A CW divulgou um novo clipe do episódio final da última temporada ‘Supernatural‘.
Confira, com o trailer:
Intitulado Carry On, o capítulo final vai ao ar hoje (19).
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
Hamiltonconquistou 11 Tonys, um Grammy e um prêmio Pulitzer. Desde sua estreia off-Broadway, em janeiro de 2015, faturou quase US$ 700 milhões em bilheteria, contando apenas a montagem nova-iorquina da peça. Ganhou versões fixas em Londres, Chicago e Los Angeles, além de uma companhia que passa o ano (isso antes da pandemia, é claro) fazendo tour por cidades dos Estados Unidos. Em 2021, há previsão de montagens oficiais em Hamburgo, na Alemanha, e Sydney, na Austrália. Hamiltoné, sem dúvida, um dos maiores sucessos da história dos musicais da Broadway. Mas é bem mais que isso. A obra criada porLin-Manuel Miranda é também um dos maiores fenômenos da cultura pop do século XXI.
Aproveitando o lançamento da versão filmada da peça da Broadway, que chega junto com o serviço da Disney Plus no Brasil, o CinePOP decidiu apresentar um pouco da trajetória deste novo clássico e tentar entender um pouco como chegou até aqui.
Antes de tudo, é importante destacar que Hamiltonnão é o primeiro sucesso de Lin-Manuel Miranda. O ator, cantor, compositor, produtor, escritor e tudo mais já havia criado uma peça vencedora do Tony de Melhor Musical antes: In the Heights. Após um período de testes em Waterford, em 2005, o musical chegou aos palcos da Broadway em 2007, e transformou Miranda em um nome em que as pessoas começavam a prestar atenção. Ainda durante o auge de In the Heights – cuja versão cinematográfica estreia em 2021, sob o nome de Em um Bairro de Nova York -, Miranda começou aler a biografia de Alexander Hamilton escrita por Ron Chernow e publicada em 2004. Envolvido pela história do pai-fundador que foi braço-direito de George Washington e responsável por desenvolver um sistema financeiro que transformou os Estados Unidos, Lin começou a pensar em projetos envolvendo a história de Hamilton antes mesmo de acabar o livro.
Inicialmente, Miranda pensou em produzir um álbum conceitual de hip hop sobre o primeiro Secretário de Tesouro norte-americano. E ele teve a oportunidade perfeita para testar o alcance de seu projeto. No dia 12 de maio de 2009, o compositor foi convidado pela administração de Barack Obamapara se apresentar no White House Poetry Jam, que basicamente era um sarau de poesia que acontecia na Casa Branca, com a presença do presidente, sua família e convidados ilustres. Ao invés de apresentar uma música de In the Heights – cujo sucesso tinha gerado o convite -, Lin, acompanhado do diretor musical Alex Lacamoire, preferiu mostrar um conteúdo inédito, no caso uma versão prévia da música que serviria de abertura para a peça, “Alexander Hamilton”. À época, a letra da melodia era toda centrada na figura de Aaron Burr, o que mudou um pouco na versão derradeira.
Além de cativar todos os presentes no salão da Casa Branca, Miranda viu sua canção ganhar o mundo através das redes sociais. Publicado no canal oficial do governo americano, no YouTube, o vídeo com a apresentação viralizou e mostrou ao compositor um pouco do potencial para o projeto, que tinha o nome de The Hamilton Mixtape.
Ainda no início de 2009, Miranda deixou o elenco de In the Heights na Broadway e passou a se dedicar completamente a embarcar na história de vida de Alexander Hamilton. Com o tempo, o compositor foi percebendo que tinha em mãos mais do que um álbum de hip hop, mas uma nova peça. Entre 2009 e 2012, fez apresentações esporádicas em Nova York, em que apresentava canções da peça, sempre despertando muita curiosidade por parte da cena teatral. No dia 27 de julho de 2013, Lin juntou alguns amigos para realizar uma leitural provisória do que tinha em um workshop no Powerhouse Theater Reading Festival, evento organizado pela conceituada universidade Vassar. Na ocasião, Lin, já acompanhado de nomes como Daveed Diggs e Christopher Jackson, leu boa parte do primeiro ato da peça e algumas canções do segundo, em apresentações completamente lotadas.
