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Após ‘É Assim que Acaba’, outro romance de Collen Hoover ganhará adaptação em 2026

Após ‘É Assim que Acaba’, uma nova adaptação de Colleen Hoover está em desenvolvimento, com previsão de lançamento para o dia 13 de fevereiro de 2026, coincidindo com o Dia dos Namorados nos Estados Unidos.

A Universal Pictures adquiriu os direitos do livro ‘Uma Segunda Chance’ após uma disputa de lances, seguindo o sucesso estrondoso de ‘É Assim que Acaba’, que arrecadou $344 milhões globalmente.

‘Uma Segunda Chance’ conta a história de uma mulher que, após passar cinco anos na prisão, retorna para sua cidade natal com a intenção de se reconectar com a sua filha.

No entanto, a personagem acaba enfrentando a oposição da comunidade, com exceção de um dono de bar local que se transforma em um apoio fundamental para a protagonista na trama.

Com o sucesso de ‘É Assim que Acaba’, também cresce a possibilidade de chegar às telonas a adaptação da sequência do livro, intitulada ‘É Assim que Começa’. No entanto, o conflito entre Blake Lively e Justin Baldoni pode impedir uma possível sequência nos cinemas.

Enquanto o futuro ainda está indefinido para a continuação, o romance ‘É Assim que Acaba‘ chegará na Max no dia 11 de outubro na Max.

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais e se tornou a maior arrecadação de um drama romântico desde ‘Nasce uma Estrela‘ (US$436.4M), tendo superado sucessos como ‘A Culpa é das Estrelas‘ (US$307.1M), ‘Podres de Ricos‘ (US$239.3), ‘Todos Menos Você‘ (US$220.2M) e ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (US$208.4M).

Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Warner FECHA plataforma CNN+ com um mês após o lançamento; Veja detalhes!

O canal CNN anunciou nesta quinta-feira (21) que a WarnerMedia decidiu encerrar o CNN+, serviço de streaming da emissora nos Estados Unidos. A decisão acontece menos de um mês após o lançamento da plataforma, que foi lançada no dia 29 de março. O serviço será encerrado no sábado (30) da próxima semana.

Chris Licht, novo CEO da CNN, informou aos funcionários da companhia que a decisão foi tomada pela nova cúpula de executivos da Warner Bros. Discovery, que vai revisar a estratégia de streaming da emissora.

“À medida que nós nos tornamos a Warner Bros. Discovery, a CNN será mais forte como parte da estratégia de streaming da companhia, que vê as notícias como uma parte importante de uma oferta mais ampla e atraente, juntamente com conteúdo de esportes, entretenimento e produções de não ficção”, falou Licht.

A CNN vai reorganizar as funções dentro da empresa. Andrew Morse, executivo de mídia que supervisionou a criação e lançamento da plataforma, vai deixar a companhia. Alex MacCallum, ex-diretor de programação, assume o comando. A WarnerMedia gastou cerca de US$ 300 milhões (R$ 1,3 bilhão) no lançamento do CNN+ e planejava gastar outras centenas de milhões a mais nos próximos anos.

Após parceria com a Universal, James Wan revela que quer COMANDAR franquias da Blumhouse

O aclamado diretor e produtor de terror, James Wan, é responsável por ter feito alguns dos universos mais explorados do gênero, estes que o público simplesmente não se cansa de ver novas sequências.

Desde a franquia ‘Sobrenatural‘, que deve ganhar a sua quinta parte em 2023, até o clássico cult ‘Maligno‘, Wan é considerado um dos pais fundadores do terror moderno. No novo sucesso ‘M3GAN‘, sua próxima colaboração com Jason Blum, o diretor conversou com o Collider para falar sobre a boneca assassina e outros projetos futuros.

Com Wan e Blum em negociações finais para unir forças em breve, Atomic Monter e Blumhouse, o site perguntou sobre a sua nova parceria e outra franquia que Blum tenha e que Wan esteja ansioso para fazer em projetos futuros.

Embora James Wan não tenha dado muitos detalhes de sua próxima parceria, ele estava bem entusiasmado por poder explorar vários títulos futuros da empresa.

“Bem, obviamente é muito cedo, e não há muito sobre o que eu possa falar neste momento, mas para responder a essa pergunta, eu diria claro que sim. E obviamente, não apenas na Blumhouse, mas com a Universal também. Então, isso é o que posso falar”, disse Wan.

Reveja o trailer da nova aposta da Blumhouse:

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

Cinemas anunciam boicote ao Netflix

Em 2010, o Netflix revolucionou a produção de séries de TV ao bancar seus próprios seriados e liberar a temporada completa no streaming para seus assinantes, batendo de frente com os canais de TV paga e deixando muito executivo de Hollywood de cabelo em pé.

Netflix e o Fim das Videolocadoras

Agora, a empresa tenta bater de frente com os grandes estúdios de cinema e anunciou que começará a produzir filmes. O primeiro filme original será ‘O Tigre e o Dragão: A Lenda Verde‘, continuação de ‘O Tigre e o Dragão‘. A rede de streaming anunciou que disponibilizará o épico para seus assinantes em 28 de agosto de 2015, mesmo dia em que o filme chegará em cinemas IMAX pelo mundo.

Porém, o tiro pode sair pela culatra.

Segundo a Variety, os cinemas não gostaram da novidade e vão boicotar o lançamento. As redes de cinema norte-americanas AMC, Regal, Carmike e Cinemark anunciaram que não exibirão ‘O Tigre e o Dragão 2: A Lenda Verde‘ em seus complexos em 2015. A canadense Cineplex e a europeia Cineworld também tomaram a mesma decisão.

Sendo assim, sobram poucas salas para uma possível exibição do longa nos cinemas. Será que a empresa recuará em sua decisão de realizar o lançamento simultaneamente?

John Fusco (‘O Reino Proibido’) roteirizou a história. Yuen Wo Ping, coreografo das lutas e cenas de ação de ‘Matrix‘, foi o escolhido para a direção. A atriz Michelle Yeoh retorna como a protagonista Yu Shu Lien, e Donnie Yen interpretará o Lobo Silencioso.

O Tigre e o Dragão 2‘ contará a história de um músico judeu que foge do Holocausto nazista na década de 1930 e vai para Xangai, assim como aconteceu com dezenas de milhares de judeus que se refugiaram na cidade até a década de 40.

Três produtoras da China e dos Estados Unidos financiaram conjuntamente a sequência, que está sendo rodada na China e na Nova Zelândia.

As Melhores Cenas de Ação de James Bond

Em comemoração ao 51º aniversário da franquia James Bond, elegemos os filmes do personagem com as melhores cenas de ação. O primeiro filme, ‘O Satânico Dr. No‘, teve sua pre-estreia mundial no dia 5 de Outubro de 1962, e remodelou a maneira de se fazer filmes de ação e espionagem.

Quando se fala em 007, logo vem a cabeça o martíni mexido e não batido, as bond girls, os vilões megalômanos, as locações exóticas, o humor cínico do agente e o inesquecível tema musical.

Outra lembrança é a ação implacável nas produções, com longas sequências, muito bem elaboradas, mirabolantes e muitas vezes inverossímeis, daí a charme e a graça da franquia. O ponto forte das cenas de ação é a perseguição, seja na clássica perseguição de carro e também a de esqui, de avião e até inovando com a perseguição a pé vista nos três últimos filmes da série: ‘007 – Quantum of Solace’ ,  ‘007 – Cassino Royale’ e ‘007 – Operação Skyfall‘.

007 Contra SPECTRE‘ será lançado nos Estados Unidos em 6 de novembro de 2015. No Brasil, ele chega um dia antes, em 05 de novembro.

Enquanto isso, que tal relembrar os filmes de 007 com as melhores cenas de ação?

Vamos lá?

 

11. 007 – Permissão Para Matar (Licence to Kill, 1989)

James Bond (Timothy Dalton) parte em busca de vingança quando seu amigo Felix Leiter é atacado pelo chefão do tráfico de drogas Franz Sanchez.

CENAS:

A abertura do filme traz Bond e o amigo Felix a caminho do casamento deste. Sanchez está chegando à cidade, por isso os dois mudam o percurso para capturá-lo. Há um tiroteio e Sanchez consegue fugir num avião. 007 e Felix num helicóptero o perseguem. Preso por um cabo, o agente chega até o avião e usa um outro cabo para prender a cauda da aeronave deixando Sanchez sem escapatória. Bond e o amigo saltam de paraquedas e chegam na igreja a tempo para o casamento.

Mais tarde, à procura de Sanchez, Bond entra no barco do negociador de drogas Krest. Nadadores e homens em pequenos barcos os perseguem no mar. Debaixo d’água, Bond com um arpão se prende a um monomotor, joga os pilotos para fora e consegue escapar.

Em outra cena, Bond salta em uma carreta carregada de cocaína e Sanchez está em um carro. O agente joga o motorista para fora e daí começa a perseguição pela estrada. Para desviar de um míssil, 007 pende a carreta para o lado esquerdo e percorre alguns metros. A estrada está em chamas por causa de um caminhão que explodiu. Para as rodas não pegarem fogo e assim escapar, Bond empina a carreta.

 

10. 007 Contra o Foguete da Morte (Moonraker, 1979)

James Bond (Roger Moore) une forças com a cientista da Nasa, Holly Goodhead para impedir que o industrial Drax, destrua a humanidade liberando no espaço, 50 globos de gás tóxico.

CENAS:

007 está em um avião voltando de uma missão na África. Numa briga Bond lança o piloto para fora da aeronave e acaba empurrado também para fora por Dentes de Aço. Bond está sem paraquedas, mas consegue alcançar o piloto, assim ele tira o equipamento do piloto e consegue chegar ao solo a salvo.

Em Veneza, Bond está em uma gôndola e passa a ser perseguido. Numa gôndola fúnebre, um homem sai do caixão equipado com facas e tenta matar o agente. Uma lancha também persegue 007. Como a gôndola de Bond é equipada com um sistema hidráulico, a embarcação sai da água e anda pelas ruas de Veneza como se fosse um carro.

Bond está de férias no Rio de Janeiro e Dentes de Aço reaparece. No Pão de Açúcar, 007 desfruta de um passeio no bondinho, mas o vilão para o veículo cortando com os dentes os cabos que sustentam o bondinho. Em um outro veículo, Dentes de Aço vai na direção onde Bond está parado e os dois brigam sobre o teto do bondinho.

Nas águas da Amazônia, mais especificamente na área do rio Tapirapé, Bond é perseguido por duas lanchas e logo depois vão parar nas Cataratas do Iguaçu.

 

9. 007 – O Espião que me Amava (The Spy Who Loved Me, 1977)

James Bond (Moore) se alia a agente russa Anya Amasova para impedir que o explorador Stromberg destrua tudo na superfície da Terra e crie uma civilização submarina.

CENAS:

Em missão na Áustria, Bond precisa interromper um tarde de amor. De esqui é perseguido a tiros por quatro homens. Ele salta de um precipício e abre seu paraquedas patriótico com a bandeira da Inglaterra estampada.

Na Sardenha há uma perseguição de carro. Bond em seu Lotus Esprit é seguido por uma moto e depois por um carro com Dentes de Aço a bordo. Mais tarde um helicóptero voa baixo e atira no carro de Bond. Para escapar a única saída é ele jogar o carro ao mar. Logo o veículo se transforma num submarino possibilitando o disparo de um míssil que destrói o helicóptero. Quando se pensa que Bond está a salvo, dois nadadores munidos de arpões e um homem num pequeno submarino vão atrás do agente. Ele consegue escapar e os frequentadores de uma praia se assustam quando o carro de 007 sai da água.

 

8. 007 – O Mundo Não é o Bastante (The World Is Not Enough, 1999)

James Bond (Pierce Brosnan) precisa proteger Elektra King (Sophie Marceau), herdeira de um oleoduto. O terrorista Renard (Robert Carlyle) está atrás dela e planeja tomar o controle da indústria petrolífera mundial.

CENAS:

Em uma negociação no Banco Suíço em Bilbao, Bond tenta reaver o dinheiro de uma transação quando um agente do MI6 foi morto. Ocorre um desentendimento e Bond consegue fugir pela janela. Mais tarde no QG do MI6, a maleta contendo o dinheiro tem uma bomba que explode. Isso o faz perseguir pelo rio Tamisa, uma misteriosa mulher a bordo de uma lancha. Bond está no barco Q. Deslizando pela água, Bond vai parar no asfalto, transformando o barco num carro. Ele passa a ser perseguido pela polícia o que o faz retornar para a água.

