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As Loucuras de Rose

(Wild Rose)

 

Elenco:

Jessie Buckley

Julie Walters

Sophie Okonedo

 

Direção: Tom Harper

Gênero: Musical

Duração: 101 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 03 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Uma jovem problemática de Glasgow sonha em se tornar uma estrela country de Nashville.

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘NOS4A2’: 2ª temporada ganha trailer SINISTRO; Assista!

A AMC divulgou o trailer completo da 2ª temporada de série de terror ‘NOS4A2‘, baseada no romance homônimo de Joe Hill.

Confira:

A segunda temporada irá estrear no dia 21 de junho.

A segunda temporada se passará 8 anos após os eventos da primeira.

Confira a sinopse oficial:

“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”

A série é estrelada por Zachary Quinto (‘American Horror Story’) e Ashleigh Cummings (‘Predadores do Amor’).

Novo terror da Netflix estilo ‘Pânico’ ganha sinopse completa; Confira!

A Netflix divulgou a sinopse oficial de ‘There’s Someone Inside Your House‘, terror produzido por James Wan (‘Invocação do Mal‘), revelando novos detalhes da trama.

Confira:

“Makani Young mudou-se do Havaí para a pacata cidade de Nebraska para morar com a avó e terminar o ensino médio, mas quando a contagem regressiva para a formatura começa, seus colegas são perseguidos por um assassino com a intenção de expor seus segredos mais sombrios para toda a cidade, aterrorizando as vítimas enquanto usa máscaras com seus próprios rostos. Com um passado misterioso próprio, Makani e seus amigos devem descobrir a identidade do assassino antes de se tornarem vítimas.”

Dirigido por Patrick Brice, a trama é baseada no livro de homônimo de Stephanie Perkins.

Henry Gayden (‘Shazam!’) é responsável pelo roteiro da adaptação.

O longa está programado para ser lançado em 2021, mas uma data de estreia ainda não foi divulgada.

‘True Story’: Série da Netflix com Wesley Snipes e Kevin Hart ganha imagens e data de estreia

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da minissérie ‘True Story‘, estrelada por Wesley Snipes e Kevin Hart.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada na plataforma no dia 24 de novembro.

Confira as imagens:

TRUE STORY (L to R) WESLEY SNIPES as CARLTON and KEVIN HART as KID in episode 101 of TRUE STORY Cr. ADAM ROSE/NETFLIX © 2021

TRUE STORY (L to R) KEVIN HART as KID and WESLEY SNIPES as CARLTON in episode 105 of TRUE STORY Cr. ADAM ROSE/NETFLIX © 2021
TRUE STORY (L to R) KEVIN HART as KID and WESLEY SNIPES as CARLTON in episode 102 of TRUE STORY Cr. ADAM ROSE/NETFLIX © 2021

Segundo a publicação, a minissérie trará Hart interpretando “uma versão de si mesmo” na minissérie fictícia. A trama acompanha o seu personagem, chamado Kid, e o seu irmão mais velho, Carlton, que será vivido por Snipes.

Eric Newman (‘Narcos‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que também será desenvolvido em parceria com a HartBeat Production, a produtora de Kevin Hart.

Os episódios de ‘True Story‘ serão dirigidos por Stephen Williams (‘Watchmen‘, ‘Lost‘) e Hanelle Culpepper (‘Star Trek Picard‘, ‘Kung Fu‘).

Confira a sinopse oficial:

“Uma parada na turnê na cidade natal de Kid, Filadélfia, torna-se uma questão de vida ou morte para um dos comediantes mais famosos do mundo, quando as consequências de uma noite perdida com seu rebelde irmão mais velho ameaçam destruir tudo que ele construiu”.

Em um comunicado oficial, Hart comentou o seu entusiasmo em poder estrelar o projeto ao lado do veterano Wesley Snipes:

“Nunca estive tão animado com um projeto de atuação em toda a minha carreira. Sempre fui fã do Wesley Snipes e trabalhar com ele é alucinante. Ter a HartBeat Productions no comando e trabalhar ao lado de Eric Newman como parceiro e braço criativo têm sido surreal, ninguém está pronto para o que essa série será”.

Demônio toca o terror no trailer de ‘The Overnight’; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Overnight‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Kevin Rhoades é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Richard Harlost.

Um final de semana romântico se torna um pesado quando um jovem casal se encontra preso em um hotel abandonado com um demônio sinistro.

O elenco conta com Zebedee Row, Rajeev Varma, Brittany Clark, James Lorinz, Justin L. Wilson e Mathilde Dehaye.

O terror será lançado em VOD no dia 3 de junho.

Conheça a elogiada série de suspense e comédia que entrou no TOP 3 das mais POPULARES dos EUA

De acordo com o TVLine, a aclamada série de mistério ‘Poker Face‘, estrelada pela Natasha Lyonne (‘Boneca Russa’), registrou sua melhor audiência até o momento, alcançando o TOP 3 das produções mais populares nos EUA.

A produção registrou 547 milhões de minutos visualizados através dos quatro episódios já disponíveis. A série de Rian Johnson (‘Entre Facas e Segredos’) só ficou atrás de ‘Ginny & Georgia‘ (1.3 bilhão de minutos através de 20 episódios) e ‘That ’90s Show‘ (963 milhões de minutos através de 10 episódios).

O TOP 5 ainda segue dominado por produções originais da Netflix, incluindo ‘Wandinha‘ (527 milhões/8 episódios) e ‘Vikings: Valhalla‘ (453 milhões/16 episódios).

Vale lembrar que ‘Poker Face‘ já está renovada para a 2ª temporada.

Relembre o trailer:

Charlie (Natasha Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda conta com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne entra como produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman são os showrunners.

‘Os Estranhos’: Remake estrelado por Madelaine Petsch ganha data de estreia

A Lionsgate finalmente anunciou quando o remake de ‘Os Estranhos‘, que servirá como a primeira parte de uma trilogia, será lançado.

O longa estreará nos cinemas norte-americanos no dia 17 de maio de 2024.

Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Rachel ShentonEma HorvathGabe Basso.

Na trama, Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) revelou novos detalhes sobre a vindoura trilogia baseada no terror ‘Os Estranhos‘.

O cineasta confirmou que os novos filmes servirão como uma narrativa coesa, diretamente ligados entre si. Além disso, ele também destacou que a atriz Madelaine Petsch (‘Riverdale’) será a protagonista de todos os três capítulos da trilogia.

“Eu diria que a trilogia formará uma narrativa coesiva. Fiquei muito animado com o fato de que não precisaríamos esperar para ver se um filme se tornará um sucesso para podermos desenvolver uma sequência vários anos depois. Em muitos desses casos, os atores, o mundo e tudo fica diferente. Neste caso, o segundo filme começará imediatamente de onde o primeiro terminou.”

Ele completa, “Não é segredo que a Madelaine Petsch, a protagonista do primeiro filme, retornará para o segundo e terceiro capítulo [da trilogia]. É a jornada dela que acompanhamos desde o momento em que o primeiro filme termina; e nós podemos ver o que acontecerá com ela cinco minutos depois.”

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

Em 2018, a sequência ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ foi lançada, arrecadando apenas US$ 31 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos na época (apenas 40% de aprovação no RT), a produção ganhou um pouco de reconhecimento com o passar dos anos, garantindo uma pequena base da fãs à produção.

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ ultrapassa US$ 260 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de duas semanas, a sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 260 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou sólidos US$ 51.6 milhões em seu segundo final de semana, sofrendo uma queda de -56%. O valor representa o segundo melhor segundo fim de semana da história de setembro no território norte-americano, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$60.1M).

Ao total, a produção já soma US$ 188 milhões no país.

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 76.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 264.3 milhões.

Vale lembrar que o longa abriu nos EUA com US$ 111 milhões. O valor representa a terceira maior abertura do ano no país, atrás apenas de ‘Deadpool & Wolverine‘ (US$211.4M) e ‘Divertida Mente 2‘ (US$154.2M).

Além de se tornar o maior lançamento da carreira da Jenna Ortega (sem considerar sua participação especial em ‘Homem de Ferro 3‘), esta é a segunda maior abertura doméstica do Tim Burton, atrás apenas de ‘Alice no País das Maravilhas‘ (US$116.1M).

Orçada em US$ 100 milhões e com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência está no caminho para se tornar um dos maiores sucessos do ano – e, possivelmente, garantir um terceiro filme.

Os Fantasmas se Divertem 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço 2’: Bill Pullman e Rick Moranis são confirmados na SEQUÊNCIA

De acordo com o Deadline, Bill Pullman e Rick Moranis tiveram seus retornos confirmados na sequência da comédia clássica ‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

Eles irão reprisar seus papéis como Presidente Skroob e Dark Helmet, respectivamente.

Além deles, Keke Palmer (‘Não! Não Olhe!’) também foi anunciada no elenco.

Eles se juntam ao ator Mel Brooks, que voltará a interpretar o Yogurt.

Sem data de estreia, a continuação está programada para 2027.

