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‘The Batman’: Fotos mostram Superman e Mulher-Maravilha no set

Ao contrário do que muitos imaginavam, parece que ‘The Batman‘ terá conexão com outros personagens da DC Comics, mesmo que de forma indireta.

Em seu perfil do Twitter, um fã divulgou uma imagens dos bastidores da adaptação, revelando um homem vestido com o traje do Superman e uma mulher fantasiada como a Mulher-Maravilha.

Em outra imagem, vemos um cartaz rasgado pela metade que estampa o logo oficial de Flash.

Confira:

“Entãããão, acabaram de me enviar esta foto. Isso significa duas coisas: uma é que esta imagem é 100% uma festa de Halloween. A outra é que o Superman realmente existe no universo criador por Matt Reeves.”

Outras fotos trazem o vilão Pinguim perseguindo a Mulher-Gato em uma moto. As fotos mostram Collin Farrell fazendo a cena de ação em questão, mas a mulher que seria a heroína aparenta ser uma dublê de ação.

As imagens foram compartilhadas pelo Daily Mail:

Durante sua participação na DC FanDome, Reeves foi questionado sobre sua versão de Gotham e disse que a cidade será diferente de tudo o que os fãs já viram.

“A Gotham dos filmes de Tim Burton tinha cenários lindos, mas muito teatrais. Nos filmes do Nolan tinha uma versão realista, mas com pouco destaque, lembrando os bairros de Chicago e Pittsburgh. O que estamos tentando fazer é criar uma versão que os fãs nunca viram antes. Vamos mesclar a arquitetura gótica de Liverpool com adições mais modernas em CGI para criar um visual único. Queremos que o os fãs se perguntem: ‘Caramba, onde foi que eles gravaram essas cenas? Que lugar é esse?”

O cineasta também disse que a corrupção na cidade será ainda mais marcante que nos filmes anteriores.

“A natureza e a história desse lugar são extremamente importantes para a nossa história. Gotham será o centro do filme, especialmente sobre a evolução da corrupção… O visual de Gotham vai refletir exatamente o que a cidade abriga; bandidos, criminalidade, terror e vingança.”

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ foi adiada mais uma vez, e em vez de chegar em outubro de 2021, o longa será lançado apenas em 04 de março de 2022.

Assista ao trailer oficial:

 

‘Borderlands’: Adaptação com Cate Blanchett do game ganha logo psicodélico

‘Borderlands’, adaptação do conhecido game, ganhou seu logotipo.

Confira, com a sinopse:

Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.

O elenco é formado por Cate Blanchett (Lilith), Jack Black (Claptrap), Florian Munteanu (Krieg), Kevin Hart (Roland), Jamie Lee Curtis (Dra. Patricia Tannis), Ariana Greenblatt (Tiny Tina), Edgar Ramirez (Atlas) e Haley Bennett como uma personagem original.

A franquia original gira em torno de um grupo de “Caçadores de Cofres” que procuram por um esconderijo alienígena no planeta de Pandora, o que combina muito bem com os trabalhos anteriores de Roth.

Ele é conhecido por comandar inúmeros longas-metragens de terror ou suspense, incluindo ‘Canibais’‘Hostel’‘Cabana do Inferno’‘Bata Antes de Entrar’.

Lembrando que o roteiro é escrito por Craig Mazin (criador do drama ‘Chernobyl’).

“Estou animado em mergulhar no mundo de ‘Borderlands’, e não poderia estar fazendo isso com um roteiro, uma produtora e um estúdio melhores. Tenho uma história longa e de grande sucesso com a Lionsgate – sinto como se tivéssemos crescidos juntos e que tudo na minha carreira culminou nesse momento”, disse Mazin.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: ‘Borderlands 2’ (2012), ‘Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e ‘Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

Comercial de ‘Homem-Aranha 3’ apresenta o NOVO uniforme do herói

Homem-Aranha: De Volta Para Casa‘ ganhou um comercial de TV com cenas inéditas, que mostra o novo uniforme do herói que é apresentado no final do filme.

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Pela tarde, a Marvel Studios confirmou Tobey Maguire e Andrew Garfield no filme através de seu site oficial e divulgou artes conceituais dos seus personagens.

Enquanto o Aranha de Tobey é descrito no site como ‘O Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’, o de Garfield é descrito como ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Confira as imagens:

Antes da estreia, diversos vazamentos entregaram a presença dos astros, mas nada havia sido confirmado oficialmente, e a ausência da dupla nos trailers só fez aumentarem as dúvidas.

Felizmente, a Marvel e a Sony ouviram os fãs e convidaram os astros para reprisarem seus papéis no aguardado título de encerramento da trilogia estrelada por Tom Holland.

Mas, como o retorno dos heróis é mostrado no filme?

Logo após a morte da tia May (Marisa Tomei), feriada por uma bomba lançada pelo Duende Verde (Willem Dafoe), Peter Parker (Tom Holland) decide ficar sozinho enquanto planeja sua vingança.

Precoupados, Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) usam o anel roubado do Doutor stranho para abreim um portal e invocarem o Homem-Aranha.

No processo, eles acabam invocando a versão de Andrew Garfield, que também atravessou as brechas do Multiverso e foi parar na realidade do MCU.

Depois de se apresentarem a explicarem a confusão, o trio tenta localizar Peter mais uma vez, mas eles acabam invocando o Peter de Tobey Maguire, trazido para a realidade do MCU assim como o Peter de Garfield e os vilões dos filmes anteriores.

Depois de um breve e divertido confronto entre os dois Aranhas, o grupo decide ir atrás do Peter de Holland no local onde ele costumava refletir na companhia de MJ.

Devastado pela morte da tia, Peter promete e vingar do Duende, mas suas versões alternativas compartilham seus sofrimentos e perdas com ele e o motivam a tentar curar o vilão de sua loucura em vez de matá-lo.

Após o sucesso da missão, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) consegue enviá-los de volta aos seus respectivos universos.

O mais legal é que a presença do trio de Aranhas conectou cada um dos filmes do herói ao longo dos 20 anos em que ele foi adaptado para as telonas.

Além das referências às mortes do tio Ben, à Mary Jane e Gwen Stacy, o longa também explicou o que aconteceu com os vilões das adaptações após os eventos dos últimos filmes, o que era uma grande curiosidade do público.

E como não poderia faltar, a sequência reproduziu até mesmo um dos memes mais famosos do Cabeça de Teia, quando as três versões apontam para si mesmas, incrédulas com a existência de outros Aranhas.

E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland?

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

GKay é acusada de estrelismo e comportamentos AGRESSIVOS em set de filme da Netflix

No próximo dia 30, chega ao catálogo da Netflix ‘Um Natal Cheio de Graça‘, comédia nacional estrelada por Gkay, Sérgio Malheiros e Vera Fischer.

Mas, ao contrário do título, parece que os bastidores do longa foi marcado por polêmicas.

De acordo com o Splash Uol, funcionários ligados ao projeto disseram que Gkay agiu de maneira totalmente antiprofissional ao longo das gravações.

Foi dito que a humorista não respeitava os horários marcados e um de seus atrasos demorou cerca de cinco horas, quando ela deveria chegar mais cedo para a prova de figurino.

No entanto, a pior das situações foi enfrentar seu estrelismo e comportamentos agressivos, já que ela gritou com colegas de trabalho e até danificou um dos figurinos quando foi contrariada.

Durante o processo, as gravações tiveram que ser supervisionadas por funcionários do RH, indicados para controlarem os excessos de Gkay a fim de evitar denúncias de assédio moral.

Uma fonte que pediu anonimato disse o seguinte:

“Quando me chamaram para fazer o filme fiquei muito feliz, e ainda pensei: ‘A Gkay deve ser muito legal’. No primeiro dia já me avisaram: ‘Ninguém queria fazer o filme por ser com ela, e achei que você fosse desistir também’. Foi o meu primeiro contato com o medo que as pessoas têm dela, e que depois eu veria de perto. “Ela se atrasava para tudo, por horas, e deixava toda a equipe esperando. Atraso de cinco horas para uma prova de figurino, por exemplo. E nunca se desculpava, era como se todos estivessem na obrigação de esperá-la. Ninguém falava nada, já era comum que ela gritasse, e isso intimidava.”

Sérgio Malheiros, que faz par romântico com Gkay, também ficou incomodado com as atitudes dela, que chegou a contar obscenidades depois de ter ido a uma festa da cantora Anitta.

Outra fonte disse que:

“Ela chegou ao camarim contando que tinha ido a uma festa da Anitta na noite anterior, e disse: ‘Beijei não sei quantas bocas. Chupei não sei quantas rol#s. E peguei sapinho. Vou passar para todo mundo’. Aquilo ali deixou todos assustados, estávamos no meio de uma pandemia.”

Depois disso, Sérgio reclamou com o RH e GKay foi repreendida, sendo aconselhada a se comportar.

“Por conta da bronca, ela rasgou o figurino, que tinha sido confeccionado para ela, e saiu chorando e gritando”, continuou a fonte. “Entrou no carro e falou que ia embora. Toda a equipe ficou esperando. Ela gritava que nós tínhamos vergonha dela, que a culpa era nossa. Tentou mudar a situação para se passar por vítima.”

A fonte ainda disse que GKay fazia de tudo para mostrar as fãs que é uma pessoa simpática, gravando vídeos em tom de harmonia com o elenco, mas longe das câmeras ela se transformava em uma pessoa egocêntrica e cheia de exigências fúteis.

Procuradas pelo portal Splash Uol, a Netflix e a própria GKay não se pronunciaram sobre as alegações.

