Segundo o WGTC, o ator Yahya Abdul-Mateen II deve interpretar uma versão mais jovem do icônico Morpheus em ‘Matrix 4‘. O personagem foi vivido por Laurence Fishburne nos filmes originais.
Yahya Abdul-Mateen II, que já foi confirmado no elenco do filme, ficou conhecido por seu papel como Arraia Negra em ‘Aquaman’.
O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021. Lana Wachowski retorna como diretora.
Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Jessica Henwicke Neil Patrick Harris.
Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:
“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Em uma participação surpresa na Justice Con, o diretor Zack Snyder divulgou um clipe do Superman usando o traje negro e falou sobre sua versão de ‘Liga da Justiça‘.
Durante o painel, Snyder revelou que a decisão de deixar a produção do filme partiu dele mesmo, e não da Warner Bros.
“Certamente foi minha decisão deixar o filme após os acontecimentos na minha vida pessoal, e foi especificamente nossa decisão sobre quem continuaria tocando o projeto. Estávamos bastante distraídos na época”, afirmou.
Como os fãs devem se lembrar, Snyder deixou o trabalho de pós-produção de ‘Liga da Justiça‘ em maio de 2017, após a morte de sua filha, Autumn, no início daquele ano. Ele foi substituído no filme por Joss Whedon.
Ele ainda afirmou que não usará nada do material filmado por Whedon.
“Eu preferiria destruir o filme antes de usar um único frame que tivesse sido dirigido por outra pessoa. Isso é um fato difícil. Eu destruiria tudo.”
Snyder falou que os fãs podem ficar esperançosos.
“Adoro a ideia do Superman ir em uma jornada com seu personagem. Ele terá que reconciliar sua moralidade, reconciliar seu lugar na Terra, reconciliar um caso de amor com Lois e como isso afeta a maneira como ele relaciona-se à humanidade e a todas essas coisas, como todos fazemos com os relacionamentos normais que todos temos em nossas vidas. Então, acho que quando você vê o Superman lidando com essas coisas, ele se torna muito mais compreensível. Ele é um personagem tão abstrato, em seus poderes e no que é capaz de fazer. Quando o trazemos de volta à Terra, ele se torna muito mais compreensível, e por isso ele é mais interessante. Ele tem um enorme respeito por seu código moral, e acho que seu lugar final é no topo da pirâmide de super-heróis da DC. No final, ele tem que alcançar esse auge.”
Após as primeiras fotos de ‘Spiderman: No Way Home’ serem divulgadas, vários fãs repararam que Peter, Ned e MJ estão em um local muito conhecido do MCU.
Pelo fundo da imagem, a decoração e a sombra no meio do trio, os fãs descobriram que eles estão no centro do Santuário do Doutor Estranho, que já foi confirmado na produção.
“Não é possível encontrar uma foto melhor com uma perspectiva melhor, mas as lâmpadas atrás do trio são as do Santuário do Doutor Estranho. Peter, MJ e Ned estão parados no Centro do Sanctum!”, afirmou um fã.
Confira:
Can’t find better a photo with a better perspective fast enough but those lamps behind the Spidey trio look like the ones in Doctor Strange’s Sanctum. Peter, MJ, and Ned are standing in the Sanctum’s foyer! pic.twitter.com/ldqj415uRi
❗️ ́: ¿Doctor Strange? La forma de la cabeza me da que es él con su típico peinado de lado. ¿Daredevil? Spiderman necesita un abogado y Marvel ya tiene los derechos para usar Daredevil, so… posiblemente. ¿Tobey Maguire? Creo que ya estoy hablando de más… pic.twitter.com/U2pqsUD6kA
Depois que o elenco de ‘Homem-Aranha 3‘ divulgou alguns títulos falsos para a produção, o diretor Jon Watts compartilhou um vídeo finalmente revelando a surpresa: ‘Spiderman: No Way Home’, algo como ‘Sem Rumo para Casa’.
Com os fãs estavam na expectativa desde ontem, o anúncio foi bastante comemorado, com alguns internautas insistindo em teorias sobre o Multiverso.
Entre os principais comentários, há a dúvida sobre o significado do misterioso título, pois tudo indica que Peter Parker (Tom Holland) estará ainda mais longe de casa do que no filme anterior… Ou seja, em uma realidade paralela.
Confira as reações:
Reparem que no vídeo pra anunciar o título de Spider-Man No Way Home eles colocaram vários nomes ao redor, e um deles é o Home Worlds que foi tão especulado por conta do multiverso com as versões do Homem-Aranha do Andrew Garfield e do Tobey Maguire. Tem coisa aí sim! #SpiderMan3pic.twitter.com/4toqJzrjrl
HOMEMARANHA 3 VAI SE CHAMAR ‘SEM VOLTA PRA CASA’ ⚠️
Sem volta pra casa pq todos sabem?
Sem volta pra casa pq ele está preso em outra realidade?
Sem volta pra casa pq outros personagens estão presos na dele? pic.twitter.com/n5KjVAOHwD
titulo oficial do 3° filme do homem aranha, data do lançamento de loki alguns dias pra acabar wandavision fa da marvel sofre e comemora ao mesmo tempo SOCORRO pic.twitter.com/9JJ44nIyZ4
Se a proposta de No Way Home é mostrar o Peter Parker/Homem-Aranha totalmente sem rumo depois do final de Far From Home com o povo contra ele e acreditando na história do Mystério, isso tem tudo pra ser uma jornada muito boa!
Zendaya, Jacob Batalon e Marisa Tomei também retornam.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sony e aMarvel, respectivamente.
Em entrevista ao WIRED, o astro Daniel Radcliffe revelou qual foi o seu filme preferido da franquia Harry Potter.
Apesar de não ser o querido de muitos fãs, o ator escolheu ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix‘, que foi lançado em 2007, por causa da experiência de trabalhar com o seu ídolo, Gary Oldman.
“Meu filme preferido é o quinto, Harry Potter e a Ordem da Fênix, apesar dele não ser citado como o preferido da maioria das pessoas… Mas foi ali que eu pude trabalhar mais tempo com Gary Oldman. Eu era um pouco mais velho naquela época, então pude curti-lo um pouco mais”, afirmou.
Radcliffe também revelou qual personagem ele gostaria de interpretar em um possível reboot da franquia.
“Eu provavelmente gostaria de interpretar Sirius ou Lupin [em um reboot]. Eu sempre achei esses dois personagens incríveis. Obviamente, eu estou sendo influenciado pela minha experiência durante as filmagens daquelas cenas, com aquelas pessoas. Elas formam algumas das minhas memórias favoritas.”
Anteriormente, Tom Felton, que interpretou o Draco Malfoy, havia revelado à revista People que adoraria participar de uma possível reunião: “Se me pedirem para pintar o meu cabelo para interpretar o Draco novamente, eu com certeza aceitaria. Ele ou o Lucius. Eu até interpretaria o filho do Draco! Aceito qualquer chance para me tornar um Malfoy novamente.”
O primeiro filme foi lançado em 2001, baseado no romance homônimo de J.K. Rowling.
