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Netflix vai aumentar os valores de sua mensalidade mais uma vez

Os assinantes da Netflix devem se preparar, pois a gigante do streaming deve novamente reajustar os valores de suas mensalidades. A medida já está sendo empregada na América do Norte, conforme pontuou o site The Wrap.

Segundo a publicação, o aumento dos preços já começa a partir do mês de novembro na América do Norte. Isso significa que o plano padrão, que permite aos assinantes assistir a até duas telas simultaneamente em alta definição, passará a custar US$ 13,99.

Já o plano premium, que garante aos assinantes o direito de assistir a até quatro telas simultaneamente (incluindo em qualidade 4K, quando possível), custará US$ 17,99/mês.

O novo preço entrará em vigor para os clientes atuais em seu próximo ciclo de faturamento e qualquer pessoa que decidir assinar a Netflix a partir da data de hoje já pagará o mesmo montante em sua primeira fatura.

Ainda não se sabe qual será a dimensão do aumento das mensalidades brasileiras, mas a expectativa é de que a Netflix nacional faça os mesmos ajustes que a base norte-americana. Além disso, não se tem informações a respeito de quando os acréscimos nos preços entrarão em vigor para os assinantes daqui.

Este último aumento de preços ocorre um ano depois da Netflix ter feito ajustes significativos em seus preços ao redor do mundo. Acredita-se que decisão se dá em virtude do delicado quadro mundial, que impactou diretamente na economia global, afetando ainda as produções de diversos projetos da indústria cinematográfica.

Com o aumento nos custos de produção, em virtude da paralisação das filmagens, e aumento de gastos com protocolos de segurança contra contágio por COVID1-19, a Netflix se viu forçada a cancelar séries novas que já haviam garantido uma nova temporada, além de suspender terminantemente a produção de uma série inédita, que estava prestes a iniciar suas filmagens.

 

‘Hellraiser’: Clive Barker será produtor executivo da série da HBO

De acordo com o Deadline, Clive Barker será o produtor executivo da série ‘Hellraiser‘, baseada na franquia que ele mesmo criou, que está sendo desenvolvida pela HBO.

Vale destacar que esse será o seu primeiro envolvimento na franquia desde ‘Hellraiser IV – Herança Maldita‘, lançado em 1996.

“Estou muito animado em ver a mitologia da franquia ganhar uma nova vida,” afirmou Barker em uma declaração. “Está na hora das histórias voltarem às origens. Estou ansioso para trazer para o público o elemento mais antigo do terror: o mal que invade nossas vidas e como nós precisamos ter forças para resisti-lo.”

David Gordon Green, do reboot de ‘Halloween‘, será responsável pela direção do piloto e diversos outros episódios da primeira temporada.

A série está sendo escrita por Mark Verheiden (‘Demolidor’) e Michael Dougherty (‘Contos do Dia das Bruxas’).

A produção não será um reboot ou uma sequência da franquia original, mas sim uma expansão da mitologia original, inspirada pelo livro de Clive Barker, ‘The Hellbound Heart‘.

Rumores apontam que o Pinhead será um dos personagens principais da série.

Vale lembrar que David Bruckner (‘O Ritual‘) foi contratado para dirigir um reboot para os cinemas, que será roteirizado pela dupla Ben Collins e Luke Piotrowski.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sado-masoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

‘Victor Frankenstein’: Globo exibirá filme com Daniel Radcliffe que teve pior abertura da história do cinema

A TV Globo irá exibir no Supercine deste sábado (31) o filme ‘Victor Frankenstein‘ (2015), estrelado por James McAvoy e Daniel Radcliffe.

O filme é inédito na TV.

Na trama, o radical cientista Victor Frankenstein (McAvoy) e seu igualmente brilhante pupilo Igor Strausman (Radcliffe) compartilham uma visão nobre de ajudar a humanidade através de sua pesquisa inovadora sobre a imortalidade. Mas as experiências de Victor vão longe demais, e sua obsessão tem consequências terríveis. Apenas Igor pode trazer seu amigo de volta da beira da loucura e salvá-lo de sua criação monstruosa.

O roteiro é de Max Landis (‘Poder Sem Limites’). Paul McGuigan (‘Xeque-Mate’) dirige.

Victor Frankenstein‘ foi lançado em 2015 e conquistou a pior abertura da história do cinema.

Lançado em 2.797 salas de cinemas, o filme só conseguiu arrecadar míseros US$ 2,3 milhões em seu fim de semana de estreia. Trata-se da pior abertura já registrada para um filme lançado em mais de 2.500 salas.

Crítica | Victor Frankenstein 

Confira o TOP 10 de piores aberturas do cinema, segundo o Box Office Mojo:

FilmeDist.Abertura% do TotalSalas
1Victor FrankensteinFox$2,350,00068.4%2,797
2A Luta por um IdealFox$2,603,37049.0%2,515
3O RoqueiroFox$2,636,04841.1%2,784
4Bem-vindo ao JogoWB$2,710,44547.1%2,525
5HootNL$3,368,19741.5%3,018
6Dizem Por Aí…WB$3,473,1558.1%2,815
7Joe SomebodyFox$3,553,72515.6%2,506
8A TravessiaTriS$3,719,17736.7%2,509
9Os Seis Signos da LuzFox$3,745,31542.6%3,141
10A Lenda de OzCE$3,747,78044.3%2,658

 

Daniel Radcliffe e James McAvoy se divertem nos bastidores de ‘Victor Frankenstein’

 

Nicolas Cage enfrenta animatronics demoníacos no trailer do terror ‘Willy’s Wonderland’; Confira!

Screen Media Films divulgou hoje (30) o teaser trailer do terror ‘Willy’s Wonderland’, estrelado por Nicolas Cage.

Confira:

O filme é dirigido por Kevin Lewis.

Na trama, Cage dá vida a um homem que aceita o emprego de zelador noturno em um condenado parque temático, onde acaba lutando pela sobrevivência contra animatronics demoníacos que ganham vida à noite.

Emily TostaBeth GrantRic ReitzChris Warner completam o elenco.

‘Willy’s Wonderland’ estreia nos cinemas e em VOD no ano que vem, ainda sem data confirmada.

Vin Diesel lança segundo single de sua carreira musical, “Days Are Over”

Com a sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ adiada para 2021, o astro Vin Diesel encontrou tempo para investir em uma outra paixão profissional, bem diferente da atuação – a música.

Depois de lançar a primeira canção de sua carreira, Diesel retornou aos holofotes com o lançamento de “Days Are Over”, que já está disponível em todas as plataformas.

Confira:

Diesel poderá ser visto em 2021 de volta aos cinemas, quando ‘Velozes e Furiosos 9‘ chegar às telonas ao redor do mundo.

Confira a sinopse oficial:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Em uma recente entrevista ao ET, o astro Vin Diesel foi questionado sobre quem ele gostaria de ver no elenco do nono filme e, como resposta, disse que o novo capítulo da saga terá uma surpresa especial.

“Temos uma grande surpresa para vocês. Não posso dizer a ninguém, mas é muito legal. É um testamento para a franquia, um testamento para o trabalho que todos tiveram e um testamento para a integridade. Como um thespian, como alguém que começou a atuar aos sete anos de idade, é incrível dançar com outros thespians aclamados e tentar criar mágica”.

De quem você acha que ele está falando?

Lembrando que a Universal Pictures do Brasil confirmou o adiamento da sequência para abril de 2021 por causa do surto de Coronavírus.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada abre com 96% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ já estreou no Disneye parece que manteve o altíssimo nível da produção derivada do universo Star Wars.

No Rotten Tomatoes, o novo ano abriu com 96% de aprovação com nota 7.93/10 baseada em 26 reviews até o momento.

Confira:

“‘The Marshall’ faz tudo o que os melhores episódios da primeira temporada fizeram” – Exclaim!.

“A 2ª temporada tem um forte começo e consegue fazer o que parece impossível nestes dias – agradar a todos” – Beyond the Trailer.

