Site Página 4906

‘Zumbilândia 2’: Conheça a nova personagem em novo clipe da sequência!

A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ ganhou um novo clipe, apresentando a nova personagem Madison (Zoey Deutch).

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

Filmes da franquia ‘X-Men’ serão lançados no catálogo do Disney+

Os filmes da franquia ‘X-Men‘ finalmente serão lançados no catálogo do serviço de streaming da Disney+. A estratégia da plataforma será lançar um novo filme da franquia dos mutantes nas sexta-feiras no decorrer do verão norte-americano.

Quatro filmes da franquia estão programados para estrearem no serviço de streaming: ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (10 de Julho), ‘X-Men: Apocalipse‘ (17 de Julho), o original ‘X-Men‘ (7 de Agosto) e ‘Wolverine: Imortal‘ (4 de Setembro).

Ainda não há previsão para o lançamento dos outros filmes da franquia e não se sabe se a Disney+ chegará a lançar ‘Deadpool‘, ‘Deadpool 2‘ e ‘Logan‘, que são para maiores de idade.

Vale lembrar que o universo mutante chegará oficialmente ao fim com ‘Os Novos Mutantes‘, que, após diversos adiamentos, está programado para chegar aos cinemas no dia 28 de Agosto.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

‘Invasão Secreta’: Ator de ‘Uma Noite em Miami’ entra para o elenco da série

De acordo com o Deadline, Kingsley Ben-Adir (‘Uma Noite em Miami…‘) entrou para o elenco da série ‘Invasão Secreta‘ (Secret Invasion).

O ator deve interpretar o vilão principal da produção.

Vale destacar que a Marvel ainda não confirmou a informação.

A série irá estrelada por Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, que reprisarão seus papéis como Nick Fury e o Skrull Talos, respectivamente.

Em uma recente entrevista ao Collider, o presidente Kevin Feige explicou por que decidiu transformar a obra em uma série, em vez de um filme.

“Estamos interessados ​​no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”

Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.

Secret Invasion‘ será inspirado nos quadrinhos homônimos lançados em 2008, onde os heróis da Marvel descobrem que seus amigos e inimigos tem sido secretamente substituídos por Skrulls, uma raça alienígena que pode mudar de forma.

“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”

Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.

‘The Darkness of the Road’: Jovem procura a filha desaparecida no trailer do terror; Confira!

O terror ‘The Darkness of the Road‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Eduardo Rodriguez (‘A Hora do Espanto 2’) é responsável pela direção.

Uma mãe solteira e sua filha viajam em uma estrada deserta. Após conhecerem uma jovem mochileira em um posto de gasolina, a mãe percebe que sua filha desapareceu. Enquanto busca por ela, uma força sinistra começa a atormentar as duas mulheres, desvendando um mundo de terrores que elas devem sobreviver se quiserem descobrir a verdade assustador por trás do desaparecimento da filha.

Najarra Townsend, Leah Lauren e Johnny Whitworth estrelam a produção.

O terror será lançado direto em VOD no dia 14 de dezembro.

Disney+ divulga o primeiro teaser da série baseada em ‘A Lenda do Tesouro Perdido’

O Disney+ divulgou o primeiro teaser de ‘National Treasure: Edge of History‘, série baseada na franquia ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘.

Confira:

A produção contará com o retorno de Harvey Keitel e Justin Bartha, que irão reprisar seus papéis dos filmes como Peter Sadusky e Riley Poole, respectivamente.

A vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones também faz parte do elenco como a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

‘Terrifier 2’: Terror POLÊMICO ganha data de estreia no Prime Video; Confira o trailer dublado!

O Prime Video finalmente anunciou quando o polêmico terror ‘Terrifier 2‘ – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas – será lançado em seu catálogo brasileiro.

O longa estreará no serviço de streaming no dia 17 de maio.

Confira o trailer dublado:

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Chris Gauthier, de ‘Freddy vs. Jason’, morre aos 48 anos

Chris Gauthier, conhecido por sua participação no popular terror ‘Freddy vs. Jason‘, morreu aos 48 anos.

De acordo com o Variety, o ator faleceu em 23 de fevereiro, devido a uma doença não especificada.

No decorrer de sua carreira, Gauthier obteve mais de 100 créditos em filmes e séries de televisão. O ator participou de produções como ‘40 Dias e 40 Noites‘, ‘Insônia‘, ‘O Agente Teen‘, ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘, ‘Montado na Bala‘, ‘O Pequenino‘, ‘Efeito Borboleta 2‘, ‘Uma Casa de Pernas Pro Ar‘, ‘Watchmen: O Filme‘, ‘O Viajante‘, ‘Monster Trucks‘, entre outros.

Nas telinhas, ele marcou presença em ‘Dead Like Me‘, ‘Sobrenatural‘, ‘Harper’s Island: O Mistério da Ilha‘, ‘A Mulher Biônica‘, ‘Smallville‘, ‘Eureka‘, ‘Psych‘, ‘iZombie‘ e ‘Once Upon a Time‘.

O ator também estrelou um episódio da primeira temporada da série antológica ‘Mestres do Terror‘. O capítulo em questão, intitulado Cigarette Burns, foi comandado pelo John Carpenter.

Através do Twitter, Jordan Danger, sua ex-colega de elenco da série ‘Eureka‘, compartilhou uma homenagem ao ator: “Nossa família ‘Eureka’ perdeu um membro nesta semana. Chris Gauthier foi a pessoa mais gentil que eu já conheci. Ele era muito talentoso. Nunca conheci ninguém que pudesse dizer algo ruim sobre ele. Meu coração está com Erin e seus filhos neste momento, enquanto eles lidam com essa perda. Se você conhecia o Chris, então você o amava. Sentiremos sua falta, amigão.”

Confira o trailer LEGENDADO de ‘Better Man’, cinebiografia do cantor Robbie Williams

A Diamond Films divulgou o trailer legendado de ‘Better Man: A História de Robbie Williams’, aguardada cinebiografia do astro pop britânico.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2025.

“A produção é uma narrativa baseada na verdadeira história da ascensão meteórica, da queda dramática e do impressionante ressurgimento do pop star britânico, considerado um dos maiores artistas de todos os tempos”.

Dirigido por Michael Gracey, conhecido por seu trabalho em ‘O Rei do Show‘, o filme é contado exclusivamente da perspectiva de Robbie, capturando sua sagacidade característica e espírito indomável.

better man a história de robbie williams (1)

Sequência de ‘Sisu: Uma História de Determinação’ ganha título, sinopse e data de estreia

A sequência do thriller de ação ‘Sisu: Uma História de Determinação‘ finalmente ganhou novidades.

Intitulado ‘Sisu: Road to Revenge‘ (Sisu: Estrada para Vingança, em tradução livre), o novo filme estreará no dia 21 de novembro.

Na trama…

“Ao retornar à casa onde sua família foi brutalmente assassinada durante a guerra, o ‘homem que se recusa a morrer’ a desmonta e está determinado a reconstruí-la em algum lugar seguro em sua homenagem. Quando o comandante do Exército Vermelho que matou sua família retorna determinado a terminar o trabalho, uma perseguição implacável e de tirar o fôlego pelo país se inicia – uma luta até a morte, repleta de cenas de ação inteligentes e inacreditáveis.”

Jalmari Helander retornará à direção.

Jorma Tommila reprisará seu papel. O elenco ainda contará com Richard Brake e Stephen Lang.

Crítica | ‘Sisu: Uma História de Determinação’ – O John Wick Highlander finlandês com toque ‘tarantinês’

Na trama original, durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Diretor de ‘Obsessão’ quer COMANDAR novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo’

Em entrevista ao Polygon, Curry Barker, dirigir o vindouro ‘Obsessão‘, revelou que adoraria dirigir um novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.

Vale lembrar que o cineasta não tem medo de trazer sua visão para figuras clássicas do gênero, uma vez que já foi confirmado na direção do novo filme da saga ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

“Obviamente, todos querem dirigir um novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo’. Há uma demanda enorme atualmente. Eu nem sei quem tem os direitos, mas ouvi falar que são bem complicados. É um universo com potencial infinito de pesadelos. Imagine as coisas surreais e sinistras que poderiam ser criadas. Adoraria ter a chance de dirigir [um desses filmes].”

Ele completa, “Sei que o Lee Cronin [diretor de ‘Maldição da Múmia’ e ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’] também disse que queria dirigir um novo filme dessa franquia. Então, não sei, mas acho que esta é uma saga que eu adoraria comandar.”

Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror ‘Obsessão‘ será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 14 de maio.