Nos Alpes Franceses, Bond e Elektra vão esquiar. Eles são perseguidos por homens a bordo de esquis motorizados equipados com paraquedas. Eles atiram, jogam bombas e continuam a perseguição em solo.

No Mar Cáspio, na fábrica de caviar de Valentin Zukovsky, Bond busca por informações que liguem Zukovsky a Elektra. Um helicóptero equipado com cinco serras circulares persegue Bond. O agente aciona por controle remoto o seu BMW Z8 e entra no carro. As serras do helicóptero partem o carro ao meio e continua perseguindo Bond que está a pé.

 

7. 007 – Na Mira dos Assassinos (A View to a Kill, 1985)

James Bond (Moore) enfrenta o industrial Max Zorin (Christopher Walken) que quer aniquilar o mercado de microchips. Com a pulsação magnética, uma explosão pode fazer com que todos os aparelhos que tenham microchip, sejam inutilizados.

CENAS:

Em mais uma perseguição na neve, Bond busca por um microchip. Homens de esqui e um helicóptero os perseguem. Ao som de “California Girls”, o agente desliza na neve em um monoesqui.

Em Paris, na Torre Eiffel, Bond almoça com Aubergine, um especialista em cavalos de corrida, que é morto. O agente vai atrás do assassino vestido de preto, que é a aliada de Zorin, May Day (Grace Jones). A perseguição acontece nas escadarias da Torre. Ela salta de paraquedas. O agente desce, rouba um taxi e segue a mulher para tentar capturá-la quando chegar ao solo. No percurso Bond bate o carro várias vezes, que vai se desmanchando.

Zorin convida Bond para participar de uma corrida cross-country com cavalo. Com obstáculos difíceis de ultrapassar, a corrida se torna perigosa para o agente.

Mais tarde, preso em um elevador, 007 tenta escapar de um incêndio. Quando o agente consegue sair do prédio, ele recebe voz de prisão e usa um caminhão de bombeiros para fugir e então é perseguido por policiais.

 

6. 007 – Um Novo Dia Para Morrer (Die Another Day, 2002)

James Bond (Brosnan) tentará impedir que Gustav Graves, um comerciante de diamantes, tome o poder. Ele cria o Ícaro, um artefato de luz prateada com poder de sol.

CENAS:

Na Costa de Pukch’Ong, Coreia do Norte, Bond surfando chega ao QG do coronel Tan-Sun Moon, uma área desmilitarizada. Ele faz uma transação de diamantes com Moon que dá errado. Acontece uma perseguição de hovercrafts equipados com lança-chamas e armas automáticas, por uma zona minada.

Bond vai a um centro de esgrima e enfrenta Graves numa luta em que os dois vão destruindo o local.

007 vai até a Islândia onde se hospeda no Palácio de Gelo. Bond é perseguido por Zao num lago congelado. O carro que Bond usa é um Aston Martin V12 Vanquish com camuflagem adaptável, assento ejetor, pneus com cravos para aderência no gelo e munido de torpedo e armas para derrubar objetos móveis. Zao está num Jaguar XKR. Os carros patinam e derrapam pelo lago numa perseguição explosiva que culmina no Palácio onde Jinx (Halle Berry) está presa.

 

5. 007 – Quantum of Solace (Quantum of Solace, 2008)

James Bond (Daniel Craig) quer vingança pela morte da amada Vesper (Eva Green). O plano o leva até o empresário Dominic Greene (Mathieu Almaric), interessado em extrair riquezas naturais da Bolívia.

CENAS:

A abertura traz uma frenética perseguição de carros por um túnel, com Bond em seu Aston Martin DBS. Ela continua numa pedreira de Mármore Carrara. Para esta sequência foram usados 14 Aston Martin e o perigo ficou por conta da escorregadia pista com pó de mármore.

Bond persegue a pé um dos capangas de Sr. White pelas ruas de Siena. Eles passam por um esgoto, por telhados de casas e termina numa igreja em obras no qual há um rápido plano-sequência que acompanha os dois no topo do prédio, atravessando a claraboia e caindo no interior do imóvel.

Em Porto Príncipe, Bond tenta resgatar Camille (Olga Kurylenko), que está no barco do general Medrano.

No QG de Medrano, numa área desértica na Bolívia, Bond e Camille atacam o lugar. Ela vai atrás do general e Bond atrás de Greene.

 

4. 007 Contra Goldeneye (Goldeneye, 1995)

James Bond (Brosnan) tenta reaver o programa de armas espaciais Goldeneye, roubado pelo coronel Ourumov. Além disso, ele precisa enfrentar um antigo amigo e agente do MI6, Alec Trevelyan (Sean Bean).

CENAS:

Bond salta de bungee jump em um dique e invade a Indústria de Armas Químicas Arkangel, numa missão com 006 (Bean). Para a fuga o agente entre em um avião em movimento prestes a decolar, mas ele e o piloto caem da aeronave. 007 usa uma moto para alcançar o avião que está quase no final da pista que fica no topo de uma montanha. O avião cai e Bond na moto se joga para chegar até ao avião. Ele alcança e consegue retomar o controle da aeronave. A sequência do salto de bungee jump entrou para o Guinness, o livro dos recordes.

Bond e a programadora de sistemas Natalya são capturados. O coronel Ourumov foge com ela e Bond em um tanque T-55 os persegue pelas ruas de São Petersburgo e vai destruindo tudo o que está a sua frente.

 

3. 007 – O Amanhã Nunca Morre (Tomorrow Never Dies, 1997)

James Bond (Brosnan) enfrenta o magnata da mídia Elliot Carver (Jonathan Pryce). Ele comanda atos trágicos para serem notícias exclusivas em seus meios de comunicação e assim ter o poder de influenciar as pessoas.

CENAS:

Bond está infiltrado num bazar terrorista de armas na fronteira russa. Lá tem ogivas nucleares e o agente fica sabendo que o local será atacado por um míssil disparado pela marinha britânica. 007 em um caça tenta impedir que as ogivas sejam detonadas, mas um outro caça o persegue.

O agente invade a gráfica de Carver e encontra um codificador de GPS, muito importante para o empresário. A sequência foi filmada na gráfica do jornal inglês ‘Daily Telegraph’.

Em Hamburgo, Bond recebe o seu carro, o BMW 750iL, que contém metralhadoras, lançador de foguetes, cortador de correntes e pneus reinfláveis. Além disso, é possível dirigi-lo via controle remoto pelo celular. Ele deixa o carro numa garagem. Homens tentam abrir o veículo e recuperar o GPS roubado, mas eles não conseguem. Com o controle remoto Bond liga o carro entra pela janela do banco traseiro, de onde ele o dirige remotamente pelos dispositivos contidos no seu celular. Outro carro o persegue que usa foguetes e outras munições para destruir Bond. Para a sequência foram usados 18 BMW, dos quais 15 foram destruídos.

Em Saigon, 007 e Wai Lin (Michelle Yeoh) fogem do prédio de Carver. Algemados um ao outro, eles escapam pulando de um andar e se agarram a um pôster preso a parede exterior, numa distância de 120 metros de altura. No chão eles roubam uma moto para escapar, mas são perseguidos por dois carros e depois por um helicóptero. Bond e Wai passam por varandas de um prédio e no final eles dão um salto com a moto sobre o helicóptero.

 

2. 007 – Cassino Royale (Casino Royale, 2006)

James Bond (Craig) garante sua licença para matar após executar dois homens. Sua primeira missão é em Madagascar, que o leva mais tarde a enfrentar o banqueiro Le Chiffre em um jogo de pôquer em Montenegro.

CENAS:

Em Madagascar, Bond deve capturar o terrorista Mollaka. Ele o persegue e os dois utilizam os movimentos do parkour, um esporte em que se usa o corpo para ultrapassar obstáculos de forma rápida e fluente, como saltos e escaladas. Eles passam por uma construção e a perseguição termina na embaixada de Nambutu.

No aeroporto Internacional de Miami, Bond persegue um homem que planeja explodir o protótipo do avião Skyfleet 570. A sequência foi a mais complicada de se filmar devido a quantidade de pessoas envolvidas na cena e o grande espaço da locação.

Em Montenegro Vesper é sequestrada. Bond vai atrás dela em seu Aston Martin DBS. Bond perde o controle do carro que capota sete vezes a mais de 110km por hora. Tal feito entrou para o livro Guinness.

Em Veneza, Bond procura por Vesper que se encontra com um homem e o entrega uma maleta de dinheiro. Eles vão parar num casarão em obras que começa a ruir e ser tomado pela água.

 

1. 007 – Operação Skyfall (Skyfall, 2012)

Em ‘007 – Operação Skyfall‘, a lealdade de Bond a M é testada quando o seu passado volta a atormetá-la. Com a MI6 sendo atacada, o 007 precisa rastrear e destruir a ameaça, não importando o quão pessoal será o custo disto.

CENAS:

Com uma abertura magnífica cheia de imagens psicodélicas que parecem respirar metáforas existenciais do famoso personagem título, ‘007 – Operação Skyfall‘ gera altas expectativas antes mesmo do filme começar.

A história aqui começa com a típica cena de ação pré-créditos, numa perseguição que em parte lembra a caçada frenética por um homem em ‘Cassino Royale‘, realizada com menos adrenalina. Essa, aliás, é uma das cenas pré-créditos mais longas de toda a franquia. Logo após um erro realizado pela agência MI6, Bond sai de cena e é dado como morto. Daí temos a costumeira abertura de créditos com a bela música da cantora Adele (que substituiu Amy Winehouse, planejada originalmente), e um design criativo que incluiu a cena do filme que acabou de ocorrer em suas imagens.

Bond retorna devido a um atentado, onde uma bomba explode parte do prédio do MI6, mesmo sem ser requisitado. O que acontece a seguir é uma caça ao terrorista responsável, o que leva o espião a Xangai e logo após para uma ilha particular ao encontro da melhor coisa em ‘Operação Skyfall‘, o vilão Silva – interpretado com empenho pelo ótimo vencedor do Oscar, Javier Bardem.

Uma das melhores cenas se passa em cima de um trem em movimento, com o agente pulando de uma lado para o outro sem amassar seu caro terno.

Em uma Londres chuvosa, com desfiles nostálgicos de modelos de carros clássicos, esse novo filme 007, como sempre (ao longo da franquia que completa 51 anos), conta com um elenco repleto de atores britânicos.

Desde que entrou na franquia, Daniel Craig representou a face da modernidade para James Bond. A face do realismo e da seriedade. Isso significou histórias com um tom crível, e uma trama que poderia de fato estar ocorrendo em algum lugar do mundo, e não algo saído de uma história em quadrinhos.

Após uma grande decepção com ‘Quantum of Solace‘ (apenas um exercício técnico de efeitos e cenas de ação), e um hiato de quatro anos, Daniel Craig voltou aos cinemas na pele do agente secreto mais famoso do mundo em ‘007 · Operação Skyfall‘. E o que todo mundo quer saber é: Onde se encaixaria num ranking esse terceiro filme com Craig no papel? Bom, é seguro dizer que ‘Skyfall‘ consegue superar ‘Quantum of Solace‘ e ‘Cassino Royale‘, não só como o melhor filme da era Craig mas também como um dos melhores toda a série.

 

Quer participar de uma cena de ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos’?

A Universal Pictures reserva uma surpresa para os fanáticos por Warcraft: de 27/5 até 5/6, o público poderá participar de uma cena do filme ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ (Warcraft – The Beginning), que chega aos cinemas em 2 de junho.

O Shopping Internacional de Guarulhos, em São Paulo, receberá uma estrutura de experiência imersiva do filme, que gravará vídeos de 15 segundos para os fãs – com os devidos créditos para suas participações. Dentro da estrutura, que pode receber até quatro pessoas por vez, uma tela verde transmitirá uma cena de batalha entre Orcs e Humanos, e o público poderá interagir com as imagens. Ao final, o fã receberá o link para baixar seu vídeo e publicar nas redes sociais.