O longa é ambientado na véspera de Natal, depois que Carlinhos descobre uma traição da ex-namorada e tenta esconder a situação ao levar uma desconhecida chamada Graça para acompanhá-lo na ceia servida tradicionalmente na mansão de sua avó, a ricaça Lady Sofia. Só que a misteriosa convidada se revela capaz de botar a casa abaixo…

Confira o trailer:

Produzido em parceria com a GLAZ Entretenimento, o filme é dirigido por Pedro Antônio e escrito por Carol Garcia, com e consultoria de Fil Braz.

O elenco também conta com Monique Alfradique, Letícia Isnard, Nando Cunha, Cezar Maracujá, Flavia Reis, Valentina Vieira, Gabriel Louchard, Heitor Martinez, Valéria Vitoriano, Victor Meyniel, Noemia Oliveira, Diogo Defante, Mariana Armellini, entre outros.

 

 

 

Matthew Perry entrou em coma em 2018 e tinha “2% de chance de sobreviver”

Em entrevista ao People em 2022, o ator Matthew Perry contou que quase perdeu a vida por causa de seu vício em álcool e drogas.

Em sua autobiografia Amigos, Amores e Aquela Coisa Terrível, o ator quebrou o silêncio sobre o incidente que quase custou sua vida, em 2018. Na época, foi reportado pela mídia que Perry havia sido submetido a uma cirurgia abdominal para reparar uma perfuração gastrointestinal.

A verdade, no entanto, é que o seu cólon havia estourado pelo uso excessivo de opioides. Ele fez a cirurgia, mas passou duas semanas em coma, permanecendo no hospital por cinco meses e usando uma bolsa de colostomia por nove meses.

“Os médicos disseram para a minha família que eu tinha 2% de chance de viver. Eu fui colocado em uma máquina chamada ECMO, que respira no lugar de seu coração e pulmões. Ninguém consegue sobreviver a isso,” revelou o ator.

Ao total, Perry teve que realizar 14 cirurgias em seu estômago, e que a experiência potencialmente fatal o colocou no caminho certo para a recuperação.

“Meu terapeuta disse: ‘Na próxima vez que você pensar em tomar oxicontin, pense sobre como é ter uma bolsa de colostomia pelo resto de sua vida’,” ele se lembra. “Esse foi um momento importante para mim, pois não queria mais consumir oxicontin.”

Apesar de não ter revelado há quanto tempo ele permaneceu sóbrio, o ator declarou que já esteve na reabilitação 15 vezes.

De acordo com o TMZ, o ator foi vítima de um aparente afogamento neste sábado, dia 28.

O site afirma que o ator foi encontrado na jucuzzi de sua casa, em Los Angeles, e que nenhuma droga foi encontrada no local.

Fontes afirmam que os socorristas foram chamados à casa por causa de uma parada cardíaca.

 

Assista ao trailer BIZARRO do remake chinês de ‘Anaconda’

Enquanto Hollywood segue desenvolvendo um reboot de ‘Anaconda‘, a China já lançou sua própria versão do filme clássico de 1997.

No novo filme, um grupo de artistas de circo, a caminho do que eles pensam ser um novo local para apresentações, fica preso em uma exuberante floresta tropical depois que o barco em que estavam foi destruído por uma anaconda.

Eles acabam cruzando com um caçador furtivo que está caçando o animal, que logo percebe que agora tem isca suficiente para pegá-la. Mas, sendo artistas de circo, eles têm alguns truques de sobrevivência na manga…

Confira o trailer:

Xiang Qui LiangXiang He Sheng são responsáveis pela direção.

O elenco conta com Terence YinNita Xia, Paul Che, Jiu Kong, Ken Lok, Wang Xing Chen, Wang Gang, Wang Zi Run, Xu Shao Hang Wu Hao.

Infelizmente, o remake chinês não possui previsão de lançamento no Brasil.

Vale lembrar que o reboot americano de ‘Anaconda‘ deve apresentar uma trama cheia de metalinguagem. Durante o podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider revelou possíveis novas informações sobre a trama: “Nenhum ator foi contratado para o reboot. Nada é oficial e tudo pode acabar mudando, mas o reboot de ‘Anaconda’ será um filme meta. Pelo o que eu entendi, a trama seguirá um grupo de atores interpretando versões de si mesmos enquanto tentam gravar um filme da franquia ‘Anaconda’. E tudo acaba dando errado. Tom Gormican está escrevendo o roteiro, e eu acredito que ele ainda não foi finalizado.”

Anteriormente, havia sido reportado que o reboot de ‘Anaconda‘ estava sendo planejado como uma “reimaginação” do longa original, com um grande orçamento no mesmo estilo de ‘MegaTubarão‘.

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

‘Pecadores’: Michael B. Jordan detalha desafios de interpretar gêmeos

O astro Michael B. Jordan comentou sobre os desafios de dar vida aos gêmeos Smoke e Stack no aguardado filme ‘Pecadores’, do diretor Ryan Coogler.

“Alguém me disse algo sobre outro cara andando por aqui parecendo comigo, é louco”, brincou o ator na estreia do filme, conforme reportou o The Hollywood Reporter.

Jordan explicou que o maior obstáculo em interpretar os gêmeos foi a complexidade técnica das filmagens: “Foi a parte técnica de como filmamos os dois personagens. Eu fiz cada cena umas quatro ou cinco vezes, então acho que o equilíbrio entre ir e voltar foi difícil às vezes, mas você encontra um ritmo e, depois de um tempo, se torna natural. Eu me diverti muito”.

Além de lidar com a dualidade dos personagens, o filme também explora elementos sobrenaturais, incluindo vampiros.

Jordan citou ‘Um Vampiro no Brooklyn’ e ‘Os Garotos Perdidos’ como dois de seus filmes favoritos no gênero: “Esses dois filmes foram muito legais para mim, e eu amei o elenco e a história. O Eddie [Murphy] estava tão suave em ‘Um Vampiro no Brooklyn’; ver a si mesmo como um vampiro foi muito legal”.

O elenco de ‘Pecadores’ também conta com Hailee Steinfeld, Miles Caton, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku e Delroy Lindo.

Este último ressaltou a importância da música na narrativa: “Isso é central para a fundação dessa narrativa, é central para a história dessa cultura e para a história deste país”

Wunmi Mosaku complementou, afirmando que há “música blues ao longo de todo o filme”, proporcionando uma combinação única “baseada na comunidade, no amor, na música, na inspiração, na ancestralidade, na esperança — e, claro, também vampiros”.

Jack O’Connell brincou sobre suas cenas musicais, dizendo que estava “vivendo a minha melhor vida Beyoncé nesse filme” e prometeu aos espectadores: “O que quer que você pense que é, pense de novo. Mas com certeza será uma boa noite – ou dia, dependendo de quando você for assistir”.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 08

UMA PAUSA DRAMÁTICA, PARA DELÍRIO DA PLATEIA

 

Como é bom pagar a língua! Este oitavo ep. compensou a primeira parte modorrenta desta quinta temp. de Game Of Thrones – GoT. Até o núcleo de Arya (Maisie Williams), que ainda andava em marcha lenta, apontou para caminhos interessantes. Seu diálogo com Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha) e suas andanças por Braavos deram muitas pistas sobre a guilda dos Homens Sem Rosto.

No ep. anterior, Davos Seaworth (Liam Cunningham) tentou convencer Stannis (Stephen Dillane) de não prosseguir com o ataque a Winterfell. Neste ep. 08, Roose Bolton (Michael McElhatton) e Ramsay Bolton (Iwan Rheon) traçavam a estratégia de defesa. Para Roose, o melhor é se aquartelarem e deixar que o soldado inverno cuide de Stannis. Ramsay, claro, prefere o ataque, inclusive como forma de demonstrar o poder da Casa. Esse diálogo reforça Ramsay como um sádico e beligerante; já Roose aparece, cada vez mais, como uma figura profunda em ambiguidades. Durante o Casamento Vermelho, ele parecia um traidor ambicioso. Nesta temporada, Roose surge mais centrado, cerebral, estrategista.

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Ainda em Winterfell, Theon (Alfie Allen) revelou para Sansa (Sophie Turner) que Bran (Isaac Hempstead Wright) e Rickon (Art Parkinson) estão vivos. Foi um instante tocante deste ep. Desde a diáspora dos Stark, nenhum membro da família se reencontrou, apenas receberam notícias uns dos outros. Enquanto a reunião familiar não acontece, momentos como esse de Sansa são um aperitivo para quem está na torcida pelos Starks.

Cersei (Lena Headey) permanece presa. Não sei se alguém, aí do outro lado, já começou a ter peninha dela, mas os roteiristas têm amassado bem o pão que ela anda comendo. Não sei o que a deixou mais humilhada, beber água do chão ou saber que Maester Pycelle (Julian Glover) está por cima. Resta saber até quanto Cersei irá aguentar e não confessar. Quem saber o nono ep. nas traga surpresas…

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Mesmo sendo uma temporada com problemas, não podemos negar que os roteiristas estavam inspirados na hora de escrever as falas de Tyrion (Peter Dinklage), debochadas, irônicas e profundas. Essas qualidades ficaram claras no seu encontro antológico com Daenerys (Emilia Clarke). Seja na defesa de Jorah (Iain Glen) – que escapou da morte, mas foi banido de Meereen – seja na esplendida conversa particular com Daenerys, Tyrion teve alguns de seus maiores momentos na série. Peter Dinklage, novamente, confirma-se como a maior estrela de GoT. Apesar da qualidade das cenas, confesso que a aliança entre os dois soou um pouco forçada.

