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‘Maldição da Múmia’: Blumhouse quer que as pessoas saibam que Brendan Franser NÃO ESTÁ no filme

O terror ‘Maldição da Múmia‘, cujo título original é ‘Lee Cronin’s The Mummy‘, é uma reimaginação de ‘A Múmia‘ que não tem nada a ver com os filmes estrelados por Brendan Fraser. E ao que parece, a Blumhouse quer que as pessoas saibam disso antes do filme estrear.

O estúdio tem postado no Twitter diariamente a frase:

Brendan Fraser não está em ‘Maldição da Múmia‘.

O motivo, segundo as o insider ViewerAnon, é que as reações negativas das exibições-teste do novo filme se deram principalmente por que as pessoas esperavam que o novo filme tivesse um tom de aventura igual a dos filmes ‘A Múmia‘ com o Brendan Fraser, e o filme de Lee Cronin é o oposto.

Maldição da Múmia‘ é um filme de terror, e não de aventura, e não tem qualquer conexão com a trilogia recente ou até mesmo com o filme estrelado por Tom Cruise.

Logo após ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, ressurreição recordista de bilheteria, o roteirista e diretor Lee Cronin volta ao cinema para contar de forma audaciosa e perturbadora uma das histórias de terror mais icônicas de todos os tempos, com ‘Maldição da Múmia‘.

A trama acompanha a jovem filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a dilacerada família fica chocada quando ela retorna para casa, e o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo.

Maldição da Múmia‘ é estrelado por Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace e Veronica Falcón. Escrito e dirigido por Cronin, o filme tem produção de James Wan, Jason Blum e John Keville.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

 

10 Dicas de Filmes para assistir do ladinho dos SOGROS!

Uma das situações mais conflitantes que existe em um relacionamento é quando você se prepara para conhecer os pais de seu amor. O nervosismo, o frio na barriga, é uma junção de sentimentos que demora a estabilizar. Pensando nesse cenário, resolvemos criar uma inusitada lista com algumas indicações que podem fazer você conquistar e fazer seus sogros refletirem sobre essa relação. Segue abaixo 10 filmes para assistir do ladinho dos sogrões!

 

Entrando Numa Fria

Lançado 23 anos atrás, em Entrando numa Fria (que depois ganhou até duas continuações) conhecemos um tímido enfermeiro que após conhecer os pais da sua namorada acaba sendo intimidado pelo pai dela.

 

Alguém Tem que Ceder

Dirigido por Nancy Meyers e protagonizado por Diane Keaton e Jack Nicholson, na comédia Alguém tem que Ceder acompanhamos um homem já na casa dos 60 anos que conhece a mãe da sua namorada mais nova e acaba se apaixonando por ela.

 

Muzi v nadeji

Na trama, conhecemos o ex-contador e agora garçom do restaurante da família Ondrej (Jirí Machácek), um homem de fala mansa que vive graves problemas em seu casamento com Alice (Petra Hrebícková). Certo dia, em uma das inúmeras saidinhas do seu sogro Rudolf (Bolek Polívka), das quais Ondrej sempre acaba virando cúmplice, a dupla vai parar em um snooker bar onde encontram a belíssima Sarlota (Vica Kerekes), conhecida do traidor compulsivo Rudolf. Só que dessa vez, a provável conquista acaba ficando encantada com Ondrej que começa a conhecer melhor Sarlota. Assim, posta a confusão, o quarteto enfrentará situações inusitadas em busca da tão sonhada felicidade.

 

Podres de Ricos

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

 

O Pai da Noiva

Um dos grandes sucessos da carreira de Steve Martin, em O Pai da Noiva, dirigido por Charles Shyer e lançado no início da década de 90, acompanhamos um pai que não consegue lidar bem com a notícia que a filha vai se casar.

 

Dou-lhes um Ano

Na trama, conhecemos um casal que se conhece e logo se apaixona projetando uma vida juntos mas a torcida para esse relacionamento dar certo não é de todos.

 

O Genro da Minha Vida

Na trama, conhecemos Stéphane (o ótimo Kad Merad), um médico dedicado e bem sucedido, sócio de uma clínica especializada em gestações. Sua grande frustração na vida, foi nunca poder ter tido um filho homem para poder dividir tudo que conquistou. Mesmo assim, é um pai muito amoroso para suas três filhas. Assim, quando a mais jovem da família embarca em uma romance improvável com um astro do rúgbi francês, Stéphane fará de tudo para ela não terminar com ele.

 

Meu Querido Intruso

Na trama, uma jovem sonhadora vai em busca de uma nova oportunidade de trabalho numa cidade longe de sua família. Como é muito ligada aos pais, se sente muito solitária no começo, até conhecer Sam, um homem mais velho e com ele viver uma intensa e divertida história de amor. No começo as experiências são positivas mas a peculiaridade de como Sam vive sua vida geram graves problemas de relacionamento com a família de sua noiva.

 

Retratos de Família

Lançado no ano de 2005, Retratos de Família nos mostra a história de uma mulher que após uma viagem acaba conhecendo por completo a família do marido gerando diversas reflexões.

 

Terapia do Amor

Nessa comédia romântica com ótimo elenco, acompanhamos uma mulher que está insegura num relacionamento com um homem mais novo e desabafa tudo com sua psicóloga. A questão é que o filho da psicóloga é o par romântico dela.

 

 

 

 

 

 

Crítica | A Chegada

Loop Eterno de uma Mente com Lembranças

Ah, Denis Villeneuve. Como é bom assistir a chegada de cineastas como ele, que ao adentrarem pela porta da frente o universo da sétima arte automaticamente são postos sob os holofotes, mostrando existir humanidade, inteligência e autonomia dentro de um sistema tão mecânico quanto o da máquina de fazer filmes que é Hollywood. Diretores como Villeneuve são hoje o que nomes como Spielberg, Scorsese, Coppola, De Palma e Lucas foram para os anos 1970. São artistas que realizam grandes produções nos seus termos, consentindo pouco e entregando muito.

As obras do franco-canadense falam por si, constando no currículo invejável produções como Incêndios (2010), Os Suspeitos (2013), O Homem Duplicado (2013) e Sicário: Terra de Ninguém (2015) – sucesso no Festival do Rio do ano passado – só para citar os principais. Quando alguém com este talento prepara a sequência de uma obra extremamente cultuada como Blade Runner, subitamente os cinéfilos anti-continuações, remakes ou reboots, se pegam dando seu aval ao projeto. Villeneuve é desses realizadores cuja voz precisa ser ouvida, e cujos filmes serão interpretados e estudados ao longo dos tempos.

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Antes de ingressar pela Los Angeles futurista de 2049, época na qual se passará o novo Blade Runner, cujo título será literalmente tal data, Villeneuve testa o gênero da ficção científica com este A Chegada, e mais uma vez dá aula de cinema. Independente do nosso gosto e aceitação de determinada história – o que se refere exclusivamente ao roteiro criado – fazer cinema é muito mais do que isso. Um bom diretor trabalha bem todos os elementos componentes, dedicando-se minuciosamente a cada um deles, para que de forma geral as engrenagens funcionem de forma harmoniosa. Dessa maneira, se torna impossível para apreciadores do cinema como arte eximirem seus filmes de qualquer qualidade.

A Chegada desponta na corrida por indicações ao Oscar, merecendo sérias considerações, em especial na categoria de filme, direção e atuação para Amy Adams. Baseado no conto Story of Your Life, de Ted Chiang, A Chegada à primeira vista aparenta ser um Independence Day de arte, mais voltado para o drama, personagens e narrativa do que para a ação e efeitos. É muito mais que isso. É Villeneuve se vestindo de Kubrick e Malick para nos mostrar a invasão alienígena mais intimista da sétima arte.

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Diversas naves no formato de gigantescos casulos, ou conchas (como são citadas no filme) chegam ao nosso planeta e se posicionam em locais aleatórios. Ao contrário de Independence Day, os imensos artefatos pairam a esmo, sem que os estudiosos entendam a estratégia em vigor. Logo, oficiais das forças armadas, encabeçados por Forest Whitaker, chegam à porta da renomada linguista Dra. Louise Banks (Adams) e a levam para ser sua tradutora oficial, com a missão única de decifrar o dialeto das criaturas visitantes. O contato ocorre de forma bem menos megalômana do que no clássico de 1977 de Spielberg, e através de constantes encontros, a professora vai desvendando a comunicação com os avançados seres. Ao seu lado, Ian Donnelly (Jeremy Renner) é o cientista igualmente designado, formando um elo não militar com a protagonista.