Harry Potter (Daniel Radcliffe) é um garoto órfão de 10 anos que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em Hogwarts, uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Inicialmente Harry é impedido de ler a carta por seu tio Válter (Richard Griffiths), mas logo ele recebe a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, que chega em sua casa para levá-lo até a escola. A partir de então Harry passa a conhecer um mundo mágico que jamais imaginara, vivendo as mais diversas aventuras com seus mais novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson).
Sucesso de crítica e de público, o filme arrecadou US$974 milhões nas bilheterias mundiais à época do lançamento, ultrapassando a marca de US$1 bilhão em lançamentos subsequentes. Além disso, foi indicado a três categorias do Oscar – Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino.
Courteney Cox – Gale
Melissa Barrera – Sam
Jasmin Savoy Brown – Mindy
Mason Gooding – Chad
Jenna Ortega – Tara
Hayden Panettiere – Kirby
Dermot Mulroney
Jack Crawford
Liana Liberato
Devyn Nekoda
John Segarra
Direção: Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt
Gênero: Terror
Duração: 123 min.
Orçamento: US$ 40 milhões
Distribuidora: Paramount Pictures
Data de estreia: 09 de Março de 2023
Sinopse:
PÂNICO 6 acompanha Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, que decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em Nova York. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado em pleno Halloween.
» ‘Pânico 6‘ terá 1 hora e 58 minutos de duração (118 minutos). O filme será o 2º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e na frente de ‘Pânico 3‘ (1h 56m). O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.
» Neve Campbell não voltará para o novo filme por que a Paramount ofereceu um salário abaixo do que ela gostaria de receber. Segundo rumores, o estúdio ofereceu apenas US$ 750 mil para que a atriz voltasse para o sexto filme, valor BEM ABAIXO do que ela recebeu para os filmes anteriores. Para se ter uma ideia, Campbell recebeu US$ 1.500.000 pelo primeiro, US$ 3.500.000 pelo segundo e US$ 4.000.000 pelo terceiro. Para ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico 5‘, o valor foi na faixa dos US$ 5 milhões por filme.
» O novo filme contará com Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Dermot Mulroney também fará parte do elenco como um personagem não revelado.
» Jack Champion (‘Avatar: O Caminho da Água’), Liana Liberato (‘Se Eu Ficar’), Devyn Nekoda (‘Ghostwriter’) e Josh Segarra (‘Arrow’) são os novos nomes do elenco.
» Em entrevista ao Dread Central, a atriz Emma Roberts (‘American Horror Story’), que estrelou a sequência ‘Pânico 4‘, comentou sobre o seu possível retorno na franquia. “Não sei… talvez eu possa retornar em ‘Pânico’. Sinto que a minha história naquela franquia ainda não acabou.” Vale lembrar que sua personagem, Jill Roberts, foi uma das assassinas de ‘Pânico 4‘, morrendo na última cena do longa, após levar um tiro no peito da sobrevivente Sidney Prescott.
Após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘, o roteirista Jeff Loveness negou o rumor de que teria sido responsável por vazar segredos da Marvel Studios.
Rumores apontam inclusive que Loveness foi demitido de ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘, e o projeto passará por mudanças.
“Não. Este não sou eu. Não vazei nada. Tudo falso”, afirmou no Twitter.
Nah. That’s not me. Didn’t leak anything. All Bogus
Pouco depois da estreia de ‘Duna: Parte 2’, que conquistou a crítica e o público, a Legendary confirmou que um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento.
Agora, o diretor Denis Villeneuve confirmou ao New York Times que ele retorna para a sequência e vai adaptar ‘O Messias de Duna‘. Segundo ele, o roteiro está sendo escrito.
‘O Messias de Duna’, escrito por Frank Herbert, é o segundo romance da série de ficção científica. Ele revela um lado mais humano de seus personagens, além de aprofundar e estender o universo de Duna, aliando discussões políticas, filosóficas e religiosas à épica história de poder, vingança e redenção.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 272.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 412.4 milhões – totalizando sólidos US$ 684.5 milhões mundialmente.
Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.
Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Confira a sinopse:
Doze anos se passaram desde que Paul Atreides ascendeu ao trono e acumulou os títulos de Imperador e Messias. Paul se tornara líder do maior império já visto pela humanidade, e ele estava ciente do peso de suas ações e decisões. Ele fizera de Arrakis o centro de todo o Imperium, de onde os fremen se espalharam para com o objetivo de levar sua filosofia e forma de governo aos planetas conquistados por eles. Os inevitáveis conflitos gerados por essa expansão fazem importantes facções contrárias ao imperador reunirem forças para detê-lo. Uma grande disputa está prestes a ter início nos bastidores do poder, e apenas Muad’Dib pode decidir o destino de todos.
Segundo o Portal Exibidor, o MinC e a ANCINE anunciaram a publicação do Decreto nº 12.323/2024, que trata da Cota de Tela para o ano de 2025, em cumprimento ao estabelecido na Lei nº 14.814/2024.
Durante os últimos meses deste ano, a agência vem realizando séries e oitivas com o setor para estabelecer o melhor conjunto de normas para o funcionamento da lei no novo ano.
A mudança vai permitir menor variedade de títulos nacionais, contabilizando mais tempo de espaço na programação para os filmes brasileiros que estejam performando bem, em especial para os exibidores menores, com 3 a 5 salas.
O adendo à Lei foi oficialmente outorgada, sem vetos, no Diário Oficial da União nesta última terça-feira, 16 de janeiro. Além disso, ele havia sido sancionado pelo Senado em dezembro do ano passado.
O projeto garante que os cinemas exibam produções brasileiras, preservando a diversidade dos filmes em cartaz e mantendo a proporção de apresentação de título nacionais e de internacionais. Caso a lei não seja cumprida, as empresas serão penalizadas com multas e advertências.
Anteriormente, o Senado também havia aprovado um projeto de regulamentação para produções nacionais nos serviços de streaming.
Segundo informações do Agência Senado, a cobrança da taxa “será anual e terá alíquota máxima de 3% da receita bruta das empresas, incluindo os ganhos com publicidade e excluindo os tributos diretos e as comissões devidas a parceiros de comercialização, veiculação ou distribuição do serviço”.
Além disso, foi revelado que empresas de video on-demand e de streaming com faturamento anual acima de R$ 96 milhões terão alíquota de 3% em cima de sua arrecadação bruta. As plataformas com montante entre R$ 4.8 milhões e R$ 96 milhões serão taxadas em 1.5%. Já as que comprovam arrecadação inferior a R$ 4.8 milhões terão taxação zerada.
Serviços como o YouTube, a Netflix e o Instagram foram acrescentados à lista dos pagantes.
A proposta em questão, denominada PL 2331/2022, foi aprovada em unanimidade com nada menos que 24 votos. Entretanto, ela ainda precisa pelo turno suplementar na CAE, na Câmara dos Deputados.
O senador Eduardo Gomes (PL-TO) também “propôs que as plataformas garantam visibilidade do conteúdo audiovisual brasileiro por meio de sugestões, busca ou seções claramente identificadas, de modo razoável e proporcional e de acordo com a capacidade de cada serviço. Os provedores de streaming terão que disponibilizar permanentemente no catálogo quantidades mínimas de conteúdos audiovisuais brasileiros, sendo metade destas quantidades de conteúdo nacional independente. Para streamings com 2 mil produtos no catálogo, pelo menos 100 terão que ser brasileiros. E para streamings com 7 mil produtos, pelo menos 300 terão que ser nacionais”.
