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10 Animações em cartaz no Telecine para Distrair a Criançada

A reclusão social a qual todos estamos sujeitos para conter a epidemia do coronavírus está fazendo com que readaptemos nossa realidade. Trabalhos, cursos, estudos, exercícios e distrações precisaram ser trazidos para dentro de nossos lares. No entanto, para quem tem filhos pequenos, o desafio está sendo ainda maior. Os pais estão tendo que se desdobrar para conseguir entreter e canalizar a energia da garotada.

Para ajudar na tarefa, o CinePOP formula uma nova lista. Desta vez, o foco são dicas de animações recentes para distrair as crianças. E mesmo que eles já tenham visto alguns, é sempre hora de relembrar seus preferidos. O melhor é que a maioria dos filmes são igualmente recomendados para os pais que queiram acompanhar seus filhos nesta empreitada – e alguns, inclusive, mais recomendados para os mais velhos e adultos. Então, reúna a família na frente da TV e programa-se com o Telecine.

Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2

Continuação do sucesso de 2016, esta é a pedida ideal para os pais, filhos e as famílias que adoram animais. O filme original faturou uma bilheteria assombrosa, chegando perto dos US$900 milhões. Assim, é claro que a Universal e a Illumination Entertainment (mesmo estúdio de Meu Malvado Favorito e Os Minions) prontamente confeccionaram uma sequência. A proposta continua a ser desmascarar o que nossos animaizinhos de estimação fazem quando saímos de casa. Uma curiosidade, no entanto, é que podemos notar uma mudança na voz do protagonista Max. Acontece que o dublador original, o comediante Louis C.K., se envolveu em polêmicas de assédio, sendo substituído por Patton Oswalt nesta continuação. Harrison Ford e Tiffany Haddish são as novidades no elenco.

Como Treinar o Seu Dragão 3

Por falar em continuação, ninguém esperava que o filme da Dreamworks lançado em 2010 fizesse tanto sucesso com a garotada. O mais legal é que os personagens foram amadurecendo com a história e ficando mais velhos – assim como os fãs da franquia. Um conto sobre uma improvável amizade nascida entre o último dragão de sua espécie e um adolescente – que conseguiu provar falsa a lenda de que tais criaturas eram perigosos monstros. Soluço e Banguela foram crescendo a cada filme e neste terceiro o rapaz se torna finalmente um homem. Nesta nova aventura, eles descobrem que Banguela não era de fato o último de sua espécie e precisam encontrar um santuário de dragões conhecido como “O Mundo Escondido”.

O Parque dos Sonhos

Toda criança adora parque de diversão. Bem, muitos adultos também. Ao adentrar um lugar desses, imediatamente somos remetidos à nossa infância. E esta é a proposta da nova produção animada da Paramount. Com as vozes de Mila Kunis, Jennifer Garner e Matthew Broderick, a história apresenta um parque desativado onde a imaginação fértil de uma menina chamada June ganha vida, inclusive através de animais falantes, como um grande urso azul. Esta é uma coprodução entre a Paramount e a Nickelodeon, a terceira do ano passado, depois de Dora e a Cidade Perdida e Brincando com Fogo – sendo a única na forma de animação.

Os Incríveis 2

Toda criança já assistiu ao sucesso da Disney/Pixar Os Incríveis (2004). Bem, se não assistiu, deveria. Por anos, esta foi uma das sequências mais pedidas pelos fãs, que demorou nada menos do que 14 anos para sair do papel. Antes tarde do que nunca, não é? Novamente acompanhamos as aventuras da família Pera (Parr no original), super-heróis com muitos dilemas pessoais. Desta vez, uma inversão de papeis no mundo moderno, cabendo ao pai Sr. Incrível ficar em casa para cuidar do bebê Zezé, enquanto sua esposa, a Mulher Elástica, sai para trabalhar, ou seja, combater o crime.

O Grinch

Animação da Universal perfeita para ser assistida no fim de ano, na época do natal. Mas até lá, os pimpolhos podem ir se acostumando com a história do personagem ranzinza e esverdeado para assistirem novamente depois. Baseado nas histórias criadas pelo icônico escritor infantil Dr. Seuss, O Grinch é uma criatura verde e peluda, que odeia o natal e a felicidade da época, costumeira em sua cidade. Ele vive isolado no alto da montanha, e após aprontar destruindo a celebração, aprende o verdadeiro significado da época. A história já havia sido adaptada ao cinema em uma versão de carne e osso protagonizada por Jim Carrey em 2000. Agora é a vez desta versão animada, com a voz de Benedict Cumberbatch.

Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim

Muitos talvez não tenham visto o filme original, Gnomeu e Julieta (2011), que mistura a história de Romeu e Julieta encenada por anões de jardim. Esta continuação, novamente produzida pela Paramount, dá protagonismo para um novo personagem, que inclusive é o título original do filme em inglês. Sherlock Gnomes, como o nome diz, é a versão de Sherlock Holmes dos anões de jardim. O detetive tem a voz de Johnny Depp no original, e precisa desvendar o caso do sumiço de alguns ornamentos no jardim. O elenco conta ainda com as vozes de Chiwetel Ejiofor como Dr. Watson, Michael Caine, e os retornos de Emily Blunt e James McAvoy como os apaixonados Julieta e Gnomeu.

Astérix e o Segredo da Poção Mágica

Esta aqui serve também como propícia homenagem ao francês Alberto Uderzo, um dos criadores do personagem Astérix, falecido recentemente aos 92 anos no último dia 24 de março. Criados ainda na década de 1950, Astérix e Obélix são gauleses aventureiros, que através de uma poção mágica – no melhor estilo espinafre do Popeye, ganham superforça para derrotar seus inimigos. Fazendo parceria à dupla, o cãozinho branco Ideiafix. As histórias já foram parar no cinema algumas vezes, sempre em produções em live-action, com atores reais. Esta é a primeira animação criada através de computador com os personagens. Na história, o mago que cria as poções decide passar o cargo adiante.