A estreia nacional dos dois ciclos acontece no dia 17 de novembro.

De acordo com o Disney Insider, a Disney+ vai repetir a estratégia de lançamentos semanais durante a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, e a data de cada episódio foi divulgada por fontes ligadas à produção.

Sendo assim, o calendário de estreia ficou marcado para todas as sextas-feiras, a partir de 30 de outubro.

Confira:

Episódio 01 – 30 de outubro de 2020
Episódio 02 – 06 de novembro de 2020
Episódio 03 – 13 de novembro de 2020
Episódio 04 – 20 de novembro de 2020
Episódio 05 – 27 de novembro de 2020
Episódio 06 – 04 de dezembro de 2020
Episódio 07 – 11 de dezembro de 2020
Episódio 08 – 18 de dezembro de 2020

 

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Snoopy 70 Anos | Conheça a história por trás do cãozinho mais amado dos cartuns

Lançado oficialmente em outubro de 1950, o cachorrinho Snoopy, junto da turma do Charlie Brown, ou do Minduim, como foi chamado por muitos anos no Brasil, completa 70 anos em 2020. Extremamente popular, a série de tirinhas do cachorrinho monocromático já foi publicada por mais de 2,6 mil veículos em mais de 75 países ao longo da história. Estima-se que mais de 355 milhões de pessoas, em 40 idiomas diferentes, tenham sido diretamente impactadas pelas tirinhas, que deixaram de ser publicadas há pouco mais de 20 anos, em fevereiro de 2000, quando o criador do personagem Charles M. Schulz faleceu vítima de complicações de um câncer de cólon. Nesses anos todos, a Turma do Minduim ganhou jornais, revistas, desenhos animados, filmes e milhões de produtos licenciados. O sucesso foi tão grande que mesmo hoje, sem ter mais tanto espaço na mídia quanto no passado, o personagem continua extremamente popular.

Criação

Charles M. Schulz nasceu em 1922, em Minnesota, nos Estados Unidos. Filho de uma dona de casa com um barbeiro de origem alemã, Schulz era o mais novo e o mais tímido da turma na escola. Charles dizia que sua primeira lembrança envolvendo o mundo dos cartuns foi no primeiro dia do jardim de infância, quando a professora deu papel e giz de cera para que os alunos “desenhassem o que quisessem”. Ele desenhou um homem limpando neve com uma pá que chamou a atenção da professora. Impressionada, ela disse: “Algum dia, Charles, você será um grande artista”.

Tentando sobreviver à Grande Depressão, a família Schulz passava por dificuldades financeiras e chegou ao ponto de só ter panquecas para comer. O único divertimento que eles conseguiam pagar eram as tirinhas dos jornais. Charles logo virou um fanático pelas histórias de Buck Rogers e do Popeye. Ele treinava seus desenhos fazendo as próprias historinhas, além de sempre pedir o máximo de jornais e revistas possíveis para que pudesse ler mais e mais tirinhas. Na virada do ano de 1936, o pai mandou uma carta para o jornal ilustrado “Believe It Or Not”, junto a um desenho do cachorrinho da família, Spike, no qual o próprio Charles, que tinha apenas 14 anos na época, descrevia as habilidades especiais do cachorrinho em comer absolutamente qualquer coisa que aparecesse pela frente sem passar mal depois. O editor gostou e publicou a ilustração com o nome de “Sparky”, fazendo com que esse se tornasse o primeiro desenho de Charles M. Schulz a ser veiculado.

Indo muito bem nas aulas de artes da escola, Schulz terminou a escola com louvor em 1940. No mesmo ano, ele foi inscrito na Art Instruction Schools Inc., que ensinava a desenhar por correspondência. No ano seguinte, ele começa a mandar suas tirinhas para diversos jornais e revistas, manda até mesmo para Walt Disney, mas não obtém sucesso.

Após a mãe falecer em 1943, ele se alista para o exército americano e lidera uma esquadra de infantaria na Europa. Foi um período muito difícil. Em 1975, ele comentou sua passagem militar: “O exército me ensinou tudo que precisava saber sobre minha própria solidão”. Quando ele retorna, é contratado como instrutor da escola de artes que ele havia feito por correspondência. Lá, ele melhora suas habilidades e adota o nome “Sparky”. Assim, algumas artes começam a ser publicadas nos jornais da região. Não demora muito até que Sparky’s Li’lFolks começa a fazer sucesso. As tirinhas mostravam crianças brincando com situações do cotidiano e o protagonista era um menino quietinho com um cachorro em preto e branco.


O sucesso chamou atenção do The Washington Post, que passou a contar com os serviços de Schulz. Mas havia um porém: o nome das tirinhas era muito parecido com outra já existente. Para ser publicada, a história teria que mudar de nome. Dessa forma, muito contrariado, Schulz aceitou que mudassem os “Li’lFolks” para “Peanuts”, nome que, segundo o próprio artista era: “o pior nome possível para uma tirinha”. Então, em outubro de 1950, Charlie Brown e sua turminha fizeram sua estreia. O resto é história.

Essa é a primeira tirinha sob o título de “Peanuts”.

Um menino desiludido e sonhador

Devido à infância introspectiva, Schulz não descrevia suas memórias com muita alegria. Essa desilusão e solidão, tentando sempre se encaixar em algum lugar ou atividade, refletiram diretamente na personalidade do menininho Charlie Brown. Cheio de questionamentos filosóficos, brincadeiras auto-depreciativas e tendo de lidar com diversos fracassos constantes, o garoto se tornou um espelho do próprio Schulz, que nunca deixou de perseguir seus sonhos, por mais que o contexto não o ajudasse. A Garotinha Ruiva, paixão platônica de Charlie Brown, por exemplo, foi baseada em Donna Mae Johnson, uma menina que trabalhava na contabilidade da Art Instruction Schools Inc. que chegou a namorar com Schulz, mas acabou aceitando a proposta de casamento de outro homem. Essas frustrações da vida renderam aspectos de personalidade e histórias imortais da Turma do Minduim.

Schulz e Charlie Brown se influenciaram

Melhor Amigo

O Snoopy mudou ao longo dos anos. Quando ele estreou, era um cachorrinho mais tradicional. Baseado em um beagle, ele andava em quatro patas e não se comunicava. Porém, em sua primeira década de vida, ele passou a andar sobre duas patas, expressar seus sentimentos e interagir com personagens de forma mais antropomórfica. Originalmente, ele se chamaria Sniffy, mas o nome já era usado por outras tirinhas. Então, o passado de Schulz influenciou mais uma vez. Durante a infância, o artista teve dois cachorros. Ambos monocromáticos, eles se chamaram Snooky e Spike, respectivamente. Combinando os dois nomes, surgiu o Snoopy. Sempre sonhador, o cachorrinho vive devaneando sobre seus feitos, seja se portando como um “cara descolado” no papel de Joe Cool ou até mesmo enfrentando o temível Barão Vermelho. Repleto de características marcantes, como dormir no telhado da casinha, ele se tornou um dos personagens mais amados das tirinhas e da cultura Pop em geral.

A primeira aparição do Snoopy aconteceu dois dias depois da primeira tirinha.

 

Animação

Nos anos 1960, Peanuts já era um sucesso das tirinhas. Com a popularização dos desenhos animados, não demorou muito para que a Turma ganhasse as telas. Os diversos especiais foram sendo lançados e se tornando clássicos instantâneos. O sucesso era tão grande que a marca se consolidou e começou a vender uma série de produtos que caíram no gosto dos fãs. A série animada regular começou nos anos 1980 e apenas expandiu o carinho dos fãs pelos personagens. O reconhecimento da qualidade veio com a conquista de praticamente todos os prêmios possíveis, faltando apenas o Oscar, ao qual foi indicado em 1969. No mesmo ano, Snoopy descobriu que o céu não era mais o limite, literalmente. Isso porque ele foi adotado como o mascote da missão Apollo 10 e deu nome ao módulo lunar da missão.