O desfecho do ep. foi espetacular, daqueles que servem para calar a boca de pessoas chatas como eu, que falaram mal dos cinco primeiros eps. desta temporada – mas, pô, tavam ruins mesmo!

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Jon Snow (Kit Harington) e Tormund (Kristofer Hivju) reuniram-se com o Povo Livre para tentar convencê-los a uma aliança. A sequência da negociação costurada por diálogos tensos. Em um primeiro momento, apenas uma parte o grupo aceitou seguir para o sul da Muralha. Karsi (Birgitte Hjort Sørensen) foi a personagem que simbolizou essa união, enquanto Loboda (Zacharya Baharov) lidera os que se recusavam a seguir os Corvos.

Enquanto entravam nas embarcações, o acampamento foi atacado pelos Caminhantes Brancos (White Walkes). Mais uma vez, a direção da série provou conseguir produzir sequências fodásticas de ação, com alta qualidade na composição das cenas – sempre mantendo adrenalina, sem deixar o espectador perdido na ação – somada a pausas dramáticas muito bem colocadas. No caso, Jon Snow, com sua espada de aço Valiriano, matou um Caminhante Branco, levando a arquibancada ao delírio! O ep. terminou com o Rei da Noite (Richard Brake) resuscitando todos os mortos na batalha como Caminhantes Brancos.

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Esses acontecimentos finais parecem suficientes para selar a união entre Corvos e Selvagens, ao menos pelo lado daqueles que viram a batalha. Já pelo lado da Patrulha da Noite, a resistência será grande. Em uma cena anterior, Olly (Brenock O’Connor) explicou para Sam (John Bradley) que não consegue aceitar a ideia de se unir com os homens que mataram sua família. A dor dele resume o ódio que os dois lados nutrem. Aguardar para ver o que o nono ep. nos trará!

Crítica | ‘Para Lota’ – Sonolenta viagem de 8 kms através de cartas de uma contraditória e sonhadora elite carioca [Mostra de Cinema de Tiradentes 2025]

Mostrando através da escuridão – que esconde as belezas de um emblemático point carioca – interpretações de desabafos em cartas trocadas sobre questões que envolveram a criação de um parque num aterro do Flamengo, o documentário Para Lota, é um filme, praticamente nascido de uma imagem, que transforma o tempo numa importante variável. Esse jogo de temporalidades, desbravando a linguagem, se junta num imaginar dos desejos e luta de uma contraditória e sonhadora da elite carioca.

Exibido no segundo dia da 28a Mostra de Cinema de Tiradentes, esse projeto dirigido por Bruno Safadi e Ricardo Pretti, mesmo trazendo importantes reflexões sobre uma época de mudanças em nosso país – que sempre devem entrar nas reflexões – poderá ser um grande teste de paciência. Viajando com sua câmera através do travelling, de ponta a ponta de um ponto turístico muito conhecido, apresenta passagens que não se ampliam em contextos, pecando na superficialidade da transmissão de mensagens, indo de encontro a um retrato de um país em tumultuado período na política.

A proposta segue linhas de encontro a partir de uma época pandêmica onde uma filmagem de 8km pela noite carioca entregou uma ideia ao diretor: contar em um objetivo recorte questões sobre a criação do Parque do Flamengo através de cartas escritas pela criadora do lugar, a arquiteta-paisagista e urbanista da elite brasileira Lota de Macedo Soares. As atrizes Leandra Leal e Mariana Ximenes dão vozes as cartas. O desafio a partir desse ponto é: como transformar isso em cinema?

Para Lota encontra em sua narrativa imagens de uma escuridão sem pessoas em plano, somente a paisagem, que poderia ser um interessante complemento contemplativo para o conteúdo histórico das cartas escritas por Lota. Porém, mesmo sem redundância e passando por uma época turbulenta no Brasil, sem deixar de se arriscar nas possibilidades autorais da linguagem, encontra seu sentido apenas para quem alcança a paciência.

Indicados Oscar 2020 | Os Esnobados e as Surpresas

Em sua 92ª Edição, os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nomearam alguns dos filmes mais badalados da temporada e do ano passado. Produções que vem aparecendo consecutivamente em listas dos melhores, e em todo tipo de premiação prévia à grande noite do cinema mundial – sejam elas círculos de críticos americanos, premiações da imprensa mundial, prêmios da indústria, e por aí vai.

Mas como o mundo só com cartas marcadas seria muito sem graça, todo ano também nos surpreendemos com estas nomeações – seja de forma positiva ou negativa. De forma positiva, pela lembrança de alguns artistas que não vinham preenchendo a boca dos votantes previamente. E negativamente, pelo esquecimento de artistas ou filmes que vinham emplacando em todas e terminaram de fora justamente da maior delas, o prêmio mais almejado – afinal, todo o resto serve como treinamento para este momento.

Sem mais delongas, vamos comentar um pouco as nomeações, lembrando os esquecidos (ou esnobados) e festejando as surpresas. Vem conhecer.

Esnobados

Meu Nome é Dolemite

Essa é triste para o coração. Meu Nome é Dolemite marcou mais um retorno aos holofotes do grande Eddie Murphy – após dois outros ensaios de volta por cima (Dreamgirls, pelo qual foi indicado ao Oscar em 2007, e Mr. Church, pelo qual, assim como este Dolemite, muitos acreditavam em uma indicação). Sim, é triste ver uma produção deste nível ser ignorada por completo pelos votantes da Academia, que traz desempenhos marcantes de veteranos renovados como (o já citado) Murphy e Wesley Snipes.

Pior do que isso é notar que os membros perdem assim uma grande chance de representatividade – já que novamente o público vem acusando esta edição de uma retomada do infame Oscar So White: com nomeados predominantemente brancos na maioria das indicações. E não me venha dizer que não havia boas opções. Sim, Dolemite é a prova disso. Eddie Murphy como ator principal é a prova disso. Wesley Snipes como coadjuvante também.

Para não sermos totalmente injustos, a explicação pode estar associada à Netflix. O colosso vem abrindo cada vez mais espaço com os votantes e a assimilação é lenta, mas está acontecendo. Ano passado tivemos Roma. Este ano, temos O Irlandês, História de um Casamento, Dois Papas e sobrou até mesmo para a animação Klaus. Neste cabo de guerra, Dolemite foi a ponta mais fraca. Uma injustiça.

Jennifer Lopez

Outra grande injustiça foi a esnobada de Jennifer Lopez. A atriz latina desempenha seu melhor trabalho nas telas (talvez de todos os tempos) na pele da stripper má intencionada Ramona em As Golpistas. Lopez vinha recebendo elogios de gregos e troianos, aparecendo em premiações menores, até ser consagrada com uma indicação ao Globo de Ouro – o qual perdeu para Laura Dern (um monstro em cena em História de um Casamento).

Talvez a história se repetisse e Lopez, mesmo sendo indicada, não levasse o prêmio para casa – Dern está praticamente com a estatueta em mãos. Mas J-Lo deveria ao menos ter sido indicada – era o que todos esperavam. Em seu lugar surgiram as azaronas Scarlett Johansson (JoJo Rabbit) e Florence Pugh (Adoráveis Mulheres). Mas Kathy Bates (uma grande atriz) é quem sobra na categoria, e quem deveria ter dado lugar à latina.

Frozen II

Crise na casa do Mickey! O Mundo está louco? Frozen (2013) foi um verdadeiro fenômeno mundial, uma verdadeira febre, lançou a música chiclete Let it Go e de que quebra levou o Oscar de melhor animação. Era de se esperar que a tão aguardada sequência de Elsa, Anna e Olaf fizesse barulho parecido. Mas num ano não muito favorável para a Disney (onde O Rei Leão, outra de suas grandes apostas de 2019, desagradou mais do que agradou), Frozen II terminou amplamente esnobado pelo Oscar – recebendo apenas a indicação de canção original, e ficando de fora da categoria mais almejada: melhor animação.

Rocketman

A Academia adora biografias musicais, certo? Isso é bem verdade, é só dar uma olhada no ano passado, quando Bohemian Rhapsody (produção problemática), levou para casa os prêmios de edição de som, mixagem de som, edição e melhor ator, além da indicação de melhor filme. Justamente por isso, muitos não acreditavam que a Academia iria reprisar o ano anterior e encher Rocketman – biografia do grande Elton John – de indicações. Mesmo que o filme tenha recebido muitos elogios, gerado falatório de Oscar em seu lançamento e de forma geral ser concebido como uma obra melhor que seu primo um ano mais velho.

Porém, ao vermos o longa indicado ao Globo de Ouro, e a vitória de Taron Egerton (que vive o músico) na categoria de melhor ator no mesmo prêmio, os ânimos voltaram a crescer em relação à produção. Mostrando que o Oscar guarda sim as suas surpresas em relação às outras premiações, Rocketman ficou de fora desta 92ª edição, ou quase, já que foi lembrado apenas para canção original.

A Despedida

Uma das produções independentes mais elogiadas do ano passado, o drama A Despedida fala sobre uma família chinesa armando uma forma de todos seus membros conseguirem se despedir de uma idosa matriarca, sem que a mesma saiba que seus dias estão contados. Para isso, arquitetam um casamento falso. Com o orçamento de US$3 milhões, o filme arrecadou US$20 milhões ao redor do mundo e figurou no top 10 das maiores bilheterias em seu lançamento. Além disso, soma 98% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes.

Até aí, tudo bem. A surpresa veio mesmo com a indicação do filme para melhor produção estrangeira no Globo de Ouro e a vitória de melhor atriz para Awkwafina, em seu primeiro papel dramático. O fato deixou os cinéfilos com uma ponta de esperança de que o longa pudesse emplacar no Oscar também. Mas a produção e seus envolvidos foram esnobados pelos votantes.

