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‘Day Drinker’: Johnny Depp estrelará novo filme do diretor de ‘O Espetacular Homem-Aranha’

De acordo com o Deadline, Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’) foi confirmado no elenco de ‘Day Drinker‘, novo filme do diretor Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

Penélope Cruz (‘Bandidas’) também estrelará a produção.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também marcará sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

Lionsgate é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘F1’ supera MEIO BILHÃO mundialmente e entra para o TOP 7 das maiores arrecadações do ano

Após surpreender em sua estreia nas telonas, o longa ‘F1‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 7 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M), ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$605.9M) e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ (US$591.9M).

Além disso, seu desempenho representa a maior bilheteria da história para um filme original da Apple, superando produções populares como ‘Assassinos da Lua das Flores‘ (US$158M) e ‘Napoleão‘ (US$221M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 165.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 344.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 509.6 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$35.8M), Reino Unido (US$24.4M), França (US$18.7M), México (US$18.1M) e Austrália (US$15.3M).

Vale lembrar que o filme registrou US$ 144 milhões em sua estreia global, tornando-se o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

‘F1’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Passageiro do Mal’: Novo terror do diretor de ‘A Autópsia’ será para MAIORES por “violência extrema”

O terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo filme do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore e linguagem”.

Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Seus outros projetos com o estúdio também incluem ‘Primate‘ e ‘Familiar‘.

Novas informações sobre ‘Passageiro do Mal‘ devem ser divulgadas em breve.

Assista ao trailer do terror sobrenatural ‘House By The Lake’

O terror ‘House By The Lake’ ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Adam Gierasch, a produção traz a história da família Morgan, que decide sair de férias para reconstruir os laços amorosos.

No entanto, a pequena filha autista se fecha em seu próprio mundo ao se relacionar com uma amigo imaginário que parece mais real do que nunca. Sua proximidade com ele acaba gerando uma tensão obscura no seio familiar.

Escrito por Josh Burnell,House By The Lake’ é estrelado por James Callis (‘Battlestar Galactica’), Anne Dudek (‘Mad Men’), Amiah Miller (‘Clementine’), and Michael Bowen (‘Breaking Bad’).

 

‘Beast’: Suspense com romance sombrio ganha nova imagem

Descrito como um conto de fadas adulto e sombrio, o suspense psicológico, ‘Beast‘, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Beast gira em torno de uma comunidade em uma pequena ilha, onde uma problemática jovem se apaixona por um misterioso forasteiro que a ajuda a se libertar de sua família opressora. Quando ele se torna suspeito de uma série de brutais assassinatos, ela o defende a todo custo e, no processo, acaba descobrindo do que é capaz.”

Michael Pearce dirige. Johnny Flynn e Geraldine James estrelam.

‘Killing Eve’: Elenco estampa belo ensaio fotográfico; Confira!

A 2ª temporada da aclamada série ‘Killing Eve‘ está próxima de sua estreia e para celebrar o vindouro retorno da produção, a dupla de protagonistas Sandra Oh e Jodie Comer estrelou um belo ensaio fotográfico pela revista EW, além de estampar a mais nova edição da publicação.

Confira:

https://youtu.be/KdN4_X850ag

O novo ano estreará no dia 7 de abril nos EUA.

A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

 

 

 

Albert Uderzo, criador de ‘Asterix e Obelix’, morre aos 92 anos

Um dos co-criadores dos quadrinhos ‘Asterix‘, Albert Uderzo, faleceu aos 92 anos. O anúncio fora feito pela família do artista francês.

A causa da morte teria sido um ataque cardíaco. Segundo o genro de Uderzo, “ele faleceu enquanto dormia em sua casa, em Neuilly, em virtude de um ataque cardíaco que não possui nenhum tipo de ligação com o coronavírus. Ele já estava cansado há semanas“. A informação compartilhada à imprensa francesa (via ComickBook).

O famoso guerreiro Asterix se tornou um ícone da cultura popular francesa, alcançando o restante do mundo em histórias em quadrinhos divertidas feitas para o público infantil.

Co-criado com René Goscinny, a trama é baseada no povo gaulês e em grande parte no tempo do seu grande chefe guerreiro Vercingetorix. Após o falecimento de Goscinny em 1977, Uderzo prosseguiu com o trabalho.

Com mais de 370 milhões de volumes de quadrinhos, Asterix também participou de 11 filmes, além de ter tido suas próprias animações.

 

 

 

Jahmil French, ator da série ‘Degrassi’, morre aos 29 anos

O ator Jahmil French, mais conhecido por ter estrelado a popular série ‘Degrassi: The Next Generation‘, faleceu na última segunda-feira (01), aos 29 anos de idade. A causa da morte ainda não foi revelada.

A informação foi confirmada ao portal EW, por meio do representante do astro. Mediante um comunicado oficial, ele declarou:

“É com o coração pesado que confirmo o falecimento de um querido amigo e cliente Jahmil French. Ele será lembrado por muitos por sua paixão pelas artes, seu compromisso com seu ofício e sua personalidade vibrante. Eu peço para que mantenham sua família e amigos em seus pensamentos e orações neste momento difícil”.

French interpretou Dave Turner na famosa série dramática teen ‘Degrassi‘, entre os anos 2009 e 2013. Além disso, ele também protagonizou a produção original da Netflix, ‘Trilha Sonora‘, cuja primeira temporada foi lançada em dezembro de 2019, mas que fora cancelada por falta de audiência.

Vale lembrar que a série inicialmente havia sido desenvolvida para a FOX, mas ela rejeitou o projeto e o serviço de streaming acabou dando uma chance, encomendando uma temporada completa. Infelizmente, a produção não vingou.

A série foi criada por Joshua Safran.

Na trama, dois artistas batalham para entrar no ritmo e vivem a vida a todo volume em Los Angeles.

O elenco conta com Paul James, Callie Hernandez, Marianne Jean-Baptiste, Jenna Dewan e Jahmil French.

Crítica Netflix | Spiderhead: Thriller sci-fi com Chris Hemsworth e Miles Teller começa bem, mas vira uma farofa pseudo intelectual

Discussões relacionadas ao sistema prisional são antigas e já renderam produções excelentes dos mais diversos gêneros, do brasileiro Carandiru ao norte-americano Laranja Mecânica, passando pelo senegalês Noite de Reis. E entre metáforas sobre comunidade e análises profundas a respeito de diversos modelos carcerários e métodos nada ortodoxos de correção de caráter, há sempre um debate relacionado aos limites quanto ao abuso de autoridade bem como à rejeição dos direitos básicos de um detento.