Veja exemplos:

http://www.youtube.com/watch?v=GOWfNFf6yDM

http://www.youtube.com/watch?v=cEdxie-1cmo

http://www.youtube.com/watch?v=2A6TZvhUhZM

http://www.youtube.com/watch?v=dmYdF28J1NI

http://www.youtube.com/watch?v=LFhw3YAvdGw

http://www.youtube.com/watch?v=LitVxWb-XLA

Lista completa das curiosidades de ‘Warcraft’ tem até easter egg para Sam Raimi

Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.

Diretor fala sobre efeitos especiais e trailer de ‘Warcraft’

Dominic Cooper será o rei Llane Wrynn, que traz esperança à cidade de Stormwind; Toby Kebbel será Durotan, integrante principal da Horda e líder do clã Frostwolf; Rob Kazinsky será Orgrim; braço direito de Durotan; Paula Patton será Garona, sobrevivente que precisa decidir de qual lado ficará na guerra entre Aliança e Horda; Ben Schnetzer será o mago Khadgar; Clancy Brown será Blackhand, guerreiro Orc apelidado de “O Destruidor”; Ben Foster será Medivh, mais conhecido como “O Guardião”, que tem poderes formidáveis; Travis Fimmel será Anduin Lothar, principal membro do exército da Aliança; Ruth Negga será Lady Taria, a rainha de Stormwind; e Daniel Wu será Gul’Dan, supremo Orc que não consegue controlar sua magia negra.

Stan Lee fará participação especial em ‘Guardiões da Galáxia 2’

O diretor James Gunn confirmou a participação especial de Stan Lee em ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘.

Em seu Facebook, Gunn divulgou uma imagem dos dois.

Confira, com a participação de Lee no primeiro filme:

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O filme marca o retorno dos Guardiões originais, incluindo Chris Pratt (‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’, ‘Guardiões da Galáxia’) como Peter Quill/Star-Lord; Zoe Saldana(‘Guardiões da Galáxia’, ‘Além da Escuridão – Star Trek’) como Gamora; Dave Bautista (‘007 Contra Spectre’, ‘Guardiões da Galáxia’) como Drax; Bradley Cooper (‘Joy: O Nome do Sucesso’, ‘Sniper Americano’) como a voz de Rocket; Vin Diesel (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Velozes e Furiosos 7’) como a voz de Groot; Michael Rooker (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Jumper’) como Yondu; Karen Gillan(‘Guardiões da Galáxia’, ‘A Grande Aposta’) como Nebula; e Sean Gunn (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha’) como Kraglin. Os novos membros do elenco incluem Pom Klementieff (‘Oldboy’); Elizabeth Debicki (‘O Grande Gatsby’, ‘Evereste’); Chris Sullivan (‘The Knick’, ‘A Entrega’); e Kurt Russell (‘Os Oito Odiados’, ‘Velozes & Furiosos 7’).

Nathan Fillion, que já trabalhou com o diretor James Gunn em ‘Firefly‘, irá interpretar Simon Williams, também conhecido como Magnum.

A previsão de lançamento é para o dia 27 de abril de 2017.

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“Você merece estar entre os 3% que vai sobreviver?”, indaga teaser da nova série da Netflix

A Netflix, líder mundial de televisão pela Internet, divulgou um novo teaser da série original brasileira: ‘3%‘.

3%‘ é um thriller pós-apocalíptico que se passa no Brasil em um futuro não distante, onde alguns poucos são aceitos a integrar uma sociedade privilegiada após passarem por um processo intenso e competitivo.

A estreia acontece dia 25 de Novembro na Netflix.

Confira, com o primeiro trailer:

A primeira temporada será dirigida pelo indicado ao Oscar®, Cesar Charlone (Cidade de Deus, Ensaio sobre a Cegueira, O Banheiro do Papa), e protagonizada por João Miguel (Estômago, Xingu, Felizes Para Sempre?) e Bianca Comparato (Avenida Brasil, Sete Vidas, Irmã Dulce). Zezé Motta (Xica da Silva, Chiquinha Gonzaga), Rodolfo Valente (Chapô, Sítio do Picapau Amarelo, Malhação), Vaneza Oliveira, Michel Gomes (Cidade de Deus, Última Parada 174, Salve Geral), Rafael Lozano (Sessão de Terapia) e Viviane Porto (Babilônia, Garotas do ABC) completam o elenco.

Diretor da Netflix defende Adam Sandler 

‘Os 6 Ridículos’: Netflix divulga data de estreia da comédia com Adam Sandler 

O primeiro ano da série contará com 8 episódios, e será filmado inteiramente no Brasil com tecnologia Ultra HD 4K.

 

Marguerite & Julien: Um Amor Proibido

(Marguerite et Julien)

 

Elenco:

Anaïs Demoustier
Jérémie Elkaïm
Frédéric Pierrot

Direção: Valérie Donzelli

Gênero: Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 9 de Fevereiro de 2017

Sinopse: 

Julien de Ravalet (Jérémie Elkaïm) e Marguerite (Anaïs Demoustier), filhos do Senhor de Tourlainville (Frédéric Pierrot), sempre foram muito próximos desde a infância e amam-se carinhosamente. Mas ao crescer, o carinho transforma-se em uma paixão avassaladora. Esse amor escandaliza a sociedade que os perseguem e não aceitam de forma alguma o amor incestuoso, buscando meios de afastá-los um do outro. Incapazes de resistir aos sentimentos, eles decidem fugir.
Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Glen/Glenda deve aparecer em ‘O Culto de Chucky’

A filha de Chucky, que passou por uma transição de gênero e mudou seu nome de Glen para Glenda, deve aparecer no sétimo filme da franquia do boneco assassino, ‘O Culto de Chucky’.

Don Mancini, diretor e roteirista do longa, postou uma foto indicando o retorno da icônica personagem.

Confira:

 

Recentemente, Mancini prometeu que o novo longa será o mais sangrento da saga.

“‘O Culto de Chucky’ acompanha a história de Nica após o banho de sangue que acontece no último filme, em que ela acaba sendo responsabilizada por todas as mortes de Chucky. Ela foi encaminhada para uma instituição mental e após quatro anos de terapia de choque e medicamentos pesados, os médicos se convenceram de que Chucky era apenas uma alucinação e que ela de fato assassinou toda sua família. É uma prescrição legal para suspense, certo? Ai seu médico complica toda a situação, ao introduzir em suas sessões de terapia em grupo um boneco Chucky”.

Enquanto ‘A Maldição de Chucky’ era mais um retorno às tradicionais raízes do terror presentes no primeiro filme, o diretor explica que ‘O Culto de Chucky’ é como se o personagem encontrasse o filme ‘A Origem’:

“Chucky é um personagem tão versátil que você consegue acrescentá-lo em diferentes subgêneros. Este é a mente fodida, Chucky encontra ‘A Origem’, porque você está lidando com uma porção de personagens cuja percepção sobre a realidade é alterada por sua loucura, pelos remédios a que foram submetidos e pela hipnose”.

Ao longo do painel, Mancini assegurou os fãs que ouviu as reclamações referentes à aparência de Chucky no filme de 2013, afirmando que fez um esforço consciente para trazer de volta o estilo clássico do personagem. Além disso, ele alertou a plateia, revelando que o próximo filme será o mais sangrento e perturbador de todos os sete:

“Os efeitos de sangue neste filme…este é definitivamente o mais sangrento de todos eles. Não foi algo que planejamos fazer, apenas acabou ficando assim”.

Don Mancini, criador da franquia ‘Brinquedo Assassino’, revelou que a Noiva de Chucky vai retornar no sétimo filme. A atriz Jennifer Tilly, que emprestou sua voz para a boneca assassina Tiffany em três filmes da franquia, está confirmada no filme.

‘Chucky vs Annabelle’ a caminho?

O filme retomará aonde ‘A Maldição de Chucky’ terminou. A história provavelmente será centrada em Alice (Summer H. Howell), a pequena filha da família que recebe o boneco assassino em ‘A Maldição de Chucky’. O destino da personagem é deixado em aberto na conclusão do filme.

Além de roteirizar os seis filmes da franquia, Mancini dirigiu os dois últimos, ‘O Filho de Chucky’ e ‘A Maldição de Chucky’.

O primeiro ‘Brinquedo Assassino’ estreou em 1988 e foi um sucesso na época. Sem demora, duas sequências chegaram aos cinemas em 1990 e 1991, mas ‘A Noiva de Chucky’ só foi realizado em 1998. Após um hiato de 6 anos, ‘O Filho de Chucky’ parecia ter enterrado a franquia, mas, quase 10 anos mais tarde, ‘A Maldição de Chucky’ foi lançado em vídeo e teve uma recepção entusiasmada.

Assista ao novo e divertido trailer de ‘LEGO Ninjago – O Filme’

Como parte da divulgação de ‘LEGO Ninjago – O Filme’ na SDCC, a Warner liberou o mais novo trailer da animação.

Confira:

Nesta grande aventura de Ninjago, a batalha por Ninjago City chama para a ação o jovem Lloyd, também conhecido como o Ninja Verde, junto com seus amigos, que são todos guerreiros secretos e LEGO Master Builders. Conduzidos pelo mestre Wu do kung fu, ele devem derrotar o vilão Garmadon, o indivíduo mais perverso de todos os tempos e que ainda é o paizinho de Lloyd. O confronto épico testará esta equipe feroz e indisciplinada de ninjas modernos que devem aprender a controlar seus egos e a se reunir para liberar o seu verdadeiro poder.

O elenco de dublagem ainda conta com Dave Franco como Lloyd, Michael Peña como Kai, Abbi Jacobson como Nya, Kumail Nanjiani como Jay, Zach Woods como Zane e Fred Armisen como Cole.

O novo projeto também é considerado um spin-off de ‘Uma Aventura LEGO‘, que chegou aos cinemas mundiais em fevereiro de 2014.

Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas de ’Uma Aventura LEGO’, vão cuidar da produção, enquanto Charlie Bean (‘Tron: Uprising‘) será o responsável pela direção.

The LEGO Ninjago‘ tem estreia marcada para setembro de 2017.

 

‘Liga da Justiça’: Chris Nolan é creditado como produtor executivo do filme!

A data de lançamento de ‘Liga da Justiça‘ está cada vez mais próxima, e a Warner começou uma divulgação massiva para promover o filme.

E novas revelações começam a surgir…

O comercial de TV mais recente credita Christopher Nolan, da sensacional trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, como produtor executivo.

Nolan também trabalhou como produtor executivo de ‘Batman vs Superman‘,

Confira a imagem e os vídeos:

Quem criou a cena do Superman no trailer de ‘Liga da Justiça’… Zack Snyder ou Joss Whedon? 

‘Liga da Justiça’ – Fãs encontram easter egg do Coringa e Arlequina no trailer

Após boatos de ter sido cortado, Lex Luthor deve aparecer em ‘Liga da Justiça’ 

A Warner Bros. finalmente inclui nossa primeira visão do Clark Kent no filme… mas de uma maneira bem diferente.

Depois que o Superman morreu lutando contra Apocalipse em ‘Batman vs Superman‘, o herói chegou a aparecer em alguns materiais de merchandising e marketing do filme… mas nunca tinha aparecido em nenhum dos vídeos em carne e osso. Mas é claro que o estúdio precisava mostrá-lo para aumentar o buzz em cima do filme.

Na incrível cena, que parece ser um sonho ou uma fantasia de Lois Lane, muito parecido com o sonho que o próprio Superman teve sobre seu falecido pai em ‘Batman vs Superman,’ Clark (em roupas civis) está de pé no campo da fazenda dos Kents, satisfeito por ver Lois usando seu anel de noivado. A cena então volta para Lois, usando seu anel de noivado, jogando terra no túmulo de Clark antes de acordar de um sonho…

Que cena SENSACIONAL. O que você achou? Deixe seus comentários abaixo!

Liga da Justiça’ tem estreia marcada para 16 de Novembro.

 

Crítica | Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

Pouquíssimas franquias conseguem ganhar várias sequências e continuarem relevantes, e ‘Missão Impossível’ é uma delas.