Christian Bale

Aqui temos um caso semelhante. Desde seu lançamento, Ford Vs. Ferrari vinha sendo uma das grandes apostas para o Oscar. E não deu outra. A obra terminou indicada para quatro prêmios da Academia, incluindo melhor filme. Além disso, já é o filme número 134 na opinião do grande público dentre os melhores de todos os tempos. Mas em um quesito Ford Vs. Ferrari não emplacou, e esse foi a indicação de melhor ator para o metódico Christian Bale. O ator foi lembrado para o Globo de Ouro e sua presença em um filme geralmente chama prêmios. No entanto, desta vez o astro problemático teve que ficar de fora.

Greta Gerwig

Além da acusação de falta de representatividade racial com uma nova edição do Oscar So White, Natalie Portman vai ter muito o que falar nesta edição, que novamente privilegiou somente diretores homens na categoria de melhor direção. Sim, tínhamos várias opções, desde Marielle Heller (Um Lindo Dia na Vizinhança) – ignorada ano passado também – até Kasi Lemmons (Harriet); mas a ausência mais sentida foi a de Greta Gerwig.

A diretora foi indicada por sua estreia em Lady Bird, e agora desempenha um trabalho ainda melhor, mais ambicioso e mais sofisticado com este Adoráveis Mulheres. No entanto, nada dos votantes reconhecerem seus esforços e a cineasta ficou de fora da grande festa.

Nós

Voltando a falar de representatividade – afinal, nunca podemos deixar de bater nesta tecla -, outro que ficou de fora foi o poderoso thriller Nós. Lançado no início do ano, imaginava-se que o longa faria o mesmo caminho do irmão Corra! (2017), que quebrou muitas barreiras no Oscar de dois anos atrás. O diretor Jordan Peele e alguns envolvidos saíram nomeados e Corra! viu sua trajetória terminar com nada menos que 4 indicações, incluindo melhor filme, diretor e ator, além da vitória por roteiro original. Nós, igualmente potente e relevante socialmente, terminou sem nada. E não apenas isso, a performance arrebatadora da protagonista, a musa Lupita Nyong’o, digna de todos os elogios, terminou totalmente esnobada.

Adam Sandler & Robert Pattinson

Ano passado, escrevi uma matéria revelando como este Oscar poderia ser um dos mais loucos da história, com possíveis indicações de gente como Adam Sandler, Eddie Murphy, Robert Pattinson e Jennifer Lopez. Optando pelo conservadorismo, a Academia resolveu não indicar nenhum deles. Isso não diminui a qualidade de suas atuações nos projetos pelos quais foram cogitados. Dentre eles estão esnobadas em Adam Sandler no elogiado Joias Brutas e Robert Pattinson por O Farol – ambos dois dos filmes mais enaltecidos pela imprensa nesta temporada.

Willem Dafoe

Ainda falando em O Farol, novo terror de Robert Eggers, diretor do fantástico A Bruxa (2015), por mais que Pattinson fosse promessa, a falta mais sentida de tal filme (que chegou a ser indicado na categoria de fotografia) foi a do veterano Willem Dafoe na categoria de coadjuvante.

Cats

Calma, calma. Brincadeiras à parte, como sabemos Cats é sim um dos filmes mais odiados de anos recentes. Esculhambado por crítica e público, a obra era mirada à temporada de premiação, mas depois de tanta negatividade jogada em sua direção, os envolvidos sequer o inscreveram como elegível para algum prêmio no Oscar. Apesar disso, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de melhor canção, mesmo evento que já indicou pérolas como O Turista (2010) e Burlesque (2010).

Surpresas

Dose Dupla de Scarlett Johansson

A revelação desta jovem atriz veio com Encontros e Desencontros (2003), mas dentre as indicações que o filme levou para casa, nada de uma para Scarlett Johansson. E assim seguiu por anos a fio. Até mesmo quando achávamos que havíamos encontrado uma forma de indicar Johansson por Ela (2013), a Academia decidiu que atuações onde apenas ouvimos a voz do ator, sem que ele apareça em tela, não são elegíveis ao Oscar. Durante toda a sua carreira, nada de indicações pra moça. Era hora disso ser corrigido. E o foi de uma forma exagerada. Será? O fato é, para quem nunca havia sido nomeada pela Academia, Scarlett Johnasson chega chutando a porta, com duas indicações logo de cara.

História de um Casamento era esperado dar à atriz sua primeira indicação – se isso não ocorresse é que seria estranho. Mas a surpresa ficou mesmo com sua indicação na categoria de coadjuvante, onde foi lembrada por JoJo Rabbit (uma das grandes surpresas desta edição, com 6 indicações – incluindo melhor filme). Uma curiosidade é que no Globo de Ouro, foi o pequeno Roman Griffin Davis, o protagonista, filho de Johansson no filme, quem foi lembrando nas indicações, sendo substituído pela colega de cena no Oscar.

Parasita

Que Parasita é um dos melhores filmes do ano todos nós já sabemos. O filme elogiadíssimo foi o estrangeiro mais rentável nos EUA no ano passado e continua a arrancar admiração do público e especialistas, já sendo o filme de número 27 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Sua indicação para produção estrangeira era certa, assim como a vitória, muitos afirmam. Mas o que surpreendeu foi que o longa terminou com mais 5 indicações ao grande prêmio do cinema mundial, entre elas roteiro, direção e filme – fato conquistado por poucas produções internacionais ao longa da história do cinema.

Netflix

Como dito antes, o colosso Netflix vem sendo cada vez mais aceito por instituições consagradas e renomadas. É o caso com a Academia, que antes criava grande barreira com a empresa e seus filmes. A política mudou, e ano a ano a Netflix vem emplacado mais produções no Oscar. Em 2020, foram O Irlandês, Dois Papas (que muito bem poderia ter entrado para melhor filme também) e História de um Casamento. A surpresa aqui, porém, ficou a cargo de uma animação. Klaus, enaltecido por muitos especialistas como um dos melhores filmes do ano. Mostrando que todos estavam em sintonia, os votantes do Oscar resolveram indicar o longa entre as animações do ano – dando um chega pra lá no medalhão Frozen II. A falta sentida dentre as produções da Netflix foi mesmo Meu Nome é Dolemite.

Florence Pugh

Essa menina vai longe. Num ano muito promissor para sua carreira, a jovem britânica Florence Pugh, de 24 anos, apareceu em nada menos do que três produções de prestígio. Ela começou recebendo elogios e fazendo sucesso na biografia Lutando com a Família, produzida por Dwayne Johnson, ainda inédita no Brasil. Depois foi a vez de estrelar e carregar nas costas Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster (diretor da obra-prima Hereditário). Fechando com chave de ouro, Pugh sequestra uma obra do nível de Adoráveis Mulheres, roubando todas as cenas em que aparece, não dando espaço sequer para suas companheiras de tela mais tarimbadas – como Emma Watson e Saoirse Ronan.

Não por menos, Pugh saiu, merecidamente, com sua primeira indicação ao Oscar à tira colo, e tem chances de levar a estatueta. Em 2020, ela estará ao lado de sua concorrente na categoria, Scarlett Johnasson, na superprodução da Marvel, Viúva Negra.

Democracia em Vertigem

O Brasil não entrou no Oscar na categoria tão almejada das produções estrangeiras, onde concorria com o excelente A Vida Invisível. Ficamos devastados. Mas podemos ser redimidos este ano na categoria documentário. A ótima cineasta Petra Costa emplaca com Democracia em Vertigem, sua parceria com a Netflix, na disputa pela estatueta dourada. O longa relata o atual cenário político brasileiro, desde impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Malévola – Dona do Mal

Amado e odiado em medidas iguais, o segundo Malévola surpreendeu com uma indicação ao Oscar. O filme foi lembrado na categoria de maquiagem. Se ganhar, terá a mesma honraria de Esquadrão Suicida (2016) – um filme de entretenimento igualmente divisor de opiniões. E se não ganhar, ao menos pode se gabar de ter uma indicação no currículo.

Depois de ‘Branca de Neve’ e ‘Lilo e Stitch’, quais outros live-actions faltam para a Disney refazer?

Branca de Neve’ é a mais recente superprodução da Disney nos cinemas. O filme faz parte de uma tendência do estúdio que se transformou em um subgênero próprio: as refilmagens com atores de carne e osso de clássicos da animação do estúdio. De ‘Cinderela’ e ‘Mogli: O Menino Lobo’ até ‘A Bela e a Fera’, ‘Aladdin’ e ‘A Pequena Sereia’, diversas obras queridas do estúdio ganharam reimaginações modernas para o público de hoje.

Como dito, ‘Branca de Neve’, com Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a vilã, é a mais recente destas obras a aportar nos cinemas mundiais em grande estilo. Mas não será a única em 2025, pois o estúdio já prepara a estreia de ‘Lilo e Stitch’ para o fim de maio. Essa é uma das mais recentes a receber o tratamento de “carne e osso” (e efeitos especiais), já que sua contraparte animada teve lançado há (apenas) 23 anos.

Nesta nova matéria iremos dar uma olhada em quais são as animações da casa que ainda não receberam tal tratamento. Algumas estão na mira do estúdio, com produções já confirmadas, outras, temos certeza, não irão demorar para sair do papel. Confira abaixo as 10 mais interessantes que separamos.