3D

Em 2015, os cinemas receberam pela primeira vez uma animação 3D da Turma do Charlie Brown. Reunindo momentos memoráveis das animações do passado e das tirinhas, Snoopy & Charlie BrownPeanuts: O Filme trouxe uma animação estilizada, que manteve as características clássicas dos personagens, mas sem perder o ar da tecnologia atual. O longa foi bem recebido e se tornou um sucesso de críticas e bilheteria.

“Mas que puxa!”

Nos últimos 70 anos, Snoopy, Charlie Brown e os membros da turma foram parte importante na vida de muita gente ao redor do mundo. O projeto de vida de Schulz foi reconhecido como uma das grandes obras da humanidade e deve continuar fazendo sucesso pelas próximas gerações.

 

Crítica | Seduced: Documentário aprofunda investigação da seita NXIVM

Quando, em 2017, eclodiram as notícias sobre o envolvimento da atriz Allison Mack em um culto transformando mulheres em escravas sexuais, não era difícil concluir que havia ali um prato cheio para os documentaristas. Pessoas, ricas, famosas e influentes sendo vítimas de filosofias baratas e papo predatório de coach, que você a princípio diria que não são capazes de enganar alguém em sã consciência — até perceber o tamanho do prejuízo psicológico que fez nas suas vítimas. Se The Vow, da HBO, traz um olhar mais amplo e por vezes genérico ou obtuso do NXIVM, ‘Seduced’ volta a sua narrativa para a história de uma das sobreviventes: India Oxenberg, que aqui tem voz e vez.

Embora parta de uma estrutura tradicionalista ancorada em depoimentos em primeira pessoa e imagens de arquivo, o novo documentário do Starzplay atinge uma objetividade esclarecedora a partir da escolha que faz de contar a história de fora para dentro, e não de dentro para fora. Cecilia Peck parte das experiências da atriz Catherine Oxenberg e sua filha tendo o primeiro contato com o grupo aparentemente inocente para apresentar ao público aos poucos a sua complexa estrutura, sem cometer o pecado de esconder o lide. No início, elas não sabem exatamente no que estão entrando — Catherine, embora não tenha feito parte do culto, sente a culpa por ter sido quem o apresentou à filha, que se tornou uma das vítimas de Keith Raniere. À medida que elas contam sobre as reuniões e o que as atraía para as próximas etapas e a continuar participando, vamos também conhecendo os artifícios psicológicos que faziam as pessoas retornarem e seguirem participando do processos, com o auxílio de especialistas em cultos e jornalistas que chegaram a publicar reportagens denunciando o comportamento predatório de Raniere. 

O acesso de Peck e da montadora Inbal B. Lessner a ex-membros do culto de Raniere, dispostos a falar em câmera e a contribuir para a construção da emaranhada teia de subdivisões do NXIVM, é essencial não apenas para que o espectador tenha em mente a real extensão do culto como também para não tornar a história individualizada. Enquanto The Vow traz um olhar mais voltado para as manipulações psicológicas e muitas vezes trata o abuso sexual como consequência, e não objetivo, faz um excelente trabalho no sentido de esclarecer como o NXIVM funcionava em várias frentes e como isso fez com que durante tanto tempo os atos do líder da seita ficassem encobertos. Ele se alonga nos processos de introdução e no fato de tantas pessoas estarem distantes da DOS, etapa que de fato funcionava para escravizar sexualmente as mulheres. Isso, apesar de fazer de The Vow um documentário mais extenso horizontalmente, o torna menos aprofundado. É nesse aprofundamento que ‘Seduced’ se destaca. 

Por isso, é quase como se os dois funcionassem de forma complementar, ainda que suas execuções não tenham relação e quase tudo neles seja antagônico. Embora India Oxenberg seja personagem nos dois materiais, apenas nesse é que ela diz a sua versão e tem o poder da fala,e  isso nos concede uma perspectiva pessoal mais contundente e tocante que qualquer relato difícil ou quantas vezes o programa da HBO repita a rotina das mensagens de texto e das punições para as mulheres escravizadas que não as respondessem dentro do tempo estipulado. 

Para Peck, a documentarista, era importante que a história fosse contada da perspectiva das mulheres, das entrevistadas às assistentes de produção. Tal determinação é sentida principalmente através da sensibilidade com que a câmera lida com os momentos mais dolorosos para as personagens, sem fazer com que o fato de elas eventualmente se emocionarem ou embargarem a voz se torne mais importante do que o conteúdo sendo transmitido. Não há manipulação emocional ou ganchos sensacionalistas repletos de promessas espalhafatosas e eventualmente vazias, e existe uma distinção clara — não semântica, mas fisicamente presente —  entre elas exercerem o papel de vítima ou o papel de sobreviventes. Aqui, o caso é o último.

Quando o documentário deixa que suas personagens façam perguntas do tipo “como eu fui doutrinada sem nem mesmo saber?” e “como eles nos fazem agradecer por esse tipo de abuso?”, isso são formas de devolver a elas agência. Quando, nos momentos iniciais, India diz que está cansada de buscar o próprio nome no Google e ler determinados termos associados a ela, ‘Seduced’ se dispõe a fazer ela, e tantas sobreviventes, terem o conforto e a lucidez para seguirem em frente. 

Seduced: Inside the NXIVM Cult estreia no Starzplay em 15 de novembro.

Caindo em Pé é o novo filme da TNT que vai SALVAR VOCÊ NESSA PANDEMIA!

A nova comédia dramática da TNT, intitulada Caindo em Pé, teve uma jornada primorosa em festivais de cinema e agora chega ao público geral nesta sexta-feira (30), estreando às 22h30 no canal.

A nossa crítica e jornalista Rafa Gomes entrevistou o diretor do filme, Matt Ratner, que deu detalhes sobre a premiada produção e ainda revelou porque o longa é ideal para enfrentar o delicado contexto nascido em virtude da pandemia do Coronavírus.

Assista:

Na trama, uma improvável amizade surge entre um comediante fracassado e um simpático, porém problemático dermatologista. À medida que a convivência cresce, essas duas figuras tão distintas descobrirão um laço fraternal que os levará a uma inspiradora jornada de autoconhecimento, perdão e recomeços.

Crítica | Caindo em Pé: Billy Crystal estrela apaixonante comédia dramática sobre recomeços

Dirigido por Matt Ratner, o longa marca a estreia na direção do aclamado produtor e conta com Ben Schwartz, David Castañeda e Billy Crystal.

Confira o trailer:

Crítica | Caindo em Pé: Apaixonante comédia dramática com Billy Crystal estreia HOJE na TNT

*O filme estreia nesta sexta-feira, 30 de outubro, às 22h30 na TNT

Fracassados à sua maneira e rejeitados pelos seus, dois homens que poderiam muito bem ser pai e filho se encontram em uma espécie de bifurcação da vida, onde uma silenciosa sensação de abandono habita. Em Caindo em Pé, Ben Schwartz é Scott, um jovem que cambaleia como comediante stand up com piadas indiferentes e impessoais, que não dizem nada sobre si ou sobre sua história. Como alguém que fez de tudo para fugir da pequena cidade do interior de onde veio, ele fracassa em uma Los Angeles sem tempo para artistas amadores e se vê de volta à estaca zero, na casa dos pais.

Já na sua terra natal, está Billy Crystal como Marty, um dermatologista que ainda que queira, jamais conseguirá fugir do seu passado. Ambos enraizados em seus particulares dilemas, eles encontrarão um no outro o apoio e amparo necessários para trilhar uma nova história, que talvez guarde em si um futuro um pouco mais esperançoso. Premiado em festivais de cinema, Caindo em Pé é o tipo de comédia dramática nascida na era pré-pandemia que nunca fez tanto sentido como hoje. Quase como um conto vanguardista, o longa marca a estreia na direção de Matt Ratner, conhecido produtor de longas como Band of Robbers e Manson Family Vacation.