Ilha dos Cachorros

Como dito, alguns dos filmes na lista são recomendados até mais para os adultos. Este é um dos casos, já que esta animação em stop-motion é dirigida por um cineasta que possui humor único: Wes Anderson. Só quem já assistiu a algum dos filmes do diretor vai entender. Seja como for, aqui ele trata de uma história universal, com um subtexto muito potente, sendo recomendado também para os amantes de cachorros e animais. Na trama, o Japão bane todos os cachorros do país para uma ilha devido a uma gripe transmitida através deles. Ou seja, um tema muito pertinente e atual. Mas um pequeno menino decide ir atrás de seu melhor amigo, o cão Spots, partindo assim numa missão de resgate.

Viva: A Vida é uma Festa

É impossível não se emocionar ao assistir a esta animação da Disney. E é igualmente impossível assistir ao filme uma vez só. Sendo assim, esta é a oportunidade perfeita de revistar uma das obras mais belas dos últimos anos, que além de tudo fala sobre a paixão pela música, que não pode ser contida. Outro ponto muito legal da produção é jogar foco na cultura mexicana – esta é a primeira vez que um longa do estúdio apresenta tal proposta. Aqui, uma família mexicana proíbe o pequeno Miguel de tocar, cantar e dançar, devido a um trauma com um parente. Mas a música em suas veias é mais forte, e numa noite mágica no dia dos mortos, feriado celebrado pelos mexicanos, o menino vai parar no além, no mundo dos mortos para visitar os membros de sua família que estão do outro lado. Lindíssimo.

Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica

Este é outro item da lista mais recomendado para os pais do que para os filhos. No entanto, os pequenos também poderão se divertir com esta animação do herói Homem Morcego. Acontece que este filme é inspirado naquela série antiga com o Batman levemente gordinho, na qual ele dançava, dava socos com Pow! vindo em tela, surfava usando calções por cima de seu uniforme e usava repelente de tubarões. Ou seja, a galhofa reinava. E esta era a diversão. Aqui, tudo é criado para emular a série, até mesmo as vozes dos heróis são dubladas por Adam West e Burt Ward, o Batman e Robin originais. Julie Newmar, a Mulher Gato, também empresta sua voz. O desenho teve inclusive uma continuação chamada Batman vs. Duas Caras – vilão que nunca apareceu no seriado, embora tenha sido planejado. Na animação o inimigo é desenhado nas formas de William Shatner, o Capitão Kirk da série clássica Jornada nas Estrelas – que faz a voz do personagem.

7 Curiosidades do filme ‘Milagre na Cela 7’

Um dos maiores sucessos da Netflix das últimas semanas é, sem dúvida, o filme ‘Milagre na Cela 7’. Centenas de pessoas já se emocionaram com a comovente história da menina Ova e seu pai especial, Memo. A gente ficou tão envolvido com a trajetória desses dois, que resolvemos fazer uma matéria com 7 curiosidades que você, que amou ‘Milagre na Cela 7’, provavelmente não sabia:

7 – O filme é um remake?

Sim, é. A versão disponibilizada na Netflix é uma produção turca, e é um remake do filme original, que é sul-coreano e se chama ‘7번방의 선물’ ou ‘7beonbangui Seonmul’, que, traduzindo significaria algo como ‘Um Presente na Cela 7’. O longa original é de 2013.

Netflix lança outro drama emocionante no estilo ‘Milagre na Cela 7’; Assista a crítica!

6 – Muda muita coisa do filme original?

Bom, tem algumas mudanças sim, e a principal delas é que no final do filme da versão sul-coreana o Memo morre. É, é isso mesmo – e só de pensar nessa possibilidade dá um aperto no peito né? Talvez por isso o diretor Mehmet Ada Özsüt tenha decidido por um final mais feliz na sua versão.

5 – Lingo Lingo

Toda vez que se encontram, Memo e Ova gritam “Lingo, lingo”, ao que o outro responde “Garrafas!”. Essa frase, na verdade, faz menção à uma famosa música turca, que fala sobre um amor não correspondido. Não há uma tradução correspondente para o termo em português, porque a frase é apenas uma força de expressão da língua turca. A versão da música no longa é interpretada por Isil Ozsut.

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4 – O avô de Ova aparece no filme?

Como todo filme de sucesso, a internet caiu em cima de ‘Milagre na Cela 7’, buscando explicar o final e levantando inúmeras teorias. Uma delas especula que Yusuf (o velhinho na cadeia, que se sacrifica no final) seria, na verdade, o avô de Ova. Faz sentido, afinal, quando Ova entra na cela ela é a única a ver uma árvore na mancha da parede, tal como Yusuf, e isso reforçaria a hipótese de Yusuf ser enforcado no lugar de Memo como uma forma de se redimir com a família. Maaaas, se formos por aí, como, então, que Yusuf não reconheceu o próprio genro na cadeia? Cabe a cada um decidir.

3 – O ator que faz o Memo tem mesmo deficiência intelectual?

Acreditem se puderem… mas, não. Apesar de Memo ser um pai de família com intensa deficiência intelectual (em determinado ponto do filme é dito que mentalmente ele tem a mesma idade da filha, Ova, ou seja, 8 anos), Memo é apenas um personagem. O mérito todo vai para a competência do ator que o interpreta, Aras Bulut Íynemli.

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2 – É baseado numa história real?

Embora seja um filme extremamente emocionante, ‘Milagre na Cela 7’ não é baseado numa história real. Sua história tão comovente, tão profunda, alcança o espectador de qualquer país – e daí a gente ter a sensação de ser uma história real, mas não é. Porém, a história sul-coreana (que originalmente era uma comédia!) ganhou adaptações na Turquia, Índia, Filipinas e Indonésia.

1 – Significado dos nomes

Como na arte nada é gratuito, é preciso pensar também no significado do nome dos protagonistas. Nossa menininha Ova tem um nome que significa “ovo”. Parece bobagem, mas, pensem que a criança no filme está sendo cuidada por um pai e uma avó, e que ela ainda está em desenvolvimento, como um pintinho dentro do ovo prestes a desabrochar.