Hércules

Branca de Neve’ está nos cinemas atualmente. Os próximos live-action da Disney no gatilho são o citado ‘Lilo e Stitch’, seguido por ‘Moana’, que chega ano que vem e aí sim se tornará a adaptação de um filme mais recente do estúdio, sendo que a animação original é de apenas dez anos atrás. Mas depois de ‘Moana’, ao que tudo indica, a programação é levar ‘Hércules’ para os cinemas com atores reais. O filme fez parte da retomada de animações de sucesso do estúdio ainda na década de 90 e vem prometendo direção de Guy Ritchie (o mesmo do live-action ‘Aladdin’ – que ainda aguarda uma sequência). Quem você imagina no papel do herói?

Robin Hood

Essa é uma das mais curiosas, que igualmente segue na agenda da Disney de próximas adaptações. Acontece que ‘Robin Hood’, de 1973, não é apenas a versão da Disney para o clássico herói arqueiro inglês; e sim uma aventura protagonizada por animais antropomórficos falantes e pensantes, narrativa que o estúdio resgatou em ‘Zootopia’. O filme tem a direção confirmada de Carlos López Estrada, o mesmo de ‘Raya e o Último Dragão’ (2021).

Agora resta pensar que o estúdio pode seguir por dois caminhos com este filme. Primeiro, uma obra mais tradicional, com atores reais substituindo os animais. Não imaginamos que este será o caminho, pois a graça era ter os animais como os personagens, afinal, qual seria a diferença dos outros trocentos filmes de Robin Hood que já temos? Sim, poderia ser a versão mais colorida e infantil de todos eles. Porém, acreditamos que o caminho será algo como o remake de ‘O Rei Leão’, com os animais falantes gerados por efeitos de CGI.

Os Aristogatas

Outra animação de sucesso da Disney saída da década de 1970, ‘Os Aristogatas’ até hoje é um filme inesquecível e conta sobre gatos que adoram música, em especial o jazz. Os felinos cantam, tocam instrumentos e dançam, como verdadeiros gatos boêmios. Mais uma vez, ao que tudo indica, o longa está na mira do estúdio para uma adaptação em “live-action” – entre aspas porque o caminho pode ser igual ao de ‘O Rei Leão’, ou seja, na verdade uma animação foto realista.

Ao que tudo indica também, a nova versão já tem diretor: Questlove, músico e produtor famoso, marcando sua estreia na direção. O ponto contra pode ser a associação com o desastre conhecido como ‘Cats’ (2019), que adaptou um famoso musical dos palcos e se tornou um dos piores filmes do cinema. Bem, pelo menos aí está o exemplo do que não fazer na hora de transpor os felinos para a nova versão cinematográfica (ou seja, nada de humanos vestidos de gatos).

Bambi

Bambi’ estava lá quando “tudo era mato”. O filme do veadinho órfão foi um dos primeiros da Disney, e é um de seus maiores clássicos. A animação foi a quinta produzida para os cinemas pelo estúdio, depois de ‘Branca de Neve’, ‘Pinóquio’, ‘Fantasia’ e ‘Dumbo’. Todos os outros ganharam versões com atores reais. Só falta ‘Bambi’. O longa também é prometido pelo estúdio para os próximos anos. Porém, ao que tudo indica, esse poderá ser um lançamento direto na Disney+, assim como foi ‘A Dama e o Vagabundo’, ‘Pinóquio’ e ‘Peter Pan’.

Isso porque essa é uma história simples e direta, assim como ‘Dumbo’ (que não teve a melhor das recepções em live-action). Segundo, sua história lembra bastante a de ‘O Rei Leão’ (2019), a de um animalzinho que fica órfão. E por fim, ‘Bambi’ ganhará uma versão de terror, já que o personagem caiu em domínio público. Tudo bem que esses filmes slasher de terror são tão vagabundos que não chegam a manchar a reputação de uma produção da Disney, mas mesmo assim pode vir a confundir o público.

Enrolados

Chegamos agora ao último item da lista que realmente vem sendo prometido pelo estúdio para ganhar uma versão em live-action. Ao que tudo indica, os demais filmes citados na lista acima são os próximos a aportar nos cinemas ou na Disney+ em versão de carne e osso (e CGI). Assim como ‘Moana’, ‘Enrolados’ é um dos mais recentes, datando de 2010. Ou seja, um filme com 15 anos de estreia. Seja como for, a versão de Rapunzel da Disney encantou plateias e segue fazendo sucesso até hoje.

Enrolados’ é uma versão moderna e empoderada de Rapunzel, que usa de bastante humor. O longa também possui um diretor vinculado ao projeto, este sendo o cineasta Michael Gracey, dos ótimos ‘O Rei do Show’ (2017) e ‘Better Man – A História de Robbie Williams’ (2024). Resta saber se assim como ‘Moana’, o live-action irá repetir Mandy Moore como a protagonista – ou será que a atriz já passou da idade para isso.

A Princesa e o Sapo

A Princesa e o Sapo’ marca não apenas um, mas dois marcos para a Disney. O primeiro e mais importante é que o filme traz a primeira princesa negra de uma animação da casa. Uma pena que tenha demorado nada menos que 72 anos para isso. Além disso, também seria a última animação no estilo tradicional da casa, ou seja, uma animação “desenhada à mão”. Embora tenha sido lançada em 2009, ‘A Princesa e o Sapo’ é uma ótima pedida para se transformar em live-action e poderia ser o primeiro remake do estúdio com um clima mais de terror.  Essa não está engatilhada, mas o que está é uma série em animação da protagonista Tiana para a Disney+.

A Espada era a Lei

A Disney já transformou as histórias mais icônicas da cultura mundial em animações. Além de Robin Hood, a lenda do Rei Arthur também foi tópico de uma de suas animações. O título aqui é ‘A Espada era a Lei’, que mostra um jovem humilde chamado Arthur, conseguindo tirar a espada Excalibur presa em uma rocha (ou bigorna) e se tornando o Rei da Inglaterra. Esse é um dos grandes folclores do país. A história ainda conta com o mago Merlin, é claro. Seria legal para vermos a infância do Rei Arthur em uma aventura medieval em grande estilo, com produção da Disney, que difere um pouco dos contos de princesas. O filme original foi lançado em 1963 e se tornou um dos mais obscuros da casa.

Pocahontas

Outro que quase não é mencionado nos dias atuais, e parece ter sido meio que varrido para debaixo dos panos é ‘Pocahontas’. Acontece que nesta época, o estúdio já começava a lançar suas animações em 3D e a mudar a indústria do gênero – a estreia de ‘Toy Story’ foi no mesmo ano. Assim, ‘Pocahontas’, um filme mais dramático e histórico, com elementos realistas e menos fantasiosos, não fez o sucesso esperado, ainda mais levando em conta que seguiu fenômenos como ‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera’. Fora isso, hoje é visto como um filme meio problemático em sua interpretação dos povos originários e sua relação com o homem branco – nada que não pudesse ser adaptado à visão de hoje.

Atlantis, o Reino Perdido

Por falar em produções que não atingiram o sucesso esperado em sua época de lançamento, ‘Atlantis’ também sofreu com o advento das animações em 3D geradas por computadores. O longa foi lançado em 2001, mesma época de ‘Monstros S.A.’. Aventura à moda antiga, essa foi a tentativa da Disney de adentrar no gênero da ficção científica também, mostrando um grupo de aventureiros desbravando o reino mítico de Atlantis, o reino submarino. Anos depois o filme ressurgiu como cult, apreciado pelos fãs do gênero. Isso daria um impulso a mais para uma versão com atores de carne e osso, e poderia seguir mais ou menos um padrão dos filmes Marvel, um filme de aventura e ação para toda a família.

O Caldeirão Mágico

Finalizando a matéria, temos o que é provavelmente o filme mais cult e sombrio da história das animações da Disney. Os anos 80, embora sejam conhecidos como o berço do cinema blockbuster, que mudaria para sempre a forma como os filmes seriam vistos, trouxe também uma época de muito azar para um dos maiores estúdios de Hollywood. Bem, ao menos para suas animações. A Disney criava no período dois selos para seus filmes com atores de carne e osso, filmes mais adultos: a Touchstone Pictures e a Hollywood Pictures, que lançaram muitos filmes de sucesso.

Mas para as animações da criançada, o estúdio amargava uma fase sombria, de fracassos, até o lançamento de ‘A Pequena Sereia’ (1989). Um destes fracassos é a animação mais sombria da Disney, ‘O Caldeirão Mágico’ (1985), uma aventura medieval, com bruxos, magia, criaturas e um vilão arrepiante. Resta saber se a Disney atual teria coragem de levar algo assim, mais intenso, para as telonas em versão de carne e osso.

‘Lovecraft Country’: Michael Kenneth Williams entra para o elenco da série de terror de Jordan Peele

Michael Kenneth Williams entrou para o elenco de ‘Lovecraft Country’, nova série da HBO produzida por J.J. Abrams (‘Lost‘, ‘Star Wars‘) e Jordan Peele (‘Corra!‘).

O ator vai interpretar Montrose Freeman, pai de Atticus. Teimoso e cheio de segredos, ele sempre acreditou que você não pode viver em um mundo de fantasia, e é por isso que ele despreza os romances de seu filho. A maioria dos livros em sua prateleira são não-ficção, história e teoria política. Os caras do bar local o chamam de comunista, mas hoje nós o chamamos de consciente.

O elenco também inclui Jurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku, Jonathan Majors e Courtney B. Vance.

Jordan Peele será o produtor executivo da série.

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

A produtora de PeeleMonkeypaw Productions, trabalhará em parceria com a Bad Robot, de J.J. Abrams, e com a Warner Bros Television para realizar a série.