Explorando a linha tênue que separa a ética da imoralidade, esses e tantos outros longas tentam confrontar a audiência, jogando nela a responsabilidade de uma resposta sobre esse assunto. Spiderhead tenta a mesma proposta, sob uma ótica mais sci-fi. Mas nem toda sua boa intenção abafa o fato de que ao final de suas quase duas horas, a jornada ainda assim foi tão inútil quanto as tentativas do seu vilão.

Aqui Chris Hemsworth dá vida a um genial (e genioso!) empresário, dono de uma indústria farmacêutica poderosa. Criando uma espécie de cadeia laboratorial, ele realiza testes em detentos voluntários – que são diariamente submetidos a análises sob o efeito de drogas misteriosas. Jovem e ambicioso, ele é uma óbvia caricatura do gênio Geek contemporâneo. Milles Teller e Jurnee Smollett são algumas de suas cobaias, que tentam superar os erros do passado, se submetendo ao insano experimento.

E embora sua premissa original seja interessante, Spiderhead perde seu fôlego muito rapidamente. Com um primeiro ato intrigante e bem elaborado, o longa consegue fazer a audiência comprar sua proposta, prometendo um nível de profundidade que – infelizmente – é incapaz de suprir. Abrindo mão das discussões iniciais inflamadas em sua primeira hora, o diretor Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick) e a dupla de diretores Rhett Reese e Paul Wernick (Zumbilândia e Deadpool) se perdem e reduzem a essência do filme, que é muito boa, a um raso argumento sobre a pura e inexplicada necessidade de controle.

Com Chris Hemsworth se esforçando muito em uma atuação um tanto engessada, o thriller dramático tem potencial, usa a ficção científica como parte de seu alicerce, mas ainda assim é incapaz de trazer uma substancialidade genuína para a narrativa, se tornando uma farofa pseudo intelectual simplista. Deixando o público à deriva, à espera de um filme que definitivamente não vem, Spiderhead é uma oportunidade perdida que já se aninha na enorme e empoeirada estante de péssimos originais Netflix, que serão esquecidos na imensidão de títulos disponíveis na plataforma.

De ‘Meu Pai’ a ‘Diário de Uma Paixão’ | 6 Filmes Comoventes sobre Alzheimer

Indicados ao Oscar por interpretações acachapantes e roteiros comoventes, os filmes sobre o Alzheimer colocam em evidência uma doença devastadora e o sofrimento para todos os envolvidos. Com atuações maravilhosas de Anthony Hopkins e Olivia Colman, Meu Pai conquistou seis indicações ao Oscar 2021 e nos lembrou como a doença já foi representada no audiovisual. Por isso, o CinePOP separou uma lista de seis filmes emocionantes dos últimos 20 anos sobre o assunto. 

Vale lembrar que as demências, como o Alzheimer, afetam profundamente a capacidade de uma vida normal. A explicação científica é que algumas placas se acumulam em torno das células cerebrais e causam a morte celular. Assim, essas lesões ocasionam distúrbios neurocognitivos e o sintoma mais comum é a redução na memória. Uma maneira de aumentar a empatia ao redor do tema é assistir às performances de admiráveis atores a iluminar as agruras da doença. 

Meu Pai (The Father, 2020)

Desencadeador dessa lista, Meu Pai promete conceder o segundo Oscar da carreira de Anthony Hopkins, 30 anos após a vitória na categoria no visceral O Silêncio dos Inocentes (1991). Apenas pela interpretação do veterano, Meu Pai já é uma obra que merece ser vista, compreendida e revisitada. É devastador sentir a confusão, a frustração e o vazio que os lapsos de memória causam Anthony (Hopkins) e a desilusão da sua filha Anne (Olivia Colman). O roteiro e a direção do francês Florian Zeller são atordoantes e nos faz sentir como o protagonista em busca de um refúgio lógico. 

Para Sempre Alice (Still Alice, 2015)

Baseado no romance da neurocientista Lisa Genova, Para Sempre Alice mergulha no drama da linguista Alice (Julianne Moore) ao descobrir a doença degenerativa. A interpretação contundente e emocionante de Julianne Moore lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. O espectador acompanha a preparação dela e de seus familiares para lidar com a doença, ainda mais que sua principal ferramenta de trabalho é a memória. Destaca-se uma angustiante cena em que Alice descobre um vídeo dela para si mesma com recomendações para se matar, caso não se lembrasse mais da gravação. De forma corajosa, ela segue as próprias instruções, mas a cada tentativa ela perde o fio da meada. 

Nebraska (2013)

O filme de Alexander Payne recebeu seis indicações ao Oscar. As performances de Bruce Dern e June Squibb ganharam merecidas indicações também ao Globo de Ouro e ao Bafta. Além dos atores, a fotografia em preto e branco e o roteiro são elementos marcantes neste road movie entre pai (Bruce Dern) e filho (Will Forte) da cidade Billings, em Montana, até Lincoln, no Nebraska. Isso porque o quase octogenário Woody (Dern) acredita veementemente ter ganhado um grande prêmio em dinheiro e precisa ir buscá-lo. A confusão entre a realidade e as suas ideias é a abordagem mais tocante do filme. Assim, Payne fala do Alzheimer em seu ponto inicial, o da desorientação dos pensamentos.

Rugas (Arrugas, 2011)

Premiado no Festival de Annecy – o maior evento de animação do mundo – Rugas é uma coprodução espanhola e estadunidense baseada no laureado comic book de Paco RocaA animação retrata a amizade entre Emílio e Miguel, dois senhores idosos confinados numa casa de repouso. Em fase inicial de Alzheimer, o recém-chegado Emílio é ajudado por seus companheiros a evitar o temido “andar de cima” do asilo, também conhecido como o local das “causas perdidas”. Com humor e ternura, os colegas injetam aventuras ao cotidiano tedioso. Para eles, o lema é enxergar essa vida [com Alzheimer] como um novo começo, embora outros pensem que estejam perto do fim. É triste, mas também fascinante. 

Longe Dela (Away From Her, 2007)

Com grande sensibilidade Sarah Polley (Entre o Amor e a Paixão) trouxe às telas o conto da ganhadora do Nobel de Literatura Alice Munro. Em Longe Dela, Grant Anderson (Gordon Pinsent) sofre com a institucionalização de sua esposa Fiona (Julie Christie) por conta da doença de Alzheimer. Ela parece aceitar mais facilmente o seu destino, enquanto o marido lida com o dilema de perder o afeto da sua amada para outro homem: um cadeirante mudo e paciente do asilo. Com uma nomeação ao Oscar e a conquista do Globo de Ouro, a performance de Julie Christie fica marcada pela inocência dos seus sentimentos incompreendidos pelos olhares alheios. 

