A Amazon Prime Video anunciou hoje (30) que o aclamado drama ‘Sylvie’s Love’, estrelado por Tessa Thompson e Nnamdi Asomugha ganhou data de lançamento.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de dezembro.
Em Sylvie’s Love, ambientada na era do jazz em Nova York, entre os anos 50 e 60, Sylvie (Thompson) é uma jovem mulher que trabalha na loja de discos de seu pai, no Harlem. Seu coração se apaixona intensamente quando conhece Robert (Asomugha), um aspirante a saxofonista que consegue um emprego na mesma loja em que ela trabalha.
Em entrevista ao Uproxx, a atriz Rosie Perez, que interpretou Renee Montoya no aclamado ‘Aves de Rapina’ no começo deste ano, revelou que estaria disposta a retornar para a sequência do longa caso a Warner Bros. desse sinal verde.
“Digo, se isso acontecer, claro. Quando você diz isso, a primeira coisa que vem na minha cabeça é: ‘meu Deus, preciso perder peso e entrar em forma de novo”.
Perez não é a única que demonstrou interesse em revisitar o universo das anti-heroínas. Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o ator Chris Messina, que viveu o vilão Zsasz, comentou que adoraria reprisar seu papel e não pensaria duas vezes em retornar ao universo da DC caso a oportunidade surgisse.
“Eu amei interpretar o personagem e eu amo aquele grupo de pessoas, foi uma coisa bastante divertida e nova para mim. Eu adoraria poder interpretá-lo mais uma vez, vê-lo sob novas perspectivas. Não tenho nenhum plano para isso, mas se eles me chamasse, eu iria”.
Vale lembrar que a diretora Cathy Yan revelou ao The Wrap que tem ideias para uma sequência do longa e pretende explorar o relacionamento entre Harley Quinn e a Hera Venenosa.
“Eu adoraria trazer a Hera Venenosa para o cinema e iria investir num relacionamento entre ela e Harley Quinn, porque seria completamente desafiador e chocante ver duas personagens fortes tomando a frente de uma nova franquia.”, disse a cineasta.
Questionada se ainda tem esperança de realizar a sequência, Cathy pareceu confiante.
“Eu não sei, mas acho que as pessoas não estão prontas para se despedirem da Harley Quinn. Também acho que Margot [Robbie] ainda tem muito fôlego para interpretá-la por mais alguns anos, então… Quem sabe. Eu espero que possamos fazer isso.”
Apesar de ter sido bastante elogiado e ter acumulado 78% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, ‘Aves de Rapinas‘ arrecadou apenas US$ 200 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$84 milhões.
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).
Saindo de sua vitória no Emmy Awards, Catherine O’Hara continua sendo uma das atrizes mais icônicas da indústria do entretenimento e, nos últimos dias, relembrou seu papel como Kate McCallister em ‘Esqueceram de Mim’ em um vídeo viral do aplicativo TikTok.
No vídeo em questão, O’Hara reinterpretou o momento em que Kate se dá conta de que esqueceu Kevin (Macaulay Culkin) sozinho em casa bem no período de celebrações de fim de ano.
Falando nisso, os fãs foram pegos de surpresa quando a Disney+ anunciou um remake do clássico dirigido por Chris Columbus em 1990.
Além da crítica do público, parece que o cineasta também não ficou muito entusiasmado com a novidade.
Durante uma entrevista para o Insider, Columbus disse que “o novo filme é uma perda de tempo, ainda mais por conta da contínua popularidade do original.”
Questionado se foi chamado como consultor do remake, ele respondeu:
“Não, ninguém falou sobre nada comigo. Mas, qual seria o objetivo? Eu acho que [o remake] não acrescenta em nada… Acredito que remakes só funcionem com filmes que caíram no esquecimento, o que não é o caso aqui. Eu sou a favor de ideias originais. Faça o que você quer, sem medo de fracassar, desde que seja algo original.”
Columbus ainda criticou a estratégia da Disney em criar remakes live action de suas animações.
“Eu não entendo essa mania de refazer filmes que continuam fazendo sucesso. Acho que não fariam outra animação de uma animação… Fariam? Ah, esqueci… Fizeram remake live action das animações.”
E aí, você concorda com ele?
Anteriormente, o Comic Book divulgou que , Kenan Thompson (‘Os Smurfs‘), Ally Maki (‘Toy Story 4′) e Chris Parnell (‘Anjos da Lei‘) foram confirmados ao elenco.
Foi dito apenas que Maki dará vida a uma personagem chamada Mei, enquanto Kenan Thompson será Gavin.
Entre os novos contratados, Parnell deve ter um papel de maior destaque, já que dará vida ao “adorado tio do protagonista.”
Maiores detalhes não foram revelados, e a produção continua pausada e sem previsão de retorno devido às paralisações causadas pela crise do Coronavírus.
Lembrando que rumores já apontaram que Macauly Culkin estaria em negociações para reprisar seu papel como Kevin McCallister no projeto.
Ao que parece, o astro deve gravar apenas cenas de apoio, ajudando o novo protagonista (Archie Yates) a se livrar de um casal de ladrões quando ele rouba acidentalmente algo que lhes pertence.
Embora originalmente pensados como os pais de Yates, as fontes dizem que EllieKemper e RobDelaney darão vida ao casal de bandidos.
Archie Yates, Ellie Kemper e Rob Delaney
Dan Mazer ficará a encargo da direção. Ele é conhecido por seus trabalhos em ‘Tirando o Atraso’ e ‘Borat’.
Mikey Day e Streeter Seidell assinaram o roteiro, cuja história é centrada em um casal que entra em guerra contra um jovem garoto que roubou alguma coisa deles – uma mudança da premissa original.
Hutch Parker e Dan Wilson ficam a encargo da produção. Melissa McCarthy e Will Ferrell estão em negociações para viverem os protagonistas.
O anúncio do reboot veio com uma reação negativa por parte dos fãs mais nostálgicos, que criticaram a decisão da Disney de mexer em um clássico.
Confira:
reboot de esqueceram de mim PRA QUE se todo mundo sabe que nenhum >nunca< vai ser tão bom quanto os originais com o ícone macaulay culkin
Esse remake de esqueceram de mim vai funcionar como? A família esquece o Kevin, ele manda uma mensagem pra mãe, ela manda um uber buscar ele e eles todos vão passar as férias em Paris juntos?
Não vejo sentido algum em fazer um remake de Esqueceram de Mim. A história faz sentido com aquela época. Qualquer justificativa que os roteiristas criem para o enredo da história funcionar no século XXI não vai ter o mesmo impacto. https://t.co/E64Bw6AifU
A única justificativa para um remake de Esqueceram de Mim seria se a proposta fosse mostrar o trauma dos bandidos que foram torturados por uma criança muito apegada aos bens materiais
Quando foi lançada, a Netflix prometia investir em conteúdo que o público curtisse sem se preocupar com o sucesso comercial da série ou do filme. Porém, nos últimos modelos tudo mudou. Tentando driblar a concorrência em um mundo totalmente capitalista, a Netflix se tornou tudo aquilo que o streaming tentava não ser.
Nos últimos anos, eles cancelaram ótimas séries com história espetaculares apenas porque a audiência não agradou os executivos do streaming. E é claro, isso tem deixado os assinantes FURIOSOS… e com razão.
Diante dessa questão, o CinePOP tratou de relembrar 10 ótimas séries queridas pelo público que a Netflix cancelou.
Se você visitar qualquer post da Netflix em qualquer uma de suas redes sociais, é bem possível que encontre a seguinte mensagem de um fã: “Renova Anne with an E!” Uma das séries mais fofas e adoráveis dos últimos tempos, a adaptação do livro de Lucy Maud Montgomery para as telinhas foi cancelada pela gigante do streaming após três temporadas. Estrelada por Amybeth McNulty, Anne With an E conseguia tratar de temas sérios de forma leve e importante. Infelizmente, a companhia – ao lado da parceira CBC – julgou que os números de audiência eram insuficientes para garantir a continuidade da produção. Até hoje, existe uma campanha forte para o resgate da série, mas com o passar do tempo isso fica cada vez mais improvável.
Antes dos fãs de Anne With an E ocuparem as redes sociais da Netflix, o espaço estava “alugado” pelos fãs de The OA, que também ficaram revoltados com a decisão da companhia em não continuar com a saga criada por Brit Marling e Zal Batmanglij. Uma das produções mais ambiciosas e desafiadoras dos últimos anos, a série foi cancelada após duas temporadas. A justificativa, como quase sempre, foi a baixa audiência, embora a empresa reconheça a fidelidade dos fãs. Roteirista e protagonista, Marling agradeceu o apoio do público e criticou a decisão puramente capitalista dos executivos. Até hoje, diante dos muitos mistérios que envolvem a série, existe a teoria de que tudo não passa de uma jogada de marketing e que uma nova temporada será realizada em segredo.