Em uma entrevista ao site Deadline, a roteirista comentou sobre o entusiasmo de trabalhar na nova série antológica:

“Quando eu li ‘Lovecraft Country’ pela primeira vez eu soube que ele tinha potencial para ser diferente de tudo na televisão. JordanJ.J.Bad RobotWarner Bros. e HBO estão todos no ramo para empurrar os limites quando se trata de narrativa e eu estou além de empolgada para trabalhar com eles nesse projeto.”

A estreia na TV está prevista para 2019.

‘Descendentes 3’: Celia, filha do vilão em ‘A Princesa e o Sapo’, é destaque em novo trailer; Assista!

‘Descendentes 3‘ ganhou um novo trailer, destacando a vilã Celia, filha do vilão da animação ‘A Princesa e o Sapo‘.

Confira:

Kenny Ortega, que dirigiu os dois primeiros filmes, retorna à direção.

Dessa vez, Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) retornam à Ilha dos Perdidos para recrutar um novo grupo de descendentes para salvar os habitantes de Auradon.

O elenco inclui Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

O filme estreia no Disney Channel em 2019, no verão norte-americano!

‘Dark Harvest’: Diretor ’30 Dias de Noite’ vai comandar novo terror para a MGM

De acordo com Deadline, o cineasta David Slade (‘30 Dias de Noite‘) vai dirigir o terror ‘Dark Harvest‘, baseado no livro homônimo escrito por Norman Partridge, para a MGM.

Michael Gilio é responsável pelo roteiro da adaptação.

Confira a sinopse:

“Ambientado durante o Halloween de 1963, em uma pequena cidade de Midwestern, adolescentes ansiosamente se enfrentam com a faca de açougueiro empunhando o Garoto Outubro. Tanto o caçador quanto a caça, o Garoto Outubro é o prêmio em um ritual anual de vida e morte. Um adolescente, Pete McCormick, sabe que matar o Garoto Outubro é sua única chance de escapar de sua cidade sem futuro. Mas, antes que a noite acabe, Pete ficará cara a cara com o terror – e descobrirá o verdadeiro segredo aterrorizante do Garoto Outubro.”

Novas informações devem sair em breve.

‘A Lenda de Candyman’: Diretora revela o que irá diferenciar o vilão do reboot

Em entrevista ao Slash Film, a diretora Nia DaCosta falou sobre o novo ‘A Lenda de Candyman‘, afirmando que se aprofundar na evolução do antagonista no decorrer do longa, ao contrário dos filmes anteriores.

“No filme original, ele já é um monstro completamente formado. Neste filme, nós queríamos apresentar uma lenta progressão. É tipo quando você vê uma mancha na pele e pensa: ‘Eu deveria ir ao médico? Não, provavelmente não é nada’. Mas, nesse caso, não é algo que desaparece. Nós queríamos essa sensação.”

Ela completa, “Se alguém for para casa após assistir esse filme e começar a ficar preocupado com uma mancha, caroço ou mordida de mosquito, então eu fiz meu trabalho certo. Eu queria entrar na mente do público e deixá-los perturbados, fazendo-os se identificar com a progressão psicológica do protagonista.”

Depois de ser removido do calendário de lançamentos da Universal Pictures no mês passado, o reboot finalmente ganhou uma nova data de estreia e chegará aos cinemas no dia 27 de agosto de 2021.

Vale lembrar que o longa será para maiores de 18 anos (rated-R) devido a “violência sanguinolenta e linguagem que inclui referências sexuais”. Além disso, o site também afirma que certos territórios lançarão a obra sob o título de ‘Say My Name’ devido a uma falta de familiaridade com a saga cinematográfica.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘Good Trouble’: Novos dramas no trailer da segunda metade da 3ª temporada; Assista!

O Freeform divulgou o trailer da segunda metade da 3ª temporada de ‘Good Trouble‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 14 de julho.

Criada por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige, a série é um spin-off de ‘The Fosters‘.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Maia Mitchell e Cierra Ramirez estrelam. Zuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence completam o elenco.

‘A Mulher do Viajante no Tempo’: Adaptação da HBO ganha trailer LEGENDADO; Assista!

HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘A Mulher do Viajante no Tempo‘ (The Time Traveler’s Wife), adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger.

Confira:

A produção irá estrear no serviço de streaming em maio de 2022.

Rose Leslie (‘Game of Thrones’) e Theo James (‘Divergente’) estrelam a produção. Desmin BorgesNatasha Lopez completam o elenco.

O roteiro foi escrito por Steven Moffat (‘Doctor Who’). David Nutter (‘Game of Thrones’) foi responsável pela direção de todos os seis episódios.

Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre‘. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.

‘Brincando com Fogo’: Pegação, drama e romance no trailer da 4ª temporada

A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada do reality show ‘Brincando com Fogo‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 7 de dezembro.

No programa, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.

‘Feriado Sangrento’: Trailer completo do novo terror de Eli Roth será lançado amanhã; Confira o cartaz!

O slasher ‘Feriado Sangrento‘ (Thanksgiving), próximo terror do diretor Eli Roth (‘O Albergue’), ganhou um novo cartaz.

Além disso, foi confirmado que o trailer completo será lançado amanhã (4).

Na trama, depois que um incidente durante a Black Friday termina em tragédia, um misterioso assassino inspirado no Dia de Ação de Graças aterroriza uma cidade em Massachusetts – que é considerada o berço do infame feriado.

Confira o cartaz:

O novo terror do Eli Roth (‘O Albergue’) chega no Brasil dia 16 de novembro.

Nos EUA ele chega um dia depois, em dia 17 de novembro – bem a tempo do Dia de Ação de Graças, que é o feriado onde a história do terror será situada.

Vale lembrar que o projeto nasceu como um trailer falso para Grindhouse, que conta com os filmes ‘Planeta Terror‘, de Robert Rodriguez e ‘À Prova de Morte‘, de Quentin Tarantino, como uma sessão única.

Patrick Dempsey, Addison Rae, Jalen Thomas Brooks e Nell Verlaque estrelam a produção.

Roger Birnbaum e Roth irão servir como produtores, com roteiro assinado por Jeff Rendell.

Ridley Scott revela por que não dirigiu as sequências de ‘Alien’ e ‘Blade Runner’

Em entrevista ao Vanity Fair, Ridley Scott (‘Prometheus’) revelou por que não retornou à direção de dois grandes sucessos de sua carreira: ‘Alien, o 8º Passageiro‘ e ‘Blade Runner‘.

O diretor confirmou que não teve escolha e sequer foi convidado para comandar as continuações. Por ainda ter lançado os filmes no começo de sua carreira e sem um nome conhecido em Hollywood, o cineasta afirmou que o destino das franquias saiu de seu controle.

“Sou o criador de duas franquias de sucesso. A maioria dos diretores em Hollywood – pelo menos do meu nível – não abriria mão delas. ‘Alien, o 8º Passageiro’ foi o segundo filme que eu dirigi, então não tive muita escolha [em comandar a sequência]. E ‘Blade Runner’ foi o meu terceiro. Então, também não tive escolha, porque tinha colaboradores muito difíceis. Foi o meu ‘bem-vindo à Hollywood’.”

O cineasta revelou que nunca foi convidado para comandar as sequências: “Você pode imaginar que eu não fiquei feliz [em ser afastado da direção]. Eu era muito ingênuo. Eu deveria ter dirigido as sequências de ‘Alien’ e ‘Blade Runner’. Você acaba mudando com o decorrer dos anos. Naquela época, eu também não queria ficar fazendo as mesmas coisas. Então o James Cameron assumiu a direção – e depois veio o David Fincher – em ‘Alien’.”

Vale lembrar que Scott retornará ao comando de Gladiador 2, que está programado para estrear no dia 14 de novembro.

Confira as primeiras imagens oficiais:

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A sequência segue o sobrinho do Imperador Commodus, Lucius Verus (Paul Mescal), o ex-herdeiro do Império. Ele é filho de Lucilla (Connie Nielsen) e foi interpretado por Spencer Treat Clark no primeiro filme. Há aproximadamente 15 anos, Lucius vive “no deserto”, sem nenhuma ligação com sua mãe, que pensa que ele pode estar morto.

Revoltado com o sistema e com as injustiças, Lucius é influenciado pela morte do seu ídolo, Maximus (Crowe), e decide se tornar um Gladiador. Ele é treinado pelo personagem de Denzel Washington, um ex-comerciante de escravos que se tornou rico e que guarda rancor dos imperadores. 

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Confira o divertido teaser de ‘Overcompensating’, nova comédia LGBTQ+ do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro teaser da série ‘Overcompensating‘, comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 15 de maio.

A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.

O elenco ainda conta com Wally Baram, Mary Beth Barone, Adam DiMarco e Rish Shah.

Urso assassino ataca no trailer de ‘Grizzly Night’, terror baseado em história REAL

O terror ‘Grizzly Night‘, baseado em eventos reais envolvendo brutais ataques de urso na década de 60, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma guarda florestal novata enfrenta uma noite aterrorizante de ataques de ursos pardos, liderando sobreviventes isolados em meio ao caos e ao medo em uma luta que muda para sempre a visão da América sobre a natureza selvagem.

Em 12 de agosto de 1967, dois ataques fatais de ursos pardos ocorreram a nove milhas de distância um do outro no Parque Nacional Glacier, em Montana.

O elenco conta com Charles EstenOded FehrLauren CallJoel JohnstoneJosh ZuckermanMatt LintzAli SkovbyeSophia GrayBrec BassingerJack Griffo.

Burke Doeren faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro assinado por Katrina Mathewson & Tanner Bean (‘Dexter: Resurrection’).

O terror será lançado em VOD pela Saban Films no dia 30 de janeiro.