Anteriormente, Josh Gad (‘A Bela e a Fera’) revelou novos detalhes sobre o novo filme: “Sem a MGM mandar me prender, eu posso revelar que o roteiro da sequência já está pronto. Todos que leram adoraram. O processo de trabalhar neste projeto e ao lado de Mel Brooks tem sido um dos maiores momentos da minha carreira. Toda essa experiência tem sido como um sonho”.

Ele completa, É um sonho poder finalmente fazer acontecer a realidade profetizada por Yogurt no primeiro filme. Não posso dizer mais do que isso. Não posso revelar nada mais do que o processo em que estamos neste momento. A cada hora de cada dia, estamos mais perto de tornar este projeto realidade – e acredito que está muito próximo de sair do papel.”

Josh Greenbaum (‘Ruim pra Cachorro’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Josh Gad, Benji SamitDan Hernandez.

Detalhes sobre a narrativa ou o restante do elenco não foram revelados. Kevin Salter entra como produtor executivo.

O filme original foi lançado em 1987 e funciona como uma paródia da franquia ‘Star Wars‘ (cujo primeiro capítulo estreou uma década antes).

Dirigido, produzido, estrelado e co-escrito por Brooks, a trama nos leva para o planeta Spaceball. Depois de ter sido transformado em um árido deserto, o maquiavélico presidente Skroob resolve tomar o ar de Druidia, o planeta vizinho, e manda o vilão Lord Dark Helmet sequestrar a princesa Vespa e exigir de seu pai, o rei, que libere todo o ar.

Trazendo referências hilárias a títulos como ‘Alien’‘O Mágico de Oz’‘Planeta dos Macacos’, o longa teve recepção mista à época de seu lançamento e não fez um barulho considerável de bilheteria, mas sagrou-se um clássico cult com o passar dos anos e é descrito como uma das melhores produções de Brooks.

John CandyRick MoranisBill PullmanDaphne ZunigaDick Van PattenGeorge WynerJoan Rivers e outros também fizeram parte do elenco.

Lembrando que o filme está disponível na plataforma do MGM+.

Grazi Massafera é ameaçada de MORTE na prévia da 5ª semana de ‘Dona Beja’; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer dos próximos capítulos do remake de ‘Dona Beja‘.

Os trinta primeiros episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica ‘Dona Beja’ | Grazi Massafera explode em cena com o instigante e delicioso remake

Band fecha acordo com a Max para EXIBIR produções da plataforma de streaming

Descrita como uma “releitura contemporânea” da novela clássica da Manchete, e inspirada na vida de Ana Jacinta de São José, a nova versão contará com 40 capítulos.

Após sofrer um abuso e ser linchada pela sociedade em sua pequena cidade, Ana Jacinta usa sua beleza e inteligência para se vingar. Ela se torna uma cortesã de luxo, Dona Beja, acumulando fortuna e poder para influenciar a política e reconstruir sua vida em Araxá.

O elenco ainda conta com David Junior, André Luiz Miranda, Deborah Evelyn, Bianca Bin, Isabela Garcia, Otávio Müller, Erika Januza, Elisa Lucinda e Thalma de Freitas.

Netflix vai produzir série de terror baseada em ‘A Assombração da Casa da Colina’

A Netflix vai produzir uma nova série baseada no livro ‘A Assombração da Casa da Colina’. A informação partiu do site The Hollywood Reporter.

Ainda sem título, o projeto é descrito como uma ‘reimaginação’ da obra de Shirley Jackson, publicada em 1959 e sua primeira temporada terá 10 episódios.

A trama acompanha quatro pessoas vivendo em uma antiga mansão mal-assombrada, existente há 80 anos.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

Esta é a segunda parceria firmada entre a Netflix e a Amblin TV, criada pelo cineasta Steven Spielberg. Vale lembrar que o primeiro trabalho feito conjuntamente foi a série documental ‘Five Came Back’.

O livro ‘A Assombração da Casa da Colina’ migrou para os cinemas em duas ocasiões. A primeira foi em 1963 e a segunda em 1999, em um filme que reuniu Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones, Owen Wilson, Lili Taylor no elenco.

Fox fecha contrato com escritor de ‘Jumanji’

A 20th Century Fox fechou um contrato para desenvolver uma série de filmes baseados nos livros de Van Allsburg, o mesmo autor da obra original ‘Jumanji’ – que resultou em duas produções recordes de bilheteria.

Segundo o Deadline, o acordo inclui obras como ‘The Mysteries of Harris Burdick’, ‘The Sweetest Fig’, ‘The Garden Of Abdul Gasazi’, ‘The Widow’s Brook’, ‘Wreck Of The Zypher’ e ‘The Stranger’.

Um dos chefões da Fox, Matt Reilly, está acompanhando o desenvolvimento das adaptações de Allsburg e recentemente o autor e seus parceiros tiveram uma reunião com outros executivos do estúdio, Emma Watts, Vanessa Morrison e Nate Hopper, para alinhar os detalhes do contrato.

Confira nossa crítica em TEXTO:

 Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa  

HEIM? Jornal neozelandês confunde os nomes e declara morte de Spike Lee

A última segunda-feira (12) foi marcada pela despedida do aclamado e revolucionário artista, Stan Lee. Seu falecimento, aos 95 anos de idade, foi amplamente divulgado ao redor do mundo, tomando o destaque de jornais, telejornais e sites ao redor do mundo.

Mas um jornal da Nova Zelândia se confundiu e ao invés de anunciar a morte de Stan Lee, trocou seu nome por outra figura emblemática do entretenimento, o cineasta Spike Lee.

A confusão ainda foi compartilhada pelo próprio diretor de ‘Infiltrado na Klan‘, em sua conta do Instagram.

Spike Lee parece ter levado com bom humor e brincou com a confusão.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

God Bless Stan Lee. Me? Not Yet. And Dat’s Da “I’m Still A Live, And Strivin'” Truth,Ruth. YA-DIG? SHO-NUFF.

Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em


“Deus abençoe Stan Lee. Eu? Ainda não. E é  isso aí. ‘Eu ainda estou vivo e batalhando’. Verdade, Ruth. Entende? Com certeza”.

Astros da Marvel e outras celebridades homenageiam Stan Lee; Confira!

 

Durante uma entrevista com a BBC, o diretor Joe Russo confirmou que Lee já filmou sua participação em ‘Vingadores 4‘.

“Stan Lee não gostava muito de voar de avião, então sempre precisávamos gravar suas participações no mesmo dia. Ele filmou sua participação especial em ‘Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores 4’ no começo de 2018.”, ele afirmou.

Vingadores 4‘ ainda deve prestar uma bela homenagem ao quadrinista.

Stan Lee foi uma das figuras mais carimbadas e respeitadas do universo dos quadrinhos, e divertia os fãs com suas clássicas e divertidas aparições nos filmes do universo da Marvel.

Aparecendo pela primeira vez em ‘X-Men’ (2000), o quadrinista ganhou cada vez mais destaque nos filmes. Recentemente, participou de ‘Venom‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

No vídeo abaixo, relembramos todas suas participações especiais nos cinemas.

Durante uma entrevista no começo do ano, ele revelou porque adora tanto participar do filmes:

“É divertido e por alguns segundo eu realmente me sinto como um ator de verdade. Toda criança tem esse sonho e comigo não era diferente. Eu dizia quando pequeno que gostaria de ser como Errol Flynn. Então, eu faço essas pontas e por um breve momento eu sou um ator”.

Stan Lee morre aos 95 anos

‘Crise nas Infinitas Terras’: Lex Luthor é recrutado pelo Monitor em cena divulgada; Confira!

A emissora The CW divulgou uma nova cena do crossover ‘Crise nas Infinitas Terras’, que traz o vilão Lex Luthor sendo recrutado pelo Monitor.

Assista:

Além disso, a emissora confirmou que o novo trailer do especial será divulgado hoje03 de dezembro


Unindo ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, o crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ terá cinco horas de duração.

Lembrando que o especial vai ao ar entre 08 de dezembro e 14 de janeiro.

Crítica | Como Sair de Buffalo: INCRÍVEL comédia dramática com Zoey Deutch estreia hoje na TNT

Como Sair de Buffalo estreia nesta sexta-feira, às 22h30 (horário de BSB), na TNT

Como uma espiral em declínio, a incessante busca pelo dinheiro não inclui ponderações de caráter e ilegalidade. Quando se quer algo a todo custo, nasce também a terrível sensação de impunidade por viver em um grande vale tudo, um furacão onde todos são arrebatados por sua ganância. E foi assim que a tóxica indústria de cobradores de dívidas nasceu nos Estados Unidos. Em meio à doentias técnicas de manipulação e acúmulo de taxas ilegais, homens e mulheres sem rostos realizam maquinações das mais diversas, gerando um problema crônico no país. E esse submundo ganha o palco principal na nova comédia dramática original TNT, intitulada Como Sair de Buffalo.