É muito difícil que uma série de comédia seja perfeita já em sua primeira temporada. Clássicos como The Office ou Parks and Recreation tiveram primeiros anos irregulares. Infelizmente, a Netflix não quis saber de dar uma nova chance para a divertida, envolvente e nostálgica Everything Sucks!. A comédia de amadurecimento contava o dia a dia de adolescentes em um colegial americano, e dava muita importância à questão da representatividade ao apresentar como protagonistas um garoto preto e uma menina lésbica. Havia muito potencial para crescer, mas isso acabou ignorado pelos executivos da empresa. Mais uma vez, a audiência baixa foi a justificativa.
Poxa, Netflix… American Vandal merecia bem mais do que duas temporadas ou um total de 16 episódios. A série era uma paródia dos documentários investigativos no estilo de Making a Murder, trazendo os delitos para o universo do colegial, nos Estados Unidos. Além de brincar com um gênero de sucesso, a produção conseguia também contar sua própria história de forma divertida e envolvente. A primeira temporada chegou a ser indicada ao Emmy de Melhor Roteiro. O cancelamento se deu por causa do rompimento da parceria entre a Netflix e a produtora CBS Studios. A companhia de streaming passou a prestigiar as produções que eram 100% originais, então acabou abrindo mão da série. A CBS tentou buscar uma nova casa para American Vandal, mas ainda não conseguiu, e hoje isso parece algo bem improvável.
Nem o cultuado nome de Baz Luhrmann(Moulin Rouge: Amor em Vermelho) foi o suficiente para salvar The Get Downdo cancelamento ainda em sua primeira temporada (dividida em duas partes). Na verdade, aconteceu o contrário. Os muitos compromissos do diretor no cinema acabaram impossibilitando que continuasse envolvido com a produção da série. A Netflix poderia até continuar a produção sem o realizador, mas aí entram os outros fatores para o cancelamento: a baixa audiência, o alto custo de produção – a primeira temporada foi orçada num total de US$ 120 milhões – e a recepção dividida por parte da crítica televisiva.
Tuca & Bertie (2019-2021)
Sabe aquela história de grandes séries que ninguém viu? Este é o caso da série animada Tuca & Bertie, divertida produção criada por Lisa Hanawalt e dos mesmos responsáveis por BoJack Horseman. Focada na amizade entre uma Tucana e uma Pardal, a série mescla o nonsense com o divertido, sem esquecer de temas sérios. Fala sobre amadurecimento, sempre sob a perspectiva feminina. Mas, diferentemente da maioria dos casos dessa lista, aqui estamos diante de um final feliz. Embora tenha sido cancelada pela Netflix, sob o protesto dos fãs, Tuca & Bertie foi resgatada pelo canal Adult Swin e ganhará uma nova temporada em 2021.
Sense8nunca foi uma unanimidade na Netflix. Apesar da horda apaixonada de fãs, especialmente no Brasil, a série sempre teve problemas na hora em que os executivos deveriam decidir: renovada ou cancelada. E foi ao final da segunda temporada que a fórmula baixa audiência + alto custo de produção (com filmagens em diversas partes do mundo) acabou resultando no cancelamento da produção. Acontece que… como destacamos anteriormente, Sense8sempre foi uma série com fãs muito engajados e apaixonados. Pois bem, os mesmos “perturbaram” tanto a Netflix que a empresa acabou aprovando a realização de um episódio especial/filme de mais de duas horas para entregar um devido encerramento à saga criada por J. Michael Straczynski, Lana Wachowskie Lilly Wachowski.
Reimaginação de clássica série dos anos 70, One Day at a Time estreou de forma discreta na Netflix. E assim permaneceu ao longo de três temporadas. A série conta a história de uma família de origem cubana morando nos Estados Unidos e tem como grande atrativo personagens engraçados e carismáticos, além de temas atuais como representatividade, feminismo e preconceito. O elenco é liderado pela vencedora do EGOT (Emmy, Grammy, Oscar e Tony) Rita Moreno. Apesar de muito divertida, a série nunca teve uma grande audiência, o que acabou gerando seu cancelamento ao final da terceira temporada. Não bastasse a tristeza por ver sua série cancelada, os fãs ainda tiveram que aceitar um encerramento com um belo de um cliffhanger. Felizmente, ODAAT acabou resgatada para uma quarta temporada pelo canal Pop TV após uma campanha que contou com muitas celebridades.
She’s Gotta Have It (2017-2019)
Produzida por Spike Leee inspirada em clássico filme do diretor (Ela Quer Tudo, de 1986), She’s Gotta Have It não teve vida longa na Netflix. A série contou com apenas duas temporadas, e um total de 19 episódios. A decisão foi tomada no segundo semestre de 2019, logo após a Netflix registrar seu primeiro semestre com queda de assinaturas em muito tempo, nos Estados Unidos. Numa decisão estritamente comercial, a companhia decidiu não investir em produções que não tinham o potencial de trazer novos assinantes. Inicialmente, Spike Leetinha o interesse de continuar com a série em um outro canal, mas isso ainda não aconteceu de fato. No momento, o diretor está prestes a lançar um novo filme na própria Netflix: Destacamento Blood.
Santa Clarita Diet foi uma das principais apostas da Netflix no campo do humor, contando com a presença de dois protagonistas conhecidos: Drew Barrymore e Timothy Olyphant. Original, divertida e absurda, a série acompanhava a rotina de uma família após a mãe, Sheila Hammond (Barrymore), morrer e se tornar uma espécie de zumbi que deseja a carne humana, precisando da ajuda da filha (Liv Hewson) e do marido (Olyphant) para sobreviver e não se colocar em evidência. Sem uma audiência de muito destaque, a produção acabou cancelada após três temporadas. Mas o pior foi o fato do cancelamento ter acontecido após um enorme cliffhanger, comprometendo para sempre a experiência dos fãs com a série.
Enquanto os cinemas não reabrem, a solução tem sido assistir a filmes no conforto de nosso lar. As plataformas de streaming tem sido a prancha de salvação para os cinéfilos, e nosso trabalho tem sido direcionar os fãs às grandes obras escondidas, que talvez nem todos conheçam.
O emporamento feminino é algo importantíssimo, e a falta de oportunidade para mulheres em bons papeis e filmes em Hollywood é notório. É claro que nem toda produção que visa o emporadamento da mulher dá certo, vide os recentes As Caça-Fantasmas (2016), Oito Mulheres e um Destino (2018), As Trapaceiras (2019) e As Panteras(2019). Mas para cada escorregada, temos outros tantos filmes de qualidade, que apostaram certo no talento de suas protagonistas e se deram bem. E aqui, nesta nova matéria, o CinePOP irá cantar o caminho das pedras para você, apontando 10 filmes presentes na Amazon com grandes atuações femininas dos últimos anos. Vem com a gente conhecer.
Que Nicole Kidman é uma grande atriz, isso todos nós estamos cansados de saber. A estrela já tem sua estatueta do Oscar decorando a casa e mais três outras indicações. Por este longa, muitos consideraram uma nova nomeação, que terminou chegando somente ao Globo de Ouro (e uma mais que merecida). O Peso do Passado passou pelos Festivais de Toronto e Rio, e teve uma breve estadia em nossos cinemas. Espécie de True Detective no cinema, o filme traz Kidman na pele de uma policial infiltrada, narrado em duas linhas temporais, com ela muitos anos depois (e completamente “Destruída” pelas drogas) visando resolver o mesmo caso. Imperdível.
Outro filme que merecia bem mais atenção do que teve, Tully traz mais um desempenho digno de prêmios da musa Charlize Theron – que igualmente já tem sua estatueta do Oscar. Por este drama cômico, Theron recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, resultado de seu comprometimento ao papel. A atriz ganhou muitos quilos para a personagem grávida, já mãe de duas crianças pequenas, que se percebe em desespero ao ver sua vida estacionada num lugar que não imaginava. Tullymarca a reunião de Theron com o diretor Jason Reitman e a roteirista Diablo Cody, de Jovens Adultos(2011).
Se juntando a este hall, temos a linda mulher em pessoa, Julia Roberts. E que trio inicial, hein meus amigos! Roberts também é dona de um Oscar e possui mais três indicações. Seu desempenho aqui era mirado à época de prêmios, mas devido à concorrência pesada, terminou de fora também. No mesmo ano em que estrelava pela primeira vez uma produção para a TV, com o enigmático Homecoming (2018), a musa lançou seu último trabalho nos cinemas até então. Na trama, ela vive a mãe desiludida de um rapaz viciado em drogas (Lucas Hedges), que precisará demonstrar força quando ele reaparece com a ideia de se reconectar com a família na época de natal.