‘Vida’: Video traz detalhes da ficção científica estrelada por Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds

Vida‘ (Life), estrelado por Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson e Ryan Reynolds, ganhou um novo vídeo, que traz alguns detalhes científicos por atrás da produção da ficção científica.

Experts como o geneticista Dr. Adam Rutherford comentam aspectos ligados à Marte e que também são trazidos para o filme.

Confira, sem legendas:

 

Vida conta a história da tripulação de seis membros da Estação Espacial Internacional, que está na vanguarda de uma das descobertas mais importantes da história humana: a primeira evidência de vida extraterrestre em Marte. Como a tripulação começa a realizar pesquisas, seus métodos acabam tendo conseqüências não esperadas e a forma de vida prova-se ainda mais inteligente do que eles esperavam.

Ryan Reynolds fará uma participação especial, que será fundamental para o andar da narrativa.

Vida‘ é uma trama original criada por Rhett Reese e Paul Wernick, as grandes cabeças por trás do roteiro de ‘Deadpool‘.

Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível – Nação Secreta‘) está confirmada no principal papel feminino.

O elenco ainda têm Olga Dihovichnaya, Ariyon Bakare e Hiroyuki Sanada (‘47 Ronins‘, ‘Wolverine – Imortal‘).

A direção é de Daniel Espinosa (‘Protegendo o Inimigo‘), sendo este seu primeiro grande trabalho.

Vida‘ tem previsão de estreia para 23 de março no Brasil.

‘The Walking Dead’: Nova imagem insiuna mordida em personagem; Confira!

A AMC divulgou uma nova imagem do episódio “How It’s Gotta Be”, de ‘The Walking Dead’, que marca a mid-season da 8ª temporada.

O episódio vai ao ar na madrugada (novo horário, 00h30) do dia 10 para o dia 11 de dezembro, na Fox. A série retorna em 11 de Fevereiro de 2018.

Confira:

‘The Walking Dead’: Gravações da 8ª temporada já estão encerradas

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

‘The Walking Dead’: Internet reage à triste morte de [SPOILER]

A 8ª temporada está atualmente sendo exibida no canal Fox.

Novo ‘Space Jam’ não será uma sequência, afirma LeBron James

Após a divulgação da primeira imagem oficial do novo ‘Space Jam‘, a produção já tem sido tratada como uma sequência do original estrelado por Michael Jordan e lançado em 1996.

No entanto, segundo o The Hollywood Reporter, a produção não será uma continuação. A publicação pontua que tanto LeBron James como seu empresário, Maverick Carter, declararam a afirmação. Considerando a notícia, isso faz do novo ‘Space Jam‘ um reboot.

Além disso, a dupla afirmou que está apostando no sucesso do filme, esperando que ele conquiste o público e garanta algumas sequências.

 

A produtora de James, Spring Hill Entertainment, divulgou a primeira imagem promocional – que inclui o produtor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), James, Terence Nance e Pernalonga.

Andrew Dodge (‘Palavrões’) roteiriza.

O original foi lançado em 1996 e era estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo.

Space Jam 2‘ estreia em 2019.

‘Nobody’: Bob Oderick vai estrelar filme escrito pelo roteirista de ‘John Wick’

O astro de ‘Better Call Saul‘ e ‘Breaking Bad‘, Bob Oderick, vai estrelar o filme de ação ‘Nobody‘, escrito pelo mesmo roteirista de ‘John Wick‘, Derek Kolstad.

Na trama, o ator interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido pos aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

Nobody‘ é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘. O longa de ação é produzido por Oderick, ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e por David Leitch (‘Deadpool 2′ e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’).

Nobody‘ estreia dia 14 de agosto de 2020.

Fãs teorizam que Pietro, o Mercúrio, pode voltar em WandaVision

Uma das séries mais aguardadas do ano, ‘WandaVision‘ está gerando uma série de burburinhos em relação ao possível retorno do seu irmão, Mercúrio, para a trama. 

As especulações por parte dos fãs começaram quando o nome do astro Evan Peters apareceu entre os membros do elenco da série.

Rapidamente, a sua elogiada versão do Mercúrio feita para a Fox passou a ser associada ao MCU, com muitos teorizando que o ator poderia reassumir o personagem, que na versão da Marvel Studios, havia sido protagonizado por Aaron Taylor-Johnson.

No Twitter, as teorias sobre o retorno de Peters como Mercúrio estão cada vez mais crescentes.

Confira as reações:

Assista ao trailer dublado:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

[EXCLUSIVO] ‘Um Ninho para Dois’: Roteirista fala sobre a EMOCIONANTE dramédia da Netflix com Melissa McCarthy

A comédia dramática ‘Um Ninho para Dois’ (The Starling), estrelada por Melissa McCarthy, teve a sua estreia nesta sexta-feira (24) na Netflix.

E a nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade EXCLUSIVA de entrevistar o roteirista do longa, Matt Harris, durante o Festival de Toronto 2021.

Ao longo do bate-papo, Harris falou sobre a oportunidade de trabalhar com a atriz indicada ao Oscar e refletiu sobre como o filme é um alívio de esperança para os tempos de pandemia.

Assista a entrevista:

A narrativa gira em torno de um casal (vivido por McCarthy e Chris O’Dowd) que sofre uma tragédia inexplicável. O personagem de O’Dowd sai de casa para lidar com o luto, enquanto a de McCarthy fica para trás, buscando conforto em seu jardim. Então, um gigante estorninho (que empresta seu nome ao título do filme) começa a atacá-la e a destruir o jardim. Para determinar a fonte desse estranho pássaro e como pará-lo de uma forma humana, ela se junta a um veterinário e psiquiatra (Kevin Kline) para ajudá-la.

Assista ao trailer:

Timothy OlyphantSkyler GisondoRosalind ChaoKimberly QuinnDaveed DiggsLaura Harrier e Loretta Devine completam o elenco.

Esse é o retorno de McCarthy para o gênero do drama. Sua última incursão foi o aclamado ‘Poderia Me Perdoar?’, cuja performance lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O longa é dirigido por Theodore Melfi (‘Estrelas Além do Tempo’) e assinado por Matt Harris.

‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada conquista mais de 17 milhões de visualizações em apenas quatro dias

A terceira temporada de ‘Ginny & Georgia‘ estreou com força total na Netflix. Lançada no dia 05 de junho, a nova leva de episódios conquistou 17,6 milhões de visualizações em apenas quatro dias (entre 2 e 8 de junho), tornando-se o título de TV em inglês mais assistido da semana na plataforma.

O impacto da nova temporada também reacendeu o interesse do público pelas anteriores: a primeira temporada apareceu na sexta posição do Top 10 semanal, com 3 milhões de visualizações, enquanto a segunda ocupou o nono lugar, com 2,5 milhões. O dado comprova que novos episódios continuam sendo um importante motor de reengajamento para séries já conhecidas.

O único título a superar ‘Ginny & Georgia’ na semana foi o filme ‘Até a Última Gota‘, de Tyler Perry, que liderou a lista de filmes em inglês com impressionantes 25,3 milhões de visualizações.

Na sequência do ranking de séries, ‘Dept. Q‘ conquistou a vice-liderança com 8,9 milhões de visualizações, um crescimento em relação à semana anterior, quando havia estreado com 6 milhões. Já ‘Sereias‘ manteve sua força e fechou o pódio com 7,9 milhões de visualizações em sua terceira semana no Top 10.

Com sua mistura de drama familiar, humor ácido e mistério, Ginny & Georgia parece ter encontrado uma fórmula certeira para manter seu lugar entre os maiores sucessos da Netflix — e os números desta nova temporada só confirmam isso.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

‘X-Men: Fênix Negra’: Primeiras fotos mostram os heróis, naves espaciais e a Fênix

A EW divulgou algumas novas fotos inéditas de ‘X-Men: Fênix Negra’, em que mostram o Professor Xavier, Magneto, naves espaciais e o visual da Sophie Turner (Jean Grey) como a Fênix Negra Confira:

 

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) viverá a vilã.

Dois atores que apareceram em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ estão negociando seus retornos em ‘X-Men: Fênix Negra‘. São eles: Evan Jonigkeit (o mutante Groxo) e Gregg Lowe (Ink).

X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.

Crítica | O Processo – Documentário expõe a verdade que você não viu

O gênero documentário, no geral, tem como objetivo contar a verdade, seja absoluta ou manipulada, afinal, a partir do momento em que se coloca a lente de uma câmera sobre um objeto e o documenta, automaticamente sua realidade está sendo alterada, certo? Sendo assim, como então ser honesto à história e relatar exatamente o que aconteceu em um dos momentos mais importantes de um país? Simples, fazendo ‘O Processo’.

A diretora Maria Augusta Ramos teve a difícil (para não falar iluminada!) tarefa de desenvolver um documentário que mostrasse a realidade e os bastidores do que levou ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que durou de 2015 à agosto de 2016, de forma não-imparcial, afinal, sua visão para os fatos é única e exclusivamente para expressar o golpe de estado que o país sofreu e como foi articulado minuciosamente. Difícil e ousado, definitivamente.

Desde seu primeiro segundo em tela, o documentário já mostra de qual lado irá ficar, mas não necessariamente defender, quer agrade à todos ou não, seu objetivo fica claro ao longo das cenas gravadas: “muito do que a mídia mostrou na época pode não ter revelado o que você vai assistir”. E nesse embalo, somos levados à um trabalho preciso, dedicado e muito atencioso de direção, que ressalta cenas cruciais e encaixa perfeitamente os planos captados com as importantes imagens de arquivo, manipulando de forma positiva o que o espectador deve de fato enxergar na história.