Aqui, Peg quer dinheiro. Inicialmente para bancar os seus estudos em uma universidade de prestígio, ela concentra todas as suas forças e descendência na trambicagem (herança do seu malandro pai) para conquistar esse sonho. Mas as curvas da vida lhe reservam uma surpresa mais ambiciosa e o que os estudos não lhe garantiriam em tempo recorde, a vida como uma cobradora ilegal de dívidas assim o faz, dando início a uma jornada inesgotável de mais dinheiro por pura ostentação.

Não à toa a ganância é condenada biblicamente. Como Sair de Buffalo, dirigido por Tanya Wexler, mostra exatamente o maldito ciclo vicioso que ela, associada à soberba – um dos sete pecados capitais -, são capazes de gerar, afetando a vida de uma infinidade de pessoas como em um colossal efeito dominó. E Zoey Deutch é aqui a personificação efervescente de toda essa avareza. Briguenta, propositalmente escandalosa e facilmente definida como alguém sangue-nos-olhos, ela encara Peg, uma jovem que só conhece as trapaças como estilo de vida e sai em uma caçada por dinheiro sem qualquer fim. Se antes um curso superior era o seu foco, hoje tudo se trata de apenas ter grana, para quem sabe ter um pouco mais.

Com uma atuação enérgica que arrebata tudo e todos em uma fração de segundos, Deutch mostra aqui todo o seu potencial de ser overacting, cheia de explosões emocionais e expressões faciais que carregam em si até mesmo algumas referências do perfil mais caipira natural da cidade de Buffalo. Divertida e contrastante, ela é uma espécie de anti-heroína. Nada nela nos encanta. Nada nela nos faz querer se identificar com ela. Mas é impossível tirar os olhos dela.

Sua performance é orbitada por personagens coadjuvantes que, infelizmente, não seguem o seu mesmo nível de maestria. Sempre à margem – tanto na trama, como na suas respectivas construções narrativas, Judy Greer e Noah Reid são constantemente ofuscados por ela. Mas quem emerge à sua altura e ainda desafia a nossa memória é Jai Courtney, que ganha ares de cafetão e Rei do Crime, resultando em uma combinação que quase o faz sumir em seu próprio papel. E a sua dinâmica com Deutch é um dos aspectos mais prazerosos de toda a trama.

Com um viés denunciante, que se desenvolve na trama sem perder a abordagem criativa de um filme que ao final de tudo visa entreter o seu público, Como Sair de Buffalo é mais uma daquelas preciosidades nascidas em festivais de cinema. Apresentado em Tribeca em 2019, a nova comédia dramática tem seus pequenos tropeços em alguns dos arcos desenvolvidos pelo roteirista Brian Sacca, mas voa com avidez, entregando uma experiência deliciosamente intensa e divertida. Um ótimo programa para curtir em uma sexta-feira à noite.

 

‘Perdidos no Espaço’: 3ª e ÚLTIMA temporada já está disponível na Netflix

A 3ª e última temporada da série sci-fi Perdidos no Espaço já está disponível na Netflix. A leva final de episódios teve a sua estreia nesta quarta-feira (01) na grade de programação.

Nos capítulos de encerramento, os Robinsons precisam agir na velocidade da luz para se reunir e proteger Alpha Centauri de uma invasão de robôs.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

Trey Parker ironiza reação de Trump a episódio de estreia da 27ª temporada de ‘South Park’: “Sentimos muitíssimo”

A sátira ácida de ‘South Park‘ mais uma vez fez barulho — e atingiu o alvo certo. Na estreia de sua 27ª temporada, a série animada colocou ninguém menos que Donald Trump na cama com o próprio diabo. A resposta do ex-presidente norte-americano veio rapidamente: segundo fonte da administração Trump, ele estaria “espumando de raiva” com o ataque “infantil” feito pelo episódio.

Um dia depois que o conteúdo foi ao ar, os criadores da série, Trey Parker e Matt Stone, subiram ao palco do Hall H na San Diego Comic-Con — apenas horas após a fusão entre Skydance e Paramount ser aprovada pela FCC, e poucos dias depois da renovação multimilionária de ‘South Park‘ no Paramount+ (avaliada em US$ 1,5 bilhão).

Questionado durante o painel da Comedy Central Animation sobre a repercussão do episódio, Trey Parker ironizou com sua habitual fleuma:

“Sentimos muitíssimo”, disse, em absoluto tom inexpressivo, arrancando risos da plateia.

A dupla evitou se aprofundar no assunto durante o painel, mas Trey revelou que o episódio polêmico foi escrito e finalizado apenas três dias antes de ir ao ar — em um típico movimento de produção relâmpago que se tornou marca registrada da série.

“Estávamos lendo umas coisas no jornal e pensamos: ‘Vamos colocar isso aqui mesmo!’”, contou Parker.

O painel ainda contou com participações de Mike Judge (Beavis and Butt-Head) e Andy Samberg (Digman!), mas foi ‘South Park‘ — e sua habilidade em transformar a realidade política em sátira desconcertante — que roubou os holofotes mais uma vez.

O primeiro episódio, intitulado “Sermon on the ‘Mount”, coloca Donald Trump não apenas de volta à Casa Branca — mas também, literalmente, na cama com o Diabo.

O episódio mergulha o público em um South Park caótico. Cartman está deprimido pelo fim de seu programa favorito da NPR, Randy tenta impedir que Jesus assuma o controle da escola South Park Elementary, e o presidente dos EUA está ocupado demais prendendo e processando seus inimigos políticos para se importar com a crise na cidade.

Quando uma multidão enfurecida invade a casa de Mr. Garrison para pedir respostas, ele revela que não está mais na presidência há anos. A cena corta então para a Casa Branca, onde Trump — representado de forma grotesca — está em pleno comando, discutindo com o Primeiro-Ministro do Canadá e soltando frases como:

“Você quer que eu te bombardeie como fiz com o Iraque?”
“Não foi o Irã?”
“Irã, Iraque… Qual a porra da diferença?”

Logo em seguida, Trump aparece se despindo e tentando seduzir Satanás, que o rejeita de forma contundente. Trump insiste:

“Vamos lá, Satan, trabalhei duro o dia inteiro.”
“Você não fez nada, só ficou fazendo memes idiotas,” rebate Satanás.
Trump então tenta se exibir sexualmente, mas acaba humilhado:
“Não consigo nem ver nada… é tão pequeno,” diz o Diabo, encerrando a cena com escárnio.

O retorno da série acontece após atrasos causados por conflitos entre a Paramount e a Skydance, envolvidos na fusão que impactou o cronograma da 27ª temporada. No início do mês, a estreia foi adiada de 9 para 27 de julho, e a conta oficial da série no X (ex-Twitter) não poupou palavrões ao culpar a fusão corporativa pelo transtorno.

Com essa estreia explosiva, ‘South Park‘ reafirma seu lugar como uma das sátiras mais ousadas da TV — e não dá sinais de suavizar o tom nesta nova fase.

Novo contrato

A Paramount firmou um novo acordo com a Park County, produtora comandada por Matt Stone e Trey Parker, garantindo cinco anos adicionais de episódios inéditos e a migração da biblioteca completa da série para o Paramount+ nos EUA e no mundo.

Segundo o The Hollywood Reporter, o contrato, avaliado em cerca de US$ 1,5 bilhão, assegura a produção de 50 novos episódios que continuarão a ser exibidos pela Comedy Central. Nos Estados Unidos, cada episódio novo estará disponível no Paramount+ no dia seguinte à sua exibição na TV. Globalmente, o catálogo de ‘South Park‘, que antes estava sob domínio da HBO Max (via Warner Bros. Discovery), também passará a ser exclusivo do Paramount+.

“Queremos agradecer à Chris McCarthy e à Keyes Hill-Edgar pelos anos de parceria. Estamos animados em continuar fazendo ‘South Park‘ pelos próximos cinco anos”, declarou Matt Stone.

Trey Parker foi mais enfático: “Isso vai além de um contrato — é um compromisso com a organização, com nossos colegas e com os fãs.”

A negociação foi complexa e tensa nos bastidores. Enquanto a Park County buscava estender um acordo de 10 anos avaliado em US$ 3 bilhões, a nova gestão da Paramount — sob comando da Skydance, prestes a assumir o controle da empresa — preferia um contrato mais curto, receosa das mudanças futuras no mercado de streaming. O resultado foi um acordo de cinco anos por US$ 1,5 bilhão, considerado alto, mas que inclui adiantamentos sobre receitas futuras de streaming, segundo fontes próximas.

O impasse chegou a atrasar o lançamento da nova temporada. Em 2 de julho, Parker e Stone postaram:

“Essa fusão está uma zona e está ferrando com ‘South Park‘. Estamos no estúdio trabalhando nos novos episódios e esperamos que os fãs consigam assisti-los de algum jeito.”

Além dos novos episódios e da migração para o Paramount+, a parceria reforça o peso de ‘South Park‘ como uma das franquias mais valiosas da TV. A série, que estreou em 1997, continua sendo um dos maiores trunfos da Comedy Central, com uma base de fãs fiel e crescente.

