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‘Y: The Last Man’: Série pós-apocalíptica do Hulu ganha data de estreia!

Y: The Last Man, adaptação do Hulu dos quadrinhos assinados por Brian K. Vaughn, teve sua data de estreia finalmente revelada.

A temporada inicial tem lançamento marcado para o dia 10 de setembro de 2021.

Assista às primeiras cenas:

Ben Schnetzer (‘Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos’, ‘A Menina que Roubava Livros’) será o protagonista Yorick Brown.

Michael Green e Aida Mashaka Coral entram como showrunners adicionais. Louise Friedberg será uma das diretoras.

O elenco conta também com Diane LaneAmber TamblynImogen PootsLashana LynchJuliana Canfield e Marin Ireland.

A série mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os mamíferos do sexo masculino, exceto por um único humano. A nova ordem mundial das mulheres explorará gênero, raça, classe e sobrevivência.

As 15 Melhores Músicas de Katy Perry

A icônica popstar Katy Perry celebra seu 37º aniversário no dia de hoje, 25 de outubro – e é claro que não deixaríamos de comemorar essa data tão importante para os fãs.

Começando sua carreira em 2008 com o álbum One of the Boys, Perry ascendeu ao estrelato com canções memoráveis e dançantes que dominaram as paradas do mundo inteiro e que se tornaram marco de uma geração – como “I Kissed a Girl”“Last Friday Night (T.G.I.F.)”“California Gurls”“Roar” e tantas outras. Conhecida pela constante mescla de eletrônica, poprock, não há uma pessoa no planeta que já não tenha ouvido ao menos uma música da cantora e compositora.

Nessa primeira matéria especial, montamos uma breve (e difícil) lista ranqueando suas 15 melhores músicas.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita – ou qual ficou de fora:

15. CHAINED TO THE RHYTHM

Álbum: Witness

“Chained to the Rhythm”, lead single de Witness, é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (à época, recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

14. TEENAGE DREAM

Álbum: Teenage Dream

A faixa-título do 2º álbum de Katy é divertida e bastante perspicaz em sua produção chiclete e envolvente. Girando em torno de um eu poético que se volta para o passado e se recorda dos “sonhos de adolescente”, a música tem uma atmosfera retrô, nutrindo-se tanto do electro-pop quanto do power-popTeenage Dream conquistou uma indicação ao Grammy e alcançou o topo da Hot 100.

13. I KISSED A GIRL

Álbum: One of the Boys

single de estreia de Katy Perry causou um impacto gigantesco na música. Além de alcançar o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard, serviu como impulsionamento para sua carreira pautada no pop-rock, além de trazer referências ao disco e ao new wave. Como se não bastasse, a canção também cutucou o lado mais conservador da sociedade e serviu como uma das primeiras incursões do século XXI a trazer pautas sobre a comunidade LGBTQIA+ dentro do cenário fonográfico mainstream.

12. HOT N COLD

Álbum: One of the Boys

É claro que o segundo single de Perry não poderia ficar de fora da nossa lista: “Hot N Cold” conseguiu seguir o sucesso de “I Kissed a Girl” e alcançou números impressionantes de vendas nos Estados Unidos e ao redor do mundo. Aqui, a artista cria uma atmosfera mais dançante e upbeat que a canção anterior, ganhando elogios da crítica e conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina.

11. PART OF ME

Álbum: Teenage Dream: The Complete Confection

Katy encontrou terreno bastante fértil para investir esforços com o power pop, destilando algumas de suas melhores letras no tocante à temática do empoderamento. “Part of Me” não fica longe de outras grandes realizações de independência e, apesar de retomar uma narrativa já explorada ad nauseam, trouxe elementos novos aliados ao dance-pop – como o house. A canção também marcou a 7ª da carreira da performer a alcançar o topo da Billboard Hot 100.

10. NEVER REALLY OVER

Álbum: Smile

“Never Really Over” é mais do que uma música enraizada no pop convencional; ela é, sim, uma declaração de amor de Katy Perry à sua legião de fãs que a transformaram num dos maiores nomes do início da década. E, por isso mesmo, a artista optou por uma estética contraditoriamente clean, mas salpicada com poderosos sintetizadores que nos alavancam num frenético e emocionante refrão.

9. ROULETTE

Álbum: Witness

Apesar de criticado à época de seu lançamento, Witness continua a ser constantemente revisitado por sua produção diferenciada e pelas ousadias que Perry adotou para mudar sua identidade. A proposital e frenética construção rendeu algumas músicas ótimas que mereciam maior atenção – como “Roulette”, uma futurista rendição e facilmente a melhor iteração do disco. Incorporando elementos do dream-pop e até mesmo do new age, a performer não tem medo de arriscar e, por essa razão, cria mágica com suas incursões inesperadas.

8. THIS MOMENT

Álbum: Prism

O final dos anos 2000 e o começo da década de 2010 representou um grande renascimento para as ramificações eletrônicas da pop music – como o electro-pop e o synth-pop. Nesse contexto, “This Moment” é uma faixa que merecia estar em todas as playlists daqueles que amam se divertir, principalmente pela impactante produção de Stargate Benny Blanco (que poderiam muito bem ter emprestado suas habilidades para outras entradas do álbum). A música inclusive traz referências a Lady Gaga e Robyn, além de ajudar na reiteração da versatilidade de Perry.

7. HUMMINGBIRD HEARBEAT

Álbum: Teenage Dream

O sétimo e último single de Teenage Dream“Hummingbird Heartbeat”, merecia mais reconhecimento do que tem, ainda mais por se configurar como uma das melhores canções do álbum, senão da década passada. Inspirado pelos estilos de hard rock e eletrônica dos anos 1980, o enredo explora o amor ao compará-lo com a velocidade de um beija-flor.

6. FIREWORK

Álbum: Teenage Dream

Considerada até hoje como uma das melhores canções de Katy Perry“Firework” é uma das investidas de maior sucesso de todos os tempos, tendo vendido mais de 10 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, além de alcançar, novamente o topo da Hot 100 da Billboard. A faixa nutre de uma construção dance-pop de empoderamento e é um dos hinos LGBTQIA+ da contemporaneidade, aparecendo em diversas playlists de orgulho queer.

5. LEGENDARY LOVERS

Em retrospecto, a segunda música do álbum mistura inúmeros estilos que, apesar de formulaicos, são vibrantes em sua completude e alcançam uma descontruída coesão que merece atenção. Legendary Lovers” também ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental.

4. UNCONDITIONALLY

Álbum: Prism

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como uma das melhores músicas de Prism. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

3. THE ONE THAT GOT AWAY

Álbum: Teenage Dream

O sétimo e último single de Teenage Dream“Hummingbird Heartbeat”, merecia mais reconhecimento do que tem, ainda mais por se configurar como uma das melhores canções do álbum, senão da década passada. Inspirado pelos estilos de hard rock e eletrônica dos anos 1980, o enredo explora o amor ao compará-lo com a velocidade de um beija-flor.

2. LAST FRIDAY NIGHT (T.G.I.F.)

Álbum: Teenage Dream

“Last Friday Night (T.G.I.F.)” é tudo o que esperaríamos ouvir numa balada. Enquanto boa parte dos apreciadores de música esperam construções densas e filosóficas sobre a vida, Perry rema contra a maré e não quer nada além de diversão – exatamente o que entrega com uma das canções mais famosas de todos os tempos. Regada à nostalgia narcótica do dance-pop, cada verso da iteração é conhecida e nos transporta a um mundo em que os problemas desaparecem e tudo o que queremos é abraçar a leveza envolvente da diversão.

1. WALKING ON AIR

Álbum: Prism

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”).

‘O Beco do Pesadelo’: Terror de Guillermo Del Toro já está disponível no Star+!

O elogiado terror ‘O Beco do Pesadelo‘, novo filme do diretor Guillermo Del Toro (‘A Forma da Água’) indicado ao Oscar, finalmente chegou ao catálogo do Star+.

O título foi lançado hoje, dia 16 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Além de produzir e dirigir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

Gosta de PSICOLOGIA? Escolhemos 10 Filmes Imperdíveis para Você….

Transtornos obsessivos, mudança de personalidade, a busca por dias melhores dentro de memórias dolorosas que nunca saem de nossas mentes, a dificuldade de enxergar o outro dentro de um longo casamento, o encontro de grandes mestres estudiosos da mente humana, a reversão de uma simples obsessão para um despertar pra vida, a questão da moralidade e seus desenrolares através do absurdo (ou pelo menos não comum).

Muitos desses temas estão embutidos nessa humilde lista que resolvi escrever após observar tantos filmes interessantes para refletirmos sobre a mente humana. Para psicólogos, psiquiatras, estudantes dessas disciplinas muitos dessas produções abaixo podem ser um prato cheio. Segue então, 10 Filmes para você que gosta de Psicologia:

 

Cake – Uma Razão para Viver (2014)

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim.  Falando sobre a dor da perda e uma incrível distância sobre a arte do despertar novamente à vida, o diretor Daniel Barnz (do maravilhoso Menina no País das Maravilhas) consegue realizar um trabalho bastante competente, cheias de sentenças verdadeiras que acontecem em nosso mundo mas as vezes não enxergamos. Cake – Uma Razão para Viver, é uma jornada rumo às profundezas de um mar sem fim, sem melodramas, com muita verdade e que conta com uma baita atuação de Jennifer Aniston.

Na trama, conhecemos a sofrida e mal humorada Claire (Jennifer Aniston), uma advogada de meia idade que passou por um enorme trauma em sua vida, não conseguindo se reerguer. Chata, ranzinza, vazia, vive pelos canteiros do mundo que criou, prefere se afogar nas tristezas e lembranças escondidas do que respirar a busca por uma nova felicidade. Certo dia, passa a ser atormentada pelo fantasma de uma mulher que conheceu em um grupo de apoio e sua vida começa a tomar outros rumos quando conhece a família dela.

