E em breve ainda este ano teremos Mank, de David Fincher, com Gary Oldman; A Festa de Formatura, com Nicole Kidman, Meryl Streep e Kerry Washington; e A Voz Suprema do Blues, com Viola Davis, marcando o último filme da carreira de Chadwick Boseman.

Amazon Prime Video

Valor: R$9,90.

A maior concorrente direta da Netflix, a Amazon também produz seus próprios filmes e, é claro, suas séries. O streaming mais barato do mercado foi escalando no gosto popular até se tornar o favorito de uma boa parte dos espectadores e fazer frente para o todo poderoso acima. Um dos diferenciais recentes da Amazon é que a plataforma criou canais dentro dela para “subsidiárias”. Explico: acessando a Amazon você tem a possibilidade de assistir também streamings como o Starzplay, Paramount+, MGM, Looke e Noggin (o infantil da Nickelodeon Jr.) através da mesma plataforma. Tais canais são recomendados para os fãs dos filmes mais clássicos (especialmente o MGM), e o Starzplay e a Paramount contam também com boas séries próprias em seu acervo, vide The Act, Castle Rock, The Great e High Fidelity (Starzplay) e The Handmaid’s Tale, Yellowstone, Creepshow e o nacional A Culpa é da Carlota (Paramount).

Mas falando da própria, a Amazon acabou de lançar o controverso, porém hilário, segundo filme de Borat, capitaneado pelo criador do personagem Sacha Baron Cohen. A plataforma sofreu um pouco com a retirada de algumas superproduções como a franquia Star Wars e os filmes da Marvel que estavam esquentando lugar na Amazon enquanto a Disney+ não chegava por aqui. No acervo de filmes da casa estão produções que passaram chamando atenção por festivais de cinema pelo mundo e, inclusive indicados ao Oscar, como O Escândalo, Entre Facas e Segredos, 7500, O Vestido, Tropa Zero, Infiltrado na Klan e Hereditário. No terreno das produções nacionais, as novidades são as comédias Carlinhos & Carlão, No Gogó do Paulinho, Os Espetaculares e o documentário Mussum – Um Filme do Cacildis.

Mas como em todo canal de streaming, os fortes atrativos são as séries, e em matéria de produções originais a Amazon chega junto, dando uma canseira na rival. Entre as pratas da casa está The Boys, programa sobre heróis incorretos que é a nova coqueluche dos críticos e fãs. Outras duas grandes queridinhas são Fleabag e Maravilhosa Sra. Maisel. Isso sem esquecermos American Gods (que por um tempo foi o carro-chefe da plataforma), Jack Ryan, Hunters, Utopia e Homecoming. A Amazon também traz para o seu público sucessos de outros canais, como o novo Além da Imaginação, American Horror Story, Walking Dead e seu derivado Fear the Walking Dead, e o rolo compressor chamado Pequenos Incêndios por Toda Parte. Falando de séries clássicas, o serviço dispõe de algumas das mais invencíveis na opinião dos fãs, vide Arquivo X, Supernatural e Seinfeld.

Telecine Play

Valor: R$37,90.

Sem investir em séries, a graça do streaming do Telecine é ter em seu acervo os filmes mais recentes de estúdios como a Universal, a Paramount, a MGM, a FOX, além de algumas produções da Warner e Sony. Isso sem falar em distribuidoras nacionais e filmes brasileiros de sucesso, como Bacurau e Minha Mãe é uma Peça 3. Ah sim, o Telecine foi outro dos canais que perdeu os produtos Disney de seu acervo, obviamente com a entrada da própria plataforma do estúdio. Dentre os sucessos recentes que já estrearam no streaming estão: Sonic – O Filme, O Homem Invisível, Judy – Muito Além do Arco-Íris, Jojo Rabitt, Projeto Gemini, Uma Segunda Chance para Amar e O Farol. Uma das maiores vantagens do Telecine Play é apresentar ao público brasileiro obras inéditas em nossos cinemas, mas muito celebradas lá fora, dentre as quais se encaixam: Magnatas do Crime, O Favorito, High Life, Desculpe te Incomodar, Harriet, Os Irmãos Sister, As Ondas, Bons Meninos e A Despedida.

HBO GO

Valor: R$34,90.

Os brasileiros não sentem a menor falta da HBO Max, novo serviço da casa, já que por aqui somos muito bem atendidos pela HBO GO, obrigado. A plataforma que nos atende, oferece todo o acervo da HBO normal na TV a cabo. Ou seja, produções da Warner, Sony e seus filmes e séries originais – além de shows e especiais (como documentários e talk shows). Quando falamos em filmes as novidades são Aves de Rapina, Bloodshot, Homem-Aranha: Longe de Casa, Jumanji – Próxima Fase, As Panteras (2019), Doutor Sono, Luta por Justiça, Um Lindo Dia na Vizinhança, O Caso Richard Jewel, O Grito e o fenômeno Coringa. Além de inéditos como Cores da Justiça.

Em matéria de séries, as mais requisitadas da atualidade são Lovecraft Country, The Undoing e His Dark Materials. Isso sem esquecer sucessos recentes, vide Euphoria, Westworld, Big Little Lies, Watchmen, Chernobyl, Objetos Cortantes, True Detective e a inesquecível Game of Thrones.

Disney+

Valor: R$27,90.

O novo no pedaço não é peso leve. A Disney investiu pesado em seu streaming próprio, estreando em novembro de 2019 nos EUA e em alguns países pelo mundo, e chegando exato um ano depois em nossas terras tupiniquins. E quando digo que a entrada foi agressiva, me refiro no sentido literal, já que o estúdio retirou do mercado a venda de todas as mídias físicas de suas produções, ou seja, nada mais de ter em casa DVDs e Blurays do estúdio do Mickey. Se quisermos ver algum filme do estúdio, terá que ser através da plataforma.

Além disso, parcerias com a Globoplay, o banco Bradesco e o Mercado Livre foram só algumas das medidas adotadas pela mega corporação para enfrentar a concorrência monstruosa de gigantes da área como a Netflix e a Amazon, por exemplo – isso sem contar com o Telecine e HBO. Não que a Disney precisasse tanto, já que além das animações consagradas da Pixar, os live-action e grandes clássicos, o estúdio atualmente tem em seu acervo algumas das maiores franquias de Hollywood, vide Star Wars e Marvel. Ah sim, lembrando que a Disney comprou recentemente a FOX, então, tratemos de esperar em breve um catálogo bem amplo com toda a biblioteca do estúdio citado também.

