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‘The Testaments’: Lucy Halliday vai estrelar série sequência de ‘The Handmaid’s Tale’

Após ser anunciada em 2019, a série sequência de ‘The Handmaid’s Tale‘, intitulada ‘The Testaments‘, finalmente está ganhando forma. E segundo a Variety, a jovem atriz Lucy Halliday será uma das protagonistas, ao lado de Ann Dowd e Chase Infiniti.

Dowd retorna como a perversa Tia Lydia, enquanto Infiniti dará vida à Chase. Já a mais nova adição ao elenco interpretará Daisy, uma adolescente canadense cuja vida vira do avesso ao descobrir que possui conexões profundas com a República de Gilead.

The Testaments‘ se passa 15 anos depois dos eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘, cuja 6ª e última temporada estreia em abril desse ano. A vindoura série é baseada no livro de Margaret Atwood. Na obra original, a trama é contada pela perspectiva de três mulheres distintas.

Publicado em 2019, a sequência foi lançada 34 anos depois do livro “O Conto da Aia“.

Assim como ‘The Handmaid’s Tale‘, ‘The Testaments‘ é criada por Bruce Miller, que também assume o papel de showrunner. Steve Stark e Warren Littlefiend entram como produtores executivos da produção. A série será lançada pelo Hulu (que pertence à Disney), em parceria com a MGM Television.

Confira o trailer da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’:

Crítica | Me Ame Com Ternura – Vicky Krieps vive maternidade interrompida pelo preconceito sexual

Apresentado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025, Me Ame Com Ternura (Love Me Tender), primeiro longa-metragem de ficção da diretora francesa Anna Cazenave Cambet, chega aos cinemas brasileiros ancorado em uma premissa que, à primeira vista, pode remeter a um clássico do cinema judicial como Kramer vs. Kramer (1979). Mas a semelhança é apenas inicial — e, em muitos sentidos, enganosa.

Adaptado do romance homônimo de Constance Debré, o filme acompanha Clémence (Vicky Krieps), uma advogada e mãe, que se vê tragada por uma batalha judicial não por ter abandonado o lar, mas justamente por ter afirmado sua liberdade. Já divorciada, Clémence revela ao ex-companheiro Laurent (Antoine Reinartz) que está se relacionando com mulheres. A partir desse momento, o conflito se instala: após um fim de semana na casa do pai, o pequeno Paul (Viggo Ferreira-Redier) se recusa a voltar a ver a mãe, e o ex-marido entra com uma denúncia alegando que ela submete a criança a comportamentos obscenos e moralmente indevidos.

O que poderia se estruturar como um drama jurídico clássico se transforma, nas mãos de Anna Cazenave Cambet, em um filme que evita o tribunal como espetáculo. A disputa legal existe, mas nunca encontra um verdadeiro ápice narrativo. Embora coerente com a ideia de um sistema opressor e burocrático, essa escolha acaba tornando a experiência cansativa. A ausência de um clímax faz com que o filme se mova em círculos, reiterando a mesma dor sem oferecer novas camadas dramáticas.

Vicky Krieps, como já demonstrou em filmes como Trama Fantasma (2017) e Corsage (2022), é uma atriz de impressionante versatilidade. Seja no cinema norte-americano, francês ou alemão, ela consegue nos convencer independentemente do papel. Há algo em seu rosto que captura o olhar do espectador, uma presença que convida à empatia quase automaticamente. Em Me Ame Com Ternura, ela está bem — contida, digna, silenciosamente ferida. Ainda assim, nem mesmo sua força interpretativa é suficiente para compensar as fragilidades da narrativa.

A diretora estreante aposta em uma mise-en-scène sóbria, estruturada em capítulos e atravessada por uma voz off que retoma trechos do livro de Debré. A opção instaura um distanciamento reflexivo coerente com o dispositivo narrativo, mas acaba por produzir também um afastamento emocional em relação à protagonista. Pouco se revela da vida de Clémence para além do embate com o filho e da engrenagem judicial que a engole. Seus afetos, desejos e cotidiano permanecem elididos durante a disputa pela guarda da criança — inclusive no romance mal engendrado com Sarah (Monia Chokri) —, o que fragiliza a possibilidade de uma conexão mais profunda com a personagem.

Algumas cenas se tornam repetitivas, especialmente os encontros entre mãe e filho, sempre marcados por silêncios, olhares interrompidos e despedidas dolorosas. A repetição não gera progressão emocional: as angústias retornam, mas raramente se transformam. Falta ao filme a percepção concreta da passagem do tempo — a consciência de que aquelas feridas não serão apaziguadas e de que o tempo perdido entre mãe e filho nunca mais poderá ser recuperado.

Esse deveria ser o ponto mais dilacerante do filme. A constatação de que a infância passa, de que o vínculo se rompe sem retorno possível, de que o sistema não apenas pune, mas rouba o tempo. Esse elemento, no entanto, nunca se impõe como verdadeira força dramática. Ele existe, mas permanece à margem, como se o filme evitasse mergulhar totalmente nessa dor irreversível.

Ainda assim, Me Ame Com Ternura encontra sua relevância ao abordar o preconceito vivido por uma mulher homossexual — e, sobretudo, por uma mãe — em pleno século XXI. Ao deslocar o foco da figura masculina tradicionalmente associada à dor romântica (evocada ironicamente pelo título inspirado na canção de Elvis Presley) para uma mulher privada do direito de amar e maternar, o filme escancara o quanto a sociedade ainda impõe limites violentos às existências que escapam da norma.

Mesmo deixando a desejar em termos de cadência e envolvimento emocional, Me Ame Com Ternura  provoca uma ressonância incômoda: até que ponto avançamos, de fato, quando a liberdade afetiva de uma mulher ainda pode ser usada como arma contra ela? É nessa fricção entre potência temática e fragilidade narrativa que o filme se sustenta, imperfeito, por vezes exaustivo, mas impossível de ignorar.

Lançado no Festival de Cannes e no Festival do Rio, em 2025, Me Ame Com Ternura chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, com distribuição da Imovision.

‘Com Amor, Simon’ tem estreia adiada no Brasil; Confira nova data!

A Fox Film adiou a estreia da comédia romântica ‘Com Amor, Simon’ em duas semanas no Brasil. Antes prevista para lançar em 22 de março, agora o filme chega aos cinemas nacionais em 5 de abril.

O longa está sendo bem elogiado pela crítica internacional, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 83 críticas positivas, além de ter estreado em 5º lugar nas bilheterias norte-americanas, fazendo US$ 11 milhões no primeiro final de semana.

Nós já assistimos ao filme. Confira nossas críticas em texto e vídeo:

Crítica | Com Amor, Simon – Comédia romântica gay diverte e quebra tabus

O filme também ganhou um vídeo especial celebrando todas as formas de amor e incentivando que os fãs façam pequenos vídeos de 60 segundos no Instagram com a hashtag #FistLoveStoryContest:

O longa ganhou também um novo trailer dublado. Assista:

Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.

Love, Simon’ chega aos cinemas em 5 de abril de 2018 e conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).

‘Scream’: Atriz de ‘Mudbound’ se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com informações do THR, Mary J. Blige se juntou ao elenco da 3ª temporada da série.

Blige vai interpretar Sherry Elliot, a mãe do protagonista vivido por RJ Cyler, em sua primeira atuação após ser indicada ao Oscar por ‘Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi’.

Inicialmente prevista para estrear na MTV dia 7 de março,  a terceira temporada de ‘Scream‘ foi adiada e não tem nenhum material promocional divulgado até o momento.

Recentemente, a Forbes revelou o motivo do adiamento. A série é produzida pela Weinstein Company / Dimension Films, e após o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, a série teve sua estreia colocada em “aguardando”.