Viciada em remédios contra a dor que sente em seu corpo e em seu coração, Claire, parece levar sua vida de maneira inconsequente, rumo a uma zona de dor e sofrimento. Sem amigos, sem marido, sem família, ela consegue se fechar uma concha sem ter a oportunidade do despertar. É impactante a atuação de Aniston. A atriz, bastante contestada por muitos de nós cinéfilos, dessa vez prende a atenção do público cada vez que aparece em cena.

Silvana (interpretada pela ótima Adriana Barraza), empregada de Claire, também é um belo personagem na trama. Braço direito para as loucuras da protagonista, tenta preservar a saúde mental de sua chefe a protegendo de inevitáveis exageros. Os melhores diálogos do filme são entre essas duas personagens fortes que conquistam o público a cada nova sequência.

Perder o dom de acreditar, desistir dos novos rumos em nossas vidas, viver as dores o máximo que podemos. Quantos de nós já não conhecemos histórias de pessoas que entraram nessa jornada? Cake – Uma Razão para Viver nada mais é que a verdade sobre a dor, escancarada em nossa cara, o que nos faz refletir e comove demais nossos corações.

 

Um Método Perigoso (2011)

Sexo x Sonhos. Quando dois grandes nomes da psicologia se juntam. O mundo da psicanálise fica em evidência, no novo trabalho do experiente diretor David Cronenberg,Jung é o principal, Freud é um mero coadjuvante. Há um conflito interno dentro do pensador suíço, uma cessação da ética. Essa violação da regra elementar da profissão, leva-o à um mar de conflitos.

Cronenberg dá o tom (o maestro) dessa história. O risco de se fazer um filme muito específico era o grande desafio que o experiente diretor tinha que se desviar. O diretor de ‘Videodrome’ e ‘Spider ‘ teve tudo nas mãos para fazer um grande filme. A trama aborda a relação dos dois grandes nomes da Psicologia e o surgimento da corrente psicanalítica. Também é mostrado a polêmica relação de Sabina Spielrein (que depois viria ser uma das primeiras mulheres psicanalistas do mundo) com o seu mentor de dissertação e a posição de Freud nessa relação. A peça ‘Jung e Eu’, com o grande Sergio Britto nos palcos, já fazia um paralelo entre o encontro do teatro com a psicanálise.

Os atores estão muito bem. Michael Fassbender, um dos grandes rostos em ascensão no mundo de Hollywood, parece que não quis arriscar muito neste personagem. Diferente de Viggo Mortensen que tenta dar a sua cara ao renomado nome da psicologia que é coadjuvante nesse longa. Keira Knightley também tem uma atuação destacada. Seu laboratório foi deveras bem aplicado em cena. As reações de sua personagem, Sabina Spielrein, são intensas. Quem também dá o ar de sua graça, é o veterano ator francês, Vincent Cassel, que interpreta um dos personagens mais confusos do filme, Otto Gross.

 

Um Doce Refúgio (2015)

Escrito, dirigido e interpretado pelo artista francês, o filme mais doidinho do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, Um Doce Refúgio, é uma prosa leve e suave sobre o despertar para a vida através de uma simples obsessão. Ao longo dos 105 minutos de projeção, vamos navegando com o protagonista em seu mundo secreto e explorando a cada sequência um inconsciente muito particular. É um daqueles filmes que você ama ou você odeia.

Na trama, conhecemos o tímido e contido Michel (Bruno Podalydès), um artista gráfico que vive uma pacata vida com sua mulher Rachelle (Sandrine Kiberlain). Andando com sua motinho de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mostra não estar muito feliz com a vida que leva. Michel é fascinando pelo mundo aeronáutico e sem querer acaba descobrindo que um caíque tem uma engenharia parecida. Assim, resolve comprar esse enorme objeto, escondido de sua mulher e amigos, e acaba embarcando em uma peculiar história de autodescoberta.

Para comprar a ideia deste trabalho é preciso muita atenção à psicologia agregada ao personagem. Obviamente estamos vendo um obsessivo sonhador que de uma maneira totalmente inconsequente e silenciosa resolve descobrir outras opções e caminhos para sua vida sem graça. Explorando sonhos, uma relação um pouco distante com uma convivência social, e um certo erotismo dentro de sua acesa imaginação, Michel aos poucos vai mostrando-se para o público. O personagem ao longo da projeção vai se abrindo devagarinho e assim vamos descobrindo sua essência.

Comme un avion, no original, possui ótimos coadjuvantes que ajudam a contar essa história. As ótimas Agnès Jaoui e Vimala Pons são as responsáveis para uma inversão interessante que acontece já perto do ato final. O que não dá para negar é que durante toda a projeção, há uma naturalidade e originalidade impactantes, fruto, provavelmente, do filme ser escrito, dirigido e protagonizado pela mesma pessoa. Atenção professores e estudantes de psicologia, Um Doce Refúgio é um projeto que pode interessar bastante vocês.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência (2014)

A moralidade é a melhor de todas as regras para orientar a humanidade. Ganhador do Leão de Ouro no Festival de Veneza, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência é um dos filmes mais invulgares dos últimos anos, passando uma certa zoação em relação a situações do cotidiano da humanidade, o que acaba tendendo o roteiro ao tragicômico. Pode ser que a primeira vista o filme seja completamente incompreensível beirando à loucura mas quando se sossega o baque do inusitado vamos começando a perceber uma lógica interessante contidas em situações estranhas que se metem os personagens.

Exibido na Mostra Internacional de Cinema de SP do ano passado, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan (um deles obviamente beirando ao apocalipse mental), que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida e como cada ser humano pode vir a  encarar todo tipo de sentimento, da alegria à tristeza, da emoção de felicidade à vergonha.

Nessa parte final de uma trilogia sobre o ser humano, o longa-metragem dirigido pelo inteligente Roy Anderson termina um conjunto de três filmes que contém também Vocês, Os Vivos e Canções do Segundo Andar. Todo modelado por esquetes intrigantes e algumas até meio sem sentido, vamos fazendo um tour pela natureza humana. Situações estranhas, pessoas comuns, atos de seres humanos. É um grito de loucura que vai chegando ao seu brilhantismo quando conseguimos aos poucos reunir as peças desse quebra-cabeça comportamental.

Sempre, em todas as esquetes, há uma câmera propositalmente colocada distante dos personagens. É como se precisássemos de toda a atenção do mundo para entender o filme. A história vai fisgando o público aos poucos e obviamente é uma daquelas obras que vista por uma segunda vez alguns pontos ficam mais escancarados que da primeira vez. Há uma grande linha tênue entre o comum e o estranho, Roy Anderson com muita habilidade e coragem consegue se manter firme e forte no meio termo, onde chamamos carinhosamente de genialidade.

 

 

Terapia Intensiva (2013)

Em qual língua você sonha? Depois de uma série de filmes sem expressão pelo mundo do cinema, o cineasta francês Arnaud Desplechin consegue finalmente alcançar um certo brilho em sua estrela apagada. Com ótimas tomadas e movimentos intrigantes de sua nervosa câmera consegue que uma história densa se torne um delicioso passatempo para quem curte cinema de boa qualidade. Jimmy P. é o tipo de filme que vai te conquistando aos pouquinhos chegando ao seu clímax quando os seus personagens principais, maravilhosamente interpretados por Benicio De Toro e Mathieu Amalric, passam da necessária superficialidade dos diálogos ao embarque em uma linda jornada de amizade e profundidade dessa relação.

Na trama, conhecemos o introvertido Jimmy Picard (Benicio Del Toro), um índio católico, ex-soldado, que após um grave acidente na guerra teve seu pedido de dispensado aceitado pelos militares norte-americanos. Quando volta para casa de sua irmã começa a ter diversos casos de tonteira e cegueiras parciais. Assim, sua irmã resolve procurar ajuda e o leva a um centro de tratamento vinculado ao exército. Após séries intensas de análises e baterias de exames a todo instante, a alta cúpula do hospital fica perdida por não achar um diagnóstico lógico para o que Jimmy tem. Nessa hora, entra em cena o antropólogo Georges Devereux (Mathieu Amalric), um mulherengo, hiperativo e genial profissional que fará de tudo para tirar Jimmy dessa situação.

Os diálogos, carregados de sotaques, cada qual no seu qual, ganham certo destaque na trama. O público se surpreende quando aqueles papos muito loucos no começo da história se tornam ferramentas inteligentes para entendermos melhor os dois ótimos personagens. O quebra-cabeça de sonhos, analogias e esquisitas verdades são interpretadas brilhantemente pelo antropólogo interpretado por Amalric. Falando de maneira leiga e deveras audaciosa, é uma espécie de confronto amistoso entre a corrente de sonhos de Jung e as espertezas sobre a sexualidade, essa, de Freud.

Somos apresentados ao protagonista, a princípio, pelos olhos preocupados de sua irmã (interpretada de maneira muito competente pela atriz Michelle Thrush), a mais velha dos irmãos que estudou durante toda sua vida na escola dos missionários e acabou casando com um importante funcionário de uma tribo indígena. A relação antes conflituosa com seu irmão, ao longo dos anos se tornou maternal, em poucas cenas já percebemos isso. Um dos pesares do filme é essa rica personagem aparecer apenas no início da história.

O trabalho de Del Toro e seu personagem é meticuloso, espanta pela verdade que passa em cada palavra pronunciada. O ganhador do Oscar mostra mais uma vez como é um artista versátil. Mas quem comanda o show é o francês Mathieu Amalric, a alma da história passa pela sua intensidade e sagacidade em buscar uma solução para o paciente em questão. A dupla consegue manter a atenção do público nessa longa trama de quase duas horas.