A 20th Century Studios divulgou um clipe de NOVE minutos de ‘Casamento Sangrento: A Viúva‘, que revela o tom da sequência e ainda mostra uma cena de perseguição sensacional.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de março.
Momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace (Samara Weaving) descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith (Kathryn Newton), ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.
O elenco ainda conta com Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, de ‘Pânico VI‘, retornam à direção.
O roteiro de ‘Casamento Sangrento 2‘ foi assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.
Um dos papéis mais importantes do cinema, da cultura em geral, é também denunciar, fazer refletir sobre problemas na nossa realidade. Um dos assuntos que volta e meia estão presentes em novos roteiros envolvem qualquer tipo de abuso ou violência no ambiente doméstico. Para refletir sobre esse tema, segue abaixo uma lista com 10 filmes que refletem sobre a violência doméstica:
Coração de Neon
Na trama, ambientada em Curitiba, conhecemos Laudércio (Paulo Matos) e Fernando (Lucas Estevan Soares), pai e filho que são a sensação do bairro do boqueirão, um dos mais famosos da capital paranaense, por serem os donos do ‘Boquelove’ um carro de mensagens de amor muito solicitado na região. Ambos tem o sonho de ir para Estados Unidos ganhar a vida por lá. Certo dia, uma tragédia acontece: Laudercio é morto por um sargento da polícia, machista, violento, que pensou que ele era amante da sua esposa Andressa (Ana de Ferro). Após a tragédia, conta com a ajuda do melhor amigo Dinho (Wawa Black), mesmo assim Fernando muda sua forma de enxergar o mundo, transformando sua antiga realidade otimista em um cotidiano com sentimentos conflitantes.
Custódia
Escrito e dirigido por Xavier Legrand, em seu primeiro trabalho na direção de uma longa-metragem o projeto conta a história de Myriam (Léa Drucker) que tem seu casamento encerrado por conta dos problemas com violência com seu ex-marido Antoine (Denis Ménochet). Agora, a preocupação de Myriam é sobre a guarda de seu filho Julien (Thomas Gioria). E assim, dá o início a uma batalha dolorosa pela custódia do jovem.
Regra 34
Na trama, conhecemos Simone (Sol Miranda), uma jovem negra, de vinte e poucos anos, que, após a faculdade de direito, está iniciando seu caminho na Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Seu cotidiano é intenso, precisa lidar pelas possibilidades da lei sobre vários tipos de violências quase sempre contra mulheres. De noite, ela é Camgirl, faz performances sexuais online, buscando expor seus desejos e também os desejos do público que já a acompanha faz tempo. Quando ela se vê em um certo descontrole quanto a violência (e até mesmo os limites) de suas apresentações na internet, escolhas precisarão serem tomadas.
Prenda-me
Na trama, acompanhamos uma mulher, amargurada pelo seu passado, em conflito que entra em uma delegacia certa hora de uma noite e resolve assumir um crime que cometera a quase dez anos. Quando relata sua história para a tenente de plantão, a oficial tenta convencê-la a não se entregar. Aos poucos vamos conhecendo melhor aquela relação desgastada que a mulher sofria com sua família guiando o público para um desfecho imprevisível.
Miss Violence
Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério.
Tina
Disponível na HBO Max, repleto de imagens e gravações de shows antológicos, além de fitas k7 antigas com gravações de inúmeras entrevistas de momentos importantes na carreira da cantora, o projeto indicado para três prêmios Emmys em 2021 nos leva num primeiro momento até a década de 50, no Tennessee, onde a jovem Tina se encontrou com suas primeiras referências musicais, no gospel, no blues, na música de B. B. King, assim logo conseguiu uma vaga para cantar no coral da igreja batista quando adolescente. Aos 17 anos, foi chamada ao palco pela primeira vez dando início assim à carreira profissional, ao lado do ex-marido Ike Turner. O sucesso veio ao mesmo tempo que a violência, nos momentos difíceis na primeira fase de sua carreira profissional, principalmente no relacionamento repleto de situações absurdas com Ike.
Entre Mulheres
Na trama, ambientada em 2010, conhecemos um grupo de mulheres de uma comunidade religiosa menonita que se reúnem de forma urgente para decidir sobre as opções para seus futuros após serem vítimas de abusos sexuais, sedadas e estupradas por homens dessa mesma comunidade. Elas precisam decidir se fogem ou ficam e lutam antes que os seus agressores voltem. A história do filme se baseia nos fatos reais relatados no livro de Towes, ocorridos na colônia de Manitoba, uma remota comunidade menonita aqui na América do Sul, na Bolívia, mesmo que na adaptação cinematográfica não seja revelada sua localização.
Segredos em Família
Um ambicioso casal em busca de um empreendimento, leva os pais de uma das partes para uma visita à uma ilha onde supostamente existe um ótimo lugar, onde não falta nada, e daria um ótimo hotel. O intuito desse convite é conseguir uma boa parte do dinheiro de entrada desse negócio. Acontece que o responsável pela casa na ilha, após algumas situações constrangedoras com elementos da família, acaba fugindo, deixando o restante das pessoas sem ter como sair da ilha. O que era pra ser um passeio agradável, regado à vinho e conversas descontraídas logo vira um ambiente hostil, tenso, onde facetas escondidas logo vem à tona.
Nunca Mais
Protagonizado por Jennifer Lopez e lançado ais de 20 anos atrás, dirigido por Michael Apted, em Nunca Mais acompanhamos uma garçonete que enfrenta o comportamento completamente abusivo do companheiro embarcando em uma jornada de recomeços. O filme é baseado no livro Black and Blue escrito por Anna Quindlen.
O Homem Invisível
Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada rumo novamente à liberdade.
Os filmes catástrofe se tornaram um subgênero popularizado na década de 1970, com destaque para produções como Aeroporto (1970), O Destino do Poseidon (1972), Terremoto (1974) e Inferno na Torre (1974). A estrutura era a mesma, rechear a obra de nomes muito reconhecíveis circundando, bem, como o nome diz, uma catástrofe, fosse um grande terremoto, problemas infernais em um arranha-céu, num aeroporto ou num navio transatlântico.
Depois de um breve descanso, o subgênero ensaiou retorno no fim da década de 1990, quando em 1997 dois vulcões entraram em erupção em uma cidadezinha americana e em plena Los Angeles, respectivamente em O Inferno de Dante e Volcano – A Fúria; e em 1998, asteroides gigantescos entraram em rota de colisão com nosso planeta, em Impacto Profundo (não, não é nome de filme que vocês costumam pesquisar na internet) e Armageddon.
Atualmente, o subgênero está em falta no mercado, dominado e saturado com filmes de super-heróis, sendo o principal requisito das massas que dominam os multiplex. Justamente por isso, uma alegria nostálgica cinéfila tomou conta deste que vos fala ao adentrar a sessão de Terremoto: A Falha de San Andreas (2015), que incluiu certa galhofa no todo, não se levando nada a sério e assim se tornando incrivelmente irresistível em seu esplendor megalomaníaco.