Albert Nobbs
Sem dúvida alguma, a veterana Glenn Close é uma das maiores injustiçadas na história dos prêmios da Academia. São nada menos que sete indicações ao Oscar sem vitória. A pergunta que fica é: quando os votantes irão reparar este grande erro? Seja como for, continuamos ganhando atuações de peso por parte da atriz. Este filme de 2011 marcou a penúltima indicação de Close ao Oscar (antes do celebrado A Esposa). No drama de época, Close vive uma mulher se fazendo passar por homem, e trabalhando como mordomo na Irlanda do Século XIX.
Vidas à Deriva
Passando de uma veterana para uma jovem atriz promissora, chegamos a um trabalho acima da média de Shailene Woodley. Baseado numa história real de tragédia e superação, que depois virou livro e foi adaptado a esta obra, Woodley vive uma mulher sofrendo com a natureza em alto mar ao lado de seu companheiro, papel de Sam Claflin. A atriz tem no currículo duas indicações ao Globo de Ouro, por Os Descendentes (2011), quando era bem novinha, e pela série Big Little Lies(2017). E aqui entrega outro desempenho impressionante.
O polêmico Woody Allen tem o histórico de escrever tão bem personagens para suas atrizes, que muitas delas saem de seus filmes com a vitória no Oscar debaixo do braço – ou ao menos indicações. Ao todo foram 6 atrizes indicadas e 5 vitoriosas, incluindo duas vitórias para Diane Wiest (por Hannah e Suas Irmãs e Tiros na Broadway). Em Blue Jasmine(2013) temos os dois casos de uma vez, com Sally Hawkins indicada e Cate Blanchett saindo vitoriosa, com seu segundo Oscar e primeiro como atriz principal. O filme é uma adaptação moderna de Um Bonde Chamado Desejo, do dramaturgo Tennessee Williams. Blanchett vive uma dondoca que termina perdendo todos os seus bens e precisando pedir abrigo na casa de sua irmã de classe média baixa.
Continuando na linha de grandes atuações femininas no ano de 2018, depois de quatro itens de nossa lista, temos agora a britânica Keira Knightley, que ainda não possui uma estatueta do Oscar para chamar de sua. No entanto, tem o prestígio de duas indicações, o que é mais do que muitos podem mostrar. Aqui, ela vive a clássica autora francesa Sidonie Gabrielle Colette. A escritora viveu à sombra de seu marido, um oportunista que assinava seus textos por considerar que na época, livros escritos por mulheres não fariam sucesso. Uma história semelhante à do biográfico Grandes Olhos, de Tim Burton, porém, mais dramática e menos cômica.
A Jovem Rainha Vitória
A britânica Emily Blunt é uma das poucas atrizes da lista que ainda não possui uma indicação ao Oscar, mas temos certeza que ela não irá demorar a ocorrer. Talento a atriz tem de sobra, e já conta com uma vitória no Globo de Ouro para confirmar. Blunt vem consolidando sua carreira como estrela, e aqui, em um de seus primeiros papeis de destaque, topa e se sai bem num grande desafio: interpretar a monarca Rainha Victoria neste drama de época. Também pudera, esta é uma produção de Martin Scorsese, com direção de Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas, Livre e Big Little Lies). Ou seja, o suficiente para tirar qualquer frio da barriga. E Blunt dá conta do recado.
Papel dos sonhos para qualquer jovem atriz, Ruth Bader Ginsburg é sinônimo de empoderamento feminino e de luta de igualdade profissional para mulheres. Ginsburg foi a primeira mulher a ser eleita juíza da Suprema Corte norte-americana e seu nome é muito associado a esta causa. Tanto que no mesmo ano, esta personalidade marcante ganhou dois filmes sobre a sua vida, o documentário RGBe este filme. Aqui, quem descolou a chance de interpretá-la nas telonas foi a britânica Felicity Jones, indicada ao Oscar por A Teoria de Tudo(2014). E o filme, como não poderia deixar de ser, é dirigido por uma mulher, a sumida Mimi Leder (O Pacificador e Impacto Profundo).
Aqui, temos duas atrizes talentosas – que tem apostado em dramas independentes para consolidar suas carreiras – personificando uma história macabra, que ainda hoje existe como um dos casos mais controversos dos EUA. Kristen Stewart (vencedora do César, o Oscar francês, por Acima das Nuvens) e Chloë Sevigny (indicada ao Oscar por Meninos Não Choram) são uma dupla de respeito, e no filme vivem um caso tórrido de paixão, entre patroa e empregada. Aqui, temos relatado o infame caso deLizzie Borden, que em 1892 foi levada a julgamento pelo assassinato a machadadas do pai e da madrasta. Ela foi absolvida, mas as mortes não acharam um culpado, criando em torno uma verdadeira lenda do folclore americano.
O longa ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ se tornou um grandioso sucesso, justamente pela forma como o terror se desenvolve de maneira tão peculiar e inusitada na trama.
E a protagonista do longa, a indicada ao Oscar, Florence Pugh, compartilhou uma inédita e inusitada imagem dos bastidores do filme.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, a atriz revelou o registro, feito entre as filmagens de uma das cenas cruciais do terror. Na foto em questão, ela aparece como a rainha do solstício de verão, usando um par de óculos de sol bem estiloso.
A aguardada terceira parte de ‘O Inferno de Gabriel‘ finalmente estreou na plataforma da Passionflix, e os protagonistas Giulio Berruti (Gabriel) e Melanie Zanetti (Julia) conversaram com o CinePOP sobre o que eles vão levar dessa franquia para a vida deles. Em uma conversa mais que especial com nossa repórter, Janda Montenegro, os protagonistas se emocionaram com o carinho recebido pelos fãs e mandam um recadinho cheio de afeto para o fãs brasileiros. Confiram!
Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos de ‘Sense8’ e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.
A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.
Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:
Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.
É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, como ‘The Crown’ e ‘Stranger Things’, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.
Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.
Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.
Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.
E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.
Para atrações como ‘GLOW’ e ‘The Society’, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.
Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.
Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de ‘This Is Us’. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.
Com elencos volumosos (como o de ‘The Society’) e com nomes badalados (como o de ‘I Am Not Okay With This’ — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am NotOkay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.
A troca de lideranças
Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)
Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.
Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.
O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.
Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.
Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, ‘Dark’, ‘Elite’ e ‘La Casa de Papel’ foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.
Cancelar para conquistar
Elite
Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas.
O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.
Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries como ‘GLOW’, ‘Caçadoras de Recompensas’, ‘One Day at a Time’, ‘Dear White People’ por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?
A introdução da versão live action de Ahsoka Tano (Rosario Dawson) em ‘O Mandaloriano‘ era aguardado pelos fãs há muito tempo e foi simplesmente incrível vê-la em carne e osso.
No entanto, os mais críticos reclamaram que os lekkus (os tentáculos na cabeça) da personagem estavam mais curtos do que da última vez em que ela foi vista na série ‘Star Wars Rebels’.
Depois disso, começaram a circular montagens comparando o tamanho dos seus tentáculos.
Quando um fã questionou o designer Brian Matyas sobre a mudança, o artista explicou que os lekkus menores foram projetados para dar maior mobilidade a Dawson durante as cenas de ação.
Confira:
“Brian, você pode compartilhar os planos que [a Lucasfilm e a Disney+] tiveram a respeito do tamanho dos lekkus [da Ahsoka]? Parece que os fãs estão confusos porque os tentáculos eram muito maiores em ‘Rebels‘ nesse mesmo período. Percebi que não era prático para os atores, mas estou me perguntando se há algo mais.”, perguntou o fã.
Ao que Matyas respondeu:
“Sim, essa era a principal preocupação. Da animação ao live action, fiz uma tonelada de experimentos para ela e lekkus apropriados para a atriz, levando em consideração as acrobacias e o movimento. Tenho certeza de que discutirei com mais detalhes em um futuro próximo!”
Can you share at all the conversations you had regarding the size of her montrals/lekku?
Theres some confusion among fans as they were much bigger in Rebels around this same time period.
Figured it was just impractical for the actors but wondering if there’s anything else to it
Após a aparição de Tano, alguns fãs ficaram se questionando qual é a verdadeira missão da personagem, já que a trama sugeriu que não é ela a Jedi que irá treinar o pequeno Baby Yoda, ou Grogu, como foi revelado seu nome.