Exibido para a exigente plateia e júri do Festival de Cannes, Jimmy P. é um daqueles filmes que acaba mas não termina, por conta das inúmeras discussões que vai gerar. Um prato cheio para qualquer estudante de antropologia, psicologia, psiquiatria e para todo mundo que gosta de filmes feitos para refletir. Não importa em qual língua você sonha, Jimmy P. mostrará a você que o importante é superar os traumas e ser feliz.

Complicações do Amor (2014)

O casamento deve combater incessantemente um monstro que devora tudo: o hábito! Chegou aos cinemas norte-americanos em agosto de 2014, um dos filmes mais diferentes dos últimos anos, The One I Love. Debutando na cadeira de diretor de cinema, o trabalho dirigido por Charlie McDowell possui um dos roteiros mais originais, assinado por Justin Lader. Ao longo dos curtos 91 minutos de fita, consegue com criatividade e um toque de absurdos apresentar argumentos sólidos sobre a teoria do matrimônio. É uma bela visão sobre variáveis constantes que vemos na vida real quando pensamos ou ouvimos sobre casamentos.

Na trama, um casal em grave crise, resolve, após sugestão do seu misterioso psicólogo, embarcar em uma viagem para passar o tempo longe da cidade grande, em uma casa confortável, para ver se a relação deles engrena novamente. Chegando nesse agradável lugar, logo na primeira noite percebem que há algo muito estranho nesse lugar. Assim, descobrem o inusitado: Versões melhoradas deles vivem na casa de hóspedes! Assim, com vários diálogos interessantes, e situações peculiares, o casal tenta redescobrir o amor.

Uma das dezenas de peculiaridades da história é apresentar uma profunda abordagem, mesmo parecendo impossível na vida real, sobre as dificuldades de estar junto com alguém. Se desdobrando em dois papéis, os atores Mark Duplass e Elisabeth Moss conseguem deixar a trama com cara de suspense e aproximando o público de cada segundo do que vemos em cena.

 

Até que você me Ame (2018)

 

Acreditar ou não? Com simples elementos, força na fotografia e uma objetividade perspicaz, o longa-metragem de estreia do cineasta e roteirista Edward A. PalmerHippopotamus no original, é um thriller, uma espécie de suspense cheio de camadas onde o espectador enxerga o jogo mental criado pelos olhos de uma frágil personagem com sérios problemas de memórias. Na fronteira entre média e longa, em pouco menos de 80 minutos de projeção, assistimos a essa ‘peça filmada’ com muita atenção aos detalhes que vão aparecendo a cada novo avanço da protagonista.

Na trama, conhecemos Ruby (Ingvild Deila), uma jovem que acorda em um cativeiro com poucos elementos dentro dele, somente uma cadeira, duas imagens desenhadas e sua bolsa com os pertences. Suas pernas estão imobilizadas e sem poderem se mexer. Quando tentamos entender o que acontece surge Tom (Stuart Mortimer) e um jogo psicológico é instaurado onde acreditar ou não será uma tarefa árdua para Ruby.

A construção dos simples arcos nos levam a um desfecho cheio de reviravoltas e com muita tensão. Os méritos do diretor vem exatamente nesse ponto: o do clima da tensão. Nos sentimos aflitos a todo instante buscando respostas sobre o que seria aquela inusitada situação vivida por uma perdida personagem que aos poucos começa a se desenvolver de maneira impactante na telona.

Exibido em alguns festivais online desse ano, como o Brasilia International Film Festival que ocorreu em abril, esse projeto britânico vai surpreender a muita gente que conseguir assistí-lo.

 

Run (2020)

As descobertas que mudam para sempre nossa maneira de enxergar tudo que entendemos sobre o mundo. Com um clima de tensão lá nas alturas mas sem grandes momentos de clímax, o que para um filme de suspense pode ser muito distante da fórmula certeira, Run chegou ao streaming nesse final de 2020 e mostra as descobertas de uma jovem em relação a única pessoa que praticamente tem contato, sua mãe. O roteiro navega na superfície para explicações mais profundas sobre os porquês das lacunas que aparecem. Sarah Paulson e Kiera Allen são as protagonistas e interpretam com muita inteligência suas complexas personagens. O filme é escrito e dirigido pelo cineasta Aneesh Chaganty (o roteiro também teve a ajuda de Sev Ohanian).

Na trama, conhecemos a jovem Chloe (Kiera Allen), uma estudante do último ano do high school mas que tem aulas em casa já que possui uma vida limitada, repleta de doenças. Quem cuida dela faz 17 anos é a sua mãe, a enigmática Diane (Sarah Paulson). Certo dia, algumas situações levam Chloe a descobertas aterrorizantes sobre as verdades que acontecem na sua casa.

Não há muita originalidade na história, algo parecido já fora visto em outros filmes em outros anos. As atuações são o grande destaque e que realmente prendem a atenção por conta da dinâmica mudança emocional que mãe e filha passam ao longo dos 90 minutos de projeção. Há um destaque para um conflito interno repleto de dúvidas da jovem estudante mas com a certeza que de algo não está normal. Dentro dessa perspectiva é interessante para o público caminhar nas descobertas sobre os segredos da trama pela ótica dela. Run pode agradar parte do público mas nem de longe se destaca como o primeiro filme de ChagantyBuscando

 

Boa Noite, Mamãe (2014)

Onde acaba o amor têm início o poder, a violência e o terror. Escolhido para representar a Áustria na competição do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2016, Goodnight Mommy (Boa Noite, Mamãe) é um suspense, vestido de drama com pitadas impactantes de terror. Dirigido pela dupla de cineastas Severin Fiala e Veronika Franz, o longa-metragem possui uma benemerência simples, que é o de manter os olhos do público atentos aguardando ansiosamente os desfechos e algumas respostas desta curiosa história.

Na trama, conhecemos os gêmeos Lukas (Lukas Schwarz) e Elias (Elias Schwarz) que vivem em uma bela casa, isolada, no interior de uma cidade, ao lado de sua misteriosa mãe (Susanne Wuest). Essa última, é uma mulher cheia de amargura, rígida, que anda com uma faixa em volta do rosto. Dia após dia, os irmãos começam a desconfiar de que aquela mulher que vive com eles pode não ser a mãe deles. Assim, ao longo dos angustiantes 95 minutos de projeção, vamos sendo apresentados melhor a essa história que possui um desfecho para lá de apavorante.

A trama é bem trabalhada e os personagens vão ganhando força conforme as revelações são feitas. O primeiro e o segundo ato parece que são para encher um balão de festas e o terceiro ato chega com uma agulha para explodi-lo. Goodnight Mommy  é um projeto onde todos pensam que é um longa-metragem de terror mas na verdade é um suspense aterrorizante que vai ficando angustiante a cada nova cena. O roteiro tem muitos méritos em transformar a atmosfera do filme em algo meio enigmático, repleto de saídas para as resoluções da trama. O ato inicial é raso porém muito instigante, o segundo ato fortalece mais os personagens, e o ato final é o da transformação e virada da trama. Cada ponta é bem amarrada e por mais que algumas conclusões se cheguem antes do seu fim, não deixa de ter bastante criatividade essa história.

Para quem curte filmes de suspense e de terror, Goodnight Mommy (Boa Noite, Mamãe) é um prato cheio. Não percam!

 

4 Könige (2015)

Quase sempre precisamos chorar para entender melhor a vida. Em seu primeiro longa-metragem, lançado no ano de 2015, a cineasta alemã Theresa von Eltz mostra uma parte da trajetória de quatro jovens com problemas em seu presente buscando respostas e ajuda para enfrentarem as dificuldades em uma clínica intensiva. Há vários contrapontos interessantes, como ignorar o assunto ou assumir a responsabilidade, o que acaba sendo um embate diário para alguns deles. Tentativa de suicídio, ataque de pânico, bullying, vemos de tudo um pouco através da ótica dos próprios jovens e de um psiquiatra próximos dos pacientes, com vontade de ajudar. É um projeto profundo, com intensas atuações.

Na trama, acompanhamos Alex (Paula Beer), Lara (Jella Haase), Timo (Jannis Niewöhner) e Fedja (Moritz Leu), quatro jovens que se internaram em uma clínica em busca de melhoras nos seus quadros emocionais. O psiquiatra Dr. Wolff (Clemens Schick) busca ajuda-los de todas as formas e inclusive propõe que eles passem o natal juntos. Assim, aos poucos, vamos descobrindo os motivos de cada um deles estar ali e a busca constante de todos por uma melhora.

Há questões sociais, familiares, envolvidas nos traumas que acompanhamos e tudo isso é abordado de maneira profunda pelas linhas do roteiro assinada por Von Eltz e Esther Bernstorff. Há cortes secos de câmera, deixando pequenas entrelinhas para uma melhor compreensão sobre as atitudes, ou melhor, reações de cada personagem dentro de seus traumas. Há um descontrole sobre a raiva, uma carência quase obsessiva, bullying que deixa marcas, cada caso é diferente um do outro mas juntos eles buscam encontrar uma mesma solução satisfatória para todos.

O papel do psiquiatra também é muito bem definido na trama, nos mostrando seus conflitos e dramas dentro da instituição, principalmente um em especial com uma enfermeira que não gosta de seus métodos.  4 Konige é um ótimo filme, cheio de momentos para refletirmos sobre o próximo.

10 filmes para um encontro virar match de verdade

Em todo primeiro encontro, é importante aquela primeira impressão! Planejar um ‘date’ maravilhoso muitas vezes passa pela escolha do filme certo para assistir.  Se você está em busca de algumas opções para esse momento, chegou ao lugar certo. Abaixo, segue uma lista com obras que vão te ajudar a ter uma noite especial:

 

Emma e as Cores da Vida (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Téo (Adriano Giannini), um publicitário, sedutor, mulherengo, que vive sua vida amorosa sem compromissos, se relacionando com algumas mulheres ao mesmo tempo e com a mentira fazendo parte de seu cotidiano. Quando conhece a osteopata Emma (Valéria Golino), uma mulher cega que logo o atrai, Téo passará por reflexões sobre a própria vida trazendo questões do seu passado que sempre foram lacunas sem respostas.