‘Obsessão’: Curry Barker e elenco falam sobre o aterrorizante terror do momento [EXCLUSIVO]

Neve Campbell relembra histórias dos bastidores de ‘Jovens Bruxas’ e ‘Pânico’

A atriz Neve Campbell foi uma figurinha carimbada ao longo dos anos 90 e 2000 e tirou um momento para refletir sobre dois de seus principais trabalho ao longo de ambas as décadas: ‘Jovens Bruxas’ e ‘Pânico’.

Em um vídeo feito para o site da revista americana Entertainment Weekly, ela relembrou sobre a sensação que a saga ‘Pânico’ se transformou, sendo relevante até hoje:

“Foi maravilhoso filmar ‘Pânico’ e fizemos tudo durante o verão em Santa Rosa, na Califórnia. Na época, nenhum de nós realmente achava que a produção atingiria o nível de popularidade que possui até hoje. Nós sabíamos que o roteiro era bom, mas lembro que nós costumávamos nos sentar juntos após um dia puxado de gravações, ensanguentados, refletindo se um dia aquela roupa do Ghostface se transformaria em uma fantasia de Halloween. 20 anos se passaram e nós ainda a vemos todos os anos”.

Sobre ‘Jovens Bruxas’, ela falou do apelo cult que a produção conquistou, algo que até então era inesperado e inimaginável:

“Ano passado eu participei de uma reunião que celebrou os 20 anos do filme e contou com uma exibição da produção no Hollywood Cemetery. Lá estavam Rachel True, Robin Tunney e o diretor, Andy Feming, e foi uma loucura. Todos estavam fantasiados, trajando os uniformes utilizados pelas meninas na escola, bebendo, se divertindo e até gritando algumas das falas mais famosas enquanto ‘Jovens Bruxas’ passava nas telonas. Até então eu não tinha imaginado o quão cult e clássico o filme era. Foi muito bom ver tudo isso”.

Saudades de ver a Rainha do Grito nos filmes de terror…

 

 

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×04: ‘Other Women’ – Quando a opressão lobotomiza a alma

O condicionamento da mente é uma das armas mais poderosas que existe. Impregnada no subconsciente, ela é capaz de virar a chave de ideais e ideologias que adotamos pela vida. Boa ou ruim, ela pode adotar a face de uma suposta verdade que vem para romper com uma mentira. Se materializando como as cordas de nylon que regem um fantoche, ela é o método de reprogramação da mente para humanos. No episódio ‘Other Women’, de The Handmaid’s Tale, o instinto materno de June, embaralhado com o seu inerente instinto de sobrevivência, se trombam e se confundem, trazendo à tona o que talvez seja o momento mais frágil da história da personagem.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada . e 3 (Baggage)

Novamente construindo o presente com flagelos do passado, a narrativa acrescenta outras peças a essa perturbadora Gilead. Cercada por rituais pagãos que usam uma fachada pavorosa e mentirosa do cristianismo, essa terra de ninguém, intocável para os de fora e intransponível para os de dentro, se mostra cada vez mais subversiva e doentia. Regida pelo condicionamento da mente, princípios têm seus valores trocados. O que antes era direito à expressão, agora é chamado de terrorismo. A fuga, também é popularmente conhecida como sequestro. Nesse contexto emocionalmente confuso, duas personalidades digladiam em June. Aquela com a qual nasceu e a que lhe cabe no momento, mediante as circunstâncias.

Em meio a esta espiral declinante, o brilho voraz dos olhos de June se perde em outro tipo de condicionamento mental. Palavras manipuladoras e a supressão de sua consciência formam o combo que leva a brava protagonista para uma jornada que parece sem volta. A tal reprogramação se instala, deixando a personagem absolutamente nua diante das audiências. Com os seus azuis olhos constantemente marejados, ângulos desconfortáveis extraem a dureza de ser uma mulher naqueles dias atuais. Sozinha, com seus pensamentos em frangalhos, cada pedacinho é recolhido pela impiedosa tia Lydia (Ann Dowd), que sabe exatamente como unir as partes de maneira a enlouquecer a mente mais resistente e sã.

‘The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

E ainda que o quarto capítulo da saga da aia não tenha o mesmo teor impactante que seus predecessores, ‘Other Women’ sustenta sua força na surpreendente atuação de Elisabeth Moss. Com os hormônios naturais de uma gravidez à flor da pele, ela é também fruto das suas mais recentes e desafiadoras escolhas. Ainda disposta a lutar um pouco mais pela sua e pela vida de seu bebê – ainda que esteja novamente enclausurada, ela se depara com um caminho completamente conflituoso: abrir mão da sua vida, para que aquela do seu ventre nasça. Mesmo que o contexto não seja nem um pouco dos melhores.

Condicionada a aceitar o peso dos crimes deste governo totalitarista, ela assume para si aquilo que mais temíamos desde a primeira temporada: o direito de desistir de si mesma. Com seus ideais dilacerados no tempo, o único fio que lhe vincula a uma realidade diferente da de Gilead são as memórias de um passado que existe apenas em seus pensamentos. E então, paira em nós uma dolorosa pergunta: até quando o emocional desestruturado é capaz de se sustentar em uma verdade que é apenas um flashback derradeiro? Fica a lacuna à deriva na mente até o próximo capítulo.

 

‘True Detective’: Woody Harrelson se diz “desapontado” com a segunda temporada

O mau desempenho da segunda temporada de ‘True Detective‘ fez com que o futuro da produção se tornasse incerto para os fãs da série.

Mas a terceira temporada, que estreou quase quatro anos depois da segunda, conseguiu recuperar o status de aclamada que o primeiro ciclo conquistou nos idos de 2014, reconquistando o seu prestígio por meio da poderosa atuação de Mahershala Ali.

E em uma entrevista à revista EW, o astro Woody Harrelson comentou sobre a experiência de ter estrelado a produção em 2014, pontuando que ficou desapontando com o ciclo subsequente, que quase resultou no cancelamento da série.

Disse:

“Foi uma experiência bem incrível, porque eu não havia pensado em fazer televisão desde quando fiz ‘Cheers‘ e aqueles sete episódios em ‘Will & Grace‘. Eu não estava realmente querendo fazer TV. Mas bem, não era TV, era HBO, então me sinto sortudo por isso. E sabe, eu fiquei meio desapontado com o fato da segunda temporada não ter sido tão…mas agora a terceira, da qual eu consegui assistir apenas os primeiros quatro episódios por conta do trabalho, eu estou realmente vidrado nela e eu espero que eles continuem seguindo adiante”.

 

O diretor de ‘Sala Verde‘, Jeremy Saulnier, dirige temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

Deborah AyorindeRay Fisher Stephen Dorff completam o elenco.

A 3ª temporada de ‘True Detective‘ está em exibição na HBO.

‘Hollywood’: Queen Latifah e mais em novas imagens da série; Confira!

A nova série original de Ryan Murphy para a Netflix, intitulada ‘Hollywood’, ganhou novas imagens, que destacam os personagens coadjuvantes da narrativa.

Entre eles estão a atriz Queen Latifah, que na narrativa dá vida à Hattie McDaniel, vencedora do Oscar.

Confira:

A produção conta com Dylan McDermott (‘American Horror Story‘) como Ernie, Joe Mantello (‘The Normal Heart‘) como Dick, Holland Taylor (‘Two and a Half Men’) como Ellen Kincaid, Samara Weaving (‘SMILF‘) como Claire, Maude Apatow (‘Euphoria‘) como Henrietta, Jake Picking (‘Chasing Life‘) como Rock Hudson e Laura Harrier (‘One Life to Live‘) como Camille. Jim Parsons foi recentemente elencado como o agente de talentos Henry Wilson.

‘Hollywood’ estreia no dia 01 de maio.

Crítica | Together Together: Ed Helms brilha em comédia dramática sobre amor platônico

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

A paternidade na meia idade chega de forma diferente na vida de Matt (Ed Helms), um desenvolvedor de aplicativos que, após fracassadas tentativas de encontrar a mulher certa, decide realizar o sonho de ser pai de forma independente – com o auxílio de uma barriga de aluguel. Esse é o instante em que somos apresentados à Anna (Patti Harrison), uma jovem de 26 anos que decide comprar a ideia de fazer uma grana extra, sem medir as consequências do que essa jornada pode se transformar. Together Together chega aqui como sendo uma produção inusitada. Como uma espécie de não-comédia-romântica, o longa subverte alguns padrões e presenteia o público com uma experiência cinematográfica que – ao final de tudo – provará que quem de fato vai se apaixonar nessa história é a própria audiência.