Logo no início do episódio, ela entrega uma das melhores cenas de luta da série e interroga um adversário sobre o paradeiro do Almirante Thrawn.
Para quem não o conhece, Thrawn foi um dos oficiais do Império que quase destruiu a Aliana Rebelde durante os eventos da animação ‘Star Wars: Rebels‘.
Mas qual é a sua ligação com Tano?
Agindo como uma informante disfarçada e atendendo pelo nome de Fulcrum, Tano foi a espiã que ajudou a tripulação da nave Ghost a liderar algumas tropas rebeldes contra as forças de Thrawn.
Durante sua missão, Tano criou uma ligação com Ezra Bridger (o aprendiz padawan de Kanan Jarrus), que é dado como desaparecido após investir contra as tropas de Thrawn e ajudar a salvar a galáxia.
Tano e Bridger discutindo sobre os desígnios da Força
No último episódio de Rebels, a Jedi renegada promete aos amigos de Bridger que irá se dedicar na tentativa de encontrá-lo e trazê-lo de volta ao grupo.
Sendo assim, tudo indica que ela ainda está à procura do jovem desaparecido, o que abre a possibilidade de vermos uma futura versão live action do padawan… Mas isso continua sendo uma especulação.
Ate lá, confira algumas imagens de Rosario Dawson caracterizada como a heroína:
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
A 4ª temporada de ‘The Crown’ já foi eleita a melhor de toda a série para muitos membros da imprensa especializada e a imagem do príncipe Charles nunca esteve tão exposta e comprometida publicamente, como no momento.
E trazendo detalhes do seu doentio casamento com a adorada princesa Diana, o novo ciclo explora a sucessão de abusos emocionais e psicológicos sofridos por ela, tanto por parte do seus esposo, bem como por pate da sua amante, Camilla Parker-Bowles – que hoje é a sua esposa.
A série traz detalhes de como era a frágil e sofrida união matrimonial entre o casal e segundo o showrunnerPeter Morgan, a produção buscou se ater aos fatos ao máximo possível.
Mas para o secretário de Cultura do Reino Unido, Oliver Dowden, a história não seria essa. Em uma entrevista ao site Daily Mail, ele ponderou que a Netflix deveria deixar claro que tudo não passa de uma bela ficção:
“É uma obra de ficção lindamente produzida, então como acontece com outras produções de TV, a Netflix deveria deixar claro no começo que não passa disso. Sem esse aviso, eu temo que uma geração de espectadores que não viveu para testemunhar esse eventos venha a confundir fato com a ficção”.
De acordo com a publicação, existe uma crescente preocupação em relação à imagem do Príncipe Charles, que passa a maior parte da temporada maltratando e traindo a esposa com a Camilla Parker-Bowles. Aparentemente, um amigo próximo de Charles teria dito:
“É quase sinistro que Peter Morgan esteja usando um leve entretenimento para propagar um agenda republicana e as pessoas não conseguem enxergar isso. Elas foram atraídas nas primeira temporadas, até que elas já não conseguem ver que estão sendo manipuladas. É uma propaganda altamente sofisticada”.
Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo compilando os melhores momentos de Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II.
Confira:
O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).
Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
Após encerrar seu contrato com a Globo no ano passado, Bruna Marquezine assinou contrato com a Netflix e já foi confirmada em duas produções do catálogo.
Além da recém anunciada série brasileira ‘Maldivas‘, com a amiga Manu Gavassi, ela também estará em uma série norte-americana de ficção científica.
A atriz fará parte do elenco de ‘Conquest’, vindoura série protagonizada por Keanu Reeves.
Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe de que forma Marquezine será apresentada na trama, mas tudo indica que seja um papel importante.
Confira as primeiras imagens:
SP – CINEMA/CONQUEST/AVENIDA PAULISTA – VARIEDADES – Trecho da Avenida Paulista é visto interditado neste domingo, 1 de setembro, para gravação de cenas da produção de Conquest, série que o ator Keanu Reeves grava em São Paulo. Carros antigos foram utilizados nas gravações. 01/09/2019 – Foto: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO
Prevista para 2021, foi revelado apenas que ‘Conquest‘ é uma ficção científica ambientada em um futuro distópico, no qual São Paulo serve como abrigo para refugiados.
Agora, Marquezine confirmou nas redes sociais que a série será lançada pela Netflix em breve.
Em 2019, a atriz estava em Montevidéu, no Urugaui, participando das gravações da série, que também teve cenas rodadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Budapeste e Berlim.
A direção fica por conta de Carl Erick Rinsch (‘47 Ronins‘), e a brasileira Gabriela Rosés Bentanco é uma das produtoras em conjunto com a O2, agência de produção de Fernando Meirelles (‘Dois Papas’).
Um dia após o segundo turno das eleições, governador de São Paulo, João Doria, anunciou que vai ampliar as medidas restritivas contra o Coronavírus em todo o estado a partir de hoje (30).
O plano de abertura da economia voltou à Fase Amarelo.
As atividades culturais só eram autorizadas pelo governo a partir da Fase Verde, assim, caso não seja feita uma mudança nos critérios, cinemas podem ser forçados a fechar suas portas temporariamente.
Além dos cinemas, teatros, museus e bibliotecas podem ser forçados a fechar suas portas.
Com atividades encerradas desde março, alguns cinemas de São Paulo só voltaram a funcionar no final de setembro.
Ainda que os espaços continuem funcionando, a capacidade será reduzida e pode haver o aumento das restrições de acordo com o aumento do número de casos de infecção no estado.
Lembrando que o estado de São Paulo já atingiu mais de 1,2 milhão de casos de Coronavírus, o que resultou em pelo menos 42.048 mortes.
Esse ano a Netflix está trazendo aos espectadores um verdadeiro intensivão de filmes e séries natalinas, para fã nenhum botar defeito. Dentre as novas opções, chega essa semana à plataforma a comédia romântica ‘Sintonizados no Amor’, um filme totalmente previsível, porém adorável.
Maggie Quinn (Natalie Hall) e Jack Russo (Evan Williams) são melhores amigos desde a época da escola. Os dois trabalham juntos em um programa de rádio em Chicago, no qual comentam as notícias da cidade e dão conselhos amorosos aos ouvintes. O problema é que tanto Jack quanto Maggie não conseguem eles mesmos manter um relacionamento duradouro, ao ponto de sequer conseguirem apresentar seus parceiros aos seus pais – que, juntos, gerenciam um bar de jazz chamado Magnolia. Porém, uma irrecusável proposta de fazer o programa de rádio ganhar um alcance nacional leva os amigos a terem a brilhante ideia de fingirem ser um casal para, na festa de ano novo, transmitirem um programa ao vivo onde se beijariam e, com isso, selariam a parceria com a nova produtora de rádio. O que eles não esperavam é que esse plano inocente fosse abalar a sólida amizade entre eles.
A grande pergunta em ‘Sintonizados no Amor’ é: será mesmo que eles não esperavam que esse plano fosse abalar a amizade? Quer dizer, já nos primeiros minutos do filme o espectador facilmente consegue adivinhar tudo que vai encontrar na trama. Também, pudera: o roteiro de Carley Smale é completamente previsível e recheado com os clichês mais lugar-comum das romcoms.
Porém, ainda assim sobra um espacinho para algumas surpresas – mesmo que isso não seja exatamente um elogio. É que o roteiro, em sua previsibilidade, encontra oportunidades para lançar elementos na trama sem terem sido construídos e/ou terem uma relação direta com o que está acontecendo, vindo a fazer algum sentido várias cenas depois, e de uma maneira bem forçada.
Exemplo disso, é a cena em que estão Maggie e Amanda (Victoria Maria) conversando e do nada Amanda fala que não confia muito em Jack (mesmo sendo o melhor amigo de Maggie há anos) porque ela ainda não o perdoou por ter deixado Maggie de lado no dia do baile da escola, indo para a festa com outra menina. Tipo, oi? O que você tem a ver com perdoar essa história que nem é sua? Esse comentário fica tão completamente solto no momento em que acontece (porque o diálogo não é bem construído) que só nos resta imaginar que a tal garota do baile vá aparecer na história em algum momento – e aparece, também do nada, como uma solução inventada do enredo.
Apesar da fragilidade do roteiro, ‘Sintonizados no Amor’ é uma comédia romântica gostosinha, com muita neve, uma relação entre amigos bastante genuína e que consegue engajar o espectador. É um filme de Natal adorável e recheado de açúcar.
O astro Idris Elba e o diretor Taika Waititi foram vistos juntos pouco antes do início das filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘, fortalecendo ainda mais os rumores de um possível retorno de Heimdall à sequência.