Agora, a atriz Keke Palmer respondeu a um fã em seu Instagram, que perguntava sobre o futuro do programa, sugerindo que a estreia do 3º ano poderia acontecer em Outubro agora. Confira:

Apesar da atriz não ter confirmado nada oficialmente, aumentam as possibilidades do seriado ser lançado ainda esse ano.

‘Scream’: Netflix encerra acordo com Weinstein Company e série pode ser cancelada

Pensando nisso, os fãs do seriado estão pedindo explicações e novidades à MTV. No Twitter, criaram a hashtag #ReleaseMTVScreamNews, na tentativa de receber informações sobre quando a nova temporada será lançada.

Segundo a protagonista KeKe Palmer, a série está pronta e o material é ótimo.

“Palmer afirmou que o showrunner está com o material pronto e a série deve ser lançada na primavera norte-americana (entre abril e junho)”, afirmou a Forbes.

Novidades devem surgir em breve.

O reboot terá seis episódios.

O elenco conta com R.J. Cyler (‘Power Rangers’),  Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why),  Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’).

Tyler Hoechlin e Gideon Emery – ambos da série ‘Teen Wolf‘ – farão participações especiais!

Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.

10 curiosidades de ‘Velocidade Máxima’, um clássico da ação dos anos 90

Quando se fala da década de 1990, muitos pensam nas comédias românticas ou no renascimento das animações da Disney. Entretanto, os filmes de ação passaram por uma fase bem interessante, já que os Brucutus dos anos 80 começaram a decair, fazendo com que os executivos e roteiristas precisassem reinventar o gênero para conquistar novos públicos nas telonas.

Foi dessa necessidade que surgiu Velocidade Máxima, um filme que foi inicialmente considerado pelos executivos como uma grande bobeira, mas que acabou se tornando um dos ícones do cinema de ação da década de 1990. Estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, o longa arrasou na crítica e na bilheteria, cativando uma geração inteirinha de fãs. Pensando nisso, o CinePOP listou10 curiosidades sobre os bastidores do clássico. Confira!

Orçamento estourado

O filme estourou o orçamento antes mesmo de estar finalizado. Tanto que as exibições-teste foram para as sessões com a sequência do metrô ainda em storyboards animados. Mas nem isso atrapalhou as exibições. Ao fim do período de testes, os comentários do público foram tão positivos que o estúdio liberou uma verba extra para finalizar o filme.

Sucesso

Ainda sobre as exibições-teste, um dos produtores do filme comentou que sabia que o longa seria um grande sucesso porque reparou que as pessoas que levantavam para ir ao banheiro durante a exibição iam subindo as escadas da sala de costas, tentando perder o mínimo possível do filme.

Aluna nota 10

Para interpretar o papel de Annie, a atriz Sandra Bullock se matriculou em uma autoescola para aprender a dirigir ônibus. Bullock se dedicou bastante e conseguiu ser aprovada no exame prático logo na primeira tentativa.

Direção

Inicialmente, a direção do filme foi oferecida a Quentin Tarantino. O diretor ouviu a proposta, mas recusou o projeto. E ele não ficou chateado por ter deixado o longa passar, tanto que inseriu Velocidade Máxima na sua lista dos 20 melhores filmes lançados desde 1992.

Ghost-writer

O roteiro do filme foi reescrito por Joss Whedon, que fez um trabalho pesado e terminou nem sendo creditado por isso. Estima-se que ele tenha alterado e refeito praticamente todos os diálogos do filme.

Sem dublês 

Keanu Reeves, o atual queridinho de Hollywood, fez aproximadamente 90% de suas cenas de ação, apelando o mínimo possível para o uso dos dublês. Inclusive, essa decisão do ator meio que obrigou a equipe criativa a alterar o roteiro para que o personagem do ator não fosse exposto a situações muito mirabolantes, evitando que Reeves se arriscasse tanto no papel.

Três Desejos

Na verdade, a possibilidade de fazer suas próprias cenas de ação foi uma das manobras feitas pelo diretor para convencer Reeves a entrar no projeto, porque o ator não gostou muito do que viu inicialmente e não queria fazer parte de uma franquia de ação. Os outros fatores que o fizeram mudar de ideia foi o roteiro reescrito de Joss Whedon e a promessa de que o filme seria do mesmo nível de Duro de Matar.

Ônibus

Apesar de se passar praticamente todo dentro de um único ônibus, o filme contou com uma frota de dez ônibus idênticos para as filmagens. Cada um deles tinha sua particularidade, sendo um deles feito exclusivamente para os dublês e outro todo modificado para a icônica cena do salto da ponte, com maior potência no motor e amortecedores mais fortes.

Trânsito infernal 

As cenas gravadas na rodovia foram um verdadeiro “pesadelo de logística”, segundo o diretor. Eles gravaram as cenas com todo o cuidado para evitar quaisquer erros. Isso porque cada nova cena fazia com que todos os carros no entorno precisassem voltar e refazer seus movimentos iguais aos da cena anterior para evitar erros de continuidade.

O home da hora

Quando o filme chegou aos cinemas e se tornou um sucesso de público, o relógio que o personagem de Keanu Reeves usava já havia saído de linha. No entanto, a procura pelo modelo G-Shock DW-5600C foi tão grande que a Casio teve que retomar a produção para atender a demanda do público.

Velocidade Máxima está disponível no Star+.

‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’: Sophia Valverde Diz que Está Pronta Para Novos Desafios [EXCLUSIVO]

A mais nova adaptação do universo de Mauricio de Sousa, ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’ entra em cartaz a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

Sophia Valverde, que interpreta a protagonista Mônica na nova adaptação, conversou com nossa repórter Janda Montenegro e diz que está aberta para novos desafios no cinema! Será que vem um filme de terror na carreira na jovem atriz?

Confira a entrevista:

Desta vez, conheceremos a ‘Turma da Mônica Jovem‘ em um filme que flerta com o terror e traz novos atores interpretando os icônicos personagens criados por Mauricio de Sousa.

O filme de suspense começa no primeiro dia de aula do Ensino Médio da turma do bairro do Limoeiro. Na trama, Milena (Carol Roberto), Cascão (Theo Salomão), Magali (Bianca Paiva), Mônica (Sophia Valverde) e Cebola (Xande Valois) descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado e partem para uma missão cheia de ação e aventura para salvá-lo.

Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo‘ estreou em mais de 800 salas espalhadas por 650 cinemas do Brasil.

Mauricio de Sousa revelou que o filme será o primeiro de vários novos projetos.

“Eu penso que essa estreia hoje abre o caminho para diversos outros projetos que estamos começando também, de uma maneira muito alegre. Eu sinto o pessoal aqui todo muito feliz e acho que é mais um espaço sendo aberto para o cinema brasileiro”, afirmou Mauricio.

A direção é de Maurício Eça (‘Maníaco do Parque: A História Não Contada’).

Confira o trailer:

‘Reflexos do Medo’ | Onde assistir os FILMES da Turma da Mônica?

Lisa Sheridan, atriz de ‘CSI: Miami’, é encontrada morta em seu apartamento

Lisa Sheridan, conhecida por seu papel nas séries ‘CSI: Miami’‘Invasion’, morreu aos 44 anos na segunda-feira, dia 25.

A atriz foi encontrada morta em sua casa, em Nova Orleans. A família disse que está certa de que o falecimento não ocorreu devido a suicídio.

Seu agente, Mitch Clem, também confirmou a notícia em uma declaração à revista PEOPLE, e acrescentou que ele e a família estão aguardando o exame da perícia. “Todos nós amávamos muito Lisa e estamos devastados”, Clem disse. “Ela morreu na segunda de manhã, em seu apartamento. Estamos aguardando uma resposta mais confirmativa”.

Ele continou: “A família inequivocadamente confirmou que isso não foi suicídio. Qualquer sugestão contrária não tem absolutamente fundamento algum”.

Sheridan também participou dos programas ‘Halt and Catch Fire’‘The Mentalist’.

‘As Panteras’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo cartaz internacional do longa ‘As Panteras’.