Memo é possivelmente um apelido, uma abreviação para o nome Mehmet, que é a forma turca para Muhammad, ou seja, uma variação do nome árabe para o nome do profeta fundador do Islamismo. Mehmet significa “o louvado”. E louvado nada mais é do que um sujeito merecedor de gratidão, que é honrado – tal como o protagonista do filme.
Assista nossa crítica:

Crítica | Hollywood – Série da Netflix é uma ode ao Cinema

Apesar de ser conhecido pela antologia American Horror Story, Ryan Murphy sempre fez questão de mostrar sua paixão pela indústria cinematográfica – principalmente aos clássicos longas-metragens que lhe servem de inspiração até os dias de hoje. Seja com o musical adolescente Glee, seja com a temporada única de Feud, Murphy nunca deixou de prestar homenagens a nomes como Joan Crawford, Bette Davis, Marlene Dietrich e tantos outros artistas lendários cujo legado vive com força inigualável. E, dessa forma, surgiria Hollywood, nova colaboração desse prolífico realizador para a Netflix que, apesar das boas intenções, falha em lapidar as múltiplas coincidências e o teor novelesco de cada arco narrativo dos protagonistas.

Ambientada no final da década de 1940, a produção é uma reimaginação da Era de Ouro de Hollywood – uma das décadas mais controversas da história. No período pós-II Guerra Mundial, o sentimento de nacionalismo começava a tomar conta da sociedade norte-americana e, dessa forma, qualquer pessoa “diferente” era tratada com descaso, preconceito e até mesmo com violência (como era o caso das mulheres, dos negros e da comunidade queer). E, diferente do que se pode imaginar, essa premissa exala uma ambição bastante interessante que serve como base para uma transgressão formulaica: na verdade, são as minorias que ganham voz em um escopo totalmente utópico que reformula o cenário do entretenimento e o futuro de uma nação dividida e que já perdeu sua identidade. O grande problema é como convencer o público de um e se? que poderia ter acontecido sem cair nos comodismos de sempre.

O primeiro obstáculo a ser enfrentado é a quantidade quase convulsionada de personagens. Temos, por exemplo, o ex-veterano de guerra Jack Castello (David Corenswet) que foi atraído pelas artes performáticas e tenta de tudo para conseguir nem que seja uma ponta nos filmes dos estúdios Ace, um dos mais importantes do planeta; temos Camille Washington (Laura Harrier), uma atriz negra contratada para encarnar empregadas domésticas estereotipadas que cansou de fazer o mesmo papel várias vezes e deseja, mais que tudo, ser a protagonista de um sucesso; temos também Archie Coleman (Jeremy Pope), um aspirante a roteirista negro e gay que quer ver seu nomes nos letreiros e nas marquises de todo lugar e provar seu valor na cidade dos sonhos. E muitas outras figuras únicas que representam os diversos tipos sociais que despontavam em cada esquina daquele mágico e complicado lugar.

Apesar dos claros deslizes cultivados (e aparentemente imperceptíveis) desde o capítulo de estreia, a minissérie consegue brilhar em alguns momentos bastante interessantes, inclusive no tocante à dualidade geracional. O elenco jovem representa o frescor ingênuo e sonhador daqueles que ainda têm uma vida pela frente, cheia de credulidades quase impalpáveis sobre o futuro e prospectos de autorrealização; enquanto isso, temos a presença inigualável de veteranos da televisão e do cinema que já passaram por várias decepções e agora entendem a realidade com amargura e com arrependimentos: desde a presença radiante de Patti LuPone como a atriz aposentada Avis Amberg, que se envolve com escapadas românticas com garotos mais jovens à medida que seu casamento se deteriora, a adição charmosa de Dylan McDermott como o cafetão e frentista Ernie West (baseado com ironia adorável em Scotty Bowers) e até mesmo a inesperada e dramática rendição de Holland Taylor como Ellen Kincaid, produtora executiva e mentora de diversos novos talentos do estúdio no qual trabalha.

As performances, todavia, são pinceladas com diálogos um tanto quanto frouxos e melodramáticos demais para que os levemos a sério. É claro que um pouco de metalinguagem técnica, ainda mais em se tratando de uma série com o tema em questão, é mais que bem-vinda: mas boa parte das sequências parece infundida com um apreço inexplicável aos dramas teatrais que prezam pela ambiguidade e por atuações que de fato poderiam ser mais comedidas – e, dessa forma, bem mais expressivas. Nem mesmo o respaldo histórico acrescente elementos de credibilidade à obra, seja através do repentino resgate da trágica história de Anna May Wong (aqui encarnada por Michelle Krusiec), seja pela monumental aparição de Hattie McDaniel (Queen Latifah) – e, por mais que Murphy insista em reescrever uma história cruel para um mirabolante conto de fadas, a fantasia é grande demais para ser levada a sério.

Eventualmente, o time formado por esses personagens supracitados e por tantos outros nomes une-se para dar aval a um projeto revolucionário, que traria pela primeira vez uma mulher negra às telonas. Intitulado Meg, Camille acaba conseguindo o papel protagonista, com seu marido, Raymond (Darren Criss) comandando o projeto. O resultado, enfiado em um circinal último episódio, é digno de um romance romântico em que absolutamente tudo dá certo e os “mocinhos” encontram seu final feliz e podem seguir em frente sentindo-se mais que realizados – e talvez essa enérgica e fragmentada conclusão seja o maior crime do show.

Valendo-se muito mais de uma perfeita e irretocável estética imagética que até mesmo emula a condução de grandes joias do cinema, Hollywood é um didático (ainda que superficial) manual de como a complicada esfera fílmica funciona, perguntando-se principalmente como o mundo seria se as lutas das minorias tivessem se iniciado tantas décadas atrás. Ou então ainda: como seria o mundo se Rock Hudson tivesse assumido sua homossexualidade ainda quando jovem e perdido sua carreira como galã das telonas?

Crítica | O Assassino de Valhala – Série da Netflix tem muito Drama e pouco Suspense

Nos últimos tempos a Netflix tem ofertado em seu catálogo diversas produções que fogem daquele lugar-comum hollywoodiano (embora muitas delas se assemelhem com a proposta estadunidense de produzir entretenimento). É assim que somos presenteados com a nova série islandesa ‘O Assassino de Valhala’. É isso mesmo que você leu: uma série da Islândia, aquele país nórdico onde a cantora Björk mora.