A diretora e roteirista Nikole Beckwith traz um conto invertido para o público com a sua mais nova dramédia. Habituados a sempre vermos o clássico combo mãe solteira, o longa faz uma mudança de gênero na sua abordagem, nos mostrando como funciona o sonho da paternidade em um homem que já possui tudo, menos o que ele realmente sempre quis. Regando o seu protagonista com uma sensibilidade tocante, a cineasta ainda subverte o próprio estereótipo do astro Ed Helms. Normalmente sempre aquele nerd desajeitado, com poucas habilidades sociais e nenhum jeito para conquistar as pessoas, ele se transforma aqui em um inesperado crush – para bom entendedor.

Com um carisma cativante e um jeito nerd-desajeitado que nos conquista a cada mancada ou decisão questionável, Matt é aqui – dentro dos padrões já vividos por Helms – o oposto do seu próprio padrão. Inevitavelmente divertido, ele é um cara desconfortável com um coração apaixonante e protagoniza um impressionante humor adocicado e às vezes ácido com Harrison, atriz trans que dá vida a uma cética personagem que gradativamente cai no gosto do público – embora o seu começo em cena seja mais ardiloso, nos deixando desconfiados.

Mas fato é que Together Together é uma surpresa deliciosa. Com uma atmosfera reconfortante, a produção explora um amor platônico entre dois personagens que se encontram nos extremos sociais. Enquanto um possui uma vida estável até demais, a outra vive em meio às suas constantes desistências, sem foco e sempre protelando um futuro sólido. Essa inesperada combinação ainda nos engana, nos levando a crer que talvez estejamos diante da história de amor mais inusitada e apaixonante já mostrada em tela. No entanto, a comédia dramática se prova como sendo muito mais do que isso, nos mostrando um tipo de amor que raramente vemos bem apresentado em tela: A mais pura amizade nascida na mais controversa das circunstâncias.

Envolvente, divertido e leve, a dramédia é um respiro profundamente necessário em tempos tão dolorosos e difíceis. Com Ed Helms brilhando em cada cena ao lado de Harrison, o longa passa diante dos nossos olhos em um piscar de olhos e consegue nos deixar à deriva em seu final, na expectativa por muito mais do que nos fora apresentado. Com características peculiares que – inicialmente – parecem que jamais funcionariam em tela, Together Together é improvável do começo ao fim e faz da sua estranheza, sua carta de ouro para entregar uma história autêntica e prazerosa, daquelas de fazer suspirar até o mais resistente dos corações.

Crítica | Treta: Série da A24 para a Netflix é uma excelente combinação entre drama e comédia

Um retrato genuíno e hiperbólico da sociedade contemporânea, Treta é a consumação máxima da frustração humana em seus extremos. Entre a pobreza e a riqueza, a carreira que deu certo e a vida na malandragem e entre trambiques e negociações milionárias, a série original da A24 para a Netflix é uma profunda e caótica análise de personagem que mostra homens e mulheres em seu estado mais primitivo. E com as emoções à flor da pele, diante das circunstâncias mais adversas, dois estranhos que se cruzam no trânsito se tornam algozes um do outro, fazendo de uma fechada em um estacionamento de uma loja de departamento em uma jornada infindável de vinganças desmedidas e ira dilacerada.

Em alguns momentos até fazendo uma analogia ao animalesco, Treta é um relato cru sobre a psique em seu limite. Mostrando duas extremidades da esfera social – uma empresária talentosa prestes a fechar um acordo milionário e um homem que cresceu em meio à miséria e falta de oportunidades -, a série criada por Lee Sung Jin é uma tempestade perfeita e constrói visualmente o encontro entre um tornado e um furacão. Sempre trazendo à tona a fúria de duas pessoas emocional e profissionalmente frustradas, a original Netflix ainda consegue unir drama e comédia conforme passeia em meio a questionamentos existenciais reais e o humor nascido do inesperado.

Imprevisível a cada episódio, Treta é capaz de nos surpreender de forma crescente, suprindo nossas expectativas não apenas em relação aos personagens, mas também em relação à própria trama. Com Ali Wong e Steven Yeun em performances arrebatadoras, a produção mostra novas facetas de ambos os atores, evidenciando a versatilidade em suas atuações e a capacidade de oscilar em um cenário tragicômico. Estampando uma profundidade inigualável, os dois brilham com vigor e autenticidade e fazem da série uma união impecável entre um roteiro afiado, direção autoral e atuações hipnotizantes.

Com uma estética conceitual que emana a essência criativa da produtora A24, Treta ainda conta com uma direção habilidosa, que hora revela a beleza árida das regiões desérticas da Califórnia, hora favorece as luzes artificiais em contraste com ambientes que exalam a cultura Yuppie. E salpicando temáticas mais sérias como maldição hereditária, infidelidade e porte de armas, a original Netflix é feita de personagens falhos, imperfeitos e muitas vezes difíceis de digerir. Mas mesmo correndo o risco de não serem carismáticos o bastante, Amy (Wong) e Danny (Yeun) nos cativam em suas frustrações e tristezas, à medida em que nos fazem identificar com suas falhas morais, egocentrismo e egoísmo. Tudo isso se dá ao poderoso roteiro de Sung Jin, que muito mais do que humanizar a feiura que naturalmente nos faz torcer o nariz, nos convida a refletir sobre as próprias sombras que carregamos em nós.

E em 10 episódios curtos, dinamismo, suspense e caos sociocultural ganham vida diante das telas, em uma trama progressiva que nos tira o fôlego a cada episódio. Com uma trilha sonora adaptada bem noventista, Treta é uma vitrine de performances dignas de Emmy Awards, uma aula de originalidade e escrita criativa e um banquete de reviravoltas que nos revelam que nada é tão ruim que não possa piorar. Encapsulando o comportamento contemporâneo de insatisfação que rege a sociedade e que transcende raça e status social/ financeiro, essa é mais uma das riquezas que só a A24 tem a ousadia de nos presentear.

Pobres Criaturas de Yorgos Lanthimos com Emma Stone ganha Leão de Ouro [Veneza 2023]

Presidido por Damien Chazelle (Babilônia), o júri da 80ª edição do Festival de Cinema de Veneza condecorou Pobres Criaturas, de Yorgos Lanthimos, neste sábado, 9 de setembro, durante a cerimônia de encerramento. Marcado pela greve em Hollywood e o convite de controversos cineastas, o evento também premiou três filmes centrados em dramas relacionados à crise dos migrantes na Europa.

Leão de Ouro 2023

Após grandes participações em festivais com seus filmes chocantes e originais, o cineasta grego Yorgos Lanthimos recebeu, enfim, o reconhecimento das suas obras tão peculiares. Aclamado por Dente Canino (2009), O Lagosta (2015) e A Favorita (2018), o diretor grego apresentou em Veneza, uma espécie de Frankenstein feminino, fantástico e barroco, em grande parte em preto e branco, com uma mensagem sobre como os padrões pesam sobre as mulheres.

Veja também: ‘Pobres Criaturas’: Principais personagens são destaque em cartaz PSICODÉLICO; Confira!

Estrela e produtora do longa, Emma Stone interpreta uma criatura sincera em passagem por sua educação sentimental e sexual. Por conta da greve em Hollywood, a atriz não compareceu ao evento, mas esteve presente no discurso de agradecimento do diretor, o qual afirmou a impossibilidade do projeto sem a “criatura incrível” Emma Stone para viver a protagonista Bella Baxter.

Por conta da greve, Pobres Criaturas previsto para chegar aos cinemas brasileiros este ano foi adiado para 1° fevereiro de 2024.

Migração é tema de títulos premiados

Com um governo de extrema direita na presidência italiana, o júri levantou a bandeira de uma das principais crises políticas do século XXI na Europa e premiou filmes que denunciam o destino reservado aos migrantes no continente. 

A começar pelo prêmio especial do jùri para Fronteira Verde (Green Border), da proeminente diretora polaca Agnieszka Holland. O filme mostra a trágica sina dos migrantes da Síria, Afeganistão e África, enviados entre a Polónia e a Bielorrússia em 2021, prisioneiros de um jogo diplomático fora de seu controle.

O estreante senegalês Seydou Sarr recebeu o prêmio de Artista Mais Promissor por seu papel como um jovem migrante que atravessa a África e o Mediterrâneo arriscando a vida para chegar à Itália, em Eu, Capitão (Io Capitano), de Matteo Garrone

O longa também conquistou o Leão de Prata de melhor direção para o cineasta italiano. Em seu discurso de agradecimento, Matteo Garrone declarou: “através deste filme tentei dar voz a quem normalmente não a tem”. 