Confira:

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘Dispatches From Elsewhere’: Sally Field na nova cena do episódio 01×07; Confira!

‘Dispatches From Elsewhere’, nova série da AMC com Jason Segel, teve uma nova cena do episódio 01×07 divulgada.

O capítulo vai ao ar hoje à noite.

Confira:

Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett BaschScott RudinEli Bush.

A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.

Sally FieldAndré BenjaminEve Lindley completam o elenco. Richard E. Grant é o narrador da produção.

‘The Batman’: Filmagens do longa serão retomadas em setembro

Segundo a Variety, as filmagens do vindouro e ambicioso ‘The Batman’ serão retomadas ainda este ano, mais precisamente em setembro. O longa havia sido colocado em hiato devido à pandemia do COVID-19 e, para que volte à ativa, seguirá os protocolos de segurança e saúde pública.

Recentemente, a Warner Bros. revelou o logotipo oficial da produção.

Confira:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Riverdale’: Ator de ‘Pretty Little Liars’ entra para o elenco da 5ª temporada

Segundo o DeadlineChris Mason, conhecido por seus trabalhos em séries como ‘Broadchurch’‘Pretty Little Liars: The Perfectionists’, foi elencado como um dos personagens regulares da vindoura quinta temporada de ‘Riverdale’ em um papel-chave.

Mason será Chad Gekko, caracterizado como “o marido ciumento e controlado de Veronica (Camila Mendes), que trabalha na Wall Street. Um cachorro-alfa, Chad é ameaçado pela vida de Veronica em Riverdale, especialmente com a amizade dela e de Archie (KJ Apa)”.

As informações ainda indicam que o personagem irá aparecer no quarto episódio do novo ciclo, que será exibido em 10 de fevereiro. O capítulo trará um avanço na história de sete anos, fundalmente mudando a química de um show que é centrado em aventuras adolescentes.

Confira o trailer:

A próxima temporada irá estrear no dia 20 de janeiro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Crítica | ‘Pose’ aposta no drama familiar para o 5º episódio da última temporada

Apesar de ter esbarrado em certos obstáculos na semana passada, ‘Pose’ continua, episódio a episódio, mostrando que é uma das melhores e mais importantes séries da atualidade – e até mesmo da história. Através de personagens complexos e temas cuja importância se estende para os dias de hoje, a produção, criada por Ryan Murphy, vem se afastando de uma superficialidade iconográfica desde a temporada anterior e abrindo espaço para reflexões sobre o que significa ser humano e se colocar no lugar do outro, canalizando esforços para o que a comunidade LGBTQ+ enfrenta numa sociedade movida pelo tradicionalismo retrógrado.

Caminhando para o series finale, que será exibido em pouco tempo, é apenas natural que Murphy já venha finalizando os arcos dos protagonistas, como fez com Pray Tell (Billy Porter) no quarto capítulo, por exemplo. Agora, chegou a hora de termos um relance do que o futuro aguarda para nossas amadas personagens, especialmente no tocante a Angel (Indya Moore), que, depois de cair inúmeras vezes, encontrou seu final feliz ao lado de Papi (Angel Bismark Curiel), ambos prestes a unirem laços matrimoniais – mas, como é de se esperar, regados a mais problemas que surgem quando tudo parece perfeito.

A princípio, Steven Canals, que fica a encargo da direção e assina o roteiro ao lado de Brad Falchuk, resolve retomar a leveza atmosférica de capítulos anteriores, indicando a nós que, talvez, faça uso de um filler para dar mais dinamismo a uma narrativa que vem se concentrando com força no flashback. Entretanto, essa sutileza aponta para a evolução do outrora conturbado relacionamento entre Angel e Blanca (Mj Rodriguez), principalmente quando esta descobriu que a filha estava usando drogas; e do encerramento entre Blanca e Elektra (Dominique Jackson) mais uma vez, mostrando que o amadurecimento chegou para ambas as personagens em um ciclo de amor e respeito mútuos que ainda tem muito a ser explorado – por mais que o fim esteja próximo. É preciso dizer que certas escolhas artísticas talvez pequem por não se casarem com a trama principal, como colocar Elektra em uma breve narração sobre os negócios que fechou com a máfia nova-iorquina.

Não se enganem: o enredo que inicia o episódio, intitulado “Something Borrowed, Something Blue”, é o dá forças para todos os eventos consecutivos, mas não a condução da cena de abertura – algo que deixa o restante da iteração um pouco desconexa. Felizmente, Canals é ágil o suficiente para perceber os erros que cometeu e tentar repará-los antes das revelações finais e de mais uma reviravolta que coloca os laços de todos em xeque. Elektra, chamando a si mesma como uma “reencarnação de Cleópatra”, sente-se completa por ter vencido todas as adversidades e poder dar o que suas filhas bem entenderem – uma reforma absoluta para Blanca e o casamento dos sonhos para Angel -, e é justamente isso que torna a história ainda mais densa.

Novamente, nota-se um emprego antológico que, apesar de não seguir a mesma estrutura dos anos anteriores, é uma opção interessante para a brevidade dessa série tão implacável. Se observarmos cada um dos capítulos como pequenos contos de superação e de amor-próprio, é possível até mesmo traçar uma linha separada de cada protagonista, que une-se pelo momento em que vivem e pela cultura do ballroom, que permitiu que se transformassem numa família. Tais predileções também impedem que as fórmulas são jogadas para debaixo do tapete e se respaldam numa liberdade maior que transmutam a si mesmas conforme o que se quer contar – nesse caso, apostando na exuberância de um casamento e de uma festa de despedida de solteira em contraposição ao melodramático momento em que escolhas irresponsáveis podem mudar uma vida inteira.

Os holofotes são destinados a Angel e a Papi, essencialmente, mas, como é de se esperar, Jackson rouba a cena com mais uma performance soberba como Elektra. A matriarca da antiga Casa Abundance não leva desaforos para casa, como bem sabemos, e repete o mesmo discurso recheado de sarcasmo e ironia para um dono de uma loja de vestidos que se recusa a atendê-las por seres mulheres transsexuais – colocando em voga, como é de se esperar, um preconceito injustificável que vem acompanhando a comunidade queer desde sempre. Porém, tudo é mascarado com uma veia ácida que não funcionaria em mais nenhum lugar além daqui.

É triste pensar que ‘Pose’ está chegando ao fim e que, a cada semana, percebemos que o adeus já é inevitável. Em sua mais recente entrada, os pontuais equívocos são ajustados, apesar de ainda existirem – mas vê-se que, ao que parece, estamos sendo preparados para uma emocionante conclusão.

‘Harley Quinn’: 3ª temporada da animação ganha primeiro teaser oficial; Confira!

Durante a última edição do DC FanDome, foi revelado o primeiro teaser oficial da 3ª temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’.

O próximo ciclo segue sem previsão de estreia, mas será lançado diretamente na HBO Maxb.

Confira:

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians’, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | Beyoncé celebra o house e o disco com o nostálgico álbum ‘Renaissance – Act I’

Fazia seis anos desde que Beyoncé Knowles-Carter nos agraciava com projetos solos – sendo que a última vez que parou o mundo da música com suas produções icônicas foi com o aclamado e revolucionário ‘Lemonade’. Desde então, lançou uma colaboração ao lado do marido, Jay-Z, participou do remake em live-action de ‘O Rei Leão’ (entrando como curadora do ótimo ‘The Gift’, em celebração ao longa-metragem), e comandou o incrível ‘Black Is King’, que foi ovacionado ao redor do mundo por suas mensagens de empoderamento e de exaltação da cultura afro-americana. Agora, ela está pronta para causar mais um impacto no cenário fonográfico com a estreia do vindouro ‘Renaissance – Act I’.