Em uma dimensão mais próxima do que eram os filmes catástrofe originais, Horizonte Profundo chega finalmente aos cinemas brasileiros, depois de ser adiado repetidamente. A nova superprodução protagonizada pelo astro Mark Walhberg e dirigida pelo cineasta Peter Berg mantém vivo o espírito original do cinema catástrofe, dando um enfoque mais dramático ao desastre, mas não se libertando de rótulos como “espetáculo”. Esse é um blockbuster, mas um que fala de uma tragédia real e a trata com o respeito merecido.
Na trama, Wahlberg vive Mike Williams, um dos técnicos da plataforma de petróleo Deepwater Horizon. Se você acompanha os noticiários mundiais deve se lembrar deste desastre, que é considerado o maior da história norte-americana envolvendo tal tipo de instalação. Explosões, chamas, incêndios e mortes chocam desesperando os personagens, de forma realística na tradução de Berg e dos realizadores, nos envolvendo instantaneamente e nos fazendo seguir de perto os ocorridos. Na tradição de um bom filme do subgênero, nomes como Kurt Russell, Kate Hudson, John Malkovich, Gina Rodriguez e Dylan O´Brien se amontoam entre os sobreviventes e as vítimas.
Além da parte técnica impecável, o roteiro de Matthew Sand e do eficiente Matthew Michael Carnahan (O Reino, Leões e Cordeiros, Intrigas de Estado), baseado no artigo de David Rohde e Stephanie Saul, cria bons momentos, salientando a tensão de cenas chave, entregando bons diálogos e desenvolvimento de personagens acima do esperado para produções deste tipo. A interação dos personagens, mais do que as cenas apoteóticas, é o verdadeiro cerne aqui, realizado de forma bem humana.
O diretor Peter Berg, que deu uma bela escorregada com Battleship: A Batalha dos Mares (2012) – um dos piores filmes dos últimos anos – volta aos trilhos nesta produção de classe, se reinventando como cineasta de qualidade. Pode-se inclusive apontar as parcerias com Wahlberg como alguns dos pontos altos de sua carreira. Além de Horizonte Profundo, a dupla colaborou em O Grande Herói (2013), filme de guerra e sobrevivência, que questiona a idolatria bélica norte-americana. É possível até mesmo afirmar a existência de uma trilogia não declarada, tendo como ligação apenas o diretor, seu novo ator fetiche e os temas incendiários (seja a guerra, um desastre laboral ou um atentado terrorista). O terceiro elemento desta, até então, tríade é Dia de Heróis (Patriots Day), que fala sobre os atentados a bombas de Boston, cuja estreia ocorre em janeiro nos EUA e em fevereiro no Brasil. Que a dupla siga gerando bons rebentos.
‘Pânico 6‘ continua surpreendendo nas bilheterias e pode ter uma abertura ainda maior que o previsto.
O filme arrecadou US$ 19,3 milhões em 3.675 salas na sexta-feira, um número que inclui US$ 5,7 milhões em pré-estreias na quinta.
Para comparação, o último filme arrecadou US$ 13 milhões no mesmo período. Na verdade, ‘Pânico 6‘ está provando ser um sucesso maior do que os anteriores. Se as projeções se mantiverem, a sexta entrada marcará um fim de semana de abertura recorde da franquia de US$ 43,5 milhões, bem mais do que os US$ 32 milhões que ‘Pânico 2‘ arrecadou em 1997.
Para celebrar o sucesso, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores. Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site.
Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria. Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.
Os Assassinos Originais
Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.
Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânicocomo tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.
Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.
Sidney e Gale morreriam
Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.
Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.
Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.
Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!
Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seria Pânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.
Debbie Salt mais agressiva
Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.
A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.
Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.
Dewey, o segurança do campus
O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretor Wes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.
No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.
Derek, o documentarista
“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.
Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.
Randy, o cameraman
Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.
Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.
Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.
Mickey, o cantor
Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.
Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.
Cliffhanger para o PÂNICO 3
Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre com Pânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.
O terror apocalíptico ‘O Último Suspiro‘ ganhou um novo trailer tenso.
Assista:
O filme foi dirigido por Daniel Roby, e estrelado por Romain Duris, Olga Kurylenko e Fantine Harduin.
“A trama acompanha dois pais que estão desesperados tentando salvar sua filha de uma névoa mortal tóxica que intoxicou as ruas de Paris depois de um terremoto. Aqueles os sortudos que fugiram para os telhados da cidade conseguiram sobreviver; a filha do casal, que sofre de uma condição genética que requer que ela viva em uma sala hermética que filtra o ar, está presa abaixo.”
Pablo Bazarello teve a oportunidade de conferir o terror no Festival Varilux. Confira a crítica:
A A24 divulgou o primeiro trailer do terror ‘Midsommar‘.
Confira:
O longa é escrito e dirigido por Ari Aster (‘Hereditário‘).
A trama segue um casal que viaja para a Suécia para visitar a cidade natal de seu amigo no lendário festival de meados do verão. O que começa como um retiro idílico rapidamente se transforma em uma competição cada vez mais violenta e bizarra nas mãos de um culto pagão.
O elenco conta com Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter, Vilhem Blomgren, William Jackson Harper, Ellora Torchia e Archie Madekwe.
‘Midsommar‘ será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de agosto.
Para comemorar o seu lançamento daqui a uma semana, a Disney+ divulgou um novo trailer da série ‘O Mandaloriano‘.
Confira:
A série irá estrear no dia 12 de novembro, junto com o lançamento do serviço de streaming.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
O elenco conta com Pedro Pascal, Gina Carano, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Carl Weathers, Omid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.
De acordo com o Deadline, Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga‘) foi contratado para dirigir o longa sobrenatural ‘Stage 13‘, que está sendo desenvolvido pela Amblin.
Simon Rich é responsável pelo roteiro do longa, que é uma adaptação do seu conto publicado no livro antológico ‘Hits and Misses‘, lançado em 2018.
A trama segue o fantasma de uma atriz da era do cinema mudo que tem assombrado os bastidores dos sets de filmagens por décadas. Depois que um diretor se encontra com a fantasma, eles se entendem e se juntam para deixar sua marca no mundo.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Vale lembrar que o próximo projeto do cineasta será o terror psicológico ‘Last Night in Soho‘, que irá estrear no dia 23 de abril de 2021.
O suspense de ficção científica ‘Ascendant‘ ganhou o primeiro trailer tenso.
Confira:
Antaine Furlong é responsável pela direção.
Uma jovem acorda, presa, sequestrada no elevador de um edifício super alto à mercê de seus algozes. Ambientada em Xangai, a trama explora o instinto de sobrevivência de uma jovem em uma situação fora de seu controle. Presa, sem escapatória, e encasulada na barriga da besta, Aria é forçada a se adaptar e a resistir. Esta é a primeira das jornadas que se infiltram sua mente e seus sentidos, prendendo-a na angústia apenas para emergir conectada a habilidades que definem quem ela realmente é.
O elenco conta com Charlotte Best, Jonny Pasvolsky, Alex Menglet, Susan Prior, Lily Stewart, Justin Cotta, Tahlia Sturzaker e Karelina Clarke.
O suspense será lançado nos cinemas australianos no dia 8 de abril. No Brasil, segue sem previsão.