Diário de Uma Paixão (The Notebook, 2004)

Amado por uns e detestado por outros, Diário de Uma Paixão é um filme de romance marcante, seja pela apresentação dos jovens Rachel McAdams (Eurovision) e Ryan Gosling (O Primeiro Homem), seja pela emoção do casal de idosos vividos por James Garner (falecido em 2014) e Gena Rowland (Uma Mulher Sob Influência), dirigida pelo seu filho Nick Cassavetes (Mulheres ao Ataque). Sem grandes premiações, o chamariz do filme é ser uma adaptação do escritor Nicholas Sparks. A história de Diário de Uma Paixão é simples, mas é difícil manter-se impassível. Em uma casa de repouso, o residente Duke (Garner) lê para uma senhora que sofre de Alzheimer um romance da década de 1930. No livro, a rica Allie Hamilton (McAdams), de 17 anos, passa as férias de verão em Seabrook, onde conhece o trabalhador local, Noah Calhoun (Gosling), e eles logo se apaixonam.

‘Tomb Raider: A Origem’ ganha diversas fotos inéditas; Vem ver!

‘Tomb Raider: A Origem’ ganhou diversas novas imagens. Confira:

Saiu na internet uma cena completa da sequência de ação da cachoeira, de ‘Tomb Raider: A Origem’, confira:

Vale lembrar que ‘Tomb Raider: A Origem‘ estreia em 16 de março de 2018.

Assista ao novo trailer legendado:

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ terá participação inusitada da Marvel

Por essa ninguém esperava! A animação ‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ terá um cameo de ninguém menos que Stan Lee, conhecido por participar de todos os filmes do universo cinematográfico da Marvel. A confirmação é da Variety.

Ainda segundo o site, na cena em questão, Lee surge do nada e diz:

“Aqui é Stan Lee! Curtam minha aparição sutil! Isto é um filme da DC? Preciso sair daqui!”

‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ conquista 100% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Confira também o primeiro pôster nacional da animação:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, ‘Jovens Titãs em Ação’ (Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

Dica do fim de semana | Filmes ‘Pop’ no Amazon Prime Video

O primeiro fim de semana de 2023 vem acompanhado de uma seleção especial de filmes Pop, aqueles que reúnem qualidades e ostentam um estilo que agrada a todos. E a melhor parte é que selecionamos filmes mais recentes e outros mais antigos, todos disponíveis no Amazon Prime Video. Confira!

Jogador Nº1

Depois de anos apostando em dramas históricos, Steven Spielberg retornou às origens com esse famoso filmão pipoca que reúne a maior quantidade de easter eggs da história do cinema. A história de Jogador Nº1 se passa em um futuro distópico, no qual a sociedade se viciou em um jogo em primeira pessoa que praticamente dita as regras de funcionamento do mundo real. Quando o criador morre, ele promove um concurso de caça a três easter eggs. O primeiro jogador que encontrar os três, herdará o jogo e o controle da empresa. Nesse contexto, um jovem sonhador vai se juntar aos seus amigos para, dentro do jogo, tentar encontrar as referências antes de uma corporação rival que quer encher a realidade virtual de anúncios. Tudo isso em meio a Batmóveis, robôs gigantes e dinossauros.

A Morte Te Dá Parabéns

Tree é uma adolescente popular que vive um trauma pessoal em relação à perda da mãe. Isso não costuma afetar tanto seu dia a dia, mas acaba pesando mais em seu aniversário, quando ela revê o pai e toda a tristeza parece voltar. Porém, um aniversário em especial se torna inesquecível, de forma trágica, já que ela é assassinada por um psicopata usando máscara de bebê. O problema é que em vez de morrer de uma vez, a garota acorda novamente no dia de sua morte. Presa nesse ‘feitiço do tempo’, Tree vai tentar descobrir quem é seu assassino e evitar sua morte definitiva. Mas tem um problema: toda vez que ela morre, retorna um pouco mais lesionada. Será que ela vai conseguir se salvar antes de morrer por acúmulo de lesões? Esse é um daqueles filmes de terror que não se levam tão a sério, o que dá a ele um ar bem Pop. É diversão – meio mórbida, é verdade – purinha.

Questão de Tempo

Lançado há dez anos, esse filme se tornou um clássico instantâneo dos romances Pop. Não a toa ele é o longa ‘água com açúcar’ favorito até mesmo de quem não gosta desse tipo de filme. Também envolvendo viagem no tempo, a história acompanha a vida de um jovem advogado que, ao completar 21 anos, descobre que faz parte de uma antiga linhagem de viajantes do tempo. Como é uma habilidade que apenas os homens de sua família possuem, seu pai conta o segredo e serve como um tipo de tutor, mas sem tentar interferir tanto nas decisões do garoto, que decide usar suas novas habilidades para conseguir uma namorada. No entanto, a viagem no tempo tem suas próprias regras, o que vai obrigar o jovem a desenvolver seu próprio senso de responsabilidade, ainda mais quando questões pessoais começam a ser afetadas por suas viagens.

Meninas Malvadas

Não tem como falar em filme Pop sem citar Meninas Malvadas. O longa que foi lançado como filme adolescente e logo ganhou status de Cult se tornou um fenômeno dentre a geração atual por mostrar de forma divertidamente estereotipada sobre a juventude do final dos anos 1990 e do início dos anos 2000, já abordando de forma divertida alguns tabus da época. A trama acompanha uma jovem (Lindsay Lohan) que foi criada pelos pais em meio a um safari da África e agora vai viver nos EUA, onde vai frequentar uma escola pela primeira vez. Em meio ao bullying tipicamente norte-americano, ela faz amigos e tenta desmantelar o esquema de maldades encabeçado pela rainha da popularidade do colégio, Regina George (Rachel McAdams).

A Música da Minha Vida

Lançado sem muito alarde nos cinemas, esse filme é um musical baseado numa história real e embalado pelas canções clássicas de Bruce Springsteen. A trama se passa na Inglaterra dos anos 1980, quando as medidas de Margareth Tatcher impulsionaram a pobreza e o racismo no país, refletindo principalmente nas classes trabalhadoras e nos imigrantes. Partindo desse contexto, o longa segue um jovem de família paquistanesa que não se sente parte de nenhum grupo, justamente por não se enquadrar nas cobranças culturais de seus pais, e também por não ser aceito pela cultura local no colégio. Assim, ele conhece um rapaz que o apresenta às canções de Bruce Springsteen. Chocado pela sensação de pertencimento, o menino muda seu estilo e passa a inspirar sua própria vida nas músicas do ‘Chefe’.

Crítica | O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu – Miguel Falabella Leva Seu Musical Brasileiro à DisneyPlus

Miguel Falabella é, sem nenhuma dúvida, o ator mais entusiasta de musicais no Brasil. Há décadas ele vem investindo todos os esforços para popularizar o gênero dentre o público brasileiro, seja estrelando produções, seja colaborando executivamente ou propagandeando as produções de colegas. Essa é sua marca, muito mais do que a comédia, e é louvável o quanto seu entusiasmo proporcionou que centenas de atores mais jovens vissem nesse viés uma abertura para demonstrar seus talentos artísticos. Agora, Falabella leva sua paixão ao streaming, estreando a série ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’, produção totalmente brasileira que chegou aos assinantes da DisneyPlus.