A dupla curtiu um jogo de rugby na Nova Zelândia e o diretor ainda compartilhou, no último domingo (29), um registro dos dois marcando presença em uma partida do All Blacks, que teria acontecido na semana passada.
Vale lembrar que Heimdall foi visto pela última vez em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, onde ele fora esfaqueado no peito por Thanos (Josh Brolin). Considerando que na mitologia asgardiana e nórdica o personagem teria ido para Valhalla – o equivalente ao céu dos cristãos, especula-se que talvez que ‘Thor: Amor e Trovão‘ faça uma pequena visita ao local cósmico, trazendo Elba de volta de forma breve.
É importante salientar que nenhuma das informações fora confirmada oficialmente, portanto trate todas elas como rumores.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano) e traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).
Durante uma live com o apresentador JimmyKimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.
“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”
Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.
“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.
Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.
Neste dia 30 de novembro de 2013, completam 7 anos que o astro Paul Walker morreu, o que nos fez lembrar de outros atores talentosos que, como ele, morreram muito jovens. Além da tristeza e da saudade, o que se destaca também é o sentimento de perda que fica ao imaginarmos quais outros filmes memoráveis poderiam ter sido estrelados por estes atores. Sendo assim, nada mais justo do que prestarmos uma justa homenagem e relembrar os nomes de 10 atores que sofreram este triste destino.
Infelizmente, não faltam casos de atores ou outras pessoas famosas e providas de muito talento que perdem sua vida de forma precoce. Seja no esporte, como Ayrton Senna, na música como Freddie Mercury ou até mesmo na política como John F. Kennedy, temos vários exemplos disto. Como dito antes, na maioria dos casos, sua partida inesperada acaba deixando um vazio no coração dos fãs e interrompendo uma carreira que prometia ainda agradáveis surpresas.
De qualquer forma, essa tristeza não diminui em nada o poder do legado já construído por eles, muito pelo contrário, acaba conferindo o status de lenda a alguns desses ícones e os eternizando ainda mais em nossa memória e na história. Vale lembrar que não se trata de um “Top 10” (a lista está ordenada pela idade de cada ator ao falecer) e que esta lista só traz atores, por isso a ausência de nomes de atrizes. Fique à vontade para compartilhar nomes de outros atores que eram admirados e nos deixaram ainda muito jovens.
O papel mais icônico dePhillip Seymour Hoffman veio com seu retrato do autor Truman Capote no filme ‘Capote’ (2005). Hoffman havia recebido vários prêmios – incluindo o prestigiado Oscar de Melhor Ator. Suas outras performances famosas incluem Jogos de Poder (2007), O Mestre (2012), e a franquia Jogos Vorazes. Ele faleceu em fevereiro de 2014 com a idade de 46 anos devido a uma “intoxicação aguda por drogas, incluindo heroína, cocaína, benzodiazepínicos e anfetaminas”.
Candy foi um dos maiores e mais engraçados atores comediantes do Canadá. Seu estilo bem conhecido como o “atrapalhado de grande coração” lhe rendeu clássicos em ‘Quem Vê Cara de: Não Vê Coração’ (1989) e ‘Antes Só do Que Mal Acompanhado’ (1987). Sua carreira teve alguns períodos de seca, mas ele sempre se recuperou antes de nos deixar prematuramente em 1994.
Nascido em Glendale, Califórnia, Paul William Walker IV tornou-se um grande astro de ação quando atuou em ‘Velozes e Furiosos’, uma série de filmes de perseguição do carro cheias de ação com acrobacias que desafiam a morte. Ele também apareceu em séries como ‘The Young and the Restless’ bem como em outros filmes como ‘Mergulho Radical’ (2005) e ‘Contagem Regressiva’ (2013). Em um caso de ironia dramática horrível, Walker – no auge de sua fama – foi envolvido em um acidente de carro terrível em seu caminho para um evento de caridade para ajudar os atingidos pelo tufão Haiyan. O Porsche que seu amigo estava dirigindo perdeu o controle, bateu em uma árvore e explodiu em chamas.
Chris Farley – 33 anos
Chris Farley foi um dos mais engraçados atores de sua geração, com uma graça e facilidade de movimento que desmentia sua grande fisicalidade. Foi a estrela deSaturday Night Live por seis anos e suas performances eram as melhores deste programa na década de 1990, o que lhe valeu papéis em filmes que ele, sozinho, tornou engraçados, como ‘Mong e Lóide’ (1995), Um Ninja da Pesada (1997) e A Ovelha Negra (1996). Ele nasceu em Madison, Wisconsin em 1964 e estudou teatro durante sua passagem na Universidade Marquette. Ele morreu de uma overdose de drogas em 1993, vítima de seus problemas de dependência graves e estilo de vida desregrado.
John Belushi – 33 anos
Belushi foi um Chris Farley antes que houvesse uma Chris Farley. Belushi era um daqueles caras que conseguia ser engraçado sem fazer nada, poderia ficar parado por 5 min e te fazer rir. Na TV, teve uma ascensão meteórica no programa Saturday Night Live. No cinema, seu maior sucesso foi o filme ‘Os irmãos cara-de-pau‘ (1980), no qual contracenou com Dan Aykroyd.
Bruce Lee ainda é o maior nome das artes marciais que a humanidade já conheceu e desenvolveu, sozinho, novos sistemas de artes marciais além de trazer o gênero a Hollywood e à América do Norte. Ele nasceu em 1940 em San Francisco e viveu em Hong Kong, onde atuou em várias funções antes de retornar aos Estados Unidos para ser um professor apaixonado do Wing Chun e estilos Jeet Kune Do de luta. Ele faleceu em 1973 após ter estrelado apenas um grande filme para Hollywood, o aclamado ‘Operação Dragão’, com os médicos sugerindo a causa oficial da morte sendo um edema do cérebro devido a uma má reação a analgésicos. Muitas teorias bizarras cercam sua morte, alguns afirmando que ele foi assassinado ou morreu devido a uma maldição.
Brandon Lee – 28 anos
Teorias da maldição de Bruce Lee ressurgiram quando seu filho, Brandon Lee, foi acidentalmente baleado e morto enquanto filmava ‘O Corvo’. Aparentemente, em vez de balas de festim, a arma tinha uma bala verdadeira escondido na câmara, ferindo fatalmente Brandon em 1993. Brandon nasceu em Oakland em 1965 e atuou em filmes de ação, como ‘Massacre no Bairro Japonês’ (1991) e ‘Rajada de Fogo’ (1992) antes de seu grande papel em ‘O Corvo’. Como seu pai, ele estudou artes marciais e estava para se casar com Eliza Hutton menos de dois meses antes de sua morte.
Heath Ledger estava rapidamente se tornando conhecido como um dos melhores atores de sua geração após o papel definidor de Coringa em ‘O Cavaleiro das Trevas’ deChristopher Nolan, que inclusive lhe rendeu um Oscar póstumo. Ele alcançou o estrelato por seu papel em ‘Brokeback Mountain’ como um trabalhador de fazenda que tem um caso de amor clandestino com um peão de rodeio, interpretado por Jake Gyllenhaal. Foi esse papel que foi elogiado pela crítica e público e ele recebeu o Globo de Ouro e indicação ao Oscar. No auge de sua carreira, e no meio das filmagens de ‘O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus’ (2009), Ledger morreu. A causa foi listada como uma combinação acidental de soníferos e outros medicamentos prescritos. Acredita-se que ele se tornou emocionalmente e fisicamente exausto depois de seu retrato psicótico do Coringa no ano anterior.
Anton Yelchin foi a adição mais nova a esta triste lista, conhecido por interpretar Bobby em ‘Lembranças de Um Verão’ (2001), Charlie Brewster no ‘A Hora do Espanto’ (2011) e, mais recentemente, Chekov nos filmes da renovada franquia ‘Star Trek’. Além de um talento nato e de ter uma carreira extremamente promissora, o que mais nos entristece é a forma bizarra como ele morreu. Depois de estacionar o carro e sair para checar as correspondências, ele foi esmagado pelo carro que começou a descer sem que ele percebesse.
Nascido em Marion, Indiana, em 1931, James Dean inicialmente estudou Direito em Santa Monica antes de perseguir sua verdadeira paixão e se matricular na UCLA para estudar teatro. Após se mudar para Nova York, ele rapidamente se estabeleceu como um ator talentoso na produção teatral de ‘O Imoralista‘ antes de fazer sua marca nos filmes ‘Vidas Amargas’ (1955), ‘Assim Caminha a Humanidade’ (1956) e mais notavelmente, como um galã icónico em ‘Juventude Transviada’ (1955). Seu estrelato foi subindo para níveis meteóricos quando ele faleceu em um acidente de carro em 1955. O talento de Dean e carisma lhe renderam duas indicações ao Oscar póstumos – fazendo dele a única pessoa a ser nomeada duas vezes depois de sua morte.