Chris McCarthy, copresidente da Paramount, declarou:

“’South Park‘ é mais popular hoje do que nunca. Matt e Trey são talentos singulares e parceiros confiáveis. Estamos entusiasmados que ‘South Park‘ continue na Comedy Central e, agora, exclusivamente no Paramount+ em todo o mundo.”

Já no Brasil, a animação está disponível no Prime Video.

‘The Handmaid’s Tale’: Veja as primeiras e belas imagens da 2ª temporada

The Handmaid’s Tale‘ ganhou três novas e belas imagens da 2ª temporada divulgadas pela EW. Confira:

The Handmaid’s Tale‘ finalmente será lançada no Brasil, quase um ano após sua exibição nos EUA.

A série será exibida no Brasil pelo Paramount Channel, que agendou a estreia para o mês de março – ainda sem dia definido.

The Handmaid’s Tale‘  levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.

‘Aquaman’: Novas imagens revelam o visual de Mera e da Rainha Atlanna; Confira!

A revista Entertainment Weekly divulgou imagens inéditas de Aquaman, mostrando o visual de Mera (Amber Heard) e da Rainha Atlanna (Nicole Kidman). Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Nostalgia | 2001: o início das grandes franquias do século XXI

Quando se fala em “2001” e “cinema”, é muito provável que as pessoas pensem logo no clássico imortal de Stanley Kubrick, 2001: Uma Odisseia no Espaço. Porém, o tema da matéria de hoje não é sobre ele. Isso porque o ano de 2001 ficou marcado pelo início de várias sagas que deram o que falar nos últimos anos, sendo que algumas delas definitivamente deixaram sua marca na história e acabaram se tornando clássicos geracionais. Pensando nisso, o CinePOP separou filmes que completam 20 anos em 2021 e que iniciaram algumas de nossas franquias favoritas para você assistir no conforto de seu lar. Confira!

 

Onze Homens e Um Segredo

No início dos anos 2000, o mundo via a consolidação de dois galãs que conquistavam corações onde quer que fossem: Brad Pitt e George Clooney. Então, quando anunciaram o remake de Onze Homens e Um Segredo, filme de assalto dos anos 1960, seria estrelado pela dupla, o mínimo que se esperava era um longa-metragem de muita classe e ação. Completando o elenco, ainda tinham nomes como Julia Roberts, Andy Garcia e Matt Damon. Em resumo: puro suco de anos 2000. Na trama, dois criminosos de alto nível se juntam para planejar o maior assalto que Las Vegas já viu. Eles pretendem roubar os cofres dos três maiores cassinos da Cidade do Pecado na mesma noite. Para isso, a dupla vai atrás de um time de especialistas para conseguirem pôr o plano em ação. Além de ter virado referência para os filmes de assalto, o longa rendeu duas sequências e acabou indiretamente influenciando na moda masculina do início do século XXI.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Se você perguntar para uma criança dos anos 1990/2000 qual o filme que mais marcou a infância dela, é bem provável que ela cite uma das aventuras de Harry Potter e seus amigos na luta contra os bruxos do mal. Isso porque a franquia de oito filmes teve vários elementos a seu favor. O primeiro deles foi se basear em uma das obra infanto-juvenis de maior sucesso da história. Lançado em 1997, o primeiro livro da saga foi um fenômeno que ajudou a trazer a leitura para a realidade das crianças do final do século XX. Além disso, a produção escalou atores mirins até então desconhecidos, que foram crescendo junto do público-alvo, o que aumentava a identificação com o filme. Por fim, a direção de Chris Columbus, que já tinha trabalhado com esse universo infantil em Esqueceram de Mim e Uma Babá Quase Perfeita, deu o tom certo para introduzir o universo mágico nos cinemas. Bem, a história, que você já deve conhecer, mostra Harry Potter (Daniel Radcliffe), um menino de 10 anos, que descobre que é o bruxo mais famoso de um mundo mágico que ele sequer sabia que existia. Levado para estudar em Hogwarts, ele faz amigos e percebe que faz parte de uma história muito maior, cheia de mistérios e polêmicas. O primeiro filme foi um grande sucesso e garantiu que toda a saga dos livros fosse adaptada para os cinemas em oito filmes que foram fenômenos de bilheteria. A história do bruxinho marcou a primeira década do século XXI – já que o último capítulo, lançado em 2011, completa 10 anos em 2021 – e ainda rendeu uma franquia prequel chamada Animais Fantásticos e Onde Habitam. Com isso, o “Mundo Bruxo” acumula mais de US$ 9 bilhões em bilheteria, fazendo dele a terceira maior bilheteria de “universos cinematográficos”, perdendo apenas para o Universo Cinematográfico Marvel e Star Wars.


O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel

Se Harry Potter colecionou dinheiro, O Senhor dos Anéis colecionou prêmios. O papa-títulos do mundo da fantasia medieval encerrou a trilogia principal com nada menos que 30 indicações ao Oscar – sem contar as 7 indicações obtidas pela trilogia O Hobbit -, das quais venceu nada menos que 17 estatuetas, incluindo o tão sonhado “Melhor Filme“. E a trilogia também não fez feio, se encerrando com quase US$ 3 bilhões ao redor do mundo. Pois bem, isso tudo começou em 2001 com O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Dirigido por Peter Jackson, que até então era conhecido por filmes trash, o longa adapta a obra máxima de J. R. R. Tolkien para as telonas. Como os livros eram riquíssimos em detalhes, houve um receio dos fãs que temiam que os cortes destruíssem a visão deles sobre a obra. No entanto, Jackson realizou um trabalho magnífico, prezando por grandes planos abertos e cenas importantíssimas saídas diretamente dos livros. Estrelado pelo pouco badalado Elijah Wood e contando ainda com lendas do cinema como Ian Mckellen, Cate Blanchett e o monstruoso Christopher Lee, que chegou a conhecer o próprio Tolkien ainda em vida, A Sociedade do Anel ajudou a consolidar nomes como Hugo Weaving, Liv Tyler, Viggo Mortensen, Orlando Bloom e Sean Austin no mundo do cinema. O primeiro capítulo da trilogia mostra o início da jornada de Frodo Bolseiro (Elijah) para levar o Um Anel até Mordor para destruí-lo e impedir que Sauron, o senhor das sombras, tome conta da Terra Média. O filme ficou bem grande, mas ainda assim conquistou o público que ficou ansioso pelo desenrolar da trilogia. O sucesso foi enorme e rendeu uma trilogia prequel, chamada O Hobbit, que contou a história de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em sua aventura para ajudar os anões a retomarem seu reino e enfrentar o terrível dragão Smaug (Benedict Cumberbatch). Apesar de não ter sido tão importante para a história do cinema quanto O Senhor dos Anéis, a trilogia prequel conseguiu seus fãs e fez muito dinheiro nas bilheterias.

Velozes & Furiosos

Amada e odiada por muitos, a franquia Velozes & Furiosos começou como um filme de rachas de carros e se expandiu para um retrato das tendências do cinema de entretenimento dos últimos 20 anos. É interessante ver como praticamente todos os filmes da saga da “família” Toretto fazem uso de artifícios e estilos que estavam em alta na época de seu lançamento. Por isso, talvez, o primeiro Velozes & Furiosos tenha esse jeitão de filme de assalto, enquanto os últimos são praticamente filmes de super-heróis com carros tunados. Goste ou não, os filmes encabeçados pelo careca bombado Vin Diesel, se tornaram um verdadeiro fenômeno e mostraram que nem sempre ser um “parque de diversões” é algo ruim para o cinema. Então, antes de saltarem de prédios com carros e desviarem mísseis com as mãos, a gangue de Dominic Toretto (Vin Diesel) realizava rachas pelas estradas dos EUA e assaltos a caminhões de aparelhos eletrônicos, como DVD players. Suspeitando do grupo, a polícia manda Brian O’Conner (Paul Walker) se infiltrar no grupo para tentar solucionar o caso. Em meio a tiros, mistérios e muita corrida irresponsável pelas ruas de Los Angeles, a dupla acaba trocando farpas e passando por situações tensas. Com o tempo, nomes consagrados do cinema de ação, como The Rock e Jason Statham entraram para a franquia, que é uma das mais lucrativas na atualidade, que tem seu nono capítulo marcado para estrear em 2021.

 

Qual desses filmes é o seu favorito? Diga nos comentários!

Crítica | A Escavação – Netflix constrói uma versão sonolenta e vazia de história real britânica

Um país que investe na cultura tem a opção de fazer filmes bons e ruins, produzir longas de diversos gêneros, para diversos públicos e com todo tipo de orçamento. Ou seja, quando se investe, dá até para se dar ao luxo de errar. Acima de tudo isso, dá para semear, através dos filmes, a construção do orgulho nacional: filmes que retratem diversos episódios da história de um país, de modo a, a longo prazo, gerar um espectador orgulhoso do próprio país. Através desse tipo de investimento é que é possível produzir, por exemplo, um filme como ‘A Escavação’, nova aposta na plataforma da Netflix.