Dois estadunidenses melhores intérpretes

Aos 25 anos, em seu primeiro papel de destaque, Cailee Spaeny recebeu o troféu Copa Volpi de melhor performance feminina como a esposa do rei do rock, Priscilla Presley, na cinebiografia Priscilla, de Sofia Coppola. Já do lado masculino, Peter Sarsgaard, contracenando com Jessica Chastain, conquistou o jùri na pele de Saul, um homem que sofre de demência, no longa Memória (Memory), do mexicano Michel Franco (Depois de Lúcia).

Cailee Spaeny no Festival de Veneza 2023

Embora muitas estrelas de Hollywood não pudessem viajar a Veneza durante a greve, ambos os vencedores subiram ao palco para receber seus troféus. Peter Sarsgaard manifestou o seu apoio à greve e atacou o uso da inteligência artificial em trabalhos artísticos e profetizou um futuro sombrio:

“Se perdermos esta batalha, a nossa indústria será apenas a primeira de muitas a cair, a medicina ou a condução da guerra poderiam, por sua vez, ser confiadas à inteligência artificial, que abre caminho às atrocidades”, alertou o ator de 52 anos.

Movimentos Políticos no Festival

Apesar da presença de Adam Driver e Jessica Chastain, por exemplo, o festival sentiu a pressão — em discursos e ausências — do impasse entre os artistas e os grandes estúdios dos Estados Unidos. Os discursos feministas também se apresentarem contra as homenagens concedidas pelo festival a artistas visados pelo movimento #MeToo, que denuncia a violência sexista e sexual contra as mulheres na indústria. 

Peter Sarsgaard ganha troféu de Melhor Interpretação Masculina em Veneza

Em competição com Dogman, Luc Besson lida com acusações de estupro na Bélgica e o processo de julgamento foi adiado pela justiça este ano. Já Woody Allen, excluído da indústria cinematográfica americana e não processado, apresentou seu 50º filme, Golpe de Sorte, o primeiro rodado em francês, fora de competição. 

O caso mais polêmico é a presença novamente de Roman Polanski —  ele esteve na seleção em 2019 —, com O Palácio, também fora de competição. O cineata franco-polaco foge da justiça americana há mais de 40 anos após uma condenação por relações sexuais com uma menor e, por isso, ele não comparece a prêmios e festivais.

Leia também: Festival de Veneza | Roman Polanski amarga 0% no Rotten Tomatoes com O Palácio

Ganhadores da 80° Festival de Cinema de Veneza

Leão de Ouro: Pobres Criaturas, de Yorgos Lanthimos

Leão de Prata Grande Prêmio do Júri:  O Mal Não Existe (Evil Does Not Exist), de Ryûsuke Hamaguchi 

Leão de Prata de Melhor Direção: Matteo Garrone, por Eu, Capitão

Prêmio de Melhor Cenário: Pablo Larraín e Guillermo Calderón, por El Conde

Copa Volpi Melhor Interpretação Feminina: Cailee Spaeny, por Priscilla

Copa Volpi Melhor Interpretação Masculina: Peter Sarsgaard, por Memória

Prêmio Marcello Mastroianni de Artista mais promissor: Seydou Sarr, por El Conde

Prêmio Especial do Júri: Fronteira Verde, de Agnieszka Holland

‘Jessica Jones’: 2ª temporada ganha arte sombria; Vem ver!

A 2ª temporada de ‘Jessica Jones’ ganhou uma nova arte sombria divulgada por Joe Quesada, chefe criativo da Marvel Entertainment. Confira:

A chegada da segunda temporada de ‘Jessica Jones’ está cada vez mais próxima e a Netflix divulgou o título dos 13 episódios.

Confira:

  1. aka Start at the Beginning (Comece pelo Começo)
  2. aka Freak Accident (Acidente Bizarro)
  3. aka Sole Survivor (Único Sobrevivente)
  4. aka God Help the Hobo (Deus Ajude o Sem-Teto)
  5. aka The Octopus (O Polvo)
  6. aka Facetime (Facetime)
  7. aka I Want Your Cray Cray (Eu Quero a Sua Doidera)
  8. aka Ain’t We Got Fun (Não Somos Divertidos?)
  9. aka Shark in the Bathtub, Monster in the Bed (Tubarão na Banheira, Monstro na Cama)
  10. aka Pork Chop (Costela de Porco)
  11. aka Three Lives and Counting (Três Vidas e Contando)
  12. aka Pray For My Patsy (Reze Pela Minha Patsy)
  13. aka Playland (Playland)

Já estão sendo divulgadas as primeiras críticas da 2ª temporada de ‘Jessica Jones’, da Netflix. As reações são mistas e destacam o ritmo arrastado e a trama inferior à primeira temporada da série.

Confira:

Collider:

“A série aproveita sabiamente seu tempo para dar mais espaço para Jessica, mantendo tudo conectado”

IGN:

“Embora a 2ª temporada comece com um ritmo mais lento do que o primeiro ano, ainda há muito potencial e mistério na nova investigação de Jones”

Screen Rant:

“O mistério lento da 2ª temporada revela todos os sinais de que a série está no meio de uma queda livre no segundo ano”

Decider:

“Uma coisa é abordar o arco de um personagem em enfrentar seus demônios, outra é parecer preso ao contrário. Jessica Jones era revolucionária em sua 1ª temporadas e agora parece estar apenas condenada ao passado”

Forbes:

“Com base nos primeiros cinco episódios, a 2ª temporada certamente está construindo uma jornada sólida que deixará o público querendo mais da personagem até o final”

The Mary Sue:

“De uma forma geral, esta temporada é menos atraente graças à sua história e problemas com vilões, mas ainda gosto de me reunir com esses personagens. Ainda é uma série com algo para dizer, sem dúvida”

A segunda temporada de ‘Jessica Jones‘ estreia dia 8 de março.

Crítica | Jessica Jones – 1ª Temporada 

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

 

‘Shazam!’: Artista cria colorido pôster do filme

O artista MessyPandas, que já trouxe alguns outros incríveis cartazes inspirados em filmes e séries, desenvolveu um cartaz sensacional de ‘Shazam!’. Confira:

O diretor David F. Sanberg revelou ao ComicBook qual é o real objetivo de Billy Batson em ‘Shazam!’, próximo filme da DC Comics que chega em 2019.

“Ele está tentando encontrar sua família. A mãe dele ainda está viva por aí. Mas assim que ganha esses poderes, ele tenta descobrir o que fazer com eles e como eles funcionam. Para isso, ele precisa do seu amigo Freddie, um especialista em super-heróis, que o ajuda a entender como é ter responsabilidades”

Assista ao trailer:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

Artigo | Por que adaptar saga POLÊMICA pode ser uma boa ideia para ‘Deadpool 3’?

Esse mês ficou marcado pela divulgação da primeira imagem oficial da dupla Deadpool (Ryan Reynolds) e Wolverine (Hugh Jackman) no primeiro filme do Mercenário Tagarela no Universo Cinematográfico Marvel. O grande destaque, claro, foi o novo traje do icônico Logan, enfim fazendo justiça a sua contraparte dos quadrinhos. Após mais de 20 anos, os fãs finalmente tiveram seu desejo atendido de ver o Wolverine de Jackman usando o clássico uniforme amarelo das HQs.

Porém, como alegria de fã dura pouco, é provável que essa seja também a última vez que o público verá Hugh dessa forma. Isso porque essa não foi a primeira vez que um mutante vindo dos filmes da falecida FOX chegou ao MCU e ganhou uma roupagem mais fiel às HQs e animações. Em 2021, o Professor Xavier (Patrick Stewart) de um universo paralelo foi mostrado em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, usando sua famosa cadeira de rodas tecnológica flutuante. E qual seu destino? A morte.

Em sua introdução, foi usada a música tema da celebrada animação dos anos 90, que ganhará um revival no Disney+ e que, segundo rumores, provavelmente será a base desse universo do qual esse Wolverine do novo filme sairá. Mas por que isso parece um mau agouro para o Carcaju?

 

Há rumores também de que a HQ usada como base para o roteiro de Deadpool 3 será justamente a controversa Deadpool Massacra o Universo Marvel. Ok, chamar essa saga de controversa chega a ser um elogio. O primeiro capítulo da ‘Trilogia das Mortes’ – que é seguida por Deadpool Massacra os Clássicos e Deadpool Massacra Deadpool – é considerado legitimamente ruim, uma obra de mau gosto. Nessa história, em um universo paralelo, o Deadpool segue fazendo suas papagaidas, mas as coisas saem do controle. Então, o Professor Xavier desiste de tentar ajudá-lo a entrar na linha e decide enviá-lo para um sanatório. Não para um tratamento especializado em super-humanos. Pois é, por mais bizarro que pareça, o líder dos X-Men o encaminha para um tratamento psiquiátrico em uma pocilga praticamente clandestina. Lá, Wade é submetido a um procedimento realizado pelo Dr. Benjamin Brighton, o Homem Psíquico, “destravando” uma nova voz na cabeça do Mercenário Tagarela, que toma conta de suas ações e o transforma em uma máquina de matar, disposta a acabar com a farsa da existência de sua realidade.