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Ao mesmo tempo em que se depara e tenta assimilar a grandiloquência do irreal fato, que mudará para sempre a história da humanidade, a protagonista precisa lidar com outros bastante pessoais, como a perda da filha pequena. A mescla das duas subtramas é o grande segredo de A Chegada. O diretor desestrutura sua narrativa demonstrando pleno domínio como contador de história, brincando com sua audiência ao mesmo tempo em que a desafia, como fizeram e fazem mestres do passado e presente, vide Alfred Hitchcock e M. Night Shyamalan. A parte técnica conta com nomes como Bradford Young (Selma e O Ano Mais Violento) na fotografia, Joe Walker (12 Anos de Escravidão e Shame) na edição, e Jóhann Jóhannsson (Os Suspeitos e Sicario) na trilha sonora, e isso é tudo o que você precisa saber.

Quando o assunto é ficção científica e visitas alienígenas, imaginamos que tudo já tenha sido tentado. De Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), voltando para 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) e avançando para Contato (1997), diversas abordagens do que seria tal encontro já nos foram mostradas, por diferentes mestres do cinema. Villeneuve se junta a esta seleta lista, entregando um novo ângulo em sua interpretação e dando novo sabor a um prato há certo tempo tido como requentado.

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A Chegada é grandioso e mínimo ao mesmo tempo. Olha para o universo, para o planeta e para crises mundiais, de forma simultânea analisando um único ser e sua importância no contexto geral. É um desses filmes cuja mensagem pode render diversas interpretações a diversos grupos de pessoas, sem nunca perder a relevância. Consegue acertar na imposição do imediatismo se respaldando em temas atemporais. A façanha de A Chegada transcende sua própria estrutura de roteiro, quebrando o tecido da quarta parede narrativa, desafiando e redefinindo espaço e tempo para o espectador. Quantos outros filmes fizeram isto por você recentemente? Assista, reveja, analise e reflita. A Chegada é um dos filmes mais interessantes de 2016.

Oscar e Super-Heróis! Conheça os Filmes do Gênero de Maior Prestígio nos Prêmios da Academia

Os filmes baseados em super-heróis de quadrinhos tiveram uma longa jornada e enfrentaram fases muito difíceis até chegar onde estão. Antes, os longas desta natureza não eram muito levados a sério, e com a exceção de duas franquias em especial (‘Superman’ e ‘Batman’), quase sempre eram produzidos com muita desconfiança, resultando em obras, digamos, não muito memoráveis. E assim passaram pelas décadas de 1980 e 1990, vindo a engatar uma nova marcha somente no início dos anos 2000 – considerado o primeiro passo para leva-las a este estágio atual. De lá para cá elas se tornaram cada vez mais constantes e os executivos de Hollywood perceberam que poderiam ser uma fonte muito lucrativa de ideias.

De fato, tais produções escalaram para se tornar o suprassumo do cinema entretenimento na atualidade, ano após ano figurando como os filmes mais rentáveis, verdadeiros campeões de bilheteria, e ícones de popularidade. Alguns podem até afirmar que são estes filmes que seguram a indústria do cinema atualmente, para combater os streamings e fazer o mercado exibidor continuar de pé. Naturalmente, as premiações da sétima arte precisariam se render aos filmes de super-heróis também. E quando falamos da maior delas, o Oscar, a coisa ocorreu de forma gradual, mas hoje não existe mais o preconceito de antes, e tais longas conquistam a cada ano mais prestígio – alguns com muitas indicações e até vitórias.

Abaixo iremos comentar justamente os filmes do gênero com mais prestígio até hoje junto da Academia. Confira.

10) Homem-Aranha 2 (2004)

Considerado pelos fãs um dos melhores filmes do gênero, o segundo ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, recebeu três indicações ao Oscar. É comum ver filmes de super-heróis nomeados na categoria de melhores efeitos visuais, afinal esse é um dos destaques de tais produções. Acontece que ‘Homem-Aranha 2’ foi o primeiro e único longa de super-heróis a de fato levar o prêmio, acredita? Suas outras indicações também foram técnicas, para edição de som e mixagem de som.

09) Logan (2017)

Chegando em nona posição, temos outro filme considerado pelos fãs um dos melhores do gênero. A despedida dos longas dos mutantes, ainda produzidos pela Fox, não poderia ter sido de forma melhor. ‘Logan’ era tido como a canção do cisne para Hugh Jackman no papel de Wolverine (agora sabemos que ele irá voltar em ‘Deadpool 3’). ‘Logan’ não chegou a ganhar um Oscar, mas entra para esta lista por ter sido o único filme do gênero na história a receber indicação na categoria de melhor roteiro. Isso que é moral!

08) Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Deu para perceber pelo teor da lista que aqui só teremos longas muito prestigiados, queridos pelos fãs a ponto de serem considerados alguns dos melhores do gênero. E a afirmação segue sendo verdade com esta primeira animação lançada para os cinemas protagonizada pelo herói escalador de paredes. Não por acaso, ‘Aranhaverso’ é considerado por muitos como o melhor filme do personagem e moldou até mesmo sua contraparte em live-action (‘No Way Home’). Como uma bem-vinda surpresa, o longa desbancou a toda poderosa Disney na categoria de melhor animação, e levou o Oscar. Será que a continuação que sai esse ano fará bonito também?

07) Esquadrão Suicida (2016)

Bem, pode retirar o que eu havia dito acima. Porque diferente dos demais itens apresentados na lista até agora, é difícil encontrar alguém que coloque ‘Esquadrão Suicida’ como um dos melhores filmes do gênero, ou melhor qualquer coisa de fato. Pelo contrário, geralmente é mais fácil encontrar essa primeira investida nos vilões da DC protagonizando seu próprio filme, entre os piores do gênero. Mesmo assim, a produção não apenas foi indicada, como venceu o Oscar de melhor maquiagem, se tornando um filme vencedor do prêmio máximo do cinema.

06) Batman (1989)

Hoje em dia, o primeirão ‘Batman’ pode até ter ficado meio datado para as gerações mais novas, já que é um filme que tem mais de 30 anos nas costas. Mesmo assim, ainda é preciso reconhecer seus feitos e sua influência. Por exemplo, o visual sombrio do personagem foi resgatado por esta produção de Tim Burton e nunca mais abandonado. Tudo em torno do herói criado aqui neste filme, visual, o uniforme, a trilha pesada, e por aí vai, segue ecoando até hoje e tudo o que temos com Batman precisa ser rastreado até a obra de 1989. E ‘Batman’ chega agora à lista por não apenas ter sido indicado na categoria de direção de arte, como também ter ganhado o Oscar – um dos seus maiores atrativos.

05) Superman – O Filme (1978)

E se temos um verdadeiro marco do cinema de super-heróis com ‘Batman’, é claro que teríamos em algum momento na lista o primeiro grande marco – também da DC – com o primeiro filme do ‘Superman’. Um dos grandes diferenciais que a Warner usou para demonstrar que estava fazendo filmes sérios e para adultos, foi atrair grandes nomes da época para protagonizar tais filmes. E se ‘Batman’ contou com o maior ator da época, na figura de Jack Nicholson; ‘Superman’ contou com dois dos maiores nomes dos anos 70: Marlon Brando e Gene Hackman. ‘Superman’ também levou o Oscar de melhores efeitos especiais, mas ao contrário de ‘Homem-Aranha 2’ não concorreu ao prêmio, e sim recebeu um Oscar especial (já que a categoria não existia na época). Fora isso, ainda foi indicado para melhor trilha sonora, edição e som.