Edith Pretty (Carey Mulligan) é uma viúva rica que, antes do marido morrer, comprou um terreno em Ipswich, no qual havia curiosos montes, os quais ela pretendia escavar para saber o que tinha dentro. Para isso, ela contrata os serviços de Basil Brown (Ralph Fiennes), um “escavador”, como ele mesmo diz, ou seja, um homem que possui lógica e força bruta para esburacar, mas não tem a técnica. Então, a notícia da descoberta de um item arqueológico se espalha e o pessoal do museu de Ipswich e do Museu Britânico crescem o olho sobre o achado, enviando imediatamente suas próprias equipes de arqueólogos, cujas técnicas e conhecimentos científicos entram em choque com a experiência de campo do sr. Brown.

Baseado no romance de John Preston, a bem da verdade o filme ‘A Escavação’ não tem história. É quase como se o argumento de Moira Buffini tentasse responder à pergunta: como posso criar um enredo sobre a peça mais importante em exibição no Museu Britânico? Porque, sinceramente, a história de uma mulher rica que contrata um homem para escavar no seu quintal de fato não oferece muita coisa ao espectador, mesmo que esse episódio se passe às vésperas da II Guerra Mundial. Tanto é verdade que, a partir do momento em que o tal grupo de arqueólogos chega, a trama dos protagonistas literalmente vai para segundo plano, e o filme passa a acompanhar os dramas vividos por Peggy (Lilly James), única mulher do grupo de pesquisadores, casada com Stuart (Ben Chaplin), que não demonstra nenhum interesse por ela.

Não bastasse a falta de recheio, a produção de ‘A Escavação’ optou por elencar uma atriz de trinta e poucos anos para o papel principal de uma personagem que, na vida real, tinha cinquenta e três quando tudo aconteceu. Além de sinalizar o desmérito por atrizes mais velhas, a produção reforça a imposição do padrão da juventude eterna para as atrizes, ainda que isso cause confusão na própria trama – em determinado momento, ao explicar a história de Edith Pretty, uma personagem conta que ela tinha dezessete anos quando conheceu o noivo mas declinou o pedido porque precisava cuidar do pai, de quem cuidou pelos dez anos seguintes; então, casou-se com o noivo, com quem ficou por mais quinze anos, sendo que Edith tem um filho de cerca de dez anos… essa conta não bate com um personagem que aparenta ter trinta anos.

A Escavação’ é desses filmes para afofar o orgulho britânico, que joga luz sobre um episódio importante para a cultura daquele país mas que, de fato, não entretém nem oferece reflexão. Uma grande e vazia produção.

‘Cemitério Maldito’: Filme ganha novo trailer assustador; Confira!

O remake de Cemitério Maldito ganhou seu segundo trailer.

Confira:

Dublado

Legendado

Baseado no romance de Stephen King, o remake da Paramount traz no elenco Jason Clarke como o Dr. Louis Creed em uma narrativa envolvendo enterros misteriosos nas profundezas das florestas do Maine, perto de onde sua família comprou uma nova casa.

O reboot ocorre três décadas depois da adaptação original do clássico romance de terror.

O longa será dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, os mesmos responsáveis pelo aclamado terror ‘Starry Eyes‘, de 2014.

Na trama, “O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando seu filhinho Gage morre atropelado, Creed resolve enterrá-lo no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.”

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

Cemitério Maldito‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril de 2019.

‘Batwoman’: Ruby Rose estampa nova capa da revista EW; Confira!

As próximas edições da Entertainment Weekly já foram divulgadas e estão incríveis!

Em homenagem à San Diego Comic-Con 2019, a revista revelou cinco novas capas especiais, trazendo em foco Stephen Amell (Arrow), Grant Gustin (Flash), Melissa Benoist (Supergirl), Caity Lotz (Legends of Tomorrow) e Ruby Rose (Batwoman).

Confira todas as edições abaixo:

Batwoman faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série estreia no dia 6 de outubro, na CW.

 

‘Viúva Negra’ não é tão feminista quanto ‘Capitã Marvel’, indica nova reação ao filme

O thriller de espionagem Viúva Negra ainda está a alguns meses de seu lançamento nos cinemas, mas as primeiras reações ao filme já começaram a despontar nas redes sociais.

Um novo comentário ao filme, divulgado através do 4Chan, sugere que o longa-metragem não será tão feminista quando Capitã Marvel. O máximo que os fãs irão ver nas telonas são “alguns temas implícitos em que todas as Viúvas Negras irão se voltar” contra alguém do próprio grupo em algum momento.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 01 de maio de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Confira a sinopse oficial:

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

‘Festival Eurovision de Canção’: Fãs estão AMANDO a nova comédia musical da Netflix!

‘Festival Eurovision de Canção: A Saga de Sigrit e Lars’ é a nova comédia musical da Netflix estrelada por Will FerrellRachel McAdams – e sua recente adição ao catálogo da plataforma parece ter deixado os internautas muito felizes.

Nas redes sociais, os fãs estão se manifestando positivamente acerca do longa-metragem, dizendo que é uma ótima pedida para assistir em tempos de reclusão social e que é um clichê bastante motivacional.

Confira as reações:

A história gira em torno de uma dupla de aspirantes a músicos islandeses, Lars Erickssong e Sigrit Ericksdottir (Ferrell e McAdams), que têm a oportunidade de uma vida ao serem convidados a representar seu país no anual evento Eurovision – a maior competição de música do mundo.

O elenco também é formado por Pierce BrosnanDemi LovatoDan StevensNatasia Demetriou e Jamie Demetriou.

A produção é dirigida por David Dobkin e assinada por Andrew Steele e Ferrell.

‘Veneno’: Isabel Torres é Cristina Ortiz no belíssimo cartaz da nova série da HBO Max

Depois do trailer, a HBO Max divulgou o cartaz oficial de Veneno, sua nova produção original centrada na icônica cantora e atriz Cristina Ortiz (também conhecida como La Veneno).

Confira:

Veneno
https://app.asana.com/0/1135954362417873/1198991402468855/f
Credit: HBO Max

Baseado no livro de memórias ‘Not A Whore, Not a Saint, The Memories of La Veneno, a série gira em torno de “Valeria, uma jovem estudante de jornalismo que descobre ter mais em comum com La Veneno que acredita. As duas mulheres nasceram em tempos bastante diferentes, mas suas histórias se entrelaçam quando Valeria escreve um livro sobre ela. Conforme aprende mais sobre ela, Valeria descobre quem é sua família de verdade, como amar a si mesma e o impacto da mídia de massa na vida da enigmática performer”.

Javier CalvoJavier Ambrosi são os criadores.

Isabel TorresDaniela SantiagoLola Rodriguez, Paca la PirañaGoya ToledoEster ExpositoJedet Sánchez e Lola Dueñas estrelam.

Veneno tem estreia marcada para o dia 19 de novembro.

Crítica | Lady Gaga constrói uma ode ao sexo e à criatividade com o subestimado ‘ARTPOP’

Publicado originalmente em 28 de março de 2019.

ARTPOP talvez seja o álbum mais controverso de Lady Gaga. Não apenas por afastar-se completamente do dance pop e do eletro rock típicos de seus álbuns anteriores, endossados com uma investida mais metal em Born This Way, mas por falar abertamente sobre assuntos considerados tabus pela sociedade mais conservadora e retrógrada. Não é à toa que, à época de seu lançamento, a cantora declarou ironicamente que iria revolucionar o cenário musical – e ela de certo modo fez isso, não pela construção das faixas do álbum, visto que todas partem da mesma base, mas sim por trazer à tona assuntos que são discutidos pelas pessoas, só não publicamente. E também não é nenhuma surpresa que o disco tenha se tornado um fracasso de crítica e tenha sido redescoberto recentemente como um dos mais subestimados da cantora.

Fincado completamente no synthpop, uma versão mais visceral e eletrônica do pop clássico, o álbum em si fala sobre crimes passionais, sexo, drogas e, em seu escopo total, sobre a criatividade. Em diversas faixar, Gaga utiliza sua reputação e as crescentes críticas ao seu estilo e às suas mudanças identitárias para mostrar que é uma artista completa, uma participante da indústria do entretenimento que preza pela originalidade e que, ao mesmo tempo em que conversa com os fãs, também conversa consigo mesma. Não é à toa que, após o lançamento de The Fame Monster’, a cantora tenha preferido utilizar de acontecimentos pessoais para criações cada vez mais intimistas.

“Aura” é a música que abre o álbum. Iniciando-se com técnicas de influências musical western, principalmente a presença dos mariachis, Gaga disserta sobre sua própria criatividade, a qual está protegida por um véu metafórico que também serve como refúgio para sua aura artística. Não é à toa que essa insanidade emerge inúmeras vezes pelas risadas dissonantes no começo e pelo uso de alteradores eletrônicos de voz em certas partes, conferindo uma aproximação ao electronic dance music que não só torna a faixa interessante de ser analisada, mas também envolvente. E se essa crueza é vista com certa cautela aqui, em Applause”, o lead singledo álbum, nota-se um grande amadurecimento da própria Gaga, a qual faz uma homenagem para seus fãs – os little monsters – e abraça os aplausos que recebe com tanto carinho, não se importando com duras críticas que recebeu em sua carreira.