A partir disso, ele começa uma verdadeira chacina contra os principais heróis do Universo Marvel, mostrando que a história foi escrita mais para preencher uma lacuna de fãs sedentos pela violência gratuita e roteiro preguiçoso. Dessa forma, os autores e ilustradores encontraram maneiras inusitadas, que transitaram entre a criatividade e a forçada na barra, para que o Wade matasse desde os super-heróis mais buchas até os teoricamente imortais, como o Thor (o Deadpool usa as partículas Pym para deixar o Mjölnir gigante quando voltava para o dono, esmagando o Deus do Trovão), Howard, o Pato (esse ele só joga no forno mesmo) e o próprio Wolverine, que fica acorrentado a uma fornalha que o queima em tempos programados, impedindo que o mutante completasse sua regeneração. É uma besteira tão surtada que essa primeira parte termina com o Deadpool quebrando a quarta parede e assassinando os próprios quadrinistas que fizeram a HQ.

Por mais que a história não seja boa, sua premissa é interessante. E como a saga vendeu bem lá em 2012, numa época em que a popularidade do anti-herói crescia exponencialmente nas HQs, com o passar dos anos e seu sucesso absoluto nos cinemas, os novos capítulos desse universo alternativo se desenvolveram nos quadrinhos. Agora, com toda essa bagunça de Multiverso tomando conta do Universo Cinematográfico Marvel, os rumores indicam que a equipe criativa usará como base essa saga para fazer um tipo de Deadpool Massacra o Universo FOX. E o que era apenas boato ganhou força com as imagens vazadas de bastidores mostrando uma luta entre Wade e Logan em frente ao antigo logo da FOX.

Mas antes que isso possa soar como uma má ideia ou até mesmo algo de mau gosto, como os quadrinhos, vale lembrar que a Marvel teve um grande sucesso recente, cujo roteiro foi baseado em uma das piores histórias em quadrinhos de todos os tempos. Sim, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021) foi inspirado na polêmica Um Dia a Mais, em que Peter Parker começa a sofrer as consequências de ter revelado sua identidade secreta ao mundo, quando sua Tia May é vítima de um atentado dos vilões e fica entre a vida e a morte. Para tentar consertar tudo, Peter faz um pacto com Mefisto, trocando seu casamento com Mary Jane pela vida como era antes, com todos bem e sem ninguém lembrando que Peter Parker é o Homem-Aranha.

A saga é odiada por 99,9% dos fãs do Aranha e se tornou uma das mais infames já feitas em sua história. Mesmo assim, ao adaptar apenas a estrutura e a “essência” dela, os roteiristas conseguiram criar uma história emocionante e que funcionou muito bem para a linguagem cinematográfica, fazendo assim um dos poucos filmes que foram unanimidade na Fase Quatro do MCU. Eles não precisaram ser completamente fiéis a uma história que ninguém gostava, então tiraram apenas aquilo que poderia ajudar a criar a narrativa ideal para proporcionar um recomeço geral para o personagem nas telonas.

‘Sem Volta Para Casa’ levou Peter Parker para uma vida mais próxima de sua versão clássica dos quadrinhos

Da mesma forma, a proposta do novo filme do Deadpool é levar o anti-herói para a linha do tempo principal do MCU. Ou seja, se eles vão usar da sua habilidade de “quebrar a quarta parede” ou apelar para as autoridades temporais da TVA, de Loki (2021), para colocá-lo como um agente responsável por corrigir as bagunças nas linhas do tempo do universo FOX, o importante é conseguir usar essa ideia básica da saga controversa para criar uma história divertida que, acima de tudo, funcione na linguagem cinematográfica.

E como o Deadpool de Ryan Reynolds já fez sucesso com sua pegada mais surtada e de autoparódia, ele permite que a história seja mais viajada, até mesmo zombando das inconsistências dos filmes da FOX – e do atual MCU. É uma chance bem interessante de dar um ponto final no passado e trazê-lo para o futuro dessas novas e conturbadas fases do Universo Cinematográfico Marvel, mesmo que isso signifique ter que se despedir novamente do Wolverine e de outros mutantes consagrados.

Deadpool 3 tem estreia prevista para 2 de maio de 2024. Ansiosos?

10 Pontos em Comum entre os Indicados ao Oscar 2023!

É chegado o grande dia dos cinéfilos do mundo inteiro. Em poucas horas os vencedores da 95a edição do Academy Awards serão conhecidos – trazendo a alegria ou a tristeza para muitos fãs. Mas, como tudo em Hollywood não é à toa, alguns pontos em comum não passaram despercebidos, por isso elencamos aqui essas curiosas coincidências para que vocês, cinéfilos, as observem junto conosco e percebam os elementos que são tendência para a capital do cinema mundial.

10 – Guerras

Filmes com temáticas de guerra não são incomum de figurar no Oscar, e esse ano não é diferente. Em 2023 temos ‘Nada De Novo no Front’, que se passa na I Guerra Mundial, e também a animação ‘Pinóquio’, do Guillermo Del Toro, que se passa no período seguinte, a II Guerra Mundial. Sem contar o filme indiano ‘RRR’, que trata do período pré-revolução da Índia com relação ao colonialismo britânico, ou ‘Top Gun: Maverick’, que aborda o mundo da Marinha se preparando para qualquer guerra por vir.

9 – Cinebiografias Musicais

As cinebiografias musicais continuam em alta! Dentre os finalistas do prêmio de melhores atuações temos Austin Butler por sua interpretação como o Rei do Rock, ‘Elvis’, e Cate Blanchett, como a maestrina Lydia Tár. E não esqueçamos de Ana de Armas como Marilyn Monroe em ‘Blonde’.

8 – Cate Blanchett

Aliás, Cate Blanchett continua com tudo! Além da indicação como Melhor Atriz por seu papel em ‘Tár’, ela também participa de outro filme indicado esta noite: em ‘Pinóquio’, de Guillermo Del Toro, a atriz empresta sua voz para o macaco Spazzatura.

7 – Stranger Things

Não há nenhuma dúvida de que a série teen ‘Stranger Things’ é um sucesso mundial, e nem mesmo a Academia deixou de percebê-la. Por isso é possível reconhecer rostinhos e vozes conhecidas do Mundo Invertido no Oscar desse ano: em ‘Pinóquio’, de Guillermo Del Toro, Finn Wolfhard (Mike) dá voz ao menino Pavio; já Sadie Sink (Max) pode ser vista em atuação fenomenal em ‘A Baleia’; e em ‘Elvis’ encontramos a participação especial de Dacre Montgomery (Billy) como um produtor de tv no especial de Natal do rei do rock. Parece que a série realmente abriu portas para essa turma, né?

6 – Símbolos Estadunidenses

É meio redundante apontar que uma premiação estadunidense observa, ao final das contas, sua própria cultura, mas esse ano temos ‘Top Gun: Maverick’, que aborda a paixão daquele país pela Marinha e seus aviadores. Além disso, temos as já supracitadas cinebiografias de dois ícones da cultura dos EUA: Elvis Presley e Marilyn Monroe.

5 – Retorno Triunfal

Alguns atores queridos de gerações passadas retornaram triunfalmente esse ano em produções que estão indicadas esse ano. Em ‘Top Gun: Maverick’ temos o retorno do querido Val Kilmer, ainda que através de tecnologia. Já em ‘Pinóquio’, de Guillermo Del Toro, temos a voz do veterano David Bradley, o Argus dos filmes do ‘Harry Potter’, como mestre Geppetto. E o saudoso Ke Huy Quan, o inesquecível Dado de ‘Os Goonies’, volta às telonas em ‘Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo’.

4 – Marilyn Monroe

Em 2011 a atriz Michelle Williams recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz por seu protagonismo no filme ‘Sete Dias com Marilyn’; este ano a atriz retorna à indicação ao prêmio por seu papel em ‘Os Fabelmans’. Novamente este ano temos um novo filme sobre Marilyn Monroe, ‘Blonde’, que trouxe Ana de Armas à lista final de indicadas ao prêmio de Melhor Atriz esta noite. Parece que dá sorte, né?