A comédia será lançada nos cinemas no dia 13 de janeiro de 2022.
Rodrigo van der Put e Eduardo Vaisman são responsáveis pela direção.
Após dois anos juntos, Júlio (Portugal) e Daiana (Protásio) finalmente conseguem economizar o suficiente para realizar a tão sonhada festa de casamento. O grande dia chegou! Mas pouco antes da cerimônia, uma mensagem no celular do noivo acabou enrolando todos os planos. O casamento pode até ser cancelado, mas a festa não pode parar!
O elenco ainda conta com Fábio de Luca, Evelyn Castro, Marcos Pasquim, Leandro Ramos, Matheus Ceará e Berta Loran.
O documentário ‘The Legacy of The Texas Chain Saw Massacre‘, que explorará o legado da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Phillip Escott é responsável pela direção.
Com duração de 83 minutos, a produção apresentará a jornada na realização de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, explorando elementos que garantiram o status cult do terror.
O documentário contará com comentários de Fede Alvarez (produtor do reboot de 2022), Marcus Nispel (diretor do remake de 2003), mestre do terror Mick Garris, Adam Marcus (diretor de ‘Jason Vai para o Inferno’), entre muitos outros.
A produção vai estrear oficialmente no Fantastic Fest no próximo mês, mas segue sem previsão de lançamento.
Vale lembrar que um jogo baseado na franquia será lançado em breve.
Confira o trailer:
Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.
Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”
O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.
“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.
Confira o trailer do jogo:
Com lançamento previsto para 2023, o jogo será lançado para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.
Em entrevista ao GQ, o ator Liev Schreiber (‘Ray Donovan’) revelou ter pedido aos produtores para que o seu personagem Cotton Weary morresse na franquia ‘Pânico‘.
O astro teve o seu desejo atendido no terceiro filme, quando o seu personagem foi brutalmente assassinado durante a sequência de abertura da sequência, mas eventualmente acabou se arrependendo da decisão.
“Naquele ponto da minha carreira, eu não entendia o valor de fazer parte de uma franquia. Sinceramente, eu estava tipo: ‘Deixe-me sair enquanto eu ainda posso, enquanto as coisas ainda estão indo bem’. Eu senti que seria divertido morrer na sequência de abertura. Eu estava trabalhando em outras coisas em Nova York e pensei: ‘Por quantas vezes posso continuar interpretando esse personagem?’. Agora eu percebo que poderia interpretar tantas vezes quanto os envolvidos quisessem.”
Ele completa, “Eu sugeri que eles me matassem. A franquia se tornou conhecida por matar personagens inesperados nos primeiros minutos. Agora eu me arrependo porque eu gostaria de ter retornado para ‘Pânico 5’.”
Vale lembrar que Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.
Com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.
O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
O aclamado filme de ação ‘Fúria Primitiva‘ (Monkey Man), que conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ganhou um novo trailer sangrento.
O longa, estrelado e dirigido por Dev Patel (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio, pela Diamond Films.
Na trama, Kid é um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro. Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.
“Dev Patel é aplaudido de pé após a exibição de ‘Moneky Man‘, filme que marca sua estreia diretorial durante o festival SXSW.”
Dev Patel receives a standing ovation after a screening of his feature directorial debut ‘MONKEY MAN’ at SXSW.
“‘Monkey Man‘ é o tributo amoroso de Dev Patel a todas os filmes de ação. É como ‘John Wick’, mas com esteroides. Um filme de vingança insanamente violento. Dev Patel dirige tudo isso e há algumas sequências seriamente insanas que fazem você pensar, como eles fizeram isso?”
Monkey Man is Dev Patel’s loving tribute to all things action. It’s like John Wick but on Steroids. An insanely violent revenge film. Dev Patel directs the hell out of this thing and there are some seriously insane sequences that make you go how did they do that? #MonkeyManpic.twitter.com/CqpMXQfhNe
“‘Monkey Man’, dirigido por Dev Patel, é um dos melhores filmes de ação do nosso tempo. É sua estreia na direção e ele a executa com maestria. Visceral e cheio de ação com um novo estilo nunca antes visto! As pessoas vão adorar isso! Talentoso pra caramba.”
Monkey Man directed by Dev Patel is one of the best action movies of our time. His directorial debut and he absolutely executes it masterfully. Visceral and action packed with a new style unseen before! People are gonna absolutely love this! Talented as hell! #SXSW#MonkeyManpic.twitter.com/TBe631rtWc
“Dev Patel não hesita em #MonkeyMan. Sua estreia na direção é sua carta de amor aos filmes de ação. Merecendo aplausos de pé por dois minutos. Vá assistir com todos os seus amigos.”
Dev Patel does not hold back in #MonkeyMan. His directorial debut and his love letter to action films. Well deserving of its 2 minute standing ovation. Go see this with all your friends. #sxswpic.twitter.com/VDa9EmFT3K
“#MonkeyMan é um incrível filme de estreia diretorial para Dev Patel. Carregado com violência de quebrar ossos que espalha sangue por toda parte, o público do #sxsw enlouqueceu muitas vezes durante a estreia mundial. Não posso acreditar que este é seu primeiro filme. Definitivamente vale a pena ver em uma sala de cinema.”
#MonkeyMan is an incredible debut film from Dev Patel. Loaded with bone breaking violence that splatters blood everywhere the #sxsw audience went crazy many times during the world premiere. Can’t believe this is his first film. Def worth seeing in a movie theater. pic.twitter.com/Vp1SMnZ0wU
“‘Monkey Man‘: Cada pedacinho deste filme é conquistador. Uma poderosa história de vingança que atravessa toda a gama de ação com força poderosa. Dev Patel arrasou com sua estreia diretorial.”
MONKEY MAN: Every bit of this movie is earned. A powerful revenge story that goes through the gamut of action with powerful force. Dev Patel with a directing debut that rips. #AMovieGuySXSW#MonkeyManpic.twitter.com/zBXfOz18w1
“Acho que nunca estive tão orgulhoso de uma trajetória de carreira como estou agora com Dev Patel… de ‘Skins’ a #MonkeyMan. Ele criou uma obra-prima de ação contundente, repleta de emoções pulsantes. Graças a Deus está chegando aos cinemas!”
I think I have never been as proud of a career trajectory as I am now of Dev Patel’s from Skins to #MonkeyMan. He has created a hard-hitting action masterpiece that in full of pulsating emotion throughout. Thank God it’s coming to theaters! #SXSWpic.twitter.com/zu4h7dI0I3
— The Distracted Tatiana @ SXSW (@myrcellasear) March 12, 2024
O longa é produzido por Jordan Peele (‘Não! Não Olhe!’). Patel co-assina o roteiro ao lado de Paul Angunawela e John Collee.
Inspirado na lenda de Hanuman, um ícone que representa força e coragem, ‘Monkey Man’ traz Patel como Kid, um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro.
Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.
O elenco também conta com Sharlto Copley, Sobhita Dhulipala, Pitobash, Vipin Sharma, Ashwini Kalsekar, Adithi Kalkunte, Sikandar Kher e Makarand Deshpande.