04) Pantera Negra: Wakanda para Sempre (2022)

‘Pantera Negra’ é definitivamente a franquia mais prestigiada dentro do MCU. Tudo bem, é verdade que o segundo filme, ‘Wakanda para Sempre’, não recebeu o mesmo amor dos críticos, do público e dos fãs, que o primeiro havia recebido. Mas convenhamos, era uma tarefa ingrata. Isso porque a ideia foi eliminar de sua trama o personagem principal, após a triste morte do protagonista Chadwick Boseman. Uma opção seria reescalar o papel, mas além do respeito pelo ator, havia também o medo da não aceitação do novo intérprete. A solução foi apostar nas mulheres de Wakanda e na introdução de Namor – O Príncipe Submarino, fazendo sua primeira aparição nas telonas. Embora não tenha superado o original, ‘Wakanda para Sempre’ foi bem, e no Oscar tem o recorde de indicar a primeira atriz em um filme do gênero, na categoria de coadjuvante para Angela Bassett (que pode levar o prêmio). São um total de cinco indicações, com também lembranças para melhores efeitos visuais, maquiagem, figurino e melhor canção original, ‘Lift me Up’, de Rihanna.

03) Pantera Negra (2018)

‘Pantera Negra’ mudaria para sempre a cena não apenas na Marvel, se tornando a produção do estúdio mais prestigiada de todas até hoje, como também o cenário de como a Academia, os críticos e o grande público veriam para sempre os filmes de super-herói. É claro que a importância do longa transcende este gênero, já que é uma produção altamente inclusiva, celebrando a cultura negra em grande estilo como nunca anteriormente numa superprodução de entretenimento. Foi a quebra de diversas barreiras, merecendo todos os louros. A produção foi a primeira do gênero a receber indicação a melhor filme na história da Academia. Além disso obteve mais outras três nomeações técnicas (melhor canção original, melhor edição de som e mixagem de som) e venceu três estatuetas (melhor trilha sonora, direção de arte e figurino), num total de sete indicações.

02) Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008)

Há de se debater qual filme possui mais prestígio no Oscar: ‘Pantera Negra’ ou ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’. Bem, podemos começar dizendo que o primeiro foi indicado a melhor filme e o segundo não. Mas aí podemos contra-argumentar, usando o pensamento de que a nomeação do primeiro tenha sido “mais fácil” após a abertura para até 10 filmes, enquanto o primeiro precisou se digladiar com outros cinco apenas. É dito também que a pressão foi grande para o segundo filme da trilogia de Christopher Nolan figurar em seu respectivo ano (tendo aparecido em 10 de 10 listas dos melhores de todos os especialistas), mas em cima da hora a Academia deu para trás, ainda com medo de indicar filmes do gênero. Seja como for, o segundo ‘Batman’ de Nolan tem um total de oito nomeações, uma a mais que ‘Pantera Negra’. E embora tenha vencido apenas duas estatuetas, uma delas foi a de ator coadjuvante para o “monstro” Heath Ledger – vitória considerada mais valiosa que os prêmios técnicos de ‘Pantera’.

01) Coringa (2019)

Em primeiríssimo lugar como o filme de super-heróis de quadrinhos mais prestigiado da história do cinema no Oscar, temos não um filme de heróis, mas sim um de vilão. Podemos dizer que ‘Coringa’ é diferente de tudo no gênero, um filme barra-pesada e de censura alta, que está mais para um thriller psicológico do que um filme de ação – como a maioria recai no gênero. Não bastasse o anárquico ‘Coringa’ ter o recorde de indicações de qualquer filme do gênero, com onze ao total, ainda foi nomeado para prêmios importantes: como melhor filme do ano, melhor diretor (Todd Phillips), melhor roteiro e, claro, saiu vitorioso com a estatueta de melhor ator do ano para o fenômeno Joaquin Phoenix. Uma curiosidade é que Phoenix é o segundo ator que leva o Oscar por interpretar o palhaço do crime, depois de Heath Ledger, ou seja, o personagem deve dar sorte. E que venha a continuação, ‘Joker: Folie à Deux’, que trará Lady Gaga como a Arlequina da vez.

Monstros de ‘Um Lugar Silencioso’ seriam BEM diferentes; Confira as imagens!

Em abril, o diretor de ‘Um Lugar Silencioso‘, John Krasinski, havia revelado ao Collider que o design dos monstros no filme havia sido alterado durante a pós-produção.

“Eu havia criado essa criatura, e nós amamos isso. Havia muitos detalhes. E, então, no processo de pós-produção, e esse foi um daqueles momentos em que – isso soa super nerd, mas agora eu entendo quando as pessoas falam sobre efeitos visuais e vêem isso – dava para ver que aquilo não iria funcionar, tínhamos que ter um design diferente.”

Confira o design original:

Um Lugar Silencioso‘ arrebatou a crítica especializada e já é considerado um dos grandes filmes de 2018. E após sua aclamada recepção nos cinemas, a ID, empresa de relações públicas que representa o casal John Krasinski e Emily Blunt, já deu início à campanha para projetar o terreno para as grandes premiações, incluindo o Oscar.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a ID já começou a contatar jornalistas do ramo do entretenimento para lembrá-los do impacto que a produção obteve na crítica especializada. Ao lado de uma carta, uma cópia do DVD de ‘Um Lugar Silencioso‘ e uma lista com várias frases retiradas de avaliações foram encaminhadas, com o objetivo de selecionar profissionais que estão se preparando para a cobertura da temporada de premiações.

Um trecho da carta foi divulgada pelo portal e revela um tom simbólico e pessoal.

Confira:

“Enquanto o filme é visto como um terror aterrorizante e destruidor de nervos, Krasinski não desenvolveu este projeto para os sustos. Ele foi influenciado pela mensagem universal da história em torno da família. Este filme é uma ‘carta de amor’ para suas filhas. Ele demonstra visualmente como se sente ser um pai nos dias de hoje e a extensão em que um pai vai para proteger seus filhos “.

Vale lembrar que John Krasinski estará envolvido na sequência de ‘Um Lugar Silencioso‘.

‘De Pernas pro Ar 3’: Ingrid Guimarães manda mensagem especial pra quem está pulando carnaval; Assista!

Para promover a comédia ‘De Pernas pro Ar 3‘, Ingrid Guimarães apareceu em um novo vídeo para mandar uma mensagem para quem está curtindo o carnaval.

Confira:

O longa dirigido por Julia Rezende mostra a personagem Alice Segretto vivendo um dilema comum à maioria das mulheres modernas: dividir-se entra a família e o trabalho. O sucesso da rede de lojas Sexy Delícia a leva a um tour pelo mundo e, em meio a tantas idas e vindas, a workaholic percebe que não tem conseguido acompanhar sua família, que também cresceu. Além de João (Bruno Garcia) e Paulinho (Eduardo Mello), os Segretto agora têm mais uma presença marcante: a pequena Clarinha (Duda Batista), de apenas 6 anos, que fica sob os cuidados da fiel Rosa (Cristina Pereira).

Impetuosa, Alice toma uma decisão inusitada. Decide se aposentar e entregar o comando dos negócios para sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Mas quando surge uma competidora com potencial para roubar a cena, a vida de Alice fica mais uma vez de pernas pro ar. É a jovem Leona (Samya Pascotto) que vai provocar em Alice a vontade incontrolável de voltar ao mercado de produtos eróticos e retomar seu lugar.

A comédia será lançada nos cinemas no dia 11 de abril.

Thora Birch tentará sobreviver a tornado no filme de desastre ’13 Minutes’; Saiba mais!

De acordo com o Bloody Disgusting, Thora Birch irá estrelar o filme de desastre ‘13 Minutes‘, cuja história será sobre um enorme tornado destruindo tudo pelo seu caminho em uma cidade pequena.

O elenco ainda conta com  Trace AdkinsPeter FacinelliAnne HecheWill Peltz Paz Vega.

A trama se passará em uma cidade pequena onde seus residentes terão apenas 13 minutos para procurar abrigo antes que o maior tornado da história destrua a cidade, deixando-os lutando para proteger seus entes queridos e a si mesmos.

Esse será o primeiro longa-metragem dirigido por Lindsay Gossling.

As filmagens estão programadas para começarem em 11 de novembro, em Tornado Alley.

Novas informações devem sair em breve

Oi? Tubarão ataca em pesadelos no trailer do terror ‘From the Depths’; Assista!

Nem o Freddy Krueger poderia prever essa! O terror ‘From the Depths‘ ganhou o primeiro trailer, que traz um tubarão tocando o terror no mundo dos sonhos.

Confira:

O longa é dirigido por Jose Montesinos.