E por falar em Star Wars e Marvel, estas são duas das pratas da casa atualmente. O carro-chefe da plataforma é a série The Mandalorian, derivado de Star Wars, que estreou recentemente sua segunda temporada. Com 92% de aprovação da imprensa, a série é um sucesso absoluto – e abre espaço para que novas produções do tipo sejam criadas (uma focada na juventude de Obi Wan Kenobi já está saindo do forno). The Mandalorian é uma série exclusiva da casa. Outros seriados do tipo que os fãs mais esperam são os que levam o selo da Marvel. Visando impulsionar a plataforma, a parceria com a Marvel renderá frutos exclusivos para os assinantes, que irão se costurar com o MCU no cinema. A primeira a chegar será WandaVision em janeiro de 2021 – que irá se interligar diretamente no próximo filme do Doutor Estranho. Depois será a vez de O Falcão e o Soldado Invernal, Loki, Gavião Arqueiro, Mulher-Hulk, Cavaleiro da Lua e Ms. Marvel. Ufa!

Em matéria de filmes, além dos acervos citados de todos os filmes da Marvel, Star Wars, e agora muitos da Fox, ainda podem ser encontrados os inéditos nos cinemas, vide A Dama e o Vagabundo e Mulan (que chega em breve).

Globo Play

Valor: R$21,90.

A plataforma de streaming da rede Globo de televisão é outra que investe com força neste mercado mais que competitivo e uma das medidas recentes foi a parceria com a Disney+. O chamariz aqui são as produções nacionais e exclusivas, vide séries como a elogiada Desalma (que investe no terror), A5 Five, Aruanas, Assédio, Arcanjo Renegado, A Divisão e Sessão de Terapia – protagonizada por Selton Mello. Fora isso, traz séries internacionais cultuadas, como Handmaid´s Tale, Homeland, Killing Eve, Grey´s Anatomy, The Good Doctor, Modern Family, Todo Mundo Odeia o Chris, American Horror Story, Dexter, House, Walking Dead e Kidding, inédita no Brasil, com Jim Carrey.

No terreno dos filmes, o destaque, como não podia deixar de ser, são os longas nacionais onde se aponta: Minha Fama de Mau, 10 Segundos para Vencer, Love Film Festival, Legalize Já, Que Horas Ela Volta?, O Nome da Morte, Antes que eu me Esqueça, O Roubo da Taça, Minha Vida em Marte e Os Farofeiros. Podemos dizer ainda que o verdadeiro destaque da Globo Play são suas novelas e séries, um acervo ilimitado com estes folhetins que fizeram parte de nossa formação como espectadores de histórias no audiovisual. Já imaginou poder ver ou rever verdadeiros clássicos da nossa dramaturgia, vide Top Model, Brega e Chique, Meu Bem Meu Mal, O Clone, Laços de Família, Vale Tudo, Fera Radical, Tieta, A Favorita, O Rei do Gado, Avenida Brasil e Senhora do Destino.

Darkflix

Valor: R$9,90.

Ao lado da Amazon como os streamings mais baratos do mercado, o Darkflix é um canal indicado apenas para os fãs e aficionados pelo gênero terror. Esta é a especialidade da plataforma. Portanto, espere encontrar de tudo no gênero, desde clássicos atemporais como O Bebê de Rosemary, O Exorcista e A Profecia; sucessos mais recentes, vide A Bruxa de Blair e O Chamado; até obras cult, como o iraniano Sob a Sombra. O streaming tem tudo de tudo quando o tópico são clássicos modernos, vide O Massacre da Serra Elétrica, A Hora do Pesadelo, O Mistério de Candyman, Christine – O Carro Assassino, Uma Noite Alucinante e Hellraiser – Renascido do Inferno. Filmes para ver e rever.

Dentro das dicas deste que vos fala, algumas preciosidades não tão fáceis de serem encontradas, como Grito de Horror, Fome de Viver, A Mansão do Inferno, Acampamento Sinistro, Palhaços Assassinos do Espaço Sideral, Numa Noite Escura, O Inquilino, Chamas da Morte, Fog – A Bruma Assassina, Maniac Cop, Videodrome, Do Além, Sangue de Pantera, Eles Vivem, e os documentários In Search of Darkness e Electric Boogaloo.

Opinião | O que gostaríamos de ver em ‘Homem-Aranha 3’?

Homem-Aranha 3 chega aos cinemas no finalzinho de 2021, mas já está mexendo com a ansiedade dos fãs há um bom tempo. Isso porque alguns veículos noticiaram o rumor de que a Marvel estaria planejando adaptar o Aranhaverso para os cinemas e que já teria até mesmo acertado as participações de Tobey Maguire e Andrew Garfield para o longa. Claro que tudo não passa de boato, mas hoje, como vocês devem ter ficado sabendo, um vídeo postado pelo canal da Sony no YouTube que indicava a participação dos três Homens-Aranha em um filme só foi prontamente apagado, aumentando os rumores de que o mega-evento pode mesmo acontecer em Homem-Aranha 3. Com esse clima de especulações no ar, o CinePOP resolveu selecionar elementos que gostaríamos de ver nesse terceiro filme. Confira!

Aranhaverso

Não tem jeito. A saga que envolveu diferentes versões do Homem-Aranha foi lançada há alguns anos nas HQs e se tornou um fenômeno instantâneo. Com o filme animado também se tornando um sucesso de crítica e de bilheteria, nada mais lógico do que os fãs pedirem uma versão live action com os três Cabeças de Teia que o cinema teve no século XXI. Mesmo não sendo unanimidade entre os fãs, cada interpretação do herói conseguiu trazer versões identificáveis e que conquistaram os fãs do escalador de paredes. Ter Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland dividindo tela com seus respectivos Homens-Aranha seria a realização do sonho de muita gente – e seria legal pra caramba.