3 – Escorpião

Uma das canções indicadas da noite, ‘Naatu Naatu’, do filme indiano ‘RRR’, tem a ver com um escorpião; em ‘Os Fabelmans’, em determinada cena o jovem Sammy começa sua vida como escoteiro encontrando uma família de escorpiões no deserto, pouco antes de começar a filmar seus filmes de bangue-bangue e guerra… e ‘RRR’, como já falamos, fala de um período de revolução e pré-guerra…

2 – Índia com tudo!

O impressionante filme ‘RRR’ conquistou os espectadores na Netflix, e também conquistou indicações como Melhor Filme em Língua Estrangeira e Melhor Canção. Além disso, também da Índia vem o longa ‘Tudo Aquilo Que Respira’, documentário da HBO que está indicado ao prêmio esse ano. Ao que parece, a Índia continua com tudo!

1 – Multiverso

O tema do multiverso já andou figurando bastante nas produções da Marvel: na série ‘Loki’, em ‘Thor: Amor e Trovão’, na série ‘WandaVision’, etc. E o multiverso também é tema de um dos favoritos da noite do Oscar, ‘Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo’ – filme que é produzido pelos Irmãos Russo, que são os principais realizadores da Marvel, responsáveis por sucessos como ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’, por exemplo. Ah, e ‘Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo’ também tem em seu elenco Michelle Yeoh e Stephanie Hsu, do filme ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, também da Marvel.

‘Tartarugas Ninjas’: Novo filme será lançado pela Netflix

Ao longo dos anos, ‘As Tartarugas Ninja’ já tiveram diversas entradas para o cinema e para a televisão, principalmente uma quantidade considerável de iterações animadas e um novo filme em live-action em desenvolvimento. Agora, parece que os répteis mutantes irão parar na Netflix.

Ganhando as telinhas em 1984, Leonardo, Donatello, Raphael e Michelângelo ganharam um espaço no serviço de streaming graças a um acordo assinado entre a plataforma e a Nickelodeon. A primeira parte das negociações abre portas para uma série baseada em ‘The Loud House’ e a segunda, um longa-metragem spin-off baseado em ‘Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles’.

Os dois estúdios já estão trabalhando juntos em outros projetos, incluindo ‘Pinky Malinky’ e também estão produzindo um live-action de ‘Avatar: A Lenda de Aang’.

Além disso, a Paramount Pictures contratou o roteirista Andrew Dodge, que tem no currículo apenas a comédia ‘Palavrões‘, para criar um novo reboot nos cinemas – com produção de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller.

Durante uma entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘, Megan Fox revelou que já havia assinado para o terceiro filme da franquia.

“Eu já assinei [para o terceiro]. Quando você assina para o primeiro, você assina para, tipo, 20 sequências… Eu já estou dentro para fazer, e eu espero que eles façam, pois só tive boas experiências. E estão falando que iríamos para Tóquio, o que seria incrível…”, afirmou.

Assista:

Diretora de ‘O Mandaloriano’ vai comandar projeto do Disney+ focado em Obi-Wan Kenobi

Segundo a VarietyDeborah Chow, conhecida por seus créditos diretoriais na produção ‘O Mandaloriano’, foi contratada para comandar o vindouro projeto spin-off da saga ‘Star Wars’ que focará em Obi-Wan Kenobi.

A série trará o retorno de Ewan McGregor como o personagem-titular e será produzida pelo serviço do Disney+

A trama será ambientada oito anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio 3 – A Vingança dos Sith‘. Com isso, veremos o Jedi após ele perder seu pupilo Anakin Skywalker, que se tornou o Darth Vader.

Também veremos o que aconteceu com o personagem nos anos em que ele ficou em Tatooine, e a série ainda pode incluir um jovem Luke – que era criança nesse período.

McGregor interpretou Obi-Wan em ‘Star Wars — A Ameaça Fantasma‘, ‘Star Wars — Ataque dos Clones‘ e ‘Star Wars — A Vingança dos Sith‘.

De acordo com o We Got This Covered, Darth Maul deve fazer uma participação na série e não se sabe se Ray Park irá reprisar seu papel como o vilão.

No entanto, está claro que o estúdio tem planos para o personagem, levando em conta seu surpreendente retorno em ‘Solo: Uma História Star Wars‘.

O reencontro entre Maul e Kenobi já foi explorado nas animações ‘Star Wars: The Clone Wars’ e ‘Star Wars: Rebels’.

As séries já tiraram muita vantagem da rivalidade entre o mestre Jedi e o lorde Sith, então resta aguardar para saber como a Disney irá lidar com os personagens.

Crítica | ‘Coletivo Terror’ explora a loucura humana, mas não mergulha de cabeça

Na última década, o estilo antológico destinado anteriormente à literatura parece ter encontrado espaço de sobra na esfera televisiva – e a preferência de vários realizadores e roteiristas está dando frutos: depois, na esfera mainstream, as duas grandes séries de Ryan Murphy (‘American Horror Story’ e ‘American Crime Story’), que estão no ar até os dias de hoje e já abarcaram uma legião inenarrável de fãs; temos a produção distópica ‘Black Mirror’, que vem sido utilizada como um pessimista reflexo da sociedade contemporânea e sua dependência complexa da tecnologia; e, agora, a Netflix nos presenteou com um interessante – apesar de um pouco áspero – show norueguês intitulado ‘Coletivo Terror’ (cuja primeira temporada tenta palatalizar o sobrenatural de Murphy em narrativas arrepiantes que podem muito bem acontecer).

Os seis breves episódios da meia hora cada são uma sólida adição ao catálogo da gigante do streaming e, mesmo com os claros erros de roteiro e de direção, nos prendem do começo ao fim em arcos bizarros com reviravoltas inesperadas. Mais do que isso, a representação nua e crua da psique humana é trazida à tona como uma das principais premissas – e, caso renovada, esperamos que essa análise ainda superficial não tenha medo de mergulhar de cabeça. A princípio, a escolha dos showrunners Kjetil Indregard e Atle Knudsen em jogar na zona de conforto é compreensível, preferindo valer-se de certas fórmulas para arrebatar os espectadores e prepará-los para algumas escolhas ousadas nos capítulos finais, explorando gêneros que oscilam desde a comédia dramática até o mistério.

O ciclo é bem estruturado e tem um forte início com “Ultimate Sacrifice”, viajando para o interior da Noruega e respaldando-se na cultura viking que ainda marca presença na atualidade. Aqui, Molly (Ine Marie Wilmann) é uma citadina mulher que está tendo dificuldades em se adaptar na sua nova casa, cuja mudança foi consequente à quase falência da família. E, para ajudar, ela lida com estranhos vizinhos que são extremamente apegados aos seus bichinhos de estimação – até descobrir que eles são acalentados e quase venerados por um motivo arrepiante: sacrifício. Na verdade, a cidade possui uma espécie de pedra mágica onde os habitantes fazem oferendas em troca de dinheiro, o que a transforma numa ambiciosa e inconsequente psicopata.

Ao longo dos episódios, percebemos que os breves enredos seguem a mesma linha de raciocínio chocante e surpreendente, refinando-se conforme nos aproximamos do season finale. Temos a história de um esquizofrênico rapaz que inventa em sua cabeça um arco de sequestro ao lado de dois irmãos que simplesmente não existem, culminando num sacrifício acidental que nos tira o fôlego. Logo depois, somos apresentados ao perfeito mundo de Olivia (Dagne Backer Johnsen), uma aspirante à escritora que começa a ser caçada por suas colegas de quarto até descobrir que está presa dentro de um conto (o que eventualmente não faz muito sentido pela forçada metalinguagem, mas logo explica-se com um cruel recomeço).

‘Coletivo Terror’ é uma ode à loucura e definitivamente não é guiada pela lógica; na verdade, o time criativo abraça e integra a si mesmo uma emoção gutural e impiedosa que acomete os mais diversos tipos de pessoas, sejam elas membros de uma companhia científica (como na tensão exacerbada de “Lab Rats”), seja numa festa de empresa que é o espaço perfeito para uma vingança (“The Elephant in the Room”, o melhor episódio da série sem sombra de dúvida). Eventualmente, percebemos que a delineação dos microcosmos almejam à originalidade, mas por vezes voltam-se à familiaridades conhecidas e batidas de produções de alto calibre: em “The Old School”, por exemplo, vemos uma recém-formada pedagoga que aceita trabalhar numa escola reaberta após décadas fechada e cruza caminho com um grupo de meninas assassinada que precisa de ajuda para seguir em frente (uma mistura de ‘O Orfanato’ com ‘Invocação do Mal’ que não dá muito certo por sua artificialidade).