Você adora um filme de suspense surpreendente, que traz reviravoltas que te deixam chocado? Nós também!
A sensação de um arco final que transforma a história e traz uma ampla reflexão é um dos recursos mais satisfatórios da sétima arte. Pensando nisso, o CinePOP reúne 10 filmes sagazes com finais surpreendentes que estão disponíveis na Netflix só te esperando. Partiu maratonar?
1 – Durante a Tormenta
Uma inusitada interferência entre duas épocas diferentes faz com que Vera, uma mulher casada e feliz, salve a vida de um menino que morou em sua casa há 25 anos. O ato de bondade distorce a realidade e Vera acorda em uma realidade totalmente diferente, na qual sua filha nunca nasceu e ela não chegou a conhecer seu marido.
Embora o argumento do filme não seja exatamente original, ‘Durante da Tormenta’ tem uma forma narrativa muito interessante, e é isso que traz um diferencial. Ao misturar drama com suspense e uma pitadinha de terror, o diretor Oriol Paulo não esconde sua influência em Alfred Hitchcock – há, inclusive, cenas que qualquer cinéfilo consegue identificar de ‘Psicose’ e ‘Janela Indiscreta’, inclusive a própria trilha sonora é muito parecida.
‘Durante a Tormenta’ é um ótimo filme de suspense, que surpreende por sua construção e, mais ainda, se mostra uma grata surpresa no interminável catálogo da Netflix.
Protagonizado por Alisson Williams (do ótimo Corra!, também na Netflix), ‘The Perfection’ fez um burburinho no Fantastic Fest de 2018, e trata-se de um terror psicológico escrito e dirigido por Richard Shepard (Girls). Na história, acompanhamos a vida de Charlotte Willmore, uma ex prodígio do violoncelo que se encanta com Lizzie (Logan Browning), a nova pupilo da academia em que Charlotte estudava. O encontro causa um choque entre as duas e leva ambas a caminhos bastante sinistros.
Se você gosta de reviravoltas, prepare-se! ‘The Perfection’ está cheio delas e o filme vai se tornando mais e mais intenso e um tanto insano. Ele divide opiniões, mas tem um final que promete te deixar de queixo caído.
O filme gira em torno de uma família cuja vida muda completamente quando uma tragédia se abate sobre eles durante as férias. Joanne e Ray levam a filha, Peri, para o hospital após um acidente. Enquanto a mãe leva a criança para fazer os exames, o pai acaba adormecendo na sala de espera. Quando ele acorda, as duas desapareceram e ninguém do hospital sabe informá-lo do que aconteceu.
Lançado em 2019, ‘Fratura’ se transformou em um queridinho na Netflix e traz reviravoltas intensas e um ritmo frenético e muito bem estruturado, além de uma ótima atuação de Sam Worthington.
Este longa de 2015 é daqueles mais lentos, que vão construindo a tensão aos poucos, e a premissa é bem simples: um homem aceita o convite para a festa da ex-mulher e se envolve em conflitos e conversas das quais não queria fazer parte. As reviravoltas espalhadas ao longo do filme de Karyn Kusama ajudam a explicar o que está acontecendo, mas não são apenas elas que fazem deste filme uma ótima escolha. O filme não se escora neste artifício para prender o espectador, o que só torna toda a experiência de assistí-lo ainda mais interessante.
O espanhol ‘Um Contratempo’ acompanha a resolução de um crime, pelo ponto de vista do principal suspeito. A ideia de ir montando o quebra-cabeça com as poucas peças do jogo às quais temos acesso torna toda a jornada mais interessante, sobretudo porque o público não sabe se pode confiar na palavra do personagem. Será?
Este é mais um suspense que estreou de mansinho na Netflix e ganhou o público justamente pela surpresa que guarda no final. Mais uma vez, todo o clima é muito bem construído pelo roteiro, e a reviravolta se transforma na cereja do bolo.
Saindo um pouco da vertente de suspense e terror, Aniquilação é uma ficção científica, mas também carrega muitos traços de um thriller psicológico. A história acompanha um grupo de exploradoras que entra em uma região tomada por uma anomalia para tentar descobrir o que aconteceu na área. Estranhos acontecimentos vão modificando quem elas são e a forma como pensam. E uma coisa que não falta neste filme é surpresa.
‘Aniquilação’ é escrito e dirigido por Alex Garland, e carrega a sua assinatura e gosto por elementos e metáforas misteriosas. Além disso, tem ótimas atuações de Jennifer Jason Leigh, Tessa Thompson e Natalie Portman.
Eli é um jovem menino, portador de uma doença rara que não pode sair de casa e, por isso, leva uma vida bastante solitária. Quando ele começa a fazer um tratamento experimental, começa a ver fantasmas e espíritos maliciosos em sua casa. O que está acontecendo? O que está causando isso?
Dirigido por Ciaran Foy, ‘Eli’ tem um final de tirar o fôlego que explica a razão por trás das visões. Será que você consegue descobrir o que é?
Exímio contador de histórias de suspense, David Fincher traz, nesta adaptação do livro de Gillian Flynn, Ben Affleck e Rosamund Pike como protagonistas. Affleck vive um marido em busca da esposa desaparecida, tentando encontrar pistas que dêem conta de quem foi o responsável pelo possível sequestro ou assassinato. Ao longo do filme, vamos sendo apresentados a vários pontos de vista de quem são Amy e o marido, Nick. E o final… só vendo!
Dá-lhe David Fincher! Morgan Freeman e Brad Pitt vivem uma dupla de investigadores em busca de um assassino em série, que tem como alvos pessoas que representariam os sete pecados capitais. A dupla precisa correr contra o tempo para impedir que mais pessoas morram, enquanto temem pelas próprias vidas.
Dono de um dos finais mais surpreendentes do cinema, ‘Se7en’ é perturbador no melhor dos sentidos, brutal e dificilmente um filme que alguém esqueceria. Se você ainda não assistiu, corra!
O que seria de uma lista de filmes com finais chocantes sem Christopher Nolan? Lançado em 2006, ‘O Grande Truque’ é uma verdadeira boneca russa de surpresas e reviravoltas, um prato perfeito para os amantes de histórias surpreendentes. O mistério conta a história da rivalidade entre dois ilusionistas britânicos no século 19, cujos esforços para superar um ao outro levam a extremos quase inimagináveis.
The Prestige (título original) tem roteiro escrito por Christopher e Jonathan Nolan, e o gosto de ambos por contar histórias que se desenvolvem feito quebra-cabeças fica bem evidente, sobretudo porque o filme desafia o espectador do início ao fim. Aceita?
Dobradinha Nolan? Temos! O aclamadíssimo traz Guy Pearce no papel de Leonard, um rapaz que sofre de um tipo de “perda de memória recente”, e está em busca do homem que estuprou e assassinou sua esposa.
A estrutura não-linear de ‘Amnésia’ é um dos elementos que fazem com que as surpresas que o roteiro esconde tenham um efeito ainda mais impactante para o público. Se observar os detalhes para tentar montar a ordem dos fatos acaba se tornando um jogo para a audiência, Amnésia vai além de ser uma simples busca pelo fator surpresa, fazendo disso algo essencial para o que pretende contar. Referência em termos de linguagem cinematográfica, o filme acumula duas indicações ao Oscar, e é daqueles que valem a pena rever para ampliar a percepção.
A sequência ‘Os Croods 2: Uma Nova Era‘ surpreendeu nas bilheterias dos EUA, arrecadando US$ 14.2 milhões no final de semana estendido – o que representa a MAIOR estreia no país desde a reabertura dos cinemas após a pandemia de COVID.
Levando em conta apenas os três dias de um final de semana normal, a animação arrecadou US$ 9.7 milhões, superando a estreia de ‘TENET‘ (US$ 9.35m) nesse mesmo período de tempo.
Internacionalmente, a sequência arrecadou US$ 20.8 milhões através de sete mercados, totalizando uma estreia global de US$ 35 milhões.
Vale lembrar que ‘Os Croods 2: Uma Nova Era‘ chega aos cinemas nacionais apenas em janeiro de 2021.
No Rotten Tomatoes, a continuação dirigida porJoel Crawford abriu com 76% de avaliações positivas, baseada em 47 análises, até o momento.
Entre os principais comentários, os elogios vão desde os efeitos visuais, à leveza da trama e à cativante mensagem que ela transmite.