 

Última Chamada para Istambul (Netflix)

Na trama, conhecemos Mehmet (Kivanç Tatlitug) e Serin (Beren Saat), duas pessoas bem diferentes que se encontram no aeroporto de Nova Iorque e resolvem passar as próximas horas juntos, após um imprevisto com a mala de um deles. Ambos casados, resolvem viver como se não houvesse amanhã. Só que uma verdade logo aparece, nos levando para novos olhares para essa mesma história.

 

Uma Segunda Chance

Kenna (Maika Monroe) era uma jovem quando conheceu Scotty (Rudy Pankow). Eles começam a namorar e, tempos depois, ela fica grávida. Um dia, sofrem um acidente de carro, no qual Scotty não sobrevive. Sentenciada a alguns anos de prisão por não prestação de socorro, anos mais tarde sai do encarceramento disposta a reconquistar a guarda da filha, que está sob cuidado dos avós paternos, Grace (Lauren Graham) e Patrick (Bradley Whitford). Só que no seu caminho aparece também Ledger (Tyriq Withers), o melhor amigo de Scotty, de quem ela vai se aproximando cada vez mais.

 

A Natureza do Amor (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos a professora Sofia (Magalie Lépine Blondeau), uma mulher inteligente, na casa dos 40 anos, que está em um relacionamento frio com o namorado, Xavier (Francis-William Réaume). Certo dia, conhece o atraente Sylvian (Cardeal Pierre-Yves), responsável pela reforma de sua casa de campo. Mesmo sendo completamente diferentes, uma paixão intensa acontece entre os dois, mas, aos poucos, a protagonista embarca em dolorosas incertezas.

 

Oi, Sumido! (HBO MAX)

Iris (Molly Gordon) está nas nuvens com o andamento de seu relacionamento com Isaac (Logan Lerman). Ainda nos primeiros encontros, eles resolvem ir até um lugar isolado e muito bonito para passar o fim de semana. No entanto, durante uma conversa, Iris percebe que Isaac não está afim de um relacionamento mais sério – fato que a deixa à beira de atitudes imprevisíveis.

 

Eternidade (Apple Tv)

Resumindo um mix de sentimentos que vai da aceitação aos dilemas amorosos, o filme Eternidade, que chegou recentemente na Apple Tv, usa o ar fúnebre do momento de passagem com uma leveza melancólia cômica que funciona de forma equilibrada, nos levando até ótimos personagens que caminham por perspectivas curiosas de possibilidades.

 

Se Esse Amor Desaparecesse Hoje (Netflix)

Kim Jae-won (Choo Young-woo) é um jovem e solitário estudante do ensino médio que leva uma vida simples ao lado do pai, um fotógrafo que trabalha com arte em vidro e ainda vive o luto pela perda da esposa. Um dia, após um desafio, ele toma coragem e vai ao encontro de Seo-yoon (Shin Si-ah), uma jovem que rapidamente o encanta.

 

É Tempo de Amar (Reserva Imovision)

A garçonete Madelaine (Anaïs Demoustier) vive seus dias de luta e tristeza em uma França em meados da década de 1950. Mãe solteira de um menino, fruto de um relacionamento com um soldado alemão durante a guerra, um dia conhece François (Vincent Lacoste) um estudante rico por quem logo se apaixona. Mas ao longo do tempo começa a perceber que ele também esconde alguns segredos.

 

A Garota mais Linda do Mundo (Netflix)

O playboy e herdeiro de um grande canal de televisão Reuben (Reza Rahadian) passa seus dias no conforto e comodidade de uma vida fácil. Quando seu pai morre de forma inesperada, para receber a herança, ele precisa casar com a ‘garota mais linda do mundo’. Assim resolve participar de um reality show de casamento que a emissora produz. Passando por um processo de maturidade durante esse tempo, aos poucos vai se aproximando de uma de suas funcionárias, Kiara (Sheila Dara Aisha).

 

Closer – Perto Demais (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Closer – Perto Demais, lançado duas década atrás, nos leva para as profundezas do desejo, das desilusões, a partir de quatro personagens que tem suas vidas conectadas por ações e inconsequências.

‘The Big Bang Theory’: CBS está em ‘discussões preliminares’ para a 13ª temporada

Apesar da especulação sobre a 12ª temporada de ‘The Big Bang Theory‘ possivelmente ser a última, a presidente da CBSKelly Kahl revelou que já estão tendo “discussões preliminares” para a renovação da série para mais um ano.

“Nós não acreditamos que este seja o último ano. Estamos em discussões preliminares para renovar a série para a 13ª temporada,” disse Kahl.

‘Godzilla 2: O Rei dos Monstros’ ganha novo trailer SENSACIONAL; Assista!

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou novo trailer sensacional.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

‘Natal Sagrento’: Remake tem estreia CANCELADA nos cinemas nacionais

A Universal Pictures revelou ao CinePOP que o remake ‘Natal Sangrento‘ (Black Christmas) teve sua estreia cancelada nos cinemas nacionais. Inicialmente previsto para estrear nas telonas no dia 12 de dezembro, o longa agora será lançado direto em vídeo.

Ainda não foi divulgado quando o terror será lançado oficialmente no Brasil.

Confira o trailer:

Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.

As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.

O elenco inclui Imogen Poots (‘Sala Verde‘), Aleyse Shannon (‘Charmed‘), Brittany O’Grady (‘Star‘), Lily Donoghue (‘The Goldbergs‘), Cary Elwes (‘Jogos Mortais‘) e Caleb Eberhardt (‘O Coro da Broadway‘).

‘The Lockdown Hauntings’: Terror sobrenatural filmado durante a quarentena ganha trailer; Assista!

O terror ‘The Lockdown Hauntings‘, filmado completamente durante o período de quarentena, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Howard J. Ford, do aclamado ‘Os Mortos‘, de 2010.

Com as ruas agora vazias, os espíritos estão mais livres do que nunca e o espírito de um notório serial killer, conhecido como ‘O Chaveiro’, retornou dos mortos para fazer novas vítimas. Será que a detetive George Parker (Angela Dixon), com a ajuda do especialista paranormal Jordan Myers (Tony Todd), conseguirá impedir que mais jovens mulheres se tornem vítimas da Assombração da Quarentena?

O terror está previsto para ser lançado em março de 2021.

‘The Last Kingdom’: 5ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o Deadline, a 5ª temporada de ‘The Last Kingdom‘ será a ÚLTIMA da série.

O ciclo final contará com 10 episódios e está sendo filmado atualmente na Hungria.

Em declaração oficial, o produtor executivo Nigel Marchant afirmou: “Com uma base de fãs tão leais, nós estamos animados em dar aos espectadores a oportunidade de seguir Uhtred na próxima etapa de sua jornada épica, onde nem todos irão sobreviver.”

A última temporada adaptará o nono e décimo livro da saga escrita por Bernard Cornwell, que é composta por 13 volumes ao total.

Vale lembrar que as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix!

A série é baseada na obra ‘Crônicas Saxônicas‘, de Bernard Cornwell.

A história situada no ano de 872 d.C., a série apresenta as invasões vikings em território hoje conhecido como Inglaterra. Wessex, sob o comando do Rei Alfredo, o Grande, é o único reino que resiste aos ataques.  A história gira em torno do protagonista Uhtred, um nobre que perdeu os pais em um dos ataques vikings. Levado e criado por eles, Uhtred cresce e se torna um guerreiro. Mais tarde, ele parte com a missão de conquistar as terras onde nasceu. Enquanto isso, o Rei Alfredo enfrenta problemas políticos e religiosos para unificar os reinos e transformá-lo no que hoje é a Inglaterra.

Alexander Dreymon, Ian Hart, David Dawson, Eliza Butterworth, Harry McEntire e Arnas Fedaravicius estrelam.

Freddie Prinze Jr., de ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, quer estrelar novo terror

Apesar do sucesso do terror ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, o ator Freddie Prinze Jr. (‘Ela é Demais’) não estrela um novo filme do gênero desde a sequência, lançada em 1998.

Através do Twitter, o astro revelou seu desejo em protagonizar um novo filme de terror em 2022, indicando seu retorno ao gênero.

“Eu queria estrelar um novo filme de terror desde que terminei ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’. Nunca encontrei o projeto certo, mas sinto que irá acontecer nesse ano,” revelou o ator.

Vale lembrar que, em 2021, a franquia ganhou um reboot através da Amazon Prime.

Confira nossa crítica:

Crítica | Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é uma série GENÉRICA que não lembra em NADA o filme…

Escrito e produzido por Sara Goodman,Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passadoé baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.

Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.

James Wan entra como produtor executivo da série.

Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista. O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso (‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).

O filme original faturou US$ 125 milhões pelo mundo e ganhou uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.

‘Deixa Ela Entrar’: Paramount+ divulga o teaser DUBLADO da série de vampiros

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser dublado da série ‘Deixa Ela Entrar‘ (Let the Right One In), adaptação do romance escrito por John Ajvide Lindqvist.

Confira:

Nos EUA, a série estreará no canal Showtime no dia dia 9 outubro. No Brasil, segue sem previsão.

Demián Bichir (‘A Freira’) estrela a produção, que ainda conta com Madison Taylor BaezŽeljko IvanekFernanda AndradeNick StahlGrace Gummer, Anika Noni Rose, Kevin Carroll, Ian Foreman e Jacob Buster.

Após ser mordida por uma criatura misteriosa, Eleanor (Baez) e seu pai, Mark (Bichir), são forçados a viverem nas sombras e cometerem atos terríveis para mantê-la viva. Quando ela retorna à Nova York, Eleanor faz uma amizade que reacende seu desejo de recuperar sua humanidade, mesmo que sua condição exponha seu lado mais animalesco.