Todo burburinho fez criar uma aura de curiosidade e sucesso sobre Hamilton, que foi só aumentando com o passar do tempo. Em janeiro de 2015, a peça estreia Off-Broadway no tradicional The Public Theater em Nova York. Após seis meses de apresentações esgotadas, o musical se muda para o Richard Rodgers Theatre e finalmente estreia na Broadway.
Uma carreira de sucesso
Da estreia no Teatro Público até o último dia de apresentação com o elenco original, a peça não deixou de vender um único ingresso. E uma longa fila sempre ficava do lado de fora do teatro torcendo por raríssimos ingressos de desistentes. Mesmo após Lin-Manuel Miranda deixar a produção, e vários outros atores fazendo o mesmo na sequência, a casa de Hamiltonsempre esteve cheia, e sempre praticando o valor de ingresso mais caro da cidade.
Nas bilheterias, o musical bateu recorde atrás de recorde, tendo sido a primeira produção da história a superar a marca de US$ 3 milhões em uma única semana (ou oito exibições). Antes mesmo do lançamento, acumulou uma pré-venda de cerca de US$ 30 milhões, algo nunca visto antes na Broadway. A procura era tão insana, e os valores tão altos, que a loteria de Hamiltonacabou se transformando em um evento, o Ham4Ham. A loteria consistia em valores promocionais de US$ 10 para assistir ao musical. As pessoas iam para a frente do teatro para participar do sorteio. Com o Ham4Ham, Lin passou a fazer pequenas performances do lado de fora da bilheteria, premiando as pessoas que estavam ali lutando por um ingresso. As apresentações se tornaram tão populares que passaram a lotar a rua, o que começou a implicar em problemas no trânsito local e na circulação da cidade de NY. Após isso, a loteria passou a ser online. Logo no primeiro dia de sorteios online, o site da produção foi derrubado por causa de muita procura.
Mas o que explica o sucesso magistral da produção? O texto de Lin? Sem dúvida, mas não só isso. Um elemento foi muito importante para transformar Hamilton em algo maior, em algo que as pessoas queriam assistir, em algo que ultrapassava todas as barreiras da bolha da Broadway. E este elemento foi justamente o elenco formado praticamente apenas por minorias. Outras peças clássicas já haviam adotado o estilo de seleção “color-blind”, em que o responsável pelo casting não se importa com a raça do ator na hora de escolher o personagem. Mas este não é o caso de Hamilton. Aqui, há a opção deliberada por escolher homens e mulheres não-caucasianos para interpretar os pais-fundadores dos Estados Unidos e suas famílias. Quase 100% da peça é formada por atores negros, de origem latina ou asiática. E isso em todas as versões do elenco. Em todas as montagens. Em um momento cultural de engloba do Oscar So White ao Black Lives Matter, a opção por atores negros interpretando ícones históricos dos Estados Unidos, todos conhecidos através de pinturas clássicas, marca um rompimento com o real sem precedentes no teatro. E com muitas camadas. De certa medida, valoriza o trabalho do ator e as possibilidades de atuar além do seu tipo físico, raça ou ancestralidade. Num grau mais complexo, tenta olhar de forma crítica para a história. Lin descreve a peça como “”um olhar dos Estados Unidos da época através dos Estados Unidos atuais.”