Miles Morales

Outra versão que é muito celebrada pelos fãs é Miles Morales, que chegou há oito anos nas HQs, mas já tem cadeira cativa no Universo Marvel. Trazer Miles para esse filme seria uma forma de expandir a mitologia do Aranha nas telonas e de introduzir um personagem com muito potencial de crescimento dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Sexteto Sinistro

Outro rumor que surgiu recentemente é o de que o ator Alfred Molina, que interpretou o Doutor Octopus na trilogia do Sam Raimi, foi avistado andando pelos sets de filmagem da parte três do Aranha do MCU. “Ah, mas ele se redimiu e morreu no final do filme”. É verdade, mas uma cena pós-créditos que está no bônus do filme mostra ele sobrevivendo aos eventos do filme 2, sem contar que ele pode acabar sendo a causa, mesmo que sem querer, desse choque de dimensões. Junto a escalação de Jamie Foxx para reviver o Electro, personagem que ele interpretou no segundo filme da franquia de Marc Webb, já são dois membros do Sexteto Sinistro existindo em dois universos diferentes. Além deles, como foi mostrado no trailer de Morbius, o Abutre (Michael Keaton) aparenta estar montando a equipe de super-vilões, fora o Mysterio (Jake Gyllenhaal) que está à solta após forjar a própria morte. Qual ameaça melhor para três (ou quatro) Homens-Aranha do que um Sexteto Sinistro interdimensional?

Tio Ben

Um dos maiores mistérios do Homem-Aranha de Tom Holland é a aparência do Tio Ben do MCU. Ele é citado aqui e ali, mas nunca foi efetivamente mostrado. Com a figura paterna de Tony Stark (Robert Downey Jr) bastante presente na vida de Peter, acabou que o Tio Ben ficou meio de fora desse universo. Porém, há uma teoria dos fãs que seria muito interessante de se tornar realidade. Segundo a teoria, a Marvel estaria fazendo mistério acerca da aparência do Tio Ben porque, no MCU, ele seria interpretado por ninguém menos que Tobey Maguire, o primeiro Homem-Aranha dos cinemas no século XXI. Além de ser uma baita referência, dizem os fãs que isso seria revelado no momento em que os Aranhas se encontrassem, fazendo com que o Peter (Tom Holland) fosse andando aos prantos em direção ao Peter (Tobey Maguire), se referindo a ele, incrédulo, como se fosse o falecido tio. É cafona? É. É incrível? Também. Então que façam acontecer!

Doutor Estranho

Outra presença que já está confirmada no filme é o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). E caso esse Aranhaverso aconteça, provavelmente será por conta do envolvimento dele. Mas a presença dele não precisa se resumir apenas ao cara dos portais. Vale lembrar que o filme 2 do herói será lançado em breve e terá a direção de ninguém menos que Sam Raimi, o diretor da trilogia original do Homem-Aranha. Mais do que isso: vale lembrar de um diálogo em Homem-Aranha 2 (2004), no qual J.J. Jameson (J.K. Simmons) está pensando em um nome para dar ao Doutor Octopus, quando recebe a indicação de chamá-lo de “Doutor Estranho”. O editor do Clarim Diário diz que “o nome é bom, mas já existe”. Seria incrível ver o Mestre das Artes Místicas interagindo com o universo do Aranha do Sam Raimi e vice-versa. Que mantenham o Tobey Maguire para Doutor Estranho 2. O céu é o limite!

Menção honrosa


Gwen-Aranha

Uma das personagens mais amadas da franquia do Aranha de Marc Webb era a Gwen Stacy da Emma Stone. Ela tinha carisma, atitude e era esperta. Podiam chamar ela pra fazer uma ponta como a Gwen-Aranha, que vive em um universo no qual ela foi picada pela aranha radioativa e não conseguiu evitar a morte de Peter Parker. Isso seria uma forma legal de investir numa parte mais dramática dos heróis, o que poderia ser feito mostrando também como ficou a vida pessoal do Peter da trilogia original. Ele se casou com a Mary Jane (Kirsten Dunst)? Eles tiveram uma filha? A Tia May (Rosemary Harris) descobriu a identidade secreta? Enfim, são muitas as possibilidades.

 

E você? O que gostaria de ver no próximo filme do Homem-Aranha? Diga nos comentários!

‘A Festa de Formatura’: Nicole Kidman performa “ZAZZ” no novo teaser oficial do musical; Confira!

Netflix divulgou um novo teaser oficial de A Festa de Formatura, adaptação musical do prolífico realizador Ryan Murphy.

A breve cena traz Nicole KidmanJo Ellen Pellman apresentando o número “ZAZZ”.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 11 de dezembro.

A história gira em torno de quatro atores de teatro que viajam para Indiana, onde ajudam uma adolescente cujo baile de formatura foi cancelado após tentar levar sua namorada como acompanhante.

Meryl Streep dá vida a Dee Dee Allen, atriz vencedora de dois prêmios Tony que agora se vê no fundo do poço após receber críticas negativas por sua aparição no fracassado musical sobre Eleanor Roosevelt. Nicole Kidman, por sua vez, faz parte do quarteto protagonista como Angie Dickinson.

James CordenAndrew Rannels também fazem parte do grupo principal, dando vida a Barry Glickman e Trent Oliver, respectivamente. Ariana Grande, Keegan-Michael Key, Kerry Washington, Andrew Rannells, Ariana DeBose e outros completam o elenco.

‘Monster Hunter’: Diablos estampam nova imagem promocional da adaptação; Confira!

Sony Pictures divulgou uma nova imagem promocional da adaptação de Monster Hunter, estrelada por Milla Jovovich, que traz a comparação de tamanho entre a criatura conhecida como Diablos e os Caçadores.

Confira:

O longa chega aos cinemas brasileiros só no final deste mês, mas já está sendo exibido nos mercados internacionais, incluindo na China (um dos maiores do circuito cinematográfico). Entretanto, o filme parece não estar agradando ao público devido a uma piada racista contra o povo chinês que levou as distribuidoras a cancelarem as sessões.

Segundo o perfil do Twitter @gavinfeng97, “todos os horários de exibição do longa-metragem estão sendo cancelados. Os exibidores receberam notificações à meia-noite de ontem sem muitas razões específicas. Entretanto, a indústria acredita que seja em virtude de uma piada racista sobre os chineses depois dos espectadores recorrerem ao Twitter para denunciá-la”.

As informações também indicam que, caso cópias novas do filme sejam realizadas, ele possa voltar a ser divulgado.

A cena em questão envolve o personagem de Tony Jaa. Na sequência, alguém lhe pergunta: “que tipo de joelhos são esses?”; eis que Jaa responde “chineses”, fazendo alusão a uma ofensiva rima “Chinese, Japanese, dirty knees, look at these?”.]