Andrew Hinderaker (‘Penny Dreadful’) serve como showrunner da série.

O livro original já rendeu duas adaptações para as telonas, a sueca ‘Deixa Ela Entrar‘ (2008) e a americana ‘Deixe-me Entrar‘ (2010).

Brie Larson pode estrelar spin-off de ‘Anjos da Lei’

De acordo com o insider Daniel Richtman, a Sony Pictures está desenvolvendo um spin-off de ‘Anjos da Lei‘ (21 Jump Street) focado na Molly Tracey, personagem interpretada pela Brie Larson (‘Capitã Marvel’).

No primeiro filme, os personagens de Channing Tatum e Jonah Hill interpretam dois policiais que se disfarçam de estudantes para investigar o tráfico de uma nova droga sintética. Molly Tracey é uma das estudantes que ajuda a dupla com o caso. Ela também serviu como interesse amoroso do Hill.

Vale lembrar que essa não será a primeira vez que o estúdio tenta desenvolver um derivado da franquia.

Em 2018, Tiffany Haddish (‘Viagem de Garotas’) e Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) estavam em negociações para estrelarem um spin-off de feminino da saga.

Além disso, a Sony Pictures também estava desenvolvendo um crossover entre as franquias ‘Anjos da Lei‘ e ‘MIB – Homens de Preto‘, que acabou sendo descartado. Em entrevista à Rolling Stone, os produtores Phil Lord e Chris Miller revelaram que, embora a ideia fosse muito legal, havia uma grande pressão envolvida, uma vez que o fracasso do crossover poderia ter um impacto negativo nas duas franquias.

“Era uma ideia muito legal. Acho que muito provavelmente essa oportunidade já passou, mas seria muito divertido. Era uma loucura. Era uma coisa louca de tentar. Uma daquelas coisas em que, se funcionasse, seria incrível. Se não, poderíamos enterrar duas franquias. Então, você sabe, existia muita pressão”, afirmou Miller.

Há alguns meses, Miller e Lord revelaram alguns detalhes sobre a trama do longa, que levaria os personagens Hill e Tatum a desvendar uma conspiração junto com agentes da MIB.

“É verdade que desenvolvemos muitas ideias para este filme. Acredite ou não, o roteiro estava quase completo e seria uma aventura muito louca e engraçada, algo que nós realmente adoramos”, revelou Miller. “Tínhamos até um conceito bem legal sobre os ternos pretos… Sabe quando você luta artes marciais e vai evoluindo até conseguir a faixa preta? Seria o mesmo no caso dos ternos, então Jonah e Channing iriam começar o filme com ternos claros, até receberem ternos azuis escuros, e assim em diante.”

Lord acrescentou que:

“Basicamente, a ideia era levar Jonah e Channing à faculdade de medicina e uma coisa muito estranha aconteceria, o que iria conectá-los ao universo MIB. Eles teriam que se infiltra na organização para impedir uma espécie de colonização alienígena na Terra. Era uma ideia realmente engraçada e foi maior loucura tentar conectar essas duas franquias, um verdadeiro desafio.”

O último filme da franquia foi lançado em 2014 e tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 331 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 50 milhões.

Além disso, a sequência registrou 85% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Tubarões assassinos atacam no trailer do terror ‘Something in the Water’; Confira!

O terror ‘Something in the Water‘, novo filme de tubarão assassino, ganhou um novo trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hayley Easton Street é responsável pela direção.

A trama irá seguir cinco amigas que se juntam para celebrar um casamento em um local belo e deserto. Um dia antes do casamento, como um presente, elas fazem um passeio de barco e logo a viagem se torna um pesadelo.

O roteiro foi escrito pela novelista Cat Clarke, e é baseado em uma ideia original da mesma.

O elenco conta com Hiftu Quasem, Lauren Lyle, Nicole Rieko Setsuko, Ellouise Shakespeare-Hart e Natalie Mitson.

O terror será lançado em VOD no dia 3 de maio.

Conheça a comédia que está fazendo SUCESSO na Netflix e conquistando os espectadores

A comédia romântica ‘O Truque de Amor‘ está disponível no catálogo da Netflix, e está fazendo sucesso em sua plataforma.

Lançado discretamente no serviço de streaming no primeiro dia de 2025, o longa tem conquistado os espectadores e, atualmente, se encontra no TOP 2 dos filmes mais assistidos do catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, dois irmãos afundados em dívidas elaboram um plano para enganar uma rica herdeira e salvar sua casa em Nápoles – mas um amor inesperado logo complica o esquema.

Confira as reações e e siga o CinePOP no Youtube:

Umberto Riccioni Carteni é responsável pela direção.

O elenco conta com Antonio Folletto, Laura Adriani, Vincenzo Nemolato, Saverio Picozzi, Vincenzo Picozzi e Loris De Luna.

‘The Life of a Showgirl’: Novo filme da Taylor Swift arrecada US$ 33 milhões em estreia nos EUA

Sucesso! O novo filme da Taylor Swift, que está sendo descrito como um evento cinematográfico ligado ao seu 12º álbum de estúdio – intitulado The Life of a Showgirl –, estreou no topo das bilheterias nos EUA.

A produção arrecadou US$ 33 milhões em seu primeiro final de semana no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 13 milhões através de 54 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 46 milhões.

Além disso, a artista tem dominado as paradas musicais, com seu novo disco registrando a maior estreia do ano no Spotify (um recorde quebrado em menos de 11 horas).

Crítica em Vídeo | Taylor Swift transforma o mundo em seu próprio palco com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Intitulado ‘The Official Release Party of a Showgirl‘, o filme será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 24 de outubro.

Vale lembrar que o álbum já foi lançado. O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas.

Confira a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Will Poulter luta contra o vício no trailer do drama ‘Union County’; Confira!

O filme ‘Union County‘, estrelado por Will Poulter e Noah Centineo, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Adam Meeks é responsável pela direção e roteiro, baseando-se em seu próprio curta homônimo.

Designado para um programa judicial de drogas exigido pelo condado, Cody Parsons embarca em uma jornada tênue em direção à recuperação em meio à epidemia de opioides na zona rural de Ohio.

O elenco ainda conta com Kevin P. Braig, Annette Deao, Danny Wolohan, Sylvie Mix, Elise Kibler, AJ Hunt e Emily Meade.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 14 de agosto.

James Gunn revela qual aspecto de ‘Guardiões da Galáxia’ não agradou os fãs

Embora a saga de ‘Guardiões da Galáxia’ seja um sucesso estrondoso geral entre os fãs dos quadrinhos, um dos aspectos conceituais da franquia não agradou os fãs e chegou até mesmo ser alvo de críticas, tendo que passar por adequações.

Segundo o cineasta James Gunn, parte do conceito do personagem Yondu foi reprovado pelos apaixonados pelas HQs do time de heróis. Em uma entrevista recente ele revelou que a barbatana da versão para os cinemas foi o grande problema.

Disse Gunn:

“Na adaptação, Yondu se tornou aquele pirata do espaço e não uma espécie de guerreiro espiritual inspirado nos povos nativos da América, como bem vemos nos quadrinhos. Mas essa pequena mudança normalmente não é do tipo que incomoda a audiência. No entanto, em ‘Guardiões da Galáxia’, parece que o único aspecto que não agradou os fãs foi justamente a barbatana menor de Yondu. Por alguma razão que eu desconheço eles acharam que o tamanho dela fosse algo importante. Eu confesso que não compreendo muito quais os critérios que fazem os leitores de quadrinhos se chatearem por um atributo e não se magoarem com outro. Aquela pequena parte do personagem foi um destes pontos que incomodaram e em respeito a eles, pois consideramos muito a opinião dos fãs, nós decidimos dar uma barbatana maior para Yondu”.

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu). 

‘The Righteous Gemstones’: Danny McBride e John Goodman vão estrelar série de comédia da HBO

Os astros Danny McBride e John Goodman vão estrelar a nova série de comédia da HBO, intitulada ‘The Righteous Gemstones‘. A notícia foi veiculada pelo TVLine.

Segundo a publicação, a produção já teve o episódio piloto encomendado e caso ele seja bem-sucedido, a produção ganhará uma temporada completa.

Na trama, McBride será Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman viverá Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto será escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.

‘Game of Thrones’: Qual foi o destino final dos personagens?

Independente dos fãs terem aprovado ou não, ‘Game of Thrones‘ terminou sua jornada na televisão, nos apresentando a cartada final de cada um dos personagens remanescentes.

Os muitos desfechos inesperados pegaram muitos fãs de surpresa e o final da série tem dividido opiniões, assim como está gerando um grande frenesi entre os internautas nas redes sociais.

Mas como cada um dos nossos heróis (ou não) terminaram seus respectivos arcos? Confira logo abaixo qual foi o destino final de cada um deles.

Jon Snow

Ele tentou salvar o Reino e se viu forçado a matar sua própria amada, Daenerys Targaryen, ao perceber que seu comportamento doentio estava indo longe demais. E embora tenha sofrido tanto eu sua trajetória, o herdeiro legítimo do Trono foi reduzido ao começo de sua jornada, sendo mandado de volta para a Patrulha da Noite, pelo fato de ter matado a recém empossada rainha de Westeros. Ao chegar no Norte, Jon Snow se depara com os Selvagens na Muralha e acaba assumindo a liderança do Povo Livre, ao lado de Tormund e de Fantasma – que passa bem, graças a Deus.

Bran Stark

Alguns especularam, muitos duvidaram. Mas a moral de toda a história de ‘Game of Thrones‘ é que o digno ao Trono seria justamente a pessoa mais neutra – desprendida do poder e do ego, de todo Westeros. Bran Stark, o Corvo de Três Olhos, assumiu a mais alta honraria. A contra gosto, mas como alguém que já sabia que este seria o seu destino (vulgo a fala “porque você acha que eu vim?”).