Ademais, nota-se um apreço estético pelo drama seriado em sua mais pura forma: os enquadramentos e o jogo de campo-contracampo segue o estilo de tantos outras longas-metragens e séries que despontam na esfera audiovisual; mas não faço esse comentário de modo pejorativo. Pelo contrário, as escolhas artísticas auxiliam no entendimento das iterações e funcionam como um convite aberto para simples contos de terror que cumprem, na maior parte do tempo, o que prometem nos entregar desde o primeiro momento – e é isso que a torna um pouco diferente de obras adjacentes. Em outras palavras, não vemos muitos elementos do expressionismo ou arquiteturas excêntricas ou eventos preternaturais; temos a presença essencial do gore, sim, que faz alusão aos slasher dos anos 1980, e isso é tudo.

‘Coletivo Terror’ tem um início satisfatório o bastante para nos manter vidrados do começo ao fim e para nos fazer esquecer de seus deslizes; mais do que isso, a primeira temporada prepara um terreno mais que fértil para o futuro, cujas lapidação e cautela podem transformar essa mais nova antologia em uma das grandes séries da década.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Kristen Wiig revela que Mulher-Leopardo terá diversas evoluções no longa

Em entrevista ao InStyle, a atriz Kristen Wiig falou que a Mulher-Leopardo, vilã que interpreta no vindouro ‘Mulher-Maravilha 1984’, terá diferentes evoluções conforme o filme se desenrola.

“Não podíamos tirar nenhuma foto. Era quarentena”, ela disse sobre sua experiência no set de filmagens. “Eles têm as coisas em algum lugar. Mas minha personagem tem diferentes evoluções. Posso contar isso”.

Anteriormente, a diretora Patty Jenkins conversou com a SYFY Wire e deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Lembrando que o filme chega ao Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

Marca Fox vai deixar de existir no Brasil e será substituída pela Star

Depois de anunciar mais um serviço de streaming para o Brasil, intitulado Star+, a Walt Disney revelou que a marca Fox deixará de existir na programação televisiva nacional.

A partir de fevereiro de 2021, a grade local não terá mais os canais supracitados, com exceção da Fox Sports, que permanecerá com o título original. Em vez disso, eles serão substituídos por ramificações da plataforma Star.

O Fox Channel se chamará Star Channel; o Fox Life será substituído por Star Life; o Fox Premium 1 passará a ser chamado de Star Hits, enquanto o Fox Premium 2 será Star Hits 2.

O Star+ será exclusivo na América Latina, e será uma extensão do Disney+ para conteúdos com classificação alta, com lançamento previsto para junho do ano que vem.

No Star+, veremos títulos mais adultos do estúdio, como ‘Logan‘, ‘Aliens‘ e ‘Deadpool‘  e produções e séries do Hulu, FXABC.

Aproveite e confira os altos e baixos do Disney+ no Brasil.

Pontos Altos:

Interface interativa

Antes da chegada do Disney+, a discussão que imperava no mercado de streamings no Brasil era o embate entre Netflix e Amazon Prime Video. Enquanto a Netflix tinha a vantagem de estar a mais tempo no mercado e ter uma interface mais intuitiva e organizada, o Prime Video apostava em um catálogo mais extenso e variado, com a chegada de superproduções originais e com filmes e séries de outros países, para tentar se sobrepor a uma interface bagunçada e pouco intuitiva.
O Disney+ consegue unir o melhor dos dois mundos nesse ponto. Além do catálogo ser absurdamente vasto, com materiais para atender a praticamente todos os públicos, ele possui uma interface intuitiva. Ou seja, ela reconhece seus gostos e é fácil de procurar e encontrar as produções que você quer assistir. Isso é fantástico não só para o público jovem, que não gosta de perder tempo, mas também para o público mais velho, que fica confuso procurando filmes e séries no Amazon Prime Video, por exemplo. Bola dentro do Disney+.

 

Catálogo

Atualmente, a Disney é dona de 1/3 do mercado cinematográfico americano, então era de se esperar que as principais franquias estivessem à disposição no catálogo do streaming. Com Star Wars, Marvel, Pixar, NatGeo, filmes vindos da Fox e os clássicos Disney, entretenimento é o que não falta. Além disso, uma série de novos filmes e produções está programada para entrar nos próximos meses.

 

Coleções

Eu pensei em colocar isso aqui no tópico de Interface, mas a verdade é que as Coleções são tão boas que merecem um destaque próprio. Sabendo da vastidão do seu catálogo, o Disney+ conta com organizadores chamados Coleções, onde ele separa seu conteúdo por temas. Se você quiser assistir a um filme das princesas da Disney, não precisa perder horas procurando pelo filme. Basta entrar na coleção Princesas e procurar dentro das opções delimitadas. Quer assistir a um filme do Universo Cinematográfico Marvel? Star Wars? Um live-action dos anos 1960? É só procurar nas coleções.

Mas a categoria na qual fica mais nítida a diferença e o benefício que é ter as coleções é a dos curtas. A The Walt Disney Company produz curtas espetaculares e muitos deles sequer foram lançados no Brasil. Ou seja, com muitas produções inéditas que provavelmente passariam despercebidas, a coleção de Curtas reúne todos eles em um só lugar. E a melhor parte é que há segmentações dentro da própria coleção. Ou seja, se você quiser ver um curta da Pixar, basta entrar na segmentação da Pixar… E por aí vai. É um avanço enorme que ajuda a explorar ainda mais o catálogo do serviço.

 

Polêmica:

Confusão no Rio

Uma das partes mais legais da campanha de chegada do Disney+ ao Brasil foi a exibição de um clipe de alguns minutos que foi projetado no morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Finalizado com o papagaio Zé Carioca adentrando o morro, o vídeo ficou fantástico, mas causou confusão com a Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ). Eles alegaram que o Pão de Açúcar não é “outdoor” e que a luz da projeção poderia causar danos ambientais.

No entanto, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) emitiu um comunicado à imprensa rebatendo as acusações da Federação ao esclarecer que a ação foi autorizada após a chegada de um relatório feito por biólogos atestando impacto ambiental mínimo. “Os organizadores do evento deram entrada no Carioca Digital seguindo os protocolos necessários para sua realização”, completou a secretaria, em nota.

 

Decisão Criativa

A polêmica mais famosa dessa chegada do Disney+ foi sobre a adaptação de Hamilton. O filme chegou ao Brasil sem dublagem ou legenda em português. Quando questionada sobre isso, a Disney respondeu que o longa não teria esse tipo de conteúdo em português por conta de “Decisões criativas”. A resposta causou revolta nos fãs do país inteiro, já que a produção era uma das mais aguardadas. Após um tweet do youtuber Imaginago questionando a decisão da empresa, o próprio Lin-Manuel Miranda, criador do musical, desmentiu a afirmação da Disney e se desculpou, em português, pela demora na chegada da legenda ou da dublagem.

 

Pontos Baixos:

Séries e episódios faltando

Uma das coisas mais legais que foram prometidas pelo Disney+ era a presença de filmes e séries que há muito não eram vistos. Infelizmente, grande parte das séries que mexiam com a nostalgia dos assinantes não entraram no catálogo nacional ou vieram incompletas, como é o caso de Lizzie Maguire, que tem o filme, mas não a série, As Visões da Raven, X-Men: Evolution e por aí vai. Ainda há casos de séries que entraram incompletas, como a última temporada de Star Wars: The Clone Wars, que só entrou um episódio, e Os Simpsons, que só contam com as temporadas 29 e 30 no catálogo.

 

Originais

Apesar de ridiculamente bem produzidos e apresentando qualidade inquestionável, as produções originais do Disney+ ainda não justificam a assinatura. A verdade é que em uma semana eu já assisti a todas as produções originais do serviço, como The Mandalorian, O Mundo Segundo Jeff Goldblum, A Dama e o Vagabundo, a seleção de Curtas, os documentários. São produções impecáveis e de muita qualidade mesmo, mas ainda são muito poucas para uma assinatura de R$27,90 por mês. A tendência é que elas aumentem, já que o serviço, por exemplo, será peça fundamental do Universo Cinematográfico Marvel na Fase 4. Ah, vale destacar também que há séries originais, como High School Musical: The Musical: The Series e Bis!, que estão adicionando episódios novos a cada semana. Um formato que deve ser explorado para as séries originais.

 

Lançamento de um novo serviço

Ok, essa aqui pegou muita gente de surpresa, já que essa galera pensou que o alto preço do Disney+ já envolveria todo o conteúdo possível numa plataforma só. No entanto, nessa semana, a Disney já começou a fazer perfis nas redes sociais para o lançamento do Star Plus, que vai contar com produções mais adultas, como os filmes do selo Searchlight, conteúdos vindos do Hulu e produções da Fox. A ação já levantou protestos nas redes sociais.