Renato (Miguel Falabella) é um importantíssimo produtor musical brasileiro. Casado com Marita Bell (Sara Sarres), trabalha com ela na audição de um novo espetáculo, cujas inscrições estão abertas e busca novos talentos brasileiros que saibam cantar, dançar e atuar. Super queridos sob os holofotes, nos bastidores os dois lidam com a crise de o ex de Marita ter se casado com um homem, o que fez com que a imprensa se deliciasse em fofocas sobre os três. Em contrapartida, jovens de todas as partes da cidade de São Paulo veem o anúncio da abertura das audições e, cada um a seu modo – e apesar das dificuldades que cada um tem que enfrentar -, irão deixar de lado as adversidades para, pela primeira vez na vida, realmente correr atrás dos seus sonhos e do tão desejado sucesso.

Dividido em dez episódios com cerca de meia hora de duração cada, a primeira temporada de ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ mostra a que veio e entrega literalmente o que se esperava: uma série voltada para o público jovem-adulto de olho no mercado internacional. Na prática, a sensação que o espectador tem é exatamente essa, a de que a série é uma produção brasileira para demonstrar aos executivos da Disney e aos espectadores dos outros países quem são os talentos brasileiros e quais são suas capacidades artísticas. Se por um lado isso é bom individualmente para os artistas, por outro o público encontra uma série cuja história é acelerada, sem se aprofundar, e intercalada por duas ou três canções por episódio cortando os diálogos e cenas.

O desafio do roteiro de Rosana Hermann é apresentar muitos personagens (são mais de dez) em um primeiro episódio/temporada que também tem que introduzir o plot e fazer a história andar. Daí conhecemos que todos os jovens têm um background profundamente dramático, ninguém tem uma vida fácil, e, com tanto drama, fica difícil torcer por alguém, pois é injusto escolher quem tem o drama mais dramático. Com direção de Cininha de Paula, destacam-se Daniel Rangel, que surpreende mostrando saber cantar, e a novidade Bruno Boer, que rouba todas as cenas em que aparece, com carisma e caráter.

Através do mote do desejo de vencer na vida através da arte, ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ é uma série juvenil tipo exportação, que estimula a galera a sonhar e a acreditar que é possível vencer pelo esforço e dedicação. Uma espécie de ‘Glee’ brasileiro, mas mais teatral e falado na nossa língua.

10 frases clássicas do cinema que são citadas erradamente

Quem não tem aquela música que você cantou errado a vida inteira até um dia descobrir a verdade? Todo mundo tem o seu “trocando de biquini sem parar” e isso não acontece apenas no mundo da música. O cinema também possui vários exemplos de frases que ficaram muito famosas mesmo nunca tendo aparecido em um filme. 

Pensando nisso, o CinePOP decidiu separar para vocês dez exemplos de frases clássicas do cinema, mas que nunca estiveram de fato na tela grande. E você vai se surpreender!

 

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-ataca (1980)

Todo nerd que se preze, um dia, já imitou a rouca voz do vilão Darth Vader e soltou a clássica frase: “Luke, I am your father” (“Luke, eu sou seu pai“). Pois bem, se você fez isso, você fez errado. Tal frase nunca foi vista no filme dirigido por Irvin Kershner e idealizado por George Lucas. A frase correta, na verdade, é: “No, I am your father” (“Não, eu sou seu pai“). Na cena, Vader (voz de James Earl Jones) está respondendo a acusação de Luke (Mark Hamill) de que teria matado seu pai.

 

Casablanca (1942)

Um dos maiores clássicos da história do cinema, Casablanca também possui uma citação errada para chamar de sua. E, mais uma vez, em uma cena chave da produção. Desolado após o breve reencontro com Ilsa (Ingrid Bergman), Rick (Humphrey Bogart) pede para o pianista de seu bar, Sam (Dooley Wilson), tocar a música dos dois. O mundo relembra a cena como se Rick dissesse: “Play it again, Sam” (“Toque novamente, Sam“). Mas… o que ouvimos o personagem falar é “Play it, Sam. Play ‘As Time Goes By’” (“Toque, Sam. Toque ‘As Time Goes By’“). O erro ficou tão conhecido que “Play it again, Sam” virou até título original de peça/livro de Woody Allen.

 

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)

Essa aqui até me fez colocar o DVD para assistir antes de publicar a matéria. Pouco antes de cair no precipício após o confronto com Balrog, Gandalf grita para a “sociedade do anel” fugir no primeiro capítulo de O Senhor dos Anéis. A maioria das pessoas cita que o mago grita “Run, you fools” (“Corram,seus tolos”). Mas não foi o caso. Na verdade, o personagem vivido por Ian McKellen fala “Fly, you fools” (“Voem, seus tolos”). Obviamente, o sentido é o mesmo. O voem era para saírem correndo dali, mas a escolha original mostra um pouco do vocabulário do mago então cinzento. 

 

Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

Todo mundo sabe que a frase de Branca de Neve e os Sete Anões começa com “espelho, espelho meu”, não é mesmo? Pois bem… a verdade é que a versão original da frase é um pouquinho diferente. Popularmente conhecida como “Mirror, mirror, on the wall, who is the fairest of them all?” (“Espelho, espelho, na parede, quem é mais bela do que eu?“), a frase verdadeira é “Magic mirror on the wall, who is the fairest one of all?” (“Espelho mágico na parede, quem é a mais bela de todas?“).

 

Tubarão (1975)

Clássico dirigido por Steven Spielberg, considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história da sétima arte, Tubarão também tem uma citação pra lá de equivocada correndo pelas bocas das pessoas. “We’re gonna need a bigger boat!” (“Vamos precisar de um barco maior!“) virou sensação da cultura pop e pode ser encontrada até mesmo em camisetas sendo vendidas por aí. Mas esta não é a frase usada por Roy Scheider no filme. Ele diz: “You’re gonna need a bigger boat!” (“Você vai precisar de um barco maior!“).

 

Wall Street – Poder e Cobiça (1987)

Clássico de Oliver Stone estrelado por Michael Douglas e Charlie Sheen, o primeiro Wall Street ficou conhecido pela frase “Greed is good” (“Cobiça é bom“). Mas a forma como foi dita no filme foi um pouco diferente. Na verdade, o Gordon Gekko vivido por Douglas fala “The point is, ladies and gentleman, that greed, for lack of a better word, is good.” (“O ponto, senhores e senhoras, é que cobiça, na falta de melhor palavra, é bom.“).