A criatividade defendida com unhas e dentes pela cantora não se restringe apenas à sua persona, mas também alastra-se àqueles que sempre participaram de sua vida e permitiram que insurgisse como o ícone que é hoje. Pode-se falar, então, que a extensão de sua personalidade finca-se nos próprios figurinos irreverentes e completamente chocantes que utiliza, saudados com imensa ovação nas incríveis composições de Fashion!” e Donatella”: enquanto uma fala com grandiloquência sobre o trabalho dos designers e sobre sua capacidade de tradução materialista os desejos mais inerentes do ser humano, a outra explana-se como uma ácida crítica ao mundo em que modelos são submetidas para aproximar o onírico dos meros mortais (“Você comeu apenas uma salada hoje; boulangerie”, ela diz em certo momento da segunda faixa).

As drogas também entram como parte importante dessa fase de Gaga, principalmente a maconha. Em diversas momentos, é possível ver como as propriedades tranquilizadoras dessa planta permitiram que as músicas da cantora fossem compreendidas muito além da superfície – uma apologia sincera e clara. Mary Jane Holland” utiliza um dos inúmeros sinônimos para a droga e inclusive fala sobre o infundado tabu acerca dela e que acompanha as gerações mais velhas (“Eu sei que mamãe e papai me acham uma completa bagunça”); Jewels N’ Drugs”, por sua vez, traz isso para um mundo mais elitizado, permeado pelo escambo e pela uso de produtos mais pesados por aqueles que conseguem adquiri-los. Até mesmo Dope” utiliza-se como base a planta, apesar de ter um foco melódico muito mais emocional, dizendo que o eu lírico necessita do amor de alguém que esnobou em detrimento da inebriante e passageira sensação que as drogas lhe garantem.

ARTPOP também é um disco humano; ele fala de pessoas, de como a influência delas, tanto no âmbito psíquico quanto no físico, contribuem para o endossamento de Gaga como pessoa. Seja desesperada por “uma cura” perante alguém que prometeu amá-la e depois a abandonou, em MANiCURE”, ou apenas escolhendo passar uma única noite com um amante que poderá levá-la nas mais diversas aventuras, como Gypsy”, ela preza pela companhia e não gosta de se sentir sozinha. Essa assunto, por mais que não seja visto com maus olhos, não é comentado de forma tão aberta por estar associado a momentos de fraqueza, até hoje condenados por uma parcela da sociedade firmada no patriarcado.

Mas é com o expressionismo inegável de Swine” que esse querer pela companhia atinge um nível assustador. Em um ritmo sintético esquizofrênico e muito pesado, tanto os acordes em teclado quanto os crescendosposicionados de forma profusa na construção musical, a faixa fala basicamente sobre abuso sexual, o mesmo sofrido pela cantora por um produtor quanto tinha apenas 19 anos. Ela não liga para mais nada nesse ponto do álbum, e apenas preza por falar o que ficou preso em sua garganta por um tempo cruelmente longo.

Talvez o ápice do álbum venha com seu empoderamento. É um fato dizer que artistas femininas que falem abertamente sobre sua sexualidade são vistas como depravadas – e Gaga não apenas decide mover-se através dessas turvas águas, como também cria inúmeros afluentes para que artistas posteriores possam fazer a mesma coisa, incluindo Miley Cyrus e, mais recentemente, Selena Gomez. Em sua trilogia artística, o suprassumo musical que inclui Artpop, Venus” e G.U.Y.”, a cantora permite-se realizar diversas referências a movimentos vanguardistas no mundo inteiro, buscando inspiração em Andy Warhol e na cultura greco-romana para criar um microcosmos sexual totalmente desprovido de preconceitos. Ao mesmo tempo em que aceita sua condição como um ser que necessita dos prazeres da carne, ela também almeja pelo controle da situação, podendo ir e vir quando quiser e escolher com quem e com quantos quer estar (“Eu quero o poder para te deixar, eu quero o controle desse amor”). Gaga não fala de obsessão, e sim de um poder pessoal que é de extrema importância para a sobrevivência humana.

Tudo culmina em Do What U Want”, um dos singles promocionais que fez grande sucesso nas rádios. Aqui, ela tem plena consciência de que seu corpo pertence ao outro, mas seu coração, sua mente e seu livre-arbítrio não. Buscando referência de dominação e submissão já vistas em seu álbum anterior, essa faixa abre margem também para uma possível consequência da aceitação do sexo como força-motriz de diversos momentos do cotidiano, inclusive um apreço pelo impossível e pela traição onírica em Sexxx Dreams”.

ARTPOP é uma obra essencialmente irreverente. Sua completude representa uma capacidade crítica e de aceitação nem um pouco ortodoxa para Lady Gaga, e o negativismo que recebeu acerca de seu lançamento apenas mostra o quanto a obra é importante para uma libertação mais do que necessária para aqueles que se escondem. Sua visceralidade, sua crueza e seu pouco convencionalismo musical são pontos que, além de marcarem uma mudança drástica em sua carreira, permitiriam uma futura autorreflexão que, em dado momento da vida, chega para todos nós.

Nota por faixa:

  • #Aura – 4/5
  • #Venus – 5/5
  • #G.U.Y. – 5/5
  • #Sexxx Dreams – 4/5
  • #Jewels N’ Drugs – 3,5/5
  • #MANiCURE – 4,5/5
  • #Do What U Want – 3,5/5
  • #ARTPOP – 4,5/5
  • #Swine – 4/5
  • #Donatella -5/5
  • #Fashion! – 4/5
  • #Mary Jane Holland – 4/5
  • #Dope – 5/5
  • #Gypsy – 5/5
  • #Applause – 4,5/5

‘Legends of Tomorrow’: Ava interroga um estranho visitante na promo oficial do episódio 06×13; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Silence of the Sonograms”, 13º capítulo da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “com as Lendas em alerta com um inesperado convidado sob custódia, Ava tem a missão de interrogá-lo, enquanto Nate e Sara assistem. Rory está lutando contra uma terrível dor em sua cabeça, e Gary tenta ajudá-lo. Enquanto isso, Zari pede a Astra e a Spooner que ajudem a descobrir o que está acontecendo com Constantine.”

O capítulo vai ao ar no dia 22 de agosto.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

Fãs fazem campanha EM MASSA pedindo pela sequência ‘Homem-Aranha 4’, de Sam Raimi; Veja!

Depois do sucesso de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, os fãs do Cabeça de Teia resolveram reviver as franquias anteriores que já haviam chegado ao cinema – principalmente depois da aparição surpresa de Tobey MaguireAndrew Garfield no longa-metragem.

Agora, nas redes sociais, os fãs não apenas estão pedindo pelo lançamento de ‘O Espetacular Homem-Aranha 3’ e pelo estabelecimento de Garfield como o herói aracnídeo do universo ‘Venom’, mas começaram uma pesada campanha em massa pedindo pelo quarto filme da franquia original, dirigida por Sam Raimi.

Veja:

Raimi, durante uma sessão de Q&A no Reddit, revelou que tinha planos para a quarta iteração da saga, mas que foi demitido da cadeira de direção após se desentender com a Sony Pictures.

“Eu queria fazer um filme que fosse incrível. Queria que fosse algo que vocês amassem. Mas não consegui chegar lá. Então, achei melhor parar naquele momento.” 

Ele ainda sonha em fazer o seu quarto filme da franquia. Em entrevista ao Yahoo, Raimi falou brevemente sobre seu filme nunca feito do ‘Homem-Aranha’:

“Eu penso nisso o tempo todo. É difícil pensar que eu não pude fazê-lo, ainda mais porque de tempos em tempos sai uma nova versão do Homem-Aranha! Então, como eu já tinha o filme pronto na cabeça, não consigo deixar de pensar no que poderia ter acontecido. Mas tento me concentrar sobre o que será, e não olhar para o passado”, afirmou.

O diretor queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Uma recente publicação feita no Twitter tem chamado bastante atenção de muitos internautas. No post em questão, um fã da trilogia original do Homem-Aranha faz um apelo para a Sony e para Marvel Studios, para que Maguire ganhe uma nova sequência – desta vez sombria e seguindo os moldes do aclamado indicado ao Oscar, ‘Logan‘.

Na publicação, o usuário sugere um filme mais maduro, que acompanhe o Teioso na sua fase mais velha. Ele ainda pede para que Sam Raimi assuma a direção do projeto, com total liberdade criativa.

O post viralizou na rede social e já conta com mais de 20 mil curtidas e mais de 300 comentários.

Confira:

“Façam um filme do Homem-Aranha com Maguire ao estilo de Logan. Não o associem a nenhum universo cinematográfico ou algo do gênero. Apenas façam um filme mais durão, belo e emotivo sobre um Spidey mais velho. Tragam Sam Raimi para dirigir. Deem a ele controle total. Assistam as bilheterias explodiram”.

‘Stranger Things’: Primeira parte da 4ª temporada já está disponível na Netflix!

A espera acabou!