Com uma trama simples que traz em sua essência a certeza de que há sempre um recomeço, independente das escolhas feitas ou não, a dramédia carrega em si um ar reconfortante e acalentador que inspira as relações humanas. Trazendo uma narrativa simbólica que ainda trabalha a fragilidade dos diversos seios familiares e como ela pode afetar as nossas vidas a longo prazo, a produção consegue ser profundamente reflexiva dentro de sua própria simplicidade, à medida que nos leva ao riso com delicadeza e gentileza.

Equilibrando o humor com o drama com naturalidade, Caindo em Pé é ainda marcante pela construção de seus personagens. Complexos e cheios de camadas, eles surgem em tons de cinza, são permeados por decisões boas e ruins e se desenvolvem em um dinamismo surpreendente. Sabendo usar o seu tempo de tela com precisão, Ratner não aparenta ser um novato na direção e consegue desmembrar as camadas mais fundamentais de seus dois protagonistas em diálogos que soam como música para os ouvidos e tocam no nosso íntimo.

Trazendo os personagens secundários e terciários para o centro da trama, a partir de seu nível de conexão com os protagonistas Marty e Scott, o roteiro de Caindo em Pé – de autoria de Peter Hoare – sabe aproveitar os arcos e subtramas que acompanham cada qual dos coadjuvantes, permitindo que um nível de conexão e mutualidade seja gerado entre a audiência e todos do elenco. Com uma dinâmica relacional impressionante e hipnotizante entre Crystal e Schwarts, a comédia dramática nos coloca diante do que parece ser uma antiga e peculiar amizade, agregando um valor ainda maior para a trama.

Reunindo alguns clichês dramáticos que visam engrossar a complexidade da trama, a produção é o tipo de filme que facilmente se conecta a qualquer tipo de público, por tratar de questões tão universais e tão palpáveis como pressões familiares, sonhos profissionais, relacionamentos fracassados e os fantasmas do passado. Com atuações encantadoras e absolutamente naturais, o longa proporciona uma experiência divertida e leve, à medida que nos encoraja a reavaliar nossas vidas e escolhas. Feito no passado de forma impensada para um futuro que jamais imaginaríamos que existiria, Caindo em Pé é ainda um lembrete incrível do quão necessário é fazer com que o cinema indie chegue ao público de massa. E a TNT entendeu isso muito bem.

Amazon Prime e Blumhouse revelam os próximos 4 filmes de terror inéditos que entrarão no catálogo

Após o lançamento global de Welcome to the Blumhouse, o Amazon Prime Video anunciou hoje a lista das próximas quatro produções desta coleção de oito filmes produzidos pelo Amazon Studios e Blumhouse Television, de Jason Blum. Os títulos são: The Manor, escrito e dirigido por Axelle Carolyn; Black as Night, da diretora Maritte Lee Go; Madres, dirigido por Ryan Zaragoza; e Bingo, da diretora Gigi Saul Guerrero. Os thrillers arrepiantes serão lançados em 2021 no Prime Video em mais de 200 países e territórios.

O programa Welcome to the Blumhouse dá continuidade ao legado de uma narrativa de gênero original e de alta qualidade, que é a assinatura da Blumhouse. Centrados em temas perturbadores de horrores institucionais e fobias pessoais, os filmes exploram os medos mais profundos das pessoas. Esses thrillers sociais apresentam uma visão distinta e uma perspectiva única. Semelhante aos quatro primeiros filmes, a lista segue temas de mesma linha, tornando Welcome to the Blumhouse o primeiro programa de filmes Originais Amazon no Prime Video que são tematicamente conectados. As produções continuam a apresentar cineastas promissores, ao lado de atores consagrados em papéis excepcionais e chocantes.

“Vindo do lançamento bem-sucedido dos quatro primeiros filmes do programa, que superou nossas expectativas, estamos empolgados em revelar o próximo capítulo, que chegará em 2021 “, disse Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “O formigamento na espinha e a sensação de arrepiar continuam nesta próxima coleção de títulos que, certamente, irão entreter, surpreender e chocar nossos clientes globais.”

“Estamos entusiasmados em ver como o público em todo o mundo respondeu aos filmes da lista de Welcome to the Blumhouse. Não poderíamos estar mais orgulhosos do trabalho desses cineastas, elenco e equipe talentosos de todos os filmes “, disse Jeremy Gold, presidente da Blumhouse Television. “E estamos animados em apresentar a próxima onda de filmes e os incríveis cineastas em seu comando.”

The Manor é escrito e dirigido por Axelle Carolyn e estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane. Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar.

Black as Night tem direção de Maritte Lee Go e roteiro de Sherman Payne. O elenco é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith. Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos desprivilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do garoto que ela sempre desejou e de uma peculiar garota rica.

Madres é dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e tem roteiro de Marcella Ochoa e Mario Miscione. O longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo. Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto.

Bingo conta com direção de Gigi Saul Guerrero e roteiro de Shane McKenzie, Gigi Saul Guerrero e Perry Blackshear. No bairro de Oak Springs vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro.

A primeira lista de filmes lançados no início deste mês e disponível exclusivamente no Prime Video contempla os títulos: The Lie, da aclamada escritora/diretora Veena Sud; Black Box, do promissor escritor/diretor Emmanuel Osei-Kuffour Jr.; Evil Eye, dos jovens diretores Elan Dassani e Rajeev Dassani; e Nocturne, da cineasta Zu Quirke.

E, agora que esse primeiro bloco terminou, o CinePOP resolveu fazer um breve ranking do pior ao melhor capítulo dessa franquia sem precedentes.

Confira:

4. EVIL EYE

Direção: Elan Dassani, Rajeev Dassani

Lançamento: 13 de outubro

“Comandado pelos irmãos Elan e Rajeev DassaniEvil Eye força cada um de seus arcos narrativos em um convulsionado produto sem pé nem cabeça – e sem qualquer ritmo fílmico. De um lado, essa nova construção episódica da saga supracitada se assemelha a qualquer drama independente que tenhamos visto nos últimos anos, valendo-se de momentos preciosistas demais para serem levados a sérios e uma agridoce e previsível repetição de eventos e ações. Usha e Pallavi não saem de onde começaram e caem numa rotina circinal e maçante – aliás, nem ao menos sabendo de que forma sair das obviedades. De outro, o roteiro assinado por Madhuri Shekar não dá espaço para muitas investidas criativas […].

Como se isso não bastasse, a tensa ambientação fica presa a uma vaidade autodestrutiva cuja ideia é infundir a banalidade do cotidiano à mitologia local: em outras palavras, Shekar não tem ideia do que fazer com tantas ideias e, por fim, as aglutina em uma desnorteada presunção guiada por um misticismo barato e a foreshadowings ridículos demais para serem críveis. Há tantos furos na narrativa que o público se desprende com facilidade desse opaco cosmos, pensando duas vezes antes de continuar acompanhando uma história que se leva a sério demais.” – Thiago Nolla

3. THE LIE

Direção: Veena Sud

Lançamento: 06 de outubro

“A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.

The Lie se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.” – Thiago Nolla

2. BLACK BOX

Direção: Emmanuel Osei-Kuffour Jr.

Lançamento: 06 de outubro 

“Osei-Kuffour não tem qualquer intenção de construir uma tragédia grega ou de se respaldar em melodramas novelescos e previsíveis – mesmo que, com atenção máxima, possamos entender o que nos aguarda no último ato. Na verdade, o cineasta toma seu tempo para construir arcos comoventes e relacionáveis com o público, colocando os laços entre Nolan e Ava no centro de uma corrida por aquilo que foi perdido. Nolan deseja mais que tudo que volte a ser o pai que outrora era, mas ao mesmo tempo se vê num impasse: ele consegue acessar sua zona de conforto quando hipnotizado; porém, ele é atacado por uma força incompreensível que o persegue e que, de alguma forma, quer destruí-lo. É aí que se centra o plot principal: quem é essa criação psíquica que atormenta seus pesadelos? Um lado sombrio que não conhece? Ou algo mais derradeiro que voltou com ele do mundo dos mortos?