O anúncio não poderia ter vindo em melhor hora – e o próprio material promocional nos dava algumas dicas do que poderíamos esperar. Afinal, Queen B confirmou que o projeto em questão funcionará como uma trilogia sonora e que traz, como uma de suas inspirações, um tio gay que morreu de HIV e que foi responsável por introduzi-la a diversos estilos musicais que influenciaram sua identidade. Além disso, construiu uma espécie de cosmos escapista como resposta aos duros anos enfrentados durante a pandemia de COVID-19, nos arremessando de volta para os anos 1970 e o auge do Studio 54 ao aparecer montada em um cavalo de cristal e abraçando a vibrante essência do house com o lead single “Break My Soul”, cujas referências exalam a sagacidade da performer em saber como se manter original.

A verdade é que o primeiro capítulo de ‘Renaissance’ marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap.

A faixa de abertura pode não ser uma das mais fortes da discografia de Beyoncé, mas é um jeito sólido e envolvente o suficiente para nos preparar ao que apenas podemos caracterizar como um louvor explosivo das pistas de dança e da capacidade de unir as pessoas sob um mesmo teto. Os experimentalismos permanecem e servem como elo para que a própria artista navegue em sua aventura pelo que bem quiser fazer: “Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que fizera nas décadas passadas); “Alien Superstar” mergulha no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”); e “Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists).

Apesar de abrir espaço para coisas diferentes, é notável como Beyoncé se recusa a abandonar suas raízes. Vemos em “Church Girl” que as escolhas instrumentais remontam ao trap e ao rap que outrora ajudaram a colocá-la no centro dos holofotes, além das influências do garage house que adornam as camadas secundárias da faixa; nomes como Donna Summer, Diana Ross, Prince e tantas outras lendas da música são homenageados pelo encontro impactante do funk, do disco e do electro-pop em “Virgo’s Groove” e em “Plastic Off the Sofa”; e “Move” oferece uma modernização do saudosismo fonográfico, principalmente por trazê-la em uma colaboração irretocável com ninguém menos que Grace Jones e Tems.

Há algumas repetições que aparecem na obra – mas isso não necessariamente posa como um problema, ainda mais quando analisamos a sequência de canções que domina a segunda metade do compilado. Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

Depois de tanto esperarmos, Beyoncé finalmente voltou ao cenário musical com ‘Renaissance – Act I’ – e só posso dizer que tanta espera valeu muito a pena. Exalando uma riqueza de detalhe e uma cautela invejável para cada engrenagem das faixas, lidamos com o melhor dos dois mundos em um festejo da música house dentro do que podemos encarar como um dos grandes álbuns não apenas do ano, mas da década.

Nota por faixa:

1. I’m That Girl – 4/5
2. Cozy – 5/5
3. Alien Superstar – 5/5
4. Cuff It – 5/5
5. Energy, feat. Beam – 4,5/5
6. Break My Soul – 4/5
7. Church Girl – 4/5
8. Plastic Off the Sofa – 5/5
9. Virgo’s Groove – 5/5
10. Move, feat. Grace Jones e Tems – 5/5
11. Heated – 5/5
12. Thique – 4,5/5
13. All Up in Your Mind – 5/5
14. America Has a Problem – 4,5/5
15. Pure/Honey – 5/5
16. Summer Renaissance – 5/5

Artigo | ‘Final Space’ é uma incrível animação sci-fi que você precisa conhecer

Nos últimos anos, a Netflix vem investindo esforços em diversas produções de ficção científica, misturando o gênero com diversos outros espectros narrativos. Tivemos, por exemplo, a subestimada ‘Star Trek: Discovery’ e o thriller ‘Aniquilação’, bem como a recente produção ‘1899’ (que foi cancelada após uma temporada). E, em meio a um mar de títulos que chegam todos os dias à gigante do streaming, um deles provavelmente passou longe do seu radar: a animação ‘Final Space’. 

A princípio, é quase impossível delinear qualquer traço narrativo que faça sentido: a cena de abertura da temporada traz um astronauta vagando perdidamente pelo espaço, com apenas dez minutos restantes de oxigênio, já entregue ao seu fatal destino e tendo como única companhia a inteligência artificial de sua antiga nave, a Galaxy One. Momentos depois, somos transportados para um passado não tão distante no qual as coisas passam a ter uma estruturação mais compreensível: o astronauta, na verdade, se chama Gary Goodspeed (Olan Rogers) e cumpre pena como único tripulante da espaçonave em companhia de robôs. A cada dia, ele parece tentar se comunicar com uma espécie de amor perdido, mandando-lhe mensagens em vídeo sem qualquer resposta, mas que mantêm sua sanidade intacta. Ele é vigiado constantemente pelo computador de bordo HUE (Tom Kenny) e pelo irritante auxiliar KVN (Fred Armisen), os quais ama odiar. 

Já no episódio piloto percebemos a total irreverência construída por Rogers e David Sacks, ambos showrunners. Assim como recentes seriados da própria plataforma, a história não é para crianças e busca uma rebeldia transgressora que mantém paralelismos com Rick and Morty’ e BoJack Horseman’, trazendo certas críticas interessantes, mas que infelizmente se perdem ao longo do excesso de fantasia e impossibilidades. No geral, lidamos com uma jornada do herói que emula certos aspectos de famosas franquias de ficção científica (Star Wars’, por exemplo) e que não se preocupa com entregar-se a uma carga dramática catártica. Gary personifica um jovem galã afundado nas próprias metáforas vencidas e que carrega, ao mesmo tempo, uma necessidade de se provar útil para alguma coisa – afinal, seu coração ainda é puro e ele sempre se coloca na frente de todos, ainda que desajeitado. 

Tudo muda de perspectiva quando uma pequena criatura apelidada de Mooncake aparece na Galaxy e traz consigo uma horda de guerreiros malignos que tenta a todo custo sequestra-lo. Entretanto, os tripulantes conseguem vencê-los e mantém o gato humanoide Avocato (Coty Galloway) como refém, tentando arrancar algumas informações. Em meados da primeira parte, o antagonista se transforma em um aliado inesperado, revelando sua verdadeira história e convencendo o nosso herói a ajudá-lo a combater um inimigo muito mais poderoso para resgatar seu filho, Gatito (Steven Yeun). A partir disso, o time de roteiristas passa a fazer escolhas um tanto quanto interessantes para dar continuidade à trama principal e aumentar a complexidade dos arcos apresentados; entretanto, os eventos se desenrolam quase subjugados ao pano de fundo e não abrem brechas. 

Em se tratando de uma série de comédia, narrativas secundárias são importantes para a criação de um ritmo envolvente e frenético, impedindo que o público caia nas ruínas da monotonia. Em grande parte da temporada isso acontece, apesar de alguns deslizes que quebram uma estrutura sólida e nos desligam do universo ao qual somos apresentados. De qualquer modo, os irônicos e propositalmente autoexplicativos diálogos, combinado à química do elenco, conseguem varrer os claros equívocos para debaixo do tapete – e aqui abro um parênteses para uma performance incrível, ainda que um pouco over-the-top, de David Tennant como Lorde Commander, o principal obstáculo a ser enfrentado pelos protagonistas. Além da incrível versatilidade cênica, que compõe cliffhangers angustiantes, os clímaces e viradas são muito bem pontuados e chocantes, e brincam com todas as ideias já exploradas pelo gênero, desde as viagens no tempo até as fendas cósmicas. 

E é claro que o enlace romântico não poderia deixar de existir, e aqui ele insurge na figura da guerreira-cientista Quinn (Tika Sumpter), que parece brotar do nada, mas mantém relações inesperadas com Gary e até mesmo com sua família. Ela é a representação do arquétipo da inteligência e da proteção, que eventualmente entrega a própria vida por uma causa maior e representa um sacrifício não premeditado para a conclusão do arco do herói – o qual, com grande surpresa, não encontra seu fim, mas um gancho assustador para uma futura temporada. 