Tyrion Lannister

Após ter sido preso acusado de traição – por ter libertado seu irmão Jamie do exército aliado de Daenerys, o destino de Tyrion o levou de volta ao cargo de Mão do Rei, como uma espécie de “correção” pelos conselhos ruins dados por ele no passado. Segundo as palavras do novo rei, Bran Stark, ele assumira o cargo para passar o resto de sua vida “corrigindo esses erros”, fala usada para contra argumentar com o Verme Cinzento, que fez duras objeções sobre sua nomeação.

Sansa Stark

O destino da personagem talvez tenha sido o mais adivinhado pelos fãs. Declarando o Norte como uma nação independente, ela assumiu o trono de Winterfell, como sendo a governante genuína dos nortenhos (nada mais justo, depois tudo que ela enfrentou!).

Arya Stark

Uma das personagens mais amadas de ‘Game of Thrones‘, Arya Stark é aquela cujo arco talvez seja um dos mais bem construídos do começo ao fim (junto ao de Sansa e ao do Cão de Caça). E como era esperado, a corajosa Ninguém se desvincilhou das responsabilidades de ser uma Lady em uma casa de grande renome, optando por desbravar o mundo para além de Porto Real, rumo ao Oeste.

Brienne de Tarth

A jornada de Brinne é cheia de momentos honrosos e após ter sido declarada cavaleira, pelas mãos de Jamie Lannister, ela encerrou sua trajetória no cargo de Lorde Comandante da Guarda Real, com o bom e velho Podrick ao seu lado. Em um de seus momentos finais, ela registra os feitos de Jamie Lannister, valorizando sua fidelidade ao Reino – deixando de lado seu romance relâmpago com o Regicida.

Verme Cinzento

Com a morte de Daenerys, não há mais motivos para o Verme Cinzento permanecer em Westeros. Ele acaba reunindo o exército dos Imaculados e parte para Naath, terra natal de sua amada Missandei.

Samwell Tarly

Além de assumir o papel de Grand Maester, Sam entrega o livro Crônicas de Gelo e Fogo, que relata todos os acontecimentos da  história de Westeros.

Ser Davos Seaworth

Ser Davos acaba assumindo uma posição de respeito em Porto Real, como o Mestre das embarcações, uma área com a qual ele possui familiaridade.

Bronn de Água Negra

Talvez Bronn tenha realmente sido o maior vitorioso de Westeros, recebendo títulos importantes como Lorde de Jardim de Cima e Mestre da Moeda. Para alguém cuja jornada é firmada em trambiques e ameaças, ele se saiu melhor do que a encomenda!

Daenerys Targaryen

Após tomar posse de Porto Real, Daenerys acabou sendo morta pelo seu próprio amado, padecendo em seus braços – antes mesmo de ter tido a oportunidade de sentar ao menos uma vez no Trono.

Gendry Baratheon, Yara Greyjoy, Robin Arryn, Edmure Tully e Yohn Royce, o novo príncipe de Dorne

Os fãs tiveram a oportunidade de ver algumas figuras do passado de ‘Game of Thrones‘ no último capítulo. Como representantes de suas respectivas casas, eles se reuniram aos demais em Porto Real para decidir o destino de Westeros, com a escolha do novo rei. Após as devidas deliberações, todos retornaram aos seus postos.

Drogon

A morte de Daenerys foi sentida com um enorme pesar por Drogon, que em um ataque súbito de tristeza e fúria, acaba destruindo o Trono de Ferro. Pouco depois, ele toma sua amada mãe com cuidado e a leva para bem longe. Segundo apurações de Sam Tarlly, a última vez que ele fora visto foi no leste. Ainda estamos aguardando Bran Stark descobrir o seu paradeiro! 😀

 

‘The Big Bang Theory’: Atriz da série admite nunca ter assistido a um episódio sequer

A série de comédia ‘The Big Bang Theory‘ foi um dos maiores sucessos das telinhas, conquistando uma gigantesca leva de fãs. Mas de todo os 279 episódios presentes ao longo das 12 temporadas da produção, a atriz Mayim Bialik admitiu que nunca assistiu nenhum deles de forma completa.

A revelação foi feita por ela mesma durante uma entrevista ao Metro.co.uk. Na ocasião, ela afirmou que não gosta de se assistir em seus próprios projetos:

“Eu nunca vi a maioria dos episódios. Eu não me assisto na TV. Eu nunca sentei e assisti a um episódio da nossa série, nunca…Eu já vi trechinhos no palco, quando eles mostravam a série para o público presente, mas não, eu não me assisto. Eu vi pedaços do último episódio, mas eu estava ali nele, sabe?”

 

O último episódio de ‘The Big Bang Theory’, lançado em 16 de maio, atraiu nada menos que 23,44 milhões de telespectadores nos EUA, de acordo com as classificações ao vivo da CBS, fazendo com que a série seja o programa não esportivo mais assistido entre 2018 e 2019 em qualquer plataforma de rede ou streaming.

Relembre como tudo começou na popular série geek no vídeo abaixo, que traz alguns momentos emocionantes dos bastidores e das declarações dos elenco sobre o fim da série:

‘Pam & Tommy’: Sebastian Stan em nova imagem de bastidores do filme; Confira!

A minissérie biográfica ‘Pam & Tommy‘ segue com suas filmagens e o astro Sebastian Stan compartilhou uma nova imagem dos bastidores, em que aparece caracterizado como o músico Tommy Lee, em meio a um cenário todo zen.

Confira:

Durante uma entrevista ao ComickBook.com, o diretor Craig Gillespie, falou sobre o assunto, revelando ainda que a série terá a mesma sensibilidade de ‘Eu, Tonya‘, aclamada cinebiografia indicada ao Oscar também dirigida por ele.

Na ocasião, o diretor de ‘Cruella‘ ainda ponderou sobre a importância de ponderar sobre como a sex tape de Pamela Anderson e Lee acabou gerando consequências imensuráveis na vida dos indivíduos. Gillespie ainda salientou que a minissérie fará esse confronto com a audiência:

“Eu sei, é meio louco como isso chamou a atenção absolutamente, estamos há quatro semanas e Sebastian e Lilly estão simplesmente arrasando! E você sabe, temos Seth [Rogen] lá também e Nick Offerman e será uma jornada muito, muito louca e divertida que, em última análise, o que adoro é que tem muito coração. Tem uma sensibilidade muito semelhante a ‘Eu, Tonya‘, onde você começa a fazer essa jornada e entende o dano que foi feito à Pamela Anderson e que como público somos novamente cúmplices disso, porque nós devoramos toda essa situação, sem nenhuma preocupação com as consequência que isso traria para os indivíduos”.

Confira as primeiras imagens:

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

‘O Contador 2’: Ben Affleck e Jon Bernthaln estão prontos para a ação nas novas imagens oficiais; Confira!

A Warner Bros. divulgou as novas imagens oficiais de ‘O Contador 2‘, sequência estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

O material de divulgação traz a dupla de protagonistas em destaque, pronta para a ação.

Confira:

Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Prime Video © Amazon Content Services LLC

Brax (Jon Bernthal) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Anais (Daniella Pineda) and Ray King (J.K. Simmons) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Brax (Jon Bernthal) and Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Christian Wolff (Ben Affleck) and Brax (Jon Bernthal) in THE ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Amazon MGM Studios © Amazon Content Services LLC

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

A Grande Jogada

(Molly’s Game)

 

Elenco: 

Jessica Chastain

Idris Elba

Kevin Costner

Michael Cera

Chris O’Dowd

Direção: Aaron Sorkin

Gênero: Drama, Biografia

Duração: 140 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2018

Sinopse: 

Na trama, após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos, a esquiadora Molly Bloom decide tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles, onde acaba se tornando milionária e famosa por organizar os mais exclusivos jogos de pôquer da região.

Crítica | A Grande Jogada – Jessica Chastain vive outra grande personagem em sua carreira (Nota: 8.0)

 

Curiosidades: 

» É a estreia do roteirista Aaron Sorkin na direção de um longa;

» A esquiadora Molly Bloom disse ao diretor Aaron Sorkin que queria que Jessica Chastain a interpretasse;

» Acredita-se que o “Jogador X” é baseado no ator Tobey McGuire;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘Black Mirror’: Jeremy Renner esteve no Brasil para gravação de episódio, afirma site

De acordo com novas informações do site Buzzfeed, o ator Jeremy Renner (‘Vingadores: Guerra Infinita’) esteve no Brasil para a gravação de um dos episódios da 5ª temporada de Black Mirror.

A passagem do ator pelo país foi mantida em sigilo absoluto e aconteceu há duas semanas, época em que houve o vazamento de que a série teria um episódio gravado no Brasil. Mais informações não foram divulgadas.

Segundo o Glamurama, o episódio de ‘Black Mirror‘ que se passará no Brasil foi filmado em São Paulo, no apartamento do galerista Fabio Cimino, que fica na Avenida Paulista.

As filmagens contaram com uma equipe de 70 pessoas.

Confira fotos do apartamento:

Ainda segundo o site, a produtora Conspiração Filmes também está envolvida no projeto.

Confira, com o teaser de anúncio:

Ranqueamos todos os seis episódios da quarta temporada, como de costume do pior ao melhor. Como sempre comentaremos com alguns detalhes cada item, portanto, se você é o louco que ainda não maratonou Black Mirror, corra para fazê-lo e depois volte aqui. Queremos também saber a sua opinião, que é muito importante para nós, mas sempre com educação e respeito. Lembrando que esta lista reflete nossa opinião, e que a sua tem todo o direito de ser diferente. Vamos lá.