 

O Mágico de Oz (1939)

Um dos maiores clássicos da história do cinema. E a jornada de Dorothy pelo reino de Oz começa já com uma frase que ficou conhecida em sua forma errada. A maioria das pessoas acredita que a jovem interpretada por Judy Garland fala: “I don’t think we’re in Kansas anymore, Toto” (“Acho que não estamos mais no Kansas, Toto”). Mas, na verdade, é um pouquinho diferente. A citação exata é: “Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas anymore” (“Toto, tenho a impressão de que não estamos mais no Kansas”).

 

Campo dos Sonhos (1989)

Estrelado por Kevin Costner, Campo dos Sonhos é conhecido por fazer as pessoas chorarem e por imortalizar a frase “If you build it, they will come” (“Se você construir, eles virão“). Acontece… que não é essa a frase correta ouvida no longa. Parece um detalhe pequeno e desimportante, mas a citação exata é “If you build it, he will come.” (“Se você construir, ele virá”).

 

O Silêncio dos Inocentes (1991)

Hello, Clarice…” (“Olá, Clarice…“) na voz do Hannibal Lecter criado por Anthony Hopkins em O Silêncios dos Inocentes causa arrepios só de lembrar. Só que você, e muita gente, está simplesmente “lembrando” de forma equivocada. A frase correta dita por um dos maiores vilões da história da sétima arte é, na verdade, “Good evening, Clarice…” (“Boa noite, Clarice…“).

 

A Primeira Noite de um Homem (1967)

Obra-prima dirigida por Mike Nichols e protagonizada por Dustin Hoffman e Anne Bancroft, A Primeira Noite de um Homem (1967) também é regularmente citado de forma equivocada. E a cena em questão é uma das mais importantes do filme, o primeiro encontro entre Benjamin (Hoffman) e a Sra. Robinson (Bancroft). As pessoas costumam citar a frase “Mrs Robinson, are you trying to seduce me?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir?“), quando, na verdade, o correto é “Mrs Robinson, you’re trying to seduce me. Aren’t you?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir. Não está?“).

 

 

Os Vingadores se reúnem pela última vez em INCRÍVEL vídeo de dança; Assista!

‘Vingadores: Ultimato’ se tornou um dos maiores eventos da cultura pop, bem como o filme mais lucrativo da história do cinema (tendo arrecadado quase 2,8 bilhões de dólares).

Agora, a atriz Brie Larson voltou recentemente ao Twitter para divulgar um incrível vídeo de dança que recria a narrativa completa dos quatro filmes da franquia de forma incrível.

routine foi feita no intervalo de um jogo de basquete da Walden Grove High School pela PAC Dance Team.

Confira:

Assista à nossa crítica sobre o filme:

‘Vingadores: Ultimato’ foi dirigido pelos Irmãos Anthony e Joe Russo. Relembre a sinopse:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso contou com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Under Another Name’: Roteirista de ‘Mindhunter’ vai dirigir adaptação do romance

Segundo o DeadlineLiz Hannah fará sua estreia diretorial com a adaptação de ‘Under Another Name’, romance de Alexandra Andrews que será lançado em março de 2021.

Universal Pictures ficará a encargo do longa, com Chris MorganAmy Pascal entrando como produtores.

A narrativa funciona como um thriller psicológico sobre ambição. A sinopse oficial ainda não foi divulgada, mas sabe-se que o livro já será traduzido para inúmeras línguas ao redor do mundo.

Hannah, por sua vez, é conhecida por ter supervisionado o roteiro de ‘The Post – A Guerra Secreta’, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Meryl StreepTom Hanks. Seus outros créditos incluem ‘The Drop Out’‘Mindhunter’ (trabalho pelo qual foi indicada a um prêmio do Writer’s Guild Awards neste ano).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Invisible Stories’: Nova antologia da HBO sobre imigração ganha cartaz oficial; Confira!

HBO divulgou o cartaz oficial de ‘Invisible Stories’, novo drama antológico que gira em torno da complicada vida de imigrantes em uma das maiores comunidades habitacionais da Cingapura.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada, escrita e dirigida por Lee Jiyuan.

Descubra os triunfos e as tragédias de seis diferentes trabalhadores imigrantes que vivem em Sungai Merah, uma das maiores comunidades habitacionais públicas de Cingapura. O drama antológico é dividido em seis partes e explora o lado menos glamouroso do país.

Filmado em apenas uma locação, ‘Invisible Stories’ também promove o multiculturalismo da cidade-estado, trazendo atores de Bangladesh, da Tailândia e da Indonésia lado a lado com artistas cingapurianos

A série estreia no dia 03 de agosto.

‘Tudo Bem No Natal Que Vem’: Netflix divulga os HILÁRIOS erros de gravação da comédia; Confira!

A nova comédia natalina original da Netflix, intitulada ‘Tudo Bem No Natal Que Vem‘ e estrelada por Leandro Hassum, ganhou um vídeo compilado com os hilários erros de gravação.

Confira:

Na trama, depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.

Confira o trailer, junto ao pôster e às imagens promocionais:

Elisa Pinheiro, Ariane Botelho, Miguel Rômulo, Louise Cardoso e Danielle Winits completam o elenco. Roberto Santucci dirige.

‘The Bad Batch’: Echo é destaque no novo cartaz oficial da série animada; Confira!

Disney+ divulgou mais um cartaz oficial de ‘The Bad Batch‘, nova série animada baseada no popular universo de ‘Star Wars‘.

A série estreia no dia 04 de maio.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Star Wars: Visions’: Antologia em anime da famosa saga já está disponível no Disney+!

‘Star Wars: Visions’, antologia animada da popular saga intergaláctica, finalmente estreou no Disney+.

A produção foi lançada ontem, 22 de setembro, na plataforma de streaming.

Com nove episódios, a obra foi criada por sete lendários estúdios de animação japoneses, incluindo o Kinema Citrus, o Science SARU, o Production IG e o Trigger.

A série incluirá histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.

‘Star Wars: Visions’ tem estreia marcada para o dia 22 de setembro na plataforma de streaming.

‘A Vizinha da Mulher na Janela’: Katya e Trixie Mattel reagem à nova sátira de suspense da Netflix

O thriller cômico ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘, estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’), já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a gigante do streaming se reuniu com as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel para reagir aos episódios.

Confira o resultado:

Na trama, todos os dias são iguais para Anna (Kristen Bell). Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?

Relembre o trailer:

Rachel RamrasHugh DavidsonLarry Dorf entram como criadores.

Crítica | Kristen Bell é a verdadeira estrela da irregular sátira de suspense ‘A Vizinha da Mulher na Janela’

Samsara Yett, Michael Ealy, Mary Holland, Shelley Hennig, Cameron Britton, Christina Anthony e Benjamin Levy Aguilar completam o elenco.

‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’ faz 15 anos em 2022; Veja curiosidades sobre o quinto filme da saga mágica!

A saga ‘Harry Potter’ tornou-se um grande divisor de águas no gênero fantástico, tanto com os romances originais quanto com as adaptações cinematográficas. E, em 2022, o quinto capítulo da jornada fílmica, ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’, completa 15 anos de lançamento.

Comandado por Davis Yates, que assumiu a cadeira de direção depois de Mike Newell, a produção traz Harry (Daniel Radcliffe) de volta à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, para cursar seu quinto ano. Logo ele descobre que boa parte da comunidade bruxa foi levada a acreditar que o retorno de Voldemort (Ralph Fiennes) foi uma mentira inventada por Harry, o que põe sua credibilidade em dúvida. Além disto, o Ministro da Magia Cornélio Fudge (Robert Hardy) impõe à escola a presença de Dolores Umbridge (Imelda Staunton), que torna-se a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas. Acontece que as aulas de Umbridge, apesar de aprovadas pelo ministério, abrangem apenas temas amenos, deixando os alunos despreparados para os perigos dos dias atuais.

Incentivado por seus amigos Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson), Harry decide encontrar-se em segredo com um grupo de estudantes, visando a prática de magia. O grupo se autodenomina como a “Armada de Dumbledore”, mas logo passa a ser vista como uma ameaça ao próprio Ministério da Magia.

Sucesso de bilheteria (abarcando US$942 milhões mundialmente, a segunda maior arrecadação ano), o filme também teve críticas positivas e inclusive conquistou uma indicação ao BAFTA.

Para celebrar seu iminente aniversário, preparamos uma breve matéria elencando algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Durante as filmagens, Alan Rickman (Severo Snape) baniu Matthew Lewis (Neville Longbottom) e Grint de ficarem a menos de cinco metros de sua nova BMW, porque, durante as filmagens de ‘O Cálice de Fogo’, eles derramaram milkshake em seu veículo.
  • J.K. Rowling deu mais de setenta nomes para a tapeçaria da árvore genealógica da família Black, completando com detalhes das relações entre cada membro.

  • Helen McCrory foi originalmente escalada para viver Bellatrix Lestrange, mas, em virtude de sua gravidez, foi substituída por Helena Bonham Carter. McCrory foi convidada a interpretar Narcissa Malfoy, irmã de Bellatrix, em ‘O Enigma do Príncipe’.
  • Evanna Lynch “venceu” 15 mil garotas pelo papel de Luna Lovegood. Ela foi a nona dentre trinta finalistas, e quando chegou a vez dos vídeos de audição, o produtor David Barron parou logo depois do vídeo de Lynch e disse: “Ela é a Luna”.

  • Watson pensou seriamente se continuaria ou não atuando na franquia depois do quinto capítulo, mas decidiu ficar, considerando que seria bastante estranho e desconfortável assistir aos filmes com outra pessoa interpretando Hermione.
  • Visto que ‘Ordem da Fênix’ inclui duelos de varinhas em um nível de elite, um “coreógrafo de varinhas” (Paul Harris, que, na verdade, é um coreógrafo profissional), foi trazido para criar o estilo e as técnicas dessa luta nada convencional. O resultado consistiu em cinco movimentos básicos, com cada ator e atriz podendo adaptá-los para melhor corresponder à personalidade de seus personagens.

  • Staunton foi a primeira e a única escolha dos produtores para interpretar Dolores Umbridge.
  • O mestre do terror Stephen King revelou que a personagem de Umbridge foi a “melhor vilã trazida à vida desde Hannibal Lecter”.

  • Kenneth Branagh originalmente retornaria para uma breve aparição como o professor Gilderoy Lockhart. Harry o encontraria enquanto visitava o pai de Rony, Arthur Weasley (Mark Williams), no hospital de bruxos St. Mungo’s, e estabeleceria a amnésia incurável de Lockhart depois dos incidentes de ‘A Câmara Secreta’. Entretanto, a cena foi cortada por quebrar o ritmo da narrativa e em virtude de obstáculos de orçamento, visto que exigiria a construção de um novo set de filmagens.
  • Todas as cenas no interior de Hogwarts foram rodadas em estúdios, tornando este o primeiro filme da franquia a não utilizar quaisquer castelos ou catedrais para as gravações.

Diretores de ‘Batgirl’ falam sobre o CANCELAMENTO do filme: “Foi uma experiência traumática”

Durante uma entrevista no Festival Internacional do Mar Vermelho, os diretores Adil El ArbiBilall Fallah falaram sobre o recente cancelamento de ‘Batgirl’ pela Warner Bros., dizendo que todo o processo foi bastante traumático (via Deadline).

“Foi uma experiência traumática”, Bilall comentou.

“Naquele momento, foi sem quaisquer precedentes; era como se fosse a história sendo feita, mas de um jeito bizarro”, El Arbi completou.

Anteriormente, o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, explicou o motivo do cancelamento não apenas do longa supracitado, mas de outros projetos da companhia.

“Para ser sincero, nós nos livramos de produções que não estão nos ajudando. É muito mais do que uma contagem de dólares que estamos salvando de um possível gasto. É mais do que apenas números. Trata-se da reestruturação e organização desse universo. Queremos mais qualidade do que quantidade”, afirmou. 

Além de Leslie Grace, Brendan Fraser e Michael Keaton o elenco ainda contaria com J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

O perigo ganha forma no novo teaser OFICIAL de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo teaser oficial de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem estreia marcada para o dia 1º de junho.

Confira, junto ao trailer:

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

Mês das Bruxas | 7 músicas INCRÍVEIS de Lady Gaga para ouvir neste Halloween

Lady Gaga é um dos nomes mais icônicos do cenário do entretenimento – e responsável por dar vida a canções memoráveis e que fazem parte de playlists de inúmeros fãs.

Mais do que isso, Gaga é um dos expoentes do grotesco na música e na moda, tendo influenciado uma geração de artistas que se apropriaram do macabro e do sombrio para realizar incursões belíssimas e de tirar o fôlego. Logo, nada mais apropriado que voltarmos nossa atenção para a Mother Monster no mês mais místico do ano.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando sete ótimas faixas dessa icônica performer para ouvir no Halloween.

Confira:

BAD ROMANCE

Álbum: The Fame Monster

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000.

DANCE IN THE DARK

Álbum: The Fame Monster

Gaga contrariou o desejo dos fãs e parece ter se esquecido de transformar “Dance in the Dark”, uma das melhores incursões de sua prolífica carreira, em um single promocional. A amálgama de Europopnew wave e retro-pop traz análises sobre a falta de aceitação corporal, além de apostar algumas fichas em relacionamentos tóxicos, além de honrar nomes lendários da cultura popular, como Judy GarlandMarilyn Monroe e Sylvia Plath.