O primeiro filme, baseado na série de sucesso dos anos 60, foi lançado em 1996 e se tornou a terceira maior bilheteria do ano (atrás de ‘Independence Day‘ e ‘Twister‘), com US$ 457.7 milhões mundialmente. Visando uma possível franquia, a Paramount Pictures decidiu investir em uma sequência pra lá de ultrajante, que trazia um Ethan Hunt (Tom Cruise) praticamente como um super-herói pilotando sua moto veloz em meio a pombas voando em Slow Motion.

Foi com ‘Missão Impossível 3‘, dirigido pelo mestre J.J. Abrams, que a franquia finalmente engatou: o filme humanizava o protagonista trazendo para a história sua esposa, vivida pela maravilhosa Michelle Monaghan, em um roteiro genial que mudou os rumos de toda a franquia.

A partir do quarto filme, a ação foi elevada junto com a relevância dos filmes, cada vez mais atuais e inteligentes. Eis que a franquia chega ao seu ápice com ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’, o melhor filme de ação lançado em 2018 – mesmo ano em que tivemos ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Deadpool 2‘.

É difícil achar adjetivos que caibam no roteiro escrito por Christopher McQuarrie, que também dirige e produz. Com um script inteligente e ágil, que não perde tempo para engatar sua história, ele usa o pouquíssimo tempo de respiro entre uma cena de ação e outra para aprofundar seus personagens e suas motivações. O maior acerto é mostrar que às vezes o mocinho pode se tornar o vilão e vice versa, além de trazer personagens femininas fortes que fogem do estereótipo “donzela em perigo”. Cada personagem tem seu devido tempo em tela, e a trama consegue trazer elementos dos filmes anteriores e criar um desfecho para todas as pontas soltas na franquia – humanizando Ethan Hunt e mostrando que ele é um homem de carne e osso, com sentimentos e um passado. É uma jogada de mestre a maneira como a história avança sem esquecer o passado, mas também sempre olhando para o futuro.

McQuarrie também é o único diretor a retornar no comando de outro filme da franquia, após o bem sucedido ‘Nação Secreta‘. Ele demonstra uma grande evolução no comando das cenas de ação, que estão soberbas. Entre cenas de cair o queixo em Paris até o clímax explosivo nas belíssimas paisagens de Caxemira, o filme sabe aproveitar o melhor dos efeitos práticos para trazer cenas realistas de ação, que vão de explosões, perseguição de moto e helicóptero, luta corporal… até um salto na estratosfera da Terra. É insano e soberbo.

O elenco é um show à parte! Após os fiasco de ‘A Múmia‘, Tom Cruise consegue se redimir com seu público e provar que ele é o maior astro de Hollywood, o único que conseguiu manter sua carreira por mais de 30 anos sempre ativa. É visível como ele se doa de corpo e alma para a franquia, realizando suas próprias cenas de ação sem o uso de dublê. Este filme marca sua melhor atuação em anos, já que o roteiro também dá espaço para que o ator demonstre seu lado dramático.

A melhor personagem da franquia, Ilsa Faust, vivida pela sueca Rebecca Ferguson, retorna com mais dilemas pessoais e morais. A química da atriz com Tom Cruise é notória, com ela se mostrando uma versão feminina de Ethan Hunt – sim, eu pagaria para ver um filme solo dela. Sua personagem de personalidade forte dá o contraponto ideal para o personagem cheio de testosterona vivido por Cruise. É um deleite ver a interação dos dois em tela.

Quem também retorna é Michelle Monaghan, a esposa de Hunt, em uma participação sensacional que nos faz matar a saudade de Julia – personagem introduzida no terceiro filme e que ainda era a dona do coração do protagonista.

Henry Cavill está sensacional como um assassino no governo que recebe a tarefa de vigiar e cuidar de Hunt, com um físico invejável que deixará seus fãs babando. Seu personagem é cheio de camadas e consegue brilhar ao lado de Cruise, uma tarefa bem difícil (quem se lembra de Jeremy Renner, surgindo na franquia com a intenção de substituir o protagonista?).

O alivio cômico também retorna: Simon Pegg está admirável como Benji Dunn, em mais uma atuação deliciosa que nos faz rir entre uma cena tensa e outra. O único ponto fraco no elenco está em Ving Rhames, que deixa a desejar como o Luther.

Missão Impossível: Efeito Fallout’ é tão bom que não percebemos suas 2 horas e 47 minutos passarem, nos deixando cada vez mais intrigados a cada reviravolta e revelação que a trama nos brinda. E mesmo que algumas delas possam ser previstas, a maneira como as situações se destrincham é genial.

O sexto filme da franquia vem para mostrar que nem só de ação se faz um filme: é preciso ter um roteiro interessante, um diretor seguro e um ator dando o melhor de si. E ‘Efeito Fallout’  tem tudo isso e um pouco mais.

Obs: Não compensa assistir em 3D, mas sim em uma telona IMAX.

Assista nossa crítica:

O filme tem estreia agendada para quinta-feira, dia 26 de julho de 2018.

 

Lorena | Entrevistamos Jordan Peele e os produtores da polêmica série da Amazon

A jornalista Rafa Gomes entrevistou o badalado Jordan Peele (‘Corra!’) e os produtores da nova série documental da Amazon, Lorena, durante o Festival de Sundance!

Lorena conta a emblemática história dessa mulher que, após sofrer vários abusos, mutilou o membro do seu marido!

Confira, com a crítica:

A série já está disponível na Amazon Prime Video.

Crítica | Lorena: Documentário produzido por Jordan Peele resgata polêmico caso de abuso

‘The Batman’: Atriz de ‘As Panteras’ revela ter feito teste para viver a Mulher-Gato

Em entrevista ao THR, a atriz Ella Balinska – que fez sua grande estreia nas telonas no reboot de ‘As Panteras‘ – revelou ter feito um teste para interpretar a Mulher-Gato em ‘The Batman‘, da Warner Bros.

“O processo foi como todos os outros. O estúdio é bom no que faz, e foi um teste normal. Não consegui o papel, mas fiquei empolgada em saber que a Zöe Kravitz conseguiu. Acho que ela será incrível”, afirmou.

Recentemente, a atriz Zoë Kravitz postou uma foto com seu novo visual, possivelmente para as filmagens de ‘The Batman‘.

Com um corte de cabelo mais curto, a atriz lembra bastante a Mulher-Gato dos quadrinhos.

Confira:

 

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hair ✂️

Uma publicação compartilhada por Zoë Kravitz (@zoeisabellakravitz) em

O elenco de ‘The Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e Andy Serkis (Alfred Pennyworth). Colin Farrell também está em negociações para os papel de Pinguim.

John Turturro (O Grande Lebowski) interpretará Carmine Falcone, líder da lendária Família do Crime Falcone – uma organização do crime organizado que se tornou uma instituição do submundo de Gotham City.

Jayme Lawson  vai interpretar uma política chamada Bella, que irá concorrer a um importante cargo na promotoria de Gotham. Como Harvey Dent pode ter um papel importante na trama, é de se esperar que Bella seja uma espécie de rival e ambos estejam competindo pela função.

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

As melhores séries de 2020 até agora

2020 pode estar sendo um ano atípico em vários sentidos, mas a televisão continua fazendo o seu papel para nos entreter e emocionar. Nos primeiros seis meses do ano, as telinhas nos entregaram uma leva preciosa de atrações que provam o quanto ainda podemos nos surpreender mesmo nos momentos mais angustiantes da humanidade e sem sair de casa. Deu para rir, chorar, ficar com medo, sentir a cabeça dando um nó na tentativa de entender o que está acontecendo e até ter uma pontinha de esperança na humanidade. 

A lista leva em consideração apenas séries que estrearam oficialmente no Brasil, e isso faz com que algumas grandes atrações tenham precisado ficar de fora — como as excelentes ‘Better Things’, ‘What We Do in The Shadows’, ‘Devs’ e ‘Mrs. America’. Agora, sem mais delongas, vamos às escolhidas!

The Plot Against America

Talvez não estejamos no melhor momento, tratando de um emocional coletivo, para uma série que trata do crescimento do nazismo nos Estados Unidos da América, mas aqui estamos. A minissérie é uma peça de história especulativa baseada no livro homônimo de Phillip Roth, partindo das mentes criativas de David Simon e Ed Burns (‘The Wire’), e imagina o que teria acontecido caso o aviador Charles Lindbergh tivesse vencido as eleições presidenciais de 1940 no lugar de Franklin Delano Roosevelt. Pontuada com as excelentes atuações de Zoe Kazan, Winona Ryder e John Turturro como parte da comunidade judaica, ‘The Plot Against America’ usa uma cinematografia bastante clássica para fazer o contraponto e despertar no espectador um sentimento incômodo de que algo não está certo enquanto o antissemitismo cresce pelas beiradas do que muitos chamam de exagero.

Dark

A ficção científica alemã que deu o que falar com os seus episódios finais foi a responsável por muitas dores de cabeça para a sua audiência. Enquanto nos desdobrávamos para entender quem somos, onde estamos e que dia é, o drama desatava seus nós para entregar um final simples e reconfortante como um contraponto de tantas linhas narrativas se cruzando o tempo todo. ‘Dark’ pode não ter inventado todos os conceitos dos quais bebeu com tanta vontade, mas o fato de equilibrar com toda aquela aparente facilidade uma quantidade absurda de tramas como se estivesse escrevendo um episódio de CSI é nada menos que impressionante.

Little Fires Everywhere

Little Fires Everywhere — “The Spark” Episode 101 — The picture-perfect lives of the Richardson family are upended by the mysterious arrival of artist Mia Warren, and her daughter, Pearl, in Shaker Heights, OH, an idyllic town founded on the utopian principals of harmony and order. Egged on by her guilty conscious, do-gooder Elena rents to the mother-daughter duo and encourages her younger son Moody to befriend Pearl, irrevocably intertwining the fates of the two families. Mia (Kerry Washington) and Elena (Reese Witherspoon), shown. (Photo by: Erin Simkin/Hulu)

‘Big Little Lies’ pode até ter chegado ao fim, mas esta aqui é para ninguém sentir saudades de Madeline McKenzie. Reese Witherspoon e Kerry Washington (‘Scandal’) dividem o protagonismo desta minissérie do Prime Video que mistura mistério, drama familiar e uma narrativa poderosa sobre o racismo estrutural, tudo isso no meio da década de 1990 com discussões que caminhavam a passos lentos sobre visibilidade LGBTQ+ e, é claro, aquela boa inimizade entre Elena (Witherspoon) e Mia (Washington) que faz a gente vibrar de raiva e alegria ao mesmo tempo.

The Great

Huzzah! ‘The Great’ é a história de Catarina, a Grande como você nunca viu. Apenas levemente baseada no que a história nos conta, a adaptação da peça teatral de Tony McNamara (‘A Favorita’) narra os primeiros anos após Catherine (Elle Fanning) ter chegado à Rússia para seu casamento com o então imperador, Peter III (Nicholas Hoult). A história “ocasionalmente verdadeira” é na verdade um conto sobre a libertação feminina que se delicia com a justaposição do belo com o grotesco em cena e usa uma espécie de anacronismo ao seu favor quando deixa o olhar moderno e progressista de sua protagonista transparecer. Todas as nuances da personagem — ingênua, apaixonada, inspiradora, sagaz — são acentuadas pela forma como Fanning, também produtora executiva da atração, acerta o tom para que a ostensibilidade cômica de todo o entorno (o exagero faz parte de seu teor teatral) não interfira na complexidade de sua atuação. É a transição da atriz de papéis jovens para papéis adultos e com autoridade e, assim como Catherine. ela domina o campo com muita maestria. 

The Good Place 

O que acontece depois que você morre? E se você for parar no lugar errado? O que começou como uma comédia aparentemente despretensiosa foi ganhando traquejo naquele tipo de evolução que é típica dos trabalhos de Mike Schur. Desta forma, ‘The Good Place’ foi ao longo dos anos se transformando em uma potente comédia niilista cujas investigações sobre a psique humana se baseiam mais nas nossas relações do que na forma como nos apresentamos em sociedade. Se a temporada final dessa comédia se abriu com alguns tropeços, sobretudo em relação aos novos personagens, finalizou sendo exatamente o que a transformou em algo diferente na televisão: com a pura honestidade de mostrar que ninguém cresce sozinho e que a busca e a descoberta são muito mais empolgantes do que a resposta. 