A cantoria infantil é, na verdade, cantada por falantes da língua inglesa que, durante a II Guerra Mundial, usavam os versos para zombar de crianças de origem asiática. Aliás, segundo o livro ‘The Colors of Excellence: hiring and keeping teachers of color in independent schools’, diversos sino-americanos se lembram de sofrer com brincadeiras de mau gosto com a rima, fazendo uma alusão estereotipada de que as comunidades orientais não eram limpas.

Veja a cena em questão:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de dezembro.

Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

Leandro Hassum lista suas produções originais favoritas da Netflix; Confira!

Netflix se reuniu com Leandro Hassum em um novo vídeo especial em que o ator lista suas produções favoritas da plataforma de streaming.

Dentre as obras, Hassum cita The Crown, La Casa de Papel e O Gambito da Rainha.

Confira:

Hassum é a estrela da comédia natalina brasileira ‘Tudo Bem No Natal Que Vem‘, que já está disponível no serviço.

Na trama, depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.

Elisa Pinheiro, Ariane Botelho, Miguel Rômulo, Louise Cardoso e Danielle Winits completam o elenco. Roberto Santucci dirige.

‘A Voz Suprema do Blues’: Chadwick Boseman será lembrado como um herói, diz Viola Davis

Em uma recente entrevista ao The Guardian, a vencedora do Oscar Viola Davis revelou que Chadwick Boseman, com quem divide as telas do já aclamado A Voz Suprema do Blues, será relembrado como um herói.

“Creio que ele será lembrado como um herói. Há uma parte do público que o associa a Pantera Negra. Eu não. Eu o associo com sua autenticidade, especialmente em meio a uma profissão que às vezes te drena. Ele era alguém que viveu uma vida maior do que todos. E creio que seu legado, seu corpo de trabalho, sua integridade, irá influenciar gerações e mais gerações futuras”.

Boseman receberá um prêmio honorário no Gotham Awards pela performance na cinebiografia.

O ator, que faleceu em agosto de 2020 após uma árdua luta contra um câncer, receberá a estatueta Actor Tribute Award, conforme anunciado pelos organizadores do evento na última quinta-feira (04).

A colega de elenco e vencedora do Oscar, Viola Davis, também receberá o prêmio honorário Actress Tribute na mesma ocasião. As duas condecorações já marcam o que promete ser uma jornada promissora para os atores na temporada das premiações.

Frequentemente, atores honrados no Gotham Awards tendem a conquistar futuras indicações ao Oscar, como aconteceu nos últimos anos com Laura Dern (‘História de um Casamento‘), Rachel Weisz (A Favorita) e Gary Oldman (‘O Espião que Sabia Demais‘).

Recentemente, a Netflix divulgou uma poderosa cena do drama, que traz Viola Davis dando um show de atuação no papel da cantora Ma Rainey, em um poderoso e dramático momento.

Assista:

A produção estreia no dia 18 de dezembro.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

‘Invincible’: Ezra Miller e Jon Hamm entram para a nova série animada do criador de ‘The Walking Dead’

Amazon Prime Video anunciou hoje (06) que a série animada Invincible, de Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) ganhou novas informações.

A plataforma de streaming revelou que Ezra MillerMahershala AliClancy BrownNicole ByerJeffrey DonovanJonathan GroffJon HammDjimon Hounson entraram para o elenco principal.

Confira o primeiro teaser:

A produção é uma adaptação dos quadrinhos homônimos do Kirkman, que foram lançados pela Image Comics.

A trama gira em torno de Mark Grayson (Steven Yeun), um adolescente de 17 anos que é exatamente como qualquer outro garoto da sua idade – exceto que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man (J.K. Simmons). Mas quando Mark descobre que tem seus próprios poderes, ele percebe que o legado do seu pai não é tão heroico quanto parece.

A série será lançada na Amazon Prime em 2021.

8 Dicas de Lançamentos IMPERDÍVEIS no Amazon Prime Video

Fim de semana acabando. Dias chuvosos. Nada melhor do que ficar em casa relaxando e assistindo na TV um ótimo filme. Opções de plataformas para tal é o que não falta. Mas o que muitos espectadores podem encontrar dificuldade é selecionar algo de seu interesse. E é justamente para tal tarefa que estamos aqui, querido leitor.

Para a empreitada, a Amazon Prime Video se tornou uma excelente pedida, com suas produções originais de fazer frente ao colosso Netflix, chegando junto na disputa acirrada. Com o lançamento recente da Disney+ no Brasil os fãs estão alvoroçados. Mas para todos aqueles que ainda não tiveram interesse em assinar o streaming da casa do Mickey, separamos um novo lote de dicas fresquinhas de produções adicionadas recentemente ao catálogo da Amazon, que você não pode perder. Tem para todos os gostos. Vem conhecer e não esqueça de comentar se já conferiu e o que achou de nossas dicas.

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Carlinhos & Carlão

Estreando no dia 12 de novembro, esta comédia nacional tem a proposta de ser consciente e questionadora ao mesmo tempo, abordando temas muito em voga na sociedade, não apenas brasileira, mas mundial. Funcionando da mesma forma que recente Jojo Rabitt para o nazismo, Carlinhos & Carlão critica a homofobia, apresentando um típico machão preconceituoso adentrando um curso relâmpago em tolerância e aceitação. É sabido que só estando na posição do outro podemos saber o que sentem e passam, assim, Carlão (Luis Lobianco) é um mecânico amante de futebol, que como num passe de mágica se transforma em gay quando chega a noite.

No Gogó do Paulinho

O humorista Maurício Manfrini estreou nos cinemas com o pé direito protagonizando a hilária comédia Os Farofeiros (2018). Agora, ele tem a chance de levar às telas o primeiro longa do personagem que fez sua fama: o malandro Paulinho Gogó – o qual interpreta há anos no programa de TV A Praça é Nossa. Aqui, temos uma história de origem do protagonista, contando com participações de gente como Cacau Protásio e, como não podia deixar de ser, o “padrinho” Carlos Alberto de Nóbrega.

Os Espetaculares

Os comediantes stand-up estão mais populares do que nunca. Pegando carona nesta onda, esta produção nacional que estreou recentemente na Amazon mostra um trio disfuncional de colegas trabalhando nesta área. Em baixa, o egocêntrico Ed Lima (Paulo Mathias Jr.) precisa reunir um grupo de humoristas para um concurso, como chance de recuperar o prestígio de sua carreira. Assim, ele alista o amigo rancoroso e frustrado Ítalo (Rafael Portugal) e a promissora Sara (Luísa Perissé – filha e Heloísa Perissé).