A trama gira em torno de uma mulher psicologicamente torturada após um aterrorizante ataque de tubarão. Ela é atormentada por pesadelos sendo perseguida pela criatura dos mares, além de alucinações com sua irmã e namorado, que morreram no ataque.

O elenco conta com Angelica Briones, Terra Strong, Marissa Godinez, Taylor Jorgensen e Liz Fenning.

‘Brinquedo Assassino’: Alex Vincent e Christine Elise irão retornar na série

De acordo com o SYFY, Alex Vincent e Christine Elise irão retornar na série ‘Chucky‘, que dará continuidade à franquia ‘Brinquedo Assassino‘, reprisando seus papéis como Andy Barclay e Kyle, respectivamente.

Andy foi um dos grandes protagonistas da franquia, tendo estrelado os três primeiros filmes do boneco assassino, além de ter aparecido posteriormente em uma cena pós-créditos de ‘A Maldição de Chucky‘. Já a Kyle foi um dos maiores destaques de ‘Brinquedo Assassino 2‘.

Vale lembrar que ambos os atores retornaram em ‘O Culto de Chucky‘.

Confira o novo teaser:

Brad Dourif voltará a dublar o boneco assassino. A produção ainda contará com o retorno de Jennifer Tilly (‘A Noiva de Chucky’), Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’), além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘Agnes’: Freiras se preparam para realizar exorcismo no clipe do terror; Confira!

O terror sobrenatural ‘Agnes‘, que focará em uma freira possuída por um demônio, ganhou um novo clipe.

Confira:

Mickey Reece é responsável pela direção.

A trama segue a Irmã Agnes, uma jovem freira que começa a mostrar sinais de um possível possessão demoníaca. À medida que o comportamento da freira fica cada vez mais estranho, a igreja envia um padre e seu jovem pupilo para ajudar. Mas as tentativas iniciais de exorcizar tudo o que está assombrando a irmã Agnes dão erradas, e eles logo percebem que a entidade é muito mais sinistra do que imaginavam.

Molly Quinn estrela a produção. O elenco ainda conta com Jake Horowitz, Sean GunnHayley McFarland, Chris Browning, Ben Hall, Mary Buss e Chris Sullivan.

O longa será lançado em VOD pela Magnet Releasing no dia 10 de dezembro.

Sobrenatural 5: A Porta Vermelha

(Insidious: The Red Door)

 

Elenco:

Patrick Wilson
Ty Simpkins
Rose Byrne
Sinclair Daniel
Peter Dager
Hiam Abbass
Direção: Patrick Wilson

Gênero: Terror

Duração: 97 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 6 de Julho de 2023

Sinopse: 

Em SOBRENATURAL 5: A PORTA VERMELHA, Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.

Crítica: 

Crítica | ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’ tem terceiro ato ASSUSTADOR que faz valer o ingresso

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme;

» O elenco ainda contará com os novatos Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass;

» O longa marcará a estreia diretorial de Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’), que estrelou os dois primeiros filmes;

Trailer:

Dublado

Legendado

Cartazes: 

Fotos: 

Daryl Dixon retorna no teaser do novo spin-off de ‘The Walking Dead’; Confira!

A AMC divulgou o primeiro teaser de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, novo spin-off da franquia focado no personagem de Norman Reedus.

Confira:

Prevista para o segundo semestre de 2023, entre outubro e dezembro, a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi.

David Zabel servirá como showrunner.

O elenco contará com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

‘A Batalha dos 100’: 2ª temporada do reality competitivo estreia na Netflix

Os quatro primeiros episódios da 2ª temporada do reality competitivo ‘A Batalha dos 100‘, intitulada ‘Desafio Subterrâneo‘, já estão disponíveis na Netflix.

O novo ciclo será dividido em três partes, retornando com episódios inéditos no dia 26 de março e 2 de abril.

No programa, 100 participantes com ótimo preparo físico encaram provas extremas para tentar ganhar um prêmio em dinheiro e conquistar o almejado primeiro lugar.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nathan Fillion retorna no trailer da 7ª temporada de ‘The Rookie’; Confira!

A ABC divulgou o primeiro trailer da 7ª temporada de ‘The Rookie‘, drama policial estrelado por Nathan Fillion (‘Castle’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de janeiro.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Mekia Cox, Jenna Dewan, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil e Eric Winter.

‘Invocação do Mal 4’ arrecada US$ 83 milhões e se torna o 3º MAIOR terror da HISTÓRIA em estreia nos EUA

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ superou todas as expectativas e arrecadou impressionantes US$ 83 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor representa mais do que o dobro das projeções iniciais, que indicavam uma abertura em torno de US$ 40 milhões.

Além disso, a produção também se tornou a terceira maior abertura doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4‘ acrescenta US$ 104 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 187 milhões.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Cabo do Medo’: Reboot com Javier Bardem e Amy Adams abre com 75% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 51 reviews publicadas até o momento, o reboot de ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear) abriu com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as mudanças que atualizam de forma bem-sucedida a história clássica do suspense de 1991, destacando o excelente desempenho de Javier Bardem no papel do psicótico Max Cady.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Nick Antosca entrega uma atualização emocionante de um thriller clássico, levando o material original a novos patamares empolgantes que justificam sua existência. É uma história eletrizante, repleta de atuações aterrorizantes e consequências catastróficas.” (Bloody Disgusting)

“É um drama psicológico primoroso do início ao fim, impulsionado por atuações de primeira linha que deixam uma marca. O resultado é uma versão moderna de uma história clássica, com muitas reviravoltas que prendem a atenção do espectador.” (Globe and Mail)

“Este reboot de ‘Cabo do Medo’ acrescenta podcasts sobre crimes reais, phishing online, jornalismo sensacionalista, leis de autodefesa e outros campos minados do século XXI à mistura, mas a força da história clássica permanece em sua exploração das linhas tênues da justiça.” (San Francisco Chronicle)

“Apesar de alguns problemas com o primeiro episódio de ‘Cabo do Medo’, gostamos tanto da atuação mais discreta de Javier Bardem como Max Cady que definitivamente queremos ver como ele se insere na vida de Anna Bowden e sua família.” (Decider)

“Apesar desta minissérie nunca conseguir se sustentar completamente por si só, pelo menos tenta adicionar alguns elementos novos.” (Irish Independent)

“Em alguns momentos, a produção tem um tom melodramático, típico de filme feito para a televisão, mas, no geral, é um thriller que vale a pena assistir.” (Espinof)

“Tudo se encaixa perfeitamente, até mesmo as peças que parecem estar em ângulos estranhos. Os atores dão vida aos seus papéis com muita emoção, mas é o Javier Bardem quem tem mais espaço para brilhar.” (Los Angeles Times)

“Transformar essa história em uma série de TV estica demais a narrativa, levando a algumas complicações de enredo risíveis. Ainda assim, é uma produção divertida, com algumas reviravoltas inteligentes, e Javier Bardem está absolutamente magistral como o violento ex-presidiário Max Cady.” (TV Line)

A produção já está disponível no serviço de streaming a Apple TV+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão é estrelada por Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’).

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

O elenco ainda conta com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

Morten Tyldum (‘Silo’) comanda o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também entram como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Diretor de ‘Deadpool 2’ não tem problema com Josh Brolin vivendo Thanos e Cable

Para os fãs das adaptações dos quadrinhos, pode ter sido um pouco confuso ver Josh Brolin assumindo dois universos distintos da Marvel, um vinculado a Disney e outro a 20th Century Fox.

Mas para o diretor David Leitch, sua participação em ambas as sagas foi muito bem administrada, conforme ele relatou ao site CinemaBlend:

“Eu acho que todo mundo, tanto da Marvel Studios, como da Fox, colocaram essa possibilidade na balança, para saber se isso seria um eventual conflito. Mas ao final de tudo, ambos os lados perceberam que seria prudente e não haveria problemas, considerando as formas distintas como Thanos e Cable são retratados em cena. Eles possuem estilos bem diferentes e até mesmo sua apresentação nos filmes divergem entre si. E, de verdade, nós não poderíamos ter feito escolha melhor para o papel de Cable. Na noite passada estávamos filmando a sequência e Josh e Ryan estavam no set. A química deles é realmente maravilhosa. É um filme muito divertido para poder fazer parte, eu sou realmente grato por essa oportunidade”

 

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalharam em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

Josh Brolin vive o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘Hitman: Agente 47’ vai ganhar sequência; Confira a logo!