Em um cenário político em que velhos indícios de intolerância começaram a sair do armário, Hamiltonexpunha de forma quase afrontosa seu elenco. E a própria narrativa da peça acabava ressoando em movimentos como o Brexit ou a eleição de Donald Trump. A decisão dos realizadores chegou a receber críticas de atores brancos da Broadway que viam quase como um “racismo reverso” (deixando claro que isso não existe!) no processo de seleção, mas com o passar do tempo tais vozes foram se apagando diante de uma verdadeira louvação. Mesmo organizações sociais e historiadores chegaram a questionar o fato de atores negros interpretarem homens brancos que exploravam pessoas como eles, mas Lin sempre defendeu a peça como uma plataforma para: 1) lançar as carreiras de atores negros (e latinos, e asiáticos); e 2) reforçar o absurdo que é a ausência histórica de tais minorias no centro do poder.
Além dos palcos
Que Hamilton era um mega-sucesso da Broadway já ficou claro, mas como o musical se tornou um fenômeno da cultura pop a ponto de virar um dos principais carros-chefe da Disney+?
A apresentação de Lin-Manuel Miranda na Casa Branca já havia demonstrado todo o potencial viralizante da obra. E isso ficou ainda mais evidente durante a trajetória da peça na Broadway. Quase todos os dias, inúmeras celebridades tentavam conseguir ingressos para o musical ou uma fotinho nos camarins após a apresentação. DeBarack Obama a Beyoncé, passando por Madonna, Julie Andrews, príncipe Harry eMeghan Markle, a lista de celebridades era tão significativa que funcionou quase como uma ação promocional da peça. Todo dia, alguns dos artistas ou influenciadores mais famosos do mundo estavam ali divulgando a produção. Isso acabou despertando a atenção de pessoas que não necessariamente são apaixonadas por Broadway.
Aqui, cabe até uma curiosidade… Lin-Manuel Miranda estava internado num hospital, com uma febre de 40º, quando ficou sabendo que Beyoncé e Jay-Z iriam assistir a peça no dia. Ele quis fazer a apresentação mesmo assim, mas acabou aceitando a recomendação dos médicos e da esposa. Como podem ver, ele ficou de fora da foto acima, sendo substituído por Javier Muñoz, que viria a assumir o papel do protagonista após a saída de Lin.
E quem não tinha acesso aos palcos da Broadway e queria saber mais sobre Hamilton também teve uma oportunidade: a trilha sonora da peça, lançada em setembro de 2015, poucos meses após a estreia no teatro. Trata-se de uma das trilhas de maior sucesso comercial da história. O álbum entrou pro top 10 de 2015 da Rolling Stone e ficou mais de 250 semanas no top 200 da Billboard (e contando). Foram aproximadamente duas milhões de cópias vendidas, além de 7 álbuns de platina.
A trilha original fez tanto sucesso que desencadeou outros projetos. No final de 2016, Lin reuniu atores e cantores famosos para gravar algumas das músicas da peça em The Hamilton Mixtape. Além disso, para o deleite dos fãs, inseriu canções que acabaram não entrando na versão final.
Multimídia
Hamiltonfoi um sucesso teatral, um sucesso musical e, agora, um sucesso cinematográfico. Por mais que a estreia nos cinemas tenha sido cancelada por causa da pandemia, o lançamento antecipado no Disney+ mostrou todo o potencial cênico da produção. Mas, além de tudo, Hamiltonfoi um sucesso viral. Se você é fã da peça, provavelmente já passou horas no YouTube consumindo todo tipo de conteúdo. O Ham4Ham não ficava apenas na porta do teatro, mas também nas redes sociais do musical. São inúmeros vídeos de Lin e do elenco interagindo com fãs ou entre eles. O YouTube também foi usado para apresentar conteúdos inéditos, como a versão original de “Burn”. E o magnetismo da peça também acabava alcançando ressonância em outros conteúdos virais. Dessa forma, Lin foi convidado para o Carpool Karaoke de James Corden e ainda viu suas músicas ganharem uma extraordinária versão polka por Weird Al Yankovic.
Objeto de estudo e discussão
O potencial educativo de Hamilton sempre esteve presente no debate, até pela capacidade de fazer jovens se interessarem por figuras como velhos presidentes e um secretário de tesouro dos Estados Unidos. Durante toda carreira da peça nos teatros, a produção fez parcerias com escolas locais, especialmente públicas, para facilitar o acesso de alunos. Mesmo no período de pandemia, Lin Manuel-Miranda tratou de criar o programa #EduHam at Home, um curso gratuito para estudantes e suas famílias em que explora o mundo de Hamiltone o processo de criação da peça.