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Vestido Maldito

Começamos a lista com uma recomendação para os fãs de terror. Sucesso em festivais de cinema, tendo feito sua estreia no TIFF, o Festival de Toronto, esta é uma produção britânica, falada em inglês e francês. Dono de grande criatividade em sua trama, e até mesmo alguns elementos cômicos, o longa foi escrito e dirigido pelo cineasta Peter Strickland (O Duque de Burgundy). Com impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, os críticos o definiram como “uma fascinante homenagem ao cinema de terror europeu, que tece um feitiço de surrealismo, misturando um horror estilizado com humor negro para oferecer ao público uma ameaça cativante”.

O assunto aqui é uma história de “fantasmas” diferente. Quando uma loja de departamento vende durante o inverno um belo e chamativo vestido vermelho, sua nova dona (papel de Marianne Jean-Baptiste) logo descobrirá que este não é uma vestimenta comum. Elogios não faltaram a este thriller “estranho no bom sentido”, sendo comparado a uma mistura de David Lynch e Dario Argento. Simplesmente imperdível.

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Borat: Fita de Cinema Seguinte

Borat está de volta! E seu segundo e muito aguardado filme estreou numa época bem propícia, coincidindo (propositalmente, é claro) com as eleições norte-americanas, bem a tempo de tirar uma com a cara de Donald Trump, seu vice-presidente Mike Pence e seu advogado, o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani (num dos momentos mais desconcertantes do novo longa). Foram quatorze anos de espera e o mundo mudou muito, mas não o humor de Sacha Baron Cohen, o intérprete do personagem, que continua incorreto até a medula, sem poupar ninguém.

Seguindo de perto o modelo do original, apesar da mudança de diretor (sai Larry Charles, de Seinfeld, e entra Jason Woliner, de O Último Cara da Terra), o segundo filme continua confeccionado como um documentário falso, onde poucos sabem que a brincadeira está rolando. As novidades agora são a filha do protagonista (um show à parte da atriz Maria Bakalova – para quem Cohen vem fazendo campanha por uma indicação no Oscar), que o acompanha na viagem aos EUA, e a pandemia da COVID-19 – que pegou a produção do filme de surpresa, e tratou de ser adicionada ao roteiro -, por exemplo. O segundo Borat igualmente caiu nas graças dos críticos, considerado “uma ferramenta afiada para expor os mal orientados ou totalmente repugnantes cantos da cultura Americana”.

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7500

O sumido Joseph Gordon-Levitt encabeça esta produção original da Amazon, recomendada para os fãs de ação, drama e suspense com muita tensão. Estreia do diretor alemão Patrick Vollrath em longas-metragens (que também assina o roteiro), o filme traz o jovem ator na pele de um piloto de avião vivendo a pior experiência de sua vida. 7500 é o código que aeronaves comerciais usam para indicar às torres de controle que foram sequestradas. E por esta premissa você pode imaginar o teor do filme.

Num voo de Berlim para Paris, um jovem co-piloto, papel de Levitt, fará de tudo, sozinho, para impedir que terroristas tomem controle da cabine de pilotagem do avião – mesmo precisando lidar com a possível morte dos reféns, o que inclui sua namorada, a aeromoça a bordo. Para garantir mais veracidade ao filme, o diretor utilizou um avião de verdade, comprado pela produção, e não um cenário. Além disso, as técnicas de filmagens utilizadas pelo cineasta ainda envolveram a câmera filmando sem cortes, às vezes por 1 hora direto, e a liberdade de improviso dos atores (o que Levitt considerou uma experiência brutal em momentos, porém, única). E funcionou, já que a atuação do protagonista foi extremamente elogiada pelos especialistas. Obs. Cuidado para não confundir o filme com o terror “tranqueira” Voo 7500, lançado em 2014.

Mussum – Um Filme do Cacildis

Pelo título já se pode perceber o tópico deste documentário nacional dirigido por Susanna Lira. O “trapalhão” preferido de muita gente, a trajetória de Mussum, ou melhor, Antonio Carlos Bernardes Gomes, começou na música, como sambista parte do grupo Os Originais do Samba. O documentário perpassa a vida desta icônica figura popular brasileira, desde os primórdios até se tornar verdadeiramente famoso ao fazer parte do quarteto humorístico sensação Os Trapalhões – parte do folclore de nosso país.

Inesquecível, assim como seus três colegas de trabalho, ao lado dos Trapalhões Mussum conquistou enorme sucesso, cativando a imaginação do público, fosse nos programas da TV, ou no cinema, onde reinavam absolutos nos anos 1980, fazendo frente e deixando no chinelo os blockbusters hollywoodianos nas bilheterias nacionais. E quando teremos um fenômeno assim de novo? Com imagens de arquivo e entrevistas com o próprio, além de personalidades como Renato Aragão, o Didi, e Alcione, Mussum – Um Filme do Cacildis é imprescindível numa era onde se fala muito da representatividade racial. História e entretenimento caminhando juntos.

A Gruta

Para finalizar, selecionamos outra produção nacional. Esta, voltando ao primeiro item da matéria. Os fãs de terror não terão do que reclamar no acervo da Amazon. Misturando filmes slasher de assassinatos com elementos sobrenaturais, como possessão demoníacas e espirituais, esta é uma produção recente, lançada este ano, escrita, dirigida e protagonizada pelo multifacetado Arthur Vinciprova.

A trama mostra um grupo de jovens num passeio aventureiro ao lado de seu guia desbravando uma gruta subterrânea próxima a um lago. Ao mesmo tempo, Jesus (Vinciprova) se torna o único sobrevivente de uma tragédia ocorrida no local, com seu grupo turístico inteiramente assassinado, incluindo sua esposa. Logo, ele se torna o principal suspeito dos crimes hediondos, mas clama inocência. Na história contada pelo rapaz, sua esposa teria sido possuída por um espírito maligno e matado todos os mochileiros. É então que ele pede a ajuda de uma freira para desvendar o caso, a única que pode crer em seus relatos de forças vindas de outro mundo. A irmã é vivida pela talentosa Carolina Ferraz, o rosto mais conhecido do elenco, e verdadeira estrela da obra.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheterias que Completam 30 Anos em 2020

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2020.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 30 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 30 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 30 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

‘Mulher-Maravilha 3’ será o último filme da franquia dirigido por Patty Jenkins

Os fãs ainda estão aguardando a chegada de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, mas a diretora Patty Jenkins já foi um pouco mais além e revelou seus planos para o futuro da franquia.