Na gelada e pacata Borgarnesi, o brutal assassinato de Pòr abala o cotidiano dos moradores locais e obrigada o departamento de polícia a se mexer. Encabeçando a investigação, a detetive Kata Ketún (Nína Dögg Filippusdóttir) começa a encontrar dificuldades para realizar seu trabalho por causa da burocracia imposta por Helga (Tinna Hrafnsdóttir), a nova Superintendente de Investigação – posição que Kata esperava ocupar. Não bastasse isso, Kata ainda tem que aceitar a chegada de Arnar (Björn Thors), seu novo parceiro que vem de Oslo somente para colaborar na investigação. Só que, o que parecia ser um assassinato brutal isolado rapidamente se desenvolve para um possível caso de serial killer envolvendo outras cidades.

Um dos pontos mais legais da produção é o fato de ser, como dissemos, uma série islandesa, e isso nos tira da mesmice. As cenas de plano aberto nos apresentam uma Helsinki e uma Borgarnesi debaixo de neve o tempo todo, cujas estradas, vistas de cima, parecem veias escuras em uma imensidão branca sem fim. Também nos mostra um país totalmente desconhecido do público comum: com cidades isoladas umas das outras, com alto grau de desenvolvimento na capital e uma língua que, se prestarmos bem a atenção, nos lembra traços do alemão, do francês e do inglês.

Além disso, por ser uma ilha distante da costa europeia, a série nos mostra como o país também depende de muitos recursos da Noruega – que parece ser o país com quem a Islândia trava a maioria das suas relações. Prova disso é o fato do personagem Arnar vir de Oslo para ajudar na investigação, e o departamento policial ter que enviar as amostras de DNA para a capital da Noruega para serem analisadas, pois a Islândia não teria seu próprio laboratório analítico nem seu próprio departamento legista. Chama a atenção também a maneira brusca com que seus personagens simplesmente deixam os outros falando sozinhos o tempo todo, seja por desligarem o telefone na cara deles, seja por saírem andando, batendo a porta atrás de si. Eu hein.

Valendo-se da popularidade do nome Valhala, a série, num todo, apresenta mais drama que suspense. Isto porque à medida que avança no desdobramento do possível serial killer, o roteiro de Ottar Nordfjord (com a colaboração de outras pessoas) desvia diversas vezes, seja construindo o drama pessoal de seus dois protagonistas (que, a bem da verdade, pouco se resolvem e pouco influem no foco principal da trama), seja distraindo o espectador com informações que não se ligam à história nos oito episódios que compõem esta primeira temporada.

Ainda assim, é uma série de suspense policial bem redondinha, com boas atuações e que entretém dentro da sua proposta de mistério. O ritmo acelera já no final do 7º episódio e, no final das contas, ‘O Assassino de Valhala’ nos deixa a vontade de uma segunda temporada – nem que seja para a gente voltar a ver as paisagens de tirar o fôlego da Islândia.

Crítica | Durante a Tormenta – Professor de ‘La Casa de Papel’ em Suspense Hitchcockiano da Netflix

Tá buscando novidades pra assistir na Netflix, mas está com a sensação de que já viu tudo que tá disponível ali? Então, foca em ‘Durante a Tormenta’.

O filme espanhol não é novo – é de 2018, disponibilizado na plataforma de streaming em março de 2019 –, porém, com a constante alta de ‘La Casa de Papel’, o longa volta a ficar em evidência, afinal, tem ninguém menos que Álvaro Morte no elenco, o nosso queridinho Professor.

A história é dividida em duas partes. Primeiro temos o jovem Nico Lasarte (Julio Bohigas-Couto), que, na chuvosa noite de 9 de novembro de 1989 (mesma noite em que ocorreu a queda do muro de Berlim), presenciou um terrível crime e, ao tentar fugir, acaba sendo atropelado e morto. E então, temos a história da família feliz, composta pela pequena Gloria; a mãe, Vera Roy (Adriana Ugarte); e o pai, David Ortiz (Álvaro Morte). Eles acabaram de se mudar para a antiga casa de Nico, e, dentro do armário, encontram uma tv e uma câmera de vídeo antiga, através da qual assistem a vários VHS gravados nos quais Nico aparece tocando guitarra. Até que encontram a última VHS de Nico, que grava ele presenciando o crime.

Só que, mais tarde naquela noite, a tv começa a funcionar sozinha, anunciando uma tormenta similar à ocorrida em 1989, e, em seguida, a imagem de Nico prestes a presenciar o crime aparece. Desesperada por salvá-lo, Vera pede ao garoto que não saia de casa, ou, do contrário ele morreria. Porém, ao acordar no dia seguinte, Vera descobre que, ao ter alterado o passado, muita coisa da sua vida também foi modificada, e agora ela tem que correr contra o tempo para tentar recuperar sua vida novamente.

Embora o argumento do filme não seja exatamente original, ‘Durante da Tormenta’ tem uma forma narrativa muito interessante, e é isso que traz um diferencial. Ao misturar drama com suspense e uma pitadinha de terror, o diretor Oriol Paulo não esconde sua influência em Alfred Hitchcock – há, inclusive, cenas que qualquer cinéfilo consegue identificar de ‘Psicose’ e ‘Janela Indiscreta’, inclusive a própria trilha sonora é muito parecida.

Com boas atuações de todo o elenco, o destaque recai em Adriana Ugarte, que conduz o longa e convence como uma mulher perdida e assustada. Mas, isso também é mérito do roteiro de Oriol Paulo e Lara Sendim, que consegue transitar por diferentes gêneros, trabalhar boas referências e reformar um argumento já conhecido do público, e, ainda assim, oferecer um olhar novo sobre esses elementos. Dessa forma, o filme consegue manter uma atmosfera constante de suspense e dúvida no espectador, sem frustrar nem distrair nossa expectativa em nenhum momento.