Apesar do valor educativo, é importante ressaltar que o musical não é um retrato super preciso da vida de Alexander Hamilton e àqueles que o cercavam. Lin tomou certas liberdades narrativas, o que gerou muito debate por parte de historiadores e professores nos EUA. Há uma certa romantização dos personagens. É algo até natural numa obra de ficção, mas cuja a observação deve ser sempre feita para evitar conclusões equivocadas. Hamilton é retratado como um convicto abolicionista, mas historiadores reforçam que ele, por mais que tenha escrito sobre isso, não chegou a tomar tantas atitudes concretas neste sentido, principalmente diante do fato de seu sogro, o general e senador Philip Schuyler, ser dono de escravos. E o mesmo acontece com George Washington, outro dono de escravos que tem essa informação omitida na peça.
Sem dúvida, Hamiltonrealiza uma idealização do passado. Mas isso é algo que os Estados Unidos sempre fez. A diferença é que Hamiltonidealiza um passado mais diverso, representativo, feminino e empoderador, sempre olhando para o futuro. E isso, é fabuloso!
Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance The Knife of Never Letting Go, escrito por Patrick Ness.
Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).
A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.
Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, seus filhos são levados para uma área de segurança máxima do governo. Mas a esperta Missy Moreno (Gosselin) não desiste de resgatar o seu pai super-herói, Marcus Moreno (Pascal). Missy se une às super-crianças, também filhas dos heróis em apuros, para escapar da supervisão da misteriosa agente do governo, Sra. Granada (Chopra-Jones). Para salvar seus pais eles terão de juntar esforços e trabalhar em equipe utilizando cada um seu super poder — desde a elasticidade, ao controle do tempo e até prever o futuro — formando uma equipe de outro mundo.
A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?
Os últimos anos tem sido de grande oferta de produtos relacionados à cultura nórdica
No dia 10 de novembro foi lançado o mais novo capítulo da famosa franquia de games Assassin’s Creed; com o subtítulo de Valhallao novo jogo promete intensificar a mecânica de RPG que a série vem trabalhando desde Origins além de, como já é padrão em jogos de mundo aberto da Ubisoft, trazer um mapa visualmente imersivo e bastante fiel ao que de fato foi o estilo de vida viking.
Porém essa não foi, em absoluto, a primeira incursão da cultura dos vikings no terreno da cultura pop moderna. Tem-se ainda muito fresco no imaginário coletivo a série Vikings(2013- ), que foi não só um sucesso de público e crítica por si mesma mas também um produto que competiu, em termos de engajamento do público, com o imbatível Game of Thrones(2011-2019). Muito do que é creditado para o sucesso da série é a fidelidade histórica para com o estilo de vida difícil dos nórdicos, geralmente retratados apenas como guerreiros, e tendo esquecido o seu modo de sobrevivência agrário.
Essa pegada mais histórica com o que foram de fato os vikings também foi bem sucedida em afastar um pouco a obrigatoriedade de vincular esse tipo de narrativa ao misticismo de seu panteão de Deuses (Odin, Thor, Loki etc); Uma característica que também é muito recorrente em adaptações da Grécia antiga.
Filmes como Thor eBeowulf ou jogos como God of War e Skyrim (que mesmo não tendo copiado 100% da cultura viking, pegou muitos elementos visuais dessa sociedade como arquitetura e estética) sempre penderam aos aspectos mais fantásticos deles para potencializar suas próprias narrativas.
Mais um exemplo é que recentemente no meio televisivo houve o lançamento de Ragnarok, uma série adolescente produzida pela Netflix que mescla uma ambientação na Noruega atual (com problemas atuais como aquecimento global e poluição) com elementos fantásticos, como as já mencionadas divindades e monstros da mitologia nórdica.