E segundo ela, ‘Mulher-Maravilha 3‘ será seu último filme à frente da saga da heroína. A informação foi revelada durante uma entrevista ao Geek, transcrita pela conta no Twitter DC Movie News:

“Mulher-Marailha 1984 me deu a chance de fazer muitas das coisas que não consegui acomodar no primeiro filme. Eu estou tão feliz de poder contar a história de origem da Mulher-Maravilha. Foi quase como o seu nascimento, mas nós ainda não vimos do que ela é capaz. É empolgante para mim mostrá-la no ápice da sua força. Mas também é muito importante ela combater uma luta pessoal: Ela é uma deusa que tenta ajudar a humanidade. Ela não é só uma pessoa que luta contra o mal, ela tenta mostrar à pessoas más como elas podem melhorar. É um dilema interessante. O próximo filme (MM3) é provavelmente meu último filme da Mulher-Maravilha, então eu preciso colocar tudo o que eu quero mostrar lá. Nós precisamos pensar cuidadosamente”. 

A crítica especializada já conferiu ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e as primeiras impressões são extremamente positivas.

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘Star Wars’: George Lucas explica por que decidiu vender a franquia para a Disney

Muitos fãs ficaram surpresos quando o fundador da Lucasfilm , George Lucas, decidiu vender sua empresa e a franquia ‘Star Wars‘ para a Walt Disney Company.

Agora, Lucas de uma entrevista ao The Star Wars Archives e explicou que tudo se resume à família e que ele tem novas prioridades para o futuro.

Lucas admitiu que foi difícil desistir das rédeas da franquia Star Wars, especialmente depois de seu trabalho elaborando a trilogia pré-sequência. Mas então ele entendeu que tinha um filho recém-nascido a caminho, e a quantidade de tempo dedicado à franquia teria diminuído isso.

“Naquela época eu estava começando a próxima trilogia, conversei com os atores e estava começando a me preparar. Eu também estava prestes a ter uma filha com minha esposa. Demora 10 anos para fazer uma trilogia – os episódios I a III levaram de 1995 a 2005. Eu ainda estaria trabalhando no Episódio IX ! Em 2012, eu tinha 69 anos. Então a questão era: vou continuar fazendo isso pelo resto da minha vida? Quero passar por isso de novo? Finalmente, decidi que prefiro criar minha filha e aproveitar a vida por um tempo.”, disse Lucas.  

A informação foi revelada em algumas páginas do livro ‘The Star Wars Archives: 1999-2005‘, que contém algumas curiosidades reveladas por Lucas. 

Lembrando que o último filme da franquia foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Infelizmente, a sequência encerrou a história de Rey, Finn e Poe com o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

E você, o que achou do desfecho da saga Skywalker?

Assista nossa crítica:

Tá precisando de um filme que te encha de esperança? Conheça a nova estreia da Netflix!

Tá precisando assistir a um filme fofinho que te encha de esperança e amor? Pois bem, ‘O Segredo: Ouse Sonhar‘ estreou na Netflix e está fazendo o maior sucesso na plataforma.

O longa Cristão de autoajuda se tornou o terceiro filme mais título da Netflix dessa semana.

Estrelado por Katie Holmes (‘O Doador de Memórias’) e Josh Lucas (‘Superação: O Milagre da Fé’), ‘O Segredo: Ouse Sonhar‘ é inspirado no best-seller mundial da escritora Rhonda Byrne, que vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do mundo, foi traduzido para 50 línguas e permaneceu na lista de livros mais vendidos do New York Times por 190 semanas.

Confira, com o trailer:

A trama conta a história de Miranda (Katie Holmes), uma viúva que luta para criar seus três filhos sozinha. Após uma forte tempestade destruir sua casa, ela contrata Bray Johnson (Josh Lucas) para ajudá-la na reconstrução. Durante a obra, ele passa a compartilhar com Miranda sua filosofia de acreditar no poder do universo, na relação causa e efeito, passado e presente.

‘AVA’: Jessica Chastain é assassina em thriller de ação que está fazendo sucesso na Netflix

AVA‘, thriller de ação estrelado Jessica Chastain, Colin Farrell e John Malkovich, está fazendo sucesso na Netflix.

Lançado no catálogo nesta semana, o filme se tornou o segundo título mais assistido da plataforma – atrás apenas da comédia dramática ‘Tudo Bem no Natal que Vem‘.

Confira, com o trailer:

Na trama, Chastain vive uma assassina que se torna alvo de sua própria organização depois de falhar em uma de suas missões. Com a ajuda de seu mentor (Malkovich), ela usará todo o seu treinamento para fugir da mira de um dos melhores atiradores da agência, que será vivido por Farrell.

Dirigido por Tate Taylor (‘A Garota no Trem‘), ‘AVA‘ chega aos cinemas norte-americanos em 25 de setembro, mas ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.

O elenco também conta com Geena Davis, Diana Silvers, Ioan Gruffudd, Joan Chen, e Common.

‘A Fuga das Galinhas’ permanece mais atual que nunca, 20 anos depois! [Opinião]

A Netflix fez um anúncio um tanto quanto chocante e que, apesar de já ter sido ruminado nos últimos anos, havia sumido do mapa: a sequência da clássica e aclamada animação A Fuga das Galinhas. Coincidentemente, a plataforma de streaming confirmou o lançamento da continuação (em 2021) no aniversário de duas décadas do longa-metragem, o que o fez ganhar a atenção da geração que já havia se deliciado com a envolvente história de empoderamento, drama e ação – e também do novo público que, a cada dia, vem redescobrindo obras que merecem lugar especial em nossos corações.