Todxs Nós

Uma das mais recentes produções brasileiras da HBO, ‘Todxs Nós’ é um retrato raro de uma multiplicidade de vozes e gêneros. Um retrato raro não apenas dentro do cenário brasileiro, mas em todo o escopo de produções televisivas que estamos habituados a consumir no mar de streaming. Mas não é só isso que faz dela excepcional. A ousadia da história montada por Daniel Ribeiro, Vera Egito e Heitor Dhalia está em deixar o incômodo transparecer não porque os três protagonistas fazem parte de minorias, mas porque isso não os isenta de serem humanos imperfeitos, questionadores e questionáveis. Eles quebram paradigmas, mas também se sentem confortáveis dentro de alguns — complexidade humana é assim. A jornada de evolução e comunhão entre Rafa (Clara Gallo), Maia (Julianna Gerais) e Vini (Kelner Macêdo) é uma trama universal pincelada com detalhes que volta e meia ficam com você depois de cada episódio. É essa pulguinha atrás da orelha que vira a cereja do bolo. 

Visible: Out on Television

Com tantas discussões sobre representatividade e visibilidade de minorias nas telas, chega a ser curioso um trabalho como ‘Visible: Out on Television’ não ter sido feito antes. O distanciamento temporal de boa parte de seus objetos de estudo, portanto, talvez seja um de seus maiores trunfos. Em cinco episódios, a série documental retoma o histórico de representatividade LGBT+ nas telas norte-americanas dos primórdios da década de 1960 até os tempos atuais. Mais do que um registro, no entanto, a série tece relações entre como a televisão retrata(va) a comunidade e como isso moldou a visão da sociedade ao longo dos anos. Jamais apologético, o documentário toca nas feridas onde o movimento falhou, e ajuda a entender o quanto já foi percorrido e o quanto ainda falta. 

BoJack Horseman

A temporada final de ‘BoJack Horseman’ foi dividida em duas partes, deixando para 2020 os últimos oito episódios desta animação que fica na história como um feito raro — uma série da Netflix que durou mais do que três temporadas e chegou ao fim sem perder o gás. BoJack sempre transitou muito bem entre a comédia e o drama, utilizando o sarcasmo do seu protagonista para abordar com muita delicadeza os traumas do abandono familiar e os grandes problemas da indústria do entretenimento. Na jornada final, Raphael Bob-Waksberg não poupa nosso cavalão de encarar suas próprias falhas e as dores que fazem parte de quem ele é. ‘BoJack Horseman’ chega ao fim não apenas como a melhor série da Netflix, mas um dos dramas mais emocionalmente complexos que a TV viu recentemente. Não é para qualquer um.

I May Destroy You

Se você nunca ouviu falar de Michaela Coel, guarde o nome. A comediante (mais conhecida por ‘Chewing Gum’) tira inspiração de sua própria história para esta versão ficcionalizada. Na série, acompanhamos Arabella, que está virando a noite no escritório para terminar de escrever seu segundo livro. Ela decide dar uma pausa para encontrar um amigo em um bar, e acaba tendo sua bebida adulterada e é atacada por dois homens. ‘I May Destroy You’ é a jornada de Arabella (e de Micaela) tentando entender o que é inexplicável. A série passeia por diversos gêneros em busca da resposta para a pergunta que não cala: como seguir em frente depois de ser atingida por um trauma tão grande?

Normal People

A princípio, ‘Normal People’ parece aquela série banal sobre um romance jovem que você veria em uma tarde de sábado sob as cobertas com uma panela de brigadeiro. Fofinha, com um elenco bonito, de fácil digestão, nada de novo. Mas a atração britânica vai além disso ao utilizar a relação tórrida entre Connell (Paul Mescal) e Marianne (Daisy-Edgar Jones) para refletir sobre a dificuldade de comunicação da geração Millennial, fazendo com que a profunda conexão entre eles seja ao mesmo tempo doce e dolorosa, universal e extremamente específica. Adaptada do romance best-seller de Sally Rooney nas lentes habilidosas de Lenny Abrahamson e Hettie Macdonald, esta minissérie é um caso raro de um retrato extremamente sensível em que cada respiração e cada toque tem muito a dizer. E diz muito bem. 

Better Call Saul

A penúltima temporada da série derivada de ‘Breaking Bad’ continua a rota de ascensão e talvez seja a melhor leva de episódios até agora. A atração, original do canal AMC e exibida no Brasil pela Netflix, segue como um mostruário para os talentos não apenas de Bob Odenkirk mas também da excelente Rhea Seehorn e, nesta temporada, da adição Tony Dalton. Aos poucos, os dois cantos da composição — de um lado, a transformação de Jimmy em Saul e, do outro, a imersão de Mike (Jonathan Banks) no mundo dos cartéis — foram se transformando em uma coisa só. O resultado é uma temporada não apenas veloz em que ninguém está salvo, mas também uma construção de expectativa, destruição e transformação dos personagens que não deve em nada a Walter White. Por vezes, ‘Better Call Saul’ até o supera.

Blumhouse está produzindo remake do clássico terror ‘O Enigma de Outro Mundo’

De acordo com o Bloody Dusgusting, a Universal e a Blumhouse estão produzindo uma nova versão de ‘O Enigma de Outro Mundo‘, o clássico de terror dirigido por John Carpenter em 1982.

Foi dito que o longa será uma adaptação fiel do conto ‘Who Goes There?‘ (Quem vem lá?), escrito por John Campbell e publicado em 1938.

Além disso, o longa irá adaptar trechos adicionais do conto pela primeira vez, já que estavam perdidos por décadas e foram disponibilizados online há alguns anos.

Maiores detalhes não foram revelados e parece que a ideia ainda está nos estágios inicias, então não há informações sobre elenco, diretor e previsão de estreia.

Para quem não sabe, ‘O Enigma de Outro Mundo‘ também ganhou outra adaptação em 2011, estrelada por Mary Elizabeth Winstead e Adewale Akinnuoye-Agbaje.

No entanto, a versão mais popular foi estrelada por Kurt Russell, que interpreta um pesquisador tentando sobreviver ao ataque de um alienígena que estava congelado há milênios na região da Antártida.

‘Love Hard’: Comédia romântica com Nina Dobrev e Jimmy O. Yang ganha data de estreia na Netflix

Netflix divulgou a data de estreia de sua nova comédia romântica original intitulada ‘Love Hard’.

O filme estreia no catálogo dia 3 de Novembro de 2021.

Nina Dobrev (‘The Vampire Diaries’), Jimmy O. Yang (‘Space Force’) e Darren Barnet (Eu Nunca…), que substituiu Charles Melton (‘Riverdale’) após o ator ter conflitos de agenda.

Dobrev estrela como uma garota que se apaixona por um charmoso cara em um aplicativo de relacionamento e atravessa o país para surpreendê-lo. Entretanto, como já é de se esperar, as coisas não vão como o esperado.

Hernán Jiménez (‘About Us’) comanda o projeto. Danny MackeyRebecca Ewing assinam o roteiro, que está sendo descrito como uma mistura entre ‘Harry e Sally – Feitos um para o Outro’‘Roxanne’.

A plataforma de streaming comprou os direitos intelectuais da produção em agosto do ano passado. McGMary Viola são os produtores.

“‘Top Gun: Maverick’ é o MELHOR filme que já escrevi”, revela roteirista

Christopher McQuarrie é um grande colaborador de Tom Cruise, trabalhando com o astro como produtor, diretor e roteirista de filmes de sucesso. A parceria entre a dupla garantiu grandes títulos de ação, como ‘Operação Valquíria’, ‘No Limite do Amanhã’, ‘Jack Reacher’ e ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’.

Mesmo assim, o cineasta disse em seu perfil do Twitter que o melhor filme que já fez em sua carreira foi o vindouro ‘Top Gun: Maverick‘, desta vez assumindo o cargo de roteirista.

Ele revelou a informação quando um perguntou:

“Você já assistiu ao corte final de ‘Top Gun: Maverick’? Se sim, como você sentiu?”

Ao que McQuarrie respondeu:

“Já perdi a conta de quantas vezes assisti a versão finalizada. É o melhor filme do qual eu já fiz parte. Mal posso esperar para ver a reação do público.” 

Não há dúvidas de que a declaração só faz aumentar a expectativa pela sequência.

Top Gun: Maverick‘ estreia dia 27 de Maio de 2022.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris. 

Elenco caracterizado na primeira foto de ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’

Foi divulgada a primeira foto do set de filmagens do live-action “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”. Dirigido por Maurício Eça, o filme de suspense começa no primeiro dia de aula do Ensino Médio da turma do bairro do Limoeiro. Na trama, Milena (Carol Roberto), Cascão (Theo Salomão), Magali (Bianca Paiva), Mônica (Sophia Valverde) e Cebola (Xande Valois) descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado e partem para uma missão cheia de ação e aventura para salvá-lo.

Confira:

A Imagem lançará o filme no dia 28 de Dezembro de 2023.

O longa será rodado em São Paulo e já tem as locações confirmadas: Colégio Notre Dame, no bairro do Sumaré, o Parque Chácara Jockey e a Mansão Jafet.

Confira a sinopse e um vídeos dos bastidores:

No primeiro dia de aula do ensino médio, Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena não demoram muito para perceber que as coisas andam estranhas. Quando descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado, decidem se unir em uma missão para tentar salvá-lo. Enquanto investigam o que está acontecendo, se deparam com segredos antigos e assustadores do bairro do Limoeiro e logo percebem que podem estar lidando com uma ameaça muito maior.

Clipe de ‘X-Men ’97’ traz a equipe sob ataque de Sentinelas; Assista!

A aguardada série ‘X-Men ’97’ teve um novo clipe divulgado, que traz a equipe sob ataque de Sentinelas.

Assista:

O escritor e produtor Beau DeMayo, responsável pela série que estreará em duas semanas, foi demitido abruptamente da Marvel Studios. DeMayo era um colaborador frequente da Marvel, tendo escrito para ‘Cavaleiro da Lua’ e contribuído com rascunhos iniciais para ‘Blade’.

Segundo o The Hollywood Reporter, DeMayo foi dispensado subitamente da Marvel Studios no início da semana passada. Seu e-mail corporativo foi desativado e o elenco e a equipe foram informados de sua saída do projeto. Além disso, a conta de Instagram de DeMayo, antes uma fonte de atualizações sobre X-Men, foi excluída.

Nenhuma razão para sua demissão foi divulgada.

A demissão pegou o roteirista de surpresa, visto que ele havia acabado de concluir o roteiro da segunda temporada da animação, uma sequência dos clássicos dos anos 90, e já estava discutindo ideias para uma terceira temporada.

Até o momento, nem a Marvel, nem DeMayo se manifestaram sobre a rescisão.

A Marvel anunciou a contratação de DeMayo em novembro de 2021. A notícia foi recebida com algum entusiasmo, pois o escritor trouxe sua identidade como homem negro gay para o projeto, destacando em entrevistas como sua experiência de crescer como filho adotivo de pais brancos, com uma irmã coreana no Sul, tornou os personagens dos X-Men – e suas lutas por aceitação pela sociedade – pessoais para ele.

Lembrando que ‘X-Men ’97’ estreia no Disney Plus em 20 de março.

Confira as imagens juntamente com o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Robert Downey Jr. NÃO PODERÁ participar do filme de Christopher Nolan por causa de ‘Vingadores 5’, afirma insider

Segundo o insider Daniel Ritchman, Robert Downey Jr. não vai poder estrelar o próximo filme de Christopher Nolan (‘Oppenheimer’), que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Ela iria participar do filme que tem no elenco Zendaya (‘Rivais’), Anne Hathaway (‘Uma Ideia de Você’), Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Matt Damon (‘Perdido em Marte’) e Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’).

O motivo? A agenda do ator ficou muito atribulada depois que ele assinou para interpretar o Doutor Destino em ‘Vingadores: Doomsday‘, o próximo filme da maior equipe do MCU.  

Downey Jr. ainda estará em outros filmes da Marvel.

O ator também interpretará o papel em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ e, potencialmente, em outros projetos. 

Filha de George A. Romero dirigiu terror de ZUMBIS com Drag Queens que conquistou 93% de aprovação no RT

Tina Romero, filha do lendário cineasta George A. Romero, que revolucionou o cinema com sua trilogia ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘, dirigiu um filme de zumbis que está fazendo o maior sucesso entre os críticos.