No artigo The Viking Revival o professor Andrew Wawn aponta quando a atual imagem dos vikings se estabeleceu no imaginário popular: “Até o reinado de Vitória, os vikings eram retratados como sanguinários e violentos. Porém, durante o século XIX a percepção do público mudou, com eles passando a serem vistos como mais civilizados e ainda até como exemplos dos valores vitorianos”.
A releitura da imagem dos povos escandinavos não se limitou apenas aos meios audiovisuais. Livros, músicas e até tiras de jornais tiveram um papel a desempenhar neste trabalho. O mais antigo deles talvez seja as óperas escritas pelo compositor alemão Richard Wagner sobre alguns elementos dos mais fantásticos da mitologia nórdica.
Ainda durante o século XIX, Wagner utilizou dessas histórias para construir narrativas nacionalistas e que de certa forma recuperassem um passado mítico do povo germânico (cujas provas de sua existência, de fato, não podem ser achadas). Seu trabalho como um todo influenciou em muito o pensamento de “raça superior” imaginada por Adolf Hitler.
Personagens Vikings também fizeram parte da infância de muitas crianças através de publicações em tirinhas de jornais, não podendo falar de outro senão Hagar, o Horrível. O rechonchudo viking fez sua estreia em 1973 e se mantém presente até hoje por protagonizar histórias curtinhas, mas com tramas afiadas e um senso de ironia bastante sutil para um material majoritariamente infantil. No Brasil suas histórias em algum momento entraram na vida de muitas pessoas por serem material recorrente em avaliações de língua portuguesa e por serem o pesadelo de muitos.
O tema possui materiais até mesmo no oriente, mais especificamente no Japão. A série de mangás escritos por Makoto Yukimura intitulada VinlandSaga integra o gênero seinen (histórias com temas mais adultos e violentas) além de ser um dos representantes do mesmo, ao lado de Berserk.
Por fim, os Vikings são um tema que veio para ficar e já estão com tudo há certo tempo. Sua construção ao longo dos séculos passou de alusões aos pontos mais fantásticos de suas histórias até chegar na maturidade atual de tratá-los como uma sociedade que, apesar de fortemente marcada pelo pensamento religioso, não foi mais mística do que os povos nativos das Américas. Ter produções que não se deslumbram com figuras como Odin e Thor é importante para mostrar a vida difícil que eles levavam e que em muito motivava suas expedições, e consequentes embates, além mar.
À convite da Paramount Pictures, o CinePOP foi o ÚNICO SITE DO BRASIL a entrevistar o elenco do novo ‘Pânico‘, que estreia dia 13 de Janeiro de 2022.
No vídeo abaixo, o editor Renato Marafon conta com quais astros ele teve a oportunidade de conversar, além de divulgar as primeiras fotos e o logotipo nacional.
Assista:
A saga se tornou conhecida por sua metalinguagem e por desconstruir os filmes de terror de uma maneira sagaz e inteligente, se tornando uma autoparódia dos slasher movies. Porém, a fórmula se desgastou nos últimos anos e o novo filme da saga terá um ar mais sério e realista, deixando de lado a paródia para apostar no terror.
“O novo filme não terá desconstrução. Não terá tanta metalinguagem. Apenas faremos o oposto do que fizemos nos primeiros quatro filmes. Eu fiquei preocupado que a franquia tenha se desgastando com toda a metalinguagem e desconstrução que fizemos do gênero. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror nesse mesmo estilo.”
Segundo ele, o novo filme será “inovador e nostálgico”.
“O que eu mais amei no roteiro do novo ‘Pânico’ é que traz uma abordagem inovadora. É um filme novo, mas também há elementos nostálgicos. Para mim, é o equilíbrio perfeito de como deveria ser um próximo filme da franquia. É por isso que estou muito animado com o novo filme. Eu fiquei impressionado pelos diretores, e eu estava muito nervoso, porque ninguém é igual ao Wes Craven. Eu estava hesitante em participar do projeto, mas estou feliz por ter aceitado. Acredito que eles deixarão o Wes orgulhoso.”