A animação não ousa mais do que deve e mistura elementos do 2D e do 3D, oscilando entre originalidade e nostalgia, reforçando laços dialógicos com obras clássicas e inclinando-se para a contemporaneidade e o futuro. Mesmo não explorando todo o potencial, a fluidez funciona, principalmente àqueles que procuram uma boa e divertida aventura que entrega o que quer. Os momentos introspectivos se afastam do melodrama desnecessário e preparam terreno para incríveis cenas de ação que satisfazem até os mais céticos espectadores. 

‘Final Space’ pode ter seus problemas, mas definitivamente cumpre o seu papel e não força algo além do que pode entregar. Sua premissa é simples, divertido, não se escorando em tramas pretensiosas e, ao mesmo tempo, conseguindo flutuar entre momentos trágicos, hilários, emocionantes e de tirar o fôlego. Uma sequência é mais que aguardada – e muito bem-vinda, ainda mais para fechar algumas pontas que ficaram soltas e nos deixaram bastante angustiados. 

‘With Love’: Assista à cena de abertura da 2ª temporada da série romântica!

A 2ª temporada da série romântica ‘With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do primeiro episódio como forma de divulgar a produção.

Confira:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Jovens se APAIXONAM no trailer inédito da comédia romântica turca ‘Last Call for Istanbul’; Confira!

Netflix vem investindo em peso em produções internacionais e, agora, divulgou o trailer oficial de sua próxima produção turca: ‘Last Call for Istanbul’.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 24 de novembro.

Assista:

O filme é dirigido por Gonenc Uyanik, com roteiro assinado por Nuran Evren Sit.

Nova York, amor e segundas chances… Serin, cuja bagagem foi levada por outro passageiro, cruza com Mehmet no Aeroporto Internacional JFK de Nova York. Os dois estranhos, em busca de bagagens desaparecidas, embarcam numa exploração do amor, do casamento e da lealdade na cidade que nunca dorme.

Kivanç TatlitugBeren SaatAnnie McCain EngmanMichael LoayzaZihan ZhaoJoy Donze e outros estrelam.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove estreia ESTA SEMANA na Netflix!

‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’), estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Relembre o trailer:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Doutor Destino terá relação importante com OUTRO personagem do MCU além de Reed Richards

Os fãs de ‘Quarteto Fantástico’ sabem que Reed Richards/Sr. Fantástico e Victor von Doom/Senhor Destino possuem um relacionamento bastante complicado – visto que começam como grandes amigos antes de se tornarem inimigos mortais. Porém, é notável como o respeito mútuo entre os dois permanece, levando-os até mesmo a se aliar várias vezes através dos anos.

É notável como a dinâmica da dupla é um aspecto definidor de ambos os personagens. Todavia, parece que a mais nova rendição do Doutor Destino, interpretada por Robert Downey Jr., terá um relacionamento mais próximo a outro personagem do MCU.

Um antigo rumor sugeriu que o Doutor Destino e o Sr. Fantástico (Pedro Pascal) não teriam tantas cenas juntos no vindouro ‘Vingadores: Doomsday’. Entretanto, de acordo com o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, os dois personagens terão interações importantes – mas não tão importantes quanto a do antagonista com Homem-Aranha (Tom Holland).

Caso o boato seja verdadeiro, tudo indica que Downey Jr., na verdade, dará vida a uma variante de Tony Stark que resolveu trilhar um caminho mais sombrio, transformando-se no Doutor Destino em vez de se sagrar o Homem de Ferro. Dessa maneira, Peter Parker não reconheceria seu antigo mentor, considerando a roupagem vilanesca que adota.

insider também afirma que a Capitã Marvel (Brie Larson) terá um papel de importância significativa tanto em ‘Doomsday’ quanto em ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em conversa com ao Hollywood Reporter, Downey Jr. revelou como foi o convite para voltar.

“[O presidente da Marvel Kevin Feige disse] como não regredir, como não desapontar as expectativas, como continuar a superar as expectativas… Vamos acertar com o Victor Von Doom. Então eu disse ao Kevin: ‘posso falar com o Bob Iger?’. Fomos ao apartamento do Iger e ele disse: ‘gostei disso'”.

O ator receberá o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel.

O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.

Avengers: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

Crítica | ‘O Melhor Amigo’ é uma cândida comédia romântica que escorrega aqui e ali

Produções de comédia romântica têm um apreço significativo por cinéfilos por, na maioria das vezes, não se levarem a sério e construírem histórias que nos satisfazem pela simplicidade e pela familiaridade. Porém, boa parte dos espectadores está acostumada com obras internacionais e que possuem uma cultura diferente da brasileira – motivo pelo qual, quando cineastas brasileiras resolvem temperar essas obras com trejeitos nacionais, somos atraídos para nos vermos representados em situações cômicas e divertidas que nos proporcionam um escapismo aprazível. E essa é a ideia por trás da rom-com ‘O Melhor Amigo’, que chegou aos cinemas brasileiros no último dia 13 de março.

A trama é centrada em Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem gay que nunca teve sorte no amor: o primeiro beijo que deu, ainda na faculdade, o fez entender quem era – mas um suposto par romântico acabou sumindo logo após o ocorrido, levando-o a crer que alguma estava errada com ele; quando mais velho, seu melhor amigo e confidente, Martin (Leo Bahia), aparece na rua de casa com um carro de som para se declarar a ele, compelindo-o a se reclusar e a tirar umas férias para pensar a respeito de tudo o que aconteceu. Hospedando-se em um hotel no centro de uma cidade turística cearense, ele se vê em meio a inúmeras possibilidades até cruzar caminho com Felipe (Gabriel Fuentes), o mesmo amor da faculdade que acreditava ter perdido – e sentimentos escondidos há muito tempo começam a ressurgir em um turbilhão de emoções.

A ideia não é nem um pouco original, mas isso pouco importa: logo de cara, podemos compreender a construção de personalidade de Lucas, um garoto introvertido e desiludido que não sabe o que quer e não consegue se jogar de cabeça em quase nada, temendo que algo de errado aconteça e que ele seja responsável por causar problemas. E, dentro desse espectro, o vemos, por exemplo, participando de um karaokê drag em um bar local, soltando a voz antes de se deixar levar por pensamentos intrusivos e sair correndo – talvez sentindo que não merecesse sentir aquela felicidade, posando como usurpador de si mesmo. Algo similar acontece quando ele é chamado para participar de um trisal no mesmo hotel em que está, ou em seu controverso relacionamento com Felipe, ou até mesmo no modo como trata Martin quando ele o visita de surpresa.

Allan Deberton fica a encargo da direção e transforma o curta-metragem homônimo que comandou lá em 2013 e que trouxe Jesuíta Barbosa e Victor Sousa como protagonistas, em uma história sólida que dialoga com praticamente qualquer um que lhe assista – deslizando aqui e ali por não conseguir se desvencilhar de convencionalismos próprios do gênero. E, aliando-se ao trio de roteiristas formado por André Araújo, Otávio Chamorro e Raul Damasceno, Deberton arquiteta uma trama funcional e prática que traz elementos de drama e comédia a uma jornada de descobrimento que permite que Lucas se livre das amarras da autossabotagem. De fato, as personas que compõe o enredo não são tão complexas como poderiam ser, mas funcionam como emblemas sociais.

A própria fotografia é pensada com cautela, mesmo não funcionando todas as vezes: Beto Martins sabe transitar entre a solidão de Lucas ao apostar na sobriedade de paisagens abertas e que o confinam como o único personagem cênico, ou colocando-o na claustrofobia de um beco escuro ou de uma boate em que se sente estranho e sozinho mesmo na companhia de outras pessoas. Porém, ao lado de Felipe, esse respaldo dimensional é pincelado com cores mais quentes e um escopo mais aberto – culminando, nos momentos finais, em uma junção de ambas as partes que garante a conclusão de um coming-of-age necessário e bem-vindo.