06 | Episódio 2: Arkangel

Uma pequena confusão inicial ocorreu quanto a ordem dos episódios. Inicialmente, Arkangel era tido como o primeiro episódio da nova temporada. Seja erro do Imdb, no qual constava a ordem trocada, ou uma estratégia da própria Netflix devido às críticas, os episódios chegam em nova ordem. De qualquer forma, Arkangel segue como o último em nossa preferência. O episódio dirigido pela prestigiada Jodie Foster fala sobre o relacionamento abusivo de uma mãe ultra zelosa (Rosemarie DeWitt) com sua filha – famílias problemáticas sempre foram alvo de interesse da diretora Foster. A tecnologia apresentada é uma espécie de babá eletrônica do futuro, que funciona através de um chip implantado na cabeça da cria, permitindo à progenitora ver tudo pelos olhos da criança, a rastrear e inclusive bloquear o que julgar impróprio. O esforço poderia render um desfecho mais interessante, resultando apenas numa picuinha novelesca de mães sufocadoras e suas filhas subjugadas.

05 | Episódio 3: Crocodile

Dirigido por outro dos mais talentosos diretores deste lote, o episódio de John Hillcoat (A Estrada) também não possui um desenvolvimento satisfatório, resultando num exagero que espera chocar por certa crueza. Aqui temos a mulher de negócios bem sucedida interpretada por Andrea Riseborough (Oblivion), que esconde um crime acidental em seu passado, quando era jovem. Como forma de encobrir esse rastro ela começa a eliminar toda ponta solta que encontra pelo caminho, descendo em uma espiral de loucura e psicopatia. O episódio não tem tempo de trabalhar bem sua personalidade e ao mesmo tempo apresentar uma investigação de outro acidente, que irá levar uma agente de seguros até os crimes da mulher. A tecnologia apresentada aqui é uma espécie de leitor de mentes, que consegue resgatar suas memórias e salvá-las numa máquina.

04| Episódio 6: Black Museum

O último episódio e mais misterioso é na verdade uma grande homenagem para a mitologia da série. É como se o criador Charlie Brooker decidisse criar seu primeiro crossover dentro do universo de Black Mirror, trazendo num único episódio, em um museu, todos os artefatos tecnológicos apresentados até aqui, em episódios de todas as temporadas. Acredite, aqui irão encontrar muitas referências. Além disso, o episódio funciona como três dentro de um. Aqui, além da trama principal do Museu, temos dentro dela, duas outras que apresentam verdadeiramente os itens encontrados no local. A primeira conta sobre um médico cuja tecnologia o faz sentir os sintomas das vítimas, conseguindo evitar muitas mortes. O sujeito, no entanto, termina viciado em dor, como efeito colateral, e sendo Black Mirror a coisa não acaba nada bem. O segundo mostra uma mulher em coma tendo a consciência transferida para dentro da mente de seu companheiro. Uma ideia nada convidativa também. Mas o desfecho deixa a desejar com uma história de vingança.

03| Episódio 5: Metalhead

Este é o episódio com a trama mais simples e direta. O que tem se mostrado uma tendência nesta temporada – o abandono de ideias complexas e interpretações intrincadas. O que satisfaz em Metalhead é seu teor cult, que soa saído diretamente da década de 1980, misturando cinema de entretenimento com obras de arte. É o filme de terror desta temporada, e soa como a simplicidade e eficiência de O Exterminador do Futuro (1984), por exemplo. Tudo o que se precisa saber aqui é que estamos num futuro pós-apocalíptico, e existem máquinas assassinas dispostas a nos exterminar. Isso é o suficiente para este episódio todo criado em preto e branco, e dirigido por David Slade (30 Dias de Noite) te arrepiar dos cabelos aos pés. É tenso, muito nervoso e promete te deixar na beira da poltrona esperando a próxima cena. Metalhead mostra também que se bem trabalhado, episódios com premissas simples podem funcionar bem dentro de tal universo.

02| Episódio 4: Hang the DJ

O San Junipero desta temporada, Hang the DJ, ao contrário da maioria aqui, fala sobre relacionamentos amorosos no mundo moderno. Uma premissa que sempre precisa fazer parte de Black Mirror porque é muito de seu cerne também. Este é o único com tal temática na nova temporada. Na trama, o mundo é ditado por um aplicativo de relacionamentos que indica seu parceiro e te diz exatamente quanto tempo a relação terá– uma espécie de pastores evangélicos do futuro. Imagine O Lagosta, filme com Colin Farrell, porém, mais tecnológico. Hang the DJ encanta por ser o episódio mais bonitinho e romântico do novo lote. É claro que os protagonistas não irão aceitar as imposições deste novo mundo e se rebelar. O episódio entretém e consegue manter o interesse, revelando exatamente o teor ao qual estamos acostumados em Black Mirror.

01| Episódio 1: USS Callister

Nosso episódio preferido, e o da maioria, é esta homenagem de Black Mirror à cultuadíssima série de ficção científica Star Trek. Nada mais justo do que um grande seriado de ficção homenagear outro que é a base para quase tudo que foi feito no gênero. Mas USS Callister não é, como se imaginava, apenas uma sátira/homenagem da obra criada por Gene Roddenberry, e funciona por si próprio, criando a reviravolta mais dark da temporada. O episódio é o melhor porque funciona com harmonia em relação a tudo criado por Black Mirror ao longo destes anos. É o episódio mais respeitoso da mitologia, e o que segue de perto sua cartilha, criando uma trama interessante, urgente e muito criativa.

Sansão

(Samson)

 

Elenco:

Taylor James

Jackson Rathbone

Billy Zane

Direção: Bruce Macdonald, Gabriel Sabloff

Gênero: Drama / Religioso

Duração: — min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Setembro de 2018

Sinopse:

Após perder o amor de sua vida para um cruel príncipe filisteu, um jovem hebreu com forças sobrenaturais defende seu povo, sacrificando tudo para vingar seu amor e seu Deus.

Curiosidades:

»–

Trailer:

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Fotos:

Crítica | ‘Black Rio! Black Power!’ é mais que maravilhoso, é necessário!

A vida de filme nacional não é das mais fáceis, de documentário nacional então… Mais difícil ainda. Caso não atraia multidões no primeiro fim de semana, raramente terá vida longa nos cinemas do país. E nessa ânsia do lucro, muitas pérolas acabam se perdendo. E esse parece ser o caso de Black Rio! Black Power!, de Emilio Domingos.

Lançado na última quinta-feira (5), o documentário está com pouquíssimas sessões nos cinemas do Rio de Janeiro. O que beira o absurdo, visto que é um filme que dialoga diretamente com a história e formação cultural e social da própria cidade. O longa revisita a quadra do Grêmio de Rocha Miranda, lar do movimento Soul, ou movimento Black, que tomou os salões das periferias cariocas entre as décadas de 1970 e 1980.

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Sob influência das canções norte-americanas, os negros e pobres da cidade passaram a se reunir nesses bailes para ‘tomar sua Coca-Cola, curtir sua dança e dar seus beijos’, como é dito em certo momento do filme. Mais do que isso, porém, esses salões viraram involuntariamente fagulhas políticas, já que eram espalhadas mensagens motivacionais, como ‘estude!’ e ‘você é preto e você é bonito, você tem valor’, para parcelas da sociedade que eram propositalmente escanteadas, alimentando a baixo custo o sistema da época.

Nesse contexto, nights como o Soul Grand Prix e as raízes da (equipe poderosa) Furacão 2000 ferveram a juventude do Rio com passos de dança, liberdade de expressão, mensagens de valorização e muita música boa. Ao som de James Brown, a galera excluída podia enfim se sentir importante, se sentir ser humano.

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Dito isso, o trabalho de Emilio Domingos nesse filme é um espetáculo. Se você prestou bem atenção na década que o documentário retrata, deve saber o que estava acontecendo no país naquela época. Em meio à Ditadura Militar, sair nas ruas com um sapato alto, com um cabelo afro já era o bastante para ser enquadrado por vadiagem. Imagine então se reunir em núcleos supostamente político-raciais. Sob o fantasma de um comunismo que jamais chegou perto de acontecer, os bailes Soul foram rapidamente recriminados pelos militares. E como as principais empresas de TV e jornais acabaram apoiando o regime, não demorou para que a valorização dessa cultura black brasileira fosse marginalizada, transformada em coisa de vagabundo.

Então pense na dificuldade de fazer um documentário em vídeo sobre um tema que era extremamente periférico, em uma época em que não havia telefones celulares e nem acesso fácil a câmeras de vídeo. Mais do que isso, abordar um tema que foi propositalmente apagado e recriminado pelo governo e imprensa da época. O trabalho de pesquisa de Emilio e sua equipe foram hercúleos em encontrar vídeos, fotos e reportagens que mostrassem os bailes da época. Inclusive, ele conseguiu recuperar imagens feitas em matérias jornalísticas daqueles tempos que criticavam os bailes. Com esse material, ele subverte o propósito das imagens e as usa como forma de valorizar aquela galera. É muito representativo.

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A condução do documentário é feita da forma mais brasileira possível: de forma oral. Emilio entrevista nomes lendários da cena Soul carioca, como Dom Filó – o grande pai do Soul Grand Prix – e Carlos Dafé, o Príncipe do Soul. Mais do que essas lendas vivas, ele vai atrás de agitadores culturais e frequentadores desses bailes. Por meio das histórias contadas por ele, o documentário se desenrola e se expande de forma deliciosa, como conversar com seu avô em um fim de semana ao som de sua música favorita tocando na vitrolinha.

São depoimentos sinceros, riquíssimos em detalhes e muito descontraídos. E há momentos em que o público consegue ver essa galera nas fotos da época para vê-los bem velhinhos logo em seguida. É impactante, porque os espectadores veem todo o seu desenvolvimento, se encantam com o que eles têm a dizer e entendem que mesmo com o tempo tendo passado, eles continuam gigantes. Mais ou menos como ouvir uma canção contagiante.