Rainhas dos Mortos‘ (Queens of the Dead) conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e acompanha um apocalipse zumbi que surge no Brooklyn na noite de uma grande festa em um galpão, onde um grupo eclético de drag queens, club kids e rivais precisa deixar suas diferenças de lado e usar suas habilidades únicas para lutar contra os mortos-vivos sedentos por cérebros.

Confira a porcentagem no Rotten Tomatoes:

“Esta não é a primeira vez que Tina Romero escreve ou dirige, mas é o primeiro longa-metragem sob seu comando. E que estreia fabulosa! Não, este não é um novo clássico de zumbis, mas também não tenta ser. É exagerado do começo ao fim, e obviamente tem essa intenção…” (Heaven of Horror)

“Este filme parece mais inspirado em ‘Todo Mundo Quase Morto’ do que em qualquer coisa da saga de George A. Romero, mas traz um dos elencos mais carismáticos do ano.” (The Wolfman Cometh)

“‘Rainhas dos Mortos’ pode ser assistido em qualquer época do ano. Tina Romero já se consolidou no universo do terror, não apenas pelo legado de seu pai, mas também por seu amor evidente pelo gênero que está criando.” (But Why Tho? A Geek Community)

“‘Rainhas dos Mortos’ é um filme de zumbi glamoroso e hilário que vai fazer você estalar os dedos em sinal de aprovação.” (Daily Dead)

“‘Rainhas dos Mortos’ é uma estreia cinematográfica independente feroz, que apresenta uma impactante nova cor brilhante no espectro da comédia de terror.” (Fangoria)

“Um roteiro mais forte permitiria que ‘Rainhas dos Mortos’ realmente canalizasse o estilo de alegoria afiada e narrativa cativante de George A. Romero.” (Comic Book)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Queens of the Dead’ é estrelado por um elenco de peso que inclui Katy O’Brian, Margaret Cho, Brigette Lundy-Paine e Cheyenne Jackson.

O elenco também conta com talentos notáveis como Nina West, Jaquel Spivey, Tomas Matos, Quincy Dunn-Baker, Becca Blackwell, Shaunette Renée Wilson, Dominique Jackson, Riki Lindhome e Eve Lindley.

De concorrente ao Miss Universo à Mulher Maravilha | Conheça a história da atriz Gal Gadot…

Casada há 14 anos com um empresário holandês, mãe de três filhas, indicada para mais de 25 prêmios em toda a carreira, a carismática atriz Gal Gadot (que em breve deve interpretar a Rainha Má no projeto Branca de Neve e os Sete Anões, com roteiro assinado por Greta Gerwig), nasceu em Petah Tikva, em Israel, mas foi criada até a adolescência em uma cidade de apenas 38.000 habitantes chamada Rosh HaAyin.

Filha de uma professora de Educação física e um engenheiro, antes da fama, um de seus primeiros empregos foi numa filial do Burger King na cidade onde morava. Formada em Biologia (depois ainda estudou Direito na faculdade particular IDC Herzliya), aos 18 anos venceu o Miss Israel e depois participou do Miss Universo.

Miss Israel Gal Gadot smiles during the Miss Universe final show in Quito, Ecuador, 01 June 2004. AFP PHOTO/MARTIN BERNETTI / AFP PHOTO / MARTIN BERNETTI

Aos 20 anos, se alistou nas Forças de Defesa de Israel (que em Israel é obrigatório para homens e mulheres) e lá desempenhou a função de instrutora de condicionamento físico de combate. Após o serviço militar, continuou com a carreira de modelo internacional sendo inclusive um dos rostos de um famoso perfume da marca Gucci e também embaixadora das marcas Revlon e Reebok.

Nesse período entrou para a faculdade e logo na conclusão do primeiro ano foi convidada para fazer um teste para ser a bond girl Camille Montes no 22º filme da franquia cinematográfica de James Bond, 007 – Quantum of Solace, segundo longa-metragem protagonizado por Daniel Craig como o famoso espião, mas o papel acabou ficando para a atriz ucraniana Olga Kurylenko. Assim, sua estreia no universo audiovisual foi em um seriado israelense chamado Bubot.

Em 2009, veio sua grande oportunidade em Hollywood, e logo em seu primeiro longa-metragem interpretou a personagem Gisele no blockbuster Velozes e Furiosos 4 (papel que reprisaria anos depois nas três sequências seguintes da franquia). Após participar dessa que é uma das mais maiores franquias de sucesso quando pensamos em filmes de ação, Gal fez uma participação em um episódio do excelente seriado Entourage, também no filme protagonizado por Steve Carrell e Tina Fey, Uma Noite fora de Série, e no longa-metragem Encontro Explosivo ao lado de Tom Cruise e Cameron Diaz.

Entre outros trabalhos em Hollywood que vieram após, ela voltou para Israel e participou de dois seriados lá Asfur e Kathmandu. O primeiro conta a história de alguns rapazes que moram em uma fazenda no centro de Jerusalém, e precisam em um mês pagar uma dívida com a prefeitura. Já no outro trabalho a história gira em torno de um jovem casal ultraortodoxo que se oferece para estabelecer uma “Casa Chabad” em Katmandu para mochileiros.

Gal também participou do longa-metragem de comédia Kicking Out Shoshana.

Em 2016, conseguiu um papel no filme de ação Triplo 9 onde atuou ao lado de nomes como: Woody Harrelson, Kate Winslet, Anthony Mackie, Casey Affleck, Chiwetel Ejiofor, Aaron Paul e Norman Reedus.

Após esse trabalho, conseguiu um disputado papel que mudaria para sempre sua carreira no longa-metragem Batman vs Superman: A Origem da Justiça onde interpretou a Mulher-Maravilha, papel que reprisou no filme solo da heroína em 2017 (Mulher-Maravilha), em Liga da Justiça e Mulher-Maravilha 1984.

Recentemente, em 2021, protagonizou o longa-metragem Alerta Vermelho da Netflix, ao lado de Ryan Reynolds e The Rock e interpretou uma personagem no projeto baseado na obra homônima de Agatha Christie, Morte no Nilo.

Nos próximos anos vamos ver bastante Gal nas telonas. Em 2023, deve chegar aos cinemas, com o novo projeto de Tom Hooper, o thriller de espionagem Heart of Stone.

Especula-se também que Gal voltará como Gisele no décimo filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, que contou com uma campanha do CinePOP.

Já em 2024, veremos Gal como a Rainha má em Branca de Neve e os Sete Anões, dirigida por Marc Webb e com roteiro assinado pela dupla Greta Gerwig e Erin Cressida Wilson. Ainda sem data certa, Gal interpretará Cleópatra no filme homônimo dirigido pela cineasta canadense Kari Skogland.

47 Ronins (2)

O Último Samurai Branco

A cultura japonesa dominou Hollywood em 2013. O subgênero dos monstros gigantes Kaiju nunca esteve tão bem representado quanto em Círculo de Fogo, de Guillermo del Toro. E até mesmo um herói da Marvel viajou para a terra do sol nascente e imergiu na cultura nipônica, em Wolverine – Imortal, o primeiro filme de super-herói de Hollywood falado em outra língua (não americana) por grande parte de sua projeção. Agora, é a vez de Keanu Reeves usar seu status de astro para promover a milenar cultura japonesa para uma grande audiência (ou pelo menos tentar).

Reeves conquistou o mundo com a série Matrix (1999, 2003), e por causa dela entrou no patamar dos grandes astros de Hollywood. No entanto, o ator não aparecia numa grande produção desde a recepção fria que o remake de O Dia em que a Terra Parou (2008) teve com os críticos e o público. Desde então o ator participou apenas de três produções independentes, que passaram basicamente em branco: A Vida Íntima de Pippa Lee (2009), A Ocasião faz o Ladrão (2010) e Sem Destino (2012). 47 Ronins era planejado como a grande volta do astro ao topo. A coisa não aconteceu bem assim.

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A produção problemática sofreu diversos atrasos em seu lançamento. Durante muito tempo, pouco se sabia além do anúncio de que o filme existia e de uma foto que figurava na rede de Reeves com parte do elenco nipônico. Devido à interferência do estúdio Universal, o filme sofreu várias mudanças no roteiro durante as filmagens, além de uma radical reestruturação já na fase de pós-produção. Entre as mais significativas, um personagem de grande importância na trama terminou cortado e com uma participação muda. Casos assim não são inéditos e quase sempre resultam no que vemos nas telas.

Ao contrário do igualmente conturbado Guerra Mundial Z, que deu a volta por cima conseguindo lucro após um orçamento inflado por problemas, 47 Ronins se tornou um dos maiores fiascos recentes da Universal em seu lançamento no fim do ano passado (sem exibição para a imprensa americana). A trama baseada em fatos reais dos 47 guerreiros sem mestre, que buscam vingança por sua morte, já foi levada ao cinema anteriormente em pelo menos outras seis produções. Essa é a primeira versão americana, transformada em um blockbuster recheado de efeitos.

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No filme Keanu Reeves é Kai, um garoto mestiço criado por um clã de samurais e por eles treinado em sua arte, na época do Japão feudal. O sujeito nunca é totalmente aceito por alguns integrantes devido a sua raça, mas desperta o interesse amoroso da filha do idoso líder do clã. Durante uma exibição para o Imperador, o treinamento de Kai já adulto é descoberto. Após um incidente, o líder do país ordena o Seppuku (técnica de suicídio) do chefe do clã por acreditar que este caiu em desgraça. Dessa forma, Kira (Tadanobu Asano), o vilão da obra, assume o poder guiado pela feiticeira maligna interpretada pela bela indicada ao Oscar Rinko Kikuchi (Babel).

O que aparenta é que 47 Ronins era um filme de samurais para ser levado a sério. Feito nos padrões de épicos como O Último Samurai (2003) e 13 Assassinos (2010). Talvez os executivos do estúdio tenham mudado bruscamente a proposta para ressoar mais próximo ao público jovem, dessa forma os elementos de fantasia foram introduzidos. Assim temos ogros em duelos, armaduras de samurais gigantes e vivas, bruxas, bestas colossais na floresta e monges mutantes ultra velozes. Nada contra o fato, já que superstição deste tipo está entranhada na cultura japonesa.

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O que causa estranhamento (para alguns) é esta mescla. Por um lado temos a história real de um importante fato cultural muito respeitado e levado a sério. E por outro temos o confronto final entre Reeves e a bruxa transformada em um dragão que parece ter saído diretamente de um vídeo game. Apesar disto, eu digo que existe bastante material aqui para satisfazer os dois lados da moeda. Existe inclusive mais seriedade e empenho em entregar um entretenimento que respeite seu histórico, do que efeitos e uma tendência pela fantasia.

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A trama (ou seu retalho) pode ser considerada simplista, mas ao menos não é tão incompetente e cheia de furos no roteiro quanto a de Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (outro blockbuster recente feito nos mesmos moldes para o mesmo público). As cenas são violentas, mas não existe sangue por causa da censura. Mesmo assim o filme consegue ser muito menos visceral do que Wolverine – Imortal.

O visual é fantástico e o estreante Carl Rinsch (vindo de curtas) faz um bom trabalho levando em conta todas as dificuldades que enfrentou (fortes o suficiente para encerrar carreiras mal começadas). Para os que procuram entretenimento não muito profundo, porém acima do descartável, a produção é recomendada. Assim como em Vigaristas (2009), a presença da ótima Rinko Kikuchi é o que mais chama a atenção, mesmo tendo pouco tempo em cena como a bruxa que não tem nome e faz uso de um penteado a la Amy Winehouse.

Sarah Michelle Gellar, Jennifer Love Hewitt, Meg Ryan e outras Atrizes AMADAS que se afastaram de Hollywood

Todos temos nossos quinze minutos de fama. E em Hollywood, claro, não é diferente. Para toda estrela que deixa um legado inesquecível e uma filmografia de sucesso (vide Meryl Streep, Julia Roberts e Angelina Jolie), temos tantas outras promissoras que conseguiram destaque, mas sumiram dos radares após alguns trabalhos famosos.