Confira as principais críticas:
“Melhor do que o primeiro: uma constante invenção visual, detalhes excepcionais, excelente talento dos dubladores e uma comovente representação comovente dos laços fundamentais de família e comunidade.” – Movie Moon.
“Pode não ser tão inovador quanto o primeiro, mas é essencialmente cativante, embora um pouco caótico, divertido para crianças e não precisa ser nada mais do que isso.” – Associated Press.
“Foi-se o tempo em que chamar um filme passatempo parecia uma maldição ou um elogio fraco. Hoje, parece um algo essencial.” – New York Magazine.
“É um filme estranho, apenas por uma questão estranha, mas também é uma experiência de entretenimento envolvente onde quer que você esteja assistindo.” – Film School Rejects.
“O filme vibra com energia visual – as plantas são uma caixa de Pandora de surpresas e os animais híbridos são inspirados – mas esse rico colírio para os olhos apenas torna a leveza encenada ainda mais aparente.” – The Straits Times.
“Dentro dessa confusão sobre uma família de imitações pré-históricas dos ‘Flinstones’ está uma magia brilhantemente animada que fala sobre o poder da união mesmo quando se é forçado se separar. Muito bom para um desenho animado, especialmente durante uma pandemia.” – ABC News.
Confira o trailer:
O novo filme acompanha a jornada dos Croods em busca de um novo lar. Durante a aventura, eles se deparam com uma família moderna com costumes completamente diferentes dos deles, os Bemelhores.
A família, composta por Esperança Bemelhor (Juliana Paes/Leslie Mann), Bem Bemelhor (Rodrigo Lombardi/Peter Dinklage) e a filha Aurora vivem de uma forma completamente diferente dos homens das cavernas, com inovações tecnológicas e muito mais segurança.
Dezembro está prestes a começar e a plataforma de streaming vai inaugurar o último mês do ano trazendo diversas novidades na sua grade de programação.
E o dia 1º de dezembro já reserva aos assinantes uma série de lançamentos inéditos e produções bem conhecidas pelos cinéfilos, como a trilogia de ‘Divergente‘ e ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘.
E para você não perder nada de novo que chega amanhã ao serviço, separamos a agenda completa.
Confira:
01/12
Filmes que Marcam Época: Natal
Descubra as verdadeiras histórias por trás dos campeões de bilheteria do Natal, com cenas de bastidores e entrevistas com o elenco.
O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro
O Homem-Aranha (Andrew Garfield) luta contra Rino (Paul Giamatti) e Electro (Jamie Foxx) e tenta cumprir sua promessa de manter Gwen Stacy (Emma Stone) fora de sua vida perigosa.
No Limite do Amanhã
Preso em um loop temporal, Bill Cage (Tom Cruise) revive repetidamente o momento de sua morte. A única saída é sobreviver e derrotar os invasores extraterrestres.
Difícil de Matar
Baleado durante uma investigação, Mason Storm (Steven Seagal) sobrevive, se recupera e sai em busca de vingança.
300: A Ascensão do Império
Nos acontecimentos que antecedem 300, o deus Xerxes (Rodrigo Santoro) volta para comandar o exército persa e invadir a Grécia.
O Juiz
Um advogado volta à cidade onde nasceu para defender o pai, acusado de assassinato, e desvendar os segredos da família.
Mad Max: Estrada da Fúria
Em um mundo pós-apocalíptico, Max (Tom Hardy) ajuda uma mulher rebelde e um grupo de prisioneiras a escapar de um líder tirano e encontrar um lugar para viver.
O Presente de Natal de Angela
Determinada a reunir a família para o Natal, uma mulher inventa um plano para viajar da Irlanda até a Austrália.
Divergente
Em um mundo dividido e devastado pela guerra, Tris (Shailene Woodley) descobre seus poderes especiais e se une a Quatro (Theo James) para combater um plano sinistro contra aqueles que são como eles. Com Kate Winslet (Jeanine), Ansel Elgort (Caleb), Maggie Q (Tori), Jai Courtney (Eric), Miles Teller (Peter) e Zoë Kravitz (Christina).
A Série Divergente: Convergente – Parte 1
Beatrice (a Tris), Tobias, Caleb e outros conseguem escapar das muralhas da cidade e exploram o mundo proibido do lado de fora.
A Série Divergente: Insurgente
Enquanto a guerra eclode entre as facções, Jeanine procura Tris e seus poderes de divergente para abrir uma relíquia misteriosa.
A Maldição de Oak Island: Temporada 4
Obcecados pela busca do tesouro, os irmãos Lagina investem tempo, dinheiro e recursos nas escavações.
Segredos de Estado: Temporadas 1 e 2
Esta série explora os segredos das lendas dos Estados Unidos, como as portas indestrutíveis do Fort Knox e os símbolos ritualísticos dos maçons. A segunda temporada gira em torno de organizações como a Ku Klux Klan, a Máfia e os Hells Angels, além de mistérios como o Pé Grande, alienígenas e muito mais.
Casos Arquivados – Clássicos: Temporada 1
Em busca de justiça, um grupo de detetives usa a ciência forense e a psicologia para analisar crimes antigos que nunca foram resolvidos.
A Estrela de Belém
Nesta versão inovadora da história do Natal, um asno sonhador foge do estábulo e faz amizade com animais livres e destemidos.
Recentemente aqui no CinePOP, divulgamos as maiores bilheterias da década de 1980. E para surpresa de muitos, no topo do ranking do período talvez não tenha ficado o filme esperado. Você pode conferir a lista completa abaixo.
Agora, resolvemos fazer o mesmo com a década seguinte, os anos 90. Sim, a década em que toda uma geração de fãs de cinema cresceu será a homenageada da vez. E assim como na lista anterior, levaremos em conta os números nas bilheterias mundiais. Portanto, esperem muitas produções de gente tarimbada, além de algumas surpresas. Sem mais delongas, vamos conhecer. E não esqueça de comentar ao final.
A década de 1980 foi marcada por grandes franquias como Indiana Jonese Star Wars. Surpreendentemente, a década seguinte, viu produções originais conquistarem as dez primeiras posições. Sim, ainda são grandes blockbusters, mas muitos dos quais não se tornaram franquias. Como é o caso de nossa décima posição: Armageddon. O filme sobre um grande meteoro vindo para se chocar com a Terra, foi uma das duas produções do ano a abordar o tema (a outra sendo Impacto Profundo). Aqui, grandes nomes como Bruce Willis (que emplacou dois filmes no top 10), Ben Affleck (que ascendia ao estrelato) e Liv Tyler protagonizam o drama de ação, dirigido por Michael Bay – que viria a se tornar um grande diretor na indústria, para o bem ou para o mal. O longa cataclísmico se tornou um fenômeno no fim da década e arrecadou US$533 milhões.
Sim, e vocês tinham dúvidas de que o Midas de Hollywood voltaria na década seguinte? Depois de ter criado os blockbusters com Tubarão (1975) e marcado a década de 1980 com cinco de suas maiores bilheteiras (E.T., a trilogia Indiana Jones e De Volta para o Futuro, como produtor), Steven Spielberg volta ao ranking no terreno da produção. O cineasta está por trás de Homens de Preto, no cargo de produtor deste filme sobre uma agência ultrassecreta do governo monitorando a vida alienígena em nosso planeta. Baseado em uma HQ obscura, o filme levado no tom de comédia é dirigido por Barry Sonnenfeld (A Família Addams) e traz o equilíbrio perfeito entre o durão Tommy Lee Jones e o carismático Will Smith. Homens de Preto serviu para transformar Smith, um ator vindo da TV, num dos maiores astros da década. O filme arrecadou US$589 milhões ao redor do mundo.
Outra produção de 1997 e… você adivinhou, o dedo de Spielberg metido no longa. Aqui, Spielberg comanda a obra como diretor, e continua seu sucesso estrondoso de 1993. Um filme que não pedia continuação, mas a bilheteria astronômica do original falou mais alto e um novo rio de dinheiro correu para os cofres da Universal com esta sequência. O cineasta também teve um desafio aqui, e conseguiu criar uma obra bem diferente de seu predecessor, que guarda seus bons momentos, jogando a ação desta vez num ambiente sem cercas ou grades. É como se os personagens voltassem no tempo para interagir com dinossauros em seu próprio ambiente. Não chega ao nível de excelência do anterior, mas consegue pairar acima do que a franquia se tornou em seus últimos exemplares: obras mecânicas, sem alma e sem qualquer impacto de seus efeitos. O Mundo Perdido somou US$618 milhões pelo mundo.