Os principais deslizes, entretanto, destinam-se ao elenco – não por não fazerem um bom trabalho, mas por serem desperdiçados em meio a diálogos fracos e a entregas medíocres, por assim dizer. Teixeira encarna Lucas com diversão e tem uma voz muito boa para o inesperado e breve musical que se desenrola em tela, mas não nutre de quase química alguma ao lado de Fuentes ou Bahia; Claudia Ohana, interpretando a mística Estrela Dalva, faz breves participações que apenas servem como apoio para o protagonista – funcionando como uma espécie de “mentora” que não tem o peso que merecia; e Solange Teixeira parece repetir as mesmas coisas que já fez em ‘A Sogra que te Pariu’ ao encarnar Roberta. No final das contas, os personagens funcionam melhor quando estão restritos a seus respectivos arcos do que em um conjunto desengonçado.

‘O Melhor Amigo’ traz mensagens de bonança através de uma narrativa cândida e bem apessoada, que reaviva nosso interesse em comédias românticas nacionais e nos presenteia com um inesperado musical que dialoga com o que deseja entregar.

Stevie Wonder, Eric Clapton e outros artistas para ouvir neste Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.

De Stevie Wonder a Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira abaixo:

“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle

Em 1997, Bob CarlisleRandy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon BrothersJeff CarsonWestlifeCliff Richard.

“MY FATHER’S HOUSE”, Bruce Springsteen

Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.

“THE GREATEST MAN I NEVER KNEW”, Reba McEntire

Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.

“PAPA DON’T PREACH”, Madonna

Pertencente ao álbum ‘True Blue’“Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do pop Madonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.

“MY OLD MAN”, Zac Brown Band

Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.

“MY FATHER’S EYES”, Eric Clapton

“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, ‘Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.

“ISN’T SHE LOVELY”, Stevie Wonder

Assim como “Butterfly Kisses”“Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.

“DANCE WITH MY FATHER”, Luther Vandross

“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do AnoMelhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.

“UNFORGETTABLE”, Nat King Cole & Natalie Cole

Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazz Nat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.

“DADDY LESSONS”, Beyoncé

Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o próximo desafio no novo episódio da 18ª temporada

A WOWPresents divulgou o ato de abertura do terceiro episódio da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O capítulo vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 16 de janeiro, na plataforma e no catálogo da Paramount+.

Confira:

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.

Mês do Orgulho | Os melhores filmes LGBTQIA+ do século (até agora)

Mês do Orgulho celebra a comunidade LGBTQIA+ e a diversidade sexual e de gênero do mundo – e, ano após ano, torna-se mais importante por representar uma luta constante e que ainda tem muito a angariar para uma das parcelas mais oprimidas da sociedade.

Ao longo desse mês, traremos diversas dicas de produções queer para quem quiser conferir – e a mais nova dela elenca as dez melhores produções do gênero do século (até agora), focando principalmente no impacto que causaram no cenário do entretenimento.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO (2014)

A sutileza de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’ é, de longe, seu maior mérito. Girando em torno de Leonardo, um garoto cego que já se acostumou à sua condição, mas é constantemente assediado por seus colegas de sala, a narrativa principal baseia-se muito nas comédias românticas hollywoodianas para aprofundar os sentimentos confusos e gradativos que o protagonista começa a sentir com a chegada de um novo garoto à escola, Gabriel. Além de um tratamento delicado sobre o assunto, o filme foi indicado ao GLAAD Awards, maior prêmio LGBTQ+ do entretenimento.

9. COLETTE (2018)

Keira Knightley nos deu mais uma incrível interpretação ao estrelar a cinebiografia ‘Colette’, inspirada na vida da escritora francesa Gabrielle Colette. A romancista e jornalista havia sido contratada para assinar os livros do pedante Henry Gauthier-Villars (Dominic West), casando-se com ele até descobrir suas falcatruas. Os dois permaneceram juntos em laços matrimoniais de fachada, mas Colette se tornou amante da duquesa Mathilde de Morny (Denise Gough). Seu legado segue vivo e, até hoje, são levantados em pautas feministas pelo mundo inteiro que a levantam como um emblema essencial.

8. 120 BATIMENTOS POR MINUTO (2017)

Dirigido por Robin Campillo‘120 Batimentos por Minuto’ tornou-se uma das grandes produções de 2017, levando para casa nada menos que quatro estatuetas do Festival de Cannes. A trama nos leva de volta para o início dos anos de 1990, na França, onde um grupo ativista conhecido como Act Up está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids.

7. TANGERINA (2015)

Em ‘Tangerina’, após descobrir que foi traída por seu namorado e cafetão enquanto estava na prisão, uma prostituta e sua melhor amiga saem em busca do traidor e sua nova amante para se vingar. Dirigido por Sean Baker, a dramédia se tornou uma sensação de 2015 após sua estreia no Festival de Sundance, conquistando aclamação crítica e inúmeras outras condecorações.

6. CIDADE DOS SONHOS (2001)

David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos’, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual pautada no desejo e no primitivismo humano entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma incrível e memorável sequência.

5. DOR E GLÓRIA (2019)

O sensível retrato semi-biográfico de Pedro Almodóvar alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens da década passada. ‘Dor e Glória’, comandado pela poderosa atuação de Antonio Banderas e de Penélope Cruz, tem um peso inegável por sua beleza cinematográfica, aliada a um roteiro perscrutado por honrarias metalinguísticas que exploram desde a infância até o auge e a consequente decadência do cineasta Salvador Mallo (Banderas), incluindo seu retorno para a infância, a descoberta de sua orientação sexual quando pré-adolescente e seu caso de amor perdido.

4. RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS (2019)

Céline Sciamma ganhou fama com ‘Un Certain Regarde’ em 2007, vindo a comandar o poderoso ‘Tomboy’ alguns anos depois; entretanto, seu grande momento viria ano passado com o lançamento do drama de época ‘Retrato de Uma Jovem em Chamas’, que gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam sob circunstâncias inesperadas. A trama acompanha pintora que tenta fazer seu nome em um mundo dominado pelos homens, sendo recrutada por uma excêntrica condessa para pintar o retrato de sua filha rebelde.

3. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

Estrelado por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger, ‘O Segredo de Brokeback Mountain’ traz uma história de descobrimento e amor dentro de uma sociedade extremamente conservadora e preconceituosa – sem precisar falar dos tabus que envolvem esse círculo incorruptível e essencialmente humano. O filme gira em torno de dois vaqueiros, Ennis e Jack, que viajam para Brokeback Mountain, no estado de Wyoming, para trabalharem como pastores. Lá, ambos passam a nutrir de sentimentos profundos um pelo outro e forçados a esquecer do que viveram para voltarem à vida que conheciam.

2. CAROL (2015)

‘Carol’ causou grande comoção ao chegar aos cinemas em 2015 e garantiu indicações ao Oscar para Cate Blanchett e Rooney Mara. A história é centrada no crescente romance às escondidas que se desenvolve entre a personagem titular, uma rica mulher que esconde quem realmente é, e Therese, uma lojista que é instantaneamente fisgada pelo magnetismo da socialite. Os temas da sexualidade e da descoberta, assim como em outros filmes do gênero, são tratados com sutileza, sensualidade e uma verdade pungente e derradeira sobre o “amor proibido”.

1. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin veem uma amizade de décadas se transformando em sentimentos confusos e inescapáveis.

‘Supernatural’: Jensen Ackles fala sobre a prisão de Jared Padalecki

Durante sua participação na DC Con, Jensen Ackles apresentou o painel de ‘Supernatural’ sozinho e debochou da prisão de Jared Padalecki após o astro ser acusado de agressão em um bar de Austin, Texas.

“Vou pedir para ele ficar em casa mais vezes, posso me acostumar a fazer isso sozinho. Podemos dedicar um painel só para mim no ano que vem?”, disse Ackles, segundo o Comic Book. “Estou brincando. Todos nós sentimos falta do nosso amigo grande e idiota. Ele teve um fim de semana ruim e está lidando com isso.”