Embora o grande atrativo do longa seja a participação especial de Álvaro Morte no elenco, ‘Durante a Tormenta’ é um ótimo filme de suspense, que surpreende por sua construção e, mais ainda, se mostra uma grata surpresa no interminável catálogo da Netflix, e nos mostra que, às vezes, precisamos procurar opções nos filmes antigos do catálogo também.

Primeiras Impressões: Arremesso Final | Uma produção digna de Michael Jordan

A dupla Rodman e Jordan fez brilhar os olhos dos torcedores

Lançada internacionalmente no último dia 20, a série documental sobre o elenco lendário do Chicago Bulls dos anos 90, dando enfoque à história de vida e a polêmica entre Michael Jordan e a direção na temporada 98/99, a produção é uma parceria da Netflix com a ESPN. A Netflix adotou o formato de lançar dois novos episódios toda segunda-feira, fazendo com que a temporada acabe com 10 episódios no dia 18 de maio.Cada episódio ostenta uma estrutura parecida, mostrando a história de algum membro importante do elenco do Bulls, investigando um pouco do passado deles e como a relação de vida deles influenciou em certos momentos da equipe na fase vitoriosa. Então, a grande estrela da equipe, Michael Jordan, aparece como assunto, o que rende entrevistas, imagens de arquivo e um material fantástico para os fãs de basquete. É importante ressaltar que um dos pontos altos é contar com os comentários de Jordan sobre todas polêmicas mostradas na série. Quem acompanha o mundo do basquete sabe que o eterno #23 dos Bulls se afastou da mídia desde a aposentadoria.

Michael Jordan se consagrou como um dos maiores ídolos do esporte

Pelo que é mostrado nos primeiros episódios, a parceria com a ESPN foi algo importantíssimo para a execução da série. Isso porque a equipe da emissora, que é parceira antiga da NBA, tem um material em vídeo de jogos, entrevistas e principalmente de situações de bastidores, que agregam um valor histórico inestimável para a produção. É algo que se assimila ao trabalho competentíssimo do Amazon Prime Video na série All or Nothing: Seleção Brasileira, que acompanhou os comandados de Tite na última Copa América. Com uma pequena diferença que torna tudo muito mais interessante: eles abordam a trajetória do maior ícone do basquete de todos os tempos.

A era vitoriosa do Bulls foi resultado de uma equipe em sintonia nas quadras

Junto ao time, a série dá um panorama geral do contexto das épocas retratadas, principalmente os anos 1990. E como a narrativa não é linear, fazendo diversos flashbacks para contar as origens do elenco e relembrar outros times dos Bulls nos anos 70 e 80, por meio de fotos, entrevistas na época e a visão desses jogadores, dirigentes, repórteres e técnicos no presente. Esse panorama, junto a uma trilha sonora espetacular e imagens maravilhosas, ajuda a entender a importância do basquete na cultura black e na cultura americana em geral. Além de proporcionar uma visão esportiva do mundo do marketing e a relação com a NBA.

Jordan e Kobe fizeram a alegria de muita gente nos anos 1990 e 2000

Em 2020, os fãs de basquete vêm sendo muito maltratados. A começar pela morte inesperada de Kobe Bryant, que faleceu em janeiro em um acidente de helicóptero que chocou o mundo, e agora com a sensata interrupção das temporadas de basquete nacionais em todo o planeta por conta da pandemia do novo coronavírus. Com um ritmo incrível, que faz o público esperar ansiosamente pelo próximo episódio, Arremesso Final chega, nesses tempos de isolamento, não apenas para contar um dos capítulos mais legais do basquete americano, mas também para afagar o fã do esporte, que está sem acesso a uma de suas maiores paixões.

Arremesso Final está disponível na Netflix com 2 novos episódios a cada segunda-feira.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Ator diz que caiu no sono durante o filme

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ foi considerado um péssimo filme por boa parte dos fãs, mas o que será que o elenco acha sobre a sequência?

Durante uma entrevista para o CNet, Anthony Daniels foi questionado com a mesma pergunta e foi bastante sincero em sua reposta.

O intérprete do droide C-3PO foi direto e admitiu que caiu no sono enquanto estava assistindo ao filme.

“Sinceramente, eu dormi na maior parte do filme. Eu adormeci profundamente no cinema e minha esposa me acordou pouco antes do fim.”

Em sua defesa, o veterano disse que não aguentou porque estava exausto fisicamente por conta de uma laringite.

“O trabalho de J.J. Abrams é maravilhoso, é simplesmente incrível… Só que eu não sou tão jovem quanto antes e eu estava exausto por causa de uma laringite, a turnê de divulgação também foi muito desgastante. Mas a verdade é que eu adorei o filme.”, concluiu.

Anteriormente, Daniels conversou com o IGN e foi questionado sobre a sensação de se despedir do personagem após 42 anos, ao que ele disse:

“É uma mistura de tristeza e dever cumprido. Foi um honra imensa dar vida a um personagem como esse. Mas ele vai permanecer comigo para sempre. Fiquei muito emocionado e agradecido porque J.J. e o roteirista Chris Terrio transformaram 3PO em um dos grandes heróis. Digo isso porque ele ficou um tanto apagado na atual trilogia. Mas ele foi essencial para guiar os protagonistas até Exegol e traduzir a adaga dos Sith. Foi uma loucura, porque ele já passou por tantas coisas

E você, o que achou da participação de C-3PO em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’?

Assista nossa crítica:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Fury Files’: Disney+ vai lançar série explorando os arquivos de Nick Fury

De acordo com o CBM, a Disney+ vai lançar uma animação inspirada nos arquivos do agente Nick Fury, revelando diversas curiosidades sobre os heróis e vilões da Marvel.

Intitulada ‘Fury Files‘ (Os Arquivos de Fury), a série foi planejada como um meio de combater a falta de conteúdo da Marvel Studios em meio a pandemia do Coronavírus, que interrompeu as gravações de diversas produções.

O mais interessante é que os episódios não terão relação com o MCU, o que dá a possibilidade de explorar inúmeros personagens que não foram apresentados ao longo dos filmes.