O item acima pode ser considerado a primeira franquia da lista, já queHomens de Preto lançou na década seu primeiro filme, que poderia não funcionar. Mas aqui voltamos para uma obra que nunca teve uma continuação. Na verdade, O Sexto Sentido serviu para transformar seu diretor, M. Night Shyamalan em sua própria franquia milionária, ou um diretor-estrela. Com uma voz autoral tão impactante quanto a de Quentin Tarantino – em filmes ainda mais comerciais e lucrativos -, o cineasta indiano emplacava um sucesso atrás do outro em seus primeiros longas. Mas como sabemos, um tempinho depois, cairia em desgraça, vindo a recuperar seu prestígio somente agora.
Seja como for, O Sexto Sentido é cinema em toda a sua magnitude e excelência. Um primor de roteiro, atuações de primeira (com indicações ao Oscar para o menino Haley Joel Osment e Toni Collette) e uma direção precisa de Shyamalan, o filme colocou o gênero terror de novo no radar. Além destas indicações, num total de seis, O Sexto Sentido ainda foi nomeado para melhor diretor e melhor filme. A obra está entre as 200 preferidas do grande público de todos os tempos e arrecadou US$672 milhões pelo mundo.
Aqui não temos Spielberg exatamente, mas temos um de seus maiores pupilos e colegas, o diretor Robert Zemeckis. Em seu início de carreira, Zemeckis teve a trilogia De Volta para o Futuro e Uma Cilada para Roger Rabbit produzidos por Spielberg. Em meados da década de 1990, caminhava por conta própria e emplacava o que foi, naquela época, seu filme mais maduro. A história de um rapaz autista que perpassa por toda a história recente norte-americana interagindo e a modificando marcou o período, se tornou um fenômeno e ganhou muitos prêmios. Além de melhor filme e diretor no Oscar (num total de 13 indicações e 6 vitórias), Forrest Gump ainda deu o segundo prêmio de melhor ator para Tom Hanks, pelo segundo ano consecutivo (o primeiro sendo por Filadélfia). O filme é o número 14 na preferência do grande público de todos os tempos – o que é um feito popular extraordinário –e juntou US$678 pelas bilheterias mundiais.
Um verdadeiro fenômeno, esta superprodução da Fox apresentou para a época uma invasão alienígena sem precedentes para o cinema blockbuster. Em matéria de efeitos especiais, foi o filme que mais chamou atenção depois de Jurassic Park (1993) no período. No longa de Roland Emmerich (diretor que ficaria famoso ao pegar o filão do cinema entretenimento megalômano – seguindo esta produção com Godzilla, 1998), uma raça alienígena invade a Terra destruindo nossa planeta, e começando com a Casa Branca (que fez plateias vibrarem). Coube aos humanos revidar no dia da independência americana. Entre outras coisas, Independence Day mostrou ao mundo quem era o carismático Will Smith (que viria a se consolidar como astro em outra obra sobre alienígenas, a citada Homens de Preto). Vinte anos depois, os produtores resolveram continuar a história e o resultado foi o morno (para dizer no mínimo) Independence Day: O Ressurgimento. O Primeiro filme arrecadou US$817 milhões ao redor do mundo.
Enquanto a versão em live action acumula um montante absurdo, se tornando a segunda maior bilheteria de 2019, o material fonte, a animação original de 1994, já demonstrava um feito impressionante. A maior animação da Disney até então, a história do leãozinho Simba conseguiu escalar e superar enormes sucessos da época, como A Pequena Sereia (1989), A Bela e a Fera(1991) e Aladdin (1992). Depois de roteiros com personagens humanos, a Disney voltava a apostar em histórias com animais falantes, e aqui tal tipo de narrativa atingia o ápice, adicionando elementos shakespearianos. O Rei Leão já inspirou de tudo, até peça teatral pelos palcos de vários países, e definitivamente é um dos maiores sucessos do estúdio do Mickey. O longa animado está entre os 35 melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público e somou US$968 milhões ao redor do mundo.
Agora a brincadeira ficou séria. Este é o primeiro filme a ultrapassar a barreira do bilhão na lista (mostrando que apenas três filmes nos anos 1990 foram capazes de realizar tamanho feito) – o que afirma uma década mais lucrativa em relação à anterior. E como não poderia deixar de ser, se temos um filme da franquiaStar Warsnum ano ou numa década, pode ter certeza que ele irá figurar entre os mais rentáveis. Com o Episódio I não foi diferente. Mais ainda, A Ameaça Fantasma foi o primeiro filme lançado nos cinemas a estampar o logo da franquia Star Warsdesde o início da década de 1980, quando O Retorno de Jedi(1983) encerrava a história. Aqui, George Lucas, o criador, decidia voltar a tal universo e contar a infância do vilão Darth Vader – ainda um menino em seus nove anos de idade. Ou seja, imagine a expectativa. Hoje, o filme viveu para se tornar o episódio mais odiado da franquia, mas isso é outra história. A Ameaça Fantasma arrecadou US$1.027 bilhão ao redor do mundo.
Bem, vocês sabiam que ele viria. Já nos referimos a ele em algumas posições anteriores na lista. E se sua continuação O Mundo Perdido já havia aparecido, nada mais natural do que ele aparecer também. Revolucionário para a indústria do cinema no quesito efeitos especiais, Jurassic Parkfoi produzido numa época em que os filmes realmente contavam boas histórias e os efeitos eram apenas parte da narrativa. Hoje em dia, os novos episódios deste mesma franquia incluídos, os filmes parecem se segurar apenas pelos efeitos, com grandes crateras onde deveria ser o roteiro.
Jurassic Parkfoi precursor e talvez esta nova geração já nascida na era do CGI nunca consiga compreender o que significou. James Cameron já havia brincado com tais efeitos criados por computador em O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2 (1991), mas foi Spielberg e seu Jurassic Parkque fizeram a cabeça do público explodir com sua criação, que trouxe de volta à vida criaturas pré-históricas. Afinal, este era o mote do filme e ele não funcionaria sem tais efeitos pra lá de realistas. A obra arrecadou US$1.029 bilhão pelo mundo.
Por falar em James Cameron, o cineasta foi por muitos anos retentor do primeiro lugar do pódio, tendo dirigido o filme mais lucrativo de todos os tempos. O diretor audacioso, autoral e pra lá de criativo, sempre deu sinal de sua coragem artística dentro do cinema comercial. Tudo começou com O Exterminador do Futuro (1984). A continuação de 1991 foi simplesmente revolucionária e a maior bilheteria de seu respectivo ano. Mas após alguns filmes de ação e ficção muito eficientes, elogiados e bem sucedidos, Cameron dava seu passo mais ambicioso – e isso falando de um cineasta acostumado a grandes produções e orçamentos largos.
Titanic era uma constante dor de cabeça em sua produção, extrapolando o orçamento, quase falindo a FOX e sofrendo adiamentos constantes. O estúdio estava pronto para decretar seu novo fracasso, quando Cameron provou que todos estavam errados, e emplacou o maior sucesso do cinema de todos os tempos. Com US$2.187 bilhões, Titanicfoi por 12 anos a maior bilheteria da história do cinema. Isto até outra produção do próprio Cameron roubar o trono. É claro que estamos falando de Avatar(2009), que foi igualmente destronado este ano por Vingadores: Ultimato. Seja como for, a história fictícia de um romance dramático, incluído na trágica história real de um dos maiores desastres da humanidade, fez o público retornar inúmeras vezes aos cinemas.
Conheça mais alguns fenômenos de bilheteria da época:
11 | O Exterminador do Futuro 2 (1991) – US$520 milhões
12 | Ghost (1990) – US$505 milhões
13 | Aladdin (1992) – US$504 milhões
14 | Toy Story 2 (1999) – US$497 milhões
15 | Twister (1996) – US$494 milhões
16 | O Resgate do Soldado Ryan (1998) – US$482 milhões
17 | Esqueceram de Mim (1990) – US$476
18 | Matrix (1999) – US$463,5 milhões
19 | Uma Linda Mulher (1990) – US$463,4
20 | Missão: Impossível (1996) – US$457 milhões
21 | Tarzan (1999) – US$448 milhões
22 | Uma Babá Quase Perfeita (1993) – US$441 milhões
23 | A Bela e a Fera (1991) – US$425 milhões
24 | Dança com Lobos (1990) – US$424 milhões
25 | A Múmia (1999) – US$415 milhões
26 | O Guarda-Costas (1992) – US$411 milhões
27 | Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões (1991) – US$390 milhões
28 | Godzilla (1998) – US$379 milhões
29 | True Lies (1994) – US$378 milhões
30 | Toy Story (1995) – US$373 milhões