No arco cronológico do cinema, o gênero em questão acabou se transformando em um recuo confortável para os outros tipos narrativos circundantes – principalmente o drama fantástico. Em outras palavras, é possível contar nos dedos as iterações animadas que fogem da zona de conforto e apresentam coisas novas. Com exceção da exemplaridade irretocável do Studio Ghibli e da conhecida Laika, ambos tendo nos entregado volumes de tirar o fôlego e com uma competência exímia, o restante dos estúdios rende-se ao fator mercadológico para dar vida a seus produtos – o que não é condenável, inclusive quando consideramos o infindável lobby da esfera do entretenimento. E, nesse seleto grupo, existe A Fuga das Galinhas, cujo lançamento em 2000 não poderia ser usado como reflexo melhor das polêmicas sociopolíticas atuais.

À prima vista, o próprio título parece nos guiar em uma direção errônea, talvez como marketing não premeditado para nos fazer assistir à obra e entender o que realmente vai acontecer. No final das contas, a obra britânica, seguindo os passos de tantas outras antes dela, cria uma análise antropológica sobre autoritarismo, fascismo e luta de classes, utilizando elementos científico-históricos para fazer o paralelo entre a execrável “mão invisível” do capitalismo e até mesmo aos campos de concentração nazistas da década de 1930. Entretanto, a pesada atmosfera é mascarada tanto com uma caprichosa trilha musical quanto o uso de animais antropomorfizados como protagonistas – deixando que as nuances falem por si mesmas em níveis diferentes com os pequenos e com os adultos.

Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, a trama é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio. No topo de tudo isso, temos a determinada Ginger (Julia Sawalha), uma jovem galinha que pretende salvar todas as suas colegas, dando ideia de construírem um avião improvisado para fugirem de uma vez por todas.

O fantástico e incrível cenário parece impalpável, mas é recheado de construções exuberantes com as mais chocantes críticas sobre praticamente todos os assuntos que consiga pensar. Para começar, temos a representação imagética do próprio galinheiro: afastando-se do convencionalismo com brutalidade, cada viveiro é erguido para nos relembrar dos encarceramentos austríacos da II Guerra Mundial, cujos muros altos e a vigilância constante cercavam os judeus, homossexuais e negros da Europa Ocidental. Aqui, as galinhas ocupam o lugar dos humanos e, sendo controladas pela Sra. Tweedy e pelo estúpido marido, são obrigada a se enfileirar e a botar ovos todos os dias para que não sejam degoladas e descartadas. Em um âmbito mais metafórico (e talvez não tão complexo assim, considerando as cartas de que o longa se vale), há a dicotomia funcional do operário e do patrão transferidas para as telonas em uma didática explicação que oscila entre o levante da minoria contra o opressor.

A Fuga das Galinhas ganha mérito ao homenagear o atemporal Fugindo do Inferno, drenando inspiração do épico drama bélico dirigido por John Sturges. Até mesmo os personagens nutrem de similaridades inegáveis e que aumentam a complexidade do que é apresentado aos espectadores: assim como os prisioneiros de guerra desta obra são versados em especialidades diferentes e unem esforços para criar um plano de escape, os galináceos também tem habilidades distintas e, apesar de conflitos internos e um certo ceticismo por parte das personagens mais rebeldes, elas também se juntam para arquitetar o escape. Ginger, assim como Big X (vivido por Richard Attenborough no longa de Sturges), é uma meticulosa e organizada líder cujo propósito já sólido sofre um desnivelamento na presença do irreverente Rocky (Mel Gibson), um ex-galo de circo egocêntrico que tem outros planos em mente – o equivalente ao personagem de Steve McQueen no drama de 1963.

O roteiro cuida para que a massificação, espectro imprescindível para a pesquisa psicossocial, não seja o mote principal, mas exista enquanto premissa para unir as galinhas em uma comunidade que, com a força coletiva em detrimento do individualismo, consigam superar os obstáculos e alcançar a glória – no caso, fugir para uma paradisíaca ilhota em que possam viver livres, longe das amarras e das grades de seus antigos “lares” e, mais do que isso, longe da temível Sra. Tweedy. Não é surpresa que cada construção arquetípica represente um medo escondido ou um temor subconsciente da nossa própria sociedade, movimentando-se da frustração à passividade, do conformismo ao pessimismo.

A Fuga das Galinhas continua com um legado vivo e como uma das maiores análises sociológicas da história do cinema, servindo inclusive como resiliente estrutura para diversos artigos científicos que ousem explorar as sutilezas dessa obra-prima. Guiado pela perfeição saudosista do stop-motion e pelo propositalmente exagerado viés artístico de sua equipe técnica (a mesma responsável pela joia Wallace e Gromit), reassistir à animação é um convite singelo a descobrir mais e mais detalhes inteligentes sobre sua criação – e também sobre nós mesmos.

Os 10 Momentos mais Emocionantes das animações da Pixar

Com 34 anos de história, a Pixar Animation Studios está mais que consolidada como um dos maiores estúdios de animação da sétima arte. Ao todo, foram 22 longas-metragens, alguns verdadeiros clássicos do cinema. 

Além de divertir muito os espectadores, a companhia criou o costume de fazer muita gente chorar em seus filmes. Quem aqui nunca chorou em um filme da Pixar deveria procurar ajuda, pois algo está faltando em seu organismo. 

O CinePOP decidiu relembrar alguns dos momentos mais emocionantes dos filmes da Pixar. E não foi uma escolha fácil, afinal quase todas as animações do estúdio contam com momentos tocantes. Não deixe de participar através dos comentários! Qual cena mais te fez chorar?!

 

10) Dory implora para Marlin não ir embora (Procurando Nemo)

Desolado após achar que seu filho Nemo havia morrido, Marlin decide se isolar e voltar para casa sozinho. Ele agradece a ajuda de Dory e vai embora. Desesperada, ela implora para ele ficar ao seu lado, dizendo que se sente em casa ao lado dele e que lembra melhor das coisas. “Eu não quero esquecer”, diz Dory. “Me desculpe, Dory, mas eu quero”, responde Marlin. Mesmo com o público sabendo que Nemo está bem, é impossível não se emocionar com a dor daquele pai e com o desespero de sua amiga, destinada a apagar tudo que viveram de sua cabeça. De longe, a cena mais tocante de Procurando Nemo (2003).