MONSTER

Álbum: The Fame Monster

Seguindo o sucesso exponencial de ‘The Fame’, Gaga mostrou um lado ainda mais versátil e sombrio de sua carreira com ‘The Fame Monster’ – e a faixa “Monster” é uma das grandes rendições do EP. Incorporando elementos do electro-pop e do Europop, a canção tem uma pesada produção que cria uma narrativa centrada em criaturas malignas, criando uma metáfora para relacionamento conturbados.

MARRY THE NIGHT

Álbum: Born This Way

Além de ter dirigido o magnífico curta-metragem de “Marry the Night”, Gaga aproveitou para resgatar as raízes do electro-pop e do synth-pop para uma jornada epopeica através de sua própria vida, analisando os altos e baixos e de que forma superou os diversos obstáculos – fundindo densidade e exaltação em um mesmo lugar.

JUDAS

Álbum: Born This Way

Voltando a cutucar a Igreja Católica e sua imagética, Gaga lançou “Judas” em plena Sexta-Feira Santa e destruiu quaisquer barreiras existentes entre religiões antigas e modernas. Encarnando Maria Madalena em uma narrativa bastante contemporânea, a cantora e compositora aliou-se a Nadir Khayat para a construção de uma história que unia o bem e o mal em um ponto em comum.

BLOODY MARY

Álbum: Born This Way

Gaga já falou em diversas entrevistas que a canção que mais gosta é “Bloody Mary” e, de fato, ela resume (até então) a carreira que teve desde a estupenda estreia em 2008. Mais uma vez abrindo portas para metáforas religiosas, dessa vez em relação ao momento da crucificação de Jesus Cristo na mitologia católica, ela se respalda com força no synth-pop e no electro-rock com irreverência envolvente.

ELECTRIC CHAPEL

Álbum: Born This Way

Em “Electric Chapel”, Gaga parece fazer uma espécie de “Act of Contrition” visto em ‘Like a Prayer’, de Madonna, retomando temáticas e versos já mencionados em músicas anteriores – mas fugindo da obviedade. As ressonantes guitarras dialogam com o glam metal dos anos 1970 e 1980, enquanto transformam a pista de dança em um templo religioso movido pelos sinos e pela rouquidão vocal da lead singer.

‘O Sangue de Zeus’: 2ª temporada da série animada ganha trailer cheio de AÇÃO!

A Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘O Sangue de Zeus’, uma de suas animações originais mais populares.

O novo ciclo estreia em 09 de maio.

Confira:

https://x.com/netflix/status/1778483178803454217?t=a2wkvoW6VZJzeyf5CJz0Xg&s=09

Criada por Charley Parlapanides e Vlas Parlapanides, a série originalmente era intitulada Gods & Heroes.

Na Grécia antiga, uma guerra entre os deuses do Olimpo e os titãs está para começar. Ao descobrir segredos de seu passado, o plebeu Heron se torna a melhor chance da humanidade de sobreviver a um exército de demônios.

A produção será lançada na plataforma no dia 27 de outubro.

Terminam as FILMAGENS da adaptação do game ‘Watch Dogs’!

Através das redes sociais, a Ubisoft revelou que as gravações do live-action ‘Watch Dogs’, baseado no aclamado game homônimo, chegaram ao fim.

O longa será estrelado por Sophie Wilde (‘Fale Comigo’), Tom Blyth (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) e Markella Kavenagh (‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’).

Confira o anúncio:

 Mathieu Turi entra como diretor.

O roteiro é assassinado por Christie LeBlanc (‘Oxigênio’) e revisado por Victoria Bata (‘Uma Questão de Química’).

Enquanto os detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo, o popular jogo se passa em versões fictícias de cidades da realidade, em vários momentos, e segue diferentes protagonistas de hackers que, embora tenham diferentes objetivos a alcançar, se veem envolvidos com os submundos criminosos de suas respectivas cidades.

Os antagonistas geralmente são empresas corruptas, chefes do crime e hackers rivais que se aproveitam do Sistema Operacional Central, uma rede de computação fictícia que conecta todos os dispositivos eletrônicos de uma cidade em um único sistema e armazena informações pessoais da maioria dos cidadãos.

Turi, tem em seu histórico de direção longas como ‘Depois do Apocalipse’, ‘Labirinto do Terror’ e ‘Gueules noires’.

‘Watch Dogs’ ainda não tem data de estreia confirmada.

Oscar 2025 | Ranqueamos TODOS os títulos indicados a Melhor Filme

A cerimônia do Oscar 2025 acontece no próximo dia 02 de março – e o cobiçado prêmio visa premiar os melhores títulos exibidos no circuito cinematográfico no ano passado.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira ‘Ainda Estou Aqui’, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada ‘Um Completo Desconhecido’, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

‘Wicked’ nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

‘Nickel Boys’ talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que ‘A Substância’ sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso ‘Conclave’. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

anora poster

Apesar de descrito como uma dramédia, ‘Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

ainda estou aqui4

Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama ‘Ainda Estou Aqui’. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com ‘O Brutalista’. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

Crítica | Netflix joga seguro com o inofensivo suspense alemão ‘Brick’

Narrativas sobre conspirações bélicas e políticas já receberam os mais diversos tratamentos para o cinema e para a televisão, fundindo-se com diversos estilos – como drama, comédia e suspense. Apenas nos últimos anos, esse gênero foi abraçado com força pela Netflix, dando origem a títulos como ‘O Mundo Depois de Nós’, estrelado por Julia Roberts e Mahershala Ali, e a recente minissérie ‘Dia Zero’, que trouxe Robert De Niro às telinhas. Agora, somos convidados a uma história similar com o original alemão ‘Brick’, que chegou à plataforma de streaming no último dia 10 de julho – e nos convida a uma viagem insana.

A trama é centrada no casal formado por Tim (Matthias Schweighöfer) e Olivia (Ruby O. Fee), que estão passando por problemas maritais após um trágico aborto espontâneo. Tim se jogou de cabeça no trabalho, passando horas a fio desenvolvendo um jogo de computador como modo de escape da realidade; em contrapartida, Olivia se sente negligenciada, sequer podendo mencionar o trauma pelo qual passaram juntos e percebendo que foi abandonada, ainda que não diretamente. Decidindo sair de casa, os dois têm uma última briga antes de romperem os laços do casamento – mas as coisas mudam em um piscar de olhos quando eles veem um estranho muro de tijolos cobrindo quaisquer saídas do prédio onde moram.