E há momentos incríveis, como o debate que a mídia da época tentou forçar para descredibilizar o movimento Soul. Eles diziam que era uma tentativa de ‘americanizar’ os brasileiros, já que o povo dançava músicas dos EUA em vez de samba. E esse discurso absurdo, que desconsiderava o contexto de embranquecimento do samba da época, foi prontamente abraçado pelos militantes de esquerda. Ou seja, o Soul apanhava do regime e da esquerda. Era porrada de todo lado em uma galera que só queria dançar, curtir e ser feliz.

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Em tempos em que o discurso de igualdade vem crescendo cada vez mais, ter um filme como esse é fundamental. Não existe futuro para quem não conhece seu passado. E para entender a cultura atual, é preciso compreender de onde ela veio. O Soul andou para que o Funk pudesse correr, por exemplo. Black Rio! Black Power! é uma poesia de menos de duas horas, que ensina mais do molejo e espírito do carioca que qualquer aula de antropologia. É uma poesia musical de encher olhos, ouvidos e a alma. É um filme mais que maravilhoso, é necessário.

E a cena final… A chave de ouro de uma obra-prima. Resta torcer para que os cinemas deem uma segunda chance para ele ficar em cartaz pelo menos até a Semana do Cinema, porque ele merece demais ser assistido.

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Black Rio! Black Power! está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Os Fantasmas Ainda Se Divertem comprova que Tim Burton e a gente ainda nos divertimos, e MUITO, com seus filmes de terror

Tem coisas que a gente sonha, mas simplesmente acha que nunca vai acontecer com a gente. Tipo, fazer uma crítica da continuação de um dos seus filmes favoritos da vida. Isso tem acontecido com um pouco mais de frequência nos últimos anos, dado o grande volume de continuações e reboots de clássicos dos anos 1980/90 – e esse momento também chegou para os trabalhos de Tim Burton, com a estreia nos cinemas, a partir dessa semana, do terrorOs Fantasmas Ainda Se Divertem – Beetlejuice Beetlejuice’.

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Depois de tudo que aconteceu com a casa de sua família quando era ainda adolescente, Lydia Deetz (Winona Ryder) acabou se tornando uma paranormal de respeito, com um programa de televisão onde ajuda pessoas a se livrarem dos fantasmas indesejados. Mas a morte repentina e trágica de seu pai, Charles, faz com que ela reúna sua madrasta, Delia (Catherine O’Hara), e sua filha, Astrid (Jenna Ortega) de volta na mansão assombrada para os eventos do funeral de Charles. Entretanto, coisas sinistras começam a acontecer na cidade de Winter River às vésperas do Halloween, e, a contragosto, Lydia precisará mais uma vez pedir a ajuda de Beetlejuice (Michael Keaton) para conseguir salvar a própria família.

Os Fantasmas Ainda Se Divertem – Beetlejuice Beetlejuice’ é uma continuação direta do filme anterior, com os mesmos personagens, como se o mesmo tempo que passou para a gente (uns quarenta anos) tivesse passado também na vida fictícia dessas pessoas. É legal ter isso em mente porque, se por um lado o elenco original parece mais velho (óbvio!), por outro há uma clara intenção de dialogar dois grandes públicos do Tim Burton e congregar todo mundo numa mesma produção: aqueles fãs que o acompanham desde o início da carreira, num tempo mais sombrio de suas produções, e os de hoje, mais conectados e espíritos-livres.

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Para comungar duas gerações de fãs, o roteiro de Alfred Gough e Miles Millar traz tanto elementos do filme original quanto novas informações que fazem sentido para os jovens góticos dos anos 2000. Assim, temos encontros de gerações – com Winona Ryder (a queridinha do terror na virada das décadas de 1980/90) e de Jenna Ortega (a scream queen da atualidade); e também temos tanto um Beetlejuice que lê jornal impresso e tem um departamento onde Bobs digitam em máquinas de escrever quanto uma cena em que o próprio protagonista chama um monte de influenciador digital para filmar o que está acontecendo. Isso é Tim Burton se conectando com seus fãs, e é lindo de se ver.

Da mesma forma, é muito fofo de observar o quanto o trabalho de Tim Burton atinge tão profundamente a nós, meros espectadores, como também a gente famosa, a ponto de Brad Pitt ser não só produtor desse novo filme, como também (dizem) ter feito uma ponta no longa, como um dos Bobs. O longa também conta com a participação luxuosíssima de Willem Dafoe como um “policial” morto e Monica Bellucci, atual namorada de Burton, como Delores, uma espécie de ‘Noiva Cadáver’ (que faz referência ao próprio universo burtiniano).

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Para quem está interessado em Beetlejuice bizarro e escatológico, as cenas estão lá, para pontualmente fazer a gente retorcer o rosto. Para quem quer algo mais leve, também temos um Beetlejuice mais solar, bem menos obscuro, mais colorido e musical e recheado de piadinhas internas e autorreferências – o que fatalmente irá provocar os fãs a ver o longa mais de uma vez, para conseguir pescar todas elas.

Mais feliz e totalmente contemporâneo, ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem – Beetlejuice Beetlejuice’ é a coroação de Tim Burton como um grande diretor de cinema que conseguiu entregar tudo que seus fãs – de ontem e de hoje – desejam, sem perder sua própria assinatura original. Divertido, nojento, assustador e romântico, ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem – Beetlejuice Beetlejuice’ comprova que Tim Burton e a gente ainda nos divertimos, e muito, com seus filmes de terror.

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‘Capitã Marvel’: Diretora diz que última cena do filme seria mais longa

Apesar de ter chegado aos cinemas há pouco tempo, Capitã Marvel é um dos primeiros filmes dentro da cronologia expandida do Universo Cinemático Marvel. Com exceção de Capitão América: O Primeiro Vingador, o projeto dirigido por Anna BodenRyan Fleck é o mais antigo – ambientado numa época antes mesamo de Nick Fury (Samuel L. Jackson) fundar a organização conhecida como Vingadores. Na verdade, a narrativa em questão traz o agente da S.H.I.E.L.D. preparando terreno para a formação do time em questão.

Antes do término do filme, Fury está sentado em sua mesa pensando em um modo de proteger a Terra enquanto Carol Danvers (Brie Larson) está lutando contra vilões através do universo. Ele inicialmente chama o projeto de “Iniciativa Protetor” antes de olhar para o arquivo de Danvers e ver a palavra “Vingador” – e é justamente aí que ele resolve mudar o título e os créditos começam a subir.

A sequência em questão é bastante rápida, mas os planos originais de Boden eram deixá-la um pouco maior.

O filme inteiro é sobre como a Capitã Marvel inspirou Nick Fury em mudar sua perspectiva e para, você sabe, transformar a S.H.I.E.L.D. em um lugar que pudesse lidar com mundos totalmente diferentes. De certa forma, o filme é como ela o inspira a criar os Vingadores. Foi uma ideia bem tardia para o filme. Filmamos outras cenas com Fury, mas no final, pensamos que poderiamos deixar [a sequência] mais curta.

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Uma Noite de Crime 5’: Ana de la Reguera entra para o elenco da sequência

Em agosto, foi anunciado que a franquia Uma Noite de Crime ganharia seu quinto filme. Agora, o site The Hollywood Reporter confirmou a primeira adição ao elenco da sequência.

Segundo a matéria, Ana de la Reguera (‘Army of the Dead’) fará parte da produção em um papel ainda não revelado. Ela deve se juntar a Sylvester Stallone, que foi cotado para estrelar o longa-metragem alguns meses atrás.

Everardo Gout, da série Mars, vai comandar o projeto.

Em entrevista ao EW, James DeMonaco, que dirigiu os três primeiros filmes, falou sobre o futuro da saga.

“A história que criei para o quinto filme é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que será um desfecho muito legal.”

Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido e deu início a uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.

‘The New Pope’: Jude Law analisa seu personagem em novo vídeo de bastidores; Confira!

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores de The New Pope, continuação da minissérie lançada em 2016, em que o astro Jude Law analisa o arco de seu personagem.

Confira:

Dirigido por Paolo Sorrentino, a série é protagonizada por Law como o Papa Lenny Belardo e também traz no elenco John MalkovichSilvio OrlandoJavier Cámara.

Nem só de pão vive o homem e o mundo do papado moderno é um exemplo disto. Entre os benefícios e as responsabilidades, o papa se torna um exemplo para muitas pessoas, mas ser o líder mundial da Igreja Católica tem o seu preço.

A produção estreou em 13 de janeiro e já está disponível na HBO Go.

‘The Flash’: Michael Keaton surge como Batman em incrível pôster de fã; Confira!

Em seu Twitter oficial, o artista George Evangelista divulgou uma incrível imagem conceitual do vindouro ‘The Flash’, adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘).

A arte traz Michael Keaton como Batman e Ezra Miller como o personagem titular, além de ter sido baseada na divulgação promocional da DC FanDome.

Confira:

Vale lembrar que Ben Affleck reprisará seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa-metragem – cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora se disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

O cineasta também falou sobre a importância do herói na trama.

“O Batman de Ben Affleck é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes. É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães assassinadas, e esse é um dos estopins emocionais do filme. É aí que o Batman do Affleck  entra em ação.”

Ele acrescentou que:

“O filme é um pouco uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas […] É inclusivo no sentido de que está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, no mesmo multiverso unificado.”  

Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).

Vale lembrar que o longa teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 

‘Batwoman’: Ryan Wilder volta à vida normal na promo do episódio 02×02; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Prior Criminal History”, segundo episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “depois de uma breve aventura no traje de super-heroína, Ryan Wilder está de volta à normalidade e aos seus desafios. Enquanto isso, Alice tem um novo plano para conseguir a atenção tanto de Gotham quanto de Safiyah. Com Kate ainda desaparecida e a cidade em fervor, Luke e Mary estão desesperados em encontrar uma solução”.

Com estreia marcada para o dia 24 de janeiro, o capítulo foi dirigido por Carl Seaton e assinado por James StoterauxChad Fiveash.

Confira:

Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.