Ackles também disse que a equipe da série criticou as atitudes de Padalecki quando ele retornou ao set, mas conseguiram deixar o ambiente descontraído.

“Quando Jared apareceu no set, eu fiz questão de trazê-lo algemado. Mas até que estamos nos divertindo com isso. A equipe queria usar macacões laranja também, mas não conseguimos arranjar a tempo. Acho que não foi uma má ideia, e ele está se recuperando.”

Através de seu Twitter, Padalecki se pronunciou pela primeira vez após sua prisão. Agradecido pelo apoio da família e os amigos, ele pediu desculpas aos fãs.

“Eu sinceramente quero agradecer a minha família e aos meus amigos por todo o amor e o apoio. Estou muito triste por não poder ir à DC Con, mas espero vê-los em breve.”

O ocorrido aconteceu no bar Stereotype, e testemunhas afirmaram que o ator estava visivelmente alcoolizado e avançou contra o bartender e contra o gerente do estabelecimento.

Mesmo assim, a produção da 15ª e última temporada de ‘Supernatural’ não será afetada pelo incidente, pelo menos por enquanto.

O calendário de filmagens segue mantido, mesmo com os problemas que o ator está enfrentando.

Enquanto ‘Supernatural‘ está acabando, Padalecki está prestes a estrelar e produzir a série ‘Walker‘, que continua em desenvolvimento na CW.

Assista:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ iria explorar a origem do Coringa

O ‘Coringa‘ do diretor Todd Phillips foi a primeira adaptação a revelar uma das origens do Palhaço do Crime, mas a ideia quase foi abordada em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (Christopher Nolan).

A informação foi revelada pelo roteirista David S. Goyer durante sua participação na Comic Con at Home.

Ao tocar no assunto, Goyer disse que a ideia de descartar a origem do vilão partiu dele mesmo, porque isso aumentaria a curiosidade e o mistério em torno do personagem.

“Eu me lembro que os produtores insistiram para que eu escrevesse detalhes sobre a origem do Coringa, mas eu não recuei e consegui convencê-los que a ausência de detalhes causaria mais impacto e mistério sobre o Coringa… Até hoje me perguntam qual é a verdade sobre aquelas cicatrizes bizarras, eu também gostaria de saber.”

Mesmo assim, o roteirista disse que o clima nos bastidores ficou pesado após o debate.

“Acho que ‘Batman Begins‘ foi um sucesso exatamente por esse mistério, e eu queria repetir isso na sequência. Mas os produtores não entendiam. Depois da nossa conversa, ficou um clima estranho e recebemos muitas críticas e cobranças desnecessárias. Todos estavam preocupados por causa disso.”

Felizmente, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas é considerado uma das melhores adaptações dos quadrinhos, acumulando 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Lançado em 2008, o longa se tornou um sucesso de crítica e poúblico, arrecadando US$ 1,005 bilhão, a partir de um orçamento de US$ 180 milhões.

 

‘Vingadores: Ultimato’: Robert Downey Jr divulga vídeo inédito dos bastidores em comemoração aos dois anos de estreia; Assista!

Já faz dois anos desde a estreia de ‘Vingadores: Ultimato‘ e alguns membros do elenco estão comemorando através das redes sociais.

Em seu perfil do Twitter, Robert Downey Jr., nosso eterno Tony Stark, aproveitou a ocasião pára compartilhar um vídeo inédito dos bastidores.

O momento em questão foi a cena em que Stark se encontra com a versão mais velha de sua filha, vivida por Katherine Langford, depois que ele usa as Joias do Infinito e é transportado para o pós-vida, assim como Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Infelizmente, a cena acabou sendo deletada da versão oficial, mas Downey Jr. agraciou os fãs revelando uma parte das gravações.

Confira:

“Nem acredito que já se passaram dois anos desde ‘Vingadores: Ultimato’. Te amo mil milhões.”

Mark Ruffalo também comemorou o marco e fez uma breve homenagem ao seus colegas de elenco da produção.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele compartilhou um registro do tapete vermelho da premiere mundial do filme, expressando o seu amor pelo time original dos Vingadores, bem como pelos demais membros que em breve serão vistos em suas séries do Disney+.

Confira:

“Não acredito que já fazem dois anos desde a estreia de Vingadores: Ultimato. Amo todos vocês mil milhões. Parabéns à Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Anthony Mackie, Sebastian Stan e todos os demais membros recém introduzidos à família MCU em suas novas séries até o momento. Estou empolgado para ver o que vem por aí para Tom Hiddleston e Jeremy Renner”.

Os diretores Anthony e Joe Russo também comemoraram os dois anos do lançamento, compartilhando fotos inéditas dos bastidores.

Confira:

‘X-Men’: Shawn Ashmore fala sobre possível retorno como Homem de Gelo no MCU

Depois que Tobey Maguire e Andrew Garfield reprisaram seus papéis como versões alternativas de Peter Parker em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, tudo pode acontecer…

Por conta disso, os fãs da Marvel estão se perguntando quais outros astros que já deram vida a super-heróis podem dar as caras no MCU.

E, como os ‘X-Men‘ serão introduzidos mais cedo ou mais tarde, será que alguns membros do elenco podem reprisar seus papéis?

Durante uma entrevista para o Screen Rant, Shawn Ashmore, intérprete de Bobby Drake, o Homem de Gelo, foi questionado se toparia retornar ao papel.

Em reposta, ele disse:

“Olhe, depois de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ eu tinha aceitado que este seria meu último filme com esse grupo de atores, de qualquer forma. A Disney estava assumindo os direitos dos ‘X-Men‘, então estou meio desatualizado. Parecia o fim para os personagens, digo o elenco da trilogia original. E eu meio que aceitei isso.”

Ele continuou, falando sobre um possível retorno:

“Mas, obviamente, tudo é possível, e eu não tenho ideia do que eles vão fazer. Não sei se vão escalar atores completamente novos e começar do zero ou chamar atores dos originais, não sei, realmente não sei. Mas, se me chamassem eu toparia 100%. Sem dúvida. Cresci interpretando esse personagem. Sou fã de quadrinhos. São coisas que eu estou interessado. Então, eu faria de novo em um piscar de olhos. Mas eu meio que aceitei o fato de que tenho quatro filmes como um X-Men e estou muito feliz com isso.”

Lembrando que o trabalho mais recente de Ashmore no universo dos quadrinhos foi na 2ª temporada de ‘The Boys‘, na qual ele interpreta o Facho de Luz, um Super que controla o fogo e ajuda a Vought a domesticar terroristas criados em um hospital clandestino.

Durante uma entrevista para o The Wrap, Ashmore brincou com a coincidência entre os personagens e foi questionado sobre quem venceria uma luta entre o Homem de Gelo e o Facho de Luz.

Em reposta, ele disse que:

“Honestamente, acho que O Homem de Gelo venceria. É, acho que sim. Mas vou dizer uma coisa, o Facho e Luz poderia ter algumas vantagens porque ele não lutaria limpo, não tenho certeza. Mas se a luta fosse baseada somente em poderes, o Homem de Gelo venceria facilmente.”

E aí, você concorda com ele?

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada.

O novo ciclo irá introduzir Jensen Ackles (Soldier Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Pantera Negra 2’: Shuri, Namor e Ramonda estampam belíssima capa da revista Empire; Confira!

A revista Empire divulgou a capa de sua próxima edição, que será dedicada a ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

A imagem traz novos vislumbres de Shuri (Letitia Wright), Namor (Tenoch Huerta) e Ramonda (Angela Bassett).

Já a capa variante para assinantes destaca o cocar do Príncipe Submarino.

Confira:

Recentemente, Wright afirmou que o filme é dedicado à memória e ao legado de Chadwick Boseman, que morreu em agosto de 2020.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, ela garantiu que cada cena foi feita a fim de deixar Boseman orgulhoso, caso estivesse vivo.