Pensando nisso, o CinePOP resolve resgatar em sua nova lista nada menos do que 20 atrizes famosas da década de 1990, que quase se tornaram estrelas (ou foram por algum momento), mas cujas carreiras diminuíram a força. Lembrando que acreditamos em segundas, terceiras e quartas chances, e que adoramos ver artistas veteranas resgatadas no cinema ou na TV – portanto, produtores, estúdios e diretores, façam seu trabalho direito e escalem estas mulheres novamente! Vamos conhecer.

Bridget Fonda

Filha de Peter Fonda, sobrinha de Jane Fonda e neta de Henry Fonda, Bridget faz parte de um dos clãs mais famosos de Hollywood. O caminho artístico era natural para ela, e em sua carreira, a atriz foi indicada para dois Globos de Ouro. Poucos sabem, mas sua estreia foi ainda bebê, na participação como uma das crianças na comunidade hippie do clássico de seu pai, Easy Rider – Sem Destino (1969). No início dos anos 1990, marcou presença em filmes como O Poderoso Chefão III e Dr. Hollywood: Uma Receita de Amor; depois seguindo para protagonizar em Mulher Solteira Procura (1992), Vida de Solteiro (1992) e A Assassina (1992), remake do francês Nikita: Criada para Matar.

Seus últimos trabalhos significativos no cinema foram em Jackie Brown (1997), de Quentin Tarantino, Um Plano Simples (1998), de Sam Raimi, e o divertido terrir Pânico no Lago (1999). Fonda está afastada desde 2002, quando lançou o filme de fantasia feito para a TV Snow Queen.

 

Meg Ryan

Antes de Julia Roberts e Sandra Bullock, Meg Ryan era considerada a namoradinha da América – devido ao sucesso que a atriz fazia em comédias românticas. Ryan é inegavelmente uma estrela, e a que possui um dos maiores legados desta lista. E também devemos dizer que seu primeiro grande filme do gênero foi Harry e Sally: Feitos um para o Outro, ainda em 1989. Mas foi na década de 1990 que entregou produções como Sintonia de Amor (1993), Mens@gem para Você (1998) e Cidade dos Anjos (1998). Ryan foi indicada para três Globos de Ouro.

Após o término do longo casamento com Dennis Quaid (motivado pelo caso extraconjugal da atriz com Russell Crowe no filme Prova de Vida, 2000), a carreira de Ryan nunca mais foi a mesma. Seu último trabalho no cinema foi o drama de guerra Ithaca (2015), que ninguém viu e muitos sequer ouviram falar. O filme a reúne com o colega Tom Hanks (com quem contracenou em outros três filmes), e ela também dirige pela primeira vez na carreira.

Jennifer Love Hewitt

Com o revival dos slashers no fim da década de 1990, a morena protagonizou Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997) e sua sequência (1998). É claro que ela conseguiu o papel devido ao sucesso na série Party of Five – O Quinteto (1995-1999), e sua personagem no programa fez tanto sucesso, que ela ganharia um derivado próprio com Time of Your Life (1999-2000). Ela também esteve no filme teen Mal Posso Esperar (1998) e, inclusive, viveu Audrey Hepburn na biografia para a TV, A Vida de Audrey Hepburn (2000). Mas o lugar de Hewitt parece ser na telinha, onde protagonizou seriados como Ghost Whisperer (2005-2010), The Client List (2012-2013) e atualmente está em cartaz com 9-1-1 (2018-2022). Na década de 1990, a atriz também lançou sua carreira na música e tem uma indicação ao Globo de Ouro.

Alicia Silverstone

Fenômeno adolescente na década de 1990, Silverstone se tornou musa teen ao participar dos clipes Crazy, Cryin’ e Amazing, da banda de rock Aerosmith. Depois disso foi um passo para o estrelato em As Patricinhas de Beverly Hills (1995) – o filme adolescente mais famoso dos anos 1990.  A carismática atriz perdeu o gás após as escorregadas consecutivas em Batman & Robin (onde viveu a Batgirl) e Excesso de Bagagem – ambos de 1997. Ela continua trabalhando em participações esporádicas, mas sua carreira nunca mais foi a mesma. Recentemente, ela foi vista numa participação não creditada em Valley Girl (2020) e emprestou a voz para a Rainha Marlena na nova animação de He-Man para a Netflix, Masters of the Universe: Revelation. Silverstone foi indicada para um Globo de Ouro.

Shannen Doherty

Antes de Alicia Silverstone e As Patricinhas de Beverly Hills, existiu Shannen Doherty, Brenda Walsh e a série juvenil sensação Barrados no Baile (1990-2000). Apesar dos dez anos de duração do programa, Doherty e sua Brenda saíram logo em 1994, devido ao reportado temperamento difícil da atriz. No cinema, ela trabalhou com Kevin Smith em Barrados no Shopping (1995), e voltou para a TV com a série de sucesso Charmed (1998-2006), na qual, adivinhe, também foi substituída depois de três temporadas. Em 2015, a atriz se descobriu com câncer de mama e ela vem se tratando desde então. Seu último trabalho foi uma participação na série Riverdale.

Julia Ormond

É uma tarefa ingrata para qualquer atriz substituir uma lenda como Audrey Hepburn, mas até que a britânica Julia Ormond se saiu bem no remake de Sabrina (1995), lançado 41 anos depois do original. Seu destaque, no entanto, havia sido no ano anterior, ao incendiar as telas ao lado de Brad Pitt no romance de época Lendas da Paixão. No mesmo período estrelou Lancelot: O Primeiro Cavaleiro (1995), reimaginação realista da lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda focado na relação de Lady Guinevere (Ormond), o marido Rei Arthur (Sean Connery) e o amante Lancelot (Richard Gere) – filme que falhou em emplacar. Ormond perdeu o estrelato mas continuou trabalhando em filmes e séries, e irá participar do novo derivado da série The Walking Dead, focado em protagonistas crianças. Ormond é vencedora de um Emmy.

Tia Carrere

Havaiana dona de feições e nome exóticos, a bela Tia Carrere ficou imortalizada como a roqueira bad ass Cassandra, objeto de afeto de Wayne (Mike Myers) em Quanto Mais Idiota Melhor (1992) e sua continuação (1993). Fora isso, viveu uma vilã femme fatale na superprodução de James Cameron, True Lies (1994), com Arnold Schwarzenegger, e protagonizou em Kull, o Conquistador (1997), do mesmo autor de Conan. Ela também emprestou a voz para a animação da Disney Lilo & Stitch (2002), e teve sua própria série de TV com Caçadora de Relíquias, aventura de fantasia que durou três temporadas. Recentemente, ela esteve ao lado de RuPaul na série da Netflix AJ and the Queen (2020).

 

Cameron Diaz

Poucas atrizes estreiam no cinema chutando a porta com força como Cameron Diaz fez em O Máskara (1994). Bem, e até “ontem” a ex-modelo era uma estrela extremamente reconhecível. Acontece que Diaz está afastada das telas desde 2004, quando optou por uma aposentadoria – talvez decepcionada após terem vazado vídeos eróticos de seus trabalhos nus de início de carreira. A atriz recentemente pôde ser vista realizando as famosas lives em seu Instagram, mas por enquanto não pensa em voltar ao cinema. Seus últimos filmes lançados foram Mulheres ao Ataque, Sex Tape: Perdido na Nuvem (uma ironia do destino) e o remake do musical Annie. Diaz foi indicada para quatro Globos de Ouro. A atriz largou oficialmente a sua aposentadoria e vai retornar às telas ao lado de Jamie Foxx (‘Django Livre’), na comédia de ação da Netflix ‘Back in Action‘.

Sarah Michelle Gellar

Jovem atriz que também não sai de nossas mentes. Gellar será para sempre lembrada por seu papel de Buffy, na série homônima de aventura, fantasia e terror – que durou sete temporadas. Com tamanho sucesso, naturalmente ela migraria para o cinema, onde marcou presença nos slashers adolescentes Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Pânico 2, ambos de 1997. Seu papel mais desafiador, no entanto, seria em Segundas Intenções (1999), onde interpretou a manipulativa Kathryn, nesta reimaginação jovem de Ligações Perigosas. Na década de 2000, Gellar foi Daphne no live action de Scooby Doo (2002) e sua continuação (2004), e tentou duas vezes voltar à TV sem sucesso – em Ringer e The Crazy Ones (com o saudoso Robin Williams). A atriz também esteve no novo Masters of the Universe, como a voz de Teela. Gellar foi indicada a um Globo de Our. Gellar em breve fará seu grande retorno em ‘Wolf Pack‘, série derivada de ‘Teen Wolf‘.

Kristy Swanson

Ainda falando de Buffy, muitos podem não saber, mas a personagem criada por Joss Whedon fez seu debute num longa-metragem lançado para os cinemas ainda em 1992. Na produção, Buffy foi vivida por Kristy Swanson. É claro que a atriz já havia marcado presença como a personagem título do cult/trash de Wes Craven, A Maldição de Samantha (1986). Ela também participou de Manequim: A Magia do Tempo (1991), Top Gang! (1991), Duro Aprendizado (1995), de John Singleton, e tentou outras vezes emplacar numa superprodução (sem sucesso), vide Rotação Máxima (1994), com Charlie Sheen, e até mesmo numa adaptação de super-herói para o cinema: O Fantasma (1996). Swanson continua atuando, e seu último trabalho foi na série SEAL Team: Soldados de Elite, em 2019.

Theresa Randle

Em meados da década de 1990, a bela Theresa Randle estava em todo lugar. Fosse em superproduções como Um Tira da Pesada 3 (1994), Os Bad Boys (1995) e Space Jam (1996), até protagonizando dramas de gente como Spike Lee, vide Garota 6 (1996) – tendo trabalhado com o cineasta anteriormente em Febre da Selva (1991) e Malcolm X (1992). Filme de super-herói? Manda ver. E ela esteve em Spawn: O Soldado do Inferno (1997). Depois da recepção fria deste último, no entanto, a carreira da atriz diminuiu de marcha. Ela estava afastada desde 2010, mas este ano participou de Bad Boys para Sempre (2020).

Lara Flynn Boyle

Indicada a um Emmy, a atriz já havia participado de Poltergeist III (1988) e Rookie (1990), de Clint Eastwood, quando entrou para o elenco da cultuada série de mistério Twin Peaks (1990-1991), de David Lynch. Nos anos 1990, seguiu em Quanto Mais Idiota Melhor (1992), Equinox (1992), no thriller erótico Ambição Fatal (1993) e no subestimado suspense Morte por Encomenda (1993). No período, chamou atenção no  polêmico Três Formas de Amar (1994), sobre a relação de três estudantes: um homem e uma mulher héteros e um homem gay. Seu último papel de destaque foi na superprodução Homens de Preto 2 (2002), no qual viveu a vilã Serleena. Boyle continua a atuação em produções menores.

Calista Flockhart

A geração de hoje pode até não compreender muito bem o fenômeno que foi a série Ally McBeal no fim dos anos 1990 (1997-2002), mas digamos que foi o suficiente para transformar a protagonista Calista Flockhart numa estrela, sem nunca ter emplacado no cinema. O programa durou cinco temporadas, e segue como um dos mais influentes e criativos do período. No cinema, Flockhart esteve no remake de A Gaiola das Loucas (1996) e na adaptação de Shakespeare, Sonho de uma Noite de Verão (1999). Recentemente, ela foi a vilã na primeira temporada de Supergirl, antes do programa mudar de emissora. A atriz é vencedora de um Globo de Ouro. Flockhart está junto com companheiro Harrison Ford desde 2002, e com ele adotou um menino. Eles se casaram finalmente em 2010.

 

Leelee Sobieski

De descendência polonesa, como seu nome não esconde, a atriz é facilmente reconhecível por todos que cresceram nos anos 1990, início de 2000. O nome da jovem era um dos mais quentes no período, e ela protagonizou produções para a FOX – como o romance Seu Amor, Meu Destino (2000) e o suspense Perseguição (2001) – e apara a Columbia/Sony (A Casa de Vidro, 2001). Antes, já havia marcado presença em De Olhos Bem Fechados (1999), do mestre Stanley Kubrick, e na comédia de Drew Barrymore, Nunca Fui Beijada (1999). Ela chegou até a protagonizar como a heroína francesa Joana D’Arc, numa minissérie canadense em dois episódios, lançada no mesmo ano da superprodução de Luc Besson com sua então companheira Milla Jovovich – ambas utilizando o criativo título… bem, Joana D’Arc. Sobieski ainda atua, mas em filmes menores e desconhecidos.