Hitman: Agente 47, a famosa e lucrativa franquia de jogos da IO Interactive, vai ganhar uma sequência nos cinemas. O anúncio foi feito pela Warner Bros.

A informação já teria vazado antes da divulgação oficial, com a publicação da logo da sequência no site da Warner Bros. Interactive Entertainment. Na ocasião, a marca teria sido apagada.

Confira:

A página oficial do game Hitman no Twitter fortaleceu ainda mais o vazamento, com uma publicação bem sugestiva.

Confira:

A franquia já foi adaptada duas vezes para os cinemas, primeiro em 2007 com ‘Hitman – Assassino 47’ onde Timonthy Olyphant assumiu o papel do protagonista, e depois em 2015 com ‘Hitman: Agente 47′, estrelado por Rupert Friend. Ambos são considerados fracassos de crítica e bilheteria.

 

 

‘Deadwood: O Filme’: Timothy Olyphant revela que hesitou em voltar para o longa

A produção do filme sequência da série de ‘Deadwood‘ passou por uma longa gestação, mas finalmente sua estreia está bem próxima dos fãs.

Reunindo todo o elenco principal novamente, a produção quase ficou se a presença do veterano Timothy Olyphant. Durante uma entrevista ao TVLine, o astro revelou que hesitou em voltar para o projeto, pontuando que valeu a pena participar de todo esse processo de reencontros com a trama e seus antigos colegas de trabalho.

Disse:

“Quando fiquei sabendo, eu pensei ‘droga. Acho que vou ter que tomar alguma decisão aqui’. O processo foi muito curioso. Eu não esperava estar na posição de realmente ter que tomar essa decisão. Eu só pensei que de algum jeito isso iria sumir. É curioso ter que decidir a respeito de ter que assumir um projeto, quanto todos os seus velhos amigos já se comprometeram a ele. E você pensa: ‘Bem, eu nunca estive nessa posição de ser um sem noção, do tipo que recusaria’. Mas no final das contas o processo foi incrível com David Milch [criador e roteirista da série] e Dan Minhahan [diretor] e Carolyn Strauss [HBO]. Nós tivemos muitas conversas e toda essa experiência foi muito recompensadora”.

 

A HBO divulgou o trailer do filme que dará sequência na aclamada série ‘Deadwood‘.

Assista:

A sequência acontece dia 31 de maio.

A série de faroeste se passava no fim do século XIX, trazendo personagens históricos como Seth Bullock, Calamity Jane e Wild Bill Hickok. A história se inicia com o descobrimento de ouro em Deadwood Gulch, que origina o surgimento de uma colônia em um território indígena, gerando diversos conflitos.

Daniel Minahan, que dirigiu diversos episódios da série, comanda.

‘9-1-1’: Novo vídeo traz detalhes da mega produção do episódio final da 3ª temporada

A FOX divulgou o um novo vídeo, que traz detalhes da produção do último episódio da 3ª temporada de ‘9-1-1′.

O material traz entrevistas com o elenco e várias tomadas feitas nos bastidores das gravações do capítulo final.

Assista com a promo do episódio:

Intitulado What’s Next?, o final da temporada irá ao ar no dia 11 de maio.

Lembrando que a emissora Fox renovou oficialmente a série ‘9-1-1‘ para a 4ª temporada.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Delegacia é DETONADA em novo vídeo dos bastidores; Assista!

As filmagens da 8ª e última temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ seguem em ritmo acelerado e um novo vídeo dos bastidores foi compartilhado pelo ator Joe Lo Truglio.

No material em questão, vemos o ator Andre Braugher (Capitão Holt) arremessando o monitor de um computador pela janela de seu escritório, fazendo com que todo o vidro se estilhace. A gravação da cena corresponde ao episódio de Roubo de Halloween, uma tradição anual presente na série.

A contar pela legenda da publicação – compartilhada no Instagram – a gravação em questão corresponde aos bastidores de uma temporada anterior.

Assista:

O ciclo final terá apenas 10 episódios, sendo o mais curto de toda a produção.

“Sou muito grato pela NBC e a Universal Television por nos permitirem dar o final que os espectadores e esses personagens merecem,” afirmou o produtor executivo Dan Goor. “Eu me sinto muito grato por ter tido a oportunidade de trabalhar com esse elenco e equipe incríveis por oito temporadas. Eles não apenas são as pessoas mais talentosas na indústria, como também são ótimas pessoas que se tornaram uma família.”

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

“Invencível”: Sandra Oh se emociona ao ser ovacionada pelo público brasileiro

A tarde do último sábado (07) na CCXP 2024 foi marcada pela presença de alguns dos maiores astros de Hollywood na atualidade.

E no Palco Thunder, a Prime Video recepcionou os cinéfilos geeks com diversas novidades relacionadas às suas principais produções, trazendo os elencos das séries ‘Invencível’, ‘Reacher’, ‘Nível Secreto’, ‘Tremembé’ e ‘A Roda do Tempo’. Além disso, o painel contou com a presença do trio protagonista da franquia ‘Culpa’, que veio ao Brasil promover a sequência ‘Sua Culpa’.

E durante o segmento de ‘Invencível’, a atriz Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy’; ‘Killing Eve’) foi surpreendida pelo enorme carinho do público. Ovacionada de pé pelos fãs presentes no painel, ela se emocionou com a receptividade e pareceu chocada com tamanha reação.

Confira:

Essa é a primeira vez que Oh vem ao país. Ela é uma das intérpretes da popular série animada. Em ‘Invencível’, ela dá vida à personagem Debbie Grayson.

A nova temporada estreará oficialmente em 06 de fevereiro de 2025 no Prime Video.

Confira o trailer da 3ª temporada, junto ao cartaz, e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Crítica | Nouvelle Vague: Richard Linklater reinventa Godard como personagem de uma comédia indie nostálgica [Cannes 2025]

Richard Linklater, um dos mais adoráveis e consistentes diretores independentes norte-americanos, volta à cena internacional com Nouvelle Vague, seu novo longa exibido fora de competição no Festival de Cannes, após apresentar Blue Moon na Berlinale. Conhecido por obras profundamente humanas como Boyhood – Da Infância a Idade Adulta (2014) e a trilogia Antes do Amanhecer (1995), Linklater troca o tempo por uma homenagem ao instante: a filmagem caótica e lendária de Acossado, de Jean-Luc Godard

Engana-se, no entanto, quem espera um mergulho profundo na estética ou ideologia do movimento nouvelle vague. Apesar do título, o que se vê em Nouvelle Vague é, acima de tudo, mais um “hangout movie” à la Linklater, com seu charme habitual, mas também suas limitações. A proposta é ambiciosa: retratar a gênese de um dos filmes mais revolucionários do cinema moderno, Acossado (À bout de souffle), sob o olhar de seu diretor-emergente  Jean-Luc Godard, capturando não apenas o espírito livre e rebelde do movimento iniciado por Agnès Varda (La Pointe Courte, 1955) e François Truffaut (Os Incompreendidos, 1959), mas também o caos e a casualidade da produção e filmagens. 

Rodado em elegante preto e branco, com cortes duros e uma mise-en-scène que busca ecoar a liberdade estética da nouvelle vague, o filme apresenta momentos em que esse espírito se revela — especialmente na câmera sempre em movimento, nas falas improvisadas e no elenco jovem, selecionado a dedo — mas isso raramente se traduz em algo verdadeiramente disruptivo.

Guillaume Marbeck interpreta um Jean-Luc Godard jovem, de óculos escuros eternos, egocêntrico, petulante, e ao mesmo tempo inseguro — mais um crítico da revistas Cahiers du Cinéma tentando provar que pode dirigir tão bem quanto escrever. Seu antagonismo com Jean Seberg, vivida com carisma e tensão por Zoey Deutch (único rosto conhecido do elenco), e com o produtor Georges de Beauregard (Bruno Dreyfürst), sustenta parte do conflito dramático do filme. 