Em nenhum momento o roteiro dá a entender que lidaremos com o sobrenatural, mas sim com uma metafísica exploração do que significa “existir”. O protagonista, encarnado com perfeição e com profundidade por Athie, não sabe quem é e não sabe se o passado que lhe contam é verdadeiro: em diversos momentos, ele se questiona sobre comportamentos explosivos e tóxicos que podem ter a ver com alucinações que incluem uma mulher sem rosto (provavelmente sua esposa) cheia de machucados e um bebê esperneando, inconsolável. Ao mesmo tempo, Nolan também fica se perguntando o motivo do cenário onde se vê não fazer parte de sua história – afinal, certas sequências são ambientadas em um apartamento no subúrbio no qual nunca viveu. À medida que essas questões se acumulam em uma bola de neve, Herman espera o momento certo para nos entregar uma reviravolta sólida o bastante para fugir do lugar-comum.” – Thiago Nolla

1. NOCTURNE

Direção: Zu Quirke

Lançamento: 13 de outubro

“Não se enganem: Nocturne não é tão calculável quanto soa, com exceção de sua resolução. Ora, ele nem ao menos foge da estética que quer nos entregar, funcionando como um coeso produto que nos deixa ansiando por mais. O grande deslize, por assim dizer, é sua falta de ousadia e de autocrítica quanto ao lugar-comum – e, enquanto afasta-se da presença materializada de demônios ou de aparições sobre-humanas, não consegue criar um elo contínuo o bastante para nos chocar com sua reviravolta. Há um flerte óbvio com a falta de apoio psicológico encarnada por Natalie Portman em ‘Cisne Negro’ ou com a íntima insanidade de Jessica Harper em ‘Suspiria’ – nada que acrescente muitas camadas a personagens já complexos na medida certa, e nada que não passe de uma emulação barata. De qualquer forma, a eventual melancolia e a normatização da tragédia são convincentes, apesar de não dignas ao que poderia ser.

Há algo de agridoce quando olhamos de volta para os quatro volumes dessa antologia recém-iniciada – e, por mais que as intenções de Nocturne sejam as melhores, elas parecem não ter vontade de encarnar a originalidade e renegar o básico.” – Thiago Nolla

A Noiva de Frankenstein | Conheça as Atrizes que já viveram a icônica Personagem no Cinema

Recentemente, foi anunciado que a musa duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson estrelará como a Noiva de Frankenstein em seu mais novo filme. A intérprete da anti-heroína Viúva Negra inclui esta icônica personagem em seu repertório, num filme que promete uma abordagem original da personagem. Dirigido pelo chileno Sebastián Lelio (Uma Mulher Fantástica, Desobediência e Gloria Bell), Bride será uma reimaginação do clássico, sobre um ponto de vista único, onde a personagem ganhará empoderamento como nunca antes.

Produzido pela excelente A24 e pela Apple (além de contar com a própria Johansson na produção), Bride contará sobre um homem criando uma mulher para que seja a esposa perfeita. No entanto, sua criação termina por rejeitá-lo, construindo uma identidade para si própria, o que acarretará nela sendo vista como um monstro por todos ao redor. A estrela ainda afirmou que já passou da hora da personagem sair da sombra de um homem / ou no caso de um monstro, e ganhar seu protagonismo.

Além de Bride, A Noiva de Frankenstein ainda deverá aparecer em outra produção de prestígio, esta uma refilmagem homônima, produzida pela Universal. A implosão do Dark Universe pôs em stand-by as produções que visavam a reciclagem dos grandes monstros da casa, incluindo este projeto. Não se sabe em que pé o remake se encontra, mas David Koepp segue creditado no roteiro e Javier Bardem como protagonista – provavelmente no papel do Monstro. Antes, Angelina Jolie era visada para o papel título.

Justamente devido a esta nova fase de sol para a clássica personagem do cinema, resolvemos revisitar as mais famosas aparições da Noiva, datando de sua criação na sétima arte ainda na década de 1930. Vamos relembrar as suas principais encarnações no cinema.

A Noiva de Frankenstein

A Noiva de Frankenstein foi um dos filmes importantes para a consolidação do primeiro grande universo compartilhado do cinema: os monstros clássicos da Universal. Este, no entanto, com o aval de uma autora clássica renomada: Mary Shelley, que escreveu Frankenstein. A adaptação seria lançada em 1931, e quatro anos depois, em 1935, chegava sua primeira e mais famosa continuação – que igualmente usa como fonte textos de Shelley. Muitos críticos e cinéfilos, inclusive, dão preferência para esta segunda aparição do monstro nas telonas, enfatizando um maior aprofundamento de personagens e, claro, a adição da icônica noiva, uma companheira para o solitário morto-vivo.

Aqui, em sua primeira aparição nas telonas, a Noiva foi interpretada Elsa Lanchester (indicada para 2 Oscar) – com seu visual único, olhar assustado e cabelos no melhor estilo Marge Simpson (com mechas laterais brancas simulando raios). Comparado ao monstro de Boris Karloff, até que a personagem de Lanchester era uma gracinha. Fora isso, no filme dirigido novamente por James Whale (do Frankenstein original), a atriz interpreta ainda uma segunda personagem, esta sendo a própria Mary Shelley, que abre o longa comentando sobre a intenção de sua obra original, e afirmando ter mais a contar – ao que somos transferidos para a história do filme em si.

A Prometida

Pulando para os inesquecíveis anos 1980, aqui temos uma produção de 1985 bem curiosa, capitaneada pelas presenças de seus protagonistas, dois nomes quentes da época. O primeiro é o do cantor Sting, saído do ambicioso Duna (1984), de David Lynch, e surfando na popularidade da banda The Police, em seu segundo filme como protagonista. O segundo nome é o da atriz Jennifer Beals – que havia feito apenas um filme antes, o mega sucesso que a indicou ao Globo de Ouro, Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983).

Nesta produção da Columbia/Sony, escrita por Lloyd Fonvielle (A Múmia, 1999) e dirigida por Franc Roddam (K2 – A Montanha da Morte), algumas liberdades são tomadas para uma adaptação do clássico Frankenstein, no melhor estilo anos 1980, criando um filme mais sexualizado. Sting protagoniza na pele do Dr. Frankenstein, obcecado após anos de pesquisas e experimentos em criar a mulher perfeita – para ser sua companheira. E ela vem nas formas de Jennifer Beals que, como podemos imaginar, não fica muito contente ao descobrir sua condição. Aqui, ela recebe o nome Ava. Outra curiosidade é que o Monstro, usualmente protagonista, é deixado em segundo plano como coadjuvante, e recebe o nome Viktor (primeiro nome de seu criador), interpretado por Clancy Brown.

Mulher Nota Mil

No mesmo ano de A Prometida, o mestre dos filmes adolescentes John Hughes criava sua própria versão de A Noiva de Frankenstein no estilo filme de comédia teen. Nem precisa dizer que Mulher Nota Mil se tornou um dos grandes clássicos de seu repertório, marcando a infância de toda uma geração, e dando origem a um seriado homônimo. E qual menino não queria ter a ideia genial da dupla de nerds Gary (Anthony Michael Hall) e Wyatt (Ilan Mitchell-Smith) e criar no computador a mulher perfeita. Essa é a premissa exata do clássico do terror, que inclusive aparece sendo exibido na TV dos protagonistas enquanto realizam sua experiência. Referência maior não poderia ocorrer.

Aqui, os “cientistas loucos” são dois jovens nerds sofredores, que viram a escola de cabeça para baixo ao criarem Lisa, a mulher de seus sonhos – papel da estonteante modelo transformada em atriz Kelly LeBrock (recém-saída de A Dama de Vermelho). De perdedores, os dois se transformam na sensação do colégio, com seus atormentadores agora querendo amizade, as meninas descoladas querendo seu afeto, e se tornando donos das melhores festas do pedaço. “Weird Science” no original, ou “Ciência Estranha”, é a mais divertida modernização do clássico.