Sem saber o que está acontecendo e como aquilo foi feito em questão de horas, Tim e Olivia tentam de tudo para poder escapar – utilizando o que têm a disposição para tentar derrubá-lo. Ao se verem em um beco sem saída, ambos percebem que a melhor chance é procurar uma saída alternativa, motivo que os leva a demolir as paredes entre os apartamentos até saírem de um bizarro confinamento. Nesse meio-tempo, eles conhecem mais um casal, Marvin (Frederick Lau) e Ana (Salber Lee Williams), um veterano de guerra chamado Sr. Oswalt (Axel Werner), que mora com a neta, Lea (Sira-Anna Faal) e um misterioso inquilino chamado Yuri (Murathan Muslu). Pouco a pouco, pistas sobre o que significa tudo aquilo começam a surgir – mostrando que nem tudo é o que parece ser.

O filme é escrito e dirigido por Philip Koch, conhecido por seu trabalho em ‘Tribes of Europa’ – e, no geral, funciona dentro de limites autoimpostos que não desejam ousar para além do necessário. Em outras palavras, a interessante e inesperada premissa não dá um passo maior que a própria perna e mantém-se naquilo que esperaríamos de um original Netflix. Os personagens arquetípicos vão surgindo a princípio rodeados de um mistério inexplicável, mas cada qual com uma pequena menção a um passado remoto ou carregando uma sutil dica que nos passa batido. Dessa maneira, Koch arquiteta uma história que é fácil de acompanhar e que, ao menos no primeiro ato, constrói um ritmo dinâmico e instigante que vai se perdendo aos poucos até uma conclusão inevitável e que não satisfaz como deveria.

Por mais que os erros se aglomerem em uma bola de neve que ganha força à medida que o enredo se desenrola, conseguimos acompanhar a ideia geral do projeto através do competente trabalho do elenco: Schweinghöfer, que ganhou popularidade com o recente ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’, nutre de uma sólida química com Fee, cada qual trilhando seu próprio caminho à medida que sofrem com a perda do bebê. O confinamento mandatório também traz à tona outros problemas pelos quais vinham passando há bastante tempo, forçando-os a enfrentar demônios internos que, como já imaginávamos, trariam uma certa clareza para como seguir adiante com o plano de escapar – e entender o que está acontecendo.

Lau, Williams e o restante do elenco têm seu momento de brilhar, ainda que existam como apoio para a trama envolvendo Tim e Olivia – e não fujam muito para além dos convencionalismos que se predispõe com o gênero. De qualquer forma, os atores se divertem com seus respectivos papéis e entregam performances bem construídas o suficiente para nos entreter. Os personagens, à medida que se apresentam para os espectadores, percebem que estão no centro de uma conspiração que envolve um sistema de nanotecnologia de segurança que, ao que tudo indica, sofreu uma falha generalizada que o ativou após um acidente local – levantando mais perguntas do que respostas. E, dessa forma, cada um age como o previsto cena a cena.

‘Brick’ pode não trazer nada de novo ao gênero que se propõe a trazer ao público, mas entretém dentro dos seus limites. É claro que o terceiro ato se mostra como o mais problemático e formulaico de todos, mas ainda assim conseguimos tirar proveito de certos momentos de glória que se espalham por pouco mais de uma hora e meia.

Lucy e Maximus no clipe INÉDITO da 2ª temporada de ‘Fallout’; Confira!

A 2ª temporada de ‘Fallout’, elogiada adaptação pós-apocalíptica da aclamada franquia homônima de games, chega este mês ao streaming.

Agora, o Prime Video divulgou um novo clipe da próxima iteração, que tem estreia agendada para o dia 17 de dezembro.

Confira:

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Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘The Peasant’: ÉPICO de vingança medieval dirigido por Dev Patel escala cinco novos membros ao elenco

Segundo o Deadline, as filmagens de ‘The Peasant’, épico de vingança medieval dirigido por Dev Patel (‘Fúria Primitiva’), foram oficialmente encerradas.

O projeto marca o primeiro do selo A24 a ser rodado na Índia.

As boas novas vieram com o anúncio de cinco novos membros ao elenco: Christian Friedel (‘A Zona de Interesse’), Sebastian Bull (‘Filhos’), Saurabh Sachdeva (‘Animal’), Anasuya Sengupta (‘The Shameless’) e Vipin Sharma (‘Fúria Primitiva’). Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O longa, cuja aquisição é estimada em cerca de US$ 30 milhões, marca mais uma parceria entre Patel e a A24, que anteriormente colaboraram em ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, de David Lowery.

Descrito como uma mistura de ‘Coração Valente‘, ‘John Wick‘ e lendas arturianas, ‘The Peasant‘ se passa na Índia feudal do século XIV e acompanha um pastor que, após ver sua comunidade destruída por cavaleiros mercenários, inicia uma jornada brutal de vingança — revelando segredos e habilidades muito além do que aparenta.

Com base em um roteiro presente na prestigiada Black List de 2023, o projeto foi desenvolvido pela Fifth Season em colaboração com o roteirista Will Dunn (‘Ms. Marvel‘).

A produção é realizada pela Thunder Road Films — a mesma por trás da franquia ‘John Wick‘ — e há expectativa de que o filme possa dar origem a uma nova saga de ação.

Além de dirigir, Patel estrela e assume a cadeira de produtor, por meio do banner Minor Realm. A iniciativa marca a continuação de sua colaboração com a Thunder Road, estúdio que também apoiou ‘Fúria Primitiva‘ seu aclamado debut na direção, lançado no ano passado pela Universal.

Entre os produtores executivos estão nomes como Graham Taylor, Chris Rice e Dan Guando (Fifth Season), além de Basil Iwanyk e Erica Lee (Thunder Road Pictures).

Robert Garrison, de ‘Karate Kid’, morre aos 59 anos de idade

De acordo com o TMZ, O ator Robert Garrison, intérprete de Tommy em ‘Karatê Kid: A Hora da Verdade‘ (1984) e ‘Karatê Kid 2′, morreu na manhã de hoje, aos 59 anos.

Garrison estava internado há um mês por conta de complicações no fígado e nos rins, mas seu quadro evoluiu para falência nos órgãos e ele não resistiu.

“Meu irmão era um cara divertido. Ele gostava de pessoas e da vida. Ele se divertia fazendo as pessoas rirem até o fim. Ele definitivamente fará falta.”, disse seu irmão, Patrick, ao site.

O ator iniciou a carreira ainda criança, na década de 1970, mas foi em ‘Karate Kid‘ que ele ganhou visibilidade.

Seus outros trabalhos incluem participações nas séries ‘Columbo’, ‘MacGyver’, e ‘Coach’. 

Recentemente, Garrison reprisou seu papel como Tommy em ‘Cobra Kai‘, série derivada de ‘Karate Kid’ exibida no YouTube Premium.