Há graça na desorganização dos bastidores, nas pausas intermináveis de gravação porque o diretor “está sem ideias”, no uso de uma cadeira de rodas como travelling, e todas as artimanhas de filmagem com poucos recursos. O jovem ator Aubry Dullin entrega uma interpretação encantadora de Jean-Paul Belmondo bastante reconhecível e se divertindo como se tudo fosse um jogo — talvez porque, naquele momento, fosse mesmo. O diretor r o ator se deram tão bem na vida real que trabalharam juntos em Uma Mulher É Uma Mulher (1961) e O Demônio das Onze Horas (1965).

Nouvelle Vague tenta mostrar como fazer algo revolucionário pode parecer, no momento, apenas fazer bagunça. Por vezes mais anedótico do que informativo, o roteiro parece colar episódios clássicos (como a improvisação do final de Seberg) e fait-divers que circularam em torno da produção de Acossado. Ainda que o filme ignore ou suavize muitos dos aspectos mais controversos e, por vezes, insuportáveis da personalidade de Godard — algo que O Formidável (2017), de Michel Hazanavicius, explorou com mais coragem —, Linklater prefere tratá-lo como um excêntrico indecifrável e não exatamente como o gênio difícil e misantrópico, como ficou conhecido.

Nesse sentido, talvez o maior mérito (ou a maior contradição) de Nouvelle Vague seja justamente sua suavidade. Richard Linklater entrega um filme fluido, quase asséptico, que mais lembra uma visita guiada por um museu da produção das cenas de Acossado, curiosidades documentais, do que uma imersão real no espírito revolucionário do cinema francês dos anos 60 e do movimento no título de sua obra. É mais um olhar amoroso do cineasta norte-americano sobre jovens artistas tentando criar, do que uma dissecação do movimento histórico em si.

Ao final, Nouvelle Vague não é sobre Godard, nem sobre a nouvelle vague. É sobre o mito da criação cinematográfica — esse momento mágico, caótico, ridículo e, às vezes, genial em que um grupo de pessoas decide fazer um filme, sem saber exatamente o que está fazendo. Para o público cinéfilo, a experiência é divertida, cheia de referências saborosas (como a obsessão por nomear todos os críticos e diretores da época em cartelas), mas também pode soar superficial para quem realmente conhece e acompanhou o período.

‘007’: Danny Boyle confirma que filmagens começarão ainda em 2018

Danny Boyle, diretor de ‘Extermínio‘ e ‘Quem Quer Ser um Milionário‘, irá assumir a direção de ‘Bond 25’, novo filme da franquia James Bond. A informação foi confirmada pelo jornalista Baz Bamigboye, do Daily Mail.

Agora, em entrevista ao Metro, Boyle também confirmou que um roteiro já está sendo escrito pela equipe e que as filmagens vão começar ainda esse ano.

“Estamos trabalhando em um roteiro nesse momento. Tudo depende disso, na verdade. O roteiro é de Richard Curtis. Queremos começar daqui a 6 ou 7 semanas. Depois, Bond estaria pronto até o fim desse ano”

O diretor já havia sido cotado para a direção de ‘007 – Operação Skyfall‘ e ‘007 Contra SPECTRE‘.

Daniel Craig volta a viver o agente em ‘Bond 25’, que tem estreia prevista para novembro de 2019.

 

‘Os Inocentes’: Elenco fala sobre possibilidade de uma 2ª temporada [SPOILERS]

A nova série sensação da Netflix já está disponível no catálogo e muitos fãs estão se perguntando se haverá uma nova temporada após o final, que deixou muita da trama em aberta.

[CUIDADO COM SPOILERS]

Em conversa com o Indie Wire, o elenco comentou sobre esse polêmico final, em que Harry se sacrifica para salvar a vida de June, e as possibilidades de uma 2ª temporada.

“É como Shakespeare em relação à tragédia. Eu sinto que cada momento foi construído pra que isso pudesse acontecer. No fim, ele ama ela e foi por isso que ele fez aquilo”

Contou o ator Percelle Ascott, seguido pela atriz Sorcha Groundsell, que diz não ter informações sobre seu retorno.

“Sou apenas uma atriz. Eles não me dizem nada sobre o futuro”

No entanto, a criadora do programa, Hania Elkington, contou que deixou algumas pontas soltas para que um novo ano possa vir a acontecer.

“Estamos muito orgulhosos da 1ª temporada e esperamos que a 2ª temporada ocorra, mas não há nada oficial ainda, vamos esperar”

Confira nossa crítica: Os Inocentes – Série sobrenatural é a mudança que a Netflix precisava

Quando os adolescentes Harry e June fogem de suas famílias repressoras para ficarem juntos, eles são lançados em uma extraordinária jornada de autodescobrimento que desvia de seus sonhos inocentes. Segredos mantidos pelos pais testam o amor deles ao limite e o dom extraordinário que possuem desencadeia forças poderosas que podem dividí-los para sempre.

Os Inocentes‘ (The Innocents) é foi criada por Hania Elkington e Simon Duric.

A série é estrelada por Sorcha Groundsell (Clique, Iona, Sleeping Lions) como June, Percelle Ascott(Wizard vs. Aliens, The Weekend Movie) como Harry, e Guy Pearce (L.A. Confidential, Memento, The King’s Speech) no papel de Halvorson.

Os 8 episódios já estão disponíveis na Netflix.

Dica | O que assistir antes de ‘Pinguim’ e ‘Agatha Desde Sempre’?

A próxima semana será muito interessante para a rivalidade entre Marvel e DC. Depois de duelarem nos quadrinhos, nos games e nos cinemas, agora é a vez das duas empresas mostrarem suas forças nos streamings com duas estreias muito próximas.

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Enquanto Agatha Desde Sempre chega ao Disney+ no dia 18 de setembro, Pinguim estreia no Max no dia seguinte, em 19 de setembro. E diferentemente de outras produções lançadas previamente, as duas terão lançamentos de episódios semanais, travando essa batalha até o fim.

Pensando nisso, separamos as produções que você pode gostar de assistir antes de ver as novas séries. Confira!

Vingadores: Guerra Infinita

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Lançado em 2018, Vingadores: Guerra Infinita mostra os heróis mais poderosos da Terra enfrentando uma ameaça sem precedentes: Thanos (Josh Brolin), que busca joias do infinito para eliminar metade da vida no universo, como forma de melhorar o acesso aos recursos nas diferentes sociedades que existem por aí. Os eventos mostrados nele são muito importantes para entender o que acontece em outra produção.

Onde assistir: Disney+

WandaVision

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Depois dos eventos dos filmes dos Vingadores, a Wanda se muda para um cidadezinha isolada, onde vive uma vídeo digna das séries de TV, literalmente. Só que coisas estranhas começam a acontecer por lá, colocando em risco a vidinha perfeita que ela construiu ao lado de seu amado Visão e dos filhos. Sempre acompanhada da vizinha Agnes, a bruxinha fica completamente lelé.

Onde assistir: Disney+

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

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Depois dos eventos da série, Wanda começou a estudar um livro místico proibido. Ela busca um meio de acessar o multiverso para encontrar as almas de seus filhos, que supostamente se perderam por lá. Para isso, ela tenta absorver o poder de uma jovem capaz de saltar por dimensões. Ela não esperava, no entanto, que a menina fosse pedir ajuda de um velho amigo de sua realidade: o Doutor Estranho. Agora, Wanda vai persegui-lo até o fim, passando por cima de quem for necessário para conseguir seu objetivo, mesmo que isso signifique assassinar heróis.

Onde assistir: Disney+

Batman

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Lançado em 2022, Batman é um filmaço. Dirigido por Matt Reeves, o longa mostra os primeiros dias de Bruce Wayne (Robert Pattinson) como o herói pelas ruas de Gotham. O problema é que ele vai enfrentar logo de cara o Charada, um terrorista que está disposto a matar quem for preciso para colapsar a cidade. Durante suas investigações, o Batman vai encontrar outros vilões e anti-heróis, incluindo o Pinguim (Colin Farrell) que ainda é apenas um contraventor.

Onde assistir: Max.