A série estará disponível na plataforma de streaming a partir de 15 de maio.

Confira a sinopse:

Você não deveria estar surpreso em saber que Nick Fury tem arquivos de todos os super-heróis da Marvel. ‘Fury Files‘ garante ao público acesso confidencial aos segredos da SHIELD sobre os principais heróis e vilões dos quadrinhos. Tudo isso contado pelo próprio Nick Fury através de uma mistura de animação e motion comic. Quer saber mais curiosidades sobre seus heróis preferidos? Fury vai te ajudar!

Lembrando que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer finalmente explica a tatuagem “Damaged” na testa do Coringa

O diretor David Ayer, de ‘Esquadrão Suicida‘, continua divulgando os mistérios sobre o filme.

As artes corporais do Coringa, de Jared Leto, tinham incontáveis ​​”hahas”, sorrisos e outras tatuagens adornadas em sua pele. A mais óbvia delas, e talvez a mais comentada, foi a tatuagem “Damaged” que estava colada na testa do personagem.

Quatro anos após a estreia do filme, o diretor compartilhou a teoria de um fã, confirmando a veracidade:

“A tatuagem escrito “danificado” (damaged) é realmente muito engenhosa, mas apenas para aqueles que entendem. O Coringa fez a tatuagem porque o batman danificou seu sorriso em uma tentativa fracassada de vingança por matar Robin. Tudo com a intenção de antagonizar e enfurecer o Batman simplesmente vendo seu rosto.”, afirmou o fã.

Ayer respondeu sucintamente: “Exatamente”.

Confira:

Recentemente, Ayer pediu desculpas publicamente pela abordagem machista dada à personagem Arlequina em seu filme.

Por meio de uma publicação no Twitter, o cineasta compartilhou uma postagem feita por uma fã, que questionava a objetificação dela, apresentando-na como uma mulher que fora tratada de forma política, envolvida em um relacionamento amoroso abusivo.

Ao retuitar o comentário em questão, Ayer elogiou a observação feita, afirmando que ela fora escrita de forma cuidadosa. O diretor ainda agradeceu o fato de ter sido confrontado por essa abordagem, salientando que está aprendendo em um mundo em constante mudança.

Confira:

“Retuitando isso porque foi escrito de forma tão cuidadosa. Obrigado por isso. Estou crescendo e aprendendo em uma mundo em constante mudanças”.

Em seu argumento, a fã pontuou a objetificação de Arlequina em ‘Esquadrão Suicida‘:

“Uma personagem feminina em um relacionamento abusivo já é político cara. A forma como sua câmera olhava para ela era política. A forma como você a usou foi política. Você a tratou como um objeto e ainda assim ela ressurgiu acima disso. Isso também foi político”.

 

Recentemente, Ayer divulgou o visual alternativo de Arlequina para o filme, que remete à sua caracterização dos quadrinhos.

Confira:

OTHER: Harley Quinn alternative look by David Ayer from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Resgate 2’: Sequência vai trazer outro astro da Marvel

A Netflix decidiu fazer uma reunião da Marvel em seu Resgate, e a sequência já foi confirmada e continuará recrutando os astros da concorrente.

Além do retorno confirmado de Chris Hemsworth – o Thor – e do roteirista Joe Russo, o filme também terá o retorno de David Harbor como Gaspar.

Para quem não sabe, Harbor será o Guardião Vermelho em ‘Viúva Negra‘.

O personagem de Harbor  já apareceu no primeiro filme, mas deve ter uma participação maior na sequência.

Ontem, o roteirista Joe Russo confirmou através do Deadline que a continuação já está em desenvolvimento e que ele ficará responsável pelo roteiro mais uma vez.

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave havia revelado que tem interesse em realizar uma pré-sequência:

“A Netflix estava muito feliz com os diários de produção e começamos a pensar que poderíamos fazer uma sequência. As pessoas pensavam: ‘Oh, isso poderia ser legal…’. Você sabe, você fala sobre todas essas coisas. É uma franquia? Vamos continuar? Tínhamos que esperar o filme sair e o público responder. Vocês serão os únicos que decidirão. Mas foi comentado. Assim que Joe Russo apareceu, um ponto interessante foi que, na maioria das vezes, você recebe uma sequência. Raramente você volta no tempo em pré-sequências. Você tem a sensação de que Chris [Hemsworth] e [David] Harbour têm uma ótima química. Então pensamos que era uma maneira muito interessante, voltar no tempo e fazer uma pré-sequência”, afirmou.

O que você acha da ideia?

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Sam Raimi vai produzir filme de ficção científica com roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso’

De acordo com a Variety, Sam Raimi (trilogia ‘Homem-Aranha‘) vai produzir um thriller de ficção científica escrito e dirigido por Scott Beck e Bryan Woods, co-roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso‘.

Além disso, o projeto também é fruto de uma parceria entre a Raimi Productions e a Sony Pictures.

Por enquanto, a trama do novo filme permanece em segredo e ainda não há elenco confirmado e nem previsão para o início das filmagens.

Através de um comunicado, Raimi comemorou a parceria com a dupla, dizendo:

“A Raimi Productions está orgulhosa de se unir a Scott Beck e Bryan Woods. Eles excederam todas as minhas expectativas quando trabalhamos juntos para a Quibi. Por isso, eu posso afirmar que eles têm a minha total confiança e vão trilhar uma brilhante carreira daqui para frente. Esse projeto é um blockbuster selvagem e mal posso esperar para compartilhar com o público.”

Em reposta, a dupla disse:

“Depois de ‘Um Lugar Silencioso‘, sabíamos que precisávamos continuar investindo em ideias originais para as telonas. Estamos muito orgulhosos de trabalhar com o pessoal da Sony Pictures, porque eles acreditam no potencial de novas histórias e nos deram a chance de trabalhar com Raimi mais uma vez. Ele é o nosso herói e é uma lenda do cinema independente.”

Infelizmente, nenhum dos cineastas quis revelar detalhes sobre o enredo da produção, então só resta aguardar pelas atualizações.