O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys),Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.
O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking), sci-fi distópico dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), que estreia em janeiro de 2021 nos cinemas norte-americanos.
Estrelado por Tom Hollande Daisy Ridley, o longa é inspirado no romance The Knife of Never Letting Go, escrito por Patrick Ness.
No vídeo, os astros enfrentam todo tipo de perigo, desde monstros alienígenas e armadilhas na natureza enquanto tenatm sobreviver em meio a florestas inóspitas
Segundo rumores, a produção tem sido “um grande desafio” para a Lionsgate, e que seu orçamento já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões.
“O resultado final foi considerado uma bomba pelos executivos que assistiram o primeiro corte do filme, de acordo com antigos funcionários. A Lionsgate atrasou os planos de um lançamento em março e começou três semanas de filmagens adicionais, o que custará mais milhões de dólares, na esperança de melhorar a qualidade do longa.”
Confira:
Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).
‘One Night in Miami’, estreia diretorial da icônica vencedora do Oscar Regina King, ganhou seu primeiro trailer oficial.
Confira:
O filme será lançado em cinemas selecionados no dia 25 de dezembro, chegando à plataforma de streaming da Amazon Prime no dia 15 de janeiro de 2021.
O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.
Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator para Eli Goree e Melhor Ator Coadjuvante para Aldis Hodge, Leslie Odom Jr. e Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.
Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.
O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.
Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.
A Disney/Pixar divulgou mais um teaser oficial da vindoura animação musical ‘Soul’.
O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.
Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
Jamie Foxx e Tina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. Questlove, Daveed Diggs e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.
Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.
A Amazon Prime Video divulgou um novo teaser oficail de ‘No Gogó do Paulinho’, comédia baseada no icônico Paulinho Gogó, personagem do programa ‘A Praça É Nossa’.
O filme já está disponível na plataforma.
Confira:
No filme, Paulinho Gogó (Maurício Manfrini) narra suas histórias em um banco de praça enquanto aguarda a chegada da sua amada Nega Juju (Cacau Protásio). Ele relembra a infância pobre; os bicos que fez na vida, inclusive no jogo do bicho; o tempo no Exército; as confusões em que conheceu seus amigos Chico Virilha, Biricotico, Helinho Gastrite e Celso Bigorna; e, claro, as idas e vindas no relacionamento com Juju.
O personagem Paulinho Gogó foi criado em 1995 por Maurício Manfrini, no programa Patrulha da Cidade, na Rádio Tupi. Depois, disso, passou pela Rede CNT, no programa Na Boca do Povo. O sucesso o levou pra TV Globo, para Escolinha do Professor Raimundo. Em 2004, foi para o banco da A Praça É Nossa, no SBT, onde está até hoje.
A Netflix divulgou o trailer oficial da série documental ‘Anitta: Made In Honório‘, sequência da produção ‘Vai Anitta‘ que focará na carreira internacional da cantora.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 16 de dezembro.
Anitta é um fenômeno na música pop e no funk. Mas por trás de cada hit está a Larissa, nascida e criada em Honório Gurgel (RJ), e pronta pra conquistar o mundo. Ela não é perfeita e sabe disso, por isso faz questão de mostrar quem é a Anitta sem filtros na série documental.
Em seu perfil do Instagram o diretor de fotografia de ‘Liga da Justiça’, Fabian Wagner, compartilhou uma bela imagem dos bastidores da adaptação.
Na foto, o diretor Zack Snyder se reúne com os membros da equipe, enquanto todos estampam sorriso em um clima descontraído.
Da esquerda para a direita, vemos Ciborgue (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller), Batman (Ben Affleck), Superman (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gal Gadot), e Aquaman (Jason Momoa).
Considerando a presença de todos os astros, tudo indica que o momento foi fotografado antes de Joss Whedon assumir o controle da adaptação.