As cenas gravadas acrescentam à obra um tom de realidade, concedendo momentos de silêncio necessários, e explicando a cronologia dos fatos através do bom uso de cartelas. Nenhuma cena é espetacular, e nem foram feitas para ser, afinal, a trama já é um monumento por si só. Com isso, a diretora escolhe filmar pequenos planos de estabelecimento e perfeitas metáforas visuais, como a interessante cena do achocolatado envolvendo a advogada Janaína Paschoal, que inclusive “estrela” os momentos mais cômicos e ridículos das gravações.

Ao longo da trama, a risada acaba sendo inevitável, assim como a sensação de raiva e constrangimento. As emoções são levadas ao extremo e nos pegamos aflitos. A falta de entrevistas, diferente de um documentário convencional, torna tudo mais honesto. Aqui, somos como uma pequena mosquinha viajando de sala em sala dentro do Congresso Nacional, observando cada detalhe possível e reformulando os fatos. Essa desconstrução do gênero cria o modelo essencial que a história precisava. Um triunfo desenvolvido na construção do roteiro.

Porém, a maior conquista fica por conta das imagens icônicas de políticos de todos os partidos, expressando suas opiniões sobre os acontecimentos e votando “sim” ou “não” para o impeachment. Maria Augusta Ramos eternizou suas vozes e decisões de uma forma que talvez ninguém antes tenha feito e provando, mais do que nunca, quem possui a sanidade para representar um povo.

Quando essa história polêmica é contada na mídia, até os dias de hoje, existe um cuidado de se manter imparcial, não defender nem a direita e nem a esquerda, mas aqui é diferente e, por isso, tão essencial. Já se esgotou o tempo de se manter em cima do muro. Talvez por isso o documentário tenha despertado a curiosidade de pessoas de outros países e tenha se destacado em festivais como Berlim e Cannes.

No fim das contas, ‘O Processo’ se torna uma obra histórica, com toda sua contemporaneidade, daqueles filmes que serão exibidos nas escolas quando a hora certa chegar. E há de chegar. Afinal, a mentira tem perna curta e a verdade sobrevive através do tempo para ser documentada em um filme como este, que busca te fazer refletir, não apenas sobre a queda de um partido político, como muitos irão enxergar, mas também sobre a essência de um país.

 

5 coisas que decepcionaram no trailer de ‘Titãs’

O trailer da série de heróis mais controversa dos últimos tempos saiu ontem e, pra variar, dividiu muitas opiniões! Titãs estreia ainda em 2018 e promete mais polêmica ainda. Pensando nisso, o CinePOP fez um especial com as 5 coisas que decepcionaram no trailer e também lançaremos os 5 motivos para você defender a série! Então, calma, a defesa chega logo logo. Começamos, obviamente, com a esculhambação! Leia abaixo.

5 motivos para defender ‘Titãs’

1- EXPECTATIVAS

Você, fã de quadrinhos, conhece as histórias por trás do super-grupo, incluindo as polêmicas e casos entre os personagens. Mas no geral, o público conhece os Titãs pelo desenho animado exibido pelo Cartoon Network. E quando o seriado foi anunciado, o público – fanático pelo desenho – foi à loucura e se empolgou! Com as mais altas expectativas, eles receberam cada anúncio e cada foto vazada esperando uma coisa e recebendo outra.  Dá para argumentar que a série não tem que obedecer a nenhum desejo de fã, mas tirando pelo histórico recente da DC (anunciar Zack Snyder como “mente por trás do DCU”, Ben Affleck como Batman, Jared Leto como Coringa), é um tiro no pé não buscar preencher expectativas.

2- NÃO SÃO JOVENS!

Seguindo o argumento dos fãs conhecedores do desenho como grande maioria, colocar os Jovens Titãs com idades adultas, com exceção da Ravena, que é realmente jovem, deixou todo mundo com um pé atrás. A série já não conta com o Ciborgue, um dos personagens favoritos dos fãs. Colocar os personagens adultos tira muito do brilho e do carisma que tanto chamou atenção das crianças e jovens ao redor do mundo.

3- EFEITOS VISUAIS!

Os efeitos visuais estão péssimos! Quando vazaram as fotos de bastidores e grande parte da internet caiu matando em cima delas, alguns fãs vieram defender, pedindo para esperar sair um vídeo oficial para julgar. O vídeo saiu e estamos julgando! Os efeitos são horríveis! E não dá para dizer que a culpa é por conta do baixo orçamento em séries. Por favor, né? Flash, também da DC, apresentou um homem tubarão feito completamente em CGI! É falta de cuidado ou até mesmo de fé na produção!

4- PARA MAIORES!

A DC está adentrando no mercado de série para maiores de idade. A Marvel conseguiu brilhar nesse formato com Demolidor e Jessica Jones, personagens com histórias mais adultas. Jovens Titãs, não. O grupo passou a última década servindo de inspiração para as crianças e os jovens, que assistiam Jovens Titãs e Jovens Titãs Em Ação. Talvez a melhor maneira para entrar nesse mercado não fosse com personagens cujo fandom atualmente é de crianças e jovens adultos. A série Krypton, por exemplo, parecia muito mais propensa a isso.

5- CARACTERIZAÇÃO!

Meu Deus, eles conseguiram descaracterizar TODO MUNDO! Tirando o visual do Robin, NADA parece ser de Jovens Titãs. O Mutano está parecendo o Yudi, a Ravena só falta sair por aí falando de boleto e litrão barato, a Estelar está com uma aparência MUITO velha e o Robin… Anunciaram o Dick Grayson, mas a personalidade está MUITO MAIS para Jason Todd. “Fuck Batman”? Serião?

Filmes como Guardiões da Galáxia (1 e 2), e séries como Black Mirror já mostraram como maquiagem faz milagres! Vimos pessoas rosas, azuis e verdes de maneira crível! Vimos rejuvenescimentos impressionantes baseados em maquiagem + CGI. Dá pra fazer algo legal, mas parece que a própria DC não quer que dê certo.

E vocês, estão ansiosos para Titãs?

Crítica | Cavaleiros do Zodíaco – Reboot do Anime Não Empolga, Mas É Recheado de Memes

Estamos na era em que nada se cria, tudo se refaz. Isso tem acontecido com quase todas as franquias, e não demorou para chegar ao clássico anime japonês ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’, que tanto sucesso fizera nos países ocidentais durante os anos 1990. A história escrita e ilustrada por Masami Kurumada, publicada originalmente no formato de mangás, contava as aventuras de cinco jovens japoneses que se aperfeiçoavam em técnicas de lutas ao ponto de se tornarem cavaleiros, designados para proteger a deusa Atena em todas as circunstâncias – e isso significava viajar para a Grécia e travar batalhas com homens muito mais fortes e experientes que eles, ao mesmo tempo em que cada um ia amadurecendo emocional e fisicamente a cada golpe recebido, construindo laços de amizade que iam se solidificando a cada episódio. Porém, no reboot trazido pela Dona Netflix, tudo isso se perde.

A bem da verdade, os 6 episódios curtinhos tem diversos pontos insatisfatórios, a começar pelo traço – tão característico dos animes japoneses, com linhas retas, cabelos espetados e olhos grandes -, que desapareceu completamente ao ganhar um ar mais ocidental, apresentando os jovens com rostos mais redondos, em estilo 3D (o que seria bacana, nada contra) e movimentos duros e lentos, característicos dos jogos de videogame. A ocidentalização (ou deveríamos dizer americanização?) da história vai além, desconstruindo o tempo da narrativa (na história original o espectador não tinha noção de em que época a história ocorria, por causa dos cenários e da temática de Grécia Antiga, que davam uma ideia de passado), fazendo coexistir os cavaleiros de Atena com armas de fogo. Sério. Para os fãs, fica difícil ver o Seya se defendendo de tiros de metralhadora ou andando de skate e olhando um celular.

Mesmo se tudo isso for deixado de lado e assistirmos ao reboot como quem entra nessa história pela primeira vez, os problemas continuam. O roteiro dá inúmeros saltos na narrativa, confundindo o espectador. Hora Seya está saindo da ilha onde realiza seu treinamento, e, no capítulo seguinte, está sendo expulso de um local que você nem entende onde ele está ou como foi parar lá (até ser explicado, daí você entende que houve um salto de tempo que não foi adereçado na história). Sem contar o laço de amizade eterna entre Seya, Shiryu, Hyoga e Shun que, literalmente, é criado em meia hora. Eu hein.

Apesar de tuuuuudo isso, é legal rever a história que tanto amamos no passado reaparecer para as novas gerações. Isso possibilitou, por exemplo, uma certa aliviada nos diálogos (quem viu a versão anterior lembra do tom dramático constante das falas, quase sempre terminando em tragédia). Em outras palavras: a nova tradução optou por construir as falas inserindo memes que o espectador facilmente reconhecerá (“sabe de nada, inocente!”), e isso aumenta o tom de comicidade dos diálogos (afinal, gente, é só um desenho né?). Destaque para o novo Hyoga (dublado por Francisco Bretas), completamente sem paciência e, justamente por isso, se tornando o alívio cômico do grupo.

Para quem acompanhou o retorno da série em 2003 pelos estúdios Álamo, a boa notícia é que o mesmo time de dubladores que emprestou suas vozes aos personagens naquela época volta a dublar o reboot da série, com exceção de Shun, dessa vez com a voz de Ursula Bezerra, por motivos óbvios (explicado no segundo episódio).

De um modo geral o reboot é bacaninha, apesar de tudo. Serve bastante para relembrar a saga e despertar o interesse pela versão em 2D. Até porque, nem a música tema original está mais presente. Ou seja, o reboot traz a mesma história, porém, completamente diferente.