De acordo com o Variety, Austin Butler (‘Elvis’) será o protagonista da nova adaptação de ‘Psicopata Americano‘, que está sendo desenvolvida pela Lionsgate.
O ator interpretará o psicopata Patrick Bateman, vivido por Christian Bale no longa original.
Luca Guadagnino, de ‘Rivais‘ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, comandará a nova versão.
Scott Z. Burns (‘Terapia de Risco’) assina o roteiro da adaptação, baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis.
Fugindo da ideia de ser apenas um remake do filme original, o novo longa de Guadagnino terá como proposta entregar uma adaptação completamente nova da obra literária, seguindo por um caminho próprio e explorando outros aspectos.
O estúdio já desejava produzir o filme há algum tempo e, após conversar com Luca Guadagnino, ficou satisfeito em sentir que o diretor é a escolha perfeita para o projeto.
“Estamos empolgados em adicionar outro cineasta de elite ao nosso próximo catálogo. Luca é um artista brilhante e o visionário perfeito para criar uma nova interpretação dessa IP potente e clássica”, disse o presidente do Lionsgate Motion Picture Group, Adam Fogelson.
O livro de Ellis, publicado em 1991, causou controvérsia por seu conteúdo violento e pela narrativa chocante que acompanha a vida de um banqueiro de investimentos que se torna um serial killer. A nova adaptação promete trazer uma abordagem moderna da trama.
Apesar de não ter sido um grande sucesso de bilheteria (arrecadando apenas US$ 34,2 milhões mundialmente), o suspense ‘Psicopata Americano’ conquistou status de cult ao longo dos anos, desenvolvendo uma base leal de fãs.
A sinopse oficial do filme afirma: “Em Nova York, em 1987, o belo jovem profissional Patrick Bateman tem uma segunda vida como um horrível assassino em série durante a noite. O elenco é formado pelo detetive, a noiva, a amante, o colega de trabalho e a secretária. Esta é uma comédia de humor seco que examina os elementos que transformam um homem em um monstro.”
‘Psicopata Americano’ está disponível no Prime Video.
Colin Minihan (‘Fenômenos Paranormais’) é responsável pela direção.
Quando um incêndio florestal devastador atinge Hollywood Hills, uma família fica isolada, com seu bairro destruído e sua casa se tornando uma prisão em chamas. Enquanto isso, uma matilha de coiotes predadores, desorientados pelas chamas, fecha o cerco ao redor da casa. Impotentes devido ao colapso das estradas e à falta de eletricidade, a família precisa confiar em sua coragem, resiliência e amor mútuo para sobreviver tanto ao inferno quanto à ameaça rosnante lá fora.
O elenco ainda conta com Kate Bosworth (‘O Sono da Morte’), Brittany Allen (‘O Que Nos Mantêm Vivos’), Mila Harris (‘Sem Saída’), Katherine McNamara (‘Shadowhunters’), Keir O’Donnell (‘Diversão Macabra’) e Norbert Leo Butz (‘O Exorcista: O Devoto’).
Tad Daggerhart (‘Os Mercenários 4’) e Nick Simon (‘A Pirâmide’) assinam o roteiro.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 3 de outubro.
A 20th Century Studios divulgou o novo trailer de ‘Ponto Sem Retorno‘ (The Dog Stars), próximo thriller pós-apocalíptico do diretor Ridley Scott (‘Gladiador’).
Estrelado por Jacob Elordi (‘Frankenstein’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’) e Margaret Qualley (‘A Substância’), o longa será lançado no Brasil no dia 27 de agosto.
“Baseado no romance de Peter Heller, o filme apresenta um futuro devastado por uma pandemia global. Hig (Jacob Elordi) é um piloto viúvo que vive de forma isolada em um hangar no Colorado com seu cachorro e um ex-fuzileiro naval ranzinza (Josh Brolin). Embora incompatíveis, a dupla depende um do outro para sobreviver a invasores. A rotina é interrompida quando uma transmissão de rádio desperta em Hig a esperança de uma vida melhor além de seu perímetro controlado, levando-o a uma jornada de risco sem retorno”, diz a sinopse.
Roteiro de Mark L. Smith, fotografia de Erik Messerschmidt e trilha sonora de Harry Gregson-Williams.
A atriz Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) foi confirmada como a vilã de ‘X-Men: Fênix Negra‘.
Ela viverá vilã Lilandra, a Princesa (ou Majestrix) do Império Shi’ar. Nas HQs, ela foi casada com o Professor Xavier e tenta exterminar a Fênix.
Em uma publicação no Instagram, Chastain provocou seu colega de elenco e amigo James McAvoy.
A indicada ao Oscar, que já trabalhou com o escocês em ‘Dois Lados do Amor‘, divulgou uma foto afirmando que fará o intérprete do Professor Xavier “chorar muito” em Montereal, onde as filmagens de ‘X-Men: Fênix Negra‘ acontecerão.
Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em
Lembrando que Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam.
O elenco trará o retorno de Nicholas Hoult (Fera), Alexandra Shipp (Tempestade), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope) e Kodi Smit-McPhee.
Simon Kinberg dirige e roteiriza.
O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.
A Fox anunciou um novo acréscimo ao elenco da 2ª temporada de ‘The Gifted‘. Grace Byers, que já participou da série ‘Empire‘, fará parte da trama de forma recorrente.
A atriz dará vida à Reeva, uma personagem que deve se aliar a Polaris (Emma Dumont), às irmãs Frost (Skyler Samuels) e a Andy (Percy Hynes White).
Segundo a descrição oficial, Reeva “é uma bela mulher inteligente, charmosa, autoritária e elegante, que é implacável em seus esforços para lutar pelas pessoas. Ela lidera um grupo de elite de seguidores e embora seja sutil com seus novos recrutas, é capaz de ser extremamente violenta em desefa de sua visão”.
A renovação era incerta, após a série alcançar apenas 2,8 milhões de espectadores e uma classificação de 0,8 no grupo demográfico 18-49. Dado o declínio constante nas classificações desde a estreia (4,85 milhões de espectadores e 1,5 na demo de 18 a 40), ‘The Gifted‘ estava no grupo de risco de cancelamentos.
Também foi divulgada uma promo do final da primeira temporada da série ‘The Gifted‘.
A jovem atriz britânica, Mya-Lecia Naylor, morreu aos 16, após subitamente desmaiar. Embora a morte tenha acontecido no início de abril, no dia 07, a informação só foi divulgada esta semana. A causa da morte ainda não foi revelada.
Em um pronunciamento, a agência A&J Management, responsável por gerenciar sua carreira, lamentou a repentina perda da atriz:
“É com o mais profundo pesar que temos que anunciar que no domingo, 7 de abril, Mya-Lecia Naylor, infelizmente, morreu. Mya-Lecia foi muito talentosa e uma grande parte da A & J, vamos sentir muito a sua falta. Nosso amor e pensamentos estão com toda sua família e amigos neste momento difícil.”
A atriz havia sido escalada para ‘The Witcher‘, série da Netflix com Henry Cavill.
Embora seja desconhecida do público geral, Mya-Lecia Naylor tinha uma carreira sólida na BBC, participando das séries infantis ‘Almost Never‘ e ‘Millie Inbetween‘. Enquanto a primeira abordava uma rixa de uma boyband com uma girlband, a segunda contava a histórias de duas irmãs se adaptando ao divórcio dos pais.