Depois de publicar diversas imagens da produção, Wagner escreveu:
“Bem, isso é tudo que posso dar agora. Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu. Obrigado a todos por fazerem isso acontecer. Vocês são demais.”
Por conta do vindouro lançamento do corte de Snyder, muitos fãs começaram a questionar se a Warner Bros estaria disposta a investir em futuros projetos da ‘Liga da Justiça‘, como uma possível nova sequência sob o comando do diretor.
Mas, em uma entrevista ao Ping Pong Flix, o cineasta desmentiu os rumores de que ‘Liga da Justiça 2‘ e 3 possam acontecer, se dizendo estar tranquilo com a oportunidade que já teve:
“Eu não tenho nenhuma expectativa de que hajam mais filmes como esse. Se acontecer, isso seria incrível. Mas essa ponte está longe demais. Francamente, eu estou de boa”.
‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).
Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.
Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.
Segundo o Deadline, o premiado Billy Porter fará sua estreia diretorial com o romance coming-of-age adolescente ‘What If?’.
Assinado por Alvaro García Lecuona, roteirista bissexual e bigênero que entrou para a lista do GLAAD neste ano com o trabalho em questão, a narrativa é centrada em um jovem que se apaixona por uma garota transexual em sua escola. Quando ele recorrer ao Reddit para perguntar o que deve fazer, os membros do fórum o encorajam a seguir seus sonhos, resultando em um relacionamento que irá moldar e mudar suas vidas para sempre.
O filme é a reestreia da Orion Pictures, que recentemente foi relançada, e de sua presidente Alana Mayo.
Porter também entra como produtor ao lado de Christine Vachon, David Hinojosa, Andrew Lauren e D.J. Guggenheim.
Em uma declaração oficial, o ator disse que está “emocionado em fazer parte desse novo espaço de Hollywood e em contar todos os tipos de história de todos os tipos de pessoas”.
Porter ganhou aclame mundial ao interpretar Pray Tell no drama ‘Pose’, cujo papel lhe rendeu uma indicação e uma estatueta do Emmy Awards de Melhor Ator em Drama. Ele também participou da 8ª temporada de ‘American Horror Story’. Seus próximos projetos incluem o remake musical de ‘Cinderela’ e a nova versão de ‘A Pequena Loja dos Horrores’.
Logo no episódio de estreia da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, há uma pequena referência ao C-3PO, algo que a maioria dos espectadores provavelmente não percebeu.
Quando Din Djarin (Pedro Pascal) e o Baby Yoda passam por um corredor, há uma parede coberta com pichações. Nessa parede, há uma caricatura do amado droide de protocolo vivido por Anthony Daniels em todos os filmes da saga.
E durante uma entrevista para o Cinema Blend, Daniels revelou que está interessado em expandir sua presença na franquia atuando nas séries da Disney+, incluindo ‘O Mandaloriano’.
“Eu gostaria muito de atuar em ‘O Mandaloriano’ e nas séries [de ‘Star Wars’] que estão por vir. Dave Filoni deve estar nos ouvindo agora… Então faça acontecer.”
Além disso, o astro fez mistério ao prometer uma surpresa para o público.
“Vai acontecer algo bem legal antes do Natal, mas eu não tenho permissão para falar sobre assunto até que aconteça. Eu estive num estúdio há alguns meses e… Bom, só de mencionar a palavra estúdio, a Disney pode cortar meu salário, mas eu não revelei nada , não é? Mas vai acontecer este ano, e pode se estender para o ano que vem. Fiquem ligados”
E aí, será que ele está indicando que vai aparecer em ‘O Mandaloriano‘? Será que ele vai participar das gravações de ‘Kenobi‘?
O que você acha?
Por falar nisso, o veterano de 74 anos também disse ao portal que nunca irá se aposentar do papel.