Crítica | O Dia Que Te Conheci – Grace Passô e Renato Novaes em Hilária Comédia Romântica do Cotidiano

Sabe aquelas histórias inacreditáveis que os amigos costumam contar numa mesa de bar? Aquelas que, de tão mirabolantes e surreais, parecem até mentira – mas que, justamente pelo seu irrealismo, só podem ser verdade, afinal, ninguém conseguiria ser tão criativo assim na hora de inventar uma história? Pois bem, são justamente esses os melhores causos para se contar numa festa, num bar, numa roda de amigos e rendem as melhores memórias. E são as que melhor inspiram o cinema a criar filmes com os quais o público consegue se envolver, como o longa ‘O Dia Que Te Conheci’, nova comédia romântica brasileira que chega a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

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Zeca (Renato Novaes, que é irmão do diretor do filme) tem um problema gravíssimo: tem séria dificuldade em acordar cedo. Ele tenta, bota mil alarmes, pede ajuda para seu companheiro de apartamento, mas sempre falha. E isso tem severas consequências na sua vida profissional enquanto bibliotecário de uma escola em uma cidade no interior de Minas Gerais, pois sempre acorda atrasado, sai atrasado e chega atrasado na escola. Mas, no dia de hoje, algo de diferente irá acontecer na sua rotina com a visita de Luísa (Grace Passô, de ‘No Coração do Mundo’), que trabalha no RH do colégio. Ao conhecer Luísa, não só a rotina mas a própria vida de Zeca irá mudar completamente nas horas a seguir.

Com surpreendentes setenta e um minutos de duração (pouco mais de uma hora), ‘O Dia Que Te Conheci’ consegue, com seu pouco tempo de tela, contemplar diversas situações cotidianas com as quais boa parte do público poderá se relacionar – como, por exemplo, pegar um ônibus quando se está atrasado e ele quebrar no meio do caminho, atrasando ainda mais a rotina.

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Escrito, dirigido e produzido por André Novais de Oliveira, o ponto forte de ‘O Dia Que Te Conheci’ é justamente os diálogos, escritos de maneira bem próxima das falas comuns da população urbana brasileira. Essas trocas verbais, dentro dos contextos inusitados, arrancam sinceras risadas do público, que consegue entender exatamente todos os sentimentos envolvidos em cada uma das falas, principalmente aquelas proferidas pelo casal protagonista. Aliás, é muito mérito das atuações do par Grace e Renato, que imprime naturalidade e casualidade em todas as cenas, o fato de o público conseguir se envolver tanto com os dois e suas histórias. Mais do que se entregarem, Grace e Renato emprestam aos personagens toda a carga do corre, dos perrengues e dos dias de luta e dias de glória os quais todos nós conhecemos.

Ainda que curtinho, a produção tem surpreendentes cenas longas, a começar pelo início, que coloca os créditos da produção numa abertura estática e bem demorada. Em outro momento, em que o casal protagonista está atravessando uma rua, a produção se demora longos minutos nessa cena sem diálogos, o que acaba quebrando o ritmo da interação entre os protagonistas e do clima para o espectador – pois, nesse momento, já estamos totalmente imersos tanto na comédia quanto no romance proposto pelo filme.

De uma maneira bem autoral, o diretor André Novais de Oliveira imprime sua assinatura do romance na casualidade do cotidiano em ‘O Dia Que Te Conheci’, entregando um filme leve, engraçado e bem real para um público sedento por se reconhecer nas telonas.

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‘O Exterminador do Futuro 6’: Título oficial do filme é confirmado

Não há muito de concreto a se dizer sobre o vindouro ‘Exterminador do Futuro 6’, reboot promovido por Tim Miller e pelo produtor James Cameron. Entretanto, o duo confirmou que o projeto se chamará ‘Terminator: Dark Fate’ (‘O Exterminador do Futuro: Destino Obscuro’, em tradução livre).

A confirmação vem pouco depois da polêmica envolvendo o longa-metragem em questão e o reboot de ‘As Panteras’, dirigido por Elizabeth Banks, visto que ambos os filmes terão a mesma daa de estreia (novembro deste ano).

Nem a Paramount (‘Exterminador’), nem a Sony (‘Panteras’) parecem flexíveis para rever suas respectivas datas de lançamento.

O filme trará no elenco Arnold SchwarzeneggerLinda Hamilton reprisando seus papéis das iterações anteriores, além de Mackenzie DaviesNatalia Reyes.

‘O Exterminador do Futuro 6’ estreia no dia 01 de novembro de 2019.

‘gen:LOCK’: 2ª temporada vai estrear com exclusividade na HBO Max

Variety anunciou que a série animada ‘gen:LOCK’ não apenas foi renovada para a 2ª temporada, como também os novos episódios irão estrear com exclusividade na plataforma de streaming HBO Max.

O novo ciclo do show ainda não tem data de estreia. A primeira temporada foi lançada no dia 03 de agosto deste ano.

Confira o trailer:

A produção é ambientada num futuro distópico no qual uma força opressiva e autoritária ameaça conquistar o mundo. A resistência, então, decide recrutar um time de pilotos para criar uma máquina devastadora, mas eles devem estar dispostos a sacrificar tudo para salvar o planeta.

Michael B. JordanDavid Tennant estrelam a série como Julian Chase e Dr. Rufus Weller, respectivamente. A dupla é acompanhada por Dakota FanningKōichi Yamadera.

‘Rick and Morty’: Vídeo de bastidores explica a criação do Snake Jazz; Confira!

Adult Swim divulgou um novo vídeo de bastidores da 4ª temporada de ‘Rick and Morty’, que explica o processo de criação do Snake Jazz para o episódio “Rattlestar Ricklactica”.

Confira:

Vale lembrar que os novos episódios serão transmitidos a partir do dia 03 de maio.

Confira os títulos:

  • Episódio 04×06: “Never Ricking Morty”
  • Episódio 04×07: “Promortyus”
  • Episódio 04×08: “Star Mort Rickturn of the Jerri”
  • Episódio 04×09: “Childrick of Mort”
  • Episódio 04×10: “The Vat of Acid Episode”

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

Katy Perry, Dua Lipa e BLACKPINK estão nos principais lançamentos da semana; Confira!

Sexta-feira chegou mais uma vez – e com ela, inúmeros lançamentos do mundo da música que você precisa conferir.

Os destaques ficam com Katy Perry e com seu retorno para o cenário fonográfico com ‘Smile’. Seu sexto álbum de estúdio veio acompanhado de diversos singles promocionais, incluindo “Harleys in Hawaii”, “Never Really Over” e “Daisies”. Selena Gomez e BLACKPINK também pararam o mundo com a divulgação da canção “Ice Cream”, que já está disponível em todas as plataformas digitais e que veio acompanhada de um divertido e sensual videoclipe.

Toni Braxton, uma das vozes mais conhecidas do R&B mundial, também voltou aos holofotes com ‘Spell My Name’, que foi precedido pelos singles “Do It” e “Dance”. Dua Lipa, por sua vez, se aliou com diversos nomes icônicos da esfera do entretenimento para uma reedição especial de ‘Future Nostalgia’, que ganhou o nome de ‘Club Future Nostalgia’ e trouxe parcerias com Madonna, Missy Elliott, Gwen Stefani e Mark Ronson.

Confira abaixo os outros lançamentos:

MÚSICAS

“ICE CREAM”, BLACKPINK & Selena Gomez

“Ice Cream” é o segundo single oficial do álbum de estreia do grupo feminino sul-coreano de K-pop BLACKPINK, ‘The Album’. Para a interessante mistura entre pop e funk-pop, as meninas se uniram a Selena Gomez em um videoclipe visualmente incrível e recheado de figurinos impecáveis.

“OVER NOW”, Calvin Harris & The Weeknd

Depois do aclamado ‘After Hours’, The Weeknd resolveu colaborar com o DJ Calvin Harris para o nostálgico “Over Now”, que mistura incursões do R&B com os sintetizadores clássicos dos anos 1980 e 1990 – além de um videoclipe animado bastante vibrante e psicodélico.

“EXPENSIVE”, Ty Dolla $ign feat. Nicki Minaj

Nicki Minaj se juntou ao rapper Ty Doll $ign nas últimas semanas para trabalhar no arabic hip-hop “Expensive”, trazendo os conhecidos versos pungentes de Minaj em um refrão que ostenta riqueza e um gosto magnânimo para se ter tudo.

“FALLING FOR YOU”, Jaden & Justin Bieber

Há algo de reconfortante e um tanto quanto peculiar na colaboração inesperada entre Jaden e Justin Bieber, “Falling for You”. O single, acompanhado de um idílico e bem dirigido clipe, ergue-se nas tendências orquestrais do hip-hop e do rap – e integra o já disponível ‘CTV3’.