“Sinto que, para mim, é uma bela contribuição para o legado de Chadwick. Sinto que é uma carta de amor para ele. Eu sei que todos os dias que fui ao set, concentrei minha energia em cada cena para dedicar a ele. Eu queria dedicar excelência a este filme para que ele possa se orgulhar”, ela disse.

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘The Flash’: Diretor confirma que [SPOILER!] gravou participação mas foi substituído por CGI

O texto abaixo contém SPOILERS!

Durante o ato final de ‘The Flash‘, Barry Allen (Ezra Miller) viaja pela Força de Aceleração e vê algumas das muitas outras linhas do tempo e realidades paralelas que existem no Multiverso da DC.

Uma delas mostra Nicolas Cage como o Superman… Uma homenagem ao filme ‘Superman Lives’, que traria o astro como o Homem de Aço, mas acabou sendo cancelado.

O problema é que muitos fãs reclamaram do visual de Cage, que foi feito através de CGI (imagens geradas por computador).

No entanto, o astro chegou a vestir um traje real e até gravou suas cenas para o filme, como revelou o diretor Andy Muschietti.

Em entrevista para o The Playlist, o cineasta disse o seguinte:

“Conversamos com Nicolas e decidimos filmá-lo com o traje. Até fizemos o traje com o mesmo figurinista que o construiu para ‘Superman Lives‘, que é um filme que teria sido ótimo, mas ninguém vai ver porque não foi finalizado.”

Ele continuou:

“A emoção foi compartilhada com Nicolas, e ele é um cara tão gentil. Acho que ele compartilhou o entusiasmo por trazer de volta aquele filme que nunca foi feito – mesmo por alguns minutos em nosso filme. E sim, a magia do Multiverso está expressando que este universo existe, mesmo que seja um filme que ninguém viu. Então, estamos meio que dizendo que existe um ‘Superman Lives’ em algum lugar.”

Infelizmente, Muschietti não explicou porque substitui o Cage de carne e osso por um modelo digital.

Mas, como as outras versões do Superman não estão mais vivas, como Christoper Reeve e George Reeves, mostrar o Cage real poderia destoá-lo dos outros personagens digitais.

Agora só nos resta aguardar para saber se imagens o vídeos dos bastidores vão mostra Cage gravando suas cenas.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash‘ teve uma estreia decepcionante nas bilheterias, arrecadando menos do que o esperado.

No Brasil, o filme atraiu 770 mil espectadores e arrecadou R$ 16 milhões em seu primeiro final de semana, enquanto ‘Adão Negro‘ teve um desempenho superior, com mais de 1 milhão de espectadores e uma arrecadação de mais de R$ 23 milhões.

Nos Estados Unidos, ‘The Flash‘ arrecadou apenas US$ 55 milhões e espera-se que alcance cerca de US$ 64 milhões no final de semana prolongado, abaixo das expectativas do estúdio, que esperava uma arrecadação de US$ 70-75 milhões.

Internacionalmente, o filme obteve US$ 75 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 139 milhões. Esses números ficam abaixo de ‘Adão Negro‘ (US$ 142 milhões) e ‘Eternos‘ (US$ 162 milhões).

Além dos resultados financeiros, ‘The Flash‘ também recebeu uma avaliação baixa dos espectadores, com uma nota B no CinemaScore. O filme, que teve um custo de produção de mais de US$ 200 milhões, precisa arrecadar US$ 600 milhões para se pagar.

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Após anúncio de novo ‘Todo Mundo em Pânico’, declaração POLÊMICA de Marlon Wayans ressurge na internet

Durante o painel no CinemaCon 2024, a Paramount Pictures confirmou que está desenvolvendo um novo filme da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘.

Após o anúncio, uma declaração de Marlon Wayans em 2020 voltou a circular na internet.

Na ocasião, o intérprete de Shorty Meeks disse à Variety (via Critical Overlord) que “seria difícil um novo filme da franquia ser aprovado nos dia de hoje devido ao humor politicamente correto”.

Na época, a declaração de Wayans causou polêmica, já que os filmes originais abusavam de piadas preconceituosas e capacitistas em relação a gays, negros, asiáticos e deficientes físicos e intelectuais.

No entanto, o astro completou a fala dizendo que um filme de comédia tem todo o direito de fazer o público rir zombando de qualquer situação, desde que não esteja humilhando ninguém.

Relembre a declaração completa:

“Acho que seria difícil um novo filme ganhar sinal verde hoje. Mas acho que a reação ainda seria a mesma. O que aprendi fazendo comédia stand-up são as opiniões das pessoas, e o gosto das pessoas não é ditado pela natureza politicamente correta do clima político social.”

Ele continua:

“Vivemos na América e a liberdade de expressão é a Primeira Emenda. Com a liberdade de expressão vem a liberdade de criatividade. E acho que qualquer um pode fazer uma piada sobre qualquer coisa. Acho que tudo se trata da intenção de quem está contando a piada. A sua intenção é humilhar ou é fazer as pessoas rirem? Nossa intenção é sempre fazer as pessoas rirem.”

Vale lembrar que não foi anunciado se as co-protagonistas Anna FarisRegina King irão retornar como as icônicas Cindy e Brenda, respectivamente.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor.

As filmagens devem acontecer ainda este ano, com previsão de lançamento para 2025.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.

‘Lodi’: Ewan McGregor vai estrelar nova série de DRAMA para o Prime Video

O ator Ewan McGregor já tem um novo papel na televisão: ele será o protagonista da série dramática de máfia ‘Lodi’, inspirada em uma história real e produzida pelo Prime Video, segundo informações da revista Variety.

McGregor interpretará Lou, um vendedor de carros usados que vira informante do FBI após receber uma oferta de compra da sua concessionária de um chefão do crime. Durante três anos, o personagem se envolve em lavagem de dinheiro e se torna uma espécie de filho adotivo de um dos maiores mafiosos da cidade, enquanto trabalha com o governo para derrubá-lo.

A série será comandada por Timothy Greenberg, conhecido por seu trabalho em ‘Living With Yourself‘, e também contará com a produção de McGregor.

Ainda não há previsão de estreia para Lodi.

A produção marca o retorno de McGregor nas séries de dramas, cujo último trabalho foi na minissérie ‘Halston’, para a Netflix, que lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator em Minissérie.

Relembre o trailer:

Seu nome construiu um império. Seu estilo definiu uma era. A carreira do estilista de moda Halston decola, mas sua vida logo foge do controle.

Cofundador da Dreamworks acha que 90% do trabalho de animação será substituído por I.A.

De acordo com a Collider, O co-fundador da Dreamworks, Jeffrey Katzenberg, manifestou-se recentemente sobre sua perspectiva para o futuro no mercado de animações. O empresário declarou em um vídeo de 3 minutos seu apoio ao uso de inteligência artificial para criar longas-metragens animados no futuro, reduzindo 90% da mão de obra.

Nos bons e velhos tempos, quando eu fazia um filme animado, eram necessários 500 artistas cinco anos para fazer um filme animado de classe mundial. Acho que não levará 10% disso. Literalmente, não acredito que levará 10% disso daqui a três anos.” Declarou.

Eu não conheço uma indústria que será mais impactada do que qualquer aspecto da criação de entretenimento midiático“, afirmou Katzenberg.

Se você olhar do ponto de vista histórico, seja passando de uma caneta, um pincel, uma prensa de impressão, uma câmera fotográfica, uma câmera de cinema, são coisas que simplesmente expandiram a criatividade e a contação de histórias de maneiras extraordinárias.”  Finalizou Katzenberg sua polemica declaração.

A IA é um ponto significativo de controvérsia na atualidade, pois essa ideia de facilitar a criação das animações, em troca de acabar com o emprego de muitos animadores é um medo significativo para os criativos na indústria.