A Noiva do Re-Animator

Seguindo pelo ano de 1985, Re-Animator – ou como ficou conhecido no Brasil, A Hora dos Mortos-Vivos – se tornou um cult da década, adorado pelos fãs do gênero. A obra é a adaptação de um conto do autor H.P. Lovecraft, sempre de difícil interpretação no cinema, mas cujo diretor Stuart Gordon consegue reimaginar com bastante categoria nas telonas. Até aí nada de Frankenstein, fora o fato de estudantes de medicina estarem brincando de Deus ao reanimar tecidos mortos, assim trazendo de volta à vida cadáveres, o que acarreta no mais puro horror grotesco. Bem, podemos até considerar alguma inspiração da parte do autor, já que ‘Herbert West-Reanimator’, conto que deu origem ao filme, foi escrito entre 1921 e 1922. E Frankenstein, é claro, foi lançado por Shelley em 1818.

Mas o que vamos mencionar aqui é a continuação de Re-Animator, A Noiva do Re-Animator (1990), lançado cinco anos depois, que nada mais tem a ver com a criação de Lovecraft; mas que tem tudo a ver com a criação de Shelley e sua sequência. Ou seja, agora os “médicos loucos” Hebert West (Jeffrey Combs) e Dan Cain (Bruce Abbott) resolvem criar a mulher perfeita, utilizando partes de cadáveres. Sua experiência resulta em Gloria (Kathleen Kinmont).

Frankenstein de Mary Shelley

Na década de 1990, a Columbia/ Sony, e não a Universal, revisitava os monstros clássicos do estúdio rival em novas produções com uma pegada mais “realística”. Assim, Drácula, obra de Bram Stoker, ganhava uma produção luxuosa, comandada por nenhum outro senão Francis Ford Coppola em 1992. Dois anos depois, era Frankenstein – que também exibia o nome de sua criadora literária no título – que ganhava uma roupagem moderna e ambiciosa num filme estrelado e dirigido pelo megalômano Kenneth Branagh.

O cineasta comanda o show e interpreta o cientista Victor Frankenstein, com formas de galã – cabelos longos e barba -, transforma o protagonista numa herói falho e trágico. Suas experiências o levam a dar vida a partes de cadáveres costuradas para se tornar um corpo, que ganha as formas do Oscarizado Robert De Niro no papel do Monstro. Embora reconte a história clássica, o longa de Branagh guarda espaço para a Noiva do Monstro em seu filme, que é interpretada pela então companheira do diretor, Helena Bonham Carter. A atriz interpreta Elizabeth, a irmã adotiva de Victor, que se torna sua noiva. O destino trágico provido pelas decisões do protagonista garantem a transformação de Carter na personagem tema desta matéria.

Welcome to the Blumhouse | Do pior ao melhor filme da antologia de terror da Amazon

Outubro é o mês mais místico do ano – e o momento em que vários realizadores da indústria do entretenimento resolvem voltar às aterrorizantes raízes do terror para nos agraciar com filmes e séries do gênero. O problema é que, em grande parte dessas investidas, a história acaba se transformando em uma convulsionada justaposição de fórmulas e de reviravoltas que já conhecemos e que já vimos mais de uma vez.

Se há uma produtora que vem revitalizando o gênero em questão a passos curtos, é a Blumhouse Productions. A companhia supervisionada por Jason Blum já entregou ao público obras bastante irreverentes (‘A Morte Te Dá Parabéns’ e o vindouro ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’), nostálgicas (‘Halloween’ e suas já confirmadas continuações) e aterrorizantes (‘Corra!’‘O Homem Invisível’).

Neste ano, a Blumhouse resolveu colaborar com a Amazon Studios para uma antologia conhecida como Welcome to the Blumhouse, uma série de quatro filmes (até agora) que, tecnicamente, deveriam se passar no mesmo universo. Mas devemos chamar essa série de longas-metragens de “antologia” quando nenhuma delas se conecta de nenhuma forma?

De qualquer modo, a Amazon lançou dois filmes por semana e recentemente deu fim a um quarteto ambicioso – e que, infelizmente, não conseguiu alçar voo ao se valer de construções simplórias ou previsíveis demais para serem levadas a sério (com duas exceções que também não significam muita coisa).

E, agora que esse primeiro bloco terminou, o CinePOP resolveu fazer um breve ranking do pior ao melhor capítulo dessa franquia sem precedentes.

Confira:

4. EVIL EYE

Direção: Elan Dassani, Rajeev Dassani

Lançamento: 13 de outubro

“Comandado pelos irmãos Elan e Rajeev DassaniEvil Eye força cada um de seus arcos narrativos em um convulsionado produto sem pé nem cabeça – e sem qualquer ritmo fílmico. De um lado, essa nova construção episódica da saga supracitada se assemelha a qualquer drama independente que tenhamos visto nos últimos anos, valendo-se de momentos preciosistas demais para serem levados a sérios e uma agridoce e previsível repetição de eventos e ações. Usha e Pallavi não saem de onde começaram e caem numa rotina circinal e maçante – aliás, nem ao menos sabendo de que forma sair das obviedades. De outro, o roteiro assinado por Madhuri Shekar não dá espaço para muitas investidas criativas […].

Como se isso não bastasse, a tensa ambientação fica presa a uma vaidade autodestrutiva cuja ideia é infundir a banalidade do cotidiano à mitologia local: em outras palavras, Shekar não tem ideia do que fazer com tantas ideias e, por fim, as aglutina em uma desnorteada presunção guiada por um misticismo barato e a foreshadowings ridículos demais para serem críveis. Há tantos furos na narrativa que o público se desprende com facilidade desse opaco cosmos, pensando duas vezes antes de continuar acompanhando uma história que se leva a sério demais.” – Thiago Nolla

3. THE LIE

Direção: Veena Sud

Lançamento: 06 de outubro

“A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.

The Lie se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.” – Thiago Nolla

2. BLACK BOX

Direção: Emmanuel Osei-Kuffour Jr.

Lançamento: 06 de outubro 

“Osei-Kuffour não tem qualquer intenção de construir uma tragédia grega ou de se respaldar em melodramas novelescos e previsíveis – mesmo que, com atenção máxima, possamos entender o que nos aguarda no último ato. Na verdade, o cineasta toma seu tempo para construir arcos comoventes e relacionáveis com o público, colocando os laços entre Nolan e Ava no centro de uma corrida por aquilo que foi perdido. Nolan deseja mais que tudo que volte a ser o pai que outrora era, mas ao mesmo tempo se vê num impasse: ele consegue acessar sua zona de conforto quando hipnotizado; porém, ele é atacado por uma força incompreensível que o persegue e que, de alguma forma, quer destruí-lo. É aí que se centra o plot principal: quem é essa criação psíquica que atormenta seus pesadelos? Um lado sombrio que não conhece? Ou algo mais derradeiro que voltou com ele do mundo dos mortos?