“Enquanto a Lucasfilm e a Disney estiverem interessadas [em mostrar o C-3PO], eu nunca vou me aposentar. Eles vão ter que me chutar para fora, porque eu não vou abandonar o papel… A vida não acabou, os filmes podem ficar em segundo plano por muito, muito tempo, eu acho. Mas há muitas outras mídia, especialmente agora com formatos digitais, das quais estou muito feliz, grato e orgulhoso por fazer parte.”
Lembrando que Daniels fez a dublagem do C-3PO personagem em ‘Star Wars: Especial de Festas’, um curta animado feito em LEGO.
Com estreia marcada para 04 de dezembro, a produção terá apenas 45 minutos de duração e trará os principais personagens da franquia em uma nova aventura para todas as idades.
Na trama, Rey embarca em uma nova aventura com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força. Em um misterioso Templo Jedi, ela viaja através de diferentes épocas da saga e acaba esbarrando com Luke Skywalker, Darth Vader, Obi-Wan, e Mestre Yoda.
Além disso, outros heróis da franquia também terão participações especiais, como o Mandaloriano e o Baby Yoda.
A Netflix anunciou recentemente que ‘Colin in Black and White’, sua mais nova minissérie biográfica baseada na vida do jovem ativista Colin Kaepernick, contratou dois membros ao seu elenco: Mary-Louise Parker e Nick Offerman.
A dupla dará vida a Terese e Rick Kaepernick, respectivamente, pais adotivos de Colin que “devem descobrir o que significa criar uma criança negra em uma comunidade e em uma família predominantemente branca”.
Ava DuVernay entra como produtora executiva ao lado de Kaepernick. A produção terá seis episódios.
Kaepernick ganhou reconhecimento em 2012, quando tornou-se o principal quarterback do time da San Francisco 49ers, estabelecendo inúmeros recordes esportivos. Em 2016, se recusou a levantar para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em protesto ao tratamento recebido ela comunidade negra no país, colocando-o como símbolo ativista pelos direitos civis.
DuVernay, por sua vez, é conhecida por inúmeros projetos. Ela ganhou aclame da crítica e do público pelo incrível ‘Selma’, sendo subestimada na categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar. Desde então, comandou projetos como o documentário ‘A 13ª Emenda’, a fantasia ‘Uma Dobra no Tempo’ e a minissérie ‘Olhos que Condenam’. Seus próximos trabalhos incluem ‘DMZ’ e a adaptação de ‘Novos Deuses’.
A cantora Lady Gaga divulgou através das redes sociais um vídeo de bastidores explorando o processo de criação de “911”, mais recente single promocional do álbum ‘Chromatica’.
Enquanto isso, o CD já está disponível em todas as plataformas.
A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Ariana Grande, Elton John e BLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.
A Warner Bros. divulgou o novo trailer oficial de ‘Mulher-Maravilha 1984’ após anunciar que o vindouro longa-metragem seria lançado no streaming da HBO Max e em cinemas selecionados dos Estados Unidos no dia 25 de dezembro.
Confira:
No Brasil, o filme teve estreia confirmada para o dia 17 de dezembro (uma semana antes do esperado) e será exibido apenas nos cinemas.
Em um post em sua conta do Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou a decisão da Warner Bros. em lançar a obra nas plataformas virtuais:
“A hora chegou. Em algum momento, você precisa escolher entre compartilhar todo o amor e alegria que você tem para dar acima de todas as outras coisas. Nós amamos nosso filme tanto quanto amamos vocês, então esperamos nosso filme traga um pouco de alegria e escape a todos neste período de Natal. Assista o filme NOS CINEMAS se for seguro (confira o excelente trabalho dos cinemas para sua segurança), ou ele estará disponível na segurança da sua casa na HBO Max [nas regiões em que cinema não for seguro]. Boas festas a vocês. Espero que vocês gostem do nosso filme tanto quanto gostamos de fazê-lo.”, afirmou a diretora.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Pouco depois do trailer, a Amazon divulgou o cartaz oficial do drama de sobrevivência jovem-adulto ‘The Wilds: Vidas Selvagens’.
Confira:
Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.