Para quem não sabe, Raimi já havia trabalhado com a dupla de roteiristas em um episódio de 50 States of Fright‘, uma série série antológica de terror exibida na plataforma Quibi.

Confira o trailer:

A primeira temporada explora as histórias inspirada por lendas urbanas norte-americanas, “levando os espectadores para os horrores que espreitam a superfície”.

O elenco inclui Rachel Brosnahan, Travis Fimmel, Christina Ricci, Jacob Batalon, Ming-Na Wen, Taissa Farmiga, Asa Butterfield, John Marshall Jones, Ron Livingston, Victoria Justice, Karen Allen, Colin Ford, Alex Fitzalan, James Ransone, Emily Hampshire, Elizabeth Reaser, Rory Culkin, Warren Christie, Danay Garcia e William B. Davis.

Os episódios são dirigidos por Scott BeckIsa MazeiDaniel GoldhaberLee Cronin.

50 States of Fright já está disponível no Quibi.

‘Space Force’: Netflix divulga o 1ª teaser da nova comédia estrelada por Steve Carell; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Space Force‘, nova comédia estrelada por Steve Carrell.

Na trama, o astro dará vida ao general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana.

Depois de receber a tarefa, Naird precisa transforma o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

A estreia está marcada para 29 de maio.

Assista ao trailer:

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

 

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Los Angeles vai sangrar na promo do próximo episódio

O canal Showtime divulgou a promo oficial de “Wicked Old World”, terceiro episódio de ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

Confira:

O episódio vai ao ar no dia 10 de maio.

Criada John Logan, a série é um spin-off de ‘Penny Dreadful‘, que estreou em 2014 e durou por três temporadas.

A trama se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Natalie Dormer, Daniel Zovatto, Kerry Bishé, Adriana Barraza, Jessica Garza, Michael Gladis, Johnathan Nieves, Rory Kinnear e Nathan Lane.

Crítica | Penny Dreadful: City of Angels – 01×02: Dead People Lie Down

Quando pensamos na expressão penny dreadful, somos transportados a um mundo recheado de criaturas fantásticas e medonhas, de narrativas que nos tiram o fôlego e arrepiam nossa espinha, justamente por trazer à tona a essência maléfica do ser humano, perscrutada por medos irracionais e inseguranças conturbadas que constantemente nos invadem a mente. Não é surpresa que essa representação metafórica tenha feito um sucesso gigantesco com o lançamento da série homônima em 2014, pavimentando um caminho de puro suspense ao longo de três temporadas antes de nos deixar órfãos. Felizmente, o criador John Logan resolveu dar mais uma chance a esse capítulos aterrorizantes com o spin-off Penny Dreadful: City of Angels’ – mas, conforme nos deixamos levar pela estreia do segundo capítulo, percebemos que essa mesma essência da qual falamos parece ter desaparecido e deixado um enfadonho traço saudosista.

Nesta semana, a trama principal é consequência direta do embate sangrento entre os policiais brancos e a comunidade latina de Los Angeles, que enfrentaram-se através da orquestra demoníaca de Magda (Natalie Dormer). O resultado caótico resultou no extermínio em massa dos descendentes de mexicanos e na morte de alguns oficiais de justiça, que logo atraiu olhar da elite norte-americana e de discursos respaldados no preconceito racial e numa ideologia refletida na agenda nazifascista europeia (que já se moldava há alguns anos e estava prestes a explodir). E, no epicentro dessa massiva guerra, está Tiago Vega (Daniel Zovatto), dividido entre a profissão que lutou para conseguir e suas raízes familiares que insistem em puxá-lo de volta para uma moral religiosamente calcada em sua criação.

Tiago é uma construção bastante complexa: o jovem detetive foi o primeiro latino contratado na delegacia local, talvez abrindo um novo capítulo na dura história dos Estados Unidos, talvez não. O fato é que ele tenta ao máximo se fundir aos terríveis “colegas” de trabalho e, por vezes, se esquece de quem realmente esteve ao seu lado todo esse tempo – como sua mãe, Maria (Adriana Barraza), uma religiosa fervorosa que é guiada pela descomunal força de Santa Muerta (Lorenza Izzo). Felizmente, ele é acompanhado de uma figura quase paternal que emerge na interpretação de Nathan Lane como Lewis Michener, que representa uma bruxuleante esperança para aqueles que prezam por um lugar melhor. O problema, entretanto, é o modo como o roteiro enfia o protagonista em arcos melodramáticos ou políticos demais – que poderiam muito bem ser mascarados com um respaldo mais sobrenatural ou fabulesco.

É muito fácil esquecer o mote principal da temporada, ainda mais pela múltipla condução de subtramas que se intrincam em uma panfletária e desconexa ambientação: de um lado, temos a ascensão ariana que se infiltra na costa oeste e que promete acabar com todas as pessoas consideradas diferentes (negros, judeus, homossexuais ou latinos); de outro, o assassinato brutal de quatro pessoas brancas cujos corações foram arrancados por uma força maligna – cujo potencial seriado é descartado sem mais nem menos e jogado para debaixo do tapete. Nenhuma das duas metades é reafirmada ou explorada mais a fundo em “Dead People Lie Down” – pelo contrário, elas são atenuadas em prol do desenvolvimento interpessoal de personagens como os alter-egos de Magda, do médico Peter Craft (Rory Kinnear) e da evangelista Molly (Kerry Bishé), e resgatadas com pressa desnecessária no ato final do capítulo.

A iteração em si tem poucos momentos proveitosos, o que seria compreensível caso o episódio de estreia tivesse causado um estrondo maior. Com exceção da exímia direção de Paco Cabezas, que traz elementos da série original e até mesmo de outros trabalhos (como The Alienist) é medida que cultiva uma identidade diferenciada, e da atuação sempre irretocável do elenco coadjuvante, as sequências pecam em querer unir em um mesmo lugar espectros fragmentados do drama neo-noir e do suspense familiar, esquecendo-se do que realmente importa. Certas passagens, todavia, são um deleite para os fãs da franquia – como o breve enfrentamento de Mateo Vega (Johnathan Nieves) e seus algozes racistas, ou até mesmo a cena final que traz de volta a presença de Santa Muerte. Porém, se o show irá se valer desse momentâneo choque para nos cativar e nos manter interessados, eventualmente o frescor da temporada vai se dissipar e se transformar em um tal-qual circinal.