Em nenhum momento o roteiro dá a entender que lidaremos com o sobrenatural, mas sim com uma metafísica exploração do que significa “existir”. O protagonista, encarnado com perfeição e com profundidade por Athie, não sabe quem é e não sabe se o passado que lhe contam é verdadeiro: em diversos momentos, ele se questiona sobre comportamentos explosivos e tóxicos que podem ter a ver com alucinações que incluem uma mulher sem rosto (provavelmente sua esposa) cheia de machucados e um bebê esperneando, inconsolável. Ao mesmo tempo, Nolan também fica se perguntando o motivo do cenário onde se vê não fazer parte de sua história – afinal, certas sequências são ambientadas em um apartamento no subúrbio no qual nunca viveu. À medida que essas questões se acumulam em uma bola de neve, Herman espera o momento certo para nos entregar uma reviravolta sólida o bastante para fugir do lugar-comum.” – Thiago Nolla

1. NOCTURNE

Direção: Zu Quirke

Lançamento: 13 de outubro

“Não se enganem: Nocturne não é tão calculável quanto soa, com exceção de sua resolução. Ora, ele nem ao menos foge da estética que quer nos entregar, funcionando como um coeso produto que nos deixa ansiando por mais. O grande deslize, por assim dizer, é sua falta de ousadia e de autocrítica quanto ao lugar-comum – e, enquanto afasta-se da presença materializada de demônios ou de aparições sobre-humanas, não consegue criar um elo contínuo o bastante para nos chocar com sua reviravolta. Há um flerte óbvio com a falta de apoio psicológico encarnada por Natalie Portman em ‘Cisne Negro’ ou com a íntima insanidade de Jessica Harper em ‘Suspiria’ – nada que acrescente muitas camadas a personagens já complexos na medida certa, e nada que não passe de uma emulação barata. De qualquer forma, a eventual melancolia e a normatização da tragédia são convincentes, apesar de não dignas ao que poderia ser.

Há algo de agridoce quando olhamos de volta para os quatro volumes dessa antologia recém-iniciada – e, por mais que as intenções de Nocturne sejam as melhores, elas parecem não ter vontade de encarnar a originalidade e renegar o básico.” – Thiago Nolla

‘Halloween Kills’ vai expandir o universo da franquia e mostrar a violência “de toda uma multidão”

Halloween Kills’ vai expandir o universo da franquia e alcançar tragédias maiores, revelou a atriz Jamie Lee Curtis.

Halloween de 2018 foi sobre o trauma de Laurie, certo? Era focado em Laurie Strode, mas você sabe, há muitas outras pessoas que foram vítimas de Michael Myers em 1978. Halloween Kills é sobre uma multidão. Então o que vou dizer é que o que estávamos vendo em todo o país do poder da fúria das vozes, grandes grupos de pessoas se unindo enfurecidos com o conjunto de circunstâncias, isso é o que é o filme. O filme é sobre uma multidão. E é muito interessante porque mostra o que acontece quando o trauma infecta uma comunidade inteira.”, afirmou a atriz em entrevista ao Jess Cagle Show.

Curtis indiretamente faz referência ao que ocorreu no verão de 2020, com o assassinato de George Floyd nos EUA.

O diretor David Gordon Green também afirmou que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.

“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.

Devido à pandemia do COVID-19, vários filmes foram adiados por tempo indeterminado ou jogados para o próximo ano – incluindo Halloween Kills’Halloween Ends’, que tiveram suas datas de lançamento trocadas em nada menos que um ano (para 2021 e 2022, respectivamente).

Halloween Kills’ chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

COVID sofre mutação no novo terror do Michael Bay; Assista ao trailer LEGENDADO!

Songbird, novo terror pandêmico produzido por Michael Bay, ganhou seu trailer legendado.

Dirigido por Adam Manson (‘Into the Dark’), o filme é ambientado em 2024, ano no qual o atual coronavírus se transformou no mortal COVID-23, matando quase 50% das pessoas infectadas – e forçando o mundo a se restringir a campos de lockdown.

Confira:

KJ Apa estrela a produção como um jovem imune ao vírus, enquanto Sofia Carson co-protagoniza como a mulher pela qual ele se apaixona. Juntos, os dois devem descobrir um jeito de lutar pela humanidade.

Alexandra DaddarioBradley WhitfordCraig RobinsonDemi Moore e Paul Walter Hauser completam o elenco.

Simon Boyes assina o roteiro.

SONGBIRD
Sofia Carson stars in SONGBIRD

Diretor de ‘Corra!’ vai produzir remake de ‘As Criaturas Atrás da Parede’, de Wes Craven

Segundo o Collider, o terror ‘As Criaturas Atrás da Parede‘ (The People Under The Stairs) vai ganhar um remake produzido por Jordan Peele, de ‘Corra!‘ e ‘Nós‘.

Wes Craven, criador das franquias ‘Pânico’ e ‘A Hora do Pesadelo’, roteirizou e dirigiu o clássico em 1991.

A trama acompanha um garoto que entra em uma casa em busca de um tesouro escondido, mas se vê trancado no local extremamente fortificado que pertence a um casal sinistro. Ele percebe a verdadeira índole dos moradores assassinos e tenta livrar-se dos dispositivos de segurança da casa. Acaba tornando-se amigo de uma menina que sofreu abusos lá e descobre os segredos das criaturas ocultas nas profundezas da casa.

A Universal Pictures ficará responsável pela distribuição.

‘Stargirl’: 2ª temporada ganha suas primeiras imagens; Confira!

A produção da 2ª temporada da popular série da DC, ‘Stargirl‘, já começou e para comemorar o retorno aos trabalhos, duas novas imagens dos bastidores foram compartilhadas pela conta oficial da série no Twitter.

Confira:

“Elas estão de volta em ação para a 2ª temporada!”

Vale lembrar que, segundo o ComicBook.com, dois novos atores entraram para o vindouro ano da série.

As informações indicam que Nick Tarabay (‘The Expanse’) dará vida a Eclipso e será um personagem regular, enquanto Jonathan Cake (‘The Affair’) fará aparições recorrentes como Penumbra. Ysa Penarejo também foi contratada para o segundo ciclo, mas detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Eclipso é descrito como uma entidade antiga de corrupção e vingança. Transbordando com uma escuridão fria e aterrorizante, ele explora as falhas dos outros, alimentando-se do lado obscuro da humanidade. Penumbra, por sua vez, é descrito como um inglês imortal. Alto e elegante, ele se porta como um cavalheiro do século XIX, mascarando os horrores que vivenciou e as pessoas que perdeu com um falso senso de que nada realmente importa.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘The Walking Dead: World Beyond’: Cena pós-créditos do 4ª episódio explica grande mistério da franquia

Ao longo das séries derivadas de ‘The Walking Dead, os fãs se depararam com alguns personagens usando os termos ‘A‘ e ‘B‘ para descrever algumas pessoas.

As nomenclaturas são usadas especificamente pelos membros da República Cívica Militar, mas o público ainda se pergunta o que elas significam.

Bom, pelo menos até agora, já que a resposta foi revelada na cena pós-crédito do episódio 4 da 1ª temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond‘.

Quando Lyla (Natalie Gold) registra informações sobre uma cobaia zumbi que um dia foi o especialista em imunologia Leo Bennett (Joe Holt), há outro zumbi preso a uma maca e rotulado como TS A 402.

Em seguida, Lyla passa por outras cobaias e registra um diagnóstico sobre Bennett, dizendo:

“Cobaia A 402. O espécime não exibiu respostas detectáveis ​​a estímulos psicológicos. Plasma necrótico e fluido cerebral estão sendo coletados para testes adicionais. Os resultados serão semelhantes aos testes feitos durante e após a reanimação. Testes de variação conforme programado.”

Ao que tudo indica, cobaias classificadas com a nomenclatura ‘A‘ foram feridos por zumbis, o que acabou transformando-os em mortos-vivos.

A personagem Anne (Pollyanna McIntosh), conhecida anteriormente como Jadis, confirma essa suspeita quando os prisioneiros da RCM classificados como ‘A‘ quase foram mordidos em nome da ciência.

E, como Scott M. Gimple, diretor criativo da franquia, já havia explicado, a RCM está em busca de um antídoto para tentar curar a população mundial contra a doença que os transforma em zumbis.

Para atingir esse objetivo, os líderes da organização estão dispostos a sacrificar vidas humanas para que possam salvar os sobreviventes do apocalipse zumbi.

Isso fica claro quando vimos Jadis capturando Rick (Andrew Lincoln) no episódio ‘The King, the Widow, and Rick‘, na 8ª temporada de ‘TWD‘, mantendo-o como prisioneiro de um contêiner marcado com um ‘A‘.