A atriz também participou do filme ‘A Viagem‘ (2012), ao lado de Tom Hanks, Halle Berry e Hugh Grant.
Uma publicação compartilhada por Cobie Smulders (@cobiesmulders) em
Confira o clipe de ‘Let’s Go To The Mall’:
Estrelada por Josh Radnor, Cobie Smulders, Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason Segel, e Cristin Milioti, a série permaneceu no ar entre 2005 e 2014.
Na trama, Ted Mosby (Radnor) explica para seus filhos como entrou numa desesperada tentativa de encontrar o amor da sua vida enquanto aproveitava a companhia de seus amigos pelas ruas de Nova York.
O suspense criminal ‘O Informante‘, estrelado por Rosamund Pike, Joel Kinnaman e Common, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta quinta-feira (29) na grade de programação.
Na trama, depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.
Assista ao trailer:
Anna de Armas e Clive Owen completam o elenco.
‘O Informante‘ é dirigido por Andrea Di Stefano, a partir de um roteiro co-assinado por Rowan Joffe e Matt Cook.
Embora difíceis e complexas, as adversidades físicas e pessoais vividas pelo atleta Anthony Robles nunca o impediram de sonhar de forma ousada e desafiadora. Sua história de superação e sua tenra e poderosa relação com sua mãe, Judy Robles, estamparam publicações diversas, chamaram a atenção do mundo e agora encontram uma nova audiência através da cinebiografia ‘Imparável’, original da PrimeVideo.
PHILADELPHIA, PA – MARCH 18: Anthony Robles (L) of Arizona State University wrestles Jarrod Patterson of the University of Oklahoma in the 125 pound weight class during the NCAA Wrestling Championships on March 18, 2011 at the Wells Fargo Center in Philadelphia, Pennsylvania. (Photo by Hunter Martin/Getty Images)
Lançada no Festival de Toronto de 2024, o longa dirigido por William Goldenberg, a partir de um roteiro de Eric Champnella, Alex Harris e John Hindman é baseado na incrível jornada de Anthony como um lutador que nasceu sem sua perna direita. Implacável em seus confrontos na modalidade wrestling, Robles se consagrou tricampeão All-American e campeão nacional da NCAA de 2011. Sua impressionante jornada no tatame ainda o levaram a integrar o Conselho Presidencial de Condicionamento Físico, Esportes e Nutrição, do presidente Barack Obama, em 2014.
E fazendo um amplo panorama da infância e juventude de Anthony, explorando até mesmo a complicada relação com seu padrasto Rick, ‘Imparável’ se aprofunda nas feridas cicatrizadas e nos momentos de glória de mãe e filho, em meio a uma realidade tensa e instável. E para Jennifer Lopez, trazer todas essas rachaduras, agruras e lutas não foi um trabalho fácil e exigiu um grande nível de confiança mútua entre ela e Judy.
Durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP foi um dos convidados, Lopez ponderou sobre o assunto e se emocionou ao lembrar do processo de construção de sua personagem:
“Me dá vontade de chorar. Foi muita coisa. Eu realmente tentei absorver tudo que a Judy compartilhou comigo e muito desse resultado é crédito a ela, do quão vulnerável ela se permitiu estar. Não é facil expor sua vida para o público, eu sei disso. E isso foi peça chave para que eu fosse capaz de contar sua história da melhor maneira, porque se ela ficasse me dizendo o tempo todo que tudo estava indo bem, nós jamais teríamos chegando à essência de quão triunfante essa história é. Porque ela realmente se trata da luta que eles tiveram como uma mãe, um filho, como uma mulher também. Era necessário unir tudo isso e criar essa pessoa completa que você vê aqui, que é igualmente incrível e complicada, como qualquer mãe e mulher é”, revelou.
Para Jharrel Jerome, trazer a jornada de Anthony para as telas também seguiu os mesmos critérios, a fim de que o personagem pudesse ser conhecido para além das suas impressionantes habilidades físicas no tatame. Ao longo da coletiva, o vencedor do Emmy Award refletiu sobre o caráter do atleta e sua inspiradora relação com sua mãe:
“Eu aprendi muito cedo que wrestling é o ultimo aspecto que forma o Anthony. Nós já o conhecemos como lutador e como um vencedor, mas aqui você consegue conhecê-lo melhor e até se esquece de que ele é um monstro no tatame, porque ele é tão proteror e uma alma tão gentil…Praticamente o oposto do que ele é no esporte, onde precisa dominar e derrotar. Em casa, ele trabalha para garantir que tudo fique em paz e estável e isso é uma evidência de quem ele é, do homem de caráter que é e de todas as adversidades que venceu. E Judy tem sido a força que tem lhe protegido por todo o caminho. Então quando eu e a Jen conversamos no começo, nós sabíamos que essa não seria uma relação água com açucar e fofinha entre mãe e filho. Sabíamos que deveríamos mostrar o elo e a ligação entre os dois, porque não existiria Anthony sem a Judy”, ponderou.
Como parte desse processo de construção em tela, Anthony ainda foi dublê de cenas de ação para Jharrel, o que – naturalmente – os aproximou para além da dinâmica de estudo de personagem. E de acordo com o atleta, essa relação nascida nos bastidores das gravações permitiu que uma irmandade nascesse entre ambos, com o jovem chegando a compartilhar traumas e antigas feridas com o ator, tamanha confiança e segurança que sentiu nessa nova amizade.
“Foi uma experiência bem nova pra mim. Esse processo de trabalhar com o Jharrel e vê-lo atento aos detalhes que me fazem quem eu sou permitiram que tudo ficasse mais natural, porque desenvolvemos esse vínculo, um relacionamento, uma irmandade. Então eu pude confiar muito nele para compartilhar alguns sentimentos e me abrir sobre algumas memórias dolorosas que em outros casos eu não falaria, mas que aqui fluíram naturalmente. E no tatame, trabalhar com o Jharrel como seu dublê – na questão de wrestling – é o que eu sei fazer melhor. Eu conheço o aspecto técnico da modalidade. Mas foi impressionante o Jharrel ter aprendido, não apenas o estilo, mas também a fazer os movimentos com apenas uma perna. Ele realmente se comprometeu a aprender essas pequenas coisas comigo e foi empolgante vê-lo em cena”.
E embora o wrestling seja uma parte importante do longa, para o diretor William Goldenberg, ‘Imparável’ é muito mais que o um drama esportivo e se sustenta majoritariamente na relação poderosa entre mãe e filho e a maneira como sobreviveram às circunstâncias mais difíceis.
“Pra mim, esse filme nunca foi sobre wrestling. Sempre foi uma história sobre mãe e filho, o apoio incondicional um pelo outro e como esse amor imortal os formou e os moldou. E foi isso que tornou essa história única. Você pode falar que é um filme esportivo, mas não vi um filme assim ainda e foi o que me atraiu à história. Acho que muitas pessoas conseguem se identificar com isso. Relacionamento com pai e mãe é universal. E lendo o livro e conhecendo Judy e Anthony, ficou tão claro para mim que essa história se aplicaria a qualquer contexto, wrestling, culinária…Essa foi a essência para mim. E você consegue perceber, ao nos ouvir aqui comentando sobre esse processo, o quanto viramos uma grande família e o quanto queremos honrar uns aos outros com essa obra”, concluiu.