 

9) Buzz descobre que ele é um brinquedo (Toy Story – Um Mundo de Aventuras)

Após muito discutir com Woody por este dizer que ele não era um astronauta de verdade, Buzz Lightyear se depara com uma propaganda de seu brinquedo na TV. Desolado, ele não aceita tal realidade. Ao som da bela “I Will Go Sailing No More”, de Randy Newman, Buzz ainda acredita que pode voar e decide saltar da escada em direção à janela. Ele grita “ao infinito e além” e parece voar por alguns instantes. Só que ele cai. Além de ter que confrontar com a realidade de que é um brinquedo, ele ainda quebra um dos braços. A música faz toda diferença na cena e mostra que Toy Story – Um Mundo de Aventuras era muito mais que um filme sobre brinquedos que ganhavam vida.

 

8) Sully se despede de Boo (Monstros S.A.)

Despedidas nunca são fáceis, ainda mais após uma história de amizade e descoberta como a de Sulley e Boo em Monstros S.A.. Após uma verdadeira aventura por Monstropolis, Sully e Mike têm que devolver Boo para o mundo real. E, pior, eles sabem que terão que destruir a porta do quarto da menina, para que ela não seja mais ameaçada por Randall e companhia. Assim, é particularmente tocante vivenciar o momento através dos olhos de Sully. Ele entra no quarto da garotinha com ela, a coloca para dormir e se despede com a sensação de que nunca mais irá encontrá-la. Felizmente, Mike reconstrói a porta da jovem e temos um reencontro ao final, mas isso não faz a despedida algo menos emocionante.

 

7) Wall-E reconhece Eva (Wall-E)

O início de Wall-E talvez seja das coisas mais belas que a Pixar já produziu. Uma homenagem ao cinema silencioso capaz de arrepiar o mais frio dos cinéfilos. No entanto, não é necessariamente um momento que te faz chorar. Por outro lado… é difícil escapar do choro no final do filme, especificamente quando Wall-E perde sua memória. Após anos cultivando uma personalidade nostálgica e repleta de delicadeza, nosso robozinho é rebootado e passa a não ligar para os objetos que cultivou na Terra e não reconhece nem mesmo a amada Eva. Após momentos de lamentação, em que Eva sofria por não ser reconhecida, um toque de “mãos” acaba devolvendo a memória ao robô. É tocante, delicado e muito lindo. 

 

6) A história da Jessie (Toy Story 2)

Toy Story 2 talvez não tenha o reconhecimento do primeiro filme, nem o apego emocional do terceiro. Agora, conta com pelo menos uma cena de partir o coração. Em um flashback sem nenhum diálogo, todo ao som da tristíssima “When She Loved Me”, na voz de Sarah MacLachlan, acompanhamos a trajetória de vida da cowgirl Jessie. Se no primeiro filme acompanhamos o medo de Woody em ser esquecido por Andy, aqui vemos que foi justamente isso o que aconteceu com Jessie. O clipe mostra como ela foi de brinquedo favorita da garotinha Emily à objeto de doação. É tocante, bonito e muito complexo. Uma demonstração clara dos sentimentos que a Pixar consegue produzir.

 

5) Brinquedos de mãos dadas na fornalha (Toy Story 3)

Uma cena que arrepia só de lembrar. Após uma longa jornada de três filmes em que tiveram que lidar com a passagem do tempo e o abandono, os brinquedos de Andy se veem em uma fornalha, prestes a serem queimados. E, no momento do desespero, o que eles fazem? Aceitam seus destinos e dão as mãos para morrer juntos. COMO ASSIM?!? Isso é um filme infantil, Pixar! Não me traumatiza! No final, a gente sabe que todo mundo escapa e sobrevive, ainda assim, por alguns instantes, todos fomos obrigados a confrontar aquele sentimento de perda e amizade. É de uma complexidade e impacto difícil de mensurar. Potencialmente chocante, mas efetivamente emocionante.

 

4) Sacrifício de Bing Bong (Divertida Mente)

Bing Bong vai desaparecendo e diz: “Salve a Riley… Leve ela para a lua por mim.” Só de lembrar desse momento de Divertida Mente já dá vontade de chorar. A Pixar aborda tantos sentimentos e de forma tão complexa que é até difícil de falar. Sim, tratava-se de um amigo imaginário, mas ele era super real naquele cenário, o que torna seu sacrifício algo simbólico e devastador. Como imaginar uma “pessoa” cedendo sua vida pela felicidade da amiga em um filme infantil? A cena, com certeza, traumatizou algumas crianças, mas tocou muito mais os adultos, que sem dúvida relembraram da infância e das amizades que deixaram para trás. Descanse em paz, Bing Bong.

 

3) Andy dá seus brinquedos para Bonnie (Toy Story 3)

Falando em adultos chorando por relembrar infâncias deixadas para trás… O que dizer do final de Toy Story 3?! Quem não chorou na cena da fornalha, dificilmente resistiu ao momento derradeiro do longa, no qual Andy dá todos os seus brinquedos para a jovem Bonnie. É triste ver o garoto basicamente abrindo mão de sua infância. É de partir o coração notar que, em determinado momento, ele quase não consegue abrir mão de seu mais fiel companheiro, o xerife Woody. O final de Toy Story 3 é um dos mais belos e tristes da história do cinema. E um dos pontos mais altos nas décadas de produções da Pixar.

 

2) Lembre de mim (Viva: A Vida é uma Festa)

Um menino apresentando uma música para a avó. Uma avó se reconciliando com a memória do pai. Uma família se reconciliando com a paixão pela música. Tanta coisa está presente nesta delicada cena de Viva: A Vida é uma Festa que é até difícil colocar em palavras. E tudo isso ao som de uma belíssima canção vencedora do Oscar. Só com um coração de pedra para não chorar ao ver o jovem Miguel tocando “Lembre de mim” para a avó. Dirigido por Lee Unkrich, o filme também levou o Oscar de Melhor Longa de Animação em 2018.

 

1) Clipe da vida de casados de Carl e Ellie (Up – Altas Aventuras)

O clipe de abertura de Up – Altas Aventuras é daquelas coisas difíceis de acreditar. Parecia improvável que uma animação para crianças se arriscaria a tocar em temas tão sérios, ainda que de forma bem delicada. Mas estamos falando da Pixar… Ao contar a história de amor da infância à terceira idade de Carl e Ellie, o filme passa por altos e baixos da relação. O público em pouco tempo se apaixona pelo casal e sofre ao acompanhar momentos tristes de sua vida, como a perda de um bebê ainda em gestação e, é claro, a morte da esposa. Tudo é tão rápido, tão delicado e, ao mesmo tempo, tão forte, que é quase impossível não chorar.