 

Ou seja, o Disney+ estreou com todos os pontos bons e ruins que uma plataforma streaming pode ter. Porém, a tendência é que eles expandam o catálogo com novas produções originais e ainda surfe bastante nessa empolgação do lançamento. Quem assinou deve explorar ao máximo o catálogo, porque tem muitas coisas boas mesmo à disposição. Quem ainda não assinou, talvez economize um pouco esperando pela chegada dos novos originais.

‘Ragnarok’: 2ª temporada ganha teaser trailer incrível; Confira!

A Netflix divulgou hoje (10) o teaser trailer oficial da 2ª temporada da série nórdica ‘Ragnarok’, que tem estreia marcada para 27 de maio.

Confira, junto às imagens:

A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.

“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para a Netflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.

O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.

Menino controla o futuro através de desenhos no trailer do terror ‘Marionette’; Confira!

S&R Films divulgou o trailer oficial de ‘Marionette’, novo terror que gira em torno de uma criança que consegue controlar o futuro através de desenhos arrepiantes.

Confira:

O filme é dirigido por Elbert van Strien (‘Two Eyes Staring’).

Pouco depois de perder o marido em um acidente de carro aparentemente aleatório, a psiquiatra infantil Marianne Winter começa uma nova vida na Escócia. Lá, começa a tratar um garoto de dez anos que diz conseguir controlar o futuro através de seus desenhos. Quando suas gravuras começam a se tornar realidade, Marianne dá início a uma obsessão que irá destruir sua vida e o que acredita ser verdade.

Thekla ReutenPeter MullanElijah Wolf estrelam.

‘Marionette’ estreia nos Estados Unidos em 03 de novembro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘9-1-1: Lone Star’: Atriz da série derivada deixa o elenco após duas temporadas

Más notícias para os fãs da série ‘9-1-1: Lone Star’!

Lisa Edelstein, que interpreta Gwyneth Morgan no spin-off, deixou o elenco da produção depois de duas temporadas (via ComicBook.com).

Na derivada, a atriz deu vida à esposa de Owen Strand (Rob Lowe) e, de acordo com o episódio exibido na última segunda-feira (“Red vs. Blue”), o filho do casal, T.K. (Ronen Rubinstein), recebeu uma ligação que lhe informou sobre a morte da mãe. Segundo a sinopse do próximo capítulo, Edelstein terá uma parte significativa na trama, mas em flashback.

Em entrevista à Variety, o showrunner Tim Minear comentou sobre o adeus da personagem e revelou que queria que Gwyneth saísse da série de forma inesperada.

“A vida nunca é apenas uma coisa. E é implacável. Queria que a morte de Gwyn acontecesse de uma forma que às vezes acontece – inesperada e sem muita fanfarra”, ele disse. “Vem em um momento em que as coisas para T.K. estão boas. Ele e Carlos estão no próximo nível. Sua família de bombeiros se reuniu. E a morte da mãe muda tudo para ele. Mas também para Owen e Carlos. O modo como TK lida com essa perda e com o luto irá nos dizer muito sobre onde ele está e de onde ele veio”.

O episódio de despedida, intitulado “In the Unlikely Event of an Emergency”, será exibido no dia 28 de fevereiro.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

Um novo mistério vai começar no trailer OFICIAL da 3ª temporada de ‘Clube do Terror’; Confira!

Nickelodeon divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?).

Intitulado ‘Are You Afraid of the Dark?: Ghost Island‘, o novo ciclo irá estrear no dia 30 de julho.

Confira:

A nova iteração será composta por quatro episódios e contará uma história inédita, que gira em torno de um grupo de jovens que partem no que acreditavam ser uma viagem de férias de verão em uma ilha paradisíaca – apenas para descobrirem que algo sinistro espreita os hóspedes.

Como é de costume, a próxima temporada apresentará novos membros da Sociedade da Meia-Noite, que serão: Kayla (Telci Huyhn), Max (Conor Sherry), Leo (Luca Padovan), Summer (Dior Goodjohn) e Ferris (Chance Hurstfield).

Julian Curtis também estrela a produção como Stanley Crane, gerente do hotel da ilha.

Lembrando que as duas primeiras temporadas do reboot estão disponíveis na Paramount+.

A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.

James Cameron CONFIRMA briga com diretor de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’

James Cameron é um dos cineastas mais ambiciosos e conhecidos da história do cinema e, em 1984, alcançou sucesso enorme com o impecável ‘O Exterminador do Futuro’. O longa-metragem causou impacto tão grande no cenário do entretenimento que rendeu nada menos que cinco sequências – sendo a mais recente intitulada ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’.

O mais recente capítulo, lançado em 2019, ignorou os eventos dos três filmes anteriores e serviu como sequência direta de ‘O Julgamento Final’. Apesar de uma recepção relativamente sólida (com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção foi um fracasso de bilheteria, arrecadando pouco mais de US$261 milhões contra um altíssimo orçamento de US$190 milhões).

Recentemente, Cameron falou sobre os conturbados bastidores do longa, assumindo a culpa e dando detalhes sobre os conflitos criativos que teve com o diretor Tim Miller.

“Acho que, na verdade, estou razoavelmente feliz com o filme”, ele disse em entrevista ao Deadline“Tim e eu tivéssemos nossas batalhas e ambos falamos sobre isso – mas o mais louco é que ainda somos amigos. O que é estranho. Eu gostava dele antes do filme, não gostava muito dele durante o filme, e eu gosto dele agora. E acho que ele se sente do mesmo jeito. Nós dois somos fissurados em sci-fi e gostamos das mesmas coisas. E eu amo a série dele, ‘Love, Death + Robots’. Mas sim, nós batemos de frente”.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘Avatar: O Caminho da Água’, chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

‘Love to Love You, Donna Summer’: Documentário sobre a rainha do disco já está disponível na HBO Max!

‘Love to Love You, Donna Summer’, documentário sobre a icônica rainha da música disco, já está disponível na HBO Max.

A produção foi lançada no último dia 20 de maio na plataforma de streaming.

“Moldado pelas próprias reflexões de Summer, as memórias da família, amigos e colegas, e recheado com o som da música de Summer, ‘Love to Love You’ é um olhar aprofundado sobre a icônica artista, à medida que ela cria músicas que a levam do cenário avant-garde da Alemanha aos clubes noturnos de Nova York e ao aclame mundial – com sua voz e sua arte definindo uma era inteira. Um retrato intimamente pessoal de Summer dentro e fora dos palcos, o longa traz uma série de fotografias e filmagens nunca vistas – normalmente rodadas pela própria performer -, reiterando a versatilidade de suas habilidades, da composição à pintura, à medida que explora os altos e os baixos de uma vida global”.

Relembre o trailer:

O documentário é comandado por Roger Ross Williams, que se tornou o primeiro diretor afro-americano a conquistar um Oscar em virtude de seu aclamado trabalho em ‘Music by Prudence’ (que levou a estatueta de Melhor Documentário em Curta-Metragem).

Julie Goldman entra como produtora ao lado de Carolyn HepburnChris ClementsDavid Blackman e Williams. J. Daniel Torres também entra como coprodutor.

Nascida LaDonna Adrian Gaines, Summer se tornou um dos maiores nomes da indústria da música e é responsável por clássica e atemporais canções, como “Last Dance”“Hot Stuff”“Bad Girls” e várias outras. Ao longo de sua carreira, a artista trabalhou principalmente com os produtores Giorgio MoroderPete Bellotte, além de ter conquistado cinco estatuetas do Grammy e vendido mais de 100 milhões de discos e singles ao redor do mundo.

Ela faleceu em maio de 2012, em virtude de câncer de pulmão. Em 2013, foi induzida ao Hall da Fama do Rock and Roll.

‘A Idade Dourada’: 2ª temporada da série de época estreia na HBO Max!

A 2ª temporada de ‘A Idade Dourada‘, série de época estrelada por Carrie Coon e Christine Baranski, já estreou na HBO Max.

O novo ciclo foi lançado hoje, 29 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que 13 atores foram recentemente promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.

As promoções incluem: Kelli O’Hara como Aurora Fane, Donna Murphy como Mrs. Astor, Debra Monk como Armstrong, Kristine Nielsen como Mrs. Bauer, Taylor Richardson como Bridget, Ben Ahlers como Jack Trotter, Kelley Curran como Turner, Douglas Sills como Baudin, Celia Keenan-Bolger como Mrs. Bruce, Michael Cerveris como Watson, Erin Wilhelmi como Adelheid Weber, Patrick Page como Richard Clay e Sullivan Jones como T. Thomas Fortune.

Thomas Cocquerel, que deu vida a Tom Raiker, não retornará para a 2ª temporada.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.