Este mesmo contêiner teria contido Negan (Jeffrey Dean Morgan) quando Jadis tentou fazê-lo ser mordido no episódio 14 da 8ª temporada na tentativa de levá-lo como cobaia.

Mas então o que significa a nomenclatura ‘B‘? Para a RCM, aqueles que se mostram úteis aos seus planos são vistos como aliados e fazem parte do grupo ‘B’.

Por isso Jadis confronta o Padre Gabriel (Seth Gilliam) na 9ª temporada de ‘TWD‘… Quando ele se recusa a se juntar a ela e tenta avisa Rick sobre a organização, Jadis o ataca e diz: “Todo esse tempo, pensei que você fosse um ‘B’.”

Apesar disso, nem os classificados como ‘B‘ estão autorizados a deixar os muros da organização composta por mais de 200.000 habitantes, e as consequências desse regime autoritário serão explorados ao longo da temporada.

Apesar da expectativa pelo futuro da derivada, parece que a estreia da produção não agradou os críticos.

Com apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes, o consenso geral é que “apesar das boas performances e da nova perspectiva, o universo criado pela produção não é o suficiente para se destacar em uma franquia já saturada”.

Separamos trechos das principais críticas:

“Há um grande problema em ‘World Beyond’: seu drama parece artificial e fabricado. Tem menos personagens vagando pela tela e mais ‘temos que preencher o espaço nesse novo derivado’.” (IndieWire)

“Meu entusiasmo com o universo de ‘The Walking Dead’ está baixo. Até a série principal, mesmo com o desfecho anunciado, está em perigo.” (THR)

“Sério? Alguém pediu por isso? Adolescentes já têm sua própria série na franquia e ela se chama ‘The Walking Dead’.” (EW)

“É uma boa tentativa de mostrar uma geração que cresceu no apocalipse, mas, sendo o primeiro episódio de uma franquia de mais de 10 anos, enrola muito e falta energia.” (IGN)

“Tosco e chato. ‘World Beyond’, pelo menos no primeiro episódio, é um tédio, cheio de personagens desinteressantes que provavelmente terão um apelo maior com um público mais jovem.” (Forbes)

“Apesar de ter alguns personagens interessantes em ‘World Beyond’, eu estaria mentindo se dissesse que essa série é um bom passatempo até os filmes com o Rick Grimes serem lançados.” (Insider)

Confira o trailer do 2º episódio:

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘O Mandaloriano’: Episódio de estreia da 2ª temporada traz referência a ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’

O texto abaixo contém SPOILERS! 

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ já está disponível na Disney+, e o episódio de estreia traz grandes surpresas para os amantes da saga ‘Star Wars.

Quando Din Djarin (Pedro Pascal) retorna ao desértico planeta Tatooine, ele parte para uma missão onde encontra Cobb Vanth (Timothy Olyphant), personagem originário do livro ‘Star Wars: Consequências‘, escrito por Chuck Wendig.

E isso não é tudo, no episódio é mostrado que Vanth passa a usar a armadura de Boba Fett depois de tê-la adquirido de um grupo de Jawas.

E a referência mais interessante é que Vanth pilota um veículo construído das sucatas do motor do Podracer que Anakin Skywalker (Jake Lloyd) usou em ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’.

Confira:

Depois de completar sua missão ao lado de Vanth, Din não quer a armadura sagrada em posse de alguém que não seja um Mandaloriano, e convence Vanth a lhe entregar o equipamento como recompensa por seu trabalho.

Compreensivelmente, Din pega a armadura de Fett e faz seu caminho de volta pelo deserto até sua nave, enquanto é observado por uma figura ao longe.

Quando a figura entra em destaque, é ninguém menos que o próprio Fett, vivido por Temuera Morrison, com a face coberta de cicatrizes.

A escolha de Morrison para o papel faz todo sentido, já que ele atuou como Jango Fett em ‘O Ataque dos Clones‘ e serviu como modelo na criação dos soldados clone da República Galáctica.

Para quem não sabe, Jango criou um dos clones como se fosse seu próprio filho, batizando-o como Boba.

Apesar do breve momento, tudo indica que Fett e Djarin irão se encontrar em breve e protagonizar uma icônica cena juntos.

Além disso, a trama deve explicar como o caçador de recompensas conseguiu sobreviver depois de ter caído no Poço de Sarlacc em ‘Star Wars: O Retorno de Jedi‘.

Confira as imagens de Fett:

Lembrando que a Disney+ divulgou um novo vídeo, que traz um resumo dos primeiros episódios da atração.

Assista:

Recentemente, a Disney+ divulgou o novo trailer DUBLADO da 2ª temporada, mostrando perseguições espaciais, reencontros e muita emoção!

A estreia nacional dos dois ciclos acontece no dia 17 de novembro.

Confira, junto com os cartazes individuais:

De acordo com o Disney Insider, a Disney+ vai repetir a estratégia de lançamentos semanais durante a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, e a data de cada episódio foi divulgada por fontes ligadas à produção.

Sendo assim, o calendário de estreia ficou marcado para todas as sextas-feiras, a partir de 30 de outubro.

Confira:

Episódio 01 – 30 de outubro de 2020
Episódio 02 – 06 de novembro de 2020
Episódio 03 – 13 de novembro de 2020
Episódio 04 – 20 de novembro de 2020
Episódio 05 – 27 de novembro de 2020
Episódio 06 – 04 de dezembro de 2020
Episódio 07 – 11 de dezembro de 2020
Episódio 08 – 18 de dezembro de 2020

 

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Homem-Aranha 4’: Ator de ‘Liga da Justiça’ faz campanha pedindo sequência com Tobey Maguire

Já se passaram 13 anos desde que a trilogia ‘Homem-Aranha’ de Sam Raimi foi encerrada, mas alguns fãs ainda têm esperança de que outro capítulo pode ser realizado.

E o ator Ray Porter, intérprete do vilão Darkseid no Snyder Cut de Liga da Justiça‘, também entrou na torcida.

Através de uma publicação compartilhada pela fan page The Ayer Cut, o astro começou a fazer uma campanha pedindo o lançamento de ‘Homem-Aranha 4‘ com Tobey Maguire.

No vídeo de apenas 30 segundos, Porter apela:

“Olá, Sony Pictures, aqui é o Ray Porter, intérprete do Darkseid no Snyder Cut de Liga da Justiça‘, e estou aqui em nome de muitos, muitos fãs para pedir que vocês tragam Tobey Maguire em ‘Homem-Aranha 4‘. Os fãs realmente querem isso, e a notícia do cancelamento da franquia foi uma grande decepção. Vocês sabem o que fazer. Obrigado.”

Confira:

“Mensagem de vídeo especial do primeiro e único Ray Porter, também conhecido como Darkseid no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’. Sony Pictures traga de volta Tobey Maguire como Homem-Aranha para mais um filme.”

Lembrando que diversos internautas também estão compartilhando a tag #WeWantSpiderMan4 na tentativa de convencer a Sony a investir na continuação da franquia.

Confira:

Há alguns meses,  o WGTC divulgou que ‘Homem-Aranha 4‘ seria lançado em 2010 e traria Mystério, Abutre e a Gata Negra para a galeria de vilões.

Algumas artes conceituais também vazaram online, mas não se sabe a veracidade das imagens.

Confira:

Além disso, o filme iria preparar o caminho para o Dr. Curt Connors se transformar no Lagarto em ‘Homem-Aranha 5‘, com Dylan Baker interpretando o vilão.

O curioso é que o Mystério seria interpretado por Bruce Campbell, que fez pontas nos três filmes do herói e é amigo pessoal de Raimi.

No entanto, o que mais surpreende é que esses rumores levam direto para as narrativas dos filmes que vieram após o cancelamento da franquia dirigida por Raimi. Ou é uma tremenda coincidência, ou os planos de ‘Homem-Aranha 4‘ foram reaproveitados.