A trama acompanha a inspiradora história de Anthony Robles (Jharrel Jerome), um lutador real que nasceu sem a perna direita. Ele fez história ao conquistar o campeonato nacional de luta livre individual da NCAA em 2011, na categoria de peso até 56 kg.
William Goldenberg faz sua estreia como diretor com o projeto, enquanto Eric Champnella, Alex Harris e John Hindman assinam o roteiro.
Bobby Cannavale, Michael Peña e Don Cheadle integram o elenco.
O Mês do Orgulho LGBTQIA+ é tempo de celebração, visibilidade e, claro, amor em todas as suas formas. Para homenagear essa data tão significativa, reunimos uma seleção de sete filmes de romance queer lançados a partir de 2020, que se destacam não apenas pela representatividade, mas também pela força estética e emocional — atravessando diversos contextos geográficos e políticos.
Os títulos fogem da fórmula clássica do “felizes para sempre”. O que os torna memoráveis é justamente a forma como abordam o apaixonamento e a entrega amorosa de seus personagens — muitas vezes sem garantias, mas sempre com intensidade. O foco aqui é a jornada, não o destino final.
Essa lista comprova que o romance queer contemporâneo é multifacetado, emocionalmente denso e, muitas vezes, esteticamente inovador. Em vez de finais previsíveis, esses filmes convidam a mergulhar na complexidade de amar e ser amado — com todas as alegrias, perdas e contradições que isso envolve. No Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebre também essas histórias que desafiam normas e celebram o amor em sua forma mais livre.
1. Todos Nós Desconhecidos (2023)
Dirigido por Andrew Haigh (45 Anos), Todos Nós Desconhecidos (All of Us Strangers) acompanha o romance enigmático entre os solitários Adam (Andrew Scott) e Harry (Paul Mescal), que se encontram em um prédio quase vazio e mergulham em uma relação inesperada e íntima. O filme transita entre o real e o fantástico, ao abordar também a reconexão de Adam com seus pais falecidos. Uma obra sobre memória, luto e conexões profundas, com atuações arrebatadoras dos protagonistas.
Disponível na Disney+
2. Verão de 85 (Été 85, 2020)
Das mãos de François Ozon (Dentro de Casa) nasce a cativante relação de Alexis (Félix Lefebvre) e David (Benjamin Voisin) à beira-mar, nos anos 1980, ao som de Rod Stewart. Juventude, desejo e descoberta sexual se entrelaçam em uma narrativa melancólica e potente, adaptada do romance Dance on My Grave, de Aidan Chambers, o qual marcou profundamente a juventude do cineasta. A estética oitentista e a trilha sonora nostálgica fazem deste filme um retrato sensível do amor adolescente. Destaque para a atuação magnética de Benjamin Voisin, indicado ao César pelo papel.
Disponivel na GloboPlay e Telecine
3. Nós Duas (Deux, 2020)
Nina (Barbara Sukowa) e Madeleine (Martine Chevallier) vivem um amor secreto há décadas, escondido atrás de portas vizinhas em um prédio. Quando uma tragédia as separa, a luta para manter esse amor vivo se torna comovente. Primeiro — e até agora único — longa do diretor Filippo Meneghetti, Nós Duasé um romance delicado e poderoso sobre resistência, envelhecimento e coragem. A forma peculiar de filmagem — ocultando os momentos-chave e nos levando a imaginar o desenrolar dos sentimentos — rende ao filme a nomeação para representar a França no Oscar 2022.
Disponível na Globoplay e Reserva Imovision
4. Love Lies Bleeding – O Amor Sangra (2024)
Com uma pegada noir e atmosfera sombria, Love Lies Bleeding mistura romance, crime e um toque de fantasia. A gerente de academia introvertida Lou (Kristen Stewart) se envolve com a forasteira Jackie (Katy O’Brien), uma fisiculturista cheia de segredos. Escrito e dirigido por Rose Glass (Saint Maud), o filme exala tensão sexual e emoção bruta. Em um cenário de pretensos gângsteres, o amor entre elas é colocado à prova entre proteção, obsessão e desejo.
Disponível na Max.
5. Baby (2020)
Entre os romances recentes da cinematografia brasileira, Baby, de Marcelo Caetano, é um dos mais instigantes. Ambientado em uma São Paulo onírica, acompanha o desenvolvimento gradual e conflituoso do relacionamento entre o jovem Baby (João Pedro Mariano) e o michê Ronaldo (Ricardo Teodoro). Eles se conhecem em um cinema pornô — um buscando companhia, outro um cliente — mas ambos encontram desejo, fuga e transgressão. Com narrativa fragmentada e sensual, o filme une solidão e erotismo de forma poética.
Lançado nos cinemas em janeiro; ainda sem distribuição em VOD/SVOD
6. Só ao meu Desejo (Mon seul désir, 2023)
Quando a universitária Aurore (Louise Chevillotte) conhece a misteriosa Mia (Zita Hanrot) em um clube de strip, sua vida dá uma reviravolta. Erotismo, amizade e romance se entrelaçam em uma jornada de autodescoberta entre duas mulheres que jamais imaginariam essa conexão. Dirigido por Lucie Borleteau (Chanson Douce), o filme é ousado na sensualidade e livre de moralismos, refletindo sobre o direito de desejar sem culpa — mesmo quando isso desafia convenções.
Lançado no MyFrenchFilmFestival 2023; disponível via VPN na Plex.TV (EUA)
7. Jumbo (2020)
Em um dos romances mais inusitados do cinema recente, Jeanne (Noémie Merlant) se apaixona por uma atração de parque de diversões. Pode parecer absurdo, mas Jumbo, de Zoé Wittock, trata esse amor com uma sensibilidade surpreendente. É uma das poucas obras a abordar a sexualidade com objetos de forma genuína e emocionante. Um conto queer simbólico, que questiona os limites do desejo e da identidade.
Lançamento no Brasil pela SescTV; disponível via VPN na Paramount+ (França).
Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um belíssimo pôster animado. Confira:
Assista também o novo e espetacular trailer:
‘Vingadores: Guerra Infinita’ terá 2 horas e 36 minutos de duração. Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).
‘Pantera Negra’, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).
Wakanda para sempre! ‘Pantera Negra‘ encerrou sua carreira nos cinemas americanos no fim de semana passado com US$ 700 milhões.
A aventura dirigido por Ryan Coogler se torna, assim, a terceira maior bilheteria da história nos EUA, atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 760 milhões) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 936 milhões).
Atualmente, já acumula mais de US$ 1.34 bilhões mundialmente.
Recentemente, Kevin Feige confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento.
O diretor Ryan Coogler está em conversas com Donald Glover (‘Han Solo’) para viver o possível vilão da continuação.
“Fontes internas” confirmam que a Marvel e a Disney estão conversando com o ator, porém, nada foi confirmada ainda. Além disso, Michael B. Jordan também pode retornar e a produção deve começar apenas em 2019.
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (‘Creed: Nascido para Lutar’).
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