“BIRTHDAY”, Disclosure feat. Kehlani & Sid

A poucos dias para o lançamento de ‘Energy’, a dupla Disclosure, formada por Howard e Guy Lawrence, se mostrou mais uma vez como um dos prolíficos atos do mundo musical. Nesta semana, se aliaram a Kehlani e a Sid para o futurista R&B ‘Birthday’, cuja produção impecável é envolvente, intimista e certas incursões contemporâneas bastante divertidas.

ÁLBUNS

‘SMILE’, Katy Perry

Depois de ser adiado em duas semanas, Katy Perry finalmente lançou seu aguardado sexto álbum de estúdio, ‘Smile’. Divulgado um dia depois do nascimento de sua primeira filha, Daisy Dove Bloom, a produção já caiu no gosto popular e já alcançou o topo do iTunes global, representando uma volta considerável para a artista depois do problemático ‘Witness’.

‘CLUB FUTURE NOSTALGIA’, Dua Lipa

Dua Lipa não conseguiu sair em turnê para promover o aclamado ‘Future Nostalgia’ – mas garantiu que ninguém ficasse sem se divertir ao anunciar ‘Club Future Nostalgia’. Funcionando como um set eletrônico, o CD é composto por 17 remixes que trazem colaborações incríveis – e algumas faixas novas descartadas do álbum original.

‘SPELL MY NAME’, Toni Braxton

Um dos expoentes principais do R&B, Toni Braxton retornou dois anos depois após o lançamento de seu último álbum. Com ‘Spell My Name’, a cantora e compositora mergulha de cabeça nas nostálgicas inflexões do nu-disco e nas baladas românticas que só ela sabe como fazer.

‘S&M2’, Metallica, Orquestra Sinfônica de São Francisco

O álbum ao vivo entre a banda Metallica e a Orquestra Sinfônica de São Francisco, intitulado ‘S&M2’, se tornou um dos anúncios mais inesperados de 2020 – e uma das adições mais queridas pelos fãs. Transformando o heavy metal em uma mistura de metal sinfônico e hard rock, o CD é composto por 22 faixas, com a versão em Blu-ray e DVD trazendo quase duas horas e meia do show oficial.

‘WHOLE NEW MESS’, Angel Olsen

O quinto álbum de estúdio da cantora e compositora Angel Olsen é a perfeita combinação de psych-folk e country alternativo. Com letras incríveis e uma melodia encantadora, a produção é formada por apenas 11 faixas imperdíveis e memoráveis.

Crítica | Alicia Keys faz uma das maiores estreias do século com o atemporal ‘Songs in A Minor’

Há vinte anos, uma das lendas da música começava uma carreira quase irretocável: Alicia Keys. Em sua estreia na indústria fonográfica, ‘Songs in A Minor’, Keys mostrava que não estava brincando quando se tratava de construir narrativas competentes e dominar o cenário mainstream, seguindo os passos de outras mulheres negras que vinham ganhando espaço nos anos anteriores – principalmente o grupo Destiny’s Child, que dominava o R&B. Em 2001, o début de uma das maiores cantoras e compositoras de todos os tempos recuperava o neo soul com força impactante e com dissonância apaixonante, demonstrando potentes vocais e um sucesso crítico e comercial que a colocou no topo dos charts do mundo inteiro – incluindo uma estreia em primeiro lugar na Billboard 200.

Mas o que transforma esse álbum em um clássico? Alicia vinha trabalhando no início de sua estética sonora desde 1995, quando tinha apenas catorze anos. Depois de ser rejeitada pela Columbia Records, ela assinou contrato com a J Records e pôde mostrar ao público seu poder. Misturando gêneros como gospel, jazz, blues e hip hop, o escopo narrativo se afastava das costumeiras incursões românticas para uma profunda análise das complexidades dos relacionamentos, normalmente colocando-a como centro de uma perspectiva marcada por traumas, abandonos e paixões enfurecidas. Mais do que isso, Keys demonstrou sua versatilidade instrumental ao comandar com solidez a produção de boa parte das faixas através de seu treinamento clássico do piano, além de assinar inúmeras iterações por conta própria.

Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?

Alicia Keys, mais do que uma das forças-motrizes que abriram espaço para os múltiplos atos femininos nos anos seguintes, é, da mesma forma que Beyoncé, um dos ícones da cultura afrodescendente nos Estados Unidos. Alastrando suas referências para a contracultura do hip hop de meados dos anos 1970, vê-se um movimento de convecção que reapropria o gênero e a traz, assim como os Black Spades pretendiam década atrás, hinos de empoderamento para o cenário em voga, dominado consistentemente pelos brancos. Keys, querendo ou não, contribuiu para a desconstrução segregacionista que se instalava em um contínuo crescendo, fosse com os solilóquios saudosistas de “Lovin U”, que nutre-se dos corais gospels e das aplaudíveis brincadeiras vocais que trata com naturalidade invejável.

A performer também não pensa duas vezes antes de homenagear seus grandes ídolos, seja com covers, seja com inspirações miméticas extremamente polidas e bem organizadas (aliás, o álbum inteiro é uma lição de como construir uma trama com começo, meio e fim, sem esbarras nos exageros floreados da virada do século). “How Come You Don’t Call Me” ganha uma versão interessante numa fusão entre passado e presente – e uma rendição memorável que foi elogiada inclusive pelo compositor e cantor original, Prince. “Ele me disse que ouviu a música e amou […] Foi realmente uma honra”, ela comentou em uma entrevista ao Toronto Sun ainda em 2002. “Jane Doe”, por sua vez, traz uma breve parceria com Kandu Burruss e consagra o movimento funk dos anos 1960, tudo revestido com uma contemporaneidade atemporal e que envelheceu muito bem nos dias de hoje (motivo pelo qual também representa um dos ápices da discografia da cantora).

“Fallin’”, sem sombra de dúvida, é a música pela qual vínhamos todos esperando. Condecorada com diversos prêmios, incluindo três prêmios do Grammy (Música do Ano, Melhor Música R&B e Melhor Música Feminina R&B), a faixa é o suprassumo do neo soul e uma das precursoras do futuro do gênero (cujo legado é visto sobretudo nos primeiros anos da década de 2010). O single de estreia de Keys teve uma recepção massiva e, até hoje, é considerada uma das músicas mais bem-sucedidas do início do século. As múltiplas camadas de voz que espalham-se pelos três minutos e meio são cautelosas e fogem da fugacidade, unindo-se em uma ambiência que nos relembra de Aretha Franklin e de James Brown ao mesmo tempo, em uma sutileza arrepiante e uma história sobre a espiralada jornada do amor.

‘Songs in A Minor’ é uma das melhores estreias do século XXI por uma série de motivos (que foram explicados ao longo desse texto). Vinte anos atrás, Alicia Keys começava sua jornada com o pé direito, munida das originalidades de uma persona faminta por deixar a sua marca e que reclamaria pelo que lhe pertencia por direito, não importa quanto tempo levasse.

Nota por faixa:

  1. Piano & I – 5/5
  2. Girlfriend – 4/5
  3. How Come You Don’t Call Me – 4/5
  4. Fallin’ – 5/5
  5. Troubles – 5/5
  6. Rock wit U – 5/5
  7. A Woman’s Worth – 5/5
  8. Jane Doe – 5/5
  9. Goodbye – 4,5/5
  10. The Life – 4,5/5
  11. Mr. Man (with Jimmy Cozier) – 4,5/5
  12. Never Felt This Way – 4,5/5
  13. Butterflyz – 4/5
  14. Why Do I Feel so Sad – 4/5
  15. Caged Bird – 5/5
  16. Lovin U – 5/5

‘Mulher-Hulk’: Imagens de bastidores trazem Mark Ruffalo de volta como Bruce Banner; Confira!

As filmagens da série ‘Mulher-Hulk‘ seguem a todo vapor e, agora, novas imagens de bastidores viralizaram nas redes sociais.

As fotos, publicadas no Twitter pela página @shehulkdaily, marcam o retorno de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk.

Confira:

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Além de Tatiana Maslany,(‘Orphan Black’), o elenco ainda conta com Ginger GonzagaMark Ruffalo, Renée Elise Goldsberry Tim Roth.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.