A primeira parte da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ finalmente estreou no catálogo da Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 27 de maio, na plataforma de streaming.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Joanne | As 5 melhores músicas do 5º álbum de Lady Gaga

Há exatos seis anos, Lady Gaga se reinventava mais uma vez.

Depois de ter explorado o synth-pop e o electro-rock em ‘The Fame’‘The Fame Monster’‘Born This Way’‘ARTPOP’ (e também de ter demonstrado suas incríveis habilidades vocais com o ótimo ‘Cheek to Cheek’, ao lado de Tony Bennett), Gaga resolveu adotar uma persona mais retraída, comedida e introspectiva para o subestimado Joanne.

Lançado em 21 de outubro de 2016, o principal tema do álbum discorre sobre amar as pessoas que estão a seu redor e que sempre lhe apoiaram, além de incursões sexuais movidas a glam-rock e odes a membros da família da cantora que ainda lhe deixam saudade. Joanne estreou em primeiro lugar na Billboard 200 e conquistou inúmeros prêmios, levando uma estatueta do Grammy para casa pela faixa titular, e iniciando uma nova era vocal que seria emulada por nomes como KeshaKylie MinogueHarry StylesNoah Cyrus.

Para celebrar o aniversário do álbum, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do compilado.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “DIAMOND HEART”

A maturidade psicológica e emocional do álbum emerge com “Diamond Heart”. Usando e abusando de suas habilidades vocais, que mantém-se em um nível esplendoroso e aplaudível principalmente por sua arquitetura rouca e ao mesmo tempo natural, Gaga diz que ela tem um coração tão impenetrável feito diamante, mas que brilha com um potencial a ser explorado.

4. “JOHN WAYNE”

Apesar de não ter entrado para a lista de singles oficiais de Joanne“John Wayne” forneceu um claro vislumbre da excentricidade de Gaga pela qual nos apaixonamos ainda em The Fame. Com um colorido e frenético videoclipe dirigido por Jonas Akerlund, a canção se inclina tanto para o country quanto para o disco e o funk, além de reapresentar o icônico ator titular ao mundo.

3. “JOANNE

A música-título de Joanne causou uma comoção pela natureza biográfica e pela cândida homenagem que Gaga fez à sua falecida tia, Joanne Germanotta. Elogiada pela crítica e mostrando as aptidões vocais da performer ao country, a versão em piano levou para casa um Grammy em 2019.

2. “DANCIN’ IN CIRCLES”

retro-country-funk “Dancin’ In Circles” tinha potencial de sobra para se tornar uma das músicas promocionais de Joanne, mas ficou à sombra de outras escolhas da produtora. De qualquer forma, a faixa caiu no gosto popular pela sensual rendição de Gaga e por uma lírica pungente e explícita – do jeito que os fãs adoram.

1. “A-YO”

country-pop “A-Yo” é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.

‘Star Trek: Lower Decks’: Série animada é RENOVADA para a 5ª temporada!

A elogiada série animada ‘Star Trek: Lower Decks‘ foi oficialmente renovada para a 5ª temporada (via Collider).

Com poucas informações reveladas, sabe-se que o próximo ciclo terá dez episódios. A quarta iteração, por sua vez, chega ao catálogo da Paramount+ em meados deste ano.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty‘).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

10 Filmes para pedir alguém em casamento

O que você espera de um casamento? Será que serão sempre momentos de alegrias? Como suportar as dores e tristezas? Um vínculo estabelecido entre duas pessoas, nem sempre histórias de amor como nos filmes mas sempre na esperança.  Nessa matéria refletiremos sobre casamentos dentro do ponto de vista sentimental e da expectativa, lá do início, quando nos enchemos da certeza de que encontramos alguém para preencher diversas lacunas vazias do nosso coração.

Estabelecendo a regra de que se você assistir a um filme que tenha momentos felizes mas também momentos tristes dentro de relacionamentos, e no final, você acha que suportaria tudo aquilo que viu ou deseja de alguma forma arriscar para viver um grande amor, resolvemos criar a lista 10 Filmes para pedir alguém em casamento. Se você assistir a algum desses filmes e se sentir confiante mais ainda em oficializar uma relação, a hora é agora! Não perca tempo!

 

 

Loving

O casamento é o fim do romance e o começo da história. Dirigido pelo excelente cineasta Jeff Nichols (dos ótimos Midnight Special, Amor Bandido e O Abrigo) Loving fala, além de qualquer outra coisa, de maneira impactante, sobre o mais forte dos sentimentos humanos: o amor. O tom do filme é algo lindo, gera metáforas fabulosas mas sempre com uma verdade impressionante. As atuações dos protagonistas Ruth Negga e Joel Edgerton viram algo inesquecível, marcante. Exibido no Festival de Cannes, o longa possui alma e muita verdade também ao falar dos obstáculos que ambos precisam enfrentar por conta de seu casamento, numa época de muito preconceito em boa parte dos Estados Unidos.

Na trama, baseada em fatos reais e ambientado no final da década de 50 no Estado da Virgínia nos Estados Unidos, conhecemos o casal Mildred (Ruth Negga) e Richard (Joel Edgerton), dois seres humanos apaixonados que resolvem oficializar seu amor se casando quase que secretamente em uma cerimônia bem simples. Mas as autoridades do local onde vivem começam a persegui-los, pois, por serem um homem branco e uma mulher negra, naquela época o casamento entre eles, naquela cidade, era proibido. Assim, enfrentando todo um preconceito de uma região, eles irão enfrentar a todos sempre fortalecidos pelo maior de todos os sentimentos do mundo, o amor.

Loving é uma linda história de amor, com grandes atuações, uma direção primorosa que fala com toda a verdade sobre a luta contra um preconceito absurdo que existia (e infelizmente ainda existe) em alguns cantos do planeta.

 

Doentes de Amor

Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno anos atrás, a comédia dramática The Big Sick, no original, é uma daquelas gratas surpresas que aparecem ano após ano em nossa frente. Falando de um assunto bastante abordado em longas-metragens, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, Doentes de Amor, título nacional desse projeto, possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas e merecia uma chance de Oscar para a sempre excelente Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.

Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família e foge sempre que o assunto é sobre seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma, e, assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital e acaba conhecendo melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).

A emoção rola solta em muitos momentos. É impossível após as duas horas de filme você não sair apaixonado por essa história.

 

Podres de Ricos

Surpresas da vida modeladas aos exageros de um cinemão. Fenômeno surpreendente de bilheteria nos Estados Unidos, Podres de Ricos busca preencher a lacuna das boas comédias que assistimos de vez em quando no cinema. Baseado no livro de sucesso Crazy Rich Asians de Kevin Kwan, e dirigido pelo cineasta californiano Jon M. Chu (Truque de Mestre: o 2º Ato) o filme é uma grande sessão da tarde ao melhor estilo cinderela. O roteiro busca suas forças nos clichês, algo como aquela fórmula que já deu certo outras vezes, deixando pouca margem para suspiros mais profundos, mesmo assim funciona.

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

Melhor personagem e com certo ar de misteriosa, Eleonor, a mãe toda poderosa de Nick, sempre que em cena contribui para que o interesse chegue com mais força para a história que estamos sendo apresentados.

 

 

Long Story Short

A felicidade, suas portas e barreiras. Escrito e dirigido pela cineasta May el-Toukhy, Long Story Short explora o universo da amizade e das desilusões do ser humano através de personagens carismáticos e repletos de problemas em seus cotidianos. Dividido em arcos, ou como preferir, capítulos, que nos situam nos reencontros desse grupo de amigos, vemos as evoluções e felicidades, tristezas e alegrias desses desbravadores do viver. O roteiro é detalhista, explora o emocional dos personagens através de como esses agem em relação aos seus obstáculos.

Na trama, conhecemos um grupo de amigos formado, entre outros, por Ellen (Mille Lehfeldt), Rolf (Peter Gantzler), Anette (Trine Dyrholm), Maya (Danica Curcic) e Max (Jens Albinus) que se conhecem faz tempo, seja alguns sendo familiares outros amigos de longa data. A cada reunião da turma, seja no ano novo, em um casamento, em uma festa surpresa sem aniversariante, no verão, em um jubileu, cada um dos personagens está passando por fases diferentes. Um deles o primeiro casamento com ao que parece a mulher de sua vida, duas mulheres apaixonadas que pretendem adotar o primeiro filho, um marido que é praticamente rejeitado por sua esposa, uma das amigas é amante de um dos amigos. Ao longo do tempo vamos percebendo relativas mudanças nessas vidas, sempre com o desejo de dias melhores.

Long Story Short é a representação do ótimo cinema dinamarquês, que gosta de brincar com situações familiares, navega nas relações de amizade e deixa os personagens cheios de alternativas no processo as vezes complicado do sentir a emoção.

 

Um Caso de Amor

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Ah, amor! Sempre ele envolvendo histórias no mundo do cinema. Será que há espaço e criatividade para escrever um roteiro um pouco diferente de tudo que já vimos? Buscando inovações na maneira de contar uma inusitada história de amor, o norte-americano Justin Long (que você já deve ter visto em muitos filmes) roteiriza, produz e atua no interessante A Case of You. Dirigido pela cineasta Kat Coiro, o filme é uma jornada de incertezas em busca do amor perfeito.

Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.

O protagonista é bem problemático, isso fica bem claro para o espectador. Justin Long desempenha com eficácia esse papel que consegue com um carisma tímido conquistar o público. Birdie é uma daquelas personagens que poucas atrizes conseguem interpretar. Tinha tudo para ser sem graça e amarga mas com muita sutileza e charme, a Evan Rachel Wood mais uma vez consegue elevar a qualidade de um filme que trabalha. Que baita atriz essa! A história funciona exatamente porquê há química entre esses dois personagens.

 

A Walk on the Moon

Os indecifráveis códigos do amor. Debutando como diretor de longas-metragens no ano de 1999, com esse trabalho, o ator, produtor e cineasta Tony Goldwyn (o vilão do filme Ghost) tem o mérito de através das linhas do roteiro assinado pela ótima roteirista Pamela Gray, encontrar delicadeza e maturidade para mostrar conflitos e escolhas de uma mulher que faz reflexões sobre a vida de maneira introspectiva, tendo que optar ou não pela inconsequência e as certezas que encontra nas suas atitudes. O projeto conta com duas atuações fantásticas e emocionantes dos artistas Diane Lane e Liev Schreiber. Um filme que poucos conhecem e que merece ser encontrado.

Na trama, ambientada no verão do recheado ano de 1969 nos Estados Unidos, conhecemos Pearl (Diane Lane) e Marty (Liev Schreiber) um casal que vive seu cotidiano dentro da mesmice e que passa parte da estação mais quente do ano em uma espécie de retiro com outras famílias conhecidas. Ela é dona de casa enquanto ele conserta televisores para viver. Eles formam um belo casal, cheio de harmonia mas algo não está muito certo aos olhos de Pearl. Quando a protagonista conhece o caixeiro viajante, vendedor de blusas, Walker Jerome (Viggo Mortensen), desejos escondidos e uma vontade de imaginar e viver coisas diferentes da mesmice que vive ganham contornos dramáticos quando ela passa a ter um caso com Walker.

Inconsequência, liberdade limitada, woodstock. Com uma trilha sonora maravilhosa e bastante influente dentro dos contextos da história, A Walk on the Moon mostra um recorte atemporal de uma família com problemas no casamento, na relação pais e filhos, e como a maturidade pode ser fator importante para entendermos melhor as escolhas que fazemos.

 

Ruth & Alex

Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira. Dirigido pelo cineasta britânico Richard Loncraine o trabalho protagonizado pelos veteranos Morgan Freeman e Diane Keaton, Ruth & Alex tem o roteiro, assinado por Charlie Peters (Três Solteirões e uma Pequena Dama), baseado em uma obra de Jill Ciment. É uma delícia de filme, se desenvolve em sua essência a partir dos diálogos maravilhosos que levam a uma rápida empatia do público. Com ligeira lembrança com o clássico argentino Elsa e Fred, além de alguns outros bons filmes que falam sobre os encontros e desencontros da maneira madura do pensar, Ruth & Alex tem tudo para conquistar seu coração.

Na trama, conhecemos o artista Alex (Morgan Freeman), casado há cerca de 40 anos com Ruth (Diane Keaton) e que moram no mesmo edifício, sem elevadores, durante todo esse tempo.  Assim, de uma hora para outra, resolvem vender o apartamento e descobrir novos horizontes para viveram a parte final de suas vidas. Ao longo do filme, vamos conhecendo melhor o passado desses simpáticos velhinhos, como se conheceram, importantes decisões que tiveram que tomar e assim vamos entendemos melhor toda a personalidade que rege esse casamento vitorioso e recheado de amor.

5 Flights Up, no original, possui personalidade própria, além de possuir uma bela e conjunta atuação de dois gigantes do cinema mundial. Há um exalar de simpatia, típico dos filmes que chegam mais rápido em nossos corações, em cada parte deste belo trabalho.

 

Em Guerra por Amor

Como o humor e a crítica podem andar lado a lado numa tela de cinema. Pierfrancesco Diliberto, conhecido como Pif, um dos artistas mais famosos da Itália atualmente, dirige, roteiriza e protagoniza essa ótima comédia, Em Guerra por Amor (In Guerra per Amore), recheada de críticas sobre as ações dos Estados Unidos em um dos recortes dos aliados na segunda guerra mundial. De maneira debochada e muitas vezes brilhante, Pif e companhia transformam uma mera comédia italiana em um filme forte e contundente que explica de maneira bem trivial um olhar interessante sobre a maior de todas as guerras.

Na trama, ambientada no início da década de 40, conhecemos um jovem muito simpático chamado Arturo Giammaresi (Pierfrancesco Diliberto) que está apaixonado pela filha do dono do restaurante onde trabalha. Sem ter muitos recursos, sendo imigrante em uma terra que está prestes a entrar com mais força na segunda grande guerra, consegue que o amor de sua vida, que está com casamento marcado com outra pessoa, consiga viver feliz com ele caso o mesmo vá até a Sicília na Itália e peça a mão dela ao pai da jovem. Sem ter como custear uma viagem extremamente cara na época, consegue se alistar no exército norte americano, pois, os Estados Unidos está recrutando pessoas que querem lutar e que falem bem os dialetos locais na Itália. Assim, colocando a vida em risco, embarca em uma viagem de grandes descobertas em meio a uma guerra que deixou cicatrizes em todos os habitantes desse planeta além de consequências durante décadas para frente por conta do papel da máfia nessa chegada norte americana a Itália.

O romantismo não fica em segundo plano e Arturo ganha ajuda de coadjuvantes de luxo, e muito engraçados, como os amigos, um deles cego, que o ajuda a encontrar o pai de seu amor. Em Guerra por Amor é uma deliciosa comédia italiana, dentro de uma bela, inteligente e bem- humorada narrativa.

 

Complicações do Amor

O casamento deve combater incessantemente um monstro que devora tudo: o hábito! Chegou aos cinemas norte-americanos em agosto de 2014, The One I Love. Debutando na cadeira de diretor de cinema, o trabalho dirigido por Charlie McDowell possui um criativo, assinado por Justin Lader. Ao longo dos curtos 91 minutos de fita, consegue com criatividade e um toque de absurdos apresentar argumentos sólidos sobre a teoria do matrimônio. É uma bela visão sobre variáveis constantes que vemos na vida real quando pensamos ou ouvimos sobre casamentos.

Na trama, um casal em grave crise, resolve, após sugestão do seu misterioso psicólogo, embarcar em uma viagem para passar o tempo longe da cidade grande, em uma casa confortável, para ver se a relação deles engrena novamente. Chegando nesse agradável lugar, logo na primeira noite percebem que há algo muito estranho nesse lugar. Assim, descobrem o inusitado: Versões melhoradas deles vivem na casa de hóspedes! Assim, com vários diálogos interessantes, e situações peculiares, o casal tenta redescobrir o amor.

Uma das dezenas de peculiaridades da história é a presentar uma profunda abordagem, mesmo parecendo impossível na vida real, sobre as dificuldades de estar junto com alguém. Se desdobrando em dois papéis, os atores Mark Duplass e Elisabeth Moss conseguem deixar a trama com cara de suspense e aproximando o público de cada segundo do que vemos em cena.

 

Entre o Amor e a Paixão

Como não gostar de um casal que comemora o aniversário de casamento indo ao cinema? Com uma abertura detalhista, a rainha do drama Sarah Polley une Michelle Williams e Seth Rogen em um filme profundo em busca da verdadeira essência da felicidade, assim começamos falando do ótimo Entre o Amor e a Paixão.

Na trama somos apresentados a Margot e Lou, um casal muito simpático que enfrenta uma crise definida pela mesmice. O público é guiado para dentro desse relacionamento que logo fica exposto que há um tipo de solidão, tristeza que insiste em tomar conta do ambiente. Com a entrada de um novo vizinho na história, Margot não sabe o que fazer, se fica fiel ao marido que escreve livros sobre cozinhar frangos ou se entrega a uma paixão avassaladora.

Os atores estão muito bem. Seus personagens são intensos, apontados para o melodrama. Seth Rogen não consegue esconder seu lado cômico mas nesse trabalho diferente de alguns outros, vemos um gigante, engraçado, controlado e gentil. Melhor papel dele no cinema. Às vezes ingênua, às vezes sonhadora, a personagem de Michelle Williams fica a um passo da traição, do novo, da paixão. Medo de aeroporto, medo de estar entre duas coisas, tem até medo de ter medo. Mais uma excelente interpretação dessa jovem talentosa. O ator Luke Kirby (também muito bem em seu papel) é o outro ângulo desse triângulo. Seu personagem é um artista medroso que não consegue mostrar sua arte ao mundo e ganha a vida levando um carrinho de passeio na lagoa, até se apaixonar por sua vizinha.

O estilo meio paradão pode afastar alguns cinéfilos. Por isso o aviso: não corram! Deem uma chance dessa história chegar até você.