Se nem mesmo Dormer consegue nos encantar com suas várias interpretações, Penny Dreadful: City of Angels’ precisa escolher que caminho seguirá – e quando as atribulações que nos inebriaram há vários anos receberão um convite irrecusável para prestar serviço. Em meio a vários deslizes, só podemos esperar que os próximos capítulos recuperem uma glória outrora irradiante – e que, agora, se esconde em meio ao cenário idílico de uma Los Angeles decadente.

‘Space Force’: Comédia da Netflix com Steve Carell ganha trailer HILÁRIO; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de sua nova comédia intitulada ‘Space Force’ e estrelada por Steve Carell.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 29 de maio.

O elenco ainda conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

A produção, desenvolvida em parceria de Greg Daniels e Carell, servirá como uma sátira ao presidente Donald Trump.

A trama é inspirada por uma ideia do presidente Trump em ter uma força espacial como a sexta ramificação militar do país. A série se passará no local de trabalho com pessoas que foram dadas a tarefa de criar essa nova divisão.

‘O Mandaloriano’: Baby Yoda ganha destaque nos bastidores da 2ª temporada

Em seu perfil do Instagram, o diretor Robert Rodriguez (‘Alita: Anjo de Combate) compartilhou uma imagem do Baby Yoda nos bastidores da 2ª temporada.

Na legenda, ele escreveu:

“É com muita humildade que eu digo que tive o raro privilégio de dirigir a maior estrela no universo de ‘Star Wars‘.”

Confira:

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já está renovada para a 3ª temporada.

O segundo ciclo, por sua vez, não tem data de estreia confirmada.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The 100’: 6ª temporada chega ESTE MÊS na Netflix!

Netflix divulgou as novas entradas em seu catálogo para o mês de maio e, finalmente, a 6ª temporada de The 100 chegará à plataforma.

Segundo o serviço, o penúltimo ano da produção estará disponível no dia 16 de maio.

Vale lembrar que 7ª temporada será a última da série.

Confira os créditos de abertura:

A última temporada irá estrear no dia 20 de maio.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

Tom Cruise e Elon Musk planejam gravar um filme no espaço

Qualquer fã de cinema sabe que Tom Cruise grava suas próprias cenas de ação, e agora o astro quer passar para um próximo nível de adrenalina.

De acordo com o Deadline, Cruise entrou em contato com o bilionário Elon Musk, dono da Space X (empresa de transportes espaciais), para gravar um filme no espaço.

Foi dito que até mesmo a NASA está colaborando com o projeto, que ainda está nos estágios iniciais e é descrito como ‘a mais nova revolução cinematográfica’.

Por enquanto, nenhum estúdio demonstrou interesse em levar a ideia adiante, mas Cruise e Musk estão confiantes que a produção ganhará apoio assim que novas informações forem divulgadas.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe qual será o enredo do filme, mas tudo indica que deve ser uma trama de ficção científica.

Para quem não sabe, Cruise é um grande fã do gênero e já se aventurou em projetos com temática semelhante, como ‘No Limite do Amanhã’, ‘Oblivion’, e ‘Minority Report’.

Até lá, vale lembrar que ‘Feito na América‘, estrelado por Cruise, já está disponível na Netflix.

O longa é inspirado na real história de vida do piloto americano Barry Seal, que depois de passar a trabalhar ao lado da CIA, se torna um dos membros do tráfico de drogas em Medellín.

A direção fica por conta Doug Liman, que trabalhou com o astro em ‘No Limite do Amanhã’.

Assista ao trailer legendado:

‘Demimonde’: Série de J.J. Abrams contrata três novos showrunners

Quase dois anos depois das primeiras informações, a Variety revelou que Demimonde, nova série de J.J. Abrams para a HBO, contratou novos showrunners para auxiliá-lo na construção do show.

Segundo a revista, os produtores executivos Kira Snyder (‘The Handmaid’s Tale’) e Rand RavichFar Shariat (Life) irão supervisionar o projeto. Eles se juntam ao previamente anunciado Bash Doran (Westworld).

Abrams fica a encargo do roteiro.

Segundo o THR, a trama sai direto da sua “mystery box” e irá mostrar uma família que sofre um terrível acidente de carro. Depois da mãe entrar em coma, a filha começa a mexer em seus experimentos no porão e acaba teletransportada para um outro planeta que está em meio a uma batalha contra uma força opressiva e monstruosa. Depois disso, seu pai também acaba indo para esse misterioso mundo.

Além de escrever o roteiro da nova série, Abrams também é produtor executivo do projeto com sua produtora Bad Robot. A produção é da Warner Bros Television.

Novas informações devem sair em breve. Demimondeainda não tem previsão de estreia.

‘The Green Knight’ será lançado em VOD? Diretor responde!

Em uma recente aparição no podcast The A24 Project, o diretor David Lowery falou sobre os planos para o aguardado filme The Green Knight, que funciona como uma releitura sombria das clássicas histórias do Rei Arthur.

Anteriormente previsto para ser lançado em 29 de maio de 2020, o longa foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e, assim como várias outras produções, foi removida do cronograma oficial da A24.

Quando questionado sobre um eventual lançamento nos cinemas ou então uma decisão de divulgá-lo através de plataformas de streaming, Lowery respondeu que não tem ideia sobre o que vai acontecer.

“Ninguém sabe. Esse é o caso com praticamente tudo no momento. Ninguém sabe de uma coisa sequer. Tudo que posso dizer é que, em algum momento, as pessoas irão vê-lo. E elas o verão da melhor maneira possível, dadas as circunstâncias. Se tudo der certo, será nos cinemas. Se tudo der certo, os cinemas irão sobreviver. Sou um grande defensor da experiência cinematográfica e uma das coisas que amo sobre a A24 é que eles também são”.

David Lowery dirige a produção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Dev PatelAlicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson estrelam.