Carrie-Anne Moss

Lembra do mencionado chute na porta? Pois bem, no fim da década de 1990 (mais precisamente em 1999), a carreira da canadense Carrie-Anne Moss teria uma guinada brusca rumo ao estrelato com Matrix, onde viveu a protagonista feminina e bad ass de plantão, Trinity. Logo, Moss se viu como musa de nerds babões, e voltou ao papel nas sequências de 2003 (Matrix Reloaded e Revolutions). Antes, porém, tentou emplacar como estrela em filmes como Amnésia (2000), de Christopher Nolan, e Planeta Vermelho (2000). Mas por algum motivo, sua carreira não decolou. Recentemente, ela esteve em programas de TV chamativos, como Jessica Jones, da Marvel/Netflix, e Tell Me a Story. Um novo Matrix, com Carrie-Anne de volta como Triniy, foi lançado mas fracassou nas bilheterias.

Jeanne Tripplehorn

Tripplehorn (trocadilho infame em inglês) é uma daquelas atrizes que vimos em muitos filmes de sucesso, mas nunca lembramos de seu nome. Isso porque a atriz nunca decolou para se tornar uma estrela renomada. Apesar disso, foi indicada a um Emmy. Ela fez sua estreia no cinema com o sucesso erótico Instinto Selvagem (1992), e dali partiu para A Firma (1993). Depois, afundou duplamente com Waterworld (1995) e Destino Insólito (2002), ao lado de Madonna. Este ano Tripplehorn ensaia um retorno, ao lado de gente como Cate Blanchett, Rose Byrne e Elizabeth Banks, na série Mrs. America.

Bridgette Wilson-Sampras

Conhecida no cinema nos anos 1990 apenas como Bridgette Wilson (até seu casamento com o tenista Pete Sampras em 2000), a loira participou de O Último Grande Herói (1993) como sua estreia no cinema, no qual viveu a filha de Arnold Schwarzenegger. Mas seu grande ano seria 1995, onde atuou ao lado de Adam Sandler em Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão; Nixon, de Oliver Stone; e no citado Duro Aprendizado, de John Singleton. Um de seus personagens mais famosos, no entanto, é Sonia Blade, na versão para o cinema do game Mortal Kombat (1995) – papel que pescou após Cameron Diaz precisar deixar a produção, após ter quebrado o punho nos treinamentos. A atriz está aposentada desde 2008.

Gabrielle Anwar

O ano era 1992, e Gabrille Anwar ficaria marcada para sempre por causa de apenas uma cena em Perfume de Mulher, filme que deu o único Oscar da carreira de Al Pacino. Isso porque a atriz participa da mais famosa cena do longa, a cena do tango. É claro que depois disso vieram muitas ofertas, e ela esteve em Os Invasores de Corpos, Os Três Mosqueteiros e Por Amor ou Por Dinheiro, todos de 1993. Dois anos depois, esteve no cult Coisas para Fazer em Denver Quando Você Está Morto. Nos últimos tempos, sua carreira esteve voltada para a TV – com séries como Burn Notice (2007-2013) e Era uma Vez (2017-2018).

Mädchen Amick

A belíssima Mädchen Amick, assim como Lara Flynn Boyle, teve o boom de sua carreira  ao fazer parte do elenco da cultuada Twin Peaks, de David Lynch. Mas ao contrário da colega, que não quis saber mais desta história quando a série acabou, Amick voltaria a tal universo duas vezes: a primeira com o filme Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992), e a segunda no revival Twin Peaks: O Retorno (2017). Ainda na década de 1990, ela marcou presença no filme escrito por Stephen King, Sonâmbulos (1992), no thriller erótico A Mulher dos Meus Sonhos (1993) e na comédia Encurralados no Paraíso (1994). Atualmente, Amick faz parte do elenco de Riverdale (2017-2021), onde interpreta a personagem Alice Cooper (WTF?!).

Kasi Lemmons

Talvez você não esteja ligando o nome à pessoa. Mas a atriz Kasi Lemmons esteve em grandes thrillers como O Silêncio dos Inocentes (1991) e O Mistério de Candyman (1992). Ela até mesmo estrelou ao lado de Jean Claude Van Damme em um de seus melhores filmes de ação, O Alvo (1993), de John Woo. Ainda em 1997, ela mudaria de lado e iniciaria uma prestigiada carreira como diretora, com foco no cinema racial. Sua estreia foi com o elogiado Amores Divididos (Eve’s Bayou). Lemmons também dirigiu episódios de séries conhecidas, como Luke Cage, da Marvel/Netlix, e o recente A Vida e a História de Madam CJ Walker. Seu último filme com diretora foi o indicado ao Oscar Harriet (2019), que acaba de chegar ao Brasil diretamente no mercado de vídeo.

Diretor do novo ‘Halloween’ revela como seria o seu remake de ‘Suspiria’

Muitos não sabem, mas o diretor do reboot de ‘Halloween‘, David Gordon Green, esteve envolvido no remake de ‘Suspiria‘ por muitos anos. Inclusive, as atrizes Natalie Portman e Isabelle Fuhrman haviam sido anunciadas no projeto antes de ser descontinuado.

Agora, em entrevista ao Bloody Disgusting, Gordon Green dá detalhes sobre o projeto cancelado.

“De todos os filmes dos anos 70, ‘Suspiria’ e ‘Halloween’ foram dois dos que mais me interessei. Luca Guadagnino, que recentemente dirigiu o remake… ele me contratou vários anos atrás para escrever e dirigir uma refilmagem, e eu estava muito animado. Mas aquela versão exigia muito dinheiro, e por isso acabou nunca sendo feita. Mas agora Luca assumiu, e ele realmente fez um nome para si mesmo como diretor. Eu escrevi para ele outro dia e perguntei quando eu poderei ver porque eu preciso dar uma espiada.”

Sobre sua versão, o diretor completa: “[Meu ‘Suspiria’] seria muito respeitoso ao original. Seria como o reencenamento de uma ópera. Não estaria lá para tirar do que já existe, mas sim ser inspirado pelo o que é, e fazer algo que seria uma experiência única.”

 

Recentemente, quem instigou a nossa ansiedade foi a própria estrela do filme original, Jessica Harper, que postou em sua página oficial no Facebook que viu o filme finalizado e ficou entusiasmada com a justiça que Guadagnino fez com o clássico de Dario Argento.

“Eu vi o filme… e é o mais brilhante e assustador que eu já vi. Luca põe em relevo seu brilhantismo e a versatilidade como diretor.”

A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

Dakota Johnson irá interpretar Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

Anya Taylor-Joy vai estrelar novo terror psicológico do diretor de ‘Todo Mundo Quase Morto’

De acordo com o Variety, Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa‘ e ‘Fragmentado‘) será a protagonista de ‘Last Night in Soho‘, novo terror psicológico de Edgar Wright, diretor de ‘Todo Mundo Quase Morto‘ e ‘Em Ritmo de Fuga‘.

Além de dirigir, Wright também coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A história será ambientada em Londres, no distrito de Soho, mas detalhes sobre a trama não foram revelados.

A expectativa é que a produção comece no verão norte-americano.

Novas informações devem sair em breve.

‘Pânico na Floresta’: Elenco completo do reboot é divulgado; Confira!

O Bloody Disgusting divulgou a lista completa do elenco do reboot de ‘Pânico na Floresta‘ (Wrong Turn), que será estrelado pela Charlotte Vega.

O elenco conta com Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill SageEmma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane ParkerChaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).

Matthew Modine
Matthew Modine

Dylan McTee, Adrian Favela, Adain Bradley, Jeremy Ambler, Cory Scott Allen, Gary Ray Stearns, Rhyan Elizabeth Hanavan, Vardaan Arora, Mark Mench, Joshua Stephen Campbell, Jennie Malone, Brian James Fitzpatrick e Mark Angel completam o elenco.

Vale destacar que, entre os nomes dos personagens, há Deer Skull, Ram Skrull, Wild Boar Skull e Wolf Skrull, o que deixa a entender que teremos vilões completamente novos.

Mike P. Nelson, que dirigiu o pós-apocalíptico ‘The Domestics‘, vai comandar o remake.

Na trama, um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.

Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.

‘Invasão Zumbi 2’: Zumbis atacam em novo trailer LEGENDADO cheio de ação; Assista!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado da sequência ‘Invasão Zumbi 2: Península‘.

Confira:

A nova trama, também dirigida por Sang-ho Yeon, revela uma Coréia do Sul completamente isolada devido a um vírus misterioso que transformou seus habitantes em zumbis. Com isso, inicia-se uma luta desesperada para escapar da península abandonada.

Jun-seok é um ex-soldado que consegue escapar da Península para Hong Kong e, enquanto vive como refugiado, ignorado pelos habitantes locais, aceita uma oferta tentadora de um estrangeiro que o faz retornar à Península.

É assim que Jun-seok, junto com uma equipe, retorna à Península para cumprir uma missão. Após a chegada, eles descobrem um grupo de sobreviventes não infectados que vivem no local ocupado por zumbis. Mas será que eles conseguirão sobreviver novamente ao desastre?

 

‘Them’: Série antológica de terror da Amazon Prime ganha teaser sinistro; Confira!

A Amazon Prime divulgou o primeiro teaser de sua nova série antológica de terror, intitulada ‘Them‘.

Confira:

A produção irá estrear no dia 9 de abril.

Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.

O elenco conta com Deborah Ayorinde, Ashley Thomas, Alison Pill, Shahadi Wright Joseph, Melody Hurd e Ryan Kwanten

‘Próxima Parada: Lar Doce Lar’: Animação da Netflix estilo ‘Madagascar’ ganha trailer divertido; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo de ‘Próxima Parada: Lar Doce Lar‘ (Back to the Outback), nova animação ambientada no outback australiano.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 10 de dezembro.

Clare KnightHarry Cripps são responsáveis pela direção.

Cansados de ficarem presos em um aquário de répteis onde humanos olham pasmos a eles como se fossem monstros, um grupo das criaturas mais perigosas da Austrália arquitetam um plano de escaparem do zoológico e voltarem para o outback, um lugar onde não serão julgados por suas escamas e presas.

Liderando o grupo está Maddie (Fisher), uma serpente venenosa com coração de ouro, que se une a um lagarto-fêmea chamado Zoe (Tapsell), uma adorável aranha chamada Frank (Pearce) e um escorpião sensível (Imrie). Mas quando cruzam caminho com seu nêmesis, Pretty Boy (Minchin), um fofo e insuportável coala, eles não têm escolha a levá-lo junto.

A produção conta com as vozes de Isla Fisher, Tim Minchin, Eric Bana, Guy Pearce, Miranda Tapsell, Angus Imrie, Keith Urban, Aislinn Derbez e Jacki Weaver.

Andrew Garfield estrelará nova minissérie do diretor de ‘Deadpool 2’

De acordo com o Deadline, Andrew Garfield (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) vai estrelar a minissérie ‘Hot Air‘, que será dirigida por David Leitch, de ‘Deadpool 2‘.

O ator interpretará Richard Branson, na produção que focará no famoso empresário britânico.

O site ainda afirma que diversos serviços de streamings estão interessados no projeto, criando uma grande competividade nos bastidores da indústria.

Escrita por Jon Croker (‘As Aventuras de Paddington 2’), a produção será baseada no livro ‘Dirty Tricks‘, do premiado jornalista investigativo Martyn Gregory.

A trama segue a história do bilionário Richard Branson, narrando a ascensão fascinante e ultrajante da companhia Virgin Airways.

Branson lançou a empresa Virgin Atlantic em 1984, com apenas um avião alugado. Por volta dos anos 90, a companhia começou a ameaçar a dominância da British Airways no mercado britânico após obter slots de desembarque no Aeroporto Heathrow, em Londres. Em resposta a isso, a BA investiu pesado em derrubar a concorrência usando “truques sujos” para conseguir informação privilegiada.

Apesar disso, Branson continuou a crescer sua empresa – uma das doze em seu portfólio. Em 1999, ele vendeu 49% das ações para a Singapore Airlines.

Croker e Garfield também servirão como produtores executivos. A Universal International Studios, uma divisão do grupo Universal Studio, é o estúdio por trás do projeto.

A minissérie contará com seis episódios, mas ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.